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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Sheldan Nidle, 09.12.2014

Atualização feita por Sheldan Nidle da Herarquia Espiritual e da Federação Galática.

4 Etznab, 16 Yaxk'in, 11 Ik (09.12.2014)

 Tradução: Candido Pedro Jorge

 


Dratzo! Viemos para explicar o que está acontecendo atualmente emseu mundo. 

Os asseclas escuros que controlam  seu reino, estão num grande dilema. Asestratégias que sempre utilizaram para confundir a Luz, não estão maisfuncionando. Uma contra estratégia especial, está agora levando à derrotada cabala, que está no limbo e incapaz de avançar com um plano de vitoria. Estedilema tem causado pânico em sua liderança global. 

Grandes grupos de serviços financeiros internacionais e seus aliados multinacionaisentendem que sua derrota e prisão são realmente iminentes. Váriosindivíduos em suas vastas corporações bancárias entrelaçadas sugerem algunsdesenvolvimentos radicais, como possíveis saídas. Garantimos aos grupos detrabalho, cabeças desta enorme organização, tal qual a um polvo, que qualquer tentativa de atrasareste processo, está fadada aofracasso. 

Propusemos uma série de movimentos para nossos aliados, que podem levareste complicado jogo de xadrez a um rápido desfecho. Isso envolve umasérie de movimentos unilaterais, que permitem a reposição global de moedas acontecer. Esteconjunto de movimentos libera do impasse, pelo fato de rapidamente expulsar osmuitos regimes chaves que estão, há anos paralisando essa transformação.

Estamos profundamente endividados com vocês pela paciência dispensada. Compreendemoso nível de frustração por que passam todos os dias. Por isso, estamos fazendoo possível para definir este direito e permitir o início de uma grandetransferência de riqueza, que permita a todos fazerem o que vieram aqui fazer. Naverdade, é muito difícil manter uma visão positiva de seus sonhos, quandoparece provável que essas coisas são constantemente adiadas pelas trevas e seuscapangas nefastos. 

Nosso plano é mostrar à Luz, como aqueles que operam na superfície deGaia podem acelerar o inevitável. A chave atual é desprender-se doprocesso, para obter a riqueza prometida com segurança para aqueles quetanto prezamos e obedientemente confiaram. 

Este processo precisa ser rápido para o surgimento de uma novagovernança e a transformação global do sistema financeiro. Delineamos umasérie de maneiras de como isto pode acontecer rapidamente. Nossoscontatos, com a ajuda de nossos amigos de Agartha, estão executando os meiospara atingir estes objetivos elevados e mais necessários.

Temos a capacidade de criar e movimentar ouro da maneira que desejarmos. Igualmente,possuímos a capacidade de teletransportar lideranças de um ponto paraoutro. É o momento de usar a tecnologia para bloquear os esquemas dastrevas e apoiar prontamente os desejos de nossos apoiadores da superfície deGaia. 

Tenham em mente que o mundo possui uma rede global de controle da mente,bem como uma tecnologia de guerra espacial secreta que está semiencoberta, existindoforças que tentam fomentar algum tipo de guerra. Mantivemos este contingente dearmamento espacial neutralizado e na baía por anos. Aqueles que desejammanter este reino doente continuam determinados a encontrar uma forma de usaressa tecnologia. 

Assistimos e observamos, na medida em que as trevas realizam uma missãosecreta após a outra, para de alguma maneira, quebrar nossos impasses aplicados. Todavia,somos mais fortes do que eles. A única solução é a rendição imediata para nossosassociados que estão diariamente na queda de braço com eles. Nossoscontatos estão fazendo agora todo o necessário para liberar a confusão quecontinua em todo reino da superfície de Gaia. O tempo para o sucesso estásobre nós!

Portanto, estamos, fazendo o necessário para concluir nossas váriasmaneiras de derrubar a cabala escura e suas maquinações, aparentementeintermináveis. Isso requer uma série de procedimentos a serem efetuadospelos nossos associados terrenos. Nossos contatos nos asseguraram que asações vitais já estão em andamento. É desejo dos mestres ascensos e doCéu, que estes seres escuros reconheçam a derrota e sejam isolados de vocês. 

Foram aprovados planos, pelos quais esses asseclas possam ser presos, julgadose isolados em lugares onde já não possam influenciar os eventos que aconteçam nestemundo. Só então, poderemos afirmar de uma forma verdadeira que uma novarealidade estará completamente manifestada a suas voltas. 

Nossas ações, são aferidas com muitos em seu mundo que compreendemplenamente o que precisa ser feito. Nesta luz, podemos afirmar que açõesestão em andamento, projetadas para quebrar o presente impasse e mover seureino em frente, rumo a uma nova realidade. Isso, também pode rapidamente culminarcom à divulgação e a vinda dos nossos mentores em seu reino. Neste momento,estão muito perto, em seus passos finais que os conduzirão à plena consciência!

Namastê! Somosseus Mestres Ascensos! 

Viemos para informar uma série de eventos queestão afetando o recebimento de suas bênçãos. O mais importante deles édesativar o atual poder da cabala escura, que impede o desembolso do novosistema, financeiro. 


Existe uma série de acordos que assinamos com as unidades depoliciamento de seu reino e estas unidades estão atualmente pondo de lado asbarreiras ilegais, para a introdução de um novo sistema de segurança detransferências bancárias internacionais. Além disso, nossos amigos doespaço estão usando suas habilidades para garantir que certo número de nossosprogramas seja introduzido e rapidamente implantado. 

Abençoamos todos aqueles que estão nos permitindo por de lado as formasvis e abomináveis ??maneiras, pelas quaisas trevas controlam o processamento de suas bênçãos. Profundamente, desejamosser capazes de lhes dar um presente especial durante esta temporada de ferias. Tambémpretendemos usar esta prosperidade para apresentar um novo sistema de governo.

Nossos associados estão preparando, portanto, essas bênçãoscelestiais! Durante décadas, tiveram que esperar pacientemente por eventosque pudessem alterar imensamente este reino. Estamos envolvidos de perto commuitos, para garantir que os das trevas que roubaram ou bloquearam a entrega dedeterminados fundos recebam da justiça o que realmente merecem. 

Detenções e várias acusações estão sendo preparadas para isolá-los epara que não sejam mais capazes de retardar o que há muito tempo prometemos. Astrevas estão ocupadas em orquestrar várias sequencias de eventos que possamlevar a uma nova guerra mundial. Nossa família do espaço está trabalhandono cancelamento deste processo. 

Desse modo, bem-aventurados, pedimos que usem suas meditações e rituaispara ajudar nesta causa tão nobre. Diariamente, oramos e nos concentramos napaz, mudança e prosperidade deste reino. Um novo período de grandeconsciência está se instalando em torno deste mundo. Usem esta nova energiapara manifestar uma nova era para toda a humanidade!

Percebam profundamente em seus corações, que um novo tempo para ahumanidade está amanhecendo. Uma Nova Era para ser vivida em liberdade,paz e prosperidade. Os decretos do Céu são bastante específicos. Estamosa serviço divino para a Luz. Uma maravilhosa missão que está a se revelar,na medida em que se tornam mais conscientes de suas existências. A escuridão,que por muito tempo dominou este reino, está desaparecendo. 

Na medida em que isso acontece, o sombrio e úmido aperto desses seres está se esvaindo. Estão para ser apresentados a novos grupos humanos da Luz. Oprocesso de mudança de uma limitada para a plena consciência está acelerado. Permitam-nosmaterializa-lo no momento certo e divino. 

Nesse aspecto, temos a intenção de instruí-los sobre uma série deassuntos vitais para essa transformação. Também estão para conheceraqueles que são da Terra Interior e dos cosmos. Essas reuniões serão paraexpandir nossa família espiritual e aprontá-los para um retorno à suas vidas,como Seres de Luz, totalmente conscientes.

Hoje, continuamos a informá-los sobre o que aqui está acontecendo. Milagresmaravilhosos estão para acontecer durante esta época natalina. Estejamprontos para aceitá-los e se regozijarem com o que o Céu estará lhes presenteando. Oano que vem será preenchido ainda com milagres maiores e as etapas finais, pelasquais iniciarão a mudança definitiva para a plena consciência. 

Saibam, meus Queridos, que as incontáveis ??fontes e a prosperidade sem fim dos Céus são realmente suas! Assimseja! Selamat Gajun! Selamat Ja!(Siriano para Ser Um! E Estejam emAlegria!).


Gentileza de: Sementes das Estreles


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Mãe Maria - 24.11.2014

É preciso que as PALAVRAS venham acompanhadas de ATOS amorosos

Mensagem de Mãe Maria 

Através de Jane Ribeiro

 

Amados Filhos,

http://xa.yimg.com/kq/groups/10863042/homepage/name/homepage.jpg?type=sn


Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações. A luz se faz presente, em vossos corações e vossas vidas, com uma intensidade nunca antes derramada sobre a Mãe Terra e todos vós.




Luz de amor, amor incondicional que retorna de vossas profundezas para se derramar sobre tudo que tem vida. Aproveitai, pois a intensidade da luz que tudo alimenta, cura e provê para mergulhar em um novo ciclo de vossa longa jornada.




Ciclo que trás de volta a liberdade, pela compreensão pura e simples que todos sois Filhos de Deus, e como Filhos de Deus sois iguais em essência, todos com direito as mesmas oportunidades, todos com o mesmo potencial para revelar o Cristo, todos com a mesma compreensão da verdade que vos levou a esse vosso planeta para manifestar o amor do Pai na matéria.




Buscai, pois vos reintegrar ao exercício do amor! Exercitar o amor exige de vós limpardes o passado e perdoar, perdoar a si mesmo e a tudo que vos levou a alimentar a separação, tudo que vos isolou da convivência mútua com vossos pares, por conta de vossos sentimentos egoístas que sempre alimentou em vós a crença de que sois “melhor”; melhor que o outro, mais sábio que o outro, mais importante que o outro, mais rico que o outro, mais saudável que o outro, e tantos outros mais.




A separação perde terreno à medida que a compreensão é exercitada e revelada em todos os recantos de vosso planeta. Não se acaba com as atrocidades sem a compreensão de que ela nada mais é do que a manifestação do lado sombrio do ser humano, que precisa ser purificado, não se revela a verdade sem antes dissolver as camadas e camadas de mentiras e hipocrisia que a humanidade acumulou ao longo da jornada, não se reconquista a paz sem senti-la no âmago do ser, a paz que invade o coração, purifica a mente e manifesta a solidariedade, não se acaba com a miséria sem o resgate do sentido maior da ação do “compartilhar”.




É preciso compreender que amar é agir, com total desprendimento. Não basta mais a manifestação de palavras amorosas, que alimentam a alma, mas deixam o corpo a mercê da realidade brutal da luta pela sobrevivência. É preciso que as palavras venham acompanhadas de atos amorosos, atos que revelem a compreensão das necessidades do outro, atos que ajudem a suprir as necessidades do outro, atos de entrega, a entrega que jamais busca o reconhecimento, a entrega que busca sim o equilíbrio, a entrega que visa terminar com o fosso que separa ricos de pobres, cultos de analfabetos, líderes de liderados.




Essa é a entrega que leva a reintegração de todos os povos, de todas as raças, de todos os credos e religiões. O mundo está farto de disputas, o mundo precisa de compreensão e paz. Buscai, pois, na força do amor que alimenta todos os corações, ser amor, ser o “humano divino” que deixa para trás o egoísmo para cultivar a solidariedade, ser o “humano divino” que sente as necessidades de seus pares e busca supri-las, através dos meios de que dispõe, para que as fileiras daqueles que buscam o verdadeiro sentido do viver possam ser engrossadas, e, assim, o exército dos Filhos da Luz se consolide como a força que multiplica as bênçãos do Pai, e nas bênçãos do Pai reconstroem um novo momentum e uma nova humanidade, a humanidade que finalmente se reconhece como um único corpo que é alimentado e impulsionado a servir através do Amor.




Bem amados, que este próximo Natal de Renascimento traga para todos vós a compreensão do verdadeiro sentido da trajetória de vosso amado Mestre Jesus, para que o Cristo renasça em verdade e em espírito em cada Filho da Terra, e renascendo manifeste, pela consolidação de um único corpo, o esperado Messias, o Salvador, esse Ser que nada mais é do que o somatório da manifestação da luz de todos vós.




Bem amados, agradecemos vossas presenças e vossas orações, e que a aurora desse novo tempo faça florescer em 2015 todas as vossas intenções de abundância, paz, amor, liberdade e verdade, virtudes que consolidadas levam todos vós a manifestar a tão almejada Redenção.


Bem amados, Eu vos deixo agora derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos no meu manto de proteção, porque Eu Sou Maria, Vossa Mãe.

SP-11/12/2014-Mensagem de Mãe Maria-20-2014 recebida por Jane M. Ribeiro

http://br.groups.yahoo.com/group/maemaria/

Enviado por: rib@uol.com.br 


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O colapso moral da medicina ocidental…

O "american way of life", 

(Estilo Americano de vida)

hoje significa MORTE… 

Por envenenamento.

Posted by Thoth3126 on 11/12/2014

 

 



No início de 1900, a América (assim como na maioria de todos os países) era repleta de chácaras pelo interior e de famílias que comiam seus alimentos frescos e naturais a partir de produtos produzidos dessas fazendas. Doenças como o Câncer, diabetes, doenças cardíacas e mal de Alzheimer mal existiam porque o solo era rico em nutrientes e minerais, que eram repassados para os alimentos produzidos e se você ficasse doente, o médico viria à sua casa e lhe daria algumas beberagens de ervas ou remédios naturais, e que isso bastava.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

http://www.naturalnews.com/

Por S.D. Wells – NaturalNews.com

(NaturalNews): Como em todo o mundo uma mudança aconteceu nos EUA, a de ter os melhores cientistas do mundo, que foram descobrindo vitaminas, minerais, vacinas e curas para todas as doenças, para uma situação hoje, nos tempos modernos, onde o único medicamento disponível é tóxico com efeitos colaterais terríveis, e onde há alimentos carregados de produtos químicos nocivos e sem nutrientes que estão sendo vendidos em quase todos os supermercados, restaurantes e mercearias, tudo em nome dos lucros das empresas que mantêm o povo dos EUA doente e com a necessidade de cuidados médicos cada vez maior e mais caros?

No início de 1900, a América (assim como na maioria de todos os países) era repleta de chácaras pelo interior e de famílias que comiam seus alimentos frescos e naturais a partir de produtos produzidos dessas fazendas. Doenças como o Câncer, diabetes, doenças cardíacas e mal de Alzheimer mal existiam porque o solo era rico em nutrientes e minerais, que eram repassados para os alimentos produzidos e se você ficasse doente, o médico viria à sua casa e lhe daria algumas beberagens de ervas ou remédios naturais, e que isso bastava.



Assim, após a Segunda Guerra Mundial, muitas famílias deixaram as suas propriedades rurais, e se aproximaram das fábricas e a viver em grandes cidades e começaram a comer alimentos industrializados processados, que eram enlatados e ensacados, sem os nutrientes que eles obtinham apenas uma década antes (e entupidos com conservantes, estabilizantes, corantes e uma vasta gama de PRODUTOS químicos para manter o produto por mais tempo).

Então, as grandes operações comerciais de produção e venda (de lixo comestível) de fast (Trash) food do tipo como o McDonald’s, KFC, Taco Bell, Pizza Hut, Burger Kings, etc… abriram franquias em toda a América (e em quase todo o planeta), alimentando o público de gordura saturada, conservantes e açúcar de que estavam carregados nas refeições quentes, baratas, rápidas e convenientes (mas completamente ARTIFICIAL).

Os Estados Unidos da América é a terra do livre empreendedor e da liberdade e a casa produtora de … alimentos tóxicos e medicamentos venenosos, e com os cuidados médicos de doentes crônicos à espera de seus próximos 80 milhões de vítimas. Aqui estão algumas estatísticas básicas de um país cheio de doença (n.T. – E de morte em um modelo hoje largamente disseminado/copiado pelo mundo ocidental):


O american way of life, hoje significa MORTE… por envenenamento.
Câncer: 1.500.000 diagnosticados a cada ano, mais de 50% dos doentes irão morrer disso.
Diabetes: 25.000.000 de pessoas estão diabéticos agora, hoje (incluindo crianças) 8.000.000 são terminais.
Doença cardíaca e ataques cardíacos: 81,000,000 (um em três de cada adulto) tem algum tipo de doença cardiovascular.
Doença de Alzheimer: 5.400.000 têm o Mal de Alzheimer agora (12,5 % dos idosos)
Defeitos congênitos: um em cada 33 bebês nasce atualmente nos EUA com algum tipo de defeito congênito (já é o responsável por 20% das mortes de bebês recém nascidos). (http://www.cdc.gov/ncbddd/birthdefects/data.html)

A maioria dos políticos norte-americanos (e demais países do planeta) não têm ética nem moral:

Era uma vez, a Lei do Insider Trading, que era uma lei assustadora que significava tempo de prisão para quem a violasse. Agora, os políticos ganham dinheiro com guerras que se declaram, e companhias de seguros de saúde investem em ações de empresas que produzem fast food que, lentamente, matam os seus próprios clientes envenenados.

