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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

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Oração à Mãe Aparecida, Padroeira do Brasil

Através de Jane Ribeiro

 
Queridos amigos,
Hoje é o dia em que se reverencia a Bem Amada Mãe na face de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
Que todas as orações que se dirigem a Ela hoje possam estar contidas da mais profunda gratidão por todas as bênçãos recebidas ao longo de todo este ano.
Que elas possam se expandir por todo Brasil levando muita paz, prosperidade, saúde e amor.
Amor e Luz,
Jane Ribeiro

Filhos desta amada terra é hora de despertar, é hora de abrir os olhos, todos vós e vosso amado Brasil.
 
É hora de perceber e resgatar a imensa sabedoria de vossos antepassados, os habitantes primeiros desta terra sagrada, vossos irmãos os índios.
 
Que em consciência com a sabedoria de vossos ancestrais todos vós possais se levantar vislumbrando numa mesma sintonia a imensa força e poder de vossa Mãe Terra, que se encontram concentrados neste pedaço do planeta vosso amado Brasil.
 
Levantai eis que o tempo de manter o gigante adormecido findou.
 
Que ele, no seu despertar, possa acordar todos os seres de todos os reinos que nele habitam.
 
A partir desse ponto, o Brasil, todos despertarão e se levantarão atendendo ao chamado de Deus-Pai-Mãe, na Unidade maior com todos os reinos de Luz.
 
Minhas bênçãos a todos vós.
 
Eu Sou Vossa Mãe a quem chamais Aparecida.
 
Bem amada Mãe Aparecida,
 
Vós que vigiais todos os passos do nosso amado Brasil deste os primórdios dos tempos zelai por nós.
 
Vós que embalais com tanta paciência, serenidade e amor esta amada terra e seus filhos zelai por nós.
 
Vós que sempre atendestes às súplicas dos humildes de coração zelai por nós.
 
Vós que sempre defendestes as causas dos necessitados e oprimidos zelai por nós.
 
Vós que sempre protegeste nossos índios, nossas matas, nossos rios e nosso solo sagrado, zelai por nós.
 
Vós que neste momento, do centro do Planalto Central, irradiais o vosso amor e abençoais esta amada terra e seus habitantes zelai por nós.
 
Bem amada Mãe Aparecida,
 
Neste momento de grandes transformações individuais e planetárias,
Abri mais uma vez os vossos braços e protegei com vosso Manto de Luz nosso amado país o Brasil, e todo o planeta Terra.
 
Que a vossa Luz e o vosso Amor possam ser sentidos no coração e mente de todos os brasileiros, para que todos possam perceber o momento único que estão prestes a vivenciar neste solo sagrado.
 
Que o gigante adormecido por vossa mão possa finalmente despertar desse sono de eons e, com toda força e poder acumulados, despontar como exemplo de Sabedoria e Amor a ser seguido por toda a humanidade.
 
Que o vosso Amor ajude a despertar todas as almas que se mantiveram adormecidas junto com esta terra de gigantes.
 
Assim, à noite de múltiplas estrelas refletida em vosso manto azul de Luz poderá ser vista por toda a humanidade, e na vossa força maior transformar-se em um lindo sol dourado, elevando os corações e mentes de todas as formas de vida, na Luz Maior de Deus-Pai-Mãe.
 
Bem amada Mãe Aparecida,
 
Rogai para que todas as forças que despertaram com este gigante adormecido vislumbrem os novos patamares de Luz, que pulsam e brilham acima do Planalto Central na direção de todos nós, e de todas as formas de vida.
 
Bem amada Mãe Aparecida,
 
Dai-nos agora vossa bênção ó Mãe querida, Nossa Senhora Aparecida,
Dai-nos agora vossa bênção ó Mãe querida, Nossa Senhora Aparecida.
Amém, Amém, Amém.
 
canalizada por Jane Ribeiro aos 02/10/98



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 Atualização diária

A caravela Santa Maria, de Colombo, foi encontrada?

Explorador americano Barry Clifford diz ter localizado restos da caravela Santa Maria, de Colombo

Posted by Thoth3126 on 12/10/2014

 


Caravela-Templária-01Barry Clifford é especializado em investigações submarinas e descobriu uma caravela submersa na costa norte do que hoje é o Haiti. 

Todas as evidências geográficas, topográficas e arqueológicas sugerem que os destroços são da Santa Maria, disse Clifford. Juntamente com as caravelas Nina e Pinta, a Santa Maria foi usada por Colombo na expedição de 1492, em que ele explorava as ilhas do Caribe em busca de uma passagem para a Ásia. Era a maior embarcação das três, com 36 metros de comprimento.

Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com 

O explorador americano Barry Clifford diz ter “fortes indícios” de que encontrou os destroços da caravela Santa Maria, usada por Cristóvão Colombo em sua famosa expedição que o levou a descobrir a América, no fim do século 15.

Edição: Alexandre Schossler – Data 14.05.2014 – © 2014 Deutsche Welle

Exploradores afirmam ter achado o que restou da nau usada por Colombo para chegar à América, mais de 500 anos depois do naufrágio. Mas especialistas se dizem céticos.

Destroços da nau Santa Maria, usada por Cristóvão Colombo há mais de 500 anos para chegar à América, podem ter sido encontrados na costa do Haiti, segundo anúncio feito por um grupo de pesquisadores nesta terça-feira (13/05).

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Réplica da Caravela Santa Maria, com 36 metros usada por Cristovão Colombo em sua chegada ao Novo Mundo, a América do Norte

Nesta quarta-feira, os cientistas devem participar de uma entrevista coletiva em Nova York para esclarecer detalhes sobre a descoberta, que, se confirmada, teria grande importância em termos arqueológicos.

Os restos que seriam da caravela foram achados na costa norte do Haiti, na região onde Colombo disse que o navio havia encalhado, segundo o explorador americano Barry Clifford, que liderou as buscas.

A Santa Maria foi uma das três embarcações que saíram da Espanha em 1492 em busca de uma rota mais curta para a Ásia e chegaram à América. Depois de chegar às atuais Bahamas, a Santa Maria se chocou contra um recife, razão pela qual foi abandonada. 

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Cristovão Colombo

Juntamente com as caravelas Niña e Pinta, a Santa Maria foi usada por Colombo na expedição de 1492, em que ele explorava as ilhas do Caribe em busca de uma passagem para a Ásia. Era a maior embarcação das três, com 36 metros de comprimento. 

A caravela foi perdida na viagem, ao encalhar em um recife próximo ao atual Haiti no dia de Natal, pouco antes de Colombo retornar à Espanha. Colombo ordenou aos marinheiros que construíssem um forte com o material da embarcação, antes de retornar com as demais caravelas, Niña e Pinta, à Espanha. Conhecido como La Navidad, o forte estava destruído quando Colombo o reencontrou ao voltar para a ilha onde hoje fica o Haiti, que recebeu o nome de Hispaniola.

De acordo com Clifford, os possíveis restos da nau haviam sido encontrados e fotografados por ele em 2003. Depois de 11 anos, no início deste mês, o grupo voltou ao local e cruzou as fotografias com dados históricos. Clifford acredita ter agora provas suficientes de que os restos seriam mesmo da caravela que afundou em dezembro de 1492. Uma das evidências apontadas é a presença de um canhão característico da época do navegador, que foi fotografado em 2003, mas não estaria mais no local.

“Todas as evidências geográficas, a topografia do fundo do mar e as evidências arqueológicas sugerem fortemente que se trata do famoso navio principal de Colombo”, disse o pesquisador.

Para encontrar a Santa Maria, o grupo baseou-se no diário do navegador, além da localização do forte. Para avançar nos estudos, que exigem ainda uma escavação no local, o pesquisador americano solicitou ao governo que faça a proteção da área onde se encontram os restos da nau.

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Cientistas, no entanto, dizem ser ainda muito cedo para qualquer confirmação sobre a veracidade da descoberta. “As evidências, como se pode imaginar, não serão muitas, passados mais de 500 anos, devido ao tempo e ao ambiente em que o sítio arqueológico está”, afirmou o arqueólogo marítimo Roger Smith.
De acordo com Kevin Crisman, diretor do Centro de Arqueologia Marítima e Conservação da A&M University, no Texas, muitos navios espanhóis afundaram na região do Haiti e da República Dominicana naquela época. “Se for mesmo a Santa Maria, será como ter encontrado o Santo Graal. Seria muito emocionante, mas permaneço cético”, afirmou.

Clifford, de 68 anos, é um dos mais experientes arqueólogos submarinos, tendo trabalhado há quase quatro décadas na área. Em 1984, foi o primeiro estudioso a encontrar os restos de um navio pirata, o Whydah.

BWS/afp/ap/lusa

Permitida a reprodução desde que mantenha a formatação original e mencione as fontes.

Fonte e responsabilidede de:  www.thoth3126.com.br


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ELES NÃO O VEEM

ELES NÃO O VEEM

Autor: Geoffrey Hoppe 

 

Geoffrey Hoppe, canalizador de Adamus (Saint Germain) e Tobias
                                                                                              
Olhando pela janela de um grande ônibus de luxo, fiquei chocado com a visão de lixo e entulho nas ruas e ao longo do canal do rio. O Egito é um país tão bonito, mas para a vida que tenho eu não conseguia entender as pilhas de lixo.

Sentado ao meu lado no ônibus estava Gerhard Fankhauser do grupo de música Yoham. Ele passou muitos anos na Índia, por isso, talvez ele estivesse um pouco menos chocado com o lixo do que eu. "Como eles podem simplesmente jogar o lixo nas ruas e nos canais?" Eu perguntei em desânimo. Gerhard parecia um pouco surpreso que eu iria mesmo fazer a pergunta. Ele respondeu: "Eles nem sequer o veem. Isso não está na consciência deles."

Muitos anos depois, eu ainda me lembro da resposta dele. "Eles não o veem. Não está na sua consciência." Eu tenho que me lembrar disso em uma base regular, especialmente quando vejo as pessoas fazendo coisas que eu não entendo. Por que as pessoas se machucam? Por que elas ficam presas quando as soluções parecem bastante óbvias? Por que elas lutam batalhas e guerras, ou roubam a energia dos outros? Por que procuram respostas fora delas mesmas? Por que os seres humanos fazem as coisas loucas que eles fazem?

Adamus tem falado sobre a consciência desde que ele começou a trabalhar com a gente em 2009. A consciência está no centro de tudo, de acordo com Mestre A. A consciência veio muito antes do amor. Você não pode ter qualquer forma de inteligência, sem consciência. Não haveria nenhum problema físico, sem consciência. É a consciência que criou a energia, e sem ela a energia não existiria. Sem consciência nós nem sequer perceberíamos que nós existimos (dããn). Na verdade, nós não existimos de qualquer modo.

A consciência não pode ser pesada ou medida. Ninguém tem mais do que ninguém, embora algumas pessoas usam mais da que elas já têm. Ela não tem julgamentos. Ela não se preocupa com a luz ou escuridão, com o bom ou mau, saúde ou doença. Não é um conceito da Nova Era e não exige que se tenha crenças religiosas ou espirituais para estar ciente dela. A verdadeira consciência não conhece Tempo e não tem medo. Ela não tem nenhum poder, nem precisa de energia. A consciência não vai fazer você rico ou buscar para você uma alma companheira melhor. Ele apenas é. É a consciência, algo tão simples que muito poucos estão cientes disso.

Na nova Cloud Class (Aulas pela Nuvem), a Revolução  da Consciência, Adamus fala sobre como a consciência é o elemento mais básico na criação. Quando não há consciência presente não há nenhuma realidade. Quando a consciência esta presente, a realidade se manifesta. É muito simples. Se a luz (consciência) não esta nele, o quarto (a realidade) não existe. Acenda a luz e de repente o quarto aparece.

A maioria dos cientistas, físicos e líderes espirituais simplesmente não estão cientes disso, e nunca levaram isso em consideração ao estudar a natureza da realidade. Eles simplesmente não veem isso. Adamus diz que o tempo é o fator que mantém a nossa realidade limitada no local, incluindo a gravidade, densidade e movimento. Há muitas realidades e potencialidades além do tempo, mas assim como os egípcios com seu lixo, nós apenas não o vemos. Não está na nossa consciência.

