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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Nazismo: Hitler um instrumento do Anticristo (1).

NAZISMO: HITLER

Um Instrumento das Trevas e do Anticristo 

 Parte 1

Posted by Thoth3126 on 27/12/2014





Certa manhã de setembro de 1912, Walter Stein e seu jovem amigo Adolf Hitler subiram juntos as escadarias do museu Hofsburg, em Viena, Áustria. Em poucos minutos encontravam-se diante da Lança de Longinus, posta, como sempre, no seu estojo de desbotado veludo vermelho. Estavam ambos profundamente emocionados, por motivos diversos, é claro, mas, seja como for, o disparador daquelas emoções era a misteriosa lança.

Dentro em pouco, Hitler parecia ter passado a um estado de transe, “um homem – segundo Ravenscroft – sobre o qual algum espantoso encantamento mágico havia sido atirado” . Tinha as faces vermelhas e seus olhos brilhavam estranhamente. Seu corpo oscilava, enquanto ele parecia tomado de inexplicável euforia …

Thoth3126@gmail.com

Um jovem de cerca de 20 anos vagava pelo Museu Hofburg, em Viena, Áustria, como de costume estava deprimido como nunca. O dia fora muito frio, pois o vento trouxera o primeiro anúncio do outono que se aproximava. Ele temia novo ataque de bronquite que se avizinhava. Ele temia um novo ataque no seu miserável quartinho numa pensão barata. Estava pálido, magro e de aparência doentia. Sem dúvida alguma, era um fracasso. Fora recusado pela Escola de Belas Artes e pela Arquitetura. As perspectivas eram as piores possíveis.


Museu Hofburg em Vienna, Áustria

Caminhando pelo museu, entrou na sala que guardava as jóias da coroa dos Habsburg, gente de uma raça que não considerava de boa linhagem germânica. Em 1907 havia feito exames de admissão à academia das artes de Viena, sendo reprovado duas vezes seguidas. Nos anos seguintes permaneceu em Viena sem um emprego fixo, vivendo inicialmente do apoio financeiro de sua tia Johanna Pölzl, de quem recebeu herança. Chegou mesmo a pernoitar num asilo para mendigos na zona de Meidling no outono de 1909. Os outros mendigos deram-lhe a alcunha de “Ohm Krüger” (segundo o historiador Sebastian Haffner).

Teve depois a ideia de copiar postais e pintar paisagens de Viena – uma ocupação com a qual conseguiu financiar o aluguel de um apartamento, na rua Meldemann. Pintava cenas copiadas de postais e vendia-as a mercadores, simplesmente para ganhar dinheiro, não considerando as suas pinturas uma forma de arte. Ao contrário do mito popular, fez uma boa vida como pintor, ganhando mais dinheiro do que se tivesse um emprego regular como empregado bancário ou professor do liceu, e tendo de trabalhar menos horas. Durante o seu tempo livre frequentava a ópera de Viena, especialmente para assistir a óperas relacionadas com a mitologia nórdica, de Richard Wagner, e cujas produções viria, mais tarde, a financiar, como meio de exaltação do nacionalismo germânico. Muito de seu tempo era dedicado à leitura.



À direita: O quadro “Maritime Nocturno”, pintado por Adolf Hitler quando tinha apenas 23 anos, foi leiloado em 30/01/2012 e arrematado por € 32 mil euros, num leilão online da leiloeira Darte, na Eslováquia. Predomina a COR de uma noite NEGRA.

Mergulhado em pensamentos pessimistas, nem sequer notou que um grupo de turistas, orientado por um guia, passou por ele e parou diante de um pequeno objeto ali em exibição no museu. -“Aqueles estrangeiros – escreveria o jovem mais tarde – pararam quase em frente ao lugar onde eu me encontrava, enquanto seu guia apontava para uma antiga ponta de lança. A princípio, nem me dei ao trabalho de ouvir o que dizia o perito; limitava-se a encarar a presença daquela gente como intromissão na intimidade de meus desesperados pensamentos.

E, então, ouvi as palavras que mudariam o rumo da minha vida: “Há uma lenda ligada a esta lança que diz que quem a possuir e decifrar os seus segredos terá o destino do mundo em suas mãos, para o bem ou para o mal.” Como se tivesse recebido um choque para despertar de um sono profundo, ele agora bebia as palavras do erudito guia do museu, que prosseguia explicando que aquela fora a lança que o centurião romano Longinus introduzira ao lado do tórax de Jesus, como descrito em João 19:34, para ver se o crucificado já estava “morto”. Tinha uma longa e fascinante história aquele rústico pedaço de ferro. O jovem mergulharia nessa história a fundo nos próximos anos. Ele se chamava Adolf Hitler.

Voltou muitas vezes mais ao Museu Hofburg e pesquisou todos os livros e documentos que conseguiu encontrar sobre o assunto envolvendo a Lança de Longinus. Envolveu-se em mistérios profundos e aterradores, teve revelações que o atordoaram, incendiaram sua imaginação e desataram seus sonhos mais fantásticos.



http://en.wikipedia.org/wiki/Spear_of_Destiny#The_legend_of_the_spear

Sabemos hoje, em face da prática e da literatura espírita, que os Espíritos, encarnados e desencarnados, vivem em grupos, dedicados a causas nobres ou sórdidas, segundo seus interesses (e carmas) pessoais. A inteligência e o conhecimento, como todas as aptidões humanas, são neutros em si mesmos, ou seja, tanto podem ser utilizados na prática do bem como na disseminação do mal.

Dessa maneira, tanto os bons espíritos, como aqueles que ainda se demoram pelas trevas, elaboram objetivos de longo alcance visando aos interesses finais do bem ou do mal. Em tais condições, encarnados e desencarnados se revezam, neste plano e no outro, e se apoiam mutuamente, mantendo constantes entendimentos especialmente pela calada da noite, quando uma parte considerável da humanidade encarnada, desprendida pelo sono, procura seus companheiros espirituais para debater planos, traçar estratégias, realizar tarefas, ajustar situações. Há, pois, toda uma logística de apoio aos Espíritos que se reencarnam com tarefas específicas, segundo os planos traçados.



A Lança do Destino, do legionário romano Longinus.

Estudando, hoje, a história secreta do nazismo, não nos resta dúvida de que Adolf Hitler e vários dos seus principais companheiros desempenharam importante papel na estratégia geral na tentativa de implantação do reino das trevas na Terra, num trabalho gigantesco que, obviamente, tem a marca inconfundível do Anticristo e dos seus seguidores encarnados.

Para consecução desse propósito, proliferam fenômenos mediúnicos, surgem revelações, encontram-se as pessoas que deveriam encontrar-se, acontecem “acasos” e “coincidências” estranhas, juntam-se, enfim, todos os ingredientes necessários ao desdobramento do trabalho (a sincronicidade também acontece em ambos os casos, para o bem e para o mal).

August Kubizek descreve uma cena dramática que testemunhou em que Hitler, com apenas 15 anos de idade, apresenta-se claramente incorporado ou inspirado por alguma entidade desencarnada. De pé diante de seu jovem amigo, agarrou-lhe as mãos emocionado, de olhos esbugalhados e fulminantes, enquanto de sua boca fluía desordenadamente uma enxurrada de palavras excitadas.

Kubizek, aturdido, escreve, em seu livro: – Era como se outro ser falasse através de seu corpo e o comovia tanto quanto a mim. Não era, de forma alguma, o caso de uma pessoa que fala entusiasmada pelo que diz. Ao contrário, eu sentia que também ele próprio como que ouvia a si mesmo atônito e emocionado o assunto que jorrava com uma força primitiva pela sua garganta… Como enxurrada rompendo diques, suas palavras irrompiam dele. Ele invocava, em grandiosos e inspirados quadros, o seu próprio futuro e o de seu povo.

Falava sobre um mandato que, um dia, receberia do povo para liderá-lo desde a servidão aos píncaros da liberdade – uma missão especial que em futuro próximo seria confiada a ele. Ao que parece, foi o primeiro sinal documentado da missão de Hitler e o primeiro indício veemente de que ele seria o médium de poderosa equipe espiritual de seres das trevas empenhada em implantar na Terra uma nova ordem (a da Irmandade das Trevas).



Garantia-se a Hitler o poder que ele ambicionava, em troca da fiel utilização da sua instrumentação (poder psíquico) mediúnica. O pacto com as trevas fora selado nas trevas. É engano pensar que essas falanges espirituais ignoravam as leis divinas. Conhecem-nas muito bem e sabem da responsabilidade que arrostam e, talvez, até por isso mesmo, articulam seus planos tenebrosos e audaciosos, porque, se ganhassem, teriam a impunidade com que sonham milenarmente para acobertar crimes espantosos. Eles conhecem, como poucos, os mecanismos da Lei e sabem manipular com perícia aterradora os recursos e as forças espirituais de que dispõem.

Vejamos outro exemplo: o relato da Segunda visita de Hitler à lança, narrada pelo próprio. Novamente a sensação estranha de perplexidade. Sente ele que algo poderoso emana daquela peça, mas não consegue identificar do que se trata. De pé, diante da lança, ali ficou por longo tempo a contemplá-la:

- Estudava minuciosamente cada pormenor físico da forma, da cor e da substância, tentando, porém permanecer aberto à sua mensagem. Pouco a pouco me tornei consciente de uma poderosa presença em torno dela – a mesma presença assombrosa que experimentara intimamente naquelas raras ocasiões de minha vida em que senti que um grande destino esperava por mim.

- Começava agora a compreender o significado da lança – escreve Ravenscroft – e a origem de sua lenda, pois sentia, intuitivamente, que ela era o veículo de uma revelação - “uma ponte entre o mundo dos sentidos e o mundo do espírito”. As palavras entre aspas são do próprio Hitler, que prossegue:

- Uma janela sobre o futuro abriu-se diante de mim, e através dela vi, num único “flash”, um acontecimento futuro que me permitiu saber, sem sombra de dúvida, que o sangue que corria em minhas veias seria, um dia, o veículo do espírito de meu povo. Ravenscroft especula sobre a revelação. Teria sido, talvez, a antevisão da cena espetaculosa do próprio Hitler a falar, anos mais tarde, ali mesmo em frente ao Museu Hofburg (fez um discurso de uma das sacadas do prédio do Museu Hofburg, foto à esquerda a seguir), à massa nazista aglomerada, após a trágica invasão da Áustria, em 1938, quando ele disse em discurso:


Hitler em uma das sacadas do prédio do Museu Hofburg

- A Providência me incumbiu da missão de reunir os povos germânicos…com a missão de devolver minha pátria o Reich alemão. Acreditei nessa missão. Vivi por ela e creio que a cumpri.

Tudo começara com o impacto da visão da lança no museu. Já naquele mesmo dia, em que o guia dos turistas chamou sua atenção para a antiqüíssima peça, ele experimentou estranhas sensações diante dela. Que fascínio poderia ter sobre seu Espírito – um símbolo espetacular ele próprio – aquele objeto pagão, do império romano, qual a razão daquele impacto? Quanto mais a contemplava, mais forte e, ao mesmo tempo, mais fugidia e fantástica se tornava a sua impressão.

Sentia-se como se ele próprio a tivesse detido em suas mãos anteriormente, em algum remoto século da História – como se já a tivesse possuído anteriormente, como seu talismã de poder e mantido o destino do mundo em suas mãos. No entanto, como poderia isto ser possível? Que espécie de loucura era aquele tumulto no seu íntimo? Qual é, porém, a história conhecida da lança? Para saber mais é o que tentaremos resumir em seguida.

Hitler dedicou-se daí em diante ao estudo de tudo quanto pudesse estar relacionado com o seu fascinante mistério. Muito cedo ele foi de encontro a núcleos do saber oculto. Um dos seus biógrafos, Alan Bullock (Hitler: A Study in Tiranny), sem ter alcançado as motivações do futuro líder nazista, diz que ele foi um inconseqüente, o que se poderia provar pelas suas leituras habituais, pois seus assuntos prediletos eram a história de Roma antiga, as religiões orientais, ioga, ocultismo, hipnotismo, astrologia …

Parece legítimo admitir que Hitler tenha lido também obras de pesquisa espíritas, porque os autores não especializados insistem em agrupar espiritismo, magia, mediunidade e adivinhação, e muito mais sob o rótulo comum de ocultismo. Sim, Hitler estudou tudo isso e o ocultismo profundamente e não se limitou à teoria; passou à prática. Convencido da sua missão transcendental, quis logo informar-se sobre os instrumentos e recursos que lhe seriam facultados para levá-lo a cabo.



O primeiro impacto da ideia da reencarnação da alma em seu espírito o deixou algo atônito, como vimos, na sua primeira crise espiritual diante da lança, no museu de Hofburg; logo, no entanto, se tornou convicto dessa realidade e tratou a sério de identificar algumas de suas vidas anteriores. Esses estudos levaram-no ao cuidadoso exame da famosa lenda do Santo Graal, de que Richard Wagner, um dos seus grandes ídolos (n.T. Uma alma afim que em encarnação anterior havia sido seu mestre em magia negra, mas então no distante Egito…), se serviu para o enredo da ópera Parsifal.

Hitler foi encontrar nos escritos de um poeta do século XIII, por nome Wolfram von Eschenbach, a fascinante narrativa da lenda do Santo Graal, cheia de conotações místicas e simbolismos ocultos, que captaram a sua imaginação, porque ali a história e a profecia estavam como que mal disfarçadas atrás do véu diáfano da fantasia. Mas, Hitler tinha pressa, e, para chegar logo ao conhecimento dos mistérios que o seduziam, não hesitou em experimentar com o peiote, substância alucinógena extraída do cogumelo mexicano, hoje conhecida como mescalina.

Sob a direção de um estranho indivíduo, por nome Ernst Pretzsche, o jovem Adolf mergulhou em visões fantásticas que, mais tarde, identificaria como sendo cenas de uma existência anterior que teria vivido como Landulf II (Bispo e Conde) de Cápua, que serviu de modelo ao Klingsor na ópera de Richard Wagner. Esse Landulf foi um príncipe medieval (século IX) que Ravenscroft declara ter sido “the most evil figure of the century” – a figura mais infame do seu século. Sua influência tornou-se considerável na política de sua época e, segundo Ravenscroft, “ele foi a figura central em todo o mal que se praticou então naquela região da Itália”.

O Imperador romano e rei da Itália de então -844 a 875- Luis II conferiu-lhe o posto que o situava como a terceira pessoa no seu reino (Conde de Cápua e Bispo), e concedeu-lhe honrarias e poderes de toda a sorte. Landulf II teria passado muitos anos no Egito, onde estudou magia negra e astrologia. Aliou-se secretamente aos árabes muçulmanos que, apesar de dominarem a Sicília, respeitaram seu castelo, na Calábria. Nesse local sinistro, onde se situara no passado um templo dedicado aos mistérios, Landulf exercia livremente suas práticas horríveis e perversas que, segundo Ravenscroft, deram-lhe a merecida fama de ser o mais temido feiticeiro do mundo.

Finalmente, o homem que o Imperador Luis II queria fazer Arcebispo de Cápua, depois de elevá-la à condição de cidade metropolitana, foi excomungado em 875, quando sua aliança com os muçulmanos foi descoberta. Ravenscroft informa logo a seguir que, a seu ver, ninguém conseguiu exceder Wagner em inspiração, quando este coloca, na sua ópera, a figura de Klingsor (ou seja, Landulf/Hitler) como um mago a serviço do Anticristo. Aliás, muitas são as referências ao Anticristo no livro do autor inglês, em conexão com a trágica figura de Adolf Hitler.



