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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

AME A SI MESMO ~ Os Anjos via Sharon


AME A SI MESMO

SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

30 de Maio de 2015

Tradução: Regina Drumond

 

Hoje é um novo início, uma nova oportunidade de se amar e a sua vida ainda mais. Quanto mais você se ama, mais amor você vê ao seu redor. Tente ver o amor nos lugares mais difíceis e você conhecerá o amor. Esforce-se por amar o que vê, independentemente de sua aparência exterior. Veja o amor que já existe perto de você. Sinta o amor que um cão tem pelo seu companheiro humano, e conhecerá o amor incondicional. Uma vez que tenha sentido este amor, verá mais dele em sua vida e em torno de você, e nos outros.
Este é um momento de sucesso e assim valorize os momentos que tem com os outros e preste atenção às oportunidades ao seu redor de sentir um profundo amor, e crie novas para si mesmo. A energia está propícia para a criação e há muito mais por vir. Nutra e desenvolva as qualidades do amor, do acolhimento, da compaixão, da generosidade, da dedicação e da honra. Todas estas são virtudes que são dignas de sua grandeza.
Afirmação: “Quanto mais eu me amo e me honro, mais amor eu vejo em mim, ao meu redor e em tudo o que eu faço.”
E assim é.

Você é ternamente amado e apoiado, sempre


Os Anjos e Guias 





Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie,Спасибо,Obrigado,
谢谢,
Dank, 
謝謝,Chokran,Děkuji,Kiitos

Direitos Autorais Universais©2014 por Sharon Taphorn

Todos os direitos reservados.

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br 

Foto de Angel Wisdom with Sharon Taphorn.

A mesma luz vive dentro de todos nós ~ Os Anjos via Ann Albers

A mesma luz vive dentro de todos nós

MENSAGEM DOS ANJOS
com Ann Albers

30 de Maio de 2015.

Tradução: Regina Drumond


Aprenda a amar a luz que você realmente é... e a Terra se tornará como o Céu.
Celebre a alma brilhante, bela e magnífica que você realmente é. Você é o amor de Deus que flui na forma humana e que tem uma experiência de vida na Terra. Você está aqui para se lembrar do amor e da sua conexão com o amor. Você está aqui para ver o amor, ser amor e compartilhar o amor com o mundo. E o Amor Divino, querido – oposto ao amor humano – nem sempre é da maneira que você o considera.
O Amor Divino está presente, “sinta-o” ou não, embora você, certamente se sinta maravilhoso quando conectado com esta realidade. O Amor Divino não é o que você “faz”, embora seja maravilhosamente expresso em ações. O Amor Divino nem sempre é “servir” aos outros, da maneira que você aprendeu a servir e nem sempre é concordar com aqueles que o rodeiam.
O Amor Divino, querido, simplesmente É. O Amor Divino é a raiz de toda a existência. O Amor Divino toma forma em bilhões de formas – nos universos, nas estrelas, planetas, plantas, animais, oceanos, montanhas, em você, naqueles que você gosta ou não. O Amor Divino é a substância invisível da qual a criação é formada. Na medida em que um ser ou coisa existir em seu estado puro – você verá o Amor Divino irradiando a partir dele.
É por isto que você vê a beleza e se sente inspirado na natureza – porque a natureza existe em seu puro estado de ser. É por isto que você vê o amor nos olhos dos bebês – porque eles ainda não aprenderam a ser diferentes de quem eles são. É por isto que você vê o amor nos abanos e aconchegos de seus cães e gatos, porque eles estão sendo simplesmente quem o Criador os projetou a ser.
Você também é feito do Amor Divino. Quando estiver sendo autenticamente você mesmo, em qualquer momento, o mundo verá o amor do Criador brilhando também através de você. Se chorar quando estiver triste, aqueles que são ligados a você por amor, irão confortá-lo. Se você compartilhar as suas alegrias, dons, habilidades e talentos, aqueles que celebram o amor em suas muitas formas, irão celebrá-lo.
Quando você começar a aceitar e a honrar todos os aspectos do seu ser, enquanto o Amor Divino tenta se manifestar, você começará a se ver de uma forma inteiramente nova e diferente. O mundo irá se acertar ao seu redor. Alguns gostarão do que você tem a oferecer, e alguns, não. Nem todos gostam de chocolate, acredite ou não. Nem todos gostam de baunilha. Permita-se ser você mesmo. Permita que o mundo mude e se transforme ao seu redor. Você acabará por ficar com aqueles que o amam, exatamente como você é.
Você é luz, querido. Você é Amor Divino. Na verdade, nada mais existe. A verdade não é se o Amor está ou não presente em todas as coisas, em todos os seres e em você... a questão é somente se “você está experienciando esta verdade.”
Nós o deixamos com uma prece:
“Querido Deus, que a Luz do seu amor surja dentro de mim. Que eu o sinta em cada aspecto de minha vida. Que eu experiencie o êxtase de minha união com o seu amor e que eu seja um farol desta luz no mundo.”
Deus o abençoe! Nós o amamos muito.
Os Anjos
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br



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UMA CONVERSA INESPERADA COM OS ARCTURIANOS ~ Suzanne Lie

UMA CONVERSA INESPERADA COM OS ARCTURIANOS

Os Arcturianos e Suzanne Lie PhD

Em 28 de maio de 2015





Suzille querida, sua ressonância expandiu para uma frequência mais alta, mas sua ciência consciente ainda não fluiu nesse portal do seu EU porque sua consciência ainda não ocupou totalmente essa ressonância.

Sua consciência mais alta fluindo para seu vaso terreno e a consciência que agora ressoa ao seu vaso terreno não se misturam AINDA. Portanto, o que está ocorrendo é que você sente um pouco de desconexão da Fonte.

Essa desconexão é apenas seu cérebro 3D tentando imaginar o que está ocorrendo. A solução para essa questão é que você puxa a proteção que você tem através de sua conexão conosco, seu EU Arcturiano.

Você sempre nos vivenciou como acima de você. Agora nós lhe pedimos que você nos vivencie como dentro de você. Você poderia começar com suas expressões pleiadianas do EU, mas seu alinhamento principal neste AGORA é conosco, os Arcturianos.

É difícil explicar em linguagem humana o que estamos dizendo, então falaremos simbolicamente. Você vê a imagem do seu Eu Pleiadiano e do seu EU Antariano à sua direita e à sua esquerda?

SIM, VEJO.

Agora veja que nós estamos diretamente acima da sua cabeça, acima de sua glândula pineal. Você vê como o Pleiadiano e o Antariano estão protegendo você?

SIM, VEJO.

Agora veja como nós estamos diretamente acima de seu Chakra da Coroa, protegendo e comungando com você.

SIM, EU VEJO E SINTO.

Agora você pode sentir nossa proteção e informação entrando pela sua coroa e fluindo por você e indo para o núcleo de Gaia?

SIM, SINTO.

Ao nosso redor você também vê os Anjos e os Mestres Ascendidos, correto?

SIM, CORRETO.

Bom, você justamente imaginou em sua própria mente – por ler a linguagem da luz de sua vida – para observar aquilo que você deseja perceber e ignorar aquilo que preocupa, distrai ou que a afasta de seu propósito.

AGORA, isso é muito importante, focalize naquilo que expande sua consciência e libere/olhe através daquilo que baixa sua consciência.

Nós dizemos “olhe através” porque queremos que você esteja atenta a qualquer perigo potencial sobre onde você está andando ou um campo de energia escura. Entretanto, você precisa aprender a NÃO ser distraída pelo escuro.

Você foi treinada pela sua vida a reconhecer qualquer perigo da escuridão, mas agora você precisa reconhecer que ela existe sem qualquer interação além de um rápido pensamento de amor incondicional e fogo violeta.

SIM, EU APRENDI ISSO – DA MANEIRA MAIS DIFÍCIL.

É verdade. Mas essa “maneira mais difícil” também lhe ensinou que os milagres acontecem todos os dias.

SIM, ENSINOU, E EU AGRADEÇO A VOCÊS.

Foi sua própria expressão mais alta quem criou esse milagre, nãonós.

SIM, QUAL É A DIFERENÇA ENTRE O MEU PRÓPRIO EU SUPERIOR E VOCÊS?

A diferença está na frequência de ressonância principal. A principal frequência de ressonância do seu Eu Kepier está atualmente calibrada à quinta dimensão para ter contato mais direto com você no caso de uma intervenção física ser necessária.

Nós Arcturianos não baixamos mais a nossa ressonância para a quinta dimensão e permanecemos focalizados na oitava até a décima dimensão. Após termos concluído nossa Missão de assistir Gaia, nós (significando o grupo de Arcturianos que “nós” somos) tiraremos umas “férias” muito necessárias nas dimensões conhecidas pela humanidade como “Fonte”.

OS ARCTURIANOS TIRAM FÉRIAS?

Sim, e nós rimos com piadas também. Os seres evoluídos podem apreciar as melhores partes de estar em uma forma física sem as dificuldades que acompanham o uso de um vaso terreno. Nós amamos, rimos e até temos o que você chamaria de diversão.

UAU, EU NUNCA PENSEI NISSO. OBRIGADA POR COMPARTILHAR ESSA INFORMAÇÃO.

Nós ficamos felizes em passar qualquer informação que você deseja nos pedir. Entretanto, nós somos limitados pela lei do livre arbítrio de Gaia de somente dar a informação que é requisitada. Por outro lado, se algum dos nossos em terra pergunta: “Qual mensagem vocês têm para mim AGORA?”, tal como você faz, nós podemos olhar em sua consciência para perceber aquilo que você é capaz de entender.

Nossa informação para você tem progredido exponencialmente. E também, por causa da sua última iniciação, AGORA você será capaz de receber e entender até frequências mais altas de informação.

EU AGUARDO MUITO POR ISSO.

Você não precisa “aguardar”. Apenas esteja no AGORA.

ESSE “ESTAR NO AGORA” TEM UM MONTE DE “EFEITOS COLATERAIS” COMO A PERDA DA MEMÓRIA RECENTE.

Sim, é um ajuste inicial, que agora você será capaz de resolver por canalizar a energia – neste caso seu pensamento – através da coroa e não diretamente de seu cérebro.

Em outras palavras, da próxima vez que você esquecer alguma coisa, ao invés de procurar em seu cérebro físico, vá diretamente para o “disco rígido externo” de sua mente multidimensional.

Lembre – foi seu disco rígido externo que manteve tudo que você tinha colocado em seu computador. Portanto, quando seu computador quebrou, você pôde recuperar tudo que tinha perdido.

Agora seu “computador” está tão cheio que você tem que armazenar informação no disco rígido e na nuvem, pois a capacidade do seu computador (cérebro 3D) é insuficiente para manter toda a informação e criatividade em sua mente.

Você vê como sua vida está falando com você na Linguagem da Luz?

SIM, OBRIGADA. ESTE É UM GRANDE EXEMPLO. VOCÊS ESTÃO ME AJUDANDO A TAMBÉM DAR AOS OUTROS EXEMPLOS SIMPLES, CERTO?

Certo! Você/nós (porque somos um ser) estamos falando através de VOCÊ (seu EU Multidimensional) para que VOCÊ possa usar seu vaso terreno para receber e compartilhar as nossas mensagens.

Desta maneira, nós podemos nos comunicar com os vasos terrenos de outros seres multidimensionais que estão na “missão à distância” de usar um vaso terreno para assistir Gaia. É por essa razão que existem tantos “canais” para os Arcturianos.
[
Cada canal “individual” (pois todos vocês são UM em nossa essência arcturiana) tem uma vida individual com experiências individuais. Então, vocês podem dizer a mesma coisa com um toque diferente para que mais humanos possam receber nossas mensagens.

OBRIGADA POR DEIXAR ESSA INFORMAÇÃO TÃO CLARA.

“Claro” é o que você irá procurar ao invés de “correto”. Correto é um termo vinculado ao tempo, situação, cultura e personalidade. “Claro” é mais parecido com água clara que se pode olhar através dela e ver o fundo do lago, ou ar “claro” que se pode olhar para o céu.

Entretanto, pessoas diferentes verão coisas diferentes porque todos vocês veem o que procuram. Em outras palavras, há incontáveis coisas para ver no céu ou num lago, então vocês inconscientemente procurarão o que querem ver.

O que você NÃO quer ver pode também estar lá, mas você não irá procurar. Portanto, não irá encontrar.

