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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A REALIDADE -- MARIA via Elsa

A REALIDADE

Mensagem da Amada Maria

Canalizada por Elsa Farrus

Em 30 de dezembro de 2014




Amada filha, a realidade se forma a cada instante, é tão flexível como sua alma se sente liberta e tão sólida como sejam inamovíveis as suas crenças.
Vocês sabem de tudo isso por inúmeros ensinamentos, mas agora é o tempo de manifestar seu ser autêntico, seu livre arbítrio.

Por que não acontece?
O conceito de realidade que vocês têm de seu ambiente freia cada impulso de sua alma.
No ambiente estão atores ou figurantes que, como almas, se prestaram a desempenhar um papel concreto em sua realidade e por isso, quando vocês mudam essa realidade, de imediato eles transformam sua atitude (o roteiro).

Todos e cada um dos seres que fazem parte de sua vida são almas presentes por e para vocês, tanto os que vocês não desejam que estejam aí como os que os deixam vulneráveis, como aqueles que vocês amam profundamente.
Todos desempenham um papel fundamental: o de ajudá-los a serem criadores de novas realidades; em suas decisões vocês são muito amados, por isso em ocasiões a vida os arqueia até vocês recordarem que o amor que vocês procuram fora, no ambiente, vocês não dão a vocês mesmos.

Desde hoje, dia 29, nasce um período de memória emocional, abrem-se as portas para sentir os instantes de maior temor em seu ser... esses temores ou criações mentais, que não lhes pertencem e condicionam vocês de maneira maior do que, na realidade, vocês estão conscientes.
Assim vocês mesmos fazem parte da unidade de todas as pessoas que estão em seu caminho, desde o último senhor que viram no ônibus até os mais amados, qualquer vibração que vocês emitem os enche ou esvazia, em consequência se forma uma realidade distinta a cada vibração com os mesmos personagens.

A energia é a energia mais presente em cada instante, não há polaridade, há presença, vocês trabalharão profundamente sua responsabilidade com as energias presentes em suas vidas.
Não estão sendo invadidos por ninguém, estão sendo esvaziados, estão sendo esquecidos, e a energia por compensação enche os vazios energéticos, pois tudo na natureza tende a ser completado, se não pelos mesmos, pelo primeiro que se aproxima e que compensa.

A energia dos primeiros meses deste ano lhes mostrará os seus vazios para que sejam tratados, os ajudará a consolidar sua presença, não mudarão o mundo, farão presente o seu amor no mundo e este ficará impregnado.

Vocês são os guardiões das inúmeras e infinitas luzes da humanidade...



Feliz Ano a todos, de coração.
Obrigada a todos por compartilhar esta canalização quando sentirem.
Feliz dia a todos.
Elsa




Tradução: Blog Sintese http://blogsintese.blogspot.com


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ARCANJO NATANIEL, 29 DE DEZEMBRO DE 2014

MENSAGEM DO ARCANJO NATANIEL

29 DE DEZEMBRO DE 2014 

A 04 DE JANEIRO DE 2015


Por Gulcin Onel (Mavinin Sesi)

 



Nada de limites!

A palavra que vocês mais ouvirão no Ano Novo é “infinito”!

No seu caminho, vocês estão avançando muito, criando o Novo no não trilhado.

Alguns de vocês estão notando o fogo que está acendendo no seu interior, esse fogo agora dissolve e transforma com o calor dele aquilo com que vocês estavam se limitando.

Não há mais crenças limitadas, padrões antigos detendo vocês, pois vocês saúdam o Criador em todas as mudanças.

Tudo é agora e no momento!

Tudo muda e se transforma, deixem para trás todas as suas crenças limitadas às quais vocês estão agarrados tão fortemente, deixem despertar a energia do infinito.

No infinito há todas as possibilidades, todas as oportunidades, todas as respostas, tudo está nele.

Quando vocês deixarem ir tudo o que os está limitando, vocês notarão que também seus julgamentos estão mudando, sendo apagados.

Deem o passo para o Ano Novo com a intenção de encontrar o seu você mais real dentro do infinito, deixando as limitações e julgamentos de lado.

Quando sua alma brilhar, muitas almas que estão familiarizadas com a luz da sua alma virão encontrá-los, seus relacionamentos tornar-se-ão importantes nesse caminho.

Aceitam seu infinito comemorando com amor.

Amor e Luz
 
Arcanjo Nataniel



Tradução do turco para inglês:  Arzu Altınay

Tradução para o português: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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ARCANJO GABRIEL, 30 DE DEZEMBRO DE 2014

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL

Canalizado por Shelley Young

 



Queridos, vocês sempre estão crescendo e evoluindo.

Se vocês se sentirem inspirados a fazer ou experimentar alguma coisa, ouçam a essa dica interior.

Pode não fazer sentido na hora, mas sua alma está sempre orientando vocês para darem o próximo passo importante que os levará para a sua próxima grande aventura.

Arcanjo Gabriel



Arcanjo Gabriel através de Shelley Young
Facebook: Trinity Esoterics
Twitter: @trinityesoteric

Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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CRIADOR – POSITIVO OU NEGATIVO

POSITIVO OU NEGATIVO

Por Jennifer Farley

30 de dezembro de 2014




Você inerentemente gravitará e atrairá para si aquilo que seus padrões de pensamento criam.

Negativo atrai negativo, positivo atrai positivo.

Qual você gostaria de possuir hoje?


Criador





Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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Movimentos de Luz tornam-se movimentos do coletivo de Gaia

Gaia Portal - 29.12.2014

Por Éire Port 

 


Tradiçõesabandonadas para sempre.

Novosmomentos continuam em linha sob Orientação Superior.

Iniciativasde Gaia começam, na medida em que suportes energéticos são posicionados.

Movimentosde Luz tornam-se os movimentos do coletivo de Gaia.


ÉirePort 


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Benjamin Fulford - 29.12.2014

A cabala sofreu enormes derrotas em 2014, de modo que em 2015, o Ano do Carneiro também pode ser o ano das ovelhas. 

Por Benjamin Fulford

 

2014, foi um ano desagradável para a cabala nazionista, controlada pelas nações do G7 e seu círculo cada vez menor de estados escravagistas. Agora, o Pentágono se prepara para colocar a República restaurada dos Estados Unidos da América na aliança BRICS de 188 nações, uma medida que efetiva e permanentemente acabaria com o regime da cabala, de acordo com fontes da CIA. Quando dominio da cabala terminar, então, haverá um jubileu, (acabar de uma vez por todas, as dívidas públicas e privadas), com a redistribuição de ativos e uma ofensiva em grande escala para salvar o planeta, faria de 2015, o Ano do Carneiro no zodíaco chinês, o ano das ovelhas.

A mais recente ofensiva contra o governo da cabala, resultou em 30 prisões de altos funcionários em Israel...

http://www.timesofisrael.com/police-arrest-30-in-high-level-government-corruption-bust/?utm_source=The+Times+of+Israel+Daily+Edition&utm_campaign=dcfad8de7b-2014_12_24&utm_medium=email&utm_term=0_adb46cec92-dcfad8de7b-54923773

...e a desqualificação de Benyamin Netanyahu por seu próprio partido político:

http://www.jpost.com/Israel-Elections/Likud-comptroller-disqualifies-Netanyahu-from-Likud-leadership-race-PM-likely-to-appeal-385611

e a fuga do alto governante nazionista George Bush pai num hospital, para evitar sua prisão, sob a acusação de ordenar o assassinato do presidente John F. Kennedy e crimes de guerra, incluindo assassinato em massa.

http://www.dailymail.co.uk/news/article-2885883/Former-President-George-HW-Bush-90-rushed-hospital-shortness-breath.html

A semana passada, também viu a apresentação de provas, indiciando o Comitê dos 300, como o suposto governo secreto do planeta, que está perdendo poder. A prova chegou na forma de documento que pode ser visto na marca de 14 minutos deste videoclipe.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=dKdroIjw4D8

Confirmamos, a partir de fontes do MI5, que o documento que se mostra do comitê dos 300 é  verdadeiro, foi emitido em 2010 e assinado por entre outros, a rainha Elizabeth, como chefe da comissão. Todavia, ainda não é o misterioso documento assinado pelo príncipe William, em Washington no início deste mês. Este documento discute a distribuição de US$ 48 trilhões, a uma série de centros de poderes estabelecidos. Os percentuais recebidos por cada grupo indicam onde o verdadeiro poder do governo secreto esta localizado.

A maior parcela, 20% ou US$ 9,6 trilhões, vai para os "organismos financeiros das Nações Unidas", tais como o Grupo do Banco Mundial, o FMI, a Corporação Financeira Internacional, o BIS, o Banco da Inglaterra e o Banco da China. Em outras palavras, os banqueiros ganharam a maior fatia.

Em seguida, vemos que a ONU, o grupo ASBLP (Filipinas), o Reino Unido, a China e a família Dragão da China (real) tiveram cada um 10%, ou US$ 4,8 trilhões. Em seguida, ainda mais abaixo no totem, vemos a rainha Elizabeth, a União Europeia, o Conselho da Reserva Federal, o comitê dos 300, o Vaticano e as "autoridades internacionais que assinaram este", onde cada um, foi agraciado com 4% ou US$ 1,92 trilhões. Pense nisso, o Federal Reserve Board, as pessoas que detém o governo corporativo dos EUA, só possuem 4% desse dinheiro todo.

Finalmente alguns nomes codificados com WZH e ASM obtiveram 3% e 2%, respectivamente. Um restante de 1% entrou numa espécie de fundo de poupança.

A primeira coisa a destacar é que as Nações Unidas tem uma posição superior onde, entretanto, o chefe da ONU é selecionado por governantes ocultos, utilizando um processo secreto. Os governantes ocultos são quase que certamente os suspeitos costumeiros: os Rockefellers,  os Bushes, os Rothschilds, etc.

A próxima coisa que precisamos prestar atenção é a quem não está neste documento: Rússia, África, Índia, América do Sul, Japão, Alemanha etc.

A última coisa a notar é que, se todo esse dinheiro realmente tivesse sido desembolsado em 2010, em seguida, o mundo seria um lugar muito melhor do que realmente é. De acordo com a ONU, estima-se que apenas US$ 400 bilhões, seriam suficientes para parar a destruição ambiental e US$ 200 bilhões para acabar com a pobreza. Isso significa que esses grupos poderiam salvar o mundo e ainda ficar com US$ 47,4 trilhões para gastar em iates de luxo etc.

