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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

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Bomba da dívida mundial ameaça explodir ~ David Fernandez


Um nível de endividamento (DÉFICE PÚBLICO) generalizado jamais visto desde a Segunda Grande Guerra ameaça inocular o veneno da próxima crise.

David Fernandez – Madri 

Fonte:  https://brasil.elpais.com/

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 
 

 
Você e eu estamos sentados em uma montanha de dívida pública e privada global. A cota de dívida para cada habitante do planeta é de 21.866 euros, ou 95.554 reais. Uma bola de neve gigantesca e voraz. A fatura total chega a 164 trilhões de dólares (608 trilhões de reais), quantia equivalente a 225% do PIB mundial. Viver a crédito foi a saída natural da crise financeira. 

 
 
Os empréstimos permitiram cobrir os desequilíbrios das contas públicas e reanimar o crescimento. Mas convém não ultrapassar determinadas linhas vermelhas. O atual nível de endividamento jamais visto desde a Segunda Guerra Mundial é uma bomba-relógio que pode explodir a qualquer momento. Argentina e Itália são dois exemplos recentes de como ressuscitam facilmente os fantasmas mal enterrados.
“Os altos níveis de dívida e os elevados déficits públicos são um motivo de preocupação”, adverte o Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu último Monitor Fiscal. As nações com um grande endividamento, lembra esse organismo, são mais vulneráveis a um endurecimento das condições globais de financiamento, que poderiam dificultar o acesso aos mercados e colocar pressão sobre a economia. “A experiência demonstra que os países podem sofrer notáveis e inesperados choques em sua proporção entre dívida e PIB, o que aumenta a possibilidade de haver problemas (e uma reação) em cadeia”, concluem esses especialistas.
China é o país que mais contribuiu para o aumento do volume total na última década. Mas não é o único. As economias desenvolvidas devem o equivalente a 105% de seu PIB em média. Para as nações emergentes, a proporção já é de 50%, uma fronteira ultrapassada pela última vez nos anos oitenta, o que causou uma grave crise em muitas delas. “Por enquanto, o crescimento global é robusto, o desemprego está diminuindo e as taxas de juros continuam baixas. Todo isso faz com que o aumento da dívida seja manejável, mas se houvesse uma desaceleração inesperada ou um rápido aumento do preço do dinheiro, esta situação agradável se apagaria instantaneamente”, afirma Pierre Bose, estrategista do Credit Suisse.
 

 
O crédito cria um vício extremo. Por isso, o maior risco é a grande velocidade com a qual se chegou ao nível atual. Mais de um terço das economias dos países mais avançados (ou mais “ricos”), por exemplo, devem no mínimo o equivalente a 85% do tamanho de sua economia, três vezes mais do que no ano 2000. Os Governos, ao pisar no acelerador do crédito, resistiram à recessão, mas poderiam estar hipotecando o futuro econômico de seus países. “Com o tempo, a dívida deixa de estimular a atividade. Cada vez se necessita de mais acúmulo de empréstimos para gerar um ponto percentual adicional no PIB. O crescimento impulsionado pela dívida pode ser divertido no início, mas simplesmente traz para o presente o consumo futuro, do qual sentiremos falta depois”, diz Alfredo Álvarez-Pickman, economista-chefe do Key Capital Investment.