Alguns poucos físicos de ponta estão começando a observar um fenômeno chamado Quantum Entanglement (Emaranhamento Quântico). Isto é, quando uma partícula de um par emaranhado "sabe" que a medição foi realizada pelo outro lado, e com qual resultado, mesmo que não haja meios conhecidos para que essas informações sejam comunicadas entre as partículas, que podem estar separadas por grandes distâncias. Eles também estão observando que as partículas reagem com o observador. Esses pesquisadores estão começando a especular que a consciência é o fator chave para a criação, mas a frustração deles é que eles não podem quantificar a consciência. Eles supõe que está lá, mas não a veem, porque ela  não é uma energia ou partícula ou onda.

De certa forma, estamos rodeados por nosso próprio lixo de limitação, luta e emoções mentais. Assim como os egípcios, com suas pilhas de lixo, que nem sequer o veem. Nós movemos as pilhas de lixo ao redor e pensamos que estamos fazendo progressos, mas o fato é que a nossa consciência é tão limitada que nós nem sequer ver como jogamos fora nossas vidas. Nós apenas continuamos jogando mais lixo na pilha e reclamando da vida.

O Mestre simplesmente permite que a sua consciência se expanda através de um Tempo Imemorial. Tempo imemorial significa tempo fora da mente, um tempo antes da história e além de memória. Esticando um pouco o significado do termo, isso também significa mente fora do tempo. O Mestre entende que o Tempo é não só o passado, mas também a projeção linear do futuro.

Quando você permite que sua consciência rompa além do tempo, de repente você percebe que a própria natureza da realidade não é o que parecia ser a partir de dentro dos confins do Tempo.

Você pode imaginar o avanço quântico que virá quando ainda apenas um pequeno grupo de seres humanos estiver consciente da consciência? Quando estivermos conscientes de que é nossa consciência que cria a realidade, não a energia ou a mente? Que a verdadeira "partícula de Deus" é a consciência? Isto é exatamente o que nós, como Shaumbra, estamos fazendo. Demorou um tempo para chegar a este ponto, e nós tivemos que verter um monte de makyo e distrações ao longo do caminho. Mas é isso. Consciência. Consciência. Iluminação. É a nossa essência, a nossa alma e a nossa Lei da Criação.

O que você pode fazer? Tão simples como parece, começar cada dia com uma respiração profunda e sentir a essência do "Eu existo, Eu Sou o que Sou." Esta é a consciência primária, e uma vez percebida, ele se transforma em sua luz para que você possa ver.

"Estar consciente do que estamos percebendo .... É estar consciente de nossa existência." - Aristóteles
                           

Tradução: Silvia Tognato Magini - silvia.tm@uol.com.br


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Nazismo: Waffen S.S. e o culto nazista ao Sol Negro

Os Arquivos Secretos da “WAFFEN S.S.”  

e o culto secreto dos nazistas ao SOL NEGRO 

(Swarze Sohne-S.S.)

Posted by Thoth3126 on 12/10/2014

As tropas Waffen-S.S. tem sua fundação derivada da chamada Schützstaffel-S.S.-Tropas de Proteção – no ínicio do Partido Nazista como forma de proteção pessoal a Adolf Hitler em um período conturbado politicamente (as décadas de 20 e 30 do século XX). Hitler exigia que sua tropa de elite fosse composta por cidadãos com comprovada origem germânica, uma condição física e mental excepcional e que cumprissem as normas da ideologia nazista. …



Tradução, edição e imagensThoth3126@gmail.com

Os Arquivos Secretos da “WAFFEN S.S.”  e o culto secreto dos nazistas ao SOL NEGRO (Swarze Sohne-S.S.), uma estrela Ana Marrom, um segundo sol de nosso sistema solar que já esta se encaminhando para dentro do nosso sistema.

Fontehttp://black.greyfalcon.us/

… Para isso colocou à frente da sua tropa especial Heinrich Himmlerque em alguns anos, mais exatamente em 1933, conseguiu aliciar nada menos do que 52.000 homens para o seu exército.). Esta foi a parte pública, o verniz externo de uma organização muito mais secreta e criminosa conhecida pelos seus participantes pelo verdadeiro nome cujo significado era Swarze Sohne-S.S., que traduzindo significa SOL NEGRO (símbolo mais abaixo ), pois a cúpula do nazismo rendia cultos e sacrifícios ao SOL NEGRO (uma Estrela Anã Marrom) que esta entrando em nosso sistema solar e vai causar o colapso de nossa civilização TRIDIMENSIONAL em breve.!!



As duas letras SS são do alfabeto rúnico (dos povos germânicos) da letra sigil equivalente ao S latino. Abreviação da expressão SOL NEGRO – Swarze Sohne em alemão moderno.

O sistema solar de Aldebaran esta a 68 anos-luz da terra, na Constelação do Touro (ver figura mais abaixo, à esquerda), sendo Aldebaran  a estrela (Alpha) principal do sistema e teria dois planetas habitados. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de “homens-deuses” brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas.


O Símbolo nazista do SOL NEGRO, Swarze Sohne-S.S.

 Estas outras raças teriam se desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seria o resultado de uma degenerescência desses “homens-deuses”. Esses mutantes teriam tido um desenvolvimento espiritual inferior aos “homens-deuses”. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava. Como conseqüência, quando o sol de Aldebaran começou a crescer, a se transformar numa gigante vermelha, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas.

Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito mútuo era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre os terrestres).

A raça dos mestres, os homens-deuses brancos, teriam começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão e conseqüente perda de massa do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou e deixou os planetas inabitáveis.



Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de MALDEK, Marduk ou então Phaeton entre os russos) que teria existido, na época, cuja órbita seria entre Marte e Júpiter, onde hoje se encontra  o cinturão de asteroides (o que restou após a explosão do planeta Maldek).

 Em seguida, foi a vez de Marte, cujas grandes cidades piramidais e a face marciana bem conhecida, fotografadas em 1976 pela sonda Viking, testemunham o alto nível de desenvolvimento de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra.

Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite (classe extinta de artrópodes que viveram em toda a era paleozóica) fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos.

Os membros da Sociedade VRIL pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia e que formavam a casta dominante dos sumerianos. Denominavam esses aldebarianos “homens-deuses brancos”.  Mais tarde, os telepatas de Vril receberam a informação seguinte: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica.

Isso corresponde com a realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas recebidas pelos telepatas – de onde quer que elas venham – eram tão precisas que nasceu a idéia mais fantástica jamais concebida pelo homem: a construção da “máquina para o Além”. O conceito de “outra ciência” amadureceu nas mentes da época (em nossos dias empregaríamos o termo de “formas de energias alternativas”). Foi preciso três anos para que o projeto fosse colocado em condições de funcionamento.


Acima, foto das pegadas fossilizadas com os dois trilobites (indicados pelas setas) fossilizados JUNTOS em suas solas, na ponta do pé direito e no lado esquerdo do calcanhar do pé esquerdo. Delta, Utah, EUA, encontrado em 1968.

Nessa primeira fase de “outra técnica” ou de “outra ciência” o Dr. W. O.  Schumann, membro das sociedades Thule e Vril, fez a exposição na Faculdade de Ciências de Munique.  Eis uma parte dessa exposição:

Em todos os domínios, existem dois princípios que determinam os acontecimentos, a luz e a sombra, o bem e o mal, a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade.  Trata-se sempre de uma forma ou de outra!  Esses dois princípios – que designamos concretamente como os princípios criadores e destruidores – determinam também nossos meios técnicos [...]

O princípio destruidor é a obra do Diabo, o princípio criador, a obra de Deus [...] Toda a técnica baseada no princípio da explosão (Fissão) ou da combustão pode ser catalogada como uma técnica satânica. A nova era que virá será a era de uma técnica nova, positiva (Fusão) e divina!” [...] (Extraído dos arquivos secretos da Waffen S.S.).


O Castelo de Wewelsburg, a sede das Waffen SS na Alemanha nazista.

No mesmo período, o cientista Victor Schauberger trabalhava num projeto similar. Ele tinha tomado seu conhecimento do ensinamento de Johannes Kepler, que possuía a doutrina secreta dos pitagóricos, retomada e mantida secreta pelos templários.  Essa doutrina tratava do saber sobre a implosão (neste caso fusão, isso significa a utilização do potencial dos mundos interiores no mundo exterior).

Hitler e todos os outros membros das Sociedades Thule e Vril sabiam que o princípio divino é sempre criador, quer dizer construtivo. Uma tecnologia que, ao contrário, repousa na explosão é, pois, nesse caso, destruidora, oposta ao princípio divino.

Quiseram então criar uma tecnologia baseada na fusão/implosão. A doutrina da oscilação de Shauberger (o princípio da série dos harmônicos = monocórdio) parte do saber sobre a implosão. Digamos mais simplesmente: fusão/implosão no lugar de fissão/explosão!

Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, o poder da gravidade.  A primeira nave em forma de prato foi construída no verão de 1922; sua propulsão era baseada na técnica de implosão (a máquina para o Além).


Um recinto sagrado (para os nazistas) de iniciação dos líderes comandantes das 38 divisões das tropas Waffen SS, situado numa das torres do Castelo de Wewelsburg, com o SWARZE SOHNE (SOL NEGRO) desenhado no piso em posição central.

Ela compreendia um disco de 8 metros de diâmetro, alteado por um disco paralelo de 6,5m de diâmetro e tendo abaixo outro disco de 6m de diâmetro. Esses três discos tinham em seu centro um orifício de 1,80m de diâmetro, onde montaram o propulsor de 2,40m de altura. Embaixo, o corpo central terminava em forma de cone. Nesse cone havia uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferior e superior giravam em sentido inverso para criar um campo de rotação eletromagnético.

Não conhecemos o desempenho desse primeiro disco voador. Ele foi experimentado durante dois anos antes de ser desmontado e guardado nas oficinas da Messerschmidt em Augsbourg. Encontramos os auxílios financeiros para esse projeto nas contabilidades de diversas empresas industriais mencionadas sob o código “JFM”. É certo que o mecanismo Vril foi tirado da “máquina para o Além” mas ele foi classificado como  o levitador Schumann SM.

A princípio, a máquina para o Além devia engendrar um campo extremamente forte ao redor dela e em sua vizinhança próxima, o qual fazia de todo o espaço circundante – nele compreendido o da máquina e seus ocupantes – um microcosmo completamente independente de nosso cosmo planetário. Por sua força máxima, esse campo seria totalmente independente de todas as forças e influências do nosso Universo, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, a radiação ou qualquer matéria. Ela podia mover-se à vontade em todos os campos gravitacionais sem que os tripulantes sentissem ou detectassem as forças de aceleração e desaceleração.


Reichsflugscheiben: RFZ-Vril 1 – 1934-1942.

Em junho de 1934, Victor Schauberger foi convidado por Hitler e pelos maiores representantes das Sociedades Vril e Thule e trabalhou daí em diante, em colaboração com eles. O primeiro OVNI alemão surgiu em junho de 1934. Foi sob a direção do Dr. W. O. Schumann que surgiu o primeiro avião circular experimental no terreno da fábrica de aviões Arado em Brandenburg; tratava-se do RFZ 1. Por ocasião de seu primeiro vôo, que foi também o último, ele subiu verticalmente a uma altura de 60m, mas começou a dançar no ar durante alguns minutos.

A empenagem Arado 196 que deveria guiar o aparelho mostrou ser completamente ineficaz. Foi com muito sacrifício que o piloto Lothar Waiz conseguiu pousá-lo no solo, escapar e afastar-se correndo, pois o aparelho começou a rodopiar como um pião antes de capotar e de ficar completamente em pedaços. Foi o fim do RFZ 1, mas o início dos engenhos voadores Vril.

O segundo protótipo, RFZ 2 (Foto a seguir mais abaixo) ficou acabado antes do fim do ano de 1934; ele tinha uma propulsão Vril e uma “pilotagem por impulsão magnética”. Seu diâmetro era de 5m, e suas características eram as seguintes: os contornos do aparelho ficavam sombreados quando ele tomava velocidade, e ele se iluminava com diversas cores, o que é bem característico dos OVNIs.

Segundo a força de propulsão, ele ficava vermelho, laranja, amarelo, verde, branco, azul ou violeta, as cores do prisma da luz solar. Ele pôde funcionar, e o ano de 1941 reservou-lhe um destino notável. Foi utilizado como avião de reconhecimento de grande distância durante a “Batalha da Inglaterra”, pois se averiguou que os caças alemães Standards ME 109 eram inadequados para vôos de reconhecimento transatlântico devido ao seu pequeno raio de ação.


