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Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

O CAMINHO DA LUZ

O CAMINHO DA LUZ

Alexandrian Kosmos

Tradução – Vilma Capuano

a 28 de janeiro de 2021
 

 



“A Mãe Terra não espera mais a decisão da humanidade.

UM PERÍODO DE ATIVAÇÃO PARA O CAMINHO DE LUZ DA ALMA OCORRE DE 30 DE JANEIRO A 23 DE ABRIL DE 2021.”

A origem de nosso Caminho de Luz é encontrada no Reino Universal da Atemporalidade. Durante nossas meditações – dentro de nosso estado pessoal de quietude e silencio – nenhum tempo é experimentado e nenhum espaço é realizado e nenhuma forma suprime a realidade da Unidade! Nosso Caminho de Luz existe dentro do Reino da Unidade.

Embora o Caminho de Luz possa ser esquecido por causa de nossos esforços tridimensionais de Vida, continuamos responsáveis por iniciar o Caminho de Luz de nossa Alma!

A transição orgânica da Mãe Terra para a Quinta Dimensão do Universo foi concluída em 27 de março de 2017.

Ela esperou pacientemente pela resposta individual e coletiva da humanidade à pergunta: “Eu andarei no Caminho de Luz da minha Alma na Unidade de Tudo o que É e em alinhamento com Mãe Terra agora?”

Conforme a humanidade expande sua compreensão de e em torno dos elementos fundamentais que interagem com a experiência humana da 3ª densidade – Espaço, Tempo e Movimento – nosso conceito de realidade também se expande.

Lembrando que somos almas – Espíritos multidimensionais – habitando corpos físicos dentro da Unidade do Universo. Esta é uma descoberta contínua. Agora acolhemos nosso Caminho de Luz.

A Mãe Terra não espera mais a decisão da humanidade.

Um período de ativação para o caminho de luz da alma ocorre de 30 de janeiro a 23 de abril de 2021.

Aqueles indivíduos que se lembrarem de seu Antigo Lar dentro do Reino da Unidade emergirão com o Caminho de Luz de sua Alma na Ativação em 23 de abril de 2021!

Os processos de Ativação individuais criarão uma onda – a Ativação Coletiva em direção ao início da replicação de nosso Antigo Lar – o Reino da Unidade!

Os dias que virão estão aqui agora.

A humanidade coletiva está mal preparada para o resultado pendente de O Ano Longo – A criação da estrutura para desenvolver a integridade, confiança e responsabilidade da humanidade com a Mãe Terra e a Comunidade Universal!

Nota tradutora: O Ano Longo começou em 25 de agosto de 2018 e termina em 9 de outubro de 2021. Aqui você tem mais informações: https://www.decoracaoacoracao.blog.br/2018/08/o-ano-longo.html

O caminho 3D da humanidade está completo e não é mais válido. Assim, conduz o caminho para que a humanidade do “serviço a si mesmo” seja conduzida a um local de aprendizado individual adicional para superar as barreiras da competição, comparação, julgamento e medo.

O Caminho de Luz da nossa alma é um esforço individual. Também funciona em direção a um objetivo comum – a realização de encontrar relacionamentos de Almas entrelaçadas dentro do Reino da Unidade!

O objetivo comum de alcançar o Caminho de Luz de nossa Alma com a realização de cumprir os relacionamentos de apoio de nosso Caminho de Luz coletivo alcança o resultado de localizar Almas dentro de nossa Tribo de Alma!

Desnecessário dizer que a descoberta, o ato de obter ou lembrar que temos uma Alma com um Caminho de Luz é apenas uma fase preliminar de conquista para recuperar nossa inclusão na Realidade da Unidade.

Então, AGORA É a Ativação de nosso Caminho mútuo com o Mundo 5D da Mãe Terra para Recriar a Mãe Terra com o Espaço, Tempo e Movimento de nosso Caminho de Luz!

Neste período, Queridos, mantenham seu foco em seu estado pessoal de quietude e silêncio – onde nenhum tempo é experimentado e nenhum espaço é realizado e nenhuma forma suprime a Realidade da Unidade!
Alexandrian Kosmos
Usa a Astrologia do Futuro, Metastrologia, para prever o Fluxo das Energias Universais para o Trabalhador da Luz.
Uma Cosmologia da Integração do Sistema Solar à Comunidade Universal. 
 
A Metastrologia irá surpreendê-lo com a sua precisão e intuição para a nossa entrada na 5 ª Dimensão e Comunidade Universal





 

 
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CAMADA DE OZÔNIO E ENERGIA LIVRE

CAMADA DE OZÔNIO E ENERGIA LIVRE

Por Vilma Capuano

28 de janeiro de 2021

 
 
 
 
RELAÇÃO DA MODIFICAÇÃO NA CAMADA DE OZÔNIO E A PROIBIÇÃO DE MECANISMOS PARA OBTENÇÃO DA “ENERGIA LIVRE”
 
Na busca de informações sobre a Transição planetária, nestes Tempos acelerados de turbulência para a transformação social, individual, geológica, atmosférica, do núcleo do planeta (Frequência Schumann) e no sistema solar e galáctico, os cientistas contribuem em várias Matérias.
 
“A cada segundo, uma multidão de pulsos viaja ao redor do mundo nesta câmara ressonante única entre a Terra e a ionosfera, enviando sinais que pactuam com todos os microrganismos. Esses sinais são chamados de Frequência Schumann, e nos acoplam ao campo magnético da Terra impulsionando o pulso de harmonização para a vida em nosso mundo.” ~ Eric Thompson
 
A Frequência Schumann hoje registra vibrações muito altas.
 
 
 
 
 
A camada de Ozônio é um desses assuntos científicos que nos trazem informações relacionadas com a Transição planetária. A imagem (no alto da postagem) mostra a Previsão de ozônio ontem na atmosfera. As manchas coloridas revelam o nível de concentração de Ozônio na atmosfera.
 
“Bernard de Montréal dizia que buracos de ozônio são entradas que não são exploradas pelo céu astral por energias cósmicas (nova frequência) que descem à Terra, mas permite que as energias gama, ultravioleta, raio-x, entrem de uma forma pura, o que atribuía à DESCIDA DO ESPÍRITO.”
 
Certamente os cientistas não dizem o mesmo. 
 
Você é quem decide:
 
Em 1977, detectaram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida, que torna-se mais e mais fina em todo o globo. E foi um choque junto com o aviso de que a humanidade morreria muito mais por câncer de pele.
 
Novamente a Agenda Trevosa agiu para bloquear a Grande Mudança que estava acelerando neste planeta para toda a humanidade e então junto com a geração do medo ela trouxe a solução: o uso de “protetores solares” com tóxicos (parabenos, e outras substâncias).
 
Quando décadas depois fomos alertados de que os parabenos eram tóxicos, eles “inventaram o produto sem parabenos”, mas com o que mais escondido dentro?
 
A ciência diz:
 
– Que a camada de ozônio é uma frágil camada de gás que protege os seres vivos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol.
 
– Que na superfície terrestre o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida.
 
Na atmosfera superior, a presença da radiação ultravioleta desencadeia um processo natural que leva à contínua formação e fragmentação do ozônio.
 
Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o “aquecimento do planeta” e as modificações climáticas.
 
A lista dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os clorofluorcarbonos, Dioxido e Monoxido de Carbono, Metano, Dioxido de Nitrogenio, Formaldeídos… óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e … o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo.
 
 
 
O QUE É O PETRÓLEO?
Por Philippe François – em Revelações para quem possa interessar …
 
“As consciências não descobriram o que realmente é o petróleo… não é uma energia fóssil como eles quiseram fazer acreditar, aliás, existem vários vídeos de ′cientistas′ indo nesse sentido…
 
O petróleo é a manifestação, a materialização que se fez na densificação das energias trevosas, das energias das sombras em Gaia.. energias da luz invertida…
 
E assim os homens se aquecem, se movem, são transportados por essa energia, embalam produtos alimentícios, água, remédios, produtos eletrônicos, tecidos de móveis… etc..
 
A fabricação de plástico é feita por quem controla e dirige a implantação da luz trevosa na humanidade através de diferentes setores….neste mundo dissociado e cortado da fonte, neste mundo de não luz
 
… pode-se realmente dizer que o petróleo é atualmente o sangue da Terra … é o motor, a liquefação das energias das sombras alimentadas pelas egrégoras e pelos homens – mas é o que vai dar ignição para a Terra ascensionar.
 
Petróleo é o que alimenta a Terra. Foi isso que permitiu à Terra flutuar literalmente em seus continentes fragmentados durante o isolamento dela nos mundos dissociados.
 
O petróleo tem um papel importante a desempenhar na Ascensão.
 
O petróleo vai espalhar-se pelos oceanos, no ritmo dos tremores de terras e outras rachaduras que irão abrir e assim favorecer a ignição e a ascensão da Terra, bem como a eclosão do Novo Mundo…
 
O jogo das dimensões, da Criação continua; mesmo que alguns saiam dos jogos da consciência através dos multi-universos e dimensões …
 
acessando as vivências do Absoluto… ou a consciência desaparecendo para deixar emergir a vacuidade da Casa Da Paz Suprema.”
 
 


 

 
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Discernimento sim; julgamento não.
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Em Gibraltar 53 Mortos em apenas 10 dias após início da vacinação mRNA da Pfizer-BioNtech

Em Gibraltar 53 Mortos em apenas 10 dias após início da vacinação mRNA da Pfizer-BioNtech

por Brian Shilhavy

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 
 
 
 
 
 
 

Gibraltar é uma pequena mas importante colônia britânica no extremo sul da Península Ibérica, ligada ao país da Espanha. Sua população é de pouco mais de 30.000 pessoas e é mais conhecida por sua enorme “rocha”, o “Rochedo de Gibraltar”. Fui contatado por residentes em Gibraltar, informando que 53 pessoas morreram em 10 dias imediatamente após a implantação das injeções de mRNA COVID da Pfizer-BioNtech, com elas chamando isso de um “massacre”. Antes do lançamento das injeções, é relatado que apenas 16 pessoas no total morreram “de COVID” desde o início da “pandemia” há cerca de um ano.

 

Gibraltar é uma colônia britânica no extremo sul da Península Ibérica, ligada ao país da Espanha.  Sua população é de pouco mais de 30.000 pessoas e é mais conhecido por sua enorme “rocha”, o “Rochedo de Gibraltar”, entre o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo.

Fui contatado por residentes em Gibraltar, informando que 53 pessoas morreram em 10 dias imediatamente após a implantação das injeções de mRNA COVID da Pfizer-BioNtech , e essas pessoas estão chamando isso de um verdadeiro “massacre”.

Reportagens da mídia local confirmam as mortes, mas culpam a COVID, e não as vacinas mRNA COVID da Pfizer-BioNtechNo entanto, antes do lançamento das injeções, é relatado que apenas 16 pessoas no total morreram “de COVID” desde o início da “pandemia” em um ano.

CNN: ‘Não se assuste’ se as pessoas começarem a morrer após tomar a vacina

Um Kevin Rushworth relatou :

Sobre a minúscula Gibraltar brilha uma grande luz sobre as mortes por vacinas

Desde o início da epidemia, separar as mortes genuínas de Covid de outras pessoas tem sido um grande problema. Agora temos o problema adicional de vacinas nessa mistura. O Reino Unido agora tem a maior taxa diária de “mortalidade de Covid” de todos os tempos.

Ainda mais alto do que a “Primeira Onda”, apesar do grau substancial de imunidade do rebanho que inevitavelmente se acumulou desde o início. Esta “Segunda Onda” atípica coincide com o lançamento da vacina. Os dois estão conectados?

Gibraltar, normalmente chamado simplesmente de “Gib”, fornece uma imagem muito clara. Esta minúscula colônia britânica, com apenas cinco quilômetros de extensão, anexa à costa sul da Espanha, tem apenas 32.000 residentes.

Ela havia sofrido relativamente pouco com a epidemia antes de 9 de janeiro deste ano, com apenas dezessete mortes em todo o período. A taxa de mortalidade estava bem abaixo da Tabela Liga de Mortes por Milhão. Isso não foi devido ao isolamento, já que os trabalhadores espanhóis continuaram a entrar no Gib todas as manhãs e voltar todas as noites.