Momento delicado
A bolha chega, além disso, em um momento muito delicado. A Reserva Federal dos EUA começou a reduzir seu saldo − já não compra títulos públicos e amortiza os que tem no vencimento −, medida que vem acompanhada por aumentos das taxas de juros. O Banco Central Europeu (BCE) continua comprando dívida soberana, mas planeja fechar a torneira em setembro e seguir o caminho de seu homólogo americano. O plano traçado pelos dois organismos prevê um endurecimento monetário progressivo e moderado. Para que se materialize, é preciso que se cumpra a outra parte da equação: que os preços continuem sob controle. “A inflação tem sido modesta, mas se voltasse de forma súbita colocaria os bancos centrais em uma encruzilhada. Teriam de decidir entre deixar que os preços continuassem subindo, algo que vai contra sua natureza, ou elevar os juros para combatê-la, o que encareceria a carga de juros de Estados, empresas e famílias”, ressalta Bart Hordijk, analista do Money Europe.
Este ano marca o décimo aniversário da quebra do Lehman Brothers(e da crise financeira de 2008), tiro de largada da crise financeira que foi o prelúdio da Grande Recessão. No mercado, começa a se espalhar a teoria de que já não há ciclos econômicos, e sim ciclos de crédito, e que por isso convém não perder de vista o contador da dívida. Alguns especialistas, entretanto, recomendam prudência, pondo os dados em perspectiva. “Os níveis atuais de endividamento são autofinanciados e baratos. Essa é uma diferença importante em relação à situação da dívida global e da economia uma década atrás”, aponta Stéphane Monier, diretor de investimentos do banco Lombard Odier.
A economia mundial já vive um longo período de crescimento. Embora ninguém preveja uma mudança de tendência por enquanto, a ideia de que poderíamos estar nas últimas fases do ciclo ganha força. Quando chegasse a temida desaceleração econômica, o melhor que poderia acontecer a um governo seria ter margem para aumentar os gastos públicos, reduzir impostos e baixar os juros. Essas ferramentas contracíclicas, no entanto, são agora uma quimera. Por isso, instituições como o FMI estão pedindo aos países que construam, por meio da redução do déficit, um colchão para quando os maus tempos chegarem. “Os governos têm pouca margem fiscal devido à situação atual da dívida. Além disso, do ponto de vista monetário, os bancos centrais iniciaram o caminho do endurecimento. Devido à ausência desses estabilizadores tradicionais, a próxima recessão será mais pronunciada do que em ocasiões anteriores”, alertam os especialistas da Carmignac.
Como os problemas nunca vêm sozinhos, à elevada dívida pública é preciso somar a também delicada situação do endividamento privado, que dobrou em uma década e já alcança 120% do PIB mundial. “O endividamento das famílias é um problema principalmente quando é o resultado de um boom no mercado imobiliário”, explica Stefan Hofrichter, economista-chefe da Allianz GI. “Chama a atenção o fato de que o aumento da dívida privada se deva em grande medida à evolução dessa dívida em países pouco afetados pela crise financeira, como Canadá, Suécia, Noruega, Austrália, China, Brasil, Turquia e Índia. Muitos deles são precisamente os que tiveram o maior aumento nos preços da moradia dos últimos dois anos”, acrescenta Hofrichter.
Os riscos de uma dívida alta têm tradicionalmente pairado sobre as economias mais fracas. Essa tendência não mudou, mas foi reforçada pelo maior endividamento atual e pelas mudanças em sua composição durante os últimos anos. O primeiro perigo para o bloco emergente é de refinanciamento, já que ganharam peso os empréstimos não vinculados a concessões, cujos prazos de vencimento são mais curtos. Esses países também são mais sensíveis à retirada de fluxos de financiamento porque os investidores estrangeiros são os principais compradores. Além disso, são nações muito mais expostas à variação das taxas de câmbio: um terço da dívida dos países em desenvolvimento é denominado em moeda estrangeira, peso que aumenta para dois terços no caso daqueles de menor renda. “A natureza do problema da dívida não mudou. É um problema que afeta mais o mundo emergente do que o desenvolvido, porque a confiança do mercado em sua capacidade de pagamento é menor e, além disso, a situação pode mudar bruscamente, como vimos recentemente com o título argentino com prazo de 100 anos”, explica Agnieszka Gehringer, analista do Instituto Flossbach von Storch.
Mas a dívida dos países emergentes não é a única que causa preocupação. As atenções começam a se voltar para a maior economia do mundo. O aumento dos gastos em 150 bilhões de dólares (560 bilhões de reais) − 0,7% do PIB − por ano durante os próximos dois anos e a redução de impostos aprovada pelo Governo Trump levarão o déficit orçamentário dos EUA para mais de 1 trilhão de dólares (3,7 trilhões de reais), mais de 5% do PIB. Essa situação e também as maiores necessidades de financiamento farão com que a proporção da dívida em relação ao PIB seja de 117% em 2023, segundo cálculos do FMI. “No curto prazo, essas medidas serão positivas para os investidores, já que permitirão que o mercado continue em alta enquanto os EUA continuarem puxando a economia mundial. No entanto, a dívida pode se transformar em um assunto a ser acompanhado de perto quando a atividade do país se desacelerar e a proporção de endividamento subir mais do que o previsto”, indica Susan Joho, economista do Julius Baer.
Velhos fantasmas
 