As empresas farmacêuticas (Merck, Pfizer, Bayer, Bristol Meyers, etc) são dirigidas por administradores, pelo CEO (Presidente) que já foi um político que serviu como governador, ex senadores e ex chefes do órgão federal de vigilância e ficalização FDA (Food and Drug Administration), e existem juízes na própria Suprema Corte dos EUA hoje que já trabalharam para grandes empresas farmacêuticas, e que irão retornar para os seus antigos empregos depois de escrever uma nova legislação para beneficiar os seus investimentos atuais.



Não se enganem, os pesticidas usados na maioria das fazendas norte-americanas produtoras de alimentos dão câncer em humanos, e quase todos os políticos que apoiam os alimentos geneticamente mutantes, modificados conhecidos como OGM *.

Isso significa que as mudas de frutas e legumes são contaminados com pesticidas tóxicos desde as sementes em um laboratório industrial, mesmo que você lave bem o seu alimento, você ainda está comendo dioxina, toxinas, a mesma substância química tóxica (agente laranja por exemplo) que os militares dos EUA despejaram às toneladas no Vietnã, o que mais tarde deu como resultado um alto índice de câncer em nossos próprios soldados que lá estavam combatendo.(http://people.oregonstate.edu/ ~ MUIRP / pesthist.htm)

{n.T. * OGM é a sigla de Organismos Geneticamente Modificados, organismos manipulados geneticamente, de modo a favorecer características desejadas, como a resistência à pragas, a cor, tamanho, produtividade, etc. OGMs possuem alteração em trecho(s) do seu genoma realizadas através da tecnologia do DNA recombinante ou engenharia genética. Na maior parte das vezes EM que se fala em Organismos Geneticamente Modificados-OGM, estes são organismos transgênicos. OGMs e transgênicos não são sinônimos: todo transgênico é um organismo geneticamente modificado, mas nem todo OGM é um transgênico.

Um transgênico é um organismo que possui uma sequência de DNA, ou parte do DNA de outro organismo, pode até ser de uma espécie diferente. Enquanto um OGM é um organismo que foi modificado geneticamente, mas que não recebeu nenhuma parcela/parte de outro organismo.A empresa líder na produção de organismos OGM no planeta é a MONSANTO}



As agências federais em que você deveria confiar (FDA / CDC / AMA / CDC / ACS / e as principais companhias de seguros) apoiam a criação e venda de “alimentos e medicamentos” tóxicos.


Os políticos supostamente deveriam representar os melhores indivíduos de seu meio e do sistema e visar o bem das pessoas, mas agora é a corrupção política que torna bastardo o sistema deles ganharem dinheiro, tanto quanto possível antes de se afastarem do seu cargo público 4 anos mais tarde.

Alimentos, remédios e vacinas tornaram-se catapultas tóxicas para exploração pela máquina do complexo industrial das companhias Big Pharma e agências governamentais (e das sociedades secretas também).

Você já se perguntou como as empresas de seguros de saúde investem em negócios futuros? Eles investem em empresas cujos produtos causam doenças crônico-degenerativas, aumentando os custos de cuidados de saúde das pessoas até bater no telhado de tão elevados.

As companhias gigantes vendedoras de seguros de saúde norte-americanas e canadenses possuem quase US $ 2 bilhões APLICADOS em ações das também empresas gigantes de alimentos fast food como o McDonalds, Burger King, KFC e Taco Bell. E com essa informação fechamos a cortina, rápido …

Fontes para este artigo incluem:
http://people.oregonstate.edu/~muirp/pesthist.htm
http://www.naturalnews.com/028602_health_insurance_fast_food.html
http://www.diabetes.org/diabetes-basics/diabetes-statistics/
http://www.healthypeople.gov
http://www.alz.org/alzheimers_disease_facts_and_figures.asp
http://www.cdc.gov/ncbddd/birthdefects/data.html

Para saber mais veja em:
http://thoth3126.com.br/fraude-em-laboratorio-gigante-glaxosmithkline-gsk/
http://thoth3126.com.br/category/medicina-saude/
http://thoth3126.com.br/grandes-surpresas-dentro-de-vacinas/
http://thoth3126.com.br/diet-coke-zero-e-mortal/
http://thoth3126.com.br/o-colapso-do-nosso-mundo-comecou-veja-14-sinais-disso/
http://thoth3126.com.br/mcdonalds-rede-de-fast-food-foi-rejeitada-na-bolivia/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.



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Breve atualização da Aisha sobre o Encontro -- 08.12.2014

Os Companheiros Constantes

Uma breve atualização sobre o Encontro

Por Aisha North



E, assim, foi com o maior prazer querecebemos a todos para o Novo. Mais uma vez vieram para juntar seus recursos,da maneira que pudessem e, mais uma vez, conseguiram se estabelecer num nívelmuito novo de existência, ate agora inatingível pela humanidade.

Mas agora, chegaram e, ao seu lado, umnovo mundo veio à existência. Sabemos que estas palavras podem ser entendidascomo alguma brincadeira fantasiosa por aqueles ainda atolados nos antigossubconjuntos de antiguidades.

Todavia, para aqueles, já respirando essenovo e sedutor e tão fresco ar em seus pulmões, estarão mais do que dispostos aconcordarem com estes sentimentos. Sabem, sem qualquer sombra de dúvida, que omundo em que despertaram, guarda pouca semelhança com o que deixaram para trás,algumas horas passadas.

Olhando isso, de uma perspectivapuramente superficial, nada parecerá ter mudado, embora as mudanças a que nosreferimos sejam extremamente profundas, afetando a todos vocês, literalmente, numnível subatômico. Essa mudança para fora do antigo e para o Novo Mundo não é algorealizado por meio de naves espaciais pairando, aparecendo diante de vocês paralevá-los para algum planeta escondido em algum lugar longínquo, nas profundezasdo espaço.

Não, essa transmigração que falamos, éaquela realizada por meio de um salto de uma frequência para a próxima. E,mesmo que a distância entre estas duas estações seja quase impossível de sermedida por suas formas bastante rudimentares de cálculo, de fato equivale,literalmente, a um salto quântico, onde o abismo entre as duas estações opostasnão poderia ser mais profundo.

Estamos falando de uma mudança muitoprofunda, ainda que participem num nível que torne quase impossível ser detectadacom qualquer tipo de instrumento que possam ainda desenvolver. No entanto, atravésdos aparelhos mais sofisticados que já tem à sua disposição, ou seja, seuspróprios corações, saberão, em cada fibra de suas entidades que o que falamos,de fato já é uma realidade.

Uma mudança que ocorreu durante essa tão faladae, com razão, elogiada reunião que chamam de Encontro e que foi um sucessomonumental, classificado como muito elevado nos anais da humanidade, quando publicadosna íntegra. O que fizeram já mudou tanto, que seus velhos livros de históriapodem muito bem serem relegados a sucata, se ainda existir tal coisa.

Já vivem seus próprios sonhos de criar umparaíso próprio, aquele que será também a casa de inúmeros de seus companheiroshumanos. Não se trata de apenas algo que fizeram para própria diversão ou mesmobenefício.

É algo que fizeram para todos e que agora,virá o tempo para que toda alma, na existência da antiga versão do seu mundo seencarregar de ir profundamente dentro de si e desenterrar aquele velho contratoque fizeram consigo mesmos, antes encarnarem em seus atuais corpos, na versãoantiga de seu mundo que ainda usa o nome de Planeta Terra.

Lembrem-se de que possuir uma duplacidadania não é mais uma opção. Desta vez, isto se resume a que todos indivíduosfaçam essa escolha e que façam através daquela escolha que já estabeleceramantes de se comprometeram a estar aqui presentes, neste exato momento e lugar.

Desta vez, vieram na plena consciência dofato de que teriam a opção de agir com base nessa escolha, neste momento. Simplesmentenão foi nenhuma questão de completar outra, de uma linha aparentemente infinitade vidas humanas. Foi sobre a tomada de uma decisão seria, ou seja, concordarem ser uma parte do esforço de uma espiral ascendente, ou simplesmente aderir aela e acelerá-las.

E ontem estavam todos lá, ainda que apontandopara dois objetivos - para vocês e para o ponto focal, onde através do qualeste raio de luz brilhante entra, atravessando desta lente de Luz espalhada numainfinidade de opções e, assim, fizeram a opção, escolhendo  se levantar para o maior opção disponível.

Escolheram uma largura de banda situada nosconfins exteriores do espectro e, fazendo exatamente isso, definiram o ritmo destepróximo processo, programado de tal forma que ultrapassou em muito nossasexpectativas. Declararam-se prontos e capazes de completarem suas jornadas detal forma e em tal ritmo, que o antigo calendário também poderia ser relegado àsucata, ao lado de seus livros de história.

Como salientamos muitas vezes, isso foifeito por vocês, não para vocês e, mesmo que a Luz incidente não possa serinterrompida, poderão - se assim desejar - abrandar seus efeitos. Todavia, opreço pago, naturalmente será um aumento na adição da intensidade, algo assimcomo a água contida numa represa, onde o efeito acumulado (potencial),  irá realmente aumentar muito.

Entretanto, graças as esplêndidas capacidadesde realização de suas decisões, quase conseguiram fugir da Luz, em seuspropósitos de se adiantarem para o dilúvio. Em outras palavras, não só conseguiramafastar todos obstáculos colocados em seus caminhos por alguns dos seus colegashumanos mais hesitantes, como também conseguiram aumentar a velocidade da Luz incidentepela adição de seus - talvez em alguns setores – subestimado e formidável"peso" energético para esse tipo de impulso para a frente e, ao fazeremisso, literalmente, completaram o que só poderia ser considerado como: A maisimpressionante corrida de volta para casa.

Perdoe-nos pelo uso dessas frases, talvezum pouco irreverentes, ao descrever o que só pode ser denominado como nãoapenas uma alteração de vida, mas também alteração do momento de um evento que,na verdade também foi momento de, não apenas reflexão sobre o acontecimento,mas também de entrar em sintonia com suas próprias levezas.

Verdadeiramente um evento completo dealegria, especialmente para seus colegas humanos ouvindo os aplausos de seuspróprios núcleos, que começarão a emergir das profundezas de si mesmos dizendo:"Agora posso escolher, já não preciso completar este ciclo espiraldescendente em que entrei, quando encarnei neste corpo e neste mundo tãofísico. Agora tenho uma nova casa para onde posso me mudar se assim desejarfazê-lo”.

Lembrem-se de que, de fato, todas asalmas farão essa escolha e que não é algo que você ou qualquer outra pessoa possafazer por elas, não importando, quão difícil possa ser, ter de testemunhar oresultado de quaisquer das escolhas das almas, nestes casos.

O novo mundo é para todos, mas não é um lugarem que alguém possa ser forçado a se mudar. É um lugar de opções para mudanças,ao permitirem que seus corações os conduzam para lá. Pode ser um processo queleve pouco tempo, como um piscar de olhos ou pode ser um processo que leve umavida, ou até mais.


Seja como for, a estrada para o amanhã serálonga para alguns e curta e emocionante para os outros, embora para vocês, aviagem já esteja completa. Já chegaram, embora tenham pouco tempo paradescansar sobre os louros merecidos, pois a partir de agora, o trabalho maisuma vez se iniciará, quando irão realizá-lo com um novo fervor, que sejaperfeitamente adequado com o seu novo ambiente energético, também necessáriopara as tarefas monumentais que os esperam.

Entretanto,  ao lado dessas tarefas, segue um profundosentimento de alegria e maravilhas ainda maiores, por isso, não ficaríamossurpresos em vê-los esfregando as mãos, ansiosos para começarem a cavar com amaior brevidade.

Afinal de contas, provaram varias vezesque preferiam avançar a recuar, quando se trata de completar tarefas designadas,pois são seres mais que capazes de realizá-las e onde a verdadeira essência resideem conseguir este feito - na melhor forma e com a maior brevidade.

Então, tomem um tempinho parasimplesmente olharem ao redor. Também para examinar o que deixaram para trás, nãoesquecendo também de dar uns tapinhas nas costas e congratularem-se pela tarefabem executada. Foram aqueles que fizeram isso, ninguém mais e, assim, bem everdadeiramente merecem todos os elogios que possam receber, de modo que,certamente esperamos que possam, desta vez, serem bastante generosos consigo mesmos.

Embora achemos que ainda não tenham umamaneira de se permitirem verdadeiramente ver suas próprias grandezas, destavez, realmente  chegou a hora de selevantarem para a ocasião e fazer exatamente isso em honra de quem são e do quejá realizaram. Algo que não é nada menos que magnífico, assim como também sãovocês.



Agradece-se a: Sementes das Estrelas


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COMO PODE MUDAR A SOCIEDADE?

COMO VOCÊ PODE MUDAR A SOCIEDADE?

Mensagem da Mãe Terra 

Através de Pamela Kribbe

Tradução: Vera Corrêa


Queridas e lindas pessoas, eu saúdo todas vocês. Sou a voz da Terra. Recebam-me em seu meio, pois sou sua mãe. Abram as células de seus corpos para mim, para que eu possa sustentá-las.Gostaria que vocês relaxassem. E peço a cada um de vocês que faça isto agora. Deixe de lado toda a tensão, todos os pensamentos e preocupações repetitivas que ocupam sua mente; deixe que elas se desvaneçam. Permita que o ar flua através de você e ao seu redor.
Você me é tão querido! Eu o amo muito e o acolho. Confie em mim… coisa que nunca lhe foi ensinada. Na verdade, você foi ensinado a desconfiar de mim. Quando criança, aprendeu muito cedo a contar com a energia e recursos da sua mente para organizar a vida de modo a poder administrá-la.Grande parte da criação e educação das suas crianças tem o objetivo de tornar a vida gerenciável e fazer com que as pessoas se adaptem a um sistema social já firmemente estabelecido.


Este tipo de criação e educação confunde as crianças, porque nelas ainda vive um fluxo espontâneo e intuitivo, que é intensamente conectado com suas emoções, as quais geralmente ainda são bem diretas e rudes. E isto assusta os adultos.À medida que vai crescendo, a criança acaba se tornando cautelosa em relação às suas emoções, ao poder que elas possuem, à paixão que elas contêm e à sua falta de limites.


Mas será que as emoções realmente não têm limites?


Não, as emoções têm sua própria dinâmica. Se deixarmos que sigam seu curso, com o tempo elas encontrarão o equilíbrio natural, por si mesmas. Quando se permite que uma criança desabafe quando está com raiva – porque se sente tratada injustamente, por exemplo – com o tempo ela voltará naturalmente a um estado de silêncio, de reflexão.Às vezes é necessário ajudar a criança a fazer isto, mas o que acontecia muito no passado, e ainda está acontecendo hoje, é que esse tipo de emoção é suprimida e impedida de se manifestar. Quando se faz isto desde muito cedo com uma criança, sua vida emocional natural fica reprimida.


Você é tão pressionado a se tornar um adulto controlado, não acostumado a confiar em suas emoções espontâneas, em seus desejos, cuidados ou paixões, que acaba se tornando alienado das suas motivações mais profundas.Elas são empurradas para um canto escuro, por assim dizer, onde você não ousa ir. No entanto, mais cedo ou mais tarde, o que estava escondido vai querer vir à tona. A voz do seu coração, da sua alma, não será negada para sempre.


Parece que, neste momento, neste dia e época, essa voz da alma está despertando simultaneamente em muitas pessoas. Pode-se dizer que está ocorrendo uma espécie de revolta. As pessoas querem viver, não apenas sobreviver, e não somente organizar a vida, mas participar plenamente dela. Existe a necessidade de uma experiência real, intensa, e isto pode dar origem a grandes oscilações em sua vida emocional.Você está no processo de retorno ao seu centro, à sua essência, que é tanto celestial quanto terrena. Você carrega dentro de si uma alma imortal, que é infinita, e isto não é algo que possa ser compreendido intelectualmente. Existe esta luz em você que é infinita, que não está limitada por tempo nem espaço, que não está presa a este corpo.


Entretanto, esta centelha infinita de luz optou por entrar numa dança com o corpo, comigo, a Terra, e com a natureza. E por que isto? A alma desce ao corpo para vivenciar algo especial, que não pode ser experimentado nos reinos celestiais. A luz quer tomar forma e assumir um corpo para experienciar a vida e a criatividade na forma material e crescer com isto.Ao tomar uma forma, você se torna visível para os outros e aparece para eles como um ser individual. Passam a existir, então, você e os outros, e também a comunicação entre os seres vivos, além de interação, necessidade de compreensão e possibilidade de divertimento.


O fato da alma se manifestar na Terra torna possível a criação com sua incrível diversidade que torna a vida realmente interessante e emocionante – uma aventura! O propósito do encontro entre o Céu e a Terra, da fusão da alma com o corpo, e o objetivo da humanidade é criar e vivenciar a magia desta aventura.


Você pode perguntar agora, como é possível que a vida humana na Terra tenha se tornado um exemplo de controle da vida, de manipulação da vida, causando o sofrimento de muitas pessoas – e da natureza também – sob uma energia repressiva e julgadora. O que aconteceu com aquela magia original, aquela aventura que você podia sentir tão claramente quando criança, e que pertence à criança?


