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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Ecos de Nossos Sonhos ~ Graham Hancock


Ecos de Nossos Sonhos

As Digitais dos deuses 

Por Graham Hancock, livro “AS DIGITAIS DOS DEUSES”, Tradução de Ruy Jungmann, editora Record 2001.

Uma resposta para o mistério das origens e do fim da civilização

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 
 

Em alguns dos mitos mais impressionantes e duradouros que herdamos dos tempos antigos, parece que nossa espécie reteve uma recordação confusa, mas persistente, de uma pavorosa catástrofe global. De onde vem esses mitos? Por que, embora procedam de culturas sem relação entre si, seus temas são tão parecidos? Por que estão imbuídos de um simbolismo comum? E por que falam, com tanta freqüência, dos mesmos personagens e enredos padronizados? Se são realmente memórias, por que não existem registros históricos das catástrofes planetárias a que parecem aludir? Poderia acontecer que os próprios mitos sejam registros históricos? Poderia acontecer que essas histórias interessantes e imortais, compostas por gênios anônimos, tenham sido o meio usado para conservar informações desse tipo e transmiti-las ao longo do tempo, antes que começasse a história documentada?
 
 
Parte IV O Mistério dos Mitos 1. Uma Espécie com Amnésia
CAPÍTULO 24 Ecos de Nossos Sonhos
E a Arca Flutuou sobre a Face das Águas. Houve na antiga Suméria um rei que buscava a vida eterna. Seu nome era Gilgamesh. Conhecemos suas aventuras através dos mitos e tradições da Mesopotâmia, que foram gravadas em escrita cuneiforme em tabletes de argila cozidas em forno. Milhares desses tabletes, algumas datadas do início do terceiro milênio a.C., foram escavadas  nas areias do moderno lraque. Elas contam uma história ímpar de uma cultura desaparecida e nos lembram que, mesmo naqueles dias da alta antiguidade, seres humanos preservavam memórias de tempos ainda mais remotos, tempos dos quais estavam separados pelo intervalo de um grande e terrível dilúvio:
Proclamarei ao mundo as façanhas de Gilgamesh. Ele era o homem para o qual todas as coisas eram conhecidas; ele era o rei que conhecia os países do mundo. Ele era sábio, enxergava dentro de mistérios, conhecia coisas secretas e nos trouxe a história dos dias anteriores ao dilúvio. Ele partiu em uma longa jornada, ficou cansado, esgotado pela viagem. Ao voltar, repousou e gravou em uma pedra toda a história.
A história trazida por Gilgamesh lhe foi contada por um certo Utnapishtim, um rei que governara seu povo milhares de anos antes, que sobrevivera ao grande dilúvio e fora premiado com o dom da imortalidade pelos “deuses”, porque tinha preservado as sementes da humanidade e de todas as coisas vivas.
Isso aconteceu há muito, muito tempo, disse Utnapishtim, numa época em que os deuses (Anunnaki) viviam na terra: Anu, senhor do firmamento, Enlil, o executor das decisões divinas, Ishtar, a deusa da guerra e do amor sexual, e Enki/Ea, o senhor das águas, amigo e protetor natural do homem. Naqueles dias, o mundo fervilhava de atividade, os homens se multiplicavam, o mundo mugiu como um touro e o grande deus foi acordado pelo clamor. Enlil ouviu o clamor e disse aos deuses, reunidos em conselho: “O barulho da humanidade é intolerável e sono não é mais possível devido à balbúrdia.”  Em vista disso, os deuses concordaram em exterminar a humanidade.
Enki/Ea, porém, teve pena de Utnapishtim. Falando através da parede de caniço da casa do rei, avisou-o da catástrofe iminente e disse-lhe que construísse um barco, no qual ele e sua família poderiam sobreviver:
Derruba tua casa e constrói um barco, abandona tuas posses e procura a vida, despreza os bens mundanos e salva tua alma. (…) Derruba tua casa e constrói um barco com suas dimensões em proporção – largura e comprimento em harmonia. Põe a bordo do barco as sementes de todas as coisas vivas.
No momento exato, Utnapishtim construiu o barco, da forma ordenada. “Carreguei o barco com tudo o que tinha”, disse ele, “carreguei-o com as sementes de todas as coisas vivas”:
