Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Chama Violeta (The Violet Flame)

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

19.09.15

O Livro perdido de Enki 

 Introdução

Publicado anteriormente a 02/04/2015

 

O LIVRO PERDIDO DE ENKI, MEMÓRIAS E PROFECIAS DE um deus extraterrestre. O passado se tornará o nosso futuro?



A humanidade estaria destinada a repetir os eventos que ocorreram em outro planeta, longe da Terra? A série Best Seller As Crônicas da Terra, livros de Zecharia Sitchin , demonstra este lado da história da criação da humanidade – como registrado em tábuas de argila antigos e outros artefatos sumérios relativos as nossas origens foi através das mãos dos (geneticistas) Anunnaki, “aqueles que do céu para a terra vieram”.


No “The Lost Book of Enki – O Livro Perdido de Enki“, podemos ver esta saga de uma perspectiva diferente através deste relato autobiográfico ricamente concebido pelo Senhor Enki, um deus Anunnaki de Nibiru, que conta a história da chegada desses extraterrestres na Terra a partir do planeta Nibiru. O objeto de interesse para a colonização da Terra: minério ouro para reabastecer a moribunda atmosfera de seu planeta natal, Nibiru. A busca por este precioso metal resultará na criação Anunnaki do homo sapiens – da nossa raça humana – para trabalhar como escravos na extração deste importante recurso mineral para os Anunnaki.


Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O LIVRO PERDIDO DE ENKI MEMÓRIAS E PROFECIAS DE UM DEUS EXTRATERRESTRE, INTRODUÇÃO:


Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar nos dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”. Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineiração e, inclusive, uma estação orbital em Marte.




Escassos de mão de obra, os astronautas utilizaram a engenharia genética para dar forma aos Trabalhadores Primitivos – o Homo sapiens. Mais tarde (n.T. Em 10.986 a.C.), o Dilúvio varreu a Terra em uma imensa catástrofe que fez necessário um novo começo; os astronautas se converteram em deuses e concederam autonomia à Humanidade, transmitindo o começo da civilização através do culto e da religião (um sistema de controle) …


Depois, há uns quatro mil anos (cerca de 2.100 a.C.), todo o conseguido se desmoronou em uma catástrofe nuclear provocada pelos diferentes visitantes na Terra no transcurso de suas próprias rivalidades e guerras pelo controle do planeta. Todo o ocorrido na Terra, e especialmente os fatos acontecidos desde o início da história do ser humano, recolheu-o Zecharia Sitchin em sua série de Crônicas da Terra, de tabuletas de argila, de mitos da Antigüidade, que foram a fonte dos livros do Velho Testamento da Bíblia, e de pesquisas e descobertas arqueológicas. Mas, o que ocorreu antes dos acontecimentos na Terra, o que ocorreu no próprio planeta dos astronautas, em Nibiru, que lhes levou às viagens espaciais, a sua necessidade de ouro e à criação do Homem?


Que motivação, emoções, rivalidades, crenças, conduta moral e ética (ou a ausência destas) motivaram aos principais protagonistas nas sagas celestes e espaciais? Quais foram as relações entre os “deuses” que levaram a uma escalada da tensão no planeta Nibiru e na Terra, que tensões surgiram entre velhos e jovens deuses, entre os que haviam chegado de Nibiru e os já nascidos na Terra? E até que ponto o acontecido vinha sendo determinado pelo Destino (Carma)? Um destino cujo registro de acontecimentos do passado guarda a chave do futuro? Não seria prometedor que um dos principais protagonistas, uma testemunha presencial que podia distinguir entre Sorte ou Fado e Destino, registrasse para a posteridade o como, o onde, o quando e o porquê de tudo, os Princípios e os Finais?





Quando arqueólogos escavaram o antigo local de enterro “El Cementerio”, perto da aldeia mexicana de Onavas, eles fizeram uma descoberta chocante. Eles desenterraram 25 crânios, dos quais 13 eram crânios muito mais alongados e pontudas na parte de trás e não parecem de seres humanos.


Pois isso é, precisamente, o que alguns deles fizeram; e entre os principais destes esteve o líder que comandou o primeiro grupo original de astronautas extraterrestres a chegarem na Terra! Tanto peritos como teólogos reconhecem na atualidade que os relatos bíblicos do Gênesis, de Adão e Eva, do Jardim do Éden, do Dilúvio ou da Torre de Babel se apoiaram em textos escritos milênios antes na Mesopotâmia, em especial escritos pelos antigos sumérios. E estes, por sua vez, afirmavam com toda claridade que obtiveram seus conhecimentos a respeito dos fatos acontecidso no passado (muitos deles de uma época anterior ao começo das civilizações, inclusive anterior ao nascimento da Humanidade ATUAL) dos escritos dos Anunnaki (“Aqueles Que do Céu à Terra Vieram”), os “deuses” da Antigüidade.


Como resultado de um século e meio de descobrimentos arqueológicos nas ruínas das civilizações da Antigüidade, especialmente no Oriente Médio, descobriu-se um grande número destes primitivos textos; os achados revelaram-se em um grande número de textos desaparecidos – chamando-os de livros perdidos – que, ou se mencionavam nos textos descobertos, ou se inferiam à partir deles, ou era conhecida sua existência devido ao fato que tinham sido catalogados nas bibliotecas reais ou dos templos.


Em algumas ocasiões, os “segredos dos deuses” se revelaram em parte em relatos épicos, como na Epopéia de Gilgamesh, que desvelam o debate que teve lugar entre os deuses e que levou à decisão de que a Humanidade perecesse no Dilúvio, ou em um texto intitulado Atra Hasis, que recorda o motim dos Anunnaki que trabalhavam nas minas de ouro no sul da África (já descobertas) e que levou à criação dos Trabalhadores Primitivos – os Terrestres, ao homem de barro, o Adão.


De quando em quando, os mesmos líderes dos astronautas foram os que criaram a composição dos textos; às vezes, ditando o texto à um escriba, como no texto intitulado “A Epopéia de Ra”, no qual um dos dois deuses que desencadearam a catástrofe nuclear tentou culpar a seu adversário; às vezes, escrevendo os fatos, como ocorre com o “Livro dos Segredos do Thoth” (o deus egípcio do conhecimento), que o mesmo deus tinha oculto em uma câmara subterrânea. Segundo a Bíblia, quando o senhor deus Yahveh deu os Mandamentos a seu povo eleito, inscreveu-os em um princípio por sua própria mão em duas pranchas de pedra que entregou ao Moisés no Monte Sinai.


