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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Busque Mais ~ Os Anjos via Sharon Taphorn

Busque Mais

 SABEDORIA DOS ANJOS 

com Sharon Taphorn

27de Agosto de 2015.

 Tradução: ReginaDrumond

Foto de Angel Wisdom with Sharon Taphorn.
Pesquise mais. Vá audaciosamente onde você não foi antese explore a beleza do seu mundo, interior e exterior. Interiorize-se e busque asua verdade, a ânsia pelo conhecimento que apenas você pode acessar e fornecer.Há muita grandeza em você que ainda tem que ser descoberta.
Busque mais conhecimento e compreensão de como o seumundo funciona, o físico, o emocional, o mental e o espiritual, pois cada umdeles tem um aspecto que intensifica a sua experiência. Expanda a sua percepçãode quem você realmente é e de tudo o que é. É, na verdade, uma jornadagrandiosa. Alimente esta luz, pois ela pode somente vir do interior. Ninguémpode trazê-la a você, ou lhe dar. Ela deve ser buscada por você, para o seu beme o bem de todos. É uma jornada que você deve embarcar sozinho, de si mesmo epor si mesmo.
Afirmação: “Eu procuro intensamente uma maior compreensãoda Vida, do Universo e de Tudo O Que É.”
E assim é.
Você é ternamenteamado e apoiado, sempre

Os Anjos e Guias

Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie,Спасибо,Obrigado,
谢谢,
Dank, 
謝謝,Chokran,Děkuji,Kiitos

Direitos Autorais Universais©2014 por Sharon Taphorn

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ES: LLAMA VIOLETA







A MUDANÇA NO EQUILÍBRIO ~ Kate Spreckley

A MUDANÇA NO EQUILÍBRIO

Mensagem de Kate Spreckley

27de Agosto de 2015.

 Tradução: Regina Drumond 

 

Muitosestão questionando o propósito por trás de suas vidas e buscando orientação einsight. Bempoucos estão dispostos a fazer o trabalho que é necessário para a mudança e atransformação, pois o nosso modo habitual de pensar é o de considerar estasquestões como incompreensíveis. Nósnos afastamos de qualquer consciência que temos, pois somos atraídos para osaspectos mundanos de nossas vidas. Mas,nestes tempos atuais de transformação e de mudança na consciência, uma novadefinição de nossa natureza e do equilíbrio das energias masculinas e femininasestão sendo solicitados.
AHumanidade como um todo se perdeu, criando um ambiente econômico aparentementesecular, seguro, para substituir o espiritual que experienciamos há muitos milharesde anos. As questões do por que estamos aqui foram deixadas de lado ereprimidas, para permitir o estabelecimento de um estilo de vida maisconfortável. Temos usado o impulso por este estilo confortável de sobrevivênciacomo uma razão para viver, para nos sentirmos completos, esquecendo-nosgradualmente de nosso propósito original e individual de ser.
O queraramente nos lembramos é que como uma representante do Feminino Divino naforma física, a mulher mantém o espaço, a energia e direciona omasculino,quando e como manifestar a forma e a realidade. Esquecemo-nos de quea mulher é a força motriz por trás da transformação e que sem o FemininoDivino, o nosso mundo, as culturas, as sociedades, as famílias e os relacionamentosficam fora do alinhamento e do equilíbrio.
Quando noslembramos do verdadeiro propósito da energia feminina e compreendemos estepropósito com amor, temos o poder de transformar o mundo e criarmos uma novarealidade, equilibrada e harmoniosa. Podemos somente ver realmente estatransformação e equilíbrio em nosso mundo, quando permitimos que o poderfeminino assuma o seu lugar de direito. Ao dizermos isto, estamos vendo aascensão da energia feminina e do poder em nossas culturas e sociedades. Asmulheres não são mais obrigadas a seguir, mas estão deixando a sua marca,conduzindo e guiando. Esta capacitação vem chegando há muito tempo, enquantovemos mais e mais mulheres entrando em seu verdadeiro poder, que se baseia noamor. Um despertar do feminino nos homens será iniciado para trazer um novoequilíbrio nos relacionamentos, nas famílias, culturas e sociedades.
Paramuitos, este processo está causando conflito, pois homens e mulheres se sentemameaçados pelo poder feminino que desperta interiormente. Muitos estão seesforçando para se ajustarem ao aumento da independência e do poder dasmulheres, o que está causando conflito nos relacionamentos e parcerias. Oshomens não compreendem necessariamente a necessidade que as mulheres têm deacessar e reconhecer o seu próprio poder. Eles não compreendem por que asmulheres não podem encontrar a felicidade e a realização ao terem as suasnecessidades básicas satisfeitas.
O que amaioria se esqueceu é que há milhares de anos, era a responsabilidade da mulherconstruir comunidades e dirigir estas comunidades. O papel e o propósito de umamulher era muito mais do que ser apenas uma esposa e mãe. As mulheres eram ascuradoras, as parteiras, herbalistas e professoras. Estes papéis satisfaziam asnecessidades básicas de uma mulher e traziam um verdadeiro equilíbrio eharmonia às sociedades individuais e culturas.
Nosúltimos milhares de anos, o nosso mundo mudou drasticamente e foi moldado parafuncionar de acordo com a forma do pensamento e estrutura masculina. Domínio,agressão, força e controle estiveram no centro de todos os nossos relacionamentose condições sociais. As qualidades femininas da intuição, cura, compaixão,carinho e não violência foram desacreditados e condenados.O poder feminino foienfraquecido e quando pequenos grupos de pensamento de mulheres (as chamadasbruxas), mostraram independentemente o seu poder, elas se tornaram uma ameaça eforam queimadas na fogueira. Assim, o equilíbrio entre as energias masculinas efemininas foi destruído.
No últimoséculo, vimos as mulheres tendo que assumir os papéis, tanto do feminino,quanto do masculino, apenas para sobreviverem. Estes papéis se tornaram tãoobscuros, desiguais e desequilibrados que a maior parte nem sabe realmente qualé o propósito destes papéis Divinos. Esquecemo-nos de que as mulheres exigemuma maior estimulação e livre acesso ao seu poder e sabedoria interior.Esquecemo-nos de que as mulheres mantêm a chave para acessar os reinosespirituais da intuição, da cura e da sabedoria espiritual.Esquecemo-nos de queé a mulher que tem fácil acesso ao Vazio, ao Grande Mistério, de onde toda avêm toda a sabedoria e orientação.
Estamos emum momento agora em que é essencial para a nossa sobrevivência que estas duasforças da criação sejam trazidas ao equilíbrio, um equilíbrio que é igual empoder e responsabilidade. Quando a mulher se torna mais independente, separadae poderosa, há menos casamentos e uniões, e um maior desejo da mulher ganhar oseu próprio sustento. Com a evolução do equilíbrio entre as energias masculinase femininas, os homens não mais precisam arcar com a responsabilidade para ocuidado, proteção e apoio da unidade familiar e da comunidade. Embora asmulheres tenham sempre mantido as necessidades espirituais, físicas eemocionais da família, elas estão agora mais preparadas para assumir igualmentea responsabilidade da família e da comunidade.
Porexemplo, pode ser mais fácil trabalhar em uma carreira do que criar uma famíliabem equilibrada. Quando o masculino se entregar e aceitar a energia e o poderfeminino, veremos uma poderosa transição que criará um perfeito equilíbrio emnosso mundo. Esta mudança é um processo e levará um longo tempo, mas,eventualmente, veremos as emoções humanas, tais como o ciúme, a teimosia e aviolência se tornarem uma coisa do passado. Os homens permitirão que asmulheres assumam uma postura e posição igual, sem ameaça ou julgamento, sem anecessidade de que uma mulher suprima o seu verdadeiro poder feminino, em favorda energia masculina.
A ameaçainconsciente é, potencialmente, que a mulher assuma o papel masculino e, assim,crie mais desequilíbrio, recriando os mesmos padrões de supressão e subjugação,em sentido inverso. É por isto que é essencial que tanto os homens quanto asmulheres aprendam a operar a partir de um espaço de amor, de verdade, perdão,aceitação e compreensão, honrando-se, neste profundo espaço de transição.
A mudançado equilíbrio é um processo e estamos somente nas fases iniciais. A soluçãoestá em se conectar com os seus dons  espirituais, intuitivos e de cura, aprendendoa estar em um espaço seguro. Seja isto em um relacionamento, em uma parceria,ou um negócio, sem assumirem que vocês podem fazer isto sozinhos, ou saírem dosatuais relacionamentos e parcerias.
Éessencial, também que as mulheres se lembrem de seus dons inerentes da intuiçãoe da cura, e tragam estes dons como uma força para a mudança positiva e amorosanos relacionamentos, nas famílias e sociedades. Fatores externos sempre serãode grande influência, tais como erupções solares, planetas em movimentoretrógrado, alinhamentos planetários e em um nível mais físico, a perdafinanceira, perda de entes queridos, mudanças ambientais e doenças. A chave élevar todos os fatores em consideração e, ao mesmo tempo, fazer tudo para o seubem maior e o bem da humanidade.
A mudançanão pode ser evitada e o que estamos experienciando nestes momentos profundos,é a manifestação daquilo que está precisando de cura e transformação. Esteja emnosso mundo, ou em nós mesmos, cabe a nós curarmos, mudarmos, transformarmos eavançarmos. O maior conselho que eu dou aos meus clientes que estão em processonos relacionamentos, crise financeira, ou perda de fé, é que trabalhem com istoe não o ignorem, ou se afastem.

Agradecimentos a Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br


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ARCANJO GABRIEL, 26 DE AGOSTO DE 2015 ~ Shelley Young

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL

 Canalizado por Shelley Young

 Tradução: Blog SINTESE





Queridos, vocês estabelecem seus padrões energéticos pelo modo como vocês se tratam e como vocês permitem ser tratados.
Em nossos olhos vocês são joias encantadoras, um tesouro precioso para ser apreciado.
Não é tempo de vocês começarem a se ver da mesma maneira?

Arcanjo Gabriel



Arcanjo Gabriel através de Shelley Young
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UM PRESENTE INESPERADO ~ O diário 7 via Suzanne Lie

O DIÁRIO – PARTE 7

UM PRESENTE INESPERADO

Por Suzanne Lie PhD

Em 23 de agosto de 2015

Tradução: Blog SINTESE





~ LISA & BRUCE ~
Quando Lisa terminou a mensagem sobre receber dinheiro de sua mãe, ela não sabia se estava triste ou zangada. Talvez fosse uma combinação dos dois, igual à sua vida inteira. Felizmente, antes de ter qualquer emoção, ela arrancou as duas páginas do diário, dobrou bem e pôs no bolso de seu roupão.

Isso significava que sua mãe estava certa e ela não deveria confiar em Bruce? Ou, talvez significasse que ela teve sabedoria suficiente para me dizer para esconder a nota e descobrir por mim mesma. Com a nota seguramente posta no bolso, ela largou o diário e se levantou para ir à cozinha pegar chá. Ela estava tão entregue ao seu pensamento que quase trombou com Bruce.

“Ei”, ele disse enquanto punha seu braço ao redor dela. “Por que se levantou?”

“Ah, eu tive um sonho estranho que nem posso lembrar e não pude voltar a dormir”, ela mentiu. “Pensei em ler um pouco o Diário, mas decidi que antes precisava de um chá.”

“Esqueça o chá, volte para a cama comigo”, Bruce disse amorosamente.

“Está bem”, ela disse relutantemente. Ela acabara de começar a confiar em Bruce, mas agora essa carta da mãe fez Lisa duvidar dele novamente. Sua mãe não era uma mãe carinhosa e acolhedora, como até ela admitiu, mas quase sempre ela estava certa em suas previsões.

Ela ficou surpresa por ter caído de novo no sono e levantar várias horas depois. Bruce não estava mais na cama. Ela instintivamente pegou seu roupão e descobriu que a nota de sua mãe ainda estava no lugar, mas estava dobrada de modo diferente? Ela acabara de levantar da cama e estava colocando o roupão quando Bruce entrou.

“Oi, querida, tive que telefonar para garantir que as crianças saíssem para a escola em ordem. Eu tipo que assumi o papel de pai principal.”

Por que essa sentença enviou um calafrio costas abaixo de Lisa? Agora ela duvidava dele novamente. Ficou muito melhor quando a dúvida tinha desaparecido. Mas visto que ela voltara, Lisa escondeu a nota enquanto Bruce estava no chuveiro e foi para o outro banheiro tomar banho.

“Vamos tomar café naquele restaurante legal. Então podemos voltar e ler mais do Diário. Amanhã podemos ir para casa, pois minha mãe precisa ir embora e eu preciso voltar ao trabalho.”

Lisa balançou a cabeça como concordando, mas ela sabia que não voltaria com ele. Ela se sentia culpada por ficar longe de seus filhos por muitos dias, mas ela tinha que entender toda essa coisa sozinha. Ela encontraria uma razão para ficar mais tempo.

Eles deram uma caminhada agradável e tiveram uma boa refeição. Quando voltaram, Bruce foi direto para o sofá e sentou-se. Lisa sentou ao seu lado, mas não parecia igual à noite anterior. Ela estava pensando profundamente sobre a nota de sua mãe e praticamente esqueceu que Bruce estava sentando ao seu lado.

“Como mamãe podia conciliar sua vida na Nave e ainda estar ligada a esta vida?” Lisa perguntou-se em voz alta.

“O que você quer dizer com sua vida na Nave?” perguntou Bruce.

“Bem, a história de Jaqual era toda sobre naves, certo?” gaguejou Lisa enquanto pegava o Diário da mesa e o passava a Bruce. “Você lê ou leio eu?” disse ela tentando parecer calma.

Silenciosamente Bruce pegou o livro e começou a ler. A próxima mensagem era de um grupo de que nunca tinham ouvido falar.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
18 de novembro de 1998
Saudações de A.C.E.A.
Nós somos: “Toda Consciência da Ascensão da Terra”.

Nós somos a consciência de grupo da Terra pentadimensional. Nós nos chamamos ACEA porque a combinação dessas quatro letras tem a mais alta ressonância. Nós representamos o aterramento da Consciência de Unidade pentadimensional na matriz da Terra tri e tetradimensional. Sempre estamos em busca de outro membro consciente.

Nós dizemos “consciente” porque TODOS no planeta tem um eu pentadimensional e TODO ser pentadimensional da Terra é um membro do ACEA. ACEA não é um clube a que se deve associar. ACEA é uma ressonância, traduzida em uma palavra, que representa a consciência combinada da Terra pentadimensional. Na quinta dimensão não pode ser de outro modo.

Toda consciência está unida em comunicação consciente o tempo todo, tal como agora vocês se associam com seus celulares e outros dispositivos de comunicação. Tal como vocês são indivíduos, nós também somos indivíduos. Entretanto, nós não precisamos de celulares ou quaisquer outros dispositivos mecânicos para comungar e comunicar uns com os outros.