Embarquei todos os meus parentes, embarquei o gado, os animais selvagens da natureza, todos os tipos de artesãos. (…) O prazo foi cumprido. Quando a primeira luz do amanhecer surgiu, uma nuvem negra surgiu da base do céu e trovejou no lugar onde Adad, o senhor da tempestade, cavalgava. (…) Um estupor de desespero subiu ao céu, quando o deus da tempestade transformou a luz do dia em trevas, quando esmagou a terra como se ela fosse uma taça. (…) No primeiro dia, a tempestade soprou feroz e trouxe o dilúvio. (…) Nenhum homem podia ver seu companheiro. Nem os homens podiam ser diferenciados do céu. Até os deuses ficaram com medo do dilúvio. Retiraram-se, subiram para o céu de Anu e agacharam-se nas proximidades. Os deuses acovardaram-se como cães de rua, enquanto Ishtar chorava, e exclamava em voz alta: “Dei à luz a esses meus próprios filhos apenas para encher o mar com seus cadáveres, como se eles fossem peixes?”
Enquanto isso, continuou Utnapishtim:
Durante seis dias e noites o vento soprou, e torrente, tempestade e inundação varreram o mundo, a tempestade e o dilúvio rugiram juntos como hostes em guerra. Ao raiar o sétimo dia, a tempestade vinda do sul amainou, o mar ficou calmo, o dilúvio parou. Olhei para a face do mundo e havia silêncio. A superfície do mar estendia-se tão plana como um telhado. Toda a humanidade retornara ao pó. (…) Abri uma escotilha e luz caiu sobre minha face. Em seguida, curvei-me, sentei-me e chorei, lágrimas escorrendo pelo meu rosto, pois, por todos os lados, só havia o deserto de água. (…) A quatorze léguas de distância apareceu uma montanha e nela o barco encalhou. Na montanha de Nisir o barco se prendeu fortemente à terra, ficou imóvel e não se mexeu. (…) Quando o sétimo dia amanheceu, soltei uma pomba no ar. Ela voou para longe, mas, não achando lugar para pousar, voltou. Soltei em seguida uma andorinha, ela voou para longe, mas, não encontrando lugar para pousar, voltou. Soltei um corvo, ele viu que as águas haviam baixado, comeu, voou em volta, grasnou e não voltou.
Utnapishtim soube que, nesse momento, era seguro desembarcar:
Verti uma libação sobre o cume da montanha. (…) Juntei madeira, cana, cedro e murta… Quando os deuses sentiram o doce aroma, eles se reuniram como moscas sobre o sacrifício. (…)
Esses textos não são absolutamente os únicos que chegaram até nós, com origem na terra antiga da Suméria. Em outras tabuinhas – algumas delas com quase 5.000 e, outras, menos de 3.000 anos de idade – a figura “semelhante a Noé” de Utnapishtim era variadamente conhecida como Ziusudra, Xisuthros ou Atrahasis. Ainda assim, ele é sempre reconhecível como o mesmo personagem patriarcal, avisado pelo mesmo deus compassivo, que sobrevive ao mesmo dilúvio universal na arca sacudida pela tempestade e cujos descendentes repovoaram o mundo.
Há muitas semelhanças óbvias entre o mito do dilúvio mesopotâmico e a famosa história bíblica de Noé e o dilúvio. Estudiosos discutem interminavelmente sobre a natureza dessas semelhanças. O importante, porém, é que, em todas as esferas de influência, a mesma tradição solene foi preservada para a posteridade – uma tradição que conta, em linguagem vívida, uma catástrofe global e a aniquilação quase total da humanidade.
América Central
Mensagem idêntica foi preservada no Vale do México, muito distante dos montes Ararat e Nisir, ambos situados no outro lado do mundo. No México, cultural e geograficamente isolado das influências judaicocristãs, e em longas eras antes da chegada dos espanhóis, eram contadas também histórias sobre um grande dilúvio. Como o leitor recordará pelo que dissemos na Parte III, reinava a crença em que o dilúvio assolara toda a terra, ao fim do Quarto Sol.
“A destruição aconteceu sob a forma de chuvas torrenciais e inundações. As montanhas desapareceram e os homens foram transformados em peixes… De acordo com a mitologia asteca, sobreviveram apenas dois seres humanos: um homem, Coxcoxtli, e a esposa, Xochiquetzal, que um deus avisara do iminente cataclismo. Os dois escaparam em um imenso barco que haviam recebido ordens para construir e desembarcaram no cume de uma alta montanha. Lá desceram e tiveram muitos filhos, todos mudos, que assim permaneceram até que uma pomba, no alto de uma árvore, lhes deu o dom das línguas. Essas línguas diferiam tanto entre si que as crianças não podiam se entender.
