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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

CRIADOR – O MILAGRE

O MILAGRE

Por Jennifer Farley

15 de novembro de 2014




O Universo realmente precisa lhe dizer como é fantástica a sua existência no plano terreno?

O próprio ato de você estar aqui, experimentando o que está experimentando é um milagre em si e por si.

Você é abençoado!

Criador




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


Chuva de Meteoros Leonids, em 17-18 de novembro

Em novembro, acontece a chuva dos velozes meteoros Leonids

Posted by Thoth3126 on 16/11/2014


Leonids-2001-01
Como um velho amigo que retorna para uma nova aventura, a chuva de meteoros Leonids retorna este mês com promessas de fragmentos de cometas ardentes se arrojando através do céu noturno, a velocidades muito altas. As condições são quase ideais para a visualização da queda dos meteoros. Os picos de queda será entre meia-noite e a madrugada de segunda-feira e terça-feira, de 17 e 18 de novembro. Não precisamos nos preocupar com a luz do luar desta vez – o recatado decrescente lunar não vai subir aos céus até às 02:00 ou 03:00 horas da madrugada.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Por: Bob King |05 de novembro de 2014

Rica em história, a chuva anual de meteoros Leonids retorna este mês, com pico máximo em 17 e 18 de novmbro para iluminar as noites.

Fonte: http://www.skyandtelescope.com/astronomy

A chuva de meteoros Leonids tem origem nos detritos deixados pelo Cometa 55P / Tempel-Tuttle, que orbita o Sol uma vez a cada 33 anos. Cometas são os melhores pais de chuva de meteoros, porque eles dão um grande show. Toda vez que o periódico cometa 55P / Tempel-Tuttle oscila através do sistema solar interno, seus gelos carregados de poeira se vaporizam sob o calor do Sol, liberando gases e detritos ao longo de sua órbita. 



Os meteoros Leinids são bem conhecidos por suas bolas de fogo. Tony Hallas capturou dois em um único quadro durante o chuveiro de 2001. Cada um também apresenta um trail brilhante e persistente. A próxima TEMPESTADE de meteoros Leonid é esperada para 2034. Tony Hallas

Quanto mais visitas o cometa nos faz, vai gerando várias rastros de poeira. Quando a órbita da Terra intercepta a trajetória do cometa, ela bate em uma tempestade de poeira interplanetária tênue. De areia e cascalho de tamanho de bits atacam a atmosfera terrestre à velocidade de 60 a 70 milhas (100 a 115 quilômetros) por segundo e vaporizam em uma fúria de luz chamada por meteoros – ou, como muitos se referem a eles, estrelas cadentes.

Na maioria dos anos, você pode ver entre 10 a 15 Leonids por hora que emanam de um ponto no céu chamado radiante na cabeça da Constelação de Leo o leão, um asterismo em forma de um ponto de interrogação inverso; não esta muito longe do brilhante planeta Júpiter neste outono (hemisfério norte). os meteoros Leonids vão se espalhar por todo o céu, mas se você rastrear a sua origem, todos eles apontam para o radiante, o ponto no céu pelo qual a Terra está viajando através da nuvem de detritos empoeirada deixada pelo cometa Tempel-Tuttle.


Este mapa mostra o céu voltado para o leste em torno de 03:00 hora local em 17-18 de novembro durante o pico máximo do chuveiro. O ponto dentro do círculo amarelo na cabeça do Leão é o radiante, o ponto no céu de onde os meteoros Leonids parecem se irradiar. O nome Leonids tem origem na Constelação do Leão. Stellarium

A cada 33 anos, o cometa Tempel-Tuttle faz uma passagem pelo sistema solar interior, e nós testemunhamos um chuveiro muito maior, chamado então de Tempestade de meteoros, se a contagem exceder a queda de 1.000 meteoros por hora.

Durante a notável tempestade de meteoros Leonids de 1833, cerca de mil meteoros por minuto foram relatados caindo por alarmados moradores das cidades. Desde então, os astrônomos foram em busca de aumento da atividade a cada 33 anos, e os meteoros Leonids, em geral agradecem dando um novo espetáculo.


Na medida em que ele se aproxima do Sol a cada 33 anos, o núcleo gelado do cometa Tempel-Tuttle ejeta uma enxurrada de pequenas partículas, que se espalham ao longo de sua órbita ao longo da passagem d cometa e do tempo. No mês de novembro a Terra cruza este fluxo de detritos deixados pelo cometa a cada passagem, sendo a fonte da criação de um “chuveiro” – e raramente uma “tempestade” – de meteoros na atmosfera. S & T: Don Davis

Durante a chuva ocorrida em 17 de novembro de 1966, observadores no oeste dos Estados Unidos testemunharam o maior espetáculo dos tempos modernos em termos de queda de meteoros. Nos momentos que precederam antes do amanhecer, caíram cerca de 144.000 meteoros Leonids por hora brevemente riscando com fogo o céu como se fosse um festival de fogos de artifício do dia da independência, em 4 de julho.

Esta foi a primeira chuva de meteoros que eu tentei ver, mas as nuvens cobriram o céu naquela madrugada em cima da minha casa em Illinois. Eu estava na janela em pé de pijama esperando em vão por uma abertura no céu. Anos mais tarde, a minha sorte mudaria.


Você pode imaginar algo assim? Os nossos antepassados ??não precisaram, pois na noite de 12 de novembro de 1833, eles viram algo como pintado acima, quando os meteoros Leonids deixaram o céu literalmente em chamas. Pensamentos sobre Daniel e Apocalipse.

Até o início dos anos 1970, os meteoros Leonids tinham mantido sua tradicional taxa de queda média de uma dúzia de meteoros por hora. Foi só em 1998 que o índice de queda do chuveiro Leonids aumentou novamente. Crescendo para outro pico estendido nos anos 1999-2002, com as imagens fotografadas bem divulgadas deslumbrado milhões por todo o planeta. Foram meteoros luminosos, bolas de fogo explodindo e trails de fumaça de longa duração removendo a tela de um céu sem estrelas, desde 1966.

Além de suas bolas de fogo, os meteoros Leonids são famosos por seus trens, o nome dado para as trilhas brilhantes de gases atmosféricos quentes, ionizados deixados pela queima dos meteoros. Alguns duram minutos como eles torcem e se expandem, levados por ventos de alta altitude na atmosfera. Enquanto quase todos os chuveiros possuem trens de meteoros, os Leonids tem a parte do leão, com o perdão do trocadilho.


Esta bela trilha foi capturada em filme por Alvis Ko (© 1998, todos os direitos reservados) do Hong Kong Astronomical Society, minutos depois de uma bola de fogo com magnitude -20 explodiu sobre Hong Hong. A foto foi tirada por volta de 20:30 UT em 16 de novembro de 1998. A mesma trilha foi fotografado por outro astrofotógrafo Hong Kong, Ms. Rubi Leung.

Porque o fluxo dos Leonids viaja em torno do Sol em uma direção oposta à dos planetas, a Terra atinge os detritos do cometa Tempel-Tuttle de frente em velocidades muito alta. Os meteoros Leonids atingem a atmosfera de nosso planeta em velocidades de mais de 158 mil milhas por hora (70 km / seg), o mais rápido de todo os chuveiros. Trilhas deixadas pela poeira incandescente podem demorar muitos minutos, assumindo uma vida própria.

Fique de olho para elas durante o próximo espetáculo. Um par de binóculos irá estender o seu tempo de visualização deste fenômeno belo e único. Se você é realmente um curioso e empreendedor, falamos anteriormente da lua poderia ser um terreno fértil para a procura da queda de meteoros Leonids na LUA através de um telescópio.