 
A crise da dívida europeia colocou o euro contra as cordas há seis anos. Desde então, os esforços orçamentários dos governos e a atitude decidida do BCE baixaram a tensão e provocaram certa convergência dos títulos públicos, que pouco a pouco recuperaram seu status de ativos quase livres de risco, permitindo aos países financiar a recuperação com dívida barata. No entanto, os riscos não desapareceram, como se pôde comprovar nas últimas semanas com a disparada do prêmio de risco italiano devido à encruzilhada política em que se encontra o país. “Se a economia se desacelerar antes que se consiga melhorar as contas públicas, não está descartada a possibilidade de aumento dos custos de financiamento para as nações europeias mais endividadas. Reviver uma situação parecida com a de 2012 é possível se o mercado puser ênfase na sustentabilidade fiscal”, ressalta Chris Iggo, responsável por renda fixa na Axa Investment Managers.

A maioria dos especialistas consultados aponta as políticas monetárias muito frouxas como o principal motor do aumento da dívida pública no mundo. “Quando os bancos centrais reduzem as taxas de juros a níveis extremos, seu único objetivo é incentivar o mundo a pedir emprestado”, recorda Álvarez-Pickman. Ao mesmo tempo, a promoção dessas medidas heterodoxas causou uma mudança na percepção que se tem sobre o crédito. “Houve mudanças estruturais e de conduta na dinâmica do endividamento. Tomar emprestado passou a ser algo mais aceito culturalmente devido às políticas governamentais orientadas a injetar mais dinheiro na economia”, assinala um especialista da Brandywine Global, filial da gestora de ativos Legg Mason.
Outro fator-chave na hora de explicar o maior endividamento é a demografia. “Os países desenvolvidos enfrentam o envelhecimento de suas populações. Cada vez há mais aposentados do que pessoas ativas, e isso significa menores receitas fiscais. Quando um governo arrecada menos, mas seus compromissos de gastos são maiores, uma solução fácil para o problema é a emissão de mais dívida”, afirma Christopher Gannatti, diretor de análise da WisdomTree. Nesse sentido, a proporção da dívida em relação ao PIB é consideravelmente mais alta quando se incluem os compromissos de gastos com aposentadorias e saúde. Nesse caso, o endividamento médio nos países avançados quase dobra, chegando a 204% do PIB, e nos emergentes ele dispara para 120%.
Soluções
O que se pode fazer para reduzir os níveis de dívida? A geração de um crescimento maior e sustentado é uma das possíveis soluções, já que ao aumentar o tamanho da economia se dilui em parte o peso dos empréstimos sobre ela. “O crescimento é o principal assassino da dívida. A melhora da atividade, isto sim, deveria vir pelo lado da oferta. Este tipo de crescimento se obtém com reformas, reformas e mais reformas. Um exemplo concreto é a melhora no acesso à educação e em sua qualidade. Ter pessoas mais bem formadas significa aumentar a produtividade no futuro”, sustenta Witold Bahrke, responsável por estratégia macroeconômica da Nordea AM.
Outra receita básica, mas difícil de levar a cabo, é não gastar mais do que se arrecada. O controle do déficit público é fundamental para livrar as economias de seu vício em dívida. “Os governos, as famílias e as empresas simplesmente têm de deixar de gastar além de suas possibilidades. Nesse sentido, temos o exemplo de Austrália e Suécia, que adotaram medidas prudenciais para evitar o superaquecimento de seus mercados imobiliários”, comenta o especialista da Brandywine. O equilíbrio orçamentário também é considerado crucial por Pierre Bose, do Credit Suisse: “No curto prazo, é improvável que haja quedas nos gastos públicos e impostos mais altos, já que o crescimento em muitas economias ainda é fraco. No entanto, há muito poucos países que estejam gerando superávit”.

