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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

CRIADOR – EXPECTATIVA VERSUS COMO DEVE SER

EXPECTATIVA VERSUS COMO DEVE SER

Por Jennifer Farley

02 de dezembro de 2014



As coisas nem sempre correrão do modo como você espera.

Tenha coragem, meu filho amado: deixar ir o que você “espera” sempre abre espaço para o seu “como deve ser”.

Não se negue essas experiências.



Por favor, respeitem todos os créditos
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 Atualização diária


 

CINCO MANEIRAS INCRIVELMENTE FÁCEIS DE ESPALHAR GENTILEZA A CADA DIA.

Por Catherine Pearson

 Tradução:Luciana Pellegrini Drucker 

Grandesgestos e atos filantrópicos são maravilhosos, mas eles são apenas isso -grandes. Elesexigem tempo, planejamento e, muitas vezes, um investimento financeirosubstancial.

Felizmente,pesquisas têm mostrado que atos menores podem ter retornos grandes, tanto paraquem dá quanto para quem recebe. Bondade em todos os dias tem sido associada atudo, desde aumento da felicidade à diminuição da inflamação no corpo, comoexplicou David Hamilton, autor de Porque Gentileza é Bom Para Você.

Comisso em mente, aqui estão apenas algumas maneiras extremamente simples,decididamente factíveis de retribuir e ser gentil ... hoje.

1.Faça uma conexão pessoal.

Oschamados "comportamentos pró-sociais" - atos sociais voluntáriasdestinados a beneficiar os outros - são contagiosos (aqueles que recebem tendema passá-lo para a frente) e levam a melhorias de longo prazo na felicidade, bemcomo na satisfação com a vida de modo global ao doador, de acordo com Sonja Lyubomirsky,professora de psicologia na Universidade da Califórnia em Riverside, quepesquisou o tema.

"Descobrimosque os tipos sociais (de bondade) têm de alguma forma efeitos um poucomaiores", ela disse ao The Huffington Post. "Pode ser algo como"eu ajudei a minha irmã com seu dever de casa” ou "eu ajudei alguém a levarum pacote."

"Duranteo dia, faça uma conexão pessoal com pessoas que você normalmente tende a deixarpassar em branco: o caixa do supermercado, o pessoal da limpeza em seuescritório ou o seu hotel, o balconista no café".

Aeditora-chefe do HuffPost Arianna Huffington insiste em seu mais recente livroProsperar: "veja como isso ajuda você a se sentir mais vivo e reconectadoao momento."

2.Faça o dia de alguém mais fácil.

Enquantocomportamentos pró-sociais são ótimos, a bondade não precisa acontecercara-a-cara, para valer a pena.

"Emvez de deixar o seu carrinho de compras no meio do estacionamento quando vocêestá no supermercado, faça o trabalho de alguém mais fácil, devolvendo-o aolugar que ele pertence", como a Fundação Atos Aleatórios de Gentilezasugere em seu site.

Doaruma pequena quantia de dinheiro para uma organização em que acredita, oucolocar dinheiro em um parquímetro de estacionamento para a próxima pessoa quevem, também pode fazer uma grande diferença, disse Lyubomirsky. Ou fazer partede algum evento espontâneo como o "Pay It Forward", que durou 11horas num café Starbucks na Flórida em agosto passado, em que 378 clientescompraram bebidas para a pessoa atrás deles na fila.

3.Use os talentos que você já tem.

Vocênão precisa sair de sua maneira de ser e doar dinheiro ou fazer algo novo ediferente, a fim de ser gentil; você pode perfeitamente usar o que você já temem seu arsenal, Arianna escreve em Prosperar: "Usar uma habilidade outalento que você tem - culinária, contabilidade, decoração - para ajudar alguémque poderia se beneficiar disso", escreve ela. "Isto vai alavancarsua transição de quem busca oportunidades para alguém que as oferece."

Apesquisa de Lyubomirsky concluiu que a melhora inicial que se experimentadepois de fazer algo gentil pode se dissipar, uma vez que se torna um hábito,mas também há evidências de que os pequenos momentos de bondade podem levar aalgo que ela chamou de "efeito espiral ascendente".

Cozinharpara alguém uma deliciosa refeição pode fazer você se sentir bem sobre si mesmo,mais conectado com o resto do mundo e, por sua vez, levar você a criar novasconexões sociais. Um pequeno momento pode ter um efeito cascata positivo.

4.Perdoe alguém.

Estejarelacionado a algo grande ou pequeno, o perdão tem benefícios óbvios para apessoa que recebe - e, como a Clínica Mayo esclarece, não significa negar aação que a pessoa desempenhou erradamente.

Masos benefícios se estendem para dentro, também. Como relata a Clínica Mayo, operdão tem sido associado a relacionamentos mais saudáveis, maior bem-estargeral, diminuição do estresse e ansiedade, bem como a melhoria dos resultadosfísicos, tais como pressão arterial mais baixa, e menor risco de abuso deálcool e de outras substâncias.

5.Medite.

Ameditação não é um comportamento inerentemente pró-social (embora alguémpudesse muito bem argumentar que ter tempo para meditar é uma forma de mostrarbondade para si mesmo). Mas a pesquisa mostrou que a meditação em bondadeamorosa, em que se dirige pensamentos ou desejos positivos para com os outros,pode ajudar a impulsionar a conexão social e um sentido de positividade emrelação aos outros.

Arevista Time relatou em um pequeno estudo de 2013, conduzido por BarbaraFredrickson, professora de psicologia na Universidade da Carolina do Norte,Chapel Hill, no qual os membros do corpo docente que praticaram meditação embondade amorosa durante seis semanas experimentaram aumentos de alegria e deesperança, bem como um maior senso de conexão com os outros.

ComoPsychology Today informou, os estudos também têm sugerido que pode conter a dorcrônica e enxaqueca, e ajudar a aumentar a compaixão e empatia.


Fonte 2: Anjo de Luz



Por favor, respeitem todos os créditos
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AGHARTA – 3 – Além do Vento Norte

Livro “The Smoky God” 

ou Uma Viagem ao Mundo Interior 

do reino de AGHARTA 

 TERCEIRA PARTE

 Além do Vento Norte

Posted by Thoth3126 on 07/12/2014



smoky_god-livro
Tentei esquecer a minha sede me ocupando com fazer um pouco de comida e buscando um utensílio vazio desde o porão. Chegando à lateral do barco, enchi a vasilha com água do mar com a finalidade de lavar minhas mãos e rosto. Para o meu espanto, quando a água entrou em contato com meus lábios, eu podia sentir o gosto dela ser sem sal.

Fiquei surpreso com a descoberta. “Pai!” bastante ofegante eu o chamei, “a água, a água, ela é fresca e doce!” “O que voce disse Olaf?” exclamou meu pai, olhando rapidamente ao redor. “Certamente, você está enganado. Não há terra à vista. Você está ficando louco.” “Mas gosto disso!” Chorei.

“Existem três coisas que não podem ser escondidas por muito tempo: a Lua, o Sol e a VERDADE” – Sidhartha Gautama (O Buddha)

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

“The Smoky God, or A Voyage Journey to the Inner Earth“, é um “romance” publicado em 1908 por Willis George Emerson, que o apresenta como um relato verdadeiro de um marinheiro norueguês chamado Olaf Jansen, e explica como o saveiro dele navegou através de uma entrada no polo norte para o interior da Terra onde ele entrou em contato com uma outra civilização (Agharta).

Fonte: http://www.ourhollowearth.com/SGContents.htm

TERCEIRA PARTE: Além do Vento Norte

E assim fizemos a descoberta de que a água que nos circundava era realmente água doce e fresca, absolutamente verdadeiro, água sem sequer ter o sabor de água salobra, menos salgada ou mesmo sequer a suspeita de um sabor salgado.



Enchemos imediatamente nossas duas pipas de água restantes (que sobraram do nosso quase naufrágio) com esta água fresca, e meu pai declarou que isso era uma dispensação divina e celeste da misericórdia dos deuses Odin e Thor.

Estávamos quase enlouquecidos de alegria, mas a fome nos mandou acabar com o jejum forçado. Agora que nós tínhamos encontrado água doce em uma corrente em pleno mar aberto, o que poderíamos não esperar mais nesta estranha latitude no extremo norte onde navio nenhum nunca antes havia navegado e o toque de um remo na água nunca tinha sido ouvido anteriormente? (1)

(1) Em vol. I, página 196, Nansen escreve: “É um fenômeno muito peculiar, – esta água.Tivemos neste momento uma oportunidade melhor de estudá-la do que havíamos desejado. Ela ocorre quando uma camada superficial de água doce repousa sobre a água salgada do oceano, e esta água doce é levada junto com o navio deslizando sobre o mar de água salgada mais pesada debaixo dela, como se sobre uma base fixa. A diferença entre os dois estratos era, neste caso, tão grande que, enquanto nós tínhamos água potável na superfície do mar, a água que entreva pelo piso inferior da sala de máquinas nos porões do barco era muito salgada para ser usada para a caldeira”.