É SEMELHANTE A: SE NÓS PROCURAMOS FELICIDADE, NÓS A ENCONTRAMOS; MAS SE NÓS PROCURAMOS TRISTEZA, NÓS ENCONTRAMOS.

Sim, é igual. É desta maneira que você escolhe a realidade que quer perceber. Todos vocês estão treinando essa habilidade agora enquanto vivem na Terra 3D que aparenta ter somente uma realidade.

Entretanto, quando vocês estiverem mais especializados na mudança de suas expectativas, todos vocês perceberão que vão encontrar o que procuram. Entretanto, se vocês NÃO pensarem que merecem encontrar o que vocês procuram, vocês não encontrarão.

SIM, ACHO QUE ENTENDO ISSO. EM OUTRAS PALAVRAS, VOCÊ TEM QUE ACREDITAR QUE VOCÊ MERECE PERCEBER OU QUE É POSSÍVEL PERCEBER ANTES DE PODER VER, OUVIR, SENTIR OU TOCAR ALGUMA COISA.

Parece muito simples, mas nós observamos que merecer e acreditar frequentemente são mais um resultado do que os nossos em terra aprenderam de fora de seu eu ao invés de dentro do EU. Este problema é o resultado de inúmeras gerações e de milênios sendo ensinado a olhar para fora ao invés de olhar para dentro.

A capacidade de olhar dentro de sua própria consciência pede por um nível de AUTOESTIMA que tem sido roubada de muitos de nossos voluntários a Gaia. Todos vocês foram avisados desta dificuldade antes de bilocar para Gaia.

Infelizmente foi uma das primeiras coisas que vocês esqueceram. Vocês esqueceram porque foram treinados a “prestar atenção” às suas figuras de autoridade, mesmo se seu eu interior lhes dissesse para não fazê-lo. Muitos de vocês lutaram contra esse treinamento por muitos anos, mas no final sucumbiram. Olhar para fora do seu EU em busca de assistência e amor é o formato chave para uma realidade à base do “poder sobre os outros”.

ESTOU BEM CIENTE DISSO. FELIZMENTE, VOCÊS SEMPRE ME ENVIARAM TANTO AMOR INCONDICIONAL QUE EU ME MANTIVE OLHANDO PARA DENTRO, PARA VOCÊS, MAS EU NUNCA PUDE CONTAR PARA ALGUÉM PELA MAIOR PARTE DE MINHA VIDA.

E AGORA você está contando para todos tão frequentemente que você pode, e de tantas maneiras que você pode.

OBRIGADA. ISSO REALMENTE É UM ELOGIO.

Nós não fazemos elogios 3D, mas nós sempre dizemos a verdade. Entretanto, a nossa verdade tem sido perigosa para você compartilhar, então você teve que escondê-la ou disfarçá-la.

SIM, TIVE. AGORA É SEGURO SOMENTE PASSAR A VERDADE?

Queridos voluntários usando corpos terrenos físicos, nós respondemos essa pergunta para todos vocês. Somente VOCÊS saberão se é seguro ou não. Vocês terão que ir para dentro do seu EU para descobrir.

OBRIGADA POR DIZER ISSO. TODOS NÓS TEMOS VIDAS DIFERENTES E SITUAÇÕES DIFERENTES.

Sim, todos vocês têm, pelo menos enquanto estão ressoando principalmente à sua consciência tri/tetradimensional. Entretanto, como vocês estão cada vez mais ressoando à consciência pentadimensional, vocês facilmente perceberão outros com essa frequência de ressonância. Vocês sempre estarão seguros com eles.

Logo somente será o AGORA.

QUERIDOS ARCTURIANOS, O QUE ISSO SIGNIFICA?

Significa que no AGORA não há logo.

LOGO é um estado de consciência.

As bênçãos dos Arcturianos.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com
 


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SaLuSa - 29.05.2015 ~ Mike Quinsey

O antigo sistema continua a esvanecer 

Através de Mike Quinsey

Tradução: Candido Pedro Jorge



O antigo sistema continua a esvanecer, uma vez que não mais serve as necessidades de expansão de seus níveis de consciência, como também estão aqueles que servem a seus interesses, em grande parte trabalhando com as velhas energias e que, enquanto permanecem fazendo isso, o progresso para a Luz tem se realizado de uma forma bastante lenta. No entanto, os Trabalhadores da Luz têm uma voz e aqueles que procuram a Luz, serão atraídos para pessoas que possam guiá-las em seus caminhos adequados.

A intuição de cada um tem um papel importante a desempenhar, em guiá-los na direção que melhor se adapte às suas necessidades, onde, as vezes, existem carmas envolvidos que possam exigir que experimentem o progresso de determinada maneira. Tenham a certeza, mais uma vez, de que nada de importante em suas evoluções acontece por acaso, com todas as experiências tendo o seu valor.


Algumas vezes, as razões podem não estar imediatamente aparentes, todavia, muitas vezes, num retrospecto, poderão começar a ver a lição a ser aprendida. Nestes tempos finais, algumas lições tem sido duras, com vocês sendo bem aconselhados a tomarem nota da mensagem que elas transmitiram. No entanto, de uma forma individual, não se preocupando com o grau de progresso, na medida em que lhes proporcionam lidar com suas experiências, com a intenção de aprenderem com elas, irão evoluir. Na verdade, não teriam chegado tão longe se não tivessem andado em seus caminhos iluminados.


Agora, estes caminhos provarão terem sidos muito bem sucedidos em conduzi-los de volta aos níveis mais elevados de consciência e que, na verdade sempre foi o plano para aqueles que estavam começando a despertar para seus verdadeiros Eus. Tenham em mente que se ofereceram ansiosamente para experimentar a "falta" e testarem suas capacidades de superar tal situação.


Sempre souberam que teriam capacidade de fazê-lo e, agora sabemos ao certo quão bem superaram os obstáculos na caminhada para a Luz. Todavia, mesmo assim, ainda terão muito a percorrer para atingirem um nível de plena consciência. Aqueles despertados, rapidamente estão se tornando conscientes das deficiências e orientações enganosas que os mantiveram num estado de confusão. Todavia, seus guias estão trabalhando em tempo integral para assegurar que sejam iluminados.


Os aspectos mais importantes de suas experiências são aqueles que enfatizam a verdade da evolução e fornecem uma imagem mais clara de suas verdadeiras heranças. São deuses na criação, onde o futuro não se encontra em qualquer terra, como agora bem sabem agora, mas nos reinos mais elevados de Luz.


Estão aprendendo, a partir de um número de fontes, que estão prestes a entrar num período de grandes transformações e isso já está começando a acontecer. Aqueles que atualmente habitam regiões, onde grandes mudanças irão ocorrer, tenham a certeza de que medidas estão sendo tomadas para garantir suas seguranças. Obviamente, haverá perdas de vida, embora para essas almas envolvidas nesses acontecimentos, seja uma libertação desejada de suas experiências presentes. Lembrem-se que nada acontece por acaso e que todos os grandes eventos, em particular, são planejados, atentando para os planos de vida das almas envolvidas.


Para aqueles que falecerem neste eventos, percebam também que suas consciências, enquanto na Terra, está limitada pelas baixas vibrações em que vivem. Todavia com o aumento da Luz que está a atingi-los, estarão despertando. Tentem passar a vida com a plena consciência de que, na verdade, são indestrutíveis, não importando o que acontecer agora e que se recuperarão totalmente depois de deixarem a Terra. Que olhem para suas experiências como no desempenho de um papel, tentando entender as lições que lhes serão ensinadas.


Este é um ano de transformações e num futuro muito próximo, tornar-se-ão iluminados quanto à verdade de seus Seres. Não são apenas corpos físicos, mas belos Seres de Luz e, quando saírem de seus invólucros físicos, estarão livres das restrições que experimentaram.

Nos reinos mais elevados, recuperarão a perfeição em seus corpos de vibrações mais elevadas, que irão lhes revelar como eram quando uma alma jovem. Neles, não há lugar para algo como as provações e tribulações experimentadas, que deixarão de ataca-los. Mover-se-ão e existirão em vibrações mais leves, que respondem ao poder do pensamento. Rapidamente se ajustarão a elas e desfrutarão da liberdade que lhes proporcionarão.



E que, quando "chegam", após a morte do corpo físico,o poder do pensamento permite que os "restaurem" em suas perfeitas formas, novamente, da forma quando eram jovens. Todavia, para efeitos de aparência de como as pessoas se lembram de vocês, poderão "pensar" na forma de como gostariam de serem vistos. Então, se alguém o conhecesse como uma pessoa mais velha, poderão se apresentar em conformidade.


No momento, os planos para o futuro imediato estão bastante avançados, embora tais planos fossem retidos por interferência das trevas tentando adiar o inevitável, todavia sem sucesso real, uma vez que estamos cientes de suas tentativas planejadas de seus intentos. Como dizem, uma vez que "a bola comece a rolar", não haverá nenhuma parada em seu progresso, com muitas mudanças acontecendo muito rapidamente.


Quando tudo estiver no lugar com vocês e a Terra, prontos para receberem as nossas primeiras visitas oficiais, será um momento de celebração. Tenham certeza de que, do nosso ponto de vista tudo está pronto para a nossa chegada e que nada irá impedir que isso aconteça. Então, lhes falaremos sobre o futuro maravilhoso da humanidade, a fim de aumentar suas expectativas. Claro que pedimos para terem paciência e que, enquanto os eventos não acontecem nos seus devidos tempos, nossas promessas serão mantidas.


Muitas almas estão temerosas do futuro, na medida em que veem seus ambientes familiares parecendo desmoronar. Quando tiverem oportunidade, tentem transmitir a ideia de que tudo será para o melhor, onde o velho deve ser limpo para permitir que o novo se manifeste. Em idades anteriores ao Fim dos Tempos aconteceram grandes alterações, de modo a permitir um começo completamente novo, onde mesmo em sua história recente ainda existem evidências.


Lembre-se constantemente que são vitoriosos e que, por assim dizer, passaram no teste e que não terão que repeti-lo. Cresceram por isso, embora possam não estarem cientes neste momento. Quando souberem que são irmãos e irmãs, independentemente da cor da pele ou crenças e compreenderem a Unidade de todas as almas, estarão bem no caminho para completarem este entendimento. Tratem a todos como gomo gostariam de serem tratados e estarão ajudando-os a perceber a ligação imutável que existe entre todos vocês.


Eu sou SaLuSa, de Sirius, contente de ser capaz de liberar mais informações num momento em que muitos estão prontos para a verdade. Há muito mais para revelar, mas tudo virá em boa hora e nós, certamente, não queremos sobrecarrega-los com muita coisa ao mesmo tempo.


Sabemos que, quando dada um pouco da verdade, ficam já imaginando outras possibilidades e como realiza-las, com seus Guias a impressiona-los ainda mais. Claro que muitas almas não estão prontas para a verdade e por essa razão não serão forçadas a estas lições. Algumas ainda estão nas garras de uma versão da verdade, em grande parte determinada por intermédio de ensinamentos religiosos. Entretanto, enquanto estas estiverem em erro, seus próprios professores se tornarão despertos, alterando suas abordagens. Mantenhama boa fé e nunca temamo que o futuro lhes reserva. Saibam que muito Amor os acompanha nesta jornada.


Obrigado SaLuSa.
Mike Quinsey.



Nota: 
Mike Quinsey estará de férias por 2 semanas, assim, a próxima mensagem de SaLuSa canalizada por ele será na sexta-feira, 19 de Junho.




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O Retorno de Inanna: 14 – Tara ~ V.S. Ferguson


O Retorno de Inanna: 14 

 Tara



“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios 1:22

O Retorno de Inanna: XIV – TARA


“Eu, Inanna, retorno para contar como faz cerca de 500 mil anos, a minha família de Nibiru tomou posse da Terra e alterou o genoma humano com o fim de produzir uma raça de trabalhadores criada para extrair ouro destinado à esgotada atmosfera de Nibiru, nosso planeta e lar original.

