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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Janeiro 01, 2015

chamavioleta

Seriam pedaços de algum meteoro que despencaram do céu?

Posted by Thoth3126 on 01/01/2015

 


meteoroscaindoOrigem de pedras misteriosas que caíram em Iguaba, na região dos lagos, no RJ, é investigada. A vistoria está sendo feita nas duas áreas onde as pedras foram encontradas.

Um pesquisador do Clube de Astronomia da cidade de Campos, no Norte Fluminense, chegou em Iguaba Grande nesta segunda-feira (dia 29), na Região dos Lagos do Rio, para investigar a origem de três pedaços de pedras misteriosas que caíram na piscina de uma casa, quebrando-a e no quintal de outra residência, que fica a cerca de 2 quilômetros de distância.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Um pesquisador de Clube de Astronomia disse que os materiais cairam do espaço.

Ariane Marques e Jéssica Borges – Atualizado em 29/12/2014 15h30

http://g1.globo.com/

Rio de Janeiro, Região dos Lagos: Segundo Marcelo Oliveira, físico e coordenador do clube de astronomia, o material caiu do espaço em maio de 2013 e foi levado para análise no laboratório da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf).

A composição encontrada nas pedras, com aproximadamente 1Kg cada uma, foi de 98,58% de silício, levando o pesquisador a considerar algumas hipóteses.


Pedras caíram dos céus na piscina de uma casa em Iguaba Grande, quebrando-a. (Foto: Divulgação/Clube de Astronomia)

“Eu não descarto a possibilidade de serem fragmentos de materiais espacias, de astros, como um meteorito, por exemplo, porém, é mais provável que seja algo produzido pelo homem, vindo de uma aeronave ou satélite. Existem várias empresas no mundo que produzem materiais semelhantes e o mistério é saber de onde essas rochas vieram, já que não existe nenhuma composição de rocha igual a essa aqui na região. Realmente caiu do céu”, explicou o pesquisador.

O físico vistoriou na manhã desta segunda a primeira casa onde o material foi encontrado e pode ver de perto a intensidade do impacto do objeto, que quebrou a piscina na queda. Ele também pretende, nesta terça, ir até o segundo imóvel para conversar com a proprietária.


Pedras caíram na piscina de uma casa em Iguaba Grande (Foto: Divulgação/Clube de Astronomia)

O morador local Josemar Alvez Albão, de 61 anos, conta que as duas pedras ficaram guardadas até o primeiro contato com a instituição de pesquisa.

“Eu estava na minha sala mexendo no computador quando ouvi um barulho estranho. Olhei pela janela e reparei que a água da piscina subiu. A princípio, achei que alguém tivesse jogado alguma coisa. Fui nos arredores, mas não vi nada. No outro dia, quando fui limpar a piscina, vi que ela estava rachada e encontrei as duas pedras. Elas ficaram comigo até o Clube de Astronomia ter conhecimento do ocorrido”, afirma Josemar.


Pesquisador Marcelo Oliveira quer percorrer região em busca de mais pedras (Foto: Divulgação / Clube de Astronomia)

A moradora do bairro Balneário dos Signos em Iguaba, Débora Amélia Elisa Neipp, relembra o momento em que presenciou a queda de uma das pedras com as mesmas características das duas que caíram no quintal de Josemar.

“Estava com meu marido na varanda quando de repente uma pedra caiu do céu. Eu tenho ela como um presente, minha pedra da sorte”, afirma Débora. O pesquisador do Clube de Astronomia pretende ainda percorrer outras áreas para saber se mais gente encontrou esse tipo fragmento.


Pedras caíram na piscina de uma casa em Iguaba Grande (Foto: Divulgação/Clube de Astronomia)

“Não acredito que tenham caído somente essas três pedras. É bem provável que existam outras espalhadas, por isso, minha intenção é percorrer algumas áreas e conversar com as pessoas em busca de novos pedaços. A ajuda da população pode influenciar na solução desse mistério”, revelou.