A Lua estando com cerca de 75% de sua superfície em trevas (em fase minguante), você poderá espiar o flash contrastante de um meteoróide impactante na lua. Você pode observar visualmente com um telescópio de 6 polegadas ou maior, ou melhor ainda, ligar uma câmera de vídeo para o seu âmbito de aplicação e gravar para ver mais tarde.

Enquanto que uma queda média de uma dúzia de meteoros por hora não é muito, você pode ser recompensado com uma bola de fogo ou um trail excepcional. Você também estará aprimorando suas habilidades de observação de queda de meteoros, que você vai utilizar de novo durante a excelente chuva de meteoros Geminid que atinge o seu pico em 14 de dezembro de 2014.


Cometa 55P / Tempel-Tuttle: Esta imagem foi obtida no Observatório Astronômico Nacional do Japão em 1998, em 17 de fevereiro. Ela foi obtida com refletor de 50 cm, uma câmera CCD e um filtro vermelho. Copyright © 1998 pelo Observatório Astronômico Nacional do Japão

O que eu penso desta chuva Leonids: se o céu estiver claro e limpo, saia para assisti-la. Você nunca sabe quando as nuvens podem arruinar o próximo grande e esperado evento deste tipo. A experiência ensina que se você mantiver as suas expectativas modestas, mesmo um único meteoro pode ser uma imensa alegria.

Mais informações sobre cometas e meteoros em:
http://thoth3126.com.br/meteoros-podem-estar-a-caminho-da-terra/
http://thoth3126.com.br/explosao-e-queda-de-meteoro-na-russia-destruicao-e-feridos/
http://thoth3126.com.br/cometa-ison-podera-causar-imensa-chuva-de-meteoros/
http://thoth3126.com.br/meteoro-na-argentina-explosao-em-novas-imagens/
http://thoth3126.com.br/meteoro-explodiu-nos-ceus-dos-eua/
http://thoth3126.com.br/nasa-chuva-de-meteoros-e-estrelas-cadentes-imagens/
http://thoth3126.com.br/meteoro-explode-sobre-a-espanha/
http://thoth3126.com.br/licoes-do-impacto-de-meteoro-na-russia/
http://thoth3126.com.br/asteroide-2014rc-passa-raspando-a-terra-dia-0709/
http://thoth3126.com.br/chuva-de-meteoros-perseidas-de-agosto/

Permitida a reprodução desde que respeite a formatação e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br



Russos descobrem asteroide com risco de colidir com a Terra

Cientistas da Sibéria, na Rússia, descobriram grande asteroide que pode colidir com a Terra.

Posted by Thoth3126 on 16/11/2014



asteroide-ameaça-quedaCientistas russos da Sibéria descobriram um perigoso asteroide vindo em direção a Terra com a ajuda de uma rede de telescópios robóticos Master, desenvolvida pela Universidade Estatal de Moscou em conjunto com universidades da Sibéria e o observatório astronômico Pulkovo de São Petersburgo. Os astrônomos pesquisadores não souberam ainda dizer quando o asteroide vai passar perto da Terra. Entretanto, eles garantiram que isso não acontecerá durante os próximos dois anos, até o final de 2016.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Astrônomos russos descobrem asteroide que pode colidir com a Terra

Dia 10 Novembro, 12:25 – Moscou – Rússia

Por Elena Kovachich

http://portuguese.ruvr.ru/news e http://lomonosov-msu.ru/

Segundo afirmam astrônomos e especialistas, no caso da queda desse corpo celeste, a força de sua explosão ultrapassaria em mil vezes a do meteorito que explodiu sobre Chelyabinsk, na região dos montes Urais, em 15 de fevereiro de 2013, ferindo mais de mil pessoas e causando imensos estragos com quedas de paredes e estilhaçamento generalizado de milhares de vidraças na região.

Denis Denisenko, membro da equipe da rede de telescópios robóticos Máster, foi o primeiro a notar o “visitante traiçoeiro”. Após ter estudado a lista de objetos celestes suspeitos de provável colisão coma Terra, Denisenko comunicou as coordenadas do asteroide ao Centro de Planetas Menores da União Astronômica Internacional.


Na noite de 27 de outubro telescópio robótico russo, localizado nas montanhas do Cáucaso, perto de Kislovodsk, descobriu um objeto que se movia rapidamente, ele foi nomeado como Asteroide 2014-UR116, com risco potencial de colisão com a Terra.

Em breve, a descoberta foi confirmada por um astrônomo britânico. Especialistas efetuaram não menos de uma centena de medições do novo corpo espacial. Ao objeto foi atribuído o nome de 2014 UR116, sendo determinado que ele é potencialmente perigoso para três planetas – a Terra, Marte e Vênus.

É impossível por enquanto predizer com exatidão sua trajetória, pois que ela pode mudar sob a influência de outros corpos celestes quando de sua passagem.



De acordo com os cientistas, o asteroide tem aproximadamente 370 a 390 metros de diâmetro, representando uma séria ameaça no caso da colisão com a Terra, disse à Voz da Rússia Serguei Yazev, diretor do observatório astronômico da Universidade Estatal de Irkutsk, na Sibéria:

“Periodicamente, esse asteroide aproxima-se de cada um dos planetas referidos (Terra, Marte, Vénus). Segundo os resultados de observações feitos durante os dois primeiros dias após a descoberta, o corpo foi qualificado como asteroide potencialmente perigoso para a Terra, o que não significa, porém, que o asteroide 2014 UR116 irá colidir inevitavelmente com o nosso planeta.

Simplesmente, de acordo com a classificação dos astrônomos, quando a órbita ultrapassa o ponto crítico a caminho da Terra, todos esses objetos são considerados como potencialmente perigosos a partir de uma certa distância”.



Essa distância, segundo a classificação dos especialistas no assunto, constitui menos de 0,05 unidades astronômicas, ou seja aproximadamente 19,5 distâncias entre a Terra e a Lua. É importante também o tamanho do objeto: consideram-se perigosos os corpos espaciais cujo diâmetro supera 100-150 metros. Esses asteroides poderiam causar devastação regional sem precedentes ou grandes tsunamis caso colidissem, caíssem nos oceanos do planeta.

Até hoje, foram registrados cerca de 5 mil objetos análogos. O 2014 UR116 é o terceiro asteroide perigoso descoberto pelo sistema de telescópios robóticos Master. Os dois outros têm diâmetros de 250 e de 125 metros. A energia da explosão no caso da colisão desses corpos com a Terra ultrapassará em mil vezes a força do impacto do meteorito de Chelyabinsk, que atingiu a Sibéria em fevereiro de 2013.


O meteoro de Chelyabinsk que explodiu sobre a região da Rússia em fevereiro de2013 causando sérios estragos no solo e ferimentos em mais de mil pessoas.

Seu maior fragmento caiu no lago de Chebarkul e foi descoberto e retirado mais tarde por mergulhadores e pesava cerca de 500 quilos. Na altura, a onda explosiva destruiu vidros em muitos prédios da cidade e causou traumatismos a mais de 1,5 mil pessoas que solicitaram assistência médica.

O novo corpo cósmico, descoberto pelos astrônomos russos, será acompanhado e estudado detalhada e atentamente. Definindo com precisão a órbita do asteroide, será possível responder se ele ameaça realmente os habitantes da Terra. Em qualquer caso, o novo asteroide ultrapassa pelo tamanho o famoso Apophis cujo diâmetro se constitui aproximadamente com 270 metros.