No entanto, neste ano de 2021, desde 9 de janeiro, as “mortes de Covid” por milhão atingiram o terceiro lugar no site do Worldometer. Mais trinta e seis mortes em pouco mais de uma semana. O que mudou para que acontecesse? Um avião da RAF aterrissou com quase 6.000 vacinas mRNA Covid da Pfizer-BioNtech, resfriadas a -70 ° C por gelo seco. Elas foram aplicadas rapidamente para evitar o risco de degradação.

A minúscula Gibraltar é como uma placa de Petri; em nenhum outro lugar houve uma relação tão brutalmente clara entre a aplicação da vacina e o aumento exponencial das “mortes de Covid”.

A mídia local e o governo nem mesmo se referiram à conexão óbvia. E a mídia [pre$$titute$] em outros lugares ‘convenientemente’ não percebeu. No entanto, deixar de reconhecer que essas mortes exigem, no mínimo, investigação imediata, requer uma falha de julgamento criminal.

Não consigo encontrar a fonte original desta citação, mas relatos da mídia local parecem confirmar que as mortes ocorreram depois que o programa experimental da vacina  mRNA Covid da Pfizer -BioNtech começou.

13 pessoas morreram no primeiro fim de semana, a maioria delas idosas, e 27 na primeira semana, segundo fontes da mídia local. Do The Gibraltar Chronicle em 17 de janeiro de 2021 lemos:

Gibraltar registrou mais 13 mortes relacionadas à Covid durante um fim de semana “devastador” que aumentou o número de mortos para 43 desde o início da pandemia. Apenas na semana passada, 27 pessoas morreram como resultado direto do vírus ou durante a infecção. Nove mortes relacionadas a Covid foram registradas no domingo, a pior em um único dia desde a crise de saúde pública há quase um ano.

Os dados flagrantes foram confirmados pelo governo de Gibraltar em sua última atualização da Covid no domingo, quando o ministro-chefe Fabian Picardo confirmou que falaria à comunidade em uma entrevista coletiva ao vivo no Convent Place No.6 às 16h de segunda-feira.

O Sr. Picardo descreveu os últimos acontecimentos como “angustiantes”, acrescentando que ele próprio perdeu um parente e amigos nos últimos dias. Todos, exceto três dos que morreram neste fim de semana, estavam sob os cuidados dos Serviços Residenciais de Idosos, onde ainda havia 130 casos ativos de Covid-19 no domingo.

Entre os que morreram estavam seis mulheres e quatro homens, o mais jovem com cerca de 70 anos e o mais velho com cerca de 90 anos. Todos foram registrados como sendo mortes de Covid-19. Dois homens e uma mulher que não estavam sob os cuidados de ERS também morreram neste fim de semana de complicações decorrentes da Covid-19, incluindo um homem com quase 60 anos.

O primeiro lote de injeções experimentais de mRNA Covid da Pfizer-BioNtech foi entregue pelos militares em 9 de janeiro, de acordo com o UK Defense Journal :

Uma aeronave de transporte britânica A400M Atlas entregou as primeiras doses da vacina Pfizer COVID-19 a Gibraltar. De acordo com uma declaração do Governo de Gibraltar:

“O Governo de Sua Majestade de Gibraltar tem o prazer de anunciar que a primeira entrega da vacina Pfizer-BioNTech COVID-19 no sábado, 9 de janeiro de 2021. Após a chegada, a vacina será imediatamente levada diretamente para freezers dedicados no porão do Hospital St Bernard’s e mantida a -75 graus centígrados.

Esta primeira entrega está sendo fornecida a Gibraltar pelo Governo do Reino Unido como parte de seu programa para fornecer os Territórios Ultramarinos, uma vez que a metodologia de entrega é a mesma que no Reino Unido.

Serão recebidas 5.850 doses da vacina nesta primeira entrega. A segunda entrega da vacina está prevista para o final de janeiro. O objetivo é ter vacinado todos os mais de 70 anos com pelo menos uma dose até meados de fevereiro, supondo que as vacinas cheguem como planejado. ”

O programa de vacinação para o público em Gibraltar terá início na segunda-feira, 11 de janeiro e será no antigo Centro de Atenção Primária do ICC.

Expatica.com informou que a aplicação das injeções das vacinas começaram no mesmo dia 9 de janeiro e que até a noite de domingo, 10 de janeiro, 5.847 doses haviam sido administradas:

Gibraltar começou a implantar seu programa de vacinação em 9 de janeiro com a vacina mRNA Covid da Pfizer-BioNtech e na noite de domingo já havia administrado 5.847 doses – cobrindo cerca de 17% da população. ( Artigo Completo )

Governo de Gibraltar informou que a partir de 10 de janeiro, apenas um dia após o início das injeções, 4 pessoas morreram imediatamente:

É com profundo pesar que o Governo confirma a morte de quatro residentes de Gibraltar por COVID-19. Isso eleva o número total de mortes relacionadas ao COVID-19 em Gibraltar para 16.

O primeiro foi um morador de Serviço Residencial de Idosos, com idade entre 90 e 95 anos, que faleceu ontem à noite de pneumonia COVID-19 com septicemia. Isso será registrado nas estatísticas de hoje como uma morte por COVID-19.

O segundo era um homem, com idade entre 70 e 75 anos, que também era paciente com câncer no momento de sua morte. O paciente morreu hoje de pneumonite COVID-19. Isso será registrado nas estatísticas de hoje como uma morte por COVID-19.

A terceira era uma moradora de Serviço Residencial de Idosos, com idade entre 90 e 95 anos, que faleceu hoje de septicemia por COVID-19. Isso será registrado nas estatísticas de hoje como uma morte por COVID-19.

A quarta era uma mulher de 95 a 100 anos, que morreu hoje de pneumonite COVID-19. Isso será registrado nas estatísticas de hoje como uma morte por COVID-19.

Em vez de interromper imediatamente o programa de “vacinação” da COVID, o ministro-chefe, Fabian Picardo, afirmou que as “vacinas” trouxeram “alívio genuíno e esperança de um amanhã melhor”:

O Ministro Chefe, Fabian Picardo, disse: ‘Estou extremamente triste com as notícias de hoje sobre a perda de quatro membros de nossa comunidade para o COVID-19. Meus pensamentos e condolências mais profundas estão com as famílias e amigos do falecido.

“A pungência de suas mortes no mesmo dia em que o programa de vacinação de Gibraltar começou é particularmente dolorosa”.

– Ainda não estamos fora de perigo. O lançamento da vacina nos traz alívio genuíno e esperança por um amanhã melhor. Mas até que possamos vacinar todos, a melhor maneira de proteger seus entes queridos é ficar em casa. Lembre-se também de que leva algumas semanas para que a vacina comece a oferecer proteção contra COVID-19 [mas em caso de morte pode ser imediato ..], portanto, mesmo quando você for vacinado, você ainda deve ter o maior cuidado.

“Isso significa, por enquanto, continuar em casa, usando máscara se for preciso sair por motivos essenciais e lavando bem as mãos e com frequência.

‘Peço a todos que registrem seu interesse em receber a vacina usando o formulário online dedicado da GHA, disponível em https://www.gha.gi/covid-19-vaccination-interest-form/.

Já fiz e aguardo ansiosamente a minha vez na fila. Por enquanto, vamos nos concentrar corretamente em proteger nossos funcionários mais vulneráveis ​​e valiosos da linha de frente, cujos esforços incansáveis ​​e contínuos nos trouxeram a este ponto onde podemos olhar para o futuro com esperança. ‘ ( Fonte )

Você vê o padrão se desenvolvendo aqui? Injete primeiro os idosos, observe-os morrer por injeção letal e depois culpe o vírus, enquanto encoraja todos as demais ”ovelhas” a tomarem a “vacina” para se “protegerem”.

O triste é que isso está realmente funcionando muito bem. As pessoas bovinamente não estão resistindo. Multidões não estão se levantando para proteger os desamparados e aprisionar os tiranos assassinos. Eles estão obedecendo ao governo sendo “bons cidadãos” e usando suas focinheiras, praticando o distanciamento social e ficando em casa – exatamente como “eles” dizem para fazer.

 




 
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OS PORTADORES DA LUZ

OS PORTADORES DA LUZ

Mensagem de Jeshua ben Joseph,

canalizada por Judith Coates

a 28 de janeiro de 2021

Tradução: Regina Drumond
 


 
 
 


Amado e sagrado Filho de nosso Pai celestial, Filho da Fonte, Filho da Luz, divino. Isto é quem você é. Receba isto profundamente na consciência e contemple o que isto significa.


Eu sou aquele conhecido como Jeshua ben Joseph, Jesus, como você me chamou, e é com grande alegria que venho para ficar com você nesta noite em seu tempo, pois você escolheu mais uma vez me chamar. Sei que, com o seu espírito aventureiro, você possibilitou que eu fosse visitá-lo a qualquer momento - tarde, manhã, meio da noite, meio da tarde. Estou sempre com você.


Nesta noite falaremos sobre um assunto pesado e o tornaremos mais leve. Porque realmente há momentos em que o seu mundo fica opressivo e parece pesado. Você ouve as suas notícias e, na verdade, não são novas. Você ouve seus comentaristas que comentam todas as notícias. Você ouve cada um dando o seu ponto de vista repetidamente, ao espaço onde diz: “O que está acontecendo com o meu mundo? O que está acontecendo no meu mundo? Como posso estar no espaço do amor quando tudo isso ao meu redor parece estar se destruindo e se arruinando? " Eu gosto disso. É uma boa combinação de sons, porque é assim que parece - destruição e ruína.


Na verdade, a paz que você busca é sempre sua. A paz que você busca está no interior. Uma respiração profunda seguida por outra respiração profunda e talvez outra irá transportá-lo do espaço do mundo ao espaço interior onde você pode ser a própria respiração. Tome comigo uma respiração profunda, inspirando, retendo e liberando-a; inspirando, retendo e liberando-a.


"Mas, Jeshua, se eu respirar fundo mais uma vez assim, irei cair."Certifique-se de estar sentado em algo macio. Inspirando, retendo e liberando. Na verdade, agora você revitalizou o corpo, a mente e o espírito. Neste espaço de paz, permita-se dizer: “Isso é bom. Eu sei que podemos vir a este espaço a qualquer hora, respirando profundamente”.


Então, quando você tem alguém que chega na sua frente e diz: "Sim, mas ..." Há muitos amigos que querem que você se sinta total e completamente vivo, portanto, eles aparecerão na sua cara e dirão: “Sim, está tudo muito bem, mas como você se sente a respeito de ...” e então eles trarão algum tópico. E você diz a eles: "Um momento, preciso respirar." Normalmente eles ficarão muito chateados, impacientes, mas você os lembrou de uma verdade, uma verdade que uma respiração profunda, retida por um momento, transforma aquilo que você estava pensando, sentindo, experimentando um momento antes. É simples assim..


"Oh, mas Yeshua, não pode ser assim tão simples." O mundo ... ah, sim, o mundo dirá que você deve estudar muito, ler os livros certos, seguir os professores certos, etc. Uma respiração profunda lhe dá a oportunidade. Não significa que você irá escolher essa oportunidade. Eu vi você respirar fundo, até três vezes, e então começar a se preocupar com alguma coisa. No entanto, sua esperança, seu poder está na respiração profunda e em escolher a paz que é a sua própria natureza.


De onde você acha que vem essa paz? Ela vem do seu Cristo, o seu Cristo, que está sempre com você, não importa em que você se envolva, não importa que emoção você pensa que virá perturbar a sua paz. O Cristo é você. Aceitá-lo é a sua paz..


Essa é a parte complicada. Você tem que aceitar. E tão facilmente quanto aceitar, é fácil deixar escapar; portanto, respire novamente. Tome para si o conhecimento de seu verdadeiro Eu - "E”" maiúsculo - o Eu Crístico, e inspire, retenha, expire e repita.


Agora, como nos colocamos em um espaço de Unidade, gostaria de falar com você sobre o que está acontecendo em seu mundo. Mantenha a paz enquanto falamos da convulsão que está acontecendo no mundo. A natureza do mundo é turbulenta. Nós inventamos essa palavra há muito tempo. Você é muito bom em se revoltar e depois dizer: "Nossa, como sofremos."


Mas, na verdade, a paz é a sua própria natureza, e é sua a aceitação disto. Você tem muitas opiniões no mundo. Você tem muitas opiniões se unindo de um lado e do outro, e parece que nunca as duas se encontrarão e concordarão. Mas, na verdade, ao olhar para o que você chama de futuro, haverá uma paz e um acordo.