Mal tínhamos a nossa fome aplacada quando uma brisa começou a encher as velas ociosas, e, olhando para a bússola, encontramos o ponto norte pressionando duramente contra o vidro. Em resposta a minha surpresa, meu pai disse: “Eu ouvi sobre isso antes, é o que eles chamam de imersão da agulha.”

Nós soltamos a bússola e a colocamos em ângulo reto com a superfície do mar antes que a agulha se livrasse do vidro e apontasse de acordo com a atração do polo norte sem ser molestada. Ela se deslocou inquieta, e parecia tão instável como um homem embriagado, mas, finalmente, apontou um curso.


Duas diferentes imagens de satélite do Polo Norte e em ambas a “abertura” para o reino de Agharta é visível claramente.

Antes que isso acontecesse achamos que o vento estava levando-nos ao norte pelo noroeste, mas, com a agulha livre, descobrimos, se a agulha pudesse parar, que estávamos navegando um pouco ao norte/nordeste. Nosso curso, no entanto, foi sempre tendendo para o norte.(2)

(2) No volume II, páginas 18 e 19, Nansen escreve sobre a inclinação da agulha. Falando de Johnson, seu assessor: “Um dia – era 24 de novembro – ele entrou para o jantar um pouco depois das seis horas, muito assustado, e disse:” Não só tem acontecido uma inclinação singular da agulha na bússola em vinte e quatro graus. E notavelmente o suficiente, a sua extremidade norte esta apontada para o leste. “

Voltamos a encontrar na primeira viagem de Peary – página 67, – o seguinte: “Ele havia observado que a partir do momento em que tinha entrado em Lancaster Sound, o movimento da agulha da bússola era muito lento, e seu desvio aumentou à medida que avançava ao oeste, e continuou a fazê-lo. Tendo chegado a latitude 73 graus, eles testemunharam pela primeira vez o curioso fenômeno do poder magnético da agulha tornando-se tão fraco a ponto de ser completamente superado pela atração do navio, de modo que a agulha agora poderia se dizer que apontava para o pólo norte do navio”

O mar estava sereno e suave, quase sem ondas agitadas, e o vento forte e emocionante. Os raios do sol, ao golpear-nos obliquamente, nos preenchia com tranquilizante calor. E assim o tempo foi passando, dia após dia, e encontramos a partir do registro em nosso diário de bordo, que nós tínhamos enfunado as velas já a 11 dias desde a tempestade no mar aberto.

Por praticar a mais estrita economia, a nossa comida estava se segurando razoavelmente bem, mas começava a escassear. Enquanto isso, um dos nossos barris de água havia sido esvaziado, e meu pai disse: “Vamos enchê-lo novamente”. Mas, para nosso espanto, encontramos que a água agora era salgada como na região das Ilhas Lofoden ao largo da costa da Noruega. Isto exigiu a que nós fôssemos extremamente cuidadosos no consumo do barril de água restante.

Eu encontrei-me querendo dormir a maior parte do tempo; se era o efeito da experiência emocionante de navegar em águas desconhecidas, ou o relaxamento do incidente pela emoção terrível com a nossa aventura em uma pesada tempestade no mar aberto e gelado, ou devido à falta de comida, eu não saberia dizer.

Eu freqüentemente deitava no bunker do nosso pequeno saveiro, e olhava muito para cima na cúpula azul do céu; e, não obstante o sol estava brilhando longe no leste, eu sempre via uma única estrela bem acima de nossas cabeças. Por vários dias, quando eu olhava para esta estrela, ela sempre estava lá diretamente acima de nós.



Era agora, de acordo com nossos cálculos, em torno do dia primeiro de agosto. O sol estava alto no céu, e era tão brilhante que eu já não podia ver aquela estrela solitária que atraiu minha atenção, poucos dias antes.

Um dia, a esta hora, o meu pai me assustou, chamando minha atenção para uma nova visão muito à frente de nós, quase no horizonte. “É um sol simulado”, exclamou o meu pai. “Eu li a respeito deles, que é chamado de reflexo ou miragem. Em breve ele desaparecerá.”

Mas aquilo, o pseudo falso sol vermelho esfumaçado, como supúnhamos que ele fosse, não nos abandonava durante várias horas; e enquanto estávamos inconscientes de sua emissão de quaisquer raios de luz, ainda houve tempo depois quando ainda podíamos varrer o horizonte em frente e encontrar a iluminação do chamado falso sol, durante um período de pelo menos 12 horas de cada vinte e quatro.

Nuvens e nevoeiros que, por vezes, quase, mas nunca inteiramente, ocultavam a sua localização. Aos poucos, ele parecia subir mais alto no incerto horizonte do céu púrpura à medida que avançávamos. Dificilmente poderia ser dito que lembrava o sol, exceto em sua forma circular, e quando não obscurecido por nuvens ou névoas do oceano, ele tinha uma aparência vermelho-nebulosa, meio cor bronzeada, que mudaria para um branco, como uma nuvem luminosa, como se refletindo alguma luz maior além dele.

Nós finalmente concordamos em nossa discussão sobre este sol esfumaçado de cor vermelha, de que, qualquer que fosse a causa do fenômeno, que ele não era um reflexo do nosso sol, mas um tipo qualquer de planeta -. Realmente (3)

(3) Nansen, na página 394, diz: “Hoje outra coisa notável aconteceu, era cerca de meio-dia quando aconteceu, vimos o sol, ou para ser mais correto, uma imagem do sol, pois era apenas uma miragem. A impressão peculiar foi produzida. com a visão de que o fogo incandescente aceso logo acima da aresta exterior do gelono horizonte. De acordo com as descrições entusiásticas dadas por muitos viajantes das regiões árticas da primeira aparição deste deus da vida após a longa noite de inverno, a impressão deve ser jubilosa, de excitação; mas não foi assim no meu caso pois não esperávamos vê-lo por alguns dias, no entanto, pois que o meu sentimento era sim de dor, de decepção, de que devíamos ter derivado navegando mais ao sul do que pensávamos. Por isso, foi com prazer que eu logo descobri que aquilo não poderia ser o nosso sol. A miragem estava achatada no começo, brilhando com raios vermelhos de fogo no horizonte; mais tarde, havia duas faixas, uma acima da outra, com um espaço escuro entre ambas e da principal faixa de cima eu podia ver quatro, ou mesmo cinco, dessas linhas horizontais diretamente umas sobre as outras, todas de igual comprimento, como se só se podia imaginar num quadrado, e um sol vermelho escuro, com listras escuras horizontais através dele “.



Um dia, logo depois disso, eu me senti muito sonolento, e dormi um sono profundo. Mas parecia que eu fui quase que imediatamente despertado pela agitação vigorosa sacudindo-me pelo ombro e ouvindo meu pai dizer: “Olaf, desperte, há terra à vista!”

Eu pulei sobre os meus pés, e oh! alegria indescritível! Lá, ao longe, mas diretamente em nosso caminho, estavam terras salientes corajosamente surgindo do mar. A linha de costa se estendia para longe, para o nosso lado direito, tanto quanto o olho podia ver, e ao longo da praia de areia haviam ondas que quebravam em espuma instável, recuando, em seguida, indo para a frente de novo, sempre cantando em tons de um trovão monótono de uma música profunda. Os bancos de areia da praia estavam cobertos com árvores e vegetação. Eu não posso expressar o meu sentimento de exultação sobre esta descoberta. Meu pai ficou imóvel, com a mão no leme, olhando para a frente, derramando seu coração em oração agradecida e agradecimento aos deuses Odin e Thor.

