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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Setembro 20, 2020

chamavioleta

Viva — A vida é uma festa: uma reflexão sobre morte e laços familiares.

Eu Sem Fronteiras.

20 de setembro de 2020. 

 

 
 
 
 
 
Viva – A vida é uma festa é um longa-metragem de animação de 2018, dirigido por Lee Unkrich e Adrian Molina. O filme conta a história do mexicano Miguel, um menino de 12 anos de idade, que tem o sonho de ser um músico famoso. Ainda que ele tenha talento para tal, a família desaprova esse desejo, porque o trisavô do jovem abandonou a esposa para se dedicar à música, criando uma aversão da família pela ideia.
 
Porém, no Dia dos Mortos, uma importante comemoração da cultura mexicana, o futuro de Miguel e até o passado de sua família estão prestes a mudar. Quando o menino decide participar escondido de um festival de música, rouba um objeto que lhe confere uma viagem só de ida para o mundo dos mortos. A partir daí, todo o enredo se desenvolve, e o público é convidado a refletir sobre esquecimento, morte e afeto familiar.
 
 
Se você quer mergulhar no universo de Viva – A vida é uma festa e compreender o que o México pensa sobre a morte, investigue o Dia dos Mortos e as lições que o filme transmite, nos tópicos a seguir. Encante-se com uma nova perspectiva sobre o fim da vida e reflita sobre seus entes queridos que já partiram.
 
 
A morte para a cultura mexicana
 
Para as antigas civilizações que viviam no México desde antes de o país ser invadido por colonizadores, como os astecas, a morte não é um sinônimo de fim da existência. Em um dia específico do ano, o Dia dos Mortos, celebrado em 2 de novembro, as pessoas que já partiram têm a oportunidade de retornar à Terra para visitar os parentes e os amigos que continuam vivos.
 
Diferentemente de outras culturas, que temem o retorno dos mortos, o México celebra esse evento com as comidas preferidas dos entes falecidos, com caveiras de açúcar, com fantasias e pinturas de esqueletos, com flores e com velas por toda a casa.
 
Miguel Bruna / Unsplash
 
 
A única regra para que aqueles que já se foram retornem no Dia dos Mortos é que a família se lembre deles. É por isso que retratos e fotos de família são guardados com muito cuidado, e as histórias sobre essas pessoas são contadas para os integrantes mais jovens das famílias, que têm a responsabilidade de manter viva a memória de seus familiares.
 
O festival que celebra a existência eterna de uma pessoa a partir da lembrança de quem a conheceu foi incorporado a outras culturas do mundo. Interpretações da festa acontecem também nos Estados Unidos da América, na Nova Zelândia e na Bolívia, por exemplo.
 
O impacto dessa tradição é tão marcante, que em 2003 a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) declarou que o Dia dos Mortos é uma Obra Mestra do Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade.
 
A partir disso, é possível compreender que, para a cultura mexicana, o segredo da imortalidade, por assim dizer, é ter alguém na Terra que sempre se lembrará da sua história e de quem você foi. Em geral, essa responsabilidade é dos familiares, mas também é comum que os amigos próximos da pessoa que partiu celebrem o Dia dos Mortos por ela.
 
 
Ensinamentos de Viva – A vida é uma festa
 
Agora que você já sabe por que o Dia dos Mortos é uma festa tão diferente e tão importante para a cultura mexicana, está na hora de aprender sobre as lições do filme Viva – A vida é uma festa. A animação ambientada totalmente no México, respeitando a tradição do país e representando uma inovação nas produções estadunidenses, vai te surpreender.
 
1) A união de diferentes gerações
 
Uma das lições mais importantes de Viva – A vida é uma festa é o poder da união de diferentes gerações. Muitas vezes, perdemos o contato com as pessoas mais velhas e com as pessoas mais novas, deixamos de contar histórias e abandonamos as lembranças sobre as nossas famílias.
 
Divulgação / Disney Pixar
 
 
No filme, Miguel se une aos parentes já falecidos, no mundo dos mortos, para conseguir reencontrar seu trisavô. A união entre as gerações é o que permite que o menino retorne ao mundo dos vivos e aprenda mais sobre a história de sua família, sendo um ótimo exemplo da importância de manter esses laços afetivos.
 
2) Uma nova perspectiva sobre a morte
 
A morte é um assunto que causa medo e incerteza em muitas pessoas. Não sabemos o que irá acontecer quando partirmos, e temos medo de perder aqueles que amamos. Porém, com a animação, aprendemos uma nova perspectiva sobre a morte.
 
Em vez de ser um evento sombrio e mórbido, a morte é vista como uma passagem para outro mundo, que também é muito colorido, alegre e feliz. É claro que o falecimento de um ente querido sempre será triste, mas é possível olhar para esse evento com a certeza de que essa pessoa continuará existindo nas suas lembranças.
 
3) A importância da lembrança
 
Outro ponto essencial de Viva – A vida é uma festa é a lembrança. É o ato de lembrar de alguém que faz com que essa pessoa continue existindo no mundo dos mortos, podendo aproveitar esse outro momento de sua existência.
 
Em um sentido que vai além do filme, é possível analisar como a lembrança permite que as pessoas se unam ao que acreditam, ao que são e ao que importa para elas. Nós somos as nossas lembranças, e mantê-las é o que nos faz continuar vivos. A vida é uma festa, e a morte também pode ser, se quem mais amamos estiver em nossas memórias.
 
