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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

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Benjamin Fulford - 13.07.2015

Ciberguerra em grande escala irrompe na esteira do calote grego, Pentágono acusa máfia khazariana (Cazariana)

Por Benjamin Fulford 

Tradução: Candido Pedro Jorge

13.07.2015


O calote grego provocou uma grande guerra cibernética e de informações que se alastrou por todo o mundo, na semana passada. Uma guerra que envolveu bancos, empresas de defesa, principais bolsas de valores, empresas de telecomunicações e muito mais. Por exemplo, o ciberataque de 08 de Julho que fechou a Bolsa de Nova Iorque, o Wall Street Journal, a United Airlines e várias empresas de telefonia móvel, foi uma retaliação ao ataque americano à Bolsa de Xangai, de acordo com fontes chinesas e do Pentágono. "Isso foi só um ensaio", disseram as fontes do Pentágono.

Também, essencialmente, arruinou o FMI, o Banco Central Europeu e o Federal Reserve Board, apesar de agentes destes organismos continuarem ignorando este elefante em suas salas, fingindo não se tratar de nada. No entanto, a razão pela qual estão ignorando o voto “Não” e ameaçar o governo grego com violência, a menos que possam saquear a Grécia para salvá-los, é porque simplesmente não dispõem do dinheiro necessário para manterem a Grécia nem a si próprio em funcionamento. Como veremos mais adiante, a situação grega está rapidamente se transformando numa revolução de grande escala.

De qualquer modo, a falência dessas instituições foi seguida pelo surgimento formal do Banco e do Fundo de Estabilização Financeira dos BRICS, com um montante  de US $ 200 bilhões. Os BRICS convidaram a Grécia a se juntar a eles, embora, seja claro que o Banco BRICS não esteja para resgatar bancos ocidentais criminosos que saquearam a Grécia. Só ajudarão o povo grego.

Os controladores khazarianos do Federal Reserve Board, irritados com o banco BRICS, foram os instigadores do ataque aos mercados acionários chineses, dizem fontes do Pentágono. Este estouro de bolha levou a um declínio de 40% nos estoques chineses, antes que o governo interviesse e suspendesse a maioria das negociações de valores. O contra-ataque chinês fechou o New York Stock Exchange, etc. Isso foi então, de acordo com fontes do Pentágono, seguido por guerra climática, quando um grande tufão foi enviado para bater diretamente em Shanghai, forçando a evacuação de um milhão de pessoas.

Na Segunda Feira, o Pentágono convocou o presidente interino, Obama, para dizer a ele que terá que melhorar as relações militares com o Vietnã "num nível estratégico". Em outras palavras, os vietnamitas trabalharão com os americanos para conter os chineses. Apesar da retórica contra a Rússia, o Pentágono já está trabalhando com os russos para se certificar de que China se mantenha na linha, disseram as fontes. Foi dito a Obama, em termos inequívocos, que deixasse de "cutucar o urso" e se concentrar no principal inimigo que é a máfia khazariana e no inimigo potencial, que é a China.

Atualmente, está acontecendo uma trégua informal entre o Pentágono e a China, pelo fato dos chineses terem paralisado a construção de instalações militares no Mar da China Meridional. O Pentágono e os chineses estão agora se concentrando no verdadeiro inimigo que é a máfia khazariana. Como parte de uma campanha para desacreditar os khazarianos, Obama foi obrigado a admitir publicamente que  seu governo, (a facção do Departamento de Estado controlada pelos khazarianos) esteve “treinando o ISIL (ISIS)”, quando deixou deslizar: "Estamos treinando o ISIL (ISIS)".

https://www.youtube.com/watch?v=p2NkjNvwuaU

Isto foi parte de uma grande campanha em andamento, do Pentágono contra Israel e a máfia khazariana. Por outro lado, o Pentágono e uma agência de hackers divulgaram um vídeo, tornado viral, mostrando as filmagens de uma falsa decapitação executada pelo ISIS.

http://www.veteranstoday.com/2015/07/11/staged-isis-beheading-video-hacked-from-mccain-staffer/

Também, o criminoso de guerra khazariano,  Benyamin Netanyahu, de Israel, teve seus telefones privados hackeados, liberando informações de que estava diretamente envolvido na campanha de terror do ISIS. Ainda mais mortal para regime criminoso de Netanyahu, foi um ataque hacker a sistemas militares israelenses, que desabilitaram suas defesas de mísseis Patriots israelenses. Notícias também falam de baterias de mísseis Patriots alemães sendo hackeadas.

http://www.autoblog.com/2015/07/07/hackers-send-unexplained-orders-german-patriot-missile-battery/

No entanto, é a pirataria dos sistemas israelenses que deixaram esse país totalmente exposto aos mísseis iranianos e outros. A mensagem é muito clara: "Parem o processo de criar problemas políticos regionais ou, então, serão destruídos".

Por sua vez, o regime da Arábia Saudita continua retorcendo braços com o Pentágono,  expurgando todos os agentes de Bush e de Israel para sacá-los do poder. Aquele que durante muito tempo foi Ministro das Relações Exteriores, saudita Al Faisal, seu irmão Tikri, o chefe de inteligência Bandar Bush e muitos outros estão sendo cortados na medida em que o regime freneticamente tenta mudar sua aparência, para sobreviver. Agora, estão tentando desesperadamente evitar um alinhamento americano completo com o Irã, o que iria deixá-los sem nenhum protetor real no Oriente Médio. Em outras palavras, temem uma revolução sangrenta, sendo por isso que muitos príncipes sauditas já abandonaram aquele país. Os sauditas e outras monarquias do Golfo, compraram e esconderam toda a prata que puderam meter suas mãos, de modo a manterem algumas de suas fortunas, em caso de uma mudança de regime e subsequente congelamento de suas contas bancárias. Abaixo, pode ser visto um gráfico mostrando como o petróleo está sendo convertido em prata.

http://www.zerohedge.com/sites/default/files/images/user3303/imageroot/2015/05/20150515_obo1.jpg

Já, o JP Morgan e o Citibank, se envolveram numa venda maciça de futuros de prata (ou seja, papeis de prata), a fim de reduzir seu preço. O resultado foi que o preço dos papeis de prata continuou despencando, até mesmo quando a casa da moeda dos Estados Unidos ficou sem moedas de prata.

http://www.zerohedge.com/news/2015-07-07/us-mint-runs-out-silver-same-day-price-silver-plunges-2015-lows

Em outras palavras, estes megabancos estão perdendo a capacidade de usar seus supercomputadores para controlar o preço de mercadorias do mundo real como a prata.

Esta movimentação de commodities pelos grandes bancos de Rockefeller e Bush, mostra como o sistema bancário khazariano enfrenta um ataque sem precedentes. Por exemplo, a Goldman Sachs tem sido exposta como uma organização criminosa pela Comissão da Verdade da dívida grega.

http://greekdebttruthcommission.org/wp/?tag=maria-lucia-fattorelli

Este grupo, demonstrou que a Goldman Sachs e outros bancos, de forma fraudulenta, inflaram os números da dívida do governo grego, fazendo coisas como a criação de falsas perdas em hospitais. A fraudulenta dívida grega está agora a ser utilizada como uma ferramenta para saquear ativos reais gregos como ilhas, portos, serviços públicos, etc. De acordo com a inteligência britânica MI5, o ex-funcionário da Goldman Sachs e agora Diretor do Banco Central Europeu Mario Draghi, foi o mentor por trás deste plano de saque grego. Assim, podemos entender por que o ex-Ministro das Finanças grego Yanis Varoufakis publicamente se referiu à Goldman Sachs, como um vampiro sugador de sangue. Yanis Varoufakis, acerca da  Goldman Sachs de Rothschild.

A situação tomou tal proporção, que todo o parlamento grego e as suas famílias estão ameaçados de morte pelos khazarianos. As últimas pesquisas de opinião mostram que cerca de 80% do povo grego não aceitará qualquer descumprimento do Parlamento Grego ao seu voto “Não” para os gangsters da UE.

http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/11735388/ThisIsACoup-Greece-bailout-demands-spark-social-media-backlash-against-Germany.html

Fontes do Pentágono dizem que dracmas gregos já estão em uso e que uma saída da Grécia do Euro era inevitável. O que está acontecendo agora, são falências bancárias causadas por swaps de descumprimento de credito (ou seja, as garantias de que a Grécia não daria calote), dizem as fontes.

Há também mais grandes problemas vindo em direção à JP Morgan, de acordo com as fontes do Pentágono, dizendo que a JP Morgan vendeu o dobro de títulos do governo dos EUA além daqueles efetivamente emitidos. Em outras palavras, venderam títulos fraudulentos do governo dos EUA, a fim de se manterem à tona, dizem as fontes.

Da mesma forma, há mais problemas se formando para o governo japonês escravo de Bush/Rockefeller. Na semana passada, uma comissão secreta do governo japonês, decidiu rejeitar uma proposta da Sociedade do Dragão Branco para criar uma agência de planejamento futuro, com um orçamento de 7 trilhões de dólares. Não poderão iniciar a nova agência por causa de interferência da “maçonaria e illuminati", segundo uma fonte da família real japonesa.

Entretanto, foi apresentada ao governo japonês, uma documentação irrefutável de que deve 30 trilhões de dólares pelo ouro Manchú saqueado, de acordo com fontes chinesas. Os japoneses tentaram adiar a quitação do débito do ouro até o outono, mas que estão sendo pressionados a agir antes disso, disseram as fontes. Obrigar os japoneses a pagarem esta dívida, levaria à falência, Rockefeller e Bush, controladores secretos do regime escravo japonês. É por isso que o primeiro-ministro escravo Abe estará sendo enviado, numa missão de emergência de mendicância à China em setembro.

Numa nota final, um agente russo esteve em contato com a SDB, na semana passada, fornecendo informações detalhadas sobre como a revolução ucraniana "Maidan" realmente aconteceu. O agente se infiltrou na revolta Maidan fingindo ser um estudante. Foi-lhe dito que era uma organização de fachada do Departamento de Estado dos EUA, onde jovens manifestantes receberam alimentação, refugio e 25 Euros por dia. Além disso, de acordo com o agente, "também foi fornecido gratuitamente toda a droga que desejássemos". Disse que os manifestantes Maidan, consistiam quase em sua totalidade de jovens drogados, com idades entre 17 e 25 anos. Então, tem mais essa, o Departamento de Estado dos EUA distribuindo drogas e dinheiro para derrubar um regime democraticamente eleito.

Este mesmo regime delinquente khazariano de Washington DC, foi encontrado invadindo computadores e plantando pornografia infantil. Isso explica por que tantos denunciantes e outros "desordeiros" foram fraudulentamente presos por estarem de posse de pornografia infantil.

http://arstechnica.com/security/2015/07/massive-leak-reveals-hacking-teams-most-private-moments-in-messy-detail/

Que podemos fazer com um governo que promove drogas ilegais, financia o terrorismo, utiliza pornografia infantil e outros truques para prender pessoas inocentes e roubar dinheiro de 99% da população? A resposta é clara, necessitamos de uma revolução. Revolução já pode ter começado na Grécia, o berço da democracia. Precisamos ter certeza de que se estenda até o coração das trevas do mundo, Washington DC, ser limpa e a República dos Estados Unidos da América ser restaurada. Isto eliminará a principal  causa mundial do terrorismo, guerra e caos.

Benjamin Fulford 


Agradecimentos a Sementes das Estrelas



Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos deste escritor em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Benjamin+Fulford


Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.
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Operações Sublunares ~ COBRA - 14.07.2015

Operações Sublunares  

Portal 2012 - 14.07.2015

Por COBRA

Tradução: Candido Pedro Jorge




A Resistência define o espaço sublunar como o espaço abaixo da órbita da Lua e acima da órbita mais baixas dos satélites artificiais.

As Forças da Luz iniciaram hoje as operações sublunares como o próximo passo lógico para a conclusão da MOSS.

O Espaço Sublunar sempre foi uma região de intensa atividade chimera, pois é a última linha de defesa, antes da superfície do planeta Terra.

Podem existir satélites artificiais orbitando a Terra, em que alguns deles sejam simultaneamente estações de implantes chimera e portadores de bombas strangelets plasmáticas:

http://stuffin.space/

O mais importante a ser mencionado é o proposto Laboratório Orbital Tripulado:

https://en.wikipedia.org/wiki/Manned_Orbiting_Laboratory




Este projeto foi oficialmente cancelado em 1969, embora, na realidade,foi convertido em programa escuro, sendo hoje a estação de implantes mais importante do chimera.

O segundo grupo de estações de implantes chimera são alguns satélites geoestacionários e geossíncronos:

http://theketelsens.blogspot.com/2013/10/geostationary-satellites.html

O terceiro grupo, são alguns satélites em orbitam a Orbita Próxima da Terra (NEO), especialmente o grupo satélite Keyhole -KH (Buraco de Fechadura):

http://www.faqs.org/espionage/Re-Se/Satellites-Spy.html

O Espaço Sublunar é constantemente monitorado por qualquer sinal de contato extraterrestre pelos chimera infiltrados nas forças armadas dos EUA:

http://airman.dodlive.mil/2013/11/capturing-space/

https://en.wikipedia.org/wiki/United_States_Space_Surveillance_Network




Também monitorado pelo serviço militar chinês, através de seu procurador (do chimera) Henry Kissinger:

http://fairfieldproject.wikidot.com/huodezu

As Operações Sublunares irão remover toda a presença chimera, suas estações de implantes e todos dispositivos strangelets plasmáticos e bombas toplets. Todos componentes de satélites artificiais, diretamente relacionados com as operações do chimera (tais como câmaras de íons de plasma, algumas câmeras de espionagem de alta definição, etc.) em breve, se tornarão disfuncionais.

É uma “coincidência” muito interessante as Operações Sublunares começarem no mesmo dia em que a sonda espacial New Horizons da NASA faz sua maior aproximação a Plutão e sua lua Caronte:

http://io9.com/new-horizons-is-making-its-closest-approach-to-pluto-ri-1717571552
Há 15 anos atrás, Caronte foi o principal local de armazenagem de armas exóticas dos programas espaciais secretos chimera/draconianos/illuminati, sendo liberado pelas Forças da Luz alguns anos mais tarde, tornando-se o principal portal entre o nosso Sistema Solar e a Galáxia M87, em Virgem. Agora Caronte é um dos lugares mais belos e positivos de todo o Sistema Solar e terá um papel muito importante na libertação do nosso planeta, como uma das estações retransmissoras mais importantes para o flash do Evento.

Poderão se conectar com a energia de Caronte através desta imagem:




Caronte, que forma com Plutão um sistema de astros duplos




A Ruptura está próxima!



COBRA
 
Fonte: Portal 2012


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Brasil: As cidades perdidas da Amazônia ~ Michael J. Heckenberger

As cidades perdidas da Amazônia.  

A floresta tropical amazônica não é tão selvagem quanto parece.