Brasão da cidade de Cápua, curiosamente com uma taça contendo SETE SERPENTES…

Ainda veremos isto. Guiado pela sua intuição, Wagner transpôs para o terreno da arte, na sua genial ópera, o objetivo de Klingsor e seus adeptos, que era “cegar as almas por meio da perversão sexual e privá-las da visão espiritual, a fim de que não pudessem ser guiadas pelas hierarquias celestiais”.(uma das praticas mais bem sucedidas pelas forças das trevas para impedir o progresso espiritual da humanidade)

Essa atividade maligna através da perversão sexual Landulf II desenvolveu em seu tempo e suas horríveis práticas teriam exercido “devastadora influência nos líderes seculares da Europa cristã”, conforme Ravenscroft. Mas Hitler acreditava-se também uma reencarnação de Tibério, um dos mais sinistros dos Césares (e também um pervertido sexual).

Aliás, as especulações ocultistas (usemos a palavra) dos líderes nazistas estão cheias de fenômenos psíquicos e de buscas no passado. Goering dizia, com orgulho, que sempre se encarnou ao lado do Führer. Ao tempo de Landulf, ele teria sido o Conde Boese, amigo e confidente do príncipe feiticeiro, e no século XIII fora Conrad de Marburg (um inquisidor alemão medieval que combateu o movimento Gnóstico Albigense a mando do papa Inocêncio III, quando torturou e matou centenas de “hereges”), amigo íntimo do bispo de Wartburg. Goebbels, o ministro da Propaganda nazista, acreditava-se ter sido Eckbert de Meran, bispo de Bamberg, no século XIII.

Se essas encarnações auto impostas estão certas ou não, não cabe aqui discutir, mas tais especulações evidenciam o interesse daqueles homens pelos mistérios e segredos das leis divinas, que precisavam conhecer para melhor desrespeitar e burlar (principalmente quando encarnavam no seio da “santa” igreja de Roma). Por outro lado, contêm alguma lógica, quando nos lembramos de certos aspectos que a muitos passam desapercebidos. Muitos espíritos reencarnaram-se com o objetivo de infiltrarem-se nas hostes daqueles que pretendem combater, seja para destruir, seja para se apossarem da organização, sempre que esta detenha alguma parcela substancial de poder.

Não seria de admirar-se, pois que um grupo de servidores das trevas, com apoio das trevas, aqui e além, fosse alçado a postos de elevada influência entre a hierarquia católica da época, quando a Igreja desfrutava de incontestável poder temporal e terreno. O papado não esteve imune – longe disso – e por várias vezes caiu em mãos de mal disfarçados emissários do Anticristo. Lembremos outro pequeno e quase imperceptível pormenor.

Recorda-se o leitor daquela observação veiculada por um benfeitor espiritual que relatou haver sido traçada, no mundo das trevas, a estratégia do sexo desvairado e promíscuo, a fim de desviar os humanos dos caminhos retos da evolução espiritual? Sexo transviado e magia negra são aliados constantes, ingredientes do mesmo caldo escuro, onde se cultivam as paixões mais torpes. Quantas almas não se perderam e estão de perdendo por esse caminho. Hitler era do povo germânico, mas austríaco. Nasceu em 20 de abril de 1889, na encantadora vila de Braunau-am-Inn, onde também nasceram os famosos médiuns Willy e Rudi Scheider.



Alfred Rosemberg, o futuro teórico do nazismo, era então o profeta do Anticristo e se incumbia de questionar os Espíritos manifestantes nas sessões de contato dos nazistas. Ravenscroft afirma que teria sido Rosemberg quem pediu a presença da própria Besta do apocalipse, que na sua opinião (de Ravenscroft), sem dúvida dominava o corpo e a alma de Adolf Hitler, através das óbvias faculdades mediúnicas deste. Essa manifestação do Anticristo em Hitler foi assegurada por mais de uma pessoa, além do lúcido e tranqüilo Dr. Walter Johannes Stein. Um desses foi outro estranho caráter, por nome Houston Stewart Chamberlain, um inglês que se apaixonou pela Alemanha e pela causa nazista. Ravenscroft classifica-o como genro de Wagner e profeta do mundo pangermânico.

Houstin Stewart Chamberlain (9 de Setembro de 1855 — 9 de Janeiro de 1927) foi um autor britânico conhecido pelos seus trabalhos relacionados à raça ariana nascido em Southsea, Inglaterra. Aos 14 anos sofreu problemas de saúde e se tratou em vários spas na Europa, com a companhia de um tutor que lhe ensinou a cultura e língua alemã. Mudou-se para a Alemanha, participou num grupo nacionalista extremista e antissemita. Casou com Eva Wagner filha de Richard Wagner. Escreveu muitos livros relacionados à raça ariana e antissemitismo, quase todos lidos por Adolf Hitler.

Chamberlain sustentou, na sua obra “Os fundamentos do século XIX”, de 1899, que a raça superior ariana, descrita por Arthur de Gobineau, era ancestral de todas as classes superiores européias e da Ásia, indo mais além, afirmando que ela não havia sido extinta, subsistindo em estado puro na Alemanha e no norte da Europa.



Richard Wagner

Dentro da raça dos arianos Chamberlain incluiu os povos celtas e nórdicos, que considerou como pertencentes à mesma família germânica. Seu trabalho foi bem recebido na Alemanha, tendo sido convidado à Corte do Kaiser Guilherme II. Durante a Primeira Guerra Mundial escreveu artigos contra seu país de origem e naturalizou-se alemão. Seus escritos inspiraram profundamente Adolf Hitler – uma das poucas pessoas presentes ao seu funeral, em 1927.

Chamberlain também escrevia suas teses anti-racistas em transe, segundo atestou nada menos que o eminente General Von Moltke, de quem ainda diremos algo importante daqui a pouco. Chamberlain era considerado um digno sucessor do gênio de Friederich Nietzsche e, segundo o próprio Hitler, em “Mein Kampf”, “um dos mais admiráveis talentos na história do pensamento alemão, uma verdadeira mina de informações e de idéias”. Foi quem expandiu as idéias de Wagner, desvirtuando-as perigosamente, ao pregar a superioridade da raça ariana.



Segundo testemunho de Von Moltke, Chamberlain (foto à direita) evocou inúmeros vultos desencarnados da história mundial e confabulou com eles. Que ele era uma inteligência (um intelecto) invulgar, não resta dúvida. Os poderes das trevas escolheram bem seus emissários. Enganam-se, também, redondamente, aqueles que consideram Hitler um doido inconseqüente que tentou, na sua loucura, botar fogo no mundo.

A julgar por todas essas revelações que ora nos chegam ao conhecimento, ele sabia muito bem o seu papel em todo esse drama. Recebeu uma enorme fatia de poder a troco de certa missão muito específica. No domínio do mundo, se o tivesse conseguido, ele continuaria a desfrutar de posição “invejável”, como prêmio a um trabalho “bem feito”. Ainda bem que falhou, pois a amostra deixada foi terrível.

Como se explicaria, sem esse apoio maciço de espíritos encarnados e desencarnados, que um jovem pintor sem êxito, pobre, abandonado à sua sorte, rejeitado pela sociedade, tenha conseguido montar o mais tenebroso instrumento das trevas e de opressão que o mundo já conheceu? Como se explicaria que seu partido tenha emergido de um pequeno grupo político, falido e obscuro, senão que os Espíritos seus amigos o indicaram como sendo o primeiro degrau de escada que o levaria ao poder? Hitler ainda se aprofundaria muito mais nos mistérios da sua missão tenebrosa.

Precisava receber instruções mais específicas, e , como sabemos, tudo se arranjaria para que assim fosse. A hora chegaria, no momento exato, com a pessoa já programada para ajudá-lo. Um desses homens chamava-se Dietrich Eckhart. Sua história soa a algo fantástico, mas vale a pena passar ligeiramente sobre ela, a fim de entendermos seu papel junto a Hitler, que, antes de encontrar-se com Eckhart, fizera apenas preparativos para o vestibular da magia e do ocultismo.

Dietrich Eckhart era um oficial do exército alemão, de aparência afável e jovial e, ao mesmo tempo, no dizer de Ravenscroft, “um dedicado satanista, o supremo adepto das artes e dos rituais da magia negra e a figura central de um poderoso e amplo círculo de ocultistas – O Grupo Thule“, e um profundo antissemita, Eckart foi também o primeiro a usar o termo “Drittes Reich” (“Terceiro Reich”).



A Sociedade Thule (em alemão: Thule-Gesellschaft), originalmente Studiengruppe für germanisches Altertum (Grupo de Estudo para a Antiguidade Alemã) foi uma sociedade secreta ocultista cuja origem (novamente a Bavária, origem dos Illuminatis) é Munique, cujo nome era uma referência ao país místico-Thule- da lenda grega.

A sociedade é notável principalmente pela organização que patrocinou o Deutsche Arbeiterpartei (DAP), que posteriormente foi transformado por Adolf Hitler no Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores-NSDAP (o famigerado Partido Nazista Alemão- Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei - NSDAP).

Dietrich Eckart foi um dos setes fundadores do partido nazista, e morreu de um ataque de coração causado pela sua dependência de morfina, em Berchtesgaden, na Bavária, a 26 de Dezembro de 1923. Um pouco antes de sua morte ele declarou exultante:

- Sigam Hitler! Ele dançará, mas a música é minha. Iniciei-o na “Doutrina Secreta”, abri seus centros de visão e dei-lhe os recursos para se comunicar com os Poderes Ocultos (das trevas). Não chorem por mim: terei influenciado a História mais do que qualquer outro alemão.

Suas palavras não são mero delírio de um paranoico. Há muito, nas suas desvairadas práticas mediúnicas, havia recebido “uma espécie de anunciação satânica de que estava destinado a preparar o instrumento do Anticristo, o homem inspirado por Lúcifer/Baal/Marduk para conquistar o mundo e liderar a raça ariana à glória”. Quando Adolf Hitler lhe foi apresentado, ele reconheceu imediatamente o seu homem, e disse para seus perplexos ouvintes:

- Aqui está aquele de quem eu serei apenas o profeta e o precursor.

Coisas espantosas se passaram no círculo mais íntimo e secreto do Grupo Thule, numa série de sessões mediúnicas (Ravenscroft chama-as, indevidamente, de sessões espíritas…), das quais participavam outros dois sinistros generais russos e outras figuras tenebrosas. A médium, uma mulher descoberta por um certo Dr. Nemirocitch-Dantchenko, era uma pobre ignorante camponesa, dotada de variadas faculdades mediúnicas. Expelia pelo seu órgão genital enormes quantidades de ectoplasma, do qual se formavam cabeças de entidades materializadas que, juntamente com outras, incorporadas na médium, transmitiam instruções ao círculo de “eleitos”.



Voltando um pouco na história de Hitler, certa manhã de setembro de 1912, relata o Dr. Walter Johannes Stein, com o então seu jovem amigo Adolf Hitler subiram juntos as escadarias do museu Hofburg, em Viena, Áustria. Em poucos minutos encontravam-se diante da Lança de Longinus, posta, como sempre, no seu estojo de desbotado veludo vermelho. Estavam ambos profundamente emocionados, por motivos diversos, é claro, mas, seja como for, o disparador daquelas emoções era a misteriosa lança, de novo.

Dentro em pouco, Hitler parecia ter passado a um estado de transe, “um homem – segundo Ravenscroft – sobre o qual algum espantoso encantamento mágico havia sido atirado” . Tinha as faces vermelhas e seus olhos brilhavam estranhamente. Seu corpo oscilava, enquanto ele parecia tomado de inexplicável euforia.

- Toda a sua fisionomia e postura – escreve Ravenscroft, que ouviu a narrativa do próprio Stein – pareciam transformadas, como se algum poderoso Espírito habitasse agora a sua alma, criando dentro dele e à sua volta uma espécie de transfiguração maligna de sua própria natureza e poder.

Walter Stein pensou com seus botões: Estaria ele presenciando uma incorporação do Anticristo? É difícil responder, mas é certo que uma terrível presença espiritual ali estava mais do que evidente. Inúmeras outras vezes, em todo o decorrer de sua agitada existência, testemunhas insuspeitas e desprevenidas haveriam de notar fenômenos semelhantes de incorporação, especialmente quando Hitler pronunciava discursos importantes em público ou tomava decisões mais relevantes.

Ao narrar o fenômeno a Ravenscroft, 35 anos depois, o Dr. Stein diria que: -…Naquele instante em que pela primeira vez nos postamos juntos, de pé, ante a Lança de Longinus, pareceu-me que Hitler estava em transe tão profundo que passava por uma privação quase completa de seus próprios sentidos e um total eclipse de sua consciência. Hitler sabia muito bem da sua condição de instrumento de poderes invisíveis. Numa entrevista à imprensa, documentou claramente esse pensamento, ao dizer:

- Movimento-me como um sonâmbulo, tal como me ordena a providência (satânica e demoníaca em seu caso).



Livro “The Spear Of Destiny (A Espada do Destino)

Havia nele súbitas e tempestuosas mudanças de atitude. De uma placidez fria e meditativa, explodia, de repente, em cólera, pronunciando, alucinadamente, uma torrente de palavras, com emoção e impacto, especialmente quando a conversa enveredava pelos temas políticos e raciais. Stein presenciou cenas assim no velho café em que costumava encontrar-se com seu amigo, em Viena, ali por volta de 1912/1913.

Passada a explosão, Hitler recolhia-se novamente ao seu canto, como se nada tivesse ocorrido. Naqueles estados de exaltação, transformava-se o seu modo de falar e sua palavra alcançava as culminâncias da eloqüência e da convicção. Era como se um poder magnético a elas se acrescentasse, de tal forma que ele facilmente dominava seus ouvintes. Seus próprios companheiros notariam isso mais tarde, em várias oportunidades.

- Ao se ouvir Hitler – escreveu Gregor Strasser, um ex-nazista – tem-se a visão de alguém capaz de liderar a humanidade à glória. Uma luz aparece numa janela escura. Um homem com um bigode cômico transforma-se em arcanjo. De repente, o arcanjo se desprende e lá está Hitler sentado, banhado em suor, com os olhos vidrados.

Tudo fora muito cuidadosamente planejado e executado, inclusive com os sinais identificadores, para que ninguém tivesse dúvidas. Nas trágicas sessões mediúnicas do Grupo Thule, fora anunciado que o Anticristo se manifestaria depois que seu instrumento passasse por uma ligeira crise de cegueira. Isto se daria ali por volta de 1921, e seu (do Anticristo) médium teria, então, 33 anos.

Aos 33 anos de idade, em 1921, depois de recuperado de uma cegueira temporária, Hitler assumiu a incontestável liderança do Partido Nacional Socialista, que o levaria ao poder supremo na Alemanha, e depois, quase do mundo inteiro. De tanto investigar os mistérios e segredos da história universal, em conexão com os poderes invisíveis, Hitler se convenceu de realidades que escapam à maioria dos seres humanos.