Mas, depois que Moisés arrojou e quebrou estas pranchas como resposta ao incidente do bezerro de ouro efetuado pelo “povo eleito”, as novas pranchas as inscreveu o mesmo Moisés, por ambos os lados, enquanto permaneceu no monte durante quarenta dias e quarenta noites, tomando o ditado às palavras do Senhor. Se não tivesse sido por um relato escrito em um papiro da época do faraó egípcio Khufu (Keops) concernente ao Livro dos Segredos do Thoth, não se teria chegado a conhecer a existência desse livro. Se não tivesse sido pelas narrações bíblicas do Êxodo e do Deuteronômio, nunca teríamos sabido nada das pranchas divinas nem de seu conteúdo; tudo isto se teria convertido em parte da enigmática coleção dos “livros perdidos” cuja existência nunca teria saído à luz.





E não resulta tão doloroso o fato de que, em alguns casos, saibamos que tenham existido determinados textos, que seu conteúdo permaneça na escuridão. Este é o caso do Livro das Guerras de Yahveh e do “Livro do Jasher” (o “Livro do Justo”), que mencionam-se especificamente na Bíblia. Em ao menos dois casos, pode-se inferir a existência de livros antigos (textos primitivos conhecidos pelo narrador bíblico). O capítulo 5 do Gênese começa com a afirmação “Este é o livro do Toledoth do Adão”, traduzindo-se normalmente o termo Toledoth como “gerações”, mas seu significado mais preciso é “registro histórico ou genealógico (de Adão, a raça humana)”.


De fato, ao longo de milênios, sobreviveram versões parciais de um livro que se conheceu como o Livro do Adão e Eva em armênio, eslavo, siríaco e etíope; e o Livro de Henoc (um dos chamados livros apócrifos que não se incluíram na Bíblia canônica) contém fragmentos que, segundo os peritos, pertenceram a um livro muito mais antigo, o Livro de Noé. Um exemplo que se menciona com freqüência sobre o grande número de livros antigos perdidos é o da famosa Biblioteca da Alexandria, no Egito. Fundada pelo general Ptolomeu depois da morte de Alexandre em 323 a.C. diz-se que continha mais de meio milhão de “volumes”, de livros inscritos em diversos materiais (argila, pedra, papiro, pergaminho) de diferentes culturas e línguas.


Aquela grande biblioteca, onde os eruditos se reuniam para estudar o conhecimento acumulado, queimou-se e foi destruída nas guerras que se desenvolveram entre 48 a.C. e a conquista árabe, em 642 d.C. O que ficou de seus tesouros é uma tradução do grego dos cinco primeiros livros da Bíblia hebraica, e fragmentos que se conservaram nos escritos de alguns dos eruditos residentes da biblioteca. E é assim como sabemos que o segundo rei Ptolomeu comissionou, por volta de 270 a.C. à um sacerdote egípcio que os gregos chamaram Manethon para que recolhesse a história e a pré-história do Egito. Em princípio, escreveu Maneton, só os deuses reinaram ali; logo, os semideuses e, finalmente, por volta do 3100 a.C. começaram as dinastias faraônicas.


Escreveu que os reinados divinos começaram dez mil anos antes do Dilúvio (em 10.986 a.C.) e que se prolongaram durante milhares de anos, presenciando-se no último período batalha e guerras entre os deuses (extraterrestres). Nos domínios asiáticos de Alexandre, onde o cetro caiu em mãos do general Seleuco e de seus sucessores, também teve lugar um empenho similar por proporcionar aos sábios gregos um registro dos acontecimentos do passado. Um sacerdote do deus babilônico Marduk (Baal, Lúcifer), Berosus, com acesso às bibliotecas de tabuletas de argila, cujo centro era a biblioteca do templo de Jarán (agora no sudeste da Turquia), escreveu uma história de deuses e homens em três volumes que começava em 432.000 anos antes do Dilúvio, quando os deuses chegaram à Terra dos céus.


Em uma lista em que figuravam os nomes e a duração dos reinados dos dez primeiros comandantes divinos, Berosus dizia que o primeiro líder, vestido como um peixe, chegou à costa desde mar. Era o deus que daria a civilização à Humanidade, e seu nome, passado para o grego, era Oannes. Encaixando muitos detalhes, ambos os sacerdotes fizeram entrega de relatos de deuses do céu que haviam vindo à Terra, de um tempo em que só os deuses reinavam na Terra e do catastrófico Dilúvio. Nas partes e nos fragmentos conservados (em outros escritos contemporâneos) dos três volumes, Berosus dava conta especificamente da existência de escritos anteriores à Grande Inundação – tabuletas de pedra que se ocultaram para as proteger em uma antiga cidade chamada Sippar, uma das cidades originais que fundaram os antigos deuses.





Um crop circle onde o nome de ENKI-EA aparece em destaque.


Embora Sippar fosse arrasada pelo Dilúvio, igual ao resto das cidades antediluvianas dos deuses, apareceu uma referência aos escritos antediluvianos nos anais do rei assírio Assurbanipal (668- 633 a.C.). Quando, em meados do século XIX, os arqueólogos descobriram a antiga capital de Nínive (até então, conhecida só pela narração do Antigo Testamento), acharam nas ruínas do palácio de Assurbanipal uma biblioteca com restos de cerca de 25.000 tabuletas de argila inscritas em escrita cuneiforme. Colecionador assíduo de “textos antigos”, Assurbanipal fazia alarde em seus anais: “O deus dos escribas me concedeu o dom do conhecimento de sua arte; fui iniciado nos segredos da escritura; inclusive posso ler as intrincadas tabuletas em sumério; entendo as palavras enigmáticas cinzeladas na pedra dos dias anteriores à grande Inundação”.


