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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Recupere o Aspecto Sagrado de sua masculinidade.

SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

18 de Novembro de 2014.


Foto: Reclaim the Sacred Aspect of your MasculinityEmbrace the masculine divine. The idea of masculinity has been corrupt for a long while and is sometimes seen as controlling and often cruel. Remember that this is a vision of times past and now it is time for the masculine energy to redefine itself to be all that it can be. Use the strength of the masculine - your powerful nature and your assertiveness with the beauty, the vulnerability, and the sensitivity of the feminine and find that balance and feel whole once again. You will conquer the great divide and find that wholeness that is been lacking for some time as you have been forced to look outside of yourself for that balance. It is now time for you to search within and know that it is okay nurture your emotional self and heal the wounded gods and goddesses.  It is necessary for everyone to reclaim the sacred aspects of the self. To recreate the role of and encourage a healthy masculine side that is unique and encouraged, supported, and listened to. It is time to reconnect with your true nature and change the stereotype paradigms for all males, females, heterosexuals, homosexuals, and everysexuals. It is time to truly honour the expression of your true selves and this includes all of your aspects and reconstructs the culture of masculinity to be a full and authentic experience and celebrate the masculine. Men are sensitive. Men are sacred and offer us all powerful insight. Reshape your form and express who you truly are, not who you were taught to be.  And so it isYou are dearly loved and supported, always, the angels and guidesThank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,DěkujiUniversal Copyright ©2014 by Sharon Taphorn All rights reserved.Please share articles as long as copyright and contact info are always included and the message is complete and credit is given to the author.www.playingwiththeuniverse.com♥♥♥
Aceite o masculino divino. A idéia da masculinidade tem sido deturpada por um longo tempo e é, às vezes, vista como controladora e, muitas vezes, cruel. Lembre-se de que esta é uma visão do passado e agora é o momento para a energia masculina se redefinir, para ser tudo o que ela pode ser. Use a força do masculino – sua natureza poderosa, a sua positividade com a beleza, com a vulnerabilidade e a sensibilidade do feminino, e encontre este equilíbrio e se sinta pleno novamente. Você irá conquistar a grande divisão e encontrará esta plenitude que esteve faltando por algum tempo, pois você foi forçado a procurar fora de si mesmo este equilíbrio. Agora é o momento de você procurar interiormente e saber que não há problema em nutrir o seu eu emocional e curar os deuses e deusas feridos.

É necessário que todos recuperem os seus aspectos sagrados para recriar o papel e incentivar um lado masculino saudável que é único e incentivado, apoiado e atendido. É o momento de se reconectar com a sua verdadeira natureza e mudar os paradigmas estereotipados para todos os homens, mulheres, homossexuais e heterossexuais.

É hora de honrar realmente a expressão de seus eus verdadeiros e isto inclui todos os seus aspectos e reconstrói a cultura da masculinidade como uma experiência plena e autêntica. Celebre o masculino. Os homens são sensíveis. Os homens são sagrados e nos oferecem insights poderosos. Remodele a sua forma e expresse quem você verdadeiramente é, não quem você aprendeu a ser.

E assim é.

Você é ternamente amado e apoiado, sempre

Os Anjos e Guias


Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie,Спасибо,Obrigado,谢谢, Dank, 謝謝,Chokran,Děkuji,Kiitos

Direitos Autorais Universais©2014 por Sharon Taphorn

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br


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MARIA E GABRIEL – A INTERDIMENSIONALIDADE

A INTERDIMENSIONALIDADE

Mensagem da Amada Maria 

e do Arcanjo Gabriel

Canalizada por Elsa Farrus

Em 18 de novembro de 2014




São muitos os esquemas mentais que lhes são concedidos para a interdimensionalidade, mas na realidade é somente um estado de consciência quando seu interior se alinha além dos fatos com as realidades presentes.

Amada filha, você está pensando em como alcançar e lidar com uma nova realidade interdimensional quando, na realidade, não é algo externo e sim a consciência pessoal de pertencer a tudo ao mesmo tempo e de ser você em todos os tempos.

Interdimensionalidade não significa em nenhum momento ir de um plano de consciência para outros, significa estar consciente de que todos os planos fazem parte de você mesmo e cada escolha, experiência e consciência que Eu Sou alcança todos esses planos de existência de uma só vez.



Significa que todos os futuros e passados são um em si mesmos e se estruturam em função das criações de cada ser como uma rede imensa de cenários para viver e crescer.

Todos eles têm pontos de inflexão, a física sabe que em algum ponto do espaço tempo se produzem pontos de conexão e vocês também que agora se trata de verdade e que vocês sabem que não precisa alcançar os pontos de inflexão e sim de vibrar tão solidamente que o ponto de inflexão seja vocês mesmos e no momento real dessa inflexão na tomada de consciência de uma realidade, aí se realiza a união entre planos paralelos e a distribuição da onda de forma, “o que chamariam de informação ou experiência” que nutre todo seu corpo fractal, o DNA cósmico ou memória celular.

Vocês são os catalisadores desse ponto de transformação pessoal, não do externo, e sim do interno.
Se vocês deixam que aconteça, se se concentram em vibrar internamente, vocês veem como as realidades energéticas se transformam incluindo as mais dramáticas.
O que vocês costumam chamar de milagres, na realidade, são transformações internas que permitem entrarem novas realidades que a mente humana não podia imaginar e que, por outro lado, a mente universal alinhada ao coração, sim, pode criar da unidade do coração e da mente, da união céu terra, ou seja, do chakra estrela da alma unido ao sexto chakra, unido em luz o da base até o chakra estrela da alma.



Este pilar interno de luz lhes permite alinhar o eixo prânico em unidade interna abrindo posteriormente o chakra do coração que repartirá o fluxo criado em vocês para impregnar todo o campo eletromagnético de seus corpos físicos...

Vocês estão sendo banhados em plena energia para alcançar esse pilar interno cheio de paz e de equilíbrio.
Vocês podem trabalhar essa conexão com a respiração, visualizando-a com o raio magenta, o branco, o rosa ou o malva.
Todos eles unidos ao dourado lhes abrirão a consciência de unidade, mostrando aquelas características mentais que ainda os afastam de vocês mesmos, em aparência, pois dentro de todo ser há unidade infinita.

Nós somos um com vocês e com o seu ser.
O que vivem e experimentam é vida em nós e em vocês porque todos nós crescemos juntos nesta grande viagem chamada universo em que todos nós vivemos ao mesmo tempo em infinitos planos de existência, sem um superior nem um inferior, apenas com o amor mais profundo pela capacidade de existir.

Por isso, em todas as disciplinas energéticas o poder respirar e tomar consciência de algo cria uma ponte direta que transforma o trajeto entre passado e futuro, criando uma nova trajetória mais completa para experimentar.

Obrigado, amados.
Feliz viagem de volta ao Lar e feliz reencontro com o seu maior motor, o chakra do coração que doeu em tempos, mas que agora cresce e se reabilita como nunca.
Um abraço, irmãos, do sol de Alcyon,
Sananda, Melquisedeque, Maria e Gabriel.



Obrigada a todos por compartilhar esta canalização quando sentirem.
Feliz dia a todos.
Elsa.




Tradução: Blog Sintese http://blogsintese.blogspot.com


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ARCANJO GABRIEL - 17 DE NOVEMBRO DE 2014

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL

Canalizado por Shelley Young




Você se priva de se comprometer totalmente com as suas criações “só por prevenção”?
Você tem uma atitude de esperar para ver e de esperar as coisas se provarem para você?
Você percebe que fazer isso realmente limita seu sucesso?

Tal abordagem é como ir a uma corrida para ver que velocidade seu carro atinge e então decide pela velocidade em que você normalmente dirige.
Você eficazmente terá controlado sua experiência, mas você realmente jamais conhecerá a potência de seu carro.
Você teria se limitado a muito menos do que o potencial total.

Sua mente frequentemente somente vê potencial no reino do que já foi alcançado.
Você é muito mais do que você já conseguiu!
As pessoas de maior sucesso em seu planeta são as pessoas que se comprometem totalmente, que se atiram de coração aberto nas experiências, autorizando-se espaço e tempo para desenvolver e expandir totalmente os maiores potenciais e então criar novamente além disso!
Elas sempre estão descobrindo mais e mais sobre o que elas podem fazer e o que é possível.

Queridos, vocês não vão finalmente permitir-se descobrir sua própria grandeza e potencial e se tornar os grandes inovadores de suas próprias expressões de vida?

Arcanjo Gabriel



Arcanjo Gabriel através de Shelley Young
Facebook: Trinity Esoterics
Twitter: @trinityesoteric

Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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CRIADOR – LIVRE-SE DA ESCRAVIDÃO

LIVRE-SE DA ESCRAVIDÃO

Por Jennifer Farley

17 de novembro de 2014




Quantas vezes você passou seu dia esperando ser pago?

A expectativa de compensação é quase subconsciente, mas ela está aí.

Um “obrigado” espera um “de nada”, uma gentileza espera uma gentileza em troca.

E se apenas por um dia você passasse sua existência sem expectativas?

Quando o Universo envia seu amor, ele não espera nada em troca: o próprio ato de amar é o pagamento suficiente.

Quando você se livrar da escravidão da expectativa, seu mundo inteiro irá mudar para melhor.

Criador




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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Benjamin Fulford - 17.11.2014

Reunião do G20 foi uma derrota total para a cabala, com as famílias criminosas Bush e Cohen em paradeiro desconhecido.

Tradução: Candido Pedro Jorge

 

 

Dizem varias fontes que foi só a reunião do G20 terminar na Austrália e se tornar uma derrota total para a cabala e sua agenda. A quadrilha tentou usar a Ucrânia como uma desculpa para iniciar uma guerra contra a Rússia, numa forma de reconstruir as economias ocidentais e se manter no poder. No entanto, em vez disso, os franceses, britânicos e alemães abandonaram norte-americanos controlados pela cabala e juntaram-se a grande maioria do planeta para apoiar uma iniciativa dos BRICS de um novo plano Marshall para o planeta, dizem as fontes. As tentativas de inflamar o sentimento de guerra usando a Ucrânia e ISIS, não deu em nada com a maioria dos líderes mundiais.