Posted by Thoth3126 on 06/01/2015

 


cidadesperdidas-xinguQuando o Brasil criou o Parque Indígena do Xingu em 1961, a reserva estava longe da civilização moderna, aninhada bem no limite ao sul da enorme floresta amazônica. Em 1992, na primeira vez em que fui morar com os índios cuicuro, uma das principais tribos indígenas da reserva, as fronteiras do parque ainda ficavam dentro da mata densa, pouco mais que linhas sobre um mapa. Hoje o parque está cercado de retalhos de terras cultivadas, com as fronteiras frequentemente delimitadas por um muro de árvores.

Edição e imgens: Thoth3126@gmail.com

As cidades perdidas da Amazônia. A floresta tropical amazônica não é tão selvagem quanto parece.


Fonte: http://www2.uol.com.br/

Por Michael J. Heckenberger

Para muitos forasteiros, essa barreira de torres verdes é um portal como os enormes portões do Parque Jurássico, separando o presente: o dinâmico mundo moderno de áreas cultivadas com soja, sistemas de irrigação e enormes caminhões de carga; do passado: um mundo atemporal da Natureza e de sociedade primordiais. Muito antes de se tornar o palco central na crise mundial do meio ambiente como a gigantesca joia verde da ecologia global, a Amazônia mantinha um lugar especial no imaginário ocidental.

A mera menção de seu nome evoca imagens de selva repleta de vegetação respingando água, de vida silvestre misteriosa, colorida e com frequência perigosa, de um entremeado de rios com infinitos meandros e de tribos da Idade da Pedra. Para os ocidentais, os povos da Amazônia são sociedades extremamente simples, pequenas tribos que mal sobrevivem com o que a Natureza lhes oferece. Têm conhecimento complexo sobre o mundo natural, mas lhes faltam os atributos da civilização: o governo centralizado, os agrupamentos urbanos e a produção econômica além da subsistência.


Os índios cuicuros, também chamados kuikuros, cuicurus e guicurus, são um grupo indígena que habita as aldeias Ipatse, Akuhugi e Lahatuá, no sul do Parque Indígena do Xingu, no estado do Mato Grosso, no Brasil.

Em 1690, John Locke proclamou as famosas palavras: “No início todo o mundo era a América”. Mais de três séculos depois, a Amazônia ainda arrebata o imaginário popular como a Natureza em sua forma mais pura, e como lar de povos aborígines que, nas palavras de Sean Woods, editor da revista Rolling Stone, em outubro de 2007, preservam “um estilo de vida inalterado desde o primórdio dos tempos”. A aparência pode ser enganosa. Escondidos sob as copas das árvores da floresta estão os resquícios de uma complexa sociedade pré-colombiana.

Trabalhando com os índios cuicuro, escavei uma rede de cidades, aldeias e estradas ancestrais que já sustentou uma população indígena talvez 20 vezes maior em tamanho que a atual. Áreas enormes de floresta cobriam os povoados antigos, seus jardins, campos cultivados e pomares que caíram em desuso quando as epidemias trazidas pelos exploradores e colonizadores brancos europeus dizimaram as populações nativas. A rica biodiversidade da região reflete a intervenção humana do passado. Ao desenvolverem uma variedade de técnicas de uso da terra, de enriquecimento do solo e de longos ciclos de rotatividade de culturas, os ancestrais dos cuicuro proliferaram na Amazônia, apesar de seu solo natural infértil.

Suas conquistas poderiam atestar esforços para reconciliar as metas ambientais e de desenvolvimento dessa região e de outras partes da Amazônia.

O Povo da Natureza

A pessoa mais conhecida a buscar civilizações perdidas no sul da Amazônia foi Percy Harrison Fawcett. O aventureiro britânico esquadrinhou o que denominou “selvas não mapeadas”, buscando uma cidade antiga – a Atlântida – na Amazônia, repleta de pirâmides de pedra, ruas de seixos e escrita alfabética. Suas narrativas inspiraram Conan Doyle em “O mundo perdido” e talvez os filmes de Indiana Jones. O recente e empolgante livro de David Grann, The lost city of Z (Z, a cidade perdida), refez o trajeto de Fawcett antes de seu desaparecimento no Xingu, em 1925. Na verdade, cinco expedições alemãs já visitaram os xinguanos e suas terras.


Em 1894, o livro de Karl von den Steinen, “Unter den Naturvölkern Zentral Brasiliens” (Entre os aborígines do Brasil Central), que descreveu suas expedições anteriores, tornou-se um clássico instantâneo da antropologia, ainda em desenvolvimento na época. O livro marcou o tom para os estudos do século 20 sobre os povos amazônicos como pequenos grupos isolados vivendo em delicado equilíbrio com a floresta tropical: “O povo da Natureza”. Mais tarde, frequentemente os antropólogos viram o ambiente florestal, em geral, como não propício à agricultura; a pouca fertilidade do solo parecia excluir os grandes assentamentos ou as densas populações regionais.

Por esse motivo, a Amazônia do passado parece ter sido muito semelhante à Amazônia dos tempos atuais.Porém, essa visão começou a cair por terra na década de 70, conforme os acadêmicos revisaram os relatos dos primeiros europeus sobre a região, que falavam não de tribos pequenas, mas de densas populações. Conforme o best seller de Charles Mann “1491“ descreve com eloquência, que as Américas eram densamente habitadas na véspera do desembarque dos europeus, e a Amazônia não era exceção. Gaspar de Carvajal, o missionário que escreveu as crônicas da primeira expedição espanhola rio abaixo, observou cidades fortificadas, estradas largas com boa manutenção e muitas pessoas. Carvajal escreveu em seu relato de 25 de junho de 1542:

“Passamos entre algumas ilhas que pensávamos ser desabitadas, porém ao chegarmos por lá, tão numerosos eram os povoados que vieram à nossa vista… que nos afligiu… e, quando nos viram, saíram para nos encontrar no rio em mais de duas centenas de pirogas [canoas], carregando 20 a 30 índios em cada uma, e algumas até com 40… estavam enfeitados com cores e vários emblemas, e portavam várias cornetas e tambores… e em terra, uma coisa maravilhosa de ver foram as formações de grupos que ficavam nas aldeias, todos tocando instrumentos e dançando em toda parte, manifestando grande alegria ao nos ver passando pelas suas aldeias”.

A pesquisa arqueológica em várias áreas ao longo do rio Amazonas, como a ilha do Marajó na foz do rio e sítios próximos às modernas cidades de Santarém e Manaus, confirma esses relatos. Essas tribos interagiam em sistemas de comércio que se espalhavam até localidades remotas. Sabe-se menos das localidades mais próximas dos limites ao sul da Amazônia, mas um trabalho recente em Llanos de Mojos nas várzeas da Bolívia e no estado do Acre sugere que eles também apresentaram sociedades complexas. Em 1720, o guarda de fronteira Antonio Pires de Campos descreveu uma paisagem densamente habitada na cabeceira do rio Tapajós, pouco a oeste de Xingu:

“Esses povos existem em um número tão enorme que não é possível contar seus povoados ou aldeias, [e] muitas vezes em um dia de marcha passa-se por 10 a 12 aldeias, e em cada uma há de 10 a 30 habitações, e dentre essas casas há algumas que medem 30 ou 40 passos de largura… até mesmo suas ruas, que eles fazem bem retas e largas são mantidas tão limpas que não se encontra nenhuma folha caída… Uma Antiga Cidade Murada“

Quando me aventurei no Brasil, no início da década de 90, para estudar a profunda história do Xingu, as cidades perdidas nem sequer passavam pela minha mente. Eu lera Steinen, mas mal ouvira falar de Fawcett. Embora muito da vasta bacia amazônica fosse terra arqueológica desconhecida, não era provável que os etnógrafos, muito menos os xinguanos, tivessem ignorado um enorme centro monolítico se erguendo sobre as florestas tropicais.

No entanto, resquícios de algo mais elaborado que as aldeias ainda hoje existentes estavam em toda a parte. Robert Carneiro, do American Museum of Natural History, de Nova York, que morou com os cuicuro na década de 50, sugeriu que o estilo de vida organizado e a economia produtiva agrícola e pesqueira poderiam suprir comunidades muito mais substanciais, mil a 2 mil vezes maiores – várias vezes a população contemporânea de algumas centenas de indivíduos. Ele também registrou evidências de que, na realidade, a área já teve um sítio pré-histórico (designado X11 em nossa pesquisa arqueológica) cercado de imensos fossos. Os irmãos Villas Boas – indianistas brasileiros indicados para o Prêmio Nobel da Paz pela sua participação na criação do Parque do Xingu – já tinham relatado esses trabalhos no solo perto de muitas aldeias.



Em janeiro de 1993, logo após eu ter chegado à aldeia dos cuicuro, o principal chefe hereditário, Afukaka, me levou a uma das valas no sítio (X6) por eles denominada Nokugu, que recebeu o nome do espírito de onça que se pensa lá habitar. Passamos por moradores locais que construíam um enorme açude de peixes ao longo do rio Angahuku, já cheio devido às chuvas sazonais. O fosso, que corre por mais de 2 km, tinha 2 a 3 metros de profundidade e mais de 10 metros de largura. Embora eu tivesse a expectativa de encontrar uma paisagem arqueológica diferente da atual, a escala dessas comunidades antigas e de suas construções me surpreendeu. Os assistentes de pesquisa cuicuro e eu passamos os meses seguintes mapeando esse e outros trabalhos no solo no sítio de 45 hectares.

Desde essa época, nossa equipe estudou vários outros sítios na área, analisando mais de 30 km em linha reta em transectos através da floresta, mapeando, examinando e escavando os sítios. No final de 1993, Afukaka e eu voltamos para Nokugu, para que eu relatasse o que aprendi. Seguimos os contornos do fosso externo do sítio e paramos ao lado de uma ponte de terra, por onde costumava passar uma estrada enorme que tínhamos desenterrado. Apontei para uma antiga estrada de terra, totalmente reta, com largura de 10 a 20 metros, que levava para outro sítio antigo, Heulugihïtï (X13), a cerca de 5 km de distância. Atravessamos a ponte e entramos em Nokugu.

A estrada, margeada por meios-fios baixos de terra, abriu-se até 40 metros – largura das autoestradas modernas de quatro pistas. Percorridas algumas centenas de metros, passamos por cima do fosso interno e paramos para observar o interior da trincheira escavada recentemente, onde tínhamos encontrado uma base em forma de funil, para uma paliçada de tronco de árvore. Afukaka contou-me uma história a respeito de aldeias construídas sobre paliçadas e ataques-surpresa em um passado remoto.

Caminhamos por trechos de floresta, arbustos e áreas desmatadas que agora cobrem o sítio, marcas de atividades variadas no passado. Saímos em meio a uma clareira gramada cercada de enormes palmeiras que marcavam uma antiga praça. Girei devagar e apontei a borda perfeitamente circular da praça, marcada por uma elevação de um metro de altura. Expliquei a Afukaka que as altas palmeiras lá se instalaram séculos atrás, a partir de jardins de compostagem em áreas domésticas.

Deixando a praça para explorar as redondezas, nos deparamos com altos sambaquis, depósitos de restos, que muito se assemelhavam aos de trás da casa do próprio Afukaka. Estavam repletos de recipientes quebrados, exatamente iguais, nos mínimos detalhes, aos utilizados pelas esposas da tribo para processar e cozinhar a mandioca. Em uma visita posterior, quando escavávamos uma casa pré-colombiana, o chefe curvou-se dentro da área central da cozinha e retirou um enorme fragmento de cerâmica.

Disse que concordava com minha impressão de que o cotidiano da sociedade antiga era muito semelhante ao atual. “Você está certo!”, Afukaka exclamou. “Veja, um apoio de panela” – um undagi, como os cuicuro o chamam, usado para o cozimento da mandioca. Essas ligações fazem dos sítios dos xinguanos locais muito fascinantes, que se encontram entre os poucos assentamentos pré-colombianos na Amazônia onde a evidência arqueológica pode ser conectada diretamente com os costumes atuais. Em outros locais, a cultura indígena foi totalmente dizimada ou o registro arqueológico está disperso. A antiga cidade murada que mostrei a Afukaka era muito parecida com a aldeia atual, com sua praça central e estradas radiais, apenas as antigas eram dez vezes maiores.

Da Oca à Organização Política

“Suntuosa” não é uma palavra que, em geral, venha à mente para descrever uma casa com um tronco central e teto de sapé. Ocidentais pensam em uma “cabana”. Mas a casa que os cuicuro erguiam para o chefe em 1993 era enorme: bem mais de 1 mil m2. É difícil imaginar que uma casa construída como um cesto gigante virado para baixo, sem uso de pedras, cimento ou pregos pudesse ficar tão grande. Mesmo a casa comum de um xinguano com 250 m2 é tão grande quanto uma casa média americana.

O que faz a casa do chefe sobressair não é apenas o tamanho, mas também a sua posição, localizada no ponto mais ao sul da praça central circular. Quando se entra na aldeia pela estrada de acesso formal, as famílias de boa posição moram à direita (sul) e à esquerda (norte). O arranjo reproduz, em escala maior, a planta de uma casa individual, cujo ocupante de posição destacada pendura a sua rede à direita, ao longo do comprido eixo da casa. A estrada de acesso corre aproximadamente de este a oeste; na casa do chefe, sua rede fica posicionada na mesma direção. Quando um chefe morre, ele também é deixado em uma rede com a cabeça voltada para o oeste.


Kuhikugu, conhecida pelos arqueólogos como sítio X11, é a maior cidade pré-colombiana já descoberta na região do Xingu na Amazônia. Abrigava mil pessoas ou mais e servia como o eixo central de uma rede de aldeias menores.

Este cálculo corpóreo básico é aplicado em todas as escalas, de ocas a toda a bacia do Alto Xingu. As aldeias antigas são distribuídas pela região e interconectadas por uma rede de estradas alinhadas com precisão. Quando cheguei pela primeira vez à área, levei semanas para mapear valas, praças e estradas usando as técnicas padrões de arqueologia. No início de 2002, começamos a usar o GPS, o que nos permitiu mapear a maior parte dos trabalhos no solo em questão de dias. Descobrimos um grau impressionante de integração regional. O planejamento parece quase determinado, com um lugar específico para tudo.

No entanto, fundamentava-se nos mesmos princípios básicos das aldeias atuais. As estradas principais correm do leste para o oeste, as secundárias se irradiam para fora do norte e do sul e as menores proliferam em outras direções. Mapeamos dois agrupamentos hierárquicos de povoados e aldeias em nossa área de estudo. Cada um consistia em um centro principal cerimonial e várias aldeias satélites grandes em posições precisas em relação ao centro.

Essas cidades provavelmente tinham mil ou mais habitantes. As aldeias menores estavam localizadas mais longe do centro. O agrupamento do norte está centrado no sítio X13, que não é uma cidade, e sim um centro de rituais, semelhante a um terreno para festividades. Dois grandes povoados murados estão distribuídos de forma equidistante ao norte e ao sul do X13, e dois povoados murados, de tamanho médio, estão em posições equidistantes ao nordeste e sudoeste.