Sabemos agora que a civilização suméria floresceu (entre os rios Tigre e Eufrates) no que é agora o Iraque quase um milênio antes dos inícios da época faraônica no Egito, e que ambas seriam seguidas posteriormente pela civilização do Vale do Rio Indo, no subcontinente Índico. Também sabemos agora que os sumérios foram os primeiros em registrar, por escrito, os anais e os relatos de deuses e homens, dos quais todos outros povos, incluídos os hebreus, obtiveram os relatos da Criação, de Adão e Eva, Caim e Abel, o Dilúvio e a Torre de Babel; e das guerras e dos amores dos deuses, como se refletiram nas escritas e as lembranças dos gregos, os hititas, os cananeus, os persas e os indo-europeus.


Como testemunham todos estes antigos escritos, suas fontes foram ainda mais antigas; algumas descobertas, muitas perdidas. O volume destes primitivos escritos é assombroso; não milhares, a não ser dezenas de milhares de tabuletas de argila descobertas nas ruínas do Oriente Médio na Antigüidade. Muitas tratam ou registram sobre aspectos da vida cotidiana, como acordos comerciais ou os salários dos trabalhadores, ou registros matrimoniais. Outros, descobertos principalmente nas bibliotecas palacianas, conformam os Anais Reais; outros mais, descobertos nas ruínas das bibliotecas dos templos ou nas escolas de escribas, conformam um grupo de textos canônicos, de literaturas sagradas, que se escreveram em língua suméria e se traduziram depois ao acádio (a primeira língua semita) e, mais tarde, a outras línguas da Antigüidade.


Inclusive, nestes escritos primitivos, que se remontam a cerca de seis mil anos, encontramos referências a “livros” (textos inscritos em tabuletas de pedra) perdidos. Entre os achados incríveis (pois, dizer “afortunados” não transmitiria plenamente a idéia de milagre) realizados nas ruínas das cidades da Antigüidade e em suas bibliotecas, encontram-se prismas de argila onde aparece informação dos dez soberanos antediluvianos e de seus 432.000 anos de reinado, uma informação a que já aludia Berosus. Conhecidas como as Listas dos Reis dos Suma (e exibidas no Museu Ashmolean de Oxford, Inglaterra), suas distintas versões não deixam lugar a dúvida de que os compiladores sumérios tiveram acesso a certo material comum ou canônico de textos muito primitivos.


Junto com outros textos, igualmente antiquíssimos, descobertos em diversos estados de conservação, estes textos sugerem rotundamente que o cronista original da Chegada dos deuses, assim como dos acontecimentos que a precederam e a seguiram, tinha sido um daqueles líderes, um participante -chave, uma testemunha presencial. Essa testemunha presencial dos acontecimentos e participante-chave era o líder que havia aterrissado com o primeiro grupo de astronautas extraterrestre. Naquele momento, seu nome-epíteto era E.A.-ENKI, “Aquele Cujo Lar É a Água”, e sofreu a amarga decepção de que o mando da Missão Terra desse a seu meio-irmão e rival EN.LIL (“Senhor do Mandato”), uma humilhação que não ficaria suficientemente mitigada com a concessão do título de EN.KI, “O Senhor da Terra”.


Relegado das cidades dos deuses e de seu espaçoporto no E.DIN (na Mesopotâmia, o “Éden”) para fiscalizar a extração de ouro no AB.ZU (África do Sul), Ea/Enki foi, além de um grande cientista, que descobriu que hominídios habitavam aquelas zonas. E, deste modo, quando os annunakis que mineravam ouro se amotinaram nas minas e disseram “Já basta!”, foi ele quem pensou que a mão de obra que necessitavam se podia conseguir acelerando a evolução daqueles hominídeos por meio da engenharia genética; e assim apareceu o primeiro Adão (literalmente, “o da Terra”, o Terrestre). Como híbrido que era, o Adão não podia procriar; mas os acontecimentos dos que se ecoa o relato bíblico do Adão e Eva no Jardim do Éden dão conta da segunda manipulação genética de Enki, que acrescentou os gens cromosômicos extras necessários para a procriação.





E quando a Humanidade, ao proliferar por sua própria conta e risco, resultou que não obedeceu ao “roteiro” que os deuses tinham estabelecido para os seus novos “escravos”, foi ele, Enki, que desobedeceu ao plano de seu irmão Enlil de deixar que a Humanidade perecesse no Dilúvio, os acontecimentos em que o herói humano que se salva recebeu o nome de Noé na Bíblia, e Ziusudra no texto sumério original, mais antigo e diferentes e vários outros nomes em outras culturas antigas espalhadas pelo globo. Ea/Enki era o primogênito de Anu, soberano de Nibiru, e como tal estava versado no passado de seu planeta (Nibiru) e de seus habitantes.


Cientista competente, Enki legou os aspectos mais importantes dos avançados conhecimentos dos Anunnaki a seus dois filhos, Marduk e Ningishzidda (que, como deuses egípcios, eram conhecidos ali como Ra e Thoth, respectivamente). Mas também jogou um papel fundamental ao compartilhar com a Humanidade certos aspectos de tão avançados conhecimentos, ensinando a indivíduos selecionados os “segredos dos deuses”. Em ao menos duas ocasiões, estes iniciados plasmaram por escrito (tal como se os indicou que fizessem) àqueles ensinos divinos como legado da Humanidade. Um deles, chamado Adapa, e provavelmente filho de Enki com uma fêmea humana, é conhecido por ter escrito um livro intitulado “Escritos referentes ao Tempo” – um dos livros perdidos mais antigos.


O outro, chamado Enmeduranki, foi com toda probabilidade o protótipo do sábio Henoc bíblico, aquele que foi elevado ao céu depois de confiar a seus filhos o livro dos segredos divinos, e do qual possivelmente tenha sobrevivido uma versão no apócrifo Livro de Henoc. Apesar de ser o primogênito de Anu, Enki não estava destinado a ser o sucessor de seu pai no trono de Nibiru. Algumas complexas normas sucessórias, reflexo da convulsiva história dos nibiruanos, dava esse privilégio ao meio-irmão de Enki, Enlil. Em um esforço por resolver este azedo conflito, Enki e Enlil terminaram em uma missão em um planeta estranho – a Terra-, cujo ouro necessitavam para criar um escudo que preservasse a, cada vez mais, tênue atmosfera de Nibiru. Foi neste marco, complicado ainda mais com a presença na Terra de sua meio-irmã Ninharsag (a oficial médica-chefe dos Anunnaki), onde Enki decidiu desafiar os planos de Enlil em fazer com que a Humanidade perecesse no Dilúvio.