Para saber mais:
http://thoth3126.com.br/asteroide-gigante-vesta/
http://thoth3126.com.br/meteoros-podem-estar-a-caminho-da-terra/
http://thoth3126.com.br/asteroide-com-piramide-negra-sobre-sua-superficie-ruma-a-terra/
http://thoth3126.com.br/os-riscos-da-queda-de-um-grande-asteroide/
http://thoth3126.com.br/brasil-astronomo-brasileiro-descobre-1o-asteroide-com-aneis/
http://thoth3126.com.br/asteroide-se-desintegra-misteriosamente-hubble-registra-em-fotos/
http://thoth3126.com.br/asteroide-2014-dx110-passa-pela-terra-mais-proximo-que-a-lua/
http://thoth3126.com.br/asteroide-2000-em26-passa-raspando-na-terra/
http://thoth3126.com.br/asteroide-apophis-possivel-rota-de-colisao-em-2036/


Permitida a reprodução desde que mencione as fontes e respeite a formatação original.




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Por favor, respeitem todos os créditos
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 Atualização diária


 

Atlântida: Um habitante de dois planetas, partes 9 e 10

ATLÂNTIDA, 

A RAINHA das ONDAS dos OCEANOS  

Posted by Thoth3126 on 16/11/2014

 



atlantida3“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor idéias teóricas. Se levares alguns pontos pequenos deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali meditares neles, verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . . “Este é o espírito com que o autor propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão.

“Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. – Aforismo de Narada.

“Em época por vir, uma glória refulgente,
A glória de uma raça feita livre e pujante.
Vista por poetas, sábios, santos e videntes,
Num vislumbre da aurora inda distante.
Junto ao mar do Futuro, uma praia cintilante
Onde cada homem seus pares ombreará,
em igualdade, e a ninguém o joelho dobrará.
Desperta, minh’alma, de dúvidas e medos te desanuvia;
Contempla da face da Manhã toda a Magia
E ouve a melodia de prodigiosa suavidade
Que para nós flutua de remota e áurea graça —
E o canto como um coral da Liberdade
E o hino lírico da vindoura Raça.” (Philos, o Tibetano)

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://www.sacred-texts.com

Capítulos anteriores:
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-2/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-3/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-4/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-5/

Livro: “Um Habitante de Dois Planetas”, de Philos, o Tibetano – Livro Primeiro, CAPÍTULOS 9 e 10:

CAPITULO IX – A CURA DO CRIME


Nos quatro anos que se seguiram ao meu estranho encontro com o homem alto e ereto, de cabelos brancos, que havia profetizado acontecimentos a mim ligados, estes se sucederam em harmonia com sua predição. Nunca mais nos havíamos visto, a não ser uma vez, antes de minha morte. Antes de continuar, devo lembrar e em seguida tirar de cena meus sócios na mina de ouro e o homem que comprou o ouro sabendo que esse ato era ilegal.

Vários meses tinham se passado desde minha entrevista com o Rai Gwauxln em seus aposentos particulares, quando um jovem usando um turbante de cor laranja com um alfinete de ouro e uma granada nele engastada, o que o distinguia como um guarda do serviço imperial, entrou na sala de geologia do Xioquithlon e, dirigindo-se ao instrutor-chefe, falou com ele em voz baixa. Batendo na mesa para chamar a atenção dos noventa ou mais alunos que assistiam à aula sobre minerais, o chefe perguntou se um Xioquene de nome Zailm Numinos estava presente.



Levantei em resposta à pergunta, apresentando-me. “Vem até aqui.” Os outros Xioquene observaram com interesse quando me dirigi à frente da sala, não sem alguma agitação pois eu sabia muito bem qual serviço era representado pelo mensageiro, e o instrutor falara num tom severo nada agradável. “Este mensageiro deseja que o acompanhes à presença do Rai, pois este assim ordenou. Ele está nas Tribunas da Corte Criminal e precisa de ti como testemunha.” Lembrando o que o Rai havia dito, fiquei mais confiante pela importância das palavras a mim dirigidas e, já não estando tão apreensivo, fiz o que pediam. Chegando à Corte dos Tribunos, vi meus sócios na mina de ouro ali, sob custódia, junto com o comprador do ouro que também havia sido indiciado.

O juiz estava sentado no divã judicial em sua plataforma elevada e ao seu lado estava sentado, com simples dignidade, o Rai Gwauxln, Rai (o rei) da maior nação da Terra de então, apesar de sua posição, ele observava respeitosamente o feito de que o juiz tinha a precedência enquanto na corte. Vários espectadores estavam sentados nos assentos providenciados para o público no auditório. Só podia ser dado um veredito relativo aos contraventores: “Culpados”. Esta decisão foi tomada rapidamente e os réus admitiram esse fato. Imediatamente um dos funcionários judiciais levou os prisioneiros a outra parte do edifício onde havia um aposento bem iluminado, aparelhado com vários instrumentos portáteis e fixos. Ele foi acompanhado por todos os presentes.

Uma cadeira com encosto para a cabeça, com presilhas, e outros encostos com presilhas e tiras de couro para prender os membros e o corpo do ocupante estava no centro da sala. Um guarda fez sentar um dos prisioneiros e prendeu-o firmemente na cadeira. Tendo sido tomada essa medida preliminar, um Xioqa se aproximou, trazendo nas mãos um pequeno instrumento que percebi ser de natureza magnética, por sua aparência. Ele colocou os dois pólos do mesmo nas mãos do homem condenado e, após uma breve manipulação, ouviu-se um som leve e ronronante. No mesmo instante os olhos do prisioneiro se fecharam e sua aparência denotou um profundo estupor.

Na realidade, ele fora magneticamente anestesiado. Então o operador apalpou cuidadosamente todo o crânio do homem inconsciente; concluído o exame, ordenou ao seu atendente que raspasse todo o cabelo. Quando essa ordem tinha sido cumprida, ele fez uma marca azul na superfície raspada, na frente e acima das orelhas. Continuando a apalpar, escreveu o numeral poseidano 2, acima e um pouco atrás de cada orelha. Feito isso, voltou a atenção para os espectadores mas, ouvindo as palavras do Rai Gwauxln, fez uma pausa antes do discurso que se propusera fazer aos presentes e me chamou para o seu lado, para onde me dirigi, deixando o local onde estava, além da grade. Então ele falou:

“Neste prisioneiro, verifiquei que as faculdades dominantes e mais positivas são as que marquei um e dois; o número um é um ambicioso desejo de ter propriedades, e sua disposição é fazer todas as coisas secretamente, como se pode ver pela proeminência excessiva dos órgãos do sigilo. Como o crânio não se alongasse muito para cima, mas é bastante largo entre as orelhas, no número dois, concluo que temos aqui um indivíduo muito ganancioso a quem faltam consciência e espiritualidade e, por conseqüência, uma natureza moral, quase que totalmente. Como ele também possui um temperamento muito destrutivo, temos aqui uma pessoa muito perigosa e me surpreende que ainda não tenha vindo a este lugar para ser corrigido.

Por que alguém hesitaria em se submeter a um tratamento corretivo voluntário, causa-me estranheza. Suponho que seja algo explicável pela teoria de que alguém que esteja no baixo plano moral deste pobre homem é incapaz de perceber a vantagem de se encontrar num plano superior, mas é capaz de ver as vantagens imediatas de seguir métodos execrâveis para atingir seus objetivos. Em resumo, trata-se de um homem que não hesitaria em cometer um assassinato se isso lhe desse um ganho imediato, sem ter ideia das conseqüências futuras de seu ato. Isto é verdade, Zo Rai?” “Sim”, respondeu o Rai. “Tendo meu diagnóstico deste caso”, continuou o Xioqa, “sido confirmado por tão alta autoridade, farei a aplicação da cura”.