O agrupamento do sul é ligeiramente diferente. Está centrado no X11, que é ao mesmo tempo uma aldeia e um centro de rituais, ao redor do qual estão povoados de tamanho médio e pequeno. Na área de terra, cada núcleo populacional ocupava mais de 250 km2, dos quais cerca de um quinto consistia em área central construída o que, grosso modo, é equivalente a uma pequena cidade moderna. Nos dias de hoje, a maior parte da paisagem antiga está coberta por vegetação, mas a floresta nas áreas centrais tem uma concentração distinta de certas plantas, animais, solos e objetos arqueológicos, como muita cerâmica.

O uso do solo foi mais intenso no passado, mas os vestígios sugerem que muitas práticas antigas eram semelhantes às dos cuicuro: pequenas áreas de plantio de mandioca, pomares com árvores de pequi e campos de sapé – o material preferido para coberturas de choupanas. O campo era uma paisagem de retalhos, intercalada por áreas de floresta secundária que invadiram as áreas agrícolas não cultivadas.


Acima: A PEDRA DO INGÁ, no Brasil e suas misteriosas inscrições. A Pedra de Ingá, ou Itacoatiara, é formada por blocos de gnaisse divididos em três paineis, tendo o bloco principal dimensão de 24 metros de comprimento por 4 m de altura. Há muitos sulcos e pontos capsulares seqüenciados, ordenados, que lembram constelações, embarcações, serpentes, fetos e variados animais e simbologia ainda desconhecida em seu significado, todas parecendo o modo que os indígenas ou os visitantes de outras latitudes (ou de outros planetas) tinham para anunciar idéias ou registrar fatos e lendas, que apresenta um grande potencial turístico e cultural, entretanto explorado de maneira extremamente irregular.

Zonas úmidas, agora infestadas de buritis, a mais importante cultura industrial, preservam diversas evidências de piscicultura, como lagos artificiais, calçadas elevadas e fundações de açudes. Fora das áreas centrais, existia um cinturão verde menos povoado e até uma densa faixa florestal entre as diversas aldeias. A floresta também tinha seu valor como fonte de animais, plantas medicinais e de certas árvores, além de ser considerada a morada de vários espíritos da natureza.

As áreas dentro e ao redor de sítios residenciais estão marcadas por terra escura, egepe segundo os cuicuro, um solo extremamente fértil, enriquecido por lixo domiciliar e atividades especializadas de manejo de solo, como queimadas controladas da cobertura vegetal. Em todo o planeta o solo foi alterado, tornando-o mais escuro, mais argiloso e rico em certos minerais. Na Amazônia, essas mudanças foram especialmente importantes para a agricultura de muitas áreas, já que o solo natural é bem pobre. No Xingu, a terra escura é menos abundante em certas áreas, já que a população nativa depende principalmente do cultivo da mandioca e dos pomares, que não necessitam de solo muito fértil.

A identificação de grandes núcleos populacionais murados, espalhados numa área comparável à de Sergipe, sugere que havia, no mínimo, 15 agrupamentos espalhados pelo Alto Xingu. Entretanto, como a maior parte da região não foi estudada, a quantidade correta pode ter sido muito superior. A datação por radio-carbono dos sítios já escavados sugere que os ancestrais dos xinguanos chegaram à região, vindos do oeste, e começaram a modificar as florestas e a zona úmida a seu critério cerca de 1.500 anos atrás ou até antes disso.

Nos séculos que antecederam a descoberta da América pelos europeus, os sítios foram reformados, passando a compor uma estrutura hierárquica. Os registros existentes chegam apenas até 1884, portanto os padrões de povoação acabam sendo a única forma de estimar a população pré-colombiana; a escala dos povoamentos sugere uma população muito superior à atual, chegando de 30 a 50 mil indivíduos.

Cidades-Jardins da Amazônia
Há um século, o livro Garden cities of tomorrow (Cidades-jardins do futuro), de Ebenezer Howard, propôs um modelo para um crescimento urbano sustentável de baixa densidade populacional. Um precursor do movimento ecológico atual, Howard idealizou cidades interligadas como uma alternativa para um mundo industrial, repleto de cidades com arranha-céus. Sugeria dez cidades com dezenas de milhares de habitantes, que teriam a mesma capacidade funcional e administrativa que uma só megacidade. 


Vista aérea de um antigo assentamento indígena.

Os antigos xinguanos parecem ter construído esse sistema, um tipo de urbanismo de estilo verde ou protourbanismo – uma incipiente cidade-jardim. Talvez Percy Fawcett estivesse no lugar certo, mas com o foco equivocado: cidades de pedra. O que faltava aos centros em termos de pequena escala e elaboração estrutural, os xinguanos conseguiam alcançar pela quantidade de cidades e por sua integração. Se Howard tivesse conhecimento de sua existência, poderia ter-lhes devotado um trecho no Garden cities of yesterday (Cidades-jardins do passado).

O conceito comum de cidade como uma densa rede de prédios de alvenaria remonta à época das antigas civilizações dos oásis nos desertos, como na Mesopotâmia (Babilônia), mas que não possuíam as mesmas características ambientais. Não só as florestas tropicais amazônicas, como também as paisagens das florestas temperadas da maior parte da Europa medieval, eram pontilhadas por cidades e vilarejos de tamanhos similares a essas no Xingu.

Essas visões são especialmente importantes na atualidade por causa da retomada do desenvolvimento do sul da Amazônia, desta vez pelas mãos da civilização ocidental. A floresta do sul amazônico, em transição, está se convertendo rapidamente em áreas cultivadas e de pastagens. Seguindo o ritmo atual, no decorrer da próxima década a floresta se reduzirá a 20% de sua área original. Muito do que resta ficará restrito a reservas, como as do Xingu, onde os povos indígenas são os comandantes da biodiversidade restante. Nessas áreas, sob muitos aspectos, a salvação das florestas tropicais e a proteção da herança cultural indígena são partes de um só todo.

Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/brasil-e-o-mapa-de-piri-reis/
http://thoth3126.com.br/terra-de-ofir-o-rei-salomao-no-brasil/
http://thoth3126.com.br/pedra-da-gavea-uma-esfinge-no-brasil/
http://thoth3126.com.br/brasil-o-territorio-sagrado-para-a-deusa-e-seus-filhos/
http://thoth3126.com.br/brasil-portugal-e-os-cavaleiros-templarios/
http://thoth3126.com.br/brasil-512-anos-de-misterios/
http://thoth3126.com.br/brasil-monte-roraima-uma-escalada-ao-mundo-perdido/
http://thoth3126.com.br/o-reino-de-ofir-eo-brasil/
http://thoth3126.com.br/os-reinos-perdidos-z-sitchin/
http://thoth3126.com.br/brasil-o-gigante-desperta/
http://thoth3126.com.br/pedra-do-inga-evidencias-ufologicas-na-antiga-pre-historia-do-brasil/

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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Por favor, respeitem todos os créditos
Arquivos em português:

 Atualização diária


 

Projeto Philadelfia – Parte 3, final ~ Clay Tippen,

O Experimento Filadelfia 

(Philadelphia)

Posted by Thoth3126 on 16/01/2015



Este documento foi transcrito de uma fita de vídeo. Recebi o tape por volta de maio ou junho de 1990. Depois de assisti-lo e revisá-lo cerca de uma dúzia de vezes, mostrei-o a alguns amigos, e como eu, eles ficaram espantados.

Alguns acreditaram nele, e outros não. Agora, vocês poderão tomar a sua própria decisão. Alfred Bielek é um dos sobreviventes do Experimento Filadélfia…

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

“O Universo não é apenas mais estranho do que imaginamos, ele é mais estranho do que nós podemos imagina-lo”.

http://educate-yourself.org/ab/ e http://www.bielek.com/

A Palestra de Al Bielek na Conferência da MUFON, em 13 de janeiro de 1990.

INTRODUÇÃO – III PARTE e final:

Transcrito em 12 de outubro de 1991 por Clay Tippen, 7809 Cypress St. West Monroe, L.A 71291-8282. A advertência a seguir foi feita por Rick Andersen. Nota do tradutor: Todas notas entre “[ ]” são do tradutor.{Este documento pode ser publicado livremente*}


Alfred Bielek

Advertência: Serve ao propósito daquelas partes interessadas em aumentar a sua informação sobre o Experimento Filadélfia. Por favor, sinta-se à vontade para levar este documento para qualquer BBS [blog ou site] que desejar. Mas, por favor, não o aumente, ALTERE ou diminua. No momento, ele não tem nenhuma alteração.

… Vários dos nomes e lugares que o senhor Bielek menciona, não puderam ser entendidos corretamente, devido aos níveis de áudio, e por terem sido apenas murmurados. Claro, havia muitos lugares e coisas que eu nunca tinha ouvido falar, e não tinha a menor idéia de como eram soletrados. Tentei pesquisar alguns deles para ter certeza que estava tudo correto. Igualmente, algumas das palavras soam um pouco estranhas, em um inglês pouco apropriado, com palavras e sentenças duplas [este documento está exatamente como foi deixado por Rick Andersen, em outubro de 92].

Esta conferência foi realizada na conferência Mufon Metroplex em Dallas, Texas, em uma reunião sobre UFOs. A data desta conferência foi 13 de janeiro de 1990. O nome do locutor é Alfred Bielek, e isto é como ele explica o começo e o assim chamado término do experimento”.

A transcrição da entrevista (continuação da parte II):

Então, com isto eu encerro a apresentação formal, e se vocês tiverem quaisquer perguntas, farei o melhor que puder para respondê-las. (n.t. A pessoa que fez esta fita, que gravou a conferência de Alfred Bielek, perdeu a primeira parte das perguntas e das respostas reproduzidas a seguir. O Quanto e quando ele as perdeu, não temos ideia).



Pergunta: (?)

Resposta: O experimento se expandiu. Eles tentaram em 1948, a Força Aérea da Marinha (Naval Air Armed) tentou ver se eles conseguiriam por este projeto para funcionar antes que Von Neumann ressuscitasse o seu, em um avião. Eles tinham um avião F-80 disponível para isto. Eles ligaram a ele algum equipamento mais leve. Bem, você não precisa de toneladas e toneladas de equipamento em um avião, então eles o encolheram. Colocaram um sistema a bordo do F-80, colocaram nele um piloto e um rádio-controle por terra, foram para uma determinada área e ligaram o equipamento, e depois de ele ter ficado invisível ao radar por um certo período de tempo, eles o desligaram. Tudo estava ótimo. Eles retornaram à base. Eles disseram, ok. Bem, parecia que tinha sido. Mas não estavam seguros disso!

Eles deixaram o oficial, o piloto e o avião, de quarentena por cerca de um ano. Cerca de um ano depois, eles disseram, “Ok, leve-o de novo para cima, mas vamos mandar um observador com você desta vez. E nós vamos tentar isto de novo na mesma área”. Então eles subiram e tudo correu bem até eles ligarem o equipamento. O piloto desapareceu e nunca mais foi visto outra vez. O observador não era um piloto treinado para um F-80. Ele não podia controlar o avião, e este caiu. O corpo do observador foi recuperado, mas o corpo do piloto nunca o foi. Então, este foi o fim das tentativas de usar avião, pelo menos nesta fase. Desde então, eu entendo, eles tem feito o equipamento pequeno o bastante para colocá-lo em um avião grande. Mas isto é altamente classificado (Top Secret).

Pergunta: Você poderia dizer se há alguma experiência [sendo feita] em viagem controlada no tempo?

Resposta: Sim. Tem sido feita, e isto é novamente um conhecimento altamente classificado (secreto) pelo governo, mas isto definitivamente tem sido feito. A viagem no tempo existe. Você aí, tem uma pergunta?

Pergunta: Esta era uma das minhas questões, se a viagem no tempo existe. Mas ela ainda existe? Eles a estão usando? Você sabe disto?

Resposta: Ela ainda existe, e é só o que direi.

Pergunta: Quando você estava falando sobre a invisibilidade do navio, falou que a primeira experiência foi ótima, e que a segunda foi aquele na qual tudo desapareceu. O que quer dizer, acho que quis dizer isso, tanto invisibilidade em si quanto invisibilidade ao radar foi conseguida, mesmo da primeira vez?

Resposta: Isto está correto. Em termos de maquinário, foi um sucesso. Em termos do pessoal humano não foi, foi um completo desastre. Agora, um pouco não foi um completo desastre no primeiro teste de 22 de julho, não foi muito ruim porque eles mudaram a tripulação, e perceberam que havia um sério problema. O segundo teste poderia ter sido um sucesso completo se eles não o tivessem acoplado ao Projeto Fênix; isso em termos de maquinário. Mas ele foi um completo desastre, tanto em termos de maquinário quanto de pessoal.

Pergunta: Você disse que eles tinham que ter o seu irmão de volta. Isto era alguma coisa apenas do seu conhecimento pessoal, que eles precisavam dele ainda, ou era aquilo uma espécie, uma grade semelhante ao tempo, ou o entusiasmo comum que se poderia ouvir deles, ou os cientistas deixaram aquilo escapar, ou foi algo que eles inventaram?

Resposta: Ele precisava voltar por razões que são extremamente sensíveis, mas ele tinha de permanecer vivo tanto quanto eu e um terceiro sujeito. A única maneira de dizer isto, é que, se ele tivesse morrido e não renascesse depois dos equipamentos e projetos chegarem ao fim, poderia ter havido um problema muito sério. Então, estávamos estabilizando os fatores, colocarei desta maneira, e não irei além deste ponto. Mas ele tinha que estar vivo, e ele está vivo.

Pergunta: Você ficou entusiasmado por ter viajado através do tempo e mudado alguma coisa do que aconteceu? Poderia isto causar algo que eles receassem?

Resposta: Entusiasmo, você poderia chamar assim. Eu não sei se há um termo ou expressão que já tenha visto que descreva isto como você a viu, ou leu em algum lugar. Eu realmente não posso responder isso com um sim ou não. Eu não sei.

COMENTÁRIO: Ah, você não poderia fazê-lo! Ha! Ha! Ha!

Resposta: Perdão?

COMENTÁRIO: Você não poderia responder isto porque você provavelmente não saberia. Isto porque, se alguma coisa séria realmente acontecesse você não poderia estar aqui para contar-nos!

Resposta: Está certo. Alguma muito séria aconteceu claro; esta viagem não foi um passeio.

Pergunta: Assumindo que o governo está testando tecnologia desta natureza, quero saber por que não a está colocando para ajudar o planeta, para ajudar ao público e a todos neste planeta. Nós temos tantos problemas difíceis, e eles não estão usando nada disso para ajudar. Por quê?

Resposta: Bem… Para responder a esta questão, terei de dar-lhe uma resposta em duas partes.

1- Nós temos desenvolvido uma tecnologia dupla por pelo menos um século, talvez mais, na qual há desenvolvimentos tecnológicos que tem sido negado seu conhecimento e uso ao público em geral, e que tem se mantido nas mãos de uma elite controladora, se vocês quiserem, por pelo menos um século, ou talvez um século em meio, porque esta base tecnológica vem desde 1800, ou antes. E na medida do porque isto não foi liberado nesta época, ou não o é ainda agora devido aos problemas que temos. Se você tem os meios para fazer as coisas, como por exemplo, viajar no tempo, ou desenvolver novos sistemas de energia, ou novos sistemas de comunicação, ou então viajar para outros planetas; se você encerrar estes desenvolvimentos dentro de um pequeno grupo, um grupo controlador, você pode literalmente controlar o planeta e a humanidade. E se você não deixar o resto do público saber o que está acontecendo, você pode então controlá-lo, de dentro deste grupo.