Reichsflugscheiben: RFZ-Vril 2

Ele foi fotografado em fins de 1941 no alto do sul do Atlântico, quando se dirigia para o cruzador auxiliar Atlantis, que se encontrava nas águas da Antártica. Ele não podia ser usado como avião de caça pela seguinte razão: devido a sua pilotagem por impulsão, o RFZ 2 não podia efetuar mudanças de direção a não ser de 90°, 45° ou 22,5°. “É inacreditável”, irão pensar alguns leitores, mas são precisamente essas mudanças de vôo em ângulo reto que caracterizaram os OVNIs vistos nos céus de nossa Terra.

Após o sucesso do pequeno RFZ 2 como avião de reconhecimento de grande distância, a Sociedade Vril dispôs de um terreno de experimentação em Brandenburgo. O caça Vril 1, um disco voador equipado com armas leves, voava no fim do ano de 1942. Ele tinha 11,5m de diâmetro, possuía uma cabina e uma “propulsão por levitação Schumann” e uma ”pilotagem por impulsão de campo magnético”. Atingia velocidades de 2.900 a 12.000 km/h, podia realizar em plena velocidade mudanças de vôo em ângulo reto sem prejuízo para o piloto, pois possuía um campo gravitacional próprio que cancelava o do planeta, não estava submisso às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto para voar no espaço. Construíram 17 exemplares do Vril 1; houve também diversas variantes com dois assentos, munidos de uma cúpula de vidro.

No mesmo momento, um projeto V-7 surgiu. Muitos discos voadores usavam esse nome, mas tinham uma propulsão por reatores convencionais. Foi graças a Andreas Epp que o RFZ 7 foi criado; ele combinava um disco voador por levitação com essa propulsão por reação. A equipe de Schriever-Habermohl e aquela de Miethe-Belluzo participaram da sua elaboração. Ele tinha 42m de diâmetro, mas fracassou por ocasião de uma aterrissagem em Spitzbergen. Entretanto foi feito nos arredores de Praga, mais tarde, uma foto de um RFZ 7 construído do mesmo jeito. Segundo Andreas Epp, ele deveria ser equipado com ogivas nucleares e deveria bombardear Nova Iorque.

Em julho de 1941, Schriever e Habermohl construíram um avião circular que decolava na vertical, movido por uma propulsão por reação, mas que tinha, entretanto, graves perdas de força. Desenvolveram outro “pião volante a eletro-gravitação” com uma propulsão a taquions, que teve melhor resultado. Depois foi a vez do RFZ 7T; construído por Schriever, Habermohl e Belluzo, que também funcionou maravilhosamente. Mas comparados com os discos Vril e Haunebu, os discos voadores V-7 eram como brinquedos de crianças.

Até mesmo no meio dos SS encontrava-se um grupo que trabalhava para a produção da energia alternativa. Era a Secretaria de Estudo IV do Sol Negro (Swarz Sohne)= SS-E-IV, cuja meta principal era tornar a Alemanha independente do petróleo bruto estrangeiro. O SS-E-IV desenvolveu “o mecanismo Thule”, denominado mais tarde taquiador Thule, a partir do mecanismo Vril e do conversor de taquions do comandante Hans Coler. Em agosto de 1939 decolou o primeiro RFZ 7. Era um pião volante equipado com armas mais ou menos pesadas, com o nome estranho de Haunebu 1. Ele tinha uma tripulação composta por oito homens, tinha 25m de diâmetro, sua velocidade de partida era de 4.800 km/h podendo atingir até 17.000 km/h.

Era equipado com dois “canhões de raios fortes” (KSK) de 60mm, montados sobre pequenas torres rotativas, e de quatro MK 106 e tinha uma aptidão média para voar no espaço exterior da Terra. Em 1942, o Haunebu II estava igualmente acabado. Seu diâmetro variava de 26 a 32m, sua altura era de 9 a 11m. Ele podia transportar uma equipe de 9 a 20 pessoas. Propulsado por um taquiador Thule, ele atingia na periferia terrestre 6.000 km/h. Era capaz de deslocar-se no espaço e tinha uma autonomia de 55 horas de vôo.

Já existiam então os projetos para a grande nave espacial Vril 7 de 120m de diâmetro que devia transportar companhias inteiras. Pouco depois foi construído o Haunebu III, exemplar absolutamente prestigioso entre todos, com seus 71m de diâmetro. Ele voou e foi até filmado: podia transportar 32 pessoas, sua autonomia em vôo era de mais de oito semanas e atingia uma velocidade de pelo menos 7.000 km/h (e pelos documentos dos arquivos secretos dos SS podia atingir 40.000 km/h).

Virgil Armstrong, ex-membro da CIA e aposentado das forças especiais Green Beret (Boinas Verdes), declarou que os engenhos voadores alemães durante a Segunda Guerra podiam aterrissar e decolar na vertical e voar em ângulo reto. Eles atingiam 3.000 km/h e estavam armados de canhões laser (provavelmente o KSK, canhão de raios fortes) que poderiam atravessar uma blindagem de 10 cm de espessura. O professor e PH.D Dr.J. J. Hurtak, cientista e autor do livro “Die Schlüssel des Enoch” (As Chaves de Enoch) disse que os alemães estavam em vias de construir o que os Aliados designavam de “sistema de armas milagrosas”, Hurtak teve em suas mãos os documentos mencionando:
1. A construção do complexo industrial de Peenemunde, cidade para experiências de engenhos teleguiados para o espaço e o desenvolvimento de bombas V1, V2 e atômicas.
2. A vinda dos melhores técnicos e cientistas da Alemanha para os E.U.A. logo após o fim da guerra, em uma operação altamente secreta chamada pelos EUA de OPERAÇÃO PAPERCLIP  páginas 179/180/181 


O complexo industrial de Peenemunde, cidade laboratório para experiências de engenhos teleguiados para o espaço, desenvolvimento de bombas atômicas e dos primeiros mísseis, as bombas voadoras V1 e V2 (decolando).

Esses documentos mencionavam também a existência do que foi denominavam foo-fighters (bolas de fogo) pelos pilotos dos aviões aliados. A CIA e os serviços secretos britânicos já estavam a par, em 1942, da construção e do emprego de tais objetos voadores, mas eles não os apreciaram no seu verdadeiro valor. Os Aliados designavam, de fato, pelo nome de foo-fighters todas as espécies de aparelhos voadores luminosos alemães. Duas invenções correspondiam particularmente ao que denominavam de foo-fighter: as tartarugas voadoras e as bolhas de sabão.

As duas nada tinham a ver entre si, mas os Aliados associavam-nas sem razão. A Tartaruga Voadora foi concebida pela secretaria de estudos SS-E-IV em Wiener Neustadt. Sua forma lembrava uma carcaça de tartaruga. Era uma sonda voadora sem tripulação que devia perturbar o sistema de ignição elétrica do material militar do inimigo. Essa sonda estava também equipada de armas sofisticadas, de tubos à Klystron, denominados raios da morte pelos SS. Mas a sabotagem por corte de contato não funcionou perfeitamente no início.

Continuaram, mais tarde, a desenvolver essa técnica. Alguém que já viu os OVNIs poderá confirmar que esse corte de contato, quer dizer, a pane das instalações elétricas, é uma das características típicas dos OVNIs quando eles aparecem. Wendell C. Stevens, piloto da Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial, disse que os foo-fighters eram as vezes cinza-esverdeado ou vermelho-alaranjado, que eles se aproximavam até 5m dos aviões e ficavam nessa posição. Não era possível desembaraçar-se deles, mesmo quando atiravam neles, obrigando as esquadrilhas a dar meia volta ou a aterrissar.

Quanto às “bolhas de sabão”, designadas freqüentemente de foo-fighters, eram de fato, simples balões no interior dos quais se encontravam finas espirais em metal para confundir os radares dos aviões inimigos. Sua eficácia provavelmente foi mínima, posto a parte o efeito de intimidação psicológica. No início do ano de 1943, lançou-se o projeto de uma astronave em forma de charuto que deveria ser construída nas oficinas do Zepelim; era o “Aparelho Andrômeda” (139m de comprimento). Ele devia transportar várias naves espaciais em forma de prato para vôos (interestelares) de longa duração.



Maria Orsic, também conhecida como Maria Orschitsch foi uma famosa médium, que se tornou a líder da Sociedade Vril (VRIL Gesellschaft). Ela nasceu em Viena (Áustria). Seu pai era um imigrante croata de Zagreb, sua mãe era de Viena. Ninguém nunca mais a viu (nem morta ou viva) depois do final da segunda guerra.

Acima na primeira foto mais à esquerda: Um dos símbolos da Sociedade VRIL que explorava essencialmente a energia feminina criativa do Cosmos,O SOL NEGRO, por trás do poder de todo sol que emana Luz. Princípio feminino e divino que os antigos egípcios conheciam muito bem e o representavam com a imagem da ÍSIS NEGRA, mais tarde (re)descoberta pelos Cavaleiros Templários…


ÍSIS Negra

Uma reunião importante da Sociedade Vril teve lugar próximo do Natal de 1943 em Kolberg, uma estação balneária no Mar do Norte, à qual assistiram as médiuns Maria Orsitsch e Sigrum. O assunto principal do encontro tratava do “Empreendimento Aldebaran”.

As médiuns tinham recebido informações precisas sobre os planetas habitados, situados ao redor do sol de Aldebaran, e uma viagem foi programada para ir até eles. Em 2 de janeiro de 1944, Hitler, Himmler, Künkel e Schumann (estes dois da Sociedade Vril) encontraram-se para falar desse Projeto Vril.

Eles queriam dirigir-se, com o auxílio de uma grande espaçonave, o Vril 7, para Aldebaran via um canal dimensional. Segundo Ratthofer, o primeiro ensaio em vôo num canal dimensional teria acontecido no inverno de 1944. O aparelho teria evitado por um triz um desatre: pelas fotos do Vril 7, tomadas após seu retorno, disseram “que ele havia viajado durante um século”. O revestimento exterior das cabinas parecia muito usado, e ele estava estragado em muitos lugares quando retornou da experiência.


Sigrum

 A médium conhecida como “SIGRUM” nome de uma das filhas de Odin, o chefe dos deuses na mitologia dos povos Nórdicos

Em 14 de fevereiro de 1944, o piloto de ensaio Joachim Rochlike testou em Peenemunde o helicóptero supersônico construído por Schriever e Habermohl, sob o nome de projeto V 7, o qual estava equipado com doze turbopropulsores BMW 028. Sua velocidade de decolagem vertical era de 48 km/h, ele atingia uma altura de 24.200m e sua velocidade em vôo horizontal era de 2.200 km/h. Ele podia ser propulsado também por uma energia não-convencional. Entretanto, jamais pode ser utilizado, pois Peenemunde foi bombardeada em 1944, e sua transferência para Praga tornou-se inútil, pois essa cidade foi ocupada pelos americanos e os russos bem antes que se pudesse utilizar os discos voadores.

Logo que ocuparam a Alemanha no início de 1945, os britânicos e os americanos descobriram, entre outras coisas, nos arquivos secretos das WAFFEN S.S., fotos do Haunebu II e do Vril 1 assim como também do aparelho Andrômeda. Em março de 1946, o presidente Truman fez com que o comitê da frota de guerra dos EUA desse permissão para reunir o material alemão para que eles pudessem experimentar essa alta tecnologia. Cientistas alemães, trabalhando secretamente, foram enviados aos EUA, fazendo parte do quadro da operação Paperclip. Tomavam parte nesse grupo Victor Schauberger e Werner von Braun, futuro Diretor da NASA e responsável pelo desenvolvimento da indústria aeroespacial dos EUA..

Breve resumo das construções que deviam ser produzidas em série:

O primeiro projeto foi conduzido sob a direção do professor Dr. W. O. Schumann da Faculdade de Ciências de Munique. Foram nesse conjunto que teriam sido construídos, no início de 1945, 17 discos espaciais voadores de 11,5 m de diâmetro, que teriam realizado 84 ensaios de vôo; eram eles que foram denominados os caças Vril 7 com o nome de Odin e  teriam decolado de Brandenburgo para Aldebaran, em abril de 1945, após terem explodido todo o terreno de ensaios, conduzindo uma parte dos cientistas do projeto Vril e os membros da loja Vril.


