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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

ARCANJO GABRIEL, 24 DE JANEIRO DE 2015

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL

Canalizado por Shelley Young

 

 



Nós simplificaremos a Lei da Atração avançando um estágio.

Tenham a intenção de manifestar o que vocês amam.

Procurem ao seu redor pelas coisas que vocês amam.

Enviem amor ao que vocês amam.

Sintam o amor que existe em vocês e por vocês.

Tudo no final se resume ao amor, não é?

E isto é o que nós desejamos para vocês – que vocês vivam sua vida num fluxo contínuo de amor, aceitando tanto a inspiração como a expiração de amor, dançando, prosperando e cocriando com o amor incondicional do universo.


Arcanjo Gabriel



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FLUXO E REFLUXO -- Criador via Jennifer

CRIADOR 

 FLUXO E REFLUXO

Por Jennifer Farley

24 de janeiro de 2015






Quanto mais clareza você obtiver, menos os “absolutos” de sua existência no plano terreno importarão.
 
No fluxo e refluxo do Universo você começará a verdadeiramente compreender que você é o cocriador de sua existência.

Criador




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com


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China construirá linha de trem de alta velocidade entre Moscou e Pequim


China anuncia construção de linha de trem de alta velocidade de US$ 242 bilhões de dólares entre Moscou e Pequim

Posted by Thoth3126 on 25/01/2015

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A ferrovia vai facilitar as viagens entre Pequim e Moscou e reduzir o tempo de deslocamento entre estas duas grandes cidades, unindo o leste da Ásia com o leste europeu, anunciou o governo municipal de Pequim, na China.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com


China anuncia construção de linha de trem de alta velocidade de US$ 242 bilhões de dólares entre Moscou e Pequim

Fonte: http://sputniknews.com

ÁSIA E PACÍFICO – 15:49 dia 22 de janeiro de 2015.

MOSCOU, 22 de janeiro (Sputnik) – A China vai construir uma ferrovia de alta velocidade que liga Pequim e Moscou, com custo estimado de ¥$ 1,5 trilhões de yuans (242.000 milhões dólares), o governo municipal de Pequim anunciou nessa quinta-feira.




A China anunciou que vai construir uma ferrovia de alta velocidade que liga Pequim e Moscou, com custo estimado de ¥$ 1,5 trilhões de yuans (US$ 242 bilhões de dólares),

O comprimento da ferrovia terá um total de 7.000 km. A ferrovia vai passar pelo Cazaquistão, e a viagem vai levar dois dias, conforme relatórios da agência Bloomberg, citando o anúncio do governo “na rede social Weibo. A ferrovia vai facilitar as viagens entre Pequim e Moscou e reduzir os tempos de viagem, diz as notas sobre o assunto no anúncio.

De acordo com a Bloomberg, a China está promovendo a sua tecnologia de trens de alta velocidade em um nível internacional, acrescentando que a construção dessa ferrovia está ocorrendo na medida em que as relações da Rússia com os EUA e a Europa esfriam em função do conflito existente na Ucrânia e a anexação da Crimeia pela Rússia.



A China tem atualmente a rede ferroviária de trens de alta velocidade mais extensa do mundo, já com mais de 11.000 km (6.852 milhas) de pistas instaladas. Alguns trens chineses podem atingir velocidades operacionais em torno de 380 km / h (240 mph).

Em outubro de 2014, o governo russo assinou um memorando de cooperação em matéria para a instalação de uma ferrovia de alta velocidade com as autoridades chinesas. O objetivo do documento é desenvolver um corredor de transporte ferroviário de alta velocidade que corte a Eurasia, entre Moscou e Pequim, incluindo o projeto prioritário de uma linha ferroviária de alta velocidade entre Moscou e Kazan (russo: Казань, tártaro: Qazan, Казан).


A partir de 2012, a China alega ter a mais longa linha ferroviário do mundo de trens de alta velocidade Pagando ¥$ 865 ($ 139 dólares) o trem irá levá-lo 1.428 milhas de Pequim, no norte, para Guangzhou, no sul. As 8 horas de viagem a 186 mph (300 km/hora) é tecnicamente mais lenta do que voar, mas é muito mais barata e potencialmente menos estressante do que o processo de embarque do aeroporto que muitas vezes é demorado.

Kazan é a capital e a maior cidade da república do Tartaristão, na Rússia. Situa-se na confluência dos rios Volga e Kazanka. Tem cerca de 1 milhão e 500 mil habitantes e é um grande centro cultural, comercial e industrial, e um dos mais importantes focos da cultura tártara.

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

Historias de Maldek – Churmay de Vênus – Parte II

CHURMAY, de VÊNUS 

 Parte II, 

Histórias de MALDEK , da Terra e do Sistema Solar.

Posted by Thoth3126 on 25/01/2015

 

atravesdeolhosalienígenas.



Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 71 a 99, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO.

“Na vida futura, que a luz de nossa estrela (Sol) natal novamente desenhe nossas duas sombras. Até lá, rezo aos Elohim que lhes deem sabedoria enquanto andam em meio às serpentes. Ephphatha {antigo termo aramaico que se traduz “Que tu te abras” (para receber a LUZ do Criador)}. Alguém como você rezar por mim me enche de alegria. Ephphatha”. Eu Sou Mocalar de Vitron, da Casa de Comércio de Vonner.



Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 71 a 99, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Primeira parte: http://thoth3126.com.br/churmay-parte-i/

CHURMAY, de VÊNUS: Na Terra o nosso novo lar era no lugar que vocês atualmente chamam de Argentina. Esse local não era ocupado exclusivamente por nós de Wayda. Era habitado de forma intensa por muitos tipos de habitantes de fora do mundo que, em alguns casos, tinham costumes beligerantes e violentos. As mulheres de nosso mundo eram abordadas continuamente em busca de favores sexuais e nossos homens eram atacados fisicamente numa tentativa de intimidação.