Para mais informações acesse:
http://thoth3126.com.br/meteoro-da-russia-enorme-fragmento-com-570-quilos-foi-resgatado/
http://thoth3126.com.br/meteoro-russo-mostra-que-20-milhoes-de-rochas-espaciais-ameacam-a-terra/
http://thoth3126.com.br/inedito-meteoro-na-russia-foi-explodido-por-um-ufo-filme/
http://thoth3126.com.br/meteoros-podem-estar-a-caminho-da-terra/
http://thoth3126.com.br/licoes-do-impacto-de-meteoro-na-russia/
http://thoth3126.com.br/explosao-e-queda-de-meteoro-na-russia-destruicao-e-feridos/
http://thoth3126.com.br/os-riscos-da-queda-de-um-grande-asteroide/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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Dezembro 19, 2014

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Fragmento enorme do Meteoro que explodiu sobre Chelyabinsk, na Rússia, em 15 de fevereiro, com cerca de 570 quilos é retirado do Lago Chebarkul, na região onde o meteorito explodiu nos céus da Rússia no começo do ano.

Posted by Thoth3126 on 19/12/2014


Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Depois de um planejamento de 8 meses para o resgate, os esforços dos mergulhadores finalmente trouxeram à superfície e para fora do Lago Chebarkul, um enorme fragmento do meteoro pesando mais de meia tonelada (570 quilos) desde o fundo obscuro do lago congelado, que explodiu sobre Chelyabinsk em fevereiro.

Posted By Kelly Beatty, October 16, 2013


 
Equipe de pesquisadores russos recuperaram pedaço enorme do meteorito no Lago Chebarkul, nos montes Urais.

Logo depois que um asteroide explodiu violentamente sobre Chelyabinsk, na Rússia, em 15 de fevereiro, ferindo mais de mil pessoas, os moradores da região descobriram um buraco de 25 pés (8 m) no gelo que cobre o Lago Chebarkul. O lago fica cerca de 45 milhas (70 km) a oeste de Chelyabinsk, e por 8 meses pesquisadores de meteoritos (e colecionadores) ao redor do mundo queriam saber se um ou mais fragmentos maciços acabaram no fundo escuro do lago.


 
Após a explosão do meteoro sobre Chelyabinsk, as autoridades locais pesquisaram na região em busca de fragmentos e a esse novo buraco no gelo espesso que cobria o Lago Chebarkul, a cerca de 45 milhas (70 km) a oeste da cidade. Algumas evidências sugeriram que um grande fragmento do meteorito criou o buraco de 25 pés (8 m) quando ele mergulhou através do gelo e que se encontrava em pedaços no fundo escuro do lago. Andrey Orlov / RT.com

Apenas algumas semanas após esse evento que acontece uma vez em um século, os pesquisadores da vizinha Universidade Federal dos Urais fizeram uma varredura na região com magnetômetro insinuando que algo grande estava por lá, mas os meses seguintes trouxeram apenas relatos vagos ou infundados de que um objeto de até 20 metros de diâmetro havia sido localizado.

Depois de planejar a sua extração por 
 
8 meses, os mergulhadores finalmente recuperaram um grande pedaço de meia tonelada de rocha – provavelmente um fragmento do meteoro que explodiu nos céus de Chelyabinsk e que estava no fundo do Lago Chebarkul, removido em 16 de outubro de 2013. BBC

A espera terminou em 16 de outubro (quarta-feira), quando uma equipe de mergulhadores e pesquisadores removeram uma enorme rocha de 5 metros do fundo do lago e arrastaram-na para a margem do Lago Chebarkul. Embora os testes ainda não confirmaram que ele realmente seja um pedaço do meteoro de Chelyabinsk, a rocha gigante parece oriunda do espaço. Integrantes da equipe de resgate tentaram pesá-lo, mas a sua balança quebrou durante a medição.


 
Imagem do momento da explosão do meteoro sobre a região de Chelyabinsk, na Rússia em 15 de fevereiro deste ano, com enorme explosão cuja onda de choque feriu mais de mil moradores.

A última leitura havia sido de 570 kg (1.250 libras). Repórteres no local disseram que a rocha se quebrou em três pedaços (aparentemente ao longo de fraturas percebidas), mas não houve muito tempo para a inspeção, pois os pesquisadores russos logo embrulharam os fragmentos e levaram-nos após cerca de 10 minutos de demonstração.