O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes.

O segundo projeto foi levado pela secretaria de estudos IV dos SS, que fez construir, até o início de 1945, três tipos de piões espaciais de diferentes tamanhos em formato de sino:  Páginas 182/183/184/185
1. O Haunebu I, com 25m de diâmetro e dois exemplares, testado 50 vezes (velocidade de vôo por volta de 4.800 km/h).
2. O Haunebu II, com 32m de diâmetro e sete exemplares, testados 100 vezes (velocidade de vôo perto de 6.000 km/h).  Foi previsto, de fato, construir o Haunebu II em série. Uma oferta teria sido feita pelas firmas de aviões Dornier e Junkers. No fim de março de 1945, Dornier pegou o contrato. O nome oficial desses pesados piões voadores teria sido DO-STRA (Dornier Estratosférico).
3. O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes  (velocidade de vôo perto de 7.000 km/h).
4. O “Aparelho Andrômeda”, astronave de 139m que podia receber um Haunebu II, dois Vril 1 e dois Vril 2. Ele ficou estacionado como projeto.

Existem ainda documentos atestando que o Vril 7, versão grande modelo, foi terminado no fim de 1944 e que, após os ensaios, ele fez alguns vôos que não ultrapassaram a órbita terrestre e foram mantidos em segredo:
1. Aterrissagem perto do lago Mondsee em Salzkaammergut com ensaios de mergulho para verificar a resistência à pressão da água na fuselagem;
2. O Vril 7 provavelmente estacionou na “fortaleza dos Alpes” de março a abril de 1945 por  razões de segurança e por motivos estratégicos. De lá ele voou para a Espanha, onde personalidades importantes do Reich haviam-se refugiado, para conduzí-los para a América do Sul e para Neuschwabenland (explicações logo após) e colocá-los em segurança nas bases secretas que os alemães haviam construído fora da Alemanha durante a guerra;
A médium Sigrun se deixou fotografar em frente a uma nave VRIL 7 (direita)

3. Logo depois, o Vril 7 teria decolado secretamente para o Japão, mas nós nada mais sabemos. O que aconteceu com as naves espaciais alemãs após a guerra?

Não podemos excluir uma produção de uma pequena série do Haunebu II. As diferentes fotos dos OVNIs que, após 1945, mostram construções tipicamente alemãs dão-nos o que pensar. Alguns dizem que uma parte dos engenhos afundaram no lago Mondsee na Alta Áustria; outros pensam que eles teriam sido enviados para a América do Sul, onde foram transportados em peças desmontadas. O certo é que mesmo que essas peças não tenham chegado à América do Sul, foram aí fabricados com o auxílio de planos de construção de novos aparelhos.

Fizeram com que voassem, e uma parte importante dessa tecnologia foi utilizada em 1983 no programa de “experiência Phoenix” projeto precedido pelo “Experimento Philadelphia” de 1943. (Tratam-se de experiências de teleportação, de desmaterialização  e rematerialização, e de viagens no tempo pela Marinha Americana que foram coroadas de êxito, mais do que poderia ser imaginado nos sonhos dos mais temerários. Isso seria matéria para outro livro, e também nos afastaria do assunto que abordamos aqui; ver biografia.)


Navio da Alemanha Schwabenland.

Em 1938 houve uma expedição alemã ao Antártico, conduzida pelo navio Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo U-BOAT, 21 e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram. Eles estavam equipados, entre outras coisas , com tuba Walter, que lhes permitira permanecer várias meses sob a água.

Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente. Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma.

Podemos então fazer a pergunta: ‘Por que os Aliados invadiram a Antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947? Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de apenas oito semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que realmente aconteceu então?

O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa: “É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperar ataques de aviões que podem voar de um pólo a outro.” páginas 186/187/188. Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com os SS, de uma tecnologia superior.


HAUNEBU II – DoSTRA

Protótipo do HAUNEBU II – DoSTRA

Em seu livro  “Zeitmaschinen” (Máquinas do Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Jünge-Ratthofer escreveu: “Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu I, II e III e mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços [...]

Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19° ensaio de vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945,  decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental  (n.t. e onde hoje esta situada a base de “pesquisa” Neumayer Stationda Alemanha na Antártica, exatamente na mesma região e onde foi filmado imagens de fenômeno UFO/luzes inexplicáveis. Saiba mais em: http://thoth3126.com.br).

O que resultou disso tudo, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados de forma artificial indubitavelmente,  e provocaram um grande alarme nos Aliados no Oriente e no Ocidente.

Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos nossos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de um sino, eram também às vezes “objetos voadores não identificados” em forma de charuto, os quais são denominados OVNIs.

Localização da Base de Neuschwabenland, idêntica à da atual Base alemã de pesquisa Neumayer LOCAL ONDE ESTRANHOS ACONTECIMENTOS ACONTECEM.

Existem autores que dizem que esses “OVNIs” não eram iguais, não se assemelhavam,  em regra geral, aos fabricados pelo Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge.

Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüência, desde 1945. Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos OVNIs, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos OVNIs, existe uma porcentagem particularmente elevada de muitos seres da espécie “ariana”, loiros altos de olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956).

Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada. Essas fotos foram feitas nos anos 70 por um guarda noturno na Alemanha.

Existe a propósito dos engenhos voadores acima mencionados um bom dossiê de fotos e filmes, como por exemplo, a documentação com 60 minutos, UFO Geheimnisse des 3.° Reiches (Segredos dos OVNIs do 3.° Reich) (MGA Áustria/Royal Atlantis – Film GmbH). Citamos também o dossiê do americano Vladimir Terziski, que por ocasião da conferência sobre os OVNIs em setembro de 1991 em Phoenix, no Arizona, projetou diapositivos durante três horas e mostrou as fotos de naves alemãs, de planos de construção e de bases subterrâneas alemãs.

O livro do comandante da aeronáutica italiana Renato Vesco é também muito interessante, assim como aquele de Rudolf Lusar: “Die Deutschen Waffen und Geheimwaffen des Zweiten Weltkrieges und ihre Weiterentwicklung” (As armas alemãs e as armas secretas alemãs da Segunda Guerra Mundial e seu desenvolvimento ulterior); J. F. Lehmanns Verlag, München, 1971.

Compreenderam agora porque tudo o que se refere aos OVNIs passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminati graças ao lobby anglo americano e sionista, está prestes a investir somas enormes para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio.

A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações?

Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo da propulsão de uma nave não-terrestre que teria caído intacta na Floresta Negra, na Baviera em 1936 e outra em Czernica. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.

Base de “pesquisa” Neumayer Station da Alemanha na Antártica, localizada exatamente na mesma região da base nazista de Neuschwabenland onde foram feitas imagens de fenômeno UFO, luzes inexplicáveis:


Entretanto, essas provas existem nos EUA, e mesmo em grande número. Na mesma época, os americanos registraram uma série de objetos que se arrebentavam no solo, o que não pode se manter completamente oculto. Falaremos disso mais tarde. Voltemos à política. Durante o tempo que I. G. Farben sustentou Hitler, seu parceiro de cartel, a Standard Oil (Rockefeller) organizava o povo contra os nazistas. Assim também, a Ford Motor Company fabricava armamentos militares para o exército americano, mas produzia, ao mesmo tempo, na Alemanha veículos militares para os nazistas. Ford e Opel (filial da General Motors que é controlada por J. P. Morgan) eram os dois maiores fabricantes de carros na Alemanha de Hitler. páginas 188/189/190

Não importa qual o vencedor, as multinacionais eram, desde o início, vencedoras. É segundo esse mesmo princípio que muitos empreendimentos trabalhavam durante a Segunda Guerra Mundial. Por que nada disso consta nos livros escolares ou nas enciclopédias? E particularmente na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e onde se ensina a verdade?

Uma das razões é a seguinte: a fundação Rockefeller distribuiu, em 1946, US$ 139.000 (uma fortuna razoável para a época) para que se apresentasse ao público uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que dissimulasse todo o auxílio dos banqueiros sionistas americanos para a edificação do regime nazista e que passasse também em silêncio a ideologia mística e oculta desse regime. Um dos principais doadores era a Standard Oil Corp. de Rockefeller, hoje o Grupo EXXON, a Esso no Brasil.

Para saber mais sobre nazismo veja em:  http://thoth3126.com.br/category/nazismo/

Mais informações sobre as mudanças em curso:

http://thoth3126.com.br/o-cinturao-de-fotons-acelera-as-mudancas/
http://thoth3126.com.br/os-maias/
http://thoth3126.com.br/2012-o-cinturao-de-fotons-e-as-pleiades/
http://thoth3126.com.br/profecia-maia-o-chamado-de-pacal-votan/
http://thoth3126.com.br/eventos-incriveis-acontecendo-na-antartica/
http://thoth3126.com.br/profecias-de-joao-um-cavaleiro-templario/
http://thoth3126.com.br/pao-e-circo/
http://thoth3126.com.br/emmanuel-a-separacao-comecou/
http://thoth3126.com.br/carta-de-um-politico-da-noruega-sobrefimdostempos/

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Aisha: O Manuscrito de Sobrevivência - Parte 427

Os Companheiros Constantes -  09.10.2014 

Através do Canal: Aisha North


Agora, a aceleração em que foram introduzidos começará a se manifestar numa infinidade de maneiras. Algumas delas familiares, enquanto que em outras, acontecerão de uma forma inesperada.

Perceberá que essas aberturas em que se permitiu participar serão bem utilizadas e que através delas, muitas formas de informação continuarão a fluir e que, por meio destas informações, toda uma série de eventos relacionados virá a acontecer.

Lembrem-se, são todos indivíduos que agora estarão profundamente ligados e que tudo o que acontecer em suas esferas pessoais irá afetar aqueles situados em locais muito diferentes de seu grande, embora também muito pequeno planeta.

Porque, todos são como uma singular célula - um minúsculo componente de um enorme e primorosamente organismo vivo - e assim, quando um de vocês ligeiramente batem suas asas, geram um efeito no todo – algo muito parecido com o efeito da fábula da borboleta que muitos de vocês talvez já conheçam.

Não estão mais isolados como um coral num grande recife. Todavia, na medida em que avançarem em seus cotidianos, nos atrevemos a imaginar que terão pouco tempo para considerar os efeitos que todas estas ações, aparentemente simples, exercerão em todo este planeta.

Por que estarão vivendo e respirando agentes de mudança, onde com suas presenças, estarão fazendo-a acontecer numa escala muito grande e num ritmo tal, jamais visto ou sentido em qualquer lugar.

Sabemos que ainda nutrem dúvidas quanto à verdade de nossas palavras e com razão. Foram cuidadosamente preparado por seus antigos, todavia agora extintos senhores a olharem para si mesmos como não mais do que pequenos e insignificantes grãos de areia, para serem usados como forragem de um moedor da humanidade, sempre moídos em versões cada vez menores de si mesmos.

Mas aquela velha "verdade" foi mais do que exposta para a mentira que tem sido desde o início. E agora, seus verdadeiros papéis como deuses criadores estão finalmente começando novamente aflorar na superfície. Levaram muito tempo para chegar, por isso não admira que suas mentes ainda estejam tão descrentes.

Mas o que estão prestes a fazer, também irá quebrar ainda mais estas velhas e equivocadas 'verdades' que foram baixadas através de muitas gerações neste planeta.

Na medida em que avança cada vez mais nesta paisagem aparentemente inacreditável em que esta fase poderá parecer não mais do que um velho e exageradamente descontrolado mito, começará a trazer essa essência de seu próprio auto, para que, não só reconheça, mas a abrace plenamente. E quando você fizer isso, toda a humanidade sentirá os efeitos desse ato.

Suas ações, sejam grandes ou pequenas, terão grandes efeitos sobre todos. Faça o que fizer ou deixe de fazer, a vontade criará um efeito dominó que, por sua vez, se estenderá através de todo ser humano, de uma forma ou de outra.

Estamos conscientes de que, para muitos, isso mais pareça um pouco rebuscado; enquanto para outros, um sábio aceno de concordância que se seguirá a partir destas palavras. Sabia de tudo isso de antemão. E para alguns, esta verdade já se tornou óbvia e que está começando a abraça-la plenamente, em todos os sentidos.