O que você está fazendo agora é resolver. É como quando você era criança e tinha aquelas coisinhas redondas de vidro que chamava de bolinhas de gude - outras terminologias em outros grupos. Você queria coletar todas as pedras azuis. Ou seu amigo dizia: “Mas irei recolher todas as vermelhas”. E outro amigo dizia: “Bem, você pode fazer isso, mas eu vou ter todas as verdes, as claras. As claras são as melhores. ”


Bem, não, elas são as melhores, se você lhes der valor. E é exatamente isso o que você está fazendo quando olha para todas as atividades do mundo. Você diz: “Bem, esta pessoa é um líder melhor. Essa pessoa é um porta-voz melhor. Essa pessoa se preocupa mais.


Esta pessoa tem um plano financeiro melhor, etc. ” Você joga um contra o outro e escolhe o seu favorito. Eu lhe pergunto - e esta é uma boa pergunta para si mesmo - Isto lhe traz paz? “Não, mas me traz muita energia.”


Quando você se cansar da energia, permita-se respirar e saber o que você sabe em um nível muito profundo, que com o tempo, porque isso acontecerá com o tempo, você chegará a um ponto de acordo onde irá se esquecer sobre o que eles estavam tão animados. Eles irão tentar refazê-lo. Mas, como você viu, a capacidade de atenção da maioria dos Christos individuais é um pouco curta; louve a Deus. E isso também passará.


Você vive fazendo escolhas que até mesmo aqueles que não têm os pés plantados na sagrada Mãe Terra estão observando. Você tem muitos do que você chamará de ETs, tem aqueles que não estão neste mundo como você se vê, e ainda estão mais interessados ​​no drama, o mesmo que quando você liga sua caixa quadrada e você quer saber, “Ok, que drama está passando esta noite? O que os personagens estão fazendo nesta noite? Que decisões eles irão ... oh, não, não tome essa decisão. Isso irá levá-lo na direção errada, etc.


Bem, seus amigos que estão com você desde antes dos tempos estão assistindo para ver o que você tem em seu canal. Que drama você está representando? Eles estarão envolvidos? Não verdadeiramente, visto que não há separação, então eles estarão observando e sentindo e tendo seu próprio julgamento das coisas, mas não será no espaço onde eles terão intercessão e assumirão o controle. No entanto, é um bom drama.


Você é um dos espaços que eles estão observando neste momento, porque a energia trouxe à tona todos os tipos de “perigos” que você está criando para si mesmo. É, "Oh, meu Deus, o que irá acontecer?" E a sua mídia, aquela que adora contar o que está acontecendo, dirá em cores brilhantes o que aconteceu e interpretará para você o que irá acontecer e lhe dirá do que se precaver e como você poderá superar isso com qualquer tipo de magia.


Uma das peças de magia favoritas que tem sido usada por muito, muito tempo, é entregá-la a Deus. Deus, como a energia fora de você, onipotente, onisciente, cuidará disto para você. Bem, eu tenho novidades para você. Você é Deus. Em sua própria esfera, seu próprio drama, você está criando; você é Deus. Portanto, sugiro que você gaste o máximo de tempo possível naquele espaço da respiração profunda. Permita-se permanecer em paz e na inspiração que vem da paz. Permita-se olhar ao redor para ver onde você pode espalhar a paz; com os vizinhos, com os amigos. Quando eles estiverem chateados com algo, espalhe a paz.


Convide-os a respirar. Sugira: “Talvez você queira respirar profundamente”, e eles irão olhar para você de forma engraçada. Mas você dirá: “Experimente. Você pode gostar disso. Respire comigo.


“Oh, mas Yeshua, eu não poderia fazer isso. Eles irão pensar que sou um maluco esquisito e não quero ser um maluco esquisito na cabeça de ninguém. Eu sinto isso dentro de mim. Eu sei que sou um maluco esquisito, mas não quero que ninguém mais saiba disso. "


Permita-se respirar e espalhar a paz. "Bem, essa é uma ideia nova. Espalhar a paz? Normalmente, estamos espalhando rumores de guerra, rumores de quem está contra o quê, etc. ” Experimente a paz para variar. Experimente a respiração profunda. Se você respirar fundo antes de dizer qualquer coisa, virá a inspiração para você quanto ao que irá dissipar qualquer oposição persistente à paz; não a oposição a qualquer que seja o seu ponto de vista, mas a oposição à paz.


“Agora, Yeshua, não há muito dinheiro ou moedas de ouro na paz.” Ah, você já experimentou? Há muita coisa que vale mais do que moedas de ouro ao conhecer a paz e saber dar o presente da paz ao outro.


O que é necessário são os portadores de luz, aqueles que carreguem a luz e digam aos outros: “Sabe, é muito bom neste espaço de luz, neste espaço de paz. Experimente comigo. Inspire; retenha; expire. " Faça isso. E se eles acharem que você está louco, eles virão - esta é uma previsão que eu sei que é verdade - eles virão em algum ponto de sua experiência de vida onde precisarão respirar, e eles sentirão apaz com isso. Eles podem ou não se lembrar de que você lhes disse isso. Mas, bem no recesso da mente deles, você plantou uma semente, uma semente que diz: "Pode haver outra coisa além de turbulência."


Quando você está enfrentando o que parece ser um problema intransponível ... ”Yeshua, eu não sei como fazer isso. Não sei como resolver este problema. ” Em primeiro lugar, talvez você não precise resolvê-lo. Talvez não seja um problema. Em segundo lugar, ao respirar fundo, espere algum tempo. Nesse momento, pode vir a inspiração, a resposta que você está procurando. Ou pode vir a resposta que realmente não é isso que você deve estar procurando. Na verdade, o que você está procurando é um pouco de paz. Permita-se respirar profundamente e permanecer em paz.


Você tem alguns que olham para as moedas de ouro que podem vir ao agitar um pouco as atitudes nós-e-eles. Eles não querem dar uma recompensa monetária à paz.


No entanto, seu corpo falará com você sobre a sugestão de que a paz pode fazer bem ao corpo.


Você tem muitos em seu mundo que estão sofrendo: aqueles que não têm abrigo sobre a cabeça, aqueles que não têm alimento para nutrir o corpo, aqueles que não têm alimento para nutrir a alma. E estão olhando para fora de si mesmos para que isso lhes seja dado.


O que você pode fazer é expressar palavras de paz para eles. Envie palavras de encorajamento para eles, e então prossiga com algo que seja tangível e que eles possam entender. Dê o que você tem para dar. Você tem as histórias em seus escritos sagrados de pessoas que ajudaram um irmão / irmã que estava precisando de algo. Você tem a história de quem cruzou a estrada para ajudar um estranho.


Permita-se dar. Você sentirá que está preenchendo a lacuna da separação.


Isso por si só é um presente para você. Quando você preenche essa lacuna de separação sugerida, há uma recompensa que vem para você; não uma grande recompensa anunciada em seus jornais e em sua caixa quadrada, mas uma recompensa que permite que você saiba:“Já estive nessa situação em outra vida, ou poderei me encontrar nessa situação mais tarde na vida. Como gostaria de ser tratado? O que mais significaria para mim?”


Isso faz bem ao corpo.


Você está agora em um momento de decisão. Isso é o que está acontecendo. Você perguntou. Você gritou para os céus. Você disse: "O que em nome do céu está acontecendo?" Bem, na natureza do céu, há uma oportunidade para a paz. É uma oportunidade para você sair da pele deste corpo e viver no coração e dar ao irmão / irmã aquilo que, em primeiro lugar, será entendido como uma ajuda e, em segundo lugar, é uma ponte para a separação que é sentida.


Permita-se ser muito ativo em dar. Você tem muito. Olhe ao seu redor quando estiver em sua casa, em sua morada. Olhe a sua volta. Você tem mais do que pode lidar a qualquer momento. Permita-se dar. Permita-se dizer: "A partir de minha generosidade, tudo o que tenho, eu lhe dou o que você precisa."


Sim, o pequeno ego dirá: "Bem, olhe como eu sou excelente." Depois de um tempo, esse pequeno ego será esquecido. Você nem mesmo terá que prestar atenção a ele e dizer: “Para trás de mim”, porque ele não existirá para você. Você estará tão ocupado olhando para alguém que precisa de você que nem pensará em: "Veja o que eu fiz." Será: “O que posso fazer a seguir? Quem posso servir a seguir? Quem posso convidar para uma refeição, até mesmo um pedaço de pão para quem tem dores da fome. ”


Permita-se dar. Sim, você tem obrigações de saldar suas dívidas. Você fará isso. Em qualquer caso, você fará isso. Mas, a partir de sua abundância, dê. Construa uma ponte sobre a separação. Eu sou seu irmão / irmã. Lá vou eu e estou com fome. Lá vou eu e fico dolorido ao pensar: “O que vou fazer por minha família, meus filhos; todas as preocupações? ”


Permita-se se abrir e dar. Seja o portador da luz. Seja o portador do alimento. Seja aquele que segura a mão do outro e diz: "Olha, eu sei onde tem um banco de alimentos. Eu sei onde tem alimentos. ” Eles podem não saber. Eles podem não querer saber. “Minha família nunca teve que ir a um banco de alimentos. Jeshua, eu não posso fazer isso. Sim, meus filhos estão com fome, mas não posso sair e pedir comida. ”


Sim, você pode, e seus filhos precisam de você. Saia do seu pequeno eu. De ter aquele orgulho que diz: “Bem, minha família nunca pediu ajuda”. É um novo dia. Permita-se receber ajuda agora para que você possa viver mais um dia para ajudar outra pessoa. Você não é uma ilha só para você. Você é um portador da luz. Você carrega luz e esperança e, mais do que isso, carrega o sustento físico de que as pessoas precisam. Mas já chega.


Quero falar com você agora sobre aqueles que aproveitaram a oportunidade para fazer o corpo morrer com isto que é chamado de pandemia que se espalhou pela sagrada Mãe Terra. Há muitos ... você obtém os números em sua caixa quadrada todos os dias, todas as horas de todos os dias: eles dizem quantas pessoas deixaram o corpo.


Alegre-se. Esses não são vítimas. Eles não são vítimas de uma coisa minúscula que você nem consegue ver. Eles disseram "Sim" para permitir que sua energia seja transmutada em luz. Eles são, na verdade, os anjos que cantam para você. Eles decidiram que ninguém ouvia a sua voz humana. Ninguém ouviu a sua voz humana, e eles gritaram de vez em quando. Mas tem havido uma voz mansa e delicada que disse: "Venha a mim."


E mesmo que a mente humana não quisesse liberar o conhecido, o que era conhecido, e entrar no que parecia ser desconhecido, eles atenderam ao chamado. Eles são os anjos desta época. Não chore por eles. Comemore-os. Traga bem diante de você os nomes deles. Faça uma festa de aniversário para eles. Eles tiveram um nascimento, um novo ser. Eles são os anjos para os quais você deseja chamar. Eles o estão olhando e o observando, e você os lamentou com muito pesar. Eles não querem que você faça isso; cada um, quando eles dizem que sim, e eles disseram, porque ninguém vai antes de concordarem.


É por isso que alguns persistem por mais tempo, porque foram, como você os conheceu fisicamente, os teimosos. Alguns deles persistem mais. Alguns deles dizem: "Ok, eu vou." Cada um celebra a luz que é. Eles são verdadeiramente os portadores da luz.


Agora, vocês são os portadores da luz, tanto quanto podem ver. E não estou sugerindo que você faça morrer o corpo para chegar lá imediatamente. Mas estou sugerindo que você comungue com aqueles que permitiram que o corpo fosse descartado e estão vivendo como a luz que são, porque estão se alegrando; não uma falsa alegria de: "Oh, graças a Deus, terminei com essa vida."


Não. Uma vez que haja a decisão de deixar o corpo para trás, o foco estará na luz que eles são. Seu foco está na expansão do Ser. Você olha para o corpo e diz: “Bem, como isso pode ser uma expansão? Parece todo enrugado e descolorido, e parece que está realmente na dor. ” Ha ha. Mas eles não são assim. Isso não é quem você é. Você é luz. Eles são os portadores da luz e passaram a se reconhecer, sentir e regozijar-se como a luz que são.