O sofrimento da humanidade e da natureza me deixa triste. Há tanto anseio, tanta dor, tanta emoção reprimida nas pessoas aqui! No entanto, existe esperança. Há mudanças acontecendo. Falo com você que está lendo isto, porque sei que é um pioneiro. Você sente que mudanças estão chegando e que, quando elas se manifestarem através de muitos indivíduos, algo de novo poderá surgir na Terra.Quero convidá-lo a vivenciar esse sentimento dentro de si mesmo.Vá para dentro do seu próprio ser e siga com sua respiração até o abdome.


Conecte-se com a energia brincalhona da criança que existe em você. Essa criança entende de magia e aventura; essa criança confia nas forças maiores; essa criança não precisa dominar e supervisionar tudo com a mente; e essa criança ainda está aí dentro de você – viva – e você não pode matá-la.


Imagine, por um momento, que você vê essa criança e a cumprimenta! Sinta como essa sua criança está conectada comigo. Sinta quanto essa criança sabe que quer estar na Terra e ser uma ponte humana entre o Céu e a Terra. Redescubra a magia e traga-a de volta à sua vida.


O que você pode fazer na sua vida diária para criar uma sensação de magia e aventura?
Pergunte à sua criança interior o que ela precisa para vir participar da sua vida.


Pode ser algo muito simples, portanto não o transforme numa coisa grande, mantenha-o divertido e pequeno. Sua mente geralmente pensa que tem que acontecer alguma coisa grande para mudar a consciência da humanidade na Terra.


Mas eu lhe digo: volte ao que é simples – à magia da criança que existe em você – esta é a resposta.


Aí se encontra a sua conexão com os maiores poderes, celestiais e terrenos. É assim que você dá a si mesmo algo que é maior do que você mesmo. Infelizmente, você perdeu a fé nessa possibilidade, mas ela pode ser muito tangível em sua vida.Muitas pessoas estão lutando para estarem presentes na Terra, especialmente na realidade social. Mas a maneira que essa realidade está atualmente estabelecida, estruturada e determinada por leis e regras, expectativas e exigências, muitas vezes reprime e restringe a sua criatividade. Essa realidade é o oposto da magia e do espírito aventureiro, e geralmente oprime você.


Alguns se sentem tão alienados da sociedade, que duvidam se de fato pertencem à Terra. É precisamente para cada uma destas pessoas que quero dizer: você está em seu Lar aqui, em mim e comigo. Eu sou a alma da Terra e você me ama.Faça a distinção entre a realidade social, com seus conceitos e regras humanos, e a energia da natureza em seu estado selvagem – a energia das florestas, mares, pássaros e flores. Esta é a energia original da Terra, e é aí que está seu Lar. Você entende essa energia e gosta dela. Sinto que você me valoriza e eu o respeito por isto.


Não brigue com a sociedade, porque no momento em que entra numa batalha, você quer agir, estruturar, organizar, e geralmente forçar algo a mudar. Mas muito do que prevalece hoje na sociedade, por meio de controle, de velhos julgamentos e coerção, só pode entrar em colapso através de uma crise.Às vezes, alguma coisa precisa morrer completamente antes que possa ocorrer uma verdadeira mudança. No seu dia-a-dia, você pode sustentar a mudança de consciência na Terra, voltando para a sua fonte, para a criança que existe dentro de você – para a sua originalidade.


Ouse vivenciar suas emoções e trabalhe junto com elas; ouse sonhar novamente; atreva-se a ser passional, a acreditar nas possibilidades que a vida oferece, mesmo que a sociedade lhe diga que isto não é possível, que isto não é viável.


Tanta coisa é possível quando você vive a partir do seu coração, quando você ousa confiar incondicionalmente em seus sentimentos.Isto não quer dizer que deva agir de acordo com cada impulso que se apresente, mas que seja sensível àquilo que o afeta e emociona; que se volte para dentro de si mesmo e olhe para sua criança interior, não apenas quando ela está brava, ansiosa ou triste, mas também quando está entusiasmada e apaixonada; que trabalhe com essa criança e realmente se atreva a viver de acordo com seus ideais e motivações mais profundos.


Tudo isto acabará mudando a sociedade – não através da luta contra alguma coisa, mas através do retorno à sua própria verdade, ao seu ser original.


Finalmente, peço-lhe que leve sua atenção aos seus pés e sinta como eles tocam o solo. Imagine que respira pelos pés. Cada vez que inspira, você leva a energia da Terra para dentro dos seus pés. Sinta como eles ficam pesados e como eles o carregam.Sinta como você é sustentado por mim, a Terra. Você não precisa fazer isto sozinho. Existem forças maiores que desejam ajudá-lo, que desejam apoiá-lo no caminho da sua alma.


Sinta essas forças por um momento, e perceba a minha força para sustentá-lo. Em seguida, sinta as forças celestiais que também estão aqui em forma de guias, anjos e sua própria alma, embora você não precise saber exatamente como nem o que está aqui, mas apenas experimentar uma força maior que é suave e alegre; uma força que não é crítica com você, mas que tem simpatia e compaixão pelos seus sentimentos.Sinta, por um momento, esse poder que vem de trás de você e entra em seu coração, peito e ombros. Permita esse apoio, conforto e encorajamento em sua vida. Perceba como a sua mente se torna mais tranquila quando você se sintoniza com essas energias sustentadoras e carinhosas.

Confie nos sinais, os sinais que você recebe constantemente do seu corpo e sentidos. Existe um poder mágico na vida que pode guiá-lo, um poder que está focalizado na alegria e na força da criação. É este o poder mágico que transformará a vida na Terra.
 
 
Fonte: http://www.jeshua.net/por/

Tradução: Vera Corrêa / veracorrea46@ig.com.br 


Por favor, respeitem todos os créditos
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 Atualização diária


 

A Revelação Templária – 03B – No Rastro de Madalena

Capítulo 03 B 

 NO RASTRO DE MARIA MADALENA

Posted by Thoth3126 on 11/12/2014




maria-madalena-painting by Frederick Sandys“Daquela que desejo libertar, chegam até mim os aromas do perfume que impregna o sepulcro. Antigamente alguns invocavam-na, ÍSIS, rainha das fontes benéficas. “VINDE A MIM TODOS OS QUE SOFREM E ESTÃO OPRIMIDOS E EU VOS CONFORTAREI“. Outros: Madalena, do famoso vaso de unguento balsâmico. Os iniciados sabem o seu verdadeiro nome: NOTRE DAME DES CROSS“.

Se Madalena fosse realmente a amante ou a esposa de Jesus, a sua enigmática posição no Novo Testamento estaria explicada. Ela parece importante, mas a razão da sua posição nunca é clarificada; talvez os autores esperassem que a sua audiência já tivesse conhecimento prévio da sua relação com Jesus…

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulo 03 B – NO RASTRO DE MARIA MADALENA – Livro “The Templar Revelation – Secret Guardians of the True Identity of Christ” de Lynn Picknett e Clive Prince.

http://www.picknettprince.com/

CAPÍTULO III C – NO RASTRO DE MARIA MADALENA

… Afinal, como tem sido referido, os rabis eram normal e tradicionalmente homens casados; um pregador solteiro teria causado muito maior sensação, e uma afirmação nesse sentido teria sido certamente incluída nos Evangelhos.

Numa cultura tão dinástica e patriarcal, se Jesus fosse solteiro e sem filhos, esse fato não só teria causado sensação como teria constituído uma parte mais óbvia do relato dos seus ensinamentos. De fato, o celibato era e é considerado tão horroroso, na tradição judaica, a ponto de ser considerado pecaminoso. Jesus teria sido conhecido por pregar o celibato; esta acusação nunca lhe foi feita, nem mesmo pelos seus inimigos mais implacáveis. A vida monástica foi uma inovação muito mais tardia do catolicismo ortodoxo e dogmático – mesmo Paulo, aparentemente misógino, admitiu que «é melhor casar que arder».

A própria ideia de Jesus como um ser sexual é tão desagradável à maioria dos católicos que, como vimos, a sequência imaginária do filme de Martin Scorsese, com Jesus e Maria na cama, provocou clamores de horror em massa pelo mundo católico. Por toda a parte, os católicos declararam-na sensacionalista, sacrílega e blasfema. Mas a verdadeira razão desta revolta foi nada menos que os subjacentes medo e ódio atávicos às mulheres (n.t. E a outra metade de Deus, o poder feminino).

Tradicionalmente, elas são consideradas como basicamente impuras, e a sua proximidade física como poluente do corpo, da mente e do espírito dos homens, “naturalmente” bons e puros; certamente que o Filho de Deus nunca se exporia a esse perigo mortal. O horror provocado pela ideia de Jesus, entre todos os homens, ser o parceiro sexual de qualquer mulher é multiplicado por mil quando o nome da sua amante é Maria Madalena – uma bem conhecida “prostituta”.



Embora este assunto seja minuciosamente analisado mais tarde, é suficiente dizer agora que a questão de ela ser, ou de realmente ter sido, uma mulher da rua deve permanecer em aberto. Há testemunhos pró e contra a sua antiga profissão, mas o aspecto mais significativo da questão é que a Igreja preferiu retratá-la como prostituta, mesmo que arrependida. Esta interpretação, altamente seletiva, da sua personalidade também serviu para transmitir duas mensagens importantes: que Madalena, em particular, e todas as mulheres, em geral, eram impuras e espiritualmente inferiores aos homens e que a redenção só se encontra na Igreja.

Se é impensável que Jesus e esta (suposta) ex-prostituta fossem amantes, também para a maioria dos católicos é quase igualmente ultrajante sugerir que eles fossem marido e mulher. Como vimos, os autores de The Holy Blood and The Holy Grail argumentam que, se Madalena fosse a mulher de Jesus, isso explicaria o motivo por que ela é tão importante para o Priorado de Sião e para a sua ideia de uma descendência sagrada e divina. Contudo, esta não foi, de modo algum, a primeira vez que esta idéia foi publicada.

Foi em 1931 que D. H. Lawrence publicou a sua última novela The Man Who Died, em que Jesus Cristo sobrevive à cruz e encontra verdadeira redenção através do ato sexual com Maria Madalena que é claramente identificada como uma SACERDOTISA DE ÍSIS (n.t. a aqui começa a razão do medo que a igreja romana tem de Madalena…). Lawrence também associa Jesus a Osíris, o deus morto-e-ressuscitado, consorte daquela deusa. Originalmente, a história foi intitulada The Escapes Cock, e como escreve Susan Haskins: o galo… está associado à ideia do corpo ressuscitado (a figura humana de Cristo, fazendo um jogo de palavras, exclama: «Ressuscitei!» quando, por fim, teve uma ereção…) parece estranho que se tivesse concentrado tanto a atenção em o Amante de Lady Chatterley, quando esta outra obra, potencialmente muito mais controversa, escapou à censura.

Embora seja possível apresentar bons argumentos a favor de Jesus e Madalena terem sido casados – e, por implicação, terem tido filhos -, esse fato, em si, parece uma fraca razão para que o priorado investisse tanta paixão na sua devoção a Madalena, porque, como vimos no capítulo anterior, há razões importantes para dar pouco crédito à ideia de que a dinastia merovíngia descendia dos dois. O seu fascínio reside noutra coisa, alguma coisa evasiva mas não impossível de se sentir. Sugestões desse encanto vislumbram-se no poder da sua imagem na nossa cultura, mas foi na França, dizem os entendidos, que a verdadeira mulher acabou os seus dias.

O mais famoso relato de Madalena, em França, é Golden Legend (já de 1250) de Jacobus de Voragine. Nele, De Voragine, o frei dominicano arcebispo de Gênova, descreve-a como Iluminata e Iluminatrix - a Iluminada e a “ILUMINADORA” -, o que é particularmente interessante porque são estes os papéis que lhe são atribuídos em todos os textos gnósticos proibidos pela igreja romana. Ela é retratada como sendo, ao mesmo tempo, a iluminada e a que confere a luz, iniciada e iniciadora: não há qualquer sugestão de que fosse espiritualmente inferior ao homem por ser mulher – é exatamente o contrário.


Os Cavaleiros Templários conheciam o segredo sobre o Poder Feminino da Divindade Criadora, e secretamente adoravam-NA …

Como sucede com todas as lendas, há várias versões de um tema central que, todavia, permanece notavelmente constante. A história essencial é a seguinte: pouco depois da Crucificação, Maria Madalena, juntamente com os seus (Três) filhos, com Marta e Lázaro, em companhia de várias outras pessoas – as suas identidades variam, consoante a versão da história -, viajou por mar até à costa do que é agora a Provença, no sulda atual França. Entre o elenco dos seus acompanhantes, contam-se São Maximin, considerado um dos setenta e dois discípulos de Jesus e lendário primeiro bispo da Provença, Maria Jacobi e Maria Salomé, alegadamente tias de Jesus, uma serva negra chamada Sara e José de Arimateia, um homem rico, amigo (n.t. na realidade ele era tio) de Jesus e associado, muitas vezes, à história de Glastonbury na Inglaterra.

O motivo desta longa viagem, supostamente arriscada e incômoda, também depende da versão que lemos. Segundo uma versão, este grupo fugiu à perseguição dos judeus à Igreja Cristã primitiva (n.t. a heresia católica de Roma só surgirá após se passarem mais três séculos, em 325). Outro motivo essencial apresentado é que eles foram deliberadamente lançados à deriva num barco sem leme e sem remos. É evidente que foi literalmente um milagre terem alcançado terra firme eao atravessarem o Mar Mediterrâneo.

O quadro do Sul de França, nos tempos da chegada de Madalena e seus acompanhantes, pintado pela história medieval era o de um deserto remoto, habitado apenas por selvagens pagãos. Na realidade, a Provença era uma parte importante do Império romano – uma zona altamente civilizada, com prósperas comunidades romanas, gregas e mesmo hebraicas; a família Herodes possuía propriedades no Sul de França. E, longe de esta viagem ser extraordinariamente árdua e invulgar, ela era a rota normal dos navios mercantes e não era mais difícil que a viagem, digamos, de Tiro ou Sídon (Líbano) para Roma. Se este determinado grupo veio para a Provença, podia ter vindo voluntariamente, sem ter sido obrigado a fugir (n.t. e apenas obedecendo sua orientação interna, de acordo com os planos em desenvolvimento da Hierarquia Espiritual).

As lendas concordam que eles desembarcaram no que é hoje a cidade de Saintes-Maries-de-la-Mer (Santas Marias do Mar, nome sugestivo), na Camarga. Chegados ali, o grupo dividiu-se e seguiu caminhos diferentes para espalhar o Evangelho. Diz a história que Madalena pregou por toda a região, convertendo os pagãos, antes de se tornar eremita, numa caverna existente na região de Sainte-Baume. Segundo algumas histórias, ela viveu ali durante quarenta anos, um período improvável mas biblicamente venerável, passando o que deviam ter sido longos dias a arrepender-se dos seus pecados e a meditar sobre a mensagem de Jesus Cristo.


A tradição francesa de Saint Lazare de Betânia é que Maria Madalena, seu irmão Lázaro e Maximino, um dos Setenta Discípulos e alguns companheiros, atravessaram o Mediterrâneo em um barco frágil sem leme nem mastro e desembarcaram no lugar chamado de Saintes-Maries-de-la-Mer perto de Arles. Maria Madalena pregou na região de Marselha e converteu a totalidade da Provença. Madalena diz-se que se retirou para uma caverna em uma colina, La Sainte-Baume (“Caverna Santa”, baumo em Provençal), onde ela se entregou a uma vida de penitência durante trinta anos. A caverna é agora um local de peregrinação católica.

Para condimentar um pouco a história, diz-se que ela passou todo este tempo nua, à exceção de um cabelo curiosamente abundante que efetivamente a revestia e que faz lembrar as peles de animais de João Baptista. No fim da vida, dizem, ela foi transportada por anjos até junto de São Maximin (então o primeiro bispo da Provença), que lhe administrou os últimos ritos antes de ela morrer. O seu corpo foi enterrado na cidade a que deram o nome do bispo.

É uma história bonita, mas há nela alguma verdade? Para começar, é extremamente improvável que Madalena fosse eremita, durante qualquer período de tempo, numa caverna em Sainte-Baume. Mesmo o atual guardião oficial do santuário católico admite que ela nunca ali esteve. Contudo, o local não é desprovido de significado. Na época romana, longe de ser um eremitério na região mais remota da Terra, era uma região muito povoada, e a própria caverna era um centro de culto da deusa Diana Lucifera (Lucifera = a «portadora de luz» ou a ILUMINATRIX, a que ilumina).

Embora uma Madalena nua – mas sem o cabelo cortado – tivesse sido certamente o centro das atenções, dificilmente ela estaria sozinha naquele lugar de culto porque muitas outras sacerdotisas e cultistas teriam afluído à caverna. Mas, apesar de a “catolização” dos lugares pagãos, mesmo que apenas retrospectivamente, ser uma famosa prática histórica, outra coisa parece ser ali sugerida.