Nesse meio tempo, pegamos uma rede que encontramos na estiva e a lançamos ao mar, pegamos alguns peixes que materialmente adicionamos, em nosso cada vez menor, estoque de provisões. A bússola, que tínhamos fixado no seu lugar, com medo de outra tempestade, ainda estava apontando para o norte, e movendo-se em seu eixo, tal como tinha acontecido em Estocolmo. O mergulho da agulha havia cessado. O que isso poderia significar? Então, certamente os nossos muitos dias de navegação haviam nos levado muito além do Pólo Norte. E ainda assim a agulha continuava a apontar para o norte. Estávamos extremamente perplexos, pois certamente a nossa direção agora era rumo sul. (4)

(4) Na primeira viagem de Peary, páginas 69 e 70, ele diz: “Ao chegar a Ilha de Sir Byam Martin, o mais próximo de Melville Island, a latitude do lugar de observação foi de 75º graus-09′-23”, e a longitude 103º graus – 44′-37”; o mergulho da agulha magnética de 88º graus-25′-58” de longitude oeste na longitude de 91º graus-48′, onde tinha sido feito as últimas observações sobre a costa, a 165º graus-50 ‘-09′ ‘, a leste, em sua estação atual, de modo que estivemos”, disse Peary, “navegando no espaço compreendido entre este dois meridianos, cruzado de imediato para o norte do pólo magnético, e tínhamos passado, sem dúvida, mais um daqueles pontos em cima do globo onde a agulha teria variado 180 graus, ou em outras palavras, onde o Pólo Norte seria apontado como estando para o sul. “

Navegamos por três dias ao longo da costa, para em seguida, atingirmos a foz de um fiorde ou rio de tamanho imenso. Parecia mais como uma grande baía, e para esta entrada terra adentro nós viramos a proa do nosso barco de pesca, a direção ligeiramente sendo nordeste/sul. Com a ajuda de um vento inquieto que veio em nosso auxílio cerca de 12 horas em cada vinte e quatro, continuamos a fazer o nosso caminho para o interior daquelas terras, para o que mais tarde provou ser um poderoso rio, e que nós aprendemos que era chamado pelos habitantes locais de rio Hiddekel.



Continuamos nossa jornada mais 10 dias depois, e descobrimos que já tínhamos felizmente alcançado uma distância interior, onde as marés do oceano já não afetavam a água, que se tinha tornado fresca e doce. A descoberta veio em boa hora, pois que o nosso barril de água restante estava já quase esgotado. Nós não perdemos tempo na reposição de água em nossos barris, e continuamos a navegar mais rio acima, quando o vento era favorável.

Ao longo das margens grandes florestas adentravam quilômetros de extensão podendo ser vista estendendo-se na linha de costa. As árvores eram de enorme tamanho. Nós atracamos após ancorar perto de uma praia de areia, e aportamos em terra, e fomos recompensados ??ao encontrar uma quantidade de nozes que eram muito saborosas e satisfatórias para saciar a nossa fome, e uma mudança bem-vinda na monotonia de nosso estoque de provisões.

Já estávamos no dia primeiro de setembro, mais de cinco meses, foi calculado, desde a nossa partida de Estocolmo na Suécia. De repente, estávamos assustados quase fora de nossa sanidade por ouvir ao longe o canto de pessoas. Logo depois descobrimos um enorme navio deslizando rio acima diretamente para nós. Aqueles a bordo estavam cantando em um poderoso coro que, fazendo eco de uma margem do rio à outra, soou como milhares de vozes, enchendo todo o universo com tremenda melodia. O acompanhamento era feito em instrumentos de cordas, muito similares às nossas harpas.

Era um navio maior do que qualquer outro que já tínhamos visto, e era construído de forma diferente.(5)

(5) Asiatic Mythology, – página 240, “Paradise Found” – de tradução por Sayce, em um livro chamado “Registros do Passado”, fomos informados de uma “morada”, que “os deuses criaram” para os primeiros seres humanos, – uma habitação na qual “eles se tornaram muitos” e “aumentaram em números”, e cuja localização é descrita em palavras exatamente correspondentes aos das lendas encontradas na literatura iraniana, indu, chinesa, Eddaica e Azteca; ou seja, “no centro da terra.” – Warren.

Neste momento especial o nosso saveiro estava calmamente ancorado, e não muito longe da costa. A margem do rio, coberta de árvores gigantescas, que levantavam-se várias centenas de metros de forma bonita. Parecia-nos estarmos à beira de alguma floresta primitiva que, sem dúvida, se estendia até mais ao interior.


“Não havia um único homem a bordo do navio que não teria medido totalmente 12 pés de altura (cerca de 3,66 metros de altura), o capitão tinha cerca de 4 metros de altura”.

A imensa embarcação parou, e quase imediatamente um barco foi abaixado e seis homens de estatura gigantesca remaram até o nosso pequeno saveiro de pesca. Eles se dirigiram à nós e nos falaram em uma língua estranha. Sabíamos pelas suas maneiras, no entanto, que eles não eram hostis. Eles conversaram muito entre si, e um deles riu imoderadamente, como se ao nos encontrar tivessem feito uma descoberta estranha. Um deles espiou a nossa bússola, e pareceu-lhes interessar mais do que qualquer outra parte do nosso saveiro.

Finalmente, o líder fez um gesto como se a perguntar se estávamos dispostos a deixar o nosso pequeno barco de pesca para ir a bordo do navio com eles:

“O que você diz, meu filho?” Perguntou o meu pai. “Eles não podem fazer mais do que nos matar.”

“Eles parecem estar dispostos gentilmente”, eu respondi, “Embora sejam gigantes terríveis! Eles devem ser o seleto grupo de seis soldados do regimento do reino. Basta olhar para o seu grande tamanho.”

“Nós podemos muito bem ir de bom grado ou sermos tomados à força”, disse meu pai, sorrindo, “pois eles são certamente capazes de nos capturar.”

Então, meu pai os fez saber, por meio de sinais, que estávamos prontos para acompanhá-los. Em poucos minutos estávamos a bordo do navio, e meia hora depois o nosso pequeno barco de pesca tinha sido levantado fora da água por uma estranha espécie de gancho e colocado a bordo como uma curiosidade.

Havia centenas de pessoas a bordo daquele navio, que para nós, era um navio gigantesco, e que descobrimos ser chamado de “Naz”, ou seja, como nós aprendemos mais tarde, “Pleasure”, ou para dar uma interpretação mais adequada, navio de “Excursão Prazeirosa”.

Se meu pai e eu estávamos com uma imensa curiosidade a respeito dos ocupantes do navio, essa estranha raça de gigantes nos ofereceu uma quantidade igual de curiosidade e admiração.

Não havia um único homem a bordo que não teria medido totalmente 12 pés de altura (cerca de 3,66 metros de altura). Todos usavam barbas completas, não particularmente longas, mas aparentemente bem cortadas. Eles tinham rostos suaves e bonitos, extremamente bem feitos, com tez rosada. O cabelo e a barba de alguns eram negros, outros com cor de areia, e ainda amarelo em outros. O capitão, como designado o dignitário no comando do grande navio, era uma cabeça mais alto do que qualquer um de seus companheiros (cerca de 4 metros de altura). As mulheres em média tinham entre 10 e 11 pés (3,05 a 3,40 metros) de altura. Suas características eram especialmente regular e refinada, enquanto sua pele era de um tom mais delicado agravada por um brilho saudável. (6)

(6) “De acordo com todos os dados disponíveis, que surgiram desde a época do aparecimento do homem no palco da Terra, o jardim do ‘Éden” que ficava no agora perdido ‘continente Mioceno”, o que, então, era cercado pelo Pólo Norte, no hoje gelado Ártico. E que na verdade, nesse Eden original algumas das primeiras gerações do homem alcançava uma estatura e longevidade inigualável depois admitida em todos os países conhecidos na história pós-diluviana, isso não é de forma alguma cientificamente incrível”. – Wm. F. Warren, “Paradise Found”, p. 284.



Tanto os homens como as mulheres pareciam possuir essa facilidade particular de maneiras que consideramos um sinal de boa educação, e, não obstante as suas estaturas enormes, não havia nada sobre eles sugerindo constrangimento. Como eu era um rapaz com apenas meu décimo nono ano de vida, eu estava, sem dúvida, sendo encarado como um verdadeiro Tom Thumb. Os mais de seis pés e três polegadas (cerca de 1,90 metros) de altura de meu pai não elevava o topo de sua cabeça acima apenas da linha da cintura desses homens.

Cada um parecia competir com os outros em estender cortesias e mostrar bondade para conosco, mas todos riam bastante, eu me lembro, quando eles tiveram que improvisar cadeiras para mim e o meu pai para sentarmos à mesa com eles. Eles estavam ricamente vestidos em um traje peculiar em si mesmo, e muito atraente. Os homens estavam vestidos com túnicas generosamente bordadas de seda e cetim e com cinto na cintura.

Eles usavam calções até aos joelhos e meias de uma textura fina, enquanto seus pés estavam envoltos em sandálias enfeitadas com fivelas de ouro. Nós cedo descobrimos que o ouro era um dos metais mais comuns conhecidos, e que era amplamente utilizado na decoração. Por mais estranho que possa parecer, nem meu pai nem eu nos sentimos nem um pouco preocupados com a nossa segurança, não sentíamos medo.

“Viemos por nossa conta e risco”, disse meu pai para mim. “Este é o cumprimento da tradição contada pelo meu pai e pelo pai do meu pai, e retrocedendo ainda mais para muitas gerações de nossa raça. Esta é, seguramente, a lendária terra além do Vento Norte“.

Nós parecíamos causar tal impressão sobre o grupo de gigantes que nos foi dada atenção especialmente para cargo de um dos homens, Jules Galdea, e sua esposa, com a finalidade de sermos educados em sua língua e costumes; e nós, de nossa parte, estávamos tão ansiosos para saber como eles iriam nos instruir.