Obviamente, ou esse dinheiro permanece congelado e o documento não conseguiu a liberação desses recursos, ou então não foi gasto neste planeta. Nenhuma outra explicação faz sentido.

De qualquer maneira, para limpar a desordem que os nazionistas causaram neste planeta, teremos nos manter desbastando os aspectos visíveis de seu controle.

Um exemplo disso é Barack Obama, presidente do governo corporativo em falência dos Estados Unidos. Este é o homem que tentou orquestrar massivos conflitos raciais nos EUA, através de sua campanha de Ferguson. Mais recentemente, Obama mentiu publicamente em nome de uma campanha de marketing da campanha publicitária de um filme da Sony, quando culpou a Coreia do Norte, pelo recente chamado ataque de hackers contra a Sony Pictures. Também fez um chamamento público para o lançamento de um filme que mostra o assassinato do atual governante de uma nação soberana.

Obama passou no último sábado jogando golfe no Havaí com primeiro-ministro malaio Najib Razak. Aparentemente Razak não conseguiu agradar Obama, porque enquanto ele estava visitando os EUA, a Malásia foi golpeada por graves inundações e, assim que ele voltou para casa, um terceiro avião de passageiros da Malásia desapareceu.

Agora e-mails estão sendo enviados a este escritor, alegando o terceiro avião que desapareceu será usado para um ataque terrorista nuclear na Ucrânia.

Não pudemos verificar isso, mas, claramente alguns desordeiros ainda estão à solta. Os reatores nucleares na Coréia do Sul e da Ucrânia, por exemplo, parecem estar sob algum tipo de ataque de vírus Stuxnet. A campanha ISIS também ainda segue efervescente, embora num ritmo mais lento. O problema na Ucrânia também ainda está borbulhante, embora, as mortes pareçam estar abrandando drasticamente. O ataque a economia da Rússia foi parado sem sequer  ter chegado perto de seu objetivo de mudar o regime lá.

Agora, existem cada vez mais relatos de distúrbios nos EUA e o roubo aberto do dinheiro dos cidadãos, por capangas do governo. Este é um sinal de um regime doente terminal, caminhando para o colapso completo.

O caso a se prestar atenção neste Ano Novo, é se o governo corporativo dos EUA pode atender a próxima série de prazos de pagamentos. O primeiro é o ajuste sedimentação de contas de fim de ano de 31 de Dezembro. Depois, existe outro prazo de grande contabilidade no dia 31 de janeiro.

O primeiro-ministro japonês escravo, Shinzo Abe, está agora freneticamente saqueando as contas de poupança do Japão para tentar ajudar a seus mestres cumprir esse prazo. O mais recente movimento que  anunciou, depois de ter saqueado o fundo de pensão, é um plano para roubar poupança postal. Podem ter certeza de seu próximo passo será para tentar drenar o banco Agrícola Norinchukin. O dinheiro de drogas oriundo da heroína afegã e da cocaína sul-americana também está mantendo a corporação norte-americana que está na UTI. O recente acordo que pôs fim ao embargo dos EUA a Cuba também está quase que certamente ligado a algum tipo de liberação de fundos.

A verdadeira pergunta, é claro, é: Quando os chineses e árabes, os maiores credores dos mundos, finalmente puxarão a tomada dos capangas em Washington DC e seus mestres secretos da ONU?

Outra grande pergunta é: Quando é que o exército norte-americano tomará as medidas para restaurar a República? Neste sentido, estamos ouvindo muitos relatos de que elementos patrióticos do complexo industrial militar dos EUA estão se movendo.

Benjamin Fulford 



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A Revelação Templária – 4b – A Pátria da Heresia

Capítulo 04 B 

 A PÁTRIA DA HERESIA

Posted by Thoth3126 on 31/12/2014

 


maria-madalena-painting by Frederick Sandys
Os bogomilos e as suas ramificações, como os cátaros, eram dualistas e gnósticos: para eles, o mundo material é inerentemente mau, o espírito está prisioneiro num corpo imundo e o único meio de libertação é através da Gnosis, a revelação pessoal que conduz a alma à perfeição e ao conhecimento de Deus.

Há muitas raízes possíveis do gnosticismo – a antiga filosofia grega, cultos misteriosos, como o de Dionísio, e outras religiões, como o hinduísmo, o zoroastrianismo, são possíveis candidatos. (Mais pormenores podem encontrar-se no estudo magistral de Yuri Stoyanov, The Hidden Traditionin Europe, 1994.)

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulo 04 B – A PÁTRIA DA HERESIA – Livro “The Templar Revelation – Secret Guardians of the True Identity of Christ” de Lynn Picknett e Clive Prince.

http://www.picknettprince.com/

CAPÍTULO IV B – A PÁTRIA DA HERESIA

Confrontados com o gênero de literatura sobre o tema do catarismo (*), que se encontra nas lojas turísticas do Languedoc, é desculpável pensarmos que era uma espécie de visão rudimentar da New Age. com uma teologia bem definida e simplista, existem literalmente dúzias de livros e panfletos que glorificam o humanitarismo dos cátaros e as suas crenças em princípios tão «modernos» hoje como a reencarnação e o vegetarianismo. De modo geral, isso é um absurdo sentimental.

(*) O catarismo (do grego καϑαρός-katharós, “puro, imaculado” de onde também deriva o nome feminino Catharina) foi um movimento cristão de ascetismo extremo no sul da França, centralizado na região do Languedoc entre os anos de 1100 e 1200, estreitamente ligado aos bogomilos da Trácia. O movimento foi tão forte no sul da França e na Europa Ocidental que a igreja Católica Romana passou a considerá-lo uma séria ameaça à religião ortodoxa de Roma. As principais manifestações do catarismo centralizavam-se na cidade de Albi, motivo pelo qual seus adeptos também receberam o nome de “albigenses”. A nova crença também arregimentou adeptos na Catalunha, na Alemanha, na Inglaterra e na Itália.


ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS): Ιησος Χριστος Θεου Υιος Σωτηρ, Iesus Christus Theos Uios Soter=Jesus Cristo Salvador Filho de Deus. As Iniciais em grego desta frase ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS) significa Peixe. Os primeiros cristãos usavam o símbolo do peixe (o símbolo da era astronômica iniciada em torno de 148 a.C., a era de Peixes que terminou em 21 de dezembro de 2.012 a.D., quando então começou a Era Astronômica de Aquário) para se identificarem mantendo a discrição, buscando evitar sua delação para as tropas romanas durante a perseguição do império romano aos cristãos dos primeiros séculos.

Os cátaros praticavam o vegetarianismo, não somente pelo seu amor aos animais mas devido à sua aversão pela procriação, e apenas comiam peixe, na convicção de que os peixes se reproduziam assexuadamente. A sua ideia de reencarnação baseava-se no conceito do «bom fim» (morte), que significava geralmente ser martirizado pela sua fé. Se sofriam esse fim, não se punha a questão de voltar a reencarnar neste miserável vale de lágrimas, aqui na Terra, caso contrário, teriam de regressar até o conseguirem.

Tem-se tentado argumentar que o catarismo era inteiramente um produto local do Languedoc; isso é manifestamente falso, mas ele englobou elementos regionais na sua teologia. Curiosamente, uma coisa que era única dos cátaros era a crença de que Maria Madalena era mulher de Jesus Cristo, ou talvez sua concubina que com ele teve filhos. Esta crença, no entanto, não era considerada conhecimento apropriado para todos os cátaros, mas era reservada apenas para os principais iniciados – o círculo mais fechado e secreto.

Os cátaros eram exageradamente anti-sexuais e mesmo anti-casamento, por isso era improvável que eles tivessem inventado esta ideia; talvez ficassem tão horrorizados com ela que a reservaram para aqueles que já tinham provado ser fiéis.

Por vezes, os cátaros encontraram-se numa posição teológica embaraçosa; por um lado, encorajavam ativamente os seus fiéis a ler a Bíblia (ao contrário do catolicismo ortodoxo, que se opunha energicamente ao acesso popular às Escrituras, qualquer uma, para o catolicismo romano quanto mais ignorância melhor), mas, por outro, tiveram de reinterpretar radicalmente os acontecimentos bíblicos para os harmonizar com as suas crenças. O exemplo principal da sua reinvenção do Novo Testamento é o da sua visão da crucificação, em que eles colocam um Jesus, feito de puro espírito, a ser pregado na cruz. Embora não exista qualquer fundamento bíblico para este conceito, eles tiveram de inventar este «outro» Jesus, devido à sua aversão pelo corpo físico – ter um Cristo corpóreo, para eles, era impensável.



Assim, a sua ideia de Jesus e Maria Madalena serem parceiros sexuais dificilmente pode ter sido o resultado de uma suposição desejada por eles. De fato, eles debateram-se com diferentes justificações teológicas para explicar o casamento, algo que não os teria preocupado tanto se sentissem que podiam considerar a história um completo absurdo. Isto parece apontar para a preponderância da ideia da relação de Jesus e Maria Madalena, no Languedoc da época – não era apenas uma parte integrante do que as pessoas vulgares acreditavam, sem qualquer dúvida, mas também tão central para todo o mundo cristão daquela região que tinha de ser resolvida, de preferência a ser ignorada. Como escreve Yuri Stoyanov:

Apresentar Maria Madalena como «esposa» ou «concubina» de Cristo parece ser, além do mais, uma tradição original cátara que não tem qualquer contrapartida nas doutrinas dos bogomilos. Embora Maria Madalena fosse, e ainda seja, uma mulher muito popular na Provença, onde se supõe que ela viveu, foi no Languedoc que ela se tornou o centro de crenças abertamente heréticas e – como iríamos descobrir – é também nesta região que essas crenças originam paixões espantosas, boatos insensatos e segredos misteriosos.

Como vimos, a idéia de Jesus e Maria Madalena serem amantes também se encontra nos Evangelhos de Nag Hammadi, que ficaram escondidos no Egito desde o século IV da era cristã. Seria possível que as crenças semelhantes do Languedoc tivessem origem neles ou numa fonte comum? Alguns estudiosos, especialmente Marjorie Malvern, especularam que o culto de Madalena, no Sul de França, preservou estas primitivas idéias gnósticas. E há algumas provas de que, de fato, foi este o caso.