Uma tradição centro-americana semelhante, a de Mechoacanesecs, apresenta uma semelhança ainda mais notável com a história contada no Gênesis e por fontes mesopotâmicas. De acordo com essa tradição, o deus Tezcatlipoca resolveu destruir toda a humanidade com um dilúvio, salvando apenas um certo Tezpi, que embarcou em uma espaçosa canoa com a esposa, filhos, e grande número de animais e aves, bem como suprimentos de cereais e sementes, cuja preservação era essencial para o sustento futuro da raça humana. A canoa encalhou no cume de uma montanha, depois de ter Tezcatlipoca ordenado que as águas do dilúvio se retirassem. Desejando saber se era seguro desembarcar nesse momento, Tezpi soltou um abutre que, alimentando-se das carcaças que cobriam a terra, não voltou. Ele enviou outras aves, das quais só voltou o beija-flor, com um galho folhudo no bico. Com esse sinal de que a terra começava a se renovar, Tezpi e família desceram da arca, multiplicaram-se e repovoaram a terra.
Recordações de uma terrível inundação causada por desagrado divino foram também preservadas no Popol Vuh. De acordo com esse texto arcaico, o Grande Deus resolveu criar a humanidade logo depois do início do tempo. Era um experimento e ele começou com “figuras feitas de madeira, que pareciam homens e que falavam como homens”. Essas criaturas caíram em desgraça porque “não se lembravam de seu Criador”: 
E assim um dilúvio foi desencadeado pelo Coração do Céu, um grande dilúvio foi formado e caiu sobre a cabeça das criaturas de madeira. (…) Uma pesada resina caiu do céu. (..,) a face da terra se tornou escura e uma chuva negra começou a cair, dia e noite. (..,) As figuras de madeira foram aniquiladas, destruídas, quebradas e mortas.
Nem todos morreram, porém. Tal como os astecas e os mechoacanesecas, os maias de Yucatán e da Guatemala acreditavam que uma figura semelhante a Noé e esposa, “o Grande Pai e a Grande Mãe”, sobreviveram ao dilúvio para repovoar novamente a Terra, tornando-se, dessa maneira, os ancestrais de todas as gerações subseqüentes da humanidade.
América do Sul
Passando à América do Sul, encontramos os chibcas, da região central da Colômbia. De acordo com seus mitos, eles viveram inicialmente como selvagens, sem leis, agricultura ou religião. Certo dia, porém, apareceu entre eles um velho de raça diferente. Ele usava barba espessa e longa e seu nome era Bochica. Ele ensinou aos chibcas como construir cabanas e viver juntos em sociedade.
A esposa de Bochica, muito bela, chamada Chia, veio depois dele, mas era má e gostava de contrariar-lhe os trabalhos altruísticos. Uma vez que não podia anular diretamente o poder do marido, usou de meios mágicos para causar um grande dilúvio, no qual morreu a maioria da população. Profundamente irado, Bochica exilou-a da terra para o céu, onde ela se tornou a lua e recebeu o trabalho de iluminar as noites. Ele fez também com que se dissipassem as águas do dilúvio e trouxe para baixo os poucos sobreviventes que haviam se refugiado no cume de uma montanha. Em seguida, deu-lhes leis, ensinou-lhes a cultivar a terra e instituiu a adoração do sol, com festivais, sacrifícios e peregrinações periódicas. Em seguida, dividiu entre dois chefes o poder de governar e passou o resto de seus dias na terra em tranqüila contemplação, como asceta. Quando subiu ao céu, tornou-se um deus.
Ainda mais ao sul, os canarianos, uma tribo de índios do Equador, contam uma história antiga de dilúvio, do qual dois irmãos escaparam por terem subido para o cume de uma montanha. À medida que a água subia, o mesmo acontecia com a montanha, de modo que os dois irmãos puderam sobreviver à calamidade. Ao serem descobertos, os índios tupinambás, do Brasil, veneravam uma série de heróis civilizadores, ou criadores. O primeiro desses heróis era Monan (antigo, velho), que eles diziam ter sido o criador da humanidade, mas que em seguida destruiu o mundo com água e fogo… O Peru, como vimos na Parte II, é particularmente rico em lendas sobre o dilúvio. Uma história típica fala de um índio que foi avisado do dilúvio por uma lhama. Juntos, homem e lhama fugiram para uma alta montanha, chamada Vilca-Coto:
Quando chegaram ao alto da montanha, viram que todos os tipos de aves e animais já haviam se refugiado ali. O mar começou a subir e cobriu todas as planícies e montanhas, exceto o cume de Vilca-Coto e, mesmo lá, as ondas batiam tão altas que os animais foram obrigados a se apertarem numa área estreita. (..,) Cinco dias depois, a água recuou e o mar voltou a seu leito. Mas todos os seres humanos, exceto um, morreram afogados e dele descendem todas as nações da terra.