Deixe-nos levá-la a uma jornada para a Terra pentadimensional. Sim, nós sentimos sua confusão porque alguns textos falam sobre a “formação da Terra pentadimensional”. Mas, claro, você sabe que são as dimensões mais baixas que são formadas a partir das mais altas; não o contrário. Portanto, a quinta dimensão existe antes da existência da terceira e da quarta dimensão. Nós estamos cientes de que você precisa dar continuidade ao seu dia. Nós retornaremos quando estiver pronta para se comunicar mais conosco.

Até lá,
Saudações de ACEA

BRUCE CONTINUOU A LEITURA SEM UMA PAUSA SEQUER.

02 de dezembro de 1998
Saudações de ACEA.
Sim, nós existimos. Nós somos reais. Nós lhe dizemos isso porque você não voltou a este Diário desde a nossa última comunicação. Estamos felizes por ver que você voltou para se comunicar mais conosco. Permita-nos falar mais sobre nós.

Nós somos representantes da Fraternidade e Irmandade da Luz com quem você tem se conectado por muitas de suas décadas. Nós nos comunicamos com você e com muitos outros de dimensões mais altas através dos planos internos de realidade. Nós somos diferentes dos “alienígenas” no que tange a que todos nós temos corpos terrenos.

Entretanto, nós também somos “alienígenas” porque todos nós somos capazes de contatar pelo menos algumas das nossas personas “de fora do mundo” que simultaneamente vivem nas dimensões superiores de outros planetas e naves. Estamos contentes por você ter encontrado tempo para se unir a nós novamente.

Agora nós a levaremos a um tour pela Terra pentadimensional. Como já lhe dissemos antes, a Terra pentadimensional sempre existiu. A criação viaja das dimensões mais altas para as mais baixas. Portanto, se há uma Terra tridimensional, então tem que haver uma Terra pentadimensional.

Nossa tarefa é conectar conscientemente os dois mundos. Há uma quarta dimensão entre a terceira e a quinta dimensão que alguns chamam de Plano Astral. Nós, entretanto, juntamos o Plano Astral com o Plano Físico. Quando falamos de conexão consciente com os dois mundos, realmente são três mundos: físico (terceira dimensão), astral (quarta dimensão) e a quinta dimensão.

Nós chamamos a Terra pentadimensional de Gaia, porque Gaia é o Nome da Alma da Terra. A Alma da Terra é pentadimensional tal como as Almas de todos os Seus habitantes. Portanto, sempre que nos referirmos a Gaia, estamos nos referindo à Terra pentadimensional. Cremos que cuidamos de todas as introduções exceto de recordá-la que nós somos uma Consciência de Grupo. É por isso que nós nos referimos como “nós”.

Você automaticamente é uma parte desse “nós” porque você é capaz de se comunicar conscientemente conosco. Não há iniciação ou ritual necessário para entrar no nosso grupo. Tudo que você precisa fazer é estar conscientemente ciente de nossa presença e interagir conosco do modo que você preferir.

Se sua força criativa flui mais naturalmente escrevendo, então esse é o seu meio de expressão. Outros podem se comunicar conosco e aterrar a força de nossa energia pentadimensional através de dança, música, arte, etc.. Está preparada agora para a nossa jornada à quinta dimensão?

Na verdade, nós não vamos viajar para a quinta dimensão. Ao contrário, nós vamos trazer a quinta dimensão para você. Começaremos com a sua sala. Ao olhar sua sala pentadimensional, veja que é a mesma, mas com uma diferença sutil. Sim, é uma cachoeira no canto, e aquelas são flores reais crescendo ao redor dela.

Todos nós na quinta dimensão criamos o espaço de convivência exatamente como desejamos. Normalmente nós enchemos nosso espaço de convivência com água corrente, plantas, pássaros e vida animal. Nós escolhemos ter música realçando suavemente a melodia da cachoeira. Não precisamos de um banheiro porque não precisamos eliminar ou tomar banho nesta dimensão.

Ao fazer a curva para a próxima sala, você verá um lago adorável, claro com água morna ou fria, dependendo de suas necessidades. Observe como a cachoeira flui para o lago cristalino. Também há muitas samambaias adoráveis que crescem naturalmente ao longo da cachoeira e do lago.

Logo acima do lago há uma superfície refletiva. Olhe para ela agora e veja seu corpo pentadimensional. Não é adorável? Essa forma é um “corpo de luz”, que normalmente é branco e/ou dourado cintilante. Você vê e sente as emanações de luz fluindo desse corpo? Seu corpo pentadimensional é do mesmo formato que seu vaso terreno, exceto que mais alto. Você também é um pouco mais magra, mas é difícil de dizer já que sua aura é uma continuação do seu corpo e expande ou contrai de acordo com a sua atividade.

Quando você está percorrendo o caminho interior para os mundos superiores sua aura está menor porque você está no “influxo” e puxa a luz para você. Quando você está no “exfluxo” e irradia a luz para fora de você para curar ou criar, que é a mesma coisa neste mundo, sua aura fica tão grande que é difícil de localizar seu corpo dentro do brilho de sua aura.

Nós paramos por enquanto. Primeiro, concentre no aterramento de uma pequena área da quinta dimensão em seu corpo e sua vida. É melhor escolher a área em que você medita, pois esta terá a frequência de ressonância mais alta. Toda vez que você entrar na sua sala de meditação, pratique ver seu mundo pentadimensional. Quando se tornar natural para essa sala parecer pentadimensional, você pode começar a transmutar mais áreas da sua vida.

Nós aguardamos nossa próxima comunicação com a Alegria da União.
ACEA

~ LISA & BRUCE ~
“UAU”, disse Lisa. “Eu queria poder ter esses tipos de experiências”.

“Eu também”, disse Bruce.

Entretanto, embora eles estivessem compartilhando uma linda experiência, apenas um murmúrio de dúvida entre eles era suficiente para diminuir a sensação de intimidade de Lisa. Claro, ela não queria falar sobre isso, pois isso era mais íntimo do que ela poderia ser enquanto mantendo a dúvida.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
29 de dezembro de 1998
Saudações de ACEA.
Querida Beverly, nós vemos que você integrou nossas últimas mensagens e está pronta para mais. Então, nós retornamos no seu AGORA para instruir como usar a força poderosa de sua imaginação para perceber a expressão pentadimensional de sua realidade. Saiba que esta dimensão de realidade existe INFINITAMENTE no seu mundo, mas os seus pensamentos e emoções 3D a ensinaram a NÃO acreditar em sua imaginação pentadimensional.

A primeira regra para perceber sua realidade pentadimensional é:
“O QUE VOCÊ ACREDITA EM SUA MENTE – VOCÊ VIVE EM SUA VIDA.”

A segunda regra é:
“O AMOR É A FORÇA DA CRIAÇÃO.”

A terceira regra é:
“PERCEPÇÃO É CRIAÇÃO.”

Agora, vamos ver de novo seu mundo pentadimensional.
Primeiro feche seus olhos e veja seu mundo pentadimensional com sua mente...
Acredite nesse mundo...
Ame esse mundo...

Abra seus olhos e olhe novamente sua sala tridimensional com seus olhos 3D. Simultaneamente olhe seu mundo pentadimensional com sua mente pentadimensional. Acredite na visão de sua mente multidimensional. Ameessa visão com seu coração superior.

Vê de novo a cachoeira? Pode ouvi-la fluir para o adorável lago cercado por flores? A cachoeira é feita de águas de luz que irradiam cores e tons pentadimensionais quando caem nas pedras de cristal. Esse lago responde aos seus pensamentos e pode ser morno ou frio, calmo ou agitado, dependendo do que você deseja.

A vista fora da sua janela, que está diretamente perto de você, é de lindas sequoias ou do oceano, novamente dependendo do seu desejo. Sua escrivaninha e computador é o seu centro de comunicação onde você pode contatar qualquer nave, sistema estelar ou outros terráqueos.

Se você entrar em um estado meditativo, você também pode conectar telepaticamente. Gradualmente o mundo pentadimensional não será mais um reino para imaginar, ele será o lugar onde você/nós vive. Sua transição é gradual para que você possa lentamente liberar seus pensamentos de limitação e seus sentimentos de medo.

No início, nosso mundo pentadimensional entrará e sairá piscando de seu conhecimento. Enquanto você for capaz de permanecer calma e distante dos dramas tri e tetradimensionais ao seu redor, você experimentará um momento de alegria calma. Nesse momento, a quinta dimensão pode aparecer.

Pelo tempo que você puder manter seu estado mais alto de consciência, a lente para seu olho interior permitirá você clicar para quinta dimensão. Você continuará o que estiver fazendo exceto que fará de uma maneira dimensionalmente superior. Por exemplo, se você está comendo e clicar para a quinta dimensão, você se encontrará numa local pentadimensional correlato.

Esse local pentadimensional sutilmente mudará sua experiência. Visto que não há necessidade de comer na quinta dimensão, você então estará nutrindo-se de um modo pentadimensional. Por exemplo, se você estiver comendo com amigos ou familiares, ao invés de colocar o alimento em suas bocas, vocês serão capazes de sentir a experiência nutriente de compartilhar Luz com os seus entes queridos.

Se você estiver sozinha, você pode então estar meditando e/ou movendo sua forma de um modo criativo e alegre. Ou você pode simplesmente estar respirando no espírito que está na Luz do mundo pentadimensional. Nós escrevemos “luz” com maiúscula aqui porque a Luz pentadimensional é muito diferente da luz tridimensional.

A Luz na quinta dimensão é viva com consciência e pode mudar formas com o seu desejou ou com a função dela. Por exemplo, as águas de luz na quinta dimensão parecem ser fluidas, que verdadeiramente é luz líquida. A Luz Líquida pode assumir qualquer forma para parecer como água, solo, céu, flores, animais, humanos, etc.. Essas águas de luz trazem para o seu sistema uma forma de nutrição, e você pode nadar “submersa” por quanto tempo desejar.

Quando os seres chegam à quinta dimensão, eles normalmente precisam “comer” até poderem acreditar que a nutrição é gratuita e automática e que eles não precisam terqualquer intenção em relação a comer. A necessidade de participar de outra forma de vida, seja ela animal ou vegetal, é uma das mudanças mais difíceis para os recém-chegados.

O “medo da sobrevivência” é um programa básico que é estabelecido para todas as formas de vida tridimensionais. Se você não tivesse o medo da sobrevivência, na verdade o medo de que você não sobreviverá, você não tomaria as precauções necessárias para continuar sua existência física. Esse “programa de sobrevivência” é muito difícil de anular mesmo quando seu corpo não é mais tridimensional.

Agora nos permita lhe dizer como entrar no nosso mundo. Alegria e paz é o estado de consciência que é necessário para acessar nossa realidade. Parecido com ter que escolher um número para receber uma estação de rádio, você precisa escolher um estado de consciência para acessar nossa realidade pentadimensional.

Para expandir sua consciência o suficiente para entrar em nosso mundo, você precisa se distanciar dos medos e dramas de sua vida física. Claro, você não pode negar o que está acontecendo ao seu redor porque é real. O que você então precisa fazer é ver a dimensão mais alta dessas realidades de frequência mais baixa.

Tal como você foi instruída para ver sua sala dimensionalmente superior, você começará a ver as dimensões mais altas de todos os aspectos de sua vida pessoal e do mundo ao seu redor. Por exemplo: vejamos a política. Permita-se ver os aspectos dimensionalmente superiores do conflito, sejam eles bombardeios, fome ou distúrbios políticos. Você vê a paz, a unidade e o amor que está sendo enviado para a escuridão tridimensional?

Sempre que houver grande número de mortes, haverá muitos seres atravessando para a quarta ou a quinta dimensão. As crenças de muitas pessoas estão tão entrincheiradas na terceira dimensão que elas “acreditam” que precisam passar por uma morte física para aceitar uma nova realidade. Portanto, para elas, é verdadeiro.

Algumas pessoas são capazes de acreditar que elas podem experimentar as dimensões superiores sem morrer, mas elas acreditam que elas primeiro precisam passar por uma morte simbólica. Portanto, isso é verdadeiro para elas. Na terceira dimensão vocês têm uma crença de que a morte é deixar a vida, mas para nós da quinta dimensão morte é retornar à vida.

Porque a consciência das massas está mudando rapidamente, haverá desassossego político. Quando cada pessoa mudar sua consciência pessoal, ela desejará mudar a consciência de grupo também. O correlato pentadimensional de política é uma consciência de grupo harmoniosa e unida. Assim que verdadeiramente há uma consciência de grupo unida, um governo externo não é mais necessário.

Quando uma pessoa aceitar o Amor Incondicional e mudar para a quinta dimensão, ela terá completo domínio sobre seus próprios desejos egoístas e inferiores. Nenhum sistema externo de regras é necessário quando todos os membros da sociedade podem se governar. Além disso, a realidade é criada instantaneamente por seus próprios pensamentos e emoções. Se você não deseja compartilhar as experiências daqueles que estão ao seu redor, você simplesmente muda sua mente por calibrar sua consciência a uma frequência mais alta.

Outro componente da manifestação pentadimensional é que “O Amor Cria”. Ame-se, ame sua atividade (seja pagar uma conta ou meditar), ame o que você deseja e você manifestará isso em sua realidade. Lembre-se: tudo que você percebe na terceira dimensão é um produto da ilusão que tem sido criada pelo holograma de grupo em que você vive.

Quando você mudar seu holograma pessoal, você se conectará com outros que também desejam viver nesse holograma. Você então servirá como um modelo para outros que estão desejando mudar o holograma deles.

Isso encerra nossa transmissão de hoje. Por favor, lembre-se de nos portar em seu conhecimento e sinta nosso amor. Se você puder manter a quinta dimensão viva em sua mente, então você a manifestará em sua vida.

Lembre-se: O QUE ESTÁ EM SUA MENTE – ESTÁ EM SUA VIDA.

ACEA




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Sheldan Nidle, 25.08.2015 ~ Federação Galáctica e Mestres Ascensos

Atualização feita por Sheldan Nidle da Herarquia Espiritual e da Federação Galáctica

3 Caban, 10 Uo, 12 Manik. (25.08.2015)

 Tradução: Candido Pedro Jorge





Selamat Balik! O mundo, atualmente é aquele em que as velhas formas ainda são dominantes, com eventos financeiros e culturais se preparando para acontecer. 

Nos quase 13 milênios em que a escuridão dominou este mundo de superfície, um nível de controle muito longo definiu uma série de precedentes culturais que, agora precisam ser ajustados. Estão para serem libertados de uma escravidão por dívida, aparentemente interminável e de uma necessidade constante de sobrevivência. Esses dois itens estão para acabar, enquanto um jubileu de suas dividas e uma prosperidade que se aproxima.

A cabala escura entende que seus princípios básicos devem ser transformados e que está isolada de vocês. Essas coisas para ela são um anátema. Sua atitude de luta e morte, pode ter atrasado as coisas, todavia seu destino está, verdadeiramente, marcado pelos Céus, acuada num canto de sua própria autoria. 