Na terceira década do século XIV, um notável opúsculo, denominado Schwester Katrei (Irmã Catarina) foi publicado em Estrasburgo, alegadamente escrito pelo místico alemão mestre Eckhart – mas os estudiosos são de opinião de que o verdadeiro autor foi uma das suas discípulas. Apresenta uma série de diálogos entre a «irmã Catarina» e o seu confessor, relativos à experiência religiosa de uma mulher e, embora contenha muitas idéias ortodoxas, também expõe muitas outras que, decididamente, não são tão ortodoxas. Por exemplo, faz esta afirmação: «Deus é a Mãe (o feminino) Universal […]» e revela claramente uma forte inspiração cátara, além da influência da tradição dos trovadores/Minnesingers.

Este invulgar e claro opúsculo liga Madalena com Minne (o princípio feminino) – a Mulher amada dos Minnesingers, e o mais interessante é que constituiu motivo de reflexão para os estudiosos porque contém ideias sobre Maria Madalena que, de outro modo, só se encontravam nos Evangelhos de Nag Hammadi: ela é retratada como sendo superior a Pedro, devido à sua maior compreensão dos ensinamentos de Jesus Cristo, e existe a mesma tensão entre Pedro e Maria. Além disso, acidentes factuais que são descritos nos textos de Nag Hammadi também são referidos no opúsculo da Irmã Catarina.

A professora Barbara Newman, da Universidade da Pensilvânia, foca esta dificuldade acadêmica nestas palavras: «O fato de a irmã Catarina usar estes temas levanta um problema espinhoso de transmissão histórica», e confessa que é «um fenômeno real, embora desconcertante. Como é que o autor do texto da Irmã Catarina, no século XIV, obteve o conteúdo de textos que só foram descobertos no século XX?



Não pode ser por coincidência que o opúsculo revela a influência dos cátaros e dos trovadores do Languedoc, e a conclusão óbvia é que foi através deles que foi transmitido o conhecimento dos Evangelhos gnósticos relativos a Maria Madalena; os seus segredos podem residir não só no que conhecemos como textos de Nag Hammadi mas também em documentos semelhantes, que ainda não foram redescobertos.

É interessante que exista no Sul de França, uma crença permanente na relação humana completa entre o casal Madalena e Jesus Cristo (o feminino e o masculino divinos, como Krishna e sua consorte Radharani). A investigação inédita de John Saul desenterrou muitas referências a esta união, na literatura do Sul de França, até ao século XVII – especificamente em obras de autores associados ao Priorado de Sião, como César, filho de Nostradamus (a obra de César foi publicada em Toulouse, um centro do catarismo).

Víramos na Provença que onde existem centros de Madalena se encontram habitualmente lugares associados a João Batista. Como os cátaros pareciam ter grande consideração por ela, talvez também prestassem a mesma veneração a Batista. Mas, pelo contrário, parecia que os cátaros tinham uma forte antipatia por Batista, a ponto de o descreverem como «um demônio». Este sentimento vem diretamente dos bogomilos, alguns dos quais o referiram (de modo um tanto confuso) como «precursor do Anticristo».

Um dos poucos textos sagrados dos cátaros ainda existente é o Livro de João (também conhecido por Liber Secretum), que é uma versão gnóstica do Evangelho de um outro João (o evengelista, o discípulo amado por Cristo): grande parte dele é exatamente igual ao Evangelho canônico, mas contém algumas «revelações» extras, supostamente feitas por Cristo, em segredo, a João, o «discípulo amado». Estas revelações são ideias gnóstico-dualistas, que se harmonizavam com a teologia geral dos cátaros.


No oriente é fato comum que toda manifestação da divindade em corpo masculino seja acompanhada de sua contraparte feminina, como Krishna e Radharani, Rama e Sita, Vishnu e Lakshmi, somente no Oriente Médio é que Cristo foi CASTRADO e a parte feminina de Deus prostituida.

Neste livro, Jesus diz aos discípulos que João Batista era, de fato, um emissário de Satanás (o senhor deste mundo material), enviado para tentar sabotar a sua missão de salvação. Era um texto originariamente bogomilo e não foi completamente aceito por todos os bogomilos ou por todos os cátaros. Muitas seitas cátaras alimentavam ideias mais ortodoxas ainda em relação a João Batista, e existem mesmo sinais de que os bogomilos dos Balcãs celebravam ritos a 24 de Junho, o dia da sua festa.

O que é certo é que os cátaros tinham um especial respeito pelo Evangelho de João, o qual é geralmente considerado pelos estudiosos como sendo o evangelho gnóstico do Novo Testamento. (Nos círculos ocultistas há um antigo rumor de que os cátaros tinham uma outra versão, agora perdida, do Evangelho de João, e muitos ocultistas têm pesquisado a área em redor de Montségur, na esperança de o encontrar – mas sem sucesso.)

É evidente que os cátaros tinham ideias não ortodoxas, embora talvez confusas, sobre João Batista. Mas teria algum significado o seu conceito de um João perverso e de um Jesus bom? Talvez não houvesse, mas – como sugeriram alguns comentadores modernos – a relação entre dois homens talvez não tivesse sido tão bem definida como a maioria dos cristãos é levada a acreditar. A ideia cátara pode ter representado a sua filosofia dualista no seu máximo simplista: do par, João e Jesus, um é mau e outro é bom.

Mas, se é assim, então a conclusão lógica é que eles os consideravam como sendo opostos mas iguais. Isto implica que os cátaros os consideravam rivais, o que dificilmente é a visão católica tradicional – e revela que dúvidas desconcertantes acerca do apoio de João à missão de Jesus há muito tempo tinham sido reconhecidas nesta região. Como a revelação de Madalena e Jesus, também a de João e Jesus parece ter sido entendida como sendo radicalmente diferente da versão ensinada pela Igreja romana.

Superficialmente, é decepcionante contar com os cátaros para a confirmação da importância de João para os movimentos heréticos. Mas existe uma importante organização histórica que faz mais do que repor o equilíbrio. São, evidentemente, os Cavaleiros da Ordem do Templo, os Templários, para quem João Batista sempre foi – inexplicavelmente – objeto de grande devoção. E tal como a cruzada dos cátaros deixou uma visível herança dos seus traumas na paisagem do Languedoc, também os castelos destes enigmáticos cavaleiros ainda se erguem das brumas nas partes mais remotas desta região.

Os Templários são, nesta altura, uma espécie de lugar-comum esotérico, como saberá qualquer pessoa que esteja familiarizada com a ficção de Umberto Eco, e a maioria dos historiadores, os ditos “eruditos”, não sente qualquer constrangimento em afastar, com o maior desdém, qualquer coisa que pretenda ser inspirada nos seus «segredos». No entanto, qualquer mistério ligado ao Priorado de Sião também envolve estes guerreiros-monges, e, portanto, eles são parte intrínseca desta investigação.


O Significado do nome Jesus Cristo em grego: X e P letras gregas X=chi e P=rho (com Alpha (α, o princípio) e Ômega (ω o fim) incluídos no símbolo), iniciais em grego do nome Cristo. In Hoc Signo Vinces em latim significa: Sob este sinal Vencerás. Em Grego, Jesus Cristo (Cristo significa Ungido, Messias) escreve-se como Ιησος Χριστος, ou de um modo mais completo, o nome que as primeiras comunidades cristãs Lhe atribuíam em Grego: Ιησος Χριστος Θεου Υιος Σωτηρ, Iesus Christus Theos Uios Soter=Jesus Cristo Salvador Filho de Deus. As Iniciais em grego desta frase ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS) significam Peixe em grego.

Um terço de todas as propriedades européias dos Templários encontrava-se, outrora, no Languedoc, e as suas ruínas apenas aumentam a beleza selvagem da região. Segundo uma das mais pitorescas lendas locais, sempre que o dia 13 de Outubro cai a uma sexta-feira (o dia e a data da súbita e brutal supressão da ordem) estranhas luzes aparecem nas ruínas e vêem-se figuras misteriosas a deambular entre elas. Infelizmente, nas sextas-feiras que passamos naquela região, não vimos nem ouvimos nada, exceto os roncos alarmantes dos javalis selvagens; mas a história mostra como os Templários se tornaram parte da lenda local.

Os Templários continuam a viver nas lembranças dos habitantes locais, e essas lembranças não são, de modo algum, negativas. Mesmo neste século, a famosa cantora de ópera Emma Calvé, que veio de Aveyron para o norte do Languedoc, registrou nas suas memórias que os habitantes locais, a respeito de um rapaz ser especialmente bonito ou inteligente, dizem: «É um verdadeiro filho dos Templários.”

Os fatos principais relativamente aos Templários são simples. Oficialmente conhecidos por Ordem dos Cavaleiros Mendicantes do Templo de Salomão, foram organizados em 1118 pelo fidalgo francês Hugues de Payens, como escolta cavaleiresca dos peregrinos da Terra Santa. Inicialmente, eram apenas nove, durante os primeiros nove anos, depois a ordem expandiu-se e, em breve, estabeleceu-se como uma força a se considerar, não apenas no Médio Oriente mas também em toda a Europa.

Após o reconhecimento da ordem, Hugues de Payens iniciou uma viagem européia, solicitando terras e dinheiro à realeza e à nobreza da Europa. Em 1129, visitou a Inglaterra e fundou o primeiro centro templário daquele país, no lugar que é agora a Estação do Metropolitano de Holborn, em Londres.

Como todos os outros monges, os cavaleiros faziam votos de pobreza, castidade e obediência, mas viviam no mundo e do mundo e comprometiam-se a usar a espada, se necessário, contra os inimigos de Cristo – e a imagem dos Templários tornou-se inseparavelmente associada às cruzadas que foram empreendidas para expulsar os infiéis de Jerusalém e conservá-la cristã.

Foi em 1128 que o Concilio de Troyes reconheceu oficialmente os Templários como uma ordem religiosa e militar. O principal protagonista que esteve por detrás deste movimento foi Bernardo de Clairvaux, o dirigente da Ordem de Cister, que, mais tarde, foi canonizado. Mas como escreve também Gascoigne:

Ele era agressivo, era injurioso… era um político desleal, pouco escrupuloso nos métodos que usava para abater os seus inimigos.

Bernardo foi, de fato, o autor da Regra dos Templários – que foi baseada na de Cister – e foi um dos seus protegidos quem, como papa Inocêncio II, declarou, em 1139, que os Cavaleiros apenas seriam responsáveis perante o papado a partir daquela data. Como a Ordem dos Templários e a de Cister evoluíram em paralelo, pode discernir-se alguma coordenação deliberada entre elas – por exemplo, o suserano de Hugues de Payens, o conde de Champagne, doou a S. Bernardo as terras de Clairvaux, em que ele construiu o seu «império» monástico. E, de modo significativo, André de Montbard, um dos nove Cavaleiros fundadores, era tio de Bernardo. Tem sido sugerido que os Templários e os cistercienses atuavam em conjunto, segundo um plano pré-estabelecido, para dominar a Europa, mas esse plano nunca teve êxito.