Ele chamou um atendente, que se aproximou com outro aparelho magnético sobre rodas, contido numa pesada caixa de metal, tendo colocado o mesmo em atividade de forma satisfatória. O Xioqa aplicou seu pólo positivo no ponto marcado pelo número um na cabeça do prisioneiro e o outro pólo na nuca. Então pegou seu marcador de tempo e colocou-o sobre a caixa de metal do instrumento, perto de um dial cujo ponteiro ele ajustou. Houve silêncio geral, a não ser por conversas em voz muito baixa em várias partes da sala, durante a meia hora seguinte. Ao fim desse período o Xioqa se levantou de sua cadeira e mudou o pólo positivo para o lado oposto da cabeça do réu, onde estava a duplicata do número um.

Houve outra meia hora de espera silenciosa, só interrompida pela saída de alguns espectadores e entrada de outros. Quando a segunda meia hora passou, o operador passou o pólo para o local marcado “dois”. Desta vez só meia hora foi dada para os dois lados da cabeça. O imperador tinha me ordenado que ficasse na sala. Ele só havia ficado alguns instantes após o início da operação que não tinha novidades para ele. Ao final da sessão com o primeiro homem, este foi tirado da anestesia pela influência do aparelho magnético, cuja operação foi invertida numa segunda aplicação. O Xioqa fez uma preleção sobre o tema da operação enquanto o primeiro paciente era removido do local. Ele disse o seguinte ao grupo de espectadores que tinha aumentado bastante:

“Vistes o tratamento das qualidades mentais que tendiam, por sua proeminência, a distorcer sua natureza moral apenas parcialmente desenvolvida. O processo consistiu em atrofiar parcialmente os canais vasculares que irrigam a parte do cérebro onde se localizam os órgãos da ganância e da destruição. Mas dito isso, deveis observar que a alma é superior ao cérebro físico e é na alma, na natureza do homem, que residem essas tendências criminosas (sendo o cérebro e outros órgãos apenas a sede da expressão psíquica) – o escritório administrativo, por assim dizer. Portanto, a mera hipnotização desse homem não cumpriria nosso propósito.

No estado hipnótico há uma atração para dentro, e os vasos sangüíneos do cérebro se contraem e ficam parcialmente sem sangue; podem, inclusive, tornar-se fatalmente esvaziados. Esta arte é verdadeiramente muito perigosa. Mas o efeito oposto é produzido no afaísmo (o equivalente poseidano de “mesmerismo”). O cérebro fica cheio de sangue e a reversão do instrumento inicia o processo (hipnótico) afáico. Nesse momento a mente do operador pode assumir o controle da mente do paciente e sugerir à alma pecadora uma permanente cessação do pecado. Este homem foi tratado dessa forma, duplamente, porque o suprimento de sangue foi parcialmente interrompido para os órgãos que sediam sua fraqueza, mas também, através de minha vontade, comuniquei à alma que deixasse de errar e incumbi-a de executar um trabalho que terá uma ação contrária.

Ele poderá se sentir adoentado por alguns dias, mas suas tendências pecaminosas terão desaparecido. É preciso uma mente superior, que tenha cometido erros de diferentes espécies, para termos um malfeitor bem-sucedido, e onde estiver a natureza mais baixa, principalmente uma natureza sexual pervertida, estará o criminoso. Na Atlântida ele não tem saída, pois, se uma pessoa denota essa disposição, o Estado a toma pela mão e age sobre os órgãos pertinentes. Mas creio que não é necessário que eu me alongue mais sobre este assunto.” Tendo o primeiro homem sido levado para receber cuidados, o segundo dos meus sócios foi colocado na cadeira.

O exame do desenvolvimento cerebral revelou que ele era mais um fraco que um malvado: um prevaricador habitual e com tendências libertinas; tinha um crânio que estava colocado principalmente para trás e para cima das orelhas. Não acho necessário descrever seu tratamento, que seguiu as mesmas linhas do anterior; a sugestão (hipnótica) mesmérica foi o principal método de cura. Ao voltar para casa aquela tarde, decidi acrescentar a ciência da frenologia profilática ao meu currículo. E assim fiz.



Pela prática do conhecimento dos homens, que então eu adquiri, eu interferi com o carma de não poucos indivíduos, mas, como o resultado provou, a interferência não foi em nenhum, prejudicial, de modo que eu não tenho para responder por nenhum dano provocado. De vez em quando eu desejei que eu mesmo tivesse me submetido para tratamento nas mãos do Estado, por que se isso tivesse sido feito, no mínimo, eu teria evitado o cometimento de erros que causaram muita miséria mais tarde, para mim, e para os outros, por mim provocado.

Que eu não o tivesse feito, foi assim, melhor, mas também porque ninguém pode de qualquer forma que seja, fugir das suas próprias responsabilidades com seu personagem, com o carma de todas as suas encarnações anteriores. Pois ter assim eu mesmo me submetido à correção teria sido uma evasão do calvário (do carma e consequente aprendizado) que me esperava, uma espécie de tentativa covarde semelhante ao ato de um suicida que procura evitar problemas na terra praticando o suicídio, e que em cada vida assim terminada não se escapa de nada, nem um jota ou til da lei de Deus. Em vez disso, ele acumula suas montanhas de misérias e penalidades mais alto e prolonga através do karma inexorável, em mais outras encarnações terrenas, a sua própria angústia.

Assim é com os que morrem pela auto-destruição (suicídio); mas aqueles que morrem por causas inevitáveis ??involuntariamente, não são visitados por essas sanções. Então, os culpados Poseidanos que não poderiam evitar o tratamento foram sabiamente beneficiados, enquanto que para mim a submissão voluntária teria semeado dentes de dragão para o meu caminho futuro. As penalidades, aos que observam a Lei, não preocupam aqueles que a conhecem e, assim sabendo, se submetem à vontade de Deus, a aceitam, enfrentam e aprendem com o seu próprio carma.

CAPITULO X – REALIZAÇÃO

O governo estava acostumado a fiscalizar sistematicamente os mais proeminentes Xioqueni (estudantes) a quem concedia bolsas de estudo, mas a supervisão não era ostensiva; na verdade mal era percebida pelos que estavam sob sua paternal vigilância. Aqueles que além de serem inteligentes e estudiosos, aproximavam-se do final do seu termo colegial, eram admitidos às sessões do Conselho dos Noventa que não fossem de caráter executivo ou secreto. Havia alguns Xioqueni favoritos especiais que, mediante votos estritos, não eram excluídos de qualquer reunião dos conselheiros. Nenhum dos muitos milhares de estudantes deixava de dar valor ao menor «desses privilégios, pois além da honra que eles conferiam, as lições sobre a arte de governar que eles aprendiam representavam uma incalculável vantagem em sua formação.

Na segunda metade de meu quarto ano de freqüência à escola, procurou-me um certo Príncipe Menax que desejava saber se eu aceitaria o cargo de Secretário dos Registros, o qual me daria a oportunidade de me familiarizar com todos os detalhes do governo de Poseid. Ele assim falou: “Este é um privilégio verdadeiramente importante, que estou feliz em te oferecer porque tens capacidade de desempenhá-lo de modo a satisfazer o conselho. Esse cargo te colocará em estreito contato com o Rai e todos os príncipes, e também te dará certo grau de autoridade. Que me respondes?”