Países mais endividados do MUNDO. CLIQUE PARA AMPLIAR
Tanto as reformas estruturais como as decisões que acarretam mudanças nas políticas de gastos exigem vontade política. Esse é o maior obstáculo que os especialistas veem para apostar nelas como uma receita factível para reduzir o alto endividamento. “Se os governos reduzissem seus gastos, haveria uma necessidade menor de emitir nova dívida. Levando em conta alguns resultados eleitorais (como o crescimento do populismo na Europa) recentes e o atual clima político, é cada vez mais evidente que é muito difícil pôr em prática essa abordagem do problema”, reconhece Christopher Gannatti, da WisdomTree.
Outra medida tradicional para reduzir o montante da dívida é gerando inflação. A maioria dos empréstimos é feita em termos nominais. Portanto, um aumento dos preços ajudaria a reduzir o endividamento. Neste caso, porém, há vários problemas. O primeiro é que, como se viu depois de anos de injeções multimilionárias na economia, gerar inflação já não é tão simples. Além disso, com o Índice de Preços ao Consumidor ocorre o mesmo que com o jogo do sete e meio (em que os jogadores tentam somar esse total com as cartas ou chegar o mais perto possível, mas não podem ultrapassá-lo): convém não ficar aquém nem passar da meta. Uma escalada desenfreada pode forçar aumentos das taxas de juros mais rápidos que o desejável. E, finalmente, não serve qualquer aumento de preços. “Uma inflação maior só é útil se resulta de um aumento dos salários. Se for assim, haverá maior demanda e crescerão tanto o PIB nominal como a arrecadação fiscal. Por outro lado, se essa inflação for produto apenas de fatores externos, como a energia, não ajudará muito se o que se pretende é reduzir o peso da dívida”, explica Azad Zangana, economista da Schroders.


 
 
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Atualização diária.


O DIA DOS PAIS E A ENERGIA DO PAI ~ Jennifer Hoffman




O DIA DOS PAIS E A ENERGIA DO PAI.

Por Jennifer Hoffman.

18 de Junho de 2018.

Tradução: Regina Drumond. 

 
about Jennifer Hoffman
 
 

NR: No Canadá e EUA o dia dos pais é o terceiro domingo de junho (17 de junho este ano). Em Portugal é a 19 de março.