Bernardo de Clairvaux

É difícil exagerar o prestígio e o poder financeiro dos Templários quando estavam no auge da sua influência na Europa. Dificilmente existia um centro importante de civilização onde eles não tivessem um preceptorado – como, por exemplo, a proliferação de topônimos, como Temple Fortune e Temple Bar (Londres) e Temple Meads (Bristol) em Inglaterra ainda mostra. Mas, à medida que o seu império se expandia, a sua arrogância aumentou e começou a envenenar as suas relações com os chefes de Estado temporais e também seculares ou a cobiça e a inveja destes mesmos como Felipe o Belo, rei da França, em relação ao poder e à riqueza possuída pelos Templários, despertou a ira na nobreza europeia contra a Ordem.

A riqueza dos Templários, em parte, era resultante da sua regra: todos os novos membros tinham de entregar os seus bens à ordem, a qual também acumulou uma considerável fortuna através de enormes doações de terras e de dinheiro feitas por reis e nobres. Os cofres da ordem em breve transbordavam de dinheiro, não menos devido a terem adquirido uma impressionante organização financeira, cuja consequência foi transformá-los nos primeiros banqueiros internacionais, de cujo critério dependiam as taxas de crédito das outras instituições. Foi uma maneira segura de se instituírem como um poder importante. Num curto espaço de tempo, o seu título de «Cavaleiros Mendicantes» tomou-se uma profunda hipocrisia, apesar de os soldados rasos (a maioria) poderem ter continuado pobres.

Além da sua espantosa riqueza, os Cavaleiros Templários eram famosos pela sua destreza, bravura e coragem em combate – por vezes, até ao ponto da entrega ao sacrifício em campo de batalha, um cavaleiro Templários jamais recuava, ou vencia ou perecia no campo de combate. Tinham regras específicas que regulamentavam a sua conduta como guerreiros, por exemplo, era proibido renderem-se, a não ser que as probabilidades em seu desfavor fossem superiores a três contra uma, e mesmo assim tinham de obter a aprovação do seu comandante. Eram os serviços militares especiais da sua época – uma força de elite, com cavalaria, armaduras, pesado armamento, com muito poder econômico e Deus do seu lado. Um exército convencional não era páreo para enfrentá-los.

Apesar dos seus melhores esforços, a Terra Santa caiu em poder dos sarracenos, pouco a pouco, até que, em 1291, o último território católico, a cidade de Acre, passou para as mãos inimigas. Não havia nada que os Templários pudessem fazer para além de regressar à Europa e planejar de lá a sua eventual reconquista, mas, infelizmente, nessa altura a motivação para tal campanha já desaparecera entre os vários reis que a podiam ter financiado. A sua principal razão de existir reduzira-se – aparentemente – a nada (n.t. isso para os neófitos que ainda hoje acreditam que a ordem foi fundada para defender peregrinos em passeio na (maldita) “terra santa”. Sem ocupação aparente, mais ainda ricos e arrogantes, eram a maior força militar da Europa e foram alvo de ressentimento generalizado porque estavam isentos de pagamento de impostos e apenas deviam obediência ao papa e a mais ninguém .

Assim, em 1307, inevitavelmente, caíram em desgraça. O paupérrimo e falido rei francês Filipe, o Belo, que inclusive teve sua própria vida salva pela Ordem, começou a orquestrar a queda dos Templários com a conivência do papa francês, o qual, em todo o caso, o rei elegera e dominava. Foram emitidas ordens secretas aos representantes aristocráticos do rei e os Templários foram capturados a 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, presos, torturados e condenados à morte pelo fogo.

Pelo menos, esta é a história contada na maioria das obras “clássicas eruditas” sobre este tema. Fica-se com a ideia de que toda a ordem encontrou o seu horrível fim naquele dia longínquo e que os Templários foram efetivamente varridos da face da Terra para sempre. Contudo, nada pode estar mais longe da verdade.



Para começar, relativamente poucos Templários foram, de fato, presos e executados, embora a maioria dos que foram presos fosse «sujeita a interrogatório» – um velho eufemismo para o sofrimento de torturas atrozes. Relativamente poucos Templários foram condenados à fogueira, embora o seu grão-mestre Jacques de Molay, já com setenta anos, fosse queimado lentamente, até à morte, na Île de La Cité, à sombra da Catedral de Notre Dame em Paris. Dos milhares de outros Templários, apenas os que se recusaram a confessar ou se retrataram da sua confissão foram mortos. Mas que validade tinham as confissões arrancadas com ferros em brasa ou com instrumentos para esmagar os polegares? E que se esperava, exatamente, que eles confessassem?

Os relatos das confissões dos Templários são, no mínimo, coloridos e absurdos. Ficamos a conhecer que veneravam um gato ou que se entregavam a orgias homossexuais como parte dos seus deveres de cavaleiros ou veneravam um demônio conhecido por Baphomet e/ou uma cabeça decepada. Também foram acusados de terem pisado e cuspido na cruz num rito de iniciação. Tudo isto, evidentemente, parecia tornar absurda a idéia de que eles eram dedicados cavaleiros de Cristo e defensores do ideal cristão, e quanto mais eram torturados mais aparente se tornava esta divergência.

Mas isto não é surpreendente: não são muitas as vítimas de tortura que conseguem ranger os dentes e recusar concordar com as palavras que são postas na sua boca pelos carrascos. Mas, neste caso, há mais nesta história do que aquilo que é visível. Por um lado, tem havido sugestões de que todas as acusações apresentadas contra os Templários foram forjadas pelos que invejavam e queriam tomar posse da sua imensa riqueza, como o rei Filipe, e se sentiam exasperados pelo seu poder, e que essas acusações deram ao rei francês um bom pretexto para se libertar das suas conhecidas dificuldades econômicas, apoderando-se da riqueza dos Templários. Por outro lado, embora as acusações possam não ser estritamente verdadeiras, há provas de que os Templários encontraram algo misterioso, durante as suas escavações de quase dez anos no local do Templo de Salomão, em Jerusalém, logo no início da ordem, algo que se manteve «secreto», no sentido ocultista. É evidente que estas duas ideias alternativas não se excluem mutuamente.

Muita tinta tem corrido sobre o debate das acusações feitas aos Templários e às suas confissões. Cometeram eles, de fato, os atos que confessaram ou os inquisidores inventaram, antecipadamente, as acusações e simplesmente torturaram os cavaleiros até que eles concordassem com elas? (Alguns cavaleiros declararam que lhes tinham dito que Jesus era um «falso profeta», por exemplo.) É impossível afirmar uma coisa ou outra de forma conclusiva.

Há, contudo, uma determinada confissão que constitui motivo de reflexão. É a de um certo Fulk de Troyes, que disse que lhe tinham mostrado um crucifixo dizendo: «Não acredites nisto, porque é demasiado novo.» Dado o conceito rudimentar da história nessa época, parece improvável que um inquisidor tivesse inventado esta enigmática afirmação.


Jaques DeMolay e os Templários

É certo que o Priorado de Sião alega ter sido o poder (uma ideia absurda) quem estava por detrás da criação dos Cavaleiros do Templo; se foi assim, então este é um dos segredos mais bem guardados da história. Diz-se, contudo, que as duas ordens foram virtualmente indistinguíveis até ao seu cisma, em 1188 – após o qual seguiram caminhos separados. Contudo, parece ter havido uma espécie de conspiração relativamente ao momento da criação da Ordem dos Cavaleiros Templários. O senso comum sugere que seriam necessários mais do que apenas os nove cavaleiros originais para proteger e oferecer refúgio a todos os peregrinos que visitavam a Terra Santa, especialmente durante nove anos; além disso, há poucas provas de que alguma vez eles tivessem feito uma tentativa séria nesse sentido.

Em breve os Templários verificaram que eram os meninos mimados da Europa, sendo-lhes concedidos privilégios e honras muito desproporcionados em relação àqueles que, de fato, mereciam. Por exemplo, foi-lhes concedida toda uma ala do palácio real de Jerusalém – o lugar que, anteriormente, era uma mesquita, e antes ainda foi o maior templo dos hebreus. Esta, por sua vez, julgava-se, ter sido construída sobre os alicerces do Templo de Salomão, do qual os Templários tomaram o seu nome completo.

Outro mistério ligado aos seus primeiros tempos centra-se no fato de que há provas de que a ordem já existia há bastante tempo, antes ainda de 1118, embora permaneça obscuro o motivo por que a data foi falsificada. Muitos comentadores sugeriram que o primeiro relato da sua criação – da autoria de William of Tyre e escrito cinquenta anos depois do acontecimento – foi simplesmente uma história de fachada. (Embora William fosse profundamente hostil aos Templários, ele estava, presumivelmente, a recontar a história tal como a conhecia). Mas, mais uma vez, o que o relato estava a encobrir é uma questão para especulação.

Hugues de Payens e os seus nove companheiros eram todos originários de Champagne e do Languedoc, incluindo o conde da Provença, o local de veneração de Madalena e das Virgens Negras, e é evidente que partiram para a Terra Santa, tendo em mente uma missão específica. Talvez, como foi sugerido, estivessem à procura da Arca da Aliança ou de outro tesouro ou documentos antigos que os conduzissem até ela ou de algum tipo de conhecimento secreto que lhes concedesse o domínio sobre as pessoas e as suas riquezas.

Recentemente, Christopher Knight e Robert Lomas, em seu livro The Hiram Key, afirmaram que os Templários procuravam e encontraram um esconderijo de documentos da mesma fonte dos manuscritos do Mar Morto. No entanto, por intrigante que esta sugestão possa ser, os autores não apresentam provas convincentes – e, como veremos, toda a questão da proveniência dos manuscritos está cheia de equívocos e mitos. Mas há provas de que os Templários, de fato, encontraram novo conhecimento junto dos árabes e de outros povos, em consequência das suas viagens.