Incas
Os araucnaianos do Chile pré-colombiano preservaram uma tradição que dizia que houve outrora um dilúvio, do qual poucos índios escaparam. Os sobreviventes refugiaram-se em uma alta montanha chamada Thegtheg (a “trovejante” ou “faiscante”), que tinha três picos e a capacidade de flutuar na água. Na extremidade sul do continente, uma lenda dos yamanas, da Terra do Fogo, informa:
“A mulher-lua causou o dilúvio. Isso aconteceu no tempo da grande elevação da superfície da terra. (…) A lua estava cheia de ódio aos seres humanos. (…) Nessa ocasião, todos morreram afogados, com exceção dos poucos que conseguiram escapar para cinco picos de montanhas que a água não cobriu.”
Outra tribo da Terra do Fogo, a pehenche, associa o dilúvio a um prolongado período de escuridão. “O sol e a lua caíram do céu; e o mundo permaneceu assim, sem luz, até que, finalmente, dois condores gigantescos levaram de volta o sol e a lua para o céu.”
América do Norte
Enquanto isso, no outro lado das Américas, entre os inuítes do Alasca, havia a tradição de um dilúvio terrível, acompanhado por um terremoto, que varreu tão rapidamente a face da terra que só uns poucos homens conseguiram escapar em canoas, petrificados de terror, ou refugiar-se nos picos das montanhas mais altas. Os luisenos, da Baixa Califórnia, tinham uma lenda que dizia que uma inundação cobriu as montanhas e destruiu a maior parte da humanidade. Salvaram-se apenas uns poucos, porque fugiram para os mais altos picos e que foram poupados quando a água inundou todo o mundo. Os sobreviventes ali permaneceram até que passou a inundação. Mais ao norte, mitos semelhantes foram registrados entre os hurons.
E uma lenda dos montagnais, grupo pertencente à família algonquina, contava que Michabo, ou a Grande Lebre, com ajuda de um corvo, uma lontra e um rato almiscarado, recriou o mundo. O History of the Dakotas, de Lynd, um trabalho respeitado do século XIX que preservou numerosas tradições indígenas que, de outro modo, teriam sido perdidas, refere-se ao mito iroquês de que “o mar e as águas haviam, um dia, invadido a terra, e toda vida humana foi destruída”. Os chickasaws afirmavam que o mundo fora destruído pela água, “mas que havia sido salva uma família e dois animais de todos os tipos.” Os sioux falavam também de um tempo em que não havia terra seca e quando todos os homens desapareceram.
Água, Água, por Todos os Lados
Até que distância e com que abrangência as repercussões do grande dilúvio chegaram às memórias preservadas em mitos? Até grande distância, sem a menor dúvida. Em todo o mundo são conhecidas mais de 500 lendas que falam do dilúvio e, em um levantamento de 86 delas (20 na Ásia, 3 na Europa, 7 na África, 46 nas Américas e 10 na Austrália e no Pacífico), um pesquisador especializado, o Dr. Richard Andree, concluiu que 62 eram inteiramente independentes das versões mesopotâmicas e hebraicas. Antigos estudiosos jesuítas, que figuraram entre os primeiros europeus a visitar a China, por exemplo, tiveram oportunidade, na Biblioteca Imperial, de examinar um vasto conjunto de obras, composto de 4.320 volumes, que se dizia ter sido herdado de tempos antigos e que continham “todos os conhecimentos”.
Esse grande livro incluía certo número de tradições citando as conseqüências que se seguiram quando a humanidade se rebelou contra os grandes deuses e o sistema do universo despencou na desordem:
“Os planetas mudaram seus cursos. O céu afundou na direção do norte, o sol, a lua e as estrelas mudaram seus movimentos (inversão dos polos). A terra desfez-se em pedaços e as águas no seu seio jorraram violentas para o alto e inundaram a terra”.
Na floresta tropical de Chewong, na Malásia, os nativos acreditavam que, com grande freqüência, o mundo em que viviam, que chamavam de Terra Sete, virava de cabeça para baixo (inversão dos polos) e tudo era inundado e destruído. Não obstante, graças à intervenção do Deus Criador Tohan, a nova superfície plana do que fora antes o lado de baixo da Terra Sete é moldada e transformada em montanhas, vales e planícies. Novas árvores são plantadas e nascem novos seres humanos. Um mito do dilúvio originário do Laos e da região norte da Tailândia diz que seres chamados thens viviam há muito tempo no alto reino, enquanto os senhores do baixo mundo eram três grandes homens, Pu Leng Seung, Khun K’na e Khum K’et.
Certo dia, os thens anunciaram que, antes de tomar qualquer refeição, os homens deveriam lhes dar uma parte da comida, como sinal de respeito. Os homens recusaram-se a cumprir a ordem e, irados, os thens provocaram um dilúvio que destruiu toda a terra. Os três grandes homens construíram uma jangada, no alto da qual fizeram uma pequena casa e embarcaram com certo número de mulheres e crianças. Dessa maneira, eles e seus descendentes sobreviveram ao dilúvio. De forma semelhante, os karens da Birmânia têm tradições de um dilúvio global, do qual dois irmãos se salvaram em uma jangada. Um dilúvio do mesmo tipo faz parte da mitologia do Vietnã, na qual se diz que um irmão e uma irmã sobreviveram dentro de um grande caixão de madeira, que continha também dois espécimes de todos os tipos de animais.
Vários povos aborígines australianos, especialmente aqueles cujas terras tradicionais se situavam ao longo da costa tropical no norte, atribuem sua origem a uma grande inundação, que acabou com a terra e a sociedade anteriores. Paralelamente, nos mitos sobre a origem de certo número de outras tribos, a serpente cósmica Yurlunggur (associada ao arco-íris) é julgada responsável pelo dilúvio. Existem também tradições japonesas, de acordo com as quais as ilhas do Pacífico na Oceania foram formadas depois de baixarem as águas de um grande dilúvio. Na própria Oceania, um mito dos habitantes nativos do Havaí conta que o mundo foi destruído por uma inundação e, mais tarde, recriado por um deus chamado Tangaloa. Os samoanos acreditam que, no passado, aconteceu uma inundação que destruiu quase toda a humanidade. Só sobreviveram dois seres humanos, que se fizeram ao mar em um barco que, finalmente, chegou à terra no arquipélago samoano.
Grécia, Índia e Egito
No outro lado do mundo, a mitologia grega era também assombrada por memórias de um dilúvio. Neste caso, porém (como, aliás, na América Central), a inundação não era vista como um evento isolado, mas como uma etapa em uma série de destruições e recriações do mundo. Os astecas e maias falavam em termos de “Sóis”, ou épocas sucessivas (das quais pensavam que a nossa era a quinta e última). De forma semelhante, as tradições orais da Grécia antiga, compiladas e redigidas por Hesíodo no século VIII a.C., relatam que, antes da presente criação, houve quatro raças anteriores de homens. Julgavam os gregos que cada uma delas fora mais adiantada do que a que a seguiu. E todas elas, na hora aprazada, haviam sido “engolidas” em um cataclismo geológico.
A primeira e mais antiga criação fora a “raça de ouro” da humanidade, que “vivera como os deuses, sem cuidados, sem problemas ou sofrimentos… Dotados de corpos que não envelheciam, eles se regalavam em seus banquetes… Quando morriam, era como homens vencidos pelo sono”. Com a passagem do tempo e por ordem de Zeus, a raça de ouro “mergulhou finalmente nas profundezas da terra”. Foi sucedida pela “raça de prata”, suplantada pela “raça de bronze”, substituída por sua vez pela raça dos “heróis” e seguida pela raça de “ferro” – a nossa -, a quinta e mais recente criação. O destino da raça de bronze é o que mais nos interessa aqui.