Aqueles por quem você chora, você chora por eles porque sente falta de sua associação. Você sente falta dessa facilidade de comunicação. Isso irá mudar, mudou para alguns, onde haverá um momento em que você poderá ouvir: “Isso pareceu o Joe, o Richard, o Jim, a Catherine. Onde está o Kevin? Você está aqui? Ah, não pode ser. "


Claro que pode ser. Permita-se sair da caixa que diz que isso é tudo o que existe e alegre-se. Você tem coros de anjos que apenas há alguns dias, semanas, meses, até anos, estavam arrastando um corpo e fazendo o melhor que podiam, sendo amigos, ajudando, fazendo o melhor. Mas agora, ah, como diz o ditado: "Você deveria me ver agora."


Na verdade, você deveria. Existe um brilho. Lembre-se de alguém que recentemente largou o corpo e pergunte a ele: "Na hora do silêncio, mostre-me o que você é agora." E não se surpreenda se aquele lhe mostrar a luz, o brilho, a felicidade, a luz em expansão. Eles realmente são os portadores de luz e não há necessidade de peso. Eles não precisam, porque às vezes você sente que deve ser a luz tanto quanto possível e elevar os outros. Eles sabem que elevam os outros apenas por serem a luz que são. Eles não precisam trabalhar para isso. É como, "Você quer dizer que pode ser tão fácil?" Claro, eu faço isso o tempo todo.


Bem, eu estou brincando. Mas, na verdade, você é a luz e ficou muito apaixonado pelo corpo e pelo que ele pode e não pode fazer. Alguns de seus irmãos e irmãs conheceram a luz que são, enquanto ainda ativavam o corpo. Você conheceu pessoas que caminhavam pela estrada e estavam tão longe dela porque se conheciam como a luz. Você tem irmãos e irmãs que partiram facilmente com o sorriso no rosto e as sugestões úteis, em que suas almas cantavam, embora o corpo pudesse estar na dor. Você conheceu pessoas que o elevaram apenas pelo seu Ser, apenas por serem quem são e por serem felizes.


Permita-se ter um sorriso no rosto. Um sorriso faz bem ao corpo e a outra pessoa ao ver um sorriso. “Do que você está sorrindo? O que há no mundo com o que você possa sorrir? ” E você diz: “Ah, mas você sabe, eu vi aquele dente-de-leão e ele parecia tão bonito. Eu vi a chuva brilhando ao sol. Você sabia que cada gota de chuva contém um arco-íris? Você sabia?" você dirá a um amigo, e ele dirá: "Uh, ele enlouqueceu. Agora ele está olhando para as gotas de chuva. ” Que coisa melhor há a fazer do que olhar para uma gota de chuva e contemplar o arco-íris na chuva?


Permita-se recompensar-se por ser. Cada um de vocês concordou que será quem e o que é, de uma certa forma, por um tempo. Aproveite. É um presente que você dá a si mesmo. Até mesmo o bocejo ... você já pensou no milagre de um bocejo? Ele simplesmente surge de dentro e a parte de trás da garganta quer se expandir, e é tão bom se permitir flutuar com aquele bocejo.


Eu lhe dou um presente. Boceje. É um presente. Permita-se alegrar-se. É disso que se trata a vida em todas as suas formas. Alegre-se. Esteja feliz novamente. Alegre-se. Sim, você tem desafios; pelo menos, o mundo os chamará assim. Você pode chamá-los de desafios ou recompensas.


"Mas, Yeshua, se eu estiver com febre alta e o corpo estiver com uma sensação ruim e tão cansado e fraco, você quer que eu me alegre com isso?" Sim, mostre como você pode ser criativo. "Oh, meu Deus, lá vai ele de novo falando sobre a criação." Sim, porque você está criando. Alegre-se com tudo o que você está criando.


Você já viu pessoas que foram feridas por alguma razão ou outra, e talvez tenham perdido o uso das pernas. “Mas eu ainda tenho braços, Yeshua.” Você já viu pessoas que perderam todos os membros ou estão paralisadas. “Sim, mas Yeshua, eu ainda posso sorrir, e tenho uma mão que ainda funciona e posso trabalhar na cadeira de rodas.”


Olhe o que você tem. Veja o que você pode fazer. Seja o portador da luz. Não é necessário levantamento de peso. Seja. Alegre-se. Novamente. Que assim seja.
Jeshua ben Joseph (Jesus), 
expressando-se através de Judith Coates.
 
 

 
 
 
Transcrito por achama.biz.ly, com agradecimentos, de:  
 

 
NR: 
 
Tudo indica que o nome Jesus não é verdadeiro. Parece que foram os farizeus que lhe derem esse nome com desdém uma vez que significa algo como "o rejeitado". 
A igreja de Roma adotou-o no ano 315. 

Segundo uma obra recebida via sinais de rádio tipo morse na década de 1980, o segundo livro da série de Phoenix Journal "AND THEY CALLED HIS NAME IMMANUEL --- I AM SANANDA" o seu verdadeiro nome parece que é "Essu Emanuel".
 

 
A verdade dentro de nós libertar-nos-á. 
Nós somos UM.
Não há necessidade de religiões dogmáticas, partidos políticos e ciência dogmática, vinculados a uma cabala negra que nos divide para reinar.
Qualquer investigação à VERDADE genuína irá confirmá-la.
A VERDADE não precisa de proteção.
 
Pergunta: Por que será que os sionistas têm tanto medo de qualquer investigação ao Holocausto?
 


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A CRÔNICA DE AKAKOR - 1 - O livro do Jaguar

A CRÔNICA DE AKAKOR

1 - O livro do Jaguar

Do Livro (Die Chronik von Akakor – 1978), 

por Karl Brugger, 

prefácio de Erich Von Daniken, 

tradução de Bertha Mendes.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Publicações anteriores

 

 
 
 

O mistério de uma antiga civilização subterrânea perdida da Amazônia que não existe “oficialmente” … que muitos exploradores MORRERAM tentando encontrar. Se a história da busca pela cidade perdida de Akakor e sua tribo Ugha Mongulala soa como o roteiro de ficção de um filme de Indiana Jones, é justamente porque ela foi usada como base para o quarto e último filme da série, “Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull” (O Reino da Caveira de Cristal). É uma história  envolta em muitos mistérios. Ela é contada em um polêmico livro, “A Crônica de Akakor”, que passamos a publicar em capítulos …

 

 

O LIVRO DO JAGUAR

 

Este é o jaguar;
Poderoso é seu salto;
E forte as suas patas.
É o senhor das florestas.
Todos os animais são seus súditos.
Não tolera resistência.
Destrói o desobediente
E devora-lhe a carne!
 

 


 

I- O REINO DOS DEUSES – 600.000 a. C. – 10.481 a. C.

O início da história da humanidade é uma questão de há muito contestada. De acordo com a Bíblia, Deus “criou o mundo em seis dias” para o seu próprio deleite e para o bem da humanidade. Então ele moldou o homem do pó {corpo} e deu-lhe o sopro {a Alma} da vida. Mas de acordo com o Popol Vuh, o Livro dos Maias, o homem {físico} só surgiu na quarta criação divina, depois de três mundos anteriores {corresponde com os três primeiros Yugas – eras – da cronologia indu} terem sido destruídos por medonhas catástrofes.

A historiografia tradicional coloca o início da história da humanidade em cerca de 600.000 a. C., e os primeiros seres humanos não conheciam ferramentas nem o uso do fogo. Segue-se, cerca de 80.000 a. C., o homem de Neandertal, que avançara extraordinariamente e conhecia o uso do fogo, tendo desenvolvido ritos funerários. A Pré-História, a primitiva história do homem, começa em cerca de 50.000 a. C.; de acordo com achados arqueológicos, tem sido dividida em Idade da Pedra, do Bronze e do Ferro. Durante a Idade da Pedra, o homem era caçador e pastor; caçava o mamute, cavalos selvagens e rangíferos {família dos Cervídeos}.

Com a lenta regressão da camada de gelo, o ancestral do homem gradualmente foi seguindo os animais que se dirigiam para o sul: o assentamento às margens dos grandes rios, a agricultura e os animais domésticos eram-lhe ainda desconhecidos. No entanto, as suas pinturas rupestres nas paredes dos abrigos em cavernas são evidência de uma arte surpreendentemente sofisticada, baseada nos ritos de caça mágico-religiosa. Está assente que em torno de 25.000 a. C. as primeiras tribos da Ásia Central atravessaram o estreito de Bering em direção às Américas.

 
 
OS MESTRES ESTRANGEIROS DE SCHWERTA

 

A Crônica de Akakor, a história escrita do meu povo, começa na hora zero, quando os deuses nos deixaram. Nessa época, Ina, o primeiro príncipe dos Ugha Mongulala, resolveu que tudo quanto acontecesse fosse narrado com boas palavras e numa escrita clara. E assim, A Crônica de Akakor é testemunha perante a história de um dos povos mais antigos do mundo, desde o seu início, a hora zero, quando os Primeiros Mestres nos deixaram, até ao momento atual, quando os Bárbaros {europeus} Brancos {esde 1500 d.C.} estão destruindo o nosso povo.

Explica o testamento dos Antigos Pais – o seu saber e a sua prudência. E descreve a origem do tempo, quando o meu povo era o único do continente e o Grande Rio ainda corria de um e de outro lado, quando o país era ainda plano e suave como o lombo de um cordeiro. Tudo isto está escrito na crônica, a história do meu povo, desde a partida dos deuses, a hora zero, que corresponde ao ano de 10.481 a. C. de acordo com o calendário dos Bárbaros (europeus) Brancos.

Esta é a história de meu povo. Esta é a história dos Servidores Escolhidos. No início era o caos. Os homens viviam como animais, sem razão, sem conhecimento, sem leis, e sem trabalhar o solo, sem se vestirem, nem sequer cobrindo a sua nudez. Não conheciam nada dos segredos da natureza. Viviam em grupos de dois a três, como o acaso os ajuntava em cavernas ou nas fendas das rochas. Caminhavam semi curvados apoiados com os pés e as mãos até a chegada dos deuses. Eles trouxeram a Luz.

Não sabemos quando tudo isto aconteceu. Donde vieram esses seres estranhos é um tênue conhecimento. Um denso mistério envolve a origem dos Primitivos Mestres, que nem sequer o conhecimento dos antigos sacerdotes consegue esclarecer. De acordo com a tradição, a época de sua chegada deve ter sido cerca de 3.000 anos antes da hora zero {13.481 a. C., segundo o calendário dos Bárbaros (europeus) Brancos}. De repente, navios brilhantes, dourados, apareceram no céu. Enormes línguas de fogo iluminaram a planície. A terra tremeu e o trovão ecoou sobre as colinas. O homem baixou a cabeça em sinal de veneração, perante as poderosas e estranhas criaturas que vinham tomar posse da Terra.

Estes estranhos indivíduos disseram que a sua pátria se chamava Schwerta, um mundo muito distante, situado nas profundezas do universo, onde viviam os seus antepassados e donde eles tinham vindo com a intenção de espalhar conhecimento pelos outros mundos. Os nossos sacerdotes dizem que era um poderoso império constituído por muitos planetas como inúmeros grãos de pó numa estrada. Também dizem que ambos os mundos, o dos Primitivos Mestres e a própria Terra, se encontravam de seis mil em seis mil anos. Quando então os deuses voltam à Terra.

Com a chegada dos estranhos visitantes ao nosso mundo começou a Idade do Ouro. Cento e Trinta famílias dos Antigos Pais vieram para a Terra para libertar o homem da escuridão da ignorância e da barbárie. E os deuses vindos das estrelas reconheceram-nos como seus irmãos. Instalaram as tribos errantes; deram-lhes bons quinhões de todos os comestíveis. Trabalharam diligentemente para ensinar ao incivilizado homem as suas leis, mesmo quando o seu ensino encontrava oposição. Por todo este labor, e por causa de tudo quanto sofreram pela humanidade e por quanto nos trouxeram e nos esclareceram, nós os veneramos como os iniciadores da nossa Luz. E os nossos artistas mais hábeis reproduziram imagens dos deuses que testemunham através de toda a eternidade a sua verdadeira grandeza e maravilhoso poder. E assim a imagem dos Primitivos Mestres ficou descrita e gravada até aos nossos dias.