Quando os alimentos se tornaram escassos, os que tinham suprimentos de comida sob seu controle aumentaram suas exigências sobre nós, bem como sobre outros tipos de imigrantes de fora do mundo da Terra. Vários tipos de imigrantes revidaram, mas os que nunca haviam experienciado os costumes dos que seguem o lado sombrio da vida não sabiam o que fazer quanto àquela situação. Infelizmente, alguns de nós acabaram por se submeter.



Muita gente de Wayda morreu de doenças sexualmente transmissíveis ou sucumbiu antes de dar à luz uma criança gerada por um ou outro tipo de alienígena. Muitos de nós morreram de fome. Vários meses após nossa chegada à Terra, vi pela primeira vez um maldequiano. De fato, vi cinco deles — três mulheres e dois homens que vieram à nossa aldeia feita de habitações provisórias. Com eles havia várias pessoas nativas da Terra. Residiam em bonitas tendas brancas erguidas para eles numa colina vizinha.

Correu a notícia pelas aldeias que os chamados Radiantes (os maldequianos, o “POVO ELEITO“) buscavam entre nós quem tivesse uma habilidade ou talento em particular. Frágeis e famintos, meu pai e minha mãe imploraram que eu e minha irmã Sacriba oferecêssemos nossos serviços a essa gente na esperança de que pudéssemos assegurar um meio de sobrevivência. Durante várias semanas sentei-me em meio a muitas outras pessoas no sopé da colina na qual ficavam as tendas maldequianas, aguardando que meu nome fosse chamado por um alto-falante. Num dia quente, meu nome foi chamado e me coloquei numa fila de diversos tipos de gente, a cerca de dez metros da tenda mais próxima.

Depois de várias horas, os que ainda estavam de pé foram inspecionados por uma mulher maldequiana que era transportada numa liteira dourada cravejada de pedras preciosas. Um homem terrestre pintou um símbolo branco em minha testa. Mais tarde, juntamente com outras pessoas com o mesmo símbolo, embarquei numa carroça grande puxada por dois elefantes. Naquela noite, deram-nos comida e caímos no sono de cansaço. No dia seguinte, aqueles de nós que conseguiam se comunicar entre si tentaram se conhecer. A maioria de nós se perguntava se veria outra vez a família e os amigos.

Oito dias depois, chegamos a uma propriedade imensa cercada por belos gramados e jardins. As árvores estavam cheias de pássaros de cores brilhantes. Fomos levados a um pequeno lago e nos mandaram tomar banho, homens e mulheres juntos. Foi constrangedor para algumas pessoas vindas de mundos cuja moral desaprovava tais atividades. As roupas que estivéramos usando ao chegar desapareceram. Depois nos dividimos em dois grupos, um de homens e outro de mulheres. Fomos levados a dormitórios separados e alimentados duas vezes por dia por mulheres terrestres que cobriam os rostos com véus quando estavam na presença de homens. Descobri que eu era agora propriedade de uma viúva maldequiana de grande beleza chamada Jorhisa, cujo irmão Her-rod era considerado um deus até por seus companheiros maldequianos.

Afinal fui levada por dois homens terrestres vestidos elegantemente a uma sala grande para encontrar a Senhora Jorhisa e várias outras pessoas da mesma raça planetária que ela. Além disso, estavam presentes muitas pessoas de aparência bastante estranha, provenientes de mundos localizados em sistemas solares distantes. Todos escutaram em silêncio enquanto eu era questionada em voz alta por um homem waydiano que traduzia minhas palavras faladas para o idioma musical dos maldequianos.

Suas perguntas visavam, basicamente, descobrir tudo que eu sabia sobre a Federação, a Casa de Comércio de Domphey e a natureza dos que chamavam a si de nodianos. Também me perguntou sobre as lentes do sistema de propulsão de espaçonaves que eu ajudara a construir em Wayda. Quando minhas respostas se tornaram muito técnicas, a Senhora Jorhisa ficou entediada e disse para pôr de lado o assunto.

Mais tarde, fui interrogada sobre esses mesmos assuntos por um maldequiano chamado Vormass, que se comunicava comigo por meio do pensamento. Ele começou dizendo em meu idioma falado que, se eu tentasse mentir para ele de qualquer forma, ele me mataria instantaneamente. Às vezes, ele se enfurecia quando eu não conseguia responder sinceramente uma de suas perguntas mentais ou quando percebia que ele já sabia as respostas e estava perguntando somente para confirmar algo que ficara sabendo de outra pessoa.

Jorhisa achava que estava abaixo dela falar diretamente com uma pessoa inferior e transmitia seus desejos e instruções para pessoas como eu por intermédio de alguns homens terrestres bem-nascidos que atuavam como seus encarregados. A Senhora Jorhisa tinha paixão por música e jogos de azar. Meu talento para o canto chegou a seu conhecimento e fui chamada em várias ocasiões para cantar para ela e seus convidados enquanto jogavam.

Nunca realmente contei quantas vezes fui perdida e recuperada pela Senhora Jorhisa devido a apostas. Jogo simples de azar como os jogados com cartas que vocês talvez conheçam não interessavam os que possuíam a capacidade mental de identificar cada carta e sua localização no baralho antes de serem distribuídas. O jogo mais apreciado por minha senhora maldequiana se chamava Sombras. Era um jogo que envolvia um altíssimo grau de concentração mental e capacidade telepática. O desenrolar e término do jogo eram exibidos numa parede branca na forma de imagens holográficas caleidoscópicas de cores com as sombras correspondentes das imagens. Devo confessar que ainda não sei o que realmente determinava quem vencia ou perdia nesse jogo.



Certo dia, fui informada por um encarregado que a Senhora Jorhisa queria que eu fosse treinada para cantar mentalmente, como era o costume de seu povo. Meu professor era um homem de olhos amarelos chamado Trowfor, de origem mista, terrestre e maldequiano. Na época, achei que certamente não existia uma pessoa mais desprezível em todo o universo. Seu método de ensino incluía longos períodos de privação de sono, comidas de gosto horrível e drogas para supostamente expandir a mente.

Quando me apresentei pela primeira vez utilizando minha nova capacidade de cantar mentalmente, cantei como se estivesse num estado de sonho. Os efeitos dessa música no sistema nervoso de quem era capaz de escutar mentalmente a música eram muito estimulantes sexualmente, chegando ao ponto de produzir orgasmos em homens e mulheres.