“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum”.  –  Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

Descrita nos mitos como tendo “a força de gigantes e mãos poderosas em braços poderosos”, esses homens formidáveis foram exterminados por Zeus, o rei dos deuses, como castigo pelas más ações de Prometeu, o titã rebelde que deu o fogo à humanidade. o mecanismo usado pela vingativa divindade para limpar a terra foi uma inundação que a tudo cobriu. Na versão mais conhecida da história, Prometeu engravidou uma humana. Ela lhe deu um filho, chamado Deucalião, que governou a Pítia, na Tessália, e tomou como esposa Pirra, “a ruiva”, filha de Epimeto e Pandora. Quando Zeus tomou a terrível decisão de destruir a raça de bronze, Deucalião, avisado por Prometeu, construiu uma caixa de madeira, encheu-a de “tudo que era necessário” e entrou nela com Pirra. O rei dos deuses despejou dos céus chuvas torrenciais, inundando a maior parte da terra.
Toda a humanidade pereceu no dilúvio, exceto alguns que haviam fugido para as montanhas mais altas. “Aconteceu também nesse tempo que as montanhas da Tessália foram fendidas ao meio e toda a região, até o Istmo e o Peloponeso, tornou-se um único lençol de água.” Deucalião e Pirra flutuaram nessa caixa durante nove dias e nove noites e chegaram finalmente ao monte Parnaso. Aí, quando cessaram as chuvas, desembarcaram e fizeram sacrifício aos deuses. Em resposta, Zeus enviou Hermes a Deucalião, com permissão para pedir tudo que quisesse. Ele quis seres humanos. Zeus ordenou-lhe que pegasse pedras no chão e que as jogasse por cima do ombro. As pedras jogadas transformaram-se em homens e, as jogadas por Pirra, em mulheres. Da mesma forma que os hebreus se lembravam de Noé, os gregos dos tempos históricos lembravam-se de Deucalião – como ancestral da nação e fundador de numerosas cidades e templos.
Uma figura semelhante era reverenciada na Índia védica há mais de 3.000 anos. Certo dia (conta a história), quando um sábio chamado Manu estava fazendo suas abluções, encontrou, na concha da mão, um peixinho, que lhe implorou que o deixasse viver. Sentindo pena do peixinho, ele o colocou em um jarro. No dia seguinte, porém, o peixinho crescera tanto que ele teve que levá-lo para um lago. Logo depois, o lago ficou pequeno demais. “Jogue-me no mar”, pediu o peixe [que era, na realidade, uma manifestação do deus Vishnu], “e eu me sentirei mais confortável.” Em seguida, ele avisou Manu do dilúvio que estava por acontecer. Enviou-lhe um grande navio, com ordens para que o enchesse com duas criaturas vivas de todas as espécies e sementes de todas as plantas, e que, em seguida, subisse para bordo.

Restos da Arca de Noé teriam sido encontrados no Monte Ararat, na Turquia
Manu mal havia acabado de cumprir as ordens quando o oceano subiu e submergiu tudo e nada mais podia ser visto, exceto Vishnu em sua forma de peixe – nesse momento uma criatura enorme, de um único chifre e escamas douradas. Manu amarrou o navio no chifre do peixe e Vishnu rebocou-o pelas águas altas até parar no cume da “Montanha do Norte”: o peixe disse: “Eu te salvei, amarra o navio a uma árvore, porque a água pode varrê-lo para longe, enquanto estiveres na montanha e, na proporção em que as águas descerem, tu também descerás.” Manu desceu com as águas. O Dilúvio havia destruído todas as criaturas e Manu permaneceu sozinho.
Com ele, e com os animais e plantas que ele salvara da destruição, começou uma nova era no mundo. Após um ano, das águas emergiu uma mulher, que se apresentou como “a filha de Manu”. Os dois casaram e tiveram filhos, tornando-se, dessa maneira, os ancestrais da atual raça da humanidade. Por último, mas não menos importante, as tradições egípcias referem-se também a uma grande inundação. Um texto funerário descoberto na tumba do Faraó Seti I, por exemplo, conta a destruição, por um dilúvio, da humanidade pecadora. As razões da catástrofe estão expostas no Capítulo CLXXV do Livro dos Mortos, que atribui o discurso seguinte ao Deus da Lua, Thoth:
 
 

RECONCILIANDO-SE COM A MUDANÇA ~ Os Anjos, Ann Albers

 

RECONCILIANDO-SE COM A MUDANÇA.

A MUDANÇA PODE SER BELA

Mensagem dos Anjos através de Ann Albers.

11 de Março de 2019. 

Tradução: Regina Drumond. 

 