Ao comando do capitão, o navio girou habilmente, começando a refazer o seu curso até o meio do rio. As máquinas, enquanto silenciosas, eram muito poderosas. Os bancos de areia e árvores de ambas as margens do rio pareciam correr à frente de nossos olhos. A velocidade do navio, às vezes, superava a de qualquer trem sobre o qual eu já estive embarcado, mesmo aqui na América do Norte. Foi maravilhoso.

Nesse meio tempo, nós tínhamos perdido de vista os raios do sol, mas encontramos um esplendor que emanava daquele estranho sol vermelho esfumaçado, que já havia atraído a nossa atenção antes, agora dando uma luz branca aparentemente vindo de um banco de nuvens longe na nossa frente. A luz que emanava era uma luz maior, devo dizer, do que duas luas cheias, na sua noite mais clara.

Em 12 horas essa nuvem passaria, como se fosse eclipsada, e as 12 horas seguintes se corresponderia com a nossa noite conhecida. Nós logo aprendemos que essas pessoas estranhas eram adoradores desta grande nuvem esbranquiçada da noite. Era chamada de “The Smoky God” (O Deus Enevoado) do “Inner World” (Mundo da Terra Interior).

O navio era equipado com um modo de iluminação que agora eu presumo que fosse eletricidade, mas nem meu pai nem eu éramos suficientemente qualificados em mecânica para entender de onde vinha a energia para operar o navio, ou para manter as bonitas e suaves luzes acesas que corresponderiam a mesma finalidade dos nossos métodos atuais de iluminação nas ruas de nossas atuais cidades, nossas casas e locais de trabalho.

Deve ser lembrado de que o tempo sobre o qual eu escrevo, em que os fatos ocorreram, foi o Outono de 1829 (o livro foi publicado 79 anos depois), e nós da superfície “fora” da terra (interior) ainda não sabíamos de nada, por assim dizer, sobre a eletricidade. A condição eletricamente carregada do ar era um vitalizante constante. Eu nunca me senti melhor na minha vida do que durante os dois anos em que eu e meu pai peregrinamos pelo reino da “Terra Interior” (Agharta).

Devo agora retomar a minha narrativa dos eventos: O navio em que estávamos navegando chegou a parar dois dias depois que nós fomos levados a bordo. Meu pai disse que tanto quanto podia julgar, nós naquele momento estávamos diretamente sob Estocolmo ou Londres. A cidade que tínhamos chegado era chamada de “Jeú”, significando uma cidade portuária. As casas eram grandes e muito bem construídas e bastante uniformes na aparência, mas sem mesmice. A principal ocupação das pessoas parecia ser a agricultura; as encostas estavam cobertas de vinhas, enquanto os vales eram dedicados ao cultivo de grãos.

Eu nunca vi uma tal exibição de ouro antes. Ele estava presente em toda parte. Os metais das portas eram embutidos e as mesas eram revestidas com chapas de ouro. As cúpulas dos edifícios públicos eram de ouro. Também era usado mais generosamente nos acabamentos dos grandes templos de música.

A vegetação crescia com uma exuberância pródiga, e as frutas de todos os tipos possuíam o sabor mais delicado. Cachos de uvas de quatro a cinco metros de comprimento, cada uva tão grande quanto uma laranja, e as maçãs maior do que a cabeça de um homem, tipificavam o maravilhoso crescimento e tamanho de todas as coisas no “Inner World” (a Terra Interior).

Os grandes sequóias da Califórnia seriam consideradas mera vegetação rasteira em comparação com as árvores verdadeiramente gigantes da floresta que se estendia por quilômetros e quilômetros em todas as direções. Em muitos sentidos ao longo do sopé das montanhas foram vistos grandes rebanhos de gado durante o último dia de nossa viagem no rio.

Ouvimos falarem muito de uma cidade chamada por “Éden”, mas ficamos retidos na cidade de “Jeú” por um ano inteiro. Ao final desse tempo em que já tínhamos aprendido a falar muito bem a língua dessa estranha raça de seres humanos. Nossos instrutores, Jules Galdea e sua esposa, exibiram uma paciência que foi realmente louvável com relação ao nosso aprendizado.

Um dia, um enviado do Governador da cidade de “Eden” veio nos ver, e por dois dias inteiros eu e meu pai fomos submetidos a uma série de perguntas surpreendentes. Eles queriam saber de onde viéramos, que tipo de pessoas habitavam “fora”, e qual Deus nós adorávamos, as nossas crenças religiosas, o modo de viver em nossa terra estranha, e milhares de outras coisas.

A bússola que tínhamos trazido conosco atraiu a atenção especial. Meu pai e eu comentamos entre nós o fato de que a bússola ainda apontava para o norte, apesar de que agora sabíamos que tínhamos navegado sobre a curva ou a borda da abertura da terra existente no NORTE, e depois rumamos muito bem para o sul na superfície “dentro” da crosta terrestre, que, de acordo com estimativa do meu pai e a minha própria, é de cerca de 300 milhas de espessura do “interior” à superfície “de fora”. Genericamente falando, não é mais espessa do que uma casca de ovo, de modo que há quase tanta superfície no “interior”, assim como no exterior, no mundo “fora” da terra interior.


Duas fotos de satélite que capturaram a abertura existente no Polo Norte para o “Inner World”, o mundo interior, o reino de Agharta.

A grande nuvem luminosa ou aquela bola de fogo vermelho-esfumaçado visível no período da manhã e à noite, e durante o dia emitindo uma bela luz branca, o “The Smoky God”, – esta aparentemente suspenso no centro do grande vácuo “dentro” da terra, e permanece no seu lugar pela imutável lei da gravitação, ou uma força atmosférica repelente, como seja o caso. Refiro-me ao poder conhecido que atrai ou repele com a mesma força em todas as direções (hoje chamaríamos de magnetismo).

A base dessa nuvem elétrica esbranquiçada ou desta luminária central, a sede da “morada dos deuses”, é escura e não transparente, exceto por inúmeras pequenas aberturas, existentes na parte inferior da grande base ou o altar da Divindade, sobre a qual “O Deus Smoky” repousa; e as luzes passando através destas muitas aberturas brilham à noite, em todo o seu esplendor, e parecem ser estrelas, tão naturais como as estrelas que vimos brilhar nos céus do mundo exterior quando em nossa casa, em Estocolmo, com exceção de que elas se pareçam maiores.

“O Deus Smoky”, portanto, a cada revolução diária da Terra, parece vir do leste e descer no oeste, o mesmo movimento aparente que faz o nosso Sol na superfície externa. Na realidade, as pessoas do mundo de “dentro” creem que “The Smoky God” é o trono de seu Senhor, e que está parado. O efeito do dia e da noite é, por conseguinte, produzido pela rotação diária da Terra, como no nosso mundo da superfície. Eu já descobri que a língua do povo do mundo interior é muito parecida com o sânscrito, da ÍNDIA.

Depois de termos feito um relatório sobre nós mesmos para os emissários do governo central da Terra Interior, eu e meu pai tivemos que, de uma forma bruta, desenhar mapas de nosso mundo da superfície “fora” da terra interior, mostrando as divisões de terra e água, e dando o nome de cada um dos continentes, as grandes ilhas e os oceanos, conforme nos solicitaram, documentos que foram levados por terra para a cidade de “Eden”, em um meio de transporte diferente de tudo o que temos na Europa ou na América atualmente. Este veículo era, sem dúvida alguma um mecanismo elétrico. Era silencioso, e corria sob um único trilho de ferro em perfeito equilíbrio. A viagem foi feita em uma velocidade muito elevada. Nós fomos levados por sobre dos montes e vales, ara cima e para baixo, através de outros vales e de novo ao longo da lateral de montanhas íngremes, sem ter sido feita qualquer tentativa aparente para se nivelar a terra, como fazemos com os trilhos de nossos trens.

Os assentos desse carro eram assentos enormes, claro, mas eram confortáveis, e muito altos acima do piso do veículo. Na parte superior de cada carro havia volantes redutores elevados sobre os seus lados, que eram ajustados de forma que automaticamente, na medida em que a velocidade do veículo aumentasse, a alta velocidade destas rodas iam geometricamente aumentado. Jules Galdea explicou-nos que estas rodas girando parecidas com hélices em cima dos carros bloqueava a pressão atmosférica, ou o que é geralmente entendido pelo termo gravitação, e com esta força, assim bloqueada ou tornada ineficaz, o carro é tão seguro ao cair para um lado ou para o outro a partir da via-férrea de trilho único, como se estivesse num vácuo; os volantes nas suas rotações rápidas que destroem eficazmente o chamado poder de gravitação, ou a força da pressão atmosférica ou qualquer que seja a potente influência que força todas as coisas para caírem para baixo (a gravidade), para a superfície da terra ou para o ponto de resistência mais próximo.