A história humana, oculta ou não, é realmente o reflexo de uma disputa entre as trevas e a luz, representadas, respectivamente, pelos Espíritos que desejam o poder e o controle a qualquer preço e por aqueles que querem implantar na Terra o reino de Deus, que foi anunciado por Cristo.



Hitler sabia, por exemplo, que os Espíritos trabalham em grupos, segundo o seus interesses e por isso se reencarnam também em grupos, enquanto seus companheiros permanecem no mundo espiritual – na sombra ou na luz, conforme seus propósitos – apoiando-se mutuamente. Não é à toa que Göering e Goebbels, como vimos, reconheciam-se como velhos companheiros de Hitler.

Este, por sua vez, estava convencido de que um grupo enorme de Espíritos, que se encarnara no século IX, em torno de Landulf II em Cápua, na Itália, voltara a se encarnar novamente no século XX. Um notável episódio ocorrido com o eminente General Von Moltke durante a Primeira Guerra Mundial parece confirmar essa idéia.

Texto adaptado de Hermínio C. Miranda, publicado na Revista Espírita Reformador de Março de 1976 e do livro de Trevor Ravenscroft, de 1973, “The Spear of Destiny” (A Espada do Destino).

Continua …

Postado originalmente em setembro de 2012.

Permitida a reprodução desde mantida a formatação original e mencione as fontes.



www.thoth3126.com.br
NT: Nazismo e Sionismo são ambos regimes baseados em raça pelo que não vejo diferença entre eles.
O Sionismo financiou Hitler e o Nazismo assim como o próprio Hitler e a maioria de seus oficiais superiores eram todos sionistas.
Todos os "Judeus" presos eram anti-sionistas e o número dos que morreram foi aproximaddamente de 286,000. Em toda a Europa ocupada os Judaicos, incluindo os cazares convertidos, eram menos de  6 milhões. 


Por favor, respeitem todos os créditos
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AGHARTA -1- Visita ao Reino da Terra Interior ~ Willis G. Emerson

AGHARTA

Visita ao Reino da Terra Interior 

1

Livro “The Smoky God” ou Uma Viagem ao Mundo Interior do reino de AGHARTA






Temo que essa história aparentemente incrível, que eu vou relatar será considerada como o resultado de um intelecto distorcido e superexcitado, pelo glamour de desvendar um mistério maravilhoso, mais do que um registro verdadeiro das experiências incomparáveis ??relatadas por Olaf Jansen, cuja eloquente loucura então apelou para a minha imaginação em que todo pensamento e crítica analítica foram efetivamente dissipados pela beleza da sua História …

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

“Ele é o Deus que se senta no centro, sobre o umbigo da terra, e ele é o intérprete da religião para toda a humanidade.” – Platão.

“The Smoky God, or A Voyage Journey to the Inner Earth“, é um “romance” publicado em 1908 por Willis George Emerson, que o apresenta como um relato verdadeiro de um marinheiro norueguês chamado Olaf Jansen, e explica como o saveiro dele navegou através de uma entrada no polo norte para o interior da Terra onde ele entrou em contato com uma outra civilização.

Fonte: http://www.ourhollowearth.com/SGContents.htm

PRIMEIRA PARTE: Prefácio do Autor Willis G. Emerson

… Marco Polo, sem dúvida, se vira inquieto em seu túmulo sobre a estranha história que eu sou chamado a contar; uma história tão estranha como a de um conto de Munchausen. Também é incongruente que eu, um descrente, devo ser o único a editar a história de Olaf Jansen, cujo nome é agora pela primeira vez dado ao conhecimento ao mundo, ainda que doravante se deva classificar como um dos homens mais notáveis ??da terra.

Confesso livremente que as suas declarações não admitem uma análise racional, mas tem a ver com o mistério profundo a respeito do Polo Norte congelado que durante séculos tem reivindicado a atenção de cientistas e leigos.


Capa do livro, The Smoky God, or a Voyage to the Inner World, de Willis George Emerson

Por mais que a narrativa esteja em desacordo com os manuscritos cosmográficos do passado e atual, essas declarações simples podem ser invocadas como um registro das coisas que Olaf Jansen afirma ter vivido e visto com os seus próprios olhos.

Cem vezes eu tenho me perguntado se é possível que a geografia do mundo esteja incompleta, e que a narrativa surpreendente de Olaf Jansen seja baseada em fatos comprováveis. O leitor pode ser capaz de responder a estas perguntas para sua própria satisfação, no entanto longe o cronista desta narrativa pode estar de ter chegado a uma convicção firme. No entanto, às vezes, até eu estou conjecturando para saber se eu fui levado para longe de uma verdade abstrata pelo ignes fatui (fogo fátuo) de uma superstição inteligente, ou se os fatos até então aceitos são, afinal, fundados na falsidade.

Pode ser que o verdadeiro lar de Apolo não estivesse em Delphi (Oráculo de Delphus, Grécia), mas em que o centro da terra mais antiga do que fala Platão, onde ele diz que:

“A verdadeira casa de Apolo está entre os hiperbóreos, em uma terra de vida perpétua, onde a mitologia nos diz que duas pombas voando dos dois lados opostos do mundo reuniram-se nesta região, onde fica a casa do Apollo. Na verdade, de acordo com Hecataeus, Leto, a mãe de Apolo, nasceu em uma ilha no Oceano Ártico muito além do vento norte.”

Não é minha intenção tentar uma discussão sobre a teogonia das divindades gregas nem a cosmogonia do mundo. Meu dever é simplesmente o de iluminar o mundo a respeito de uma parte até então desconhecida do universo, como foi visto e descrito pelo antigo nórdico, Olaf Jansen.

O interesse na pesquisa do gelado Norte é internacional. Onze nações estão envolvidas ou têm contribuído para o trabalho perigoso de tentar resolver um mistério restante da Terra cosmológica. Existe um ditado, tão antigo como as montanhas, de que “a verdade (sempre) é mais estranha do que a ficção”, e de uma forma mais surpreendente este axioma foi trazido para dentro de minha casa nos últimos dias.


Duas imagens diferentes da Terra e do polo norte apresentando a mesma anomalia (destaque) no “topo do planeta”, uma provável abertura para um mundo interior.

Eram apenas duas horas da manhã, quando eu acordei excitado de um sono repousante pelo toque vigoroso de sino da minha porta. O perturbador noturno prematuro provou ser um mensageiro trazendo uma nota, rabiscada quase ao ponto da ilegibilidade, a partir de um nórdico antigo com o nome de Olaf Jansen. Depois de muita decifração, li a escrita, que simplesmente dizia: “.. Estou doente e à beira da morte, venha me ver”. A chamada era imperativa, e eu não perdi mais tempo em fazer-me pronto para cumprir com o chamado.

Talvez eu possa também explicar aqui que Olaf Jansen, um homem que muito recentemente comemorou seu nonagésimo quinto aniversário, nos últimos seis anos esteve vivendo sozinho em um bangalô despretensioso e fora da região central de Glendale, a uma curta distância da zona empresarial de Los Angeles, estado da Califórnia, nos EUA.

Foi há menos de dois anos, enquanto eu fazia uma caminhada certa tarde, que eu fui atraído pela casa de Olaf Jansen, um ambiente acolhedor, pelo seu proprietário e ocupante, a quem mais tarde vim a saber como um crente no antigo culto de Odin e Thor, as divindades míticas dos povos nórdicos.

Havia uma suavidade em seu rosto, e uma expressão gentil nos olhos cinzentos sutilmente alertas deste homem que viveu mais de noventa anos; e, além disso, um sentimento de solidão que apelava pela minha simpatia. Ligeiramente curvado, e com as mãos cruzadas atrás de si, ele andava para trás e para frente com passos lentos e medidos, no dia em que nos conhecemos. Mal saberia dizer qual foi o motivo especial que me impeliu a fazer uma pausa na minha caminhada e conversar com ele. Ele parecia satisfeito quando eu elogiei a atratividade existente no seu bangalô, e nas videiras e flores bem cuidadas em agrupamentos em profusão sobre sua janelas, telhado e amplo terreno.

Logo descobri que o meu novo amigo não era uma pessoa comum, mas um profundo estudioso a um grau notável; um homem que, nos últimos anos de sua longa vida, havia cavado profundamente em livros e que se tornou muito forte no poder do silêncio meditativo.


Foto de satélite também mostrando a existência de um “buraco” no polo norte.

Eu o encorajei a falar, e logo deduzi que ele residia apenas seis ou sete anos no sul da Califórnia, mas havia passado uma dúzia de anos antes em um dos países do Oriente Médio. Antes disso, ele tinha sido um pescador na costa da Noruega, no gelado e inóspito Mar do Norte na região das Ilhas Lofoden, de onde ele tinha feito viagens ainda mais ao norte, ao Spitzbergen e até Franz Josef Land.

Quando eu comecei a encaminhar a minha retirada, ele parecia relutante em deixar-me ir embora de seu bangalô, e me pediu para vir novamente. Embora na época eu não pensasse em nada, eu me lembro agora que ele fez uma observação peculiar enquanto eu estendia minha mão em despedida. “Você vai voltar?” ele perguntou.

“Sim, você vai voltar algum dia eu tenho certeza que você vai voltar; e então eu vou mostrar-lhe a minha biblioteca e dizer-lhe muitas coisas com as quais você nunca sonhou, coisas tão maravilhosas que pode ser que você não vai acreditar em mim.”

Eu, rindo, assegurei-lhe que eu não iria apenas voltar, mas estaria pronto para acreditar que ele poderia optar por me contar sobre suas viagens e aventuras.

Nos dias que se seguiram eu me tornei bem familiarizado com Olaf Jansen, e, pouco a pouco, ele me contou a sua história, tão maravilhosa, que seus desafios muito ousados desafiam a razão e a crença. O velho Norseman (Homem do Norte) sempre se expressou com tanta seriedade e sinceridade que fiquei encantado com suas estranhas narrações.

Depois vieram os mensageiros me chamar àquela noite, e rápido eu me dirigi ao bangalô onde residia Olaf Jansen. Ele estava muito impaciente com a longa espera pela minha chegada, embora depois de ser convocado eu tinha vindo imediatamente ter à sua cabeceira.



“Devo me apressar”, ele exclamou, enquanto ele ainda segurava minha mão em saudação. “Eu tenho muito para lhe dizer e que você não sabe, e eu não vou confiar em mais ninguém além de você. Eu percebi isso totalmente,” ele continuou apressadamente, “que não devo sobreviver à esta noite. Chegou o momento para eu me juntar a meus pais, no bom sono (da morte)”

Ajustei os travesseiros para torná-lo mais confortável, e assegurei-lhe de que eu estava feliz por ser capaz de servi-lo de qualquer maneira possível, pois eu estava começando a perceber a gravidade de sua condição.

O adiantado da hora, a quietude do ambiente, a sensação estranha de estar a sós com o moribundo, junto com sua história estranha, tudo combinado para fazer o meu coração bater mais rápido e forte, com uma sensação de que eu não tenho, mesmo hoje, como nomear. Na verdade, houve muitas vezes que varei a noite sentado no velho sofá de Olaf Jansen, e houve muitas vezes desde então, quando uma sensação e não uma convicção tomou posse da minha alma, e eu parecia não apenas acreditar, mas realmente ver, as terras estranhas, as pessoas estranhas e o estranho mundo de que ele me disse existir, de ter conhecido e de ouvir o coro de orquestra poderosa de mil vozes luxuriosas.

Por mais de duas horas, ele parecia dotado de força quase sobre-humana, falando rapidamente, e ao que tudo indica, de forma racional. Finalmente, ele me deu em minhas mãos alguns dados, desenhos e mapas, material bruto.”Estes papeis”, disse ele, concluindo:

“Deixo em suas mãos. Se eu puder ter a sua promessa de revelar esta história para o mundo, eu morrerei feliz, porque eu desejo que as pessoas possam conhecer a verdade, e então, todo o mistério sobre a congelada terra do Norte (Northland) será explicado. Não há nenhuma chance de seu sofrimento ser igual ao destino que eu sofri. Eles não vão colocar você em ferros, nem vão interná-lo em uma casa de loucos, porque você não está contando a sua própria história, mas a minha, e eu, graças aos deuses, Odin e Thor, já estarei em minha sepultura, e assim fora do alcance dos descrentes que sempre perseguem os que falam da verdade“.

Sem um pensamento dos resultados de longo alcance e a promessa dela decorrentes, ou prevendo as muitas noites sem dormir que a obrigação, desde então, me trouxe, eu dei a minha mão e com ela a promessa de cumprir fielmente o seu desejo antes dele morrer.



À medida que o sol se levantou sobre os picos de San Jacinto, no extremo leste, o espírito de Olaf Jansen, o navegador, o homem do norte distante e gelado, o explorador e adorador de Odin e Thor, o homem cujas experiências e viagens, como relacionadas, são, sem paralelo na história conhecida do mundo, faleceu, e eu fui deixado sozinho com os mortos (os que vivem, mas não tem consciência).

E agora, depois de ter pago os últimos ritos fúnebres para com esse homem estranho das Ilhas Lofoden, e o ainda mais longínquo “norte”, o explorador corajoso de regiões geladas, que, em seus anos de declínio (depois de ter ultrapassado os quatro pontos cardeais navegando) tinha procurado um asilo de paz repousante na ensolarada Califórnia, eu me comprometi a tornar pública a sua extraordinária história.

Mas, antes de tudo, deixem-me fazer uma ou duas reflexões: Uma geração sucede outra geração, e as tradições do passado nebuloso são transmitidas de pai para filho, mas por algum motivo, o estranho interesse na desconhecida terra do gelo não se abate com a passagem dos anos, ou nas mentes dos ignorantes ou do tutelado.

Com cada nova geração um impulso inquieto agita os corações dos homens para capturar a cidadela velada e escondida do Ártico, o círculo do silêncio, a terra das geleiras, os resíduos das águas frias e ventos que são estranhamente quentes. Crescente interesse se manifesta sobre os icebergs montanhosos, e as especulações maravilhosas são o espetáculo de respeito ao centro da terra da gravidade, o berço das marés, onde as baleias têm seus berçários, onde a agulha magnética enlouquece, onde a Aurora Boreal ilumina e colore pintando a noite com cores iridescentes, e onde os espíritos bravos e corajosos de todas as gerações se atrevem a aventurar e explorar, desafiando os perigos da “terra mais distante do Norte.”

Uma das mais hábeis obras escritas dos últimos (já quase 130) anos é “Paradise Found—the Cradle of the Human Race at the North Pole (1885)” – Paraiso Encontrado, o berço da raça humana no Pólo Norte -, de William F. Warren. Em seu volume cuidadosamente preparado, o Sr. Warren quase colocou o dedo sobre a verdade, mas a perdeu aparentemente por apenas um fio de cabelo, se a revelação do velho homem do norte (Olaf Jansen) for verdade. O Dr. Orville Leech, um cientista, em um artigo recente, diz:

“As possibilidades de existir terra dentro da terra chamaram primeiro a minha atenção quando eu peguei um geodo nas margens dos Grandes Lagos O Geodo é uma pedra esférica e, aparentemente, sólida, mas quando quebrada é oca e revestido com cristais. A Terra é apenas uma grande forma de um geodo, e a mesma lei que criou o geodo em sua forma oca, sem dúvida, formou a Terra, do mesmo modo e formato”.