Como somos tecnologicamente muito superiores, esta raça de trabalhadores — a espécie humana — nos adorava como a deuses. Aproveitamo-nos deles (de voces) para liberar guerras em meio de nossas disputas familiares intermináveis até que, de um modo estúpido, desatamos sobre a Terra a terrível arma Gandiva (artefatos nucleares), que enviou uma onda de radiação destrutiva por toda a galáxia”…

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulo XIV do livro “O Retorno de Inanna (Nibiru). Os deuses ancestrais e a evolução do planeta Terra“, de V.S. Ferguson

… “Isto chamou a atenção dos membros da Federação Intergaláctica. E então, por causa de nossas próprias ações irresponsáveis em seu planeta, vimo-nos restringidos pela BARREIRA DE FREQUÊNCIA, imposta pela FEDERAÇÃO, uma prisão de freqüência que congelou a nossa evolução.

Retornem comigo à antiga Suméria, a Babilônia, ao vale do rio Indus e ao Egito. Dentro de meus Templos do Amor, dou a conhecer segredos antigos da união sexual cósmica nibiruana e de meus matrimônios sagrados. Através de meus olhos contemplem a Torre de Babel, o Grande Dilúvio, os Túneis das Serpentes e os cristais em espiral na pirâmide de Gizé.



Viajem comigo pelo tempo até a Atlântida, a Cachemira e o Pacífico Noroeste dos Estados Unidos à medida que encarno em meu Eu multidimensional para pôr a funcionar os códigos genéticos que estão latentes dentro de sua espécie e para libertar a Terra do controle por freqüências que exerce meu primo, o tirano deus Marduk (Baal, LÚCIFER)“.

Partes anteriores:
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-ninhursag-03/

XIV – TARA

O que faz uma garota como eu quando perde tudo? Depois de uma época em que chorando dormia nos braços de minha mãe, comecei a me sentir como uma parva. Aqui estava eu, Inanna, a Rainha do Céu, escondida na casa de meus pais. Quando comecei a me recuperar me senti um pouco coibida e envergonhada.

Pela primeira vez comecei a refletir sobre o significado de minha vida e sobre o que tinha feito. No profundo de minha alma sentia uma angústia e me perguntava se outros deuses também a sentiam. Era algo estranho e novo para mim.



Diariamente chamava a meu amigo Matali e conversávamos muito tempo. Matali era considerado como o melhor engenheiro de energia de plasma. Era um físico que podia consertar tudo.

De vez em quando apenas voava na espaçonave de Enki por amizade, mas fazia tempo se desiludiu do modo de vida dos deuses. Matali tinha se casado com Tara e foi viver com sua gente para começar uma nova vida.

Tara era da antiga raça do Povo Serpente, os Nagas, uma raça que viveu na Terra muitos eons antes que minha família chegasse a esse planeta. O Povo Serpente (Nagas) veio de um setor diferente da galáxia, vieram do sistema estelar de Altair, para viver no interior da Terra. Matali sugeriu que fosse com eles ao Reino da Serpente. Ele pensava que a mudança me faria bem, assim vieram me pegar na casa de minha mãe.

Tara e eu tínhamos chegado a ser muito amigas no Vale do rio Indo (em Harappa e Mohenjo Daro), onde ela tinha ensinado às minhas sacerdotisas as artes da dança. Ela tinha aprendido a arte da dança celestial dos Apsarás, os seres dançantes do céu. Tara era uma perita em dança. Por meio de uma concentração intensa ela podia levantar seu magro corpo no ar e executar movimentos celestiais de máxima elegância e graça. Das pontas de seus dedos até os sinos de ouro que cantavam brandamente sobre seus tornozelos, a dança da Tara é uma expressão deliciosa de sentimento.

Eu a amo tanto! A serpente tão desolada pôs seus braços a meu redor e começou a chorar. “Oh, minha querida amiga!”, expressou. Por um momento meu orgulho me impediu de chorar, mas muito em breve comecei a fazê-lo. A beleza da Tara não era somente física, procedia de seu interior. Ela possuía um tranqüilo equilíbrio de ser, uma sabedoria carinhosa. Todo isso a fazia atraente. Não é de estranhar que Matali a amasse profundamente. Ele nos olhava fixamente e de um modo amoroso, enquanto chorávamos uma nos braços de outra, e a espaçonave subia pelos céus procurando um portal do tempo.



O Reino do Povo Serpente era na verdade extenso. Dentro da Terra existem muitas cidades que resplandecem cada uma com torres de alabastro branco. O ar é fresco e é regulado por sistemas sofisticados cujas fontes de energia estão nos pólos da Terra. Há pomares e campos de cultivo que produzem mantimentos em abundância para sua gente. O Povo Serpente possui uma grande variedade de corpos: uns são humanos, outros metade serpente ou réptil.

Podem ver na escuridão e, com suas habilidades telepáticas, podem ter acesso às mentes de um grupo, se assim o desejarem. Eles possuem a capacidade do mimetismo, e são capazes de (e assim o fazem) andar em nossas ruas adotando a aparência humana de uma pessoa comum da superfície.

À medida que os dias passavam no Reino da Serpente, eu não deixava de fazer perguntas a Tara; rogava-lhe que me entregasse seus segredos. O que dava a ela essa integridade e essa beleza? Como podia eu obter esse estado mágico? Tara me contou muitas coisas, de como sua gente tinha vindo a este planeta fazia muito tempo para construir suas cidades e túneis subterrâneos. Contou-me que entre eles somente havia uma pessoa que sabia tudo, e que se chamava A Sábia, a Velha e Ancestral Mulher Serpente.

Implorei-lhe que me levasse a ela. Fizeram-se acertos para que Tara, Matali e eu viajássemos juntos à morada da Velha Mulher Serpente. Seu nome é impronunciável em seu idioma atual; é um som que transmite amor. Dos ombros para baixo é mulher, mas dos ombros para acima tem a cabeça de serpente. Emana uma energia que eu nunca havia sentido antes e que não a tornei a sentir após.

Não é nem jovem nem velha e quando você trata de olhá-la fixamente se transforma continuamente ante seus olhos. Em um momento é beleza deliciosa, no seguinte um demônio furioso. Não obstante, a gente nunca sente medo em sua presença. É como se ela encarnasse tudo o que é, e isso está muito bem.



Quando me sentei frente a ela, fez um gesto indicando que sabia o que eu queria. Sabia quem eu erae tudo o que tinha feito. Parecia me conhecer inclusive além de minha vida como Inanna. Era como se sempre nos tivéssemos conhecido; como se de algum modo eu sempre tivesse estado em sua mente. Olhava-me com uma curiosidade familiar e compaixão. Não mostrou nenhum desejo de me controlar ou de me manipular. Encontrou prazer em minhas aventuras, em meu deleite e irradiava seu amor incondicional.

Pouco a pouco tudo o que nos rodeava se convertia em uma luz dourada intermitente, o tempo começou a derreter-se e senti que as dimensões convergiam. Em minha mente vi que a Terra tinha existido durante eons. Neste lugar da galáxia tinham existido três esferas e esta Terra atual era a terceira. Ao final de cada ciclo a esfera tinha sido destruída e em seu lugar se criou um novo planeta.

Tive uma visão do que foi a primeira Terra. Esta época mais sutil e mais amável que a da colônia nibiruense. Havia um grande amor no planeta e o seres que existiam estavam dedicados a retornar ao Primeiro Criador.

Nesse tempo vi, um dia, muitas ladeiras com grupos de pessoas, todos vestidos de branco sentados sobre as costas do mar. No topo de uma ladeira havia um pavilhão de mármore com colunas altas e debaixo destas havia doze casais em uma fileira em forma de meia lua. Começaram a cantar: “Illiii… OHhhh… AHhhh…”. Repetidas vezes estes tons fluíam pelas ladeiras até que tudo vibrava em som. Havia uma multidão de entidades com rostos brilhantes que entoavam as mesmas freqüências e, à medida que a energia incrementava, os seres começavam a converter-se em luz.



A princípio a luz somente rodeava seus corpos, mas logo seus corpos eram luz. Cada homem, mulher e menino sobre essas ladeiras se converteu em uma luz. À medida que suas freqüências continuavam pulsando e ascendendo, o som se convertia em uma espiral. Estas energias que se formavam atraíram para a luz em espiral anjos e outros seres elevados. Finalmente o Primeiro Criador aspirou essa espiral enquanto o prazer resplandecia através de todo o universo.

Em nosso estado de êxtase e prazer sublime, tínhamos presenciado uma ascensão em massa. Vida que alegremente retornava a sua fonte: o Primeiro Criador. De algum modo Tara, Matali e eu estávamos nesse pavilhão de mármore e, não obstante, estávamos ainda em presença da Velha Mulher Serpente. Era como se não existisse a separação dos eons, como se estivéssemos simultaneamente em ambos os tempos e lugares. Por nossos rostos corriam lágrimas de felicidade.

Em nossos corações agradecemos à Velha Mulher Serpente e nos despedimos dela. Nossos corpos estavam carregados de força elétrica, e foi suficiente por aquele dia.

De retorno para o reino dos deuses, Marduk estava conspirando e planejando. Nergal não se deu por vencido e estava formando alianças com os enlilitas, os inimigos de seu pai Enki. A animosidade entre os filhos de Enki e Enlil se concentrou na atmosfera da Terra. Das profundidades do Reino Serpente observávamos como os deuses se aproximavam cada vez mais da sua própria destruição.

Continua …

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/o-vaticano-e-o-regresso-do-planeta-x/
  3. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  4. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  5. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  6. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  7. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  8. http://thoth3126.com.br/emmanuel-origens-da-humanidade-racas-de-ets-arcanjos/
  9. http://thoth3126.com.br/naves-gigantes-se-aproximam-da-terra/
  10. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  11. http://thoth3126.com.br/baalbek-antiga-plataforma-de-pouso-para-espaconaves-extraterrestres/
  12. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  13. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
  14. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/


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 Posted by Thoth3126 on 30/05/2015
 
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Lembranças sombrias clareiam, na medida em que a Matiz-manidade desperta ~ ÉirePort

Lembranças sombrias clareiam, 

na medida em que a Matiz-manidade desperta

Gaia Portal - 28.05.2015 

través de Éire Port

Tradução: Candido Pedro Jorge



Lembranças sombrias clareiam na medida em que a Matiz-manidade desperta numa Maior Maestria Energética de Luz

Liberdade Interior é abraçada pela humanidade e Matiz-manidade.

Diferenças de distinções entre a humanidade e Matiz-manidade, agora diminuem rapidamente.

Movimentos em frente, através da quietude são fundamentais.


ÉirePort 



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A Revelação Templária – 2A – No Mundo Secreto ~ Lynn Picknett e Clive Prince

A Revelação Templária – 2A 

 No Mundo Secreto




CAPÍTULO II A – NO MUNDO SECRETO: A nossa investigação do «Leonardo Da Vinci (secreto) desconhecido» iria tornar-se uma longa busca, incrivelmente complicada – dir-se-ia mais uma iniciação do que uma simples deslocação de A para B.

Ao longo do caminho, encontramo-nos em muitos becos sem saída e enredamo-nos no submundo dos que estão ligados às SOCIEDADES SECRETAS e que têm prazer não só em se entregar a jogos sinistros mas também em ser agentes de desinformação e de confusão. Muitas vezes, ficamos estupefatos, perguntando a nós mesmos como uma simples investigação da vida e da obra de Leonardo da Vinci nos podia ter introduzido num mundo que não acreditávamos que existisse fora dos filmes impenetráveis do grande surrealista francês Jean Cocteau, como o seu Orfeu, com a descrição de um submundo em que se penetra através de espelhos mágicos …


Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulo 02 A – NO MUNDO SECRETO – Livro “The Templar Revelation – Secret Guardians of the True Identity of Christ” de Lynn Picknett e Clive Prince.

http://www.picknettprince.com/

CAPÍTULO II A – NO MUNDO SECRETO

… De fato, foi este verdadeiro expoente do bizarro – Jean Cocteau – que nos iria fornecer mais indicações, não só acerca das crenças de Leonardo mas também da existência de uma continuada tradição secreta que tinha as mesmas preocupações. Iríamos descobrir que Cocteau (1889-1963), ele próprio, parece ter estado implicado nesta sociedade – a prova da sua implicação será adiante discutida. Mas, em primeiro lugar, analisemos o gênero mais imediato de prova testemunhal – a dos nossos olhos e descobertas.

Espantosamente próxima das luzes brilhantes e do ruído de Leicester Square, em Londres, encontra-se a Igreja de Notre Dame de Paris. Situada em Leicester Square, virtualmente contígua a uma elegante sorveteria, é muito difícil encontrá-la, porque a sua fachada não se anuncia com a arquitetura flamejante que nos habituamos a associar às grandes igrejas católicas. Podemos passar sem reparar nela e, certamente, sem fazer ideia de que a sua decoração é significativamente diferente da decoração da maioria das outras igrejas católicas.