“É um meteorito típico, a julgar pela sua aparência”, declarou Viktor Grokhovsky da Universidade Federal dos Urais a um repórter da agência RIA Novosti. “Não há nenhuma dúvida sobre isso.” Grokhovsky disse que a pedra tem uma crosta grossa derretida e outras características típicas de pedaços do meteorito de Chelyabinsk de 15 de fevereiro.


 
Um mapa de campo magnético medido no fundo do lago Chebarkul. A área mostrada mede 100 por 60 metros. As áreas em vermelho podem indicar a localização de grandes fragmentos do meteoro em Chebarkul, que caiu em inúmeros pedaços por toda a região em 15 de fevereiro de 2013. Universidade Federal dos Urais

A pesquisa com magnetômetro sugeriu que várias massas estão no fundo do Lago Chebarkul. Um segundo fragmento, com uma massa estimada de 300 a 500 kg, estava programado para ser retirado mais tarde hoje, mas não houve nenhuma confirmação ainda. Nesse local, o fundo do lago é de cerca de 35 pés (10 m) de profundidade e coberto por uma espessa camada de lodo.

No início deste ano, Svend Buhl e Karl Wimmer meticulosamente documentaram os locais da queda de centenas de pequenos fragmentos espalhados em uma extensa e ampla área de 45 milhas de comprimento por 12 de largura (de 72 por 20 km).
 
 Imagens da queda do meteoro em 15 de fevereiro:




Eles previram que o objeto de maior massa, um dos que caíram no lago, pesa cerca de 700 libras (300 kg). O meteoro de Chelyabinsk tinha um diâmetro estimado de cerca de 54 pés (17 m) e uma massa de cerca de 10.000 toneladas.

A grande maioria desse pedaço de rocha espacial foi provavelmente vaporizado e pulverizado em pó quando se chocou contra a atmosfera e liberou o equivalente a energia cinética de 470 mil toneladas de TNT, cerca de 30 vezes o poder explosivo da bomba atômica de Hiroshima.

Dois bons vídeos mostrando a recuperação dos fragmentos estão disponíveis online a partir do site da BBC (em Inglês) e da CBC (som, mas sem comentário). Para os interessados em mais informação, há um vídeo de uma hora de duração aqui.

Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/inedito-meteoro-na-russia-foi-explodido-por-um-ufo-filme/
http://thoth3126.com.br/explosao-e-queda-de-meteoro-na-russia-destruicao-e-feridos/
http://thoth3126.com.br/cometa-ison-podera-causar-imensa-chuva-de-meteoros/
http://thoth3126.com.br/meteoro-na-argentina-explosao-em-novas-imagens/
http://thoth3126.com.br/nasa-chuva-de-meteoros-e-estrelas-cadentes-imagens/
http://thoth3126.com.br/meteoro-explode-sobre-a-espanha/

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Novembro 07, 2014

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Meteoro russo demonstra que cerca de 20 milhões de rochas espaciais ameaçam a Terra, os cientistas russos e norte americanos alertaram em relatório.

Posted by Thoth3126 on 07/11/2014




O meteoro que explodiu sobre a região dos Montes Urais na Rússia, com o centro do evento em Chelyabinsk, em 15 de fevereiro de 2013, nos demostrou que o perigo de rochas espaciais caindo sobre a Terra é muito maior do que se pensava, concluiu um grupo internacional de cientistas, após meses de estudo.

Tradução,  edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

Meteoro russo demonstra que cerca de 20 milhões de rochas espaciais, meteoros e asteroides ameaçam a Terra, declaram cientistas russos e norte americanos


O meteoro em Chelyabinsk na região dos Montes Urais na Rússia tinha cerca de 20 metros de diâmetro, que riscou o céu e explodiu em pedaços pequenos em 15 de fevereiro de 2013, quebrando janelas, danificando edifícios e prejudicando e ferindo audição e visão de alguns residentes, poderia ter causado muito, mas muito mais danos se tivesse permanecido sem se explodir, conforme demonstram três estudos publicados nas revistas Nature e Science dos EUA na quarta-feira.