A surpresa do meu pai e a minha era indescritível quando, em meio a magnificência régia de um salão espaçoso, fomos finalmente levados perante o Grande Sumo Sacerdote, o governador de toda aquela terra. Ele estava ricamente vestido, e era muito mais alto do que aqueles que estavam presentes, e não poderia ter menos de quatorze ou quinze pés (cerca de 4,60 metros) de altura. A imensa sala em que fomos recebidos parecia terminada em grossas lajes maciças de ouro cravejados com jóias de incrível brilho.



A cidade de “Éden” está localizada no que parece ser um belo vale, mas, na verdade, esta situada sobre o mais elevado planalto do interior do continente, vários milhares de metros mais alto do que qualquer parte do país circundante. É o lugar mais lindo que eu já vi em todas as minhas viagens para qualquer lugar em que estive. Neste jardim elevado todos os tipos de frutas, videiras, belos arbustos, árvores e flores crescem em profusão desenfreada.

Neste jardim quatro rios têm sua origem em uma fonte poderosa que brota de um poço artesiano. Eles dividem seu fluxo em quatro direções. Este lugar é chamado pelos moradores de o “umbigo da terra”, ou o começo, “o berço da raça humana”. Os nomes dos rios são o rio Eufrates, o Pison, o Giom, e o Hiddekel. (7)

(7) “E o Senhor Deus plantou um jardim, e fora do solo fez o Senhor Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis ??à vista e boas para comida.” – O livro do Gênesis.

O inesperado nos aguardava neste palácio cheio de beleza, ao encontrarmos o nosso pequeno barco de pesca presente. Ele havia sido levado perante o Sumo Sacerdote em perfeita forma, tal como tinha sido tirado das águas naquele dia, quando ele foi carregado a bordo do navio pelas pessoas que haviam nos descoberto no rio, há mais de um ano antes.

Foi-nos dada uma audiência de mais de duas horas com este grande dignitário, que parecia gentilmente disposto e atencioso para conosco. Ele mostrou-se avidamente interessado, fazendo-nos várias perguntas, e, invariavelmente, sobre coisas sobre as quais seus emissários tinham falhado em nos inquirir.

Na conclusão da entrevista, ele questionou sobre o que nos agradaria, nos perguntando se queríamos permanecer em seu país ou se preferíamos voltar para o nosso mundo no “exterior”, desde que fosse possível fazer uma viagem de retorno bem sucedida, através das barreiras congeladas que circundavam as aberturas (nos polos) tanto no norte assim como no (polo) sul da Terra “exterior”.

Meu pai respondeu: “Seria agradável para mim e o meu filho visitar o seu país e ver o seu povo, suas faculdades e palácios de música e arte, seus grandes campos, suas maravilhosas florestas de madeira; e depois que tivermos concluído esse privilégio prazeroso, nós gostaríamos de tentar voltar para a nossa casa na superfície “fora” da terra interior. Esse filho é meu único filho, e minha boa esposa vai estar cansada aguardando pelo nosso retorno”.



“Eu temo que vocês nunca possam voltar”, respondeu o chefe e Sumo Sacerdote”, pois o caminho é uma das mais perigosas travessias. No entanto, você deve visitar as nossas diferentes regiões com Jules Galdea como seu acompanhante, e sendo submetidos a toda cortesia e gentileza. Quando vocês estiverem prontos para tentar uma viagem de volta, eu lhe asseguro que o seu barco, que está aqui em exposição, deverá ser colocado nas águas do rio Hiddekel, na sua foz, e vamos oferecer-lhe uma ótima velocidade. “

Assim, terminou a nossa única entrevista com o Governador e Sumo Sacerdote do continente da Terra Interior (Agharta).

Continua …

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Antártica: Derretimento de enorme geleira é irreversível…

Geleira Pine Island, no oeste da Antártida, é uma das maiores, responsável por 20% do total de gelo da parte ocidental do continente. Sumiço do gelo vai aumentar o nível do mar, afirmam cientistas.

Posted by Thoth3126 on 07/12/2014



Um iceberg gigante, com 700 quilômetros, que se desprendeu da Antártida, pode ameaçar rotas de navegação marítimas no Atlântico Sul. Imagens aéreas recentes tomadas do local mostram uma faixa de água entre o iceberg e a geleira Pine Island, da qual ele se desprendeu.



Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

Derretimento de geleira na Antártida é irreversível, aponta estudo

Fonte: http://www.dw.de/ e  http://www.bbc.co.uk/

Em todo o mundo, o nível do mar pode subir até um centímetro nos próximos 20 anos em consequência do derretimento de uma única geleira na Antártida, a Pine Island. Ela é uma das maiores do continente gelado, é responsável por 20% do total de gelo na Artártida Ocidental. A informação foi publicada pelo Instituto de Pesquisas Glaciais e Geofísica da Universidade de Grenoble, na França, na revista Nature Climate Change.

Segundo os pesquisadores, o derretimento da Pine Island é irreversível, não é mais possível mudar esse curso. A geleira “iniciou uma fase de recuo autossustentável e vai continuar o seu declínio irreversível”, afirma Gael Durand, um dos cientistas envolvidos no estudo.

Localização da Geleira Pine Island, na Antártica.
Desde de 2000, o tamanho de Pine Island diminuiu 10 quilômetros. O derretimento também ficou mais acelarado nos últimos 40 anos: cerca de 20 bilhões de toneladas de gelo desapareceram por ano entre 1992 e 2011. Essa quantidade pode chegar até 100 bilhões de toneladas, causando um aumento de 0,3 até 1 centímetro no nível do mar nos próximos 20 anos.

Para a pesquisa, os cientistas se basearam em três modelos de simulação de fluxo de gelo e concluíram que a perda pode chegar a 40 quilômetros nos próximos 50 anos. A Pine Island é uma das maiores rotas para o fluxo de gelo da Antártida para o mar e, para os cientistas, entender seu mecanismo ajudará na previsão do aumento do nível do mar devido ao aquecimento global.

Clima no mundo

Outro estudo publicado no início de janeiro apontou que o derretimento dessa plataforma depende da direção do vento, relacionada a mudanças tropicais associadas ao El Niño – fenômeno que altera a temperatura da superfície da água no Oceano Pacífico e modifica o clima e os ventos.

Estudos anteriores defendiam que, com o aumento da temperatura do oceano, a geleira estava derretendo por baixo. A pesquisa do British Antarctic Survey em parceira com a Universidade de Washington mostrou que, além disso, a água mais quente está chegando em maior volume na plataforma continental. Nas últimas décadas, a presença dessa camada de água mais quente foi constante na plataforma continental em contato com a Pine Island.

Mas em 2012 essa camada de água quente diminuiu e no verão do mesmo ano foi medido o menor nível de derretimento da geleira. Nessa mesma época, também foi registrada uma mudança na direção dos ventos nesse local, com a presença da La Niña, evitando, assim que essa água mais aquecida atingisse a geleira.  “Esses novos resultados mostram que a quantidade de gelo que derrete nas geleiras da Antártida pode depender das condições climáticas de outros lugares do planeta”, afirmou Eric Steig, um dos coautores da pesquisa.
Esse derretimento contínuo das geleiras está sendo observado por cientistas no mundo inteiro e o aumento do nível do mar ameaça a costa de algumas regiões. No mês passado, a Agência Espacial Europeia afirmou que a camada de gelo do oeste da Antártida está derretendo em um ritmo muito mais acelerado, cerca de 150 quilômetros cúbicos por ano. CN/afp/lusa – DW.DE

A massa gigante de gelo, do tamanho de Cingapura, se desprendeu da geleira em julho, mas na época ela permaneceu presa pelo gelo em seu entorno, já que era inverno no hemisfério Sul. “Nos últimos dias em Janeiro de 2014, o iceberg começou a se romper, e agora há uma faixa de um ou dois quilômetros de água que se desenvolveu entre ele e a geleira”, afirma o pesquisador Grant Bigg, da Universidade de Sheffield (Grã-Bretanha).

Bigg e sua equipe receberam um financiamento de emergência para monitorar a movimentação do iceberg e prever seu deslocamento. “Normalmente leva um tempo para que os icebergs dessa área deixem a baía de Pine Island, mas quando saem podem ir tanto na direção leste, ao longo da costa, ou podem circular à parte principal do Atlântico Sul”, afirma Bigg.

O pesquisador disse à BBC News que um iceberg foi identificado na Passagem de Drake, entre o Cabo Horn, na América do Sul, e as Ilhas Shetland do Sul, na Antártida.

Se o iceberg gigante seguir a mesma trajetória, pode causar distúrbios em uma movimentada rota marítima internacional. A geleira de Pine Island é descrita como a geleira mais longa e de crescimento mais rápido na Antártida, gerando grandes icebergs a cada seis a dez anos. Outros desprendimentos importantes ocorreram em 2001 e 2007.