Fachada da Igreja de Notre Dame de France, situada em Leicester Square, em Londres

Originalmente construída em 1865, num local com associações aos Cavaleiros Templários, Notre Dame de France foi quase totalmente destruída durante os ataques aéreos nazistas a Londres durante a II Guerra Mundial e reconstruída no final da década de 50. Transposto o seu modesto exterior, o visitante encontra-se num vasto átrio, arejado e de grande altura, que, a princípio, pode parecer típico do moderno traçado católico.

Quase desprovida da aparatosa estatuária que adorna excessivamente muitos edifícios mais antigos, ela contém, todavia, pequenas placas decorativas que representam a Via Sacra, um altar-mor, abaixo de uma grande tapeçaria de uma jovem virgem loira, rodeada por animais que a veneram – a qual, embora um tanto sugestiva de uma das mais graciosas cenas de Disney, ainda está dentro dos limites do que constitui uma representação aceitável da jovem Maria – e algumas imagens de santos, presidindo às capelas laterais.

Mas, à esquerda do visitante, quando está voltado para o altar-mor, há uma pequena capela que não tem nenhuma estátua de culto mas, no entanto, tem o seu grupo de fiéis muito particulares. Os visitantes vêm admirar e fotografar o seu invulgar mural, obra de Jean Cocteau, que o terminou em 1960, e a igreja orgulha-se de vender postais ilustrados da sua obra de arte, muito particular e justamente famosa. Mas, tal como no caso das chamadas pinturas «cristãs» de Leonardo, este afresco, quando meticulosamente examinado, revela simbolismo muito pouco ortodoxo. E a comparação com a obra de Leonardo não é acidental.

Mesmo dada a distância de cerca de quinhentos anos, poderia dizer-se, no entanto, que Leonardo e Cocteau estavam, de algum modo, a colaborar, ao longo dos séculos?

Antes de voltarmos a nossa atenção para o curioso mural de Cocteau, examinemos a igreja, de modo geral. Embora não seja única, é invulgar que uma igreja católica seja redonda, e esta forma é aqui acentuada em vários pormenores. Por exemplo, há uma surpreendente clarabóia, em forma de cúpula, decorada com um desenho de anéis concêntricos que não é demasiado fantasista interpretar como um gênero de teia de aranha. E as paredes, tanto no interior como no exterior, ostentam o repetido motivo de cruzes de braços iguais, alternadas – e ainda mais círculos.


Jean Cocteau durante o seu trabalho de realizaçãodo mural no interior da Igreja de Notre Dame de France, em 1959

Esta igreja do pós-guerra, embora seja nova, ergueu-se orgulhosamente, incorporando uma placa de pedra que fora retirada da Catedral de Chartres, essa jóia da coroa da arquitetura gótica – e, como iríamos descobrir, o ponto de convergência (a Catedral de Chartres) destes grupos, cujas crenças religiosas não são, de modo nenhum, tão ortodoxas como os livros de História nos levavam a pensar.

Pode objectar-se que não há nada de particularmente profundo ou sinistro na inclusão desta pedra – afinal, durante a guerra, esta igreja foi um ponto de encontro das forças de Libertação Francesas e uma peça de Chartres era, seguramente, um símbolo vivo do que a pátria francesa sempre representou. Contudo, a nossa investigação ia mostrar que era, de fato, muito mais importante do que isso.

Dia após dia, muitas pessoas – tanto londrinos como visitantes – passam por Notre Dame de France para rezar e participar nos serviços religiosos. A igreja parece ser uma das mais frequentadas de Londres e também representa um refúgio conveniente para os sem-abrigo, que são tratados com grande bondade (como os próprios Templários costumavam tratar os desafortunados). Mas é o mural de Cocteau que atua como um ímã para a maioria dos que visitam a igreja, como parte do seu passeio a Londres, embora também se possam deter para aproveitar um oásis de calma, no meio do grande movimento da capital.

De início, o mural pode decepcionar, porque – como grande parte da obra de Cocteau – parece, ao primeiro olhar, ser pouco mais do que um esboço pintado, uma cena apenas esboçada nalgumas cores, sobre o simples estuque. Representa a Crucificação: a vítima está rodeada de aterradores soldados romanos, de mulheres e discípulos pesarosos. Certamente que contém, podia pensar-se, todos os ingredientes de uma cena da Crucificação tradicional, mas, como A Última Ceia de Leonardo, ela merece um exame mais minucioso, mais crítico – e mesmo mais sensato.

A figura central, a vítima da mais horrível das mortes por tortura, pode bem ser Jesus. Mas também é verdade que não temos a certeza da sua identidade, porque apenas o vemos dos joelhos para baixo. A parte superior do corpo não é mostrada. E, aos pés da cruz, está uma enorme rosa vermelho-azulada.



Em primeiro plano, há uma figura que não é romana nem discípulo, que está afastada da cruz e parece estar fortemente perturbada pela cena que se desenrola atrás de si. Na verdade, é um acontecimento profundamente perturbador – assistir à morte de qualquer pessoa, nestas circunstâncias, é, seguramente, pungente, mas estar presente quando Deus encarnado está derramando o seu sangue seria indescritivelmente traumático. Todavia, a expressão desta personagem não é a do humanitarismo horrorizado, nem a do venerador consternado. Se formos sinceros, a testa franzida e o olhar de soslaio são os de uma testemunha decepcionada, mesmo desagradada. Não é a reação de alguém que esteja remotamente disposto a dobrar o joelho, em sinal de respeito, mas de alguém que expressa a sua opinião de igual para igual.

Então, quem é esta presença desaprovadora no acontecimento mais sagrado da Cristandade? É nada menos do que o próprio Jean (João) Cocteau. Se nos lembrarmos de que o próprio Leonardo se auto-retratou, desviando o olhar da Sagrada Família, na Adoração dos Magos, e de Jesus, em A Última Ceia, há, no mínimo, poderíamos dizer, uma semelhança secreta entre estas duas pinturas. E, quando se afirma que os dois artistas pertenciam à alta hierarquia da mesma sociedade secreta e herética, continuar a investigação torna-se irresistível.

Iluminando a cena, um SOL NEGRO lança os seus raios sinistros no céu circundante. Frente ao sol, encontra-se uma pessoa – provavelmente um homem – cujos olhos levantados e protuberantes, perfilados contra o horizonte, são notavelmente semelhantes a seios atrevidos. Quatro soldados romanos assumem uma atitude épica, em volta da cruz, mantendo as lanças em ângulos estranhos e, aparentemente, significativos – um deles agarra um escudo que ostenta o desenho de um falcão (n.t. símbolo de Hórus, filho de ÍSIS…) estilizado. E, aos pés de dois soldados, vê-se um pano, sobre o qual estão espalhados dados. A soma total dos números que os dados apresentam é cinquenta e oito – 58.

Um homem jovem e insípido aperta as mãos em torno da base da cruz, e o seu olhar, um tanto inexpressivo, fixa-se vagamente numa das duas mulheres desta cena. Estas, por sua vez, parecem estar ligadas pela forma de um grande «M», exatamente abaixo do homem com olhos semelhantes a seios. A mulher mais velha, cheia de dor, olha para baixo e parece estar a chorar sangue; a mais nova está literalmente mais distante, apesar de estar de pé, junto da cruz, todo o seu corpo está afastado dela. A forma do «M» aberto repete-se na frente do altar, imediatamente abaixo do mural.


Jean Cocteau pintou a si mesmo no mural (Direita) ao lado do Falcão e dos dados que aparecem à esquerda.

A última figura desta cena, no extremo direito da pintura, é um homem de idade indefinida, cujo único olho visível tem a forma distinta de um peixe.

Alguns comentadores chamam a atenção para o fato de os ângulos das lanças dos soldados formarem um pentagrama – em si, uma característica pouco ortodoxa de uma cena tradicional cristã. Esta caraterística, apesar de intrigante, não faz parte da nossa presente investigação. Como vimos, parecem existir elos superficiais entre as mensagens subliminares das obras religiosas de Leonardo e de Cocteau, e foi esta utilização comum de determinados símbolos que chamou a nossa atenção.

Os nomes de Leonardo da Vinci e de Jean Cocteau figuram na lista dos grão-mestres daquela que alega ser uma das mais antigas e mais influentes sociedades secretas da Europa – o Prieuré de Sion, o Priorado de Sião. Altamente polêmica, a sua própria existência tem sido posta em questão e, portanto, quaisquer das suas alegadas atividades são, geralmente, ridicularizadas e as suas implicações ignoradas. De princípio, compreendemos este tipo de reação, mas as nossas investigações posteriores revelaram que a questão não era assim tão simples.

A sociedade secreta Priorado de Sião chamou a atenção do mundo de língua inglesa apenas em 1982, através do best-seller “The Holy Blood and the Holy Grail”, de Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln, embora, em França, a sua pátria, se tivesse tornado público, de forma gradual, a partir de 1960. É uma ordem secreta quase maçônica ou de cavalaria, com determinadas ambições políticas e, parece, considerável poder oculto. Dito isto, é muito difícil classificar o Priorado, talvez porque exista algo de essencialmente quimérico em informação de todos os movimentos que foram dados pelo representante do Priorado, informação que conhecemos no princípio de 1991 – o encontro foi o resultado de uma série de cartas bizarras, que nos foram enviadas após uma discussão radiofônica acerca do Sudário de Turim.



O que conduziu a este encontro, ligeiramente surrealista, está pormenorizado no nosso livro anterior, mas, de momento, será suficiente dizer que um certo «Giovanni» (João em italiano)- que sempre conhecemos sob este pseudônimo – um italiano que alegava ser um dos membros da alta hierarquia do Priorado de Sião, nos observara, cuidadosamente, durante as primeiras fases da nossa investigação sobre Leonardo e o Sudário de Turim. Por qualquer razão, ele decidira, por fim, informar-nos de certos interesses daquela organização, e talvez mesmo implicar-nos nos seus planos. Grande parte daquela informação iria conduzir eventualmente – depois de a termos verificado, de forma algo tortuosa – na confecção do nosso livro sobre o Sudário de Turim, mas essa informação de modo algum foi importante para aquela obra e, por conseguinte, foi omitida.

Apesar das implicações da informação de Giovanni, muitas vezes espantosas, ou mesmo chocantes, fomos obrigados a tomar a sério pelo menos a maior parte dela, apenas porque a nossa investigação independente a confirmava. Por exemplo, a imagem do Sudário de Turim comporta-se como uma fotografia, porque é exatamente isso que ela é, como já demonstramos. E se, como ele afirmava, a informação de Giovanni tivesse origem nos arquivos do Priorado, então, havia razão para abordar a ideia da sua existência – talvez com algum ceticismo saudável, mas de modo algum com a completa negação de muitos dos seus detratores.

Quando começamos a envolver-nos no mundo secreto de Leonardo, depressa compreendemos que, se esta sociedade pouco definida fizera realmente parte integrante da sua vida, então, ela podia contribuir muito para explicar a força motivadora de Leonardo. Se, de fato, ele fizera parte de qualquer tipo de rede, poderosa e clandestina, os seus influentes patronos – como Lorenzo de Medici e Francisco I, de França – também podiam estar implicados. Parecia haver uma organização misteriosa por detrás das obsessões (n.t. e daquilo que ele sabia) de Leonardo: mas era essa organização, de fato, como alguns afirmam, o Priorado de Sião?

Se as reivindicações do Priorado são verdadeiras, então ele era já uma venerável organização quando Leonardo foi recrutado para as suas fileiras. Mas, qualquer que fosse a sua antiguidade, o Priorado devia ter exercido uma atração poderosa, talvez única, sobre o jovem artista e sobre vários dos seus colegas renascentistas, igualmente incrédulos. Talvez, como os maçônicos modernos, ela oferecesse progresso material e social, facilitando a carreira do jovem artista nas mais influentes cortes europeias, mas isso não explicaria a profundidade evidente das estranhas crenças de Leonardo. Fosse qual fosse a organização a que pertenceu, ela apelava ao seu espírito tanto como aos seus interesses materiais.