Você está pronto para uma nova semana? Esta apresenta alguns aspectos de ótima energia que refletem nosso caminho de ascensão em andamento e o trabalho de integração da 3D / 5D. Pode ficar um pouco emocional porque temos um grande trígono em signos da água (Câncer, Escorpião e Peixes) com Mercúrio, Júpiter e Netuno. Toda vez que Mercúrio estiver ativo, observe as questões cármicas que surgem porque ele governa o karma. Também temos um trígono espiritual de Júpiter / Netuno de elevada energia também. Milagres são abundantes, então mantenha as listas de milagres onde você possa vê-las. Celebramos o Dia dos Pais nos EUA no último fim de semana e esse pode ser um momento difícil para alguns. Se você, como eu, teve um pai emocionalmente indisponível, esse dia pode ser um lembrete do relacionamento paterno que você não teve. Ao longo dos muitos anos em que tenho aconselhado clientes, a maioria teve esse tipo de relação paterna. Mas isso faz parte da nossa missão de alma, resolver a dor de relacionamentos que não atenderam às nossas necessidades ou que foram dolorosos, desafiadores ou traumáticos. Uma coisa que podemos celebrar no Dia dos Pais é a maneira maravilhosa como os pais de hoje estão envolvidos com seus filhos. Este é um aspecto relativamente novo da paternidade e faz parte da energia das crianças Índigo e Cristal. Os pais cuidam de seus filhos, estão envolvidos em suas vidas e até trocam fraldas! Feliz Dia dos Pais para todos ospais e se você estiver lutando em um relacionamento com o seu pai, espero que o artigo desta semana sobre o Dia dos Pais e ai Energia do Pai o ajude. Certifique-se de ler até o final, há um exercício especial para ajudá-lo a reequilibrar a Energia do Pai em sua vida. O Dia dos Pais foi em 19 de junho nos EUA, um dia em que celebramos nosso relacionamento com nossos pais. Alguns de nós não têm muito o que comemorar, pois nossos pais podem ter estado ausentes, desconhecidos ou tão distantes emocionalmente que não conseguimos encontrar uma razão para celebrar nosso relacionamento com eles. Meu pai está morto há quase 30 anos e embora eu tenha passado grande parte da minha vida zangada com ele e me perguntando se ele se importava comigo, agora eu o entendo muito mais e posso realmente ser grata pelos presentes que ele me deu. em vez de me concentrar em como ele ignorou tantas oportunidades de mostrar o quanto ele me amava e se importava comigo. Os pais refletem as nossas lições de poder e de amor, muitas vezes, através de suas limitações em vez de suas habilidades. Meu pai foi, como foram muitos dos homens de sua geração, emocionalmente perturbado. Órfão durante a Segunda Guerra Mundial, aos 4 anos, e adotado por estranhos em um país estranho, aos 7 anos, grande parte de sua vida foi vivida com a questão do que aconteceu a sua família biológica. Ele era quieto, introvertido e emocionalmente desconectado. No entanto, houve algumas vezes, como a primeira vez em que eu fui rejeitada por um menino que eu gostava, ele me confortou e me disse que eu era linda e que um dia iria encontrar alguém que me amasse e me apreciasse, alguém amoroso e solidário. Eu queria que ele fosse forte e poderoso, para me proteger e me mostrar que ele me amava, para que eu pudesse saber que eu era amada. Mas ele não se amava e nem se sentia digno do amor, com base em suas experiências de vida, assim ele não conseguia dar este tipo de amor para mim. Meu pai, como muitos homens de sua geração, foi consumido pela dor, raiva, tristeza, impotência, e não tinha ideia de como expressar as suas emoções. Para a sua geração, as emoções eram para as mulheres, e “meninos grandes não choravam”. O que eu sei agora é que ele não poderia me dar o que ele não tinha; ele, simplesmente, não tinha as habilidades ou o conhecimento para estar emocionalmente presente para si mesmo, assim ele não poderia estar lá para mim, também. Sinto que conheço o meu pai agora melhor do que nunca, e estou em paz com a pessoa que ele era, em vez de estar irritada com a pessoa que ele foi ou não, pois eu aprendi a aceitar o que ele nunca conseguiu ser. Foi necessário muito tempo para eu descobrir isto. Tive muitas expectativas em relação ao meu pai e fiquei muito zangada porque ele não as satisfez. Não conseguia reconhecer a sua dor, porque eu queria que ele diminuísse a minha, que me mostrasse que eu era poderosa e digna de amor. Ele viveu comigo durante os últimos meses de sua vida e isto me deu a oportunidade de ver a intensidade do seu sofrimento emocional, os sentimentos de desmerecimento, a profunda dor por ter sido separado de sua família, a tristeza que ele mantinha dentro dele e como o seu