Os encontros dos BRICS e APEC na semana passada terminaram focalizando a parada da evasão fiscal por parte de empresas multinacionais, do aumento de recursos para o combate à pobreza e acabar com a destruição ambiental.


Além disso, os militares dos EUA estão em estado de choque e desmoralizados, depois que um barco de guerra americano da “classe Aegis”, foi convertido num pato aleijado no Mar Negro, no início deste ano, de acordo com relatos franceses e outros.


http://www.voltairenet.org/article185860.html


Como explicou um general russo: "Quanto mais complicado é um sistema eletrônico, mais fácil é de interferir com ele." A implicação óbvia aqui é que grande parte do equipamento militar altamente informatizado dos militares dos EUA pode ser eletronicamente interferida, tornando-se tão perigosa quanto refrigeradores. Como se houvesse tornado na historia de Arthur C. Clarke de 1951, "Superioridade", sobre um exército que perdeu devido a sua dependência de equipamentos de alta tecnologia não testada. Essa história costumava ser leitura obrigatória para os oficiais militares norte-americanos.


Em qualquer caso, os russos e os outros estão dizendo que, quando a Marinha russa estacionou uma frota perto da reunião do G20, na Austrália, os norte-americanos estavam demasiado temerosos de enviar sua própria frota para responder.


A loja franco maçônica P2 e o Pentágono disseram que não foi só isso, mostrando aos lideres mundiais evidência detalhada, que os incidentes dos vôos 370 e 17 da Malasyan Airlines, foram chantagens nucleares realizadas pelas famílias mafiosas, Bush e Cohen da Flórida. O Pentágono reagiu a estas revelações, realizando outra reestruturação de suas forças nucleares, a fim de deter qualquer (ataque de) terrorismo nuclear de Bush/Cohen.


De acordo com fontes da loja P2, os Estados Unidos agora são administrados por sete famílias criminosas. Dessas famílias, as famílias Bush e Cohen são que agora se interpõem entre as pessoas do mundo e a liberdade.


A facção intransigente da cabala Bush/Cohen, está agora reduzida a alguns escravos, como primeiro-ministro Abe do Japão, Abbott da Austrália e para grande pesar deste escritor, Harper do Canadá.


Abe voltou ao Japão apenas para se encontrar com um motim contra ele, dentro dos partidos governantes, Liberal Democrata e do partido Komeito, segundo fontes da direita japonesa. A facção contra Abe vazou noticias de uma eleição geral prevista para Dezembro, enquanto o próprio Abe tem lutado com unhas e dentes para impedir que isso aconteça, dizem. A coalizão governista está dividida entre duas grandes facções e a facção pró Abe está perdendo apoio rapidamente.


Os últimos índices econômicos mostram que a economia do Japão contraiu-se em 1,6% anuais, no trimestre julho a setembro. Isso significa que o Japão está oficialmente em recessão e que o “Abenomics” tem sido um fracasso. Na verdade, o “Abenomics” tem sido nada mais do que saques em massa dos fundos de pensões do Japão e outros ativos financeiros, destinados a apoiar a cabala dos EUA. Se Abe for removido, o jogo acaba para a facção nazi-sionista Bush/Cohen. É por isso que se espera que hajam duras lutas internas no Japão nas próximas semanas.


Também é interessante observar que um alto funcionário do Mossad foi enviado a Tóquio na semana passada para se encontrar com um representante da Sociedade do Dragão Branco. Este agente estava completamente fora de contato desde o ataque terrorista nuclear com tsunami de 11 de março de 2011, contra o Japão. Foi imediatamente depois deste ataque terrorista que o primeiro ministro de Israel, Benyamin Netanyahu telefonou para primeiro ministro japonês Naoto Kan, exigindo que o Japão entregasse todos seus ativos em títulos do Tesouro dos EUA. Se não fizesse, Netanyahu ameaçou destruir todos os reatores nucleares do Japão. Kan entregou judicialmente os certificados do tesouro e suponho que a cabala pensou que tivesse saído vitoriosa.


Estavam equivocados. Disseram ao agente do Mossad que Netanyahu e os outros indivíduos responsáveis por esse ataque teriam de enfrentar um processo criminal. A ele também foi dito que não seria nenhum pogromo (assassinato em massa de judeus), mas que a seção da população judaica com alto nível de lavagem cerebral teria que ser reeducada com base em fatos históricos reais.


O fato é que o hebraico e o iídiche são línguas germânicas da Europa Central e não idiomas do Oriente Médio. As únicas pessoas no antigo Oriente Médio que falavam uma língua indo-europeia foram os Hicsos que adoravam uma cabra com uma cauda bifurcada. Essa é a imagem que agora associamos com Satanás. O povo da Judéia cuja história a Torá conta, falava aramaico.


O Hicsos invadiram e governaram o Egito durante um tempo e quando foram expulsos, levaram um bando de escravos egípcios. As implicações aqui, claramente dizem que durante milênios, os judeus têm sido escravos inconscientes de um culto ancestral de adoração ao Satanás dos Hicsos. O agente do Mossad disse que uma vez que os judeus soubessem disso, finalmente seriam libertados de milênios de escravidão.


O agente do Mossad também perguntou por que presidente dos EUA, Barack Obama era tão anti-Israel. Foi-lhe dito que Obama era apenas um porta-voz do exército norte-americano. Foi explicado a ele que os militares dos EUA estavam com raiva por coisas tais como o 11.09.2001 e do incidente com o USS Liberty.


http://en.wikipedia.org/wiki/USS_Liberty_incident


As facções hicsos/satanistas estão agora sendo expurgadas na Inglaterra e no Vaticano, de acordo com várias fontes. O Papa Francisco removeu milhares de padres pedófilos do Vaticano, saneou o banco do Vaticano acabou com sua influência nessa organização.


Na Inglaterra, histórias que costumavam estar na periferia das chamadas "teorias da conspiração", agora estão aparecendo em jornais e até mesmo na BBC. São histórias falam sobre uma rede de pedofilia repleta de políticos, militares e outras figuras de alto escalão matando e estuprando meninos.


http://www.dailymail.co.uk/news/article-2835236/Was-Westminster-block-flats-scene-sex-parties.html


http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/crime/11234001/Tory-MP-murdered-boy-at-orgy-abuse-victim-claims.html


A Scotland Yard está investigando e prisões em massa são esperadas, dizem funcionários do MI5.


Quando estes mesmos tipos de incidentes forem processados nos Estados Unidos e no restante da UE, então o horror perpetrado por estes membros de seitas, finalmente chegará ao seu fim.


Por ultimo, a este escritor foram oferecidas passagens de primeira classe para ir ao Reino Unido testemunhar no julgamento de Michael Shrimpton, sobre as ameaças terroristas nucleares aos Jogos Olímpicos de Londres de 2012. No entanto, fui advertido por um telefonema de Londres, que o julgamento poderia ser uma armadilha preparada por Tony Blair e outros asseclas de Bush no Reino Unido.



Fonte primária: http://benjaminfulford.net
Fonte secundária: BenjaminFulfordCastellano
Em: Sementes das Estrelas 


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Hilarion, 16/11/2014

Através de Marlene Swetlishoff 

16 a 23, Novembro, 2014 

 

Amados,

Cada um de vocês está passando por um processo de auto avaliação e reavaliação. Vocês estão observando todos os padrões, acrescentando algo ou não, observando, quais deles necessitam ser substituídos por algo que seja mais útil, para o caminho que estão trilhando agora.

Em todas as coisas, isso é uma questão de equilíbrio, não existindo a necessidade de desistir de algo que gostem, sendo indulgentes ocasionalmente, apenas permaneçam conscientes de que vocês têm o desapego necessário de cair fora, enquanto é tempo.

O descenso das energias está fazendo emergir áreas, as quais, vocês poderiam não querer olhar necessariamente com objetividade, até esse ponto.

O Amor é a resposta nessas circunstâncias, o entendimento e a compaixão para algumas necessidades subjacentes que querem ser conhecidas e encontradas.

Os conceitos de certo e errado, julgamentos e críticas, culpa e vergonha- todos esses são percepções humanas que foram assimiladas por seus processos de pensar, desde os tempos pelos quais vocês chegaram a esse mundo, como uma criança inocente e totalmente aberta, pronta para experimentar todas as maravilhas da vida nesse planeta, em todas as suas muitas variações.

O prospecto de desistir daquelas coisas que estiveram no caminho de plena e total integração com os seus aspectos mais elevados é uma decisão difícil. Isso é onde a visualização do ponto final naquilo que vocês desejam experimentar é muito útil para vocês, e isso pode ser feito muitas vezes, a cada dia.

Isso irá ajudá-los a recordarem os seus propósitos mais elevados, à medida que vocês continuarem a progredir na maestria dos elementos que comprometem a experiência humana.

À medida que vocês trabalharem sobre o refinamento da dualidade, não permitam que isso seja tão pesado, fazendo com que vocês percam as suas perspectivas.

Dê um tempo e tirem um tempo, para as frequentes interrupções, pausas, vindas dos seus esforços dedicados. Quando vocês fazem isso, retornam refrescados, revitalizados e regenerados, preenchidos com entusiasmo renovado e paixão por seus projetos e metas.

O seu fogo interno que aspira pela grandeza do espírito e criação queima largamente, mais uma vez, movendo-os para frente, em suas questões nobres, na busca por um significado mais elevado para a vida.

Aproveite dos benefícios de tudo aquilo que vocês criaram, saboreando-os. Vocês sabem que conseguem criar mais, e vocês estiveram aprendendo como dar, e agora estão aprendendo a receber, mantendo o fluir das energias movendo-se através das suas vidas.

Aprecie tudo aquilo que vocês manifestaram em suas vidas e busque estar em equilíbrio com tudo isso.

Celebre a vida e todo o infinito potencial que cada dia lhes traz, no que tange a todas as maravilhas que vocês estão dando.

Vocês têm tudo que necessitam para estarem contentes sentindo-se preenchidos, e existe sempre mais do que uma opção disponível para vocês, para poderem se mover para frente.

Vocês simplesmente precisam olhar por diferentes ângulos e perspectivas, para descobrirem novas possibilidades para as suas vidas. À medida que vocês abrem a sua mente e coração, irão ver o potencial ilimitado que reside no interior de vocês. A próxima etapa em suas jornadas é a rendição de sua vontade humana para a vontade divina com uma abertura de coração maior.

