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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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A UNIVERSIDADE MULTIDIMENSIONAL DA TERRA -- Arcturianos via Suzanne

A UNIVERSIDADE MULTIDIMENSIONAL DA TERRA

Os Arcturianos e Sua Família Galáctica

Por Suzanne Lie PhD

Em 08 de maio de 2015







Queridos Leitores,
Eu sinto muito por ter deixado de postar por tanto tempo, mas meu computador quebrou e só hoje ele está funcionando.
Foi um período bem desafiador para mim, pois eu tinha tudo que escrevi desde o início dos anos 1990 guardado nele.
Sim, as novas coisas tinham back up, mas havia a possibilidade que arquivos antigos fossem perdidos para sempre.

Primeiro eu quis surtar, mas me lembrei de tudo que os Arcturianos têm dito sobre “deixar ir”.
Portanto, eu transmutei meu medo da perda em: “BOM, poderia ser pior”, e fui capaz de me manter acima do medo.
Entretanto, como o processo continuou por dias e mais dias, minha convicção oscilava.

Finalmente, após quase uma semana, minha perseverança e paciência estavam reduzidas e eu estava saindo do meu centro.
Eu gostaria de dizer que as nuvens se abriram e os Arcturianos me salvaram, mas esse não foi o caso.
Meu eu humano derrubou o computador e eu tive que passar pelo longo medo tridimensional de: “Vou perder tudo?”.

Agora olho para isso e tenho dificuldade para não julgar meu eu.
Entretanto, eu me lembrei do início da queda livre do que eu disse às realidades superiores: “Se é para ser uma grande iniciação, estou feliz que passe pelo meu computador ao invés de meu corpo”.
Sou grata pela minha saúde e agora percebo que eu estava encarando a morte do meu ego.

Ah, tenho certeza de que há muito mais ego para “deixar ir”.
Eu espero que da próxima vez eu possa permanecer mais calma, mais fria e mais centrada.
Eu compartilho essa experiência na esperança de que vocês não irão julgar o seu eu, pois nosso velho mundo começa a mudar drasticamente, e o que pensávamos que era “importante” parece sair de nossa vida.

Esta manhã eu pensei que receberia outro “Relatório do Clima Energético”, e pude escutar o título “Preparando para a Tempestade”.
Entretanto, como DEIXEI IR novamente, eu recebi uma mensagem muito diferente:

***

Nossos caríssimos voluntários a assistir Gaia.

Nós, os Arcturianos e sua Família Galáctica, hoje desejamos compartilhar com vocês as nossas percepções dos campos de energia cercando a queridíssima Gaia neste dia 07 de maio de 2015.
Tal como Suzille teve que esperar nos “baixios” enquanto seu computador estava quebrado, toda a humanidade tem “esperado nos baixios” enquanto muitas transições secretas estão ocorrendo.

Essas mudanças estão além da percepção de muitos voluntários usando vasos terrenos neste AGORA.
Entretanto, suas expressões dimensionalmente superiores do EU estão totalmente cientes dessas transições e lenta e seguramente estão transmitindo essa informação para vocês.

De nossa perspectiva mais alta, nós podemos perceber o que lhes é útil saber e o que somente confundiria sua vida 3D que já é complicada e difícil.
Nós os lembramos de que toda informação que vocês precisam está disponível.

Tudo que vocês precisam “fazer” é expandir sua consciência para conscientemente acolher suas expressões dimensionalmente superiores do EU.
Então vocês meramente podem fazer o download da informação em sua mente multidimensional de que vocês precisam.
Nós dizemos sua “mente multidimensional” porque essa mente é o “dispositivo tradutor” para todas as suas mensagens na “Linguagem da Luz”.

Basicamente, uma mensagem na linguagem da luz é uma que surge da quinta dimensão e acima.
Quando VOCÊ, significando suas expressões dimensionalmente superiores, observa o você que está usando vaso terreno está preparado para receber informação dimensionalmente superior, uma “Transmissão na Linguagem da Luz” é enviada para sua mente multidimensional.

Assim que essa mensagem é enviada à sua mente multidimensional, ela aguarda por sua consciência 3D expandir para a quarta dimensão mais alta e/ou a quinta dimensão para que vocês possam receber essa transmissão.
Há um processo de tradução que ocorre com a recepção de uma mensagem na linguagem da luz, pois ela NÃO é baseada no tempo sequencial.

Portanto, para receber essas mensagens vocês precisarão meditar de alguma maneira para expandir sua consciência para ondas cerebrais mais altas, enquanto vocês permanecem conscientemente conectados à sua consciência 3D.

Todos vocês recebem essas mensagens enquanto estão no sono profundo, mas elas normalmente são esquecidas ou grandemente distorcidas quando vocês despertam.
Portanto, uma maneira em que vocês podem se lembrar de como conscientemente perceber e traduzir suas mensagens na linguagem da luz é anotar seus sonhos assim que vocês acordam.

Porque sua linguagem simbólica é baseada nas lembranças e experiências de sua atual encarnação física, todos vocês têm um modo pessoal de traduzir sua linguagem simbólica para a linguagem 3D.

Por exemplo, água principalmente significa algum tipo de emoção.
Entretanto, se vocês adoram nadar, a água teria um significado muito diferente do que se vocês tivesse quase se afogado e têm medo de nadar.

Em outras palavras, quanto mais vocês estão conscientes de suas reações emocionais pela sua vida inteira, incluindo experiências “esquecidas” da infância, mais facilmente vocês podem traduzir suas mensagens na linguagem da luz para o pensamento tridimensional.

E também, seu pensamento tridimensional sequencial é inadequado para a tradução eficaz das mensagens na Linguagem da Luz que nós estamos lhes enviando em uma base regular.
Então, porque vocês não conseguem conscientemente receber e traduzir essas inúmeras mensagens, vocês podem se sentir sozinhos ou até abandonados.

Nós NÃO queremos que nossos valentes emissários à Terra tridimensional se sintam abandonados.
Então, nós estamos lhes enviando esta mensagem.
As mudanças em sua realidade física estão ocorrendo cada vez mais depressa.
Isto é “mais depressa” para sua percepção tridimensional.

A verdade é que não é que seu mundo tridimensional está somente “mudando”.
O que verdadeiramente está ocorrendo é que seu mundo tridimensional está retornando para as expressões dimensionalmente superiores dele.
VOCÊS, nossos amados em terra, estão chegando ao Lar!

De novo nós alegremente os lembramos de que VOCÊS nunca deixaram suas realidades dimensionalmente superiores.
De além do tempo, seu eu multidimensional enviou uma centelha de sua essência multidimensional e a implantou em um vaso humano terreno.

Vocês NÃO são esse vaso terreno.
VOCÊS estão usando esse vaso terreno.
Portanto, seu retorno ao “lar” é igual a ir ao seu armário e decidir trocar sua “roupa” 3D por esse maravilhoso traje multidimensional com que vocês nasceram.

Infelizmente, em algum lugar durante sua vida 3D, esse “traje multidimensional” perdeu-se no armário.
Na verdade, provavelmente ele ficou perdido no armário da infância.
Nós lembramos que Suzille quando criança enfiava tudo em seu armário, pois era o modo mais fácil de “arrumar o quarto”.

VOCÊS, nossos queridos voluntários a assistir Gaia, assumiram seu atual vaso 3D denso para assistir Gaia na arrumação do armário dela.
Vejam vocês, vocês podiam ter escolhido qualquer forma que quisessem.
Mas, porque foram os humanos que fizeram a bagunça, vocês precisavam usar uma forma humana.

Pensem em sua própria infância.
Se um irmão ou amigo fizesse uma bagunça, VOCÊS iriam querer arrumar?
NÃO, vocês não iriam querer.
Por essa razão muitos de vocês podem não querer arrumar a bagunça que outros humanos fizeram, mas foi exatamente para fazer isso que vocês se voluntariam.

Por favor, conscientizem-se de que os humanos que criaram essa bagunça NÃO estavam conectados às expressões superiores do EU deles.
Na verdade, alguns eram clones e outros eram “lobos em pele de cordeiro”.

Tal como vocês, nossos queridos emissários à Terra, são membros de nossa família galáctica e celestial que estão “usando” um vaso terreno físico, há aqueles que são membros das famílias Draconianas e de outras famílias galácticas do “poder sobre os outros”.

Eles estão usando vasos terrenos da mesma forma que vocês estão usando vasos terrenos.
Entretanto, enquanto que vocês se reportam a nós, os Galácticos e Celestiais do “Poder Interior”, há outros que se reportam à sua Família Galáctica do “Poder Sobre os Outros”.

Vocês podem ou não estar cientes de que houve uma Guerra Galáctica muito longa que foi travada na terceira dimensão e na quarta dimensão mais baixa.
Esta guerra durou eras de seu “anos”, mas foi transferida para a Terra quando muitas das tropas Draconianas voltaram à Terra.

Descendendo dos dinossauros, os Draconianos acreditavam que a Terra era o lar deles.
Afinal, pensavam eles, os dinossauros foram um dos primeiros habitantes do atual ciclo de “realidade em Gaia”.
Felizmente para Gaia, existiram muitos ciclos que precederam sua atual “realidade conhecida” em que a paz e o amor governavam a Terra.

Como nós dissemos antes, Gaia é uma ALMA excepcionalmente valente, pois ela assumiu o enorme desafio de ser um planeta baseado no sistema operacional de polaridades, separação elivre arbítrio.
Ter o livre arbítriopara escolher viver na polaridade da luz/poder interior OU na polaridade escuro/poder sobre os outros criou uma realidade em que há versões extremamente diferentes de realidade.

Essas versões diferentes de formas de vida lutaram entre si, coexistiram umas com as outras e tiveram eras de grande escuridão OU eras de grande luz.
Por causa da “separação” que ocorre na realidade polarizada, essas eras de escuridão e de luz pareceram ciclos separados em que o poder sobre os outros reinou OU o poder no interior reinou.

De nossa percepção das dimensões mais altas, nós nos alegramos com vocês durante as eras de luz e tentamos assisti-los durante as eras de escuridão.
Vocês, os humanos da Terra, escolheram encarnar em Gaia porque essas polaridades extremas da vida poderiam facilitar imensamente seu progresso na luz.

Infelizmente, vocês poderiam também ficar desorientados na escuridão e passar muitas encarnações na “roda da reencarnação”.
Como muitos de vocês sabem, esta “roda” está terminando porque as expressões tridimensional e tetradimensional mais baixa de Gaia estão no processo de “enrolar-se” nas dimensões superiores.

Tal como muitas folhas e flores de Gaia se enrolam antes de caírem da árvore, as frequências mais baixas de Gaia irão se enrolar antes de caírem do planeta dela.
A Escola 3D de Causa e Efeito está fechando.

Na verdade, a “Escola Tridimensional de Polaridade e Separação” da Terra está transmutando em “Universidade Multidimensional de Unidade com o UM”.
TODOS vocês podem graduar nessa Universidade Multidimensional – se escolherem.

Lembrem-se de que Gaia é um planeta de “livre arbítrio”.
Portanto, vocês têm o livre arbítrio para decidir “permanecer no curso” e concluir seus estudos na individualidade tridimensional de “poder sobre OU poder interior”.
Entretanto, eventualmente vocês precisarão encontrar outra Matriz 3D em outro planeta.

A Querida Gaia tem esperado o quanto ela pode para dar aos seus humanos o “tempo” para lembrarem-se do seu EU Multidimensional.
Seus vegetais estão prontos para transmutar em sua expressão pentadimensional.
Seus animais estão prontos, até seus elementos estão prontos.

E mais importante, o corpo planetário de Gaia não pode mais tolerar os danos que a humanidade tem causado contra o próprio planeta que tem se oferecido a eles como “escola pela vida”.
Nós aplaudimos aqueles de vocês que decidiram permanecer na querida Gaia para assistir com a transmutação DELA no eu dimensionalmente superior DELA.

Um dos modos que vocês estão assistindo Gaia é por transmutar o “currículo” Dela de “dominar a individualidade e livre arbítrio” para “dominar a consciência de unidade para retornar ao UM“.
Todos vocês, nossos emissários à Terra, têm enfrentado muitos transtornos em sua vida, mas permaneceram no seu curso para totalmente se lembrar de QUEM vocês são.

Nós desejamos lhes dizer que NÓS TAMBÉM nos lembramos de quem vocês são.
Porque vocês estão trilhando o caminho que vocês escolheram antes de assumir esta encarnação, vocês encontrarão o que têm procurado.
Acima de tudo, VOCÊS encontrarão o seu EU.

Nós da sua família galáctica mantemos essa visão em nossos corações.

Os Arcturianos e sua Família Galáctica




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com 




Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

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ESTADO DE CONSCIÊNCIA -- G. Arcturiano via Marilyn

ESTADO DE CONSCIÊNCIA

Mensagem do Grupo Arcturiano

Por Marilyn Rafaelle

Em 10 de maio de 2015






DESPERTAR
Cada vez que uma nova pessoa desperta para a Verdade Universal, o todo da humanidade se eleva uma marca. Quanto mais alto a humanidade se eleva como uma alma coletiva de grupo, mais importante é garantir que todos os aspectos estão em alinhamento. 
Saudações, queridos.

Nós observamos que tudo está procedendo de acordo com o plano, e a maioria de vocês está começando a reconhecer e experienciar as novas e poderosas energias da transformação. 

A experiência de todos pode ser diferente, então tentem não comparar a sua com o que vocês podem ler ou tomar conhecimento a respeito das experiências espirituais de outros.

Toda pessoa é única em virtude de ter vivido experiências diferentes por muitas vidas e finalmente chegar ao estado de consciência atual.

Vocês estão limpando os resíduos de centenas de vidas vividas na ignorância e nenhuma pessoa é exatamente igual à outra.

A maioria de vocês está começando a ver e experimentar um mundo de uma perspectiva dimensionalmente superior que está se manifestando como novas maneiras, formas e ideias dessas coisas com que vocês já estão familiarizados.
A realidade (Ideia Divina) de tudo no mundo exterior sempre permanece presente e infinito na Consciência Divina.

A evolução espiritual permite que vocês interpretem e manifestem essas Ideias Divinas em níveis novos e superiores.

Um exemplo poderia ser como o mundo tridimensional vê a morte.

A morte significa a destruição completa para aqueles que acreditam que não existe nada além de uma vida, exceto a pequena chance de um céu ou inferno baseado em quanto a pessoa foi “boa”.

Então, a morte para eles é algo para ser temido e evitado a todo custo.

Aqueles com uma consciência mais iluminada, que percebem que jamais poderia existir a morte real, estão bastante livres deste medo intenso e ansiedade.

Sempre existe alguma tristeza com a despedida, mas nada do terror e da resistência nascida da ignorância.

A morte é reconhecida como sendo transição, não um fim – uma parte da jornada evolucionária de todos na Terra, frequentemente bem-vinda para aqueles que estão cansados e prontos para ir para casa.

A Ideia Divina aqui é Onipresença.

Vocês, como expressões do Divino, sempre serão... o lugar não importa.

Logo vocês começam a ver mudanças nos governos e na lei, pois a consciência da humanidade está despertando rapidamente e está preparada para recuperar os poderes pessoais ignorantemente entregues durante vidas.

Mais e mais pessoas estão começando a perceber que elas não são impotentes e esta mudança no interior por sua vez se manifestará como mudanças no exterior.

A contínua limpeza da energia antiga não deve continuar eternamente, e muitos de vocês agora estão mudando para um tempo de criar.

Porque vocês estão começando a aceitar que de fato são seres espirituais poderosos, seus pensamentos e palavras estão começando a se manifestar mais rapidamente.

Como agora vocês estão mudando para um estado mais evoluído de consciência a maioria da programação antiga de vidas de ignorância que serviu para bloquear sua capacidade de manifestar conscientemente tem se dissolvido ou está em processo de dissolução.