2- Há outro problema, chamado enfraquecimento econômico. Se você for liberar alguns destes novos desenvolvimentos, muito rapidamente, e muito cedo, você quebra totalmente a nossa atual base econômica, que é baseada em combustíveis fósseis, geração de energia elétrica através de fios e transformadores e coisas assim, comunicações como as conhecemos, aviões a jato como os conhecemos, e foguetes químicos para levar-nos à Lua. Tudo isto está baseado em nossa atual indústria, nossa atual sociedade e nossa atual economia. Você não pode substituir isto rapidamente da noite para o dia. Por outro lado, você pode destruir a base econômica. Estou certo que isto será liberado, em algum tempo à frente. Mas não está sendo liberado agora. Esta é uma das razões porque você não pode brincar com a base econômica. E, além do mais, aqueles que são beneficiados com isto, em termos de lucros gigantescos, como as companhias de petróleo, não vão distribuir seus lucros conosco. Este é somente um exemplo. Não significa que só existam estes.

Pergunta: Você pode, com esta tecnologia, voltar no tempo, para, digamos, 1843?

Resposta: Você pode ir ao passado tão longe quanto queira, ou ir para o futuro tão distante quanto queira, contanto que o equipamento o leve lá. Sim.

Pergunta: Isto agora é parte também da tecnologia do avião bombardeiro Stealth?

Resposta: Existem alguns rumores neste sentido. Isto é uma parte dele. Sim.

Pergunta: Você disse que não tinha nenhuma lembrança disto até 83 ou por aí?

Resposta: 88.



Pergunta: Ok. De onde vieram à informação para o livro e também para o filme?

Resposta: O primeiro livro nós realmente não sabemos. Para o outro, o Dr. Reinhard, definitivamente identificado como Dr. John Von Neumann, que foi entrevistado e deu um monte de informações. De onde as outras vieram? Eu não sei. Eles não foram muito longe nos arquivos, porque a Marinha não os está liberando. Quanta informação está perdida por aí, eu não sei. Willian Moore andou muito, e fez um bom trabalho de pesquisa para nós, sob a Lei de Liberdade de Informação (FOIA – Freedom of Information Act), liberando algumas das informações; ele realmente não conseguiu muito da Marinha, porque a Lei de Liberdade de Informação não estava em vigor, acho, até cerca de 1980. E ele passou muito tempo tentando tirar o que pudesse de quem encontrava.

… : Ivan T. Sanderson, ele nunca escreveu um livro sobre este assunto, ele morreu em 1973, era muito interessado no Experimento Filadélfia em si; de fato, algum material seu caiu nas mãos de Moore, e foi aí onde este conseguiu alguma coisa. Mas onde ele obteve basicamente a informação, eu não sei. Uma ou outra entrevista, uma entrevista em algum lugar por telefone com Allende e quem quer que fosse. Eu nunca conversei com Moore, eu não sei onde ele arranjou sua fonte, ou as suas fontes de informação.

Pergunta: E que tal o filme?

Resposta: O filme foi produzido pela EMI Thorn. A Thorn Industries existe desde alguma época entre 1820 e 1830, no século 19. Era uma indústria inglesa que produzia instrumentos científicos para a Inglaterra e para a Europa. Ela foi assumida em 1850 pelos irmãos Wilson, que a herdaram de sua mãe. E eles ficaram lá até a virada do século, quando morreram. Por volta de 1980, final dos 70, começo dos anos 80, eu não sei a data exata, mas houve uma fusão entre a Thorn Industries e a EMI Corporation. E esta indústria eletrônica, com a etiqueta e os discos EMI é bem conhecida na Inglaterra, aqui, e em todo o mundo. Houve uma fusão. Quem comprou quem? Eu não sei. E eles decidiram que iriam fazer um filme. E decidiram que iriam fazer o Experimento Filadélfia!

… : Agora, durante aquele período em que estavam filmando, ou talvez um pouco antes, um certo amigo meu, de Long Island foi questionado, perguntado repetidamente, por um ator bastante conhecido, que tornou-se diretor do filme mas que não aparece nos créditos. Seu logotipo da New World Pictures esta lá, então eu sei quem ele é. Meu amigo falou que ele fez milhares de perguntas acerca do Experimento Filadélfia. Ele certamente sabia um pouco, mas não sabia tudo sobre isto. Nós achamos que ele supriu o material básico para o filme. E não foi só isto! De acordo com uma história bastante bizarra, que vocês podem aceitar ou não, em fevereiro de 1989, eu estava em Nova Iorque, junto com meu irmão e um cavalheiro por nome Preston Nichols, que fez uma apresentação para a Divisão de Nova Iorque (New York Chapter) da USPA, a Associação de Psicotrônica dos Estados Unidos (United States Psychotronics Association), que tem Clarence Robinson como presidente. Ele falou sobre o Projeto Fênix, eu falei sobre o Projeto Filadélfia, e foi feito uma fita de vídeo privado disto tudo. Nós sabíamos que alguém estava filmando. E não era para ser exibido mais tarde.

A história que Preston me contou, alguns meses mais tarde, foi bastante interessante. Ele disse que por volta de julho, ele foi visitado uma noite em seu laboratório. Alguém bateu à porta, e falou, “Preston Nichols?”. “Sim”! Eu sou Bill… tal & tal da EMI Thorn Industries da Inglaterra. Sou chefe dos arquivistas. Eu achei que você gostaria de conhecer a história. Nós estamos procurando por você há algum tempo”. Ele disse, “O que você quer dizer, procurando por mim?”. “Posso mostrar-lhe porque”. E ele mostrou-lhe uma foto, tirada de um álbum de família, dos Irmãos Wilson em 1890, em companhia de uma terceira pessoa, Aleister Crowley. Este é muito conhecido no meio metafísico, apesar do que possam pensar dele. Ele era aparentemente um investidor pesado da corporação, e ele viveu até os anos 50, 1950; havia também uma quarta pessoa. O quarto sujeito era a cara do meu amigo Preston, aparentando ter aproximadamente dez anos mais do que agora. Ele disse, “Nós tínhamos esta foto quando vimos a sua fita de vídeo, de você em Nova Iorque fazendo sua apresentação; nós sabíamos que finalmente o tínhamos encontrado”. Ele disse, “Posso ficar com esta foto?”. “Não”. Ele disse, “Bem, qual é a história?”.

“A história é que Aleister Crowley disse que você não era desta época (referindo-se a 1890). Você era do FUTURO! E você deu-nos a história inteira do Experimento Filadélfia, e ela tem estado em nossos arquivos desde 1890. Nós já conhecíamos a história, e tínhamos decidido somente agora, recentemente” (isto em 1983) “produzi-la, filmá-la”.



Bem, eles foram ao governo dos EUA pedir para filmarem em Long Island, porque eles sabiam que o outro terminal (o portal hiperdimensional de 40 anos aberto pela experiencia com o navio USS Eldridge) estava em Long Island, em Montauk. O governo dos EUA recusou totalmente a permissão para eles chegarem perto do lugar. Foi então que eles foram para Wendover, Utah, para o outro terminal do 84, como eles o chamavam, experimento 84. Eu conheço Wendover, Utah, porque trabalhei em Salt Lake City, e visitei-a um monte de vezes; é a velha Base da Força Aérea de Wendover, a qual foi usada intensamente durante a Segunda Guerra Mundial. Mas foi assim, acreditem ou não (Ripley* diretor de cinema, adoraria esta), a história de como eles conseguiram o roteiro, ou o material básico para fazer o roteiro do Experimento Filadélfia. Eles o enfeitaram, é claro. Ele admitiu isto. Colocaram mais coisas para tornar mais interessante a história. O lado amoroso, as viagens à Califórnia e tudo o mais. Então, uma boa parte dele é ficção, mas a história básica foi um fato real, mas que eles aumentaram para fazer o filme.

Pergunta: Você estava um pouco relutante em falar sobre outros projetos altamente secretos que conheceu, mas obviamente o Experimento Filadélfia é altamente classificado também. Por quê?

Resposta: Teoricamente, o Experimento Filadélfia foi desclassificado. Existe uma lei, um estatuto que diz que qualquer projeto do governo que não seja classificado, é automaticamente desclassificado após quarenta anos. Agora, aquele experimento tomou lugar em 43, ele foi terminado em 43, como conseqüência, quarenta anos se passaram até 83. Então, teoricamente ele foi desclassificado em 83. Agora, um projeto qualquer pode ser desclassificado, mas o governo tem meios de esconder as referências a ele que existam nos arquivos, de modo que você só pode encontrá-lo se souber os códigos numéricos apropriados. Manuais ou relatórios técnicos podem não ser desclassificados. Há uma lei que diz, se for do interesse da segurança nacional, que relatórios técnicos e outras informações pertencentes a projetos desclassificados podem não ser liberados. Como um exemplo típico, depois que a Segunda Guerra Mundial terminou alguns anos depois, as bombas Norton K2 começaram a ser mostrados nas lojas de excedentes de guerra, em Nova Iorque e em todo lugar. Eles as estavam vendendo com preços que variavam de 2.500 até 200 dólares cada uma. Você podia comprar a coisa completa, intacta! Mas você não podia colocar as mãos nos manuais, dizer o que elas faziam, ou como usá-las, porque eles estavam classificados como altamente confidenciais, e ainda estão. Mas o equipamento em si está totalmente desclassificado.

Pergunta: Eu tenho duas perguntas. Uma delas tem a ver com sua viagem ao futuro, onde viu o doutor (Von Neumann) que estava encarregado do Experimento Fênix, e que estava encarregado também do Experimento Filadélfia. Você sabia que tinha ido, e então você voltou. Você sabia que estava no futuro, mas na época o doutor não sabia. Isto está correto?

Resposta: Não, não, ele sabia, ele em 83 sabia onde ele estava.

Pergunta: Ah, mas em 43 ele não sabia.

Resposta: Não, ele não sabia disto na época. Eu eventualmente disse-lhe o que estava acontecendo, e é por isto que ele escreveu um relatório, porque ele veio a conhecer os fatos.

Pergunta: Quando isto foi escrito, em 43 ou em 83?

Resposta: Em 43 houve uma série de relatórios que foram escritos, e ele conhecia os fatos, sabia o que tinha dado errado no acoplamento do futuro. E foi-lhe pedido em 47 que ele ressuscitasse o experimento.

Pergunta: Mas é sobre isto que eu estou curioso: se você teve de contar-lhe que o havia visto no futuro, e ele estava quase o mesmo…

Resposta: Ele não acreditou nisto. Ele muito certamente não acreditou nisto no início; eventualmente, ele passou a acreditar!

Pergunta: Você o persuadiu disto?

Resposta: Perdão?

Pergunta: Foi devido à sua persuasão que ele acreditou em você?

Resposta: Nããoo! Não foi inteiramente devido a isto, havia outros elementos envolvidos.

Pergunta: A segunda pergunta tem a ver com o comentário daquela outra pessoa sobre Pearl Harbor, dizendo que dentro de algum tempo nós iríamos estar em guerra com o Japão, e eles estavam vindo bombardear Pearl Harbor. Eu não sei, pode ser que esteja errada, mas eu pensava que Pearl Harbor tinha sido uma completa surpresa para nós.

[……A audiência ri e se manifesta com algum barulho….]

Resposta: Desculpe, senhora; não foi nenhuma surpresa para a administração federal, eles levaram as coisas de tal modo para os japoneses nos bombardearem, para que pudéssemos entrar na guerra. Isto foi planejado pelo presidente e por George C. Marshall. Os únicos no escuro sobre isto, além do público em geral, eram o almirante Kenwell e o general Short, que estavam em Pearl Harbor, na época. Não lhes foi dito o que iria acontecer. Eles pediram uma Corte Marcial imediatamente depois. Eles foram afastados de seus postos, e isso quando eles pediram a Corte Marcial, porque eles sabiam que alguma errada estava acontecendo, e eles não tiveram o seu pedido atendido senão depois que a guerra terminou.

NOTA do tradutor: Eu não pude compreender os nomes orientais aqui mencionados.

E quando, claro, colocados frente aos registros, dos registros capturados dos japoneses em =ininteligível= e todo o gabinete de paz, e Tojo, e a coisa toda, e o modo como eles foram incessantemente empurrados por Roosevelt, até eles procurarem lavar sua honra, eles começaram a deslocar a sua frota para atacar. Eles queriam chegar a um acordo com os EUA, sem guerra!

Pergunta: Isto é de conhecimento comum?….

…Bielek continua falando…

Roosevelt não queria assim. Agora, houve alguns militares que não fizeram nada, que sabiam o que estava acontecendo. Algumas altas patentes, mas não o pessoal estacionado em Pearl Harbor.

Pergunta: Eu tenho uma pergunta. Você lembra se um Dr. Harry Woo estava ligado ao Projeto Arco-Íris-Rainbow?

Resposta: Qual era o nome?

Pergunta: Harry Woo. Ele era um cavalheiro da quarta geração de chineses; ele era um físico ligado a Pesquisa e desenvolvimento (R&D), a Marinha e ao Pentágono.

Resposta: Harry Wood?

Pergunta: WOO! W… O… O

Resposta: Oh! Woo. Não, não me lembro ninguém com este nome, não neste ponto. Se ele tinha alguma conexão com o projeto, é possível que estivesse em Princeton, ou algum outro lugar. Você vê, havia um monte de pessoas ligadas com esse projeto, e que não pertenciam à equipe. Quero dizer, formalmente ligados à equipe de Princeton, e eles nunca apareceriam nos registros, e eu procurei em todos os que estavam disponíveis nos arquivos. Claro, o dr. Von Neumann está lá; Tesla não, ele nunca esteve na equipe; hum, Gustave Le Bon não está lá, não encontramos nenhum registro dele, embora ele pertencesse a ela, pelo que eu sabia. Clarkston estava na equipe, mas sob um nome diferente, naquela época. Clarkston era um pseudônimo, uma cobertura; não Clarkston, ele atendia por um nome diferente, pois Clarkston era então um pseudônimo. Exatamente como Reinhardt era um pseudônimo para Von Neumann. Nunca ouvi sobre este nome, não.

Pergunta: O Dr. Woo, que foi designado pela Marinha para investigar os relatos de UFOs; era isto…

Resposta: Podia ser…

Pergunta: Bem, ele mencionou Rupelt. Ele encontrou e conversou com Rupelt, e ele mencionou algumas outras pessoas, e eu penso talvez que ele poderia estar ligado…

Resposta: Eu não estava envolvido neste ponto com qualquer investigação sobre UFOs, e eu estava em outro departamento da Marinha, que surgiu, aparentemente de modo simultâneo, e obviamente numa época muito posterior a agosto de 43. Hum, você aí tem uma pergunta?