O início do desprendimento para a formação do iceberg gigante foi detectado pela primeira vez em outubro de 2011. Os pesquisadores das Universidades de Sheffield e de Southampton pretendem prever os possíveis rumos do iceberg nos próximos 12 meses.

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Os Tesouros da Eternidade

Palas Athena - 06.12.2014 

Através de Vinícius Francis


Que a luz do Altíssimo Deusresplandeça em vosso ser neste dia, em que me aproximo no Amor e na Paz,revestida das mais belas intenções de encorajamento, motivação e forçaespirituais. A vos guiar num caminho de luz e autoconhecimento eu me achegodiante de vossos corações para soprar-lhes as minhas palavras e desejo,grandemente, que sejam elas sementes. Sementes plantadas em solo fértil, que aseu tempo, frutificam.

Muitos dos solos queagora me “ouvem” se encontram prontos para produzirem seus respectivos frutos.Outros ainda não, no entanto, junto com as sementes das minhas palavras,dispenso também a minha luz a fim de fertilizar o solo dos corações dos filhosque ainda não estão prontos para frutificarem segundo as intenções das minhassementes. Porque o solo precisa estar pronto. E nem todos eles estão.

Todavia, eu vos amomuito e como vossa aliada incondicional, trabalho com amor e devoção pelo vossodespertar. Porque almejo enormemente assisti-lo e sei que o farei, pois a minhafé me garante a certeza de todas as coisas que meu espírito deseja. Muitospoderiam dizer: Mas, a Terra está cheia de maldade, da corrupção, doengano, da mentira, do mal!

Porém eu, Palas Athena,vejo que vosso orbe está é cheio da glória, da vida e da graça de Deus e aessência do Criador está brotando. Os meios que são utilizados, pouco importam.Porque a energia que vos criou flui conforme o compasso ditado por vocês. Aindaque o caminhar seja em dor o triunfo é certo. Ainda que durante a trilha hajalágrimas a alegria é garantida. Porque a força do Espírito Eterno vos levasempre ao Bem. Portanto, não importa onde estão agora, não importa como seencontram neste instante, tudo o que importa é que chegarão à plenitude, àfelicidade plena e íntegra de quem são.

E eu, de minha parte, meinteresso muito pelo vosso Bem, por isso através dele (Vinícius) eu meaproximo, porque quero o vosso melhor. E sei, como tutora espiritual dos filhosde Deus sobre a Terra, que o melhor se externa a partir da escolha da centelhaem viver plenamente a sua natureza. Então, se é isto o que vocês precisamouvir, eu vos digo: Tudo depende apenas de vossa escolha. Nãodesejo que fiquem enganados, não me agrado das mentiras que tentam vosmanipular. Qualquer ideia dada a vocês que não vos favorece não provém de Deus.

Meus amados, ospensamentos do Eterno são bem diferentes dos vossos e dos demais, a vossorespeito. Ele vos ama com um amor que jamais poderiam medir ou compreender. Elevos aceita incondicionalmente e a vocês ele oferece lugar à mesa. É isto o queeu quero que saibam neste dia. O amor do Supremo Espírito da criação por cadaum de vocês é excelso, grandioso, infinito. Ele jamais vos puniria por algo,jamais vos condenaria, tampouco vos julgaria pelo que quer que seja.

A Divindade Criadora docosmos apenas vos ama e com esse amor vos estimula ao progresso. Semprerespeitando a vossa hora, a vossa escolha. No entanto, vocês têmescolhido, muitas vezes, mal. E por isso têm sofrido. Desejo que saibam quenenhuma dor que vos atormenta procede de Deus ou de sua vontade, ela é geradaapenas por decisões mal tomadas, por crenças distorcidas dos padrões divinos,pelos pensamentos de baixa frequência. Aqueles que vos diminuem , que vosferem, vos martirizam. As dores são provindas do abraçar das ideias quepulsam numa equivalência que não é a do Supremo.

Eu desejo que selibertem dessas crenças, dessa negatividade que decidiram, muitas vezes,abraçar por ignorância e ingenuidade. Muitas destas ideias vos foram passadas,ensinadas como regras divinas, mas elas não são, porque vos ferem. Nada quemachuca flui a partir da Fonte. Nada que vos faz sentir mal procede doUm, pois Nele só vibra o Bem.

Por isso eu gostaria quejogassem fora, uma a uma, todas as mentiras que vos contaram, sejam elas sobreDeus, sobre nós do plano não físico ou sobre vocês mesmos. E como saberão quealgo é mentira? Simples, basta que meditem sobre a ideia, se ela vos parecerdesconfortável, se ela vos faz sentir mal, então a mesma não vibra segundo oBem do Universo.

No entanto, preciso quefaçam isso sem o ego, sem a força de vosso eu menor que tenta vos segurar naszonas de conforto, medos e prisões criados pela mente deficiente. Amente deficiente é aquela que não pensa segundo a inteligência divina. 
Porque os pensamentos econceitos que o seio do Universo possui, acerca de tudo, acerca de vocês, ésempre o melhor possível. Nãoconseguiriam, ainda que pretendessem, calcular o quão amados são e o quãofavorecidos cada um de vocês é, pelos poderes da Criação.

Mas, de nada adianta euconfessar a vocês o quanto são abençoados e privilegiados se em minhas palavrasnão acreditarem. Precisam crer para ver, precisam assumir para setornarem, precisam vestir para que se comportem como tal. 

O passo é vosso, não meue nem de ninguém que está deste lado. Nem de vosso Criador, que em todos oslados está. O passo é vosso. Minha tarefa é vos dizer que o caminho é seguro,que podem confiar cegamente no Bem. Que podem pisar na terra que vos apresentoa frente. Que ninguém sabotará o vosso empenho, a vossa decisão e nenhumintento das trevas vos laçará os pés para vos fazer cair.

Porque a minha luzprotege os que na verdade do espírito dão seus passos. Fora do Bem meu amor nãopode vos envolver, como a galinha abraça seus filhotes com suas quentes ecarinhosas asas. Meu manto de luz só pode envolver os que decidirem dar passosnas trilhas da completa entrega ao Bem. Por isso vos convido a virem, sem medo,sem receio, sem inseguranças, simplesmente venham para a luz. Venham para ondeo Amor vos completa e onde as feridas são curadas, as barreiras são desfeitas,as lágrimas enxugadas.

Venham para onde a curavos espera, venham para onde a prosperidade é vossa amiga e a divina provisãovos cobre abundantemente suprindo todas as vossas necessidades, porque todaselas são interiores. 

E uma vez que ascarências do interior são sanadas todo o externo se transforma em excelência.Venham para onde o mal não vos alcança, venham para onde a inveja não existe,as doenças desaparecem, os infortúnios vos deixam. Venham para onde as faltassimplesmente não encontram morada, onde a solidão não pode entrar, tampouco atristeza, o desespero, o ódio desmedido.

Assim, como vossaaliada, eu vos convido. Como vossa amiga eu vos estendo a mão, pois jamaisdesistirei de vocês. Porque quando vos olho não enxergo as mazelas do ego, doeu menor que vos sujeitam aos percalços. Eu vejo a luz, eu vejo a vida de Deusbrotando do interior de cada um de vocês. E vos vejo como capazes, como Deusesfortes que precisam erguer o seu cetro e reinar em perfeita justiça e retidão.Eu vejo entes divinos, cuja essência é a mesma da energia do Um.

Por isso eu vos ofereçoa minha ajuda, por isso eu me empenho a vosso favor, porque acredito em vocês egostaria muito que acreditassem também. Porque se acreditarem poderão fazer davossa vida o que desejarem, poderão construir o que quiserem, visto que atravésdaquele que crê incondicionalmente em si mesmo flui a manifestação doimpossível. Do impossível que só existe até o momento em que vocêsvestem o Poder das infinitas possibilidades. E ele está em vocês. Ele está emvocês. Eu reforço, repito e em cada palavra lanço o meu amor: Eleestá em vocês. Ele vive em vocês. Simplesmente abram a porta e o deixemsair em toda sua grandeza. Sim, amados meus, Ele está em vocês.

Fechem seus olhos,acalmem-se, ouçam as batidas do vosso coração e na melodia do silêncio, oremcomigo:

Eu sou a vida de Deus eela em mim faz morada eterna. A minha alma é a casa do Altíssimo Deus e em meuinterior, no mais profundo do meu ser Ele depositou os tesouros da Eternidade.Esses tesouros são seus poderes cósmicos. Sim, eu sou detentor dos poderesinfinitos de Deus. Eu creio nessa natureza em mim. E ao crer nela eu a sinto. Equando eu a sinto, a vibro e a externo, deixando-me ser tomado pela graçaDaquele que "é" em mim para sempre. Eu me abro para a grandiosidadeda Divina e sublime Fonte que jorra através de mim a excelência do Bemeternamente. Eu me abro para o Amor queme cobre em aceitação e apreciação incondicionais.