O poder subjacente ao Priorado de Sião é, no mínimo, parcialmente devido à sugestão de que os seus membros são, e sempre foram, guardiões de um grande segredo – um segredo que, se fosse tornado público, abalaria os verdadeiros alicerces tanto da igreja como do Estado. O Priorado de Sião, por vezes conhecido por Ordem de Sião ou Ordem da Nossa Senhora de Sião, assim como por outros títulos subsidiários, alega ter sido fundado em 1099, durante a Primeira Cruzada – e, mesmo então, foi apenas uma questão de formalizar um grupo cuja custódia deste conhecimento explosivo já datava de há muito tempo atrás.



O Priorado alega estar nos bastidores da criação dos Cavaleiros Templários – essa curiosa organização de monges-soldados medievais de sinistra reputação. O Priorado e os Templários tornaram-se, consoante se alega, virtualmente a mesma organização, presidida pelo mesmo grão-mestre, até sofrerem um cisma, em 1188, e seguirem caminhos distintos. O Priorado continuou sob a custódia de uma série de grão-mestres, incluindo alguns dos nomes mais ilustres da história, como Sir Isaac Newton, Sandro Felipepi (conhecido como Botticelli), Robert Fludd, o filósofo ocultista inglês – e, claro, Leonardo da Vinci, que, alegadamente, presidiu ao Priorado durante os últimos nove anos da sua vida.

Entre os seus líderes mais recentes, contam-se Vítor Hugo, Claude Debussy – e o artista, escritor, dramaturgo e realizador cinematográfico Jean Cocteau. E, embora não fossem grão-mestres, alegadamente, o Priorado tem atraído outros luminares, ao longo dos séculos, como Joana d’Arc, Nostradamus (Michel de Notre Dame) e mesmo o papa João XXIII.

Além destas celebridades, a história do Priorado de Sião, alegadamente, envolveu as mais importantes famílias reais e aristocráticas da Europa, geração após geração. Estas famílias incluíam os D’Anjou, os Habsburgo, os Sinclair e os Montgomery. O objetivo declarado pelo Priorado é proteger os descendentes da antiga dinastia merovíngia, reis do que hoje é a França – que reinaram desde o século V até ao assassinato de Dagoberto II, no final do século VII, e com ele a dinastia merovíngia. No entanto, os críticos afirmam que o Priorado de Sião existe apenas a partir de 1950 e é formado por um pequeno grupo de mitomaníacos sem poder efetivo – monárquicos com ilimitadas ilusões de grandeza.

Assim, por um lado, temos as reivindicações do Priorado à sua genealogia e raison d’étre e, por outro lado, os argumentos dos seus detratores. Fomos confrontados com este abismo, aparentemente intransponível, e – para ser honesto – tivemos dúvidas em continuar com esta linha particular de investigação. Contudo, compreendemos que, embora uma avaliação do Priorado se dividisse logicamente em duas partes – as questões da sua existência, em tempos recentes, e das suas pretensões históricas -, o problema era complexo, e nada ligado a esta organização era transparente.

Uma ligação dúbia ou uma contradição aparente, relativas às atividades do Priorado, levava, inevitavelmente, os céticos a considerarem toda a situação como um disparate completo, do princípio ao fim. Mas devemos lembrar que estamos lidando com criadores de mitos que, muitas vezes, estão mais preocupados em transmitir IDEIAS PODEROSAS, e mesmo chocantes, através de imagens de arquétipo do que em comunicar a verdade literal.

Não tínhamos dúvidas da existência moderna do Priorado. Os nossos contatos com Giovanni convenceram-nos de que ele, pelo menos, não era um impostor casual e que a sua informação era digna de confiança. Não apenas nos revelou fatos preciosos acerca do Sudário de Turim como nos forneceu pormenores acerca de vários indivíduos que, atualmente, estão implicados no Priorado e noutras organizações esotéricas, talvez aliadas, tanto no Reino Unido como na Europa continental. Por exemplo, ele mencionou, como membro, um consultor editorial com o qual um de nós trabalhara nos anos 70. À primeira vista, a afirmação de Giovanni referente a este homem parecia uma fantasia maliciosa da sua parte, mas, alguns meses depois, aconteceu uma coisa muito estranha.



Pelo que foi certamente uma coincidência espantosa, esse mesmo editor assistiu a uma festa organizada por uma das nossas amigas, em Novembro de 1991, num restaurante de que ela gostava particularmente – que não era, de modo nenhum, a sua casa num dos condados junto a Londres, mas que ficava muito próximo da casa de um de nós. Assim, foi verdadeiramente surpreendente encontrar entre os convidados, tão perto da nossa casa, alguém que fora mencionado por Giovanni. Depois mantivemo-nos em contato com ele e fomos convidados para a sua casa, no Surrey. Sendo boa companhia, não foi difícil passar algum tempo com ele e com a sua mulher, mas, gradualmente, um fato tornou-se evidente. Ele era membro do Priorado de Sião.

O nosso contato com ele, durante este período, culminou com um convite para uma festa, após o Natal, na sua casa de campo. A festa foi uma fascinante reunião de amigos, e os outros convidados eram cosmopolitas encantadores, que estavam todos notavelmente – e, talvez, por percepção tardia, excessivamente – interessados no nosso trabalho sobre Leonardo e o Sudário. Foi muito lisonjeador, mas um pouco inquietante, sobretudo porque eram todos membros do cenário bancário internacional.

Já sabíamos que o nosso anfitrião era membro de um gênero de organização maçônica, mas, apesar do seu espírito vivo e, por vezes, exuberante, era também um praticante do ocultismo. Sabíamos que isso era verdade, em parte, porque ele próprio nos informara, no que foi claramente uma atitude deliberada. Obviamente, ele queria que conhecêssemos alguma coisa acerca das tendências ocultistas dele próprio e do seu círculo – mas o quê exatamente? Fosse qual fosse a natureza da agenda oculta do nosso anfitrião, ficamos sabendo que o Priorado existia entre homens e mulheres, cultos e influentes, que falavam inglês. Giovanni também mencionou um certo diretor de uma empresa de publicidade de Londres, também nosso conhecido, como membro do Priorado.

Embora não conseguíssemos confirmar a sua qualidade de membro daquela organização, descobrimos que o seu interesse no ocultismo ultrapassava os artigos e os livros ocasionais que escrevia sobre o assunto usando pseudônimos. Também desempenhara um papel importante na publicidade de The Holy Blood and The Holy Grail quando foi publicado, em 1982. (E, certamente, não é coincidência que ele tenha uma segunda casa muito próximo de uma certa aldeia francesa que tem, como veremos, um papel importante a desempenhar no drama que rodeia o Priorado de Sião.)

O fato importante que emergiu dos nossos contatos com estes homens é que o moderno Priorado de Sião não é, como alegam os críticos, uma simples invenção de um pequeno grupo de franceses com fantasias monárquicas. Devido aos nossos recentes contatos e experiência, não duvidamos de que o Priorado existe ainda agora, hoje.

A sua alegada genealogia histórica, no entanto, é uma outra questão. Temos de admitir que os críticos do Priorado têm razão quanto à sua primeira referência documentada, que data apenas de 25 de Junho de 1956. Segundo a lei francesa, todas as associações têm de se registrar, por paradoxal que isso possa parecer, no caso das chamadas sociedades «secretas». No momento do registo, o Priorado declarou que o seu objetivo era oferecer «estudos e auxílio mútuo aos membros» – uma declaração que, embora pickwickiana no seu malicioso altruísmo, é também um caso de cuidadosa neutralidade.

O Priorado declarou apenas uma atividade, a publicação de um jornal chamado Circuit que se destinava, nas palavras do Priorado, «à defesa e informação dos direitos e liberdades da habitação-de-renda-reduzida» (foyers HLM – literalmente o equivalente à habitação social inglesa). Esta declaração referia quatro funcionários da associação, o mais interessante – e o mais conhecido – dos quais era um certo Pierre Plantard, que era também o editor do Circuit.

Desde aquela obscura declaração, o Priorado de Sião tornou-se conhecido de uma audiência mais vasta. Não apenas os seus estatutos surgiram na imprensa, completados pela assinatura do seu alegado anterior grão-mestre, Jean Cocteau (embora, evidentemente, ela possa ser uma falsificação), mas também o Priorado surgiu em vários livros. A sua estréia ocorreu em 1962, em Les Templiers sont parrmis nous (Os Templários Estão entre Nós), de Gérard de Sède, que incluía uma entrevista com Pierre Plantard.



O Priorado, no entanto, teve de esperar vinte anos para ter impacto no mundo de língua inglesa. Em 1982, o fenomenal best-seller The Holy Blood and The Holy Grail, de Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln chegou às livrarias, e a controvérsia subsequente tornou o Priorado de Sião um tema de debate em voga entre um público muito mais vasto. O que esse livro reivindicava para a organização, e o que extrapolava dos seus alegados objetivos, será, no entanto, tratado mais tarde.

Pierre Plantard emerge dos elementos tornados públicos como uma figura plausível, que aperfeiçoou a arte dos políticos: olhar de frente para o entrevistador, enquanto, habilmente, consideram a verdadeira pergunta de modo muito diferente. Nascido em 1920, tornou-se conhecido do público, pela primeira vez, na França ocupada de 1942, como editor de um jornal, chamado Vaimcre pour ume jeume chevalerie (A Conquista de Uma Jovem Cavalaria) – que era nitidamente tolerante com os opressores nazistas e que foi, de fato, publicado com a sua autorização.

Oficialmente, este jornal era o órgão da Ordem Alpha-Galates, uma sociedade quase maçônica e cavaleiresca, sedeada em Paris, da qual Plantard se tornou grão-mestre, aos 22 anos. De princípio, os seus editoriais surgiram sob o nome de «Pierre de France», depois «Pierre de France-Plantard e, finalmente, simplesmente «Pierre Plantard». A obsessão com que considerava ser a versão correcta do seu nome verificou-se novamente quando adotou o título mais grandioso de «Pierre Plantard de Saint-Clair», o nome sob o qual surgiu em The Holy Blood and The Holy Grail – e que usou quando foi grão-mestre do Priorado de Sião, entre 1981 e 1984. (Vaimcre passou agora para o título do boletim interno do Priorado, que foi editado por Pierre Plantard de Saint-Clair e por seu filho Thomas.

Este antigo desenhador de uma firma de acessórios para fogões, que, alegadamente, tinha dificuldade, por vezes, em pagar às próprias contas, exerceu, todavia, uma considerável influência na história europeia. Foi Pierre Plantard de Saint-Clair – sob o pseudônimo de «Capitão Way» – que esteve por detrás da organização dos Comitês de Salvação Pública que promoveram o regresso ao poder na França pós guerra do general Charles de Gaulle, em 1958.

Consideremos, agora, a natureza essencialmente paradoxal do Priorado de Sião. Primeiro, donde vem, de fato, a informação pública acerca desta organização e até que ponto ela é digna de confiança? Como foi citado em The Holy Blood and The Holy Grail, a fonte primordial é uma coleção de apenas sete enigmáticos documentos, conservados na Biblioteca Nacional de Paris, conhecidos como Dossiers secrets (arquivos secretos). À primeira vista, parecem uma miscelânea de textos e de genealogias históricas e de obras alegóricas, mais modernas, atribuídas a autores anônimos ou a autores com pseudônimos banais ou ostentam nomes de pessoas que nada têm a ver com eles.

A maioria destes registros diz respeito à suposta obsessão merovíngia da sociedade e centra-se no famoso mistério do pequeno vilarejo francês de Rennes-le-Château, a remota aldeia do Languedoc, que foi o ponto de partida da investigação de Baigent, Leigh e Lincoln. Contudo, emergem outros temas que, para nós, são muito mais importantes e que trataremos resumidamente. O primeiro artigo dos arquivos secretos foi depositado em 1964, embora esteja datado de 1956. O último artigo foi depositado em 1967.

Sensatamente, podíamos considerar grande parte do conteúdo dos arquivos como sendo qualquer tipo de brincadeira. Contudo, abstivemo-nos desta reação imediata porque sabíamos, pela nossa experiência do Priorado de Sião e do seu modus operandi, que ele se vangloria de desinformação deliberada e pormenorizada. Por detrás desta cortina de fumaça de total disparate, prevaricação e ofuscação, existe um propósito muito sério e muito deliberado.