Por milhares de anos a humanidade em sua maior parte esteve inconsciente de sua verdadeira natureza e consequentemente uma consciência mundial de impotência individual tornou-se a crença de consenso.

Aqueles em posições de domínio sempre trabalham para convencer a maioria de que ela não tem poder próprio e então deve contar com os outros (eles) pelo seu bem.

O resultado tem sido um mundo de pessoas ignorantes de quem elas realmente eram, acreditando, obedecendo e seguindo as demandas do rico e poderoso sem questionar.

Isso acabará quando a maioria despertar, servindo para elevar e abrir a consciência mundial para os novos níveis mais altos de conscientização.

Levantem-se, queridos, e se lembrem de quem vocês são.

É hora de reivindicar sua filiação divina, estando sempre atentos de como vocês falam e pensam, pois vocês são criadores.

Notem como alguns indivíduos que são especialistas em certas áreas da medicina ou ciência por estudo intenso, pesquisa e crença, frequentemente descobrem esses exatos problemas se manifestarem em suas próprias famílias ou neles mesmos.
Todo painel, propaganda ou anúncio relacionado a alguma campanha para lutar contra uma doença ou condição serve para materializá-la mais firmemente no sistema de crença de todos que o leem e assim manifestar mais dela.

Quando um indivíduo está enredado no sistema de crença humano da dualidade e separação, sua vida reflete algo bom e algo ruim.

Lições de vida dolorosas normalmente fazem parte do contrato pré-natal da alma para resolver alguma questão kármica ou aprender alguma lição necessária, mas as experiências tridimensionais também podem ser impessoais, simplesmente refletindo um estado de consciência que aceita dois poderes.

Não era para o homem escorregar tão fundo na densidade tridimensional, mas vocês estão concluindo o árduo trabalho necessário para ir além dela e estão fazendo um bom trabalho.

Um trabalho que exigiu vidas normalmente de experiências dolorosas necessárias para criar coragem e força.

Lembrem-se desse fato sempre que estiverem tentados a acreditar que vocês são um fracasso de algum modo, pois na realidade não pode haver fracasso, somente experiências de aprendizagem.

É difícil ir além do pensamento popular até a verdade se tornar um estado de consciência atingido e nesse ponto muito do sistema de crença tridimensional começa a simplesmente perder sua relevância e poder sobre vocês.

Vocês veem e ouvem essas mesmas coisas como todos os outros, mas vocês não reagem mais do mesmo modo.

Aqueles de vocês lendo essas mensagens estão rapidamente mudando para uma consciência capaz de discernir a verdade onde o mundo vê discórdia e estão começando a reconhecer instintivamente o que é propaganda e promoção para o benefício financeiro de uns poucos.

Vocês estão aprendendo a ver o mundo com novos olhos e a viver a partir de uma conscientização maior do que está acontecendo ao seu redor.

Por causa disso, vocês estão ajudando a mudar a consciência mundial para novos níveis.

Olhem para as suas vidas anos atrás numa época anterior, queridos, e vocês rapidamente perceberão como vocês chegaram longe em um tempo tão curto.
Apenas alguns anos atrás vocês poderiam entrar na onda de crenças tridimensionais muito populares, aquelas mesmas crenças que vocês claramente veem de modo diferente hoje.

Vocês estão despertando e se lembrando de quem vocês são – percebendo que vocês não mais precisam procurar, implorar ou invocar para algum deus “imaginário” pelo bem que vocês têm procurado em vão vida após vida.

Regozijem-se, pois vocês finalmente descobriram onde ELE sempre esteve – dentro – paciente e amorosamente aguardando seu reconhecimento.

Nós somos o Grupo Arcturiano



Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com
 



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Retardando o processo de envelhecimento -- Eckhart Tolle

Retardando o processo de envelhecimento.

Por Eckhart Tolle 



Nesse meio tempo, a percepção do corpo interior traz outros benefícios no campo físico. Um deles é uma significativa redução do processo de envelhecimento do corpo físico.

Enquanto o corpo exterior, em geral, aparenta estar envelhecendo e murchando bem rapidamente, o corpo interior não muda com o tempo, exceto que podemos senti-lo mais profundamente e torná-lo mais completo.

Se você tem vinte anos agora, o campo de energia do seu corpo interior vai se sentir igual ao de quando você tiver oitenta. Estará vibrantemente vivo.

Assim que o nosso estado habitual passa do estar fora do corpo e preso pela mente - para estar no corpo e presente no Agora, o nosso corpo físico fica mais leve, mais claro, mais vivo. Como existe mais consciência no corpo, a ilusão da materialidade diminui.

Quando nos identificamos mais com o corpo interior do que com o corpo exterior, quando o estado de Presença se torna o nosso modo normal de consciência, deixamos de acumular tempo na nossa psique e nas células do corpo.

O acúmulo do tempo, tal como um fardo psicológico do passado e do futuro, prejudica a capacidade de auto-renovação das células. Portanto, se você ocupa o seu corpo interior, o exterior vai envelhecer em um ritmo mais lento. E, mesmo quando envelhecer, a sua essência eterna vai brilhar através da sua forma exterior e você não dará a impressão de ser uma pessoa idosa.

(...)

Se você encontrar dificuldades de entrar em contato com o seu corpo interior, é mais fácil, em primeiro lugar, concentrar a atenção no movimento da respiração.

Tomar consciência da respiração, que já é uma meditação poderosa, irá, aos poucos, colocar você em contato com o corpo. Observe atentamente a respiração, como ela entra e sai do nosso corpo. Respire e sinta o abdômen inflar e contrair-se levemente, a cada inspiração e expiração.

Se você tiver facilidade para visualizar, feche os olhos e veja-se no meio da luz, dentro de um mar de consciência. Então, respire dentro dessa luz. Sinta essa substância luminosa preenchendo todo o seu corpo e tornando-o luminoso.

Então, aos poucos, concentre-se nessa sensação. Você agora está dentro do seu corpo. Não se fixe em nenhuma imagem visual.

Trecho do livro "O Poder do Agora" 
De Eckhart Tolle



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Hilarion - 10.05.2015 -- Marlene Swetlishoff,

Hilarion - 10.05.2015

Através de Marlene Swetlishoff,

 Tradução: Helena Renner 


 

Esses são tempos para cada pessoa ir para o seu interior e procurar conhecer a si mesma



10-16 de mao de 2015

Amados,

Existem sinais por toda a parte, no que tange às mudanças sobre o seu planeta. Essas mudanças são diversas e englobam muitos espectros da vida.  As mudanças da Terra refletem as mudanças no interior da humanidade, à medida que ela luta para lidar e entender o que está ocorrendo. Cada tragédia que acontece traz para fora o que há de melhor na humanidade, à medida que ela luta para dar o que ela pode para prestar assistência. Muitas perguntas estão sendo feitas no interior de todos os corações, pois, o mundo que eles conheciam está se desintegrando e desmoronando. A humanidade está experimentando os efeitos dos tremores das correntes ligadas ao passado, à medida que ela se move em direção ao seu legítimo lugar no universo. Essas mudanças têm acontecido muitas vezes através dos milênios, mas, dessa vez, nos tempos do agora, a humanidade tem a oportunidade de emergir vitoriosa, superando tudo.

Esses são tempos para cada pessoa ir para o seu interior e procurar conhecer a si mesma, o seu eu divino. Esses são tempos de conseguir alcançar o equilíbrio, através do gerenciamento de suas vidas, tanto no que tange ao seu interior quanto ao seu exterior, para a partir daí, fazer escolhas e tomar decisões, como quanto ao seu caminho a seguir. À medida que o passado se dissolve, novos começos estão emergindo em suas gloriosas oportunidades e potenciais. Muitos de vocês estão agora firmemente no caminho de seu destino, fazendo o que lhes trouxe para terem a maior alegria e felicidade. Outros estão no meio dos desafios que dão a impressão que são maiores do que conseguem suportar. Eles estão aprendendo a ter força, determinação e persistência. Essas são qualidades da alma muito importantes de se ter. À medida que você vê aqueles que vocês conhecem e zelam passando por seus desafios pessoais, enviem o seu amor e cura para todos ao seu redor, pois isso é o que cada pessoa mais quer, amar e ser amado, pois é o amor que é a maior força no universo e que pode ser uma balsamo curador quando for mais necessário.

Tenham zelo e alimentem-se uns aos outros com o maior amor, honra e respeito, pois, esse também é um tempo de se mover além do eu indo em direção aos campos da unidade, de se reunir na expansão e evolução para uma consciência maior e entendimento. Chamem com frequência por seus guias espirituais e aos anjos quando ajuda e esperança é necessária e lembrem-se de que vocês nunca estão sozinhos, lembrem-se de que vocês estão constantemente circundados por amor, pois o amor é tudo que É,

É bom sentarem-se por alguns momentos todos os dias para sentirem e experimentarem esse amor no interior de seus corações, mentes e almas. Conectem-se com aquilo que lhes der sustento e inspiração diária, por qualquer caminho que funcione melhor para vocês. Permaneçam em paz e mantenham-se calmos, à medida que as mudanças internas e externas acontecerem.

Vocês estão aqui para serem mestres da dualidade por abraçarem todos os aspectos de seu ser. À medida que vocês deixam ir embora as suas resistências e as negações dos aspectos escondidos de vocês mesmos, percebam que tudo que acontecer é bom, embora seja percebido como bom ou mal, certo ou errado. Isso tudo é dado para vocês com amor, no sentido de que vocês possam honrar a si mesmos tornando-se mestres desse reino, para reivindicarem o seu patrimônio divino, como filhos do divino.

Vocês escolheram essas experiências, no sentido de que pudessem ganhar um maior entendimento das nuances e das complexidades, no que tange às suas jornadas de volta à fonte, vocês sendo vitoriosos. Mantenham sempre isso em seus pensamentos, e movam-se para frente, assim, quando precisarem descansem e nutram-se, quando o seu corpo físico avisar. À medida que vocês se sintonizarem com os maiores ritmos de sua vida, tudo ficará bem.

Até a semana que vem...

EU SOU Hilarion



©2008-2015 Marlene Swetlishoff/Tsu-tana (Soo-tam-ah) Sustentadora das Sinfonias da Graça 
 
Tradutora e áudio Helena Renner 
 
Permissão é dada para compartilharem essa mensagem desde que ela esteja em sua íntegra, sem rasuras ou emendas, estando incluído o nome da autora, os seus direitos autorais e os seus websites:
www.therainbowscribe.com
www.movingintoluminosity.com

Grata por incluírem o website acima ao publicarem essa mensagem





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O Livro perdido de Enki – 12ª Tabuleta -- Zecharia Sitchin


O Livro perdido de Enki 

 12ª Tabuleta

Posted by Thoth3126 on 11/05/2015





O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre de Nibiru

http://www.bibliotecapleyades.net

Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-sexta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-setima-tabuleta/

Sinopse da Décima-segunda Tabuleta

1. A Terra seca, as planícies e os vales dos rios se repovoam.
2. Ouro em abundância chega das Terras além dos Mares (da América do Sul).
3. Anu e sua esposa Antu chegam em uma visita memorável.
4. Relembrando, os líderes se dão conta de que são marionetes do Destino.
5. Os líderes atribuem três regiões de civilização para a Humanidade (a Suméria na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, o Egito com o rio Nilo e no subcontinente Indiano, com o rio Indus).
6. Indultado por Anu ao partir, Marduk mantém sua rebeldia.
7. A Primeira Região e as instalações espaciais são terras Enlilitas.
8. A primeira civilização do Homem começa na Primeira Região (Suméria).
9. Marduk usurpa um lugar para construir uma torre de lançamento ilícita.
10. Frustrado pelos Enlilitas, Marduk toma à força a Segunda Região (o Egito).
11. Depõe e exila a Ningishzidda para terras longínquas declara-se a si mesmo Ra, deus supremo, em uma nova religião.
12. Dá início aos reinados faraônicos para marcar uma nova civilização.
13. Enlil designa a seu filho Ishkur para que proteja as fontes de ouro na Cordilheira dos Andes, na América do Sul.
14. A Inanna lhe concedem os domínios da Terceira Região (o Vale do rio Indus, atual Índia e Paquistão).
15. Os deuses concedem a realeza ao homem, começam as guerras.

A DÉCIMA SEGUNDA TABULETA


Anu decidiu ir à Terra uma vez mais; com Antu, sua esposa, desejava vir. Enquanto esperavam sua chegada, os Anunnaki começaram a restabelecer suas moradas no Edin após o dilúvio. Das terras montanhosas, onde moravam os descendentes de Sem, as pessoas de cabeça negra (os seres humanos sobreviventes) emigraram às terras de antigamente. Sobre o terreno recém seco, os Anunnaki lhes deixaram assentar-se, para que provessem de mantimentos para todos. Onde antes do Dilúvio se levantou Eridú, a primeira cidade de Enki, sobre montões de lodo e lama desenhou-se uma nova Eridú. Em seu centro, sobre uma plataforma elevada, construiu-se uma morada para Enki e Ninki, a chamaram de “Casa do Senhor Cujo Retorno É Triunfante”; adornaram-na com ouro, prata e metais preciosos que foram cedidos pelos filhos de Enki.


Acima: Os Anunnaki resolveram criar quatro regiões com civilização humana após o dilúvio, três para a Humanidade, uma restringida a eles próprios: estabeleceram a primeira região na antiga terra do Edin (n.t. Suméria, Mesopotâmia, entre os Rios Tigre e Eufrates, hoje o atual Iraque), sob o domínio de Enlil e seus filhos.

Em um círculo que assinalava a abóbada celeste acima, plasmaram-se as doze constelações pelos seus signos zodiacais. Nas terras mais abaixo, igual ao Abzu, fluíam as águas cheias de peixes. Em um santuário, um lugar onde não podiam entrar os que não eram convidados, Enki guardava as fórmulas ME. Para Enlil e Ninlil se fundou uma nova Nibru-ki sobre o lodo e a lama; reconstruiu-se as moradas do povo, os redis e os estábulos, murou-se um recinto sagrado. Em seu interior se construiu uma morada para Enlil e Ninlil, em sete níveis se elevava; uma escada, que parecia subir ao céu, levava até a plataforma mais elevada. Ali guardava Enlil suas Tabuletas dos Destinos, com suas armas as protegiam: o Olho Elevado que explora as terras, o Raio Elevado que tudo penetra.

No pátio, em seu próprio recinto, guardava-se o veloz Pássaro celeste de Enlil (sua espaçonave). Enquanto se aproximava a chegada de Anu e Antu, selecionou-se um novo lugar para sua estadia no Edin, que não fosse nem de Enlil nem de Enki. Chamaram-lhe por Unug-ki, o Lugar Encantador. Plantaram-se árvores de sombra, e em metade se construiu uma estrutura de um branco puro, chamada a Casa de Anu. Seu exterior também se elevava em sete níveis; seu interior era como a residência de um rei. Quando chegou à Terra o carro celestial de Anu, as espaçonaves celestes os Anunnaki se elevaram para ele; lhe indicando o caminho para que aterrissasse a salvo no Lugar dos Carros, em Tilmun (atual Península do Sinai).

Utu, o comandante do Lugar, deu as boas-vindas à Terra aos seus bisavôs. Os três filhos de Anu, Enlil, Enki e Ninharsag estavam ali para lhes receberem. Todos se abraçaram, nossa separação, diziam-se uns aos outros. Olhavam-se uns aos outros, examinando os fatos na passagem do tempo: Embora mais longevos na passagem dos Shars (um ano de Nibiru=3.600 anos da Terra) eram os pais, que residiam em Nibiru, eles pareciam mais jovens que os filhos que residiam na Terra! Aos dois filhos, Enlil e Enki lhes via velhos e com barba; Ninharsag, em outros tempos jovem e bela, estava velha, encurvada e enrugada. Os cinco estavam molhados em lágrimas; mesclavam-se as lágrimas de alegria com as lágrimas de pesar.