Como eu não conseguia cantar sem tomar drogas, e sempre existia a possibilidade de eu ser chamada para me apresentar para a Senhora Jorhisa e seus amigos a qualquer hora do dia ou da noite, eu ficava num estado contínuo de torpor induzido por drogas. Minha saúde começou a decair e eu estava literalmente definhando. Quanto mais minha força vital declinava, mais exigiam de mim. Minha morte não surpreenderia ninguém – e mais duas mulheres de Wayda estavam sendo treinadas por Trowfor para me substituir depois que eu morresse.

Certo fim de tarde, sentei-me num canto escuro da sala longe da vista da Senhora Jorhisa e de seus convidados (minha aparência física agora ofendia a senhora). Entre seus convidados havia três que eu nunca vira: um maldequiano de nome Sant, um homem terrestre bem-nascido chamado Tarm e um homem chamado Opatel Cre’ator, que percebi ser nodiano. Os três sempre venciam a Senhora Jorhisa em seus jogos de Sombras de altas apostas. Fui informada de que o terrestre Tarm me ganhara, sem me ver, bem como a vários tipos de animais de criação.

Quando os três homens vieram me pegar, ordenaram que eu fosse colocada numa liteira e levada a um carro aéreo. Durante um curto vôo, injetaram-me substâncias químicas neutralizantes que me iniciaram na recuperação de meu vício em drogas. Pouco antes de Sant e Opatel partirem da casa de Tarm, o nodiano bonito veio ao pé de meu leito e colocou um envelope selado sobre meu peito. Sorriu e saiu sem dizer uma palavra. Quando abri o envelope, encontrei um retrato recente de meu irmão Juliopo.



Fiquei aos cuidados carinhosos do tio de Tarm, Bey-Cannor, que era médico e cerca de 20 anos mais velho que eu. Depois de me recuperar, ajudei Bey-Cannor com seu trabalho, e posteriormente nos casamos. Devido aos danos produzidos em meu corpo pelas drogas da Senhora Jorhisa, fiquei estéril. Passamos a maior parte do restante de nossas vidas colhendo vários tipos de plantas e formulando medicamentos a partir de seus derivados benéficos correspondentes. Descobrimos que certos remédios que tinham sido úteis certa época não apresentavam desempenho tão bom, ou não tinham efeito algum, um ano depois. Outras fórmulas que se pensava serem inúteis às vezes de repente atuavam de maneiras milagrosas.

Fui à aldeia na qual vira pela última vez meu pai, minha mãe, minha irmã Sacriba e minha madrasta Alysybe, mas não os encontrei. De fato, encontrei apenas uns poucos sobreviventes waydianos. Fiquei sabendo que muitas pessoas de meu mundo foram viver entre a gente dos planetóides Sumer numa terra remota a leste. Bey-Cannor prometeu que assim que encontrássemos um meio de transporte para o local onde meu povo vivia agora, iríamos para lá. Foi uma promessa sincera, mas nunca houve meios de materializá-la.

Aproximadamente um ano antes do início das Grandes Catástrofes na Terra, meu irmão Juliopo chegou a nossa casa vestindo um uniforme da Federação. Depois da alegria de nosso reencontro se aquietar, ele me contou que nosso pai morrera, mas ele levara minha mãe e sua mãe Alysybe embora da Terra e as conduziu a um mundo chamado Drucall em outro sistema solar. Ele nos contou que o Planeta Wayda era tão quente agora que nenhuma vida conseguia sobreviver nele. Seus esforços para localizar nossa irmã Sacriba foram totalmente em vão. Ele se ofereceu para levar Bey-Cannor e eu embora da Terra, mas meu marido desejava permanecer em seu mundo natal e eu o amava demais para deixá-lo.

Certo dia, estávamos na selva procurando certas plantas quando o céu se encheu de nuvens escuras e uma chuva torrencial começou a cair, acompanhada de trovões e relâmpagos incessantes. Nosso pequeno grupo de doze catadores de plantas nunca saiu da selva. Morremos em conseqüência dos vapores produzidos pela chuva extremamente quente que caia sobre a vegetação há muito morta sob nossos pés. Os vapores encheram nossos pulmões e adormecemos, morrendo rapidamente. [O marido de Jorhisa estava em MALDEK quando este explodiu – W.B.]

VIDA, VIDA, VIDA SOB AS ESTRELAS ETERNAS

Eu, assim como os que falaram antes de mim e os que ainda estão por falar, experienciei muitas vidas no planeta Terra, tanto em ignorância como, em alguns casos, com certo grau de iluminação quanto ao propósito da vida humana no Plano mestre do Criador de Tudo Que É. Não escolhi falar de vidas que foram influenciadas por condições primitivas e pela ignorância supersticiosa, tampouco escolhi os breves períodos em que vivi nos quais as pessoas da Terra eram capazes de transmitir seus pensamentos umas às outras e às pessoas que viviam em outros mundos.

Minha seleção das cinco vidas que ainda tenho para contar foi feita com o intuito de fazer a relação entre algumas de minhas experiências de vidas passadas e certas pessoas daquela mesma época cuja fama sobreviveu até os dias de hoje.




IMHOTEP (o amado do deus Amon)

IMHOTEP (o amado do deus Amon)

As “autoridades” em história (os “grandes eruditos”) da Terra situariam a época da qual falarei em algum ponto entre os anos de 2686 e 2613 a.C., embora o período tenha se iniciado cerca de 650 anos antes disso (+/- em 3.340 a.C., 3ª dinastia, do Faraó Zoser). Meu nome era Naya, a terceira das doze crianças nascidas para minha mãe Sybra e meu pai Harcar. Vivíamos no que era então (e ainda é) o delta fértil do rio Nilo.

Quando era criança, eu ficava pendurada, numa cesta feita de fibras de papiro. no teto de nossa casa de tijolos de barro. Depois de aprender a andar, ficava amarrada com uma corda de papiro num poste na frente de nossa casa enquanto minha mãe se ocupava de seus afazeres que incluíam cozinhar, assar pão, tecer e fazer cerveja.