Confiem em tudo que está sendo desvelado, mesmo tudo aquilo que estão experimentando, todas as ocorrências emocionais e físicas que acontecerem.

Permitam que o universo os nutra, e lhes dê suporte, sentindo a sua energia amorosa fluir através de vocês, abraçando-os.

Observem as suas mentes, observando as palavras que falam a cerca de vocês mesmos. Façam isso ser o seu objetivo: - tornarem-se o seu próprio e maior aliado e amigo.

Sejam gentis e compassivos, perdoando-se, à medida que vocês o são para com os outros que estão também atravessando as suas próprias iniciações, através das experiências. À medida que a pessoa desperta que está aqui na Terra, para prestar assistência para os outros, amar a si mesmo com compaixão e nutrição, ela percebe que isso é uma das maiores lições da sua alma nessa jornada de encarnação física.

Se vocês não têm as suas necessidades próprias, encontrá-las é mais difícil, do que dar-se, a serviço aos outros. À medida que vocês liberam de tudo que não lhes serve mais e daquilo que não os nutre mais, vocês estão criando um espaço para as suas habilidades interiores, dons e poderes para despertarem em seu interior. Sintam isso, à medida que vocês se tornam conscientes deles, começando experimentar a utilização deles.

Permitam que a sua luz interior e bondade brilhem, à medida que os seus tesouros internos e dons do espirito chegarem para as suas consciências. Os descensos de energia estão ajudando-os através desse processo de descobrirem o que está no interior de vocês. É importante permanecerem ancorados e limpos. Mantenham a sua vida diária o mais simples, organizada e despojada, o quanto lhes for possível, e deem a si mesmo tempos de quietude.

Até a semana que vem...

EU SOU Hilarion 
 


©2009-2014 Marlene Swetlishoff/Tsu-tana (Soo-tam-ah) Sustentadora das Sinfonias da Graça Tradutora e áudio Helena Renner http://youtu.be/nq5_jPSfV0c

Permissão é dada para compartilharem essa mensagem, desde que ela seja compartilhada sem se cobrarem taxas, estando incluído o nome da autora, os seus direitos autorais e os seus dois websites

www.therainbowscribe.com

www.movingintoluminosity.com

Grata por incluírem os websites acima ao publicarem essa mensagem.


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Jesus através de John Smallman - 16.11.2014

Imerso na ilusão, confiar no Amor parece ser insano. 

Jesus(1) através de John Smallman

Tradução: Candido Pedro Jorge


Aqui nos reinos espirituais, onde todosvocês também têm sua existência eterna, mesmo se estiver temporariamenteinconsciente dessa verdade, estamos observando com alegria o seu contínuo emagnífico progresso para o momento do seu despertar.

Como já dito tantas vezes e como repetidoagora, "não haverá atrasos"! O Plano de Deus está sempreperfeitamente no horário e no tempo, embora para vocês, que estão"aparentemente" limitados e bloqueados na ilusão, que têm seguido comesperança as várias mensagens edificantes retransmitida ao longo das eras pormuitas canalizações  de Santos, pareceque nada está mudando na Terra.

Muitos de vocês que têm experimentado o TEPT(transtorno de estresse pós-traumático) estão cientes de que ele pode serintensificado por pesadelos recorrentes de natureza bastante horrível, que éampliado, porque não há como escapar dele, mesmo durante o sono.

Para muitos, a ilusão é um pesadelosemelhante - no topo de qualquer novo TEPT que pode ter sido causado portraumas durante a sua atual vivencia na Terra - na medida em que vive, commuito pouco sinal de que seja apenas um pesadelo, parecendo tão real, com vocêsparecendo incapazes de despertar dele.

No entanto, consegue um pouco de descansoquando dorme, porque o seu Eu superior o retira de seu corpo por brevesperíodos de recuperação durante a noite, para que possa continuar na caminhadada vida humana que escolheu seguir dessa vez.

Sim, para muitos e vida em particular éintensamente estressante e perturbadora, porque parece ainda mais real do que asanteriores. Isso ocorre porque ao longo das eras acumularam muito carmanegativo, que precisa ser tratado e liberado neste período de vida, de modo quepossa mover-se em frente, para o seu despertar, como divinamente planejado eprevisto.

Quando escolheu esta encarnação emparticular, sabia que seria um trabalho muito duro, muito exigente e muitoestressante, mas com muita premeditação e alguma orientação extremamente sábiapara ajudá-lo em sua escolha, quando decidiu que era o melhor caminho para vocêeste momento agora e tendo que aceitar a amnésia, como parte do acordo não fezque isso se tornasse mais fácil.

No entanto, todos na Terra estão fazendoum excelente trabalho e seus enormes e mais eficazes esforços para trazercoletivamente a humanidade ao seu momento de despertar, onde terão maravilhososucesso.

Estão recebendo uma quantidadesurpreendente de ajuda de seus irmãos e irmãs nos reinos espirituais, com  a Luz do Amor queimando poderosamente nocentro mais profundo do suas Entidades Divinas individuais a nutrir e encoraja-losem suas caminhadas.

O não despertar não é nem uma opção ou mesmouma possibilidade remota. Mantenham-se lembrados desta verdade, especialmentequando se sentirem cansados, ou quando as dúvidas e ansiedades lhes flagelarem.Estão definitivamente conseguindo o que se propuseram a fazer e nada poderáimpedi-los de alcançarem seus objetivos.

Precisam manter se lembrando de que sãoimortais; Seres Divinos e perfeitos, criados por seu amoroso Pai, paradesfrutarem eternamente os dons em que se banhavam quando Ele os criou. Sãodons que lhes permitem criar, como Ele faz.

Sim, possuem o poder de criar! Ele oscriou e, em seguida, lhes deu toda parte ou aspecto de si mesmos. Fizeramiguais a Ele, de modo que puderam se envolver totalmente com Ele em todos osseus esforços criativos. Não existe hierarquia no céu, porque todos são UM.

É claro que, em seguida, usaram suasliberdades ilimitadas para construir um ambiente severamente limitado eimaginário, para jogarem seus jogos de separação, separação da Fonte que os mantémeternamente vivos e abundantemente bem. Não foi uma boa ideia.

Mas Deus sabia que iriam aprenderrapidamente que tinham sido imprudentes, ao descartarem os maravilhosos donsque Ele os tinha dotados, colocando-se num ambiente espartano, com restriçõesmuito apertadas em suas liberdades de movimento e que rapidamente começariam aprocurar o caminho de casa. Dons que estão a suas disposições para recuperá-lose que irão ajudá-los em suas jornadas para casa.

Não sendo mais capazes de andaremlivremente por toda a Criação, começaram a ficar irritados com seus próximos,culpando-se uns aos outros das situações em que se meteram - frio, umidade,fome e medo - tendo esquecido completamente que tinham feito neste ambientepouco acolhedor, com corpos fracos e débeis em que se encerraram.

Sim, a amnésia é parte da ilusão, umaparte que contribui para a sua realidade aparente. Se pudessem se lembrar deDeus e do Céu, a ilusão não iria funcionar e desejariam muito que funcionasse,até que ela se fez! Então aparentemente encontraram-se sozinhos, com frio,perdidos, confusos e assustados.

Esqueceram-se do Amor. Desejavamdesesperadamente o Amor, queriam ser amados porque se sentiram muito vazios enão realizados sem Ele. Entretanto tinham esquecido quem eram, só sabiam quealgo estava seriamente errado, algo de grande importância faltava, mas nãosabiam o quê. Entraram em relacionamentos, na esperança de encontrarem esteaspecto ausente da vida em si e que outros também procuravam em vocês.

Mas é claro que estava dentro de vocês,sempre esteve! Não fora, em alguém que pudesse ser persuadido a lhes dar. Mas estavacego para a Verdade e, em seus sofrimentos, ligaram-se a outros, ou se reuniramem grupos, como a finalidade de apoio mutuo e lutaram contra aqueles a quem viamcomo diferentes e, portanto, uma ameaça que deveria ser destruída.

Todos os seus guias espirituais pessoaise todas amorosas orientações nas canalizações com os mestres nos reinosespirituais, continuam dizendo que o caminho para sair da ilusão é abraçar o Amore somente o Amor. Não existe mais nada. Todavia, mesmo assim, muitos entrevocês têm problemas com esse "conceito".

Imersos na ilusão, onde confiar no Amorparece ser insano, algo como um convite aberto para os outros roubarem todos osseus bens materiais. Desse modo, quase todas as organizações empresariais doplaneta são criadas com a intenção expressa de destruírem-se outras empresas eassumirem seus domínios.

Entretanto, não existem bens mundanos!Qualquer coisa de natureza mundana, tudo o que tenha forma, substância física,existe apenas temporariamente e, assim que é feita ou construída, inicia-se oprocesso de sua decadência.

Parece que o Universo visível, existentea 13,7 bilhões anos é extremamente antigo, mas na verdade isso é apenas umpontinho, menos até do que um ou dois segundos, em comparação com a eternidade.É que, como seres humanos experimentam uma vida muito curta, que passa muitorapidamente e, em relação ao Universo, suas expectativas de vida são como nada,imperceptíveis no esquema maior das coisas.

Mas esse é precisamente o tipo deseparação que estavam procurando experimentar quando construíram a ilusão. E é impressionantetentarem imaginar seus lugares e importâncias – onde, certamente não querem serimportantes – num universo aparentemente vasto, em que cada um é uma pequena einsignificante partícula existente por um momento muito fugaz na enorme roda dotempo.

Então, estejam felizes, que tudo sejanada além de uma ilusão, uma ilusão que construíram para si mesmos e que acreditamnela! Se este não fosse caso, então seu futuro seria de fato desolador. Noentanto, não existe futuro, como não existe passado. Existe apenas o momentoeterno do AGORA em que toda a Criação Divina de Deus está eternamente presentena alegria infinita.

Seu destino inevitável é despertar evoltar a se envolver com a sua Fonte de Amor e experimentar a alegria indescritível.
Seu irmão amoroso, Jesus.


Em: Sementes das Estrelas 

(1) NR: Também é conhecido por Isa (Islão), Esu, Emanuel, Sananda, etc. (Espiritualidade) e Yeshua ou Jeshua.