Ao apresentar o tema desta história quase inacreditável, como ditada por Olaf Jansen, e complementada por manuscritos, mapas e desenhos crus que me foram confiados por ele no momento de sua morte, uma introdução apropriada é encontrada na seguinte citação:



“No princípio criou Deus os céus e a terra, e a terra era sem forma e vazia”. e também: “Deus criou o homem à sua própria imagem e semelhança.” Portanto, mesmo em coisas materiais, o homem deve ser semelhante a Deus, porque ele é à semelhança do Pai. Um homem constrói uma casa para si e sua família. Os alpendres ou varandas estão todos de fora, e são secundários. O prédio mais central é realmente construído para as conveniências de dentro da casa.

Olaf Jansen faz o anúncio surpreendente através de mim, um instrumento humilde, que de igual modo, Deus criou a Terra para o “interior” – ou seja, por suas terras, mares, rios, montanhas, florestas e vales, e para as suas outras conveniências internas, enquanto a superfície externa da Terra é apenas a varanda, o alpendre, onde as coisas crescem, por comparação, mas são pouco povoadas, como o líquen no lado da montanha, agarrando-se com determinação para a sua existência nua.

Pegue uma casca de ovo, e a partir de cada extremidade faça sair uma ponta de lápis. Extraia o seu conteúdo, e então você terá uma representação perfeita da terra de Olaf Jansen. A distância a partir da superfície interior para a superfície exterior, de acordo com ele, é de cerca de 300 milhas. O centro de gravidade não está no centro da terra, mas no centro do reservatório ou crosta; portanto, se a espessura da crosta ou concha da Terra é de 300 milhas, o centro de gravidade estaria 150 milhas abaixo da superfície.

Em seu livros diários de bordo, os navegantes e exploradores do gelado ártico nos falam da imersão da agulha como as velas de embarcações em regiões do norte mais distante conhecido. Na realidade, eles estão em curva; na borda do reservatório, onde a gravidade é geometricamente aumentada, e enquanto a corrente elétrica aparentemente corre para cima e para fora, no espaço e para a ideia fantasma do Pólo Norte, mas esta mesma corrente elétrica cai de novo e continua o seu curso para o sul ao longo da superfície interior da crosta terrestre.

No apêndice de seu trabalho, o capitão Sabine dá conta de experimentos para determinar a aceleração do pêndulo em diferentes latitudes. Este parece ter resultado do trabalho conjunto de Peary e Sabine. Ele diz: “A descoberta acidental que um pêndulo ao ser removido de Paris para a vizinhança do equador aumentou seu tempo de vibração, deu o primeiro passo para o nosso conhecimento atual de que o eixo polar da Terra é menor do que o equatorial, que a força da gravidade na superfície da Terra aumenta progressivamente de intensidade a partir do equador para os pólos” (n.t. por este motivo, as principais bases de lançamentos de grandes foguetes ficam próximas do Equador, onde a força da gravidade é menor).

De acordo com Olaf Jansen, no início deste nosso velho mundo, ele foi criado exclusivamente para SER HABITADO “dentro” do planeta, onde estão localizados os quatro grandes rios mencionados na Bíblia – o rio Eufrates, o Pison, o Giom e o Tigre. Estes mesmos nomes de rios, quando aplicados aos grandes cursos de água na superfície “externa” da terra, na sua superfície, são puramente reflexo da tradição de uma antiguidade para além da memória do homem atual.

No topo de uma alta montanha, perto da principal fonte destes quatro rios, Olaf Jansen, o Norseman, afirma ter descoberto o há muito perdido “Jardim do Éden”, o verdadeiro umbigo da terra, e de ter passado mais de dois anos estudando e reconhecendo esta maravilhosa civilização “dentro” da terra, exuberante com plantas enormes e estupendas e cheio de animais gigantes; uma terra onde as pessoas vivem para ter séculos de idade, segundo a ordem de Matusalém e outros personagens bíblicos; uma região onde um quarto da superfície “interior” é de água e três quartos de terra; onde existem grandes oceanos e muitos rios e lagos; onde as cidades são superlativas na sua construção e magnificência; onde os meios de transporte são muito mais avançados do que o nosso (n.t. isso ainda no começo do século XX, em 1908, quando o livro “The Smoky God” foi publicado por Willis George Emerson), assim como nós, com as nossas realizações nos vangloriamos de sermos mais avançados do que os habitantes da “África negra”


De novo a entrada no polo norte para o reino da Terra Interior, para Agharta, se revela.

A distância em frente ao espaço a partir da superfície interior para a superfície interna é de cerca de 600 milhas a menos do que o diâmetro reconhecido da terra. No centro idêntico deste vasto vácuo esta a sede da obtenção de energia elétrica – uma bola gigantesca de fogo de cor vermelho escuro (Surya, o sol central no interior da Terra) – não surpreendentemente brilhante, mas cercado por uma nuvem luminosa branca, suave, dando luz e calor uniforme, e mantido em seu lugar no centro deste espaço interno a lei imutável da gravidade. Esta nuvem elétrica é conhecida pelo povo do “interior da Terra” como a morada de “The Smoky God” (O deus nebuloso). Eles acreditam que aquilo seja o trono de “O Altíssimo”.

Olaf Jansen me lembrou de como, nos velhos tempos de faculdade, estávamos todos familiarizados com as demonstrações laboratoriais de movimento centrífugo, que mostravam claramente que, se a Terra fosse um corpo sólido (e não oco como ela realmente é), a rapidez de sua revolução em cima de seu eixo iria rasgá-la em mil fragmentos.

O velho homem nórdico também sustentou que a partir dos pontos mais distantes da terra ao norte, nas ilhas de Spitzbergen e Franz Josef Land, bandos de gansos podem ser vistos anualmente voando ainda mais para longe ao norte, assim como mostram o registro de marinheiros e exploradores em seus diários de bordo. Nenhum cientista foi ainda audacioso o suficiente para tentar explicar, até mesmo para sua própria satisfação, em direção a que local de terra estas aves são guiadas por seu instinto sutil. No entanto, Olaf Jansen nos deu uma explicação mais razoável.

A presença do mar aberto no Northland (Terras do norte) também é explicada. Olaf Jansen afirma que a abertura do pólo norte, entrada ou buraco, por assim dizer, é de cerca de 1.400 milhas de diâmetro. Em conexão com isso, vamos ler o que escreve o Explorador Nansen, na página 288 do seu livro:

“Eu nunca tive uma vela tão enfunada pelo vento esplêndido rumando para o norte, de forma constante ao norte, com um bom vento, tão rápido quanto vapor e vela podem levar-nos, milha após milha pelo mar aberto, sempre olhando, através destas regiões desconhecidas, sempre mais e mais limpa de cobertura de gelo, quase se poderia perguntar: Quanto tempo isso vai durar? O olho sempre se volta para o norte, como alguém atravessando uma ponte olha sempre á frente. Ele está olhando para o futuro. Mas há sempre o mesmo céu escuro à frente, o que significa mar aberto”.

Mais uma vez, a Norwood Review of England, em sua edição de 10 de maio de 1884, diz: “Não admitimos que há gelo até o Pólo Norte – uma vez dentro da grande barreira de gelo, um novo MUNDO surge sobre o explorador do extremo norte, o clima é leve como o da Inglaterra, e, depois, ameno como das Ilhas Gregas”.

Alguns dos rios no “interior”, como afirma Olaf Jansen, são maiores do que os nossos rios Mississippi e Amazonas combinados num ponto de volume de água transportada; na verdade, sua grandeza é ocasionada pela sua largura e profundidade ao invés de seu comprimento, e é na foz desses rios poderosos, à medida que fluem para o norte e para o sul ao longo da superfície interior da terra, que os icebergs gigantescos são encontrados, alguns deles de quinze e 20 milhas de largura e 40-100 milhas de comprimento.

Não é estranho que nunca houve um iceberg encontrado tanto no Oceano Ártico ou da Antártica que não seja composto por água doce? Os cientistas modernos afirmam que o congelamento elimina o sal, mas Olaf Jansen afirma de forma diferente.

Os antigos Hindus, escritos japoneses e chineses, assim como os hieróglifos das raças extintas do continente norte-americano, todos falam do costume de adoração ao Sol, e é possível, à luz surpreendente de revelações de Olaf Jansen, que o povo do mundo interior, atraídos por vislumbres do sol que brilhou sobre a superfície interna da Terra, a partir da abertura dos pólos norte ou do sul, ficaram insatisfeitos com o “The Smoky God,” o grande pilar ou a nuvem mãe da energia elétrica, e , cansado de sua atmosfera continuamente suave e agradável, seguiram a luz mais brilhante do sol externo, e foram finalmente levados para além do cinturão de gelo e espalhados sobre a superfície “externa” da terra, através da Ásia, Europa, América do Norte e, mais tarde, África, Austrália e América do Sul(1).

1 A seguinte citação é significativa; “Conclui-se que o homem saindo de uma região-matriz ainda indeterminada, mas que uma série de considerações indicam ter sido no Norte, tem se espalhado e irradiado em várias direções; que suas migrações têm sido constantemente de Norte para o Sul.” – M. ??le Marquis G. de Saporta, na Popular Science Mensal, Outubro, 1883, página 753.



É um fato notável que, quando nos aproximamos do equador, a estatura da raça humana cresce menos. Mas os patagônios da América do Sul são, provavelmente, os únicos aborígenes do centro da terra que sairam através da abertura geralmente designada como o Pólo Sul, e eles são chamados de a raça gigante.

Olaf Jansen afirma que, no início, o mundo foi criado pelo Grande Arquiteto do Universo, para que o homem pudesse habitar em sua superfície “interior”, que tem sido, desde então a habitação dos “escolhidos”, apenas uma civilização mais evoluída do que a nossa de superfície.

Os que foram expulsos do “Jardim do Éden”, a nossa civilização, trouxe sua história tradicional sobre a terra interior junto com eles.

A história das pessoas que vivem no “interior” contém uma narrativa que sugere a história de Noé e da arca com os quais estamos familiarizados. Ele navegou para longe, como fez Colombo, a partir de uma certa porta, para uma terra estranha que ele tinha ouvido falar de longe para o norte, levando consigo todos os animais dos campos e aves do céu, mas nunca se ouviu falar dele mais tarde.

Sobre os limites do norte do Alasca, e ainda com mais frequência na costa da Sibéria, são encontrados-depósitos de ossos contendo presas de marfim em quantidades tão grandes a ponto de sugerir que são lugares com restos de animais da antiguidade. De acordo com relatos de Olaf Jansen, eles vieram da grande vida animal prolífica que abunda nos campos e florestas e nas margens dos numerosos rios do mundo interior (Agharta) existente dentro da Terra. Os materiais ficaram presos nas correntes oceânicas, ou foram liberados do gelo pelas banquisas, e se acumularam como madeira flutuante na costa da Sibéria. Isso vem acontecendo há muito tempo, e, portanto, surgem estes depósitos de ossos misteriosos. Sobre este assunto William F. Warren, em seu livro já citado, páginas 297 e 298, diz:

“As rochas do Ártico falam de uma Atlântida perdida mais maravilhosa do que Platão. As camadas de marfim fóssil da Sibéria excedem tudo do tipo encontrado no mundo. Desde os dias de Plínio, pelo menos, eles têm sido constantemente explorados, e ainda são a principal fonte do abastecimento de marfim. Os restos de mamutes são tão abundantes que, como diz Gratacap, “as ilhas do norte da Sibéria parecem ser construídas de aglomerado de ossos”.

Outro escritor científico, falando das ilhas da Nova Sibéria, norte da foz do rio Lena, usa esta linguagem:. “Grandes quantidades de marfim são escavados fora da terra a cada ano. De fato, algumas das ilhas se acredita serem nada mais do que uma acumulação de madeira à deriva e de corpos de mamutes e outros animais antediluvianos congelados juntos. “A partir disso, pode-se inferir que, durante os anos que se passaram desde a conquista russa da Sibéria, presas úteis de mais de vinte mil mamutes foram coletadas”.


O eletro magnetismo do planeta flui pelos dois polos da Terra.

Mas agora vamos para a história de Olaf Jansen sobre a existência de uma civilização no interior da Terra, cuja entrada fica no Polo Norte. Vou contá-la em detalhes, tal como estabelecido por ele mesmo em manuscrito, e tecida no relato, assim como ele fez algumas citações de obras recentes sobre a exploração do Ártico, mostrando o cuidado com o velho Norseman em comparação com suas próprias experiências daquelas de outros exploradores do norte congelado. Assim escreveu o discípulo de Odin e Thor, a sua própria história …


Saiba mais sobre AGHARTA em:
  1. http://thoth3126.com.br/agharta-o-mundo-intra-terreno-em-nosso-planeta/
  2. http://thoth3126.com.br/brasilia-jk-akhenaton-eo-egito/
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Posted by Thoth3126 on 31/05/2015 
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Historias de Maldek – Churmay de Venus – Parte I

CHURMAY de VÊNUS 

 Histórias da TERRA, de MALDEK 

e do Sistema Solar 

 Parte I.

Posted by Thoth3126 on 18/01/2015

atravesdeolhosalienígenas.


“Eles são como as mais frágeis flores em forma humana. Suas canções e palavras de amor expressam mais realidade sobre a grande emoção do que qualquer canção ou palavra por mim ouvida ou sentida, oferecida com o máximo de sinceridade por habitantes de qualquer outro mundo.

Tenho certeza de que o Criador de Tudo Que É de vez em quando pede silêncio e roga que um habitante de Wayda (Vênus) cante uma canção de amor. Que a bondade espiritual dos habitantes de Wayda seja um exemplo para todos nós”. Eu Sou Tinsel de Nodia.”

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 71 a 99, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO.

Saibam que eu, CHURMAY falo apenas como uma mulher de Wayda (Planeta Vênus) cujas vidas passadas foram sempre influenciadas pelos costumes espirituais de meu El (O Logos-deus criador do planeta Vênus/Wayda). Ele incutiu esses costumes em minha alma muito antes de eu enxergar através dos olhos físicos as muitas realidades que compõem a criação (e não apenas a realidade inerente “a roupa de carne que no momento vestimos“).



É verdade que apenas o Criador de Tudo Que É tem conhecimento do número total de mundos que existem (e dos seus criadores) para prover as necessidades da vida de homens, mulheres e de seus filhos. Nos mundos sobre os quais possuo algum conhecimento pessoal, o papel da mulher raras vezes se repete de forma exata.

Há mundos situados além de nosso sistema solar nos quais as mulheres governam totalmente. Nos quadros da Federação e das casas de comércio, existem mulheres que estão em pé de igualdade com os Senhores de Planejamento e que comandam as manobras de espaçonaves-mães imensas. O que em certas sociedades poderia parecer falta de igualdade para as mulheres em seu relacionamento com os homens não seria de maneira alguma considerado assim pelas mulheres dessa mesma sociedade.

Existem várias razões para a existência desse estado de espírito. Pode ser a vontade do Senhor Deus El (ou das próprias mulheres) daquele mundo que as mulheres atuem dessa maneira na vida. Essas razões divinas podem variar e ser tão numerosas como os grãos de areia de uma praia. Além disso, em alguns mundos a essência psíquica da metade feminina de um par de almas gêmeas pode se subdividir em até SETE partes.Eu mesma sou uma de duas dessas subdivisões psíquicas. Em virtude dessas subdivisões, pode haver em tais sociedades (como na cultura marciana) até sete mulheres para cada homem. Se esse mundo for governado por uma democracia na qual todos têm direito a voto, as coisas parecem ir muito bem.