Em naves celestes foram levados ao Edin os convidados e seus anfitriões, as espaçonaves aterrissaram em um lugar preparado junto ao Unug-ki. Todos os Anunnaki que tinham ficado na Terra estavam de pé como guarda de honra. Salve e sejam bem-vindos! Salve e sejam bem-vindos!, gritavam em uníssono para Anu e Antu. Depois, os Anunnaki acompanharam aos convidados em procissão, cantando e tocando música, até a Casa de Anu. Na Casa de Anu, ele se lavou e descansou junto à sua esposa Antu, mais tarde se perfumou e se vestiu. Antu foi escoltada pelas mulheres Anunnaki até a Casa do Leito Dourado; em um pátio aberto, enquanto a brisa da tarde fazia sacudir as folhas das árvores, Anu e Antu se sentaram sobre tronos. Aos seus flancos estavam Enlil, Enki e Ninharsag.

Os assistentes, serviçais seres humanos da Terra, que estavam completamente nus, serviram vinho e bom azeite; outros, em um local mais distante, estavam assando ao fogo um touro e um carneiro, presentes de Enlil e Enki. Preparou-se um grande banquete para Anu e Antu, esperava-se o sinal nos céus para começar. Seguindo as instruções de Enlil, Zumul, que estava instruído em matéria de estrelas e planetas, ascendeu aos níveis da Casa de Anu para anunciar a aparição dos planetas na noite dos céus da Terra. No primeiro nível apareceu Kishar (Júpiter) nos céus orientais, Lahamu (Marte) se viu no segundo nível, Mummu (Mercúrio) se anunciou no terceiro nível, Anshar (Saturno) surgiu no quarto nível, Lahmu se viu no quinto nível, a Lua anunciou-se desde o sexto nível.


Eridú foi reconstruída pelos Anunnaki após o dilúvio

Depois, a um sinal do Zumul, começou-se a cantar o hino O Planeta de Anu (Nibiru) se Eleva nos Céus, pois, do nível mais alto, o sétimo, divisou-se o avermelhado Nibiru. Os Anunnaki batiam palmas e dançavam com a música, celebravam dançando e cantando, cantavam em homenagem ao planeta (Nibiru) que aumenta em brilho, ao planeta celestial do senhor Anu. A um sinal se acendeu uma fogueira, vendo-se de lugar em lugar que se acenderam mais fogueiras: antes que terminasse a noite, toda a terra do Edin estava acesa com fogueiras! Depois da repasto de carne assada de touro e carne de carneiro, de pescado e de caça, acompanhada de vinhos e cervejas, Anu e Antu se recolheram às suas dependências para que passassem a noite; Anu e Antu agradeceram a todos os Anunnaki pela suntuosa festa.

Durante vários dias e noites da Terra, Anu e Antu dormiram; ao sexto dia, Anu chamou a seus dois filhos (Enki e Enlil) e a sua filha (Ninharsag). Escutou seus relatos dos fatos acontecidos na Terra, soube da paz e da guerra. Anu soube de como os seres humanos terrestres, que tinham que terem sido aniquilados pelo juramento de Enlil, haviam proliferado de novo. Enlil lhe revelou o descobrimento de ouro na terra além dos oceanos (América do Sul) e o lugar para os carros (espaçonaves) celestiais que havia ali. Foi então quando Enki contou a seu pai o sonho e a tabuleta de Galzu falando sobre o Dilúvio. Anu ficou enormemente desconcertado com isto: Nunca enviei à Terra um emissário secreto com esse nome! Assim disse Anu, o rei de Nibiru aos seus três filhos, os três líderes da Terra. Enki, Ninharsag e Enlil estavam desconcertados, olharam-se perplexos um para o outro.

Por causa da mensagem de Galzu, com os planos para se construir uma arca deixados na tabuleta, se salvaram Ziusudra e a semente de vida humana da Terra, após o dilúvio, disse Enki. Devido a mensagem de Galzu nos ficamos na Terra, disse Enlil a seu pai Anu. O dia que voces três voltarem para Nibiru voces morrerão, disse-nos Galzu. Incrédulo disto estava Anu; a mudança de ciclos, certamente, causava estragos na fisiologia de quem vinha de Nibiru morar na Terra, mas se podia curar com elixires! De quem Galzu era emissário, se ele não foi enviado por Anu?, disseram em uníssono Enki e Enlil. Quem quis salvar aos humanos terrestres, quem fez com que ficássemos na Terra? Ninharsag moveu a cabeça lentamente: Galzu apareceu enviado pelo “Criador de Tudo Que Existe“.

A criação dos humanos terrestres também estava destinada para acontecer pelo nosso intermédio, disso devo me maravilhar! Durante um momento guardaram silêncio os quatro; cada um rememorou em seu coração os acontecimentos do passado. Enquanto nós decretávamos fados, a mão do destino dirigia cada passo em nossas vidas sem que o percebêssemos! Assim disse Anu. A vontade do “Criador de Tudo Que É” agindo é muito evidente: Na Terra e para os humanos terrestres, só somos emissários (do Criador de Tudo que É), e nada mais.

“A Terra pertence aos humanos terrestres, Ele nos utilizou para preservá-los e para lhes fazer avançar em evolução! Se essa for nossa missão aqui, atuemos de acordo com isso!” Assim falou Enki. Os grandes Anunnaki que decretam os fados intercambiaram conselhos no referente às terras: os Grandes Anunnaki decidiram criar regiões civilizadas, para proporcionar nelas conhecimentos para à Humanidade; fundar cidades para a civilização do homem terrestre, criar nelas recintos (Zigurates na Suméria) sagrados como morada para os Anunnaki; estabelecer a realeza na Terra, igual a de Nibiru, dar coroa e cetro a um homem escolhido; transmitir através dele a palavra dos Anunnaki ao povo, fazer cumprir o trabalho e desenvolver destreza; estabelecer nos recintos sagrados um sacerdócio, para servir e dar culto aos Anunnaki como senhores (“deuses”) nobres.



Ensinar os conhecimentos secretos, transmitir a civilização à Humanidade.
Os Anunnaki resolveram criar quatro regiões, três para a Humanidade, uma restringida a eles próprios: estabelecer a primeira região na antiga terra do Edin (n.t. Suméria, Mesopotâmia, entre os Rios Tigre e Eufrates, hoje o atual Iraque), sob o domínio de Enlil e seus filhos; para em seguida criar a segunda região na Terra dos Dois Estreitos (n.t. Norte da África (Egito), desde o Estreito de Gibraltar até o Mar Vermelho), para que a governasse Enki e seus filhos.

A terceira região se concedeu o governo a INANNA em uma terra distante, (n.t. O vale do atual Rio Indus, no subcontinente indiano, hoje o Paquistão, cidades cujos restos arqueológicos foram descobertos em Mohenjo-Daro e Harapa) para que não se mesclasse com as outras duas regiões; a quarta região, consagrada só para os Anunnaki, seria a península (atual península do Sinai) do Lugar dos Carros Celestiais (n.t. Havia ainda outra região densamente povoada pela raça vermelha, a descendência de Ka-in, com a capital sendo a cidade de Tenochtitlan, no atual México – Península do Yucatan). Vem agora o relato da viagem de Anu às terras de além dos oceanos (América do Sul), e de como na Primeira Região se restabeleceram cidades para os Anunnaki.

Tendo tomado as decisões a respeito das quatro regiões e das civilizações da Humanidade, Anu perguntou pelo seu neto Marduk. Quero vê-lo de novo!, disse Anu aos líderes. Se eu mesmo causei a cólera de Marduk ao convidar a Dumuzi e Ningishzidda para visitarem Nibiru! Questionava-se Anu; desejava reconsiderar o castigo de Marduk. Quando fizer sua viagem às terras de além dos oceanos (América do Sul), enviarei mensagem para Marduk, para que se encontre contigo! A região para onde foi banido, onde ele vaga, está naquelas partes da Terra! Assim disse Enlil a Anu. Antes do casal real ir às terras distantes, Anu e Antu inspecionaram o Edin e suas terras; visitaram a nova Eridú e Nibru-ki, viram o local onde se planejaram construir as cidades da primeira região.

No Eridú, Enlil se queixou de Enki: Enki guarda para si as fórmulas ME! Anu, sentado no assento de honra, disse palavras de louvor a Enki: Meu filho construiu uma magnífica casa para si, belamente sobre uma plataforma está elevada. Enki dará grandes conhecimentos às pessoas que rodeiam e servem à Casa; agora, os conhecimentos que se guardam em segredo nos ME, devem ser compartilhados com outros Anunnaki! Enki se sentiu irritado; prometeu a Anu compartilhar com todos as fórmulas divinas. Nos dias posteriores, Anu e Antu inspecionaram as outras regiões em espaçonaves celestes.

Depois, no décimo sétimo dia, o casal real voltou para o Unug-ki para descansar uma noite mais. Na manhã seguinte, quando os Anunnaki mais jovens chegaram ante Anu e Antu para serem abençoados, Anu se afeiçoou por sua bisneta Inanna; estreitou-a, abraçou-a e a beijou. Leve-se em conta todas as minhas palavras!, anunciou aos congregados: Este lugar, depois que formos embora, dee a Inanna como dote, que seja meu presente para Inanna a nave celeste na qual inspecionamos a Terra! Com regozijo, Inanna se pôs a dançar e a cantar, seus louvores a Anu chegariam a ser cantados como hinos com o passar do tempo. Depois, despedindo-se dos Anunnaki, Anu e Antu partiram para as terras além dos oceanos (a Cordilheira dos Andes, na América do Sul).

Enlil e Enki, Ninurta e Ishkur, foram com eles à terra dourada. Para impressionar a Anu, o rei, com as grandes riquezas de ouro, Ninurta construiu para Anu e Antu uma morada; seus blocos de pedra, esculpidos à perfeição, estavam revestidos por dentro de ouro puro. Um recinto dourado, com flores de coralina esculpida, esperava ao casal real de Nibiru! À beira de um grande lago (o Lago Titicaca) da montanha se erigiu a morada. Mostrou aos visitantes como se recolhiam as pepitas de ouro. Aqui há ouro suficiente para muitos Shars vindouros!, disse Anu satisfeito. Em um lugar próximo, Ninurta mostrou a Anu e a Antu um montículo artificial, Ninurta explicava como foi feito um lugar para fundir e refinar os metais.

Mostrou-lhes como se extraía um novo metal das pedras: o Anak (o Estanho, encontrado em abundância no Peru e Bolívia), “Feito Anunnaki”, ele foi nomeado, mostrou-lhes como, ao combiná-lo com o abundante cobre, tinha inventado um forte metal (o BRONZE). No grande lago, desde cujas costas chegam os metais, Anu e Antu navegaram. O Lago do Anak o chamou Anu, a partir de então foi seu nome.

Depois, das terras do (América do) norte, terras onde se caçavam grandes (Búfalos) bestas com chifres em sua pradarias, veio Marduk ante seu pai Enki e seu avô Anu; Nabu, seu filho, estava com ele. Quando Enki perguntou por Sarpanit, Marduk lhes falou com pesar de sua morte. Agora, só Nabu esta comigo!, disse Marduk a seu pai Enki e a seu avô, Anu, que estreitou contra seu peito a Marduk: Suficientemente fostes castigado!, disse-lhe Anu; pondo a mão direita na cabeça de Marduk, Anu benzeu a Marduk para ser definitivamente perdoado.


O lago Titicaca, na Cordilheira dos Andes

Do lugar dourado, acima nas montanhas (Cordilheira dos Andes), todos os que se reuniram foram até a planície de baixo Planície de NAZCA). Ali, estendendo-se até o horizonte, Ninurta tinha preparado um novo lugar para os carros. O carro celestial de Anu e Antu estava ali preparado, carregado até os batentes com ouro. Quando chegou a hora de partir, Anu disse a seus filhos palavras de despedida e de orientação: Seja o que seja que o Destino (a vontade do Criador de Tudo Que É) pretende para a Terra e para os humanos terrestres, deixem que aconteça! Se para o Homem, e não mais para os Anunnaki, está destinada a herança da Terra, ajudemos o destino. Deem o conhecimento à Humanidade, lhes ensinem até certa medida os segredos do céu e da Terra, lhes ensinem leis de justiça e retidão. Estas instruções deu, fraternalmente, Anu a seus filhos, Enki e Enlil.

Uma vez mais se estreitaram, abraçaram-se e se beijaram, e do novo lugar dos carros celestiais Anu e Antu partiram para Nibiru. O primeiro a romper o pesaroso silêncio foi Marduk; suas palavras continham muita ira: O que é este novo Lugar dos Carros Celestiais?, exigiu uma explicação aos outros. O que ocorreu depois de meu exílio sem meu conhecimento? Quando Enki falou com Marduk das decisões das quatro regiões, a fúria de Marduk não conheceu limites: por que Inanna tem uma região só sua para governar, a causadora da morte de Dumuzi? As decisões foram tomadas, não se podem mais alterar! Assim disse Enlil a Marduk. Voltaram para o Edin e às terras adjacentes em naves celestes separadas. Pressentindo problemas, Enlil deu instruções ao Ishkur para que ficasse atrás, para vigiar o ouro.

Para comemorar a visita do rei Anu, introduziu-se uma nova conta da passagem do tempo, um novo calendário, com a contagem pela passagem dos anos da Terra, não mais pela passagem dos Shars de Nibiru (1 Shar equivalente a 3.600 anos da Terra), para contar o que acontecesse na Terra. Na Era de Touro (o calendário tem início em 3.760 a.C., durante a Era de Touro, iniciada em 4.468 a.C), que foi dedicada a Enlil, começou a contagem pelos anos da Terra. Quando os líderes retornaram ao Edin, o lugar da primeira região civilizada, os Anunnaki ensinaram aos Terrestres como fazer tijolos com barro, para com eles construir casas e cidades. Mas onde uma vez só se levantaram as cidades dos Anunnaki, também levantavam-se agora cidades tanto para eles bem como para os Terrestres.



Nessas novas cidades se consagraram recintos sagrados para os grandes Anunnaki (os Zigurates), nelas, se proporcionou aos Anunnaki nobres moradas, às que a Humanidade chamou Templos; neles, servia-se e se dava culto (divino) aos Anunnaki como Senhores Nobres, lhes honravam com números, a linha sucessória à Humanidade fizeram saber: Anu, o celestial, tinha a lista do número sessenta, a Enlil foi dado o número cinqüenta, a Ninurta, seu filho principal, Enlil lhe concedeu a mesma lista de cincoenta. O seguinte na sucessão era o senhor Enki, sustentava o número quarenta; a Nannar, o filho de Enlil e Ninlil, se atribuiu a lista do número trinta. A seu filho e sucessor, Utu, tocou-lhe o número vinte; ao resto dos filhos dos líderes Anunnaki lhes foi concedido a lista do número dez. As listas dos números cinco se compartilharam entre as mulheres Anunnaki e as esposas.

Depois que se terminaram a reconstrução de Eridú e Nibru-ki e suas morada-templos, construiu-se no Lagash o recinto do Girsu para Ninurta, ali se resguardava Ninurta e Bau, sua esposa, O Caçador Supremo e o Golpeador Supremo, as armas que Anu lhe deu de presente, protegiam o Eninnu. Onde antes do Dilúvio se localizava Sippar, em cima de um monte elevado, Utu fundou uma nova Sippar. No Ebabbar, a Casa Brilhante, levantou-se uma morada para Utu e sua esposa Aia. Dali, Utu promulgou leis de justiça para a Humanidade. Onde os estragos do dilúvio foram irrecuperáveis e não se pôde seguir os planos de antanho, se escolheram novos locais para antigas instalações. Adab, numa localização não distante do Shurubak, converteu-se no novo centro de Ninharsag. Ali, sua morada-templo recebeu o nome da “A Casa do Socorro e do Conhecimento Curador”; em seu santuário guardou Ninharsag os ME de como se criou os seres humanos Terrestres.