(Curiosamente, Arles – a populosa cidade mais próxima do lugar onde se julga que Madalena desembarcou – era um centro importante do culto de ÍSIS. Esta região pantanosa e inóspita parece ter abrigado vários grupos de culto da deusa e, sem dúvida, continuou a oferecer refúgio aos membros do culto numa época avançada e mais perigosa da era católica).

De fato, a metamorfose da outrora esplendidamente voluptuosa Madalena numa eremita magra e chorosa foi a versão da igreja católica deliberada de uma história muito mais ambivalente: todos os elementos importantes foram extraídos da lenda do século V relativa a Santa Maria, a egípcia, que foi também uma prostituta transformada em eremita e cuja penitência, no deserto da Palestina, durou quarenta e sete anos. (Obviamente, no entanto, os hábitos antigos são difíceis de perder, porque ela financiou a sua viagem de barco para a Palestina oferecendo aos marinheiros os seus habituais serviços pessoais – e, ainda mais singular, ela foi considerada santa por ter procedido assim…)


ÍSIS-APARECIDA, a Virgem “NEGRA”, protetora do Egito, da França e do BRASIL ….

Evidentemente – e à luz de outros argumentos que serão apresentados mais tarde -, a «parte» penitente da história de Madalena é uma invenção deliberada da Igreja católica medieval para a tornar mais aceitável. Mas descobrir o que ela não foi não esclarece, só por si, nem a sua história nem a sua personalidade. No entanto, repetidas vezes enfrentamos a curiosa atração das pessoas por esta mulher que ultrapassa o simples carisma contemporâneo e cujo apelo não só sobreviveu aos séculos e milênios como parece estar aumentando no nosso tempo atual.

Há milhares de lendas de santas, umas mais credíveis que outras, mas, infelizmente, a maioria delas são simples fábulas. Por que deveria ser diferente no caso de Maria Madalena? Por que deveria haver alguma realidade nesta lenda? Muitos comentadores alegaram que a lenda de Madalena, em França, era a simples invenção de publicitários franceses astutos, ansiosos por criar para si mesmos um legado bíblico espúrio (muito semelhante às histórias do jovem Jesus visitando a região oeste da Inglaterra).

Inegavelmente, muitos pormenores da história francesa de Madalena são acréscimos posteriores, mas há razões para suspeitar de que, no todo, ela se baseia em fatos verdadeiros. Porque, embora seja ir demasiado longe pretender que Jesus visitou a região oeste da Inglaterra – na época, uma área muito remota, para além do Império romano -, dificilmente se compara a sugerir que uma mulher, com recursos financeiros independentes, embarcasse com destino a uma cultura florescente nas margens do Mediterrâneo romanizado.

Mas muito mais significativa era a natureza do seu papel nestas histórias: ela é explicitamente descrita como uma pregadora. Como vimos, logo no início, a Igreja referiu-se a ela como «a Apóstola dos Apóstolos», mas, na Idade Média, teria sido impensável atribuir este papel a uma mulher. Se, como afirmam os críticos, a lenda francesa de Madalena tivesse sido inventada por monges medievais, eles não lhe teriam atribuído o papel de apóstola, então enfaticamente masculino. Isto sugere que a história se baseou numa reminiscência verdadeira da própria mulher, embora embelezada, ao longo dos séculos. E, curiosamente, os historiadores concordam que o cristianismo foi instituído na Provença no século I.



Tomando a cidade de Marselha como base, partimos para visitar os principais locais associados à lenda de Madalena.

O rastro, como a própria história, começava em Saintes-Maries-de-la-Mer, a duas horas de viagem de Marselha, na Camarga, a região pantanosa salpicada de lagoas – étangs – onde o Rhône deságua no Mediterrâneo. Saintes-Maries-de-la-Mer é a única cidade de uma região que também se dedica à criação de cavalos, pelos quais a Camarga é famosa, e que constitui um santuário para muitas espécies de aves marinhas, incluindo bandos de flamingos que, vindos da África, visitam este litoral.

É um lugar selvagem, zumbindo com nuvens de mosquitos ao crepúsculo, e, após uma longa viagem através dos pântanos, desde Arles, é quase um choque chegar a Saintes-Maries e descobrir que é uma cidade com grande movimento turístico, incluindo feiras de diversões, bares e restaurantes. Como o resto da Camarga, a cidade tem um toque distintamente espanhol, até mesmo uma praça de touros – que, aqui, se situa junto à praia. A Igreja de Notre-Dame de la Mer (N. Sra do Mar), em forma de galeão, eleva-se, abruptamente, acima dos edifícios baixos da cidade, e não é surpresa saber que esta igreja foi completada com fortificações: situada numa remota cidade costeira, a igreja estava sob constante ameaça de piratas e de outros inimigos.

Três Marias são veneradas aqui: Maria Madalena, Maria Jacobi e Maria Salomé. A igreja tinha particular interesse para René d’Ánjou (1408-1489), rei de Nápoles e da Sicília e, segundo o Priorado de Sião, um dos seus antigos grão-mestres. O «Bom Rei René», como ficou conhecido na história, era um fervoroso devoto de Madalena e obteve autorização do papa para escavar a cripta. Encontrou dois esqueletos, que foram declarados como sendo os de Maria Jacobi e Maria Salomé, mas não encontrou vestígios de Madalena.

No interior da igreja existe um curioso altar, dedicado a Sara, a egípcia, supostamente a serva das Marias. Considerada, tradicionalmente de cor negra, ela é a santa padroeira dos ciganos, que convergem para a cidade aos milhares, todos os dias 25 de Maio, num festival em sua honra, se elege a rainha cigana de cada ano, para em frente da estátua de Sara, a qual é depois levada em procissão e cerimonialmente mergulhada no mar. Naturalmente, este evento tornou-se o principal programa turístico da região e tem atraído muitos nomes famosos ao longo dos anos – incluindo Bob Dylan, que se inspirou para escrever uma canção acerca da sua visita.

Entre outros visitantes ilustres, uma visita é comemorada por uma placa, na praça exterior à igreja: a do então cardeal Angelo Roncalli (1881-1963), então embaixador do Vaticano em França e, mais tarde, eleito o papa JOÃO XXIII. Tem-se afirmado que ele era membro do Priorado de Sião quando Jean Cocteau detinha o título de Jean (JOÃO) XXIII como grão-mestre.


Eglise Nôtre-Dame-de-la-Mer em Saintes-Maries-de-la-Mer

Seguindo o que se afirma ter sido o itinerário da própria Madalena, regressamos ao calor e ao movimento de Marselha, onde ela pregava. Das duas catedrais que se erguem lado a lado, uma tem apenas 150 anos e continua a ser usada. Embora a sua decoração celebre o tema de Madalena, ela é, presumivelmente, o resultado da tradição e das expectativas locais. E o edifício mais antigo, o Vicille Major, que, indiscutivelmente, é o mais interessante dos dois e contém representações aparentemente autênticas da vida e da obra da santa naquela região. E, tal como a cúpula de Notre-Dame de France, em Londres, o teto foi decorado para parecer uma gigantesca teia de aranha. Atualmente considerada insegura, esta catedral já não está aberta ao público.

Construída no século XII, no local de um batistério do século v, a catedral é evocativa do antigo madalenismo. Não apenas possui uma capela, que é especificamente dedicada à Madalena, como a capela de São Sereno tem uma série de baixos-relevos que representam cenas da sua vida – que foram encomendados por René d’Anjou. Um deles representa-a, de fato, a pregar, reforçando assim a sua imagem de apóstola, segundo os Evangelhos gnósticos. E, provavelmente, como teve êxito na conversão dos «pagãos», alguém devia estar disponível para os batizar na fé cristã – mas quem? Poderia ser que ela, a Apóstola dos Apóstolos, assumisse também esse papel?

Segundo a tradição local, ela pregava nos degraus da escada de um antigo templo de Diana. Este edifício não serviu, de fato, de alicerce a qualquer das catedrais de Marselha, mas estava localizado, diz-se, no que é agora a Place de Lenche – num emaranhado de ruas, aproximadamente a 200 metros de distância. Ali não há nada a comemorar a sua pretensão à fama histórica, mas há alguma coisa de coercivo na insistência dos habitantes locais quando afirmam que este banal lugar triangular é o lugar onde, outrora, Madalena pregou.

Passado o forte de S. João Batista e o antigo e pitoresco porto, com o seu mundialmente famoso, se bem que de cheiro desagradável, mercado do peixe, situa-se a abadia de S. Victor. Este é outro lugar religioso importante – ali houve um mosteiro do princípio do século v, que, por sua vez, fora construído sobre um cemitério pagão. O atual edifício data do século XIII, mas a cripta é muito mais antiga e contém vários sarcófagos ornamentados datando da época romana. A cripta também contém uma capela, em forma de caverna, dedicada a Madalena. Mas para nós, indiscutivelmente, a nota principal deste lugar era a estátua de Notre-Dame de Confession, do século XIII. Segurando uma criança nos braços, a Virgem é representada como se fosse de raça negra. É uma das lendárias – e polémicas – «Madonas Negras».


Notre-Dame de Confession, a Virgem Negra de Marselha

A leste de Marselha, situa-se Sainte-Baume – a grande caverna em que se supõe que Maria Madalena acabou os seus dias como eremita. Uma estrada íngreme e sinuosa eleva-se, abruptamente, a muito perto de 1000 metros de altura, antes de atingir um planalto e, por fim, conduzir o visitante a um pequeno aglomerado de edifícios, que constituem a aldeia de Sainte-Baume. Dali, é uma caminhada longa, e com muito calor, através dos bosques até à gruta, agora um santuário católico.

Contudo, não se encontram ali quaisquer revelações, porque, como vimos, a Igreja inseriu Sainte-Baume na história de Madalena para a tornar paralela à vida de outra “prostituta-santa”, Maria, a egípcia, e no tempo em que, supostamente, Madalena ali viveu, a gruta era um centro de culto de uma deusa pagã. O mito tem o duplo valor de transformar a errante Madalena em alguém mais fácil de ser patrocinado pela Igreja e de transformar um antigo local pagão num centro de peregrinação cristã.

A partir de Sainte-Baume, a estrada continua até ao suposto lugar da morte e da sepultura de Madalena, Saint-Maximin-la-Sainte-Baume, onde o seu festival anual estava no auge.

A magnífica procissão da cabeça de Madalena começa com uma cerimônia religiosa, no interior da basílica de Saint-Marie-Madeleine; em seguida, as relíquias, que estão normalmente guardadas na sacristia, são colocadas em andores e transportadas ao longo de um percurso, fixado de antemão, pelas ruas estreitas e sinuosas de St. Maximin. Uma banda de gaitas-de-foles e de tambores, envergando os trajes tradicionais da Provença, abre o desfile, precedendo bispos, sacerdotes, monges dominicanos e dignatários locais. Talvez como uma espécie de «animação», seguem-se dois pequenos andores transportando pequenas imagens de santos menores.

Após uma longa espera, surge a cabeça (Caveira) de Madalena. Adornada com pequenas medalhas de ouro, ao longo da orla do pálio, a preciosa relíquia é, evidentemente, de grande importância. Habitantes da cidade empunhando lanças mantêm uma guarda simbólica em seu redor, e o poder de atração é tanto que localizamos uma rapariga que esqueceu totalmente as idéias de modéstia e se debruçou da sua janela para ver a procissão – estando nua. (Há quem possa dizer que isso era muito apropriado, no tocante a esta santa em particular.)

Por onde a relíquia passa, o mesmo refrão obsidiante eleva-se do clero oficiante e da multidão, um hino especial a Maria Madalena, que culmina com uma altissonante interpretação musical no interior da basílica, conduzida pelo seu grande órgão mundialmente famoso. Mas toda esta exuberância e este cerimonial são apenas fachada’? Dizem-nos alguma coisa sobre a verdadeira Maria Madalena, a enigmática mulher do Novo Testamento, que pode realmente ter sido a esposa de Jesus?


O crânio que seria de Maria Madalena

As suas relíquias foram encontradas, diz-se, enterradas na cripta da igreja de St Maximin, a 9 de Dezembro de 1279, por Carlos d’Anjou, conde da Provença. O que se julgava ser o seu esqueleto foi descoberto num rico sacórfago de alabastro, datando do século V. A explicação deste enterramento tardio encontrou-se em documentos descobertos no interior do sarcófago – dizendo que em 710 d.C. o corpo de Madalena fora escondido noutro sarcófago para o proteger dos invasores sarracenos e que apenas naquela data tardia o registo tinha sido corrigido.

O esqueleto ainda se encontra no seu ataúde de pedra, na cripta da basílica, embora a caveira fosse colocada no ornamentado relicário dourado, na sacristia. Carlos d’Anjou patrocinou a construção da basílica e também – com a aprovação papal – a confiou à proteção da Ordem Dominicana. O edifício, começado em 1295, foi aparentemente acabado duzentos e cinquenta anos depois, mas – como sucede com as catedrais – nunca foi realmente completado. A intenção original de Carlos fora torná-la um centro de peregrinos de Madalena, embora nunca conseguisse atingir a mesma fama de, digamos, S. Tiago de Compostela.

O comércio medieval de relíquias, mesmo nesta época, era considerado abominável pelas pessoas esclarecidas, como sendo uma prática clamorosa de conseguir dinheiro à custa da piedade simples. Milhares de peregrinos e de crentes lançavam dinheiro nos cofres das autoridades eclesiásticas, que alegavam possuir verdadeiras relíquias sagradas nos seus edifícios. É claro que, de longe, o tipo de relíquia mais lucrativo era o verdadeiro corpo de um santo, ou, no mínimo, parte dele. Em qualquer parte da Cristandade, tinha-se a certeza de encontrar a unha do pé de algum santo ou o lóbulo da orelha de outro.

Por ironia, mesmo os mais cínicos e indignos expositores de relíquias tinham dificuldade em convencer as hordas de ansiosos peregrinos de que possuíam alguma coisa relacionada com o próprio Jesus, pois não ascendera ele corporalmente ao céu’? O mais próximo que conseguiram arranjar eram espinhos da «coroa de espinhos», ou lascas da verdadeira Cruz – as quais eram tantas que, se fossem reunidas, julga-se que formariam uma verdadeira e imensa floresta.

Atualmente, muito poucos comentadores, especialmente os que estão à margem da Igreja Católica, têm dúvidas em declarar falsas quase todas as chamadas relíquias, admitindo mesmo que são mistificações tão patéticas que juntam o insulto à injúria, sendo a principal delas o “Santo Sudário de Turim”. Infelizmente, os «ossos de Maria Madalena», em St Maximin, são definitivamente falsos, e pode provar-se, sem margem para dúvida, que os documentos que, aparentemente, os autenticam são clamorosas falsificações – usam o sistema de datação corrente no século XIII, o qual era diferente do sistema do século VIII, e não houve qualquer ameaça sarracena em França na época indicada.


A cidade-porto de Marselha, na França.

Há, no entanto, elementos nesta história que sugerem que alguma coisa mais que a simples venalidade estava por trás da mistificação. É verdade que a posse de relíquias era um negócio lucrativo, mas, no que diz respeito aos alegados corpos de grandes figuras históricas, há, muitas vezes, outro motivo implicado. Por exemplo, os supostos restos mortais do rei Artur e da sua rainha foram descobertos em Glastonbury no século XI. Muitas pessoas consideram esta descoberta apenas um estratagema do abade para pôr a sua abadia no mapa, mas ela tem uma outra dimensão.

Nessa época, os ingleses estavam envolvidos na conquista de Gales e, para os galeses, o rei Artur era um herói lendário, um símbolo da sua revolta, o qual, segundo a crença popular, não morrera, mas regressaria, em algum momento futuro, para os apoiar contra os seus inimigos. Ao apresentar o seu cadáver, os ingleses desferiram um golpe psicológico aos galeses.

Supunha-se que as ossadas de Maria Madalena se encontravam em Vézeley, na Borgonha, para onde tinham sido trazidas da Provença e conservadas sob o altar da abadia de Saint-Marie-Madaleine e nunca tinham sido vistas. Mas, em 1265, S. Luís, Rei de França – um grande colecionador e venerador de relíquias – ordenou que fossem exumadas e, dois anos mais tarde, exibidas numa cerimônia solene, à qual ele assistiu. Infelizmente, tudo o que os monges conseguiram arranjar foram alguns ossos dentro de uma caixa de metal e não o esqueleto completo que se supunha que eles possuíam. (Esta história é notável pela completa falta de expediente demonstrada pelos monges nesta situação.) Como neto de Luís, Carlos d’Anjou, então com 19 anos, teria estado presente nesta cerimônia.

Depois deste acontecimento, Carlos ficou convencido – por razões que permanecem um mistério – de que o verdadeiro corpo de Madalena ainda se encontrava algures na Provença, e ficou obcecado com a ideia de o encontrar. A sua paixão por ela sempre intrigou os eruditos e levou um historiador francês a escrever: «Gostaríamos de saber onde o príncipe foi buscar esta devoção.”