Pergunta: Sim! Você disse que em 1943 você foi para 83, e voltou para 43. E quando sua memória voltou em 88, isto mostraria que, nesta dimensão em particular, você estaria possivelmente em algum lugar em 83… Você sabe o que estou falando? Você estava em dois lugares, em 83.

Resposta: É verdade. Em 1983, Eu era Alfred Bielek; estava trabalhando em Los Angeles, Califórnia. Eu fui mandado para bem longe da Costa Leste.

Pergunta: Então, o universo é como um holograma, no qual você pode ir para diferentes lugares no tempo, isto é somente outro…

Resposta: Você entra em alguns problemas bastante complexos, em termos de tempo. O homem que fez um grande trabalho sobre isso foi o Dr. Norman Levinson (Nota: de outras vezes, Bielek chamou este personagem de HENRY Levinson, ou Levenson. Teria ele mudado de idéia, ou quem transcreveu isto bobeou? – R.A.) que não aparece em qualquer das biografias do Quem é Quem, na ciência da matemática. Ele é americano. Eu sei que ele escreveu três livros. Ele era um professor assistente de matemática no MIT [Massachusetts Institute of Technology – NT] em 1955, quando então se tornou professor titular. E foi assim até morrer, em 1974. Ele nasceu em 1912. E ele figurou com destaque nos bastidores do Experimento Filadélfia, porque ele desenvolveu as equações de tempo de um trabalho previamente feito, e elas são totalmente classificadas. Você terá muito trabalho para encontrar seus livros. Ele escreveu um livro intitulado “Equações Diferenciais Ordinárias”, publicado pela McGraw Hill, acredito que em 1974. Tenho todos os dados, se você estiver interessado. Eu tenho os nomes, e os títulos, e os números usuais dos livros. Mas eu nunca os encontrei em qualquer das livrarias em Phoenix. Finalmente, em minha última viagem de volta ao Leste, fui até Princeton. Eu digo, se eles existem em algum lugar, só pode ser em Princeton. Bem, eles os tinham, nos cartões de arquivo. Mas não nas estantes da biblioteca da faculdade, mas no Instituto eles tinham os livros nas estantes.

Pergunta: Bem, você sabe como isso aconteceu então você pode me dizer, ou isto é….

Resposta: Não, ele tornou-se um escritor maldito, não porque fosse uma má pessoa, mas devido, aparentemente, à natureza do seu trabalho. É por isto que não existem referências a ele, na literatura científica, eu não posso compreender isto, a não ser que seja deliberado.

Pergunta: O que eu estava dizendo é você sabe como você estava em dois lugares… No mesmo lugar… Quero dizer, em dois lugares diferentes, no mesmo ano. Você compreende que, como…

Resposta: Bem, em termos de tempo temporal, você pode dizer que eu estava em dois lugares ao mesmo tempo. Eles estavam separados. Mas em termos do meu eu, eu estava em um único lugar, no qual você terá de seguir o progresso do indivíduo através do tempo nos laços de retorno [loop-backs], quais lugares seguir, e este é um conceito muito difícil, difícil para compreender, a menos que você soubesse alguma coisa de matemática. Mesmo a matemática é muito difícil. Mas isto pode ser expresso em termos de viagem através do tempo através de vários laços [loops], você pode seguir… Se você não atravessar o seu próprio caminho no mesmo lugar, senão você terá uma situação bastante desastrosa.

Pergunta: Isto acontece de uma vez?

Resposta: Perdão…

Pergunta: Isto acontece realmente, não são apenas palavras, então isto tudo acontece de uma vez? Não consigo pensar sobre isto.

Resposta: Se você estiver para atravessar o seu próprio caminho, você teria um sério problema: você pode desaparecer. Mas contanto que você não atravesse o seu próprio caminho, no mesmo lugar físico onde possa alcançar e tocar a si mesmo, então, digo, não há nenhum problema real.
Você aí tem uma pergunta?

Pergunta: Sim, tenho duas perguntas. A primeira é sobre a data de 12 de agosto. O modo como compreendo isto, depois de ouvir você, era que seria pura coincidência que o desastre tivesse ocorrido em 12 de agosto, e que era também uma segunda coincidência que a conexão com o Projeto Fênix (em Montauk) também tenha sido realizada a 12 de agosto? Se nenhum delas tivesse sido realizado naquelas datas, então você não teria ligação com o Hiperespaço? Isto está correto?

Resposta: Está correto. Se não na extensão que o Projeto Fênix estava, é preocupante, por causa das séries de experiências que estavam sendo feitas há dois anos e meio, e pelo que entendi dos registros que foram capturados, se vocês quiserem assim, por um certo amigo quando fomos lá naquela área, depois deles a terem abandonado, eles deixaram um monte de documentos e livros para trás. Eles iniciaram uma operação no dia 1 de agosto de 1983, vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana. Agora, devido ao primeiro dos picos de biocampo da Terra em 12 de agosto, o qual a propósito, não é uma data exata, devido ao sistema de calendário, que não é absolutamente preciso, e os picos não ocorreram com traços de precisão no tempo dado naquele dia. Atualmente, poderia ser mais um dia ou menos um dia; naquele ponto não era. Se o Eldridge não tivesse feito aquele experimento no dia 12, e esperasse dois dias, com toda probabilidade não teria havido aquela ligação. Mas alguém insistia que ele tinha de ser no dia 12. Acidente? Nós questionamos isto seriamente, em retrospecto, se foi um acidente que aquela data nos tivesse sido dada. Eles sabiam muito bem que Von Neumann iria espremer cada minuto e segundo que pudesse, para conseguir fazer mais testes e modificações. E, portanto eles sabiam, ele faria dia 12, ou que esquecesse. E ele não era o tipo de pessoa que iria esquecer aquilo. Ele estava esperando pelo melhor, e colheu o pior.

Pergunta: Da segunda vez foi também coincidência, que eles não tinham deliberadamente montado aquilo para tentar recebê-lo, naquele momento? Ou eles sabiam que você estava vindo?

Resposta: Você está falando sobre 43 ou 83?

Pergunta: 83.

Resposta: Este foi um projeto totalmente diferente, e se a operação no tempo àquela época foi devido a algum conhecimento prévio do que estava acontecendo em 43, ou não, eu não sei. Eu não posso responder isso, porque simplesmente não sei.

Pergunta: A outra pergunta que eu tenho, parece uma espécie de objeção, nós abordamos mais cedo o avião bombardeiro Stealth, mas isto parece um pouco ridículo, que nós gastamos tanto em cada aeronave, por achar que aquilo funcionaria perfeitamente, provou-se que isto funciona perfeitamente, eles não podiam ter moderado (?) isto agora, e cortar os custos tremendamente?.


Avião bombardeiro Stealth

Resposta: Eles provavelmente adaptaram este tipo de maquinário para outra aeronave. Você se lembra da história do ataque dos israelenses ao aeroporto de Entebe, na África, para resgatar algumas centenas de judeus que estavam sendo mantidos prisioneiros lá, na época? Existe um filme documentário de longa metragem feito sobre isto. Os fatos são que quando o estado de Israel conduziu seus aviões através da África, todos os radares estavam operacionais à época. Nenhum apanhou os aviões atravessando a África. Eles atingiram Entebbe de surpresa, sem nenhum aviso prévio. Eles tinham sistemas para bloquear os radares.

Pergunta: O que você experimentou o que você viu, quando se moveu através do tempo?

Resposta: Desculpe?

Pergunta: O que você experimentou quando se moveu através do tempo?

Resposta: É algo do qual não se tem muita experiência. É uma sensação de queda, é como você saltar de um edifício muito alto, e você não pode ver o fundo, não sabe onde está indo, ou se você cairá em um abismo, algumas centenas de metros abaixo. Você está caindo, e você sabe que está caindo, e tem o sentimento de queda, e não sabe para onde está indo, ou o que está realmente lhe acontecendo. É algo similar a isto. Nós não sabíamos o que estava acontecendo à época, não tínhamos nenhuma idéia naquele instante, quando isto aconteceu pela primeira vez.

Este parece ter sido o fim da conferência. A anfitriã que conduzia a conferência agradeceu ao senhor Bielek por ter gasto seu tempo ali, e compartilhado a informação que ele tinha sobre o Experimento Filadélfia. Este foi o fim desta fita.

Houve uma fita anterior a esta, de dezembro de 1989, como foi dito acima na transcrição de Alfred Bielek. Parece que a EMI Thorn fez esta fita de vídeo. Se ela existe, e alguém tem as conexões certas para receber esta fita, por favor, me contate (Rick Andersen).

Uma coisa mais, se você pensa tentar localizar esta pessoa. Como foi mencionado antes, Preston Nichols parece que irá ele mesmo fazer uma viagem no tempo! Da transcrição, pelo que entendi, ele foi visitado em 1983-84 por um representante da Thorn EMI. Na foto, ele parecia cerca de dez anos mais velho. Muito bem, nós estamos agora em 1991! Mais ou menos dez anos depois de 1983-84, que ele teve esta visita da EMI! Muito em breve, este homem, Preston Nichols estará fazendo alguma viagem no tempo. Se pudermos juntar nossos esforços, e tentar, ou localizar este homem, ou então o senhor Bielek, nós poderemos finalmente ir até o fundo da verdade destes quarentas e oito anos de mistério.

Conclusão

Eu espero que vocês tenham apreciado isto, e sendo assim gostaria de ouvir seus comentários com relação ao Experimento Filadélfia, UFOs e outras coisas que serão mencionadas neste documento. Também gostaria de saber de vocês, se alguém fez mais pesquisas sobre esta experiência. Gostaria também de saber o paradeiro de Alfred Bielek.

]Por favor, contatem-me: ]CRC Technology, Inc. Att. Clay Tippen ]7809 Cypress St., West Monroe, LA 71291-8282

]VOICE (318) 397-2723 ] MODEM (318) 361-5080 The Jolly Roger BBS Robotics HST

A atual fita de vídeo da qual este documento foi transcrito estava à venda em Phoenix, Arizona, em uma LIVRARIA! Pelo que entendo, o proprietário da livraria esteve na conferência sobre UFOs, e gravou-a. A qualidade da fita é muito pobre, mas isto realmente não importa. O que é importante é a conferência em si. Eu espero que o autor desta fita não se importe que eu a tenha transcrito para este documento. Não havia nenhuma indicação de copyright na fita, e ao invés de copiá-la, decidi transcrevê-la para este documento, e compartilhá-lo com as partes interessadas.

Se qualquer de vocês puder contatar, ou William Moore, ou Charles Berlitz, espera que dêem uma cópia para eles. Pode ser que isto os ajude em suas pesquisas, e finalmente cheguemos à verdade sobre o Experimento Filadélfia. Pode ser que eles tenham mais sorte em tentar ir ao encalço do senhor Bielek.

NOTA DO CORRETOR DESTE ARQUIVO, RICK ANDERSEN:

Enquanto fazia a correção gramática e ortográfica deste arquivo, em outubro de 1992, eu topei com a seguinte informação:

Al Bielek reside em Phoenix, Arizona. Seu número de telefone não está no catálogo.

Preston Nichols vive em East Islip, Long Island, NY. Seu telefone normalmente está ligado a uma secretária eletrônica, que diz que ele “não está mais recebendo chamadas”, a menos que ele sinta que você merece falar com ele.

Não estou certo do paradeiro de Duncan Cameron, mas acredito que ele ainda viva em Long Island.

William Moore, que foi “excomungado” há alguns anos, se querem assim, por uma parte da comunidade de pesquisadores de UFOs em razão de algumas dúvidas sobre a sua credibilidade, está atualmente editando uma revista chamada FAR OUT! Um número recente continha artigos sobre Groom Lake/Área 51, T. Townsend Brown, a lenda do “demônio de Jersey”, e variadas pinceladas sobre mistérios de UFOs.

Existe outra fita de vídeo por aí, chamada “A Verdade Sobre O Experimento Filadélfia”, disponível através de Bill Knell de Long Island Skywatch, Flushing, NY. Esta é a fita que me apresentou à versão de Bielek/Cameron/Nichols do Exp. Fil. Ela contém a mesma informação, até onde diz respeito ao relato de Bielek, mas vai um pouco mais sobre o suposto “Projeto Fênix”, na base de radar de Montauk Point, em Long Island, e como aquele projeto supostamente cresceu a partir de uma síntese do Exp. Fil., os dispositivos de “controle de clima” de Wilhelm Reich, e o desenvolvimento dos transmissores da Rádiosonda pelos Laboratórios Nacionais de Brookhaven (Brookhaven National Labs), em Long Island, durante os anos 50. (Preston Nichols é o narrador, nesta fita).

Também, Brad Steiger, conhecido nos círculos dos ufólogos por muitos anos, escreveu um livro intitulado “The Philadelphia Experiment & Other UFO Conspiracies”, no qual a história de Al Bielek tem o maior destaque. O livro foi publicado por Timewalker Productions, c. 1990; Inner Light Publications, Box 753, New Brunswick, New Jersey 08903. (ISBN: 0-948395-97-0).

Finalmente, Nichols mesmo publicou (ou sua história apareceu em) um livro chamado o “The Montauk Project” – o qual eu estou ainda esperando recebê-lo pelo correio, então não posso dar nenhum detalhe ainda.

Aqueles de vocês que possuem uma bagagem técnica em física ou eletrônica estarão, claro, interessados nos pequenos detalhes da TECNOLOGIA supostamente usada para criar o Experimento Filadélfia e o Projeto Montauk. Eu sou técnico em eletrônica, e estou tentando coletar e juntar cada pedaço de informação que puder, e determinar de uma vez por todas se estas histórias são verdadeiras ou não. Descarreguei recentemente meu arquivo ASCII TECH-1 em várias BBSs; foi uma tentativa de conseguir pensadores sérios, ou seja, pessoas mais espertas do que eu, e espertas o suficiente para enfrentar seriamente Bielek e Nichols nos pontos técnicos. Contanto que não estejamos ouvindo apenas anedotas bem boladas, nós iremos correndo ouvir cada história que aparecer. Nós precisamos começar a pensar acerca da ciência por trás disto, e precisamos chamar os narradores para contarem suas histórias. Se eles vão enfiar a mão no nosso bolso, cobrando 10 dólares de nós, que vamos às suas palestras, então vamos perguntar-lhes pelos detalhes técnicos, não é? Se eles ficarem relutantes em revelar-nos estes detalhes, então qual é o problema em “quebrar o seu silêncio”, e contar-nos o que aconteceu em um projeto classificado ha quarenta anos atrás? Podemos nós, seus ouvintes, fazer algo sobre isto? Não – tudo que podemos fazer trocar nosso dinheiro pelos seus livros, por freqüentar suas palestras. Se eles têm a “necessidade” altruística ou compulsão de “fanfarronear-se” e contar ao mundo acerca de governo sobre experiências de viagens no tempo, tele transporte, etc, então eu insisto que nós temos o direito de exigir alguns detalhes técnicos. O que mais podemos fazer?