E assim, encontra-se experimentando coisas que outros consideram como apenas fruto da imaginação, sabendo de todo o seu ser que estão ocorrendo. Não estão apenas ocorrendo dentro dos domínios da sua imaginação, realmente já estão acontecendo externamente, em detalhes e em inumeráveis dimensões.

Já está em campo, em todos os sentidos. E quando falamos campo, sabe muito bem a que nos referimos. Descobriu o segredo por trás de uma fachada dimensional da humanidade que esteve escondido por eras. Viu que, na verdade, não existe individualmente como um único ser, mas como um conjunto de fragmentos interligados ou manifestações, todas se comunicando entre si numa velocidade que excede em muito a da luz.

Não agindo separadamente, mas em uníssono, de uma forma tão intricadamente orquestrada, que sua mente humana não consegue chegar a um entendimento completo de seu todo, não importa o quanto exaustivamente tente.

Pois são multidimensionais e é esta verdade que está começando a se infiltrar em todos vocês. Com ela, vem toda uma série de sequencias, aparentemente desconexas de informações, que de um momento para o outro começam também a se registrar em sua manifestação humana.

Primeiramente, será algo como trechos de conversas que vêm de todas as direções ao mesmo tempo, como se estivesse no meio de um grande campo, ouvindo mensagens trazidas pelo vento, escutadas de todos os lados do campo, simultaneamente de todas as direções, transmitidas de uma gama de múltiplos destinatários e remetentes.

Esta é apenas uma fraca tentativa de explicação, mesmo assim, é o melhor que podemos fazer nesta fase, por meio do uso da linguagem limitada de palavras. Mas, como já deve ter apurado, também nessas mensagens escritas, existe outra linguagem codificada nos espaços entre as letras.

E nelas, na frase "longa pausa", muita coisa vem à mente, se nos permitir brincar um pouco com suas palavras. Esta conversa multidimensional, é aquele que não se limita à linguagem, nem a qualquer outra forma de comunicação que os seres humanos estejam acostumados.

Por muito tempo em que a maioria da humanidade viveu nestas terras, a comunicação esteve limitada as mensagens que poderiam ser trocadas diretamente de uma pessoa para outra por meio da boca e orelhas. Depois, se transformou numa forma pictórica de comunicação, que permitiu que compartilhassem informações de forma independente do tempo e que,  por sua vez, evoluíram em meios de comunicações não tão limitados pelo tempo, nem pela distância.

Em outras palavras, uma mensagem que pode ser armazenada e entregue muito tempo depois de ter sido emitida e que também pode ser recebida muito longe de onde foi originalmente originada. Assim, dessa forma, a humanidade deu um salto enorme na maneira de intercomunicação, especialmente durante esta última década.

Dessa forma, podemos resumir que toda a evolução da comunicação humana, até agora, não é mais que uma pequena gota no oceano de possíveis formas de troca de informações.

Começará a ter uma pequena imagem do grande passo que iniciou, permitindo-se a se abrir para a luz e começar a etapa, através deste limite em que se manteve na parte traseira por um tempo tão longo.

Uma inundação de Luz, que continuará a impulsioná-lo cada vez mais rápido em frente, de forma que esta Luz incidente continuará a permitir que seus próprios sistemas inerentes venham 'online' num ritmo cada vez maior, e explorando este campo variado de comunicações de muitas formas.

Mensagens que como esta, de fato se tornarão obsoletas num futuro não muito distante. Então, saberá, sem sombra de dúvida, que na verdade vocês são as mensagens e os meios. E então, toda a divisão externa deixará de existir e  realmente se tornará UM - sim, em todos os sentidos da palavra e em todos os sentidos do seu ser.

Quando as ideias de separação simplesmente desaparecerem, muito rapidamente, nem mesmo serão capazes de se lembrar de que já existiram. E então, o que se perdeu será encontrado, de tal maneira, que o que precisar  de ser perdido não mais existirá.

Terá algo de interessante para explorar e fazer nos próximos tempos e tudo será feito no conforto de sua própria mente, novamente jogando com suas palavras.

Uma viagem da qual não precisa de alguma preparação ou bagagem. Simplesmente é uma viagem que não tem começo nem fim. Porque esta é a SUA jornada, começada simultaneamente quando tudo veio a ser e que continuará enquanto tudo existir.

Mesmo estando acostumado a dividir sua história em dias, décadas ou mesmo vidas separadas, vamos apenas lembra-lo de que você é pura e simplesmente VOCÊ - o mesmo que você sempre foi - a essência de tudo o que pode ser – na medida em que continuar a desvendar o mistério desta Criação, na qual é apenas um pequeno componente.

É Deus e Criação. E nesta longa pausa entre os dois, VOCÊ veio a ser.

Mais uma vez, talvez as palavras continuem a manifestar as limitações de uma mente humana. Todavia as energias contidas nelas começar a despertar ainda mais partes desse ser mágico que é, em toda a sua glória.

Então, basta aguçar seus ouvidos energéticos que já estão mais do que prontos para registrarem os sinais vindos em sua direção. Então, literalmente, começará a ver essa (embora, nesta fase, talvez, de uma forma um pouco confusa) imagem inteira,  incrível, em detalhes surpreendentes e certamente deliciosos.

E aí, começará a entender sua verdadeira missão, para a qual aqui se encontra, que é muito mais do que a simples libertação da humanidade.

E com esta pequena semente de iluminação, que me despeço por agora para dar-lhe mais uma vez algum tempo para refletir sobre nossas palavras e entrar em sintonia com a vibração que os acompanha.





Por favor, respeitem todos os créditos.
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O Livro perdido de Enki – 9ª Tabuleta

O Livro Perdido de ENKI 

 The Lost Book of Enki 

 Memórias e profecias   de um ”deus“  extraterrestre.


Posted by Thoth3126 on 12/10/2014


Livroperdidode-Enki
Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”. 

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias   de um ”deus  extraterrestre

http://www.bibliotecapleyades.net

Partes anteriores em

http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
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Sinopse da Nona Tabuleta

A Humanidade prolifera; a linhagem de Adapa serve como realeza.
Desafiando a Enlil, Marduk se casa com uma mulher Terrestre.
Transtornos celestiais e mudanças climáticas afetam a Lahmu (Marte).
Os Igigi descem à Terra, tomam a mulheres Terrestres e se casam.
O promíscuo Enki engendra (mais) um filho humano, Ziusudra.
Secas e pestes causam sofrimentos na Terra.
Enlil vê a situação como uma retribuição pelo fado, quer voltar para casa, Nibiru.
Ninmah, envelhecida pelos ciclos da Terra, também quer voltar.
Um emissário misterioso de Nibiru lhes adverte que não desafiem o seu destino.
Aumentam os sinais da iminência de uma calamidade na Terra, a chegada do Dilúvio.
A maioria dos Anunnaki começa a partir da Terra para Nibiru.
Enlil impõe um plano para deixar que a Humanidade pereça.
Enki e Ninmah começam a preservar as Sementes de Vida da Terra.
resto dos Anunnaki se prepara para o Dia do Dilúvio.
Nergal, Senhor do Mundo Inferior, tem que dar o aviso.

A NONA TABULETA

Nos dias do Lu-Mach, Marduk e os Igigi se casavam com as Terrestres. Naqueles dias, as tribulações eram crescentes na Terra, naqueles dias, Lahmu (Marte) estava envolto em pó e aridez. Os Anunnaki que decretam os fados, Enlil, Enki e Ninmah, se consultaram entre si. Perguntavam-se o que é que estava se alterando na Terra e no Lahmu (Marte). Tinham observado explosões (n.t. emissão de flares solares? como atualmente?) no Sol, havia alterações nas forças da rede (campo eletromagnético) da Terra e do Lahmu (Marte).

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No Abzu, na ponta (no sul do continente africano), em frente à Terra Branca (n.t. A Antártica, também nos dias de hoje a NASA instalou um telescópio próximo ao polo sul…)instalaram instrumentos de observação; os instrumentos ficaram a cargo do Nergal, o filho de Enki, e de sua esposa Ereshkigal. Ninurta foi atribuído à Terra além dos Mares para estabelecer um Enlace Céu-Terra nas montanhas.

No Lahmu (Marte), os Igigi estavam inquietos; a Marduk foi dada a tarefa de pacificá-los. Até que saibamos o que está causando as tribulações, deve manter a estação de passagem em Lahmu (Marte)! Assim disseram os líderes a Marduk. Os três que decretam os destinos consultaram entre si; olharam-se uns aos outros. Como estamos velhos! Pensou cada um sobre o outro. Enki, que chorava a morte de Adapa, foi o primeiro em falar. Já se passaram mais de cem Shars  (mais de 360.000 anos da Terra) desde que cheguei!, disse a seu irmão e a sua irmã. Eu era então um galhardo líder; agora, estou com barba, cansado e velho! Eu era um herói entusiasta, disposto à chefia e a aventura!, disse depois Enlil.

Agora tenho filhos que têm filhos, todos nascidos na Terra. Temo-nos feito velhos na Terra, mas os que nasceram na Terra serão ainda mais velhos dentro de pouco tempo! Assim, lamentando-se, disse Enlil a seu irmão e a sua irmã. Quanto a mim, chamam-me de velha ovelha!, disse Ninmah tristemente. Enquanto que o resto esteve indo e vindo, tem estado fazendo turnos de serviço, nós, os líderes, ficamos para trás! Possivelmente chegou o momento de partir da Terra! Assim disse Enlil. Disto me estou acostumado a perguntar, disse-lhes Enki. Cada vez que um de nós três deseja visitar Nibiru, sempre nos chegam palavras de Nibiru para impedir que vamos para lá! Disso eu também me pergunto, disse Enlil: É um pouco de Nibiru, algo da Terra? Possivelmente tem que ver com as diferenças nos ciclos vitais, disse Ninmah.

Os três líderes decidiram observar e ver o que acontecia. Naquele momento, o assunto estava nas mãos do fado, ou seria do Destino? Por isso, aconteceu que, pouco depois, Marduk veio até seu pai Enki, desejava discutir com seu pai, Enki, uma questão de suma gravidade. Na Terra, os três filhos de Enlil tinham se casado: Ninurta tinha se casado com Bau, uma jovem filha de Anu; Nannar tinha eleito a Ningal, Ishkur tinha tomado Shala. Nergal, seu filho, tomou por casamento a Ereshkigal, neta de Enlil, ameaçando matá-la, arrancou dela seu consentimento. Por esperar meus esponsais, sendo seu primogênito, Nergal não esperou, os outros quatro, por deferência, estão esperando meus esponsais. Desejo escolher noiva, ter uma esposa é meu desejo! Assim lhe disse Marduk a seu pai, Enki. Suas palavras me fazem feliz!, disse Enki a Marduk. Sua mãe também se alegrará!

Marduk levantou a mão para que seu pai guardasse estas palavras ante a Ninki. É acaso uma das jovens que curam e dão socorro?, foi perguntar Enki. É uma descendente de Adapa, da Terra, não de Nibiru!, disse em um
suave sussurro Marduk. Enki ficou sem palavras, com o desconcerto no olhar; depois, pronunciou palavras incontroladas: Um príncipe de Nibiru, um Primogênito titulado para a sucessão, casar-se com uma mulher Terrestre?! Não uma Terrestre, a não ser tua descendente!, disse-lhe Marduk. É uma filha de Enkime, que fora arrebatada aos céus, seu nome é Sarpanit! Enki chamou a sua esposa Ninki, lhe contou o que ocorria com Marduk.

Enki
Representação de Enki, o senhor das águas.

Marduk repetiu a Ninki, sua mãe, o desejo de seu coração, e disse: Quando Enkime veio comigo de viagem, e eu lhe estava ensinando sobre o céu e a Terra, presenciei com meus próprios olhos o que meu pai uma vez me tinha contado. Passo a passo, neste planeta, a partir de um ser Primitivo, criamos a outro ser como nós, a nossa imagem e semelhança é o Terrestre Civilizado, exceto pela longa vida que nós (de Nibiru) temos, o terrestre (que vive muito pouco tempo comparado a um deus Anunnaki) é como nós! Uma filha de Enkime cativou meu capricho, desejo me casar com ela! Ninki ponderou as palavras de seu filho. E a donzela, aprecia seu olhar?, perguntou a Marduk.