Aparentemente, esses deuses oriundos de Schwerta não eram diferentes do homem. Tinham uns corpos graciosos e pele branca. O seu rosto nobre era emoldurado por uma cabeleira de um preto azulado. Uma barba espessa cobria-lhes o lábio superior e o queixo. Tal como os homens, os Antigos Pais eram seres vulneráveis, com carne e sangue. Mas o sinal que os distinguia decisivamente dos homens da Terra era terem seis dedos nas mãos e nos pés, uma característica da sua origem divina.

 

Corpo de extraterrestre resgatado do acidente em ROSWELL POSSUÍA SEIS DEDOS NOS PÉS E NAS MÃOS…
FONTE

 

Quem pode aprender a penetrar os pensamentos e os atos dos deuses? Quem pode aprender a compreender os seus feitos e desígnios? Seguramente, eles eram poderosos e incompreensíveis para os então vulgares e rústicos mortais humanos. Os deuses conheciam o curso das estrelas e as leis universais da natureza. Na realidade, eram-lhes familiares as mais altas leis do universo. Cento e trinta famílias dos Antigos Pais vieram para a Terra e trouxeram a Luz da civilização consigo para a região das Américas que viria a ser conhecida como a amazônia do Brasil.

AS TRIBOS ESCOLHIDAS

A memória dos nossos mais antigos antepassados torna-me assombrado e triste. O meu coração pesa-me porque agora estamos sós, abandonados que fomos pelos nossos Primitivos Mestres. Devemos-lhe a nossa força e tudo quanto sabemos e criamos. Antes de estes estranhos virem das estrelas, desde Schwerta, os homens vagueavam como crianças que perderam o lar, cujos corações não albergavam amor. Eram quase como animais, juntavam raízes, bulbos e frutos selvagens; viviam em cavernas e buracos cavados no solo; e tinham disputas com os vizinhos por causa das peças caçadas. Depois vieram os deuses e estabeleceram uma nova ordem no mundo. Ensinaram aos homens a cultivar a terra e a criar animais. Ensinaram-lhes a tecer e fixaram lares permanentes às famílias e aos clãs. E foi assim que as tribos se desenvolveram. Este foi o início da era da Luz, da vida e das tribos. Os deuses juntaram os homens. Deliberaram, consideraram e fizeram reuniões. Depois tomaram decisões. E entre o povo escolheram os criados que deviam viver com eles, servos para servi-los e a quem legaram parte do seu saber.

Com as famílias escolhidas pelos deuses, eles  fundaram uma nova tribo, a que deram o nome de Ugha Mongulala, que na língua dos Bárbaros {europeus} Brancos significa “Tribos Escolhidas Aliadas”. Como penhor dos seus eternos acordos, ligaram-se aos seus servos. Portanto, os Ugha Mongulala parecem-se com os seus divinos antepassados mesmo ainda hoje. São altos; o rosto é caracterizado por maçãs salientes, um nariz bem delineado e olhos em forma de amêndoa. Tanto os homens como as mulheres têm um espesso cabelo preto azulado. A única diferença eram os cinco dedos dos mortais, tanto nas mãos como nos pés, diferentemente de seus mestres que possuem seis dedos. Os Ugha Mongulala são o único povo de pele branca do continente das três Américas.

Se bem que os Primitivos Mestres guardassem muitos segredos, a história do meu povo também explica a história dos próprios deuses. Os estranhos seres vindos de Schwerta fundaram um poderoso império. Com o seu vasto conhecimento, a sua superior sabedoria e os seus misteriosos utensílios, foi-lhes fácil modificar a Terra de acordo com as suas próprias idéias e necessidades. Dividiram o país e construíram estradas e canais. Semearam plantas até então  desconhecidas pelo homem. Ensinaram aos nossos antepassados que um animal não é só presa de caça, mas que também pode constituir uma posse valiosa e indispensável contra a fome e fornecer alimento e força de tração. Pacientemente, partilharam o conhecimento necessário, de modo que o homem pudesse entrar na posse dos segredos da natureza.

Baseados nesta sabedoria, os Ugha Mongulala sobreviveram durante milênios, apesar das horríveis catástrofes que se sucederam ao longo dos milênios e das terríveis guerras. Como os Servos Escolhidos dos Primitivos Mestres, determinaram a história da humanidade durante 12.453 anos, tal como foi escrito na Crônica de Akakor:

“A linhagem dos Servos Escolhidos pelos deuses não desapareceu. Os chamados povos Ugha Mongulala  sobreviveram. Muitos dos seus filhos podem ter morrido em medonhas catástrofes e guerras devastadoras; que se sucederam nos seus domínios. Mas a força dos Servos Escolhidos permaneceu intacta. Eram os senhores. Eram os descendentes dos deuses”.

O IMPÉRIO DE PEDRA

A Crônica de Akakor, a história escrita do povo dos Ugha Mongulala, só começa depois da partida dos Primitivos Mestres, no ano zero. Nesta altura, Ina, o primeiro príncipe dos Ugha Mongulala, ordenou que todos os acontecimentos fossem registrados com boas palavras e numa escrita clara, e com a devida veneração pelos Primitivos Mestres. Mas a história dos Servos Escolhidos remonta a mais tarde, à Idade de Ouro, quando os Antigos Pais ainda governavam o Império. Desta época muito poucos testemunhos se têm conservado. Os deuses devem ter estabelecido um poderoso império, quando então foram distribuídas tarefas para todas as tribos. Os Ugha Mongulala atingiram o seu mais elevado grau de desenvolvimento. Era povo de grande sabedoria, o que o tornava superior a todos os outros. No ano zero, os deuses legaram as suas cidades e templos às Tribos Escolhidas. Duraram doze mil anos.

 

 
 
Poucos Bárbaros {europeus} Brancos têm visto estes monumentos ou a cidade de Akakor, capital do meu povo. Alguns conquistadores espanhóis capturados pelos Ugha Mongulala conseguiram fugir servindo-se de passagens subterrâneas. Os poucos aventureiros e colonos dos povos Bárbaros {europeus} Brancos que descobriram a nossa capital têm sido presos pelo meu povo. Akakor, capital do domínio, foi construída há cerca de catorze mil anos pelos nossos antepassados, guiados pelos Primitivos Mestres. O nome também foi dado por eles: Aka significa “fortaleza” e Kor significa “dois”. Akakor é a segunda fortaleza. Os nossos sacerdotes também falam na primeira fortaleza, Akanis. Erguia-se num estreito istmo na região que é hoje o México, no local em que os dois oceanos se encontram. Akahim, a terceira fortaleza, só é mencionada na crônica anterior ao ano 7.315. A sua historia está intimamente ligada à de Akakor.

 

A nossa capital erguia-se num vale, em meio as montanhas, entre dois países: os atuais Peru e Brasil. Está protegida em três lados por rochas escarpadas. Para leste, uma planície que desce gradualmente alcança a selva de cipós da grande região da floresta amazônica. Toda a cidade é rodeada por uma alta muralha de pedra com treze entradas. Estas são tão estreitas que só dão entrada a uma pessoa de cada vez. A planície a leste é guardada por vigias de pedra onde guerreiros escolhidos estavam sempre vigilantes, por causa dos inimigos. Akakor é traçada em retângulos. Duas ruas principais cruzadas dividem a cidade em quatro partes, correspondendo aos quatro pontos universais {cardeais?} dos nossos deuses. O Grande Templo do Sol e um portal de pedra cortado de um só bloco erguem-se numa vasta praça, ao centro. O templo está voltado a leste, para o sol-nascente, e é decorado com imagens dos nossos Primitivos Mestres. As criaturas divinas usam um bastão encimado pela cabeça de um jaguar. A figura está coroada por um toucado de ornamentos animais.

Os trajes são enfeitados com desenhos semelhantes. Uma escrita estranha, que só pode ser interpretada pelos nossos sacerdotes, fala da fundação da cidade. Todas as cidades de pedra que foram construídas pelos nossos Primitivos Mestres têm um portal semelhante. O mais impressionante edifício de Akakor é o Grande Templo do Sol. As suas paredes exteriores não têm enfeites e são feitas com pedras engenhosamente cortadas. O telhado do Templo é aberto de modo que os raios do sol-nascente podem alcançar um espelho dourado que data da época dos Primitivos Mestres e está montado na frente. Figuras de pedra de tamanho natural erguem-se de ambos os lados da entrada do templo. As paredes interiores estão cobertas de relevos. Numa grande arca de pedra embutida na parede fronteira do templo estão escritas as leis dos nossos Primitivos Mestres.

Contíguas ao Grande Templo do Sol, erguem-se às instalações para os sacerdotes e para os seus criados, o palácio do príncipe e os aposentos dos guerreiros. Estes antigos edifícios de pedra têm forma retangular e são feitos de blocos de pedra esculpidos. Os telhados são de uma espessa camada de relva assente em estacas de bambu. Na época do reino dos nossos Primitivos Mestres, outras vinte e seis cidades de pedra rodeavam Akakor, e são todas mencionadas na crônica de meu povo. As maiores eram Humbaya e Patite, na região onde hoje se estende a Bolívia, Emim, na parte baixa do Grande Rio, e Cadira, nas montanhas da atual Venezuela. Mas todas elas foram completamente destruídas na primeira Grande Catástrofe, treze anos após a partidas dos deuses.

Além destas poderosas cidades, os Antigos Pais também ergueram três complexos sagrados: Salazere, na parte superior do Grande Rio, Tiahuanaco, no Grande Lago Titicaca e Manoa, no elevado planalto do norte. Estas eram as residências terrenas dos Primitivos Mestres e terreno proibido para os Ugha Mongulala. No centro, elevava-se uma gigantesca pirâmide, e uma vasta escadaria erguia-se até a plataforma, onde os deuses celebravam cerimônias que hoje nos são desconhecidas. O edifício principal era rodeado por pirâmides menores interligadas por colunas, e mais adiante, em colinas criadas artificialmente, erguiam-se outros edifícios, decorados com placas brilhantes. À luz do sol nascente, contam os sacerdotes, as cidades dos deuses pareciam estar em chamas. Irradiavam uma luz misteriosa que brilhava nos picos das montanhas cobertas de neve.

Vídeo com imagens de um UFO sobrevoando o Monte Roraima e liberando uma sonda (esfera) luminosa:

Dos recintos do templo sagrado, só vi Salazere com os meus próprios olhos. Fica a uma distância de oito dias de viagem da cidade que os Bárbaros Brancos chamam Manaus, num afluente do Grande Rio. Os seus palácios e templos ficaram completamente cobertos pela selva de cipós. Só o topo da grande pirâmide ainda se ergue acima da floresta, coberto por uma densa mata de arbustos e árvores. Mesmo os iniciados têm dificuldade em chegar ao local onde moravam os deuses. O território da Tribo que Vive nas Árvores está rodeado por profundos pântanos. Depois do primeiro contato desta tribo com os Bárbaros Brancos, ela retirou-se para as florestas inacessíveis que rodeiam Salazere.

Clique para continuar a leituta

{Continua…}

 




 
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QUEM DESEJO SER?

QUEM DESEJO SER?

Arcanjo Gabriel

Transcrito por Shelley Young

Tradução: Adriano Pereira

a 28 de janeiro de 2021

 
 
 

Queridos, a arrogância não é um indicador de grandeza, mas sim um sinal de estar fora de alinhamento com quem realmente deseja ser.

O ser humano verdadeiramente humilde não sente necessidade de falar de sua humildade.

Quem ama de coração não precisa falar do quanto é amoroso.

Essas ações são tomadas como expressões sinceras de quem eles realmente são, não para qualquer elogio ou reconhecimento.

As pessoas costumam falar sobre quem gostariam de se tornar. Elas estão mostrando o desejo de um dia mudar para a personificação desses objetivos.

Se for apenas conversa sem nenhuma ação, elas simplesmente não vão conseguir.

Você vê? É o seu ser que emana autenticamente quem você é.

Essa energia é a sua verdade.

Você está pronto para deixar de falar sobre uma meta e passar a transformá-la?

Você está pronto para se mudar para o seu verdadeiro ser por nenhuma outra razão que não lhe traga alegria por se conhecer e se expressar dessa maneira?

 

Arcanjo Gabriel

 
 
Shelley Young 
 

 


 

 
 
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LIBERANDO-SE DO MEDO

LIBERANDO-SE DO MEDO

Escritos do Criador

Através de Jennifer Farley

Tradução Adriano Pereira

a 28 de janeiro de 2021

 
 

 
 
 

Alguns de vocês devem ter notado que o medo está se manifestando com maior frequência do que antes.