Ela era ajudada pelas viúvas dos dois irmãos mais velhos de meu pai, mortos em batalhas contra invasores que entraram em nossa terra vindos do oeste. As cunhadas de meu pai trouxeram cada uma dois filhos para nossa casa. Quando nasci, dois desses meninos já tinham idade para ajudar meu pai em seu trabalho de fabricar adagas, espadas e, de vez em quando, jóias de metal fino. Meu irmão mais velho, Yalput, também ajudava meu pai quando não estava pescando e caçando aves ao longo da margem do rio.

Minhas primeiras recordações daquela vida consistem em minha mãe sempre bradando aos deuses para transformar um de meus irmãos em tartaruga para que parassem de me provocar e puxar minha corda até eu cair. Amarrada num poste próximo havia um cão que ficava fora do meu alcance. Certo dia, o cão roeu sua corda até arrebentá-la e saiu correndo para o rio, retornando depois com meu irmão Yalput.

No dia seguinte, também cortei mastigando minha corda e cambaleei até o rio à procura de Yalput. Minha excursão acabou quando entrei na água e atolei na lama. Agarrei-me às hastes de papiro enquanto crocodilos chegavam tão perto que eu conseguia tocá-los. (Passei algum tempo acariciando o focinho de um crocodilo enorme.) Passaram-se várias horas até meu pai me encontrar.

Meu escamoso companheiro silvou para ele algumas vezes e foi embora nadando devagar. Foi então que me puseram o nome de Naya, amada de Sobek, o deus-crocodilo. Meu pai jurou que nunca mais comeria carne de crocodilo. Ele fez para mim um bracelete de cobre com a forma de Sobek. Quando cresci, o bracelete não passava mais na minha mão, então, passei a usá-lo pendurado num cordão.



A vida de uma garota pré-adolescente naquela época era passada em sua maior parte em brincadeiras, mas com o decorrer do tempo fui convocada para ajudar as mulheres da casa em suas tarefas e também para auxiliar meu pai ficando sentada diante de um bloco chato de pedra e golpeando pedaços de ouro de formatos estranhos para transformá-los em folhas de ouro. Meu pai comercializava essas folhas de ouro com os carpinteiros reais do Faraó Zoser, que as usavam para revestir os móveis de madeira que haviam fabricado.

Em troca, meu pai recebia pequenas quantidades de prata e cobre, dois metais que ele acreditava serem muito mais valiosos. Claro, os carpinteiros forneciam ouro não refinado a meu pai. Ele se recusava a refiná-lo na presença deles. Seu segredo era utilizar um fole para criar as grandes temperaturas necessárias para fundir o metal. Quando os carpinteiros estavam bem longe da área, ele montava seus foles de couro e tachas de cobre. Sua versão posterior do fole dispunha de uma saída que consistia na imagem em cobre de um crocodilo. Antes de começar a fundir o ouro, ele primeiro se voltava para o rio e gritava: “Sobek, é hora de trabalharmos!”




Reprodução de Sobek.

As meninas ganhavam bonecas feitas por suas mães e os meninos eram livres para perseguir uns aos outros com varinhas. Dessa maneira, logo aprendiam a desviar os golpes de qualquer atacante. Com 14 anos, meu irmão Yalput tinha mais cicatrizes no corpo do que qualquer veterano sobrevivente das recentes guerras ocidentais. O único brinquedo que Yalput teve (se podemos chamar de brinquedo) foi um barco feito de fibras de papiro de cerca de 90 cm de comprimento. Embora o tivesse construído quando tinha menos de dez anos de idade, ele posteriormente o puxava entre as hastes de papiro por uma linha amarrada na cintura. Ele usava esse vaso flutuante para carregar a pesca do dia.

O sexo em idade precoce era permitido, contanto que não fosse um ato incestuoso. Isso é o contrário do que se acredita agora fossem os hábitos sexuais do povo daquela época e local (antigo Egito). Muito mais tarde, essas práticas (o incesto) imorais tornaram-se flagrantes. Certa manhã, pouco antes da aurora, fomos despertados por vozes altas. Essas vozes pertenciam a uma tropa de soldados que estavam procurando recrutas para o exército do Surac (rei). Eles vieram no meio da noite para assegurar que os rapazes em idade de lutar ainda estariam dormindo e não se escondendo deles entre a vegetação do rio.

Apenas Yalput foi recrutado. Ele estava feliz com a coisa toda. Minha mãe chorou e pediu bradando aos deuses que protegessem seu filho do mal. Meu pai foi para sua oficina e voltou com uma espada de cobre muito afiada em forma de foice que fizera para Yalput, já prevendo esse acontecimento.

Continua …

Mais informações de Maldek em: http://thoth3126.com.br/maldek/

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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RELACIONAMENTOS AMOROSOS -- Jeshua via Pamela

Por Jeshua(1)

Através  de Pamela Kribbe

Tradução: Vera Corrêa



Queridos amigos,

Eu sou Jeshua, e os saúdo sinceramente. Estou aqui com o coração pleno. Quero compartilhar ideias com vocês, pois são meus irmãos e irmãs e sinto que temos uma profunda afinidade. Não sou mais do que vocês e nem superior. Somos um.

Embarcamos juntos para plantar a semente da energia Crística neste planeta, uma semente que, com o tempo, lentamente cresceria e se abriria numa flor plenamente madura. Este momento na Terra é de conclusão dessa viagem. É um momento no qual muitos brotos estão começando a se desenvolver, e, em vários aspectos, vocês são as flores que estão desabrochando. Juntos formamos uma unidade, uma alma coletiva que se dedica ao nascimento de uma nova consciência. Então, não me vejam mais como um mestre que está acima de vocês, mas como um amigo que os segura pelas mãos e deseja compartilhar seu amor com vocês, porque realmente os ama profundamente.