Para nós, uma das coisas mais fascinantes relativamente aos Templários era a sua invulgarmente profunda veneração de João Batista, que parece ser bastante mais importante para eles do que o típico santo patrono. O Priorado de Sião – outrora, diz-se, inseparável dos Templários – dá o nome de «João» aos seus grãomestres, talvez por deferência para com ele. Contudo, é virtualmente impossível descobrir as razões da fidelidade dos Templários em qualquer história clássica; a explicação habitual é que João era especial para eles, porque foi o mestre de Jesus. Algumas pessoas sugeriram que a cabeça decepada, que se dizia ser venerada por eles, era a do próprio Batista – mas o culto deste totem implica, em todo o caso, que os Templários eram algo muito diferente do que simples cavaleiros cristãos.

Muito do seu simbolismo, aparentemente ortodoxo, esconde alusões específicas a «João». Por exemplo, o Cordeiro de Deus era uma das suas imagens mais importantes. Muitos cristãos presumem que ela se refere a Jesus Cristo – tendo Batista dito dele «eis o Cordeiro de Deus» -, mas, em muitos locais, como a região oeste de Inglaterra, presume-se que este símbolo se refere a João, e os Templários parecem ter-lhe atribuído o mesmo significado. O símbolo do Cordeiro de Deus foi adotado como um dos selos oficiais dos Templários; este símbolo era específico da ordem no Sul da França.


O cordeiro, a Flor de Liz e a Cruz Templária …

Uma pista de que a veneração de João Batista por parte dos Templários não era uma simples questão de prestar homenagem ao santo escolhido para patrono, mas escondia alguma coisa muito mais radical, encontra-se na obra de um sacerdote erudito de nome Lambert de St Omer. Lambert era companheiro de um dos nove Cavaleiros fundadores e lugar-tenente de Hugues de Payens, Godefroi de St. Omer. Em The Hiram Key, Christopher Knight e Robert Lomas reproduzem uma ilustração de Lambert que representa a «Jerusalém celeste» e observam que:

[…] aparentemente indica que o fundador [da Jerusalém celeste] é João Batista. Não há qualquer referência a Jesus em todo este documento chamado cristão.

Como no simbolismo da pintura de Leonardo, a implicação é que João Batista é importante por direito próprio e não apenas pelo seu papel de precursor de Jesus.

Dois anos depois das prisões em massa, enquanto os Cavaleiros estavam ainda a ser julgados, o visionário e o ocultista catalão Ramon Lull (c. 1232-c. 1316), anteriormente um firme apoiante da ordem, escreveu que os julgamentos revelam «perigos para o barco de S. Pedro (Para o Vaticano)» e acrescenta: Há talvez entre os cristãos muitos segredos, dos quais um [determinado] segredo pode dar origem a uma revelação incrível, tal como aquele [que está] a emergir dos Templários… uma infâmia tão pública e manifesta que pode, por si própria, pôr em perigo o barco de S. Pedro e afundá-lo definitivamente.

Lull parece estar se referindo não só aos perigos para a Igreja de Roma provocados pelas revelações acerca dos Templários mas também a outros segredos de igual magnitude; também parece aceitar as acusações feitas contra os Templários – embora, naquela fase, talvez fosse imprudente questioná-las. Podia o Languedoc, outrora pátria da maior concentração de Templários da Europa, fornecer algumas pistas quanto à verdade acerca da Ordem? Mesmo passado todo este tempo, esta é uma região com longas memórias e um saudável desrespeito pela convenção e um desprezo absoluto contra Roma.

Como vimos, os cátaros e os Templários floresceram aqui, ao mesmo tempo, mas, dada a interpretação que geralmente se faz dos seus valores relativos, pareceria que estes dois grupos, altamente influentes, deviam estar em lados opostos. Na verdade, o símbolo dos Templários, uma cruz vermelha sobre fundo branco, é tomado, muitas vezes, como o de um cruzado típico. Contudo, há muitas indicações de que os Templários eram, se não apoiantes ativos, certamente simpatizantes dos «heréticos» das montanhas – e é indiscutível que os Templários foram notáveis pela sua ausência e apoio na Cruzada dos Albigenses.



E reconhecido que o interesse primordial dos Cavaleiros, na época, se situava muito longe, na Terra Santa, e muitos deles eram oriundos das mesmas famílias dos cátaros, mas talvez nenhuma destas razões explique totalmente a sua falta de interesse em perseguir os hereges cátaros.

Quais eram, então, os verdadeiros interesses e motivos dos Templários ? Eram eles apenas os monges guerreiros que alegavam ser ou os seus planos tinham uma dimensão secreta, oculta?

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Jesus através de John Smallman - 29.12.2014

Confiar no Amor é nunca confiar em vão.

Jesus(1) através de John Smallman

Tradução: Candido Pedro Jorge


Aqui nos reinos espirituais, onde embreve serão capazes de ter acesso imediato e ilimitado sempre que desejarem,continuamos a observar com prazer o enorme progresso contínuo que a humanidadeestá fazendo para o seu inevitável despertar.

É inevitável e, o momento de suaocorrência está mais perto a todo o momento. Existe apenas o momento do AGORA,que é infinito, sem fim, em que tudo acontece, onde tudo o que é existe. E irãose tornar cientes disso para, em seguida, se abrirem para ele, quando ficarem admiradoscom espanto para a maravilha do mesmo e na recém-descoberta consciência de quesempre esteve aqui!

Jamais alguma coisa lhes foi negada, apenasa ilusão que construíram e que parece conter e limita-los, tem sido um sonhomuito convincente e prolongado.

Tão convincente que têm medo de selibertarem, porque acreditam que para fazê-lo, suas existências seriam encerradas,pois parece não haver nada além delas. É claro que nada poderia estar maislonge da Verdade! São todos seres eternos, brincando com a limitação e fim -morte, esquecimento,  nada - através dailusão do tempo.

Têm sentimentos momentâneos ou sensaçõesque a vida é muito mais do que imaginam que seja, que deve ser inspiradora,verdadeiramente alegre, todavia, recusam esses sentimentos como criancices,sonhos infantis que já superaram e, ensinam a seus filhos as mesmas lições.

Mas as crianças de hoje estão serecusando, em grande escala, aprenderem essas lições ridículas. Estão demonstrando,pela forma como estão escolhendo viver como vocês tem estado equivocados. Eisso é mais um motivo para se alegrarem.

As crianças de hoje são muito menosinconscientes ou ignorantes de sua herança divina e muito menos dispostas acobrir a Luz com um manto escuro e se prostrarem diante de regras e dogmas desuas famílias, culturas e religiões.

Elas sabem, absolutamente SABEM que essasregras e dogmas são loucuras, embora muitas delas ainda não tenham atingido oponto em estejam plenamente desenvolvidas em suas consciências humanas, ou oponto em que estejam prontas para revelar a você e para os outros seusconhecimentos e entendimentos. Elas os amam e não querem assustá-los.

Muitos iriam se assustar, se suas crençase percepções fossem repentina e irremediavelmente removidas pelo fato de seremilusórias. No entanto, o Amor não age contra o seu livre-arbítrio. Suas crençase percepções são escolhas de livre-arbítrio, que escolheram para aceitar e seremgovernados por elas. O Amor aceita a escolha do livre arbítrio e esperapacientemente por sua inevitável mudança de mentalidade.

Quando estiverem prontos irãodescartá-las. Mas, no momento, muitos não estão, embora fossem seus desejos queestivessem, seus medos têm uma forte influência sobre eles, porque foramenvergonhados e enganados muitas vezes, quando foram traídos pela a confiança quetiveram em outro.

Suas capacidades de percepção quandorealmente poderiam confiar em outro, inclusive Deus, foi enfraquecida por suasexperiências na ilusão, onde estavam desesperados para encontrar alguém em que pudesseconfiar e amá-los por si mesmos, incondicionalmente. E foi durante essa buscade alguém em quem confiar e amar que foram tantas vezes enganados e traídos.

O Amor é tudo que existe. Esta verdadedivina está se infiltrando em cada coração humano, embora a coragem de aceitá-la ainda seja pouca ou inexista:"Porque estou imaginando isso? Se me abrir ao Amor e me comportar amorosamente,terei alguma vantagem? Serei traído mais uma vez? Não seria melhor esperar ever o que os outros estão fazendo?”.

Mas, esperar é atrasar o inevitável e nãohá necessidade de atrasar. Tudo está muito bem suportado pela Divindade, a sua Fontedivina e por todos nós nos reinos espirituais, para que possam se abrir comsegurança ao Amor e oferecê-lo livremente. Poderão ter seus pés ocasionalmentepisados, mas isso é tudo que pode dar errado.

Confiem no Amor, porque é a únicaconfiança que nunca é em vão. Suas experiências de amor traído nas relaçõeshumanas ocorreram, porque amaram condicionalmente e esperavam algo em troca,sentindo que estavam devendo algo, por amar alguém.

Isso, é claro que não é Amor, é umatentativa de negociação, uma criação de um acordo de negócios e, negócios sãoextremamente competitivos, mudando quando é oferecida uma melhor oferta. Essa,muitas vezes, têm sido suas experiências ao longo das eras, na medida em queencarnaram uma e outra vez, como seres humanos que procuraram o Amor em todosos lugares errados.

Existe apenas um lugar onde encontrarão oAmor. Ele está dentro de si mesmos, quando visitam seu sagrado santuáriointerior e aceitam-se incondicionalmente. Liberem todos os seus julgamentos,independentes de suas dúvidas, seus autoflagelos e aceitem totalmente o fato deque são, todos e cada um de vocês seres divinos perfeitos, criados no Amor, em Amore que todas suas percepções e crenças em contrário são irreais e ilusórias.

O que Deus cria é eterno e imutável e Eleos criou! Deixem de lado suas autoavaliações irreais e que, de alguma forma, sejaminadequadas, sendo menos, tão bom ou, às vezes, melhor do que outra pessoa! Todossão eterna e infinitamente amados por Deus e que o estado de ser perfeição nãopode ser alterado, é permanente.

Vítimas, mártires, aqueles que se veemcomo oprimidos ou feridos, muitas vezes justificam-se fingindo que são bons eque seus sofrimentos agradam a Deus ou a mim e se alegram com o sofrimento,porque acreditam que tenha sido prometida alguma restituição e até mesmovingança na próxima vida, a vida após a morte, quando aqueles que os fizeramsofrer serão lançados de forma permanente no fogo do inferno. Outra ideiainsana, incrivelmente desenvolvida na ilusão para usar contra seus inimigos - aquelesnão concordam com vocês e que tentam fazer-lhes mal.

Cada um de vocês é o Centro do Universo.Deus é UM, cada um de vocês é UM com Ele e Ele é o Centro do qual toda acriação se estende, o Centro do Universo.