Eu me abro para a Sabedoria que me arma e me protege com seuescudo intransponível, pois a Sabedoria do Criador é o meu escudo. E aquele quenela vive, andará em paz e seguro. Eu me abro ao Poder supremoque coloca em minhas mãos a mais poderosa das espadas. E com ela eu despedaçoos laços da maldade que antes me prendiam. Com ela eu abro os caminhos e meprojeto para o melhor, pois quando revestido do poder de Deus eu estou, souinvencível, sou inabalável, sou como a rocha. E a minha rocha é estar em Deus.Eu me abro a mim, pois é em mim que ele "É". É em mim que Ele se faz,É em mim que ele flui poderosamente.

Que assim seja!

Eu vos assisto hoje epara sempre.

Eu sou Palas Athena,vossa aliada

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Vinícius - Há alguns meses, Athena me deixou um presente, um curso totalmente canalizado de seis semanas de aprendizado e ensinamentos que visam abrir a consciência para o despertar do poder divino. Nele, ela ensina passo a passo, os mecanismos da utilização do “cetro divino” e sua divina magia com o objetivo de edificar a nossa vida sobre o melhor. Clique aqui e saiba mais.

Canal: Vinícius Francis


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A Inversão dos Pólos Magnéticos da Terra já aconteceu antes…

A Inversão dos Pólos Magnéticos da Terra já aconteceu antes…  

Há cerca de 12 mil anos. O Enigma dos Mamutes da Sibéria.

Posted by Thoth3126 on 07/12/2014




Os mamutes congelados da Sibéria é um dos mistérios que continuam desafiando a ciência moderna que, baseada em meras teorias faz algumas especulações razoáveis e admite que a solução desse enigma pode contribuir para desvendar diversos outros fatos inexplicáveis e ainda mais nebulosos da história do planeta terra.

Em 1900, nas margens do rio Beresovska, na Sibéria Setentrional, na Rússia, se encontrou o primeiro exemplar conservado de mamute em meio à lama congelada…

Edição e imagens:  
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Fonte: http://frankherles.wordpress.com/2009/05/02/o-enigma-dos-mamutes-da-siberia/

Por Roberto Pereira, trecho extraído do livro “Grandes Enigmas da Humanidade“

O fato em si não era inteiramente novo, já que antes tinham sido encontrados restos congelados de outros animais antigos. Mas nunca um exemplar tão grande, e em tão bom estado de conservação. Além disso, aquele mamute morrera de pé e tinha ainda restos de capim entre os dentes! Se morrera comendo, como ficara de pé? E por que não cuspira o alimento nos estertores de sua agonia?

Naquela época a ciência já sabia que os mamutes tinham desaparecido da face da Terra há, pelo menos, 10 mil anos e, logo, diversas expedições acorreram ao local para examinar o estranho achado. Descobriram que, apesar da idade, a carne do mamute estava ainda tão bem conservada que cães e lobos disputavam seus pedaços. A primeira explicação apresentada pelos cientistas foi de que o animal afundara no gelo, morrendo assim quase instantaneamente. Mas não havia nem jamais houvera geleiras naquela região da Sibéria: apenas neve durante o inverno. Neve que se derrete na estação quente. A outra teoria afirmando “que o animal morrera afogado” também não foi aceita. Se tivesse se afogado, ele, certamente, cuspiria os ramos encontrados na sua boca e nunca teria ficado de pé e haveria água em seus pulmões.

Finalmente, outros cientistas levantaram a teoria de que aquele mamute ficara preso no barro pegajoso e afundara lentamente de pé, até ser coberto pela neve e pela lama gelada. Mas um exame mais detalhado do solo provou que naquela região jamais houvera camadas de lama elástica, capazes de prender, até a morte, um gigantesco mamute de quase dez toneladas. Havia ainda outro problema: o alimento encontrado na boca do animal incluía delicados carriças, capim e ranúnculos, que só vicejam, hoje em dia, muito mais ao sul. Tudo aquilo junto formava um respeitável quebra-cabeça cientifico, para o qual durante muitos anos, dezenas de sábios eruditos não conseguiram nenhuma explicação satisfatória. Afinal, seria ilógico admitir que o pesado animal interrompera sua refeição e correra depois centenas de quilômetros para o Norte, com o capim na boca, para morrer congelado de repente, de pé.


Poucos mistérios desafiam tanto a argúcia dos sábios como a morte instantânea dos mamutes da Sibéria, por congelamento, ainda enquanto se alimentavam com capim fresco.

A Ciência Oficial se apóia em fatos provados, mas quando eles não existem, ela costuma montar teorias completas sobre frágeis indícios indiretos, e sobre a lógica também. Seria mais lógico admitir, por exemplo, que aquele tipo de capim crescera outrora naquela mesma região, e que o mamute morrera e fora congelado de repente – quase que instantaneamente -, enquanto pastava. Os anos foram passando e outros animais congelados foram sendo encontrados na Sibéria, com sinais claros de morte instantânea por congelamento e sem sinais visíveis de violência. Todos eles haviam sido congelados. O problema era saber como.

Em qualquer processo de congelamento de carne é necessário que a queda de temperatura seja acentuada e muito rápida, caso contrário se formam grandes cristais de água nas células – o que provocaria desidratação que estragaria a carne em pouco tempo. Para se congelar uma galinha ou um peru, por exemplo, a -40 ºC, são necessários 20 minutos; e pelo menos meia hora para se congelar meio boi. Um animal do porte de um mamute, quase duas vezes o tamanho de um elefante atual, teria que ser congelado a -100 ºC , em poucos minutos, para que sua carne ainda pudesse ser comida pelos cães, 10 mil anos depois.

Só havia um problema: O exame do exemplar congelado do rio Beresovka mostrou que o animal comera pequenos ramos de floridos, pouco antes de morrer. Grande quantidade de vegetal foi encontrada intacta, ainda não digerida, em seu estômago. E sabe-se que tais plantas não crescem onde a temperatura é inferior a -5 º Celsius. A única explicação satisfatória seria a morte instantânea dos animais, devido a um súbito rebaixamento da temperatura da Sibéria. E tanto o exame da carne do mamute como a analise dos vegetais que comera provou, sem sombra de duvidas, que tal catástrofe ocorrera em 10.000 anos a.C.(época do dilúvio de Noé).



Nos últimos trinta anos, numerosos cientistas russos viajaram até a região do rio Beresovska, em busca de novos indícios. E hoje se aceita, como a mais provável, a tese levantada por Immanuel Velikovski de que somente uma súbita mudança na inclinação do eixo de rotação da Terra poderia causar fenômenos meteorológicos capazes de explicar a repentina morte dos mamutes siberianos (e nós estamos próximos de nova mudança dos pólos magnéticos do planeta e com as suas conseqüentes catástrofes naturais).

Segundo alguns astrônomos, baseado em simulações em computador, somente a força eletromagnética de algum astro errante, um grande planeta ou uma pequena estrela (uma do tipo Anã Marrom-Brown Dwarf) passando através do sistema solar e suficientemente próximo da Terra poderia mudar o eixo de rotação terrestre.

Isso certamente provocaria marés no magma interno da Terra, abalando a fina crosta sólida do nosso mundo – de 30 a 90 km de espessura. Os vulcões, situados quase todos na zona equatorial, entraram em erupção, arremessando lava, pedras e, principalmente grandes quantidades de poeira superaquecida, se elevaria até a estratosfera. Depois, seguindo o movimento normal dos ventos, essa poeira dirigir-se-ia, espiralando, rumo aos pólos. O frio das grandes altitudes as congelaria e, quando ela atingisse a Sibéria, mergulhando rumo ao solo, poderia perfeitamente estar a mais (nesse caso, apesar da redundância é menos) do que –100º Celsius. (Esse efeito de congelamento instantâneo foi muito bem demonstrado no filme“The Day After Tomorrow”(O Dia Depois de Amanhã)

O quadro fica, então mais fácil de imaginar. Chegando às regiões setentrionais (norte) do planeta a poeira congelante subitamente escurece o sol. Os animais, que naquela época pastavam nas planícies verdejantes do Alasca, do Norte do Canadá e da Sibéria, olham espantados para a noite que chega de repente. E pouco depois são atingidos pelos ventos super gelados provocados pelas poeiras vulcânicas que cai do céu. Os animais sentem o ar frio queimar seus olhos e pulmões, e em segundos estão mortos enrijecidos nas posições em que estavam. Horas depois o vento diminui, mas durante semanas cai do céu poeira e neve que, lentamente, recobre os corpos congelados dos animais que, como estátuas geladas, acabam sendo totalmente cobertas por uma densa camada de neve e gelo.