Vocês têm um profundo anseio por amor, e procuram-no em relacionamentos com outros e também através de uma conexão com o divino. Mas, na verdade, aquilo que cada um de vocês tanto deseja encontra-se dentro de si mesmo, é a sua própria parte divina, a parte que é una com o amor incondicional e a alegria. Quando vivencia esta parte de si mesmo, você sente como se estivesse voltando para casa, para o seu lar. Tudo o mais na sua vida torna-se fácil, leve e alegre. Você está inteiro interiormente e não precisa de nada externo a si para fazê-lo sentir-se bem. Você é uma unidade em si mesmo e, ao mesmo tempo, sente-se conectado com tudo o mais de um modo profundo e íntimo.

O paradoxal a respeito de relacionamentos é que você só pode estar intimamente conectado com outra pessoa se for capaz e acolher a unidade dentro de você mesmo. Se estiver pronto para aceitar a si próprio, com os pesos do passado, com seus altos e baixos – então haverá espaço para outra pessoa e sua individualidade única. Nesse caso, você não estará usando outra pessoa para voltar ao Lar. Pelo contrário, estará compartilhando o Lar que você traz dentro do seu coração com essa outra pessoa. Este tipo de relacionamento transforma-se numa celebração entre os dois, um compartilhamento; e é um relacionamento curativo, independentemente de ser com um parceiro, um amigo ou um filho; isto não faz nenhuma diferença essencial. Ele toca-o intensamente e mexe com suas emoções mais profundas, porque lhe dá a impressão de guardar a promessa da volta ao Lar, como nenhum outro relacionamento o faz.

Antes de falar sobre relacionamentos amorosos, eu gostaria de lhe recordar que o Lar pelo qual você anseia, aquela unidade original da qual você nasceu como uma alma, não está tão distante. Pode-se dizer que, nos reinos do tempo, faz um tempo extremamente longo que você simbolicamente deixou o Paraíso, que você tomou seu próprio caminho como “alma num corpo” e escolheu uma determinada forma na qual se manifestar e passar por experiências, visitando diferentes lugares do universo.

Quando você nasceu como alma individual e empreendeu sua jornada, renunciou a esta unidade primordial – que podemos imaginar como um aconchegante cobertor de amor e luz – que lhe era tão familiar; a unidade na qual você sempre sentiu a presença segura de um Deus-Pai-Mãe e assim nunca teve medo de ficar só ou ser rejeitado. Estes conceitos “negativos” nem existiam na sua compreensão, entretanto um poder arquetípico estava em ação em Deus, fazendo com que você nascesse do útero dessa unidade Deus-Pai-Mãe.

Qual foi o propósito desse nascimento? Que todos pudessem tornar-se deuses independentes! Que cada um pudesse tornar-se o ponto de partida de uma fonte Deus-Pai-Mãe de aconchego e amor, da qual uma infinidade de seres seriam criados e emergiriam. Mas, no começo, sua despedida lhe causou um choque. Com essa separação da unidade lhe veio o conhecimento de que, para vivenciar verdadeiramente o processo de evolução, você não poderia saber nada de antemão. Percebeu que só poderia se separar daquela unidade primordial, seguindo totalmente seu próprio caminho como alma individual que, pela primeira vez, se torna familiarizada com o medo, a desolação e as trevas da falta de conhecimento e entendimento.

Você ainda carrega essa experiência original de desolação e solidão, que pode vir à tona com muita intensidade, na área dos relacionamentos amorosos. Mas antes de abordar esse assunto, quero lhe recordar que você tem a possibilidade de vivenciar aquela conexão primordial a qualquer momento. Quando entra num sono sem sonhos, você deixa seu corpo e se conecta com a fonte mais profunda da qual você veio – com Deus, se assim quiser chamá-lo, ou com a essência mais profunda de si mesmo, aquela sua parte que nunca deixou o Paraíso e ainda está lá. Embora você tenha saído de lá há bilhões de anos, a unidade ainda está dentro de você; é uma parte inalienável da sua consciência. À noite, se a sua mente não estiver muito ativa e você se entregar ao sono e aos reinos não físicos no qual penetra, você acolhe essa Fonte, ao deixar seu corpo, e se renova nela. Inclusive, na sua vida diária, você pode fazer a conexão com essa realidade do espírito divino, do qual você é uma parte íntima. Ao ficar muito quieto, você pode sentir essa presença aqui e agora. Eu o convido a sentir o quanto nós juntos, como um só ser, fazemos parte dessa face original de Deus.

Imagine que, no meio do seu peito, no seu chacra cardíaco, há um cristal brilhante e belo. Imagine-o aí e sinta seu poder: um cristal claro e puro, do qual todas as faces refletem suas várias experiências simultaneamente. Este cristal-coração também está conectado com tudo ao seu redor. Os sentimentos que você recebe de outros podem ser refletidos por esse cristal, e percebendo o estado de espírito e emoções deles através desse cristal, você pode entendê-los. A partir desse cristal-coração, você compreende as experiências dos outros, e suas dores e decepções ficam claras para você.


Este cristal-coração está conectado com os corações de todos os outros seres vivos, porque nós somos todos um. Ao mesmo tempo, você também pode sentir que esse coração que você traz no peito lhe pertence – é o seu coração-alma. Sinta como esses dois aspectos caminham juntos. Você está conectado no nível do seu coração com os outros – há um campo horizontal que o conecta com tudo que está vivo – então não existe nenhuma separação, somos todos um. Por outro lado, você também é “um”, isto é, você é você, e ninguém mais é exatamente como você. Você é um ser individual e existe uma linha vertical que o conecta diretamente com sua Fonte, com Deus. Você está nesse corpo físico, que é o sustentáculo do seu coração, sua própria porção da consciência de Deus.

Sinta a vastidão desse cristal – a consciência infinita que pertence a você e, ao mesmo tempo, pode ir aonde quiser. Ela não está presa a esse corpo, embora esteja nesse corpo agora, temporariamente, mas é uma energia tão vasta que, em última análise, não está presa a forma nenhuma. Você é essa consciência, você trouxe um pedaço da estrutura divina de Deus-Pai-Mãe junto consigo aqui para a Terra. Você é inteiro e completo em si mesmo e é o guardião desse cristal-coração. Lembre-se disto, enquanto conversamos sobre a questão dos relacionamentos amorosos.