Al Bielek e seus associados contam histórias fascinantes. Será que eles podem contar histórias tão valiosas para os físicos e engenheiros quanto as que eles contam para as pessoas leigas que freqüentam suas palestras?

Se alguém estiver interessado em trocar informações sobre estes assuntos, eu posso ser encontrado no endereço abaixo:

Rick Andersen R.D. 1, Box 50A Newport, Pennsylvania 17074

Saiba mais em:
http://thoth3126.com.br/o-maior-dos-segredos/
http://thoth3126.com.br/tecnologia-de-orion-e-outros-projetos-secretos/
http://thoth3126.com.br/tecnologia-de-orion-e-outros-projetos-secretos-parte-2/
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A Revelação Templária – 6A – A Herança dos Templários ~ Lynn Picknett e Clive Prince

A Revelação Templária – 6A

Capítulo VI  

 A HERANÇA DOS TEMPLÁRIOS

Posted by Thoth3126 on 08/02/2015

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Muitos historiadores consideram os violentos acontecimentos do princípio do século XIV como o derradeiro cair do pano para a Ordem dos Cavaleiros Templários – e, portanto, não procuram quaisquer sinais de continuação da sua existência. Mas a tradição ocultista sempre falou de descendentes espirituais desses Cavaleiros Templários, que continuam a viver entre nós, atualmente, e existem sociedades modernas que reclamam serem esses descendentes. Além disso, uma mudança em nossa recente investigação provou, de forma convincente, que a ordem sobreviveu e exerceu (e ainda exerce) uma enorme influência na cultura ocidental…

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulo 06A – A HERANÇA DOS TEMPLÁRIOS – Livro “The Templar Revelation – Secret Guardians of the True Identity of Christ”, de Lynn Picknett e Clive Prince.

http://www.picknettprince.com/

CAPÍTULO VI – A HERANÇA DOS TEMPLÁRIOS

… As implicações disso são profundas e de longo alcance. Porque se eles eram, como nós e outros investigadores acreditam, colecionadores de conhecimento esotérico, ocultista e alquímico, então qualquer sobrevivência templária aponta para algum tipo de continuação dos grandes segredos, através de uma tradição ocultista que pode ainda hoje existir.

Esses segredos – que talvez incluam conhecimento científico de velhos alquimistas e práticas mágicas das tradições esotéricas orientais – podem continuar vivos, mesmo na nossa comunidade atual. Se for assim, então, como exemplos primordiais de um antigo sistema herético de crença e de prática, os Templários atuais podiam lançar alguma luz sobre a nossa investigação. Mas primeiro temos de nos convencer de que os Templários, de fato, não se extinguiram.

O bom-senso dita que a ideia de que a Ordem dos Cavaleiros Templários, tão altamente organizados, não resistirem e morrerem submissamente no século XIV é inverosímil. Para começar, nem todos os Cavaleiros Templários da Europa foram presos em simultâneo naquela sexta-feira, dia 13 de outubro. Esse tipo de cataclismo para a ordem só aconteceu na França – e, mesmo lá, alguns Cavaleiros saíram de cena discretamente.



Noutros países houve, se foi o caso, uma escala variável de perseguição e supressão. Na Inglaterra, por exemplo, Eduardo II recusou-se a acreditar que os Templários fossem culpados das acusações que lhes foram feitas e travou um acalorado debate com o papa sobre a questão. Recusou terminantemente aplicar tortura aos Cavaleiros Templários ingleses.

Na Alemanha, registrou-se uma cena verdadeiramente hilariante. Hugo de Gumbach, mestre Templário da Alemanha, fez uma entrada dramática no concilio convocado pelo arcebispo de Metz. Vestido com grande uniforme e acompanhado por vinte cavaleiros, cuidadosamente selecionados e experientes no combate, proclamou que o papa era perverso e devia ser deposto, que a ordem estava inocente – e, a propósito, que os seus homens estavam desejosos de serem submetidos a julgamento por combate contra a assembléia ali reunida… Após um silêncio estupefato, o caso foi rapidamente abandonado e os cavaleiros viveram para provar a sua inocência noutra ocasião.

Em Aragão e Castela (Espanha), os bispos presidiram a julgamentos dos Templários – mas declararam-nos inocentes. Contudo, por mais clementes e liberais que os juízes desejassem ser em relação aos cavaleiros, nenhum deles se podia permitir ignorar as ordens do papa para dissolver a ordem em 1312. Mas, mesmo em França, relativamente poucos Cavaleiros foram executados – muitos foram libertados após se terem retratado – e, noutros países, reagruparam-se simplesmente sob outro nome ou ingressaram noutras ordens existentes, como a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos.

Assim, historicamente, há poucas provas de que os Cavaleiros Templários fossem efetivamente exterminados. É evidente que eles se teriam ocultado para se reagruparem em uma nova ordem ou sociedade secreta. De fato, o processo da sua dissolução virtualmente o garantia.

Recordemos que os soldados de categoria inferior eram muito diferentes do círculo interno, os cavaleiros guerreiros de elite que não só geriam a organização mas eram também um repositório de conhecimento secreto. E muito provável que os cavaleiros de ambos os níveis partissem e fundassem os seus próprios movimentos secretos, dando início efetivo a duas organizações distintas, cada uma delas reivindicando possuir a verdadeira ascendência templária.

Após o desmantelamento dos Templários, a maior parte das suas terras foi entregue aos seus rivais, os Cavaleiros Hospitalários. Na Escócia, Portugal e na Inglaterra, no entanto, grande parte desta transferência de propriedade não se verificou, e há provas de que os antigos bens dos Templários, em Londres, ainda eram propriedade de famílias descendentes dos Templários numa data tão tardia como 1650. Mas não é na continuidade da propriedade da terra e dos edifícios que estamos interessados, mas na perpetuação do conhecimento esotérico, alquímico e ocultista dos Templários.


Interior da Temple Church, a Igreja dos Templários em Londres, Inglaterra, é um belíssimo exemplar medieval de arquitetura gótica. Foi construído no século XII pela Ordem dos Cavaleiros Templários, e consagrada à Virgem Maria, em 10 de fevereiro de 1185, por Heraclius, patriarca de Jerusalém. A igreja é unida por duas seções. A nave original e mais antiga, circular, é a Igreja Redonda. A outra seção, retangular, construída meio século mais tarde, hoje é chamada de Presbitério.

Embora não existam provas conclusivas de que os Templários eram os cérebros que inspiraram a rede secreta alquímica, sabemos que o «círculo interno» estava interessado na alquimia – como vimos na proximidade entre centros alquímicos, como Alet-les-Bains, e postos avançados templários. E, como vimos, os alquimistas – como os Templários – prestavam uma veneração especial a João Batista.

Recentemente, vários comentadores apresentaram provas convincentes de que a maçonaria teve a sua origem na Ordem dos Cavaleiros Templários: tanto que em The Temple and the Lodge, de Michael Baigent e de Richard Leigh, bem como Bom in Blood do historiador-investigador americano John J. Robinson, chegaram a essa conclusão, apesar de abordarem o tema sob perspectivas completamente distintas.

O primeiro investiga a continuidade Templária na Escócia, enquanto o último incide mais no estudo retrospectivo, partindo do moderno ritual maçônico para as suas origens – e, mais uma vez, chega aos Templários. Assim, estes dois importantes livros complementam-se, oferecendo um quadro mais ou menos completo da ligação entre as duas grandes organizações secretas.

O único ponto importante de desacordo entre Baigent/Leigh e Robinson é o fato de os primeiros considerarem que a maçonaria se formou a partir de Templários isolados na Escócia que, em 1603, partiram para Inglaterra, com a ascensão do rei escocês, Jaime VI, ao trono inglês e subsequente influxo de aristocracia escocesa.

Robinson, por outro lado, pensa que os Templários, na Inglaterra, se transformaram em maçônicos. Ele está convencido de que os Templários estiveram por detrás da Revolta dos Camponeses de 1381, que atacou especificamente os bens da Igreja e os dos Cavaleiros Hospitalários – os dois grandes inimigos dos Templários – e fez tudo para evitar danificar antigos edifícios templários.

Para muitos leigos, a Maçonaria é apenas um bizarro clube de velhos amigos, uma rede de associados que proporciona lucrativos contatos de negócios e influências aos seus membros. O seu lado ritual é considerado ridículo – com os irmãos a arregaçar uma perna das calças e a prestar juramentos arcaicos e sem sentido. As coisas podem ter mudado, mas a Maçonaria dos primeiros tempos era uma escola de mistério, era diferente, com iniciações solenes que se inspiravam nas antigas tradições secretas e que eram especificamente destinadas a conferir iluminação transcendental, além de ligar mais intimamente os iniciados aos seus irmãos.



Na sua origem, era uma organização secreta, explicitamente interessada na transmissão do conhecimento sagrado. Muita coisa, a que chamaríamos ciência, proveio, de fato, daquela irmandade – como podemos verificar pela formação da Royal Society de Inglaterra (The Royal Society of London for the Improvement of Natural Knowledge), em 1662, que estava, e está, relacionada com a recolha e promulgação de conhecimento científico. Foi a instituição oficial do primeiro «Colégio Invisível» dos maçônicos que fora formado em 1645. (E, tal como na época de Leonardo DaVinci, o conhecimento científico e ocultista – longe de serem antagônicos – eram considerados idênticos).

Embora, sem dúvida, muitos maçônicos modernos aceitem a sua iniciação solenemente e com um sentido de espiritualidade, o quadro global é o de uma organização que esqueceu completamente o seu significado original. De fato, a corrente dominante da Maçonaria atual é a da Grande Loja, cuja formação é relativamente recente – no dia de João Baptista (24 de Junho), em 1717.

Antes desta data, a Maçonaria fora uma verdadeira sociedade secreta, mas o aparecimento da “Grande Loja” marcou uma era em que ela já se transformara num famoso clube de jantares e que se tornara semi-pública porque já não havia segredos a guardar, pois eles foram completamente esquecidos. Então, de quando data a Maçonaria real?

A mais antiga referência conhecida é de 1641, mas, se existe uma ligação aos Templários, é óbvio que ela é muito mais antiga. John J. Robinson cita exemplos de lojas maçônicas existentes nos anos 80 do século XIV e um tratado de alquimia datando dos meados do século XV, que, explicitamente, usa o termo «maçônico».

Os próprios maçônicos afirmam ter emergido das corporações de pedreiros da Inglaterra medieval – que tinham criado gestos e códigos secretos de reconhecimento por possuírem o conhecimento, potencialmente perigoso, da geometria sagrada, descoberto pelos Templários no Oriente. Mas, como a extensa e meticulosa investigação de John J. Robinson demonstrou contra todas as expectativas, estas corporações tornaram-se conspícuas pela sua ausência na Inglaterra medieval.

Outro mito maçônico é a sua pretensão de que os pedreiros (maçons) herdaram o seu conhecimento secreto diretamente dos construtores do fabuloso Templo de Salomão. Nesse caso, por que ignoraram outro grupo com ligações mais óbvias ao templo? Parecem estar a evitar a ligação mais óbvia de todas: o grupo cujo nome completo era Ordem dos Cavaleiros Mendicantes de Cristo e do Templo de Salomão – por outras palavras, os Cavaleiros Templários.


A estrutura da maçonaria atual, mais um mero sistema de controle, mesmo nos graus mais elevados …

Contudo, antes da formação da Grande Loja, os maçônicos, de fato, promulgaram algum tipo de informação sobre a geometria sagrada, alquimia e hermetismo que os Templários tinham discutido em seu círculo mais fechado.

Por exemplo, os primeiros maçônicos estavam muito interessados na alquimia: um tratado alquímico de meados do século XV alude aos maçônicos como «trabalhadores da alquimia» e um dos primeiros iniciados maçônicos foi registado como sendo Elias Ashmole (iniciado em 1646), fundador do Ashmolean Museum de Oxford, que era alquimista, hermético e rosacruz. (Ashmole foi a primeira pessoa a escrever em defesa dos Templários, desde a sua aparente extinção no século XIV.)

Uma jóia-da-coroa da geometria sagrada é o curioso e fascinante edifício chamado «Rosslyn Chapel», situado a algumas milhas de Edimburgo, na Escócia. Vista do exterior, parece muito delapidada, quase em risco de ruína completa, mas o interior é espantosamente sólido – como, na verdade, teria de ser, porque a Capela Rosslyn é a sede oficial dos atuais maçônicos e de várias organizações Templárias.

Construída entre 1450 e 1480 (n.T. portanto muito antes de qualquer ideia de maçonaria existir como algum tipo de sociedade) por Sir William St. Clair, senhor de Rosslyn, destinava-se a ser apenas a capela das senhoras, fazendo parte de um edifício muito mais amplo que se supunha ser baseado no desenho do Templo de Salomão, mas acabou por se erguer isolada ao longo dos séculos.

Os Saint Clair (mais tarde, o seu nome transformou-se em Sinclair) viriam a ser os patronos hereditários dos maçônicos da Escócia, a partir do século XV certamente, não é coincidência que, antes dessa data, eles exercessem as mesmas funções em relação aos Cavaleiros Templários.

Desde o início de sua construção que a Ordem dos Templários estava relacionada com Rosslyn Chapel e com os Sinclairs: o grão-mestre fundador, Hugues de Payens, era casado com Catherine Saint Clair. Descendentes de vikings, os St. Clairs/Sinclairs são uma das mais intrigantes e notáveis famílias da história e foram importantes na Escócia e em França desde o século XI. (Curiosamente, o seu nome de família derivou do mártir escocês Saint-Clair, que foi decapitado.) Hugues e Catherine visitaram as terras dos St. Clair, próximas de Rosslyn, e fundaram ali o primeiro posto avançado da Ordem dos Cavaleiros Templário da Escócia, o qual se tomou o seu quartel-general.


Vista aérea de Rosslyn Chapel, um livro escrito em pedra, para quem “tiver olhos para ver” …

Como vimos, Pierre Plantard adotou o nome «de Saint-Clair», ligando-se, deste modo deliberado, ao ramo francês desta antiga família. Vários comentadores têm-se interrogado se ele está habilitado a usar esta designação, mas há, pelo menos, uma boa razão para ele o fazer.

Certamente que os cavaleiros Templários fizeram da Escócia o seu principal refúgio, após a sua extinção oficial na França – talvez porque era a pátria de Robert Bruce, que fora excomungado, de modo que o papa, nesse momento, não tinha autoridade na Escócia. E Baigent e Leigh estão convencidos de que a Armada templária desaparecida (ou parte dela) de fato se dirigiu e aportou junto à costa escocesa.

Um dos acontecimentos históricos e dos mais críticos das ilhas Britânicas foi, sem dúvida, a batalha de Bannockburn, travada a 24 de Junho (dia de João Batista) de 1314, quando as forças de Robert Bruce venceram decisivamente os ingleses. Contudo, a evidência sugere que eles tiveram um formidável auxílio – sob a forma de um contigente de Cavaleiros Templários que conseguiram a vitória na última hora.