O medo pode se apresentar como um grande motivador, levando você a fazer coisas fora do comum.

O medo pode testar sua fé na humanidade e pode ser difícil de erradicar depois de estabelecido.

O Universo está aqui para lembrá-lo de que ele nunca criou, nem vai perpetuar sentimentos de medo!

Se você estiver se mudando para um espaço desconfortável, peça ajuda para liberá-lo e saiba que poderá continuar sua jornada com conforto e segurança.

Como sempre, você é amado incondicionalmente e apoiado pelo Universo em tudo o que faz.


 
O Criador.


 

 
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LUA CHEIA

LUA CHEIA

Inspiração por Kate Spreckley

Tradução: Adriano Pereira

a 28 de janeiro de 2021

 
 
 
 

A Lua Cheia de hoje significa um ponto de virada crucial em nosso processo evolutivo atual.

É uma época de finais importantes, mas também de novos começos.

Pois tais ilusões podem se quebrar iluminando nossas vidas mostrando os ajustes que devemos fazer.

O que quer que precisemos mudar, mudaremos, e tudo o que superamos deve agora ser liberado.

Quaisquer desafios que enfrentarmos neste momento serão porque há uma resistência ao fluxo de nossa evolução pessoal.

 Este é um momento em que o propósito de nossa alma está sendo focalizado.

Como resultado, estaremos, consciente ou inconscientemente, liberando tudo o que não é mais necessário para nossas vidas futuras.

O momento é perfeito para repensar tudo o que anteriormente pensávamos como impossível.

Não permitam que suas mentes sabotem este processo, pois as energias estão se movendo para despertar velhos sonhos, ambições e desejos que antes acreditávamos serem inatingíveis.

 
Com muito Amor,
 
 
Como coach, a praticante de energia, palestrante e facilitadora Kate Spreckley permite que suas habilidades e habilidades naturais guiem e apoiem aqueles que estão em busca de despertar, cura, crescimento e transformação. Ao longo dos anos, Kate permitiu que sua orientação interior formasse o modo como ela trabalha. Isso permite que ela agora ofereça uma mistura criativa de tudo o que ela descobriu ser o mais útil e eficaz ... Leia mais em inglês.


Esta publicação pode ser republicada como está, sem alterações e todos os links ativos.
© 2020 Kate Spreckley http://www.spiritpathways.co.za
 


 
 
 

 
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UMA NOVA ALIANÇA COM OS CASSIOPEDIANOS PELA HUMANIDADE

UMA NOVA ALIANÇA COM OS CASSIOPEDIANOS PELA HUMANIDADE

O Conselho Arcturiano da 9ª Dimensão

Canalizado por Daniel Scranton

Tradução: Adriano Pereira

a 28 de janeiro 2021

 

 
 
Saudações. Nós somos o Conselho Arcturiano. Temos o prazer de nos conectar com você e com todos vocês.
 

Estamos em processo de troca de ideias com um coletivo não físico de Cassiopedianos, e essa troca entre nós e os Cassiopedianos é sobre como fazer a humanidade viver mais em seus corações do que atualmente vivem.

Os Cassiopedianos sabem tudo sobre estar centrado no coração, porque o tema de seu sistema estelar é o Amor, assim como o tema de nosso sistema estelar é a Espiritualidade e o tema de seu sistema é tudo sobre Emoção.

Estamos traçando estratégias com os Cassiopedianos para encontrar novas maneiras de abrir o coração de cada ser humano na Terra.

É nosso desejo que todos vocês falem com seus corações, pensem com seus corações, liderem com seus corações e vivam suas vidas de acordo com o desejo de seus corações.

Quando forem capazes de fazer essas coisas, cada um estará mais perto de seu verdadeiro eu, que é a Fonte de Energia, e a Fonte de Energia é, claro, Amor Incondicional.

O Amor Incondicional não é um conceito a ser contemplado em suas cabeças; não é voltado para a mente. É algo que vocês são, mas que nem sempre se permitem ser.

E geralmente são suas mentes que vos atrapalham, e por isso estamos discutindo com este belo coletivo Cassiopediano as possibilidades que existem para trazer todos vocês para os seus corações de uma forma que também seja de suas pessoais decisões de fazê-lo.

Não estamos aqui para forçá-los a evoluir e se tornarem seus eus superiores, mas estamos aqui para encorajá-los a fazer isso, e estamos sempre em busca de novas oportunidades para fazer com que decidam por si mesmos que querem ser o Amor Incondicional que você realmente é.

Estamos sempre falando sobre as energias que estamos enviando e os portais que estamos abrindo, mas desta vez sabemos que esta aliança Cassiopediana que formamos resultará em algo ainda maior, talvez uma enorme onda de energia que atingirá todos vocês apenas da maneira certa.

No seu mundo agora, há muitas oportunidades para vocês escolherem o Amor, escolherem seus corações em vez de suas mentes, escolherem compaixão em vez de condenação, mas vocês sempre poderiam fazer com um pouco mais de encorajamento nesse sentido.

Estamos aprendendo muito com nossos amigos, os Cassiopedianos, e sabemos que eles também estão se beneficiando de conversar conosco.

O ponto principal é, e sempre voltamos nessas discussões, que sabemos quem vocês realmente são e que vocês escolherão o Amor.

Queremos apenas fazer parte do processo de facilitação dessas escolhas e, francamente, esse é o nosso acordo com vocês. É um acordo que continuamos a renovar vez após vez quando nos encontramos com vocês como indivíduos no plano astral, mas também é um acordo que tínhamos antes de tudo isso começar.

É há quanto tempo nos conhecemos e, ainda assim, evoluímos, assim como todos vocês. E é por isso que nem sempre sabemos exatamente o que fazer e procuramos ajuda.

Buscamos colaboração, pois sabemos que mais perspectivas são sempre bem-vindas enquanto vocês estão lidando com um assunto tão grande como a ascensão de todos os seres dentro deste nosso maravilhoso Universo.

 
Somos o Conselho Arcturiano e gostamos de nos conectar com você e com todos vocês.
 
 
 
 



Transcrito por achama.biz.ly, com agradecimentos, de:  
 

 
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A Crônica de Akakor

A Crônica de Akakor

Introdução

Livro: “A CRÔNICA de AKAKOR” 

(Die Chronik von Akakor – 1978), 

por Karl Brugger, 

prefácio de Erich Von Daniken, 

tradução de Bertha Mendes.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 
 
 
 

O mistério de uma antiga civilização subterrânea perdida da Amazônia que não existe “oficialmente” … que muitos exploradores MORRERAM tentando encontrar. Se a história da busca pela cidade perdida de Akakor e sua tribo Ugha Mongulala soa como o roteiro de ficção de um filme de Indiana Jones, é justamente porque ela foi usada como base para o quarto e último filme da série, “Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull” (O Reino da Caveira de Cristal). É uma história  envolta em muitos mistérios. Ela é contada em um polêmico livro, “A Crônica de Akakor”, que passamos a publicar em capítulos …

 

 

A Crônica de Akakor

Prefácio de Erich Von Daniken

Os cientistas não são os únicos que enriquecem ao explorar o desconhecido. Karl Brugger, nascido em 1942, depois de completar os seus estudos de história e sociologia contemporânea, foi para a América do Sul como jornalista e obteve informações acerca de Akakor. Desde 1974 que Brugger é correspondente das estações de assuntos que dizem respeito aos Índios. Em 1972, Brugger encontrou Tatunca Nara, filho de um chefe índio, em Manaus, na confluência do rio Solimões com o rio Negro, isto é, no início do Amazonas. Tatunca Nara é chefe dos índios Ugha Mongulala, Dacca e Haisha. Brugger, investigador escrupuloso, ouviu a história inacreditável mas verdadeira que o mestiço lhe contou. Depois de ter verificado tudo conscienciosamente, decidiu publicar a crônica que tinha registrado no gravador. 

Como estou habituado ao fantástico e sempre preparado para o extraordinário, não me emociono facilmente, mas devo confessar que me senti invulgarmente impressionado com “A Crônica de Akakor” tal como me relatou Brugger, o seu autor. Sua obra abre uma dimensão que obriga os céticos a verificar que o inconcebível é muitas vezes possível. Incidentalmente, “A Crônica de Akakor”  foca precisamente o quadro que é familiar aos mitologistas de todo o mundo:

“Os deuses vieram “do céu”, instruíram os primeiros humanos, deixaram atrás de si alguns misteriosos instrumentos e desapareceram novamente nos “céus”.

 

Sobre a referência ao perdido reino de OPHIR, com o qual o rei de Israel, Salomão, em conjunto com Hiram, rei de Tiro, teriam enviado três expedições, há cerca de 3 mil anos atrás, para coleta de material para a construção do primeiro Templo de Jerusalém, saiba mais nos links à seguir:


 

Nota de Thoth: Referências bíblicas sobre o reino de Ophir e suas riquezas em MADEIRA, PEDRAS PRECIOSAS E OURO:

“Também as navios de Hirão, que de Ofir levavam ouro, traziam de Ofir muita madeira de almugue, e pedras preciosas”. 1 Reis 10:11

“E também os servos de Hirão e os servos de Salomão, que de Ofir tinham trazido ouro, trouxeram madeira de algumins, e pedras preciosas”. 2 Crônicas 9:10

“E fez Jeosafá navios de Társis, para irem a Ofir por causa do ouro; porém não foram, porque os navios se quebraram em Eziom-Geber”. 1 Reis 22:49

“E enviou-lhe Hirão, por meio de seus servos, navios, e servos práticos do mar, e foram com os servos de Salomão a Ofir, e tomaram de lá quatrocentos e cinqüenta talentos* de ouro; e os trouxeram ao rei Salomão”. 2 Crônicas 8:18

“E mandou Hirão com aquelas naus a seus servos, marinheiros, que sabiam (os caminhos) do mar, com os servos de Salomão”. 1 Reis 9:27

  • Um Talento pesava 34,2 kg nos tempos do rei Salomão. Assim sendo, foi extraído cerca de 15.390 quilos de OURO do reino de Ophir, equivalentes em reais, pela cotação atual do ouro de R$ 196,77 a GRAMA (cotação do dia 30/09/2019) o valor de R$ 3.028.290.300,00 !!!. Parece que nosso país vem sendo explorado e roubado há muito mais tempo do que imaginávamos…!!!

“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum”.  –  Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

 


 

Os desastres devastadores descritos por Tatunca Nara podem ser relacionados até ao mínimo pormenor com o livro “Os Mundos em Colisão“, de Immanuel Velikovsky, as suas extraordinárias descrições de uma grande catástrofe mundial e mesmo as referências às datas são simplesmente espantosas. Igualmente, a afirmação de que certas partes da América do Sul são cortadas por passagens subterrâneas bem como de cidades subterrâneas não pode chocar  nenhum conhecedor do assunto. Num outro livro referi-me ter visto as tais estruturas subterrâneas com os meus próprios olhos, “A Crônica de Akakor”  dá resposta a muito do que é apenas aflorado noutros trabalhos sobre assuntos semelhantes.

 


INTRODUÇÃO

 

 

A Amazônia começa em Santa Maria de Belém, a cento e vinte quilômetros da costa do Atlântico. Em 1616, quando duzentos portugueses, sob a chefia de Francisco Castelo Branco, tomaram posse deste território em nome de Sua Majestade o Rei de Portugal e Espanha, o seu cronista descreveu-o como uma doce e convidativa zona de terreno com árvores gigantescas. Presentemente, Belém é uma grande cidade, com arranha céus, de tráfego intenso e uma população de seiscentos e trinta e três mil habitantes {década de 1980}. É o ponto de partida da “civilização branca” na sua conquista {destruição} das florestas virgens da Amazônia.

Contudo, através de quatrocentos anos, a cidade tem conseguido preservar traços do seu passado heroico e místico. Palácios de estilo colonial dilapidados e edifícios de azulejos com enormes portões de ferro são testemunhas de uma era famosa, quando a descoberta do processo de vulcanização da borracha da seringueira elevou Belém ao nível de uma metrópole européia. O mercado de dois andares na área do porto também data desta época. Aqui quase tudo pode ser comprado: peixe do Amazonas ou do oceano, perfumados frutos tropicais; ervas medicinais, madeiras nobres, raízes, bulbos e flores; dentes de crocodilo, que dizem ter propriedades afrodisíacas, e rosários feitos de terracota. Santa Maria de Belém é uma cidade de contrastes.