Quando você se apaixona por outra pessoa, geralmente há uma experiência intensa de prazer no começo do relacionamento. Parece que algo se escancara dentro de você, algo que estava fechado e escondido há muito tempo e só pode ser destrancado pelo olhar desse outro ser. Outras pessoas não parecem ver esse “algo” dentro de você, mas aquele que você ama desperta a beleza pura que você é. Sua paixão e entusiasmo pela vida retornam, você se sente visto e amado e começa a vivenciar sua própria profundeza – a maravilha que você é. É isto que você experiencia na paixão. E embora isso pareça se referir ao outro, na verdade refere-se a você mesmo, ao que o outro evoca dentro de você, que é delicioso, um verdadeiro milagre! Parece que só então você despertou e só então percebeu o quanto você tem para dar e o quanto pode ser amado.

Nesse momento, você geralmente fica intoxicado com o assombro e a maravilha dessa paixão que você experiencia, e cegamente se amarra àquele que despertou esse sentimento no seu interior. É como se esse outro ser tivesse a “varinha mágica” em suas mãos. Então, aquilo que no começo levou a uma revelação e a um sentimento amoroso por você mesmo e pelo outro, lentamente o conduz a um voo para longe de si, enquanto você fica totalmente focado no outro.

Então começa uma luta com o outro. Você vai querer possuir a parte dele que o faz sentir-se tão bem. E o outro geralmente faz o mesmo com você, e ambos se tornam imensamente confusos com esse cabo de guerra. Deste modo, o melhor que um pode dar ao outro acaba invocando o pior, como ciúme, dependência e lutas de poder. Esta é uma queda muito dolorosa que a maioria das pessoas vivenciou em sua vida.

Como acontece esta queda? Existem duas partes dentro de você. Nesse cristal-coração que eu descrevi, existe um amor que pode ver o outro exatamente como ele é e pode experienciar a beleza que há nele. A partir desse espaço no seu coração, você pode entrar numa conexão igual e equilibrada com outra pessoa, na qual ambos reconhecem o divino no outro e, ao mesmo tempo, não perdem de vista o aspecto humano do outro. Cada um admite a dor, as desconfianças, as decepções e resistência do outro.

Mas partindo do seu ventre, há uma outra energia em ação, algo que pode ser uma força muito intensa e destruidora na paixão cega. Chamo essa energia de “criança interior negligenciada”, que carrega dentro de si uma dor muito forte e profunda, que vem da dor original do nascimento cósmico, a dor de abandonar a unidade de Deus-Pai-Mãe. Essa criança também desperta quando você se apaixona, e essa criança tem muitas emoções que podem obscurecer o seu coração. Essas emoções podem envolver o cristal-coração e encobrir o fato de que você é a fonte de prazer e bem-aventurança que experiencia nos estágios iniciais do amor romântico. Estes sentimentos tinham a ver com você e o espaço que você deu a si mesmo – que se tornou possível através do outro, mas que, ainda assim, tinha a ver com você.

Entretanto, a criança em você, que está sofrendo e chorando pela atenção, amor e reconhecimento, dos quais ela sentiu falta por tanto tempo, pode ser tentada a colocar uma espécie de camisa de força no parceiro, desejando retê-lo a todo custo, de modo a tomar para si o que lhe falta. Assim, a criança interior e o cristal-coração podem acabar se tornando dois lados opostos. O que a princípio parecia ser muito lindo, transforma-se num relacionamento destrutivo, onde um vai brigar com o outro e entrar numa batalha que ninguém deseja, mas que acontece de qualquer maneira.

No momento em que a mágica ameaça desaparecer, você pode ficar desesperado. E vai querer se agarrar ao seu parceiro a todo custo, porque uma vez sentiu uma sensação de amor absoluto por essa pessoa. Você vai lutar para retê-lo, e suas antigas dores e emoções de raiva, medo de abandono e até ódio, podem vir à tona. É muito difícil se desapegar de outra pessoa mesmo então, porque você é levado pela lembrança de como era bom quando tudo estava em harmonia.

É muito importante que, nesse estágio, você saiba como se desapegar. O momento em que sente que seu relacionamento está entrando numa espiral descendente, e vocês começam a acusar e culpar um ao outro, é o momento de recuar. Vocês podem ferir tão profundamente um ao outro justamente porque se envolveram muito intensamente, e essa dor é difícil de curar.

Então, ouse dar um passo para trás quando sentir que está perdendo o controle, que está sendo varrido pelas emoções que o impedem de se aproximar do seu parceiro com o coração aberto. Você pode sentir um medo profundo de ser abandonado, ou justamente o contrário – um medo de se conectar tão profundamente com alguém que se perca nesse relacionamento. Pode haver outras emoções como raiva e ciúme, mas o importante é que você perceba que as emoções mais intensas se referem mais a você mesmo do que ao relacionamento. O relacionamento acionou as emoções, mas elas mesmas se originam de causas mais profundas.

O que importa agora é que você se volte para a criança ferida e negligenciada, que é a verdadeira causa do seu desequilíbrio emocional. Fazer isto não é responsabilidade do seu parceiro. E você também não é responsável pela criança interior dele/dela. Tornar alguém responsável pela sua dor e esperar que ele a cure produz uma confusão enorme nos relacionamentos.

Então, como você pode ver que o relacionamento, que inicialmente era uma ligação amorosa, está indo mal e se desequilibrando? Na verdade, existem sinais claros, e um dos meios de descobrir isso é fazendo simbolicamente um exercício com sua criança interior.

Imagine que está de frente para o seu parceiro neste momento – ou de alguém que seja muito importante para você, se não tiver um parceiro atualmente – e permita que sua criança interior fique à sua esquerda. Simplesmente imagine-se como uma criança com menos de dez anos, e mantenha essa criança do seu lado esquerdo, de frente para o seu parceiro. Agora veja como a criança reage ao seu amado. Observe a primeira reação dessa criança. Pergunte-lhe: “O que lhe atraiu nele (ou nela)? O que você achou tão irresistível? O que tocou seu coração, o que a fascinou?” E depois pergunte: “Como você se sente agora?”