Contudo, o que nunca poderia ter fascinado e motivado nomes ilustres, como Leonardo ou Isaac Newton, durante tanto tempo era esta suposta obsessão de reconduzir a descendência merovíngia, há muito desaparecida, a uma posição de poder na França moderna. Face às provas apresentadas nos arquivos secretos, a causa da sobrevivência da dinastia, para além de Dagoberto II, para não mencionar a continuação de uma clara linha de descendência até ao fim do século XX, é, na melhor das hipóteses, frágil, e, na pior das hipóteses, claramente fictícia.


A Dinastia Merovíngia dos primeiros reis da França teria origem na descendência de Jesus e Maria Madalena….

Afinal, qualquer pessoa que tenha estado a investigar a sua própria árvore genealógica para além das duas ou três gerações anteriores, em breve descobre que todo o processo é complexo e problemático. Assim, mantém-se a pergunta: esta causa podia ter inspirado homens e mulheres de grande inteligência, geração após geração? É difícil imaginar que pessoas como Isaac Newton e Leonardo tivessem sido muito influenciadas, por exemplo, por uma sociedade britânica cujos objetivos fossem reconduzir ao poder os descendentes do rei Haroldo II (morto pelas tropas de Guilherme, o Conquistador, em 1066).

Para o moderno Priorado de Sião, existem grandes dificuldades na realização do seu objetivo de restaurar a descendência merovíngia. Não existe apenas o problema de transformar a França republicana na monarquia que ela rejeitou, há mais de dois séculos, mas, mesmo assim (supondo que a sucessão merovíngia pudesse ser provada), aquela mesma dinastia não tem qualquer direito ao trono porque a nação francesa não existia durante a era merovíngia. Como o escritor francês Jean Robin expôs a questão, de forma sucinta: «Dagoberto era… um rei em França, mas, de modo algum, rei da França.”

Os arquivos secretos podem parecer um completo disparate, mas a simples dimensão do esforço e dos recursos investidos neles e na manutenção das suas pretensões faz-nos hesitar. Mesmo o escritor francês Gérard de Sède, que dedica muitas páginas, minuciosamente argumentadas, à destruição das alegadas provas de defesa da causa merovíngia, apresentadas nos arquivos, admitiu que a investigação e os recursos eruditos e acadêmicos que estes implicaram eram desproporcionadamente impressionantes. Apesar de criticar severamente «este mito delirante», ele conclui, todavia, que existe um verdadeiro mistério por detrás de tudo isto. Uma característica curiosa dos arquivos é a implicação constante e subjacente de que os autores tinham acesso aos arquivos oficiais do Governo e da Polícia.

Citando apenas dois exemplos, entre muitos: em 1967, um folheto, chamado Le serpent rouge (A Serpente Vermelha), foi anexado aos arquivos e atribuído a três autores – Pierre Feugère, Louis Saint-Maxent e Gaston de Koker – datado de 17 de Janeiro de 1967, embora o talão de depósito na Biblioteca Nacional esteja datado de 15 de Fevereiro. Este extraordinário texto de treze páginas, geralmente muito apreciado como exemplo de talento poético, também engloba simbolismo astrológico, alegórico, esotérico e alquímico. Mas o que isto tem de sinistro é que os três autores foram todos encontrados enforcados, com intervalo de vinte e quatro horas, a 6/7 de Março desse mesmo ano. A implicação sugere que as suas mortes foram consequência da sua colaboração na composição de Le serpent rouge.

Contudo, a investigação subsequente revelou que a obra fora anexada aos arquivos a 20 de Março – depois de todos terem sido encontrados mortos e que o talão de depósito fora deliberadamente falsificado para indicar a data de Fevereiro. Mas, indiscutivelmente, a coisa mais espantosa em todo este estranho caso é que os três alegados autores não tinham, de fato, qualquer ligação com este panfleto ou com o Priorado de Sião… Presumivelmente, alguém aproveitara o fato destas três mortes, bizarramente sincronizadas, e usara-as para estranhos objetivos pessoais.

Mas porquê? E, como indica De Sède, decorreram apenas treze dias entre as três mortes e o depósito do panfleto na Biblioteca Nacional – o que foi um trabalho tão rápido que levantou fortes suspeitas de que o(s) verdadeiro(s) autor(es) tinha(m) conhecimento interno das investigações confidenciais da Polícia. E Franck Marie, escritor e detetive particular, provou, de forma concludente, que a mesma máquina de escrever fora usada para compor Le serpent rouge e alguns dos documentos posteriores dos arquivos secretos.

Depois verificou-se o caso da falsificação dos documentos do Lloyds Bank. Pergaminhos, alegamente do século XVII, encontrados por um sacerdote francês, no fim do século passado, e que, supostamente, provavam a continuidade da linha de descendência merovíngia, foram comprados por um cavalheiro inglês, em 1955, e depositados numa caixa-forte de uma agência do Lloyds Bank em Londres. Embora ninguém tivesse visto estes documentos, conhecia-se a existência de cartas que confirmavam o fato de estes terem sido depositados e que estavam assinados por três importantes homens de negócio ingleses, todos eles com ligações anteriores aos Serviços Secretos Ingleses.


Os merovíngios foram uma dinastia franca saliana que governou os francos numa região correspondente, grosso modo, à antiga Gália da metade do século V à metade do século VIII. Eles eram citados às vezes por seus contemporâneos como os “reis de cabelos longos” (em latim reges criniti), por não cortarem simbolicamente os cabelos (tradicionalmente, os líderes tribais dos francos exibiam seus longos cabelos como distinção dos cabelos curtos dos romanos e do clero). O termo “merovíngio” deriva do latim medieval Merovingi ou Merohingi (“filhos de Meroveu”). O domínio merovíngio foi encerrado por um golpe de Estado em 751 quando Pepino o Breve formalmente depôs Childeric III, dando início à dinastia carolíngia.

Mas durante as investigações para The Messianic Legacy. (a sequencia de The Holy Blood and The Holy Grail), Baigent, Leigh e Lincoln conseguiram provar que as cartas eram uma falsificação – embora incorporassem partes de documentos genuínos, com assinaturas verdadeiras, e cópias dos certificados de nascimento dos três homens de negócios. No entanto, a questão mais importante e de maior alcance é que quem quer que os forjasse parece ter obtido as partes genuínas dos documentos nos arquivos do Governo francês, de um modo que implica fortemente os Serviços Secretos Franceses.

Mais uma vez, somos confrontados com uma sensação de grande estranheza. Um enorme montante de tempo, esforço e talvez mesmo riscos e perigo pessoal deve ter estado envolvido na montagem deste cenário. Mas, ao mesmo tempo, em última análise, ele parece ser completa e absolutamente desprovido de significado. Nesse aspecto, todo o caso se limita a seguir a velha tradição dos Serviços (e sociedades) Secretos, em que poucas coisas são o que parecem ser e os fatos aparentemente de mais fácil compreensão podem bem ser exercícios de completa desinformação.

Continua em 2B …

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Algumas palavras de esperança para os momentos de incerteza ~ Louise Hay

Algumas palavras de esperança para os momentos de incerteza.

Por  Louise Hay




Muitas vezes não temos muito a oferecer, ou repartir, mas enquanto existirem palavras que tragam de volta a esperança perdida na longa noite das dificuldades da vida, elas valerão mais do que do qualquer dinheiro ou bem material, porque renovam a vontade de lutar até encontrar soluções para nossos problemas.

Algumas palavras, nos momentos certos trazem de volta a vontade de viver e tem o poder de transformar quem está quase desistindo. Palavras que podem transformar um desiludido em alguém que volte a amar a vida com intensidade bastante para lutar quantas vezes for necessário, até vencer. Palavras que despertam a emoção, fazem amar e ter a esperança inabalável de que podemos mudar o manhã de nossas vidas, para sempre. Não temos muito a oferecer, senão palavras que façam continuar, continuar, continuar, sem desistir.

Não desista diante da crise. Desistir é muito fácil e qualquer um sabe fazê-lo. Use toda sua determinação e coragem para tornar-se alguém especial. Use toda sua criatividade para construir novas armas e inventar novos meios para eficientemente superá-la. Porque ao vencermos a crise teremos crescido e apreendido tanto, que nada mais na vida poderá deter-nos.

Somente as derrotas podem proporcionar meios de calibrar nossos instrumentos e ideais para a conquista dos nossos objetivos... a vitória. O melhor seria dizer que uma vitória não é nada mais do que o resultado inevitável de uma sequência de fracassos devidamente reavaliados e corrigidos.

Porque o verdadeiro vencedor, não é aquele que vence todas as tentativas, mas quem apesar de sucessivas derrotas, jamais deixou de tentar. Assim concluímos que não existem verdadeiros perdedores, mas sim, pessoas que deixaram de tentar muito cedo e por isso nunca chegam a vencer. Porque a vitória é somente o resultado de inúmeras derrotas somadas, devidamente reavaliadas e corrigidas. Por este é o motivo, não existe um só homem que tenha vencido, sem antes passar por inúmeras derrotas.

Concluímos assim, que a pior de todas as tentativas é aquela que não foi feita. Por pior que seja este momento, por maior que seja sua dor, ou por mais cruéis que sejam suas dúvidas de que um dia viveremos tempos melhores, tenha sempre a esperança viva no seu coração. Aprenda com a natureza uma magnífica lição, quando depois de alguns dias de chuva nos presenteia com uma linda manhã de Sol.

Ao enfrentar este momento difícil ou iniciar uma nova empreitada confie sempre nas palavras de Cristo, quando prometeu que "O bom e justo, jamais há de estender sua mão à mendicância". Portanto se você se considera Bom e Justo, não há o que temer, porque mesmo nos momentos mais difíceis, você sempre encontrará soluções que oferecerão o suficiente para sua sobrevivência.

Os maiores fracassos, residem sempre na falta de esperança, porque é mais fácil acreditar que não vamos conseguir, do que lutar até vencer os desafios que a vida nos impõe. É mais fácil responsabilizar outras pessoas ou acontecimentos pelo fracasso das nossas investidas, do que assumir as limitações e o vazio de esperança em que vivemos.

O não posso, assim como o não consigo são afirmações que exprimem a incapacidade de reagir em que vivemos, como se fossemos a imagem e semelhança da falta de perseverança e obstinação.

"Lutar e vencer infalivelmente onde quer que eu vá, ou em tudo que eu faça" Este deve sempre o nosso lema.

Não devemos sob hipótese alguma desistir e desanimar, mesmo quando trilhamos todos os caminhos com passos que nos levem inevitavelmente ao sucesso e por algum motivo, este não é conquistado.

Pois frequentemente lidamos com fatos ou pessoas cujo fracasso já é parte integrante de suas vidas e por mais otimistas ou vencedores que sejamos, vencer nestas circunstâncias, transcende nossas limitações. Quando isto ocorre, não devemos nos desesperar, nem perder a esperança, mas sim pensar que não fomos nós que fracassamos, mas os outros que perderam muito por não aceitarem compartilhar da nossa vitória.

Louise Hay



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APRENDA A UTILIZAR O MAGNETISMO ~ Cristina Longhi

A ENERGIA DO ARREPIO BOM. 

APRENDA A UTILIZAR O MAGNETISMO 

 Por Cristina Longhi





Você sabia que quando se emociona a ponto de ficar arrepiado é porque está, naquele momento, entrando em contato com a corrente universal da manifestação? Esta corrente por si só é neutra porque ela é a corrente da criação. Portanto, aproveitar esta corrente a seu favor vai ajudá-lo muito.

Naquele instante em que se emociona e seu corpo se arrepia é a situação perfeita para você “apresentar” ao universo a gratidão por algo a ser realizado. Vou explicar melhor. É o momento certo para pensar no que deseja juntamente com um sentimento de gratidão. Esta corrente é uma corrente magnética e por isso a sentimos tão forte no corpo a ponto de nos arrepiar. Portanto, é por isso que ela funciona. É uma arrepio bom, não é um arrepio de medo, pelo contrário, é um arrepio de emoção ligada ao prazer. Neste momento, você está em contato direto com a energia divina.

Tudo tem seu campo magnético e usar este magnetismo a seu favor é algo muito especial. É possível encontrar esta corrente, ou melhor, sintonizar-se com esta corrente também através da energia do orgasmo, que é outra oportunidade em que é possível alcançar a mesma corrente. Existe também outra forma fácil de entrar em contato com esta corrente que é através do som e da música. Pois esta energia magnética se “conecta” ou liga naquele momento e podemos enviar nossos pensamentos e sentimentos à corrente de criação, ou seja, você direciona o seu deseja através dessa vibração.