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Respire enquanto nós o envolvemos com o nosso amor. Libere suas tensões, medos, transtornos, ansiedades e stress. Respire conosco. Agora libere. A energia está circulando rapidamente em seu planeta. Em muitos casos, estão surgindo medos e problemas antigos, e coisas com as quais você já lidou em níveis muito mais profundos. Um dos maiores medos do seu planeta é o medo da perda. "E se eu perder o meu namorado, namorada ou cônjuge? E se eu perder o meu filho? E se eu perder meu emprego? E se eu perder minha casa? E se eu perder minha saúde? E se ...?" Esses medos, baseados no mundo terreno da ilusão, controlam-no de muitas maneiras. A verdade oferece liberdade. Não há absolutamente nada neste mundo de forma que dure para sempre. Para muitos de vocês isso traz medo, mas a impermanência da forma é um dos maiores dons de Deus para você. Você consegue entender a mesma vida, com as mesmas posses, sob as mesmas circunstâncias por toda a eternidade? Você ficaria louco de tédio, pois é a natureza da alma criar. Você pode imaginar desempenhando o mesmo papel, sendo a mesma pessoa, por toda a eternidade, nunca tendo a chance de começar de novo e experimentar novas perspectivas? Você pode imaginar ter que ficar com a mesma pessoa para agradar as mesmas pessoas, agora e para sempre, sem espaço para crescer? Querido, as mudanças são o que permitem que seu espírito se expanda para uma maior consciência de sua verdadeira natureza. Através da mudança você testemunha as muitas formas e faces do Divino, pois todo ser vivo, todo objeto inanimado, toda folha de grama, cada montanha, cada animal, é simplesmente uma incorporação do Amor. Ao olhar nos espelhos da criação, você obtém uma maior consciência do verdadeiro Eu interior. As janelas do Divino mudarão ao longo de suas vidas, mas o Um atrás delas permanecerá constante. As pessoas podem ir e vir, mas a Divindade que o anima nunca pode deixá-lo. As coisas podem ir e vir e, no entanto, o amor que vive dentro de cada minúscula partícula subatômica e o princípio vivificante que as organiza nunca podem deixá-lo. O próprio amor que anima toda a criação é Um, olhando para você através de inúmeros olhos, manifestados em oceanos, árvores, brisas, montanhas e os menores animais unicelulares. Em cada pensamento e emcada respiração há somente Amor. Sua alma sentirá grande liberdade se, ao invés de temer mudanças, você aceitá-las sinceramente. Confie que a mudança é o resultado do seu crescimento - individual e / ou coletivamente. Confie que suas mudanças, quando acolhidas com amor, acabam levando a uma vida mais consciente e feliz. As pessoas que já não correspondem à sua consciência expandida podem sair ou se afastar da sua vida. Espere que pessoas novas e compatíveis sejam atraídas para você. Os entes queridos podem morrer para suas formas terrenas. Espere que seus espíritos expandidos trabalhem com você, guiem-no e o amem enquanto você continua sua jornada aqui na Terra. As coisas podem se romper. Espere que coisas novas, melhores e mais convenientes sejam atraídas para sua vida. Empregos pode ir e vir. Entenda que você os superou e será guiado para melhores. Você inevitavelmente perderá coisas, pessoas, empregos, etc. Você ganhará e liberará dinheiro. Você terá pensamentos indo e vindo, crenças que você defende podem mudar. Mesmo quem você pensa que é, ambos irão se contrair e se expandir por toda a sua vida, enquanto você continua ao longo de um caminho gradual de despertar a consciência espiritual. A Mudança é a natureza da vida em seu mundo tridimensional. Em vez de "apegar-se" ao passado, lamentar-se se você se sentir triste, aceite as mudanças da melhor maneira possível, e espere que - por causa da natureza expansiva de sua alma - você encontrará expressões ainda maiores de amor operando em sua vida. A Mudança é inevitável. O amor é a Constante. Quando você temer a perda, lembre-se: "Eu nunca posso perder Aquele que vive em todas as almas. Eu nunca posso perder o amor que vive na criação. As formas podem mudar, mas o Amor que eu busco em todas as coisas e em todos os seres, é e sempre será meu para manter " Esta verdade, meu querido, nunca irá mudar. Deus o abençoe! Nós o amamos muito. Os Anjos
 

Ann Albers





 
 

 

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Pensamento do Dia 11 de março de 2019 ~ Sathya Sai Baba



 Manifestações do Amor Divino!

Pensamento do dia.

Por Sathya Sai Baba

11 de março de 2019

   

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Nos tempos de hoje, homens e mulheres jovens estão prontos para ouvir mil mentiras, mas não têm paciência para prestar atenção a uma simples verdade. 

Lembre-se sempre, uma pessoa honesta, que fala com amor, é melhor que uma centena de bajuladores. 

Os jovens não devem subestimar o valor da boa saúde e a força que eles desfrutam durante os anos de juventude. 

Eles devem usá-los para aprender e conduzir vidas significativas e altruístas. 

Da mesma forma, devem manter uma boa saúde ao invés de consumir toda a sua energia e talentos na busca de objetos sensuais e maus desejos. 

Uma pessoa mal-intencionada em um vilarejo é mais prejudicial à comunidade do que um lago poluído! 

Lembre-se sempre: para assegurar a graça de Deus, uma pessoa deve aderir à conduta correta e manter pureza de pensamento, palavra e ação. 

Bondade e compaixão são a marca de um verdadeiro ser humano.


(Discurso Divino, 9 de fevereiro de 1984) 
 
 
 
Sathya Sai Baba.



 

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A religião organizada é desnecessária à esperitualidede.
Excelentes ensinamentos dos mestres têm sido contaminados pelo controle dessas religiões.
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SUA FORÇA E FORTALEZA. ~ O Criador, Jennifer Farley

 

SUA FORÇA E FORTALEZA.

Escritos do Criador

Transcrito por Jennifer Farley

10 de março de 2019

Tradução – Adriano Pereira

blogluzevida@gmail.com

 
  
 
 

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Meu querido filho*, é difícil levantar depois de ter sido derrubado de novo e de novo e continuar aprendendo diante das adversidades.
 