A onda de choque da explosão do meteoro chegou a derrubar paredes de prédios industriais, como esta indústria de fabricação de zinco em Chelyabinsk. (Pavel Lisitsyn / RIA Novosti)

Depois de estudar a área em torno da explosão e uma riqueza de imagens em vídeos e outras provas ao longo dos últimos meses, o cientista da NASA Paul Chodas disse que a explosão do meteoro demonstrou que existem cerca de 20 milhões de rochas espaciais que passam zunindo em torno do sistema solar que poderiam causar sérios danos à Terra – e não as 3 milhões que se pensava anteriormente. Isso porque considerou-se que os meteoros teriam que ser de 30 metros e /ou maiores para causar enorme devastação, mas Chelyabinsk foi realmente uma pedra perto do que parecia ser na época, disseram os cientistas.

Centenas de vídeos gravados por câmeras em paineis de carros foram analisados, o que ajudou muito para verificar a trajetória exata, a velocidade e a energia liberada pela explosão do meteoro que estilhaçou janelas e derrubou portas em mais de 3.600 blocos de apartamentos, casas e prédios comerciais, derrubando as paredes e o teto de uma fábrica de zinco em Chelyabinsk (foto anterior), portas e portões foram arrancados e/ou destruídos, em alguns casos, colapsando telhados e derrubando ao chão muitos pedestres nas ruas.


Região dos Montes Urais, em Chelyabinsk, onde explodiu o meteoro em 15 de fevereiro.

Mais de 1.200 pessoas na região de Chelyabinsk foram hospitalizadas naquele dia por causa da explosão do meteoro na atmosfera, semelhante a uma explosão nuclear.

De acordo com os dados agora disponíveis, o meteoro de Chelyabinsk estava viajando a uma velocidade de 19 quilômetros por segundo (68.400 km por hora), era de tamanho com cerca de 20 metros de diâmetro e pesava em torno de 13 mil toneladas. A maior parte foi queimada pelo atrido da entrada na atmosfera, e à enorme emissão de energia no momento da explosão, com não mais do que 0,05 por cento (de 4-6 toneladas) dos detritos do objeto espacial atingindo a superfície do solo do planeta.

 Vídeo com filmagem da queda e explosão do meteoro na Rússia:


Dois grupos de cientistas publicaram seus estudos na revista Nature, uma liderada por Jirí Borovicka, da Academia de Ciências da República Checa, o segundo liderado por Peter Brown, da Universidade de Western Ontário, do Canadá. Ambos calcularam que a explosão do meteoro sobre Chelyabinsk foi equivalente a cerca de 500 quilotons de TNT.

Também foi estabelecido que é altamente provável que o meteoro Chelyabinsk anteriormente era parte de uma grande rocha espacial, com cerca de dois quilômetros de diâmetro – um asteroide identificado como sendo o1999 NC43  (86039) que vai passar vários milhões de quilômetros de distância da Terra em março de 2014.


Todas as noites, uma rede de câmeras da NASA varre todo o céu nos Estados Unidos para registrar e rastrear bolas de fogo dos meteoritos. Um Software automatizado mantido pela Meteoroid Environment Office, da NASA calcula suas órbitas, velocidades, a profundidade de penetração na atmosfera da Terra e muitas outras características. Os resultados diários são apresentados aqui na Spaceweather.com. Em 09 de novembro de 2013, informou a rede que houve a queda de 15 bolas de fogo. (11 casos esporádicos, 4 Táuridas do Norte) 

O grupo de Brown estimou o brilho máximo da explosão de 30 vezes mais brilhante que o sol, o que levou a muitos casos de queimaduras na pele, por vezes graves, e retinas sendo danificadas, com uma estimativa de 70 pessoas que perderam temporariamente a visão por causa da intensa e brilhante explosão.

Os cientistas concluíram também que os modelos existentes de explosões de meteoros na atmosfera do planeta, com base em dados de testes de ogivas nucleares, não fosse correta, levando os especialistas a aumentar o número estimado de rochas espaciais perigosas para a Terra voando ao redor do sol.

A NASA anteriormente considerava um meteorito perigoso se ele tivesse mais de 30 metros de diâmetro no momento do impacto com a Terra. Após a explosão do meteoro em Chelyabinsk, com cerca de 20 metros de diâmetro, que explodiu com uma força equivalente de 40 bombas atômicas de Hiroshima, tornou-se evidente que, em vez de cerca de 3 milhões de objetos potencialmente perigosos para nós da Terra no sistema solar, os cientistas devem manter o controle e subir esse número para 20 milhões de asteroides, um aumento considerável.