A Nannar foi proporcionado uma cidade com ruas retas, canais e molhes; Urim era seu nome, a sua morada-templo (Zigurate) se chamou Casa da Semente do Trono, ela refletia os raios da Lua sobre suas terras. Ishkur voltou para as terras montanhosas do norte, sua morada se chamou a Casa das Sete Tormentas. Inanna residiu no Unug-ki, vivia na morada que Anu lhe tinha dado. Marduk e seu filho Nabu passaram a viver no Eridú, no Edin não tinham suas próprias moradas. Vem agora o relato da primeira Cidade dos Homens construída e da realeza na Terra, e de como Marduk tramou construir uma torre e de onde Inanna roubou os ME.

Na Primeira Região, nas terras do Edin e nas cidades com recintos sagrados (Templos, Zigurates), os senhores Anunnaki ensinaram trabalhos e ofícios aos Terrestres. Não muito depois se irrigaram os campos, logo as embarcações navegavam em rios e por seus canais; redis para conter rebanhos de gado foram feitos e os celeiros logo estavam transbordantes com alimentos, a prosperidade e abundância novamente enchia toda a terra. Ki-Engi, a Terra dos Nobres Vigilantes, se chamou à Primeira Região (Suméria, na Mesopotâmia). Depois, decidiu-se deixar que as pessoas humanas de cabeça negra tivessem uma cidade para elas mesmas. Kishi, Cidade Cetro, chamou-se, em Kishi (histórica KISH) começou a realeza do Homem. Ali, em terreno consagrado, Anu e Enlil implantaram o Objeto Brilhante Celestial. Nele, Ninurta designou o primeiro rei, Homem Poderoso foi seu título real. Para fazê-lo centro da Humanidade Civilizada, Ninurta viajou até Eridú para obter de Enki as tabuletas ME que conservavam as fórmulas divinas para a realeza.

Com o traje adequado, Ninurta entrou no Eridú com respeito, perguntou pelos ME da realeza: Enki, o senhor que salvaguarda todos os ME, concedeu a Ninurta cinqüenta ME. No Kishi, ensinou às pessoas de cabeça negra a calcular com números, a celestial Nisaba lhes ensinou a escrever, a celestial Ninkashi lhes mostrou como fazer cerveja. No Kishi, dirigidos por Ninurta, proliferou o trabalho do forno e da forja de metais, carretas com rodas, puxadas por asnos machos, criaram-se habilmente no Kishi. No Kishi se promulgaram leis de justiça e de reta conduta. Foi no Kishi onde o povo compôs hinos de louvor a Ninurta: de suas heróicas façanhas e vitórias cantavam, sobre o seu “terrível Pássaro Negro” cantavam, de como tinha submetido aos bisões em terras longínquas, como tinha encontrado o metal (estanho) branco para mesclá-lo com o cobre.


Restos do Zigurate da antiga cidade bíblica de Ur, na Mesopotâmia

Foi um tempo glorioso para Ninurta, que foi honrado com a Constelação do Arqueiro (Sagitário) lhe sendo dedicada. Enquanto isso, Inanna esperava para exercer seu domínio sobre a Terceira Região, ela exigia dos líderes os seus domínios. A Terceira Região virá depois da segunda ser implantada!, asseguravam-lhe os líderes Anunnaki. Depois de perceber como Ninurta tinha ido ao Eridú, de como tinha obtido o ME da realeza, Inanna urdiu um plano em seu coração, tramou a obtenção do ME de Enki. Enviou a sua donzela de câmara Ninshubur a Eridú, para anunciar uma visita de Inanna. Depois de ouvir isto, Enki deu rapidamente instruções a Isimud, seu mordomo: A donzela, completamente só, dirige seus passos até minha cidade de Eridú, Quando chegar, completamente sozinha, fá-la entrar em minhas câmaras interiores. Lhe ponha água fria para que refresque seu coração, lhe dê bolos de cevada com manteiga, prepara vinho doce, enche as vasilhas de cerveja até a borda!

Quando Inanna entrou sozinha na morada de Enki, Isimud seguiu as ordens do Enki; depois, quando Enki recebeu a Inanna, viu-se afligido pela beleza da Inanna: Inanna ia cheia de jóias, através de seu fino vestido se lhe revelava seu corpo. Quando ela se inclinava, Enki admirava completamente seus seios. Beberam vinho doce das taças, competiram em beber cerveja. Mostre-me os ME!, disse-lhe Inanna a Enki brincando, Deixa que eu segure um ME em minha mão! Sete vezes no transcurso da competição Enki deixou Inanna sustentar os ME, as fórmulas divinas de governo, a realeza, o sacerdócio e dos registros, Enki deixou Inanna sustentar os ME do traje amoroso e da guerra; da música e do canto, do trabalho da madeira, dos metais e das pedras preciosas, os noventa e quatro ME necessários para os reinos civilizados deu Enki a Inanna. Segurando com força os seus prêmios obtidos, Inanna fugiu do dormitório de Enki; apressou-se em chegar a seu Navio do Céu, deu instruções de elevar-se e afastar-se ao seu piloto. Quando Isimud despertou a Enki de seu torpor, disse prende a Inanna!, disse a Isimud. Quando Enki ouviu de Isimud que Inanna já tinha partido em seu Navio do Céu, deu instruções a ele para que perseguisse Inanna na nave celeste de Enki. Temos que recuperar todos os ME!, disse-lhe.

Isimud interceptou o Navio do Céu de Inanna nas cercanias do Unug-ki, a fez voltar para Eridú e enfrentar à ira de Enki. Mas quando Inanna foi levada de volta a Eridú, os ME não estavam com ela: Inanna já os tinha dado à sua donzela de câmara, Ninshubur, para a Casa de Anu em Unug-ki os tinha levado Ninshubur. Em nome de meu poder, em nome de meu pai Anu, ordeno que me devolvas os ME! Assim lhe falou Enki, enfurecido, a Inanna; em sua morada a deixou cativa. Quando ouviu isto, Enlil foi a Eridú para enfrentar-se com seu irmão. Em justiça obtive os ME, o mesmo Enki os pôs em minhas mãos! Assim o disse Inanna a Enlil; verdade que Enki admitiu.

Quando chegar a seu fim o tempo da cidade de Kishi, a realeza passará ao Unug-ki declarou Enlil. Quando Marduk ouviu tudo isto, enfureceu-se enormemente, sua ira não conheceu limites. Suficiente foi minha humilhação!, gritou Marduk a seu pai Enki. Imediatamente, exigiu de Enlil uma cidade sagrada para si mesmo no Edin. Mas Enlil não teve em conta a petição de Marduk, e Marduk tomou em suas próprias mãos o fado. Considerou um lugar que tinha sido selecionado para a chegada de Anu, antes que se decidissem pelo Unugki, chamou a seu filho Nabu, aos Igigi e a seus descendentes desde suas terras dispersas, para fundar uma cidade sagrada para Marduk, um lugar para as espaçonaves celestes!



Quando seus seguidores reunidos no lugar não encontraram pedras com as quais construir, Marduk lhes mostrou como fazer tijolos e cozê-los ao fogo, para que servissem como pedras; com tudo isto, começaram a construir uma torre cujo topo pudesse alcançar os céus. Enlil se apressou em ir ao lugar para frustrar o plano, tentou aplacar a Marduk com palavras de calma; mas não conseguiu deter a Marduk e a Nabu em sua empresa. Enlil reuniu a seus filhos e netos no Nibru-ki; consideraram todos o que podiam fazer. Marduk está construindo um Pórtico para o Céu não permitido, o está confiando aos Terrestres! Assim disse Enlil a seus filhos e netos.

Se permitirmos que isto ocorra, nada de quanto se proponha a Humanidade ela deixará de alcançá-lo! Terá que deter este malfadado plano!, disse Ninurta; todos concordaram nisso. Era de noite quando, desde o Nibru-ki, chegaram os Anunnaki enlilitas, desde suas naves celestes deixaram cair sobre a torre em construção fogo e enxofre; à torre e a todo o acampamento deram fim por completo. Então, Enlil decidiu dispersar o líder e a seus seguidores, Enlil decretou confundir seus conselhos na sucessão, destruir sua unidade: até agora, todos os Terrestres tinham uma só linguagem, em uma única língua se falam. Na sucessão confundirei sua linguagem, para que não se compreendam mais entre si!

Tudo isto aconteceu no ano trezentos e dez (ano 3.450 a.C) desde que começou a contagem do tempo pelos anos da Terra: em cada região e em cada terra fez falar às pessoas em línguas diferentes, depois deu a cada povo uma forma diferente de escritura, para que não se pudessem compreender uns aos outros. Vinte e três reis reinaram em Kishi, durante quatrocentos e oito anos foi a Cidade do Cetro; também foi no Kishi que um amado rei, Etana, foi levado em uma viagem celestial. Que no tempo atribuído se transfira a realeza ao Unug-ki! Assim o decretou Enlil. Até seu chão se transferiu o Objeto Brilhante Celestial desde o Kishi. Quando lhe anunciou ao povo a decisão, cantaram a Inanna um hino de exaltação.

Dama dos ME, Reina, brilhante resplandecente, justa, vestida radiante, amada do céu e a Terra; pelo amor de Anu foi consagrada, portadora de grandes adorações, sete vezes obteve os ME, em sua mão os sustenta. Destinados para a tiara da realeza, adequados para o supremo sacerdócio, Dama dos grandes ME, deles é a guardiã! No ano quatrocentos e nove desde que começou a conta dos anos da Terra, se transferiu ao Unug-ki a realeza da Primeira Região; seu primeiro rei foi o supremo sacerdote da morada do templo de Eanna, era um filho de Utu! Quanto a Marduk, foi à Terra dos Dois Estreitos, esperava ser o senhor da Segunda Região (governada por Enki, seu pai), uma vez ali se estabelecesse.


Reprodução de Inanna, em uma estela suméria, segurando dois Anks (símbolo da vida), sobre dois leões (seu animal símbolo) com duas corujas (símbolo de sabedoria) em seus lados.

Vem agora o relato de como se estabeleceram a Segunda e a Terceira Região de civilização no planeta, e de como Ningishzidda foi exilado e Unug-ki ameaçou a Aratta. Quando Marduk, depois de uma larga ausência exilado, voltou para a Terra dos Dois Estreitos, encontrou ali a Ningishzidda como seu senhor, seu Nobre Senhor era Ningishzidda. Ele fiscalizava as terras com a ajuda dos descendentes dos Anunnaki que se haviam casado com mulheres terrestres, o que uma vez Marduk tinha planejado e instruído, Ningishzidda o tinha revogado. O que é que se passou? exigiu saber Marduk. Ele acusou a Ningishzidda da destruição do oculto, de fazer Hóron (Hórus) partir para um lugar deserto, um lugar que não tem água, um lugar sem limites onde não desfrutava de prazeres sexuais!

Os dois irmãos criaram um alvoroço, se envolveram (de novo Marduk) em uma amarga disputa. Chamada a atenção, aqui estou em meu próprio lugar!, disse Marduk a Ningishzidda. Você tomou o meu lugar; de agora em diante, tu só serás um ajudante meu. Mas se te sentes inclinado para a rebelião, a outra terra terá que largar! Durante trezentos e cinqüenta anos da Terra, estiveram brigando os irmãos na Segunda Região, a terra dos Estreitos. Durante trezentos e cinqüenta anos, esteve a terra no caos, havia diferenças entre os irmãos. Então, Enki, o pai de ambos, disse a Ningishzidda: Pelo bem da paz, parte para outras terras! Ningishzidda optou por ir a uma terra de além dos oceanos (América do SUL), com um grupo de seguidores se foi para ali.

Seiscentos e cinqüenta anos da Terra era nesse momento a conta (ano 3.508 a.C.), mas nos novos domínios, onde Ningishzidda foi chamado de “A Serpente Alada” (n.t. Quetzatcoatl), começou uma nova contagem própria do tempo (Calendário MAIA). Na Terra dos Dois Estreitos se estabeleceu a Segunda Região sob o domínio de Marduk; nos anais da Primeira Região chamaram esta região de MAGAN, Terra do Rio (NILO) das Cascatas. Mas, para a gente da Segunda Região, quando as línguas se confundiram, lhe chamaram a partir de então HEM-LHA, a “Terra Marrom Escura”. Na nova língua se chamou aos Anunnaki, os Vigilantes Guardiões como Neteru. Marduk foi adorado como o deus RÁ, o Brilhante; a Enki se passou a venerar como PTAH, o Construtor.



A Ningishzidda se renomeou como Tehuti (mais tarde seria mudado para Thoth), o Mediador Divino; para apagar sua memória (de Tehuti, Thoth, Ningishzidda), Ra-Marduk substituiu sua imagem no Leão de Pedra pela de seu filho Assar. Ra fez com que o povo contasse por dez, não mais por sessenta; também dividiu o ano em doze meses, substituiu a observação da Lua pela observação do Sol. Enquanto sob o senhorio do Tehuti se restabeleceram as antigas Cidades do Norte e Cidades do Sul (no vale do Rio Nilo), Marduk/Ra uniu em uma só Cidade da Coroa as duas terras, a do Norte e a do Sul. Um rei, um descendente do Neteru e terrestre, designou ali; Mena foi seu nome (Faraó Menés). Onde as duas terras (África e Oriente Médio) se encontram e o grande rio se divide (o delta do rio Nilo), Ra fundou uma Cidade do Cetro. Deu-lhe esplendor para ultrapassar a cidade de Kishi, na Primeira Região, e a chamou de Mena-Nefer, a Beleza de Mena.

Para honrar a seus maiores, Ra construiu uma cidade sagrada, para honrar ao rei de Nibiru a chamou de Annu; ali, sobre uma plataforma, erigiu uma morada templo para seu pai Enki-Ptah, o seu ápice, em cima de uma alta torre, saía para o céu como um foguete afiado. Em seu santuário, Ra depositou a parte superior de sua Barca Celestial, e a chamou Ben-Ben; era aquela na qual tinha viajado do Planeta dos Inumeráveis Anos. No dia de Ano Novo, o rei realizava as cerimônias como Sumo Sacerdote, unicamente nesse dia, entrava sozinho na profunda Sala da Estrela, ante o Ben-Ben punha as oferendas. Para beneficiar à Segunda Região (e seu filho), Enki-Ptah deu a Ra-Marduk todo tipo de ME, para que sua civilização florescesse.

O que eu sei que você não saiba?, perguntou-lhe o pai (Enki) a seu filho (Marduk). Ele deu a Ra todo tipo de conhecimento, menos o de reviver aos mortos. Como um Grande dos Doze (constelações) Celestiais, Ptah atribuiu a Ra a constelação do signo do Carneiro (Áries). Ptah regulou o fluxo da água do Hapi (Rio Nilo), o grande rio do país, para Ra e seu povo, não demorou para chegar a abundância aos férteis solos cobertos de barro pelas cheias, homens e gados se multiplicaram. Os líderes Anunnaki se animaram com o êxito da Segunda Região; procederam a estabelecer a Terceira Região. Decretaram fazê-la um domínio de Inanna, tal como lhe tinha sido prometido.