Eu jamais conseguiria descrever os vários tipos de relacionamento entre mulheres e homens nos incontáveis mundos habitados que preenchem o universo. Na verdade, é o amor que homens e mulheres sentem uns pelos outros e o cuidado terno que dedicam a seus filhos o que realmente agrada aos Elohim (deuses, plural de EL, deus). Recordo-me de ter ouvido uma vez: “Deve ser primavera: até as amazonas estão fazendo vestidos de noiva de seus estandartes de guerra.” O amor de homens e mulheres uns pelos outros pode realmente modificar para melhor os costumes radicais de uma ou das duas partes.

Falei sobre essas coisas para enfatizar que toda vida por mim vivida desde a destruição do PLANETA MALDEK até minha vida atual foi passada na Terra, dentro de sua horrível Barreira de Freqüência. Durante essas vidas, na maioria das vezes fui mulheres de beleza considerável, mulheres com algum talento notável e mulheres cheias da sabedoria que chega com a idade e que, em certo ponto, foram capazes de mudar o curso da história da Terra. Sempre me coloquei entre as que observavam as decisões e os atos de reis trazendo sofrimento para as pessoas que eles governavam. Infelizmente, posso dizer que, na maioria dos casos, o conselho prudente da mulher mais sábia daqueles tempos não era ouvido nem mesmo pelos homens da família dela, muito menos por um rei.

Lembrem-se, ao longo do passado, a Terra foi ocupada por homens e mulheres cuja essência psíquica (alma) e estrutura de ADN tiveram origem em outros mundos e sistemas solares. Todos os costumes inerentes desses vários grupos de alguma forma influenciaram a vida de todos. A princípio, os costumes dos outros eram confusos e, para alguns, bem risíveis. Afinal, os homens acabaram por incorporar a seu modo de vida e às suas leis os costumes de um grupo, o que nem sempre era justo para os outros. Então, na falsa crença de que estavam servindo poderes divinos superiores, faziam coisas que não fariam em seu planeta natal, pois isso iria contra sua natureza.

Ao lerem sobre estas vidas que selecionei para contar, por favor não pensem que me arrependo de ter vivido qualquer delas, pois agora utilizo-me de minhas recordações e experiências daqueles tempos para melhor servir os Elohim e ao Criador de Tudo Que É, FOI E SERÁ. Digo-lhes com muita humildade que os grandes senhores da FEDERAÇÃO GALÁCTICA e das casas de comércio me conhecem pelo nome e pedem sinceramente meus conselhos.



A VIDA EM VÊNUS/WAYDA

Passei os primeiros treze anos terrestres de minha primeira vida com meu pai Rosolan, minha mãe Becripta e Alysybe, segunda esposa de meu pai. Eu tinha um meio irmão chamado Juliopo e duas irmãs, Sacriba e Loctensa, todos mais novos que eu.

Morávamos numa aldeia de pescadores às margens de um lago que chamávamos Lago Samm. Nossas casas, com vários andares, eram construídas tanto de pedras quanto de madeira e eram dispostas nas colinas terraçadas que circundavam o lago. Além dessas colinas havia colinas ainda mais elevadas, cobertas por florestas. Havia tanta abundância de peixes que dois barcos pescando uma vez por semana conseguiam cobrir as necessidades totais de nossa aldeia. O peixe a mais era conservado e afinal comercializado em troca de artigos manufaturados como tecido e couro. Meu pai, como a maioria das pessoas na cidade, tinha duas profissões. Era pescador e sapateiro.

Alguns dos terraços atrás de nossas casas eram usados para o cultivo de verduras e hortaliças. Em outras áreas, nas terras mais baixas de Wayda/Venus, outros habitantes de nosso mundo cultivavam grãos e criavam rebanhos de animais. Grande parte da paisagem relvada e coberta de florestas de Wayda ficava para animais selvagens como gazelas, avestruzes, leões, leopardos e outros que podem ser encontrados hoje na savana africana da Terra. As temperaturas das áreas de Wayda onde moravam humanos (naquela época, há 251 milhões de anos) variavam entre cerca de 14° C e 27° C. Durante o inverno, caia uma neve fina nas montanhas mais altas do planeta.

Nós, habitantes do planeta Wayda, venerávamos a divina consciência (El) e ordem existente em todos os objetos, animados e inanimados, de nosso planeta. Nossos pais nos ensinaram a orar na privacidade a esse grande espírito. Uma vez por ano, a aldeia se reunia ao nascer do Sol e orava junto por cerca de uma hora, a seguir dançava, cantava e se banqueteava em conjunto pelo restante daquele dia e mais dois dias. Os homens de nossa aldeia construíram várias cabanas de madeira das montanhas altas nas quais os habitantes da cidade poderiam, mediante uma reserva feita com antecedência, passar as férias no inverno. Antes de completar dez anos de idade, eu já havia ido para as altas montanhas duas vezes e adorava tanto a caminhada da viagem como o sorvete que fazíamos com a neve. Nós, garotas, andávamos de trenó e observávamos e riamos quando meu pai e Juliopo tentavam esquiar.

Os jovens do planeta eram ensinados a ler e escrever por seus pais. Nossa aldeia trocava peixes por livros de todos os assuntos concebíveis. Esses livros vinham de uma cidade de aproximadamente 800 mil habitantes chamada Ansomore, situada a mais de 1.600 quilômetros de nossa cidade. Uma vez, meu pai e minha mãe foram visitar essa cidade e ficaram longe pelo que me pareceu um tempo considerável. Quando voltaram, nos repetiram inúmeras vezes a história de sua viagem e os lugares que tinham visto na cidade. Ansomore era, na verdade, a sede do Governo Mundial de Wayda/Vênus. Cada aldeia tinha um representante eleito que falava em seu nome em todos os tipos de assuntos governamentais. Esses representantes tinham mandatos de dois ou quatro anos de duração, dependendo, respectivamente, de se o homem ou a mulher eleito nascera no período de inverno/primavera ou no de outono/inverno do ano waydiano.

De vez em quando, mensageiros a cavalo ou mercadores com carroças chegavam a nossa aldeia provenientes de Ansomore com avisos públicos que eram lidos em voz alta pelo líder da aldeia. Esses avisos continham principalmente assuntos sobre os quais o governo central queria que os habitantes da aldeia discutissem e votassem. Reuniões políticas eram realizadas a aproximadamente cada dois meses. Avisos posteriores traziam os resultados, que aldeias haviam votado sim ou não numa questão em particular. Nada era resolvido a menos que fosse contado o voto de cada aldeia. Lembro-me de que uma aldeia chamada Ordover raramente enviava seu voto relativo a questão alguma ao governo, e foi devido a sua falta de votação que muitas coisas ficaram em suspenso por até centenas de anos.

Meu pai, como seu pai antes dele, dizia: “O que acontece com a gente de Ordover? Alguém de nossa aldeia deveria ir ter uma conversa com eles.” Essa afirmação era normalmente seguida da procura do lugar num mapa. Ordover se localizava a cerca de 3.000 quilômetros de nossa aldeia, mas sua aldeia vizinha mais próxima, Iberlotin, ficava a aproximadamente 83 quilômetros. Esse fato inspirava meu pai a fazer sua pergunta seguinte: “Por que alguém de Iberlotin não vai a Ordover e tem uma conversa com eles?” Chega de política.




Vênus hoje

Os avisos às vezes continham notícias e histórias descrevendo acontecimentos passados em algum ponto do planeta. Eu gostava muito de ouvir ou pessoalmente ler essas histórias. Certo dia, chegou um aviso que informava de modo bem sucinto que uma espaçonave (oriunda do planeta Nodia) contendo pessoas de outro mundo aterrissara próximo a Ansomore e entrara em contato com o governo central de Wayda. Perguntei a meu pai se ele sabia que havia gente capaz de voar como pássaros vivendo em outros mundos. Ele respondeu que ele e outras pessoas desconfiavam que seres inteligentes viviam no grande globo que chamávamos Teen (Terra), pelo qual Wayda periodicamente passava durante sua órbita mais rápida ao redor do sol central (do sistema solar).

Ele disse que se pensava que o satélite visível de Teen (que naquela época possuía atmosfera),Luna, também continha alguma forma de vida. Acreditava-se também que vida inteligente habitava nossa própria lua, Oote, que orbitava Wayda a cada 17,5 dias waydianos e tinha atmosfera. No passado, haviam sido observadas luzes intermitentes na forma de pontos e traços vindas da superfície de Oote, mas ninguém conseguira decifrar seu significado, e elas acabaram por cessar. Meu pai disse que ele acreditava que os visitantes vinham de Teen ou de Oote, mas aguardaria um futuro aviso que, ele tinha certeza, nos informaria o verdadeiro mundo de origem dos visitantes. Acrescentou que fosse de onde fosse que viessem os viajantes espaciais, ele estava contente por eles terem escolhido Wayda para visitar.

Um aviso posterior afirmava que o povo das estrelas viera de um planeta localizado na órbita de um sol distante e que queria visitar cada uma das aldeias de Wayda, solicitando uma resposta do povo de cada aldeia dizendo se estaria ou não receptivo a tal visita. Surpresa, surpresa: até o povo de Ordover imediatamente respondeu que sim. Várias semanas depois, pelo meio da manhã, uma grande espaçonave negra pousou nas águas do Lago Samm. Em diversos pontos de sua fuselagem havia triângulos prateados com uma barra adicional logo abaixo da base de cada um. Esse triângulo prateado de base dupla ficou-nos conhecido como a insígnia da Casa de Comércio Nodiana de Domphey.

Uma nave pequena saiu voando da nave maior e aterrissou na praça da cidade. Houve gritos contidos e risadas nervosas quando uma porta se abriu na lateral do veículo e quatro sorridentes homens de cabelos brancos, mais altos do que meu pai no mínimo uma cabeça, saíram. A princípio pensei que os cabelos brancos eram conseqüência de velhice, mas depois de olhar seus rostos, conclui que dois deles eram apenas uns poucos meses mais velhos do que eu. Eram pessoas belas, e acho que me apaixonei por todos os quatro. Todos correram para eles. Então, de dentro do veículo saiu Hocrolon, nosso representante da aldeia eleito para o governo central de Wayda.

Foram trazidas várias cadeiras para a praça, e os visitantes primeiro sentaram-se nelas enquanto nós, da aldeia, sentávamos sobre as pedras do calçamento, formando um círculo a seu redor. Três dos visitantes não gostaram disso e se juntaram a nós no chão. Um dos visitantes de cabelos brancos mais velho apontou várias vezes suas costas, como se pedisse nossa permissão para sentar-se numa cadeira. Todos nós agitamos os dois braços no ar, que era a maneira waydiana de dizer ‘‘sim, claro.”




O Trânsito de VÊNUS/Wayda em 05 de JUNHO DE 2012

Um dos visitantes mais jovens falou-nos perfeitamente em nosso idioma nativo. De vez em quando olhava para seus amigos em busca de alguma expressão de aprovação. O porta-voz dos visitantes nos disse que vinham de um planeta que eles denominavam de NODIA e que pessoalmente representavam um líder nodiano que chamavam Carlus Domphey. Ele também nos disse que o Senhor Domphey deles queria nossa permissão para trazer a Wayda várias pessoas para plantar, cuidar e colher um certo tipo de grão que não era nativo de Wayda.

Dizia-se que o solo de nosso mundo era bem adequado a uma produção consideravelmente abundante de tal lavoura. Em troca do direito de plantar e colher esse grão em nosso mundo, eles nos dariam inúmeras coisas que mal podíamos avaliar. O nodiano falou e respondeu perguntas até o pôr-do-sol, concluindo que eles nos exibiriam e explicariam suas mercadorias para troca no dia seguinte. Poucos de nós dormimos naquela noite.

Ao amanhecer, a praça da cidade começou a ficar cheia de produtos que eram trazidos, viagem após viagem, da grande espaçonave, que parecia flutuar na superfície do Lago Samm. A praça logo tomou a aparência de um bazar ou, como vocês dizem agora na Terra, de uma feira de barganhas. Atrás de cada grupo de produtos havia um waydiano de Ansomore treinado e um sócio ou sócia nodiana que explicava e demonstrava as diversas maravilhas.

Em essência, os produtos eram os equivalentes nodianos de usinas elétricas, rádios sem fios, câmeras fotográficas e máquinas copiadoras de documentos. Os produtos mais estimulantes de todos eram os gravadores e tocadores de ROM mentais e os incontáveis ROMs mentais educacionais contendo assuntos referentes a numerosas culturas de fora do mundo.

A partir dos assuntos desses ROMs mentais nós, de Wayda, aprendemos sobre a existência e os modos de vida de milhares de culturas alienígenas com as quais a Casa de Comércio de Domphey possuía alguma forma de ligação. Por último mas não menos importante, os nodianos concordaram em ensinar qualquer um (depois de um curso preliminar de estudo com ROM) a pilotar carros aéreos, pois eles tencionavam dar um para cada aldeia. Os nodianos disseram que esses carros aéreos seriam entregues depois, e assim foi. Claro, concordamos em permitir que esses nodianos cultivassem certas terras, sob a condição de que não pusessem em risco ou perturbassem de maneira alguma a vida selvagem animal que vivia naquelas áreas.

Nossa biblioteca de ROMs mentais forneceu-nos orientações de como usar nossas recém-adquiridas usinas elétricas, os rádios e câmeras. Eles também confirmaram a existência de outras culturas humanas em nosso sistema solar local, inclusive o povo de Teen (Terra) e de nossa lua, Oote. Depois da introdução do método rápido de aprendizado com base no ROM mental, Wayda/Vênus nunca mais foi o mesmo. Domphey fornecia ônibus aéreos que nos propiciavam meios para visitar qualquer aldeia de Wayda. Claro, meu pai foi a Ordover para entregar pessoalmente suas queixas há muito alimentadas. Ao chegar, encontrou três construções vazias e um bilhete pregado numa porta dizendo: “Fomos para Ansomore.”

As famílias lavradoras de Domphey vinham de inúmeros mundos e eram muito amistosas a nós de Wayda. Os que vieram dos planetóides (Luas de Saturno) do Radiar Sumer/Saturno nos pareceram muito sábios nos métodos de cultivar coisas. O povo da lua waydiana Oote se parecia com o povo de Wayda, só que de estatura um pouco mais baixa. No princípio, não falavam o idioma do mundo-mãe, mas logo aprenderam.




O Planeta NODIA orbita o sol/estrela por nós conhecida como Polaris, a estrela fixa que marca o polo norte celeste, que fica na Constelação da Ursa Menor.

Os habitantes de Oote chamavam a si mesmos de Whars e nos informaram que haviam adquirido o conhecimento da eletricidade e do rádio sem fios há centenas de anos, e que os nodianos haviam respondido às mensagens de rádio que eles estiveram transmitindo no espaço por mais de sete décadas. Como nós do mundo-mãe não dispúnhamos dessa tecnologia naquela época, logicamente nem fazíamos idéia de que eles estavam fazendo isso.