Na verdade que sim, disse-lhe Marduk a sua mãe. Esse não é um assunto para considerar!, disse Enki levantando a voz. Se nosso filho fizesse isto, nunca poderia ir até Nibiru com sua esposa, perderia para sempre seus direitos principescos sobre Nibiru! A isto respondeu Marduk com um sorriso amargo: Meus direitos sobre Nibiru são inexistentes, inclusive na Terra, meus direitos como Primogênito foram pisoteados. Esta é minha decisão: De príncipe a rei na Terra me converter, senhor deste planeta! Assim seja!, disse Ninki. Assim seja!, disse também Enki. Chamaram a Matushal, o irmão da noiva; falaram-lhe do desejo de Marduk.

Matushal se viu afligido, com humildade mas com alegria. Assim seja!, disse. Quando foi contada a Enlil essa decisão, ele encheu-se de fúria. Uma coisa é que o pai tenha relações sexuais com as Terrestres, mas outra muito distinta é que o filho se case com uma Terrestre, lhe concedendo o senhorio! Quando contou o assunto a Ninmah, ela ficou enormemente decepcionada. Marduk poderia casar-se com qualquer donzela das nossas, inclusive poderia escolher a qualquer de minhas próprias filhas, das que tive com Enki, poderia casar-se com suas meio-irmãs, como é o nosso costume real!. Assim disse Ninmah.

Com fúria, Enlil lhe transmitiu palavras sobre o assunto a Anu em Nibiru: Este comportamento foi muito longe, não se pode consentir!, disse Enlil  a Anu, o rei. No planeta Nibiru, Anu convocou seus conselheiros para discutir urgentemente o assunto. Não encontraram nenhuma norma sobre isso nos livros de normas. Anu convocou também aos sábios para discutir as conseqüências do assunto. Adapa, o progenitor da donzela, não pôde ficar no Nibiru!, disseram a Anu. Portanto, a Marduk terei que impedir de nunca mais retornar a Nibiru com ela! Inclusive havendo-se acostumado aos ciclos da Terra, a Marduk poderia lhe resultar impossível voltar, ainda mesmo que sem ela!

Assim disseram os sábios ao Anu; com isto coincidiram também os conselheiros. Transmita a decisão à Terra!, disse Anu: Marduk pode casar-se, mas já não será príncipe em Nibiru! A decisão foi aceita por Enki e por Marduk, Enlil também acatou a palavra de Nibiru. Celebre as bodas, e que seja em Eridú!, disse-lhes Ninki. No Edin, Marduk e sua esposa não podem ficar!, anunciou Enlil, o comandante. Façamos um presente de bodas a Marduk e a sua noiva, uns domínios para eles, longe do Edin, em outra terra! Assim disse Enki a Enlil. Enlil estava pensando se consentia que Marduk fosse enviado para longe. De que terra, de que domínios está falando?, disse Enlil a seu irmão Enki.

Uns domínios por cima do Abzu, na terra que chega até o Mar Superior, uma que está separada do Edin pelas águas, a que se pode chegar com embarcações! Assim disse Enki a Enlil. Assim seja!, disse Enlil. Ninki dispôs uma celebração de bodas no Eridú para Marduk e Sarpanit. Seus habitantes anunciaram a cerimônia a golpe de tambor de cobre, com sete pandeiros, as irmãs da noiva apresentaram à esposa. Uma grande multidão de Terrestres Civilizados se reuniu no Eridú, as bodas eram para eles como uma coroação. Também assistiram os jovens Anunnaki. Os Igigi do Lahmu (Marte) vieram em grande número. Vamos para celebrar as bodas de nosso líder, para presenciar uma união de Nibiru e da Terra! Assim explicaram os Igigi sua numerosa presença.

Vem agora o relato de como os Igigi raptaram às filhas dos Terrestres, e das aflições que se seguiram e do estranho nascimento de Ziusudra. Grande número de Igigi vieram do Lahmu à Terra, só um terço deles ficaram no Lahmu, à Terra vieram duzentos (n.t. Os duzentos Anjos Caídos, os Filhos de Deus que casaram com as filhas dos homens)Para estar com seu líder Marduk, para assistir à celebração de suas bodas, foi sua explicação. Desconhecido para Enki e para Enlil era seu segredo: raptar as mulheres da Terra e ter uma união com elas era seu plano.

Desconhecido para os líderes na Terra, uma multidão de Igigi se reuniram no Lahmu, O que se permitiu a Marduk não  deveria ser proibido a nós!, diziam-se entre si. Basta de sofrimento e de solidão, de não ter tido descendentes!, era seu slogan. Durante suas idas e vindas entre o Lahmu e a Terra, às filhas dos Terrestres, as Mulheres Adapitas como lhes chamavam eles, os Igigi as viam e cobiçavam; e os conspiradores se diziam entre eles: Venham, escolhamos esposas de entre as Mulheres Adapitas, e engendremos filhos com elas! Um deles, Shamgaz (Semjaza) era seu nome, converteu-se em líder. Mesmo que nenhum de vós me siga, eu só farei a ação!, eles dizia a outros. Se se impor um castigo por este pecado, eu sozinho o assumirei por todos vós!

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Um a um, outros se uniram à trama, emprestaram juramento de fazê-lo juntos. Para as bodas de Marduk, duzentos deles descenderam no Lugar de Aterrissagem, baixaram sobre a grande plataforma na Montanha dos Cedros. Dali viajaram ao Eridú, passaram entre os Terrestres que trabalhavam, junto com a multidão de Terrestres chegaram ao Eridú. depois de que tivesse tido lugar a cerimônia de bodas de Marduk e Sarpanit, por um sinal combinado previamente, Shamgaz deu o sinal a outros. Cada um dos Igigi tomou a uma donzela Terrestre, pela força as raptaram, os Igigi foram com as mulheres até o Lugar de Aterrissagem  nas Montanhas dos Cedros, em uma fortaleza se reuniram, aos líderes formularam um desafio: Basta de privações e de não ter descendentes!

Queremos nos casar com as filhas dos Adapitas. Têm que ser dada a bênção a isto, ou do contrário destruiremos tudo na Terra pelo fogo! Os líderes estavam alarmados, exigiram a Marduk, comandante dos Igigi, que tomasse a si o encargo da situação. Se tiver que procurar uma solução ao assunto, meu coração está de acordo com os Igigi! Assim lhes disse Marduk aos outros. O que eu tenho feito não se lhes pode impedir ! Enki e Ninmah sacudiram a cabeça, a contra gosto mostraram seu acordo. Só Enlil se enfureceu (como sempre) em lugar de apaziguar-se. Uma má ação foi seguida por outra, os Igigi adotaram de Enki e de Marduk a fornicação, nosso orgulho e nossa sagrada missão ficaram abandonados aos ventos, por nossas próprias mãos, este planeta se verá invadido por multidões de Terrestres! Enlil falava muito aborrecido.

Que os Igigi e suas mulheres partam da Terra! No Lahmu (em Marte), a situação se fez insuportável, não é possível a sobrevivência! Assim disse Marduk a Enlil e a Enki. Não podem ficar no Edin!, gritou irado Enlil. Deixou a reunião muito aborrecido; em seu coração, Enlil tramava coisas contra Marduk e seus Terrestres. Na Plataforma de Aterrissagem, nas Montanhas dos Cedros, ficaram encerrados os Igigi com suas mulheres, ali lhes nasceram filhos e filhas, Filhos das Naves Espaciais lhes chamaram. Marduk e Sarpanit, sua esposa, também tiveram filhos, Assar e Satu se chamaram os dois primeiros filhos.

A Marduk e a Sarpanit concederam os domínios de acima do Abzu, Marduk convidou aos Igigi, Marduk chamou os Igigi para que vivessem em duas cidades que para seus filhos tinha construído. Alguns dos Igigi e seus descendentes chegaram aos domínios na terra de cor escura. Shamgaz e outros ficaram na Plataforma de Aterrissagem nas Montanhas dos Cedros, até as longínquas terras do leste, terras de altas montanhas (os Himalayas), foram alguns de seus descendentes. Ninurta observava com atenção de que modo Marduk incrementava sua própria força com os Terrestres.

O que estão tramando Enki e Marduk?, perguntou-lhe Ninurta a seu pai Enlil. A Terra será herdada pelos Terrestres!, disse Enlil a Ninurta. Vá, encontra aos descendentes de Ka-in (a raça Vermelha), prepara com eles seus próprios domínios! Ninurta foi ao outro lado da Terra (México); encontrou aos descendentes de Ka-in. Ensinou-lhes como fazer ferramentas e interpretar música, mostrou-lhes as técnicas da mineração, fundição e refino de metais, mostrou-lhes como construir embarcações de madeira de balsa, guiou-lhes para que cruzassem um grande mar. Em uma nova terra estabeleceram seus domínios, construíram uma cidade com torres. Era um domínio além dos mares, não era a terra montanhosa do novo Enlace Céu-Terra.

No Edin, Lu-Mach (n.t. Lamech, a oitava geração de Seth, filho de Mathusalem) era o capataz, seu dever consistia em fazer cumprir as cotas, reduzir as rações dos Terrestres era sua tarefa. Sua esposa era Batanash, ela era filha do irmão do pai do Lu-Mach. Era de uma beleza deslumbrante, Enki ficou assanhado com sua beleza. Enki enviou uma palavra a seu filho Marduk: Chama o Lu-Mach a seus domínios, para que aprenda como podem construir uma cidade os Terrestres! E quando foi chamado Lu-Mach aos domínios de Marduk, levaram a sua esposa Batanash à casa de Ninmah, no Shurubak, a Cidade Refúgio, para protegê-la e resguardá-la das enfurecidas massas de Terrestres. Pouco depois, Enki foi ao Shurubak visitar sua irmã Ninmah.

No teto de uma morada, quando Batanash se estava banhando, Enki a tomou pelas coxas, beijou-a, derramou seu sêmen em sua matriz. Batanash ficou grávida, o ventre lhe estava inchando; enviou palavra a Lu-Mach desde o Shurubak: Volta para o Edin, vais ter um  filho! A Edin, de Shurubak, retornou Lu-Mach, Batanash lhe mostrou o menino. Tinha a pele branca como a neve, da cor da lã era seu cabelo, seus olhos eram como os céus, seus olhos brilhavam com um resplendor. Assombrado e assustado estava Lu-Mach; foi correndo até seu pai Matushal (Mathusalem).

Batanash teve um filho que não se parece Terrestre, estou muito confuso com este nascimento! Matushal foi até Batanash, viu o recém nascido, ficou surpreso por seu aspecto. O pai do menino é um dos Igigi? Matushal exigiu a verdade de Batanash. Revele a Lu-Mach, seu marido, se este menino for filho dele! Nenhum dos Igigi é o pai do menino, disto juro por minha vida! Assim respondeu Batanash. Então, Mathusal se voltou para seu filho Lu-Mach, pô-lhe a mão tranquilizadoramente sobre o ombro. O menino é um mistério, mas em sua mesma estranheza te revelou um augúrio, é único, para uma tarefa única foi eleito pelo destino.

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Que trabalho é, não sei; quando chegar o momento se saberá! Assim lhe disse Matushal a seu filho Lu-Mach; ele referia-se ao que na Terra estava acontecendo: naqueles dias, os sofrimentos foram aumentando na Terra, os dias se foram fazendo mais frios, os céus retinham suas chuvas, as colheitas diminuíam nos campos, nos redis havia poucos cordeiros e gado. Que o filho que te nasceu, estranho como é, seja um augúrio de que nos chega uma pausa! Assim lhe disse Matushal a seu filho Lu-Mach. Seja seu nome Respiro! Batanash não revelou o segredo de seu filho a Matushal nem ao Lu-Mach; chamou-lhe Ziusudra (n.t. Uthnapistin, o Noé bíblico), o de Compridos e Brilhantes Dias de Vida; cresceu em Shurubak.

Ninmah lhe concedeu ao menino seu amparo e seu afeto. Estava dotado de muita compreensão, lhe proporcionou conhecimentos. Enki adorava enormemente ao menino, ensinou-lhe a ler os escritos de Adapa, o menino, como um jovem, aprendeu como observar e realizar os ritos sacerdotais. No  centésimo décimo Shar (n.t. ano 396.ooo desde a chegada na Terra dos Anunnaki) foi quando nasceu Ziusudra, no Shurubak cresceu e se casou com Emzara, e lhe deu três filhos. Em seus dias, os sofrimentos se intensificaram na Terra; pragas e fome afligiam à Terra.