Como corresponde à senhora de uma região, lhe atribuiram uma constelação celestial: previamente, junto com o seu irmão Utu, ela compartilhava a Estação (Constelação de) dos Gêmeos, a partir de então, como presente de Ninharsag, a Constelação da Virgem foi atribuída a Inanna; no ano oitocentos e sessenta (2.900 a.C.), segundo a conta dos anos da Terra, honrou-se assim a Inanna. Longe, nas terras orientais, além das sete cadeias montanhosas, estava a Terceira Região. Zamush, a Terra das Sessenta Pedras Preciosas, chamou a seu reino das terras altas Inanna.


Como seria a entrada da cidade de Harappa, no vale do rio Indus.

Aratta (Harappa?), o Reino Arborizado, estava localizado no vale de um grande rio sinuoso; numa grande planície, as pessoas cultivavam cereais e pastoreavam o gado. Também se construíram duas cidades (n.t. Hoje as suas ruínas são Mohenjo-Daro e Harapa, no Vale do rio Indus, no atual Paquistão) com tijolos de barro, encheram-nas de celeiros. Como exigia o decreto de Enlil, o Senhor Enki, Senhor da Sabedoria, designou uma nova língua para a Terceira Região, um novo tipo de signos de escritura elaborou para ela, em sua sabedoria, Enki criou para Aratta uma língua de homem até então desconhecida; mas Enki não deu os ME dos reinos civilizados à Terceira Região: Que Inanna compartilhe com a nova região o que obteve para o Unug-ki!, declarou Enki.

Em Aratta, Inanna designou um pastor-chefe, era parecido a seu amado Dumuzi. Inanna viajava em sua nave celeste do Unug-ki a Aratta, voava sobre montanhas e vales. Tinha em muita estima as pedras preciosas do Zamush, levava com ela lápis lázuli puro até o Unug-ki. Naquele tempo, o rei no Unug-ki era Enmerkar, era o segundo rei a reinar ali; foi ele o que expandiu as fronteiras do Unug-ki, por suas glórias se exaltou a Inanna. Foi ele o que cobiçava a riqueza da Aratta, tramou conseguir a supremacia sobre Aratta. Enmerkar despachou em direção à Aratta um emissário para exigir as riquezas de Aratta como tributo. Sobre as sete cadeias montanhosas, cruzando terras ressecadas e, depois, empapado pelas chuvas, o emissário foi até a Aratta, repetiu-lhe palavra por palavra ao rei de Aratta as exigentes palavras de Enmerkar.

O rei de Aratta era incapaz de entender sua língua; soava-lhe igual a um zurro de um burro. O rei de Aratta deu ao emissário um cetro de madeira no que tinha inscrito uma mensagem. A mensagem do rei pedia que Unug-ki compartilhasse com Aratta os ME, como presente real para o Unug-ki se carregou muitos burros com cereais, que foram com o emissário de volta até Unug-ki. Quando Enmerkar recebeu o cetro inscrito, ninguém compreendeu sua mensagem em Unug-ki. Levou-o da luz à sombra, levou-o da sombra à luz; que tipo de madeira é esta?, perguntou. Depois, ordenou que a plantassem no jardim. Passaram cinco anos, passaram dez anos, do cetro cresceu um arbusto, era um arbusto de árvore de sombra.

O que faço?, perguntou-lhe o frustrado Enmerkar a seu avô Utu. Utu intercedeu com a celestial Nisaba, senhora dos escribas e das escrituras. Nisaba ensinou a Enmerkar a inscrever sua mensagem em uma tabuleta de argila, estava escrita na língua de Aratta. A mensagem se entregou por mão de seu filho Banda: Submissão ou guerra!, dizia a mensagem a Aratta. Inanna não abandonou Aratta, Aratta não se submeterá ao Unug-ki!, disse o rei de Aratta. Se Unug-ki desejar a guerra, que se encontrem um guerreiro contra um guerreiro de cada cidade! Melhor ainda, trocaremos tesouros pacificamente; que Unug-ki dê seu ME em troca das riquezas de Aratta!



No caminho de volta, levando a mensagem de paz, Banda caiu doente; seu espírito lhe deixou. Seus camaradas lhe levantaram a cabeça, mas ele estava sem o fôlego da vida; no Monte Hurum, no caminho de Aratta, Banda foi abandonado à sua morte, Unug-ki não recebeu as riquezas de Aratta, Aratta não obteve os ME do Unug-ki. Na Terceira Região, a Humanidade Civilizada “criada pelos Anunnaki” não floresceu de todo.

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
  6. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  7. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  9. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  10. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  11. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  12. http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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As Plêiades e o Cinturão de Fótons – 2, final

As Plêiades e o Cinturão de Fótons 

Parte 2, final

Posted by Thoth3126 on 11/05/2015





O Cinturão de Fótons, os Maias e as Plêiades, parte 2, final.

Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do Cinturão de Fótons marca o início de uma expansão de consciência para a parcela da humanidade em evolução, para além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou o início desta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão. …



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

… A cada dez mil anos o Sistema Solar entraria durante 2.160 anos no anel, no cinturão de fótons (Photon Belt em inglês), ficando exposto à energia da estrela central das Plêiades, ALCYONE, por sua vez carregada pela energia do sol central da Galáxia, Hunab Ku.

Consciência é Luz. Luz é Informação, ignorância é escuridão.

Na Atualidade desvelam-se histórias e acumulam-se testemunhos que apontam os tempos de hoje como apocalípticos, isto é como tempos de revelação divina de coisas que até agora permaneciam secretamente afetos a profetas escolhidos e que escolheram estar com Deus (e aos membros de sociedades secretas).


As Plêiades, no destaque a estrela central do sistema, Alcyone.

Hoje a aproximação das realidades Superiores constitui uma possibilidade para a nossa própria consciência e está ao alcance de todos QUE ASSIM O DESEJAREM. Foram idéias desafiadoras como as descritas anteriormente que nos colocaram no trilho da descoberta de realidades que nos fizeram viajar por novos conceitos e percepções, entre os quais, o cinturão de fótons.

O cinturão de fótons trouxe-nos a chave de múltiplas e fascinantes revelações uma vez que para discernir sobre essa energia foi preciso discorrer, entre muitos outros mistérios, sobre a espiral de Alcyone, as Plêiades, os Maias e o calendário Maia. Mas afinal:
- O Que são as Plêiades?
- O que é Alcyone?
- Quem são os Maias?
- De onde vêm os Maias?
- O que é o cinturão de fótons?
- Qual o seu impacto nas nossas vidas?

Estas perguntas impuseram à busca pelas respostas e na medida que elas foram sendo encontradass presenciamos escancaradas múltiplas e enigmáticas janelas da consciência. As portas do conhecimento sempre franquearam a entrada mas legavam a tarefa árdua da responsabilidade de desenvolver discernimento (e esta tarefa não é para preguiçosos).

Por isso na procura da partilha da síntese desta colheita poderemos apenas desenhar um vislumbre de aproximação. Tudo começa quando mergulhamos na aventura da descoberta da terra do nunca e daquilo que jamais poderá ser dito ou explicado na expectativa de trazer um pouco desse céu á terra.


Cultura Maia.

E foi assim que o sonho ou o “fim do sono” começou: deitado de costas na relva, totalmente entregues a contemplação da beleza dum céu estrelado percebemos a terra como um ínfimo pontinho da galáxia onde é possível pressentir a infinitude do universo:
Afinal o nosso amado Sol, apesar de único, é uma entre bilhões de outras estrelas de todo o Cosmos!
Como é possível pensar-se o homem como o centro do mundo? Talvez do nosso? Talvez nem isso?

- O nosso Sol, a oitava estrela de uma espiral que tem inicio em Alcyone, a estrela central das Plêiades! A progenitora de uma das inúmeras espirais estelares da Via Láctea!

As Plêiades são um grupo de estrelas na constelação de Touro. São visíveis no hemisfério Norte e Sul e consistem em várias estrelas brilhantes e quentes que foram formadas ao mesmo tempo dentro de uma grande nuvem de gás e poeira interestelar.

São ainda conhecidas como Aglomerado Estelar M45 e como “Subaru” no Japão e eram sagradas e conhecidas por todas as culturas antigas do planeta, como os persas que a chamavam de Soraya, e até pelos índios do Brasil, os Tupinambás que às chamavam de Seichu. Na mitologia Grega as Plêiades eram identificadas como as filhas de Atlas que cansadas de serem perseguidas pelo caçador Órion, pediram a Júpiter para transformá-las numa constelação.


Ruínas dos templos Maias, no México, acima e no canto superior direito a Pirâmide da Lua.

A Bíblia faz-lhes referência no livro de Jó: O confronto com Deus 9:9 declarando que Deus “criou a Ursa Maior, Órion (KESIL na bíblia); e as Plêiades” que são chamadas de KIMAH em algumas passagens da bíblia. Na filosofia esotérica hindu as Plêiades são conhecidas como Krittikas, tem um significado oculto relacionados com o SOM e princípios místicos da criação na natureza.

QUEM SÃO OS MAIAS?

Como que para enfatizar a importâncias das Plêiades, a segunda maior estrela em brilho dessa constelação se chama MAIA (dai podemos imaginar a origem extraplanetária do povo Maia…) Há quem lhes chame os Observadores Celestiais da Selva ou os Senhores do Tempo. MAIA, a terceira estrela da espiral de Alcyone!!! MAIAS, uma civilização que viveu e desapareceu na América Central numa atmosfera de mistério, enigma e que ainda hoje apela ao imaginário aventureiro humano.

Cidades com seus tesouros incríveis foram abandonados intactos, engolidas pela selva verde e luxuriante: pirâmides que apontavam para o céu, tentando tocar os deuses; monumentos elaboradamente esculpidos e decorados, com a sua história descrita por hieróglifos artísticos cujo significado apagou-se com a poeira do tempo. A mística dos Maias despertou a imaginação e a curiosidade dos Europeus desde que os espanhóis pisaram pela primeira vez a península de Yucatan, no México e viram os vestígios das cidades perdidas na selva.


As estrelas Maia, Alcyone e Merope, nas Plêiades, envoltas em um sutil campo de energia.

Era algo de inacreditável, mas estava ali o testemunho da presença de uma civilização avançada na selva (Teotihuacan, Palenque, Uxmal, Chichén Itzá, Copán são algumas das mais de 50 cidades Maias encontradas na América Central).

Primeiro a Erosão depois muita aventura predadora, a caça aos tesouros, a ganância e reações obscurantistas contribuíram largamente para o desaparecimento do patrimônio e conhecimento legado por essa fantástica civilização. Não obstante e apesar da escrita hieroglífica dos maias estarem ainda longe de ser decifrada a perícia dos investigadores tem obtido sucesso ao comparar as datas inscritas nas pedras com o calendário católico.

Então se estimou que cerca de seis séculos antes da chegada dos espanhóis ao continente americano ( em 843 d.C.), por razões misteriosas, os maias abandonaram as suas cidades e deixaram que a selva as engolisse. Mas deixemos a história entregue a si mesma e alinhemos o sentido do mistério que envolve os Maias com aura de povo galáctico e como veículo de revelação de sabedoria Superior susceptível de orientar e acelerar a evolução da humanidade.

As Ruínas das cidades Maias


A Pirâmide do Sol dos Maias na Avenida dos Mortos em Teotihuacan.

A memória da função dos Maias tem vindo a ser reacendida nas últimas décadas, com o estudo dos vestígios da sua civilização e dos seus 17 calendários sagrados à luz de uma visão cosmológico-especulativa que procura ver e apresentar o universo como um reino sagrado, um universo de matéria, energia e informação, mas também um universo povoado de seres espirituais.

Nesta visão os Maias, seres oriundos da terceira estrela da espiral das Plêiades, conhecida como a estrela Maia, são os orquestradores do tempo nos vários mundos que se encontram nessa espiral, incluindo a Terra.

Vieram ao planeta terra para legar sabedoria cósmica, não permaneceram por muito tempo. Por isso antes do seu misterioso desaparecimento certificaram-se de que os seus calendários estivessem implantados com segurança na terceira dimensão, esculpindo-os em pedra (material quase eterno) em locais situados por toda a civilização Maia, na península do Yucatán, no México.


Localização da civilização Maia, na América Central, Península do Yucatan, hoje o México e parte da Guatemala.

Sobretudo o calendário que revela o ciclo maior de 25.920 anos correspondente à orbita do nosso sistema solar ao redor de Alcyone, o Sol Central das Plêiades, período que pode ser considerado como UM ANO SOLAR. Os maias acreditavam que a humanidade seria conduzida a uma dimensão mais alta no período de tempo que ora se iniciará em 2.012.

Eles denominavam o fim de um ciclo de seu calendário, como o Fim dos Tempos. O fim do Calendário Maia em seu 13º Baktun, de contagem longa, de 5.125 anos, que se iniciou em Agosto de 3.113 e terminou no dia de 21 de dezembro de 2012. O fim do calendário Maia é a mudança da Era astronômica de Peixes para Aquário e o fim do TEMPO como nos estamos habituados a percebê-lo.

Veremos mais à frente a importância deste acontecimento astronômico que coincidiu com a entrada da terra no cinturão de fótons.


A Comprovação do Cinturão de Fótons: O novo telescópio NuSTAR- Nuclear Spectroscopic Telescope, gravou esta expansão violenta de energia emitida pelo supermassivo buraco negro chamado de Sagitário A do Centro da nossa Galáxia Via Láctea no final de julho. A imagem de fundo mostra um amplo campo de visão, em infravermelho do centro da Galáxia. Inserções de zoom no buraco negro (por trás do Sol Central da Galáxia) gravou como a energia se inflama desde o centro em repouso, explodindo para em seguida, desaparecer. O gás mais quente, localizado perto do buraco negro, pulsa como o ponto branco central visto nas imagens de raios-X. O gás um pouco mais frio fica associado com um gás remanescente de uma velha explosão de uma supernova nas proximidades e é responsável pela existência da nuvem circundante (DO RAIO) rosa.Foto: NASA / JPL-Caltech. Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/nustar/main/index.html

O QUE É O CINTURÃO DE FÓTONS?

O Cinturão de Fótons é um fenômeno astronômico. Percebido pela primeira vez em 1961, detectado através de satélites. A descoberta do Cinturão de Fótons marcou o início da expansão da consciência além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos sessenta simbolizou o começo desta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível se perceber o Cinturão.

Sabia-se até então que a Terra move-se à volta do Sol com os outros planetas e luas, que estão todos a girar. Sabe-se agora que cada planeta tem quatro movimentos:

1. o de rotação – em torno do próprio eixo
2. o de translação – em torno do sol
3. o de alinhamento do seu eixo com o eixo do sol ( de preferência tornando-se perfeitamente paralelo)
4. o movimento cíclico de aproximação e de afastamento do núcleo da galáxia – neste último caso, o planeta simplesmente acompanha o movimento conjunto de todo o sistema solar que, de tempos em tempos, se acerca do seu Sol Central do seu local na galáxia – Alcyone nas Plêiades.

Se considerarmos somente o plano da elíptica, os três primeiros movimentos são percebidos. Se expandirmos a nossa mente para uma consciência galáctica, surge a compreensão desse movimento em espiral (ascenção) em direção a Alcyone. Assim teremos consciência de que:
a) O sistema solar gira na espiral de Alcione, a estrela central da constelação das Plêiades. Um giro completo de todo o nosso sistema solar leva 25.920 anos.
b) As Plêiades giram em espiral dentro da galáxia da Via Láctea ao redor do Grande Sol Central da própria Galáxia .
c) A Galáxia gira em torno do seu próprio eixo…



Acima: o ANAHATA o quarto Chakra, no coração, a sede e local de residência da alma dentro do corpo humano, um Fóton de Luz (ou a alma, o nosso ser real) que emana do criador e que esta alojado em uma câmara no interior de nosso coração físico:

O Cinturão de Fótons no esquema destacado como banda de fótons é então o nome dado a um gigantesco anel de radiação emitido pelo Sol Central de nossa Galáxia (Hunab Ku, como os Maias o chamavam) que passa por Alcyone que é uma fonte secundária, localizada na Constelação das Plêiades, em torno da qual orbita o nosso sistema solar e todos os planetas que o acompanham.