O conflito seguiu adiante entre os meio-irmãos, e inclusive entre seus netos; e o fato de que todos eles, e especialmente os nascidos na Terra, enfrentassem à perda de longevidade que o amplo período orbital de Nibiru (n.T. De 3.600 anos de 365 dias da Terra orbitando dois sistemas solares, o de Sírius e o nosso sol) lhes proporcionava, que incrementou ainda mais as angústias pessoais e aguçou as ambições. E tudo isto culminou no último século do terceiro milênio a.C. quando Marduk, primogênito de Enki, com sua esposa oficial proclamou que ele, e não o primogênito de Enlil, Ninurta, devia herdar a Terra. O amargo conflito, que supôs o desenvolvimento de uma série de guerras levou, afinal, à utilização de armas nucleares; embora não intencionado, o resultado de tudo isso foi o afundamento da civilização suméria.


A iniciação de indivíduos escolhidos nos “segredos dos deuses” marcou o início do Sacerdócio, as linhagens de mediadores entre os deuses e o povo, os transmissores da Palavra Divina aos mortais terrestres. Os oráculos (interpretações dos pronunciamentos divinos) mesclaram-se com a observação dos céus em busca de augúrios. E à medida que a Humanidade se viu arrastada a tomar parte nos conflitos dos deuses, a Profecia começou a jogar seu papel. De fato, a palavra para designar a estes porta-vozes dos deuses que proclamavam o que ia passar, Nabih, era o epíteto do filho primogênito de Marduk, Nabu, que em nome de seu pai exilado, tentou convencer à Humanidade de que os signos celestes indicavam a iminente supremacia de Marduk. Este estado de coisas levou a necessidade de diferenciar entre Sorte e Destino.





As promulgações de Enlil, e às vezes inclusive de Anu, que sempre tinham sido indisputáveis, viam-se sujeitas agora ao exame da diferença entre o NAM (o Destino, como as órbitas planetárias, cujo curso está determinado e não se pode modificar) e NAM.TAR, literalmente, o destino que pode ser torcido, quebrado, trocado (que era a Sorte ou o Fado). Revisando e rememorando a seqüência dos acontecimentos, e o paralelismo aparente entre o que tinha acontecido em Nibiru e o que tinha ocorrido na Terra, Enki e Enlil começaram a ponderar filosoficamente o que, certamente, estava destinado e não se podia evitar, e o destino-carma que vinha como conseqüência de decisões acertadas ou equivocadas e do uso do livre arbítrio.


Estas não se podiam predizer, enquanto que as primeiras se podiam antecipar (especialmente, se eram cíclicas, como as órbitas planetárias; se o que foi voltaria a ser, se o Primeiro também seria o Último). As conseqüências climáticas da desolação nuclear aguçaram o exame de consciência entre os líderes dos Anunnaki e levaram à necessidade de explicar às devastadas massas humanas por que tinha ocorrido aquilo. Tinha sido coisa do destino, ou tinha sido o resultado de um engano dos Anunnaki? Havia alguém responsável, alguém que tivesse que prestar contas? Nas reuniões dos Anunnaki nas vésperas da calamidade, foi Enki o único que se opôs à utilização das armas proibidas. Desde aí a importância que teve para Enki explicar aos sobreviventes o que tinha acontecido na saga dos extraterrestres que, apesar de suas boas intenções, tinham terminado sendo tão destruidores.


E quem, a não ser Ea/Enki, que tinha sido o primeiro a chegar e presenciar tudo, e que criou o homem de barro, era o mais qualificado para relatar o Passado, com o fim de poder adivinhar o Futuro? E a melhor forma de relatar tudo era em um relatório, escrito em primeira pessoa pelo mesmo Enki. É certo que se fez com em uma autobiografia, por isso se deduz de um comprido texto (pois se estende ao menos em doze tabuletas) descoberto na biblioteca de Nippur, onde se cita a Enki dizendo:


Quando cheguei à Terra, havia muito alagado. Quando cheguei a suas verdes pradarias, montículos e colinas se levantaram às minhas ordens. Em um lugar puro construí meu lar, um nome adequado lhe dava.


Este comprido texto continua dizendo que Ea/Enki atribuiu tarefas a seus lugar-tenentes, pondo em sua marcha a Missão na Terra. Outros muitos textos, que relatam diversos aspectos do papel de Enki nos acontecimentos que seguiram servem para completar o relato de Enki; entre eles há uma cosmogonia, uma Epopéia da Criação na TERRA, em cujo núcleo se acha o próprio texto de Enki, que os peritos chamam A Gênese do Eridú. Neles, incluem-se descrições detalhadas do desenho de Adão, e contam como outros Anunnaki, varão e fêmea, chegaram até Enki em sua cidade de Eridú para obter dele o ME, uma espécie de disco de dados onde se achavam codificados todos os aspectos da civilização; e também há textos da vida privada e dos problemas pessoais de Enki, como o relato de suas intenções para conseguir ter um filho com sua meio-irmã Ninhursag, suas promíscuas relações tanto com deusas como com as Filhas do Homem e as imprevistas conseqüências que se derivaram de tudo isso.


O texto do Atra Hasis joga luz sobre os esforços de Anu por acautelar um estado das rivalidades entre Enki-Enlil ao dividir os domínios da Terra entre eles; e os textos que registram os acontecimentos que precederam ao Dilúvio refletem quase palavra por palavra os debates do Conselho dos Deuses sobre a sorte da Humanidade e o subterfúgio de Enki conhecido como o relato de Noé e a arca, relato conhecido só pela Bíblia, até que se encontrou uma de suas versões originais mesopotâmicas nas tabuletas da Epopéia de Gilgamesh. As tabuletas de argila sumérias e acádias, as bibliotecas dos templos babilônicos e assírios, os “mitos” egípcios, hititas e cananeus, e as narrações bíblicas formam o corpo principal de memórias escritas dos assuntos de deuses e homens.