Está falida, abarrotada com uma moeda fiduciária inútil e incapaz de manter suas mentiras e insinuações. Em suma, rapidamente está ajustando o palco para a sua morte. Nossas forças, atualmente, estão revendo uma série de cenários, pelos quais tudo isso será finalizado, envolvendo prisões, escândalos e uma reforma de governança, afim de permitir que saibam da verdade do que vem acontecendo, desde o fim da II Guerra Mundial.

A América tornou-se uma potência mundial, rapidamente invertendo todos os cenários, seguidos desde o fim da Guerra Civil, não conseguindo abraçar suas tendências civis e isolacionistas. Em vez disso, rapidamente tornou-se um novo Império Britânico, num processo que alterou seriamente suas tendencias. 

Tornou-se uma terra, procurando se estabelecer como um grande defensor do antigo império que tanto resistiu. Vimos como a América criou um conjunto de mentiras, que forjou o presente acobertamento OVNI. Lutou guerras ilegais e persistiu em manter um projeto, que alterou completamente a vida de muitos jovens americanos. A América estava fazendo uma oferta a uma oligarquia, que estava flexionando seus músculos para ver o quanto poderosa tinha se tornado.

Perdeu sua alma, transformando-se em algo que Jefferson e seus muitos associados preveniram, criando um império para ajudar os ricos e poderosos que tinham crescido em grande número, após o ponto culminante da Guerra Civil. No início da Primeira Guerra Mundial, esta nova facção assumiu a sua posição formal de poder.

O restante do século XX, foi uma repetição do que a Inglaterra fez para manter seu status de grande potência. A depressão artificialmente produzida, na verdade, foi um prelúdio para a Segunda Guerra Mundial, que permitiu à América deixar a guerra como uma potência dominante e criar uma guerra fria para continuar seu domínio.

Seus meios de seguir o cruel exemplo dos Anunnaki, lhes garantiram o papel de principal nação, na qual as trevas selecionaram seus principais asseclas. No entanto, as proclamações de Anchara e a retirada dos Anunnaki, em meados de 1990, criou um tropeço que, finalmente foi destacado pelo 11/09 (ataque ao WTC) e as guerras resultantes, no Afeganistão e no Iraque, temporariamente permitindo se agarrar a uma década adicional e nos conduzindo ao atual dilema. 

Este é o momento final, quando o inevitável realmente acontece, com o mundo atualmente desinformado dos preparativos, nossos de nossos aliados, uma vez que prometemos aos Céus e nossos aliados terrestres não divulgar muito mais sobre isso. Os trevosos, sabem que certo número de casos contra eles foi julgado e que uma grande força jurídica está se preparando para derrubá-los.

No momento, estamos na rampa de lançamento, quando uma série de ações continua a avançar em seu próprio e atribuído ritmo. Estamos, atentamente observando como tudo se desenrola. Desta vez, é para acabar com o seus julgamentos de si mesmos, pelas percepções que tiveram desde a infância. Com a queda das trevas, finalmente conhecerão o verdadeiro significado da liberdade. 

Há 20 anos, quando os Anunnaki deixaram para trás este planeta, pediram sinceramente para a cabala apoiá-los, ao abandonar seus propósitos e permitir uma abundância e o florescimento de uma nova governança. No entanto, a cabala decidiu contra isso e, na década seguinte, a cabala americana assegurou sua posição dominante. Esse domínio se esgotou, na medida em que o mundo se recupera dos feitos das trevas.

Nesse momento, pedimos para que sejam pacientes e percebam o que está acontecendo por trás de portas fechadas e mantido em segredo e que a cabala procura de todas as formas reverter. Mas, agora, também existem muitos que são sabedores de suas ações para deixá-la vencer mais uma vez. Portanto, sabemos que, no fundo de seus corações sabem que venceram e que isto será manifestado em breve. Então, estarão libertos e um novo reino se manifestará diante de suas presenças!

Bênçãos! Somos seus Mestres Ascensos! Este mundo está agora numa grande transformação. Há mais de duas décadas atrás, os Céus trouxeram uma primeira equipe de contato, com grandes supervisores para abençoar as ordens de irmandades e confrarias, que compõem as ordens dos Mestres Ascensos de Gaia. 

De início, houve necessidade da formulação de um plano para substituir o escuro com uma nova luz para esta realidade divina. Após uma década de passos em falso, a maré lentamente virou na última parte da primeira década do século 21, quando nos tornamos capazes de forjar uma série de estratégias, adequadas e capazes de atingir nossos vários objetivos. 

A parte mais importante deste plano, era explicar para as diversas antigas famílias, uma vez que os grandes recursos recolhidos ao longo dos séculos estavam disponíveis para serem usados para desfazer o poder e os recursos da cabala escura. Atualmente, Isto está totalmente explicado para estas numerosas facções com um plano sagrado, já em vigor, cujo prazo de sua conclusão encontra-se à vista.

Prazo que está se aproximando, mesmo quando a escuridão ameaça levar o reino da superfície de volta um desastre econômico. Neste ponto, pedimos que se concentrem no sucesso. A escuridão não está autorizada a jogar este reino em nenhuma forma de caos, seja econômico, filosófico ou mesmo um pretexto para encobrir outra guerra, onde, até agora, fracassaram em suas tentativas.

A escuridão não pode escapar de seu destino escolhido. O tempo permitido pelos Céus para suas tolices e mantê-los no escuro, finalmente, está no seu final. Armadilhas foram colocadas nos planos dos escuros que estão sendo reveladas enquanto pasmados assistem. 

Assim, meus Queridos abençoados, sejam fortes e confiantes no Criador e seus muitos nomeados, para trazerem grandes planos dos Céus a fruição. Esta informação precisa permanecer em segredo, até que partes invisíveis do nosso plano estejam plenamente manifestadas. Queridos, sejam gratos por este momento, na medida em que está quase na mão.

Concluímos nossa mensagem, plenos de alegria como sucesso iminente de todos. Há muito tempo atrás, os Céus entregaram esta terra de superfície para as trevas, por um número definido de milênios. Este "contrato", agora está pronto para expirar. À Luz foi conferida um mandato sagrado, que está se preparando para expulsar as trevas e conduzi-los para uma Nova Terra, onde serão livres e verdadeiramente prósperos.

Aproveitem este momento, para se prepararem enquanto e onde colocam em ação os caminhos divinos, pelos quais poderão alcançar os verdadeiros objetivos de seus corações. Juntos, estamos refazendo este reino, a uni-los com nossas famílias: Espirituais, Galácticas e da Terra Interior, quando, no momento de consciência plena, aprenderão sobre suas habilidades espirituais e intuitivas.

Observem como esses poderes estão se manifestando.  Saibam, meus Queridos, que estão sendo preparados para um conjunto muito glorioso de eras! Assistimos como Gaia se prepara para isso, enquanto se preparam para conhecer seus irmãos e irmãs da Luz! Aleluia! Aleluia!

Por hoje, esta é a mensagem. Os decretos do Criador estão sendo manifestados. Estejam em Alegria e prontos para receberem muitos presentes e bem preparados para usarem suas habilidades para forjarem uma realidade nova e magnífica! Coisas boas acontecem para aqueles que esperam! 

Saibam, meus queridos, que as incontáveis ??Fontes e a Prosperidade sem fim dos Céus são realmente Suas! Que assim seja! Selamat Gajun! Selamat Ja! (Siriano: para ser um! E Estejam em Alegria!).


Sheldan Nidle 


Agradecimentos a  Sementes das Estreles



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E se as coisas não saíram como você imaginou? ~ Gustavo Tanaka

E se as coisas não saíram como você imaginou?

Gustavo Tanaka

 26 Aug 2015



Você teve a visão, escutou o coração, tomou coragem, deu o salto de fé e agora é só colher os frutos, certo?

Não necessariamente.

Existe um tempo de manifestação. Vivemos em uma realidade de terceira dimensão e isso traz consigo o tempo. O tempo é o intervalo entre o pensamento e a manifestação. 

O tempo é a distância entre a matéria sutil (pensamento ou intenção) ea densificação em realidade física.


Assim, na maioria das vezes, nós iniciamos uma atividade, esperando logo ver tudo acontecendo da forma como visualizamos. Às vezes isso acontece bem rápido, outras vezes demoram um pouquinho mais. Isso acontece porque a vida está atuando para configurar as coincidências e sincronicidades necessárias para a materialização acontecer.

Você não precisa entender como tudo vai acontecer. Seu trabalho não é dar a direção de cada mínimo detalhe. Você não sabe como vai acontecer.

Imagine que você foi viajar, chegou numa cidade nova e pediu um taxi. Você deu a direção e apenas precisa esperar o taxista te levar ao seu destino. Você não conhece os caminhos. Esse lugar é desconhecido para você. Então, você tem duas opções: ficar preocupado, com medo do taxista estar te desviando do caminho e te levando para outro lugar, com medo de não chegar, ou confiar que ele sabe o caminho e esperar vocês chegarem, desfrutando da viagem.

Quando você se lança em uma nova empreitada, um novo projeto, é a mesma coisa. Você se lançou no desconhecido, como numa cidade que você não conhece.

A mente racional é muito limitada para entender tudo o que está acontecendo. A mente racional só consegue entender o que ela enxerga. Mas a vida trabalha no invisível. Não dá pra explicar racionalmente as coincidências e sincronicidades.

Seu trabalho é um só: manter sua frequência elevada.

Lembre-se de que tudo é um eterno agora e os resultados são o desdobramento da sua frequência nesse agora. Se sua frequência se mantém elevada, você colhe resultados de frequência alta. Se sua frequência cai, você colhe resultados de baixa frequência. Simples assim.

Quando você planta uma semente, você não sabe o que está acontecendo embaixo do solo. E nem pode ficar mexendo pra ver o que se passa lá. Mas você sabe que alguma coisa está acontecendo e espera.

Continue o trabalho que tem feito. Não se apegue aos “comos”. Não se preocupe com o caminho que a vida está tomando. Deixe-a fazer o seu trabalho. A geometria da vida é perfeita. Apenas mantenha sua vibração elevada e desfrute da viagem.

Está tudo bem. Tudo está dando certo.


Gustavo Tanaka 
  
Autor de "11 Dias de Despertar"

Agradecimentos a Sementes das Estrelas



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ARCANJO GABRIEL, 25 DE AGOSTO DE 2015 ~ Shelley Young

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL

 Canalizado por Shelley Young

 Tradução: Blog SINTESE

 





Por recuar no conhecimento, vocês serão capazes de dizer se a energia que vocês estão trazendo a uma situação está ou não ajudando.
É tão simples como parar se vocês se encontrarem em uma posição desconfortável e perguntar se o que vocês estão trazendo é parte da solução.

O que sempre ajuda?
Amor.
Compaixão.
Empatia.
Honra.
Cuidado.
Compreensão.
Aceitação.
Bondade.
Apreciação.
Destacar com uma energia de paz, harmonia e unidade.

Vocês sempre têm que escolher com que energia vocês gostariam de conduzir.
Por decidir antes mais do que vocês têm intenção de criar, vocês podem mudar do hábito de reagir para a escolha de atenção, e isso, Queridos, é mestria.

Arcanjo Gabriel



Arcanjo Gabriel através de Shelley Young
Facebook: Trinity Esoterics
Twitter: @trinityesoteric


Agradecimentos a Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com.br



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Um Testemunho do Povo Pele Vermelha ~ Natalia Zahradnikova


Um Testemunho do Povo Pele Vermelha 

Entrevista com ROBERT MORNINGSKY (“CÉU MATINAL”), O DANÇARINO DAS ESTRELAS 

 por Natalia Zahradnikova/NZ 

e Michael Hesemann/MH- 

(tradução de Carlos Carvalho)

Posted by Thoth3126 on 21/02/2015



“Nós não estamos sozinhos. Os astrônomos estão errados. Os cientistas estão errados. Eles estão aqui, mas não podemos vê-los, porque eles se escondem. Escondem-se … Da vista de todos.

Nós somos os seus servos, somos seus escravos, nós somos sua propriedade…. Nós somos deles”. (aqueles que estão inconscientes). Robert Morning Sky

UM TESTEMUNHO do POVO PELE VERMELHA, os povos nativos da América do Norte.




Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

“O que ELE ensinou ao meu avô e aos outros, e o que aprendemos nós e os nossos filhos com eles é que a humanidade foi (e continua sendo) enganada. Os deuses, os diabos, os seres que tomam parte nas nossas histórias eram/são seres das estrelas. Fomos utilizados e manipulados porque nos ensinaram a crer em coisas que não são verdadeiras, coisas que foram inventadas, utilizando a presença destes seres para fins desonestos. .

http://www.nonsiamosoli.com/index.php/ufologia-e-religione

Mais informações: http://www.bibliotecapleyades.net


Sábado, 9 de maio de 2009 – Entrevista com ROBERT MORNINGSKY (“CÉU MATINAL”), O DANÇARINO DAS ESTRELAS – por Natalia Zahradnikova/NZ e Michael Hesemann/MH- (tradução de Carlos Carvalho). Outro importante testemunho do povo pele-vermelha chegou-nos por Michael Hesemann mediante a seguinte entrevista.

M.H. – Robert, como entrou em contato com a sua tradição? Quem foram os seus mestres?

R.M. – Bem, praticamente nasci junto a ela. O meu pai morreu pouco depois do meu nascimento num acidente, e portanto eu cresci com os meus avós. A dança indígena sagrada não é algo simples de se aprender. Nós podemos explicar os movimentos, mas ninguém pode mostrar o fogo interior e a paixão indispensável para se dançar. As nossas crianças dormem próximo dos tambores, inclusive quando eles são tocados com força.

Eles crescem ouvindo a batida/ritmo do tambor, crescem com a dança, observam os mais velhos, os seus pais, os seus irmãos e irmãs, e sentem um fogo dentro deles; que é algo que os impulsiona a dançar e que não lhes permite permanecer sentados em silêncio. O meu mestre, no respeitante à dança, é a minha Tribo (visto que aqui todos me ensinaram a amá-la, a dança sagrada); quem me ensinou a me converter em um guerreiro foi o meu avô ou, melhor dizendo, os meus avós.

 
M.H. – O seu avô, durante uma visão em 1947, teve um estranho encontro que mudou a sua vida…

R.M. – Sim, em Agosto de 1947 (penso que foi em 13 de Agosto), um mês depois do incidente da queda de um OVNI nas cercarias de ROSWELL, o meu avô se encontrou com cinco amigos seus para tentar ter uma visão. Trata-se de uma cerimônia indígena antiga, uma técnica para tratar de ver o próprio futuro, para estudar aquilo que nos reservam as estrelas. E durante este ritual viram uma enorme luz que se precipitou e caiu na terra.