 Nota do tradutor: No filme abaixo a seguir é claramente visível a aproximação de objetos voadores não identificados, se deslocando mais rápido do que o meteoro e provocando a sua explosão em pedaços:


E enquanto esses eventos deveriam ocorrer apenas uma vez a cada 150 anos, agora a cada 30 anos (n.t. Em breve descobriremos que sera muito mais curto esse período, talvez de dias, pois uma enorme massa de detritos esta se aproximando do interior do sistema solar e da Terra) parece mais provável que seja a freqüência de tais catástrofes.

A pesquisa foi baseada no trabalho de uma equipe internacional de 59 pesquisadores de nove países, liderados por Olga Popova da Academia Russa de Ciências. Eles coletaram dados de múltiplas fontes, incluindo dados de uma rede mundial de sonares subsônicas utilizados pelos inspetores do Tratado Nuclear-Test-Ban Abrangente e os satélites militares dos EUA  de monitoramento de testes e de lançamentos de mísseis, conforme relatou a Gazeta.ru.

Os cientistas calcularam a energia cinética da explosão do meteoro com mais precisão de 590 mil toneladas, quase o dobro da potência de uma ogiva termonuclear W87 norte americana de 300 quilotons. O grupo de cientistas realizou uma pesquisa na zona de impacto da explosão do meteoro na região dos Montes Urais, na Rússia e modelou a onda de choque da explosão de meteoros, que coincidiu. Os cientistas visitaram 50 aldeias ao redor de Chelyabinsk dentro de algumas semanas após o evento, fazendo um mapeamento das conseqüências destrutivas da explosão do meteoro.


Equipe de pesquisadores russos recuperaram pedaço enorme do meteorito no Lago Chebarkul, nos montes Urais.

Eles descobriram que a zona de impacto se espalhava por uma área tão grande quanto 90 km, semelhante a uma borboleta, tornando-o semelhante ao da zona de impacto da explosão de outro meteorito famoso, o meteoro que atingiu Tunguska em 30 de junho de 1908 sobre a taiga siberiana. O meteorito de Tunguska (um pequeno cometa) teria até 150 metros de diâmetro e que sua explosão foi estimada em cerca de 10 quilômetros acima da superfície com potência estimada de até 30 megatons de TNT equivalente, ou 100 vezes mais poderoso do que o meteoro de Chelyabinsk. Por sorte a região é muito pouco povoada ainda hoje.

O grupo de Popova coletou respostas a mais de 1.700 perguntas feitas para testemunhas oculares do fenômeno de Chelyabinsk. As pessoas disseram que eles podiam ver vestígios do meteoro de lugares tão distantes quanto 700 km. Algumas das testemunhas oculares interrogadas pelos cientistas lhes disseram algo como: ” Huh, eu pensei que os americanos estavam nos atacando com bombas atômicas

Popova disse que o meteoro de Chelyabinsk era um condrito tipo LL “standard”, com uma quantidade relativamente pequena de ferro nele. Mas ainda magnético, e que pode ser facilmente detectado por um detector de minas e ferrugens, quando ele entra em contacto com a água, Popova disse.

Como regra os meteoros perdem cerca de 90 por cento da sua massa, enquanto eles viajam através da atmosfera da Terra, mas o que explodiu sobre Chelyabinsk praticamente desapareceu, declarou Popova. O maior pedaço de rocha espacial foi recuperado do Lago Chebarkul em outubro e pesa 570 kg, em comparação com o meteoro inteiro que originalmente era estimado ter cerca de 18.000 toneladas de peso.

” É por isso que nós ainda não sabemos a que forças destrutivas os corpos espaciais  estão expostos quando entram na atmosfera da Terra“, disse Olga Popova Gazeta.ru.