O Universo quer assegurar-lhe que, mesmo que você tenha dores e decepções, você está crescendo!
 
Para cada descida, há um número infinito de belos momentos acontecendo dentro de você.
 
Confie em si mesmo e no poder interno.
 
Você tem a força e fortaleza de espírito para superar qualquer desafio!
 


Criador.

 
Jennifer Farley
 
 
 
 

 
* Ou "Minha querida criança" como traduzido originalmente.


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GERMINANDO UMA NOVA VIDA. ~ Kate Spreckley



GERMINANDO UMA NOVA VIDA.

Inspiração de Kate Spreckley.

11 de Março de 2019. 

Tradução: Adriano Pereira

 
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Estamos no meio de um processo evolutivo extenso, complexo e exigente.
 
As energias que chegam continuam a limpar e a nos libertar das vidas de dor, desconexão e desequilíbrio.
 
Às vezes, o ritmo dessa transformação parece insuportavelmente lento e interminável à medida que suportamos a intensidade dessas energias que chegam.
 
Cada camada, cada nível e cada aspecto da nossa existência está mudando à medida que as sementes de uma nova vida e uma nova era germinam dentro de nós.
 
Você está curando e liberando o padrão habitual de sua consciência humana para possibilitar a criação de um novo coração e alma guiada pela realidade.
 
Muitos sabem e sentem que a mudança é necessária, mas falta energia, vontade ou desejo de fazer o que é necessário.
 
Os eventos e transformações necessários à mudança da vida já foram iniciados e se desenvolverão à medida em que você aprende a ser plenamente consciente e totalmente incorporado em sua forma física.
 
Entregue-se a esse processo e afunde-se lentamente em sua forma física.
 
Muito amor
 
Kate Spreckley
 
 
 
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DISCUTINDO UM POUCO MAIS SOBRE A “ILUSÃO”. ~ O Conselho, Ron Head



DISCUSSÃO ADICIONAL SOBRE “O CAMPO”.

O Conselho via Ron Head.

22 de janeiro de 2019

 

Traduzido por Adriano Pereira

a 11 de março de 2019.

 
 



Várias das perguntas que foram enviadas nos levam a discutir um pouco mais sobre a "ilusão".
 
Atualmente, muitas vezes tem sido dito a você que tudo é ilusão. Nos tempos antigos e outras culturas, chamava-se Maya. Parece difícil de entender, mas na verdade é muito simples. Vamos mergulhar direto.
 
Escolha algo que você possa ver na sua frente agora. Para facilitar a discussão, vamos escolher a mesa. Nós escolhemos uma mesa de café feita de madeira e vidro. Você pode escolher uma cadeira ou qualquer outra coisa que possa ver e aplicar tudo o que diremos a ela.

 




Na sua perspectiva atual, ou seja, na ilusão, estaríamos olhando para uma mesa de madeira e vidro. É uma mesa de madeira e vidro? Sim. Então, como isso é uma ilusão?
 
Primeiro, e mais importante, é a percepção linear de que é um objeto imutável. Você ama suas condições imutáveis. É o que é, você diz. Bem, é o que é, MAS ... você não está nem um pouco vendo o que é. Por exemplo, é um sistema de campos de energia que interagem temporariamente mantendo a aparência e função da mesa. A própria mesa tem uma palavra que você aplica a objetos de superfície plana sobre os quais você pode colocar outros objetos. Esta mesa, em algum momento, não será uma mesa. E os componentes dessa mesa continuarão a evoluir e mudar suas formas e funções ... para sempre. Nós dissemos que é madeira e vidro. Também são antigas árvores, ex-areia, ex-poeira espacial, ex-estrelas. Mesmo as partículas subatômicas que compõem sua forma estão constantemente piscando para dentro e para fora, e também sendo trocadas.
 
Em algum lugar, em algum momento, outra pessoa, perdida na antiguidade, decidiu criar a partir de seu ambiente um objeto conveniente para colocar algo. Ele a chamou por um nome. Sua utilidade foi acordada por outros, e a prática de criar essas coisas se espalhou. Em todo o mundo, esses objetos foram chamados de algo. Finalmente, na sua parte do mundo, ela passou a ser chamada de mesa. E então, até mesmo seu uso evoluiu, como exemplo, para a mesa de café. Mas é apenas uma coleção temporária e útil de matéria em constante movimento.
 
Você vê como isso é uma ilusão? Nós não queremos dizer que isso é irreal. Queremos dizer que a sua percepção é lamentavelmente incompleta. Também queremos dizer que nada do que você olha é permanente ... ou completo.
 
Além disso, deixe-nos apontar que você só percebe em três dimensões. Mas você vive em mundo muito maior do que isso. Você, sua mesa, seu gato ou seu cachorro, aquela pessoa ali, estão todos existindo de maneiras muito maiores do que você é capaz de entender. Embora você provavelmente tenha apenas o menor dos detalhes, ou nenhuma ideia disso. Isso está em processo de mudança.
 
Sempre houve pessoas em seu mundo que viram o que os outros não puderam ver, ouviram o que outros não puderam ouvir, foram para onde outros não puderam ir, etc. Mas o número delas está crescendo agora. E todo aquele que desperta essas habilidades, todo aquele que expande a consciência, contribui para a evolução de todos. O mesmo acontece com você.
 