No centro, ruas ruidosas de tráfego, mas o mundo selvagem da ilha de Marajó, outrora povoada por uma das populações altamente civilizadas que tentaram conquistar a amazônia, fica apenas a duas horas de viagem, rio acima, na margem oposta. De acordo com a história “tradicional”, os Marajoaras chegaram à ilha mais ou menos em 1100, quando a sua civilização estava no apogeu, mas na altura em que os exploradores europeus chegaram, este povo já tinha desaparecido. Tudo o que ele resta são belas cerâmicas, figuras estilizadas traduzindo dor, alegria e sonhos. Parecem contar uma história de um povo, Mas qual?

Até à ilha de Marajó, o rio Amazonas* é uma confusa rede de canais, afluentes e lagoas. O rio estende-se por uma distância de cerca de cseis mil quilômetros: nasce no Peru e atinge os “rápidos” colombianos, mudando de nome em cada país que atravessa – de Apurimac a Ucayali e Marañon, e de Marañon a Solimões. Para além da ilha de Marajó, o Amazonas tem um caudal maior que qualquer outro rio do mundo. um grande barco a motor, único meio de transporte na Amazônia, leva três dias para fazer a travessia de Belém à Santarém, a localidade mais próxima. É impossível compreender o grande rio sem ter experimentado estes barcos a motor, que incorporam a noção de tempo, vida e distância na Amazônia. Podem fazer-se cento e cinqüenta quilômetros por dia (não por hora) rio abaixo; nestes barcos o tempo passa-se a comer, a beber, a sonhar e a amar.

{*O rio Amazonas, localizado no Brasil, é um dos rios mais extensos do mundo (o mais extenso segundo alguns estudos) com 6 992,06 km de comprimento e mais de mil afluentes, sendo que alguns deles, como o Madeira, o Negro e o Japurá, estão entre os 10 maiores rios do planeta. É, de longe, o rio com maior fluxo de água por vazão, com uma média superior que a soma dos próximos sete maiores rios combinados (excluindo  Madeira e rio Negro, que são afluentes do próprio Amazonas). A Amazônia, que tem a maior bacia hidrográfica do mundo, com mais de 7 milhões de quilômetros quadrados, é responsável por cerca de um quinto do fluxo fluvial total do mundo, sendo que a água que flui pelos rios amazônicos equivale a 20% da água doce líquida da Terra}

 

Santarém fica situada na margem direita do Amazonas, na embocadura do rio Tapajós. Uma população de trezentos e cinqüenta mil habitantes atravessa uma época próspera, pois a cidade é terminal da Transamazônica e atrai garimpeiros, contrabandistas e aventureiros. Uma das mais antigas civilizações da Amazônia floresceu aqui, o povo do Tapajós, provavelmente a maior tribo da selva índia. O historiador Heriarte afirmou que, se fosse necessário, tinham possibilidade de alinhar cinqüenta mil arqueiros para uma batalha. Mesmo considerando este número um exagero, sabe-se que os Tapajós foram suficientemente numerosos para fornecer ao mercado de escravos portugueses durante oitenta anos. Esta orgulhosa tribo não nos legou senão espécimes arqueológicos… e o rio
que tem o seu nome.

 

Rios, cidades e lendas da Amazônia sucedem-se de Santarém a Manaus. Presume-se que o aventureiro espanhol Francisco Orellana combateu os habitantes da Amazônia na foz do rio Nhamundá. O lago Iacy, “Espelho da Lua”, situa-se na margem direita do rio, junto à povoação de Faro. De acordo com a lenda, as Amazonas desciam até o lago, vinda das montanhas que o rodeavam, quando havia lua cheia, para encontrarem os apaixonados que as esperavam. Mergulhavam em busca de pedras estranhas, que, debaixo de água, podiam ser amassadas como pão, mas que em terra adquiriam dureza. As Amazonas chamavam a estas pedras muiraquitã e davam-nas aos seus apaixonados. Os cientistas consideram-nas “milagres arqueológicos”: duras como o diamante, têm formas artificiais, se bem que a evidência tenha provado que os Tapajós não tinham ferramentas para trabalhar esta espécie de material.

 

O verdadeiro rio Amazonas nasce na confluência do rio Solimões com o rio Negro. De barco, leva-se vinte minutos para chegar a Manaus, que não tem qualquer estrada de comunicação com a costa. Foi aqui que encontrei Tatunca Nara, a 3 de Março de 1972. M., que comandava o contingente da selva brasileira em Manaus, tinha sido o
encarregado de me proporcionar este encontro. Foi no Bar Graças a Deus que encontrei pela primeira vez o chefe índio. Era alto, tinha um longo cabelo escuro e um rosto delicadamente modelado. Os seus olhos, castanhos, pequenos e cheios de suspeita, eram característicos dos mestiços. Tatunca Nara vestia um desbotado uniforme tropical, que, tal como mais tarde me explicou, lhe fora dado pelos oficiais. O seu largo cinto de couro com fivela de prata era impressionante. Os primeiros minutos da nossa conversa foram difíceis.

 

 

Com certa relutância, Tatunca Nara contou, em mau alemão, as suas impressões da cidade branca, com a sua imensa população, o trânsito das ruas, os elevados edifícios e o insuportável barulho. Só quando venceu a sua reserva e as suas suspeitas iniciais me contou a história mais extraordinária que jamais ouvi. Tatunca Nara falou-me da tribo dos Ugha Mongulala, um povo que há quinze mil anos foi “o eleito dos deuses”. Descreveu duas grandes catástrofes que haviam devastado a Terra e referiu-se ao príncipe LHASA, um filho dos deuses, que governou no Sul do continente americano, às suas relações com o Egito, à origem dos Incas, à chegada dos Bárbaros (brancos europeus) e à aliança dos índios com dois mil soldados alemães. Falou de gigantescas cidades de pedra e instalações subterrâneas dos divinos antepassados. E contou-me que todos estes fatos tinham sido registrados num documento
chamado “A Crônica de Akakor”.

 

A mais longa parte da sua história referia-se às lutas dos índios contra os brancos, contra os espanhóis e portugueses plantadores de borracha, colonos, aventureiros e soldados do Peru. Empurraram os Ugha Mongulala, de quem pretendia ser o príncipe, cada vez mais para os Andes, até mesmo nas instalações subterrâneas. Apelava agora para os seus maiores inimigos, os brancos, pedindo auxílio perante a iminente extinção do seu povo. Antes de falar comigo, Tatunca Nara conversara com altas personalidades brasileiras do Serviço de Proteção aos Índios, mas sem qualquer êxito. Esta, no entanto, era a sua história. Ia dar crédito ou não? No úmido calor do Bar Graças a Deus foi-me revelado um estranho mundo que, se existisse, tornavam reais as lendas dos povos Maia e Inca.

O segundo e o terceiro encontro com Tatunca Nara foram no meu quarto de hotel com ar condicionado. Num monólogo que durou horas, só interrompido para mudar a fita no gravador, ele contou a história dos Ugha Mongulala, as Tribos Escolhidas Aliadas, do ano zero até 12.453 (de 10.481 a. C. até 1972, de acordo com o calendário da civilização branca). Mas o meu entusiasmo inicial tinha desaparecido. A história parecia-me excessivamente extraordinária: uma outra lenda da floresta, fruto do calor tropical e do místico efeito da selva impenetrável. Quando Tatunca Nara acabou a sua narrativa eu tinha doze gravações de um fantástico conto de fadas.

A história de Tatunca Nara só começou a parecer plausível quando, numa outra vez, encontrei um amigo, o oficial brasileiro M. Era membro do serviço secreto e fazia parte do “segundo departamento”. M. conhecia Tatunca Nara já havia quatro anos e confirmou, pelo menos, o fim das suas aventuras. O chefe indio salvara a vida de doze oficiais brasileiros cujo avião caíra na província do Acre e devolveu-os à civilização. As tribos índias de Yaminauá e Kaxinauá reverenciavam Tatunca Nara como chefe, muito embora não lhes pertencesse. Estes fatos foram documentados nos arquivos do serviço secreto brasileiro. Decidi investigar ainda mais a história de Tatunca Nara.

 

As minhas buscas no Rio de Janeiro, Brasília, Manaus e Rio Branco tiveram resultados extraordinários. A história de Tatunca Nara está documentada em jornais e começa em 1968, quando um chefe índio branco é mencionado por ter salvo a vida de doze oficiais brasileiros obtendo a sua libertação dos índios Haisha e levando-os para Manaus.
Devido ao auxílio que prestou aos oficiais, Tatunca Nara foi recompensado com uma carteira de trabalho e um documento de identidade. De acordo com o que dizem as testemunhas, o misterioso chefe índio fala uma mau alemão, compreende só algumas palavras em português, mas é fluente em algumas línguas índias faladas no alto Amazonas.

 

Poucas semanas depois da sua chegada a Manaus, Tatunca Nara desapareceu subitamente, sem deixar rastro. Em 1969, surgiram grandes lutas entre as tribos de índios selvagens e os colonos brancos da fronteira do Peru na província de Madre de Dios, uma região miserável e esquecida na encosta oriental dos Andes. A velha história da Amazônia revivia: a revolta dos oprimidos contra os opressores, seguidos da vitória dos brancos, sempre vitoriosos. O chefe dos índios, que, de acordo com os relatos da imprensa do Peru, era conhecido por Tatunca (“grande serpente-d’água”), fugiu para território brasileiro após derrota. Com o propósito de evitar a continuação dos ataques, o Governo do Peru pediu ao Brasil a sua extradição, mas as autoridades brasileiras recusaram-se a cooperar.

 

A luta de fronteira da província de Madre de Dios acalmou aos poucos durante os anos de 1970 e 1971. As tribos índias selvagens fugiram para as quase inacessíveis florestas perto da nascente do rio Yaku. Aparentemente, Tatunca Nara desaparecera. O Peru fechou a fronteira com o Brasil e iniciou a invasão sistemática da floresta virgem. De
acordo com testemunhas oculares, os índios do Peru partilharam da sorte dos seus irmãos brasileiros: foram assassinados ou morreram de doenças características da civilização branca.

 

A seguir um vídeo de uma matéria do Fantástico exibida no ano de 1990, onde o programa fala das lendas sobre a cidade perdida de Akakor e entrevista Tatunca Nara.

Em 1972, Tatunca Nara voltou à civilização branca, e na cidade brasileira de Rio Branco no Acre relacionou-se com o bispo católico Grotti. Juntos pediram alimentos para os índios do rio Yaku nas igrejas da capital do Acre. Desde que a província do Acre tinha sido considerada “livre de índios” nem ao bispo foi concedido qualquer auxílio do Estado. Três meses mais tarde, monsenhor Grotti morria na queda misteriosa de um avião. Mas Tatunca Nara não desistiu. Com o auxílio dos doze oficiais cuja vida salvara, entrou em contato com serviço secreto brasileiro.

Apelou também para o Serviço de Proteção aos Índios do Brasil (a atual FUNAI) e contou a N., secretário da Embaixada da Alemanha Ocidental em Brasília, a história dos dois mil soldados alemães que desembarcaram no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e que ainda estavam vivos em Akakor, a capital do seu povo. N. não acreditou na história e recusou o acesso de Tatunca Nara à embaixada. A FUNAI só concordou em cooperar depois de muitos pormenores da história de Tatunca Nara acerca das tribos índias da Amazônia serem confirmados, durante o Verão de 1972.

O Serviço organizou então uma expedição para estabelecer contato com os misteriosos Ugha Mongulala e deu instruções a Tatunca Nara para fazer os preparativos necessários. No entanto, estes planos foram interrompidos devido à resistência das autoridades da província do Acre. Devido a instruções pessoais do governador Wanderlei Dantas, Tatunca Nara foi preso. Pouco antes da sua extradição para o Peru, os oficiais seus amigos libertaram-no da prisão de Rio Branco e tornaram a leva-lo para Manaus. E aqui me tornei a encontrar com Tatunca Nara.

O encontro seguinte teve uma seqüência diferente. Eu tinha verificado a sua história e comparado a fita gravada com o material dos arquivos e relatórios de historiadores contemporâneos. Alguns pontos podiam ser explicados, mas eu ainda pensava que muita coisa era inteiramente inacreditável, como por exemplo, as instalações das cidades subterrâneas e o desembarque dos dois mil soldados alemães Nazistas. Mas era improvável que tudo isto fosse inventado: as datas do oficial M. e as da história de Tatunca Nara coincidiam.