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Sistemas estelares alinhados para a recepção de pacote final de onda Cósmica

Gaia Portal  - 17.11.2014 

Por Éire Port 

Tradução: Candido Pedro Jorge



Sistemas estelares alinhados para a recepção de pacote final de onda cósmica, anterior ao estabelecimento de protocolos de alinhamento da Nova Terra.


Pulsos de Novas Energias continuam em fases projetadas para aceitação hu-manidade e elevação da Matiz-manidade.


Padrões estelares mudam para se alinharem com as necessidades individuais da Entidade Gaia.


Nos termos da Lei da Unidade, sagrados são desvendados e revelados conforme o solicitado.



Sintonia com Eu Superior e Mente Superior é requerida neste momento.



Fonte: http://gaiaportal.wordpress.com/
Em: Sementes das Estrelas


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Os Cavaleiros Templários e a Arca da Aliança, parte 8

Os Cavaleiros Templários 

e a Arca da Aliança, 

capítulo 8

Posted by Thoth3126 on 18/11/2014

 



O que exatamente se sabia a respeito da antiga terra de Edom? Não somente a Bíblia, como também textos de países do Oriente Médio, além de Judá, referiam-se a ela. Ao examinar esses diversos relatos, a área descrita como Edom correspondia, grosso modo, à metade sul do Deserto de Negev, que em tempos bíblicos formava as partes habitadas ao sul e ao leste do Deserto de Sinai.

Ela, hoje, continua da mesma forma que no passado. Até onde os olhos alcançam, o sol bate impiedoso sobre rochas maciças e abrasadoras, em uma terra sem vida. Dia após dia, anos após ano, o solo arde sob o calor estonteante (n.T. uma grande diferença hoje é a existência da usina Nuclear de Dimona, onde Israel produziu e armazena cerca de 300 bombas atômicas).

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Livro Os Cavaleiros Templários e a Arca da Aliança, de Graham Phillips, Editora Madras – Capítulo VIII – O Vale do Edom

http://www.grahamphillips.net/ark/Ark_Intro.htm#Featured

8. O Vale de Edom

Nesse deserto seco e rochoso, com 200 quilômetros de comprimento e 200 quilômetros de largura, as temperaturas podem chegar a mais de quarenta graus na sombra. À noite, porém, a temperatura mergulha chegando a congelar o ar, e um frio cortante desce sobre o campo estéril. As Montanhas de Shara passam bem ao meio dessa devastação árida, e bem no meio delas, está o vale que outrora fora chamado de Vale de Edom. Alimentado por correntezas de montanhas frias e ladeado por altos penhascos, o lugar era um porto para a vida sofrida em terrenos mais hostis.

Hoje, embora o vale seja muito mais cheio de vida do que o deserto adjacente, não pode ser considerado um lugar fértil como há três mil anos, quando as pancadas de chuva eram mais constantes e inúmeros riachos alimentavam seu solo. Localizado cerca de vinte quilômetros dentro do que hoje é chamado de reino da Jordânia, o Vale de Edom tem aproximadamente oitocentos metros de largura por cinco quilômetros de comprimento. Embora toda a parte sul de Negev fosse conhecida como a terra de Edom, na época dos antigos israelitas, o reino dos edomeus era um domínio muito pequeno, centralizado sobre esse vale fértil.



Parece, então, que esse vale isolado era a terra da qual Moisés teve de pedir permissão para o rei de Edom deixá-los cruzar após criar a fonte milagrosa de água. Como o incidente acontecera em Horebe, e Horebe era um outro nome do Monte Sinai, tudo indica que uma das montanhas que circundavam o Vale de Edom era a misteriosa Montanha de Deus. Nos tempos antigos, uma importante rota de comércio passava bem ao meio do Vale de Edom, de leste a oeste. A rota ligava o Egito à África com o mundo árabe e o Oriente, e os edomeus que a controlaram por mais e mil anos até o século IV, prosperavam com as tarifas que cobravam.

O vale era uma fortaleza natural com trechos facilmente protegidos, e as entradas para a rota de comércio eram desfiladeiros tão estreitos em alguns lugares, que animais de transporte só podiam passar em fila indiana. De acordo com o relato do Êxodo, o incidente da fonte milagrosa aconteceu na “rocha em Horebe” (Ex 17:5-6), e do relato dos Números podemos deduzir que o mesmo incidente aconteceu em um lugar chamado Kadesh (Cades) — o lugar sagrado — na fronteira do reino dos edomeus (Nm 20:9-17). Se os israelitas tinham vindo do sul do Deserto de Sinai, teriam chegado, então, na fronteira do reino dos edomeus em um desfiladeiro que é hoje conhecido como Siq al Barid, que em árabe quer dizer “canal frio” e chamado apenas de Siq como abreviação. Se minha teoria estivesse certa, era ali que o Monte Sinai seria encontrado.

Ao viajar para o sul de Jerusalém de ônibus, cruzei a fronteira de Israel até a Jordânia para chegar logo em seguida na cidade de Elji, que fica na extremidade externa do desfiladeiro de Siq. Elji não era nada parecido com o que eu esperava. Havia imaginado um calmo e pequeno vilarejo, habitado por apenas alguns poucos fazendeiros locais e suas famílias. No entanto, o lugar era um espaço popular entre os turistas com hotéis e lojas modernas de presentes e lembranças.

Depois de me instalar em um dos hotéis, olhei pela janela do quarto em direção às montanhas que se erguiam dos dois lados da entrada do desfiladeiro. Em contraste absoluto com o deserto, suas rochas eram uma paisagem de cores: marrom dourado, amarelo, laranja e vermelho. Se estivesse certo, uma dessas duas montanhas tinha de ter sido Horebe, onde Moisés criara a fonte milagrosa. Qual das duas, eu imaginava, teria sido o verdadeiro Monte Sinai, a Montanha de Deus?

No dia seguinte, contratei um guia local chamado Abdul, que quase imediatamente disse algo que me deixou impressionado. O Vale de Edom é hoje chamado de Wadi Musa, que em árabe quer dizer “o vale de Moisés”. Era assim chamado, Abdul me disse, porque existia uma tradição dos beduínos locais de que tinha sido ali que Moisés criara a fonte milagrosa na história do Antigo Testamento. Eu achava que tinha sido muito esperto ao descobrir que o povo local acreditava nisso há anos. Na verdade, chegaram a construir um santuário no lugar exato onde acreditavam que o incidente tinha ocorrido, próximo à entrada do Siq. Chamada de Ain Musa — a Fonte de Moisés —, ela era uma pequena mesquita com uma cúpula erguida sobre um tanque retangular, ainda alimentado por uma fonte de água fresca.

A tradição de Ain Musa era de fato antiga, como descobri posteriormente.
Ela é confirmada pelo cronista árabe medieval Numairi. Numairi era um egípcio e sua crônica, datada do século XIII, ainda sobrevive na Biblioteca Nacional do Egito, no Cairo. Ao mencionar a aproximação de Petra, Numairi escreveu: No pé da montanha há uma fonte, que dizem jamais secar. As pessoas da região dizem que Moisés, o Profeta de Deus, que descanse em paz, a gerou com sua vara.


O deserto do Sinai

Se essa fonte fosse de fato a citada no relato do Êxodo — uma fonte surgiu em uma rocha “em Horebe” — ao que tudo indica, a montanha erguida acima
dela nada mais era que o próprio Monte Horebe. Do lado de fora do santuário,
avistei os altos penhascos de arenito que se erguiam diante de mim. Seria essa, de fato, a Montanha de Deus? Perguntei a Abdul se existiam quaisquer tradições que associavam a montanha ao Monte Sinai. Infelizmente, ele não conhecia nada a esse respeito. Entretanto, ele me disse que há muito tempo, ela fora considerada um lugar sagrado pelos beduínos da região. Era chamada de Jebel Madhbah — Montanha do Altar — porque havia um antigo santuário em seu pico, que tinha mais de três mil anos de idade.

O que me impressionou ainda mais, por tudo o que já sabia, era que nenhum estudioso bíblico, arqueólogo ou historiador que tentara buscar a Montanha de Deus parecia admitir a relevância do santuário de Ain Musa. Só podia supor que não haviam relacionado o relato do livro dos Números da criação da fonte milagrosa de Moisés, ao mesmo relato no livro do Êxodo. Abdul se ofereceu para me levar até Jebel Madhbah e me mostrar o santuário no cume da montanha. A única forma de chegar lá era por dentro da Wadi Musa, e o meio mais rápido para subir ao local seria à cavalo ou com um camelo.

Abdul tinha diversos cavalos à sua disposição, mas eu só havia cavalgado uma
única vez na vida e duvidava que fosse capaz de subir com o animal, e muito menos controlá-lo. No entanto, não foi tão difícil quanto imaginei; o animal parecia saber o que fazer e simplesmente seguiu o cavalo de Abdul e parou ao mesmo tempo que ele. Assim como para os antigos israelitas, o único caminho para entrar no Vale de Edom pela extremidade sul, evitando a rebocadura íngreme das montanhas, era através do Siq, que se estendia ao leste por quase dois quilômetros de rochas sólidas.

Essa rachadura profunda e estreita foi criada há milhões de anos quando alguma sublevação geológica gigantesca literalmente partiu a montanha em duas. No início, esse desfiladeiro longo e espiralado tinha cerca de quatro metros e meio de largura, mas quanto mais caminhávamos por ele, mais estreito ele ficava, até que a luz do sol não mais brilhava por entre as paredes escarpadas dos dois lados. Aparentemente, é por isso que era chamado de “canal frio”. Finalmente, após cavalgarmos pelo que parecia uma eternidade, e exatamente quando o corredor profundo e escuro parecia fechar-se por completo diante de nós, alcançamos uma das vistas mais espetaculares que já vi.


A entrada do SIQ, um estreito desfiladeiro que leva até a antiga cidade de Petra, totalmente escavada na rocha.

Erguendo-se acima de nós no penhasco à frente havia uma edificação com 40 metros de um monumento gigantesco: duas fileiras de colunas altíssimas, frontões triangulares colossais, vãos para estátuas e cântaros esculpidos, todos cravados na curvatura da face da rocha. Era, disseram-me, a entrada para uma série de amplas câmaras que adentravam a montanha. Imediatamente, percebi que já tinha visto aquele monumento antes. Fora usado por Steven Spielberg como o repositório perdido do Santo Graal em seu filme Indiana Jones e a Última Cruzada. Hoje chamado de Al Khazneh — o Cofre — sua função original é um mistério, mas acredita-se tratar-se dos restos de uma tumba de dois mil anos de idade.