Vem agora o relato das tribulações da Terra antes do Dilúvio, e de como as misteriosas decisões de Galzu de vida e morte dirigiram em segredo. Enlil estava muito incomodado com a união dos Igigi e as mulheres filhas dos Terrestres, Enlil estava muito turbado com os esponsais de Marduk com uma mulher Terrestre. A seus olhos, a missão dos Anunnaki na Terra se perverteu, para ele, as ruidosas e estridentes massas dos Terrestres se converteram em anátema; as declarações dos Terrestres lhe cansavam. As uniões me tiram o sonho (de Yahweh/Enlil)!. Assim disse Enlil aos outros líderes. Nos dias de Ziusudra, pragas e pestes assolavam a Terra, dores, enjôos, calafrios e febres afligiam aos Terrestres. Ensinemos aos Terrestres a curar-se, que aprendam a medicar-se remédios por si mesmos! Assim disse Ninmah.

Proíbo-o por decreto!, replicou Enlil a suas súplicas. Nas terras onde se estenderam os Terrestres não emanam as águas de suas fontes, a terra fechou sua matriz, não brota vegetação. Ensinemos aos Terrestres a fazer lagos e canais, que obtenham pescado e sustento dos mares! Assim disse Enki aos outros líderes. Proíbo-o por decreto!, disse-lhe Enlil também a Enki. Que pereçam os Terrestres de fome e de enfermidades! Durante todo um Shar (3.600 anos), os Terrestres comeram as ervas dos campos; durante o segundo Shar, o terceiro Shar, sofreram a vingança de Enlil. No Shurubak, a cidade de Ziusudra, o sofrimento se estava fazendo insuportável.

Ziusudra, porta-voz dos Terrestres, foi até o Eridú, dirigiu-se à casa do senhor Enki, invocou o nome de seu senhor, suplicou-lhe ajuda e salvação; Enki estava impedido pelos decretos de Enlil. Naqueles dias, os Anunnaki estavam preocupados com sua própria sobrevivência; suas próprias rações diminuíam, eles mesmos se estavam sendo afetados pelas mudanças na Terra. Tanto na Terra como no Lahmu (Marte), as estações tinham perdido sua regularidade. Durante um Shar, durante dois Shars, estiveram-se estudando as voltas celestes desde Nibiru. Desde Nibiru se observaram coisas estranhas nos destinos (as órbitas) planetários.

Estavam aparecendo manchas (n.t. as atuais Sunspots-Manchas Solares) negras no Sol, disparavam-se chamas dele (n.t. os atuais Flares Solares). Kishar também se comportava mal, sua hoste tinha perdido o equilíbrio, instáveis eram suas voltas. O Bracelete Esculpido se via estirado e empurrado por invisíveis forças de rede, por motivos incompreensíveis, o Sol estava perturbando a sua família; os destinos dos celestiais se viam afligidos por fados desagradáveis!

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Acima: Em nossos dias o fenômeno esta se repetindo e se intensificando, em relação às Manchas (Sunspots) Solares.

Em Nibiru, os sábios deram a voz de alarme, a gente se reunia nos lugares públicos; o Criador de Tudo, está devolvendo os céus aos dias primitivos, o Criador de Tudo esta irado!, gritavam algumas vozes entre o povo. Na Terra, as tribulações aumentavam, o medo e a fome elevavam suas cabeças. Durante três Shars, durante mais quatro (14.400 anos) Shars, estiveram observando os instrumentos frente à Terra Branca (Antártica), Nergal e Ereshkigal tinham registrado estranhos estrondos nas neves da Terra Branca. O gelo de neve que cobre a Terra Branca começou a se romper e deslizar!, informaram desde a ponta do Abzu (África do Sul). Na Terra além dos Mares, Ninurta pôs instrumentos de predição em seu refúgio, terremotos e tremores no fundo da Terra descobriu com os instrumentos.

Algo estranho está se passando!, enviou Enlil palavras de alarme ao Anu em Nibiru. Durante o quinto Shar, durante o sexto Shar, os fenômenos ganharam força, no planeta Nibiru, os sábios deram o alarme, de futuras calamidades fizeram advertência ao rei. A próxima vez que Nibiru se aproximar do Sol, a Terra ficará exposta à força da rede (campo gravitacional) de Nibiru, Lahmu, em suas voltas, situará-se do outro lado do Sol. A Terra não terá amparo nos céus ante a força da rede de Nibiru, Kishar e sua hoste se agitarão, Lahamu também se sacudirá e tremerá; no grande gelo abaixo (no polo sul) da Terra, o gelo de neve da Terra Branca está perdendo a sua base; a próxima vez que Nibiru se aproximar da Terra, o gelo e a neve da superfície da Terra Branca (os polos norte e sul na Antártica) se deslocarão violentamente.

ISSO provocará uma calamidade gigantesca pelas águas: A Terra será enrolada por uma gigantesca onda, um Dilúvio! Em Nibiru foi grande a consternação, inseguros ante o próprio destino de Nibiru, o rei, os sábios e os conselheiros estavam também muito preocupados com a Terra e pelo Lahmu. O rei e os conselheiros tomaram uma decisão: preparar-se para evacuar a Terra e Lahmu (Marte)! No Abzu, fecharam-se as minas de ouro, dali foram os Anunnaki até o Edin; em Bad-Tibira, cessou-se a fundição e a refinação, todo o ouro se enviou a Nibiru. Vazia, disposta para a evacuação, uma enorme frota de rápidos carros (espaçonaves) celestes retornou à Terra.

Em Nibiru se vigiavam os sinais dos céus, na Terra se tomava nota dos tremores. Foi então quando de um dos carros celestiais que chegou na Terra saiu um Anunnaki de cabelo branco, Galzu, o Grande Conhecedor, era seu nome. Com passo majestoso se dirigiu até Enlil, lhe apresentou um mensagem selada de Anu. Sou Galzu, emissário plenipotenciário do Rei e do Conselho, disse a Enlil. Enlil se surpreendeu por sua chegada: Não me tinha chegado palavra alguma de Anu sobre isto.

Enlil examinou o selo de Anu; estava intacto, e era autêntico. No Nibru-ki se leu a mensagem da tabuleta, a codificação era de toda confiança. Galzu fala em nome do Rei e do Conselho, suas palavras são minhas ordens! Isso afirmava a mensagem de Anu. Que se chamasse também a Enki e a Ninmah foi a petição de Galzu. Quando chegaram, Galzu sorriu agradavelmente a Ninmah. Somos da mesma escola e idade!, disse a ela. Ninmah não podia recordar aquilo; o emissário era tão jovem como um filho, ela era como sua mãe já anciã! A explicação é singela!, disse-lhe Galzu: A causa se acha em nossos ciclos vitais de sono invernal!

De fato, este assunto é parte de minha missão; há um segredo a respeito da evacuação. Desde que Dumuzi esteve em Nibiru, esteve-se examinando aos
Anunnaki que voltavam para Nibiru; aqueles que mais tempo tinham estado na Terra eram os mais afetados ao voltar: seus corpos já não se habituavam aos ciclos de Nibiru, seu sono estava alterado, sua visão falhava, a força da rede (gravitacional) de Nibiru pesava em seus passos. Suas mentes também se viram afetadas, dado que agora os filhos eram mais velhos que os pais para os que haviam deixado Nibiru! A morte, meus camaradas, chegou com rapidez aos retornados; por isso estou aqui, para lhes advertir!

Os três líderes, os que mais tempo tinham estado na Terra, guardaram silêncio ante essas palavras. Ninmah foi a primeira em falar: Era de se esperar!, disse. Enki, o sábio, mostrou-se de acordo com suas palavras: Era evidente!, disse. Enlil foi às nuvens: Antes, os Terrestres se estavam fazendo como nós, agora, nós nos temos feito como os Terrestres, para ficar prisioneiros deste planeta! Toda a missão se converteu em um pesadelo, com Enki e seus Terrestres como senhores, acabaremos sendo escravos! Galzu escutou com compaixão a explosão de Enlil.

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De fato, muito há que refletir, disse, em Nibiru se esteve pensando muito a respeito, e profundas questões se hão estado expondo ao exame de consciência: deveriamos ter deixado Nibiru a sua sorte, talvez fosse o que o Criador de Tudo pretendesse, para deixar que ocorresse, ou foi a chegada à Terra concebida pelo Criador de Tudo, e nós não fomos mais do que (Seus) emissários inconscientes? Sobre isto, meus camaradas, o debate continua! Assim lhes disse Galzu. E eis aqui a ordem secreta desde Nibiru: Vós três permanecereis na Terra; só voltarão para Nibiru para lá morrerem! Em carros celestiais, circundarão a Terra, esperarão a calamidade acontecer fora do planeta, no exterior; ao resto dos Anunnaki, lhes deve dar a opção de se irem ou de esperar a calamidade no exterior. Os Igigi que se casaram com as mulheres Terrestres devem escolher entre a partida ou aos seus casamentos (ficar na Terra).

A nenhum Terrestre, nem sequer a Sarpanit, esposa de Marduk, será permitido viajar a Nibiru! Todos os que queiram ficar e ver o que acontecer, deverão proteger-se nos carros celestes! E quanto a todos os outros, devem estar preparados para partir para Nibiru imediatamente! Assim, em segredo, revelou Galzu as ordens de Nibiru aos líderes na Terra. Vem agora o relato de como os Annunaki decidiram abandonar a Terra, e de como prestaram juramento para deixar perecer à Humanidade no Dilúvio.

Enlil convocou um conselho de comandantes Anunnaki e Igigi no Nibruki,
também estavam presentes os filhos dos líderes e seus filhos. Enlil lhes revelou o segredo da iminente calamidade. A Missão à Terra chegou a um amargo final!, disse-lhes solenemente. Todos os que queiram partir em navios celestiais, que se preparem para serem evacuados ao Nibiru, mas se tiverem casamentos Terrestres, terão que ir-se sem as esposas. Os Igigi que peguem suas esposas e descendentes e escapem aos picos mais altos da Terra! Quanto aos poucos Anunnaki que decidam ficar, em Navios do Céu permaneceremos sobre os céus da Terra (n.t. em espaçonaves), para esperar a calamidade no exterior, para presenciar a sorte da Terra!

Como comandante, serei o primeiro em ficar !Assim falou Enlil. Outros, que decidam por si mesmos! Vou ficar com meu pai, confrontarei a calamidade!, anunciou Ninurta. Depois do Dilúvio, voltarei para as Terras de além dos Oceanos! Nannar, o primogênito de Enlil na Terra, anunciou um estranho desejo: esperar o Dilúvio não nos céus da Terra, a não ser na Lua; esse foi seu desejo. Enki levantou uma sobrancelha; Enlil, embora desconcertado, aceitou. Ishkur, o mais jovem de Enlil, tomou a decisão de ficar na Terra com seu pai. Utu e Inanna, os filhos de Nannar que tinham nascido na Terra, declararam que ficariam. Enki e Ninki, optaram por ficar e não abandonar a Terra; anunciaram com orgulho.

Não abandonarei aos Igigi nem a Sarpanit!, afirmou Marduk com ira. Um a um, outros filhos de Enki anunciaram sua decisão de ficar. Nergal e Gibil, Ninagal e Ningishzidda, e Dumuzi também. Todos os olhos se voltaram então para Ninmah. Declarou com orgulho a decisão de ficar: O trabalho de toda minha vida está aqui! Aos Terrestres, meus criados, não os abandonarei! Ante suas palavras, removeu-se um clamor entre os Anunnaki e os Igigi perguntaram pela sorte dos Terrestres. Que os Terrestres pelas abominações pereçam; assim o proclamou Enlil. Um assombroso ser foi criado por nós, por nós deve ser salvo, gritou Enki a Enlil. Ante isto, replicou Enlil também com gritos:

Do mesmo princípio, em cada ocasião, você modificou as decisões! Você lhes deu a (capacidade de reprodução) procriação aos Trabalhadores Primitivos, os dotou de Conhecimento (consciência)! Tomou em suas mãos os poderes do Criador de Tudo, para depois cair nas abominações. Concebeu a Adapa com fornicação, deu-lhe Entendimento à sua linhagem! À sua descendência levastes aos céus, compartilhastes com eles a nossa Sabedoria! Tu tens quebrado todas as normas, ignorastes decisões e ordens, por tua culpa, um irmão Terrestre Civilizado matou a outro irmão, por culpa de Marduk, seu filho, os Igigi, imitando a ele, casaram-se com as mulheres Terrestres. Ninguém sabe mais quem é o representante de Nibiru aqui, o único ao que lhe pertence a Terra! Basta! Basta!, é tudo o que digo. A abominação (o homem) não pode mais continuar!