Carlos mandou fazer escavações por debaixo da igreja de St Maximin, cavando com as próprias mãos. Apesar de as relíquias que, eventualmente, foram desenterradas e que são hoje veneradas serem falsas, pelos atos de Carlos d’Anjou pareceria que, se houve fraude, ele foi a vítima e não o autor. Mas há outra possibilidade: a «descoberta» das relíquias em St Maximin foi, de fato, um expediente deliberado para impedir a continuação da busca das relíquias. Entretanto, secretamente, Carlos e a família continuaram a procurar…


A Basílica de Saint-Marie-Madeleine, em Saint-Maximin-la-Sainte-Baume

Quando as ossadas foram encontradas, Carlos pressionou o papa para reconhecer oficialmente estas relíquias como superiores às de Vézeley – o que ele fez em 1295 – e para aprovar a construção da basílica. No entanto, parece que alguma coisa mais estava se passando, porque é sabido que Carlos fez os seus planos em encontros secretos com os arcebispos locais. Ele também estava muito interessado em que a Ordem Dominicana substituísse os beneditinos, que já estavam instalados em St Maximin, apesar de os primeiros se mostrarem relutantes em suceder aos beneditinos e, eventualmente, terem de receber ordem do papa para se instalarem.

A basílica foi colocada sob o controlo direto do papa e não do arcebispo local, mas a mudança de auspícios foi recebida com uma resistência local tão violenta que Carlos foi obrigado a enviar tropas para socorrer o novo senhor dominicano, os representantes do papa e o rei quando os dominicanos se instalaram oficialmente.

Uma curiosa consequência destes acontecimentos foi o fato de os dominicanos adotarem Madalena como santa padroeira, em 1297, com o epíteto de «filha, irmã e mãe» da ordem. Como vimos, um futuro descendente de Carlos, Réne d’Anjou (alegado grão-mestre do Priorado de Sião), também tinha Madalena em alta estima. Diz-se que possuía uma taça de forma semelhante à do Graal e que ostentava a enigmática inscrição:


“Aquele que beber até ao fundo verá DEUS. Aquele que beber tudo num só trago verá DEUS e Madalena”.

Continua …

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Quem é Jeshua?

Jeshua, quem é você?

Através de Pamela Kribbe

 Tradução: Vera Corrêa


Eu sou aquele que esteve entre vocês e que vocês conheceram como Jesus. Eu não sou o Jesus da tradição da sua igreja nem o Jesus dos seus escritos religiosos. Eu sou Jeshua-ben-Joseph; eu vivi como um homem de carne e osso. Eu realmente alcancei a consciência Crística antes de vocês, mas fui sustentado nisso por poderes que estão além da sua imaginação no presente momento. Minha vinda foi um evento cósmico – eu me tornei disponível para isso.




Não foi fácil. Apesar dos meus esforços, eu não consegui passar para as pessoas a grandiosidade do amor de Deus. Houve muitos mal-entendidos. Eu vim cedo demais, mas alguém tinha que vir. Minha vinda foi como atirar uma pedra num grande tanque de peixes – todos os peixes escapam e a pedra vai lá para o fundo. Ainda se notam algumas ondas, mesmo depois de tanto tempo. Pode-se dizer que o tipo de consciência que eu desejava transmitir fez seu trabalho “por baixo do pano” depois disso. Na superfície do tanque, houve uma constante agitação – surgiram diversas interpretações bem-intencionadas, mas mal orientadas, que lutaram umas contra as outras em meu nome. Aqueles que foram tocados pela minha energia, movidos pelo impulso do Cristo, não puderam verdadeiramente integrá-la à sua realidade psicológica e física.




Demorou muito tempo até que a consciência de Cristo pudesse ancorar-se na Terra. Mas agora, o momento chegou. E eu voltei e falo através de muitos, através de todos e para todos que querem ouvir-me e que chegaram a compreender-me através da quietude de seus corações. Eu não faço sermões e eu não julgo. Minha mais sincera esperança é falar-lhes sobre a vasta e infalível presença do Amor, acessível a vocês a qualquer momento.




Sou parte de uma consciência muito maior, uma entidade muito maior, mas eu, Jeshua, sou a parte encarnada dessa entidade (ou campo de consciência). Eu não gosto muito do nome Jesus, pois ele ficou muito ligado a uma versão distorcida daquilo que eu represento. “Jesus” pertence às tradições e autoridades da igreja. Ele foi moldado para atender aos interesses dos patriarcas da igreja, durante séculos; tanto tempo, que a imagem de Jesus que prevalece agora está tão distante daquilo que eu represento, que eu ficaria realmente muito contente se vocês pudessem simplesmente liberá-la e me libertassem dessa herança.




Eu sou Jeshua, homem de carne e osso. Eu sou seu amigo e irmão. Eu estou familiarizado com todos os aspectos de ser um humano. Eu sou professor e amigo. Não tenham medo de mim. Abracem-me como vocês abraçariam um parente. Nós somos família.




Jeshua, Jesus e Cristo




A energia Crística que eu vim oferecer-lhes provém de uma energia coletiva que ultrapassou o mundo da dualidade. Isto significa que ela reconhece os opostos bom e mau, luz e escuridão, dar e receber, como aspectos de uma única energia.




Viver a partir da realidade da consciência Crística significa que não se luta contra nada. Há uma total aceitação da realidade. Esta ausência de luta ou resistência é a sua principal característica. Já que o Cristo (ou a energia Crística) reconhece os extremos de todos os pensamentos, sentimentos e ações como manifestações da energia divina única, não pode haver dualidade e nem julgamento na forma em que ela (a energia “cristificada”) vivencia a realidade.




Deixem-nos dar um exemplo aqui. Quando o Cristo em vocês observa um conflito armado entre povos, seu coração chora pelo destino dos vencidos, mas ele não julga. Ele sente a dor e a humilhação com cada golpe, e seu coração enche-se de compaixão, mas ele não julga. Ele observa o agressor, aquele que carrega a arma, que tem o poder, que inflige a dor, e ele sente... o ódio e a amargura dentro de si, e o seu coração se aflige, mas ele não julga. O coração do Cristo abraça todo o espetáculo com profunda compaixão, mas sem julgamento, pois ele reconhece todos os aspectos como experiências que ele próprio já vivenciou. Ele próprio já viveu todos esses papéis – de agressor e de vítima, de senhor e de escravo, e ele chegou à compreensão de que ele não é nenhum deles, mas, sim, aquilo que é subjacente a ambos.




A energia Crística passou por todas as energias da dualidade. Ela identificou-se, ora com a escuridão, ora com a luz, mas através de tudo isso, alguma coisa se manteve sempre a mesma. E quando ela percebeu a “mesmice” subjacente a todas as suas experiências, sua consciência ganhou um novo tipo de unidade: ela foi “cristificada”.




A energia cristificada é a energia que eu vim oferecer-lhes. É muito difícil de explicar quem fui eu, mas eu tentarei, fazendo distinção entre três “identidades”: Jeshua, Jesus e Cristo. Eu, aquele que está falando agora, sou Jeshua. Eu fui aquele que carregou a energia Crística na minha encarnação na Terra. Essa energia também pode ser chamada de Cristo.




Jesus – na minha terminologia – é o nome do homem Divino, que foi o resultado da infusão da energia Crística na realidade física e psicológica de Jeshua. Essa energia Crística foi derramada dentro de Jeshua, vinda de esferas de Luz que estão – do seu ponto de vista – localizadas no seu futuro. Jesus foi o homem que realizou milagres e apresentou profecias. Jesus foi um emissário das esferas de Luz, encarnado em mim. De fato, ele foi o meu futuro eu. Jesus foi – do meu ponto de vista, como o homem Jeshua que vivia na Terra – o meu eu futuro, que se havia tornado um com a energia Crística. Como o Cristo nele era claramente presente e visível para muitas pessoas ao seu redor, ele lhes parecia divino.




Eu, Jeshua, fui um homem de carne e osso. O aspecto singular, e até certo ponto artificial, da “construção de Jesus”, é que eu recebi o meu/dele Eu Cristificado do futuro. Eu não fui cristificado com base no meu passado e nas experiências aí vivenciadas. Eu não alcancei a iluminação de uma forma natural, mas por meio de uma intervenção externa – por assim dizer – por uma infusão da energia Crística vinda do futuro. Eu concordei em desempenhar esse papel, antes de começar essa vida. Eu concordei em ser “ofuscado” pela presença de Jesus, como um ato de serviço e também devido a um anseio intenso por conhecer a realidade dos meus potenciais mais profundos.




Jesus, o meu eu futuro das esferas de Luz, tornou-se um com a energia Crística. Mas ele não representa a energia de Cristo aqui na Terra, pois essa energia abrange mais do que Jesus. Ele é uma parte, ou uma célula dela. Cristo ou a energia Crística (é mais como um campo de energia do que uma entidade pessoal) é a energia coletiva que tem muitos aspectos ou “células”, que estão cooperando entre si de tal modo, que funcionam como um único “organismo”. Cada célula faz uma contribuição única para o todo, enquanto experiencia a si mesma como um indivíduo que também é parte do todo. Estes diversos aspectos da energia Crística podem ser chamados de anjos ou arcanjos. Uma característica marcante dos anjos é que eles têm um sentido de individualidade, bem como um alto nível de desprendimento, que lhes permite sentirem-se um com as energias coletivas e estarem alegremente em serviço. A noção de (arc)anjos é elucidada na parte X da série Trabalhadores da Luz.




A missão de Jesus na Terra




Jesus foi uma energia do futuro que veio à Terra para trazer iluminação e conhecimento para a humanidade. Ele veio de um outro mundo ou outra dimensão, e trouxe consigo a energia elevada da sua realidade. A sua percepção do seu próprio Eu Superior permaneceu intacta, enquanto ele encarnou na Terra. Devido à sua presença em mim, Jeshua, eu pude facilmente compreender a flexibilidade das leis materiais e “realizar milagres”.




A razão pela qual a personalidade de Jesus/Jeshua veio à Terra foi para criar uma abertura ou portal para um estado diferente de consciência. Eu queria dar um exemplo das possibilidades que estão disponíveis para cada ser humano.




Nas esferas de Luz de onde Jesus veio, sentia-se que a Terra estava indo numa direção que terminaria numa grande escuridão e auto-alienação para as almas envolvidas no experimento desse planeta. Decidiu-se que lhes seria dado um impulso poderoso para a mudança, o qual mostraria claramente aos seres humanos as chances disponíveis para eles. Ao enviarmos a energia da personalidade de Jesus, nós queríamos criar um espelho para os seres humanos e relembrá-los da sua própria origem divina e dos potenciais adormecidos que eles carregavam dentro de si. Os potenciais para a paz, a liberdade e a maestria sobre vocês mesmos.




Todo ser humano é o mestre da sua própria realidade. Vocês estão criando a sua realidade o tempo todo. Vocês são capazes de se desfazer de uma realidade miserável e insatisfatória e permitir que a Luz entre a transforme a sua criação. Cada um de vocês é o seu próprio mestre, mas vocês têm a tendência de entregar o seu poder para autoridades externas que se proclamam conhecedoras da verdade e alegam querer o melhor para vocês. Isto acontece na política, na medicina, na educação, etc. Inclusive a sua “indústria de entretenimento” está cheia de falsas imagens a respeito de felicidade, sucesso e beleza, que não servem a ninguém, a não ser àqueles que as constroem. Vocês já pensaram sobre quanto dinheiro é gasto só para criar imagens? Na mídia, nos jornais, nos filmes, no radio e na televisão, imagens são propagadas o tempo todo. De onde vêm essas imagens? Quem as cria?




As imagens são um meio de se exercer poder sobre as pessoas. As imagens podem tornar as pessoas subservientes e desconectá-las das suas verdadeiras necessidades, sem o uso da força física ou da violência. As imagens podem fazer com que as pessoas entreguem voluntariamente o seu próprio poder e valor. Elas iludem-nos de tal forma, que vocês não precisam ser violentamente forçados a nada; vocês aceitam os valores retratados pela imagem como se fossem os seus próprios, e agem de acordo com eles. Isto é o que chamaríamos de controle invisível da mente e é algo que viceja nas suas sociedades ocidentais “livres”.




A função da Luz é basicamente trazer clareza, consciência e transparência para as estruturas invisíveis de pensamento e sentimento, que moldam a sua vida. A Luz é o oposto do controle da mente. Quando a Luz entra numa realidade, ela quebra os grilhões do mero poder e autoridade e derruba as hierarquias neles baseadas. Ela leva o abuso do poder à luz e liberta as pessoas das desilusões e ilusões que lhes tiram seu poder de auto-decisão.




Jesus foi uma ameaça para a ordem reinante no tempo em que ele viveu. Através das suas palavras e simplesmente através do que ele irradiava, ele fez com que as estruturas do poder fossem vistas como elas verdadeiramente eram. Isto era intolerável e inaceitável para a hierarquia existente.




O papel de Trabalhador da Luz, que Jesus tomou para si, foi pesado, especialmente para mim, Jeshua, o ser humano que concordou em carregar essa energia intensa e radiante na minha vida. Eu, Jeshua, fui quase obscurecido pela força da presença de Jesus, a presença do meu futuro eu! Embora ele me preenchesse com grande percepção, amor e inspiração, para mim foi um grande desafio carregar fisicamente ou “sustentar” a sua energia. Eu não pude realmente integrar a energia dele no meu ser físico – as células do meu corpo ainda “não estavam prontas” para isso – então, no nível físico, meu corpo ficou exausto de carregar as energias intensas da Luz.




Além do aspecto físico, também havia uma carga psicológica por carregar a energia de Cristo. Eu achava muito difícil observar a natureza da energia de Cristo sendo freqüentemente mal compreendida, até mesmo pelos meus amigos mais próximos ou “discípulos”. Como o ser humano que eu era, muitas vezes eu me desesperei e duvidei do valor da jornada que eu empreendia. Eu sentia que o mundo não estava pronto para a energia Crística. Eu sentia que a sua essência não era reconhecida. Jesus foi verdadeiramente um pioneiro no seu tempo.




Resultados da vinda de Jesus à Terra.




Através da vinda de Jesus à Terra, uma semente foi plantada. Foi a semente da energia de Cristo. As pessoas foram tocadas pelo que eu disse e fiz, e inconscientemente, no nível da alma, elas reconheceram a energia de Cristo. Nas profundezas de suas almas, uma lembrança agitou-se. Alguma coisa foi tocada e posta em movimento.




Na superfície, no nível daquilo que pode ser visto e sentido no mundo físico, a minha vinda criou muita comoção. Em virtude da lei da dualidade, uma infusão poderosa de Luz cria uma reação poderosa da Escuridão. Isto é simplesmente uma questão de lógica. A Luz confronta. Ela quer quebrar as estruturas do poder e libertar as energias aprisionadas. A Escuridão é a energia que quer suprimir e controlar. Então estas duas energias têm interesses opostos. Quando uma ganha poder, a outra revida, para se defender e recuperar o equilíbrio. Assim, a minha vinda à Terra também deu início a muita luta e violência, como uma reação contrária à Luz que eu vim difundir.




A perseguição aos meus seguidores, os primeiros Cristãos, é um exemplo dessa reação violenta. Mas os próprios Cristãos, os fundadores da Igreja, também não se abstiveram da violência ao procurarem difundir os meus ensinamentos. Pensem nas cruzadas e na Inquisição. Em nome de Cristo, foram cometidos muitos atos bárbaros de perversidade, tanto por Cristãos quanto por não-Cristãos.




Os mestres da Luz, que decidiram enviar-me como um emissário para a Terra, estavam conscientes do fato de que a energia intensa e sem precedentes de Jesus poderia invocar fortes reações da escuridão. Jesus penetrou na realidade da Terra como um cometa. Foi um tipo de medida de emergência que partiu das esferas de Luz, de energias que estavam profundamente interessadas na Terra e nos seus habitantes. Foi uma última tentativa de mudar a direção para a qual a Terra estava voltada, uma forma de interromper os ciclos de ignorância e destruição que continuavam se repetindo.




Os resultados foram ambíguos. Por um lado, a Luz de Jesus invocou muita Escuridão (como reação contrária). Por outro lado, a semente da consciência Crística foi plantada nos corações de inúmeras pessoas. Uma razão importante para a minha vinda foi despertar as almas dos Trabalhadores da Luz na Terra (Veja outras canalizações que explicam a noção de Trabalhador da Luz) Eles seriam mais sensíveis e receptivos à minha energia, embora muitos também tivessem se perdido na densidade e escuridão do plano terreno. Na verdade, os Trabalhadores da Luz são emissários da Luz, com a mesma missão de Jesus. A diferença é que, na sua encarnação num corpo físico, eles estão menos conectados com o seu Ser Divino e Vasto do que eu estava. Eles estão mais sujeitos às obrigações cármicas e às ilusões do plano da Terra. Eles estão mais presos ao passado. Na encarnação de Jesus, aconteceu algo especial: Jesus não trouxe nenhum peso cármico do passado e, assim, ele pode manter-se mais facilmente em contato com a sua divindade. Ele esteve aqui de um modo um tanto artificial – uma presença do futuro, que estava aqui e lá ao mesmo tempo.