Por mais antigo que possa ser, o Cofre não estivera ali quando os edomeus ocuparam o Vale nos tempos do Antigo Testamento. Abdul explicou que
aquele era um dos muitos monumentos construídos pelos nabateus que se
mudaram para o Vale de Edom no século IV a.C. Forçados a ir para o oeste pelo crescente império babilônico, os nabateus surgiram ao redor do Golfo Árabe e foram inicialmente compelidos a levar uma existência nômade no Deserto da Arábia. Alguma coisa, talvez incursões dos babilônios, enfraqueceram os edomeus entre os séculos VI e IV a.C. o que fez com que os nabateus se mudassem para o Vale de Edom e ganhassem o controle do local.

No fim do século IV a.C, Alexandre, o Grande estabelecera a influência dos gregos por todo o leste do Mediterrâneo, e os nabateus logo passaram a controlar as novas rotas de comércio que surgiram nas Montanhas de Shara. Edificado em um cruzamento entre as terras do Mediterrâneo e as terras do Leste Próximo e da Ásia, o reino dos nabateus tornou-se rico e poderoso, e uma grande cidade, a cidade de Petra, desenvolveu-se no coração do vale. Uma das cidades mais importantes do Oriente Médio, Petra permaneceu
independente até que foi incorporada pelos romanos, em 106 d.C.


Em Petra, na Jordânia, a enorme entrada do Al Khazneh (tradução árabe para “O Cofre/Tesouro”) é um dos maiores monumentos de Petra. A data da construção desse monumento é desconhecida, sendo atribuído, porém, a algo entre 200 a.C.e 100 D.C.

Abdul queria me mostrar todo o Cofre, por isso descemos de nossos cavalos e entramos no local. No interior escuro, passando por uma enorme entrada com uns seis metros de altura, deparei-me com um amplo corredor que dava acesso
a salas vazias e frias, bem ao fundo da montanha. Enquanto acompanhava meu
guia de uma câmara a outra, ele me contou que os arqueólogos acreditavam que ali havia sido a tumba de um importante rei nabateu que vivera em Petra nos tempos romanos. Quando perguntei o porquê de o lugar se chamar o Cofre, Abdul contou-me uma história fascinante de um tesouro escondido.

Ao que parece, no século XII, alguns Cavaleiros Cruzados europeus tinham encontrado jóias e artefatos de ouro puro escondidos em uma caverna da redondeza. Desde então, inúmeros caçadores de tesouros escavaram por todos os arredores do monumento, na esperança de encontrar mais peças. Quando saíamos do Cofre, dois grupos de turistas ocidentais chegaram no local. Ao ouvir vozes de pessoas falando em inglês, estava prestes a ir até eles para bater papo quando algo muito estranho aconteceu.

Uma rajada de vento repentino e violento chicoteou a poeira do chão do vale, fazendo com que os cavalos começassem a relinchar, forçando os turistas a cobrir seus rostos enquanto uma areia quente e seca soprava na direção de meus olhos. Foi então que ouvi o som mais assustador da minha vida. Era um barulho ensurdecedor, como uma cacofonia bizarra de trombetas de orações budistas sendo sopradas em uníssono.

Incapaz de ver, tentei imaginar o que estaria acontecendo. Alguns segundos depois, o vento se acalmou e o ruído parou. Quando, finalmente, consegui abrir meus olhos, pude ver que os turistas estavam tão assombrados quanto eu. Olhavam ao seu redor em um silêncio perplexo, enquanto dois guias árabes riam enlouquecidos. Atrás de mim, Abdul se juntou a eles. “Isso sempre assusta os visitantes,” ele riu. Explicou que o som estranho era um fenômeno raro, porém natural, criado por um vento forte que às vezes uiva pelo Siq. Os beduínos locais, ele me disse, chamam-no de “a trombeta de Deus”.

A princípio, ri junto com eles. Os guias obviamente ainda não tinham dito
aos turistas, que ainda estavam visivelmente abalados pelo som sobrenatural como a causa do barulho. De repente, porém, aquela cena me fez lembrar de algo que tinha, naquela mesma manhã, lido na Bíblia. Estivera relendo os versículos mais relevantes do Antigo Testamento que mencionava a primeira visita dos israelitas na Montanha de Deus. De acordo com Êxodo 9:11-27, enquanto Moisés preparava os israelitas para testemunhar a manifestação de Deus, eles acamparam ao pé da montanha.

No terceiro dia, Deus finalmente desceu sobre o Monte Sinai: Houve trovões e relâmpagos sobre o monte, e uma espessa nuvem, e um sonido de buzina mui forte, de maneira que estremeceu todo o povo que estava no arraial. (Ex 19:16) Uma buzina mui forte! Podia essa ser uma antiga descrição do mesmo som que acabara de ouvir? Se os israelitas acamparam ao pé de Jebel Madhbah, eles podiam muito bem ter montado seu acampamento exatamente sobre o mesmo lugar onde eu estava naquele instante.


A enorme fenda, conhecida como SIQ, e o desfiladeiro montanha acima.

A passagem do Êxodo sugeria que uma tempestade violenta estava se formando — e com as tempestades vêm os ventos. (Hoje, essas tempestades são uma raridade na região, embora quando caem, as chuvas podem ser torrenciais.) Se o vento tivesse uivado pelo desfiladeiro como acabara de acontecer, os antigos israelitas podem muito bem ter ficado aterrorizados
como os desnorteados turistas. Os israelitas consideraram o som que ouviram como um sinal de Deus. Os beduínos locais chegaram a chamar o fenômeno de a trombeta de Deus. Uma coincidência, talvez, mas algo, sem dúvida alguma,
fascinante!

Enquanto continuávamos nossa viagem pelo vale, olhei para o alto
contemplando Jebel Madhbah, toda aquela imensidão que se erguia acima do Cofre. Será que os antigos israelitas, de fato, viram algo espetacular em algum lugar entre aquelas rochas primitivas e desgastadas pelo tempo — uma manifestação tão surpreendente que, para eles, não poderia ter sido outra coisa, senão do próprio Deus? Além do Cofre, havia um outro desfiladeiro, conhecido como o Siq Externo, flanqueado em suas duas laterais por uma parede de penhascos escarpados. Entretanto, não era nem um pouco estreita quanto o próprio Siq, com cerca de sessenta metros de largura.

O caminho nos levou até Wadi Musa, a aproximadamente quinhentos metros ao norte, onde uma planície larga e horizontal se dispunha entre montanhas escabrosas, que se estendiam diante de nós. Na época de Moisés, aquele lugar fora o lar dos edomeus, mas as ruínas que hoje dominam o vale, são os restos da cidade de Petra dos nabateus. São, na verdade, ruínas clássicas, que tiveram suas construções influenciadas pelas arquiteturas gregas e romanas — um anfiteatro, as paredes das casas, prédios administrativos e templos, todos dispostos ao redor de uma série de estradas pavimentadas.

Dos dois lados dessas avenidas retas, pilares de pedras, colunatas e estátuas quebradas marcam os caminhos que, há muito tempo, compunham as vias da antiga cidade. Cravados nos penhascos ao redor de Petra existem centenas de tumbas ornadas e dispersas, muitas delas parecidas com o Cofre, embora não tão grandes. Antes dos nabateus mudarem-se para o vale, a capital dos edomeus ficava nesse local. Pode ter sido menos elaborada, mas era uma cidade sofisticada para a época. Nas escavações de assentamentos dos edomeus foram encontrados cerâmicas decoradas, tábuas de argila com inscrições e muitos outros artefatos de trabalhos manuais de alto padrão, revelando uma população próspera e bem defendida.

Embora essa tenha sido uma colonização com casas simples de tijolos de barro, havia um complexo do palácio central de onde os líderes dos edomeus controlavam o reino de seu vale. O mais antigo nível de ocupação foi descoberto como datado de cerca de 1500 a.C, o que mostrou a existência da presença dos edomeus no vale quando os israelitas podem ter chegado ali, por volta de 1360 a.C. “Os antigos edomeus tinham uma cultura avançada”, Abdul me disse enquanto descíamos de nossos cavalos com um dos funcionários do anfiteatro de estilo romano olhando-nos da entrada do Siq Externo.


As tumbas na região de Petra.

“O santuário no cume de Jebel Madhbah foi construído por eles, e para conseguirem chegar até ele, fizeram isso”. Ele apontou para um lance de degraus desenhado na lateral do penhasco que subia em forma de ziguezague pelo lado da montanha. Abdul estava muito mais em forma do que eu, e depois de termos escalado mais de trinta metros acima do vale, eu estava exausto. Finalmente, chegamos em um platô de pedras, com cerca de sessenta metros de comprimento por trinta metros de largura. Era conhecido como o Terraço dos Obeliscos, Abdul me explicou, por causa de dois enormes monumentos
que havia ali. Sobre o terraço, com uma distância de trinta metros entre elas, havia dois obeliscos altos: enormes pilares de rocha sólida, cada um deles com cerca de seis metros de altura.

Após recompor minha respiração e examinar os monumentos, logo percebi que o trabalho necessário para criar aquelas estruturas gigantescas era algo ainda mais impressionante do que podia imaginar. Elas foram esculpidas a partir do alicerce da montanha. Para dar forma àqueles obeliscos, os construtores tiveram que extrair rochas sólidas de seus arredores, Abdul explicou. Todo o terraço, com 6.000 metros quadrados ao todo, era uma construção artificial — uma realização surpreendente para um povo sem tecnologia moderna.

Mais incrível ainda, não fora a civilização dos nabateus que a criara, mas sim os primeiros edomeus. Escavações das pedras encontradas ao redor do platô revelaram restos orgânicos — como por exemplo, ossos de animais — que tinham sido datados por meio de testes de radiocarbono de cerca de 1500 a.C. Notavelmente, portanto, esses monumentos já estariam ali quando os israelitas parecem ter deixado o Egito para vagar pelo Deserto de Sinai, por volta de 1360 a.C.