Acima: A Região da Mesopotâmia e assinaladas as cidades criadas pelos “deuses” de Nibiru, os Annunaki e Nephilins. O Jardim do Éden extraterrestre, entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o IRAQUE… o local da criação do homem por EA/EnKi.


E pela primeira vez na história, este material disperso e fragmentado foi reunido e utilizado, na mão de Zecharia Sitchin, para recriar o relato presencial de Enki, as lembranças autobiográficas e as penetrantes profecias de um deus extraterrestre. Apresentado como um texto que Enki tivesse ditado a um escriba escolhido, um Livro Testemunho, para ser descoberto no momento apropriado, traz para a mente as instruções de Yahveh ao profeta Isaías (século VII a.C):


“Agora vêem, escreve-o em uma tabuleta selada, grava-o como um livro; para que seja um testemunho até o último dia, um testemunho para sempre”. Isaías 30,8


Ao tratar do passado, o mesmo Enki percebeu o futuro. A idéia de que os Anunnaki, exercitando o livre arbítrio, eram senhores de sua sorte (assim como da sorte da Humanidade) desembocou, em última instância, na constatação de que se tratava de um Destino que, depois de todo o dito e feito, determinava o curso dos acontecimentos; e, portanto, como reconheceram os profetas hebreus, o Primeiro será o Último. O registro dos acontecimentos ditado por Enki se converte, assim, no fundamento da Profecia, e o Passado se converte em Futuro e AMBOS se encontram no AGORA, neste exato momento em que voce esta lendo estas palavras…
Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  3. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  4. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
  5. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  6. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  7. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  9. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  10. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/


    Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.


    www.thoth3126.com.br

Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Zecharia Sitchin

Atualização diária

Se gostou! Por favor RECOMENDE aos seus Amigos.
achama.biz.ly 

Israel ou Cazária!?

achama.biz.ly email: nai@achama.biz.ly 


EN: VioletFlame * The Illuminati * Alternative Media * North Atlantic Islands * Indian Ocean Islands * South Atlantic Ocean Islands * Alternative Media * Creator's Map * ESU IMMANUEL * Exposing Media DesInformation * Galactic Federation * Indians, Prophecies and UFOs * Illuminati, The * Infinite Being * Israel (!?) * Jews..., the Real ones! * Khazars Jews are converted, not jenuine * Meditation * Media News * NESARA (!?) * SCIENCE, SPIRIT, Free Energy!... * UFO CONTACTS * UFOs (MORE) * USA The 4th NAZI Reich!? * Zionism Lies and The Illuminati * Light a Candle for PEACE * The Red Pill * The True Shadow Government

06.09.15

O Regresso do “Planeta X”, 

o Vaticano sabe 

 Parte 3, final

Posted by Thoth3126 on 07/03/2015

  

O VATICANO e o Regresso ao nosso sistema solar do “Planeta X” , Parte 3, FINAL.



Esta página é uma versão reformatada da entrevista original sobre o Planeta X e o VATICANO publicada no Projeto Camelot.

Transcrição da entrevista de Luca Scantamburlo: Parte final, na Itália, feita por Kerry Cassidy (KC) e Bill Ryan (BR). O VATICANO e o Regresso do “Planeta X”- FINAL

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Esta página é uma versão reformatada da entrevista original sobre o Planeta X e o VATICANO publicada no Projeto Camelot. Transcrição da entrevista de Luca Scantamburlo: Parte 2, feita na Itália, por Kerry Cassidy (KC) e Bill Ryan (BR).

Fonte: http://projectavalon.net

Começo da entrevista – PARTE 3, FINAL

KC: E não é verdade que nos contaste que Zecharia Sitchin sugeriu que Harrington morreu subitamente, em circunstâncias duvidosas?





Luca Scantamburlo

LS: Eu tive a sorte de poder entrevistar o Dr. Zecharia Sitchin para a revista italiana UFO Notiziario (Notícias de OVNI) no verão passado, em 2006. E nas linhas que ele mandou – porque foi uma entrevista por escrito – Zecharia Sitchin apenas realçou que ficou chocado assim que soube, assim que descobriu, que Harrington, um homem jovem e vigoroso, tinha falecido. Mas ele não fez nenhuma referência específica, ele apenas deixou algumas reticências no final da frase. Ele não fez quaisquer insinuações. Sabem, ele apenas sugeriu estar muito admirado do cavalheiro que ele entrevistou em agosto de 1990 estar morto. Porque ele era um homem brilhante, um cientista brilhante. Ele tinha 50 anos. Morreu devido a um câncer, segundo a biografia.

Mas um dos pontos mais importantes, segundo essa biografia – que está disponível no site do Observatório Naval dos E.U.A. e foi escrita por um dos colegas dele, Dr. Worley, se me recordo do nome – segundo a biografia (que foi muito bem escrita) no final da carreira dele, Robert Harrington perdeu o interesse de procurar pelo Planeta X, pela busca do Planeta X.

Mas, se vocês prestarem atenção aos artigos que Robert Harrington escreveu no decorrer da carreira dele; bom, tem-se a impressão de ser exatamente o oposto. Um dos os últimos artigos data de 1999, se estou correto, e ele ainda estava convencido de que o Planeta X existe em algum lugar fora do sistema solar.

A diferença entre Zecharia Sitchin e a hipótese de Harrington é que a hipótese de Harrington estava mais centrada num tipo de órbita não cometária. Zecharia Sitchin, de acordo com os estudos dos textos antigos, está convencido de que a órbita de Nibiru é cometária, por causa do texto que está em evidência.

KC: OK. Podemos… Vamos voltar às informações do jesuíta.

LS: Estou certo que queres me perguntar se sei se existe uma data, se o jesuíta, possivelmente, deu alguma data.

KC: OK.

LS: Nenhuma data. Ou seja, grande parte das informações que o jesuíta forneceu a Barbato estão agora em domínio público, no meu site, no site dele, na revista Nexus New Times (Nexus Tempos Novos), por causa da entrevista…

KC: OK. O que é que NÃO está em domínio público?

LS: Eu não sei. Não posso responder à essa questão. Eu sei um par de coisas. Em primeiro lugar, as três letras estranhas nas marcações que classificam a Filmagem do Jesuíta e que vocês podem ver na introdução, as três letras iniciais, SVS, são um mistério; eram um mistério há alguns anos atrás e ainda são um mistério hoje. Barbato não quer falar a cerca disto, por opção dele. Outro mistério é sobre o que o jesuíta contou a Barbato acerca da natureza dos Anunnaki. Este é um ponto sensível.