Existe um lugar físico onde esta corrente fica em volta da Terra e ligada ao universo. É por isso que ela não é alcançada naturalmente de outras formas. Quando alguém medita e aprende a direcionar o seu pensamento através da oração e de mantras (que são sons), por exemplo, meios de alcançar também esta corrente, a pessoa consegue o que deseja dependendo de como direciona esta energia. Por isso que quando a pessoa pede com fé, através da força magnética que “carrega” em volta de si, faz com que o pedido seja enviado. 

Orações fracas e feitas da boca para fora não passam do “teto” e, não sobem, digamos assim. Tudo depende do sentimento (muito mais do que o pensamento).

Da próxima vez que você tiver esta oportunidade, o melhor sentimento para se ter nestes momentos é o sentimento de gratidão. Assim, você pode pedir, ao mesmo tempo em que agradece. Quando agradecer não tenha apego. Agradeça simplesmente. A energia do apego, do medo e da ansiedade fazem você se desconectar desta corrente. Para se conectar a esta corrente também é necessário que você fique totalmente presente!

Use todo o campo vibracional à sua volta a seu favor!


Cristina Longhi 
Comunicadora da Rádio Mundial via Stum


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Atlântida – Um Habitante de Dois Planetas – 15 ~ Philos, o Tibetano

ATLÂNTIDA, 

A RAINHA das ONDAS dos OCEANOS



 
“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor idéias teóricas. Se levares algunspontos pequenos deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali neles meditares , verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . . “Este é o espírito com que o autor (Philos, o Tibetano) propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão.

“Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. – Aforismo de Narada.


Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://www.sacred-texts.com

Capítulos anteriores:
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-2/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-3/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-4/
http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-5/

Livro: “Um Habitante de Dois Planetas”, de Philos, o Tibetano – Livro Primeiro, CAPÍTULO 15 – O Abandono Materno

O ABANDONO MATERNO

Antes de sair de nossa casa de campo naquela manhã, eu tinha relatado todos os acontecimentos à minha mãe, avisando-a de que alguém viria buscá-la e levá-la até o palácio, onde, de acordo com as instruções de Menax, eu esperava que ela fosse morar, em virtude da recente reviravolta em minha sorte. Que situação anômala era aquela! Ali estava eu, transformado em filho adotivo de um dos Príncipes Imperiais, o que me fizera ser reconhecido como irmão de sua filha Anzimee e portanto também sobrinho do tio (o rei) dessa minha irmã, Rai Gwauxln. Minha mãe, por outro lado, não tinha parentesco com nenhuma dessas personalidades e nunca as tinha visto, exceto o Rai, o suficiente para poder reconhecê-las caso as encontrasse.

De qualquer forma, eu me sentia feliz ao pensar nas oportunidades que ela teria de estabelecer um relacionamento mais íntimo com todas elas. Tendo mandado um emissário ir buscá-la, conforme o combinado, qual não foi minha surpresa quando fui informado por meu pai de que ela não viera, mandando em seu lugar uma mensagem por escrito. Nervosamente rompi o lacre e li a simples ordem que ela escrevera em sua elegante escrita poseidana:

“Zailm vem me ver.” PREZZA NUMINOS



Obedeci com uma sensação gelada na alma, com um pressentimento angustioso. Quando cheguei em casa, minha mãe, que me pareceu bastante pálida, disse: “Meu filho, não posso ir morar no palácio, nem o desejo. Estou contente com teu bom êxito: deves usufruir de tua alta posição. Mas não posso ir contigo. Estás à vontade entre os nobres, mas eu não o conseguiria. Talvez penses em dizer que renunciarás ao palácio e continuarás morando aqui comigo, mas não deves fazê-lo. Para que não tenhas essa ideia, é melhor que sofras a dor de uma nova realidade agora e não mais tarde. Ouve: cuidei de ti em tua infância e adolescência, até alcançares a idade adulta. Não precisas mais de meus cuidados. Pretendo voltar para nossa casa nas montanhas.”

“Não podes falar dessa forma, mamãe!” “Ouve o que tenho a dizer, Zailm! Voltarei para a casa das montanhas com meu marido, alguém que não conheces; é um bom homem que foi meu namorado antes de eu desposar teu pai. Casamo-nos esta manhã e a notícia certamente já é de domínio público. Um Incala que passou por nós no momento oportuno realizou a cerimônia, que foi muito simples. Eu não amava meu primeiro marido, teu pai; na verdade o detestava, pois aquele foi um casamento arranjado por meus pais contra a minha vontade, embora com o meu consentimento, tola que fui em dá-lo! És o fruto de uma união que não desejei. Eu detestava, até odiava teu pai, mas ao morrer ele te deixou como uma herança, não do meu desgosto, pois isso seria injusto, mas de minha indiferença.

Não fui uma mãe relapsa porque, por uma questão de orgulho, ocultei meus sentimentos. De certa forma te amo como amo meus amigos e não de uma forma profunda. Devo, pois, despedir-me de ti, tendo dito o que precisava dizer para. . . ” Não ouvi mais nada, pois tinha desfalecido e caído ao chão. Era aquela a mãe que eu havia idolatrado? Por quem tinha eu lutado quando pequeno e depois em Caiphul, antes que uma nova motivação surgisse e aumentasse minha determinação na forma de um duplo ideal, o amor filial e o amor por Anzimee? Ó meu Deus! Ó meu Deus! Finalmente, sem recobrar a consciência, passei do horrível sonho em que mergulhara para o pesadelo de uma febre cerebral. “Mamãe!”

Quando pronunciei o amado nome, Astika Menax, que estava sentado ao lado de meu leito, virou o rosto, com os olhos marejados de lágrimas. “Não, Zailm, não te atormentes! Estiveste muito doente com febre cerebral nas últimas duas semanas e quase morreste. Amanhã talvez te conte tudo. Chegaste muito perto de ires me esperar na Terra das Sombras. Não terias de esperar muito, minha luz, pois eu logo iria juntar-me a ti, meu filho!” A história não é longa. Minha mãe, informada de que eu receberia toda a ajuda necessária para cuidarem de mim, respondera que não ficaria para me tratar, pois não duvidava de que os cuidados especializados do médico particular de Menax seriam tão bons ou melhores que os dela.

Então partira com o seu novo marido para seu lar nas montanhas. Desde o instante em que Menax me relatou esses fatos, à custa de muito sofrimento calei sobre o assunto e nunca mais toquei nele para quem quer que fosse. Certa vez, ao passar perto do lugar onde tinha nascido, mandei um mensageiro perguntar se eu seria recebido; o pajem voltou até meu vailx e disse que um homem o atendera. A mensagem tinha sido transmitida a ele, que respondera: “Diz a teu amo que minha esposa o receberá”. Fui até lá e logo percebi que ela preferia que eu não o tivesse feito. Minha mãe me estendeu a mão mas não mostrou o desejo de beijar-me, como as mães costumam fazer. Sua atitude. . . Mas poupa-me da lembrança daquele encontro com minha mãe poseidana, daquela última vez em que a vi. Ela tinha agido sabiamente não se mudando para o palácio, sendo como era. Mas este é um assunto doloroso e prefiro não continuar.



Logo que minha saúde permitiu que eu pudesse viajar em minha missão para Suern (ÍNDIA), o que só ocorreu no inicio de um novo período no Xíoquithlon, que eu fora proibido de frequentar até o próximo ano, o Príncipe Menax me chamou ao seu gabinete particular. “O Xiorain decidiu com sabedoria” disse o principe Menax. “Ah! Essas mentes jovens cheias de promessas para o futuro; nenhum esquema é melhor do que esse em que o estudante governa a si mesmo, inclusive a palavra deles é lei em todas as questões educativas mesmo às que se referem ao uso e distribuição dos fundos providos pelo governo e à escolha dos instrutores”.

Sobre a mesa de Menax havia um adorável vaso de vidro maleável em cujo interior, mediante um dispositivo de fusão, foram misturados ouro em pó, prata e outros metais de cor, em conjunto com certos produtos químicos que conferem à totalidade dos vários graus de translucidez, a partir do quase opaco à transparência perfeita, o que afeta as várias gama de metais, bem como o vidro, e aparecendo em diferentes partes do mesmo objeto. A beleza não estava segundo o valor dos vários metais e produtos caros usados. Menax apontou para o vaso alto, e eu li sobre ele esta inscrição, formado com rubis:

“Para Ernon, Rai de Suern, de Gwauxln, Rai de Poseid, como sinal de amizade dos poseidanos.”

Se qualquer um tivesse vontade de ver um facsímile das palavras originais escritas em quirografia poseidana, eis tua vontade satisfeita:


Escrita atlante da gravação em rubis

Desviando os olhos do belo objeto, perguntei: “Quando devo partir para cumprir esta missão, meu pai?” “Assim que tua saúde e as conveniências permitirem, Zailm.” “Então que seja depois de amanhã.” “Está bem. Podes levar os acompanhantes que desejares. Nenhum aluno deixará de obter uma licença do Xiorain, creio, caso queiras levar colegas teus como acompanhantes; a dispensa será de um mês no máximo, mas não acredito que queiras te ausentar por mais que trinta e três dias. Leva este anel com meu sinete, pelo qual te nomeio meu representante, pois sei que o usarás com discrição. Ele te dá poderes de Ministro dos Negócios Estrangeiros. Leva também uma comitiva de cortesãos.”

Respondi que não levaria tal comitiva, pois tendo ouvido a história de Lolix, concluíra que o Rai Ernon olharia com desdém para tão supérflua escolta. Isto agradou Menax, que disse, cheio de orgulho: “Zailm, tuas palavras me alegram! Vejo que és sabiamente diplomático e consideras com inteligência as idiossincrasias daqueles com quem deves tratar.” Enquanto eu estivera enfermo, Anzimee tinha se mostrado muito solícita e, pelo que me contaram as enfermeiras regulares, não tinha deixado ninguém cuidar de mim a não ser quando estava excessivamente fatigada, o que nunca durava muito tempo.

No decorrer de minha convalescença ela passou a me visitar apenas uma vez por outra. Tirei proveito de uma dessas visitas para lhe dizer que sabia do desvelo com que me tratara em meu delírio. Ela enrubesceu e disse: “Sabes que estou estudando a ciência da terapia. Que melhor oportunidade de treinamento teria uma aluna interessada na cura do que a que me proporcionaste?” “Sim, é verdade” – respondi, sentindo que havia uma razão mais profunda do que um simples desejo de aprender e que sua atitude com relação a isso tinha sido extremamente, amorosamente solícita!

Esbocei para Anzimee o plano que tinha traçado para tirar o máximo prazer de minha viagem, depois que o negócio de estado em Ganje, capital de Suern, tivesse sido finalizado. Já fazia três anos que eu não me afastava de Caiphul a não ser para ir até minha casa de campo em Marzeus. Mostrei o roteiro que pretendia seguir, juntos analisamos o mapa. Mostrei que, partindo de Caiphul pelo extremo oeste do cabo de Poseid, o curso me levaria para o leste, atravessando o norte do continente, o oceano além, e de lá para outras terras. Em seguida, eu atravessaria Necropan, hoje o Egito, a Abissínia, etc, abrangendo todo o continente da África, com um governo similar ao de Suern e um povo com poderes semelhantes, embora não tão avançados.



A África de então não tinha mais que a metade de suas atuais dimensões, enquanto Suern, que também abrangia a Ásia, era bem diferente do que é hoje; o nome Suern distinguia principalmente a península do Hindustão. Deixando Necropan, minha rota iria pelo mar até a índia ou, em nosso modo de falar, pelas “Águas da Luz” (devido à sua fosforescência) até Suern. De Ganje, sua capital, o curso continuaria para o leste pelo Oceano Pacífico, como hoje é chamado, até alcançar nossas colônias na América, chamada “Incalia” porque naquela terra antípoda o Sol (Incal) tinha o seu leito, segundo a fábula épica já citada anteriormente como a base do folclore atlante.