O local deve ter sido ainda mais impressionante quando foi criado. Arqueólogos encontraram grandes placas quebradas de ardósia trabalhada na mestra do reboco ao redor do platô e concluíram que as pedras, que não eram naturais da região, haviam sido usadas para formar um área pavimentada ao redor dos obeliscos. Após examinar os fragmentos da ardósia em detalhes, os arqueólogos calcularam que haviam sido polidas para criar uma superfície azulada brilhante para a afluência de pessoas onde, ao que parece, cerimônias religiosas aconteciam.

“Esses obeliscos parecem ter sido a entrada processional do santuário que fica ali no pico”, disse Abdul, indicando o topo da montanha, que era ligado ao terraço por um sulco estreito com cerca de cento e oitenta metros de comprimento. “Os beduínos ainda consideram esse platô como um solo sagrado; chamam esses monumentos de Al-Serif, que significa ‘os pés’, porque têm uma tradição de que Deus esteve aqui presente.”

Eu esperava encontrar lendas locais que estabelecessem uma conexão entre Jebel Madhbah e o aparecimento bíblico de Deus, e agora tinha uma. Além
disso, a topografia da montanha era equivalente às descrições da Montanha de
Deus no Antigo Testamento. O nível do rompimento do terreno de Jebel Madhbah — o terraço dos obeliscos abaixo do santuário no pico da montanha — certamente se encaixava com o que sabemos a respeito do primeiro encontro dos israelitas com Deus no Monte Sinai.


O Terraço de Obeliscos

Após ter criado a fonte milagrosa, e os israelitas montarem seu acampamento no pé da montanha, Moisés preparou seu povo para se encontrar com o próprio Deus: O Senhor descerá diante dos olhos de todo o povo sobre o monte Sinai… E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte. (Ex 19:11, 17)

Está implícito aqui que havia dois níveis para o lugar sagrado onde Deus
seria encontrado. Como o “pé” do monte significa um nível “inferior,” as pessoas
estavam em algum lugar abaixo do precinto do topo da montanha santa onde
Moisés mais tarde recebeu os Dez Mandamentos — exatamente como teria
acontecido se os israelitas tivessem subido em Jebel Madhbah, no lugar do Terraço dos Obeliscos, e olhassem em direção ao cume do monte, a cento e oitenta metros ao norte. Em uma outra ocasião, os anciãos israelitas foram mais uma vez convidados a subir até a parte inferior da montanha:

Depois (Deus) disse a Moisés: Sobe ao Senhor, tu e Aarão, Nadabe e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel; e adorai de longe. E só Moisés se chegará ao Senhor: mas eles não se cheguem; nem o povo suba com ele… E subiram Moisés e Aarão, Nadabe e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel: E viram
o Deus de Israel: e debaixo de seus pés havia como que uma pavimentação de pedra de safira. (Ex 24:1-10) Surpreendentemente, essa passagem poderia ser uma descrição exata do Terraço dos Obeliscos. A pedra azul polida que os arqueólogos encontraram pode muito bem ter feito com que o terraço brilhasse com o reflexo da luz do sol “como que uma pavimentação de pedra de safira”.

Os pés de Deus são inclusive mencionados, estabelecendo uma ligação com a antiga tradição da escritura dos beduínos. A lenda pode muito bem ter surgido de uma antiga associação entre o relato bíblico e o Terraço dos Obeliscos. Por diversas vezes, o Antigo Testamento se refere aos marcos sagrados como os anexos de Deus. Por exemplo, a colina sobre a qual a cidade de Samaria se erguia era chamada de o “Punho de Deus”, e havia também Penuel, a “face de Deus” — um penhasco no vale da Jordânia. Quando Abdul finalmente me conduziu pela passagem que levava ao santuário no pico da montanha, vi-me diante de uma outra estrutura de antiga engenharia bastante impressionante.

Conhecido como o Lugar Superior, aquele era um antigo templo ao ar livre, com mais de novecentos metros acima do nível do mar. Como os obeliscos, a estrutura fora alicerçada nas rochas sólidas do monte e acredita-se ser datada do mesmo período. Uma grande depressão retangular, medindo cerca de quinze por seis metros, fora cortada com perfeição a partir do arenito a uma profundidade de aproximadamente quinze polegadas, e ao seu redor estavam os restos dos bancos de pedras lapidadas onde os adoradores se sentavam. Próximo ao centro deste pátio, como os arqueólogos se referem a este espaço, havia uma plataforma de pedras, de dois por um metro, erguida ao lado de
uma enorme bacia de pedra quase do mesmo tamanho. O altar principal tinha
degraus escarpados e era provavelmente de onde os sacerdotes edomeus
presidiam seus rituais, enquanto que a bacia, ao que tudo indica, era usada para depositar o sangue dos animais sacrificados.

Se Jebel Madhbah era o Monte Sinai, esse templo ao céu aberto é onde Moisés teria vindo sozinho para receber os Dez Mandamentos: Então disse o Senhor a Moisés, Sobe a mim ao monte, e fica lá; e dar-te-ei as tabelas (tábuas) de pedra, e a lei, e os mandamentos que tenho escrito para vos ensinar. (Ex 24:12)
Se esse santuário de fato datava do mesmo período do Terraço dos Obeliscos, como os arqueólogos acreditavam, então, seria ali que, no tempo de Moisés, a história teria acontecido. E se o historiador judeu Josephus estivesse certo, o povo da região ao redor do Monte Sinai já o considerava uma montanha santa antes de Moisés ou dos israelitas ali chegarem.



Josephus nos diz que, quando Moisés pisou pela primeira vez na montanha, o povo local não permitia a pastagem em suas ladeiras porque os “homens de opinião diziam que Deus habitava ali”. Se a montanha já era considerada sagrada, imaginamos que já existia ali algum tipo de templo, e o Lugar Superior no pico de Jebel Madhbah, pode muito bem ter sido esse santuário.

Os edomeus eram parentes próximos dos israelitas, e portanto sua religião pode ter sido bastante semelhante. Independentemente de qual divindade os edomeus adoravam em Jebel Madhbah, porém, se este era o Monte Sinai, o santuário pode ter sido o lugar onde acreditava-se que Deus aparecera para Moisés: E, subindo Moisés ao monte, a nuvem cobriu o monte. E a glória do Senhor repousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; e ao sétimo dia chamou a Moisés do meio da nuvem. E o parecer da glória do Senhor era como um fogo consumidor no cume do monte, aos olhos dos filhos de Israel. (Ex 24:15-17)

Quando perguntei a Abdul se ele conhecia alguma lenda que dissesse respeito ao santuário, ele me disse algo que podia muito bem explicar o que os israelitas tinham de fato visto. Abdul não conhecia nenhuma lenda específica, mas
tinha informações acerca de um fenômeno interessante — uma estranha luz que diziam ter visto no pico de Jebel Madhbah. A última vez que fora relatada foi em 1993. Uma equipe de arqueólogos ingleses estava trabalhando ao redor do santuário, quando foram pegos por um temporal com trovões nada comum.

De acordo com o testemunho de mais de uma dúzia de pessoas, os arqueólogos
corriam tentando escapar da ameaça de serem atingidos por raios que caíam sobre a montanha, quando viram uma bola de luz vermelha que parecia fogo, que estimaram ter um metro e meio de diâmetro, e que pairava a alguns metros no ar sobre as ruínas do templo. Ficou visível por cerca de cinco minutos, movimentando-se calmamente para frente e para trás antes de desaparecer. Abdul me garantiu que sabia de muitas pessoas que haviam testemunhado o espetáculo, e mais tarde cheguei a falar com mais de seis residentes idosos de Elji que juravam ter visto a bola.

Esse estranho fenômeno podia muito bem ser descrito “como um fogo devorador” — a glória do Senhor que os israelitas dizem ter visto — mas o que seria aquilo? A primeira possibilidade era de que se tratava de algo conhecido como o relâmpago da esfera: bolas de partículas altamente carregadas criadas pela atmosfera eletrificada de um temporal com raios. O relâmpago da esfera acontece com maior freqüência em lugares elevados, como por exemplo picos de montanhas, topos de arranha-céus e ao redor de mastros de rádios.

No entanto, a cor, tamanho e longevidade do espetáculo não pareciam se encaixar na descrição do relâmpago da esfera. Esse relâmpago tem coloração azulada, não sendo maior que uma bola de futebol, e somente permanece visível por alguns segundos. As testemunhas do fenômeno de Jebel Madhbah descreveram-no como tendo uma cor vermelha ou amarela, muito maior de tamanho e visível por cerca de cinco minutos. Há, no entanto, um outro fenômeno natural que parecia mais coerente com o que fora relatado — uma rara anomalia eletromagnética conhecida como geoplasma.

O plasma é um gás eletricamente carregado que tem propriedades peculiares. Em um gás comum, cada átomo contém um número igual de cargas positivas e negativas, e as cargas positivas no núcleo são cercadas por um número igual de elétrons negativamente carregados. Se uma fonte de energia externa faz com que os átomos de um gás liberem elétrons, os átomos são deixados com uma
carga positiva e dizem que o gás fica ionizado. Quando átomos suficientes são
ionizados, o gás incendeia-se com uma “chama fria” que carrega uma forte carga estática. Isso é conhecido como plasma. Por ser tão leve quanto o ar ao seu redor, o plasma pode pairar ou ficar pendurado no ar como uma esfera ou uma coluna de gás luminoso, que pode se movimentar ou ficar parada, dependendo das condições, e pode continuar nesse estado por vários minutos.

Acredita-se que o geoplasma é um fenômeno causado por geodinâmica — em linguagem simplificada, certos tipos de rocha ao serem esfregadas uma contra a outra por meio de uma atividade sísmica para ionizar o ar acima delas.
Por causa da raridade e irregularidade do geoplasma, pesquisas científicas a seu respeito só foram conduzidas de forma adequada nas últimas duas décadas. Em 1981, Brian Brady, o então ministro de Minas e Energia dos Estados Unidos, foi o primeiro a produzir o que parecia ser geoplasma miniatura em um laboratório. Quando o centro de um granito cornalina era comprimido em
condições escurecidas, pequeninas faíscas de luzes vermelhas e amarelas eram
vistas esvoaçando-se ao redor da câmara do moedor das rochas.