KC: O que queres dizer por “a cerca da natureza dos Anunnaki”?

LS: Sim. Sobre a aparência deles. Sobre a história deles. Quero dizer, vejam por exemplo O Livro Perdido de Enki, um dos livros mais espantosos escritos por Zecharia Sitchin. Não há comentários da parte de Sitchin, quaisquer comentários. Apenas a tradução dos textos antigos. Vocês lêem esse texto e verão que a história antiga desses deuses da Mesopotâmia é uma história de guerras, de (deuses) pessoas de ANU-NIBIRU (invejosas), dos… Sabem, todas as más relações que tivemos. E também, muitas vezes, momentos gentis… momentos de generosidade, bondade. Discussões, sabem. Momentos de paz. Conflitos/Momentos de paz. Sabem?

Sobre o Livro Perdido de Enki saiba mais em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-segunda-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/

KC: Mas, diga-me uma coisa. Sabes que Barbato teve esta informação que foi dada pelo jesuíta e que não divulgou.

LS: Sim. Ele disse-me isto.

KC: O Barbato está perturbado por essa informação?

LS: Ah, eu posso imaginar que se pelo menos metade de toda esta estória for verdade – apenas metade, não que a estória completa seja verdadeira. Conseguem imaginar quantos problemas podemos vir a ter – ele pode vir a ter, eu posso vir a ter, até mesmo todas as pessoas? Porque a dada altura, se todas essas evidências surgirem, então vocês podem juntar as peças. Se todas as evidências surgirem, sabem… Estou a falar de um ponto de vista mais científico, mais próximo de alguma coisa que vocês não estejam à espera.

Políticos – como o político japonês, no Japão, recentemente mencionou, apenas há alguns meses atrás, algo sobre OVNIs. Mencionaram algo acerca de uma presença extraterrestre. Foram três, estou a falar de três políticos japoneses na qualidade de cidadãos em frente a um jornalista. Por exemplo, o Ministro da Defesa, da Defesa Exterior; o líder dos japoneses e até o Ministro da Educação disse algo. Em uma semana! Se outros líderes se apresentassem com informações acerca deste problema… Por isso, penso que definitivamente existe a possibilidade de vocês terem, sabem… como posso dizer? Conhecem o mito antigo da Caixa de Pandora? Sabem? E o problema é, as pessoas estarão preparadas? Não apenas para a verdade mas também para a responsabilidade de enfrentar a verdade. Porque se uma verdade deste gênero surgir, teremos de tomar algumas decisões em relação ao que fazer.


BR: Mas há duas situações completamente diferentes que estão a ser descritas aqui. Uma é a presença de um vasto corpo planetário – seja qual for a sua natureza – que está VINDO em nossa direção, causando possivelmente efeitos no Sol, causando possivelmente outros efeitos se a órbita passar perto da Terra… Problemas de mudanças na órbita e na Terra, efeitos de ressonância na crosta da Terra. Todo o tipo de coisas desse gênero. Outra situação que pareces estar descrevendo é a de que este planeta pudesse ser habitado. E temos de colocar esta questão em nome das pessoas que possam estar lendo isto. E isso é que, parece ser impossível que possamos ter um planeta lá fora que pudesse ser habitado com formas de vida humanoides. Por que haveria alguém querer viver lá, quando a temperatura está a uns duzentos graus Celsius negativos…

LS: Sim.

BR: ….e o Sol seria apenas um pequeníssimo ponto brilhante no céu? Estaria muitíssimo escuro.

LS: Tens toda a razão.

BR: E se esse planeta for suficientemente grande para poder causar sérios problemas numa escala geofísica, então será um gigante gasoso ou até o que os astrônomos chamam de uma Estrela Anã Marrom. É um tipo de estrela que ficou a meio da sua formação. Não é verdadeiramente um planeta.

LS: Segundo a minha opinião, em primeiro lugar, se Nibiru existir, ele entrou no nosso sistema solar como um intruso. Isso significa que num passado longínquo, ele pertencia a outro sistema solar, outro sistema estelar. Sabem… as pessoas pensam no universo como um lugar pacífico. Não é assim. Temos uma perspectiva estranha.

O universo é um local violento. Devido a nossa noção de tempo, sabem, parece que nada acontece no sistema solar. Mas por vezes, algo acontece e vocês dizem: Bom, talvez o universo seja um pouco diferente; talvez o sistema solar seja um pouco violento às vezes. Por exemplo, há uns anos, um cometa em pedaços, sabem, caiu em Júpiter, o cometa Shoemaker-Levy 9.

Se este planeta, há bilhões de anos, fazia parte de outro sistema estelar e possivelmente por causa da estrela ter explodido e se ter tornado antes numa gigante vermelha; talvez depois disso tenha havido outra transformação, talvez este planeta tenha deixado o sistema estelar dele. É por isso, sabem, que a gravitação solar poderia afetar este planeta.

KC: OK. Mas deixe-me fazer-te uma pergunta. Porque o que queríamos saber é, o que teria o jesuíta dito a Barbato, que tu dizes que é bastante “difícil”? Ele é muito cuidadoso como investigador e ele deve ter alguns conhecimentos científicos. Ele escreveu artigos sobre ciência. Então ele deve ter questionado o jesuíta para que ele lhe dissesse: Como pode ser isso? Sabes que outro tipo de evidência o jesuíta deu-lhe além da fita de vídeo que mostra…

LS: Ele lhe deu as fotografias, por exemplo.

KC: Certo.

LS: [aponta para a fotografia do Aurora na revista] Esta. Ele deu a Barbato…

KC: Mas ele deu-lhe dados científicos, de que tu tenhas conhecimento?

LS: Eu não penso que ele lhe tenha fornecido dados científicos, mas os dados científicos estão mesmo debaixo dos nossos olhos, por que… Em primeiro lugar, eu lhes falei que Robert Sutton Harrington era um astrônomo interessado no Planeta X.




KC: Hum hum.