“Príncipe Menax, estou ciente de que esta é uma grande honra. Mas permite-me perguntar por que ofereces tão grande oportunidade a alguém que se considera um quase completo estranho para ti?” “Porque, Zailm Numinos, decidi que és digno e agora te dou ocasião para provar isso. Não és desconhecido para mim, embora eu o seja para ti; tenho confiança em ti; não queres me provar que essa confiança está bem fundamentada?” “Certamente.” “Pois então ergue tua mão direita para o fulgurante Incal e por esse símbolo sublime declara que em caso algum revelarás coisa alguma que se passe nas sessões secretas, e nenhum dos atos acontecidos no Salão Nobre das Leis.”

Fiz o voto e, ao fazê-lo, fiquei obrigado por um juramento inviolável aos olhos de todos os poseidanos. Dessa forma tornei-me um dos sete secretários não eleitos e não oficiais, que eram incumbidos de escrever os relatórios especiais e cuidar de muitos documentos de estado importantes. Certamente não era pequena essa distinção conferida a um dentre nove mil
Xioqueni, um homem ainda sem direito a voto numa nação de cerca de trezentos milhões de habitantes. Se por algum motivo eu pudesse atribuir esse fato ao meu mérito, nem por isso me consideraria melhor que cem dos meus colegas. O oferecimento se deveu em grande parte à minha popularidade pessoal junto aos poderosos, uma popularidade, entretanto, que eu não teria se não tivesse demonstrado em todos os campos a mesma sólida determinação que havia regido minhas ações no solitário pico do (Pitak) Rhok, a grande montanha.



O Príncipe Menax continuou, dizendo: “Gostaria de ver-te esta noite no meu palácio, se te for conveniente, pois tenho algumas coisas para te dizer. Agradar-me-ia provar teu erro em acreditar que me és desconhecido, apenas porque és um entre os muitos estudantes Xioqueni, cada um deles perseguindo igualmente o conhecimento. Partiu de mim e não do teu Xioql (preceptor-chefe), como imaginaste, o convite para assistires às sessões do conselho ordinário. Os Astiki (príncipes de estado) estão sempre muito interessados nos Xioqueni de maior mérito; por isso tantos pequenos deveres te foram dados a cumprir. Mas nada mais direi agora, para não atrapalhar tuas aulas. Lembra-te da hora marcada, a oitava.”

Menax exercia o mais alto cargo ministerial de todos os Astiki, pois era o primeiro-ministro e, como tal, principal consultor do Rai. Minha autoestima aumentou quando percebi que era contemplado com tão elevado favorecimento, mas isso me encheu de gratidão e não de convencimento. Tratava-se realmente de auto-estima, não de vaidade. Embora aquela não fosse minha primeira visita ao palácio desse príncipe, de forma alguma eu poderia dizer que estava familiarizado com o interior de seu astikithlon. Enrolando o meu melhor turbante verde em volta da cabeça e fechando-o com um alfinete que trazia uma pedra de quartzo cinzento com veios verdes como azinhavre nele engastada, o que denotava minha categoria social, entrei no naim e chamei um vailx citadino, como chamarias um taci.

O veículo logo chegou; embora pequeno, era amplo o bastante para acomodar dois, três e até quatro passageiros. Dando boa noite à minha mãe, logo me pus a caminho. O condutor me deixou sossegado e eu fiquei ouvindo a furiosa arremetida das torrentes de chuva que faziam a noite inclemente ao extremo. O palácio de Menax não ficava distante do cais interior do canal, no ponto mais próximo entre este e minha casa suburbana. A distância era de dez milhas e por isto a viagem aérea de lá até o canal durou o mesmo tempo que durou para o vailx encostar no amplo piso de mármore da estação, arrastando um pouco o fundo, anunciando assim a sua chegada.

Um sentinela se aproximou para saber o que eu queria e, tendo sido atendido, chamou um servidor para me escoltar até onde estava o príncipe Menax. Vários funcionários categorizados do séquito do príncipe estavam no grande aposento, laboriosamente ocupados em fazer nada em particular, ocupação na qual estavam sendo auxiliados por várias damas que residiam no palácio. O Príncipe Menax estava deitado num diva colocado na frente de uma grade cheia de pedaços de alguma substância refratária aquecida pela força universal.

No tempo que levou para o atendente me conduzir à presença do príncipe e anunciar minha chegada, tive oportunidade de notar um grupo de funcionários e senhoras reunidos no espaço ao redor de uma mulher de tão grande graça e beleza que nem sua evidente tristeza e aflição nem a distância entre a entrada e o canto onde ela estava sentada conseguiram ocultá-la completamente. Suas roupas, suas feições e sua tez mostravam que ela não era filha de Poseid, pois não tinha os olhos e cabelos escuros, e a pele clara mas distintamente acobreada. Aquela mulher triste e aflita era ao contrário disso tudo, pelo que minha rápida vista de olhos pôde discernir na distância que nos separava.

O príncipe Menax disse, saudando-me: “Sê bem-vindo. Senta-te. A noite está tempestuosa mas eu te conheço bem. Como prometeste vir, viestes.” Ele ficou em silêncio por algum tempo, olhando fixamente para a grelha que ardia, e então perguntou: “Zailm, tu participarás na competição em Xio nos nove dias reservados para o exame anual dos Xioqueni?” “Tenho essa intenção, meu Astika.” “Tens o direito de adiar o exame até o último ano do seu termo.” “É assim para todos os Xioqueni?” “Aprovo enfaticamente tua determinação. Eu mesmo agi assim, quando era estudante. Espero que sejas aprovado, para que te alegres com teu êxito, embora isso não diminua o número de teus anos de estudo. Mas o que acontecerá após o exame?

Terás um mês para fazer o que tiveres vontade. Quisera eu ter trinta e três dias de descanso dos meus deveres!” Menax fez uma pausa meditativa e continuou: “Zailm, tens algum plano especial para estas férias?” “Nenhum, meu príncipe.” “Nenhum. . . Muito bem. Agradar-te-ia me prestar um serviço, indo para um país distante para fazer-me esta gentileza? Após completares esse rápido dever, poderás ficar lá pelo tempo que quiseres, ou ir para onde a fantasia te chame.” Não vi razão para me negar a fazer o que ele queria, e como o serviço solicitado me levou a uma terra até aqui só de passagem mencionada, considero justificado prefaciar meu relato sobre aquela longínqua viagem com uma descrição de Suernis, hoje chamada como ÍNDIA, e de Necropan ou hoje o EGITO, as mais civilizadas nações que não estavam sob a supremacia E O GOVERNO de Poseid.



Quando as nações tentam tornar a religião absolutamente dominante em seus assuntos, o resultado não pode deixar de ser marcado pelo desastre. A política teocrática dos israelitas é uma ilustração disso e, como o leitor deve ter percebido há muito, Suernis (ÍNDIA) e Necropan (EGITO) foram exemplos ainda mais antigos na história do mundo. A razão disso não é a de que a religião seja um fracasso; a força deste registro de minha vida deve transmitir a verdade de que julgo nada haver de melhor do que a religião pura, sem máculas. Não, a razão por que uma teocracia bem-sucedida não pode durar é que a atenção de seus dirigentes deve ser dada às coisas espirituais para que o espiritual tenha êxito, e as coisas do Reino de Deus nunca podem ser as coisas da terra. Pelo menos não até que o homem esteja totalmente desenvolvido em seu sexto ou o princípio psíquico e tenha se purificado de toda mancha de animalidade, pelo fogo do Espírito.

Suernis e Necropan tinham uma civilização que hoje percebo ter sido tão adiantada quanto a nossa, embora diferente. Mas, porque não tinha quase nenhum ponto em comum com a de Poseid, o povo deste país a considerava com certo desprezo quando a ela se referia entre seus iguais. Entretanto, os poseidanos eram muito respeitosos em seus contatos com aqueles povos, por razões que ficarão claras no decorrer da narrativa.