Estranhas luzes, como essas descritas em Jebel Madhbah, foram relatadas em vários locais em todo o mundo, geralmente em regiões com tendências a terremotos e tremores, e em áreas com tipos específicos de rochas que contém grandes quantidades de óxido de ferro e quartzo, como por exemplo, o arenito e o granito cornalina. Embora terremotos sejam algo raro ao redor de Jebel Madhbah, a montanha apresenta pequenos tremores, e o pico é composto de arenito. Quando mais tarde li relatórios dessas anomalias e a pesquisa acerca do geoplasma, não pude deixar de imaginar se esses fenômenos eram a causa de Jebel Madhbah ter sido considerada sagrada.

Se os antigos edomeus tinham testemunhado esse fenômeno, eles, sem dúvida, os teriam considerado sobrenaturais em sua origem. Esse pode ter sido o motivo, se Josephus estivesse se referindo à mesma montanha, de os homens acreditarem que era ali que Deus habitava. Isso poderia perfeitamente explicar por que o santuário e o Terraço dos Obeliscos foram construídos. Nos anos 90, alguns geólogos propuseram que fatores além do tipo de rocha e da atividade sísmica eram necessários para produzir o geoplasma em um ambiente natural.

O geólogo norueguês Erling Strang considerava que variações locais no campo magnético da Terra eram um fator contribuinte, e John Derr, do Instituto Geológico Americano, sugeriu que a água era um elemento essencial na produção de geoplasma na paisagem. O calor produzido por movimento tectônico, ele afirmou, cria um revestimento de vapor que cobre as margens de uma fenda geológica e serve para isolar o desenvolvimento de uma carga eletromagnética. A maior parte dos fenômenos geoplasmáticos são de fato relatados durante ou após chuvas fortes. O evento testemunhado pelos arqueólogos em Jebel Madhbah em 1993 é um desses casos.

Chuvas fortes também acompanharam a aparição da “glória do Senhor”, conforme testemunhado pelos antigos israelitas. Êxodo 19:16 nos conta que havia “trovões e relâmpagos, e uma nuvem espessa sobre o monte.” Na verdade, a comparação do Êxodos da “glória do Senhor” com o “fogo devorador” é uma excelente descrição de um fenômeno geoplasmático. Eu estava agora convencido de que Jebel Madhbah era a Montanha de Deus citada na Bíblia. As passagens do Antigo Testamento indicavam que a montanha ficava na terra de Edom, especificamente na fronteira do reino de Edom onde Moisés criou a fonte milagrosa.

Os beduínos locais há muito tempo acreditavam que o santuário próximo à entrada para o Siq, ao pé de Jebel Madhbah, era o local da fonte milagrosa. Os dois níveis da montanha se encaixavam com a descrição física do Monte Sinai, e aquele era considerado um lugar sagrado quando os israelitas chegaram. Havia ainda dois estranhos fenômenos naturais que podiam explicar as descrições no relato do Antigo Testamento da aparição de Deus no monte santo — em outras palavras, o bizarro som de trombetas no Siq e as peculiares luzes relatadas no cume da montanha. Se essa era, de fato, a verdadeira Montanha de Deus, era aqui que diziam que o profeta Jeremias havia escondido a Arca.



Mas Jebel Madhbah era uma montanha enorme. Seria eu capaz de encontrar a caverna que o livro de Macabeus dizia ser o lugar onde Jeremias escondera a Arca? Precisava, antes, resolver um dilema crucial. Por que os antigos israelitas consideravam a montanha dos edomeus como o lugar da habitação de seu próprio Deus?

Capítulos anteriores em:
http://thoth3126.com.br/os-cavaleiros-templarios-e-a-arca-da-alianca-parte-1/
http://thoth3126.com.br/os-cavaleiros-templarios-e-a-arca-da-alianca-parte-2/
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Pensamento do Dia - 17.11.2014

Sathya Sai Baba 

 

“Há muitos ganhadores do prêmio Nobel. 
 
Quantos se lembram deles? 
 
Mas os grandes benfeitores da humanidade, os homens de qualidades nobres, são apreciados por toda humanidade. 
 
Por exemplo, Calcutá produziu muitos grandes intelectuais, que depois de um tempo não são lembrados de modo algum. 
 
Mas Ramakrishna Paramahamsa, uma alma nobre daquela cidade, mesmo que fosse analfabeto, é consagrado nos corações de milhões de pessoas em todo o mundo. 
 
A educação é responsável por isso? 
 
Da mesma forma, qual a razão de muitas almas nobres estarem incutidas nos corações das pessoas? 
 
Eles ganharam seu bom nome por sua fé em Deus, seu caráter, magnanimidade e espírito de sacrifício. Isto significa que, juntamente com a preocupação com as coisas do mundo, também deve haver devoção a Deus. 
 
Juntamente com a educação, Samskara é essencial. 
 
Qual é o significado da cultura (Samskara)? Refinamento de ação é verdadeira cultura - Samyak Kriti Iti Samskara.”


Fonte: http://www.sathyasai.org.br/
Canal Youtube: Sai Love


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Respire profundamente

SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

17 de Novembro de 2014.

Tradução: Regina Drumond


Foto: Breathe DeeplyIt is important to take deep conscious breaths. It helps you to tap into the vast realms of your cellular consciousness, to rejuvenate yourselves, and feeds you the very oxygen that is necessary to keep your physical vessels alive. It is life force energy at its finest and it is your connection to the earth who thrives off your out-breaths and converts them to the very oxygen you need to survive. It is the perfect living example of the cycle of life and the importance of your connections with each other.  Just for a moment stop and be still. Take a deep breath in and pause for a moment. See what it feels like to be in that in-between moment. Now, consciously begin to breathe in and out, feeling each breath and the sensations that are invoked within you as you breathe. Feel this life force energy as it flows through your nostrils, the sensations, the feelings, the slow expansion of your lungs as they fill with this nourishment, feel the slight moment just before you are about to release this breath and then the beautiful moment as you slowly release it, feeling a warmth flow through you as you release the carbon dioxide and allow the finest of oxygen molecules to flow through your physical vessel, breathing with your entire body, your entire consciousness participating in the dance. Take several of these breaths until you feel alive, balanced, and grounded. You sometimes believe you are separate from your earth and nothing can be further from the truth. Now is the time to exchange this energy, to take it into you, to allow yourself to expand, and feeding your every cell, all the while you are giving back to the earth through this perfect balance of giving and receiving, this perfect dance of life. And so it isYou are dearly loved and supported, always, the angels and guideshttp://playingwiththeuniverse.blogspot.ca/ Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,DěkujiUniversal Copyright ©2014 by Sharon Taphorn All rights reserved.Please share articles as long as copyright and contact info are always included and the message is complete and credit is given to the author.www.playingwiththeuniverse.com♥♥♥É importante fazer respirações profundas e conscientes. Isto o ajuda a se ligar aos vastos domínios de sua consciência celular, para se rejuvenescer, alimentando-o com o próprio oxigênio que é necessário para manter vivo o seu corpo físico. É a energia vital pura e é a sua conexão com a Terra que prospera de suas expirações e as converte no próprio oxigênio que você precisa para sobreviver. É o exemplo vivo e perfeito do ciclo da vida e da importância de suas conexões com o outro.
Apenas por um momento pare e fique em silêncio. Tome uma inspiração profunda e faça uma pausa por um momento. Veja como é estar neste momento intermediário. Agora, comece conscientemente a inspirar e a expirar, sentindo cada respiração e as sensações que são invocadas em você, enquanto você respira. Sinta esta energia vital, enquanto ela flui através de suas narinas, as sensações, os sentimentos, a lenta expansão dos seus pulmões, enquanto eles se preenchem com este alimento. Sinta o leve momento pouco antes de você liberar esta respiração e, em seguida, o belo momento em que você a libera lentamente, sentindo um fluxo quente através de você, enquanto libera o dióxido de carbono e permite que as mais delicadas moléculas de oxigênio fluam através do seu corpo físico, respirando com todo o seu corpo, com toda a sua consciência participando da dança. Faça várias destas respirações até que se sinta revigorado, equilibrado e ancorado.
Às vezes, você acredita que está separado de sua Terra e nada pode estar além da verdade. Agora é o momento de trocar esta energia, de absorvê-la, de se permitir expandir, alimentando cada célula sua, enquanto devolve à Terra através deste perfeito equilíbrio de dar e receber, esta dança perfeita da vida.
E assim é.
Você é ternamente amado e apoiado, sempre
Os Anjos e Guias
Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie,Спасибо,Obrigado,谢谢, Dank, 謝謝,Chokran,Děkuji,Kiitos

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Jennifer Hoffman - 17/11/2014

MENSAGEM DE Jennifer Hoffman

17 de Novembro de 2014.

Tradução: Regina Drumond

 