Sete anos após a chegada dos nodianos a Wayda, não havia praticamente um homem, mulher ou adolescente que não fosse especialista em alguma área altamente técnica. Quanto a mim, sai de casa aos treze anos de idade para freqüentar e morar numa escola técnica na cidade de Dankmis, que crescia rapidamente, situada a cerca de 500 quilômetros de minha aldeia natal. Eu gostava de trabalhar com óptica e trabalhei na produção das lentes eletromagnéticas gigantes que foram usadas de alguma forma nos sistemas de propulsão das espaçonaves nodianas maiores (as imensas naves-mãe). Nós, de Wayda, adorávamos aprender.

Eu tinha toda liberdade para visitar a grande nave-mãe de Domphey que de tempos em tempos entrava em órbita ao redor de Wayda, mas devido à dificuldade de passar minha respiração de oxigênio para a atmosfera rad do interior da espaçonave, abstive-me de fazer tal visita. Visitava minha família pelo menos duas vezes por mês. Minhas irmãs também estudavam longe e meu irmão Juliopo voara para as estrelas numa espaçonave de Domphey. Aguardava-se a sua volta para daí a um pouco mais de um ano waydiano.

Numa de minhas visitas em casa, minha irmã Sacriba demonstrou um aparelho que conservava flores e as fundia em tecido. Logo todos os presentes estavam usando lindos chapéus de sua criação. Pelo meio da tarde, nós da família resolvemos dar um passeio pela aldeia e até a margem do lago. Parávamos de vez em quando para conversar com outras pessoas que encontrávamos. Ao chegar às margens do lago, reunimo-nos a outros grupos que sentavam-se às mesas enquanto seus filhos patinhavam na água. Alguns desses grupos tinham entre si gente de fora do mundo vindas das fazendas nas terras baixas para aproveitar o dia junto ao lago.

Menos de uma hora depois de nossa chegada, o vento começou a soprar com tanta força que virou as mesas e tirou-nos nossos lindos chapéus das cabeças. Nunca havíamos experimentado um vento assim. Todos que estavam no lago pegaram suas crianças e foram em direção à aldeia do modo que puderam. A cena era de confusão, enquanto tentávamos avançar com dificuldade em meio a bandos de pássaros aquáticos que flutuavam a nossos pés, em busca de refúgio dos ventos secos e quentes que acabaram por alcançar velocidades de furacão.

Nós e outros nos abrigamos no primeiro lugar disponível, uma casinha. Fechamos rapidamente as persianas das janelas enquanto objetos transportados pelo forte vento deslocando-se a alta velocidade bateram na construção, fazendo considerável barulho. Quando eu fechava as persianas, testemunhei dois carros aéreos caindo nas águas revoltas do Lago Samm. O vento continuou soprando com grande força durante toda a noite. Pouco falávamos; e a noite insone foi passada pela maioria em prece silenciosa. O vento gradualmente abrandou na manhã seguinte e pelo meio-dia cessou por completo. O mundo foi tomado de um silêncio sobrenatural e as pessoas foram tomadas de apreensão e medo de que os ventos tremendos começassem outra vez.

Quando saímos de nosso abrigo quase destelhado, ficamos horrorizados com a destruição que contemplamos. Entre as ruínas da aldeia estavam os cadáveres de vários de nossos amigos e vizinhos. Nos dias que se seguiram, moviamo-nos lentamente, como em transe. Embora o sepultamento dos mortos sempre tivesse sido nossa prática no passado, colocamos de lado o costume e cremamos os corpos dos que haviam perecido na noite fatal. Do convés de todos os barcos pesqueiros que ainda flutuavam, espalhamos suas cinzas nas águas do lago Samm e oramos para que suas almas encontrassem paz.




Interior de uma Nave Mãe da Federação, que esta em órbita da Terra (vista ao fundo à esquerda) em outro nível de consciência, invisível para a nossa realidade.

Transmissões de rádio logo nos informaram que outras áreas de Wayda também estavam passando por ventos muito intensos, semelhantes aos que tínhamos experimentado. Fomos orientados a nos defender como pudéssemos até que socorro pudesse nos alcançar. Nos dias que se seguiram, experimentamos uma série de tremores de terra fracos que em alguns casos derrubaram a maioria das construções deixadas estruturalmente precárias pelo grande vendaval.

Finalmente ficamos sabendo que nossa capital Ansomore estava completamente destruída. Esse mesmo comunicado radiofônico nos informou que as terríveis calamidades que experimentáramos eram conseqüência da explosão do planeta MALDEK. Nossa família ficou ainda mais triste ao saber do destino de Ansomore, pois minha irmã Loctensa freqüentava a escola nessa cidade. Nunca mais vimos Loctensa naquela vida. Abortos e nascimentos prematuros entre as formas de vida humana e animal tornaram-se comuns. No ano seguinte, a Casa de Comércio de Domphey estabeleceu várias bases em Wayda. Depois de serem estabelecidas, essas bases foram transferidas a outra organização de fora do mundo recentemente criada que ficou conhecida como FEDERAÇÃO.

Chegou-nos a nós, de Wayda, a princípio na forma de boatos e depois oficialmente confirmados, que nosso mundo achava-se em grande perigo e que a FEDERAÇÃO estava fazendo planos de evacuar toda a população do planeta Wayda/Vênus para o mundo que chamávamos Teen (a Terra). Foi realizado um recenseamento entre os que poderiam responder e descobriu-se que mais de 600 mil pessoas de Wayda e muita vida animal haviam morrido como resultado direto da destruição de MALDEK. Afinal chegou o dia em que nossa família foi levada num vôo de nossa aldeia até uma das bases da FEDERAÇÃO. Ela foi embarcada numa espaçonave superlotada que chegou à Terra onze horas depois.

Continua …

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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ES: LLAMA VIOLETA 

HSBC: grande lavanderia do dinheiro das drogas ~ Dominic Rushe

HSBC não conseguiu agir sobre lavagem de dinheiro, 

disse Senado dos EUA



Posted by Thoth3126 on 02/11/2014


Uma dura e contundente investigação do Senado dos EUA concluiu que o gigante HSBC, o maior banco da Europa, com sede em Londres, Inglaterra, ignorou todos os sinais de alerta de que as suas operações globais estavam sendo usadas para lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e por potenciais terroristas. A Divisão mexicana do HSBC também esta sofrendo uma crítica particularmente dura e difícil. Segundo o relatório, ela continuou a fazer negócios com “casas de câmbio” – negócios de troca de moedas – anos depois que os seus concorrentes pararam esse tipo de operação…

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

A Investigação concluiu que o HSBC S/A o maior banco da Europa ignorou os sinais de alerta sobre os lavadores de dinheiro das DROGAS e terroristas potenciais.

– Fonte: http://www.guardian.co.uk/

Dominic Rushe em Nova York – The Guardian

Uma dura e contundente investigação do Senado dos EUA concluiu que o gigante HSBC, o maior banco da Europa, com sede em Londres, Inglaterra, ignorou todos os sinais de alerta de que as suas operações globais estavam sendo usadas para lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e por potenciais terroristas.


A sede do HSBC em Londres. De acordo com uma investigação do Senado dos EUA, o banco não agiu com controles sobre a lavagem de capitais das drogas. Fotografia: Facundo Arrizabalaga / EPA

As conclusões do inquérito serão exibidas terça-feira em Washington quando os funcionários do HSBC serão chamados para explicar as ações do banco. A comissão do Senado divulgou um relatório com 340 paginas antes dessa reunião que catalogou e citou os controles frouxos nas operações do banco.

A Divisão mexicana do HSBC esta sofrendo uma crítica particularmente dura e difícil. Segundo o relatório, ela continuou a fazer negócios com “casas de câmbio” – negócios de troca de moedas – anos depois que os seus concorrentes pararam esse tipo de operação por medo de que elas pudessem ser operações de fachadas para lavagem de dinheiro dos grandes cartéis de drogas.

O relatório diz que o HSBC do México tinha uma filial nas Ilhas Cayman que, em 2008 trabalhou com 50.000 contas de clientes e US$ 2,1 bilhões em participações societárias – em país onde sequer tinha pessoal ou escritórios. O HSBC também enviou notas bancárias (Note Bank) de carro ou avião para o HSBC nos EUA. O banco enviou US$ 7 bilhões para os EUA desde o México, em 2007 e 2008, segundo o relatório.



Montanhas de Dólares do tráfico de drogas transformam traficantes e grandes bancos em sócios no crime organizado… Há muito tempo…

O banco também contornou as sanções econômico-financeiras norte-americanas impostas a países como Cuba e o IRÃ, diz o relatório. Em um caso analisado pela comissão, duas filiais do HSBC processaram 25.000 operações envolvendo US$ 19.4 bilhões, durante mais de sete anos sem revelar as ligações das transações com o IRÃ.

O banco HSBC também forneceu dólares e serviços bancários para bancos na Arábia Saudita e Bangladesh, apesar desses bancos terem conexões com o financiamento do terrorismo, diz o relatório.

Em outro exemplo de falta de controle, diz o relatório sobre as atividades ilegais do HSBC, apuraram operações de limpeza de dólares de US$ 290 milhões ao longo de quatro anos, em cheques de viagens (US travellers Checks) suspeitos para um banco japonês, beneficiando russos que alegavam estar no negócio de carros usados.

“Em uma época de terrorismo internacional, de consumo elevado e violência das drogas, o crime organizado em nossas ruas e em nossas fronteiras, parar o fluxos de capitais ilícitos que suportam essas atrocidades é um imperativo de segurança nacional”, disse o senador Carl Levin, presidente da subcomissão do senado.



“O HSBC usou o seu banco nos EUA como uma porta de entrada para o sistema financeiro dos EUA para algumas de suas filiais do HSBC em todo o mundo fornecer (e lucrarem muitíssimo) serviços de dólares norte-americanos para os clientes enquanto estava jogando rápido, fácil e livre com as normas bancárias norte americanas”.

Em um comunicado na noite de segunda-feira o HSBC declarou: “Nós aprendemos muito trabalhando com o subcomitê sobre esta caso e história e também estamos trabalhando com as autoridades reguladoras dos EUA, e reconhecemos que nossos controles poderiam e deveriam ter sido mais fortes e eficazes, a fim de detectar e lidar com um comportamento inaceitável”.

“Acreditamos que esse caso histórico irá fornecer importantes lições para toda a indústria financeira na busca de evitar atores ilícitos que entram no sistema financeiro global. “Com uma nova equipe de liderança sênior e uma nova estratégia sendo implantada desde o ano passado, o HSBC já tomou medidas concretas para aumentar o seu quadro para responder a estas questões, incluindo mudanças significativas para fortalecer o cumprimento de gestão de risco, e da cultura.”



O relatório também é altamente crítico aos reguladores do governo. Em 2010, o Escritório do Controlador da Moeda (Office of the Comptroller of the Currency-OCC), havia citado o HSBC para uma série de deficiências, incluindo a falta de acompanhamento em transferências eletrônicas de US$ 60 bilhões e atividades das contas e uma carteira de 17.000 alertas de pendências sobre as atividades suspeitas de contas.

Mas os investigadores descobriram que o Escritório do Controlador da Moeda (Office of the Comptroller of the Currency – OCC) não tinha tomado uma única ação sequer de penalização contra o banco nos últimos seis anos.

O novo executivo-chefe do HSBC, Stuart Gulliver disse a equipe na semana passada que ele iria pedir desculpas pelo comportamento passado do banco antes do que se espera que seja aplicado uma multa substancial ao HSBC.

“Entre 2004 e 2010, nossos controles para lavagem de dinheiro deveria ter sido mais forte e eficaz, e não conseguimos detectar e lidar com o comportamento inaceitável“, disse Gulliver.



“A observância e a cultura do HSBC para o cumprimento das normas legais tem sido permissivamente poluída por um longo tempo“, disse Levin.

“A recente mudança na liderança do banco sinaliza que o HSBC está empenhado em limpar a casa. Esse compromisso é bem-vindo, certamente, mas vai demorar mais do que meras palavras para o banco mudar de rumo. Assim como certo é a necessidade de regulação mais dura pela OCC”.

Leia o comunicado de imprensa do Senado dos EUA no link: http://www.hsgac.senate.gov/subcommittees/

Mais informações sobre “grandes bancos”, drogas e corrupção:


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ES: LLAMA VIOLETA

Homem de Ferro na vida real no exército dos EUA (NWO)

Exército dos EUA quer criar Homem de Ferro na vida real.





Os militares dos EUA querem criar um “Iron Man” da vida real. O Comando de Operações Especiais do Exército está pedindo ajuda aos cientistas. Especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts-MIT estão trabalhando no aperfeiçoamento de “armadura de corpo líquido” que se transforma em sólida instantaneamente se atingida por uma bala ou estilhaços.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Os militares dos EUA querem criar um “Iron Man” da vida real. O Comando de Operações Especiais do Exército está pedindo ajuda aos cientistas. Especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts-MIT estão trabalhando no aperfeiçoamento de “armadura de corpo líquido” que se transforma em sólida instantaneamente se atingida por uma bala ou estilhaços.

http://wp.clicrbs.com.br/http://www.hlntv.com/http://www.army.mil/

Sensores na armadura também monitorariam a freqüência cardíaca de um soldado e a sua temperatura corporal. Se tudo correr bem, as tropas poderiam estar vestindo a armadura em três anos. 



Em breve poderemos ver exércitos de robôs, drones e outras máquinas a serviço da implantação de uma Nova Ordem Mundial.

Num futuro próximo, os exércitos contarão com infantarias equipadas com armaduras semelhantes àquelas vistas nas histórias do Homem de Ferro ou nos games da série Halo. E não é Tony Stark que está por trás da ousada proposta, mas sim os poderosos e bilionários militares dos Estados Unidos.

O exército do Tio Sam encomendou um traje tático leve (TALOS – Tactical Assault Light Operator Suit) que oferece ao soldado que vesti-lo recursos como visão noturna, acréscimo de força e proteção contra armas de fogo. 



Famosa por criar armas e exoesqueletos, a Raytheon apresentou um novo modelo de exoesqueleto, o XOS 2, um modelo ainda mais forte e mais flexível que as versões anteriores criadas por ela. É o mais próximo que o ser humano conseguiu chegar da famosa armadura do Iron Man.

Para torná-lo ágil e leve, o traje poderá ser produzido com um material conhecido como “liquid armor“, uma armadura em estado líquido, em desenvolvimento pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), com a capacidade de se transformar do estado líquido em sólido em fração de segundos quando em contato com campo magnético ou corrente elétrica.

Segundo uma nota divulgada pelo exército dos EUA, o traje protegerá completamente o corpo de quem usá-lo e permitirá que o usuário atravesse ileso em meio a tiroteios. 



Acima: DRONES, um Veículo Aéreo Não Tripulado, também chamado UAV (do inglês Unmanned Aerial Vehicle) ou VANT (em português) e comumente conhecido como drone, é todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos humanos embarcados para ser pilotada. Esses aviões são controlados à distância, por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humanos, ou sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis (PLC). Também pode ser chamado como “Veículo Aéreo Remotamente Pilotado” (VARP). Inicialmente, os VANT foram idealizados para fins militares. Inspirados nas bombas voadoras alemãs nazista, do tipo V-1, o primeiro míssil teleguiado construído pelo homem.

Em contato com a pele, a armadura vai informar a temperatura do corpo, batimentos cardíacos, níveis de hidratação e também poderá gerar calor, ar e oxigênio em situações extremas.

