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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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O que Homens famosos disseram sobre os jesuítas.


O que Homens famosos disseram sobre os jesuítas 

Publicado a 7 de Agosto, 2017 por Edward Morgan

 
 




“É a minha opinião de que se as liberdades deste país – os Estados Unidos – forem destruídas, será pela subtileza dos padres jesuítas da igreja católica romana, pois eles são os mais ardilosos e perigosos inimigos das liberdades civis e religiosas. Eles instigaram a maioria das guerras na Europa.” – Marquês de LaFayette (1757-1834), estadista francês e general. Ele serviu no exército americano continental sob o comando do general George Washington.

Devido à minha própria pesquisa e aos materiais que as pessoas me enviado, eu acabo por pensar que cada vez mais que todas as estradas realmente levam a Roma, em particular ao Vaticano! Consegue lembrar-se de qualquer Estado que tenha tido tamanha influência nas mentes de tantos, durante tanto tempo, como o Sacro Império Romano, e continua a ter até hoje? O seu poder cimentado ao longo do tempo apenas aparenta estar fragilizado. Esta é apenas minha opinião, é claro, mas acho que as citações abaixo falam por si. Estes homens realmente disseram isto? Se o fizeram, creio que as afirmações falam por si. Se eles não produziram tais afirmações, prove-o e eu removo-as do meu blog.
Eu encontrei essas citações em 


e eu extraí apenas aquelas citações provenientes de quem eu considero ser figuras autoritárias da história.
“A minha história dos jesuítas não é escrita com eloquência, mas é suportada por autoridades inquestionáveis, [e] é muito elucidativa e horrível. A restauração [da Ordem jesuíta] [em 1814 pelo Papa Pio VII] foi, de facto, um passo na direcção da escuridão, crueldade, despotismo e morte… Não gosto da aparência dos jesuítas. Se alguma vez existiu um corpo de homens que mereceu a condenação eterna na Terra e no inferno, é a Sociedade de [Inácio de Loyola]”.
John Adams (1735-1826; 2.º presidente dos Estados Unidos)
“Entre 1555 e 1931, a Sociedade de Jesus [ou seja, a Ordem dos Jesuítas] foi expulsa de pelo menos 83 países, cidades-estado e cidades, por se envolver em intrigas políticas e subversão contra o bem-estar do Estado, de acordo com os registos de um padre jesuíta de renome [Thomas J. Campbell]… Practicamente todos os casos de expulsão foram devidos a intrigas, infiltrações subversão e incitação à insurreição política.”(1987) – J.E.C. Shepherd (historiador canadiano)
Abraham Lincoln
Abraham Lincoln
Esta guerra [civil americana] [de 1861-1865] nunca teria sido possível sem a influência sinistra dos jesuítas. Nós devemos ao papa o facto da nossa terra estar coberta de vermelho com o sangue dos seus filhos mais nobres. Embora existissem grandes diferenças de opinião entre o Sul e o Norte sobre a questão da escravidão, nem Jeff Davis [Presidente da Confederação] nem qualquer um dos principais homens da Confederação teria ousado atacar o Norte, se eles não tivessem confiado nas promessas dos jesuítas de que, sob a máscara da Democracia, o dinheiro e os braços dos católicos romanos, mesmo os braços da França, estavam à sua disposição se eles nos atacassem. Eu lamento o que possa suceder aos sacerdotes, bispos e monges de Roma nos Estados Unidos, quando as pessoas percebem que eles são, em grande parte, responsáveis ​​pelas lágrimas e sangue derramado nesta guerra. Escondo o que sei desse assunto do conhecimento da nação, pois sei que se as pessoas soubessem de toda a verdade, esta guerra tornar-se-ia numa guerra religiosa, e de imediato assumiria um carácter selvagem e sangrento, dez vezes maior. Tornar-se-ia implacável, como todas as guerras religiosas. Tornar-se-ia numa guerra de extermínio de ambos os lados “. – Abraham Lincoln (1809-1865; 16º presidente dos Estados Unidos)
“Os jesuítas… são uma sociedade secreta – uma espécie de ordem maçónica – com características empoladas de ódio revoltoso e mil vezes mais perigosos”. – Samuel Morse (1791-1872, inventor americano do telégrafo, autor do livro A Conspiração estrangeira contra as liberdades dos Estados Unidos)
Os jesuítas são uma organização MILITAR, e não uma ordem religiosa. O seu chefe é um general de um exército, e não um mero padre ou abade de um mosteiro. E o objectivo dessa organização é o poder – poder no seu exercício mais despótico – poder absoluto, poder universal, poder para controlar o mundo pela vontade de um único homem [isto é, o Papa Negro, o Superior Geral dos jesuítas]. O jesuísmo é o mais absoluto dos despotismos – e ao mesmo tempo o maior e o mais enorme dos abusos.”- Napoleão Bonaparte; 1769-1821
Os jesuítas… são simplesmente o exército romano para a soberania terrena do mundo no futuro, com o Pontífice de Roma como imperador… esse é o seu ideal… É uma simples luxúria de poder, de ganhos materiais imundos, de dominação – algo como uma servidão universal em que eles [isto é, os jesuítas] sãos mestres – é tudo o que representam. Eles talvez nem acreditam em Deus”. – Fodor Dostoyevsky (1821-1881, romancista russo)
A organização da Hierarquia [Católica Romana] é um completo despotismo militar, do qual o Papa é o ostensivo [isto é, aparente; Parecendo] cabeça; Mas do qual, o Papa Negro [Ed. Nota: O Superior Geral dos jesuítas], é o verdadeiro cabecilha. O Papa Negro é o chefe da ordem dos jesuítas, e é chamado de General [isto é, o Superior General]. Ele não comanda apenas a sua própria ordem, mas [também] dirige e controla a política geral da Igreja [Católica Romana]. Ele [o Papa Negro] é o poder por detrás do trono, e é o verdadeiro líder em potencial da hierarquia. Toda a máquina está sob as mais estritas regras da disciplina militar. Todo o pensamento e vontade desta máquina, o planeamento, propostas e execução, é da sua autoria. Não existe independência de pensamento, nem de acção, nas suas partes subordinadas. A obediência implícita e inquestionável às ordens dos superiores hierárquicos, é o dever jurado do sacerdócio em qualquer nível da estrutura…” –  General-brigadeiroThomas M. Harris. Ele escreveu o livro “A responsabilidade de Roma pelo assassinato de Abraham Lincoln” – que expõe as maquinações dos jesuítas.
“A presença dos jesuítas em qualquer país, romanista [ou seja, católico] ou protestante, é susceptível de criar distúrbios sociais” – Lord Palmerston, estadista britânico que serviu duas vezes como primeiro-ministro do Reino Unido em meados do século 19.

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