coração estava fechado. Momentos antes de sua morte, ele me disse que me amava, que estava orgulhoso de mim e se desculpou por não ter sido um pai melhor. Foram necessários mais de 30 anos para que ele dissesse isto para mim e isto foi a cura e a prova do amor que eu precisava. Isto também foi um ponto de escolha para mim: eu conseguir aceitá-lo e seguir em frente, ou ficar com raiva e rejeitar este presente porque era muito pouco e demasiado tarde. Eu escolhi aceitá-lo (não imediatamente, contudo), grata por ele me amar o suficiente para encontrar a coragem de dizê-lo, mesmo que isto ocorresse nos últimos momentos de sua vida. Agora eu sei, com o entendimento que vem com a experiência, com a sabedoria que vem com a idade, e a compaixão por ele ser um pai, que as limitações emocionais de meu pai foram o seu presente para mim. Eu poderia escolher ser como ele, ou eu poderia optar por ser tão emocionalmente aberta quanto possível, e acabar com o legado do sofrimento, da mágoa, raiva, impotência e distância emocional, que foi o legado daquela geração. Escolhemos nossos pais, mesmo os nossos pais distantes, ausentes ou feridos, de modo que possamos nos curar. A crença de que os pais deveriam ou não ter sido ------------------------------------ (preencha o espaço em branco), coloca o ônus de nossa cura sobre eles e limita a nossa capacidade de aprendermos e nos curarmos de nossa jornada compartilhada. Se eles foram terrivelmente abusivos ou extremamente amorosos, houve uma razão por tê-los escolhido e quando pudermos ser compassivos e perdoá-los e a nós mesmos, poderemos liberar existências de raiva e de decepção e aceitá-los pelo que eles são: seres humanos fazendo o melhor que eles podem, com o que eles aprenderam e sabem. Se você teve pais bons ou ruins, seu pai é parte do seu grupo de almas, um aspecto importante de sua jornada de cura e outro reflexo de sua cura. O Dia dos Pais acontece geralmente na semana do Solstício, que é uma comemoração do dia mais longo da luz do sol e o sol representa o pai na astrologia. É mais uma razão para nos realinharmos com uma perspectiva mais elevada em todos os nossos relacionamentos, mas, especialmente, com aqueles que nos esforçamos para entender, ou entrarmos em acordo, porque sentimos que eles estiveram falhando de muitas maneiras. Há outro aspecto a considerar quando decidimos se passaremos as nossas vidas com ressentimento dos nossos pais, pelas suas precárias habilidades de paternidade, ou se iremos superar estas emoções e vê-los com bondade compassiva e compreensão, e este é o despertar da energia do Masculino Divino. Comemoramos a ascensão do Feminino Divino, após eons de supressão, o que foi parte do nosso Legado da Atlântida. A energia do Masculino Divino representa o reingresso do masculino ao seu centro cardíaco, do qual esteve desconectado por tanto tempo, enquanto o Feminino Divino foi desconectado do seu poder. Através de inúmeros séculos de guerra, morte, domínio e controle, a energia masculina teve o seu coração partido, sendo consumida pela tristeza, que é um produto do seu trauma, e é o momento de que ela seja reconectada ao nível do coração e assim os homens poderão ser íntegros e completos novamente, reunidos ao amor incondicional que faz parte do seu projeto divino. Vemos isto na geração mais jovem de hoje, quando pais são cuidadores e provedores para os seus filhos, de uma maneira que a minha geração nunca foi. Ao perdoarmos os nossos pais, liberamos esta velha energia e podem ser abertos os portais para que um profundo renascimento energético ocorra, para abençoar as futuras gerações com pais que sejam igualmente amorosos, compassivos, solidários e conscientes do seu poder, de maneiras que lhes permitam expressar todo o amor em seus corações para todos em sua vida. E ao assim fazermos, poderemos terminar com o legado do paradigma masculino do sofrimento, que tem sido uma poderosa limitação a nossa reconexão com o nosso próprio centro divino e uns com os outros. Aqui está um exercício do Dia dos Pais para você - O que você gostaria de ter recebido de seu pai? É aceitação, elogio, aprovação, amor, validação, respeito? Anote-o como uma frase - O que eu queria do meu pai era _______________________ Agora, dê a si mesmo essa energia pelos próximos 7 dias. Tudo o que você queria de seu pai (que ele não lhe deu) é algo que você precisa dar a si mesmo. Seja gentil consigo mesmo ao se dar a energia que você esperou por toda a sua vida para receber, muitas vezes de alguém que não poderia lhe dar. Esta é uma das lições de nossos grupos de almas, o que mais queremos deles é o que devemos aprender a dar a nós mesmos.