Um computador instalado no traje será capaz de melhorar a percepção do oficial em cada situação e poderá responder instantaneamente em certos momentos.


O Exoesqueleto XOS 2 foi desenvolvido pela empresa Raytheon. O XOS 2 é o segundo modelo de exoesqueleto mecânico criado pela companhia. Com ele, é possível levantar pesos de 90kg ou quebrar pedaços de madeira sem que o usuário fique cansado. E isso sem perder a capacidade de se mover, pois, durante os testes, uma pessoa que vestia o aparato foi capaz até de jogar futebol.

Iniciado em maio de 2013, ainda não há data para que o projeto do traje com habilidades de super-herói seja finalizado.

Apesar da curiosidade e da semelhança com nossos idolatrados heróis, qualquer tecnologia com propósitos letais não é algo que deva gerar expectativas… de vivermos em um mundo mais justo.

Para saber mais veja em:
  1. http://thoth3126.com.br/e-u-a-o-exercito-dos-illuminatinova-ordem-mundial/
  2. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua/;
  3. http://thoth3126.com.br/forcas-das-trevas-atuam-de-dentro-do-governo-dos-eua/
  4. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
  5. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/
  6. http://thoth3126.com.br/euao-poder-militar-illuminati-nwo-invade-o-planeta/
  7. http://thoth3126.com.br/washington-a-arrogancia-dos-eua-ira-destruir-o-imperio/


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.


www.thoth3126.com.br

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Posted by Thoth3126 on 30/06/2015

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ES: LLAMA VIOLETA







A Abdução de Barney e Betty Hill: Incidente Zeta Reticuli ~ Reinaldo Stabolito

A ABDUÇÃO de Barney e Betty Hill por aliens extraterrestres do sistema estelar de Zeta Reticuli.



Este caso de abdução é considerado um clássico da casuística ufológica mundial, o caso Barney e Betty Hill foi uma das primeiras abduções que tiveram repercussão mundial, inclusive na comunidade científica.

No dia 19 de setembro de 1961, o casal Hill estava voltando da viagem de férias que fizeram no Canadá. Eles estavam na estrada de New Hampshire, com destino para Portsmouth, onde residiam. …



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://www.fenomenum.com.br

Por Reinaldo Stabolito

… Era noite e os Hill pretendiam seguir viagem até de madrugada, pois o serviço de meteorologia havia dado um alerta sobre a possibilidade da região ser atingida por um furacão e eles queriam chegar em casa antes que isso ocorresse.

Por volta da 02:30 horas, já no sul de Lancaster, os dois avistaram um objeto luminoso voando no céu. O que chamou a atenção do casal foi o fato que o objeto parecia estar acompanhado o carro. Intrigado, Barney Hill parou o carro e saiu para tentar observar melhor o fenômeno, pois eles tinham um binóculo no carro. E foi nesse momento que o casal Hill percebeu que o objeto era um enorme disco contendo o que parecia ser uma grande cúpula na sua extremidade superior. A cúpula girava.



Vale ressaltar que, posteriormente, o comandante de base militar P. W. Henderson confirmou que um objeto não identificado foi detectado pelos radares da base aérea de Pease na mesma data, hora e localidade em que o casal Hill se encontrava.

O disco soltou alguns pequenos objetos com formato de esfera, os quais voavam ao redor. Logo em seguida, começou a descer lentamente e Betty começou a gritar para que seu marido retornasse para o carro. No entanto, Barney não dava a mínima atenção para os apelos de Betty – era como se ele estivesse hipnotizado. Subitamente Barney tem uma estranha sensação de que estaria para ser capturado por aquele objeto. Temendo o pior, ele consegue reagir e volta rapidamente para o carro.

Enquanto isso, Betty já havia dado partida no veículo. O casal Hill sai em alta velocidade com o carro, ouvindo um som – uma espécie de zumbido – que procedia do UFO. Mas logo o estranho ruído parou e eles, aliviados, acreditaram que tinham conseguido escapar daquele objeto. A uns cinqüenta quilômetros voltaram a ouvir o ruído novamente, mas não avistaram mais o disco.

O casal Hill não havia percebido que, entre os zumbidos, haviam se passado cerca de duas horas e eles tinham percorrido apenas a distância entre Indian Head e Ashland. Para os Hill, o tempo entre os zumbidos foi de dez minutos. Esse fenômeno é conhecido como “lapso de tempo” (missing time) e é muito comum nas abduções alienígenas. O casal Hill só teve consciência de que “perderam duas horas” na viagem quando chegaram em casa duas horas mais tarde do que o previsto.



Nos dias seguintes, Barney e Betty Hill passaram a ter pesadelos todas as noites. Incomodados com essa situação, eles foram buscar ajuda médica. Foram atendidos pelo psiquiatra Benjamim Simon, que resolveu usar hipnose regressiva como instrumento para tentar resgatar a memória do casal sobre o que realmente havia acontecido com as duas horas que haviam sumido da viagem. A partir de sucessivas sessões de hipnose foi possível remontar passo a passo os acontecimentos do incidente ocorrido naquela noite.

A não ser pequenas diferenças secundárias, os relatos de Betty e Barney coincidiram: na verdade eles não haviam conseguido sair com o carro do local rapidamente. Os dois tinham ficado paralisados e foram levados para o interior do UFO por criaturas parecidas conosco a não ser pelos seus enormes olhos. Eles tinham altura mediana e se comunicavam por telepatia. Apenas um dos seres – o que parecia ser o líder – tinha capacidade de falar. O curioso é que ele utilizava o inglês e foi o responsável por todas as informações que o casal obteve durante a abdução.

Mas eram os olhos das criaturas que mais chamavam a atenção. Tanto Barney quanto Betty diziam que aqueles olhos eram sinistros. Betty os descreveu como “semelhantes aos olhos de gatos” e Barney, por sua vez, disse que se “alongavam chegando quase aos lados da cabeça, parecendo que o seu campo visual era mais amplo que o nosso; e isto me inquietava”.

Os dois foram submetidos a uma série de exames clínicos, entre os quais introduziram uma agulha no umbigo de Betty. Nessa hora Betty começou a se desesperar por causa da dor lacerante que sentiu. Imediatamente, o ser que parecia ser o líder colocou sua mão direita sobre a cabeça de Betty. A dor de Betty Hill desapareceu em poucos segundos. 



O Mapa Estelar da localização da Constelação de Reticulum, onde fica situado o sistema solar binário Zeta Reticulum 1 e 2.

Depois dos exames, as criaturas interrogaram o casal sobre algumas noções humanas como “tempo”, “velhice”, etc. Num dado momento, Betty perguntou para o “líder” de onde eles eram e ele mostrou um mapa estelar para Betty.

A criatura perguntou para ela se era capaz de apontar onde estaria nosso sistema no mapa. Betty respondeu que não. As criaturas chegaram a dar um livro para Betty (livro que na última hora lhe foi roubado). Finalmente o casal foi devolvido na estrada. Quando eles ouviram o segundo zumbido, já estavam dentro do carro, dirigindo na estrada, e o UFO havia decolado e desaparecido. Sobre a decolagem, Betty Hill se lembrou como foi numa das hipnoses.

A tabela abaixo lista as estrelas/sóis que compõem o mapa e alguns dados importantes:



N° de Identificação no Catálogo Gliese Identificação convencional Distância Terra Tipo Espectral Idade estimada
1

136 Zeta Reticuli 1 39,53 Anos Luz G2V 6 a 8 bilhões de anos


138 Zeta Reticuli 2 39,40 Anos Luz G1V 6 a 8 bilhões de anos 

2

17 Zeta Tucanae 28,03 Anos Luz F9V 10 bilhões de anos 

3

231 Alpha Mensae 33,10 Anos Luz G5V 4 a 6 bilhões de anos
4 O NOSSO SOL 8 minutos luz G5 4 a 6 bilhões de anos 

5

139 82 Eridanu, Eridani 19,76 Anos Luz G8V 10 bilhões de anos 

6

71 Tau Ceti 11,90 Anos Luz G8V 4 a 6 bilhões de anos 

7

68 107 Piscium 24,36 Anos Luz K1V 1 a 4 bilhões de anos 

8

27 54 Piscium 36,23 Anos Luz K0V 4 a 6 bilhões de anos 

9

67 HD 10307 38 Anos Luz G2 1 a 4 bilhões de anos 

10

86 HD 13445 37 Anos Luz K0 10 bilhões de anos 

11

111 Tau 1 Eridani 45,58 Anos Luz F5/F6V 4 a 6 bilhões de anos 

12

59 HD 9540 53 Anos Luz G8 1 a 4 bilhões de anos 

13

86.1 HD13435 K2 10 bilhões de anos 

14

95 HD14412 G1 4 a 6 bilhões de anos 

15

97 Kappa Fornacis 42 Anos-Luz G1 4 a 6 bilhões de anos


Sua descrição foi a seguinte: “Quando a nave decolou, estava rodeada por um halo de luz. Quero dizer, podia se ver a silhueta da nave, dentro da luz. Era como uma massa rodopiante vermelho-laranja e logo que a nave decolou, a luz desapareceu, apagou“. A seguir e abaixo a aparência do ser do sistema solar ZETA RETICULI que examinou Betty Hill durante a abdução. É uma variante da espécie Grey que se reproduz por clonagem:

Após várias sessões de hipnose, Betty Hill conseguiu reconstruí-lo desenhando. Inicialmente não foi possível determinar se o mesmo era um mapa estelar real, pois não apresentava a menor similaridade com o que tínhamos de conhecimento sobre astronomia na época(começo da década de 1960). Porém, vários anos após o incidente, com a evolução da astronomia e a divulgação de novas cartas celestes, a professora Majorie Fish conseguiu descobrir que o desenho de Betty Hill era realmente um mapa estelar extremamente preciso.



Ele contém a Constelação de Zeta Reticuli que se situa a cerca de 39 anos-luz de nosso sistema. Inclusive vale ressaltar que o estudo de Majorie Fish sobre o mapa de Betty Hill foi exaustivamente confirmado por diversos astrônomos de renome.

Nossa astronomia não tinha esse conhecimento na época da abdução do casal Hill. Para dar download no mapa estelar, clique com o mouse em Mapa Estelar de ZETA RETICULI-Betty Hill.

Mas as experiências insólitas não terminaram para os Hill com o seqüestro. Depois da abdução, eles viveram situações estranhas, algumas delas aparentemente parapsicológicas, e que foram estudadas acuradamente e divulgadas pelo doutor Berthold E. Schwarz. Segue algumas delas.

Seis semanas depois da abdução, Betty e Barney regressaram uma noite à sua casa e entraram na cozinha. Surpresos, encontraram na mesa uma pilha de folhas secas de alguma vegetação. No meio das folhas estava um par de brincos azuis. Betty estava usando aqueles brincos na ocasião da abdução e nunca mais os tinha visto. Ela tem quase certeza que uma das criaturas havia retirado seus brincos quando estavam examinando-a.

Numa tarde, cerca de três meses depois da abdução, Barney tinha voltado cedo para casa. Pouco depois, ao chegar Betty, Barney descansava tranqüilamente. Betty entrou na cozinha e encontrou no bar, sob um jornal, “um pedaço de gelo, que tinha a forma como se alguém tivesse enchido um balde de água e depois o tivesse congelado”. Betty notou algumas marcas estranhas no gelo. Barney garantiu que não tinha trazido o gelo e nada sabia a respeito. Resolveram deixar o gelo sob a torneira aberta, na pia, para derreter. Barney Hill faleceu em 1969, aos quarenta e seis anos, de uma hemorragia cerebral – a mesma causa da morte de seu pai. Mas os fatos inexplicáveis na casa não acabaram. A própria Betty Hill relatou para o doutor Schwartz:



“As coisas andaram tão mal após a morte de Barney que minha sobrinha e seu marido deixaram seu apartamento para vir morar comigo. Mas aconteceram coisas tão misteriosas que ficaram amedontrados. Ouviam ruídos no meu quarto, quando não havia ninguém. Iam investigar e não encontravam nada, mas sempre tinham a sensação de que havia alguém ali.

Desciam e ouviam um ‘bang’. A porta da sala se abriu e eles viram um homem entrando em casa. Eles iam até a sala para ver quem era o invasor e, inacreditavelmente, não tinha ninguém. Eu mesmo era seguida por todo tipo de gente. Um deles era claro e gorducho. Encontrei-o diante de minha porta e perguntei-lhe o que fazia ali. O homem disse que vendia assinaturas de revistas. Ao lhe perguntar onde estavam as revistas, ele foi embora rindo”.

Betty alugou um dormitório de sua casa para uma mulher chamada Maureen Keating, que também contou que aconteciam coisas estranhas como, por exemplo, ouvir vozes onde não havia ninguém.

Barney tinha um filho chamado Barney Hill Jr. e que era nascido de um casamento anterior. Barney Hill Jr. serviu o serviço militar, na zona do canal do Panamá. Várias vezes, entre as duas e as quatro da manhã, quando estava de plantão, aproximou-se um indivíduo alto, com calça, camisa e jaqueta branca.

 
Sistema solar binário Zeta Reticuli 1 e 2

Este homem tinha um sotaque estrangeiro irreconhecível. Ele dizia se chamar Geist (“geist” em alemão é fantasma) e sempre interrogava Barney Jr. sobre as experiências dos seus pais com os discos voadores. As autoridades militares também interrogaram Barney Jr. sobre o assunto.

Em outra ocasião, Betty ouviu alguém lhe chamando na porta. Ela abriu e encontrou um homem vestido inteiramente de verde que dizia vir ler o contador de gás. Uma semana mais tarde, apareceu outro com o mesmo traje que também afirmava ter que fazer a leitura do contador de gás. Quinze dias mais tarde, novamente veio outro com o mesmo traje efetuar a leitura. Quando chegou o recibo do gás, a fatura tinha discriminado “consumo estimado”.

Betty chamou a companhia e perguntou o que estava acontecendo, pois como podiam discriminar “consumo estimado” na fatura se tinham estado três empregados na sua casa para fazer a leitura. O funcionário afirmou que nenhum encarregado de leitura havia sido mandado aquele mês. Para surpresa de Betty, todos os encarregados usavam trajes azuis, nunca de cor verde, e quem quer que esteve na sua casa, não era efetivamente da companhia de gás. Essas “visitas estranhas” podem ter relação com os chamados MIB (homens de preto).


Barney e Betty Hill.

Após a morte de Barney, Betty Hill avistou várias vezes luzes estranhas no céu. Sempre que passava pelas portas de segurança de aeroportos, com detectores de metal, os alarmes soavam – mesmo quando Betty não portava nada de metal. Ruídos e coisas se mexendo sem que ninguém tocasse também aconteciam na casa de Betty.

Como o doutor Schwartz mencionou, afortunadamente a viúva Hill demonstrou ser uma pessoa bastante equilibrada e passou por todas essas experiências sem ficar com seqüelas psicológicas. Em uma das entrevistas concedidas por Betty Hill, ela chegou a dizer “ninguém no seu estado normal deveria entrar numa nave extraterrestre“. Sua própria vida após a abdução parece ser um argumento a favor dessa afirmação…

Infelizmente, na manhã de 17 de outubro de 2004, Betty Hill faleceu. Ela tinha 85 anos e estava lutando há mais de um ano contra o câncer.