As diferenças entre essas duas civilizações contemporâneas se encontravam no fato de que Poseid tendia para o cultivo das artes mecânicas (desenvolvimento e endeusamento da TECNOLOGIA), para as ciências ligadas às coisas materiais, e se contentava em aceitar sem questionamento a religião de seus ancestrais, enquanto que os suernis e necropanos davam grande importância a tudo que fosse oculto e tivesse significação religiosa - princípios verdadeiramente práticos, pois as leis ocultas têm influência sobre a materialidade – mas descuidavam-se dos assuntos materiais, salvo quanto à adequada manutenção da existência física.

Sua regra de vida estava resumida no princípio de não tomar grande conhecimento da existência presente e preocupar-se com o futuro. O princípio vital de Poseid era estender seu domínio sobre todas as coisas naturais (e se possível sobre todo o planeta). Havia os que filosofavam a respeito do espírito; eram os teóricos poseidanos, que desenhavam o quadro do destino da Atlântida. Eles apontavam para o fato de que nossos esplêndidos triunfos materiais, nossas artes, ciências e progresso, dependiam absolutamente da utilização do poder oculto extraído do Lado-Noite (feminino) da Natureza. Este fato era comparado com a verdade de que os misteriosos poderes dos suernis e necropanos deviam sua existência ao mesmo reino oculto, concluindo que com o tempo também daríamos menos importância ao progresso material e empregaríamos nossa energia em estudos ocultos.

Seus presságios (sobe o futuro de Atlântida-Poseid), por conseguinte, eram extremamente sombrios; mas, embora o povo os ouvisse com respeito, a incapacidade desses profetas para sugerir uma solução os tornava objeto de um secreto desprezo, a algum grau. Qualquer um que encontre defeitos no estado de coisas existente e se mostre obviamente incapaz de oferecer um substitutivo superior, não pode deixar de ser publicamente ridicularizado. Nós, poseidanos, sabíamos que as duas misteriosas nações de além-mar possuíam capacidades que virtualmente superava de longe nossas realizações, como o nosso poder de navegar pelo espaço aéreo e nas profundezas das águas, nossos velozes carros, nossas embarcações submarinas.

Não, eles não se jactavam de tais conveniências, pois não precisavam delas para levar adiante sua existência, não tendo o desejo, como supúnhamos, de terem tais aparelhos, talvez nosso desprezo fosse mais uma afetação que uma realidade, pois em nossos momentos de pensar mais sobriamente nós reconhecíamos sua supremacia com grande admiração. Mas com quem falaríamos, quem veríamos e ouviríamos, sendo vistos e ouvidos, no desejo de nos comunicarmos a qualquer distância e sem fios, por meio das correntes magnéticas do globo? Verdadeiramente, nunca conhecemos a dor da separação de nossos amigos; podíamos atender as demandas do comércio e transportar nossos exércitos em tempo de guerra em um dia para qualquer lugar do mundo, tudo isso enquanto nossos dispositivos mecânicos e elétricos estivessem disponíveis.

Mas de que valia toda essa esplêndida capacidade? Se um dos mais competentes Xioqueni fosse encerrado numa masmorra, todo o seu conhecimento seria nulo; privado de todos os implementos e meios costumeiros, ele não poderia ter a esperança de ver, ouvir ou escapar sem ajuda externa. Suas maravilhosas capacidades dependiam das criações de sua inteligência. Não era assim no caso dos suernis e necropanos. Nenhum poseidano saberia a maneira de aprisionar qualquer desses cidadãos. Se um suerni ou necropano fosse encerrado numa masmorra, simplesmente se levantaria e iria embora como Paulo de Tarso; podia ver e ouvir a qualquer distância, sem o naim (telefone); andar entre inimigos sem ser visto. De que valiam então nossos triunfos tecnológicos diante desses poderosos suernis e necropanos?



Que utilidade teriam nossos instrumentos de guerra contra esse tipo de povo, se um só de seus homens, olhando com olhos em que queimava a terrível luz do poder da vontade e usando contra nós as forças invisíveis do Lado- Noite (feminino da Natureza), poderia nos destruir como o faz o hálito ardente do fogo com as folhas verdes num campo incendiado? Nossos mísseis teriam alguma utilidade nesse caso? Se a pessoa contra quem fossem atirados poderia impedir seu trajeto rápido como um raio, fazendo-os cair a seus pés como a lanugem do cardo? E os explosivos mais poderosos que a nitroglicerina, atirados do céu de vailxes planando várias milhas acima no domo azul do firmamento? Seriam inúteis, pois o inimigo, com seu presciente olhar e perfeito controle de forças do Lado-Noite que desconhecíamos, poderia deter o petardo em sua queda e, ao invés de sofrer danos, poderia aniquilar a aeronave vailx e toda a sua tripulação.

A criança que já se queimou teme o fogo, pois em tempos passados tínhamos tentado conquistar aquelas nações, com desastroso fracasso (n.t. Fato histórico narrado no épico Ramayana, que narra um conflito entre Suerni (ÍNDIA) e Atlântida). Eles só se preocuparam em repelir nossos ataques, e tendo sido vitoriosos, deixaram-nos partir em paz. (Foram os anos se transformando em séculos e milênios, e a nossa atitude também se tornou apenas defensiva, deixando de ser ofensiva e, por causa dessa mudança de comportamento por parte de Poseid, desenvolveram-se relações amigáveis entre as três nações.

A Atlântida tinha finalmente aprendido uma boa parte do segredo do uso de forças magnéticas para destruir inimigos, dispensando mísseis, projéteis e explosivos como meios de defesa. Ainda assim, o conhecimento de Suerni (ÍNDIA) continuava a ser muito superior. Superior porque nossas armas magnéticas só espalhavam a morte numa área restrita, próxima ao operador; as deles atingiam qualquer ponto desejado por eles, por mais longínquo que fosse. Nossas armas destruíam indiscriminadamente todas as coisas existentes no alvo – inanimadas e animadas – todas as pessoas, amigas ou inimigas; animais e árvores, tudo ficava condenado. O poder das armas deles era controlado, atingindo o âmago da força oponente, e não destruía vidas desnecessariamente; aliás, não causava danos ao inimigo em geral, só aos OFICIAIS, GENERAIS e GOVERNANTES do lado contrário.

Eu havia tomado conhecimento desses fatos relativos aos suernis muito tempo antes. O Príncipe Menax tinha me pedido para cumprir uma missão junto àquele povo. Eu nunca tinha visitado Suerni e, como tinha o desejo de fazê-lo, fiquei satisfeito porque esse desejo seria gratificado. Após consentir em atender o pedido, perguntei ao príncipe qual seria a missão com as seguintes palavras: “Se o Astika disser a este filho o que deseja, satisfará sua crescente curiosidade”. “Eu o farei”, respondeu o príncipe. “Quero mandar um presente ao Rai de Suerni como retribuição de certas dádivas enviadas por ele ao Rai Gwauxln.

Embora tenhamos poucas dúvidas de que essas dádivas foram enviadas para nos induzir a aceitar cento e quarenta mulheres, prisioneiras do Rai Ernon de Suern, não podemos aceitar que eles de certa forma nos imponham uma espécie de suborno; embora as mulheres possam receber permissão para ficar ou ir para onde quiserem a não ser para onde os suernis as proíbam, decidimos considerar as jóias e o ouro que eles nos deram como um presente, e retribuí-lo adequadamente. Assim resolveu o conselho em assembléia. Parece que essas mulheres são membros de certas poderosas forças de imprudentes invasores cujo país se encontra a oeste de Suern. Esses grupos insensatamente guerrearam contra a terrível Suern.