Naquele tempo, a consciência dos seres de Luz, que juntos decidiram “inserir” a energia de Jesus na realidade da Terra, não era perfeita e onisciente. Todo ser consciente está, o tempo todo, no processo de desenvolvimento e compreensão de si mesmo. Entre os seres humanos, existe uma crença persistente de que tudo é predestinado por algum plano divino; por trás dessa crença, existe a noção de um Deus dominador e onisciente. Esta noção é falsa. Não existe nenhuma predestinação por parte de uma força externa. Existem apenas probabilidades, que são o resultado de escolhas internas que vocês mesmos fazem. Minha vinda à Terra baseou-se numa decisão tomada por uma energia coletiva de Luz, da qual Jesus fazia parte. Foi uma escolha que envolvia riscos e um resultado imprevisível.




A energia coletiva de Luz, da qual estou falando, é um reino angélico que está profundamente conectado com a humanidade e com a Terra, porque ajudou a cria-los. Na verdade, vocês são parte deles e não estão separados deles de jeito nenhum, mas agora nós estamos falando multidimensionalmente, isto é, em um nível de consciência que está fora da sua estrutura linear de tempo. Em uma outra dimensão de tempo, vocês são esses anjos que constituem as esferas de Luz, das quais Jesus desceu para a Terra (veja parte X da série Trabalhadores da Luz, onde há uma explicação aprofundada da dimensionalidade e da sua natureza angélica). Vocês – Trabalhadores da Luz – estão muito mais conectados com o “advento de Jesus”, essa infusão de energia Crística na Terra, do que vocês supõem. Até certo ponto, isso foi um esforço coletivo, para o qual todos vocês contribuíram e do qual eu, Jeshua, fui o representante visível, físico.




Minha mensagem foi que a energia de Cristo está presente em todos os seres humanos, como uma semente. Quando vocês me admiram como uma espécie de autoridade, vocês estão interpretando mal a minha mensagem. Eu desejava e ainda desejo convidá-los a acreditarem em si mesmos, a encontrarem a verdade dentro de seus próprios corações, e a não acreditarem em nenhuma autoridade fora de vocês.




Ironicamente, a religião Cristã oficial colocou-me fora da sua realidade, como uma autoridade para ser adorada e obedecida. Isto é bem o contrário do que eu pretendia. Eu pretendia lhes mostrar que vocês mesmos podem ser um Cristo vivo.




Agora eu lhes peço para reconhecerem o Cristo em seu interior e a me devolverem a minha humanidade.



Eu sou Jeshua, homem de carne e osso, e verdadeiramente um amigo e irmão de todos vocês.







Distinguimos quatro passos na transformação da consciência baseada no ego para a consciência baseada no coração:

1. Estar insatisfeito com o que a consciência baseada no ego tem para lhe oferecer, desejar “algo mais”: o começo do final.

2. Começar a se conscientizar da sua dependência à consciência baseada no ego, reconhecendo e liberando as emoções e pensamentos que a acompanham: a metade do final.

3. Permitir que as velhas energias baseadas no ego morram dentro de você, jogando fora o casulo, sendo seu novo ser: o final do final.
4. O despertar de uma consciência baseada no coração, dentro de você, motivada por amor e liberdade; ajudar outros a fazerem a transição.


Neste capítulo discutiremos o passo 2.

Quando você para de se identificar com o ego, primeiro você entra num estado de confusão sobre quem você é. Esta confusão pode ser profunda e de natureza muito filosófica. Você começa a fazer perguntas sobre o significado da vida, sobre o bem e o mal, sobre o que você realmente sente e pensa, em oposição àquilo que os outros lhe ensinaram a sentir e pensar. De repente, estas perguntas são muito reais para você e têm uma relação direta com as escolhas que você faz no seu dia a dia. Você olha para si mesmo e pensa: “Este sou eu? É isto que eu quero?” É difícil fazer escolhas agora, uma vez que nada é evidente por si mesmo.

De fato, você agora está dando um passo para trás, um passo nas profundezas: um passo para dentro. Você torna-se consciente de partes mais profundas de si mesmo, partes que estão menos condicionadas por sua educação e por sua sociedade. Você recebe alguns vislumbres de quem você verdadeiramente é: sua singularidade, sua individualidade. Você se lembra que existe uma parte de você que não é dependente de nada que o rodeia: nem dos seus pais, nem do seu trabalho, nem dos seus relacionamentos e nem sequer do seu corpo. É nesse momento que você sente – vagamente – a sua divindade, a parte de você que é completamente ilimitada e eterna.

Na realidade, todos vocês são seres multidimensionais: vocês podem (e assim o fazem) manifestar-se em varias realidades diferentes ao mesmo tempo. Vocês não estão ligados a um padrão de tempo linear. Sua atual personalidade é apenas um aspecto da entidade multidimensional que vocês são. Quando vocês se derem conta de que sua expressão atual como um ser humano físico é simplesmente um aspecto de vocês, irão além dela e poderão entrar em contato com o Ser Superior que vocês são.

Mas antes de conseguirem isto, precisam curar as partes feridas dentro de vocês.

Viver de acordo com as ordens e exigências do ego criou feridas psicológicas dentro de vocês. Deixar ir a consciência baseada no ego cria, inicialmente, confusão, dúvidas e desorientação.

Depois deste primeiro passo, vocês entram em um novo estágio: o de observar, compreender e curar suas feridas internas. Falaremos sobre este estágio agora.

Com o ego no controle, as suas ações e pensamentos basearam-se no medo durante um bom tempo. De uma certa forma, você perseguia ferozmente os seus desejos de poder, reconhecimento e controle. Com isto, você desvirtuava a sua própria natureza. Seu comportamento baseava-se em modelos externos ao invés de se basear nas suas próprias e verdadeiras necessidades. Além disto, você não era capaz de amar realmente alguém, já que o amor se opõe completamente à necessidade de controlar ou dominar. Todo este estado de consciência constituiu um ataque à integridade da sua alma. A alma sofreu sob o reinado do ego.

Quando você se liberta da prisão e da influência do ego, esta dor interna torna-se mais visível para você. Ela se expõe a você – nua e crua – despojada de máscaras. Entretanto, você ainda não sabe como lidar com esta dor, já que ainda está num estado de confusão e desorientação. Geralmente, você passa por uma etapa de julgamento das suas feridas internas, porque elas parecem levá-lo a padrões negativos de comportamento: dependências, depressão, mudanças de humor incontroláveis, problemas de comunicação, dificuldades nas relações íntimas.

Este julgamento de si mesmo inflige mais dor à alma, que está começando a voltar-se para a Luz. Ela está se desapegando da necessidade de poder e de controle, ela está se tornando mais sensível... e então ela é surpreendida pelo auto-julgamento.

Muitas pessoas estão vagando nesta terra de ninguém entre o ego e o coração. Elas estão buscando uma realidade mais amorosa, mas ainda se encontram ao alcance do chicote do ego.

Na verdade, não é a sua ferida interna que o faz tornar-se presa do que você considera “aspectos negativos” de si mesmo. É o seu julgamento da ferida que causa a negatividade. Se você olhar para si mesmo com uma atitude de aceitação, você não vai ver uma personalidade dependente, depressiva ou fracassada. Você vai ver apenas a dor interna que precisa ser atendida e cuidada da forma mais gentil e bondosa possível.

O passo mais importante no estágio dois da transição do ego ao coração é que você está querendo entender a sua dor interna: aceite-a, compreenda as suas origens e permita que ela exista.

Se você consegue perceber o núcleo de medo que é inerente a todas as expressões de consciência centrada no ego, você penetrou a realidade da consciência baseada no coração. Por mais censurável que seja o comportamento de alguém, se você reconhecer a dor, a solidão e a necessidade de auto-proteção que existe por trás disso, você entra em contato com a alma que está apresentando o comportamento negativo. Assim que você percebe a alma amedrontada, você é capaz de perdoar.

Isto acontece primeiramente em relação a você mesmo.

Pense em algo que você realmente deteste em si mesmo – algo que realmente o aborreça e do qual você acha que já deveria ter se livrado há muito tempo. Pode ser insegurança, preguiça, impaciência, ou uma dependência: qualquer coisa que você sinta que não deveria mais estar aí. Agora procure entender o motivo real por trás deste aspecto ou tendência. O que o obriga a sentir ou fazer certas coisas várias e várias vezes? Você consegue perceber um elemento de medo dentro das suas motivações?

Repare que, logo que você compreende que existe medo, você amadurece internamente, sentindo algo como: “Oh, Deus, eu não sabia que estava tão atemorizado! Eu o ajudarei!” Então há tolerância em suas atitudes. Há amor e perdão.

Enquanto você percebe os comportamentos baseados no medo – tais como agressão, dependência, subserviência, vaidade, etc... – como “maus”, “pecaminosos” ou “tolos”, você está julgando. Mas julgar é uma atividade baseada no medo. Você já percebeu que, quando você se julga, torna-se duro internamente? Parece que alguma coisa aperta, como lábios pressionando-se ou olhos resfriando-se. Por que precisamos julgar as coisas? Qual é a necessidade de reduzir as coisas a certo ou errado? Qual é o medo por trás da nossa necessidade de julgar? É o medo de enfrentarmos a nossa própria sombra interior. É, essencialmente, o medo de viver.

Ao se desapegar da consciência baseada no ego, você vai querer desenvolver uma forma completamente nova de ver as coisas. Esta forma de ver pode ser melhor descrita como neutra, querendo dizer que simplesmente observa o que é, sem interesse em como as coisas “deveriam ser”. As causas e os efeitos do comportamento baseado no ego são observados, o núcleo de medo inerente a ele é reconhecido, e então o ego se torna realmente transparente para você. E tudo o que é transparente para você pode ser abandonado, se você quiser.

Todo o ser humano conhece o medo. Cada um de vocês conhece a sombra e a solidão de estar envolvido no medo. Quando o medo se mostra abertamente no rosto de uma criança, a maioria das pessoas reage instantaneamente estendendo as suas mãos. Mas quando o medo se mostra de forma indireta, através de máscaras de violência e brutalidade, parece imperdoável. Quanto mais destrutivo e cruel é o comportamento, mais difícil é perceber o medo e a desolação que existem por trás dele. Mesmo assim, vocês são capazes de percebê-lo.

A partir das profundezas da sua própria experiência de medo e desolação, você pode entrar em contato com o profundo medo nas almas dos assassinos, seqüestradores e criminosos. Você consegue entender as ações deles. E se fizer isso, baseado nas suas próprias experiências íntimas com a escuridão, você pode liberar isso tudo. Você pode deixar que tudo isso exista, sem a necessidade de julgar nada. Se você verdadeiramente entender o medo como um poder que existe e com o qual você está totalmente familiarizado através de suas experiências de vida, você pode deixar de julgar. O medo não é nem bom e nem mau. O medo É, e possui um determinado papel a desempenhar.

Em certos aspectos, muito difíceis de serem expressos em conceitos humanos, o medo é tanto uma bênção quanto uma tortura. De qualquer modo, a escolha de permitir a existência do medo em sua realidade não foi feita para vocês. Vocês foram o Deus – por assim dizer – que permitiu que o medo desempenhasse um papel indispensável na sua realidade. Vocês fizeram isto, não para se torturarem, mas PARA CRIAREM, para criarem uma realidade que tivesse mais substância, mais “plenitude” do que um mundo baseado unicamente em amor. Compreendo que isto pode parecer inacreditável, mas talvez vocês possam entender intuitivamente o que estou procurando dizer aqui.

O medo é uma parte viável da criação. Onde há medo, não há amor. Onde não há amor, o amor pode ser encontrado de formas novas e imprevisíveis. Uma ampla variedade de emoções pode ser explorada, e inclusive criada, pela ausência do amor. A ausência do amor pode ser sentida de várias formas. A presença do amor só pode ser sentida quando se tem o medo como plano de fundo. Se não fosse assim, o amor ficaria todo difuso e vocês não poderiam percebê-lo como tal.

Portanto, ao criarem o medo, ao se arremessarem para fora do oceano de amor que os rodeava, vocês se permitiram experimentar o amor pela primeira vez. Compreendem?

Vocês não criaram o amor, mas criaram a experiência do amor. Para fazer isto, vocês precisavam de um oposto, algo que não fosse amor, e utilizaram o medo como instrumento. Nós, do outro lado do véu, podemos ver claramente o papel espiritual que o medo desempenha na sua realidade. Sendo assim, nós lhes suplicamos, mais uma vez, que não julguem. Por favor não julguem o medo e a escuridão que ele traz, nem em vocês mesmos e nem em qualquer outro ser. Todos vocês foram criados do amor e para o amor devem retornar.

Quando você entra no segundo estágio do processo de transformação do ego ao coração, você se confronta com sua dor interna, com seus medos, e é convidado a olhá-los com compreensão e aceitação.




Depois de se conscientizar da sua dor interna e do seu medo, você pode passar primeiro por um período de auto-julgamento, no qual pode apresentar um comportamento destrutivo. Pode parecer que você está andando para trás em vez de para frente. Nesse ponto, você se encontra na zona perigosa, na terra de ninguém entre o ego e o coração. Você sabe que quer se livrar do velho, mas ainda não pode realmente abraçar o novo, e então é pego pela desconfiança de si mesmo e pela autocrítica. O ponto decisivo ocorre quando você deixa de julgar-se – pelo menos por um tempo.

Só quando você está preparado para olhar para si mesmo com uma atitude de interesse e abertura, é que você penetra a realidade da consciência baseada no coração. Antes disso, você está meramente comparando-se com um modelo artificial ou um ideal, para o qual, na maioria das vezes, você é deficiente. Você se bate por isso, e tenta outra vez se forçar a se encaixar naquele molde que você criou para si mesmo, na sua cabeça.

Digo-lhe que este padrão de perfeccionismo é uma arma assassina. É totalmente o oposto do amor. O amor verdadeiramente não compara e, mais importante, nunca quer forçá-lo a nada e nem modificá-lo de nenhuma forma. O amor não tem olhos para o que deveria ser. A própria natureza do “deveria” está ausente da consciência do coração. Na visão do coração, as qualidades morais sempre são formas de interpretar ou “dividir” a realidade. Elas são idéias na sua cabeça e, como você sabe, elas podem diferir muito de cabeça para cabeça. A própria necessidade de estabelecer modelos e definir o que é bom é precursora do conflito humano e da guerra. Não são tanto as idéias que causam a agressão e o conflito, mas a necessidade implícita de controlar e fixar.

Os ideais políticos, pessoais ou espirituais, os padrões de saúde, beleza e higiene, todos estabelecem modelos de como as coisas deveriam ser, de como você deveria comportar-se. Todos eles procuram fixar e definir o que é BOM.

Mas o AMOR não está interessado em definir o Bom. Não está interessado nas idéias, mas na realidade. O amor se volta para o que é real.

O coração está interessado em tudo o que existe, em cada expressão real de vocês, as destrutivas e as construtivas. Ele simplesmente observa; ele simplesmente está aí, envolvendo-o com a sua presença, se você o permitir.

Se você se abre para a realidade do amor, a realidade do coração, você se desapega do julgamento. Você aceita quem você é neste momento. Você percebe que você é o que é em virtude de uma multiplicidade de razões, as quais você agora vai investigar e explorar.

Quando este momento chega, é uma grande bênção para a alma. Então você é capaz de curar a si mesmo. De vez em quando você recairá na autocrítica, mas agora você tem uma memória consciente de como se sente o amor. E enquanto a tiver, você voltará a encontrá-la de novo, porque experimentou o doce perfume do Lar outra vez.

No segundo estágio da transição do ego ao coração, você entra em contato mais íntimo consigo mesmo. Você dá uma olhada mais de perto na sua bagagem do passado. Você revive suas memórias (dolorosas) – memórias desta vida, talvez memórias de vidas passadas. A bagagem psicológica que você carrega de todas as suas vidas, até o presente, constitui a sua identidade atual. Você pode olhar para esta bagagem como uma mala cheia de roupas. Você representou muitos papéis no passado, assumiu muitas identidades, exatamente como peças de vestuário. Você acreditou tão firmemente em alguns desses papéis, que chegou a considerá-los parte da sua identidade. “Este sou eu”, você pensa de tais papéis ou “vestimentas”.

Entretanto, quando você investiga verdadeiramente o que estes papéis têm a ver com você, descobre que você não é eles. Você não é os papéis psicológicos ou identidades que você assume. Você não é as suas roupas. Você utilizou estes papéis por uma necessidade de experiência sentida pela alma.

A alma se deleita com todas essas experiências, porque elas são partes do processo de aprendizagem com o qual ela se comprometeu. Considerando desta forma, todas as experiências são úteis e valiosas.

Quando você olha mais de perto para os seus próprios papéis ou identidades, você logo percebe que existiram experiências dolorosas, inclusive traumáticas, no seu passado, que ainda “grudam” em você. Você parece incapaz de se livrar delas. Elas se tornaram uma “segunda pele”: pele, ao invés de simples vestimenta.

Esses são elementos difíceis do seu passado; são as peças que agora o impedem de viver verdadeiramente e de desfrutar a vida. Você se identificou tanto com estas partes, que você pensa que é elas. Por causa disto, você sente que é uma vítima e daí tira uma conclusão negativa sobre a vida. Mas estas conclusões não se referem à vida como tal, elas só se referem às partes traumatizadas da consciência da sua alma.