Nós sempre acreditamos na existência dos homens das estrelas; nós sabemos quem eles são, falamos com eles, dançamos com eles, e portanto não há porque nos surpreendermos pelo fato de que o meu avô se interessasse por essa luz, desde o momento em que sabia que dentro daquela luz que caiu havia os homens das estrelas. O meu avô e os seus amigos eram muito ingênuos e ignoravam todas as regras que haviam na reserva indígena.

Não sabiam que quando uma estrela cai há que se manter a uma certa distância, porque acodem soldados de imediato, e que estes não estão muito de acordo com os índios. De toda a forma, o meu avô e os seus amigos decidiram buscar a estrela caída, a qual parecia não estar muito longe do lugar onde eles se encontravam; e efetivamente, chegaram ao lugar do acidente antes que os soldados. Inspecionaram os restos do acidente e encontraram um sobrevivente. Decidiram levá-lo consigo e curá-lo. O ser recuperava a consciência de forma intermitente. Quando se encontrava consciente, dava-lhes algumas instruções.

Depois de alguns meses já se encontrava totalmente recomposto. Nesse período de tempo conseguiram conquistar a sua confiança e lhe chamaram “O Ancião das Estrelas”. Um dia ele pegou um pequeno cristal verde, que era redondo. Quando sustentava na sua mão, podia projetar imagens sobre a pedra. Através destas imagens o meu avô e os seus amigos conseguiram saber quem ele era, o que fazia aqui e donde vinha. Decidiram não falar do ocorrido com ninguém mais porque lhes preocupava a segurança deste ser.

Tinham medo que os curiosos chegassem para lhe fazer perguntas, e que os soldados o levassem. Para sua segurança decidiram calar-se. As histórias da sua pátria e da sua forma de viver eram fantásticas. Entre outras coisas, ele também lhes falou de guerras estelares. O seu modo de vida era semelhante ao nosso, indígenas americanos. A nossa história de guerreiros era muito semelhante à deles, e por isso o meu avô e os seus amigos ficaram estupefatos, mas também o Ancião das estrelas se surpreendeu quando soube que aqueles povos primitivos conheciam técnicas semelhantes.

Tempos depois, o Ancião começou a contar a história da Terra e da humanidade tal como ele a conhecia. Algumas destas histórias o meu avô as transmitiu a mim, e por esse motivo estou aqui. Antes de que ele morresse, eu lhe prometi que contaria esta história, e este é o motivo pelo qual hoje estou aqui para dizer: “Olhai, os homens das estrelas estão aqui, eles existem e nós devemos escutar bem o que eles têm a nos dizer.” 


Acima Primeira manchete (08/07/1947) publicada em jornal local (há exatos 66 anos, em JULHO de 1947) que fala do resgate de um “Flying Saucer”, literalmente UM DISCO VOADOR. Abaixo: Notícia desmentida no dia seguinte pelo exército dos EUA, visando o acobertamento do fato.

M.H. – Como deixou o Ancião das estrelas ao seu avô? Ele foi levado embora?

R.M. – Inicialmente devia ter permanecido somente um breve período, mas foi obrigado a permanecer na Terra um pouco mais de tempo por motivo da sua segurança.

M.H – Quando lhe foi possível partir?

R.M – Depois do incidente ele permaneceu cinco anos com o meu avô, até que um belo dia deixou o acampamento e desapareceu. Voltou a aparecer mais adiante um par de vezes mais. Estou duvidando um pouco do que vou lhe dizer, mas ele deveria regressar em Agosto de 1996. Eu não sei se os homens das estrelas entendem o que significa a palavra “mundo”, especialmente “mundo civilizado”. Eu me sinto feliz em saber que ele regressará, mas também estou um pouco preocupado.

M.H – Irá à sua reserva?

R.M. – Não sei. Penso que seria melhor que ele fosse a alguma parte do deserto, longe da nossa civilização, dos carros, casas; mas não sei. Ele nos fará saber o quando e onde.

M.H. – Onde ele viveu durante os cinco anos com vocês na Terra?

R.M. – Bem, eu não gostaria de dizer exatamente onde viveu, porque muitos curiosos iriam ao lugar para buscar pistas. Eu sei que os soldados já estariam preparados…

M.H. – Viveu numa caverna ou numa tenda?

R.M. – Por todas as partes na zona de Four Corner(os quatro cantos, encontro das fronteiras de quatro estados dos EUA, Utah, Arizona, Novo México e o Colorado), entre o Arizona e o Novo México, Colorado, no deserto, no campo do meu avô e dos seus amigos. Ali há árvores, abetos, cavernas, rochas. Levavam-no de um lugar para o outro. Ele sempre estava fora. Construíram um refúgio. Procuravam estar sempre nas cercarias, mas levavam-no a diversos lugares.

M.H. – Que aspecto tinha o Ancião das estrelas?

R.M. – Esta resposta quiçá surpreenda a algumas pessoas. Já faz algum tempo a televisão dos Estados Unidos mostrou um documentário chamado “filmagem de Santilli“. Alguém me perguntou se eu queria ver esta filmagem, e me mostrou uma fotografia que tinha recebido através da Internet. Sei que muitos não me acreditarão, mas o Ancião das estrelas tinha o mesmo aspecto do ser morto da filmagem de Santilli. À minha família e a mim, desgostou-nos ver a filmagem. Não queríamos ver o corpo estendido na mesa de operações. Algumas semanas depois voltaram a passar a filmagem e eu a vi. Não foi fácil ver o filme, pois o Ser se parecia muitíssimo com o Ancião das estrelas (n.t.eram da mesma espécie, pois foram nove tripulantes que caíram, oito corpos foram resgatados pelo exército dos EUA, um ainda com vida).


Um ET resgatado morto, mostrado no filme mencionado por R.M.S, no “filme de Santilli”

Ver mais informações em:
http://thoth3126.com.br/roswell-o-dia-depois-da-queda-de-um-ufo/
http://thoth3126.com.br/roswell-o-dia-depois-da-qaeda-de-um-ufo-de-final/
http://thoth3126.com.br/roswell-entrevista-com-o-coronel-philip-j-corso/



Alguns dias depois, voltaram a passar de novo a filmagem, e os produtores da “Fox-Network” me telefonaram e me pediram a minha opinião; perguntaram-me se eu havia visto a filmagem e o que eu pensava dela. Eu não estava em condições de afirmar se o filme era autêntico ou não, porque não sou um perito; só podia dizer que o Ser que aparecia na filmagem se tratava de um ser real, e não de um manequim ou de um boneco; porque ele se assemelhava muito ao Ancião das estrelas que o meu avô salvou, incluindo o fato de ter seis dedos nas suas mãos e pés.

M.H. – O que ensinou ao seu avô o Ancião das estrelas?

R.M. – O que ele ensinou ao meu avô e aos outros, e o que aprendemos nós e os nossos filhos com eles é que a humanidade foi (e continua sendo) enganada. Os deuses, os diabos, os seres que tomam parte nas nossas histórias eram/são seres das estrelas. Fomos utilizados e manipulados porque nos ensinaram a crer em coisas que não são verdadeiras, coisas que foram inventadas, utilizando a presença destes seres para fins desonestos. Custa-me a entender como pode ser tão fácil crer em diabos e demônios, e tão difícil crer em seres das estrelas. O homem aceita o fato de que o céu (espaço) é imenso, mas não crê na vida em outros planetas. O homem crê em histórias de tapetes voadores e de ratos falantes, mas não logra crer em “discos voadores” e em homens das estrelas.

O nosso amigo só queria dizer que nós, a humanidade, tem sido enganada. Pretende-se que o homem escute, que aceite cegamente o que se lhe ensina, e que duvide do resto. O que nos vendem como correto/certo não é a verdade. A verdade é muito mais grande/abrangente, e muito mais maravilhosa do que o que nos ensinam nos livros na escola. Eu não quero ofender a nenhum mestre ou professor; muitos deles são pessoas valentes que se esforçam em ser justos, mas o que nos ensinam não corresponde à verdade. Sei que tudo isto forma parte de um sistema, uma missão para o nosso pensamento, e o seu trabalho é o de manter vivo este sistema. Mas o nosso trabalho, na qualidade de seres humanos, é de lutar pela verdade (a elevação de nossas consciências individuais) para evitar danos maiores. Isto é em resumo, o que o Ancião das estrelas tratou de nos transmitir.

M.H. – Ele falou também da história da humanidade?

R.M. – Sim, também falou disso. A humanidade não nasceu de forma espontânea, foi criada para servir aos seres das estrelas. Assim como o homem atual criou a mula, o “macho” estéril que é um cruzamento entre uma égua e um burro, e depois também fez outros cruzamentos diversos com outros diversificados tipos de plantas. Se nós estamos em condições de fazer isto, também poderia tê-lo feito um cientista que tivesse vivido há milhares/milhões de anos. E isto é o que aconteceu: o homem foi criado como um mero trabalhador braçal, como um escravo, para servir aos “deuses que o criaram em laboratório genético”.

Nós éramos um animal que foi modificado geneticamente. E isto não foi algo malvado/ruim. Se nós agora temos consciência e experiência, nós a devemos a esta experiência. Alguns de nós, muitos de nós, chegamos a entender que a vida é demasiado importante para vivê-la como escravos. Esta é uma das coisas que mais surpreendeu ao Ancião das estrelas (e a todos os demais “deuses”): que nós, nascidos como escravos, tenhamos quebrado as nossas cadeias para procurar viver a nossa vida em liberdade, que nós tenhamos sido bastante inteligentes/corajosos para fazer isto. Nós estamos em condições de realizar os nossos sonhos. Isto não é fácil, mas quando se é um guerreiro e se leva consigo o fogo interior, então tudo é possível. O que mais lhe tocou da raça humana é que nós levamos o fogo (a centelha divina, a chama trina, a nossa alma) no nosso interior.

M.H.- Que disse ele sobre o seu povo, a sua estrutura social, da sua religião?

R.M. – A religião é um tema um pouco delicado. É algo em que cremos, em que pensamos, que nos é ensinado e que nós aceitamos. No seu mundo, na sua estrela, não existe a fé religiosa. O universo está cheio de maravilhas. Para eles o conceito de fé e de religião não existe. A sua religião é simplesmente o seu modo de viver. Eu amo estas coisas. Eles não têm uma religião. Nós não deveríamos entrar em conflito sobre aquilo que cremos. Só deveríamos discutir; isto é o que deveríamos fazer. O seu grau evolutivo é muito superior ao nosso.

Para eles um homem de 100.000 anos é jovem, segundo o que disse o Ancião das estrelas; o atual corpo humano poderia viver entre 2000 e 3000 anos se nós o alimentássemos bem. Mas nós somos programados para a autodestruição. Os nossos corpos envelhecem não porque eles o querem, senão porque nós somos assim. Em tudo o que diz respeito ao modo de vida, à cultura e à sociedade dos seres da sua galáxia, existe um paralelismo com exceção da existência de religião, da duração da vida e do modo de viver, que são muito diferentes. Para eles tudo está orientado para uma vida muito longa, e para nós para uma muito curta.


O mesmo corpo de um ET resgatado morto, em Roswell, mostrado em outro ângulo no filme mencionado por R.M.S, no “filme de Santilli”

M.H. – Você teve um encontro com o Ancião das estrelas?

R.M. – Sim, eu sozinho e com outros. Eu nasci em 1947; tinha cinco anos quando o meu pai e os seus 5 amigos decidiram revelar o seu segredo a 2 ou 3 familiares. Eu era um deles e outro era meu primo. No total éramos 25 pessoas. Uns morreram e outros se foram embora; o círculo foi ficando portanto cada vez mais pequeno. Finalmente ficamos apenas 8 rapazes; 6 de nós decidimos estudar para chegar ao conhecimento que hoje são ensinados nas nossas escolas.

M.H. – Aconteceram outros encontros?

R.M. – Sim, ele voltou. A última vez que me encontrei com ele foi no Verão de 1994, aproximadamente em finais de Julho. Ele regressou e voltou a partir para as estrelas de novo. E este é o motivo porque me foi tão difícil ver a película de Santilli; porque ele tinha precisamente a mesma aparência.

M.H. – Quantos encontros você teve com ele?

R.M. – Aproximadamente uns doze. Às vezes se passavam 3 ou 4 anos antes que pudesse voltar a vê-lo. Encontrava-me com ele e passávamos algum tempo juntos, e nos comunicávamos bem.

M.H. – Telepaticamente?

R.M. – Não, não assim precisamente. Para mim, telepaticamente significa simplesmente de espírito a espírito. No meu caso não foi assim. Deixe-me dar um exemplo: Se ele tratava de me descrever uma rosa, eu via esta rosa não só no meu espírito, como também sentia o seu perfume, podia cheirá-la. Telepatia não é o termo adequado; se ele queria descrever um pássaro eu podia vê-lo, podia ouvi-lo, e inclusivamente às vezes podia tocar as suas penas. Isto é muito mais do que telepatia.

M.H. – Uma pergunta simples. De que cor era a pele dele e como ele se vestia?

R.M. – Quando o vi pela primeira vez com o meu avô, ele vestia uma espécie de túnica que lhe tinham feito o meu avô e os outros, e tinha o aspecto de um monge. Isto é do que me lembro. Não sei de que material era, mas a cor era castanha. De todo modo, a vestimenta que ele veste usualmente consiste numa peça única. Eu não posso dizer se a sua cor seria o prateado ou um branco resplandecente, parecido com a cor das pérolas. Não estou certo mas me parece que não tinha nenhum tipo de botões; não sei como era capaz de colocá-lo. Parecia um pijama de menina. A sua pele variava de rosa pálido a uma cor escura, parecia um homem branco com a pele bronzeada. A sua altura era de 1.40 ou 1.45m, e o seu corpo era vigoroso como o de um guerreiro, e não estava inchado como o que se vê na película de Santilli. Talvez aquele inchaço do corpo morto do filme se devesse aos gases emanados já no estado de putrefação do corpo.

M.H. – Voce sente medo quando se encontra com ele?

R.M. – Sinto que ele é fonte de infinita sabedoria.


Robert “Morning Sky” executando uma dança indígena sagrada.

M.H. – Voce é um índio meio “HOPI” e meio APACHE. A sua tradição fala de contatos com seres das estrelas?

R.M. – O que mais tocou fundo ao meu avô foi que o Ancião das estrelas conhecia o uso da pena/pluma de pássaro, o elemento mais importante dos nossos costumes ritualísticos e culturais. As nossas tradições dizem que estes costumes provinham das estrelas. Começaram com a Raça dos “Akhu”, os homens-pássaro que levavam dentro de si o fogo e a paixão.

Talvez isto possa irritar outras tribos indígenas, mas eu, na nossa dança tradicional, levo dois discos atrás das costas. E numa das danças, a do fogo, onde se baila o mais rápido que seja possível, estes discos giram, dão voltas, saltam até acima, até abaixo, e eu penso, e espero não atrair deste modo à raiva de alguém, que estes discos querem simbolizar algo diferente do fogo. Para todos isto é o fogo, para mim é distinto, algo muito diferente.