 
 
Jennifer Hoffman
 
 
 

 
 
 
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Aprenda a interpretar as vibrações ~ Sabedoria dos Anjos, Sharon Taphorn



Vibrações.

Aprenda a interpretar as vibrações.

SABEDORIA DOS ANJOS

canalizada por Sharon Taphorn

17 de junho de 2018.

Tradução: Regina Drumond Chichorro.

 
 
 
 
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Ao aprender a interpretar e a confiar na energia de seus pensamentos e sentimentos, você aprende a confiar em suas leituras sobre as vibrações que sente. É o seu maior sistema de orientação e aquele que vale mais a pena aperfeiçoar. Estamos nos tornando seres mais  conscientes, portanto, deixe que este sentido se desenvolva para que você aprenda a discernir rapidamente as situações que acontecem ao seu redor e como responder de maneiras melhores.


Hoje saia  e brinque com o universo. Sintonize-se com tudo o que você faz e observe os diferentes pensamentos e sentimentos que surgem em diferentes situações. Não os julgue, apenas os deixe ser e os sinta. O que você percebe que é diferente na maneira como você aborda o seu dia?


Pensamento para hoje: 
Trata-se de vibração! Aprenda a interpretar e a confiar nos sinais que você está recebendo, deixando-o saber o que está lá fora. Saia e brinque, seja um cientista e experimente o mundo ao seu redor. É assim que você aprende! É assim que você cresce!
 
 
 
E assim é.

 
Você é muito amado e apoiado, sempre.

 
Os Anjos e Guias.

 
Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,Děkuji.

 
Sharon Taphorn

 
 
 


A permissão é concedida para cópia e redistribuição da Sabedoria dos Anjos sob a condição de que o conteúdo permaneça completo, que todos os créditos sejam dados à autora e que seja distribuído gratuitamente.
 
Grata

♥♥♥



 
 

Agradecimentos a:


 

 
 
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Pensamento do dia, 18 de junho de 2018 ~ Sathya Sai Baba




 Manifestações do Amor Divino!

Pensamento do dia.

Por Sathya Sai Baba

18 de junho de 2018

 
 
 
Tudo o que você é, você deve à sociedade e você deve mostrar sua gratidão à sociedade prestando serviço.

Baba.
 
 
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Vocês podem ser de muitos países, e apegados a diferentes culturas e tradições, línguas e estilos de vestir, alimentar, etc. 

Mas, esta variedade não deve esconder de nossa visão, a unidade da Divindade inerente a todos vocês. 

O mundo de hoje está afligido por problemas formidáveis e medo que se espalha rapidamente - medo de guerra, fome e terroristas demoníacos, problemas de conflitos raciais, religiosos e regionais, de recuperação econômica e sobrevivência, de indisciplina estudantil, de choques de credos, de frenesi e fanatismo, de tomada de poder e extremo egoísmo. 

O único remédio para esse medo rastejante é uma atitude de Vairagyam (desapego). Quando alguém está preso ao complexo corpo-mente e à limitação do eu-meu, o medo é inescapável. 

A consciência Advaita (não-dual), de que aquilo que testemunhamos é apenas uma superimposição de nossa própria mente sobre a Realidade, é a melhor cura e o serviço é o sadhana mais eficaz. 


(Discurso Divino, 21 de novembro de 1985)


Sathya Sai Baba.

 
 
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A religião é desnecessária à esperitualidede.
Excelentes ensinamentos dos mestres têm sido contaminados pelo controle das religiões.
Discernimento sim; julgamento não.
 
 

 

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