São estas partes que precisam de cura agora. Você fará isto, entrando no passado outra vez, mas com uma consciência muito mais amorosa e sábia do que você jamais teve. No segundo estágio do processo de transformação do ego ao coração, você cura episódios do passado, envolvendo-os com a sua consciência do presente. Ao re-experimentar esses acontecimentos no presente, a partir de um foco centrado no coração, você libera as partes traumáticas do seu passado.

O trauma ocorre quando você experimenta uma grande perda ou dor ou maldade, e não consegue entender porque isto acontece. Todos vocês experimentaram o trauma, em muitas de suas vidas. De fato, a consciência da alma durante o estágio do ego é traumatizada desde o início: existe a perda da Unidade ou Lar, que ela se lembra e não compreende.

Quando você volta ao acontecimento traumático original, através da imaginação, e o envolve com a consciência do coração, você muda a sua reação original a esse acontecimento. Você muda a reação de horror e incredulidade, para uma simples observação do que acontece. Na regressão, você simplesmente observa o que aconteceu, e este simples ato cria espaço para a compreensão, espaço para a compreensão espiritual do que realmente aconteceu nesse evento. Quando este espaço se faz presente, você torna-se mestre da sua realidade outra vez. Então você é capaz de chegar a uma aceitação do fato completo, já que compreende, a partir do coração, que há significado e propósito em cada coisa que acontece. Você pode sentir, a partir do coração, que há um elemento de livre escolha presente em tudo o que ocorre, e então você desenvolve uma aceitação da sua própria responsabilidade pelo acontecimento. Quando você aceita a sua própria responsabilidade, você está livre para seguir em frente.

É somente quando você se relaciona com suas identidades passadas, como um ator se relaciona com seus papéis, que você se torna livre para ir aonde quer que deseje. Então, você está livre para entrar na consciência baseada no coração. Você não mais se apega a nenhum aspecto do que você foi no passado: vítima ou agressor, homem ou mulher, branco ou negro, pobre ou rico, etc. Quando você puder brincar com os aspectos da dualidade, e simplesmente usá-los quando eles lhe trouxerem alegria e criatividade, você terá alcançado o significado da vida na Terra. Você experimentará muita felicidade e uma espécie de regresso ao Lar. Isto porque você estará entrando em contato com a consciência subjacente aos diferentes papéis e identidades. Você estará tocando a base com a sua própria consciência divina outra vez... a percepção de que tudo é Unidade... em resumo: a realidade do amor.

Encerraremos este capitulo oferecendo-lhe dois exercícios, que podem ajudá-lo a entrar em contato com aquela corrente de Unidade, aquela corrente de consciência divina que é a corrente oculta de todas as suas experiências.


EXERCÍCIO 1



- Que características psicológicas, que você considera como partes de você, causam a maioria dos problemas em sua vida? Cite duas dessas características.

- Focalize os opostos dessas características. Assim, se você escolheu “impaciência”, ou “insegurança”, focalize-se agora nas suas contrapartes: paciência e confiança em si mesmo. Sinta a energia destas características por um momento.

- Volte-se para o seu interior e procure estas energias dentro de si mesmo. Cite três exemplos da sua própria vida, nos quais você exibiu estas características positivas.

- Agora que você está em contato com estas características positivas, permita que as energias delas fluam através de você e sinta como elas o equilibram.


EXERCÍCIO 2



- Relaxe e permita que a sua imaginação viaje para trás, até um momento no qual você se sentiu muito feliz. Pegue a primeira coisa que aparecer na sua mente. Sinta a felicidade novamente.
- Agora vá para um momento no qual você se sentiu extremamente infeliz. Sinta a essência do que sentiu naquele instante.


- Capte o que há de comum nas duas experiências. Sinta o que é igual nesses dois momentos.

Ambos os exercícios foram planejados para que você perceba a consciência subjacente, o “você” sempre presente em todas as suas experiências.

Este recipiente de consciência sempre presente, o transportador das suas experiências, é o “Você” Divino. É sua entrada para uma realidade além da dualidade: a realidade do coração.


Continua em:


Fonte: http://www.jeshua.net/por/



Por favor, respeitem todos os créditos
Arquivos em português:

 Atualização diária


 

Nós descobrimos BASES Extraterrestres na LUA.

Nós Descobrimos Bases Alienígenas na Lua.

Segue-se um trecho do livro  

“We Discovered Alien Bases on the Moon” 

(Nós Descobrimos Bases Alienígenas na Lua)

 de autoria de Fred Steckling, 1981.

Posted by Thoth3126 on 11/12/2014
 
 


Em 25 de maio de 1961, o presidente John F. Kennedy estabeleceu para os Estados Unidos a meta de, antes do final daquela década, colocar um homem na Lua e trazê-lo de volta em segurança à Terra. Mas, como acontece com a maioria das novas aventuras da humanidade, houve alguns percalços.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Por Fred Steckling: Em 27 de janeiro de 1967, um incêndio a bordo da Apolo 1 matou três astronautas norte-americanos. Um curto-circuito pôs fogo na atmosfera de oxigênio puro da cápsula espacial Apolo, produzindo em segundos muitíssimo calor. A mistura atmosférica depois foi alterada, tornando-se mais segura.



Capa do livro de Fred Steckling

Melhorias nas cápsulas Apolo, bem como em várias missões orbitais lunares Apolo, resultaram na aterrissagem triunfal da Apolo 11 na Lua em 20 de julho de 1969. A inscrição na placa do módulo de alunissagem dizia: “Neste local homem do planeta Terra pela primeira vez pisou na Lua, julho de 1969 d.C. Viemos em paz em nome de toda a humanidade.”

Como as nossas missões Apolo foram bem divulgadas na Terra, ficando praticamente todos os cidadãos informados acerca de nossa primeira aterrissagem, pode-se especular com segurança que a mensagem da placa não se destinava a ser lida por seres da Terra.

Existem pessoas nos círculos científicos que me deram a entender que esse fato por si mesmo é prova de que se espera que outras pessoas, não desta Terra, leiam a placa. Na Terra, as placas só são colocadas num lugar quando se tem certeza de que serão vistas e lidas. A Lua não é certamente exceção.

Por ocasião do encerramento do programa Apolo, os astronautas norte-americanos tinham passado cerca de 160 homem-horas explorando a Lua, a pé e utilizando Exploradores movidos a eletricidade. Os astronautas conduziram muitas experiências de vários tipos e trouxeram, ao todo, aproximadamente 360 quilos de rochas e solo lunar de suas missões.

As informações provenientes das aterrissagens da Apolo ocuparam a atenção dos cientistas durante muitos anos. Embora seja verdade que grande parte dos dados foi analisada, também é verdade que muitos foram ignorados por causa da redução das verbas concedidas à NASA e a decorrente perda de pessoal. Há boatos de que grande quantidade de solo e numerosas rochas lunares desapareceram misteriosamente no decorrer dos anos. Numa recente viagem a Washington, D.C., visitei novamente o Museu Smithsoniano. Desta vez, encontrei uma extensa seleção de rochas lunares exibidas na seção de pedras preciosas da instituição.

Observei cuidadosamente esses espécimes raros. Sem ter muito conhecimento geológico, posso todavia afirmar categoricamente que quaisquer destas pedras poderiam ser substituídas por uma amostra adequada de uma rocha da Terra e ninguém notaria a diferença.

AS MISSÕES (oficiais) APOLO FORAM AS SEGUINTES

Apolo 8: 21 a 27 de dezembro de 1968, fotografou a Lua enquanto estava em órbita. Os astronautas dessas missões foram Borman, Lovell e Anders. A Apolo 8 trouxe uma série notável de fotografias coloridas do lado escondido da Lua.

Apolo 10: 18 a 26 de maio de 1969, foi um vôo orbital lunar tripulado pelos astronautas Stafford, Young e Cernan.

Apolo 11: 16 a 24 de julho de 1969, a primeira alunagem tripulada realizada pelos astronautas Armstrong e Aldrin. O astronauta Collins comandou a nave-mãe que permaneceu na órbita lunar, esperando o retorno dos primeiros homens a andar na Lua.

Um objeto com formato de charuto em uma cratera da Lua em foto feita pelo astronauta Neil Armstrong, missão Apolo XI

Apolo 12: 14 a 24 de novembro de 1969, outra alunagem lunar bem-sucedida, os astronautas Conrad e Bean caminharam na Lua e o astronauta Gordon ficou em órbita lunar aguardando seu retorno.

Apolo 13: 11 a 17 de abril de 1970, astronautas Lovell, Swigert e Haise a bordo. A Apolo 13 foi o malfadado vôo, não foi tentada a aterrissagem na Lua por causa de uma misteriosa explosão ocorrida anteriormente num dos tanques de oxigênio. Porém, os astronautas da Apolo 13 cumpriram suas missões fotográficas a partir da órbita lunar.

Apolo 14: 31 de janeiro a 9 de fevereiro de 1971, chegou à Lua sem dificuldades e aterrissou com segurança. Os astronautas Shepard e Mitchell caminharam na Lua enquanto o astronauta Rossa pilotava a nave-mãe na órbita lunar.

Apolo 15: 26 de julho a 7 de agosto de 1971, outra missão de aterrissagem bem-sucedida, os astronautas Scott e Irwin realizavam experiências na Lua, enquanto o astronauta Worden esperava seu retorno na nave-mãe. Deve-se dizer que todos os astronautas que pilotavam a nave-mãe tinham sua parte de experiências a realizar, bem como numerosas missões fotográficas. Além disso, as mensagens de rádio enviadas pelos astronautas que estavam na Lua eram transmitidas à Terra pela nave-mãe. O público deve entender que os astronautas que não puderam andar na Lua merecem tanto respeito e crédito quanto os que andaram.

Apolo 16: 16 a 27 de abril de 1972, aterrissou na Lua e os astronautas Young e Duke realizaram experimentos na superfície. O astronauta Mattingly ficou orbitando a Lua, esperando o regresso de seus companheiros exploradores lunares.

Apolo 17: 7 a 19 de dezembro de 1972. Foi a última missão Apolo de alunagem, o local de alunagem ficava no vale Taurus-Littrow. A tripulação da Apolo 17 era composta pelo astronauta Cernan, cientista astronauta Schmitt, e o astronauta Evans, que ficou circulando na órbita lunar. A Apolo 17 também fotografou de forma intensiva o lado oculto da Lua. A área da cratera King parecia ser um de seus principais objetivos.

Mais uma foto feita por Neil Armstrong, de dois objetos voadores desconhecidos sobrevoando a Lua durante a Missão Apolo XI

Muitos cientistas sérios ficaram desapontados com a interrupção do programa Apolo, que terminou abruptamente com o vôo da Apolo 17. Ainda havia tanto que precisava ser explorado na Lua e tantas perguntas e mistérios ainda a serem solucionados.

Como eu, outras pessoas que estudaram grande número das fotografias da NASA, chegaram à inegável conclusão de que descobrimos coisas demais lá em cima. Por essa razão, paramos de forma tão abrupta nossas viagens à Lua.

Os autores do livro “Alternative 3″, publicado na Grã-Bretanha, sugerem que nosso programa de exploração lunar prosseguiu, mas sob total sigilo. Acho que eles estão corretos, e concordo que temos explorado a Lua secretamente com veículos propulsionados pelo eletromagnetismo, não muito diferente daqueles que vêm nos visitar vindos de outros mundos, a não ser pelo tamanho.

Se algumas nações da Terra tivessem conseguido duplicar nem que fosse o menor dos UFOs caídos na Terra nos últimos 30 anos, teriam descoberto meios ilimitados de transporte, não detectáveis pelos equipamentos de observação da Terra. Alternative 3 sugere que é isso o que acontece, e que nos reunimos aos seres vindos de outros mundos na Lua, construindo bases e realizando estudos. Nos nossos dias, quando tantas coisas são silenciadas, distorcidas e ocultas, e quando o silêncio, medo e desconfiança dominam nossas vidas, isso parece realmente bem possível, que há um pouco de verdade em todas essas especulações.

No nosso tempo de colégio, ensinaram-nos um conjunto de fatos relativamente completos sobre a Lua. Disseram-nos e, estranhamente, ainda nos dizem hoje, que a Lua não apresenta condições de sustentar vida, não tem ar, é coberta de crateras de vulcões extintos, sendo, falando sem rodeios, um globo de rocha morta. O problema é que esses “fatos” já não são aceitáveis, pois nossas explorações lunares feitas pelas missões Apolo trouxeram provas cabais que mostram o contrário.



Acima: Restos de uma estrutura alienígena encontrada na Lua

POR TRÁS DOS MISTÉRIOS LUNARES

Décadas atrás, muito antes de a moderna ciência espacial ser desenvolvida, os astrônomos ficavam confusos com o que seus telescópios revelavam na Lua. “Cidades em crescimento.” Centenas de cúpulas lunares foram então mapeadas. Luzes isoladas, explosões e outras estranhas sombras geométricas, inexplicáveis com base nas leis naturais conhecidas, foram observadas por astrônomos profissionais e também amadores.

Vamos estudar os registros. Há alguma coisa se deslocando ali em cima, fazendo ondular luzes, cortando montanhas, construindo cúpulas, muros, pirâmides, túneis e reservatórios de água com paredes reforçadas. Se não existe ar na Lua, existe um ótimo substituto, algo que sustenta nuvens, refrata luz e incendeia meteoros. A ciência está confusa com o fato de que algumas imensas crateras lunares são, na verdade, vulcões ativos. Durante as missões Apolo, foram observadas e medidas erupções vulcânicas e tremores lunares. Longe de estar morta, pode-se notar que a Lua tem algo que cresce e muda com as estações.

Que mais poderia ser além de vegetação? As descobertas feitas pelos programas de exploração lunar dos EUA e URSS são tão surpreendentes, tão incríveis, que virtualmente provocaram muitas noites de insônia aos cientistas. Cento e trinta anos atrás, o astrônomo Gruithuisen observou, ao norte da cratera Schrocter, formações de linhas cruzadas e quadrados que apresentam semelhança surpreendente com fotografias aéreas de bairros e ruas de cidades tiradas a grandes altitudes.





Uma infelicidade da NASA… a foto 1 à esquerda foi a divulgada para o público, mas uma análise por tratamento de luz na mesma foto detectou com enorme clareza uma estrutura gigantesca ocultada na foto liberada para o pública. Não se sabe o que seria e que propositalmente foi ocultado pela NASA, apenas que, se foi omitido, deve ser importante, ou inexplicável…

Embora o astrônomo Gruithuisen tenha sido rotulado de excêntrico na época, seus detratores não conseguiram oferecer nenhuma explicação melhor para a formação. Contudo, formações semelhantes foram descobertas depois, na década de 1930, pelo Observatório Mt. Wilson. Quando o telescópio de cem polegadas foi apontado na direção da cratera Gassendi, foi fotografado um notável “sistema de tubos”. Enquanto algumas dessas construções cresciam, outras foram removidas.

Muito tempo atrás, o astrônomo Nininger descobriu o que parecia ser um túnel translúcido de cerca de 32 quilômetros de comprimento ligando as crateras Messier e W. H. Pickering. Em dezembro de 1915, a cratera Aristarco fez uma surpresa natalina aos observadores na forma de um lindo muro negro novo que não estava lá antes. Corre do centro para a beirada, muito parecido com os muros e tubos interligados da cratera Gassendi.

Em 1972, os “construtores de barreiras” lunares mostraram-se extraordinariamente ativos. Três longas barreiras ou objetos de aspecto artificial apareceram no soalho da cratera Arquimedes. Depois, não muito longe foram descobertos mais três objetos, dispostos na forma de um triângulo. Neste período, a revista astronômica francesa L. Astronomie relatou a existência de um longo muro encurvado e de um reto, com arcos, que apresentavam incrível semelhança com um viaduto, ou um tipo de ponte.



Ufo fotografado durante a Missão Mercury 1, pelo astronauta John Glenn. Em novembro de 1970, meu filho e eu realizamos estudos lunares sérios da área Arquimedes. Usamos nosso refletor de 12 e 1/2 polegadas. A elevação de observação era de 14.935,2 metros acima do nível do mar. Certa noite, para nossa surpresa, avistamos três objetos em forma de charuto muito grandes no soalho da Arquimedes.

Todos os três objetos tinham o mesmo tamanho; dois deles estavam estacionados na área ao norte e o outro estava na área ao sul. Comparamos o que vimos com o Mapa Seccional Lunar da área da Arquimedes da Força Aérea.

No mapa, o soalho da cratera estava relativamente plano, e não foi registrada evidência destes objetos. Eles permaneceram na cratera por várias horas. O diâmetro da Arquimedes tem aproximadamente 80 quilômetros. De acordo com nossas medidas, esses objetos em forma de charuto tinham pelo menos 32 quilômetros de comprimento e aproximadamente 4,8 quilômetros de largura.

O renomado astrônomo Walter Haas afirmou certa vez que sabia de casos em que astrônomos famosos tinham observado atividades incomuns na Lua, mas se recusaram terminantemente a informá-los ou mesmo discuti-los. Na noite de 10 de julho de 1941, o próprio Walter Haas viu dois clarões de meteoro no intervalo de cinco minutos. Um grupo de astrônomos, organizado por Haas, observou um total de 12 clarões de meteoro cruzando o disco escuro da Lua num período de observação de 170 horas.