Mais informações em:
  1. http://thoth3126.com.br/inedito-meteoro-na-russia-foi-explodido-por-um-ufo-filme/
  2. http://thoth3126.com.br/explosao-e-queda-de-meteoro-na-russia-destruicao-e-feridos/
  3. http://thoth3126.com.br/cometa-ison-podera-causar-imensa-chuva-de-meteoros/
  4. http://thoth3126.com.br/meteoro-na-argentina-explosao-em-novas-imagens/
  5. http://thoth3126.com.br/nasa-chuva-de-meteoros-e-estrelas-cadentes-imagens/
  6. http://thoth3126.com.br/meteoro-explode-sobre-a-espanha/
  7. http://thoth3126.com.br/meteoro-da-russia-enorme-fragmento-com-570-quilos-foi-resgatado/
  8. http://thoth3126.com.br/russia-meteoro-explode-sobre-murmansk-video/
  9.  
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Outubro 21, 2014

chamavioleta

Passagem de meteoro no céu do Ceará chama atenção. O Fenômeno coincidiu com a chuva de meteoros que ocorre na constelação de Órion (Orionids)

Polícia recebeu várias ligações questionando sobre o fenômeno.

Posted by Thoth3126 on 21/10/2014


Meteoro
Um clarão visto em várias partes do céu do Ceará na noite de ontem impressionou moradores do Estado. Segundo o professor Dermeval Carneiro, diretor do Planetário Rubens de Azevedo, “muito provavelmente” o fenômeno é decorrente da Chuva de Meteoros Orionids, que deve ser observada até o final do mês.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Forte Clarão é visto no céu do Ceará. Fenômeno seria um meteoro da chuva de meteoros Orionids, segundo o diretor do Planetário Rubens de Azevedo, professor Dermeval Carneiro

http://g1.globo.com/

Um clarão no céu provocado por um meteoro chamou atenção dos cearenses na noite desta segunda-feira (20). O fenômeno coincide com a chuva de meteoros que ocorre na constelação de Órion, chamada de Orionids. A Polícia Civil do Ceará recebeu ocorrência da passagem do meteoro por várias cidades do Estado.



“Alguns moradores relataram a queda de um objeto em cidades vizinhas, mas não há nenhum registro de queda de qualquer coisa”, diz o policial Francisco Couto. “O que muita gente alegou é que foi a queda de um avião, uns disseram até que ouviram o barulho da queda”, completa o policial.

O Sargento Lins, da Base Aérea de Recife, que controla o tráfego aéreo de grandes altitudes em todo o Nordeste, afirma que não há registro de nenhuma aeronave desaparecida na região na noite desta segunda-feira.

Para o astrônomo Pedro Antunes, é comum a passagem de meteoros ser confundida com avião em chamas ou com objeto voador não identificado (óvni). “As pessoas veem aquele clarão no céu, que não é muito comum, e ficam impressionadas, acabam imaginando coisas, mas estamos registrando muitos meteoros no céu do Ceará”, diz.

De acordo com a Polícia Civil, o meteoro também foi visto por pessoas na cidade de Iguatu, no interior do Ceará, e no litoral do Estado.



“É possível sim um meteoro percorrer uma grande distância no céu (estando em elevada altitude). Enquanto ele sofre fricção com a atmosfera, ele entra em combustão e vai se destruindo. Um avião em chamas jamais iria percorrer um trecho tão longo antes de cair no solo”, argumenta o astrônomo.

Mais informações sobre cometas e meteoros em:
http://thoth3126.com.br/meteoros-podem-estar-a-caminho-da-terra/
http://thoth3126.com.br/explosao-e-queda-de-meteoro-na-russia-destruicao-e-feridos/
http://thoth3126.com.br/cometa-ison-podera-causar-imensa-chuva-de-meteoros/
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http://thoth3126.com.br/asteroide-2014rc-passa-raspando-a-terra-dia-0709/
http://thoth3126.com.br/chuva-de-meteoros-perseidas-de-agosto/
http://thoth3126.com.br/meteoros-orionids-noites-de-21-e-22-de-outubro/
http://thoth3126.com.br/meteoro-orionids-explodiu-nos-ceus-de-recife-em-1510/

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Outubro 16, 2014

chamavioleta

Um forte clarão no céu na noite de ontem chamou a atenção e assustou moradores do Grande Recife

Posted by Thoth3126 on 16/10/2014

 

 

meteoro1Um ENORME clarão no céu da Região Metropolitana do Recife e de mais algumas cidades do estado na noite dessa quarta-feira (15) deixou os moradores da região impressionados. 
 
Segundo a Sociedade Astronômica do Recife (SAR), a alta luminosidade foi provocada por um bólido, um grande meteoro que possivelmente veio de uma chuva de meteoros da constelação de Orion (Os Orionids).
 