No decorrer deste encontro, Tatunca Nara repetiu a história mais uma vez. Indicou num mapa a localização  aproximada de Akakor, descreveu a rota dos soldados alemães de Marselha até o rio Purus e referiu-se a vários dos seus chefes. Desenhou vários símbolos dos deuses que presumivelmente apareciam na Crônica de Akakor. Voltava constantemente a estes misteriosos antepassados cuja memória ficara para sempre intacta no seu povo. Comecei a acreditar numa história cuja incredibilidade se tornava um desafio.

Quando Tatunca Nara sugeriu que o acompanhasse a Akakor, aceitei. Tatunca Nara, o fotógrafo brasileiro J. e eu partimos de Manaus no dia 25 de Setembro de 1972. Pretendíamos alcançar a parte superior do rio Purus num barco que alugáramos. Levávamos também uma canoa com motor de popa e utiliza-la-íamos para alcançar a região afluente do rio Yaku, na fronteira entre o Brasil e o Peru, e depois continuaríamos a pé pelas colinas dos Andes até Akakor. O tempo destinado à expedição era para ser de seis semanas, contando nós, regressar nos princípios de Novembro.

O nosso carregamento era constituído por redes, mosquiteiros, utensílio de cozinha, alimentos, as habituais roupas para a selva e alguns remédios. Como armas levávamos uma Winchester 44, dois revólveres, uma espingarda de caça e grandes machados. Levávamos também equipamento para filmar, dois gravadores, rolos de filmes e máquinas fotográficas. Os primeiros dias foram inteiramente diferentes daquilo que esperávamos: não apareceram nem mosquitos, nem cobras-d’água, nem piranhas. O rio Purus era como um lago que não tivesse margens de tão largo. Avistávamos a selva no horizonte, com os seus mistérios oculto atrás de uma muralha verde impenetrável.

Imagem relacionada

 

Um cemitério de ex-nazistas empenhados em criar uma “ponte nazista” nas florestas tropicais da Amazônia a partir da expedição nazista “Guyana Project” (Rios Amazonas/Jary), quando por 17 meses, de 1935 a 1937, exploradores nazistas guiados por Schulz-Kampfhenkel, zoólogo de Berlim, documentarista e membro das S.S. de Hitler, percorreram as florestas próximas da fronteira do Brasil com a Guiana Francesa, no rio Jari. A cruz de madeira decorada com a suástica traz a inscrição: ”Joseph Greiner morreu aqui, de febre em 02 de janeiro de 1936, a serviço da pesquisa alemã”...  – Fonte:
New York Times

 

A primeira cidade que alcançamos foi Sena Madureira,última povoação antes de se entrar nas então inexploradas regiões fronteiriças entre o Brasil e Peru. A situação era a típica encontrada por toda a Amazônia: estradas de argila suja, cabanas desmanteladas e um cheiro desagradável de água estagnada. Oito entre cada dez habitantes sofriam de febre amarela, eram leprosos ou tinham malária. Uma má nutrição crônica deixara o povo num estado de triste resignação. Rodeadas pela brutalidade da selva e isoladas da civilização, as pessoas dependiam sobretudo da aguardente de cana, seu único meio de escapar a uma infeliz e sofrida realidade. Num bar, dizemos adeus à civilização e encontramos um homem que presumivelmente conhecia a parte superior do rio Purus. À procura de ouro, este garimpeiro esteve cativo dos índios Haisha, uma tribo semi-civilizada da vizinha região do rio Yaku. O que ele nos conta é desencorajante: falou-nos sobre rituais canibalescos e setas envenenadas.

A cinco de Outubro, na cachoeira Inglesa, trocamos o barco pela nossa canoa, e de agora em diante dependemos de Tatunca Nara. Os mapas mostram muito deficientemente o curso do rio Yaku. As tribos indígenas que vivem nesta região não têm qualquer contato com a civilização branca. J. e eu tínhamos ambos uma sensação desagradável: haverá na realidade um local chamado Akakor? Podíamos confiar em Tatunca Nara? Mas a aventura provava ser mais forte que a nossa ansiedade. Doze dias depois de deixarmos Manaus, a paisagem começa a modificar-se. O rio até esse ponto parecia um mar acastanhado, sem praias. Agora navegávamos entre cipós, e sob árvores inclinadas. Depois de uma extensa curva do rio encontramos um grupo de prospectores que construíram uma fábrica primitiva na margem do rio e peneiravam uma areia grossa. Aceitamos o seu convite para ali passar a noite e escutamos as suas estranhas histórias de índios de cabelos pintados de azul encarnado que usavam setas envenenadas…

 

A viagem transforma-se em expedição contra as nossas próprias dúvidas. Estamos a uns escassos dez dias da nossa suposta meta. A dieta monótona, o esforço físico e o receio do desconhecido influíram poderosamente sobre nós. O que em Manaus parecia uma fantástica aventura tornou-se agora num pesadelo, Basicamente, pensávamos que
gostaríamos de desistir e voltar e de esquecer tudo acerca de Akakor, antes de ser demasiado tarde. Ainda não encontramos os índios. As primeiras cristas das montanhas dos Andes cobertas de neve surgem no horizonte: atrás de nós estende-se o verde-mar das terras baixas da Amazônia. Tatunca Nara prepara-se para voltar para seu povo. Numa estranha cerimônia, pinta o corpo: na cara traços vermelhos, e no peito e nas pernas riscas amarelo-escuras.  Prende o cabelo atrás com uma tira de couro, que é decorada com os estranhos símbolos dos Ugha Mongulala.

 

 

A 13 de Outubro não temos mais possibilidade de regresso. Depois de uma perigosa passagem sobre as corredeiras, a canoa é apanhada por um redemoinho e vira-se. O nosso equipamento fotográfico, que vinha em caixas, perde-se na densa floresta das margens; metade dos nossos alimentos e remédios perderam-se também. Nesta situação muito
desesperadora decidimos desistir da expedição e voltar para Manaus. Tatunca Nara reage com irritação: está impaciente e desapontado. Na manhã seguinte, J. e eu deixamos o nosso último acampamento. Tatunca Nara, com as pinturas de guerra do seu povo, usando só um pano a cobrir-lhe os rins, toma a estrada que o levará à sua tribo.
Este foi o meu último contato com o chefe dos Ugha Mongulala.

 

Depois do meu regresso ao Rio de Janeiro, em Outubro de 1972, tentei esquecer Tatunca Nara, Akakor e os seus deuses. Só no Verão de 1973 a recordação voltou: o Brasil principiara a sistemática invasão da Amazônia. Doze mil trabalhadores construíam duas estradas através da ainda não explorada selva, numa distância de cerca de sete mil quilômetros. Trinta mil índios tomaram os bulldozers por antas gigantes e fugiram para o interior da selva. Começara o último ataque a Amazônia.

E com isto recordava as velhas lendas, tão fascinantes e míticas como antes. Em Abril de 1973, a FUNAI descobriu uma tribo de índios brancos na parte superior do rio Xingu, que Tatunca Nara me mencionara um ano antes. Em Maio, durante trabalhos de reconhecimento no Pico da Neblina, no norte do pais, os guardas de fronteira brasileiros estabeleceram contato com índios que eram chefiados por mulheres. Estes também tinham sido descritos por Tatunca Nara. E finalmente, em Junho de 1973, várias tribos índias foram avistadas na região do Acre, que antes havia sido considerada “livre de índios”.

Vídeo com imagens de um UFO sobrevoando o Monte Roraima e liberando uma sonda (esfera) luminosa:

Akakor existe realmente? Talvez não seja exatamente da maneira como Tatunca Nara a descreveu, mas a cidade é, sem dúvida alguma, real. Depois de tornar a ouvir as gravações de Tatunca Nara decidi escrever a sua história “com boas palavras e numa escrita clara”, como dizem os Índios. Este livro, A Crônica de Akakor, tem cinco partes. “O Livro do Jaguar” relaciona-se com a colonização da Terra pelos Deuses e vai até o período da segunda catástrofe mundial. “O Livro da Águia” compreende o tempo entre 6.000 e 11.000 (do seu calendário) e descreve a chegada dos Bárbaros. O terceiro livro, “O Livro da Formiga”, fala-nos da luta contra os colonizadores portugueses e espanhóis {os bárbaros brancos} depois de desembarcarem no Peru e no Brasil. O quarto e último livro, “O Livro da Serpente d’Água”, descreve a chegada de dois mil soldados alemães a Akakor e a sua integração no povo dos Ugha Mongulala; também prediz uma terceira e futura grande catástrofe. Na quinta parte, o “Apêndice”, fiz o sumário dos resultados das minhas pesquisas nos arquivos brasileiros e alemães.

A maior parte deste livro, a atual Crônica de Akakor, segue justamente a narrativa de Tatunca Nara. Tentei torná-la tão literária quanto possível, mesmo quando os fatos parecem contradizer a historiografia tradicional {o que acontece na maioria dos casos}. Fiz o mesmo com os mapas e desenhos baseados nas datas fornecidas por Tatunca Nara. Os escritos foram feitos por Tatunca Nara em Manaus. Todas as subseções estão precedidas por um curto sumário da história tradicional, para dar ao leitor uma base de comparação, mas restringem-se aos acontecimentos mais importantes da história da América do Sul. A tábua cronológica, no fim do livro, fornece a justaposição do calendário de Akakor com o da história tradicional.

 

O complexo de cavernas Cueva de los Tayos está localizada na floresta tropical alta, a 2 km ao sul do rio Santiago e a 800 m a oeste do rio Coangos, no Equador. Localizado a uma altitude de cerca de 800 m dentro de calcário e xisto de cama fina, a principal entrada está dentro de uma floresta tropical no fundo de um vale seco. A maior das três entradas é um poço de 65 metros de profundidade que leva a 4,6 quilômetros de passagens espaçosas e uma câmara descomunal de 90 por 240 metros. A caverna tem um alcance vertical de incríveis 201 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares) com seu ponto mais baixo terminando em um poço . Fonte: 
https://en.wikipedia.org/wiki/Cueva_de_los_Tayos

 

Noutro quadro refiro-me aos nomes prováveis dados pela civilização branca às várias tribos referidas no texto. As citações da Crônica de Akakor impressas como suplemento foram ditas por Tatunca Nara, que as sabia de cor. Segundo ele, a crônica atual foi escrita em madeira, em pele e mais tarde também em pergaminho, e está guardada por sacerdotes no Templo do Sol, a maior herança dos Ugha Mongulala. O bispo Grotti foi o único homem branco a vêla e trouxe com ele vários excertos. Depois da sua misteriosa morte, os documentos desapareceram. Tatunca Nara pensa que o bispo os escondeu ou que estão guardados nos arquivos do Vaticano.

Verifiquei o mais cuidadosamente possível todas as informações da “Introdução” e do “Apêndice” no que diz respeito à sua veracidade. As citações dos historiadores contemporâneos vêm de fontes materiais espanholas e traduzi-as eu próprio. Só acrescentei as minhas próprias considerações no “Apêndice”, para auxiliar o leitor a compreende-las melhor. Por esta razão não me baseei nas teorias que dizem respeito a astronautas ou a seres divinos como possíveis antecessores da civilização humana. A ênfase deste livro diz respeito à história e à civilização dos Ugha Mongulala, em contraste com a dos Bárbaros Brancos.

 

Akakor existiu realmente? Há uma história escrita dos Ugha Mongulala? As minhas próprias dúvidas obrigaram-me a dividir este livro em duas partes. Na Crônica de Akakor só incluí os relatos de Tatunca Nara. O “Apêndice” contem o material que fui buscar nas respectivas origens. A minha contribuição não é muita, comparada com a história de um povo misterioso, com os Primitivos Mestres, leis divinas, instalações subterrâneas e muitas outras coisas. Esta é uma história que pode ter tido origem numa lenda, mas que, no entanto, pode ser confirmada. E o leitor deve ele próprio decidir se isto é um relato inteligentemente inventado, baseado em passos de escritos inadequadamente históricos, ou um pedaço de história verdadeira relatada “com boas palavras e numa escrita clara”. 
 
(Continua)

 

 




 
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