4) O ato de dialogar
 
Uma lição um pouco mais sutil do longa-metragem é a importância do diálogo para uma família. Proibições não explicadas e histórias mal resolvidas podem dividir parentes e provocar desentendimentos que seriam resolvidos com uma boa conversa.
 
Divulgação / Disney Pixar
 
 
No filme, a família de Miguel tem a oportunidade de descobrir a verdade sobre o passado por meio do diálogo, possibilitando que ela tenha um futuro completamente diferente do que seria, se os assuntos incompreendidos permanecessem dessa forma. Conversar sobre nossos medos, receios e sonhos com nossos familiares é essencial.
5) O desejo de seguir os próprios sonhos
 
Em Viva – A vida é uma festa, há um conflito entre Miguel e sua família. Ao mesmo tempo em que seus parentes querem que ele siga o trabalho que eles já realizam há anos, como sapateiros, o menino tem o sonho de ser músico, como seu trisavô.
 
Mesmo contrariado por seus familiares, Miguel persiste em seu sonho e se aventura para realizá-lo. O resultado surpreende a ele mesmo e aos parentes, que tinham sentimentos ruins sobre a música, provando que a persistência é o melhor caminho na hora de atingir seus objetivos.
 
Viva – A vida é uma festa é uma ótima oportunidade para aprender sobre a cultura mexicana e para analisar uma perspectiva diferente sobre a morte. A animação diverte o público infantil e emociona o público adulto, transcendendo gerações e permanecendo na memória de quem assiste a ela. Confira!

 

Eu Sem Fronteiras 
 

 


 
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Agosto 03, 2020

chamavioleta

Cultura Nordestina (Brasil)

Entenda por que a instituição de uma semana para sua comemoração.

Escrito por Eu Sem Fronteiras.

2 de agosto de 2020. 

 
 
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Você sabe por que foi criada a Semana da Cultura Nordestina? Se a resposta é “não”, não se preocupe, pois nós vamos te explicar tudo sobre essa comemoração tão importante para a região Nordeste.
 
A Semana da Cultura Nordestina começou no dia 0=2 de agosto de 1989, por meio da morte de Luiz Gonzaga do Nascimento, o famoso “Rei do Baião”. A partir daquele ano, a cultura dos nordestinos ganhou uma identidade inabalável e se tornou ainda mais conhecida entre todas as regiões brasileiras.
Gonzaga foi muito importante para o Nordeste devido à sua maneira de mostrar a pobreza, a seca e a miséria vivida por todos os nordestinos. Ao contrário do que muitos podem pensar, a forma como ele apresentava a realidade vivida por todos possuía um ritmo alegre e contagiante. Como podemos ver, essa é a principal característica nordestina até os dias atuais.
Apesar de ser a região mais receptiva, calorosa e de maior ação cultural do Brasil com diversidade culinária, musical, literária e artesanal, o preconceito ainda ronda os nativos desses Estados com as mais variadas expressões pejorativas. Ainda é um desafio compreender esse comportamento das outras regiões em relação ao Nordeste. Ao mesmo tempo em que se vê muita apreciação em relação à cultura, também se vê nitidamente a falta de apreço pelos nordestinos.

Imagem do tradicional chapéu nordestino pendurado em uma barraca no centro de uma cidade do nordeste.
Imagem de Daniele Daly Dani por Pixabay

 

A importância dos nordestinos para o país

O povo do Nordeste tem uma extrema importância para o país devido à sua ação migratória, principalmente nos Estados de São Paulo e Brasília. A grande escassez econômica e a seca foram os principais motivos da migração para o Sudeste. Entre as décadas de 1950 e 1970, no auge da industrialização brasileira, eles adotaram especialmente São Paulo e Rio de Janeiro como novos lares, em busca de uma qualidade de vida melhor.
No mesmo período também houve um grande fluxo migratório para o Distrito Federal, no Centro-Oeste do país. O motivo? A construção de Brasília, que representava uma nova oportunidade de conquistar uma qualidade de vida mais favorável.
Os nordestinos ainda permanecem em peso no estado de São Paulo. Dados do IBGE do ano de 2010 mostraram que há cerca de 3 milhões de pessoas do Nordeste vivendo no território paulistano.
 

Eu Sem Fronteiras

 

 

 

 


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Novembro 17, 2019

chamavioleta

Teri Wade.

Traduzido por Adriano Pereira

a 17 de novembro de 2019.

 
 
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Remover a diversidade das culturas através das fronteiras abertas significa... misturar todas as populações por meio de cruzamento já que ninguém mais terá identidade.
 
Remover a nossa identidade, cultura, etc., apagando o nosso passado, para que "eles" agora possam criar um futuro para nós.
 
Uma espécie sem raízes de seu passado é muito mais fácil de controlar. Isso já nos foi feito através de doutrinação religiosa, social e educacional, agora é hora de nos separar da nossa ancestralidade individual.
 
Quando se destrói uma determinada cultura ancestral, eles perdem toda a identidade individual e coesão. Muito perigoso. Toda a razão disso é o controle planetário através do controle da nossa consciência. Será que a sociedade de fronteiras abertas de Soros diz alguma coisa? Exatamente! 😉
 
Quando não há fronteiras, um único governo pode governar e controlar as massas muito mais facilmente.
 
Então, vocês que estão batendo palmas, porque são a favor de fronteiras abertas... estão todos a participar de uma mentira... porque realmente, vocês estão tornando mais fácil e rápido uma vida futura em total escravidão para seus filhos.
 
Teri Wade.
 
 
Fonte: Facebook de Teri Wade
 
 
Teri Wade
 

 

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