Certamente, é nisso que acreditam os atuais Cavaleiros Templários escoceses (que se reclamam descendentes dos Cavaleiros fugitivos), quando comemoram o aniversário da Batalha de Bannockburn, em Rosslyn, como sendo a ocasião em que «foi levantado o Véu dos Cavaleiros Templários». Um dos cavaleiros que lutou ao lado de Robert Bruce, em Bannockburn, foi (um outro) Sir William St. Clair, que morreu em 1330 e foi sepultado em Rosslyn – num túmulo tipicamente templário.

A Capela Rosslyn contém aparentes anomalias na sua decoração. Cada centímetro quadrado do interior da capela está coberto de símbolos gravados em pedra e o edifício, no seu todo, é desenhado em harmonia com os altos ideais da geometria sagrada. Grande parte dele é inegavelmente Templário e muito posteriormente, maçônico.

Ostenta o «Pilar do Aprendiz», um paralelo explícito com o mito de Hiram Abiff, e o aprendiz, nele representado, é conhecido como «o Filho da Viúva», um termo maçônico de grande significado (que também é importante nesta investigação). O lintel, imediato a este pilar, ostenta a inscrição:


“O vinho é forte, o rei é mais forte, as mulheres são as mais fortes, mas a VERDADE vence tudo”.

Mas, enquanto muito do simbolismo de Rosslyn é claramente maçônico, pelo menos outro tanto é definitivamente templário: a planta da capela baseia-se na cruz templária, e há gravuras que incluem a famosa imagem do selo dos Templários: dois homens montando um só cavalo. Um antigo bosque vizinho foi plantado em forma de cruz templária.


O selo Templário, dois cavaleiros montados no mesmo cavalo …

Tudo isto é muito curioso porque, de acordo com os textos históricos, a Maçonaria data apenas do final do século XVI, e os Templários já não eram uma força a considerar após 1312. Assim, as imagens da capela, que são posteriores a 1460, seriam demasiado antecipadas para a Maçonaria e demasiado tardias para os Templários.

Há, no entanto, muito simbolismo na Capela Rosslyn que, classicamente, não é maçônico nem templário. Há uma super abundância de imagens pagãs – e mesmo algumas islâmicas. E, no exterior da capela, há uma representação gravada de Hermes – uma clara alusão ao hermetismo – enquanto o interior está ornado com mais de uma centena de representações do Homem Verde, o deus da Vegetação dos celtas pagãos.

Tim Wallace Murphy, na sua história oficial da Rosslyn Chapel, associa o Homem Verde a Tamuz, o deus babilônico que morre e ressuscita. Todos estes deuses têm atributos similares e, muitas vezes, são representados com o rosto verde – embora o deus que com maior frequência era assim representado seja Osíris, o consorte de ÍSIS.

Quando visitamos Niven Sinclair, membro desta ilustre e milenar família, fomos virtualmente bombardeados com provas de que os Sinclairs tinham sido não apenas Templários mas também pagãos. Niven, um apaixonado investigador da história de Rosslyn e dos Sinclairs deu-nos algumas informações muito reveladoras do que acontecera ao conhecimento templário perdido. Segundo Niven, ele foi codificado na estrutura da Capela de Rosslyn, para ser transmitido às futuras gerações. Segundo as suas palavras, «o conde William St. Clair construiu a capela numa época em que os livros podiam ser queimados ou proibidos. Ele queria deixar uma mensagem para a posteridade gravada em pedra».

Como Niven se entusiasmou com este tema, convenceu-nos do autêntico engenho do seu antepassado Sir William, ao criar este livro de pedra. Como ele disse: «Se forem a Catedral de S. Paulo, podem compreendê-la numa só visita. Se foram à Capela Rosslyn, não podem. Já lá estive centenas de vezes, e cada vez que lá entro encontro alguma coisa nova. É esta a beleza do lugar.”

Rosslyn está longe de ser uma típica capela cristã. De fato, Niven foi a ponto de afirmar:

«Dizia-se que o conde William construiu a Capela Rosslyn para “a maior glória de Deus”. Se é assim, é extraordinário que se encontrem nela tão poucos símbolos cristãos.»


O layout de Rosslyn Chapel, que foi iniciado em 1440, é uma réplica exata do plano térreo do Terceiro Templo, em Jerusalém, construído em Jerusalém por Herodes e destruído no século I pelos romanos. O layout do Templo de Herodes não era conhecida por arqueólogos até meados do século XIX, quase 400 anos após a construção de Rosslyn; A família Sinclair, através dos Cavaleiros Templários, foram detentores do segredo.

Na Idade Média, os Sinclairs promoveram ativamente celebrações pagãs e ofereceram refúgio a ciganos (os quais eram considerados incluídos «entre os últimos defensores ativos do culto da deusa – o feminino divino – na Europa»). E é significativo que muitas autoridades acreditem que havia uma Madona Negra na cripta da Capela Rosslyn.

Já tínhamos percebido, com alguma surpresa, que os Templários não eram, de modo algum, os devotados cavaleiros católicos da imaginação popular. A imagem que tinham criado de si mesmos, como cobertura, fora extremamente bem sucedida, mas era óbvio que eles tinham pretendido deixar indicações das suas verdadeiras preocupações ( e de seu conhecimento) para «aqueles que tinham olhos para ver». A decoração da Capela Rosslyn era um exemplo desta mensagem críptica mas reveladora.

O amor e a preservação do conhecimento professados pelos Templários foram decisivos para que, em Rosslyn, também encontrássemos o «Manuscrito Rosslyn-Hay», o mais antigo exemplar conhecido de prosa escocesa. E uma tradução dos escritos de Renê d’Anjou sobre cavalaria e governo, e na sua encadernação lê-se esta inscrição: «JHESUS [sic] – MARIA – JOHANNES» (JESUS, Maria, João). Como afirma Andrew Sinclair em The Sword and the Grail (1992):

A associação do nome de S. João ao de Jesus e de Maria é invulgar, mas ele era venerado pelos gnósticos e pelos Templários. Outra característica notável desta encadernação é o uso do Agnus Dei, o Cordeiro de Deus… Na Capela Rosslyn também está gravado o selo templário do Cordeiro de Deus.

O conde William e René d’Anjou eram amigos, sendo ambos membros da Ordem do Tosão de Ouro, um grupo cujo objetivo declarado era restaurar os velhos ideais de cavalaria e de fraternidade dos Cavaleiros Templários.

É claro que os Templários sobreviveram na Escócia e continuaram a agir publicamente, não apenas em Rosslyn mas também em vários outros lugares. Contudo, em 1319, a sua vida tranquila foi mais uma vez ameaçada quando a excomunhão de Robert Bruce foi levantada e a sombra da autoridade do papa voltou a persegui-los.



Em dado momento, houve mesmo uma clara possibilidade de uma cruzada ser lançada contra a Escócia, e, embora ela não se concretizasse, os Templários escoceses consideraram prudente ocultarem-se, como tantos dos seus irmãos europeus; e foi isto, dizem, que deu origem ao início da Maçonaria.

Curiosamente, certos ramos da Maçonaria sempre reivindicaram serem descendentes dos Templários e terem a sua origem na Escócia, mas poucos historiadores – mesmo no seio da própria maçonaria – os levaram a sério. Este maçônicos «templaristas» podem ter herdado, pelo menos parcialmente, os genuínos segredos templários (n.T. Isto, nenhuma ordem maçônica conseguiu…). O seu conhecimento, que incluía a sabedoria hermética e alquímica, além da ciência da geometria sagrada, ainda é considerado valioso – talvez mais valioso porque visa questões muito diferentes das do mundo moderno em geral.

Foi um escocês, Andrew Michael Ramsey, que proferiu o que se tornou conhecido por «Oração de Ramsey», em 1737, perante os maçônicos de Paris. Cavaleiro da Ordem de S. Lázaro – e tutor do Bonnie Príncipe Charlie – o «Cavaleiro» Ramsey fez questão de recordar à irmandade que eram descendentes dos cavaleiros cruzados, o que era uma referência mal disfarçada aos Templários. Foi do seu interesse usar esta terminologia enviesada porque os Templários ainda eram considerados malditos na sociedade francesa. A oração também afirmava, polemicamente, que os maçônicos tinham origem nas escolas de mistério das deusas Diana, Minerva e ÍSIS.

A oração tem sido muito escarnecida, ao longo dos anos, não só devido à última afirmação quanto às origens no culto da deusa mas também porque o cavaleiro Ramsey afirmou que a ordem não descendia dos pedreiros (maçons) medievais. As autoridades neste assunto atacaram esta afirmação, alegando que, como ela era obviamente falsa, punha em questão toda a oração. Mas, como vimos, investigações recentes provaram que não existiram corporações de pedreiros na Inglaterra medieval, portanto, talvez devêssemos dar ao bom cavaleiro o benefício da dúvida relativamente a esta – e às suas restantes afirmações.

A oração de 1737 foi a primeira indicação pública de que a Maçonaria descendia dos Templários – poderá haver qualquer ligação com o fato de, um ano mais tarde, o papa condenar toda a irmandade de maçônicos? Espantosamente, mesmo nesta data tardia, a Inquisição prendeu e torturou maçônicos, em consequência direta desta bula papal.

Depois das fortes insinuações de Ramsey acerca da ligação templária, surgiu uma declaração mais explícita e mais autorizada. Num dos episódios mais polêmicos da história da maçonaria, Karl Gotthelf, barão de Von Hund und Alten-Grotkau, declarou que fora iniciado na ordem maçônica do Templo, em Paris, em 1743, e que lhe fora revelada a «verdadeira» história da maçonaria e fora autorizado a fundar lojas maçônicas, segundo aquela linha de autoridade, a qual ele denominou «Estrita Observância» – embora, curiosamente, ela fosse conhecida na Alemanha por Irmandade de João Batista.


O layout de Rosslyn Chapel, cuja construção foi iniciada em 1440, é uma réplica exata do plano térreo do Terceiro Templo, em Jerusalém, construído em Jerusalém por Herodes e destruído no século I pelos romanos. O layout do Templo de Herodes não era conhecido por arqueólogos até meados do século XIX, quase 400 anos após a construção de Rosslyn; A família Sinclair, através dos Cavaleiros Templários, foram detentores do segredo.

A verdadeira história, que lhe fora revelada, incluía a seguinte informação: quando os Templários foram extintos, alguns Cavaleiros tinham fugido para a Escócia e ali se tinham estabelecido. Von Hund possuía uma lista dos supostos nomes dos grão-mestres que sucederam a Jacques de Molay no movimento templário secreto, após a extinção.

As lojas de Von Hund tiveram um sucesso imprevisto e quase imediato, mas, infelizmente, ele não tinha amigos entre os historiadores, os quais o declararam um completo charlatão e rejeitaram a sua versão da «verdadeira história» como sendo «um completo absurdo». Menosprezaram igualmente a sua lista de alegados grão-mestres. A principal razão desta total rejeição foi o fato de as suas afirmações serem baseadas nas palavras de contatos anônimos – que Von Hund denominava «superiores desconhecidos (ocultos)» -, e, parecia, portanto, que ele tinha inventado tudo.

De fato, informações confidenciais anônimas são ocorrências frequentes no interior dos grupos ocultistas, como podemos confirmar, e, recentemente, alguns nomes muito credíveis foram imputados aos superiores desconhecidos; por isso, parece que, afinal, ele poderia estar dizendo a verdade sobre os seus contatos ocultos.

Curiosamente, os historiadores nunca conseguiram apresentar uma lista definitiva dos grão-mestres dos Templários históricos – devido à natureza incompleta dos arquivos disponíveis. No entanto, a lista de Von Hund é idêntica à que surge nos Arquivos Secretos do Priorado de Sião. As investigações de Baigent, Leigh e Lincoln convenceram-nos de que a lista do Priorado é a mais exata que se conhece; embora, devido à escassez de registros, nunca se possa ter a certeza, ela resiste ao escrutínio acadêmico e pode ser considerada correta.

Mas, apesar de a lista do Priorado poder – para ser cínico – ter sido inventada nos anos 50, é improvável que a de Von Hund tivesse sido igualmente inventada, em 1750, quando não existiam registros disponíveis nem investigações históricas sobre os Templários. No mínimo, o elo de ligação revela uma tradição conjugada entre a Estrita Observância Templária e o Priorado de Sião.

Apesar de muito se ter escrito sobre as afirmações e a organização de Von Hund, há uma curiosa falta de especulação sobre o que podia ter sido a sua motivação oculta. De fato, a sua estrita observância era basicamente uma rede alquímica, e ele próprio era, antes de mais nada, um alquimista. Estava Von Hund a continuar a tradição templária?

Seja qual for a verdade que inspirou a organização e as preocupações de Von Hund, a Maçonaria Templarista em breve estava bem implantada e ia tornar-se uma importante forma de Maçonaria em ambas as margens do Atlântico. (Fora avançada a idéia de que os Templários efetivamente se «ocultaram» nos mais altos graus da Maçonaria.) A Maçonaria Templarista também influenciou novos acontecimentos que iriam tornar-se importantes para a nossa linha de investigação – a Maçonaria de Rito Escocês, especialmente a forma conhecida por Rito Escocês Rectificado, que é particularmente poderosa em França.

Os maçônicos franceses têm uma lenda curiosa acerca de «mestre Jacques», uma figura mítica que era patrono das corporações medievais de pedreiros franceses. De acordo com a história, ele foi um dos mestres pedreiros que trabalhou no Templo de Salomão. Depois da morte de Hiram Abiff, deixou a Palestina e, com treze companheiros, embarcou para Marselha.



Os partidários do seu grande inimigo, o mestre pedreiro padre Soubise, decidiram matá-lo, por isso ele escondeu-se numa caverna em Sainte-Baume – a mesma que viria a ser ocupada por Maria Madalena. De nada lhe valeu: foi traído e morto. Os maçônicos ainda continuam a fazer uma peregrinação ao local, todos os anos, a 22 de Julho.

Outro forte candidato ao papel de herdeiro do conhecimento esotérico dos Templários é o movimento conhecido por Rosacruz. Outrora muito ridicularizado pelos historiadores do princípio do século XVII, está a ganhar terreno o reconhecimento de que ele tem verdadeiras raízes nas tradições da Renascença. O movimento Rosacruz, como um ideal, ou atitude – embora não nominalmente – é reconhecido como a força inspiradora da Renascença, um ideal simbolizado em Leonardo.

Como escreve Dame Frances Yates:

Talvez não estivesse na visão de um mago que uma personalidade como Leonardo fosse capaz de coordenar os seus estudos matemáticos e mecânicos com o seu trabalho artístico.

Continua …

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Pilhando e destruindo o Planeta Terra… ~ Felicity Arbuthnot

O Planeta Pandora é a própria Terra!