Este movimento do nosso sistema solar em sentido anti-horário ao redor de Alcyone, é um fenômeno cíclico e a cada onze mil anos o Sistema Solar penetra por 2.160 anos no anel de fótons, ficando mais “iluminado” pela luz de Alcyone.

Na Era de Aquário, que está se iniciando a partir de 22 de dezembro de 2.012, ficaremos outros 2.160 anos dentro deste disco de radiação.

ASSIM:
Para cada órbita completa em torno de Alcyone, o nosso sol, a lua e os planetas atuais mergulham por duas vezes nesse anel de micro partículas de radiação de Fótons (luz), uma vez para o norte e uma vez para o sul. ( 25.920 Anos) Durante esse período o nosso sistema solar passa onze mil anos na escuridão ( noite galáctica) por 2.160 anos de Luz (= cinturão de fótons = informação de luz dimensões superiores=Era de luz.)


Representação do Sol Central da Galáxia, Hunab Ku, da dualidade, positivo e negativo, luz e trevas, branco e preto, masculino e feminino, sem a qual o universo material não existiria.

Qual a diferença entre viajar na Noite galáctica e no cinturão de fótons?

Os corpos que viajam no cinturão de fótons tornam-se menos densos, mais multidimensionais, são menos matéria e mais energia. A aquisição da luz limpa os corpos emocionais e intensifica as vibrações do corpo físico elevando-o. Os sentimentos nesse estado de vibração são impulsos de amor incondicional e não de emoções e paixões, o que leva a que todos os seres (em evolução) permaneçam dentro do seu centro. São de quinta dimensão.

Já pelo contrário, na noite Galáctica os corpos tornam-se mais densos, materiais e emocionais o que gera experiências com base no carma e por isso em sentimentos duais e emocionalmente complexos. É de terceira dimensão tentar materializar idéias e sentimentos dos arquetípicos da quarta. Agora conforme o previsto no calendário maia estamos saindo da noite galáctica. Por isso quem acompanhar o processo vai ficar com corpos cada vez menos densos porque impulsionados pela crescente luz fotônica (transmutação e dissipação de miasmas e sistemas de crenças dos corpos emocionais).

Fóton é um quantum de energia (a menor partícula de energia eletromagnética com massa Zero – sem carga elétrica e com uma vida indefinidamente longa)



Chegou o momento de curarmos a nós mesmos e o planeta Terra.

A terra começou a entrar no cinturão de fótons no equinócio da primavera de 1987 e cada ano avançou cada vez mais até o seu caminho orbital ficar totalmente envolvido por essa grande onda de luz no solstício de verão de 2012. Por fim todo o sistema solar ficará dentro do cinturão de fótons durante os 2.160 anos seguintes.

No final do calendário Maia em 2012 d.C. Alcyone, o sistema solar incluindo o planeta Terra irão unir-se no cinturão de fótons e isso irá sincronizar a humanidade com o centro galáctico (o gigantesco sol central da galáxia-Hunab Ku) e aí um renascimento vai acontecer. Um encontro sagrado. Uma expansão de consciência humana iluminada na galáxia…

No solstício de verão de 2012, qualquer inteligência biológica da terra que possa ressoar com essa vibração será disseminada por toda a galáxia. As dimensões que não conseguirem manter o tom galáctico não terão como permanecer no cinturão. Entre a primavera do ano 1987 ao solstício de verão do ano 2012 vivemos momentos de oportunidades próprias da preparação para a transição planetária.

A transição planetária é um período oportuno e auspicioso para a evolução física, mental e espiritual de todos aqueles que estiverem devidamente se preparando para esta passagem, mas poderá ser extremamente destrutivo para todos os que não se sintonizarem (a maioria da humanidade) com a energia de uma consciência mais ampla.

Este fenômeno ocorre duas vezes durante o Ano Solar de 25.920 anos terrestres. Transformações profundas são esperadas e já podem ser observadas acontecendo tanto espiritual, emocional, psíquica, política, econômica e socialmente, quanto física e ecologicamente por todo o planeta.

SINTETIZANDO: ONDE ESTAMOS?!

1º Estamos finalizando um ciclo de 25.920 anos de evolução da humanidade (também um ciclo de 104 mil anos e outro de 225 milhões de anos-um giro completo do grande sistema, a Galáxia em que moramos, a Via Láctea).

2º Estamos sintetizando a aprendizagem do que experimentamos durante a última noite galáctica (últimos 11 mil anos).

3º Estamos sendo impulsionados para um novo estágio de evolução e para definir a intenção daquilo que desejamos criar e ser nos próximos 2.160 anos.

4º Estamos explorando a nossa identidade galáctica/divina como uma nova e mais abrangente maneira de pensar e SENTIR.

5º Estamos começando a dirigir o nosso foco perceptivo para um novo centro – O sol central do centro da via láctea e isto nos permite encontrar um novo estágio evolutivo. Estamos a um passo de uma nova Era de Luz e de voltarmos a viver no Agora, no momento presente onde o tempo não existe.

Agora é o momento de ESCOLHER o que queremos ser: Tornar-nos Donos Dos Nossos Sentimentos e destinos ou continuar a sermos conduzidos à mercê de dramas infindáveis de controle e medo no tempo por àqueles que querem dominar o planeta.



Em breve haverá uma nova Terra para uma nova Humanidade. Voltemos a ser crianças…

A ESCOLHA É AGORA, HOJE:

- Agora podemos reivindicar a simplicidade, pureza e autenticidade dos nossos sentimentos.

- Agora é necessário saber o que sentimos e como sentimos a origem dos nossos pensamentos e emoções, conhecer os mecanismos da nossa percepção para não continuarmos a sermos empurrados de um lado para o outro e esmagados contra os rochedos do medo e da ilusão em um mundo absolutamente controlado por seres (das trevas) com grande poder brincando de “deuses”.

- Agora é tempo de compreender que os dilemas que nos dividem e dilaceram são de natureza perceptiva e que a nossa percepção tem vindo a ser manipulada por limitações que nos foram impostas e que aceitamos de bom grado durante os últimos milênios.

- Agora é tempo de desafiarmos as forças que têm controlado a nossa realidade nos transformando em atores ativos e atuando com a equipe dos administradores do mundo da Luz;

- Agora é tempo de desafiarmos os nossos sistemas interiores de crenças em relação ás imagens que nos passaram dos falsos deuses.

- Agora é tempo de recuperar a coragem e a memória, subir ao palco, cortar os véus, remover as máscaras e representar de acordo com o nosso próprio guia interior, a nossa própria divindade.

- Agora é tempo de deixar de procurar respostas, Agora é o tempo de sermos a nossa própria resposta.

- Agora é tempo de ver a face do Criador (que sempre esteve DENTRO DE NÓS).

Isto dá no que pensar! Mas mais do que pensar importa Sentir. Sentir antes de pensar primeiro. Estas são algumas das mensagens recolhidas dos Pleiadianos. QUEM SÂO OS PLEIADIANOS?!



Um conjunto de energias E AO MESMO TEMPO INDIVÍDUOS que se apresentam como contadoras de histórias e portadoras da mestria do desejo de criar a intenção daquilo que queremos para nos tornarmos (OU MELHOR DIZENDO, VOLTARMOS A SER) multidimensionais ATRAVÉS DO PROCESSO EVOLUTIVO.

Humbatz Men, autor indígena e um grande Xamã de origem maia, fala em “Los Calendários” sobre a vindoura “Idade da Luz”. Bárbara Marciniak, autora de “Mensageiros do Amanhecer“(mensagem das Plêiades), da editora Ground and “Earth”, da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu“A Agenda Pleiadiana“, da editora Madras, receberam várias canalizações de seres das Plêiades a respeito dessa nova era que se inicia em nosso sistema solar com grandes mudanças ocorrendo em nosso planeta.

Sobre o livro “Mensageiros do Amanhecer, acesse seus capítulos aqui: http://thoth3126.com.br/category/pleiades/

Por isso prestem muita atenção quando se cruzarem com um estranho contador de histórias ou com um contador de histórias estranhas, pois pode muito bem ser a presença de um deles, você pode estar na presença de alguém cuja Alma não é da terra e sim é proveniente das estrelas, mais especificamente, das PLÊIADES, ALGUÉM QUE JÁ CONHECE A SUA PRÓPRIA HISTÓRIA e quer voltar para “casa”…


Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/2012-o-cinturao-de-fotons-e-as-pleiades-parte1/
  2. http://thoth3126.com.br/poderosa-energia-emitida-pelo-centro-da-galaxia-foi-registrada/
  3. http://thoth3126.com.br/o-cinturao-de-fotons-acelera-as-mudancas/
  4. http://thoth3126.com.br/o-maior-dos-segredos/
  5. http://thoth3126.com.br/o-estado-planetario-fisico-da-terra-e-da-vida-parte-i/
  6. http://thoth3126.com.br/a-grande-mudanca/
  7. http://thoth3126.com.br/pleiades-a-linguagem-da-luz-xvii/
  8. http://thoth3126.com.br/profecia-maia-o-chamado-de-pacal-votan/
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Atlântida: Um habitante de dois planetas, parte 5 -- Philos o Tibetano

Atlântida

 Um habitante de dois planetas, 

parte 5

Posted by Thoth3126 on 11/05/2015

ATLÂNTIDA, A RAINHA DAS ONDAS DOS OCEANOS


“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor idéias teóricas. Se levares alguns pequenos pontos deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali meditares neles, verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . .

“Este é o espírito com que o autor propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão.

“Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. – Aforismo de Narada.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulos anteriores:
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-2/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-3/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-4/

Livro: “Um Habitante de Dois Planetas”, de Philos, o Tibetano – Livro Primeiro, CAPÍTULO V – A Vida em Caiphul

A vida de Zailm em Caiphul. O Rai das Leis do Maxin. Encontro com o profeta. Visita ao Palácio e uma entrevista com o Imperador de Atlântida.

CAPÍTULO V – A VIDA EM CAIPHUL

Minha nova vida trouxe inúmeras novidades para minha mãe e eu, recém-chegados das montanhas a um grande centro urbano. Após ter aprendido mais algumas coisas sobre suas conveniências, logo me harmonizei com a nova situação. Adaptei meu modo de vestir ao estilo citadino-, sendo minha atitude natural reservada, pude dar a impressão de estar à vontade, algo que foi apoiado cada vez mais pelo grau crescente de segurança que fui adquirindo.

A vida de um estudante no ambiente da escola, como aprendi após matricular-me no Xioquithlon, mostrou ser tão enervante para alguém acostumado à total liberdade que me vi obrigado a criar um esquema que
me permitisse fazer o necessário exercício físico. Depois de pensar por algum tempo, e tendo conseguido algumas informações fortuitas, procurei o Superintendente Distrital de Solos e Agricultura e solicitei que ele me indicasse um pedaço de terra que eu pudesse cultivar, não necessariamente com lins lucrativos mas pela prática contando-lhe que era um estudante.



O Superintendente, com oficial indiferença, abriu um mapa das terras adjacentes a Caiphul. Ao falar de distâncias, consultei a provável conveniência de meus leitores e usei pés, jardas, milhas e assim por diante, como medidas nominais. Usarei o mesmo método nesta oportunidade, lembrando que nosso sistema de medição era fundamentado em um princípio similar ao moderno sistema gálico ou métrico. Sua unidade, entretanto, não era a décima milionésima parte do quadrante terrestre. Originava-se, ao invés, no grande Rai das Leis Maxin. Como foi observado anteriormente, esse monarca havia introduzido todas as reformas concebíveis, entre outras a de substituir por um sistema uniforme de mensuração o método anterior desajeitado, embora não totalmente anti-científico.

A circunferência da Terra no equador, tal como fora determinada pelos astrônomos, tinha servido de base, assim como o moderno sistema métrico que usa uma fração da quadratura da divisão polar norte e sul da Terra. Esse padrão, entretanto, não era considerado totalmente confiável; temia-se que algum erro tivesse se insinuado no cálculo original; mesmo que fosse o caso, o bastão de ouro usado como referência teria servido a todas as finalidades, uma vez que era imutável, mas o desejo humano de ser tão perfeito quanto possível era tal que, como eu disse, o medo do erro destruía a confiança. Todo homem que quisesse podia instituir um padrão particular, baseado em qualquer esquema que lhe servisse, um estado de coisas que levou a fraudes deploráveis em todo o império.

O Rai Maxin instituiu um sistema tão admirável que foi imediatamente aceito como autoridade absoluta, especialmente porque ninguém duvidou que tivesse vindo do próprio Incal. O Rai mandou construir um recipiente com um material que sofria a menor expansão ou contração conhecida sob a influência do calor ou do frio. Esse recipiente era, interiormente, um cubo oco perfeito, do tamanho exato da Pedra-Maxin. Um tubo maciço foi feito da mesma substância, com cerca de quatro polegadas de diâmetro interno. No recipiente cúbico foi despejada água destilada na quantidade exatamente suficiente para preenchê-lo, a uma temperatura de 398° Farenheit (203,33º C), de modo a não deixar nenhuma bolha de ar no interior do cubo.

Essa água foi então colocada no tubo, e a mesma temperatura baixa foi cuidadosamente mantida. A altura exata da água era então gravada num bastão feito com o mesmo metal dos dois recipientes (cúbico e tubular). O passo seguinte era aquecer a água a 211,95° Farenheit (99,44º C), sendo este processo e o anterior executados ao nível do mar num dia típico de verão. Com o calor, a água se expandia a um grau apropriado, e o ponto de quase ebulição era marcado como no passo anterior; a diferença marcada no bastão entre as duas linhas gravadas passou a ser a unidade de medição linear, da qual todas as outras medidas derivaram, sendo a medida do peso calcada no peso do cubo oco cheio de água a 398° F (203,33º C).

Uso a escala termométrica Farenheit porque a escala de Poseid não faria sentido para ti. Perdoa-me a digressão, já que a mesma revela outra fase da vida naquela era há tanto tempo decorrida. Voltando ao gabinete do Superintendente: tendo aberto um mapa de áreas não arrendadas à minha frente (lembra-te que não havia donos de terras, pois estas pertenciam ao governo) ele voltou a atenção para outras tarefas, deixando-me ali para estudar o assunto com calma. Passando os olhos pelas descrições ali impressas, descobri que um terreno de uns cinco acres, onde havia um antigo pomar com várias espécies de árvores frutíferas, estava disponível e ficava a uma distância aproximada de oito “vens” (quase o mesmo número de milhas) da cidade, mas adentrando a península.

Seu antigo arrendatário tinha contratado os direitos por cinqüenta anos, mas por motivo de sua morte a propriedade linha ficado abandonada e livre
para ser ocupada. O fato de que os estudantes freqüentemente tinham pouco dinheiro para suas despesas gerais era levado em conta pelo governo, que em todas as suas negociações com essa classe oferecia condições melhores do que para qualquer outra categoria social. A propriedade em questão me atraiu por sua descrição: “uma área de aproximadamente oito vennines (cinco acres), com uma casa de quatro cômodos, água de fonte canalizada para a casa; um vennine plantado com flores ornamentais, seis destinados a árvores frutíferas com quinze anos de idade. Condições (com todas as benfeitorias) para estudantes: metade da colheita de frutas todas as flores próprias para perfume que forem cultivadas entregues ao Agente do Departamento de Solos e Agricultura.