Você diz "Talvez. Mas isso não está acontecendo comigo.” E nós dizemos sim, está. Está acontecendo para a humanidade neste mundo e, portanto, está acontecendo para você também. Há muitas coisas que você pode fazer para ajudá-la a expandir sua consciência, mas uma das mais efetivas será a sua percepção mais frequente de que você é parte de um todo.
 
Você não é apenas um humano, você é humano. Humano é uma coleção de campos de consciência que, combinados, são um campo de consciência.
 
O mesmo é verdade para tudo. É verdade para famílias, bairros, cidades, estados, países, mundos e até galáxias. Você tem muito a explorar à medida que se torna capaz. Mas comece explorando-se.
 
Talvez você queira começar perguntando a si mesmo: “O que eu sou realmente? O que eu sou além do que me foi dito?” Você poderia gastar muito tempo com essa questão sozinho. Mas não se esqueça que, você NÃO é permanente, de nenhuma forma.
 
Amor e bênçãos em suas jornadas.
 
O Conselho.


Ron Head.
 
 
Há dois livros publicados e disponíveis na loja da Amazon que contêm as mensagens coletadas e recebidas por Ron Head (que sou eu). O primeiro é The Wisdom of Michael, disponíveAQUI, e o segundo é It Rings True, Disponível AQUI. Um terceiro livro está sendo compilado agora.
 
 
Copyright © Ronald Head

Todos os Direitos Reservados. 

Você pode copiar e redistribuir este material, desde que você não o altere de qualquer forma, o conteúdo permaneça completo, e você inclua este aviso de direitos autorais link: http://ronahead.com/
 
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A ALIANÇA ORION-ANTÁRIANA. ~ Conselho Arcturiano, Daniel Scranton


A ALIANÇA ORION-ANTÁRIANA.

O Conselho Arcturiano da 9ª Dimensão.

Via Daniel Scranton

02/03/2019

Tradução: Adriano Pereira,

a 11 de março de 2019
 
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Saudações. Nós somos o Conselho Arcturiano. Temos o prazer de nos conectar com todos vocês.
 
Temos o prazer de anunciar que houve uma nova aliança forjada na quarta dimensão. É uma aliança entre seres que vêm do Sistema Estelar de Orion e seres do Sistema Estelar Antariano.
 
Essa aliança aproxima você de uma quarta dimensão pacífica e harmoniosa.
 
Agora, a razão pela qual é importante que todos vocês saibam sobre o progresso que é feito em qualquer lugar da galáxia é porque vocês são afetados pelas energias desses sistemas estelares e muito, muito mais.
 
Assim como você é afetado pelo posicionamento dos outros planetas em seu sistema solar, você é naturalmente afetado pelas maneiras pelas quais os seres em outros sistemas estelares estão se dando bem ou não estão se dando bem.
 
Você também pode ver tudo o que está acontecendo fora de si como uma reflexão sobre você e seu progresso como um coletivo humano e como indivíduos.
 
Quando você vê a guerra acontecendo fora de você em seu planeta, em vez de culpar aqueles que soltaram as bombas, seria bom que você olhasse para dentro e visse onde você estava em batalha dentro de si mesmo.
 
Essa é a maneira mais eficaz de iniciar a mudança.
 
Então, quando lhes dermos notícias de uma nova aliança, você pode estar certo de que este é um bom sinal para todos vocês que têm feito o trabalho necessário para ter um equilíbrio de energias pacífico e harmonioso dentro de si mesmos.
 
Não podemos enfatizar suficientemente a importância de entrar e sentir quanta harmonia ou discórdia você tem.
 
Suas energias masculina e feminina estão equilibradas?
Suas energias humanas e extraterrestres estão equilibradas?
Você está equilibrando seu tempo na natureza com o seu tempo com a tecnologia?
Você está equilibrando seu tempo sozinho com o seu tempo com os outros?
Sua cabeça está lutando com seu coração ou eles estão trabalhando em harmonia?
 
Essas são as perguntas que devem ser feitas a você mesmo, e quanto mais equilíbrio e harmonia você encontra em você, mais isso será refletido de volta para você, e a humanidade mais próxima virá a ser membro pleno da comunidade galáctica.
 
Nós somos o Conselho Arcturiano, e nós gostamos de nos conectar com você. 
 
 
Daniel Scranton.


 
 




 
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Pensamento do Dia 10 de março de 2019 ~ Sathya Sai Baba



 Manifestações do Amor Divino!

Pensamento do dia.

Por Sathya Sai Baba

10 de março de 2019

   

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A disseminação do dharma não significa espalhar conhecimento sobre algo, que não é conhecido. 

O propósito essencial é promover a prática do dharma. 

Somente aqueles que praticam o dharma são qualificados para disseminá-lo. 

Por não terem sido propagados por pessoas que os praticavam, dharma (retidão) e sathya (verdade) ficaram ocultos, por assim dizer, e não estão perceptíveis. 

A sua verdadeira natureza e valor serão percebidos, somente quando eles forem praticados na vida diária. 

Uma pessoa é julgada segundo a natureza de suas ações. 

Se as ações de uma pessoa são boas, ela é descrita como uma pessoa boa. 

Se as ações são más, a pessoa é descrita como sendo má. As qualidades e as ações de uma pessoa são interdependentes. 

As ações revelam as qualidades e as qualidades determinam as ações. 

Portanto, todos devem se esforçar para mudar a si mesmos, desenvolvendo boas qualidades.


(Discurso Divino, 7 de janeiro de 1988) 
 
 
 
Sathya Sai Baba.



 

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