M.H. – Você encontrou petroglifos, desenhos nas rochas que representam seres com seis dedos nos pés?

R.M – Outro aspecto interessante da filmagem de Santilli é que o corpo daquele ser tem seis dedos nas mãos e nos pés. O ano passado eu os levei às terras do Grande Canyon, no rio Colorado, e lhes mostrei alguns desenhos que representavam a história dos Seres das estrelas, que nesse tempo habitavam a Terra, e que mais tarde decidiram emigrar. Atrás de si deixaram marcas, e a particularidade destas marcas ou pistas, era que eles tinham seis dedos. Portanto os petroglifos confirmam decididamente o que se vê no filme de Santilli. Mas demos um passo mais. Os antigos egípcios e sumérios baseavam o seu sistema numérico no número 12. O nosso sistema está baseado no número 10, por quê? Porque nós temos dez dedos. Eu então me pergunto se os seres que inventaram este sistema numérico nestas antigas civilizações não tinham 12 dedos?. Portanto temos provas também na América antiga, destacando sobretudo que este ser tem 6 dedos do pé.

M.H. – Algum outro índio que vive nas reservas indígenas no sudoeste dos Estados Unidos lhe falou alguma vez de outros incidentes ocorridos com quedas de UFOs no Verão (de junho à setembro) de 1947?

R.M. – O que mais surpreende a mim e a outros índios que vivem nas reservas é que a maior parte dos incidentes de OVNIS - segundo o que eu sei, verificaram-se 16 casos entre 1945 e 1960 nos E.U.A. -, 14 deles ocorreram nas nossas reservas indígenas. Os índios dormem muito bem em campo aberto, e se alguém quer investigar e buscar testemunhos deveria buscá-los entre as pessoas que vivem ali próximo, especialmente entre aqueles cuja vida e tradições giram em volta dos homens das estrelas. E em troca, estranhamente, nos últimos cinquenta anos a ninguém ocorreu a ideia de entrevistar os índios. Para nós isto é muito estranho. As nossas histórias são consideradas como mitos, lendas (saíram um par de livros que falam de índios e extraterrestres), mas isto não é verdadeiro.


A região chamada de “Four Corners“, onde quatro estados dos EUA (Colorado, Novo México, Arizona e Utah) se encontram. É possível de se projetar uma SUÁSTICA formada pela junção, em ângulo reto, da fronteira dos quatro estados. Os Quatro Cantos (“Four Corners”) são uma região do oeste dos Estados Unidos da América com a particularidade de ser o único lugar do país onde se encontram as fronteiras de quatro estados, em ângulos retos de 90° que, no sentido horário, são os estados do Colorado, Novo México, Arizona e Utah.Esta singularidade geográfica está situada em terras dos índios Navajo e Ute (estes últimos têm uma reserva na “esquina” do Colorado, assim como os índios HOPIS). Apesar da sua remota localização, o local é um destino turístico popular, e já desde 1912 conta com um marco geográfico, substituído em 1992 por uma placa de granito com um disco de bronze que marca o exato ponto de encontro dos quatro estados, rodeado pelos escudos e bandeiras dos respectivos estados (ver foto a seguir).

FOUR CORNERS. Nós falamos de seres verdadeiros. Por isso eu me dirijo à opinião pública e aos investigadores do tema OVNI e lhes digo: Vejam, há muitas histórias que vocês do dito mundo “civilizado” nunca escutaram. E uma delas é a do incidente de 4 de Julho de 1947; a que ocorreu em ROSWELL não foi a única daquele verão. Nós os índios sabemos que ocorreram três nesma época. A primeira teve lugar nos princípios de Junho em Socorro (Novo México).

Este é o caso a que deveria pertencer à filmagem da autópsia, e não a de ROSWELL. O dito incidente de ROSWELL ocorreu em Julho e o terceiro caso ocorreu em meados de Agosto na zona do Four Courner (encontro de quatro estados dos EUA: Colorado, Novo México, Arizona e Utah). Foi nesse último caso que o meu avô salvou o sobrevivente que nós chamamos de Ancião das estrelas; mas os investigadores de OVNIS só falam do “caso ROSWELL“, ninguém fala de outros casos; nos últimos cinquenta anos nunca fizeram nada para se aproximarem de nós, que estamos abertos, somos honestos e não queremos enganar ninguém.

M.H. – Conhece testemunhas do caso da queda em Socorro?

R.M. – Sim, naturalmente.

M.H. – Poderia me pôr em contato com eles?

R.M. – Sim, mas não posso lhe prometer que falem consigo, porque você é um homem branco. Para os índios é muito difícil confiar em quem não é índio. Eles podem ter as melhores intenções, mas não é fácil esquecer 300 anos de exploração e violência. Mas juro-lhe que neste momento há índios que sabem exatamente do que estou falando, mas eles não falarão porque têm medo, não de voce, mas das câmaras de televisão, da opinião pública; têm medo que alguém possa vir aqui atraído pela publicidade. Sim, eu poderia lhe dar os seus nomes, e poderíamos tratar de ir juntos até onde eles estão. Voce quer falar com eles? Podemos tentá-lo, mas não posso prometer nada.


O encontro dos quatro estados que formam o chamado Four Corners.

M.H. – Nós provaremos, Robert, eu voltarei. Mas você já falou com eles?

R.M. – Sim, e eles me disseram donde provinha esse disco voador e onde ele caiu, assim como o que aconteceu aos Seres das estrelas. Na reserva corriam rumores de alguns casos e de alguns seres. Frequentemente estes seres sobreviviam ao acidente, mas não aos soldados. Estas são histórias horríveis. Tratavam-se de Seres das estrelas, próximos a Deus como ninguém, e os soldados os matavam. Que possibilidade temos nós como índios? Nós somos muito menos importantes. Numa escala de 1 para 10 já nos contentávamos ao menos de pontuar com 1; por isso temos medo. Se eu os levasse até eles, e eles falassem com vocês poderiam vir os soldados? Talvez. Deveríamos confiar? Não. Desagrada-me, mas quando um povo, o nosso, que já sofreu tanto, há que se compreender que não tenham vontade de falar.

M.H. – E sobre às profecias dos índios HOPI, dos Kachinas, da Estrela Azul, do cometa Hale-Bopp. Que é que voce pode me dizer sobre isso?

R.M. – Eu não sou um Ancião HOPI, não falo para ou pelo povo dos HOPI. Uma vez tentei falar com os Anciões HOPI e lhes disse: Vejam, há que se dizer ao resto do mundo o que está se sucedendo. Como já o dissemos, nós os índios sempre temos sido castigados, e quando conhecemos uma profecia perguntamo-nos porque é que a deveríamos compartilhar com o resto do mundo? De todo o modo, o surgimento do cometa avistado pelos astrônomos, que o chamaram de HALE-BOPP é citado nas profecias. Não fica bem que eu fale das profecias e do seu significado, mas digo somente que estava tudo profetizado. Deste cometa também falam as profecias MAIAS, dos aborígenes, assim como os antigos livros dos Sumérios e dos Egípcios.

Baseando-se nas profecias dos HOPI e dos antigos hieróglifos, eu gostaria de afirmar que não creio no fim do mundo, no fim da humanidade, senão que penso que algumas coisas mudarão. Os que se esforçarem (em sua própria evolução) sobreviverão, e aqueles que tiverem medo, provavelmente não vão sobreviver (caso da maioria). E por favor não subvalorizeis as minhas palavras. Esta profecia não tem nada que ver com o espiritismo. Se eu digo 2, 4, 6, 8, qual é o número seguinte? Sem possuir faculdades paranormais você me dirá que se trata do 10. Você teria profetizado o 10?

Não, ele é uma consequência lógica. O que quero aqui dizer é que as profecias MAIAS e HOPIS não são fruto de atividades mediúnicas, mas sim de CONHECIMENTO (e sabedoria) ancestral. Eles sabem (os sábios de todas as tribos) que a cada 2000 ou 10000 anos deveriam se suceder determinadas coisas. O que significa isto? Os antigos povos conhecem a história do planeta desde muitos milhares de anos. As profecias se baseiam em modelos conhecidos e (fatos) não em forças mediúnicas.

M.H. – O que dizem estas profecias?

R.M. – A passagem do Cometa Hale-Bopp deveria coincidir com o regresso dos Katschina da Estrela Azul. Um Katschina é um espírito da natureza, a essência de todas as coisas. Uma águia tem uma Alma, nós a chamamos de Kaschina. O Vento tem uma Alma que nós também chamamos de Katschina. As nossas lendas dizem que no final dos tempos, no final deste ciclo, aparecerá uma estrela luminosa cujo nome é Nan-ga-sohn. A dita estrela é azulada, com a cabeça em forma de cruz e uma larga cauda de plumas por detrás. depois de 7 anos da sua aparição, ela desceria concluindo-se este ciclo. Esta estrela luminosa Katschina, “Nan-ga-sohn” representa, segundo a minha opinião, o cometa que se está aproximando.

Diz que esse cometa tem uma cauda de vários milhares de quilômetros: os astrônomos dizem que não é possível, mas assim é. Antes se dizia que o cometa deveria ter uma cor azul, e se descobriu que esse cometa tem uma luz azulada. Também a estrela de quatro pontas foi descoberta no semblante de Kaschina: uma estrutura, uma marca, algo na superfície do cometa que se parece a uma cruz. A longa cauda do cometa é a mesma que a do Hale-Bopp. A profecia diz que o homem branco teria medo do cometa, porque este deveria mudar o seu mundo, e eu creio nisso. O homem branco tratará de destruir este cometa. Já está começando a ter medo.

Nós veremos por todas as partes asteroides e cometas, e os consideraremos perigosos. Assim os militares construirão uma bomba, um míssil, qualquer arma para destruir este cometa, porque o consideram perigoso. Mas eu penso que se trata só de uma desculpa, pois tratarão de destruí-lo somente porque está profetizado. Eles conseguirão? Talvez. Eu penso que algumas pessoas quando verem a cruz na sua superfície pensarão em algo religioso; pensarão no regresso do Filho de Deus. Respeitosamente digo que não é exatamente assim, mas e ao mesmo tempo o será.

M.H. – O que acontecerá depois do ano 2000?

R.M. – O Cometa aparecerá em 1997, e sete anos depois estaremos em 2004. Mas há astrônomos e investigadores bíblicos peritos em computadores que analisam a data de nascimento de Jesus, e descobriram que este nasceu provavelmente sete anos antes da data oficializada. O nosso calendário estaria portanto atrasado sete anos. Se o fim do ciclo é, segundo o nosso calendário no ano 2004, somando os sete anos chegamos ao ano 2011. Este ano será só um ano antes do fim do ciclo, segundo o calendário MAIA e segundo outros calendários orientais. Por este motivo estou convencido de que o cometa Hale-Bopp é um sinal de algo que ainda deve acontecer. O fim do mundo? Não. Mas sim de Grandes mudanças? Seguramente.

(Artigo retirado da publicação da revista italiana “NONSIAMOSOLI” (Não Estamos Sozinhos), Ano XII N.º 2 Julho-Dezembro 1996, págs. 17 a 20. A inserção de fotos é extraído do mesmo artigo).


Os “deuses” (a partir de 2013) estarão voltando e isso pode NÃO SER BOM para os habitantes do planeta Terra.

Enquanto a raça humana aceitar Senhores e deuses salvadores, nós estaremos aceitando uma existência da servidão. Quando nós finalmente nos lembrarmos que nosso próprio reino planetário foi tomado, quando finalmente olharmos para nós mesmos como nosso próprio Mestre ou Deus, com responsabilidade pela nossa própria existência, liberdade e escolhas, então e só então estaremos livres de (deuses) extraterrestres. Nós somos GRANDES VÍTIMAS DE NOSSA PRÓPRIA IGNORÂNCIA E PREGUIÇA MENTAL.

O autor (Robert Morning Sky, um índio nativo Pele Vermelha) pede ao leitor branco que seja mais curioso e interessado em sua própria evolução para investigar por si mesmo as informações apresentadas aqui. Não aceite nenhuma delas como definitiva, mas desafie todas elas. Decida por si mesmo se as palavras dele aqui relatadas são confiáveis e verdadeiras. Você é seu próprio deus, você é o mestre de seu próprio destino – se você puder relembrar a Verdade que existe em seu interior.
“NÃO ANDE ATRÁS DE MIM, TALVEZ EU NÃO SAIBA LIDERÁ-LO.
POR FAVOR, NEM ANDE EM MINHA FRENTE, TALVEZ EU NÃO SAIBA SEGUI-LO.
ANDE AO MEU LADO PARA QUE JUNTOS POSSAMOS CRESCER E GALGAR OS DEGRAUS DA ELEVAÇÃO DA CONSCIÊNCIA.” – Provérbio Sioux

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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Por favor, respeitem todos os créditos


Arquivos em português:

http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Pele Vermelha

Agradecimentos a http://wp.me/p2Fgqo-vn

Atualização diária


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O Retorno de Inanna: VIII – Chandhroma ~ V.S. Ferguson

Parte II 

 Capítulo VIII do livro 

O Retorno de Inanna (Nibiru)

Os deuses ancestrais 

e a evolução do planeta Terra

 de V.S. Ferguson


“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios 1:22


O Retorno de Inanna: “Eu, Inanna, retorno para contar como faz cerca de 500 mil anos, a minha família de Nibiru tomou posse da Terra e alterou o genoma humano com o fim de produzir uma raça de trabalhadores criada para extrair ouro destinado à esgotada atmosfera de Nibiru, nosso planeta e lar original.

Como somos tecnologicamente muito superiores, esta raça de trabalhadores — a espécie humana — nos adorava como a deuses. Aproveitamo-nos deles (de voces) para liberar guerras em meio de nossas disputas familiares intermináveis até que, de um modo estúpido, desatamos sobre a Terra a terrível arma Gandiva (artefatos nucleares), que enviou uma onda de radiação destrutiva por toda a galáxia”.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.com

Parte II – Capítulo VIII do livro “O Retorno de Inanna (Nibiru). Os deuses ancestrais e a evolução do planeta Terra“, de V.S. Ferguson

“Isto chamou a atenção dos membros da Federação Intergaláctica. E então, por causa de nossas próprias ações irresponsáveis em seu planeta, vimo-nos restringidos pela BARREIRA DE FREQUÊNCIA, imposta pela FEDERAÇÃO, uma prisão de freqüência que congelou a nossa evolução”.

Retornem comigo à antiga Suméria, a Babilônia, ao vale do rio Indus e ao Egito. Dentro de meus Templos do Amor, dou a conhecer segredos antigos da união sexual cósmica nibiruana e de meus matrimônios sagrados. Através de meus olhos contemplem a Torre de Babel, o Grande Dilúvio, os Túneis das Serpentes e os cristais em espiral na pirâmide de Gizé.