No entanto, na ilusão, seus egos, em seusestados de temor e separação, usaram esse conceito para se promoverem às custade todos os outros - a crença de que todo mundo é egoísta, uma ilha separada,sozinha e ameaçada por tudo o que os rodeia - por serem mais inteligentes, maisfortes, mais bem informados e mais bem armados.

Mas o temor de que alguém seja mais fortee mais esperto, pode aparecer a qualquer momento. O medo de uma ameaçadesconhecida tem que mantê-los preparados para se defenderem contra e - sepossível, até mesmo destruir preventivamente, antes que tenham a chance dedestruí-los.

Precisam do ego para viver comcompetência na ilusão, quando uma grande maioria já virou ídolo que cultuam eadoram na forma de seus corpos e mentes para, em seguida, permitir e incentivaremseus aconselhamentos e controle sobre vocês.

É muito competitivo, incentivando-os a seenvolver em conflitos e desacordos em que tentam destruir os egos dos outros eprovar a vocês que, através de suas habilidades e sabedoria, são os melhores, osvencedores, aquele que estão certos... E então terão que fazê-lo de novo e denovo e de novo, interminavelmente.

E quando se envolvem em Amor com umapoderosa intenção, seus egos se opõem, mas é no temor de amar, aterrorizadoscom isso. Então, quando tentam e pretendem ser amorosos e se depararam com o medoe a ansiedade, percebem que estão interagindo com seus egos e optam por ignorarou contorná-los, permitindo assim a seus verdadeiros Eus orientar edirecioná-los.

E quando o fizerem, a paz fluirá e sentirãoo Amor constantemente os mantendo em seu abraço amoroso, sempre paciente eamorosamente esperando que se voltem para Ele e para seu abraço. Quando fizeremisso, confirmarão suas aceitações da eterna oferta divina, que tem estado àespera apenas da aceitação, de modo que o Amor de cada um possa confortar econsola-los, despertando-os para a sua herança eterna e feliz.

Seu irmão amoroso, Jesus.

John Smallman
 
 
Fonte 2: 
 
(1) NR: Também é conhecido por Issa (Islão), Esu, Emanuel, Sananda, etc. (Espiritualidade) e Yeshua ou Jeshua.
 


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Elucidação sobre a televisão -- Eckhart Tolle

Elucidação sobre a televisão

Por Eckhart Tolle 

 

Para um número significativo de pessoas, ver televisão é algo “relaxante”. Observe a si mesmo e verá que, quanto mais tempo sua atenção permanece tomada pela tela, mais sua atividade intelectual se mantém suspensa.

Assim, por longos períodos você estará assistindo a atrações como programas de entrevistas, jogos, shows de variedades, quadros de humor e até mesmo a anúncios sem que quase nenhum pensamento seja gerado pela sua mente.

Você não apenas deixa de se lembrar dos seus problemas como se torna livre de si mesmo por um tempo – e o que poderia ser mais relaxante do que isso?

Então ver televisão cria o espaço interior? Será que isso nos faz entrar no estado de presença? Infelizmente, não é o que acontece.

Embora a mente possa ficar sem produzir nenhum pensamento por um bom tempo, ela permanece ligada à atividade do pensamento do programa que está sendo exibido. Mantém-se associada à versão televisiva da mente coletiva e segue absorvendo seus pensamentos.

Sua inatividade é apenas no sentido de que ela não está gerando pensamentos. No entanto, continua assimilando os pensamentos e as imagens que chegam à tela. Isso induz um estado passivo semelhante ao transe, que aumenta a suscetibilidade, e não é diferente da hipnose.

É por isso que a televisão se presta à manipulação da “opinião pública”, como é do conhecimento de políticos, de grupos que defendem interesses específicos e de anunciantes – eles gastam fortunas para nos prender no estado de inconsciência receptiva. Querem que seus pensamentos se tornem nossos pensamentos e, em geral, conseguem.

Portanto, quando estamos vendo televisão, nossa tendência é cair abaixo do nível do pensamento, e não nos posicionarmos acima dele. A TV tem isso em comum com o álcool e com determinadas drogas. Embora ela nos proporcione um pouco de alívio em relação à mente, mais uma vez pagamos um preço alto: a perda da consciência.

Assim como as drogas, essa distração tem uma grande capacidade de viciar. Procuramos o controle remoto para mudar de canal e, em vez disso, nos vemos percorrendo todas as emissoras.

Meia hora ou uma hora mais tarde, ainda estamos ali, passeando pelos canais. O botão de desligar é o único que nosso dedo parece incapaz de apertar. Continuamos olhando para a tela. Porém, normalmente não porque algo significativo tenha chamado nossa atenção, e sim porque não há nada interessante sendo transmitido.


Depois que somos fisgados, quanto mais trivial e mais sem sentido é a atração, mais intenso se torna nosso vício.

Se isso fosse estimulante para o pensamento, motivaria nossa mente a pensar por si mesma de novo, o que é algo mais consciente e, portanto, preferível a um transe induzido pela televisão. Dessa forma, nossa atenção deixaria de ser prisioneira das imagens da tela.

O conteúdo da programação, caso apresente alguma qualidade, pode até certo ponto neutralizar, e algumas vezes até mesmo desfazer, o efeito hipnótico e entorpecedor da TV. Existem determinados programas que são de uma utilidade extrema para muitas pessoas – mudam sua vida para melhor, abrem seu coração, fazem com que se tornem mais conscientes.

Há também algumas atrações humorísticas que acabam sendo espirituais, mesmo que não tenham essa intenção, por mostrarem uma versão caricata da insensatez humana e do ego.

Elas nos ensinam a não levar nada muito a sério, a permitir um pouco mais de descontração e leveza na nossa vida. E, acima de tudo, nos ensinam isso enquanto nos fazem rir. O riso tem uma extraordinária capacidade de liberar e curar.

Contudo, a maior parte do que é exibido na televisão ainda está nas mãos de pessoas que são totalmente dominadas pelo ego. Assim, a intenção oculta da TV é nos controlar nos colocando para dormir, isto é, deixando-nos inconscientes.

Evite assistir a programas e anúncios que o agridam com uma rápida sucessão de imagens que mudam a cada dois ou três segundos ou menos. O hábito de assistir à televisão em excesso e essas atrações em particular são duas causas importantes do transtorno de déficit de atenção, um distúrbio mental que vem afetando milhões de crianças em todo o mundo.

A atenção deficiente, de curta duração, torna todos os nossos relacionamentos e percepções superficiais e insatisfatórios. Qualquer coisa que façamos nesse estado, qualquer ação que executemos, carece de qualidade, pois a qualidade requer atenção.

O hábito de ver televisão com freqüência e por longos períodos não só nos deixa inconscientes como induz a passividade e drena toda a nossa energia. Portanto, em vez de assistir à TV ao acaso, escolha os programas que despertam seu interesse.

Enquanto estiver diante dela, procure sentir a vívida atividade dentro do seu corpo – faça isso toda vez que se lembrar. De vez em quando, tome consciência da sua respiração. Desvie os olhos da tela em intervalos regulares, pois isso evitará que ela se aposse completamente do seu sentido visual.

Não ajuste o volume acima do necessário para que a televisão não o domine no nível auditivo. Tire o som durante os intervalos.

Procure não dormir logo após desligar o aparelho ou, ainda pior, adormecer com ele ligado.


Eckhart Tolle - trechos do livro "O Despertar de Uma Nova Consciência" - Editora Sextante.
Autor: Eckhart Tolle 
 
Fonte 2: De Coração a Coração


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Abdução de Barney e Betty Hill -- Incidente Zeta Reticuli

A ABDUÇÃO de Barney e Betty Hill 

por aliens extraterrestres do sistema estelar de Zeta Reticuli.  

Posted by Thoth3126 on 31/12/2014

       


Este caso de abdução é considerado um clássico da casuística ufológica mundial, o caso Barney e Betty Hill foi uma das primeiras abduções que tiveram repercussão mundial, inclusive na comunidade científica.

No dia 19 de setembro de 1961, o casal Hill estava voltando da viagem de férias que fizeram no Canadá. Eles estavam na estrada de New Hampshire, com destino para Portsmouth, onde residiam. …



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://www.fenomenum.com.br

Por Reinaldo Stabolito

… Era noite e os Hill pretendiam seguir viagem até de madrugada, pois o serviço de meteorologia havia dado um alerta sobre a possibilidade da região ser atingida por um furacão e eles queriam chegar em casa antes que isso ocorresse.

Por volta da 02:30 horas, já no sul de Lancaster, os dois avistaram um objeto luminoso voando no céu. O que chamou a atenção do casal foi o fato que o objeto parecia estar acompanhado o carro. Intrigado, Barney Hill parou o carro e saiu para tentar observar melhor o fenômeno, pois eles tinham um binóculo no carro. E foi nesse momento que o casal Hill percebeu que o objeto era um enorme disco contendo o que parecia ser uma grande cúpula na sua extremidade superior. A cúpula girava.



Vale ressaltar que, posteriormente, o comandante de base militar P. W. Henderson confirmou que um objeto não identificado foi detectado pelos radares da base aérea de Pease na mesma data, hora e localidade em que o casal Hill se encontrava.

O disco soltou alguns pequenos objetos com formato de esfera, os quais voavam ao redor. Logo em seguida, começou a descer lentamente e Betty começou a gritar para que seu marido retornasse para o carro. No entanto, Barney não dava a mínima atenção para os apelos de Betty – era como se ele estivesse hipnotizado. Subitamente Barney tem uma estranha sensação de que estaria para ser capturado por aquele objeto. Temendo o pior, ele consegue reagir e volta rapidamente para o carro.

Enquanto isso, Betty já havia dado partida no veículo. O casal Hill sai em alta velocidade com o carro, ouvindo um som – uma espécie de zumbido – que procedia do UFO. Mas logo o estranho ruído parou e eles, aliviados, acreditaram que tinham conseguido escapar daquele objeto. A uns cinqüenta quilômetros voltaram a ouvir o ruído novamente, mas não avistaram mais o disco.

O casal Hill não havia percebido que, entre os zumbidos, haviam se passado cerca de duas horas e eles tinham percorrido apenas a distância entre Indian Head e Ashland. Para os Hill, o tempo entre os zumbidos foi de dez minutos. Esse fenômeno é conhecido como “lapso de tempo” (missing time) e é muito comum nas abduções alienígenas. O casal Hill só teve consciência de que “perderam duas horas” na viagem quando chegaram em casa duas horas mais tarde do que o previsto.