Eles nunca tinham experimentado, nem visto outros experimentarem, a ira e o PODER com que Incal reveste Seus filhos de Suern, uma ira que devasta os inimigos como a foice sega o trigo. Ora, Ernon tem um país fértil, e esses selvagens ignorantes ambicionavam possuí-lo, e por isso declararam guerra a Ernon. A isso Ernon respondeu que não aceitava; que aqueles que o atacassem com arcos e viessem vestidos de couraças seriam enfrentados por ele e muito se arrependeriam, visto que Jeohvah como os Suerni preferiam chamar Aquele que denominamos Incal, o protegeria e ao povo de Suern, sem luta e sem derramamento de sangue. Diante disso os bárbaros responderam com linguagem arrogante, declarando que invadiriam aquela terra e destruiriam seu povo pela espada.

Então eles reuniram um grande exército, de muitos milhares de combatentes e acompanhantes, os quais, liderados por um destemido Astiki (Príncipe), arremeteram para o leste vindos pelo sul, para devastar o reino de Suern. Mas espera – há alguém nesta sala que sem dúvida poderá te dizer mais e melhor do que eu. Mailzis!” – disse ele ao seu criado particular - “traz à minha presença aquela estrangeira de pele clara”. Mailzis obedeceu e a estrangeira que eu tinha visto ao entrar no salão do príncipe levantou-se com uma atitude leve e graciosa que despertou minha admiração. Alisando a roupa calmamente, sem absolutamente se comportar como alguém que obedece a ordem de um superior, aproximou-se de Menax.

Levantando-se com deferência, o príncipe disse: “Senhora, farieis a gentileza de repetir o que narraste ao meu soberano? Sei que tua história é muitíssimo interessante”. Enquanto ouvia essas observações a estrangeira não olhou para o príncipe e sim para mim. Seus olhos tinham se fixado em meu rosto, não ousadamente mas com profunda atenção, embora sem ter consciência da fixidez de seu olhar. Seja como for, havia nele um tão grande poder magnético que tive de desviar os olhos, estranhamente intimidado, sentindo que continuava a ser observado a despeito disso. Ocorreu-me que ter respondido na língua poseidana indicava que ela possuía uma boa educação.

“Se te for agradável, Astika, que eu o faça, então será agradável para mim também”, disse ela. “Terei prazer em repetir a história para o jovem a quem tratas com favor. Entretanto preferiria que tua jovem filha não permanecesse aqui” – disse ela a meia-voz, com um olhar de antagonismo para Anzimee que estava sentada perto de nós, aparentemente ocupada em ler um livro, mas sem fazê-lo realmente, em minha opinião. O laivo de ciúme na voz da estrangeira não foi percebido por Menax, mas o foi por Anzimee, que se levantou e deixou o salão.



Desgostou-me esse ato e me ressenti do que o causara, o que a Saldu (n.t. da tribo Saldeia, que mais tarde na história humana seria conhecida como Caldeus) percebeu de imediato, mordendo o lábio, vexada. “Não deve ser agradável ficar de pé; senta-te aqui à minha direita e tu, Zailm, muda de lugar e senta à minha esquerda”, disse Menax, voltando a se acomodar no divã. Quando todos estavam devidamente sentados, mostramo-nos prontos para ouvir a narrativa. Nesse momento Mailzis, o criado, aproximou-se respeitosamente e, quando perguntado sobre o que desejava, disse: “É da vontade de teus oficiais e das senhoras do astikithlon também ouvir o relato.”

“Concedido; podes também conduzir o naim até aqui, perto de nós, para que o escriba dos Registros anote tudo.” Tendo recebido permissão, os peticionários logo estavam acomodados à nossa volta, alguns em assentos baixos e os mais altos oficiais que tinham mais familiaridade com o príncipe se estenderam de lado, apoiando-se no cotovelo, nos ricos tapetes de veludo que cobriam o chão, na frente de Menax. (…)

Continua no XI Capítulo…

Mais informações sobre ATLÂNTIDA em:
http://thoth3126.com.br/uma-vida-em-atlantida/
http://thoth3126.com.br/atlantida-restos-de-uma-imensa-cidade-encontrada-na-costa-de-cuba/
http://thoth3126.com.br/a-historia-secreta-do-planeta-terra/
http://thoth3126.com.br/atlantida-o-continente-perdido/
http://thoth3126.com.br/bimini-road-atlantida-misterios-nao-resolvidos-do-mundo/
http://thoth3126.com.br/atlantida-triangulo-das-bermudas/
http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade/
http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade-parte-2/
http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade-parte-3-final/

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Reivindique o seu eu autêntico

SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

15 de Novembro de 2014.

Tradução: Regina Drumond


Foto: Reclaim your Authentic SelfYou are being called to remember who you truly are. You are being called to reawaken the god/goddess within you and be your authentic self. Take a moment, take a deep breath, and allow your true self to awaken and emerge. Release any thoughts of others expectations of who you should be, or expectations on yourself of who you think others want you to be and allow yourself to breathe and be free. This will help you to reclaim your personal power and gather your forces and break through this next phase of your expansion and growth. This is a time to allow your spirit to be free. Find a safe haven that allows for you to not worry or think about anything other than just being free in that moment. Be free in that moment to simply BE - be free to dance under the moon light, free of dogma, free of political correctness, free of family and relationships, free to just BE. Enjoy these moments of freedom and commit to a regular time-out from all of the world and just BE. This is a gift that will help you to expand and understand who you are, who you are becoming, and helps you to find peace in your world. Affirmation: "I AM FREE. I am free to be ME. I am free to just BE. I am SIMPLY FREE to BE ME."And so it isYou are dearly loved and supported, always, the angels and guidesThank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,DěkujiUniversal Copyright ©2014 by Sharon Taphorn All rights reserved.Please share articles as long as copyright and contact info are always included and the message is complete and credit is given to the author.www.playingwiththeuniverse.com♥♥♥Você está sendo chamado a lembrar quem você realmente é. Você está sendo chamado para despertar o deus/deusa dentro de você e ser o seu eu autêntico. Reserve um momento, respire profundamente e permita que o seu eu verdadeiro desperte e se manifeste. Libere todos os pensamentos de expectativas de outros de quem você deveria ser, ou expectativas sobre si mesmo de quem você acha que os outros querem que você seja e se permita respirar e ser livre. Isto irá ajudá-lo a recuperar o seu poder pessoal e reunir as suas forças e romper esta próxima fase de sua expansão e do seu crescimento.

Este é um momento para permitir que o seu espírito seja livre. Encontre um refúgio seguro que lhe permita não se preocupar ou pensar em outra coisa que não seja apenas em ser livre neste momento. Seja livre neste momento para simplesmente SER – seja livre para dançar sob a luz da lua, livre de dogmas, livre do politicamente correto, livre de relações familiares, livre para apenas SER. Aprecie estes momentos de liberdade e se comprometa com uma pausa regular de todo o mundo e apenas SEJA. Este é um presente que irá ajudá-lo a se expandir e a compreender quem você é, quem você está se tornando e o ajudará a encontrar a paz em seu mundo.

Afirmação: “EU SOU LIVRE. EU SOU LIVRE PARA SER EU. EU SOU LIVRE PARA APENAS SER. EU SOU SIMPLESMENTE LIVRE PARA SER EU.”

E assim é.

Você é ternamente amado e apoiado, sempre.