Viajem comigo pelo tempo até a Atlântida, a Cachemira e o Pacífico Noroeste dos Estados Unidos à medida que encarno em meu Eu multidimensional para pôr a funcionar os códigos genéticos que estão latentes dentro de sua espécie e para libertar a Terra do controle por freqüências que exerce meu primo, o tirano deus Marduk (Baal, LÚCIFER, Bel)“.

Partes iniciais:
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-ninhursag-03/

SEGUNDA PARTE: Capítulo VIII – CHANDHROMA

Inanna e Melinar entraram na consciência de Graciela. Olnwynn os seguiu. Do ponto de vista de Graciela, eles apareciam como um campo de força dourado e sutil que continha três figuras altas que estavam de pé em sua sala, junto à chaminé da lareira. Graciela tinha estado absorvendo as lições dos dados da vida de Atilar, o sacerdote de Atlântida.

Ela suspirou: “Como é possível que haja tanto sofrimento? Como pode o Primeiro Criador observar este drama interminável de vida e morte, de beleza e dor? O que é o Primeiro Criador?”


Melinar lhe respondeu: “O Primeiro Criador apenas É”.

Oh, não! que resposta, pensou Graciela. “Escute, senhor, quando o coração de um está partido, o conceito de É não é muito consolador”.



Inanna pensou em algumas de suas experiências na Terra, inclusive como um ser extraterrestre de outra freqüência de tempo ela tinha sentido que lhe tinham quebrado o coração mais de uma vez. Desejou pensar em algo que pudesse dar a Graciela a resposta que necessitava. Ela olhou Melinar lhe implorando para que ele dissesse algo.

“Minha filha, esta é a tarefa que deves enfrentar”, disse ele. “Deves saltar das 10.000 Coisas, através do abismo de sua dúvida, até o lugar onde reside o magnífico SER DENTRO de ti. Lá encontrarás a verdade que procuras ao sentires o que o Primeiro Criador sente. Lá tu saberás”.

Isso aparenta ser muito pavoroso, pensou Graciela. imaginou que as 10.000 Coisas deveriam ser todos esses pensamentos e bobagens corriqueiras que distraem a todos os seres humanos dentro de sua ilusão cada minuto do dia, e nenhum dos quais parece importar quando um se aproxima da morte, a experiências de perda trágica, ou quando chega um momento crucial. Mas a idéia de um abismo a encheu de temor.

Pensou no filme com Harrison Ford (Indiana Jones), quando estendeu seu pé sobre o precipício de um desfiladeiro aparentemente sem fundo para dar um salto de fé. Ali havia uma ponte invisível para ele e ele a atravessou quando enfrentou seu próprio MEDO. Seria assim fácil para ela? Graciela tinha pavor às alturas. Só o fato de estar parada em uma balcão em uma janela alta lhe produzia vertigem; sentia um formigamento nos pés e se sentia apavorada à borda.



Olnwynn viu uma oportunidade e se apresentou a Graciela. Com a ajuda de Inanna, ofereceu seu amparo e coragem a ela. Inanna mostrou a Graciela os dados do Olnwynn enquanto que simultaneamente lhe mostrava os dela a ele.

Inanna escolheu um momento na infância da Graciela para mostrar a Olnwynn. Ela tinha escassos três anos e estava sentada na mesa com sua família. Seu pai entregou um pedaço de frango frito mas ela não o queria. Graciela levantou a coxa do frango e com força o atirou contra a parede.

Olnwynn riu e viu sua própria teimosia em Graciela. Logo reconheceu quem eram os membros da família de Graciela. “Por Deus! São eles, todos eles!” Surpreendeu-se de ver que a mãe de Graciela era sua bela esposa, o pai dela era o irmão de Olnwynn e o irmão da Graciela não era outro senão que o seu próprio filho que o assassinara.

Ainda estavam juntos em outro tempo. Por que tinha nascido Graciela em uma família com estes três de quem obviamente ainda tinham más lembranças e sentimentos para ele? Ou era que sentiam temor e ressentimento para com Graciela? Não era de sentir estranheza então que Graciela não fosse feliz.

Inanna respondeu aos pensamentos de Olnwynn e lhe explicou que essa era uma maneira extremamente útil de aprender e de evoluir. E, além disso, esses três queriam estar juntos. Compartilhavam um laço emotivo. Como Olnwynn, você os tratou mal e os controlou. Agora como Graciela a experiência é muito diferente, de certo modo, investiu-se no aprendizado de todos.

Graciela, que não podia deixar de escutar, pensava: se Inanna queria experimentar estas coisas, por que simplesmente não se meteu em um corpo ela mesma e viveu suas vidas, em vez de fazer com que Graciela e Olnwynn o fizessem?




“Eu FIZ ISSO, Graciela. Eu sou você. Eu fui tudo o que você foste, e tenho sentido tudo o que você tem sentido”.

Inanna tinha a esperança de fazê-la compreender, mas não parecia tão fácil posto que Graciela estava em um corpo físico de carne vulnerável e com sistema nervoso apenas parcialmente evoluído. “É esse sistema nervoso parcial o que eu quero corrigir”, adicionou Inanna.

“Se todos os meus Eus multidimensionais reúnem suficientes dados para precaver-se dos modelos repetitivos das experiências de suas vidas humanas, possivelmente um deles, possivelmente você, Graciela, crescerá além das suas limitações e porá em ação os códigos genéticos divinos de LUZ que estão latentes dentro de ti”.

“É possível. Seria como se você adicionasse maior capacidade a seu computador. Tu tens a tecnologia; só te faltas a vontade para fazê-lo. Há tantas distrações, como as 10.000 Coisas e a Barreira de Freqüência eletromagnética que colocaram ao redor de seu planeta aqueles que desejam que todos permaneçam acorrentados e sem evolução”

Graciela estava começando a compreender o que Inanna dizia. Se ela, Graciela, (que era aparentemente Inanna) pudesse de algum modo fundir-se com a consciência do guerreiro celta Olnwynn e do sacerdote de Atlântida Atilar, assim como com todos os outros que em realidade também eram Graciela, então haveria a possibilidade de que tanto conhecimento e dados combinados pudessem ativar os seus genes adormecidos e finalmente acelerar a sua evolução para além do mundo da ilusão.

Eles conseguiriam efetuar a mudança de um ser humano para outros? “Sim!”, respondeu Inanna e suspirou com uma sensação de satisfação de que pelo menos tinha se achegado mais profundamente a um de seus Eus multidimensionais. Nesse momento Olnwynn se animou e começou a rir.



“Isto poderia ser muito divertido!”, disse ele. Prometeu ajudar a Graciela para que encontrasse a coragem (do guerreiro) suficiente e se sentou ao lado dos cães dela com o desejo de poder acariciá-los. Graciela se deu conta de que os dois cães permaneceram calmos ante a presença de seus novos amigos. Bom, certamente já não estava mais sozinha, percebeu que nunca esteve, a não ser quando estava atarefada com as “10 mil Coisas”!.

“Há alguém mais?”, perguntou Graciela a Inanna e Melinar. Chandhroma nunca tinha sido tão formosa como sua mãe, mas era bonita e elegante. Teve sorte de que não a asfixiassem no momento do nascimento como se acostumava fazê-lo com os bebês do sexo feminino que nasciam nessa época. Sua mãe não teve a coragem de matá-la, embora não havia razão para conservá-la.

Era o século XVI d.C., no norte da Índia. A mãe da Chandhroma era uma prostituta, embora fosse uma cortesã da classe alta. Apaixonou-se por um poderoso conselheiro do Sultão de Cachemira. Somente lhe era útil a este homem como concubina, não como a mãe de seus filhos. Naturalmente, se o bebê tivesse sido varão, lhe teria encontrado algum lugar na corte.

Mas a filha de uma prostituta não servia a ninguém. De modo que aos três anos, Chandhroma foi entregue à escola de dança onde foi criada para ser uma bailarina da corte e onde recebeu um treinamento rigoroso. Felizmente ela se sobressaiu nesta arte porque amava a dança com paixão. Chandhroma estava sentada só no Templo da Dança.



Freqüentemente vinha ali para dançar para “a dama” (Inanna) que às vezes lhe aparecia. Rodeavam-na colunas de pedra com entalhes fantásticos de Kali e Lakshmi, os Gandharvas, as apsaras e as dançantes dakini. Frente a ela só uma vela iluminava as sombras do grande salão e uma lua cheia banhava com sua fria luz os pisos de mármore brilhantes. Chandhroma se sentou em quietude total. Tinha 14 anos e tinha sido treinada nas artes da dança durante onze anos.

Sentia saudades de sua mãe, mas “a dama” que vinha enchia o vazio de seu coração e lhe parecia que era uma deusa. Como Krishna, a dama tinha uma formosa pele azul turquesa. Levava muitos colares de lápis lázuli e braceletes de ouro. Chandhroma pensava que sua dama azul era ainda mais formosa que sua própria mãe.

Ela ficou de pé e começou a dançar, com graça dava voltas enquanto que os pequenos sinos de prata que tinha nos tornozelos emitiam suaves tons através das colunas do salão. Em sua mente, Chandhroma chegou a ser uma com a deusa. Imagens da dama azul, de Lakshmi e de Tara encheram sua consciência. Chamou para si as dakinis dançantes e se converteu em uma com a luz da lua. Suas mãos eram expressões graciosas de esperança humana e seu corpo cantava com a beleza da noite. Dançar sozinha para sua deusa era seu maior prazer.

Quando sentiu a presença da dama azul, deixou de dançar e ficou quieta. Sua respiração era curta e movia seus peitos quase imperceptivelmente. Gritou: “Dama, queria falar contigo esta noite. Logo me levarão ao palácio do Sultão para dançar. Estará comigo para me guiar na dança?”

Inanna lhe respondeu: “Sim, minha amada moça, estou contigo a onde quer que você vá. Sou parte de ti. Meu amor por ti é eterno e nunca estarás sozinha porque aqui estou te protegendo. Amo o que você é”.



Chandhroma sentiu a presença de um intruso no recinto. “Quem está ai?”, gritou ela.

“Só um admirador, minha menina”, respondeu o forasteiro. “Eu sou Vasudeva, o arquiteto dos palácios do Sultão. Seu professor de dança me falou de suas apresentações noturnas e vim em segredo para contemplar sua beleza. Sou um ancião, e não tenho intenções de te fazer dano. Quero ser seu amigo”.

Chandhroma procurou a aprovação de sua dama azul, que sorriu e assentiu. Então este é meu destino, pensou ela.

Vasuveda continuou: “Entendo que está sedenta de conhecimento, e que passas seus momentos livres desenhando os pavilhões e as esculturas do templo. Desejo te ensinar estas coisas. Uma vez tive uma filha tão formosa como você que estava no apogeu de sua beleza, mas uma enfermidade misteriosa me arrebatou isso. Era minha única luz neste mundo e você me recorda isso. Me permita que seja seu mentor quando te mudar para o palácio e te ensinarei a ler e escrever, assim como matemática, linguagem e arquitetura”.

Era algo inaudito. A nenhuma mulher era permitido aprender estas coisas. Ela sempre tinha querido conhecimento e em segredo tinha tentado aprender a escrever em sânscrito, mas às mulheres não lhes animava a que fizessem essas coisas. Ela não era mais que uma bailarina do templo. Sua posição não era melhor que a de uma prostituta, como sua mãe. “E o que terei que fazer em troca?”, perguntou.

“Trabalhar muito duro. Deve te dedicar a estas novas artes e continuar com sua dança. De outro modo não lhe permitiriam permanecer no palácio. Está ao serviço do Sultão, mas ele é meu amigo e está muito satisfeito com esta minha extravagância. É bem sabido que você é dotada, que os deuses lhe sorriem e que se interessam muito por ti. É minha intenção fazer o mesmo. Serás como uma filha para mim”.

“Aceito”. Foi tudo o que pôde dizer com o coração na garganta. Muito certamente a dama azul lhe deveu ter proporcionado esta oportunidade. Certamente, deve ser um presente dos deuses.


LAKSHMI

Inanna estava feliz com o progresso da Chandhroma. A garota tinha uma mente estupenda, aprendia muito rapidamente e se converteu no maior orgulho da Vasudeva. À medida que sua fama como dançarina crescia, ajudava a Vasudeva em seus projetos de arquitetura. Até lhe encarregou o desenho de um jardim pequeno. Cachemira era mundialmente conhecida por seus jardins. Era uma época maravilhosa para Chandhroma. Vasudeva a queria muito e, embora muitos a admirassem e a cortejassem, só lhe interessavam a dança e a obtenção de conhecimento. Ela pensava que certamente devia haver outras mulheres que desejavam ter essas oportunidades.

Um dia ela estava sozinha desenhando no jardim. Um homem jovem de aparência agradável apareceu ante ela e se apresentou. Era o filho e herdeiro do Sultão. Ela naturalmente o tinha visto na corte quando dançava mas nunca imaginou que o conheceria pessoalmente e certamente não estando sozinha. O Sultão lhe tinha posto a seu filho o nome de Arjuna como o famoso arqueiro das escrituras antigas amigo de Krishna.

“Chandhroma, estou desesperadamente apaixonado por ti”, disse Arjuna. “Vi-te dançar e Vasudeva me contou histórias sobre seu garbo e inteligência. Houve alguma vez uma mulher tão dotada e tão formosa como você no reino de meu pai?”

Por um momento seus olhos se encontraram em silêncio. A moça não tinha pensado muito no romance, não tinha tempo para isso e não queria terminar prostituta como sua mãe. Mas este jovem a fazia sentir coisas que lhe eram totalmente desconhecidas. Então Arjuna começou a lhe falar meigamente e de uma maneira espontânea lhe expressou seu amor e desejo por ela:

“Chandhroma, estive esperando este momento. Vem até mim, amada, deixa que meus braços lhe abracem. Sua pele radiante esconde os fogos ardentes debaixo dela. Cada célula de meu corpo vibra com o seu ser. Desejo estar perto de ti, amada. Seus olhos me aproximam mais do meu Lar. Sigo sua profunda escuridão como um menino inocente que só conhece um chamado. Atraído para ti como a lua atrai as correntes, as chamas se espalham pelo meu corpo.

O desejo me aflige nestas tardes quentes. Imagino cada aspecto de seu ser. Separados em corpo, unidos em alma e espírito, sempre estas comigo. Sinto o batimento de seu coração, o calor do seu hálito. Minhas células vibram com sua vida e com meu desejo de nossa união. Como desejei uma mulher como você em todos os lugares e tempos. Procuro o calor de seu suave beijo para que desperte os verdadeiros fogos que ardem dentro de mim. Permite que meu amor, como a luz do sol, derrame-se sobre seu corpo e alma”



Chandhroma ficou transfigurada com suas palavras, seu coração estava conquistado. Ela sorriu, Arjuna se sentou a seu lado e tocou suas mãos. Finalmente os dois começaram a rir e a falar como se se conhecessem durante todas suas vidas e inclusive além delas. diz-se que o amor verdadeiro pode ser assim.