Uma ótima coisa sobre esta semana é que Netuno segue direto após ter sido retrógrado desde Junho. Se você esteve se sentindo confuso e fora do equilíbrio desde este período, você pode agora ser capaz de colocar um pouco de ordem no caos, mas pode não estar se sentindo totalmente ancorado desde Fevereiro. Netuno cria muita confusão quando está direto, e ainda mais quando está retrógrado. Ele rege a religião, a espiritualidade, os segredos e os enganos, ou ilusões. Não é surpresa que estas questões estivessem surgindo para nós, individual e coletivamente e elas continuarão a fazê-lo até que Netuno deixe Peixes em 2025.
Entre 2008 e o início de 2012, todos os planetas externos, Urano, Netuno e Plutão, mudaram de signos. Estes planetas se movem muito lentamente, levando décadas para atravessar um signo, o que para todos eles, mudar de signo aproximadamente ao mesmo tempo, é indicativo da intensa energia transformadora com que estamos trabalhando agora. A transformação individual e global é uma diretiva agora, não uma opção, especialmente com a adição das sete quadraturas Urano/Plutão, que ocorreram de Junho de 2012 até Março de 2015. Embora tenhamos a tendência de encarar estes movimentos energéticos a partir de uma perspectiva global, eles acontecem em nossas vidas também. Os “Expressos: Despertar e Transformação” deixaram a estação e estamos todos a bordo, ou sentados confortavelmente na primeira classe ou pendurados nas laterais, na esperança de não cairmos, uma vez que isto nos arremessará a novos destinos.
Estão preparados para perdoar, e querem dar aos seus parceiros cármicos outra chance para se redimirem? Este é o tema da mensagem desta semana.
PERDÃO E REDENÇÃO
Durante anos estive escrevendo sobre o perdão e como ele é energético e não emocional, como o perdão é necessário para atravessarmos a ponte da quarta dimensão para as dimensões mais elevadas, e como ele nos permite liberar os nossos parceiros cármicos, e encerrarmos contratos de alma e ciclos cármicos. Mas todos nós ficamos presos em alguma parte deste processo, pois partimos com intenções poderosas que se desvanecem quando estamos face a face com os nossos parceiros cármicos. Embora entremos nestas situações querendo perdoar e liberar, nossas emoções assumem o comando e queremos a redenção, para sabermos que eles se arrependem de suas ações e estão dispostos a expiar a dor que nos causaram. Queremos confiar neles, queremos uma nova verdade.
Não é fácil perdoarmos alguém que nos feriu e liberarmos toda a situação sem olharmos para trás, sobre o que poderia ter sido se eles tivessem sido diferentes. Dependendo do quanto estejamos emocionalmente envolvidos, ou quanto esperemos destas pessoas, a linha entre o perdão e a redenção obscurece, pois ficamos na possibilidade do perdão e queremos lhes dar mais uma chance de “fazer tudo certo”, antes que os deixemos ir. Mas estamos fazendo isto por nós, não por eles, porque queremos o reconhecimento de nossa própria verdade.
Mas esta vida é como todas as outras vidas, onde os nossos parceiros cármicos se apegam ao seu propósito, para fazer o que precisa ser feito para criar o espaço energético para a nossa cura e a nossa transformação, levando a nossa liberação do carma através do perdão. Mas ignoramos este potencial porque o nosso ego ferido deseja validação, quer que eles sejam gentis, agradáveis, e mostrem consideração pelos nossos sentimentos. Queremos ser capazes de confiar neles e para isto, eles precisam se redimir, serem agradáveis e não fazerem o que ele fizeram no passado. Assim, criamos oportunidades para a redenção e tornamos o nosso perdão condicional se alguém estiver disposto a mudar.
A necessidade de redenção é real e poderosa, com base em nossas feridas e o nosso desejo de saber que somos dignos de amor, de bondade  e compaixão. Não iremos encontrar estas coisas através da redenção, mas podemos criar a cura e a liberação através do perdão. A energia polar do perdão é o ressentimento, a energia polar da redenção é a aceitação. Podemos construir o nosso amor próprio e a nossa dignidade ao ponto em que podemos estar energeticamente “à prova de bala”, aceitarmos as ações de nossos parceiros cármicos como a verdade deles e o amor, a alegria, a paz, a bondade, a compaixão e a validação que buscamos serão nossos, em  novos relacionamentos com novos parceiros livres do carma.
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br


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MELQUISEDEQUE – O MER KI NA SOLAR

O MER KI NA SOLAR

Mensagem de Melquisedeque

Canalizada por Elsa Farrus

Em 17 de novembro de 2014




Sou Melquisedeque em nome da luz e do amor.

Um imenso corpo de luz se avizinha, ou seja, ele já estava em vocês, é o seu Mer Ki Na, o gigante dodecaédrico que estava em repouso e agora tomará forma no próximo mês para os consolidar como seres multidimensionais para que seu ser acessem todas as realidades.

(Conhecemos os corpos de luz derivados do mer ka na em seus processos de cristalização:
Os três níveis do Corpo de Luz Cristalino chamados de Sistema Mer-ki-Vico são:
- Mer-Ki-Va: um tetraedro estrela de oito pontas.
- Mer-Ka-Va: um dodecaedro estrelado de doze pontas.
- Mer-Ka-Na: um icosaedro estrela de vinte pontas.
Agora nasce um quarto corpo Mer-ki-vico: o Mer-ki-na)



(O Mer ki na seria a expressão mais vibrante por enquanto de nossa constituição cristalina em geometria sagrada; falavam dela como a estrela mãe, ou seja, o dodecaedro estrelado do cubo de Metatron.)

Não significa perder seu corpo físico, ao contrário, significa que são vocês que vão integrar suas fibras de luz, as próprias, as de seus corpos universais e as de sua união com Gaia.

Todas elas reforçarão o toroide natural em vocês, o qual lhes permite transitar de uma realidade à outra sem medo de perder nenhuma delas, nem a capacidade de manipulá-las.

Os corpos de luz estrelados – Merkaba, Merkina, Merkana – são a união de seus próprios fractais em ondas de forma que multiplicam umas às outras e lhes permitem aumentar sua sensibilidade para com outras realidades e seres, ou seja, poder perceber, sentir e estar na essência completa de todas as dimensões.

Quantos e porque, é energia de controle que não vai conduzi-los a nenhuma realidade.
O “Como funciona tudo isso?” é mais importante.

Quando sua consciência diamantina está em pleno funcionamento, ou seja, seu coração está em pleno e completo equilíbrio com sua vida, abrem-se automaticamente todos e cada um desses pontos de luz situados em seus corpos.

Tudo isso é a união de ondas de luz que formam cadeias de frequência, que vocês chamam de fibras de luz, que vão consolidando o tubo prânico que passa as ser o pescoço do seu toroide natural, o eixo de sua esfera lumínica ou campo eletromagnético, chamado aura, em todos os seus corpos e camadas.

Pois bem, quando tudo isso se dá de maneira natural é como se as camadas se alinhassem entre elas, aumentando o fluxo de energia sintetizada no interior de vocês e abrindo-se conecta os eixos de luz do universo e do planeta onde se encontram fisicamente, neste caso Maya Gaia.

À medida que esses fluxos de luz se enriquecem, vocês vão sincronizando seu campo eletromagnético com as frequências entrantes, ou com as frequências terrenas, ou com suas frequências internas que desejam abrir em função da realidade a que pertencem ou exploram em meditação, cristais, etc..

Quando tudo isso se une, as camadas da aura e seus fractais começam a girar como os cristaizinhos de um caleidoscópio formando as estruturas cristalinas que vocês chamam de corpos de luz.

De acordo com a frequência de sua respiração e de seu principal motor, o chakra do coração, os giros se produzirão como engrenagens que ajudam vocês a criar novas realidades para serem recordadas, exploradas ou experimentadas.

Que apenas seja uma visão, um sonho, uma chamada “viagem astral” ou bilocação dependerá basicamente de seu estado de energia interna, de sua união com o seu ser solar.

Por isso esses anos desde 2004 até o dia de hoje em seu plano estão recebendo uma nova revolução emocional sem precedentes para que vocês assumam sua voz interior, para que vocês se respeitem, pois somente assim vocês podem respeitar os fluxos da vida, e para que vocês amem ao seu ser e a todo o conjunto do universo como um único ser.

Hoje 7.11.7, ou seja, 16 de novembro de 2014 se dá um novo giro na engrenagem das emoções, na engrenagem do amor por vocês mesmos, mostrando as realidades que os cercam para que possam decidir em que frequência vocês desejam estar.

Amados, nós os esperamos mais que nunca, em seu constante trabalho iniciático, pessoal e intransferível.

E por isso nós os acompanhamos na implantação do Mer Ki Na, o corpo de luz que os ajudará a encaixar a informação de todos os seus planos, ou seja, sua origem estelar, sua relação com Gaia, sua relação com vocês mesmos, seu caminho pessoal e sua origem familiar na vida atual, sua relação com outras vidas e sua relação com outros planos de consciência.

É como a chave que lhes permitirá encaixar linear e esfericamente toda essa informação de tal forma que pertencer a uma ou outra realidade em concreto perca a importância e sim estar vivo dentro de seu ser e da experiência planetária.

Vocês sentirão um grande alívio nas realidades que os angustiavam muitíssimo, sentirão uma espécie de relatividade perante fatos concretos, é como se perante a energia de seu coração, tudo tivesse uma nova dimensão, uma nova maneira de se encaixar para ser compreendido em sua totalidade, sem julgamento, sem polaridade.

Não significa que o pendente não deva ser tratado, e sim que o pendente será tratado de uma nova perspectiva em que vocês verão a saída e a concretização, assim como a união e o porquê de tudo que foi vivido e experimentado.

À medida que sua Mer Ki Na se reforçar, a união com seu ser solar será mais pura, mais estável e sua serenidade será maior.


Até dezembro serão dias de grande abertura em que vocês são os maiores protagonistas de suas próprias histórias para que vocês as equilibrem a partir de seu coração.

Não se deixem perturbar por ninguém e pelo pendente, parem e dialoguem, parem e resolvam.

Estamos aí dando luz a todo o planeta para que todas as partes de um fato ou criação se abram para unir as peças e as sincronias se deem com maior proporção.

Obrigado, amados, do sol central de Alcyon,
Melquisedeque.



Obrigada a todos por compartilhar esta canalização quando sentirem.
Feliz dia a todos,
Elsa.




Tradução: Blog Sintese http://blogsintese.blogspot.com


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CRIADOR - POSSE

POSSE

Por Jennifer Farley

16 de novembro de 2014



Se alguém o está fazendo sentir-se bem, mal, com raiva ou magoado, você está negando sua própria verdade e escolhendo deixar outro ter a responsabilidade por sua existência.

Essencialmente, você é a única pessoa responsável por você.

Criador




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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ARCANJO GABRIEL - 16 DE NOVEMBRO DE 2014

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL

DE 16 DE NOVEMBRO DE 2014

Canalizado por Shelley Young




Há um doce alívio que vem com a entrega.

Muitos de vocês sentem como se fosse uma sensação aterradora.

Nada poderia estar tão longe da verdade!

Se vocês entram em pânico com a ideia de entrega, é porque estão tentando entrar no movimento acelerado quando ainda estão no medo, dúvida e resistência.

Claro, tentar encontrar o movimento à frente e resistir ao mesmo tempo irá causar desconforto!

Tentar encontrar conforto em energias aceleradas sem fé será muito difícil também.

Mas a entrega, a verdadeira entrega com todo o seu coração e fé absoluta é uma das coisas mais profundas e deliciosas que vocês podem fazer como um ser humano.

É entrar de coração aberto no abraço amoroso do universo, e a partir dessa ação começam a magia e a transformação.

Arcanjo Gabriel



Arcanjo Gabriel através de Shelley Young
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Twitter: @trinityesoteric

Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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