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Escavação das ruínas da cidade anunnaki de Nippur, no hoje Iraque.

Agora que uma calamidade foi ordenada por um destino desconhecido, que aconteça o que tenha que acontecer! Assim proclamou Enlil, enfurecido; que todos os líderes jurem solenemente que não interferirão nos acontecimentos, exigiu Enlil a todos. O primeiro em prestar juramento de silêncio foi Ninurta; outros do lado de Enlil lhe seguiram. Acato suas ordens!, disse Marduk a Enlil. Mas, do que serve o juramento? Se os Igigi abandonassem a suas esposas, não se difundiria o medo entre os Terrestres? Ninmah estava alagada em lágrimas; sussurrou fracamente as palavras do juramento. Enlil olhou fixamente seu irmão Enki. É a vontade do rei e do conselho!, disse-lhe.

Por que quer me atar com um juramento?, perguntou Enki a seu irmão Enlil. Você tomaste a decisão, na Terra é um mandato! Não posso deter a inundação, não posso salvar às multidões de Terrestres, assim, para que quer me atar com um juramento? Assim lhe perguntou Enki a seu irmão. Para que tudo ocorra como se tivesse sido decretado por fado, que se conheça como Decisão do Enlil, que fique sobre Enlil a responsabilidade para sempre! Assim disse Enki a todos. Depois, Enki se foi da assembléia; Marduk também se foi com ele. Com ágeis palavras de mandato, Enlil impôs ordem à assembléia.

Atribuiu tarefas para o que tinha que ser feito com firmes decisões, fez grupos entre os que iriam partir e para os que fossem ficar, para designar lugares para a assembléia, para recolher equipes, para atribuir carros celestiais. Os primeiros em partir foram os que tinham que voltar para Nibiru, com muitos abraços e estreitar de braços, a alegria mesclada com o pesar, embarcaram nas naves celestiais; um após o outro, os veículos rugiram e se elevaram desde o Sippar.

A princípio, os que ficavam atrás gritavam viajem sem novidade (em segurança); logo, os gritos emudeciam. Depois de completar os lançamentos das espaçonaves para Nibiru, chegou o turno de Marduk e dos Igigi com suas esposas Terrestres. Marduk reuniu a todos no Lugar de Aterrissagem, ofereceu-lhes uma eleição: com ele e com Sarpanit, e com os dois filhos e as filhas, irem para  Lahmu (Marte) e esperar ali que passasse a calamidade na Terra ou dispersar-se buscando refúgio nas distantes e mais altas montanhas da Terra (os Himalayas e os Andes), para encontrar um refúgio perante o Dilúvio. Depois, Enlil teve em conta aos que ficaram, por grupos lhes atribuiu carros. Enlil mandou Ninurta às terras montanhosas além dos oceanos para que se informasse sobre o retumbar da Terra; também atribuiu a Nergal e a Ereshkigal a tarefa de vigiar a Terra Branca (Antártica); ao Ishkur deu a tarefa de vigiar contra qualquer invasão de Terrestres, para que proibisse acessos, para que levantasse e reforçasse barreiras e ferrolhos.

Sippar, o Lugar dos Carros Celestiais, foi o centro de todos os preparativos; desde o Nibru-ki, Enlil levou ao Sippar as Tabuletas dos Destinos, ali estabeleceu um Enlace Céu-Terra temporário. Depois, Enlil se dirigiu a seu irmão Enki, lhe disse assim: Para o caso de que se pudesse sobreviver à calamidade, que se recorde tudo o que aconteceu. Que se enterrem e resguardem as tabuletas dos registros em Sippar, nas profundidades da Terra, para que nos dias por vir tire o véu sobre o que se fez no planeta que o transformou em outro! Enki aceitou de bom grau as palavras de seu irmão. Armazenaram os ME e outras tabuletas em arcas douradas, enterraram-nos para a posteridade no local de Sippar, nas profundidades da Terra.

Assim disposto tudo, os líderes esperaram o sinal de partir, vigiaram com apreensão a aproximação de Nibiru em sua grande volta. Foi naqueles momentos de ansiosa espera quando Enki se dirigiu a sua irmã Ninmah, a ela, disse-lhe assim Enki: Em sua preocupação pelos Terrestres, Enlil não prestou atenção a todas as demais criaturas vivas! Quando a avalanche de águas tomar as terras, outras criaturas vivas, algumas de Nibiru originadas por nós, a maior parte evoluída na mesma Terra, ficarão condenadas em um golpe repentino à sua extinção. Preservemos você e eu sua semente de vida, extraiamos suas essências vitais para as proteger!

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Zigurate da cidade de UR, do patriarca hebreu Abraão,com quem “deus” fez um pacto.

Ninmah, a que dá a vida, às palavras de Enki deu o seu favor: Farei-o no Shurubak, você fá-lo com as criaturas vivas do Abzu! Assim lhe disse a Enki. Enquanto outros esperaram sentados e ociosos, Enki e Ninmah empreenderam um desafiante trabalho; a Ninmah ajudaram algumas de suas assistentes no Shurubak, a Enki ajudou Ningishzidda no Abzu, na antiga Casa da Vida. Reuniram essências masculinas e femininas, e ovos de vida, de cada espécie, de dois em dois, de dois em dois os preservaram no Shurubak e no Abzu, para proteger, enquanto na Terra se dava a volta para
recombinar depois as espécies vivas.

Então, chegaram as palavras de Ninurta: Os estrondos da Terra são sinistros! Então, chegaram as palavras de Nergal e de Ereshkigal: A Terra Branca (Antártica) se estremece! No Sippar, reuniram-se todos os Anunnaki, esperavam o Dia do Dilúvio chegar.

Continua com o Décimo Tablete…  

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
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  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
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  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  9. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  10. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  11. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  12. http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/
Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

Fonte e responsabilidede de:  www.thoth3126.com.br


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Pensamento do Dia - 11.10.2014

Sathya Sai Baba 



“A argila é uma substância, mas a partir dela, vários produtos de diferentes formas e nomes podem ser feitos. 
 
O mesmo leite branco é obtido a partir de vacas de diferentes cores que vivem em diferentes países. 
 
Da mesma forma Deus é um, mas mora em inúmeros corpos com diferentes nomes e formas. 
 
Tomemos o exemplo do ouro. A partir do mesmo metal, uma variedade de diferentes tipos de ornamentos pode ser feita. 
 
Se você examinar a cena cósmica descobrirá que, da mesma substância básica, uma variedade de objetos com formas diferentes é produzida. 
 
A partir de uma única semente surge uma árvore com diferentes ramos, folhas, flores e frutos. Ramos, folhas, flores e frutos são únicos e distintos, variam em forma, nome e uso; mas todos eles vieram de uma mesma semente, a sua origem. 
 
Este é o significado do termo sânscrito, "Ekoham Bahushyam", que significa "o Uno que escolheu tornar-se muitos."”
 
Canal Youtube: Sai Love


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Abra a sua mente

SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

11 de Outubro de 2014.

Tradução: Regina Drumond 

 
Quando você abre a sua mente e fica realmente focado no que é mais importante para você, este foco o ajuda a criar em um ritmo mais rápido e melhor e atrai para você o incrível que você deseja. Sente-se em silêncio por algum tempo e encontre este centro tranqüilo e sábio dentro de você. Busque a sua estrela da alma e se concentre nela e veja como ela começa a se tornar mais brilhante. Então, concentre-se em seu coração e deixe que esta luz se irradie através de você e de todos ao seu redor e dissolva todos os pensamentos e sentimentos que não são necessários agora. Quando os seus pensamentos e sentimentos estiverem calmos, resplandeça a luz pura do seu coração no que você deseja criar ou trazer para a sua vida. Mantenha o seu foco e respire profundamente por alguns minutos, mantendo os pensamentos desejados ou a sua intenção.
Se não tiver certeza do que seja, ou para onde ir, este é também o momento perfeito para se concentrar no que lhe traz alegria, amor e felicidade e, então, peça aos seus anjos para lhe mostrar claramente quais as possibilidades que estão atualmente  disponíveis para você e se nenhuma delas fizer o seu coração cantar, peça aos seus anjos para lhe mostrar um caminho diferente, ou uma nova perspectiva, de modo que você saiba claramente qual é o próximo passo e para ajudá-lo a tomar as suas decisões com coragem, força e clareza.
A ação é fundamental quando você está buscando a clareza. O Universo mostrará exatamente o que você está pedindo, assim, se não estiver vendo os resultados que deseja, peça de uma nova maneira. Às vezes, ao descobrir o que você não quer, leva-o exatamente ao que você estava procurando. E os seus anjos querem lembrá-lo de que você nunca precisa se contentar com menos do que deseja.
Afirmação: “Quando eu olho para a minha vida e o meu coração, tenho o insight e a clareza em situações que me preocupam, e recebo as mensagens e os sinais que me ajudam a encontrar um caminho melhor.”
E assim é.
 
Você é ternamente amado e apoiado, sempre
 
Os Anjos e Guias
 
Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie,Спасибо,Obrigado,谢谢, Dank, 謝謝,Chokran,Děkuji,Kiitos

Direitos Autorais Universais©2014 por Sharon Taphorn

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br


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PARA RECEBERMOS DEVEMOS ACREDITAR...

MENSAGEM DOS  ANJOS 

com Ann Albers

11 de Outubro de 2014.

 Tradução: Regina Drumond


As Flores se abrem e acreditam nos raios do sol. Para que as nossas preces sejam atendidas, devemos nos acalmar, abrirmo-nos e estarmos dispostos a receber...
Não existe um momento em suas vidas em que vocês estejam sem apoio. Não existe um só momento em suas vidas em que devem resolver um único problema, sozinhos. No entanto, muitos de vocês se esforçam para obter soluções para os desafios da vida, sem contarem com a ajuda do céu. Entendemos que vocês se decepcionaram por outros seres humanos e compreendemos que, às vezes, queridos, vocês até esperam se decepcionar com Deus.
Vocês podem ter ajuda em sua vida? Nós gostaríamos de perguntar: “Estão dispostos a acreditar e a receber?” Na verdade, a ajuda está sempre aí. Deus está sempre aí. Seus anjos estão sempre aí. Nós queremos ajudá-lo. Queremos tornar a sua vida mais fácil. Mas, cabe a vocês decidir o quanto estamos autorizados a ajudar. Se vocês estão rogando ajuda, mas em  seu âmago têm uma crença de que “ninguém me ouve”, ou “ninguém se importa”, então, queridos, nós somente podemos ajudar a algum grau.
Em vez disto, vocês podem trabalhar para derrubar as suas crenças. Vocês podem dizer para si mesmos: “Talvez eu tenha sido decepcionado no passado. Talvez, eu não confie realmente em Deus. Talvez eu devesse tentar de novo.” Como uma criança inocente, vocês podem orar: “Querido Deus, queridos anjos, eu me decepcionei no passado e ainda não sei se acredito plenamente em sua ajuda e em seu amor por  mim, mas eu quero acreditar. Por favor, encontrem meios para chegar ao meu coração e me mostrar o seu amor. Encontrem maneiras para ajudar a me abrir suavemente para receber.” Então, queridos, recebam da maneira mais simples possível. Respirem. Pretendam lenta e intensamente inspirar amor.
Estamos sempre aí. Deus está sempre aí. Aguardamos pacientemente que vocês se abram para receber a nossa ajuda. Quando sentirem que as suas preces não estão sendo atendidas, perguntem-se: “Estou disposto a acreditar? Estou disposto a receber?” Se não puderem chegar a este ponto, sozinhos, peçam-nos ajuda. “Querido Deus, queridos anjos, ajudem-me a acreditar em seu amor. Da maneira mais gentil possível, ajudem-me a me abrir para receber.” Confiem, queridos. Estamos com vocês tão seguramente quanto o sol está por trás das nuvens, esperando para brilhar sobre vocês e enviar mais luz a cada aspecto de suas vidas.
Deus os abençoe. Nós os amamos muito.
Os Anjos
 
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br


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