Aconteceu alguma coisa com aquela qualidade original? A criança ainda pode sentir aquele amor? Num relacionamento curativo, essa qualidade única continua muito presente. Ela o alimenta ainda; aquece-o ainda, enquanto, ao mesmo tempo, seu parceiro adquiriu uma forma mais humana, com seus próprios problemas, seus altos e baixos. Entretanto, alguma coisa daquela mágica original continua lá, e por causa dessa mágica, os problemas podem ser superados. Se você notar que a mágica está ausente, se sua criança interior realmente sentir que não é amada ou que é tratada injustamente, então está acontecendo alguma coisa à qual você deve prestar atenção. Dedique algum tempo para descobrir isso com sua criança interior.

Para esclarecer a situação, abandone a imagem da criança interior e agora imagine que você está diante do parceiro que você escolheu e observe como a energia de dar e receber está fluindo entre vocês. Primeiro, veja o que você dá para o outro e sinta isso. Não precisa expressá-lo com palavras, desde que o sinta. Veja o que flui de você para o outro e perceba como se sente neste momento. Você fica mais energizado devido a essa doação ou sente-se vazio e exausto? Doar lhe é inspirador, ou você fica esgotado por causa disso? Guarde esse primeiro sentimento.

Depois de olhar para o que você dá para o outro, observe a interação inversa. O que você recebe do outro? Acolha o primeiro sentimento que vier a você. O que você recebe lhe parece bom? Faz com que seu coração se abra mais? Você se sente mais feliz consigo mesmo como resultado daquilo que recebe? A essência de um relacionamento curativo é que o outro lhe dá algo que cria alegria no seu coração.

Finalmente, existe outro sinal de um relacionamento destrutivo. A partir do seu plexo solar – um ponto perto do seu estômago – sinta um “cordão” de energia que o conecta com o outro. Se você for sensível, talvez possa experienciar esse cordão. O que você está procurando é o sentimento de que precisa possuir o outro, é a sensação de pânico diante do pensamento de que o outro não esteja mais aqui, de que alguém puxa esse cordão. Se sentir isto, então esse é essencialmente um cordão umbilical energético que o conecta com o outro e lhe dá a sensação de que você precisa dele, “Não posso viver sem ele!” Este sentimento de pânico mostra que você não funciona independentemente, ou pelo menos, que pensa que não é capaz de fazer nada sem o outro, e tal dependência pode levar a um relacionamento destrutivo.

Num relacionamento curador, é natural sentir falta do outro se, de algum modo, vocês estiverem separados. É natural apreciar e, portanto, desejar a companhia do outro. Você pode desejar o outro, mas não necessita do outro. Mas, num relacionamento destrutivo, existe algo maligno em ação. Existe um sentimento de que você não funciona ou não pode viver sem o outro, que você depende dele para o seu bem-estar – talvez para a sua própria vida! – e isto o enfraquece substancialmente. Existe um medo profundo de uma possível rejeição por parte do outro, e isto faz com que você se sinta pequeno e reprimido, e todo o relacionamento perde aquela alegre amplidão e liberdade que possuía no início.

Tente sentir essas coisas por si mesmo, calmamente, a seu próprio modo. E não tenha medo de abrir espaço no relacionamento para se permitir sentir este tipo de coisa. Porque uma vez que você e seu parceiro se encontrem numa espiral negativa do relacionamento, muitas vezes é necessário que se distanciem um do outro, física e emocionalmente, de modo a perceberem onde cada um se encontra. Numa hora dessas, geralmente não é útil tentar conversar para resolver as coisas. Primeiro é necessário que seus campos de energia se libertem um do outro a fim de ganhar espaço para voltar ao centro do seu cristal-coração. Leve sua consciência para dentro desse cristal-coração, que é a sua essência. Não dependa dos outros para experienciá-lo; ele está aí para você – sempre. É o sussurro de Deus que você pode ouvir no silêncio.

Sinta, então, como esses raios luminosos, cristalinos, se irradiam para a sua criança interna, que ainda sofre de dor e que ainda está buscando aceitação, amor e segurança fora de si mesma. Deixe seus raios de luz se derramarem sobre essa criança, e poderá literalmente ver que a luz do cristal parece ancorar-se, fluindo cada vez mais profundamente através do seu ventre e pernas para dentro da Terra.

Esta é a sua luz, a Luz exclusiva da sua Alma! Você está aqui para vivenciar essa Luz em um corpo na Terra. Sua Luz particular é única, é a sua Luz Angelical, e se você se mantiver conectado com ela, atrairá relacionamentos de cura para a sua vida. Você não tem nenhuma “necessidade” de outra pessoa. E também não tem nenhuma necessidade de transformar o outro em algo “perfeito”, em alguém que finalmente o enxergue sob a perspectiva que você deseja, e que o compreenda e acolha incondicionalmente, do jeito que você quer que ele o faça.

Aceitação e amor incondicionais devem ser encontrados no seu próprio coração – de você para você. Não sobrecarregue o outro com esse dever. Esse amor absoluto é algo entre você e seu Eu. Este só pode ser dado para você mesmo, e quando o doar, você se transformará numa fonte de amor pelos outros, porque, então, terá se tornado completamente sincero consigo mesmo e fiel a si mesmo. Você se ama, incluindo sua parte sombria – aquela criança no seu interior que às vezes luta e é atormentada.

Quando você ama a si próprio, é mais fácil enxergar a outra pessoa numa perspectiva verdadeira. Você não tem mais que encarar tão pessoalmente as coisas às vezes ofensivas ou perturbadoras que o outro às vezes fala. As ações e reações dele pertencem a ele, e fica mais fácil não reagir tão emocionalmente a elas. O outro já não é mais responsável pela salvação da sua alma – você é. Você é o mestre do seu mundo, da sua realidade.

Todos vocês estão neste caminho da autocompreensão, e cada um já está tocando outras pessoas com seu cristal-coração; está oferecendo centelhas de amor e esperança para eles. Eu lhes agradeço por virem à Terra nesta época, neste período de mudança e transição. Estou com vocês e me importo profundamente com vocês. Vocês são meus irmãos e irmãs e eu os amo.