Nos dias seguintes, Barney e Betty Hill passaram a ter pesadelos todas as noites. Incomodados com essa situação, eles foram buscar ajuda médica. Foram atendidos pelo psiquiatra Benjamim Simon, que resolveu usar hipnose regressiva como instrumento para tentar resgatar a memória do casal sobre o que realmente havia acontecido com as duas horas que haviam sumido da viagem. A partir de sucessivas sessões de hipnose foi possível remontar passo a passo os acontecimentos do incidente ocorrido naquela noite.

A não ser pequenas diferenças secundárias, os relatos de Betty e Barney coincidiram: na verdade eles não haviam conseguido sair com o carro do local rapidamente. Os dois tinham ficado paralisados e foram levados para o interior do UFO por criaturas parecidas conosco a não ser pelos seus enormes olhos. Eles tinham altura mediana e se comunicavam por telepatia. Apenas um dos seres – o que parecia ser o líder – tinha capacidade de falar. O curioso é que ele utilizava o inglês e foi o responsável por todas as informações que o casal obteve durante a abdução.

Mas eram os olhos das criaturas que mais chamavam a atenção. Tanto Barney quanto Betty diziam que aqueles olhos eram sinistros. Betty os descreveu como “semelhantes aos olhos de gatos” e Barney, por sua vez, disse que se “alongavam chegando quase aos lados da cabeça, parecendo que o seu campo visual era mais amplo que o nosso; e isto me inquietava”.

Os dois foram submetidos a uma série de exames clínicos, entre os quais introduziram uma agulha no umbigo de Betty. Nessa hora Betty começou a se desesperar por causa da dor lacerante que sentiu. Imediatamente, o ser que parecia ser o líder colocou sua mão direita sobre a cabeça de Betty. A dor de Betty Hill desapareceu em poucos segundos.


O Mapa Estelar da localização da Constelação de Reticulum, onde fica situado o sistema solar binário Zeta Reticulum 1 e 2.

Depois dos exames, as criaturas interrogaram o casal sobre algumas noções humanas como “tempo”, “velhice”, etc. Num dado momento, Betty perguntou para o “líder” de onde eles eram e ele mostrou um mapa estelar para Betty.

A criatura perguntou para ela se era capaz de apontar onde estaria nosso sistema no mapa. Betty respondeu que não. As criaturas chegaram a dar um livro para Betty (livro que na última hora lhe foi roubado). Finalmente o casal foi devolvido na estrada. Quando eles ouviram o segundo zumbido, já estavam dentro do carro, dirigindo na estrada, e o UFO havia decolado e desaparecido. Sobre a decolagem, Betty Hill se lembrou como foi numa das hipnoses.

A tabela abaixo lista as estrelas/sóis que compõem o mapa e alguns dados importantes:



N° de Identificação no Catálogo Gliese Identificação convencional Distância Terra Tipo Espectral Idade estimada
1

136 Zeta Reticuli 1 39,53 Anos Luz G2V 6 a 8 bilhões de anos


138 Zeta Reticuli 2 39,40 Anos Luz G1V 6 a 8 bilhões de anos
2

17 Zeta Tucanae 28,03 Anos Luz F9V 10 bilhões de anos
3

231 Alpha Mensae 33,10 Anos Luz G5V 4 a 6 bilhões de anos
4 O NOSSO SOL 8 minutos luz G5 4 a 6 bilhões de anos
5

139 82 Eridanu, Eridani 19,76 Anos Luz G8V 10 bilhões de anos
6

71 Tau Ceti 11,90 Anos Luz G8V 4 a 6 bilhões de anos
7

68 107 Piscium 24,36 Anos Luz K1V 1 a 4 bilhões de anos
8

27 54 Piscium 36,23 Anos Luz K0V 4 a 6 bilhões de anos
9

67 HD 10307 38 Anos Luz G2 1 a 4 bilhões de anos
10

86 HD 13445 37 Anos Luz K0 10 bilhões de anos
11

111 Tau 1 Eridani 45,58 Anos Luz F5/F6V 4 a 6 bilhões de anos
12

59 HD 9540 53 Anos Luz G8 1 a 4 bilhões de anos
13

86.1 HD13435 K2 10 bilhões de anos
14

95 HD14412 G1 4 a 6 bilhões de anos
15

97 Kappa Fornacis 42 Anos-Luz G1 4 a 6 bilhões de anos


Sua descrição foi a seguinte: “Quando a nave decolou, estava rodeada por um halo de luz. Quero dizer, podia se ver a silhueta da nave, dentro da luz. Era como uma massa rodopiante vermelho-laranja e logo que a nave decolou, a luz desapareceu, apagou“. A seguir e abaixo a aparência do ser do sistema solar ZETA RETICULI que examinou Betty Hill durante a abdução. É uma variante da espécie Grey que se reproduz por clonagem:

Após várias sessões de hipnose, Betty Hill conseguiu reconstruí-lo desenhando. Inicialmente não foi possível determinar se o mesmo era um mapa estelar real, pois não apresentava a menor similaridade com o que tínhamos de conhecimento sobre astronomia na época(começo da década de 1960). Porém, vários anos após o incidente, com a evolução da astronomia e a divulgação de novas cartas celestes, a professora Majorie Fish conseguiu descobrir que o desenho de Betty Hill era realmente um mapa estelar extremamente preciso.



Ele contém a Constelação de Zeta Reticuli que se situa a cerca de 39 anos-luz de nosso sistema. Inclusive vale ressaltar que o estudo de Majorie Fish sobre o mapa de Betty Hill foi exaustivamente confirmado por diversos astrônomos de renome.

Nossa astronomia não tinha esse conhecimento na época da abdução do casal Hill. Para dar download no mapa estelar, clique com o mouse em Mapa Estelar de ZETA RETICULI-Betty Hill.

Mas as experiências insólitas não terminaram para os Hill com o seqüestro. Depois da abdução, eles viveram situações estranhas, algumas delas aparentemente parapsicológicas, e que foram estudadas acuradamente e divulgadas pelo doutor Berthold E. Schwarz. Segue algumas delas.

Seis semanas depois da abdução, Betty e Barney regressaram uma noite à sua casa e entraram na cozinha. Surpresos, encontraram na mesa uma pilha de folhas secas de alguma vegetação. No meio das folhas estava um par de brincos azuis. Betty estava usando aqueles brincos na ocasião da abdução e nunca mais os tinha visto. Ela tem quase certeza que uma das criaturas havia retirado seus brincos quando estavam examinando-a.

Numa tarde, cerca de três meses depois da abdução, Barney tinha voltado cedo para casa. Pouco depois, ao chegar Betty, Barney descansava tranqüilamente. Betty entrou na cozinha e encontrou no bar, sob um jornal, “um pedaço de gelo, que tinha a forma como se alguém tivesse enchido um balde de água e depois o tivesse congelado”. Betty notou algumas marcas estranhas no gelo. Barney garantiu que não tinha trazido o gelo e nada sabia a respeito. Resolveram deixar o gelo sob a torneira aberta, na pia, para derreter. Barney Hill faleceu em 1969, aos quarenta e seis anos, de uma hemorragia cerebral – a mesma causa da morte de seu pai. Mas os fatos inexplicáveis na casa não acabaram. A própria Betty Hill relatou para o doutor Schwartz:



“As coisas andaram tão mal após a morte de Barney que minha sobrinha e seu marido deixaram seu apartamento para vir morar comigo. Mas aconteceram coisas tão misteriosas que ficaram amedontrados. Ouviam ruídos no meu quarto, quando não havia ninguém. Iam investigar e não encontravam nada, mas sempre tinham a sensação de que havia alguém ali.

Desciam e ouviam um ‘bang’. A porta da sala se abriu e eles viram um homem entrando em casa. Eles iam até a sala para ver quem era o invasor e, inacreditavelmente, não tinha ninguém. Eu mesmo era seguida por todo tipo de gente. Um deles era claro e gorducho. Encontrei-o diante de minha porta e perguntei-lhe o que fazia ali. O homem disse que vendia assinaturas de revistas. Ao lhe perguntar onde estavam as revistas, ele foi embora rindo”.

Betty alugou um dormitório de sua casa para uma mulher chamada Maureen Keating, que também contou que aconteciam coisas estranhas como, por exemplo, ouvir vozes onde não havia ninguém.

Barney tinha um filho chamado Barney Hill Jr. e que era nascido de um casamento anterior. Barney Hill Jr. serviu o serviço militar, na zona do canal do Panamá. Várias vezes, entre as duas e as quatro da manhã, quando estava de plantão, aproximou-se um indivíduo alto, com calça, camisa e jaqueta branca.

Sistema solar binário Zeta Reticuli 1 e 2

Este homem tinha um sotaque estrangeiro irreconhecível. Ele dizia se chamar Geist (“geist” em alemão é fantasma) e sempre interrogava Barney Jr. sobre as experiências dos seus pais com os discos voadores. As autoridades militares também interrogaram Barney Jr. sobre o assunto.

Em outra ocasião, Betty ouviu alguém lhe chamando na porta. Ela abriu e encontrou um homem vestido inteiramente de verde que dizia vir ler o contador de gás. Uma semana mais tarde, apareceu outro com o mesmo traje que também afirmava ter que fazer a leitura do contador de gás. Quinze dias mais tarde, novamente veio outro com o mesmo traje efetuar a leitura. Quando chegou o recibo do gás, a fatura tinha discriminado “consumo estimado”.

Betty chamou a companhia e perguntou o que estava acontecendo, pois como podiam discriminar “consumo estimado” na fatura se tinham estado três empregados na sua casa para fazer a leitura. O funcionário afirmou que nenhum encarregado de leitura havia sido mandado aquele mês. Para surpresa de Betty, todos os encarregados usavam trajes azuis, nunca de cor verde, e quem quer que esteve na sua casa, não era efetivamente da companhia de gás. Essas “visitas estranhas” podem ter relação com os chamados MIB (homens de preto).


Barney e Betty Hill.

Após a morte de Barney, Betty Hill avistou várias vezes luzes estranhas no céu. Sempre que passava pelas portas de segurança de aeroportos, com detectores de metal, os alarmes soavam – mesmo quando Betty não portava nada de metal. Ruídos e coisas se mexendo sem que ninguém tocasse também aconteciam na casa de Betty.