Posted by Thoth3126 on 10/01/2015

O inferno está vazio. Todos os demônios estão aqui na Terra.”  
Shakespeare (Saint Germain)


Chamem-me de cínico, mas assim que eu ouço as últimas declarações sobre o interesse do “estado”, feitas pelos integrantes do governo dos E.U.A. sobre países “párias” e essas declarações serem, invariavelmente, aprovadas pelo Reino Unido e Israel – “um país pária “, sempre muito longe, e sempre atingido pela pobreza, ou embargado por sanções de toda espécie – Eu procuro a edição da “Encyclopaedia of World Geography“-, e viro a página sobre as últimas nações que foram declaradas como “um inimigo” dos EUA, e olho para os detalhes que enumeram: “OS PRINCIPAIS RECURSOS NATURAIS“ destes ditos países párias que são invadidos. Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

PILHANDO (e destruindo) O PLANETA TERRA

Fonte: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=19828

“A Terra não está morrendo, está sendo assassinada. E aqueles que a estão matando, têm nomes e endereços“. Utah Phillips.

Por Felicity Arbuthnot Em outubro de 2001, quando o assalto e invasão do Afeganistão começou, aparentemente em busca de um homem, Osama bin Laden, eu encontrei (p. 400 da enciclopédia): “Os recursos principais do Afeganistão: gás natural, petróleo, carvão, minério de ferro, berílio, ouro, prata, lapis lazuli, enxofre, cromo, cobre … “(n.T. E MUITA PAPOULA PARA PRODUZIR ÓPIO E HEROÍNA SOB O COMANDO DA C.I.A.)


Embora os depósitos de recursos minerais tenham sido também observados, claramente, a partir de satélites, durante anos, incrivelmente, apesar do poderio dos “especialistas dos Estados Unidos, só fizeram um levantamento sobre as riquezas (estimadas, no mínimo, em uma descoberta de trilhões de dólares), pouco mais de um ano atrás. Como Peter Eyre tem escrito: “… fui informado dessa riqueza incrível há mais de 20 anos (em 1990) atrás, enquanto eu trabalhava na indústria de mineração, petróleo e gás.

Os russos têm uma riqueza de informação a respeito nos seus arquivos em Moscou e os E.U.A. têm monitorado essa riqueza ao longo de muitos anos, com um estudo aprofundado ocorrendo logo depois que invadiram o Afeganistão. (o grifo é meu). Pegue a área em torno de Cabul …. um extenso cinturão de cobre se estende do sudeste de Cabul até o lado leste, chegando até a Base Aérea dos E.U.A. em Baghram. Pode-se normalmente associar à existência de cobre com a de ouro …”


Mais: “(… acrescentado) por isto os E.U.A. propôs um gasoduto- Através do Turcomenistão - Afeganistão - Paquistão - Índia (TAPI), que tem um valor (inestimável) em dólares para a economia dos E.U.A ” o objetivo central dos E.U.A., do Reino Unido e das forças da Otan parece óbvia. “Gostaria mais uma vez de perguntar: por que é que todas as forças da coalizão EUA/OTAN direcionam seus combates nas províncias de Herat, Kandahar e Helmand?

É a rota de trânsito previsto para o gasoduto da TAPI .. “, comenta Eyre. Coincidentemente, também é o centro do comércio e produção mundial de ÓPIO/HEROÍNA, cujo tráfico internacional é hoje controlado pela CIA e cujos recursos obtidos com as drogas são gastos em operações clandestinas (contra o “terrorismo internacional”) no exterior sem conhecimento do povo norte americano e controle do governo e/ou do congresso dos EUA.

 
Dois dias depois da queda das Torres Gêmeas do World Trade Center, em New York, GeOrGe W. Bush declarou: “A coisa mais importante para nós é encontrar Osama bin Laden. É a nossa prioridade número um e não vamos descansar enquanto não encontrá-lo.” (Washington, DC, 13 de setembro de 2001).

No entanto, incrivelmente: “Duas dezenas de membros da família de Osama bin Laden foram retirados com urgência dos Estados Unidos nos primeiros dias após os ataques terroristas em Nova York e Washington”, relatou a CBS. A família Bush e a familia de Osama Bin Laden foram, “naturalmente”, sócios e parceiros no gigante Carlyle Group (indústria de armamentos e construção dos EUA), durante anos.

“Apesar do espaço aéreo americano ter sido fechado … A administração Bush permitiu que um jato particular voasse no espaço aéreo dos EUA naquele momento.., apanhando os membros da família Bin Laden a partir de 10 cidades diferentes, incluindo Los Angeles, Washington DC, Boston e Houston.” “Os céus sobre a América no dia seguinte do atentado de 11/09 foram declarados em estado de bloqueio, mas para a família inteira do (pretenso) inimigo número um da America, os céus dos EUA estava liberado … nenhum único cidadão americano poderia voar … só a família do gênio do mal que, alegadamente, utilizando jatos comerciais (para destruir edifícios, após a decolagem) teria praticado o atentado em N.York! Este tipo de comportamento irracional … fez parecer que a Administração Bush sabia que Osama bin Laden não havia sido o responsável pelos ataques … “ (1)

Apenas cinco meses depois, a George W. Bush foi perguntado: “Mas você não acredita que a ameaça do que Bin Laden verdadeiramente representa não será eliminada, até que ele seja encontrado vivo ou morto?”

 
O então Presidente Bush respondeu ” – Eu repetirei o que eu disse. Eu realmente não estou tão preocupado com isso …” (Transcrição da conferência de imprensa.) Na enciclopédia na página anterior ao Afeganistão, é dedicada a um outro bicho-papão recorrente para os E.U.A., muitas vezes acusado de “abrigar terroristas”, o YÊMEM.

O país com pouco mais de onze milhões de habitantes representam uma ameaça para a America com 310 milhões, têm uma expectativa de vida de cinqüenta anos (homens) e cinqüenta e dois (mulheres).

Claramente fica evidente que o país (no caso os EUA) poderia fazer melhor uso do petróleo e do gás natural ” yemenitas, enumerados pela enciclopédia como “grandes recursos”. Longe de sua costa, onde os navios piratas israelenses atacaram, seqüestraram um comboio de navios turcos com ajuda humanitária para os habitantes da sitiada Faixa de Gaza, com passageiros assassinados, impunemente – e com um silêncio ensurdecedor de Washington – a riqueza dos campos naturais de gás da Faixa de Gaza são negados ao seu povo, pelo aliado dos Estados Unidos, Israel”, a única democracia no Oriente Médio.”

Com os navios de guerra americanos e israelenses sendo relatados para estarem a caminho para o Irã (embargado pelos E.U.A. desde 1979) não é notável que o IRÃ não só tem um grande potencial petrolífero, mas TAMBÉM “de gás natural, carvão, cromo, cobre…” E na porta ao lado do IRÃ, esta a vasta riqueza petrolífera do IRAQUE, com as suas falsas “ameaças” encontrava-se dividido desde antes da invasão que foi feita para “libertar” o país de um “tirano” (no caso Sadan Hussein) – e impor déspotas mais complacentes controlados pelos EUA.

 
O IRAQUE também possui uma riqueza de “gás natural, fosfatos, enxofre, “ALÉM DO PETRÓLEO e vastos depósitos conhecidos de urânio que o aliado dos Estados Unidos, a Grã-Bretanha, garimpou por lá em 1950.

“Nós nunca teríamos sido invadidos, se nós exportássemos cenouras“, é uma declaração irônica, muitas vezes dita, por iraquianos. De fato. Da próxima vez que um país for apresentado como uma ameaça para o universo, procure um atlas e verifique na enciclopédia o Item: “Recursos Naturais.”

Nota: 1. http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=15186

Felicity Arbuthnot é um colaborador freqüente do Global Research. Publicado originalmente em janeiro 2013.

Saiba mais sobre os EUA, sobre terrorismo em:
http://thoth3126.com.br/a-guerra-ao-terrorismo-dos-eua-e-uma-farsa/
http://thoth3126.com.br/a-farsa-sobre-a-al-qaeda/
http://thoth3126.com.br/osama-b-ladentim-osman-um-agente-treinado-pela-e-da-cia/
http://thoth3126.com.br/os-eua-hoje-e-o-eixo-do-mal/
http://thoth3126.com.br/bin-laden-foi-hospitalizado-em-dubai-em-2001-em-hospital-dos-eua/
http://thoth3126.com.br/osama-bin-laden-em-uma-entrevista-esclarecedora/
http://thoth3126.com.br/a-morte-de-osama-bin-laden/
http://thoth3126.com.br/dezembro-de-2001-funeral-de-osama-bin-laden/
http://thoth3126.com.br/a-familia-bush-eua-e-o-nazismo/
http://thoth3126.com.br/a-farsa-da-morte-de-bin-laden-em-01052011/

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Aqueles que aspiram estabelecer-se na contemplação da Divindade devem procurar o isolamento, a prática da meditação e a repetição do nome do Senhor, em momentos determinados, e adquirir unidirecionalidade por meio de exercícios espirituais. 
 
Eles devem sempre ansiar por fazer obras que trarão o bem-estar de todos os seres. 
 
Eles sempre devem envolver-se na realização de trabalhos sem qualquer preocupação com os seus frutos. 
 
Sacrifique suas necessidades egoístas. 
 
Seu desejo deve ser o de estabelecer o bem-estar do mundo. 
 
Permita que haja esforço constante para fazer o bem aos outros. 
 
Com todos esses sentimentos preenchendo o coração, medite no Senhor. 
 
Este é o caminho correto. 
 
Se todo o mundo estiver assim dedicado ao serviço da humanidade e à promoção do bem-estar do mundo, os ladrões chamados paixão, ódio, orgulho, inveja, ciúme e vaidade não invadirão a mente das pessoas, e os bens divinos, como dharma, misericórdia, verdade, amor, conhecimento e sabedoria, estarão a salvo do perigo. 
 
(Prema Vahini, capítulo 68)
 

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Mantenha um equilíbrio em sua vida. SABEDORIA DOS ANJOS com Sharon Taphorn14 de Julho de 2015. Tradução: Regina Drumond
 
Houve muita coisa acontecendo energeticamente e quando há ondas contínuas, as coisas podem ficar fora de sincronia e quando você recua e se certifica de que está consciente sobre como equilibra os seus objetivos e a sua energia física e emocional, um maior equilíbrio chega a sua vida. Investigue as maneiras em que você pode ficar fora do equilíbrio. Talvez você tenha ficado muito concentrado em uma área de sua vida. Talvez você estivesse trabalhando intensamente... mais »
 
 

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Houve muita coisa acontecendo energeticamente e quando há ondas contínuas, as coisas podem ficar fora de sincronia e quando você recua e se certifica de que está consciente sobre como equilibra os seus objetivos e a sua energia física e emocional, um maior equilíbrio chega a sua vida. Investigue as maneiras em que você pode ficar fora do equilíbrio. Talvez você tenha ficado muito concentrado em uma área de sua vida. Talvez você estivesse trabalhando intensamente, ou ficado obcecado pelo dinheiro ou com as relações pessoais. Independentemente da causa, seus anjos estão felizes de orientá-lo de maneiras que possam funcionar para você.


Confie que a sua intuição o levará na melhor direção e que você encontrará uma abordagem pacífica e centrada. Seus anjos podem lhe trazer coragem, sabedoria e paciência para ajudá-lo. Medite e visualize os seus anjos o envolvendo com uma bela e suave luz e a partir deste espaço de paz, opte por ser pacífico com tudo o que esteja acontecendo ao seu redor e permita que as mensagens cheguem. Você pode ficar surpreso para onde elas irão levá-lo!


Afirmação: “Tenho uma vida equilibrada e centrada. Sou paciente e flexível. Recebo de maneiras maravilhosas e surpreendentes.”


E assim é.


Você é ternamente amado e apoiado, sempre

Os Anjos e Guias
 
 

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VOCÊ ESTÁ SE SENTINDO MAIS EMOTIVO ULTIMAMENTE? ~ Kari Samuels

VOCÊ ESTÁ SE SENTINDO MAIS EMOTIVO ULTIMAMENTE?

Mensagem de Kari Samuels

14 de Julho de 2015.

 Tradução: Regina Drumond 


Se você esteve se sentindo muito emotivo ultimamente, você não está sozinho. É a LUA! Sendo um mês de lua azul, enquanto se está no signo de Câncer regido pela lua, há muita energia lunar no ar!
A lua governa as suas emoções e o seu mundo interior, assim com esta lua em nosso meio, você irá SENTI-LA!
Esta semana é particularmente intensa, sendo o último trimestre da lua. Este é sempre um momento de deixar ir e de liberar. Com uma energia lunar tão forte, você está se aprofundando nos recessos de seu subconsciente, trazendo à tona emoções enterradas, que você pensou  ter esquecido há muito tempo. Isto é para limpar os detritos emocionais para que você possa plantar sementes poderosas de intenções para o ciclo da lua nova.
Acrescentando Números à Mistura
Na numerologia, julho de 2015 é um mês Universal 15 (7 + 2 + 0 + 1 + 5 = 15). 15 está associado ao número 6 (1 5 = 6), dando-lhe uma série exclusiva de lições. No Tarot, 6 é a carta dos amantes. 15 revela os elementos sombra dos Amantes. Todas as áreas em seus relacionamentos, onde você enterrou os seus verdadeiros sentimentos, negou as suas paixões, ou tentou ser perfeito para outros (as suas  próprias custas) serão trazidas à luz. Você já não  pode mais negar o seu verdadeiro eu. Você deve estar confortável com todos os seus aspectos, até mesmo com a sua sombra.
LUA NOVA – NOVOS INÍCIOS
Nossa Lua Nova no dia 15, irá ajudá-lo a redefinir o seu curso para todo o resto do ano. Cada lua nova é um momento para você determinar as suas intenções. Nossa Lua Nova, neste mês, está em Câncer, o signo do carinho. As intenções que você criar durante esta lua nova irão se manifestar ao longo dos próximos meses, quando experienciarmos a nossa próxima LUA CHEIA, em Câncer.
AME A SI MESMO, EM PRIMEIRO LUGAR
Durante a nossa Lua Nova, no dia 15, teremos quatro corpos celestes no signo de Câncer – nosso Sol, a Lua, Mercúrio e Marte. Isto é MUITA energia neste signo emocionalmente sensível. O Universo quer claramente que você aperte o botão de reinício na forma como você investe em seus relacionamentos.
Câncer lhe ensina sobre o equilíbrio saudável de CUIDAR. Você tende a colocar os outros em primeiro lugar? Você faz tanto pelos seus entes queridos que não tem mais tempo para você? Você ignora a sua intuição porque está se apegando à segurança?
Estas são lições de amor que serão reveladas pela luz da lua.
MANIFESTAÇÃO DA LUA NOVA
Esta Lua Nova estará super carregada para que coloque as suas intenções para o resto de 2015 e além. Eu recomendo que use esta lua nova para definir intenções claras e poderosas sobre como quer ser amado e expressar o seu amor. Coloque uma  declaração PODEROSA E CORAJOSA ao Universo de que você está fazendo dos desejos do seu coração uma prioridade. Você pode mudar a sua vida agora se colocar intenções claras e positivas.

Agradecimentos a Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br



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Perfeito ~ Criador via Jennifer Farley

Perfeito

Os Escritos do Criador

transcritos por Jennifer Farley,

14 de julho de 2015


winking-emoticon


Às vezes, você precisa se sentir menos do que perfeito para lembrar o quão bom é realmente ser perfeitamente perfeito.

Criador


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