Os Anjos e Guias

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Pensamento do Dia - 15.11.2014

Sathya Sai Baba 



“A flor tem muitas pétalas. 
 
Essas pétalas parecem distintas umas das outras. 
 
Mas todas as pétalas surgem a partir do mesmo pedúnculo único. 
 
O pedúnculo é a sede do Atma, a partir do qual as pétalas emanaram. 
 
Mas vemos a flor como um objeto único. 
 
A flor é uma, mas as pétalas são muitas. 
 
A mesma analogia é aplicável ao número infinito de ondas provenientes do oceano. 
 
As ondas são muitas e distintas. Mas elas são do mesmo material que o oceano. 
 
A partir das ondas surge a espuma, que tem as mesmas propriedades que as ondas do oceano, ainda que diferentes em forma e nome. 
 
Todos são baseados no oceano. 
 
Essa é a base lógica para Advaita (filosofia do não-dualismo). 
 
O Atma é a base de tudo. Ignorando essa verdade as pessoas perseguem os objetos efêmeros inumeráveis do mundo fenomenal, mas no final todos chegam a realização do Princípio do Atma.”


Fonte: http://www.sathyasai.org.br/
Canal Youtube: Sai Love


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UMA ONDA DE PODER


SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

14 de Novembro de 2014.

 Tradução: Regina Drumond

 

 
Foto: A Wave of PowerFeel inspired and get ready to catch this next great wave of power, energy, and opportunity. To work with this surge of natural energy, you need to spend all of your precious time focused on action. Seek out and optimize the power of the natural cycles, as a great wave of power is gathering. You can catch this wave and find yourself rise up and travelling at a great pace through the many changes you have long sought for your life.You are a part of this natural cycle of life. This is not a time of inertia or what will be, this is a time to make a plan and set the course, gather your strength and truly exert yourself. In doing so, you will be on this wave, working with it, riding it, gracefully and with style that only you possess. It is your choice. This great and powerful energy must not be wasted! This is the time you have been waiting for so dive in, paddle, swim, just keep moving and get ready to take off into your self-chosen life. This is a time to harness the energy, directing your will, and knowing what you want. The power is gathering. It will soon be here. Decide now what it is you want - for you can now move in the direction of your dreams, and succeed, at an amazing rate. Rise Up!And so it isYou are dearly loved and supported, always, the angels and guidesThank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,DěkujiUniversal Copyright ©2014 by Sharon Taphorn All rights reserved.Please share articles as long as copyright and contact info are always included and the message is complete and credit is given to the author.www.playingwiththeuniverse.com♥♥♥
Sinta-se inspirado e prepare-se para alcançar esta próxima grande onda de poder, de energia e de oportunidade. Para trabalhar com esta onda de energia natural, você precisa passar todo o seu precioso tempo focado na ação. Procure otimizar o poder dos ciclos naturais, pois uma grande onda de energia está se formando. Você pode alcançar esta onda, e viajar em um grande ritmo através das muitas mudanças que têm buscado para a sua vida.
Você é uma parte deste ciclo natural da vida. Este não é um momento de inércia: este é um momento para fazer planos e definir o curso, reunir a sua força e se empenhar  realmente. Ao fazer isto, você estará nesta onda, trabalhando com ela, navegando nela, com a graça e o estilo que somente você possui. A escolha é sua. Esta energia grande e poderosa não deve ser desperdiçada! Este é o momento pelo qual esteve esperando, assim, mergulhe, reme, nade, mantenha-se em movimento e se prepare para decolar em sua vida escolhida.
Este é um tempo para aproveitar a energia, direcionar a sua vontade e saber o que quer. A energia está aumentando. Em breve estará aqui. Decida agora o que você quer – pois agora você pode se mover na direção dos seus sonhos e ser bem sucedido, em um ritmo surpreendente. Erga-se!
E assim é.
 
Você é ternamente amado e apoiado, sempre
 
Os Anjos e Guias
 
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ALÉM DA ZONA DE CONFORTO

MENSAGEM DOS ANJOS 

com Ann Albers

15 de Novembro de 2014.

 Tradução: Regina Drumond


Algumas vezes, você se vê de forma diferente quando se afasta da sua zona de conforto.

Embora nós lhes desejemos uma jornada feliz e confortável na Terra, há momentos em que há um grande benefício em se afastar do que é confortável e “seguro” em sua própria mente. Há momentos em que algo parece certo, soa bem, está bem, mas requer que vocês se percebam de modo diferente, que dancem com a vida de forma diferente, ou que se abram para uma perspectiva diferente.

Como vocês dizem em sua Terra: “Se vocês fizerem somente o que sempre fizeram, alcançarão somente o que sempre alcançaram.” Vocês são bem mais capazes, bem mais inteligentes, bem mais engenhosos, muito mais belos e mais capazes de amar do que poderiam imaginar. Vocês têm uma força em vocês, originada no coração de Deus. Vocês têm uma luz em vocês que nasce do próprio amor. Vocês têm acesso a todas as informações no universo, se não diretamente, bem então, e nós rimos daqui... em seus tempos modernos... através de sua Internet.

Permitam-se sonhar com a vida além do que acham que podem ter. Permitam-se tentar coisas de que não estão seguros se podem realizar. Sejam como crianças e entrarão no reino dos céus, aí em sua Terra, pois uma criança vive somente no momento, dançando com prazer e sem se preocupar se o caminho em que elas embarcam dará ou não certo.

Nós os incentivamos a pensar em uma coisa que gostariam de fazer, mas com o que não se sentem confortáveis. Talvez saírem para jantar sozinhos. Talvez fazer uma viagem da qual tenham receio. Talvez, falar diante de outras pessoas, fazer uma refeição para alguém que amam, ou darem uma aula sobre algo de que não têm certeza de que tenham algum talento. Permitam-se no futuro próximo se afastar um pouquinho pelo menos de sua zona de conforto... pois é ao fazerem isto que descobrirão que há muito mais em vocês do que poderiam sequer ter imaginado.

Deus os abençoe! Nós os amamos muito.

Os Anjos

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br



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ARCANJO GABRIEL - 14 DE NOVEMBRO DE 2014

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL

DE 14 DE NOVEMBRO DE 2014

Canalizado por Shelley Young



Queridos, vocês estão no planeta para fazer a diferença.

Seu superpoder é o amor.

Arcanjo Gabriel



Arcanjo Gabriel através de Shelley Young
Facebook: Trinity Esoterics
Twitter: @trinityesoteric

Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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CRIADOR – APENAS É

APENAS É

Por Jennifer Farley

14 de novembro de 2014




Você é porque você é.

É porque é.

Questionar isto faz parte da natureza humana, o exercício do livre arbítrio que lhe foi dado.

Use-o e ame seu lado humano por causa dele.

Criador




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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Sondagens de profundezas antes inacessíveis, acontecem em todos os habitantes de Gaia..

Gaia Portal - 14.11.2014

Através de Éire Port

Tradução:  Candido Pedro Jorge

 

 


Sondagens de profundezas antes inacessíveis acontecem em todos os habitantes de Gaia, na medida em que ondas cósmicas aumentam de intensidade e frequência.


Alternativas são diminuídas. Prioridades estão em primeiro plano.


Consciência da Matiz-manidade continua a aumentar, seguida da consciência hu-manidade.


Pontos de entrada ainda não são sentidos pela hu-manidade, embora os resultados sejam evidentes. Matiz-manidade está consciente e se alinha na direção energética de entrada.

Padrões são elevados, na medida em que o Sagrado é desvendado.



Fonte: http://gaiaportal.wordpress.com/
Em: Sementes das Estrelas