Edição e imagens:   
Thoth3126@gmail.com
 
Enorme clarão no céu chama atenção de moradores do Grande Recife. Fenômeno deve ter sido causado por queda de um bólido. Bólido pode ser formado por um meteoro ou por lixo espacial.
 
Postado em 16/10/2014 07h20 – Atualizado em 16/10/2014 09h14

Para o Observatório Alto da Sé, em Olinda, o bólido pode ser formado por um meteoro ou lixo espacial. Na manhã desta quinta-feira (16), os comentários nas redes sociais sobre o fenômeno eram recorrentes e muitas pessoas afirmavam também terem visto o clarão no interior de Pernambuco, na Paraíba, Alagoas e no Rio Grande do Norte.
 
Nas imagens das câmeras de monitoramento da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) é possível ver o exato momento em que o clarão toma conta do céu, às 22h19 da noite da quarta-feira. As imagens mostram a Avenida Agamenon Magalhães, uma das principais vias do Recife, na área central da cidade. O vídeo mostra o fenômeno duas vezes, sendo a segunda em câmera lenta.

Suposta queda de meteoro Ilumina o céu de Recife na noite de 15 de outubro:
 

 
De acordo com o coordenador do Observatório Alto da Sé, Alexandre Evangelista, a queda do bólido foi registrada por volta das 22h30 e foi possível ver na RMR e outras localidades do estado. “Não temos registros porque foi tarde e em dia de semana. Chamamos de bólido quando pode ser proveniente de um meteoro ou lixo espacial.

Para ter a confirmação é preciso fazer um estudo das imagens, checar se ficaram vestígios sólidos no solo”, afirma. Também chamado de bola de fogo, o fenômeno foi visto pela última vez pelo Observatório em 2012. “Caiu próximo da praia de Maragogi, em alto mar. Foi visível no sul da Paraíba, Pernambuco e até Alagoas”, lembra Evangelista.

Segundo astrônomo Everaldo Faustino, da SAR, o bólido era composto por um meteoro. Ele conta que os meteoros costumam cair todos os dias, mas não com essa magnitude de brilho. “O que conhecemos por estrelas cadentes são, na verdade, meteoros se desprendendo de constelações, ou se deslocando no espaço. O bólido é nada mais que um grande meteoro.

meteoro-recife
 
Enorme clarão nos céus da região metropolitana de Recife, os pesquisadores já tinham relatado que iria ter uma chuva de meteoros, a chamada “Chuva de meteoros Orioníds”,. O radiante – ponto onde os meteoros “nascem” – dos orionídeos é a constelação de Orion, à qual a chuva faz referência. “Existem várias chuvas de meteoros no ano, mas tem algumas que são excepcionais, como o Orionídeos. A gente não esperava que caíssem com essa intensidade de brilho”,

Devido à grande velocidade que ele entrou na atmosfera, eles aquecem, tem o impacto e o contato com o ar daqui, que é diferente do vácuo onde eles estavam. Ele atinge uma temperatura alta e, a partir disso, eles emitem luz”, explica.

Alguns podem atingir o tamanho de um carro, mas o bólido que caiu na quarta deve ter um tamanho pequeno, segundo Faustino. “A gente não sabe se ele chegou a cair no solo ou se veio fragmentado, se desintegrou. Não é comum cair em zonas urbanas, temos pouquíssimos relatos de terem caído em cima de casas ou pessoas. É provável que esse, se tiver caído, tenha caído no mar”, aponta o astrônomo.

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Ainda de acordo com Everaldo Faustino, não é comum a queda de um bólido, principalmente com o brilho do que foi registrado. “Pesquisadores já tinham visto a data específica que iria ter uma chuva de meteoros, a chamada Orionídeos”, afirma. 

Ele explica que o radiante – ponto onde os meteoros “nascem” – dos Orionídeos é a constelação de Orion, à qual a chuva faz referência. “Existem várias chuvas de meteoros no ano, mas tem algumas que são excepcionais, como o orionídeo. A gente não esperava que caíssem com essa intensidade de brilho”, conclui o astrônomo.
 

 
“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer  OS SINAIS DOS TEMPOS?”  Mateus 16: 2 e 3
 

 
Mais informações sobre cometas e meteoros e Orionids em:

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Em:  www.thoth3126.com.br



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