Mais informações sobre o sistema solar de Zeta Reticuli 1 e 2 e o PLANETA SERPO no Link:
  1. http://thoth3126.com.br/category/serpo-zeta-reticuli/
Para saber mais:
  1. http://thoth3126.com.br/a-ameaca-alienigena-parte-3/
  2. http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-i/
  3. http://thoth3126.com.br/projeto-serpo-programa-de-intercambio-com-zeta-reticuli-2/
  4. http://thoth3126.com.br/category/reptilianos/
  5. http://thoth3126.com.br/zeta-reticuli-1e-2-o-mapa-estelar-do-sistema-solar-duplo/
  6. http://thoth3126.com.br/dulce-book-conexao-draconiana-reptiliana-capitulo-13/
  7. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
  8. http://thoth3126.com.br/eisenhower-presidente-dos-eua-teve-reunioes-secretas-com-seres-extraterrestres/
  9. http://thoth3126.com.br/tecnologia-de-orion-e-outros-projetos-secretos/
  10. http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-2a-explosivo/


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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Posted by Thoth3126 on 02/06/2015
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O Gerador. ~ Criador via Jennifer Farley.

 O Gerador.

Os Escritos do Criador.
Transcrito por Jennifer Farley.

27 de novembro de 2015 

 

Você é um gerador.

Seus pensamentos são o poder atrás do gerador.

Você pode alimentá-lo com medo ou você pode alimentá-lo com amor.

O que você escolhe para criar com ele?

Criador.

 


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Jesus* através de John Smallman, 26.11.2015 - ..quão eficazes as intenções amorosas..s

Ficarão surpreendidos ao verem quão eficazes as intenções amorosas de cada um de vocês tem sido.

Jesus* através de John Smallman,

26.11.2015

Tradução: Candido Pedro Jorge.






O mundo está repleto de desastres e catástrofes, ou assim parece. Sim, a grande e controlada mídia corporativa centra suas atenções sobre as más notícias - guerras, sofrimento, danos ambientais e algumas prevaricações corporativas - porque essa é a tarefa que seus senhores definiram com a intenção de elevar os níveis de medo entre os cidadãos comuns. 


E estão fazendo um bom trabalho. Todavia, a real intenção é dispersá-los das boas notícias, a notícia real – de que essas vastas organizações corruptas estão em colapso sob o peso da enorme e insuportável dívida que assumiram a fim de estabelecer uma camarilha internacional para controlar o mundo inteiro, resultando na luta que agora está acontecendo entre os seus membros, enquanto lutam por suas sobrevivências. 


Este tipo de despotismo autoritário foi tentado muitas vezes ao longo das eras, na medida em que indivíduos inteligentes, tortuosos e egoisticamente conduzidos, procuraram poder supremo.


Sempre falharam em alcançar seus objetivos na supressão dos outros pela força das armas que, por natureza, é uma atitude derrotista, porque exige sigilo e traição em suas operações e aqueles traídos sempre reagiram, levando ao colapso dessas ditaduras de outrora.


O Amor, é o único e verdadeiro poder que nunca pode ser derrotado. Deus é Amor. Todo ser senciente é UM com Deus, portanto, só existe o Amor. Qualquer outra coisa é ilusória e só pode falhar. A princípio, poderá parecer funcionar, ser eficaz por um tempo, todavia, em seguida, inevitavelmente entrará em colapso e falhará.


Aqueles que, atualmente estão tão desesperadamente tentando reduzi-los um estado de temor permanente estão aterrorizados, na medida em que observam seus poderes, poderes que acreditam serem seus direitos inalienáveis, escapulindo, escorregando de suas mãos, de uma forma inevitável e previsível, como água por entre seus dedos. 


E em seu terror, estão instigando atividades de natureza ainda mais nefasta para tentar convencê-los, convencer a população mundial para procurar a ajuda deles, enquanto tentam mais uma vez se apresentarem como os únicos que podem protegê-los contra as guerras de terror em andamento as quais instigaram e de suas consequências inevitáveis.


No entanto, a grande maioria não mais acredita ou os apoia, depois de ter tomada a decisão coletiva de despertar. Consequentemente, suas estruturas de poder não irão sobreviver e todas as suas atividades nefastas e criminais serão totalmente expostas. 


Quando isso acontecer, é essencial que, embora meliantes, essas pessoas sejam tratadas de forma justa, para que suas provações não degenerarem numa guerra de vingança contra elas e todos aqueles que de alguma forma possam estar ligados como apoiadores ou beneficiários das suas atividades. Isso só iria reiniciar, novamente, toda a sequência.


A humanidade vem fazendo exatamente isso por muito tempo e precisa afastar e ficar longe da "fita de Möbius" das atividades de auto capacitação e egocêntricas, seguidas de suas inevitáveis consequências e os severos julgamentos resultantes, que sempre levam de volta ao ponto de origem, onde novamente tudo começa. Como um aforismo bem conhecido diz: "Aqueles que não aprendem com a história estão condenados a repeti-la".


No entanto, alguns desses queridos equivocados podem muito bem necessitar de serem contidos, para que não possam causar danos adicionais à sociedade. Entretanto, somente o Amor e a orientação daqueles que se envolverem com eles, permitirá um tratamento justo desses meliantes acontecer, para finalmente permitir o despertar da humanidade. Amargura, ódio e ressentimento dirigidos contra aqueles que os enganaram, apenas iria levá-los de volta para o horror da ilusão.


Grandes mudanças estão acontecendo neste mundo ilusório e no interior das administrações corruptas que, por tanto tempo os têm governado - políticos, nacionais, internacionais, financeiras, comerciais, religiosos e industriais - e essas mudanças estão levando-os ao colapso. 


As mudanças iniciais foram a divulgação de muitas de suas atividades corruptas e prejudiciais em que estes estiveram envolvidos, atividades que têm mantido secretas e ocultas. Com essas divulgações, a confiança em suas honestidades, anteriormente assumidas, foi destruída. 


A confiança é a base de todas as boas relações, seja do nível pessoal ao internacional e uma vez que tenha sido destruída, só pode ser restaurada com muita dificuldade.


O Tsunami do Amor está levando todos para o seu inevitável despertar, onde o ajuste diário de intenções amorosas de cada um tira o máximo proveito de suas mais maravilhosas energias para compartilhar e estender o Amor a todo lugar onde a escuridão prevaleça. 


Não percam suas meditações diárias e tranquilos momentos de relaxamento ou reflexão, porque escolheram estar na Terra, neste momento, para ajudarem no despertar da humanidade e é por fazerem exatamente isso – que nada mais é pedido de vocês - que o coração da humanidade seja incentivado a se abrir ao campo do Amor envolvendo a todos. Amor que compartilham coletivamente –porque tudo o que fazem é coletivamente como UM - é a vontade coletiva para despertar que tem que ser compartilhada, para ser eficaz.


Compartilhá-la, optando por passarem algum tempo em seus sagrados santuários interiores, permitindo ao Amor de Deus a fluir através de vocês mais abundantemente. Nem por um momento pensem que porque não sentem nenhuma ou muito pouca sensação dessa energia transbordante, que ela não esteja fluindo. 


Garanto que está fluindo constantemente e que os seus efeitos vão além de seus sonhos. Quando despertarem tudo será revelado, de maneira que serão surpreendidos ao verem quão eficazes as intenções amorosas de cada um de vocês tem sido. 


Só vocês podem mudar a si mesmos, como bem sabem, uma vez que todos somos UM, mudando-se UM, muda tudo. O que precisam entender é que a tentativa de alterar um outro indivíduo humano não funciona, pois estariam mudando o UM, isto é, todos.


São seres divinos, de poderes desmedidos que colocam em efeito toda vez que fazem com uma intenção amorosa. Continuem com suas intenções amorosas para despertar a humanidade.


Seu irmão amoroso, 


Jesus.

John Smallman. 


Agradecimentos a Sementes das Estrelas

*NR: Também é conhecido por Issa (Islão), Essu, Emanuel, Sananda, etc. (Espiritualidade) e Yeshua ou Jesuá.


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Blaupunkt* alcançado. ~ Gaia Portal via ÉirePort.

Blaupunkt* alcançado.

Gaia Portal - 27.11.2015.

Através de Éire Port,

Tradução: Candido Pedro Jorge.



 
Blaupunkt(*) alcançado, na medida em que luminescência aumenta.

Essências necessárias para a elevação da hu-manidade, distribuídas e aceitas.

Afortunados, habilitados e centrados no propósito.

Formulários abertos.


(*) – Expressão do Idioma Alemão, que significa ter passado pelo controle de qualidade.

 
ÉirePort.


Agradecimentos a



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Permitindo duas bênçãos.~ Abraham Hicks.

Permitindo duas bênçãos.

Por Abraham Hicks.

Boston (EUA), 12.10.2015

Transcrição e tradução: Adri Silveira 




Bom dia.


Nós estamos extremamente gratos por estarmos aqui, é bom estarmos juntos com o propósito da co-criação, vocês concordam?


Vocês sabem o que estão querendo? A maioria sabe?


Desejos são uma coisa boa, não são? Desejos são uma coisa boa, não são?


Quando você deseja e você acredita, você acredita que o que você deseja está se realizando, isso faz você se sentir muito bem, não é?


Você sente que você está segurando o desejo que você não acredita? E isso não o faz se sentir bem, não é? Por causa daquele desejo que você está duvidando, ou pior dizendo, aquele pensamento sobre o desejo, que você está contradizendo com o pensamento sobre o que você não deseja.


Aquele pensamento sobre o que quer e sobre o que não quer ao mesmo tempo causa resistências, porque, o pensamento sobre o seu desejo é completamente sustentado, apoiado, em sintonia com o Todo em você. Então quando você contradiz a verdade, há resistências em você.


Às vezes você diz, mas Abraham meu desejo não é verdade, o agora é verdade, o que está acontecendo exatamente agora é que é a verdade, isso é o que está documentado, o que está óbvio para todos que olham, e nós dizemos: você está falando da manifestação, do que está acontecendo até agora, isso está longe de toda a verdade de quem você é ou do que você está criando.


Você não pode decidir tão cedo, que seu desejo não vai se realizar porque ele ainda não se realizou, ou porque ele não está completamente visível para você. Humanos querem que a verdade seja o que eles podem ver agora, aqui e agora. E provar, e tocar, e cheirar.


Você quer que, o que você pede seja verdade, seja completamente manifestado, completamente revelado, lá fora e aberto, onde você e todo mundo possa vê-lo. E nós dizemos: oh está vindo! Mas você não pode decidir que seja verdade apenas o que se manifesta agora. Porque fazendo isso, você mantém a vibração que não permite a verdade. A versão vibracional de quem você é para vir para a luz, para o ser real disso tudo.


Você é o criador de sua própria realidade. E você é a pura extensão da Fonte de Energia, e você veio para usar o poder do seu foco, para usar o poder do seu pensamento, para criar. Pensamento e foco é como moldar a argila, você está fazendo com sua mente melhor do que você faz com suas mãos? Mas você é o criador de sua própria realidade. E vocês são muito mais do que podem ver nesses corpos físicos.


Esse corpo físico... oh... importante... você veio para esse corpo físico, e você poderia usar essa personalidade e essa mente, para ser seu ponto de foco, para a criar, e você tem a energia que criou o mundo, a inteligência que criou o mundo, o conhecimento que criou o mundo, fluindo para você e através de você, para seu esforço criativo, e prazer, e alegria, e esclarecimento, e divertimento, e exaltação, e interesse, e diversão, em outras palavras, você fez isso de modo tão sério!


Sendo que quando você veio, você veio pelo prazer da alegria, da exaltação. E usando seus pensamentos, sua mente, suas opiniões, sua perspectiva, para criar ao seu redor o mundo que você escolhe. Não o mundo que alguém está escolhendo para você, nem mesmo o mundo que você escolheu por padrão.


Mas você está escolhendo aqui e agora, a energia que cria mundos está fluindo para você e através de você, se você permitir, mas você tem que permitir suas próprias bênçãos. Você tem que as permitir, e você sabe... o que? Na maior parte do tempo, você não permite. Você bloqueia porque colocou tantos critérios, que você se opõe ao longo da sua trilha física.


Alguém fez uma história real sobre você em algum lugar. Onde eles o convenceram de que você não é abençoado, você não é merecedor e que você tem que lutar, e se esforçar, e tentar, e isso não é verdade. De fato, o oposto disso é verdade.


Que quanto mais você luta, e se esforça e tenta, quanto mais você olha para o problema e tenta se fixar nele, que quanto mais você prende o problema em sua frequência vibracional, mais você deixa de permitir o verdadeiro desejo que o problema fez nascer em você.


Nós queremos que vocês entendam um punhado de coisas, e quando você faz sua vida sua vida ser o que quer que ela seja. Nós queremos que você saiba que você cria sua própria realidade. Nós queremos que você saiba que é um ser vibracional num universo vibracional. Nós queremos que você saiba que você cria com o poder de seus pensamentos. Nós queremos que você saiba, nós queremos que você saiba, nós queremos que você saiba que seus pensamentos têm importância.


Seus pensamentos têm importância, eles têm muita importância, seus pensamentos têm mais importância do que qualquer coisa que você coloque junto, seus pensamentos têm importância, você não pode pensar pensamentos que fazem você sentir dor em seu coração ou sensação de medo, não pode pensar esse tipo de pensamentos e prosperar, da maneira que está destinado, e da maneira que você quer, e da maneira que é suposto que seja, e da maneira que você deseja que seja, e da maneira que é natural para você ser.


Você não pode olhar para o que é, no que é falta algo que você quer, e ao mesmo tempo chegar ao que você quer. Você não pode fazer isso, nunca funciona e nunca vai funcionar, a Lei da Atração não permite isso, porque você cria a sua própria realidade.


Abraham-Hicks


Workshop: Boston MA October 10, 2015
Link original: https://www.youtube.com/watch?v=lSOOLTRSfSM
Mensagem em vídeo dublado: https://www.youtube.com/watch?v=Grgl1FH_CVA

Fontes: Jolly Permission e De Coração a Coração.


Agradecimentos a  Sementes das Estrelas



Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos deste escritor em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Abraham Hicks


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Pensamento do Dia, 28 de Novembro de 2015.

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Sathya Sai Baba.



A Criação ou manifestação começou, como os Upanishads dizem, quando o Uno desejou: Ekoham bahusyam - "Eu sou Um; que Eu Me torne muitos".

É o número inteiro (Eu) que preenche os zeros com valor e validade!

A realização da função do "eu", e do ato de ignorar todos os zeros que vêm depois dele, é o propósito e o objetivo de todo esforço humano.

Quando a mente está serena e a inteligência é aguçada, esta realização ocorre naturalmente.

Pela disciplina do serviço abnegado, você pode facilmente reconhecer Aquele que aparece como muitos.

Para atingir essa experiência, o serviço deve ser prestado tanto como um sentido supremo do dever, como uma humilde oferta dedicatória ao Mais Elevado, ou em um espírito de entrega total à vontade de Deus, deixando todo o pensamento da consequência à Sua Graça.

Qualquer ato de serviço feito com esses motivos puros desenvolverá desapego e conferirá maiores recompensas.

(Discurso Divino, novembro de 1970)
 

 
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