LS: Ele não foi o único. Outra pessoa foi Patrick Moore, o famoso astrônomo científico. Ele escreveu apenas algumas linhas sobre o Planeta X. Mas o que ele escreveu… Se vocês forem ler o que Patrick Moore, o astrônomo Britânico, escreveu a cerca do Planeta X, vocês dirão: Sim, pode existir. E existem outras pessoas que estão, sabem, um pouco interessadas. Por exemplo, há algumas semanas, a New Scientist, uma das principais revistas Britânicas, escreveu um artigo sobre a possibilidade do Planeta X. E neste artigo há uma discussão sobre o trabalho recente de um matemático e físico oriundo do Brasil. Ele é um cientista ítalo-brasileiro que agora está trabalhando no Japão. Ele fez um Doutoramento em Ciências da Terra e Ciências Planetárias da Universidade de Kobe (Japão) e está a trabalhar na possibilidade da existência do Planeta X.

Por exemplo… Um momento. [levanta-se e retira um livro da prateleira] Este é um livro antigo que foi escrito em 1926 e foi reeditado várias vezes. Esta é a edição de 1944. O seu título é Os Elementos da Astronomia. Foi escrito por um astrônomo, Edward Arthur Faith, um Professor de Astronomia no Colégio Carleton. Eu comprei este livro nos E.U.A., na Flórida. E na página 221 temos algo acerca de Plutão. Eu vou ler para vocês. Fala sobre a massa de Plutão, que era desconhecida no século passado até o ano de 1978, quando Christie e Harrington descobriram Caronte. Vou citar: “A massa é incerta [a massa de Plutão], mas segundo Wiley é aproximadamente a mesma da Terra.” Eles pensavam que a massa de Plutão era igual a massa da Terra.

[lendo] “Se a massa fôr tão pequena como esta, nunca poderia ter produzido as perturbações que Lowell encontrou em Urano… (Lowell é o cientista que inventou o termo “Planeta X”) …nem as que Pickering encontrou em Netuno. Por esse motivo é possível que um planeta muito mais maciço ainda esteja por se descobrir. A pesquisa está a prosseguir no Observatório Lowell.” Este é um livro científico. A massa de Plutão é menor que a massa da Terra, muito menor. São dados científicos.

BR: Um dos problemas que temos aqui é que o termo “Planeta X” está a ser utilizado por diferentes astrônomos de maneiras diferentes. Alguns deles referem-se ao Planeta X como sendo o planeta desconhecido e também, alguns outros, referem-se a ele como sendo o décimo planeta que está de fato depois de Plutão ou Caronte.

LS: Existem milhares de corpos celestiais para além de Plutão, porque pertencem ao Cinturão de Kuiper.

BR: Sim.

LS: O problema é: Estamos falando de um corpo cósmico/celestial que regressa ao nosso sistema solar como um cometa? Ou estamos a falar de um corpo celestial muito mais maciço?

BR: Sim.

LS: VINDO de fora do sistema solar. Esta é a questão principal.

BR: Sim. Mas não respondeste à minha questão. Tenho de mencionar isto porque se nós incluirmos esta parte na entrevista, os nossos ouvintes vão reparar que não respondeste. E é: Como pode existir vida…

LS: Sim.

BR: …neste objeto que está assim tão longe do sol?

LS: De que forma pudemos ir à Lua? Porque nós desenvolvemos a tecnologia espacial, nós desenvolvemos o voo espacial. Quero dizer, não estou a falar sobre… Se outras raças extraterrestres atingiram um bom nível tecnológico e, sabem, não se destruíram uns aos outros como estamos fazendo aqui no nosso planeta – porque não somos capazes, ao que parece, de gerir os recursos do nosso planeta. Se eles conseguiram passar do ponto, o ponto crítico, de autodestruição, eles podem sobreviver em quaisquer condições. Quaisquer condições. Porque eles podem, sabem… Eles podem construir bases subterrâneas. Eles podem construir naves-mãe.

Em condições naturais, a resposta é: Não para vida inteligente como nós. Mas em condições artificiais, debaixo da superfície do planeta – sim. Porque nós desenvolvemos, sabem, uma civilização muito sofisticada. Nós conseguimos chegar ao satélite; nós enviamos sondas espaciais ao espaço profundo. Nós conseguimos, sabemos, voar dentro da nossa atmosfera e fora dela. Esta é a minha possível resposta para a vossa questão.

Se esta raça vem de outro sistema estelar, eles sobreviveram talvez debaixo da superfície e eles têm muitos postos avançados, talvez, até no nosso sistema solar; talvez em Marte, talvez, nos satélites de Júpiter. E talvez eles também tenham postos avançados aqui na Terra, até mesmo agora.

KC: OK.

LS: Este é um problema político, uma questão política.

KC: Certo.

BR: Na Filmagem do Jesuíta, existe um objeto pequeno que se vê perfeitamente. Parece ser uma pequena lua, ou uma nave espacial, ou…

LS: O problema é que no decorrer… Os fotogramas são… Sabem, trata-se de uma filmagem. É feita fotograma a fotograma. Sabem? Estamos a falar de milhares e milhares de fotogramas. Mas o comportamento do objeto não é o comportamento típico de um possível satélite. Porque de repente o objeto – o objeto misterioso – aparece. E passado alguns segundos o objeto desaparece.

Então, se a filmagem for verdadeira, é uma observação verdadeira feita no espaço profundo de um planetoide e significa que estamos perante uma possível nave espacial que se podematerializar e desmaterializar. O problema aqui é: A filmagem é autêntica ou falsa?

[ri] O que Barbato nos disse é que ele verificou as credenciais do denunciante, do garganta profunda.[fala devagar e enfaticamente] Ele era na realidade um jesuíta que cumpria os deveres dele noVATICANO. Este é o mais…





Acima: Os Annunaki em painéis e estelas sumérios, assírios, também são encontrados na cultura dos egípcios e maias. Aqui são representados com o símbolo para Nibiru acima da Árvore da Vida. Nas quatro antigas civilizações citadas, existe uma evidente presença de seres extraterrestres de todos os tamanhos e até de gigantes.

BR: O jesuíta DISSE o que era esse objeto? Ou Barbato foi apenas capaz de imaginar?

LS: Não sei nada sobre isso.