A súbita mudança do eixo da Terra alteraria também o clima da Sibéria e de outras regiões do planeta,– e isso ajudaria a conservar praticamente intactos, os animais durante os milênios seguintes. Velikovski aponta outros indícios dessa mesma catástrofe como à súbita mudança no clima do Alasca, o secamento do grande lago que existe onde hoje é o deserto do Saara e a abertura do estreito de Gibraltar, que provocou o alagamento da região mediterrânea pelas águas do Atlântico.

Tudo isso, acreditam muitos cientistas, ocorreu mais ou menos em torno de 10.000 a.C. (n.T. exatamente em 10.986 a.C. e provocou o afundamento final de Atlântida em um ÚNICO DIA) Velikovski acredita que todos esses fatos se explicam pelo mesmo fenômeno cataclísmico, o da inversão dos Pólos Magnéticos do planeta. Esses são os fatos. Essas são as hipóteses. No entanto, mesmo com os recursos da ciência moderna, não existem ainda meios para unir todos esses indícios numa única teoria à prova de qualquer duvida. Mas alguns cientistas acreditam que estão na pista certa. E outros ainda mais ousados, chegam a levantar a hipótese de que se algum dia existiu o continente da Atlântida, ele teria afundado naquela mesma época e pela mesma razão. Assim, enquanto na Sibéria morriam os derradeiros gigantes da pré-história terrestre, no Atlântico afundava o continente onde, segundo Homero (e Platão), existiu a mais brilhante das antigas civilizações da Terra.

Fontes

1. Velikovski, Manuel – Mundos em Colisão, – Edições Melhoramentos

2. Pereira, Roberto e Lisboa, Carlos Luiz – Grandes Enigmas da Humanidade – Editora Vozes de Petropolis

3. Heuvelmann, Bernard – Sur la piste des Betes Ignorées – Edição de librarie Plon, Paris

Matéria publicada originalmente em português no Blog de RS Maike

Sobre mudança nos polos da Terra saiba mais em:
http://thoth3126.com.br/mudanca-dos-polos-nortesul-esta-acontecendo-agora-final/
http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-magneticos-a-ciencia-se-dobra-as-profecias/
http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-geomagneticos/
http://thoth3126.com.br/polo-norte-muda-muito-rapido-dados-alarmantes-do-noaa-2/
http://thoth3126.com.br/amas-a-anomalia-magnetica-sobre-o-brasil/
http://thoth3126.com.br/sinal-de-mudanca-no-campo-eletromagnetico-da-terra/
http://thoth3126.com.br/campo-magnetico-39-baleias-piloto-morrem-encalhadas-em-praia-da-nova-zelandia/

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Pensamento do Dia, 7 de Dezembro de 2014

Sathya Sai Baba

 

 

Yaga (orações de sacrifício ritualístico) é prescrita pela Karma Kanda (as partes interpretadas em ações ou Karma como um caminho espiritual) dos Vedas. 
Isso é para santificar o tempo e cumprir a meta do nascimento humano. 
A prática da renúncia e dedicação através do rito de Yaga promove felicidade mundana, bem como progresso espiritual. 
Promove caridade e coesão social. 
Os sacrifícios rituais agradam as divindades que presidem as forças da Natureza e, assim, trazem chuva que ajuda o cultivo e faz crescer o alimento para o homem e os animais. A atividade que é divorciada de objetivos espirituais, e desprovida de reverência e humildade, leva à presunção e autoritarismo. 
Torna a pessoa arrogante e cruel; mas os sábios da Índia estabeleceram que toda atividade deve ser feita como uma Yaga, como oferendas para a glória de Deus, em uma atmosfera de gratidão e admiração, de humildade e santidade. 
O objetivo de toda a atividade foi idealizado como felicidade e paz de todos os seres vivos.
Fonte: http://www.sathyasai.org.br/
Canal Youtube: Sai Love


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Tire um tempo para curtir a sua vida.

SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

6 de Dezembro de 2014

Tradução: Regina Drumond


Foto: Take time out to enjoy your life.It is always important to take time for you, take a moment and delight in the wonders of everyday and celebrate in it. Celebrate each day of your life. Take action today to take care of yourself. Take the time to eat foods that nourish your physical body, as well as nourish your spirit. Go outside and breath some fresh air and marvel in all of the beauty that is around you, as this too feeds you physically, mentally, spiritually and emotionally. This is also a good time to take a look at your life and take action and change those parts of your life that aren't working for you or that you are unhappy with.Celebrate with others, celebrate with those you love and create great energy filled with laughter and lightness. Your Angel guidance is to remember to celebrate and honour all things great or small in your life, honour who you are and watch the grandness and joy that it creates in your life. This is creative energy at its finest and it can help you in so many ways. It helps to heal your body, your mind and your heart, it helps you gain focus and clarity and to have the kind of life that fills and satisfies you and helps you to grow. Affirmation: "I celebrate each moment of my life. As I celebrate all things great and small that are important to me my life changes in wonderful ways and in the process of celebration more joy comes my way."And so it isYou are dearly loved and supported, always, the angels and guidesThank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,DěkujiUniversal Copyright ©2014 by Sharon Taphorn All rights reserved.Please share articles as long as copyright and contact info are always included and the message is complete and credit is given to the author.www.playingwiththeuniverse.com♥♥♥É sempre importante ter um tempo para você, ter um momento e se encantar com as maravilhas de todos os dias e celebrá-las. Comemore cada dia de sua vida. Aja hoje para cuidar de si mesmo. Aproveite o tempo para comer alimentos que nutram o seu corpo físico, bem como o seu espírito. Saia e respire o ar puro e se maravilhe com toda a beleza que está ao seu redor, pois isto também o estimula física, mental, espiritual e emocionalmente. Este é também um bom momento para dar uma olhada em sua vida, agir e mudar estas partes de sua vida  que não estão funcionando para você ou com as quais está infeliz.
Celebre com os outros, celebre com aqueles a quem ama e crie uma ótima energia, cheia de risos e alegria. A Orientação dos Anjos é que se lembre de celebrar e de honrar todas as coisas, grandes ou pequenas, em sua vida. Honre quem você é e observe a grandeza e a alegria que isto cria em sua vida. Esta é a energia criativa e ela pode ajudá-lo em muitos sentidos. Ela ajuda a curar o seu corpo, a sua mente e o seu coração. Ela o ajuda a ganhar foco e clareza e a ter o tipo de vida que o preenche e o satisfaz e o ajuda a crescer.
Afirmação: “Eu celebro cada momento de minha vida. Enquanto eu celebro todas as coisas, grandes e pequenas, que são importantes para mim, a minha vida muda de maneiras maravilhosas e no processo de celebração, mais alegria vem em minha direção.”
E assim é.
 
Você é ternamente amado e apoiado, sempre
 
Os Anjos e Guias
 
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Feito com mais amor... -- Ann Albers

MENSAGEM DOS ANJOS 

com Ann Albers

6 de Dezembro de 2014.

Tradução: Regina Drumond

 
A Natureza não estabelece expectativas para si mesma... ela apenas se permite “ser” como é... Nós também podemos. Mais amor significa mais vida!
Há uma ordem incrível e dinâmica no universo, queridos. Em todas as coisas, vocês são guiados. Deus conhece o seu coração, seus desejos, seus sonhos e seus esforços a cada momento, para preenchê-los com amor, para guiá-los com amor, para lhes dar a experiência mais agradável e amorosa aqui nesta Terra.
Assim, em cada momento, interiorizem-se em seu coração. Especialmente durante as Festas, quando todos vocês ficam tão ocupados, parem de vez em quando e, então, interiorizem-se em seu coração e se perguntem: “Isto é o que está realmente em meu coração?” Esta compra é o que está em meu coração, um presente de verdadeiro amor? Este alimento está realmente em meu coração, um presente de verdadeiro amor? Estou escrevendo cartões de natal por amor, ou por obrigação? Estou decorando o meu lar com amor? E se assim não for, queridos, o que o seu coração quer realmente? Pois, na verdade, vocês estão celebrando o nascimento e o surgimento da luz e do amor no meio da escuridão e assim, tragam a sua luz em todos os momentos. Amem o que estão fazendo, ou façam outra coisa.
Vivam de forma autêntica nesta temporada de Festas, ainda que “façam menos”. Suas memórias no fim desta vida não se baseiam em quanto vocês alcançaram, mas sim no amor com que o alcançaram. Nesta temporada de festas, criem realmente uma autêntica celebração de amor. Permitam-se sentir esta centelha de graça Divina em seus corações e em suas luzes... e ao assim fazerem, vocês acolhem o mais belo e verdadeiro espírito da época.
Deus os abençoe. Nós os amamos muito.
Os Anjos
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br



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