Pamela Kribbe    
 
       
Tradução: Vera Corrêa
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(1) NR: Também é conhecido por Issa (Islão), Esu, Emanuel, Sananda, etc. (Espiritualidade) e Yeshua ou Jesus.


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As crianças aprendem a se comunicar com aliens em Aksai Chin

 Crianças Aprendendo a se comunicar com Extra Terrestres na fronteira disputada entre a ÍNDIA e a CHINA, em Aksai Chin.

Posted by Thoth3126 on 24/01/2015





Esta região do Himalaia, que corresponde a cerca de 20% de toda a Caxemira, não pertence nem a Índia e nem ao seu inimigo Paquistão, mas a uma outra superpotência nuclear daquela área – a CHINA. Aksai Chin é um território reivindicado pela Índia, como parte da Caxemira, e também pela CHINA.

Em 1959, a China anexou a região da Caxemira de Aksai Chin, e fez um acordo com o Paquistão sobre a recém obtida área de fronteira, uma decisão que encontrou furiosa reação por parte da ÍNDIA e que levou à guerra sino-indiana de 1962.



Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Crianças na região de fronteira do Himalaya, entre a ÍNDIA e a CHINA, em AKSAI CHIN usam uma estranha linguagem de sinais que os adultos não conseguem entender e nem aprender.

Fonte: www.indiadaily.com/editorial/01-29d-05.asp

Na região profunda do Himalaia, as pessoas estão relatando comportamentos estranhos em crianças. Elas estão usando uma língua de sinais que são desconhecidos para as suas famílias e para qualquer adulto nas vizinhanças. Muitas dessas crianças tiraram fotos de objetos voadores triangulares que voam no céu. Muitos deles não sabem o que viram e nem como aprenderam essas línguagem de sinais.


Crianças de Aksai Chin assistem a uma aula na escola local

Algumas pessoas na região de Aksai Chin acreditam que estas crianças se comunicam regularmente com os extra-terrestres que se apresentariam e são visíveis para essas crianças e que se comunicam por uma espécie de telepatia espiritual. As crianças aprendem a língua de sinais para se comunicarem com esses seres de outra galáxia ou do Universo e entre si.

De acordo com os materiais de pesquisa sobre UFOs, em algumas crianças mexicanas também se manifesta um comportamento semelhante, quando muitos avistamentos de UFOs são relatados na área das crianças por um longo tempo.


AKSAI CHIN – UMA PARTE DA CAXEMIRA DISPUTADA PELA CHINA e ÍNDIA

Esta região do Himalaia, que corresponde a cerca de 20% de toda a Caxemira, não pertence nem a Índia e nem ao seu inimigo Paquistão, mas a uma outra superpotência nuclear daquela área – a CHINA. Aksai Chin é um território reivindicado pela Índia, como parte da Caxemira, e pela CHINA.

Atualmente encontra-se sob administração efetiva da China. Está situada no nordeste do disputado território da Caxemira e foi objeto da guerra de fronteira entre China e Índia em 1962, no Himalaya, na região de Aksai Chin. A região disputada era estratégica para a China e tem uma estrada importante que liga o Tibete (também invadido e controlado pela China desde 1950) à provincia chinesa de Xinjiang.

Aksai-Chin, parte (under chinese control) da Caxemira sob controle chinês

Em 1959, a China anexou a região da Caxemira de Aksai Chin, e fez um acordo com o Paquistão sobre a recém obtida área de fronteira, uma decisão que encontrou furiosa reação por parte da ÍNDIA e que levou à guerra sino-indiana de 1962. Em 1965 e 1971-1972, eclodiram novos conflitos na região da Caxemira que resultaram em algum ganho territorial para os indianos em decorrência da assinatura de um cessar-fogo.


Os extraterrestres se comunicam com as crianças em primeiro lugar porque elas são sempre mais fáceis e receptivas de se fazer amizade, devido a ausência de preconceito das mesmas. Eles ensinam as crianças a língua de sinais para que elas possam compreendê-los.

De acordo com alguns professores das escolas nessa área, as crianças são extremamente ágeis e apresentam talentos extras nestes dias, quando ocorrem contatos. Suas habilidades e inteligência para resolver problemas têm aumentado e estão muito mais disciplinados. Elas sempre usam a linguagem dos sinais estranhos somente entre si. No entanto, eles não conseguem ensinar esta linguagem de sinais para os adultos!

Os moradores das áreas dos avistamentos e dos fenômenos com as crianças acreditam que os OVNIs visitam a região há milhares de anos (no que estão absolutamente corretos). Eles pararam por um tempo e agora recomeçaram a aparecer novamente! 
 


As autoridades indianas e chinesas dos locais de observação são (aparentemente) indiferentes aos fatos e consideram que cada coisa é perfeitamente normal – as crianças costumam utilizar um comportamento estranho quando usam a linguagem dos sinais entre si!

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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Pensamento do Dia, 25 de Janeiro de 2015




  

  Sathya Sai Baba





A grandeza de um indivíduo depende da perfeição cultural alcançada. 
A "cultura" não significa mera diligência. 
Ela significa a remoção de maus pensamentos e inclinações, e a promoção de bons pensamentos e qualidades. 
É importante que os jovens estudantes vivam uma vida caracterizada pela paz e autocontrole para que tenham uma vida pacífica e contente mais tarde, como um cidadão. 
A vida humana é comparável a uma árvore e os parentes do indivíduo a seus ramos. 
Sobre esses ramos, as flores de pensamentos e sentimentos desabrocham. 
Estas flores gradualmente desenvolvem-se em frutos de boas qualidades e virtudes. 
O suco doce presente nessas frutas é o caráter. 
Sem raízes e frutos, uma árvore é mera lenha. 
A autoconfiança é a raiz da árvore da vida e o caráter, o seu fruto. 
Com a esperança de que todos vocês se tornarão cidadãos exemplares, purificarão seus corações e reformarão a sociedade, Eu abençoo a todos.



Canal Youtube: Sai Love