Como o doutor Schwartz mencionou, afortunadamente a viúva Hill demonstrou ser uma pessoa bastante equilibrada e passou por todas essas experiências sem ficar com seqüelas psicológicas. Em uma das entrevistas concedidas por Betty Hill, ela chegou a dizer “ninguém no seu estado normal deveria entrar numa nave extraterrestre“. Sua própria vida após a abdução parece ser um argumento a favor dessa afirmação…

Infelizmente, na manhã de 17 de outubro de 2004, Betty Hill faleceu. Ela tinha 85 anos e estava lutando há mais de um ano contra o câncer.

Mais informações sobre o sistema solar de Zeta Reticuli 1 e 2 e o PLANETA SERPO no Link:
http://thoth3126.com.br/category/serpo-zeta-reticuli/

Para saber mais:
http://thoth3126.com.br/a-ameaca-alienigena-parte-3/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-i/
http://thoth3126.com.br/projeto-serpo-programa-de-intercambio-com-zeta-reticuli-2/
http://thoth3126.com.br/category/reptilianos/
http://thoth3126.com.br/zeta-reticuli-1e-2-o-mapa-estelar-do-sistema-solar-duplo/
http://thoth3126.com.br/dulce-book-conexao-draconiana-reptiliana-capitulo-13/
http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
http://thoth3126.com.br/eisenhower-presidente-dos-eua-teve-reunioes-secretas-com-seres-extraterrestres/
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http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-2a-explosivo/

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Pensamento do Dia, 31 de Dezembro de 2014

 Sathya Sai Baba




É honroso se um ser humano se comporta como um ser humano. 
É louvável se ele se comporta como Deus, pois ele realmente é! 
Mas comportar-se como um demônio ou como uma besta é, de fato, desprezível! 
Pois, as pessoas há muito nasceram como um mineral e morreram como um mineral; em seguida, eles foram promovidos a nascer como uma árvore e morrerem como uma árvore.
Posteriormente, foram promovidos a nascer como um animal e, finalmente, ascenderam ao status de um ser humano. 
Essa subida de uma escala para outra foi reconhecida pela ciência e pela experiência espiritual. 
Agora, infelizmente, eles nascem como humano e morrem como humano. 
É uma vergonha maior se eles decaem para uma besta ou um ogro bestial. 
O louvor é devido apenas se ele ascende ao estado divino. 
Essa é a verdadeira realização do destino do ser humano. 
Portanto, decida hoje evitar o contato com os vícios, desenvolver o apego às virtudes e transmutar seu coração em um altar para o seu amado Senhor.


Canal Youtube: Sai Love 



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Tenha confiança -- Sharon Taphorn

SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

30 de Dezembro de 2014.

 Tradução: Regina Drumond


Confie em si mesmo e em suas habilidades de conhecer, compreender e discernir. Estas qualidades não apenas o ajudarão no processo da Criação; elas são as ferramentas de manifestação em um mar de opções. O fortalecimento de sua fé ou crença em si mesmo e em suas habilidades ajuda a aumentar a sua intuição e outras habilidades psíquicas,os sinais que você recebe, expande a sua consciência e fortalece a sua conexão com o Divino.
Quando você expande o seu crescimento e compreensão da vida, do Universo e de Tudo O Que É, a sua perspectiva sobre o mundo e como ele funciona, muda, e você começa a ver o mundo a partir de um aspecto mais amplo do seu próprio espírito e isto significa que o mundo se torna mais divino, enquanto você se deleita em cada experiência, assim como a sua alma através de suas experiências e o seu crescimento. Comece a ver as dádivas em cada experiência de sua vida, as boas, as ruins, ou até as desagradáveis, e honre o papel que elas têm desempenhado em fazê-lo encontrar um caminho melhor, ter um dia melhor e se esforce para criar algo mais grandioso para o seu mundo.
Afirmação: “A cada respiração que eu dou, a minha confiança em mim mesmo e no Divino, como co-criadores, é renovada e fortalecida. Estou preparado para receber amor e abundância em todas as áreas de minha vida.”
E assim é.
Você é ternamente amado e apoiado, sempre
Os Anjos e Guias
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MENSAGEM DE JENNIFER HOFFMAN - 30/12/2014

MENSAGEM DE JENNIFER HOFFMAN


30 de Dezembro de 2014.

Tradução: Regina Drumond

 

É o sexto dia de nossa contagem regressiva para 2015 e estou compartilhando artigos de 2014 que sinto serem relevantes para iniciarmos o novo ano com uma lousa limpa, livres do passado e preparados para avançar com segurança, confiança e um compromisso de viver com alegria. Na mensagem de hoje, nós discutimos uma emoção que julgamos severamente: a raiva, porque se somos espiritualizados, não devemos ficar com raiva. Mas, o que acontece quando as pessoas fazem coisas que nos deixam irritados e temos de agir de formas que vão contra o que acreditamos que pessoas “espiritualizadas” fazem?

A raiva é uma emoção, uma das muitas que sentiremos com pessoas diferentes. É também uma resposta a uma expectativa não atendida, e é onde a nossa raiva pode se tornar problemática. Acreditamos que as pessoas (incluindo nós mesmos) poderiam ter feito as coisas de forma diferente, terem sido mais atenciosas, ou que deveriam ter feito outras escolhas.

Algumas vezes, a raiva é a resposta e a emoção certa em uma situação e, então, temos que cuidar da situação e seguirmos em frente. O lado destrutivo da raiva se manifesta quando nos apegamos a nossa raiva e, então, ela se torna outra parte da bagagem emocional que afeta as nossas vidas.

Enquanto vocês lêem esta mensagem, pensem em uma pessoa ou situação com que estão irritados. Quanto tempo vocês estiveram com raiva?Qual é o impacto em sua vida – sua alegria, a paz de espírito e do coração, o seu sucesso e abundância? Por quanto tempo ainda querem carregar este fardo? Vocês não podem fazer nada em relação ao que eles fizeram, mas podem fazer algo em relação a sua raiva e decidirem deixá-la ir, se não servir as suas intenções de paz, alegria e amor.

PERGUNTAS E RESPOSTAS: O QUE EU FAÇO COM A MINHA RAIVA?

Esta mensagem é de Junho de 2014, e aborda como lidar com a raiva e o que fazer com a emoção. A raiva é simplesmente uma emoção que é uma resposta e um julgamento a uma situação ou às ações de alguém. Ela é destrutiva para nós quando nos apegamos a ela e se torna nossa bagagem emocional.

Querida Jennifer: Há alguns anos, estive envolvida em um desentendimento familiar que me obrigou a iniciar processos judiciais contra os meus irmãos. Embora eu tivesse vencido e eles tivessem que reembolsar o dinheiro que eles tinham tirado da família, isto nunca teria acontecido se eles não tivessem sido desonestos, achando que não iríamos descobrir. Havia muito dinheiro em jogo e a situação envolvia os meus pais e alguns membros da família. Agora que o assunto está resolvido, a restituição foi feita e podemos seguir com as nossas vidas, ainda sinto raiva diante de sua fraude, do que eles tentaram roubar de mim e de outros membros da família, e que eu tivesse que tomar medidas legais para detê-los. Como eu libero a minha raiva, para que eu não continue a me sentir assim, pois isto está interferindo com a minha vida?

Resposta de Jennifer: Qualquer momento que estejamos envolvidos em um drama familiar é uma situação desconfortável e lidar com a fraude e a desonestidade de pessoas que você acha que deveriam se comportar de forma muito diferente, é difícil de superar. E este é o seu problema. Sua raiva é um julgamento, com base na crença de que eles não deveriam ter agido desta maneira e deveriam ter feito melhor. Talvez isto seja verdade, mas as suas expectativas não estão alinhadas com a verdade de quem elas são e para liberar a sua raiva, você terá que aceitá-las como elas estão escolhendo ser, sem julgamento.Não estou dizendo que o comportamento deles fosse bom, apenas que é o comportamento deles e nada tem a ver com você.

Nossas expectativas sobre os outros são, muitas vezes, baseadas em quem eles são em nossas vidas e assim, frequentemente, estas expectativas não estão alinhadas com a energia deles. Pense no que você acredita que os pais ou a família deveriam fazer,porque eles são a sua família, ou o que um marido ou esposa deveria fazer porque eles são o seu companheiro. E, então, quando o comportamento deles não está dentro dos limites daquelas expectativas, ficamos desapontados, magoados, ou indignados, e no perguntamos como eles podem fazer estas coisas para nós. Mas eles não as estão fazendo para nós – não é pessoal. Eles estão fazendo isto porque é assim que eles são e eles escolhem se comportar desta maneira. E tudo o que podemos fazer é aceitar as suas escolhas e decidirmos se queremos estes tipos de conexões em nossa vida.

A ideia de que o comportamento é ditado pela conexão é falsa e leva a muita decepção. As pessoas agem dentro do contexto de sua própria energia e escolhas, apesar de como eles estejam ligados a nós. Os amigos podem ser amorosos ou nos trair. Os pais podem ser carinhosos ou abusivos. Parceiros podem ser honestos e gentis, ou enganosos e cruéis. Os filhos podem ser uma alegria ou um desafio. E aqui está o maior problema para você: as pessoas escolhem o comportamento e as ações delas, apesar do que façamos por elas, e esta é a fonte de sua raiva duradoura.

Não importa o quanto você seja boa, gentil, prestativa, solidária, atenciosa e amável com outras pessoas, incluindo a sua família, elas serão quem elas são. Sua raiva é um julgamento deles e do seu comportamento, do que você acha que eles deveriam estar fazendo ou quem eles deveriam estar sendo, considerando a sua relação e ligação com você. A questão não é: “O que eu deveria estar fazendo com a minha raiva?”, mas “Quanto tempo eu estou disposta a permanecer com a raiva e viver com as consequências dela?”

Quando você considerar as consequências, para você e para a sua vida, de estar na energia da raiva e como ela a afeta (porque isto não tem qualquer impacto sobre eles), você escolherá deixá-la de lado quando estiver preparada, substituí-la pela aceitação incondicional deles como eles são, e, então, você poderá decidir estar com pessoas que a amam, honram-na e a respeitam e que se conectam com você de uma maneira que a edifique. Mas não fique irritada ao pensar que eles poderiam ter sido diferentes, porque embora esta seja uma escolha potencial, não é a escolha que eles escolheram fazer. E, provavelmente, eles fariam a mesma coisa novamente, se houvesse a oportunidade. Assim, aceite-os como eles são e, então, encontre outras pessoas que preencham a sua necessidade de amor e de apoio,porque eles não são capazes de fazer isto.

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br



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