Para outros que não sejam estudantes, quatro tekas por mês (dez dólares
e vinte e três cents). Prazo mínimo de arrendamento, um ano. Resolvi arrendar o terreno, após verificar que “todas as conveniências” significava transporte por vailx, serviço telefônico (naim) e um instrumento de condução de calor que economizaria combustível; a energia para ser convertida em calor para cozinhar e outras finalidades seria transmitida pelo “Navaza”, um conjunto de forças materiais que em teus modernos dias se chamam “correntes telúricas“, mas que no caso incluíam também as do éter superior, algo que ainda descobrireis e utilizareis como o fez a Atlântida, pois que todos vós sois poseidanos renascidos. Eu o digo. Já vivestes e viveis agora de novo. Usastes todas essas forças naquele tempo e dentro de pouco tempo as usareis de novo.

Tendo decidido ficar com a propriedade que me fora mostrada, transmiti minha decisão ao funcionário, que imediatamente me deu um contrato e me ajudou a preenchê-lo corretamente. Apenas como um relance daquela época há muito passada, ofereço o teor do contrato de arrendamento:

“Eu,………………….., idade…………. anos, do sexo………., ocupação ………….., faço com o Departamento de Solos um contrato de arrendamento do terreno ………………………… no distrito de ……………. com as seguintes características:……………….., concordo em arrendá-lo pelo prazo de………….anos, com a aprovação do altíssimo Incal.”

Arrendei o terreno por oito anos, uma vez que esperava residir em Caiphul pelo menos por esse período de tempo como aluno do Xioquithlon. Não me pareceu nada desprezível ter a facilidade de me transportar por vailx dali até o Xioquithlon, podendo assim ter o prazer de uma viagem aérea diária. O vailx, como os táxis de hoje, podia ser pedido por telefone e chegava logo depois da chamada.

Era costume que todos os recém-chegados à cidade visitassem o palácio Agacoe e seus jardins tão logo fosse conveniente. Todas as semanas o Rai (imperador) ficava sentado no salão de audiências por duas horas. Nesse período os visitantes apinhavam-se nos corredores e passavam diante do trono em fila dupla. Depois dessa cerimônia, os que quisessem tinham liberdade de passear à vontade pelos jardins, observar o zoológico onde todas as espécies conhecidas de animais eram mantidas, ou entrar no grande museu e na biblioteca real. Para muitos, era um costume agradável passar com freqüência o dia em Agacoe; nessas ocasiões os visitantes traziam seu almoço e faziam um piquenique tranqüilo sob as grandes árvores ao lado do chafariz, do lago ou da catarata.


O palácio em Agacoe, no centro de Atlântida, sede do governo.

Devo agora voltar ao tempo em que minha mãe e eu ainda estávamos completamente desacostumados ao comportamento citadino, para que o leitor possa nos acompanhar em nossas descobertas. Iniciemos pela visita ao Agacoe. Um homem que conhecemos por acaso nos guiou até o palácio, numa viatura que partilhamos os três. Carros ainda eram uma novidade para mim e a maneira de dirigi-los tornou-se mais um assunto sobre o qual quis ser informado. Nosso amigo tirou uma moeda da bolsa e inseriu-a na abertura existente numa caixa de vidro em uma extremidade do carro. A moeda tinha de cair de forma a chegar ao fundo de um cilindro de vidro, bem pouco maior em diâmetro do que a moeda. Duas pontas de metal que se projetavam na extremidade inferior do cilindro, mas não se aproximavam uma da outra mais do que um quarto de polegada, encontravam-se no fundo.

Quando a moeda caiu nessas projeções, uma pequena campainha soou; meu amigo então mexeu numa alavanca com uma barra de trava até a camisinha soar. Quando a moeda fechou o circuito ao cair, essa trava automaticamente se deslocou, ao mesmo tempo fazendo soar a campainha como observei acima e destravando a alavanca. Quando esta foi erguida o carro se moveu súbita mas suavemente e saiu da sua estação. O veículo estava preso ao trilho suspenso, e as periferias de suas grandes rodas suspensas eram visíveis, pois, juntamente com seus eixos, elas estavam em sua maior parte ocultas por uma cobertura de metal que se estendia de uma roda a outra; dentro dessa cobertura podia-se ouvir um zumbido baixo e cantante, produzido pelo mecanismo do motor. A ideia de fazer o passageiro servir como engenheiro e condutor era muito boa, já que os processos requeriam tão pouco conhecimento ou trabalho.

Quando deixamos o carro no abrigo abaixo do terraço de Agacoe, nosso amigo recolocou a alavanca no lugar, a sineta tocou de novo, a moeda caiu em uma caixa reforçada em baixo, e o veículo estava pronto para outros passageiros. Na grande entrada, um portal que era uma maravilha arquitetônica, nosso amigo se despediu e logo desapareceu a grande velocidade, dirigindo-se para algum local mais distante do que o que havíamos alcançado. Olhando para a lista colocada acima daquela linha particular, vi que ali estava escrito em caracteres poseidanos: “Aagak mnoiinc sus“, ou seja, “Frente da Cidade e Grande Canal”, isso em uma tradução livre.

Desejando me informar sobre nosso amigável guia, perguntei quem era ele a alguém que tinha observado nossa chegada com interesse. A resposta que recebi foi:

“Um grande pregador, que prevê a destruição deste continente e conclama todos para que vivam de forma a não temer enfrentar o Uno que, segundo ele, é o Filho de Incal, que virá para a Terra em um dia que não tardará muito. Ele diz que esse Filho de Deus será o Salvador da humanidade, mas que muitos não O reconhecerão até que tenha sido morto. Doze o conhecerão, mas um deles O negará na hora de Seu derradeiro perigo. Na verdade, o assunto é extremamente interessante, apesar de eu não compreendê-lo muito bem; mas como Rai Gwauxln que Incal o proteja! – trata esse pregador com favorecimento e diz a seu respeito, “ele fala verdades” é recebido com atenção por todos.”

Leitor, mesmo naquela época tão remota, a verdade estava surgindo no mundo. Na manhã do novo ciclo já aparecera um raio do brilhante Sol do cristianismo, que ainda não havia iluminado o céu com a plenitude de sua glória. Naquele dia eu havia viajado no carro junto com o primeiro profeta
a anunciar a vinda de osso Senhor Jesus Cristo, exortando os que o ouviam a viverem de modo que suas almas se tornassem um solo virgem para permitir o surgimento do Sol da Verdade, tornando-se preparadas para receber o Mestre quando, após a morte do corpo físico que então possuíam, tivessem voltado do Devachan à terra como almas reencarnadas. A semente estava sendo plantada!

Essa ideia me ocorreu quando, num período posterior, ouvi o profeta falar com apaixonada eloqüência para a assembléia especial de Xioquithli (estudantes) especialmente reunida. Sei que a semente caiu em solo sem cultivo, quando comparo minha vida de agora com as vidas passadas; por muito tempo a semente permaneceu dormente e, enquanto assim ficou, as amargas experiências do pecado e do erro se impuseram e arrasaram minha vida com uma onda de fogo ardente que precisou de outra encarnação para curar as feridas por ela causadas. Enquanto ficamos parados sob o pórtico da grande entrada de Agacoe, nós – montanheses sem sofisticação que éramos! – não podíamos saber, quando um guia uniformizado nos abordou, que o imperador, sentado em seu trono a meia milha de distância, estava naquele mesmo momento perfeitamente informado de nossa aparência e também sabia que palavras usávamos e o tom com que as pronunciávamos. O soldado me perguntou:
“E tu de onde vens e qual é o teu nome?”
“Chamo-me Zailm Numinos e venho de Querdno Aru.”
“Esta visita é a primeira ou estiveste aqui antes?”
“Nunca estive aqui, nem minha mãe que está aqui ao meu lado.”
“Pois se assim é, providenciarei um acompanhante para ambos. Ele se encontra naquele portão. Mais uma pergunta, por favor.- qual a tua missão em Caiphul?”
“Vim para estudar xioq no Inithlon; trouxe minha mãe para cuidar de nossa casa.”
“Está bem. Podeis ir.”

Esse colóquio ocorreu no grande portal que dava entrada para o terraço acima. A sentinela estava postada atrás de um portão de bronze e ouro ricamente trabalhado, muito delicado mas suficiente para impedir a entrada de alguém indesejável. Atrás do soldado havia um grande espelho, no pesado anexo do portal. Esse espelho estava suspenso por duas hastes de cobre polido de modo a impedir que tocasse os lados do nicho em qualquer ponto. Se eu tivesse podido olhar atrás dele, teria visto o conjunto de cordas metálicas, bastante parecido com as de piano, junto com outras peças de um mecanismo que naquela ocasião nada diriam a minha mente ainda deseducada.

Como poderia eu sequer suspeitar que aquela chapa de brilhante metal Polido no qual se refletia todo o interior daquela arcada, como se fosse num lago tranqüilo, era um engenhoso mensageiro automático? Que aqueles inúmeros fios de metal vibravam em sintonia, com toda inflexão possível de voz ou outros sons, e que quando falei todos os sons que emiti foram levados velozmente ao longo de correntes-terra naturais (telúricas), próprias do Lado-Noite (feminino) da Natureza e que reagiam ao controle do homem, sendo todas as palavras e sons ouvidos pelo Rai em seu trono?

Nem podia eu sonhar que, simultaneamente, o reflexo de nossa imagem era igualmente transmitido à mesma augusta presença. Mas esses eram os fatos. Uns poucos passos nos levaram até um portão interno feito de chapas de ferro fenestrado que com o simples apertar de um botão se erguia para permitir a passagem por baixo. Nesse ponto encontramos o guia que o guarda havia providenciado. Julguei que seu silêncio era uma indicação de grosseria, pois não sabia que ele tinha recebido ordens, antes de nos aproximarmos, para nos conduzir até a presença real, o que tornava inútil que expressássemos o nosso desejo. Sua observação em voz baixa dizendo “compreendo”, quando comecei a dizer o que queria, impediu que eu continuasse, pois senti-me ofendido em meu orgulho por sua reserva, tão diferente da liberdade com que meus associados montanheses se comunicavam.

E havia tantas pessoas assim arrogantes na cidade! Resolvi dar-lhe uma lição e ponderei a melhor forma de lhe dizer que eu considerava seus modos totalmente fora de propósito em alguém de sua posição. Eu não podia imaginar que ele já tivesse todas as informações necessárias sobre nós, pois embora a distância entre seu posto e o grande portal não fosse grande, era obviamente longe demais para que nossas palavras ditas em voz baixa pudessem ter sido ouvidas. O insuspeitado espelho havia feito o seu trabalho, embora não soubéssemos disso. “Vem”, disse o emproado guia, “conduzirei a ti e à tua mãe.”

“Mãe?” – pensei. “Como ele sabe que alguém tão bonita e de aparência tão jovem é minha mãe? Ela poderia ser minha irmã ou minha esposa, entretanto ele a chamou de minha mãe”. A suposta presunção do rapaz me irritou, pois eu tinha orgulho não só da aparência juvenil dela, como também do meu jeito maduro, de que eu gostava; muitas vezes tinham me dito que eu parecia sete ou oito anos mais velho do que realmente era. Se me tivessem chamado a atenção para a tolice desse orgulho por minha aparência, em vez de sentir aquele vago ressentimento eu teria rido achando-o absurdo, deixando-o de lado por ser indigno de alguém como eu, com ambições tão grandiosas.

Naquele caso, isso resultou numa certa rigidez de postura, como reação àquela imaginária arrogância e, em grande parte para meu prejuízo, deixei de prestar total atenção nas vistas e detalhes que eu deveria ter observado. Embora eu não risse naquela oportunidade por causa da visão obtusa causada por minha ignorância, ri muitas vezes ao rever os registros do passado. Tantos milhares de anos decorridos desde então podem fazer parecer que o riso de que falo é tardio demais, mas “antes tarde do que nunca” se aplica muito bem a esse fato!



Conforme nos foi indicado, sentamo-nos num carro mais leve do que o utilizado nas avenidas públicas e com forma também diferente. Só depois que já estávamos em movimento foi que percebi o quanto era diferente em construção e método de propulsão. Embora eu desejasse parecer bem acostumado a essas novidades, fiz um movimento brusco de espanto, que foi bastante revelador, quando o condutor tocou numa alavanca e o veículo ergueu-se no ar como uma bolha de sabão, endireitou-se e depois subiu seguindo o aclive na direção da parte plana onde se encontrava o palácio.

Ali deixamos o veículo em forma de charuto e entramos em outro carro, este se movendo sobre trilhos. Fizemos um meio-circuito do edifício e depois nos dirigimos em alta velocidade atravessando o platô até chegarmos à boca escancarada de uma das grandes serpentes de pedra. Em vez de subir no mesmo ângulo do corpo da serpente, nosso carro se moveu num plano horizontal. Quando entramos, uma luz se acendeu repentinamente, afastando em um segundo a obscuridade do interior. Após essa agradável surpresa, minha atenção foi atraída para o brilho das paredes que pareciam arder com um fogo vermelho, azul, verde, amarelo e de todas as outras cores, tanto que não consigo encontrar uma comparação mais adequada do que a do Sol batendo nas gotas de orvalho presas a miríades de teias de aranha, nas primeiras horas da manhã.

Esqueci minha irritação e perguntei o que causava aquele deslumbrante efeito; o guia respondeu que os pedreiros tinham feito o acabamento das paredes com um reboco ao qual tinham sido incorporados grãos de vidro colorido. Enquanto nossa admiração ainda nos envolvia, paramos e vi que estávamos no fundo de uma espécie de poço; em volta deste, os trilhos subiam em espiral até aparentemente terminar sob um teto vagamente visível graças à luz que o carro irradiava para cima enquanto subíamos. Quando chegamos perto, um sino tocou agradavelmente duas vezes e imediatamente o teto se abriu silenciosamente para um lado, permitindo a passagem do veículo.



Atrás de nós o poço voltou a se fechar automaticamente e nos vimos num esplêndido aposento, cujas dimensões eram difíceis de calcular devido a muitos biombos suspensos de seda (vermelho vivo) carmim, a cor real, e folhagens que formavam paisagens de selva em miniatura. As flores e as aves canoras, os repuxos e o ar perfumado, mais a sombra fresca após o calor lá de fora, pois não havíamos ficado tempo suficiente no poço-elevador para nos refrescarmos, fizeram o lugar parecer um paraíso. Só se viam partes do teto do grande salão, pois o mesmo estava quase todo cobert0 de trepadeiras de ramos pendentes. Em meio a toda essa harmonia visual, tremulando no ar, acima, abaixo, em toda parte, soavam encantadoras cadências musicais a que os pássaros, como que inspirados por elas, respondiam em coro.

Nessa cena paradisíaca de cor, som e perfume, passando por belas estátuas e graciosas fontes, nosso carro se movia silenciosamente, de um modo que nos dava a ilusão de estarmos parados e de que a visão de todas aquelas delícias é que passava por nós, posicionados no centro. Era a união perfeita de arte e ciência, da qual era gerado aquele lindo sonho, um triunfo da capacidade e do conhecimento humano! Carros se moviam em todas as direções, vindo, indo, parando, com pessoas vestidas como se fosse para uma recepção de gala, com as diferentes cores de seus turbantes mostrando sua categoria social. Poseid, como outras nações daquele e de outros tempos, tinha suas castas, como a governamental, dos literatos, eclesiásticos, artesãos, militares que serviam como polícia e brigada sanitária, e assim por diante.