Inanna se alegrou muito por Chandhroma, mas também sentiu o perigo. Já havia muitas mulheres mexericando na corte do Sultão. Sentiam inveja e desprezo pela moça. Agora que o filho do Sultão lhe tinha dedicado todos seus afetos a ela, quem sabe aonde chegariam todos esses ciúmes? O veneno era a solução mais conhecida para as rivalidades dentro de qualquer harém.

Às mulheres do palácio lhes permitia tão pouca liberdade que suas energias terminavam por menosprezar-se entre si. De vez em quando se chegava até matar a um bebê para tirar do caminho um herdeiro potencial. Certamente o harém podia ser um lugar perigoso. Como era uma bailarina, em realidade Chandhroma nunca tinha sido parte desse mundo, além disso gozava do amparo da Vasudeva.

Mas os cuidados e o amor de Arjuna a converteriam em alguma concubina frustrada com ambições de poder. Inanna sabia que as mulheres dessa época maliciosamente conspiravam umas contra as outras para defender seu escasso território. A impotência das mulheres feria profundamente a Inanna, mas era imperativo que advertisse Chandhroma sobre o perigo que a ameaçava.

Mas ela estava muito apaixonada e sob o feitiço de Arjuna se encontrava já em um mundo longínquo. Os dois amantes passavam seus dias tomando vinho e fazendo amor nos jardins mágicos de Cachemira. No palácio todos falavam sobre sua relação. Inanna não pôde por nenhum meio obter a atenção da Chandhroma. Como podia lhe advertir?



Um dia Chandhroma retornou a seu quarto e sobre a mesa encontrou um presente. Era uma garrafa de ouro com rubis vermelhos incrustados. A habilidade de quem a desenhou era impressionante e havia uma nota que descrevia as propriedades mágicas do conteúdo da garrafa. Dizia que era o elixir da beleza e a vitalidade eternas.

Inocentemente, Chandhroma abriu a garrafa e cheirou seu conteúdo. O quarto se encheu com o aroma de cem rosas e Chandhroma se deixou vencer pelo desejo de provar o elixir. Inanna temeu o pior e evocou seus poderes para o qual tombou um formoso floreiro com o fim de atrair a atenção da Chandhroma. O floreiro caiu e se quebrou sobre os ladrilhos de mármore, mas Chandhroma estava totalmente distraída, possuída pelo feitiço da fragrância de rosas.

Levantou a garrafa até seus lábios. Ao provar o líquido, sentiu uma contração violenta em seu corpo. Quando caiu ao piso duro, pensou em Arjuna. Como desejava sentir seus braços a seu redor, saborear uma vez mais seus lábios e olhar no profundo de seus olhos. Tratou de gritar, mas toda sua força se foi. Sua vida lhe escapou. Quando Chandhroma se retirou de seu corpo, Inanna estava lá para abraçá-la.

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/o-vaticano-e-o-regresso-do-planeta-x/
  3. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  4. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  5. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  6. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  7. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  8. http://thoth3126.com.br/emmanuel-origens-da-humanidade-racas-de-ets-arcanjos/
  9. http://thoth3126.com.br/naves-gigantes-se-aproximam-da-terra/
  10. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  11. http://thoth3126.com.br/baalbek-antiga-plataforma-de-pouso-para-espaconaves-extraterrestres/
  12. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  13. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
  14. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
  15. http://thoth3126.com.br/insider-da-dhs-fala-de-crise-de-magnitude-sem-precedentes-sendo-preparada-nos-eua/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione autor e fontes.

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ES: LLAMA VIOLETA







Histórias de Maldek – Petrimmor de Cartress – Parte 2 ≃ Wesley H. Bateman

PETRIMMOR DE CARTRESS, 

histórias do planeta MALDEK, 

da TERRA e do SISTEMA SOLAR 

 Parte II




Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 389 a 436.

“Não sou como eles, mas vivi entre eles. Quando vim para cá pela primeira vez, eles não desconheciam as artes da guerra, mas agora aboliram totalmente a prática da guerra que possuíam quando sua raça era jovem. Sua tradição não está fundada na covardia, pois eles correrão todos os outros tipos de perigo físico se, agindo assim, os propósitos espirituais dos Elohim forem universalmente desenvolvidos. Os habitantes do radiar Sumer [o nome do estado aberto para o corpo planetário que chamamos de Saturno] não tentam modificar os costumes dos outros, sendo anfitriões gentis e dispostos para os que são motivados como eu — para oferecer forte oposição aos que imporiam seu mal sobre todos nós.“

“Eu Sou Abdonell de NODIA, a serviço do Controle do Arco de Harpa Negro da Federação Galáctica do radiar Sumer/Saturno.”

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 389 a 436.

PETRIMMOR DE CARTRESS, PARTE 2

Dell foi o primeiro a falar. Quando ele o fez foi em fluente cartressiano, uma língua que ele tinha dificuldade de falar a cerca de vinte minutos mais cedo. Ele também agora sabia o meu nome e o nome de cada um dos meus parentes vivos e poderia descrever todas as minhas experiências de vida desde que eu comecei a pensar e falar.

Ele então me disse que do mesmo modo ele algum dia me ensinaria a língua natal de seu planeta chamado de RY. Orbaltreek perguntou a Dell se ele poderia fazer o mesmo com ele. Ele balançou sua cabeça negativamente dizendo que isso não seria possível até que Orbaltreek recuperasse sua memória total que ele recentemente havia perdido completamente. Dell então pediu para se tornar uma companhia permanente de mim e de Orbaltreek, “Eu sou o único de minha raça que partirá junto com os gracianos e tendo vocês como amigos eu não me sentirei sozinho.”



Orbaltreek e eu espontaneamente erguemos o nosso pequeno e lacrimoso amigo entre nós e lhe afirmamos que daquele momento em diante nós nunca mais nos separaríamos, até o momento em que nós tivéssemos que voltar aos nossos mundos de origem. Mais tarde Dell se deitou em posição fetal, com sua cabeça entre as pernas e caiu em sono profundo.Nós o deixamos dormindo e retornamos às nossas respectivas área de descanso.

Eu estava pronto para tomar o meu café da manhã quando ambos, Orbaltreek e Dell, chegaram. Dell estava vestindo uma túnica marrom e um par de botas de cano alto até os joelhos, da mesma cor. Sobre os seus ombros estava dependurada uma sacola grande de tecido azul escuro. Orbaltreek estava vestido do mesmo modo que no dia anterior sendo a única diferença os restos úmidos de um melão ao redor de sua boca. Ele sentou-se à minha mesa e continuou a comer o seu melão. Quando eu abri o container que continha o meu café da manhã fiquei desapontado porque não havia nenhum pedaço de melão.

A CHEGADA DE VARBREEN COM INFORMAÇÕES SOBRE ORBALTREEK

Durante o meu café da manhã, o assistente de Shyraldane, Emler, veio até nós solicitando para que nós nos dirigismos para onde o caminho nos levava à floresta. Quando nós chegamos ao local indicado, lá havia muitos outros seres de fora do mundo murmurando a respeito da convocação. Então eu ouvi uma voz familiar chamando pelo meu nome , era a voz de minha esposa, Varbreen. Após me dizer que nossos filhos ficaram sob os cuidados de meus pais, ela me informou estava coberto pelo medo com a chegada da espaçonave Graciana e que todas as indústrias paralisaram as suas atividades em todo o planeta. Após assegurar-lhe de que as coisas não eram realmente ruins como se parecia, eu então apresentei Varbreen para os meus dois novos amigos.

Após minha esposa ouvir o nome Orbaltreek, uma estranha expressão surgiu em seu rosto. Ela me puxou para o lado e sussurou em meu ouvido que “Este homem é um criminoso procurado pela policia. Eu ouvi em uma transmissão de rádio que todas as unidades de policia de Cartress estão procurando por ele.” Eu perguntei a ela “Por qual crime Orbaltreek estava sendo procurado?” Após vários instantes ela me respondeu, “Eu não consigo me lembrar agora, eu apenas sei que foi porque ele fez algo terrível.” O assistente de Shyraldane, Elmer, que estava próximo a nós, ouviu a mensagem de Varbreem sendo sussurada em meus ouvidos e falou conosco que, “Enquanto Orbaltreek estiver confinado dntro dos limites da cidade sagrada ele não pode ser preso por qualquer crime.”

Elmer então nos indicou para que seguíssemos a multidão. Mais tarde todos nós embarcamos em vários ônibus elétricos sem teto. Na medida em que penetrávamos mais profundamente na cidade de Worg, a forma dos edifícios começaram a irradiar um energia cativante. Nós ficamos tão atraídos pelas formas destas estruturas que nós não prestamos atenção ao fato de que os lados da estrada estavam preenchidos com pessoas que se aglomeravam para nos ver passando. Após quarenta minutos a caravana de ônibus sem teto parou em frente a uma estrutura do tipo que eu jamais havia visto antes. Ela parecia ter vida inteligente em si mesma, o que causava um efeito em todos que a olhavam de querer se comunicar, querer falar com o edifício.

Voce apenas sabia de que ela teria coisas maravilhosas esperando para serem ditas. Eu percebi que não importava para qual direção eu olhasse dentro daquele edifício, o pensamente que eu tivesse sobre qualquer pessoa que conhecesse me traria um sentimento de amor por essa pessoa lembrada. Em alguns casos o sentimento de amor era grande assim como em outros casos não era tão grande. Eu testei os meus sentimentos através deste efeito do prédio pensando nos piores criminosos que eu havia conhecido durante o curso de minha experiência como policial de Cartress. Um fraco sentimento de amor erradicava todos os pensamentos de desgosto e raiva que um dia senti sobre os criminosos em que eu havia pensado.

Eu então percebi que estes sentimentos não eram meus realmente, mas eram sentimentos que o edifício tinha por todas aqueles criminosos em que eu havia recordado. Foi então que eu me tornei consciente, de que eu, Petrimmor de Cartress, tinha experienciado a presença da consciência do Criador de Tudo que existe. Pela conduta das demais pessoas que me circundavam eu soube que somente eu tinha sido tão abençoado com àquela experiência.


Interior REAL de uma Nave Mãe da Federação em órbita da Terra (aparece parcialmente ao fundo).

SOMAST-CHOKE, O CHEFE GRACIANO

O chefe Graciano, Somast-Choke, vestido com uma espécie de sarongue simples de cor púrpura e calçando sandálias, estava sentado sobre vários blocos de rocha conversando com vários pedreiros de Cartress. Enquanto ele falava ia colocando pequenas penas amarelas em seu alongado chapéu negro. Após completar a decoração do mesmo, ele se levantou sobre os blocos e convidou a todos para deixarem os ônibus e se juntarem a ele em um passeio no que mais tarde seria chamado de “o local onde os anjos descansam”.

Eu não degradarei a beleza do local tentando descrevê-lo em qualquer linguagem que seja. Mesmo a linguagem da alma, chamada de Sol-Tec, serviria bem para fazer uma descrição do local que tivesse algum valor. Na medida em que seguíamos Somast-Choke em silêncio, ele ocasionalmente parava para bater com o seu diapasão em um bloco de rocha que estava destinado a ser colocado em algum lugar específico da estrutura.

Ele expressava contentamento quando o tom musical de seu diapasão o informava que aquele bloco de rocha havia sido cortado e moldado precisamente de acordo com as divinas especificações da GEOMETRIA SAGRADA. Ao fim de nosso passeio ele anunciou: “Tudo esta muito bem neste local, não é isto, Petrimmor de Cartress?”. Eu respondi com um grito: “Sim, tudo esta bem neste local, Somast-Choke de Gracyea.”

Mais tarde retornamos para a floresta e percebemos que minha cama simples havia sido trocada por outra maior, onde poderiam dormir duas pessoas e que agora havia dois recipientes de cerâmica azul com o jantar sobre a mesa. Eu fiquei imaginando o que deveria ser servido em nosso café da manhã. Nós gastamos várias horas conversando com Dell na piscina de banho a respeito de seu planeta natal, RY. Quando perguntamos a ele se era casado, ele caiu em gargalhadas dizendo que ainda era muito jovem para estar casado. Quando perguntamos a ele sobre a sua idade ficamos sabendo que ele tinha apenas cerca de oito anos de idade. Orbaltreek o questinou sobre se ele gostava de meninas fazendo-o enrubescer e colocar os dedos tapando seus ouvidos.

Minha esposa Varbreen não conseguiu mais se conter e ela perguntou a Orbaltreek se ele sabia que toda a policia de Cartress estava à sua procura para prendê-lo. Orbaltreek fitou o vazio distraidamente enquanto ele sinceramente tentava se lembrar. Ele mesmo respondeu a pergunta de Varbreen dizendo “ Eu realmente não consigo me lembrar. Espero que não tenha sido um crime pelo qual eu tenha que pagar com a mjinha vida.” Após isto eu declarei o assunto como oficialmente encerrado.

Na manhã seguinte nós fomos acordados de nosso sono por Elmer, que nos informou que já era o momento de deixarmos a cidade (sagrada) de Worg e iniciar a nossa jornada para mundos que orbitavam uma distante estrela (o nosso sistema solar da Terra). Eu fiquei imaginando onde Dell e Orbaltreek poderiam estar. Na medida em que nos aproximávamos do carro aéreo graciano, eu tive o prazer ao mesmo tempo que fiquei aliviado por ver que ambos haviam chegado antes do que nós para o embarque.

Antes que o nosso carro aéreo aterrissasse (n.t. ou melhor seria dizer Cartressasse? Afinal o planeta se chama Cartress!!) ao lado na nave mãe de Gracyea, eu percebi que apenas uns poucos cartressianos estavam ainda presentes na área, que agora estava coberta de veículos e armas abandonadas. Os cartressianos estavam se deslocando em pequenos grupos que paravam de vez em quando para absorver os suaves tons musicai s que ainda estavam emanando da nave mãe gigante dos gracianos.

O interior das paredes da nave mãe de Gracyea eram feitos totalmente de madeira polida. Muitos dos imensos painéis eram recobertos de requintadas esculturas entalhadas em sua superfície, de lindos e estranhos animais. Eu mais tarde fiquei sabendo que esses animais de fato existiam no planeta natal dos Gracianos, em Gracyea.

Nós tomamos nosso café da manhã com Dell e cerca de outros vinte seres de fora do mundo de Cartress. Eu perguntei a Dell se ele sabia por onde poderia estar nosso amigo Orbaltreek, e antes que ele pudesse responder, minha esposa Varbreen disse que “Os gracianos provavelmente o prenderam”. Dell então me respondeu que Orbaltreek havia tomado seu café da manhã mais cedo e que ele estava no interior da espaçonave de onde eles controlam o voo, na ponte de comando da Nave Mãe. Os gracianos estavam lhe ensinando como manter o curso da espaçonave gigante até o seu destino.