Da Incalia do Sul (hoje Sonora) eu pretendia ir para o norte e visitar as desoladas geleiras das regiões árticas. O que hoje se chama Idaho, Montana, Dakota, Minnesota e o Domínio do Canadá, era uma região com vastas geleiras, a retaguarda da era glacial que estava se retraindo muito lentamente por um atraso geológico, como que relutando em encerrar seu frígido reinado. A viagem poderia, com esse itinerário, oferecer novos e satisfatórios contrastes de paisagens: tropical, sub-tropical, temperada e fria. “Achas que nosso pai faria objeção a que eu também fosse, Zailm?” -perguntou Anzimee ansiosamente. “Faz cinco anos que não saio de Caiphul”. “Claro que não, minha menina. Ele me deu liberdade de convidar quem me agradasse e não sei de outra pessoa que mais me agradaria levar do que tu. Já convidei um bom grupo de amigos comuns nossos.” Anzimee, pois, viajou conosco.

Quando tudo estava organizado, nossa comitiva consistia de quase dez jovens que se entendiam muito bem, dois oficiais do pessoal de Menax, mais os serviçais, somados às conveniências para um mês de ausência. Nosso vailx era do tipo médio. Essas espaçonaves eram construídas em quatro tamanhos padrão: número um, com cerca de vinte e cinco pés (7,62 metros); número dois, com oitenta pés (24,39 metros); número três, com perto de cento e cinqüenta e cinco pés (cerca de 47,24 metros), e o maior com duzentos pés a mais do que o número três (cerca de 109 metros). Essas longas espaçonaves eram, na realidade, agulhas ocas feitas de de alumínio, formadas por um casco exterior e outro interior, entre os quais havia milhares de suportes em T, um sistema que produzia grande rigidez e resistência.

Todas as repartições formavam outros suportes que aumentavam ainda mais a resistência da nave. A partir da parte mediana, elas se afilavam para as extremidades, formando pontas aguçadas. A maioria dos vailx eram dotados de um dispositivo que permitia a abertura para uma espécie de convés em uma das extremidades. Janelas de cristal de enorme resistência se perfilavam como escotilhas nos lados e havia algumas na parte superior e no piso, o que permitia ver em todas as direções. Devo também mencionar que o vailx que escolhi para aquela viagem tinha quinze pés e sete polegadas (cerca de 4,60 metros) de diâmetro em sua parte mais larga.



Na hora aprazada (a primeira hora do terceiro dia, conforme combinado com Menax) meus convidados se reuniram no palácio, de cujo teto iríamos decolar. Como cerquei de cuidados minha encantadora irmã e como me sentia orgulhoso de sua beleza! A princesa Lolix, que tínhamos tratado sempre como hóspede do Menaxithlon, veio até a plataforma onde estava estacionada a nave, curiosa para ver nossos preparativos de viagem. Para ela, parecia novidade ver uma nave aérea deixar a terra firme; não que ela demonstrasse espanto - para Lolix era uma questão de orgulho não demonstrar surpresa por coisa alguma, por mais nova, maravilhosa ou desconhecida que fosse. Seu temperamento, na verdade, era calmo e equilibrado, difícil de se perturbar (dissimulado ao extremo).

Nas cinco ou seis semanas decorridas desde que eu ouvira sua história, não a vi demonstrar qualquer emoção como a daquela noite em que minhas atenções para com Anzimee a deixaram nervosa, conforme eu notara; eu sabia que essa emoção devia ter sido profunda visto que ela não tinha conseguido ocultá-la totalmente. Considerando que nosso destino era Suern, Lolix não fora convidada para ir conosco, como o teria sido em outras circunstâncias. Mas não esqueci de oferecer-lhe minhas cordiais e respeitosas despedidas.

A corrente foi ligada e, no momento em que o vailx estremeceu de leve antes de decolar, Menax correu para o convés, o que me causou grande espanto, pois eu não tinha idéia de que ele pretendia nos acompanhar. Na verdade não era esse o seu plano, mas ele respondeu minhas perguntas com um sorriso e com o silêncio. Embora nossa agulha (Vailx) prateada fosse bastante longa, em pouco tempo tínhamos subido tanto que parecíamos ser apenas um pontinho para as pessoas que tinham ficado em terra. Voamos por meia hora a uma velocidade moderada, quando uma jovem chamou atenção para outro vailx que se aproximava por trás do nosso.

O Príncipe Menax, sentado ao meu lado numa cadeira no convés, olhou para baixo pela amurada, para a terra que já estava mais de duas milhas abaixo; envolveu-se melhor com sua capa de pele, olhou para trás contemplando as duzentas milhas que já tínhamos percorrido na última meia hora e observou o outro vailx que estava nos alcançando rapidamente. “Devo dar ordens ao piloto para aumentar a velocidade para fazermos uma corrida?” – perguntei aos meus companheiros que, vestidos com roupas quentes, passavam o tempo observando a paisagem.



“Não, não é o caso, meu filho”, disse Menax. Calei-me, pois naquele momento compreendi que o vailx que nos perseguia estava cumprindo ordens do príncipe. Menax se levantou, despediu-se de meus companheiros e, como Anzimee tinha se colocado de pé, colocou um braço em seu ombro e aproximou-se de mim, abraçando-me também; assim ficamos os três unidos por alguns momentos. Soltando-nos, ele ordenou a dois serviçais que lançassem as amarras para a outra nave, que já tinha encostado na nossa. No momento seguinte Menax passou para o outro vailx e deu ordem de partir. Assim nos separamos, duas milhas acima da terra; ele para voltar, nós para continuarmos nossa jornada.

Continua no XV Capítulo…

“Em época por vir, uma glória refulgente, A glória de uma raça feita livre e pujante.Vista por poetas, sábios, santos e videntes, Num vislumbre da aurora inda distante.Junto ao mar do Futuro, uma praia cintilante Onde cada homem seus pares ombreará, em igualdade, e a ninguém o joelho dobrará. Desperta, minh’alma, de dúvidas e medos te desanuvia; Contempla da face da Manhã toda a Magia E ouve a melodia de prodigiosa suavidade Que para nós flutua de remota e áurea graça — E o canto como um coral da Liberdade E o hino lírico da vindoura Raça.” (Philos, o Tibetano)

Mais informações sobre ATLÂNTIDA em:
  1. http://thoth3126.com.br/uma-vida-em-atlantida/
  2. http://thoth3126.com.br/atlantida-restos-de-uma-imensa-cidade-encontrada-na-costa-de-cuba/
  3. http://thoth3126.com.br/a-historia-secreta-do-planeta-terra/
  4. http://thoth3126.com.br/atlantida-o-continente-perdido/
  5. http://thoth3126.com.br/bimini-road-atlantida-misterios-nao-resolvidos-do-mundo/
  6. http://thoth3126.com.br/atlantida-triangulo-das-bermudas/
  7. http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade/
  8. http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade-parte-2/
  9. http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade-parte-3-final/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.


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Pensamento do Dia, 30 de Maio de 2015

Pensamento do Dia, 30 de Maio de 2015

Sathya Sai Baba 



Você reza a Deus por coisas mundanas triviais. Diferencie claramente entre felicidade terrena e bem-aventurança divina. 


Peça pelo amor altruísta, aquele que você não tem, mas que Ele tem em abundância. Ore por amor, paz e bem-aventurança. 


Deus é a personificação da bem-aventurança; Seu amor é supremo, sem paralelo. Ele sabe o que é bom para você e lhe dará. Ele é uma testemunha para todos os seus pensamentos, palavras e ações. 


Portanto entregue-se de todo o coração a Ele, e leve uma vida ideal. Todos são encarnações do Divino. Assim, ame a todos e nunca faça mal a ninguém. 


Se você causa mal a alguém, você está prejudicando o Divino. O amor é tão vital a um ser humano como o fogo é vital para um pedaço de carvão brilhar. 


Livre-se de todas as suas fraquezas, concentrando-se no Amor Divino, pois a graça está sempre fluindo e ela confere a força maior. Deus é o Diretor Cósmico e todos os seres humanos são meros atores. Então desempenhe seu papel para agradá-Lo! 


(Divino Discurso, 17 de julho de 1997)



Canal Youtube: Sai Love



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Você tem o que precisa ~ Os Anjos via Sharon

 
Você tem o que precisa  SABEDORIA DOS ANJOS  com Sharon Taphorn  29 de Maio de 2015.
 
Você tem o benefício de suas experiências de vida para apoiá-lo e agora é o momento de decidir claramente o que quer, acreditar em si mesmo e lembrar-se sempre de se cuidar. Siga alguns conselhos sábios e práticos que lhe estão sendo oferecidos e ouça realmente o que é dito, sem levar isto pelo lado pessoal. Veja-os como um presente do espírito, comunicando-se com você aquilo que você já sabe, através de outro, e saiba que você tem a capacidade de fazer tudo de forma correta e agir conforme for guiado. ... mais »
 
 

Blossom Goodchild - 23 May, 2015


*A Federação da Luz* Através de Blossom Goodchild *Tradução: Maria Luisa de Vasconcellos*
 
Blossom: Olá, meus amigos. Bem, como sabem, esta semana bati no fundo do poço, durante alguns dias. Não duvido de vós ... não duvido de mim ... Só não sabia se poderia continuar a fazê-lo, por esta, ou por aquela razão. No entanto ... havia uma SENSAÇÃO dentro de mim de: "Por que motivo devo abandonar o navio, quando a qualquer momento, alguém vai gritar "TERRA À VISTA! 'Então, aqui estou eu ... não tenho nada programado para hoje ... gostaria apenas de ver para onde vocês conduzem isto. *: ... mais »
 
 

ARCANJO GABRIE,L 27 e 28 DE MAIO DE 2015 ~ Shelley Young


Canalizado por *Shelley Young* MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL 28 DE MAIO DE 2015
 
Quando você anseia pelas energias do Lar, o que você realmente está ansiando é pela energia da aceitação total e completa exatamente como você é. Você pode criar isso em grande parte por si mesmo por amar-se incondicionalmente e aceitar sua energia única e oferendas. Dedique tempo para as atividades que lhe trazem alegria. Dê-se permissão de ser você. Brilhe em sua verdade e você será capaz de atrair para si os outros que o reconhecem e apreciam exatamente como você é. Mas acima de tudo, prime... mais »
 
 

Mãe Maria, 26 de Maio de 2015 ~ Jane Ribeiro


Todos vós recebestes do Pai as mesmas ferramentas, as mesmas oportunidades, a mesma bagagem repleta de luz. Mensagem de Mãe Maria Através de Jane Ribeiro 26.05.2015  [image:
http://xa.yimg.com/kq/groups/10863042/homepage/name/homepage.jpg?type=sn]
 
Amados Filhos, Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações. Crer, este é o verbo que devereis conjugar e manifestar neste tempo. Crer na divindade que sois e crer no poder de que sois dotados, crer para agir. Longa ainda é a distancia entre o pensamento e a ação em vosso plano. Pensais, mas não colocais em práti... mais »
 
 

COBRA - Atualização, 28.05.2015


Libertação das Colônias! Atualização e Vídeos Portal 2012 - 28.05.2015  Por Cobra Posted: 28 May 2015 Tradução: Candido Pedro Jorge e Melk Sales
 
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Você tem o benefício de suas experiências de vida para apoiá-lo e agora é o momento de decidir claramente o que quer, acreditar em si mesmo e lembrar-se sempre de se cuidar. Siga alguns conselhos sábios e práticos que lhe estão sendo oferecidos e ouça realmente o que é dito, sem levar isto pelo lado pessoal. Veja-os como um presente do espírito, comunicando-se com você aquilo que você já sabe, através de outro, e saiba que você tem a capacidade de fazer tudo de forma correta e agir conforme for guiado.
Você esteve trabalhando para esta expansão já há algum tempo e deve estar vendo os resultados que deseja se manifestando em sua vida. Você tem os talentos, as habilidades e as ferramentas para estar vivendo com propósito e em seu propósito, e tem a capacidade de realizar o que decidir. Siga as suas paixões criativas e confie em si mesmo. Isto é seguro e você está cercado de apoio. Você sabe exatamente o que precisa fazer. É que, ás vezes, os pensamentos da mudança o impedem de dar este passo que irá levá-lo à paz, à harmonia e à direção que você deseja para si mesmo e para a sua vida.
Afirmação: “Minhas experiências de vida me proporcionaram meios maravilhosos que me levam à expansão que eu desejo. Tudo o que preciso está dentro de mim.”
E assim é.

Você é ternamente amado e apoiado, sempre
Os Anjos e Guias

 
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Direitos Autorais Universais©2014 por Sharon Taphorn

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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