As vestimentas de todas as classes seguiam um estilo geral, a não ser pelos turbantes que todos os habitantes usavam e que diferia na cor conforme a casta. O turbante do Soberano, por exemplo, era de seda pura carmim; o dos conselheiros, vermelho-vinho; o dos oficiais menores, rosa pálido. Os
turbantes dos militares eram laranja forte para os soldados e cor de limão
para os oficiais. O branco puro era próprio do sacerdócio, o cinza das classes científica, literária e artística. O azul distinguia os artesãos, mecânicos e operários, enquanto o verde distinguia todos os que, por qualquer razão – imaturidade ou falta de educação – não gozavam do direito de voto. Apesar de que o sistema de castas era estritamente obedecido, resultava num bem e não num mal, pois não havia rivalidade de classes, porque a dignidade do trabalho era um sentimento tão forte que uma classe não invejava a outra.

Somente os que usavam verde eram discriminados. Os que usavam essa cor por ainda não serem maiores de idade deixariam de usá-la mais tarde, enquanto que os que não tinham estudos suficientes para obter o direito de usar outra cor, sentiam que o estigma que os acompanhava era uma motivação para alcançarem uma posição mais honrosa na vida. Enquanto eu observava esses vários detalhes que seriam alimento para minha mente, nosso carro foi eficientemente manobrado para evitar uma colisão com o de uma dama que vinha em frente, aparentemente distraída enquanto arrumava uma ponta solta de seu turbante cinza, mostrando, ao fazê-lo, o brilho de um rubi, gema que só a realeza podia usar. Nosso carro chegou a um ponto onde havia grande quantidade de carros e nos conduziu até um segundo aposento.

Quanto à jovem real usando turbante cinza e o rubi. . . Meus pensamentos continuavam com ela! Como era radiosa sua beleza! Foi aquela a primeira vez que vi a Princesa Anzimee. . . mas não devo me adiantar! O recinto onde entramos era menor do que o que tínhamos acabado de deixar, mas ainda assim estava longe de ser pequeno. Tudo ali tinha a cor carmim, brilhante e cintilante, a não ser por uma elevação no centro. Esta tinha degraus ou pequenos terraços de mármore negro, e a parte superior, que media uns doze pés de lado, sustentava uma espécie de trono de madeira escura, coberto de veludo negro. Devo observar neste ponto que o preto era uma cor representativa, incluindo o simbolismo de todas as cores, mostrando, no caso do trono, que aquele que o ocupava pertencia a todas as classes.

Isso era um fato, porque o Rai Gwauxln não só era soberano e chefe do exército, mas era também um sumo sacerdote, literato, cientista, artista e músico, tendo bom conhecimento ainda das tarefas dos artesãos e maquinistas. Em frente ao corrimão de prata que existia em torno do trono, nosso veículo parou ao lado da fila em movimento, obedecendo ao gesto do imperador. O guia nos fez descer e, abrindo um pequeno portão, indicou que devíamos galgar os degraus e chegar nos pés do Rai. Meu coração bateu forte enquanto eu seguia as Instruções, e embora tivesse ficado pálido de emoção, tive auto-controle suficiente para oferecer o braço à minha mãe, para apoiá-la. Acho que nunca andei mais orgulhosamente ereto em toda a minha vida. No alto dos degraus nos ajoelhamos e aguardamos o momento de nos levantarmos, o que não tardou a acontecer. Quando estávamos novamente de pé, o Rai Gwauxln disse suavemente:

“Zailm, és muito jovem para um estudante tão ambicioso quanto sei
que és.”
“Se te agrada que eu seja assim, fico contente” – respondi.
“Já aprendeste o que as escolas primárias têm a ensinar aos jovens?” Pois isso é necessário para que possas obter admissão ao Inithlon”.
“Já o fiz, Zo Rai.”
“Seria agradável para ti, Zailm, contar-me quais estudos são de tua maior preferência?”
“Sim, Zo Rai, considero uma elevada honra te dizer. Não escolhi meus estudos com base em minhas preferências, mas não tenho dúvida de que o próprio Incal ordenou qual seria minha escolha, indicando a geologia acima de qualquer outra. Também Ele me concedeu uma disposição natural que aponta para o estudo de línguas e literatura. Não tomei a decisão final, mas tenho uma boa opinião a respeito desses ramos de Xioq. A geologia foi por Mim indicada através de uma experiência incomum.”
“Tu me interessas, jovem. Entretanto, esta é uma hora de cumprimento de deveres de estado e não devo negligenciar meu povo que vem prestar homenagem ao seu monarca. Toma este passe e na quarta hora retorna ao portal pelo qual entraste em Agacoe. Serás bem-vindo.”

Tomei o passe que o Rai me oferecera e, ao descer os degraus de mármore, vi que trazia a inscrição: “Presença do Rai. Portador de permissão”.
Tínhamos trazido um pacote de tâmaras e por isso não precisávamos deixar os jardins para almoçar. Nosso guia voltou a se ocupar de nós e, depois de ser informado de que queríamos ficar no perímetro do palácio, dirigiu nosso carro pelo labirinto de construções mais uma vez, fazendo-nos descer do veículo ao lado de um dos pilares do peristilo. Daquele ponto em que nos separamos do guia, olhei em torno para me certificar de onde ficava a entrada principal; verificando que ficava a oeste, escoltei minha mãe até um banco à sombra de um deodar (árvore) gigante, que em séculos posteriores passou a ser chamado “Cedro do Líbano”.

Num dos seus ramos estava um pássaro imitador que nós chamávamos de “nossuri”, significando “cantor do luar” por causa do hábito desses encantadores pássaros cor de cinza de trinar sua maravilhosa melodia no ar calmo das noites de luar. Não que eles não cantem de dia; na verdade, a ave estava cantando, mas o fato de chamá-los “nossuri”, de “nosses” (a Lua) e “surada” (eu canto) era um termo ornitológico distintamente poseidano. Na hora aprazada fomos até o local designado e, apresentando o passe, fomos conduzidos a um carro e depois de novamente ascendermos, o guia nos levou a um pequeno aposento luxuosamente decorado. Junto a uma mesa quase oculta por livros estava o Rai, ouvindo uma voz bem modulada que contava as últimas novidades do dia, cujo dono não podia ser visto.

O Rai voltou-se para nós quando fomos anunciados, dispensou o servidor, e nos cumprimentou amavelmente. Então voltou-se para uma caixa parecida de certa forma com o agradável instrumento que chamamos rádio e virou uma chave com um leve ruído. No mesmo instante a voz se calou no meio de uma palavra e fiquei sabendo, ao obedecermos o convite do Rai para nos sentarmos, que eu tinha visto pela primeira vez uma gravação de notícias sobre a qual tinha lido muitas vezes. Na hora que se seguiu relatei a história de minha vida, suas esperanças, tristezas, triunfos e ambições, respondendo as perguntas daquele homem cordial, aparentemente pouco velho, a quem qualquer pessoa viva podia render homenagem sem perda de dignidade, pois sua nobre cortesia mostrava como pode um rei ser um homem e como pode um homem ser um soberano.

Contei como cada acontecimento tinha aumentado meu apetite por um conhecimento cada vez maior. Depois contei as experiências vividas em minha viagem ao pico do Rhok, narrativa que foi interrompida quando mencionei o nome da montanha. “Rhok!” Perguntou o meu imperial ouvinte.

“Estás me dizendo que ascendeu aquela terrível altura, à noite, sozinho, uma montanha que indicam os nossos mapas que afirmam ser inacessível a não ser por vailx?”
“Provavelmente, Zo Rai, a única rota só é conhecida por uns poucos montanheses; li que a montanha era considerada inacessível, mas. . . “-Hesitei, e o Rai disse rapidamente:
“Sim, fala! Foi para julgar-te que ouvi tua narrativa, pois sei muito bem de tudo que me relataste. Eu poderia ter dito tudo o que tu dissestes, e contar tudo que dirás; desejei ouvir-te para julgar; conheço a tua história desde que te vi pela primeira vez. Sou um “filho da Solitude” – acrescentou.

Fiquei em silêncio, pois me confundia a ideia de que ele já sabia de tudo. Percebendo isso, o Rai falou:

“Continua, filho. Conta-me tudo; desejo conhecer os fatos pelos teus lábios, pois estou interessado em tua pessoa”.

Então retomei a história interrompida e descrevi minhas homenagens a Incal e a petição por seu auxílio -, sua rápida resposta à minha prece; a erupção do vulcão e o perigo que isso representou para mim. Sobre isto disse o Rai:

“Então testemunhaste pessoalmente aquela explosão das forças terrestres? Fui informado de que ela provocou grandes mudanças locais e que agora há um extenso lago onde não havia lago algum, ao pé do Rhok. Ele mede nove vens”.



Eu ainda era pouco sofisticado para me sentir curioso em saber se o Rai havia visto a erupção, pois eu não compreendia o significado de ele ser Filho da Solitude e conhecer todas as minhas aventuras, e embora não duvidasse que isso fosse um fato, atribuí esse conhecimento a um agudo julgamento de possibilidades; para aumentar minha falta de sofisticação perguntei ao Rai se ele tinha visto aquelas coisas. “Jovem inexperiente!” – disse o Monarca sorrindo -“poucas vezes encontro alguém tão franco! És mesmo um filho das montanhas! Mas temo que não o serás por muito tempo, no ambiente em que ora te encontras! Responderei tua pergunta.

“Nenhuma grande convulsão da natureza pode ocorrer que não seja automaticamente registrada quanto à sua extensão aproximada e à sua localização; uma prova fotográfica de cada parte da localidade afetada é mostrada a cada instante. No caso em questão, tudo que tive a fazer foi ir até o gabinete apropriado, que fica neste edifício, e toda a cena se desenrolou diante de mim tão vividamente quanto deve ter se mostrado para ti, pois pude ver a explosão, e até ouvi-la, por meio do naim. E verdade que ao que vi faltava um elemento que o tornou um pouco mais vivido para ti do que para mim, que foi o do perigo físico; mas como para mim esse perigo não existe – um dia saberás por que – a cena para mim esteve completa e não faltou nenhum elemento que minha presença real tivesse podido acrescentar”.

Fiquei profundamente maravilhado com as instrumentalidades descritas pelo Rai Gwauxln e ponderei com deleite na possibilidade de algum dia conhecê-las pessoalmente e ter acesso a elas. O Rai continuou:

“Dissestes que encontrastes um tesouro de ouro nativo em dois locais separados. Procurastes reaver o que obtivestes antes da erupção? Não? Isso importa pouco. Zailm, é fato conhecido que a ignorância da lei não é uma desculpa válida para desobedecê-la.”

O rosto do Rai tinha se tornado muito grave e senti uma impressão nada agradável.

“Contudo, estou convencido de que nada sabias sobre a violação dos estatutos quando deixaste de comunicar o achado. Por isso não te punirei”. Aqui o imperador fez uma pausa, perdendo-se em pensamentos, enquanto eu, que até então havia ignorado que tivesse feito algo que violasse a lei, empalideci tanto que Gwauxln sorriu de leve e disse:

“Mas aqueles que agora exploram essa mina e os que recebem o pó de ouro e o mineral ali produzido não escaparão. No caso deles é um crime consciente, agravado pelo fato de que eles não desconhecem a lei e ainda por cima te defraudam. De ti exigirei apenas a expiação que possa existir em denunciar seus nomes.”

Obedeci essa ordem, embora pensasse com tristeza nas esposas e filhos daqueles ladrões, que eram inocentes. Deveriam sofrer da mesma forma que os transgressores? O Rai pareceu conhecer meu pensamento. Se não o conheceu, falou como se concordasse comigo, dizendo:

“Esses homens têm esposa, família?”
“Sim, é verdade!” – repliquei com tanto ardor que o monarca novamente sorriu e eu, encorajado, supliquei que fosse clemente por causa dos inocentes.
“Nada sabes sobre nosso sistema de punição, Zailm?”
“Muito pouco, Zo Rai; ouvi dizer que nenhum malfeitor sai das mãos da justiça sem ter se tornado alguém melhor, mas imagino que o tratamento seja bastante severo”.
“Quanto a severidade, a resposta é não. Quanto ao outro ponto, se os homens são reformados após terem errado, para que não incorram novamente em erro, não redundaria isso em vantagem para as esposas e filhos dos criminosos? Mandarei que esses homens sejam trazidos ao tribunal competente e tu testemunharás o processo de reforma. Julgo que depois disso desejaras aprender anatomia e a ciência da punição reformatória, em acréscimo aos teus outros estudos em Xio. Além disso, asseguro-te que em caso algum sofrerás o confisco daquela mina, que será tua propriedade-, se a doares ao tesouro nacional, enquanto fores estudante não te faltará dinheiro. Mais tarde, quando os anos de estudo tiverem passado, se tiveres êxito como aluno, ah!, então te nomearei superintendente da mina. E se te mostrares fiel quanto a isso, farei de ti um senhor de muitas coisas. Tenho dito”.

Rai Gwauxln tocou num botão e imediatamente um serviçal entrou. A ele o Rai incumbiu de nos acompanhar, dizendo: “Que a paz de Incal esteja com ambos”.

Assim terminou a audiência que influenciou o curso dos anos e modelou a grande árvore da vida, fazendo-me sentir orgulhosamente um depositário da confiança de um amigo reverenciado. Esse estado de consciência sempre se mostrou muito potente neste mundo de provas e tentações.

Continua…

Mais informações sobre ATLÂNTIDA em:
  1. http://thoth3126.com.br/uma-vida-em-atlantida/
  2. http://thoth3126.com.br/atlantida-restos-de-uma-imensa-cidade-encontrada-na-costa-de-cuba/
  3. http://thoth3126.com.br/a-historia-secreta-do-planeta-terra/
  4. http://thoth3126.com.br/atlantida-o-continente-perdido/
  5. http://thoth3126.com.br/bimini-road-atlantida-misterios-nao-resolvidos-do-mundo/
  6. http://thoth3126.com.br/atlantida-triangulo-das-bermudas/
  7. http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade/
  8. http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade-parte-2/
  9. http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade-parte-3-final/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.


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Pensamento do Dia, 11 de Maio de 2015

Pensamento do Dia, 11 de Maio de 2015

Sathya Sai Baba



Quando as chuvas caem sobre os picos das montanhas e a água se apressa para o lado, nenhum rio emerge. 
No entanto, quando a água flui em uma única direção, primeiro um córrego, em seguida um riacho, uma torrente e, finalmente, um rio inundado é formado, e as chuvas chegam ao mar. 
A água que corre em uma direção atinge o mar; águas que fluem em quatro direções se infiltram e se perdem. 
Tendências mentais (samskaras) são assim. De que servem, se estão por todo o lugar? 
O fluxo sagrado de desejos inatos nobres deve fluir pleno e constante ao longo dos campos de pensamentos santos e, finalmente, no momento da morte, habitar no grande oceano de bem-aventurança. 
Digno é aquele que atinge essa meta! Assim, a partir de agora, use as mãos e os pés para realizar boas ações desinteressadamente e fixar sua mente Nele. 
Entoe Seu Nome interiormente e pratique o seu dever (swadharma) com a máxima sinceridade. (Prema Vahini, capítulo 28)


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Sathya Sai Baba 

 


Quando as chuvas caem sobre os picos das montanhas e a água se apressa para o lado, nenhum rio emerge.
 
No entanto, quando a água flui em uma única direção, primeiro um córrego, em seguida um riacho, uma torrente e, finalmente, um rio inundado é formado, e as chuvas chegam ao mar.
 
A água que corre em uma direção atinge o mar; águas que fluem em quatro direções se infiltram e se perdem.
 
Tendências mentais (samskaras) são assim. De que servem, se estão por todo o lugar?
 
O fluxo sagrado de desejos inatos nobres deve fluir pleno e constante ao longo dos campos de pensamentos santos e, finalmente, no momento da morte, habitar no grande oceano de bem-aventurança.
 
Digno é aquele que atinge essa meta! Assim, a partir de agora, use as mãos e os pés para realizar boas ações desinteressadamente e fixar sua mente Nele.
 
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