Varbreen e eu vagamos livremente pelo interior da enorme espaçonave Graciana e colocamos Dell como o nosso interprete. Para ele parecia não haver nenhum tipo de dificuldade em conversar e ou compreender qualquer ser humano de fora do mundo que nós encontráramos. Nós aprendemos que todos os habitantes de fora do mundo de Cartress estava vivendo à bordo da espaçonave graciana a mais de um ano e que durante este período tinha visitado mais sete outros mundos onde os gracianos estavam construindo edificações sagradas usando seu conhecimento dos números (geometria) sagrados. De cada um destes mundos, um ou mais de seus habitantes nativos agora se tornaram parte da população não Graciana da Nave Mãe de Gracyea.

Realmente nunca ocorreu para nós de que nós estávamos atualmente entrando e saindo de um sistema solar a outro até que nos entrássemos numa parte da espaçonave gigante onde uma enorme seção de seu casco fosse transparente. A nossa primeira visão de um outro planeta foi maravilhosa. A superfície daquele mundo em sua esfera gigante era azul e verde e em alguns locais era sombreado por muitas nuvens fofas e brancas.

A nave mãe Graciana orbitou o planeta apenas uma vez antes de descer em sua superfície. O local de desembarque estava cercado por edifícios cujas formas estruturais somente poderiam ter sido inspiradas e criadas pelos gracianos. Eu tinha de que eles já haviam estado neste planeta muitas vezes antes. O planeta era chamado de SUTE pelos seus habitantes nativos. A sua aparência era semelhante às raças da Terra que são chamadas de japoneses e chineses (orientais). Quando comparados conosco de Cartress, essa civilização era mais desenvolvida tecnologicamente, já tendo desenvolvido em larga escala coisas como a televisão, helicópteros e aviões com turbinas à jato.

O nosso grupo sentiu os nativos de Sute como pessoas muito amáveis. Eles eram muito educados e polidos. Quando eles falvm parecia que estavam lendo um discurso de uma folha impressa. Sempre havia uma breve pausa de alguns segundos entre uma sentença e a próxima. Como havia feito em Cartress, Somast-Choke, o chefe Graciano, visitou vários locais com edifícios em construção com o propósito de inspecioná-los. Este passeio tomou o tempo de cerca de doze dias e em um local muito impressionante nós encontramos centenas de gracianos trabalhando. Esta foi a primeira vez que vimos as mulheres gracianas. No local os gracianos atualmente estavam construindo uma cidade completa. A área circundante ao local da construção da cidade era cercada por uma luxuriante floresta tropical.

Durante a nossa estada no planeta Sute eu gastei grande parte do meu tempo sempre procurando pela minha mulher, Varbreen. O meu tempo de procura encurtou quando eu podia lembrar onde eu havia visto um aparelho de TV pela última vez, pois ela ficou fascinada (n.t. Nesse caso não é diferente do que acontece aqui na Terra) com a novidade. Quando nós partimos do planeta Sute, um número adicional de gracianos e quatro homens de Sute vieram conosco. Como um presente de despedida, uma mulher de Sute deu à minha esposa Varbreen um aparelho de televisão portátil em que ela foi capaz de assistir a transmissão da programação do planeta Sute, dentro da espaçonave, até três dias depois de nossa partida quando então de repente o sinal sumiu da tela.

Foi o momento em que a espaçonave Mãe Graciana trocou o seu sistema de propulsão para o sistema de propulsão interestelar (baseado na manipulação e controle da Luz) e quase imediatamente entrou em outro sistema solar. Varbreen ficou grandemente desapontada e ela meperguntou se o planeta para o qual nos dirigíamos teria televisão. È claro que eu não fazia a mínima idéia.

DESCARREGAMENTO EM MARTE E A CHEGADA NO PLANETA TERRA

Sete dias depois de iniciarmos a nossa viagem interestelar, nós entramos no sistema solar no qual a nossa viagem terminaria. Menos de uma hora depois, a espaçonave gigante Graciana pousou gentilmente em uma planície com escassa vegetação. À distância se podia enxergar um oceano de grama verde alta. Um céu azul sem nuvens continha bandos de pássaros que voavam de dentro da grama alçando aos céus, rodopiando no ar e depois mergulhavam novamente no oceano de pasto verdejante. Esse planeta em que pousáramos é hoje conhecido por vocês como o planeta MARTE.


Marte, o planeta Vermelho.

Nós permanecemos à bordo até que cinco grandes carros aéreos gracianos aterrissaram ao lado da nossa espaçonave. Somente Somast-Choke deixou a nave para encontrar com os recém chegados. Então, logo depois, muitos gracianos deixaram a espaçonave levando consigo inúmeras peças de equipamentos para construção de edifícios. Mais tarde vimos dois dos carros aéreos levantarem vôo e tomarem o rumo do sol que estava se pondo no horizonte, cada um carregando equipamentos suspendidos por cabos. O equipamento, que era muitas vezes maior do que os carros aéreos que os transportavam, oscilava em círculos largos dentro do campo de força gravitacional que impulsionava os carros aéreos.

Quando os veículos remanescentes foram carregados com a sua respectiva e variada carga e decolaram, a nave mãe Graciana fez o mesmo. Dentro de apenas alguns minutos e o planeta Marte havia sido deixado bem para trás, distante. Nós estávamos olhando através da seção transparente do casco, quando, para nossa surpresa, a vista de Marte e das estrelas distantes foram bloqueadas por um enorme objeto negro. De repente o gigantesco objeto foi iluminado por poderosos raios de luz que eram projetados da parte de baixo da nave mãe Graciana. Esta iluminação nos permitiu perceber claramente que nós estávamos sendo seguidos por uma espaçonave que era, no mínimo, duas vezes o tamanho da nossa nave Graciana gigante.

Nós estávamos viajando em velocidade máxima quando a outra espaçonave nos alcançou e fomos ultrapassados. Um Graciano em pé ao meu lado apontou para a espaçonave que já desaparecia à nossa frente e disse “São Nodianos”. Quando eu perguntei ao Graciano se os nodianos (do planeta NODIA) eram nativos do sistema solar em que estávamos a sua resposta foi de que não eram.

Quando Varbreen lhe perguntou como os nodianos se pareciam ele lhe disse que não poderia dizer nada porque ele nunca havia visto um em pessoa. Ele acrescentou, “Os maldequianos nos disseram que os nodianos são muito perigosos e não devemos confiar neles.” Ele antecipou a resposta à nossa próxima pergunta e antes que pudéssemos fazê-la, ele disse, “Voces estarão entre os maldequianos muito em breve.”

Então o graciano se afastou, cumprimentando outros dois membros de sua raça com os quais ele cruzou e que vinham caminhando em nossa direção. Um era o chefe Graciano Somast-Choke e o outro foi apresentado como Tixer-Chock, que era um dos que vieram à bordo da espaçonave durante o tempo em que estivemos em Marte. Ele parecia estar muito cansado. Mais tarde durante uma conversa ele nos disse que estava muito contente por ter deixado Marte para trás porque o humor das pessoas de lá poderia mudar instantaneamente de um ser gentil e bem humorado para um indivíduo de cabeça quente e brutal. Ele acrescentou que ele pessoalmente parecia ter trazido o pior deles.

Nossa aterrissagem no planeta Terra foi ignorada por centenas de gracianos e de reltianos (humanos dos planetóides de Júpiter-Radiar RELT) que estavam muito ocupados trabalhando as superfície de uma planície (Teotihuacan no México) nivelando o terreno onde eles pretendiam construir um acampamento e muitas estruturas sagradas. O local mais tarde se desenvolveu para uma cidade que os gracianos chamaram de MIRADOL e que nos dias de hoje é conhecido como Teotihuacan, no México.


Teotihuacan, a pirâmide do sol, no México, complexo construído pelos gracianos a cerca de 251 milhões de anos atrás…

Eu relembro que era um dia nublado e uma névoa quente e úmida permeava a floresta circundante. Somente os reltianos pareciam tolerar bem as condições de umidade. Com exceção de todos, somente os gracianos permaneceram à bordo da nave mãe, Depois de dois dias de chuva pesada eu finalmente vi o sol surgir por entre as nuvens pela primeira vez e iluminar a superfície do planeta.

O sol local que a Terra orbitava era ligeiramente maior do que o sol que iluminava meu planeta natal de Cartress. O solo do terreno era suave, e na ocasião nós tivéssemos que andar entre muitas poças d’água. Os construtores gracianos estavam muito interessados naquelas poças d’água porque elas poderiam identificar depressões no terreno que teriam que ser preenchidas antes que eles começassem a construção das estruturas sagradas (em Teotihuacan, no atual México).

Continua…

Mais informações sobre Maldek em: 
  1. http://thoth3126.com.br/category/maldek/


Permitida a reprodução desde que mantido o formato original e mencione as fontes.


www.thoth3126.com.br

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Posted by Thoth3126 on 26/07/2015 

Agradecimentos a URL: http://wp.me/p2Fgqo-58t




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Brasil ~ Janot: “Nunca vi um esquema de CORRUPÇÃO tão grande como o da PETROBRAS”

No Brasil, Palavres de Janot:

Nunca vi um esquema de CORRUPÇÃO tão grande como o da PETROBRAS




Procurador-geral da República, Rodrigo Janot declara em sabatina no Senado: “Nunca vi um esquema de corrupção tão grande como o da Petrobras“

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou em sua sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, hoje, dia 26 de agosto, “que nunca viu um esquema de corrupção tão grande como o da Petrobras“ e que o seu trabalho a frente do Ministério Público Federal foi desenvolvido com isenção ao longo desses dois anos. Afirmou também que estão em apuração “graves casos de corrupção“ no país.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Comissão do Senado sabatinou nesta quarta-feira (26) o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, novamente indicado ao cargo pela presidente Dilma

Redação Época – 26/08/2015 – 12h35 – http://epoca.globo.com


“Concordo com o senhor que a Petrobras foi e é alvo de um mega esquema de corrupção, um enorme esquema de corrupção. Eu, com 31 anos de Ministério Público, jamais vi algo precedente. Esse esquema de corrupção chegou a roubar nosso orgulho. Por isso que a gente investiga a fundo isso”,

Afirmou o procurador-geral, de acordo com o O Globo, em resposta ao senador Aloysio Nunes.



De acordo com o G1, ao fazer sua breve apresentação inicial na sabatina nesta quarta-feira (26), Janot afirmou que sua tentativa de ser reconduzido ao cargo por mais dois anos não tem como objetivo a “satisfação de seu ego” ou a “sofreguidão do poder”. Ressaltou ainda o compromisso de combater a corrupção sem interrupções. Durante a sabatina, Janot afirmou que o esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato é “enorme”.

Indicado pela presidente Dilma Rousseff para mais um mandato à frente da Procuradoria Geral da República (PGR), Janot precisa, para ser mantido no cargo, ter seu nome aprovado pela CCJ do Senado e, posteriormente, pelo plenário principal da Casa. Dez senadores investigados na Operação Lava Jato compõem a CCJ que sabatina o procurador-geral da Repúbica.

Ao fazer sua apresentação inicial na sabatina, o procurador-geral da República afirmou que sua tentativa de ser reconduzido ao cargo por mais dois anos não tem como objetivo a “satisfação de seu ego” ou a “sofreguidão do poder”.



“A minha motivação para tentar a recondução ao cargo não se presta à satisfação do ego ou à sofreguidão do poder. Não é isso que me move. Me move a firme vontade de continuar a servir à minha nação. Venho aqui após ter tido o reconhecimento de 799 colegas do MPF e de ter sido indicado pela presidente da República”, declarou Janot em sua primeira manifestação na sabatina do Senado.

Janot também rebateu nesta terça críticas de que o Ministério Público seleciona os investigados, mas disse que às vezes pode ser essa a impressão. Ele disse, ainda, que o MP se preocupa em, assim que possível, abrir “todo o complexo que envolveu a delação premiada” para não ser acusado de seletividade nas investigações.

“As pessoas e os fatos não é o Ministério Público que os faz. Por isso que eventualmente pode parecer seletividade”, disse. Ele explicou que os nomes e fatos investigados pelo MP vêm das colaborações com a Justiça.



“O Janot não fez lista nenhuma. Esses fatos e essas pessoas vieram por colaboradores da Justiça. […] Já que a colaboração é espontânea, a gente investiga fatos apontados por aquelas pessoas”. disse. “Não somos nós que criamos fatos e criamos nomes”, reforçou.
Na Era do Ouro, as pessoas não estavam conscientes de seus governantes.
Na Era de Prata, elas os amavam e cantavam.
Na Era de Bronze, elas os temiam.
E por fim, na Era do Ferro (a atual), elas os desprezavam.
Quando os governantes perdem sua confiança, as pessoas (e Deus) perdem sua fé (e o RESPEITO) nos governantes. – Retirado do Tao Te Ching



Mais informações em:

Agradecimentos a http://wp.me/p2Fgqo-95M




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Pensamento do Dia, 27 de Agosto de 2015



Pensamento do Dia, 27 de Agosto de 2015

Sathya Sai Baba



Os gurus (preceptores) do passado ensinavam apenas a partir da experiência; eles amavam seus alunos e procuravam corrigir suas falhas e defeitos; é assim que seus alunos levavam vidas felizes e úteis.
 
Quando os alunos finalmente deixavam a casa do Guru, ele os exortava a seguir duas orientações (Sutras) que eram tão essenciais à vida como os dois olhos (netras) - Falar a verdade; Trilhar o caminho da retidão (Sathyam vada, Dharmam chara).
 
O Guru tinha fé que o aluno (shishya) levaria a sério o conselho, pois ele mesmo era a prova viva de seu valor e validade.
 
O Guru sempre toma muito cuidado para remover do coração do aluno as ervas daninhas dos maus hábitos e tendências, e implantar nele as sementes do amor.
 
Ele insiste na disciplina espiritual (sadhana) para purificar as mentes dos alunos e para torná-los fortes o suficiente para superar as tentações de todos os tipos.
 
Apenas virtude e caráter distinguem uma pessoa verdadeiramente educada.
 
 
(Discurso Divino, 21 de junho de 1979)
 
 
 
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Quando os alunos finalmente deixavam a casa do Guru, ele os exortava a seguir duas orientações (Sutras) que eram tão essenciais à vida como os dois olhos (netras) - Falar a verdade; Trilhar o caminho da retidão (Sathyam vada, Dharmam chara). 

O Guru tinha fé que o aluno (shishya) levaria a sério o conselho, pois ele mesmo era a prova viva de seu valor e validade. 

O Guru sempre toma muito cuidado para remover do coração do aluno as ervas daninhas dos maus hábitos e tendências, e implantar nele as sementes do amor. 

Ele insiste na disciplina espiritual (sadhana) para purificar as mentes dos alunos e para torná-los fortes o suficiente para superar as tentações de todos os tipos. 

Apenas virtude e caráter distinguem uma pessoa verdadeiramente educada. 


(Discurso Divino, 21 de junho de 1979)


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