Foto da Nasa com dois UFOs sobrevoando a Lua

Isto prova que a Lua possui uma atmosfera densa o bastante para incendiar meteoros. Essa atmosfera produz nuvens nas cores branco, cinza e vermelho. Algumas são tão densas que projetam sombras visíveis. Vez por outra, a cratera Platão, próxima do pólo norte lunar, apresenta suas beiradas cobertas, na maior parte de seus 7.700 quilômetros quadrados, por uma geada ou neve esbranquiçada.

Estudos das regiões polares norte e sul sugerem uma concentração maior de nuvens acima dessas áreas. Isso sugere que as temperaturas acima da qüinquagésima latitude norte e da qüinquagésima latitude sul parecem ser mais moderadas, em razão da incidência dos raios solares a partir de certo ângulo. Esse fato torna mais amenas as mudanças, de outra forma drástica, das temperaturas lunares nas regiões do equador. Talvez possamos chamar as regiões polares lunares de zonas temperadas.

O astrônomo Patrick Moore afirmou na revista Omni, de novembro de 1978: “Em nossa fase presente de esclarecimento pós-Apolo, seria errado sugerir que foram resolvidos todos os mistérios da Lua.”
O sr. Moore fala das coisas curiosas vistas de vez em quando: brilhos tênues, luzes intermitentes, trechos de névoa e vulcões ativos. Ou seja, poder-se-ia dizer: “A Lua está viva e vai bem.” Brilhos avermelhados também foram relatados por astrônomos da URSS na cratera Alphonsus e próximo a ela. Também tremores lunares moderados, medidos pelos instrumentos da Apolo, ocorrem com bastante freqüência por ocasião do perigeu.

Em todo caso, a indústria lunar parece ter realizado convenções muito concorridas na cratera Platão nos últimos 50 anos pelo menos. Foram observadas ali fileiras de luzes móveis, e um triângulo de luz brilhou na cratera durante bastante tempo. Trinta luzes brilhantes flamejavam no soalho da cratera ao mesmo tempo, seguindo numa rotina atordoante. Enquanto alguns grupos brilhavam a toda, no mesmo momento outros grupos esmoreciam, assumindo um brilho baço.

Um UFO aparece em foto feita durante a missão Apolo XVI

A Sociedade Astronômica Real Britânica relatou 1.600 observações semelhantes. De quando em quando é observada uma luz brilhante na cratera Aristarco e outra na base oriental dos Alpes lunares. Isto vem acontecendo há mais de cem anos. No Mare Crisium foi observada uma formação de pontos e traços de luz, enquanto a cratera Messier por vezes resplandece com várias luzes brilhantes.

A cratera Eudoxus exibiu longas linhas de luz. Durante uns vinte anos, o Monte Piton, na seção norte do Mare Imbrium, tem emitido raios de luz à maneira de um farol. Não pode haver dúvidas, mesmo nas mentes mais limitadas, de que muitas dessas luzes, e em especial os objetos brilhantes e móveis, são controlados por uma inteligência. Dave Darling, astrônomo amador, munido de um refletor de 12 e 1/2 polegadas, informou-me acerca de seus recentes achados na Lua. Um trecho de sua carta:

“Existe uma convicção crescente de que a Lua é UMA BASE de operações da atividade extraterreste e de UFOs vistos em nossos céus.” Ele relatou os seguintes avistamentos: Um grande objeto em forma de charuto em 16 de abril de 1979, à uma da madrugada, com aproximadamente 16 quilômetros de comprimento e 2,5 metros de diâmetro. Sua cor era prata metálica, projetando uma sombra distinta sobre a superfície lunar. Estava localizado próximo da cratera Isidorus, próximo do Mar de Néctar. O objeto em forma de charuto aterrissou a cerca de 80 quilômetros do pôr-do-sol.

Novamente, em 12 de agosto de 1979, às 3:45 da madrugada, Darling informou outro objeto em forma de charuto brilhante, desta vez além da beirada da cratera Romer. Esse objeto tinha mais 32 quilômetros de comprimento, era também de cor metálica prateada, apresentando dois apêndices em forma de asa projetando-se de cada lado, com um quarto de seu comprimento. Depois, o objeto desapareceu do terraço plano no lado oeste da beirada da cratera.

Há algum tempo, o sr. Darling chamou minha atenção para uma plataforma grande que ele observara ao sul da cratera Arquimedes. A plataforma tem oito quilômetros de comprimento, cerca de 1,6 quilômetro de largura, apresentando elevação de cerca de 1.500 metros.

Aproximadamente 20 fotografias lunares, tiradas tanto nas missões Orbier como Apolo, mostram essa plataforma incomum — que, aliás, não está demarcada nos mapas lunares da área da Arquimedes da Força Aérea (vejam ilustração nº 3). Descobri também várias plataformas a aproximadamente 48 quilômetros ao nordeste da mencionada acima. Elas, porém, se apresentam numa fileira de cinco, tendo talvez um significado simbólico, embora pareçam grandes letras (vejam ilustrações nº 4 e nº 5).

Os pilares de grande altitude fotografados á superfície na Lua, foto ao lado e na próxima foto.

É necessário compreender que aproximadamente 90 por cento dos estudos lunares são realizados por astrônomos amadores.

Os grandes instrumentos profissionais, tal como o telescópio de 200 polegadas de Mt. Palomar‚ são considerados potentes demais para observações lunares.

Os telescópios muito potentes têm tendência de ampliar muito partículas atmosféricas, sendo mais adequados para estudos de galáxias distantes.



O falecido George Adamski, escritor famoso e astrônomo amador, fotografou pelo menos oito quadros lunares, de 1948 a 1952, mostrando atividade de UFOs sobre a Lua ou próximo dela. Todas as fotografias foram tiradas por meio de telescópios.

ANÁLISE DE CIVILIZAÇÕES AVANÇADAS

A identificação da tecnologia de uma civilização superior desconhecida em outro corpo planetário, como a Lua, por exemplo, nos apresenta um desafio interessante. É difícil identificar qualquer coisa com a qual não estejamos familiarizados, por conseguinte, negligenciamos muitos objetos artificiais presentes na superfície lunar.



Foto 1 à esquerda, uma estrutura anômala perfeitamente circular na superfície lunar.

Além disso, as idéias e teorias preconcebidas antiquadas que nos ensinaram durante muitos séculos e nos martelaram nas mentes contribuíram de forma relevante para nossa incapacidade de compreender. Podemos dizer que vemos, mas como a coisa não deveria estar lá, simplesmente não acreditamos que realmente exista. Talvez devido a esse fato, tenham sido divulgadas tantas fotografias lunares em muitas publicações diferentes, que realmente mostram fortes evidências de vida na Lua. Não apenas musgo e líquens primitivos, como também arbustos e árvores, grama, e até mesmo muitas instalações artificiais.



Foto 2, à direita, o famoso “palácio de cristal ” lunar, uma das mais intrigantes descobertas. É completamente impossível uma estrutura destas ser fruto da geologia da Lua.

Como a maioria das pessoas não está familiarizada com o conteúdo dessas fotografias, fica difícil reconhecer essas anomalias lunares. E como a maioria dos cientistas de alto nível não ousam se manifestar com medo de pôr em risco suas posições, em alguns casos essas fotografias estão totalmente esquecidas hoje.

Para mim, é bastante óbvio que permitiram que os objetos artificiais, UFOs e construções inteligentes permanecessem nessas fotografias para, no caso de acontecimentos e pesquisas futuros determinarem o que está acontecendo lá em cima, os altos funcionários poderão se afirmar com toda inocência: “Bem, nós divulgamos, mas não sabíamos o que era.” Na minha opinião isso seria livrar a cara com esperteza.Temos de reconhecer que nem toda a maquinaria avançada precisa ser altamente complicada. Com freqüência, as tecnologias, ao evoluir, efetivamente simplificam as máquinas, sua forma e os métodos de propulsão.



O Lado oculto da Lua abrigaria restos de uma cidade alienígena

Não resta dúvida de que o verdadeiro progresso mecânico de uma civilização avançada é atingido por meio de sua manobrabilidade aérea ilimitada. Veículos de todas as formas e tamanhos, destinados a qualquer propósito concebível, propulsionados por uma forma de energia livre, tal como a propulsão eletromagnética, são necessários para transporte de cargas, mercadorias e pessoal.

As estradas e auto-estradas tornam-se então obsoletas e, como tal, não são encontradas na Lua. Foram encontrados, e se assemelham bastante a estradas, o que parecem ser túneis e grandes sistemas tubulares, que talvez sejam pressurizados para uso em operações de mineração. Foram fotografados rastros de veículos no solo, colinas acima e abaixo. Pelo que sei esses grandes veículos, alguns com 22 metros de largura, parecem examinar o solo em busca de possibilidades futuras de mineração. Os rastros deixados por esses veículos mostram “alinhavos” definidos feitos por algum tipo de veículo munido de correias.

Até mesmo numa civilização avançada que dispõe de manobrabilidade aérea total, é necessário que os veículos que entrarem em contato com o chão colham amostras de solo. Devemos também saber que não podemos comparar nossa tecnologia com a de outros seres de outros planetas. Embora eu tenha certeza de que existem algumas semelhanças, dispositivos diferentes de transporte, cultivo, moradia, etc. podem ter evoluído muito além da compreensão da maior parte.

O LADO OCULTO DA LUA

A Lua pode ter vários significados, para os apaixonados, olhar a Lua é um ato romântico, para os astrônomos olhar a Lua e ver as suas crateras melhor definida do que a olho nu é um ato emocionante e creio que a Lua seja a primeira observação por astrônomos amadores em seus telescópios, porem também podemos notar que a Lua não gira, ela fica estacionada em seu giro, podemos então notar que só um lado da Lua aparece para nós e o outro lado se mantém oculto para nós terrestres. Um dos lados da Lua se mantém oculto por causa da sincronia de rotação e revolução da Lua por isso nós sempre vemos o mesmo lado.



Outra foto de UFO na Lua registrada pela Apollo 16

Em 20 de julho de 1969, o homem pisa pela primeira vez na Lua, com os tripulantes da Apollo 11. Neil Armstrong e Edwin Aldrin desceram ao solo lunar e o Michael Collins ficou girando em torno da Lua. Desde então se tem notado pelos meios de comunicação uma possível existência de fotos e vídeos feitos pelos tripulantes da Apollo 11 e naves posteriores, onde há aparecimento de naves extraterrestres, bases e torres extraterrestre, há quem diga que a Lua era habitada por seres chamado de Néfelis que há muito tempo deixaram a Lua, e de onde começaram a observar-nos do nosso próprio satélite natural.

Bem sabemos que muitas histórias ditas sobre aparições de óvnis em fotos e em vídeos eram ditos como farsas, porem Neil Armstrong anos após finalizar sua carreira, sedeu a um repórter uma entrevista extraordinária, onde comenta sobre a Nasa e seu acobertamento sobre Óvnis, seria a Nasa então uma instituição civil conivente com o acobertamento mundial?



UFO em foto registrada pela Apolo 11

Também temos coletados dados sonoros sobre uma suposta transmissão via radio com Houston e uma nave que pousara na Lua. Uma pequena parte da transmissão da Apollo 11 para com sua base na Terra em Houston:

NASA: O que há aí? Controle da Missão chamando Apollo 11…

Apollo 11: “Essas “coisas” são grandes, senhor! Enormes! OH MEU DEUS! Você não iriam acreditar nisto! Eu estou dizendo existem outras espaçonaves lá fora, bem do outro lado da beira da cratera! Eles estão aqui na Lua nos observando!”

Agora leia a conversa que um professor que preferiu se manter anônimo teve ao falar com o astronauta Neil Armstrong sobre a Missão da Apolo XI:

Professor: O que realmente aconteceu lá fora com a Apolo 11?

Armstrong: Foi inacreditável, claro que nós sempre soubemos da possibilidade, de fato, nós fomos alertados (pelos alienígenas). Depois disso não houve nenhuma dúvida sobre a existência de uma estação espacial ou de uma “cidade” (Base de operações alienígena) na Lua.



UFO durante a Missão da Apolo 14 em 1971.

Professor: O que você quer dizer com “alertados”?

Armstrong: Não posso entrar em detalhes, só posso dizer que as naves deles são tão superiores as nossas tanto em tamanho quanto em tecnologia. Rapaz, eles eram grandes! …e perigosos! Não, não há nenhuma dúvida sobre uma estação espacial.

Professor: Mas a NASA mandou outras missões para a Lua depois da Apollo 11?

Armstrong: Naturalmente – A NASA estava trabalhando duro naquela época, e não queria arriscar causar um pânico na Terra. Mas na verdade foram missões mais rápidas.

Armstrong também disse em sua entrevista que quando tiveram o seu primeiro contato na Lua, extraterrestres teriam entrado em contatos com eles e lhes advertiram que não eram bem vindos, e que possivelmente o motivo dessa não desejada visita terrestre seria por causa da bases extraterrestres que lá existisse, e que mais tarde foi supostamente filmada por um astronauta.



Esquerda: Foto registrada pela Apollo 15, veja no lado direito no canto superior, atrás do monte.

Neil Armstrong também afirma que a NASA nada comentou naquela época por causa do pânico que iria causar uma tal revelação na sociedade planetária, e portanto a agência espacial norte americana se mantem calada até os dias atuais.

Desde a primeira viagem a lua, a Nasa tem mandado consecutivamente por um espaço pequeno de tempo mais naves tripuladas para realizarem estudos no solo lunar, então perguntamos o que deveria estar acontecendo para que os supostos seres extraterrestres Nefilins/Anunnakis, qual seria a sua intenção e qual o motivo de não quererem que nós terráqueos entrássemos em contato com o nosso satélite?

Poderia então ser esse o caso de que a Lua é muito mais tempo habitada que pensamos, talvez ate antes mesmo da existência da raça humana na Terra? A NASA em conjunto com a CIA durante a transmissão ao vivo da Lua censurou uma mensagem dos tripulantes da Apollo 11, onde a transmissão dizia que após descerem em solo lunar dois objetos luminosos apareceram e os cercaram.



Donald Slayton tripulante da Mercúrio afirmou que viu um balão meteorológico fora da atmosfera terrestre e que ao posicionar a Mercúrio atrás do objeto e mais próximo dela, analisou que o objeto não era um balão meteorológico e sim um disco voador.

Em 1979 Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, confirmou a historia de Neil Armstrong e que de fato reportou ter visto dois UFO’s em uma cratera. Chatelain também confirma que é de conhecimento da NASA os avistamentos e contatos imediatos com civilizações extraterrestres.

E hoje ainda há vida extraterrestre na Lua? Haveria base no solo e no subsolo da Lua, os astronautas obtiveram mesmo contato direto com os seres que supostamente lá habitará? Se houve o que disseram como reagiram? Muitas perguntas estão sem respostas, mas estamos estudando para que encontremo-las e possamos colocá-las a disposição da comunidade ufologica.

Conspirações da NASA

Segundo Richard Hoagland, diretor da Missão Marte (TMM), os astronautas da nave Apolo viram várias estruturas gigantescas na superfície lunar. Durante a missão, para essas informações serem passadas ao controle central, foi utilizado um canal de comunicação secreto.

Quando os astronautas regressaram à Terra, a NASA os proibiu de dizerem qualquer coisa sobre o que aconteceu. Hoagland e outros teóricos da conspiração dizem que o excessivo período de quarentena a que foram submetidas as tripulações das naves Apolo 11, 12 e 14 teve como motivo o fato dos astronautas terem que fornecer relatórios muito detalhados sobre o que viram e dar tempo à NASA de vetar as fotografias (e, com isso, criar desinformação). As autoridades não teriam desejado que o público tomasse conhecimento das ruínas destas antigas bases extraterrestres.



Ufo durante a missão da Apolo XV.

O ufólogo Timothy Good, em seu livro Beyond Top Secret, informa que os astronautas viram alienígenas na Lua. A evidência seria uma conversação secreta entre o controle da missão e os astronautas da nave Apolo 11, registrada pelos soviéticos. O Dr. Vladimir Azhazha, físico e professor de matemática russo, disse que o encontro aconteceu pouco depois alunissagem do módulo lunar, mas que o público não pôde escutar o informe dos astronautas, pois a NASA o havia censurado.

Maurice Chatelain, um especialista em comunicações da NASA, declarou que “o encontro com os OVNIs era perfeitamente conhecido pela NASA” e que “todas as missões Apolo tinham sido seguidas por OVNIs”. Isto sugere que a NASA está disposta a admitir perante o mundo que seus astronautas tinham sido vigiados de perto por OVNIs e que encenaram as fotografias aqui na Terra para não assustar o público com o que realmente acontecia no espaço.

Uma das questões mais intrigantes sobre a Lua é por que a NASA não enviou mais astronautas depois das missões Apolo e por que não tem a intenção de fazê-lo no futuro. Será que a Lua já teria entregado todos os seus segredos? Ou será que nós, humanos, fomos proibidos por outra inteligência de pisar lá de novo?

Originalmente publicado em setembro de 2012.

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Pensamento do Dia, 11 de Dezembro de 2014

Sathya Sai Baba

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