BR: Outra questão que eu gostaria de te fazer é: tens conhecimento do testemunho do Dr. Bill Deagle?

LS: Bill Deagle?

BR: Deagle, Bill Deagle.

LS: Não, peço desculpa.

BR: OK. Deixa-me resumir o motivo da pergunta, muito claramente. Ele diz… Ele trabalhou dentro do governo dos E.U.A., por muitos anos, e agora ele é um denunciante. Ele diz que os jesuítas estão no topo da pirâmide de todas as agências de inteligência do mundo. Ele fala sobre o “Projeto” Omega – isto é o que ele diz. E também diz que os jesuítas estão a dirigir e a controlar o telescópio do Polo Sul (South Pole Telescope-SPT), que existe essencialmente para observar o objeto que está se aproximando pelo SUL. Você tem algum comentário registrado sobre tudo isto? (n.t. Entrando no sistema solar vindo pelo SUL do mesmo, em uma trajetória perpendicular ao eixo leste-oeste de todas as óbitas planetárias de nosso sistema solar).Ver mais sobre o SPT em:

LS: Existe um aspecto de todo este assunto, que Barbato não disse nada. E estou surpreendido que todos os ufologistas, todos os supostos investigadores, não tiveram interesse em investigar. Porque eu posso compreender, sabem. Por exemplo, eu escrevi muitos artigos. Mas não escrevi nada sobre o que estou a falar agora. Estou a falar das três letras que vocês podem ver na introdução da Filmagem do Jesuíta: SVS.

O que o jesuíta disse a Barbato na entrevista que lhe concedeu – porque depois da entrevista que Barbato me concedeu em setembro de 2006, se recordo corretamente – Barbato, no site dele na internet, divulgou a entrevista que o jesuíta lhe concedeu. E ele disse que o núcleo de todas as sociedades secretas que operam agora no nosso planeta é SVS. Ninguém escreveu uma linha sequer sobre o assunto. Barbato não disse mais nada porque, talvez… Eu posso compreendê-lo. Se fôr sensível…

KC: Então, o que pode ser? Sabes alguma coisa acerca de tudo isto – SVS?

LS: Eu não sei nada acerca disto. Mas, posso vos dizer uma coisa. Pensem nas pesquisas do Dr. Steven Greer. Ele disse por muitas vezes que estamos destruindo o nosso planeta, porque a nossa tecnologia é baseada em combustíveis, sabem? Nós queimamos os nossos combustíveis. Talvez existam inteligências extraterrestres que descobriram outras fontes de energia, de forma que possamos travar a crise energética.

PORQUE é que até agora, sabem, todas as fontes alternativas de energia não conseguiram conquistar um lugar na sociedade? Porque existem muitos interesses a “tirar vantagens do petróleo”. Uma Pergunta: é possível que haja alguma coisa que impeça as energias livres, sabem, de se tornarem acessíveis? Sim? É claro. E vocês pensam que estas pessoas estão a agir em segredo ou estão a agir de outro jeito, publicamente? Claro que não. Se eles fizerem isso…

KC: O Steven Greer não disse também no livro dele…

LS: Sim.

KC: No livro mais recente…

LS: Sim.

KC: Qualquer coisa sobre os jesuítas? Que ele foi abordado por uma pessoa que disse…

LS: Sim. Ele teve um encontro no passado. Ele escreveu isso num dos capítulos do livro, Verdades Escondidas, Conhecimentos Proibidos, se bem me lembro do título do livro. Ele disse que nos primeiros anos da década de 90, do século passado, ele teve um encontro. E um dos informantes do “mundo obscuro” disse-lhe: Se quiseres saber mais alguma coisa, vou ter de perguntar a algum jesuíta. E isto foi DEPOIS do testemunho de Barbato. Por isso é uma confirmação indireta do que Barbato nos contou. E estou muito surpreendido pelo Dr. Steven Greer não ter dito nada sobre o testemunho de Barbato.

Sobre o Governo Secreto nos EUA:
http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua/
http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-iii/
http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-4-final/

Gostaria de salientar outro ponto. Parece que esta possível estrutura SVS pode ser o famoso Governo Secreto, sabem? Quantas pessoas dizem: Existe um Governo Secreto. O que é isso? Quem são essas pessoas? Talvez pela primeira vez tenhamos uma evidência, uma evidência forte que aponta para a existência disso. E deixem-me dizer-vos outra coisa. Esta filmagem foi – segundo o que eu entendi – foi… Como você diz… interceptada pelo jesuíta que contatou Barbato. E esta estrutura SVS não é uma estrutura legal. Se um serviço secreto do Vaticano existir, sabem, isso existe a título secreto, mas é uma estrutura legal. Quero dizer, se a administração do Vaticano criou um serviço secreto, eles fizeram-no no passado, mas, Papa após Papa… Podem imaginar quantos dossiês foram preparados para o próximo Papa. Então, estamos a falar de uma estrutura secreta que é perfeitamente legal.




Mas sabem, se a dada altura uma outra estrutura surgiu, como esta suposta SVS… Sim. Talvez esta seja uma das razões por quê [bate palmas com força] o jesuíta e os seus colegas se apresentaram. Ouça, gente, nós temos problemas diferentes. Um é a vinda do Planeta X. O outro é que algumas pessoas decidiram fazer algo, em diversos países do mundo, sem o conhecimento da população. E, talvez essas pessoas sejam responsáveis pela situação que estamos AGORA a enfrentar. Possivelmente – esse é o meu ponto de vista – (o atentado em N.York)11 de setembro de 2001 talvez esteja relacionado com isto.

Não posso conceber que as únicas razões para os E.U.A. estarem perdendo tantas vidas dos seus filhos, sabem, moços novos, soldados e matando civis ao acaso – não é por acaso – e a perder a reputação face ao mundo… porque nestes últimos anos, depois de 11 de setembro de 2001 (alusão ao atentado às Torres Gêmeas em N. York), a administração dos E.U.A. perdeu muita reputação devido e essas decisões… Não posso crer que os únicos motivos são os motivos econômicos. São, retirar vantagens do petróleo. Não. Isso não é possível. Claro que muito dinheiro também constitui um bom motivo. Mas, tenho certeza que o 11 de setembro, o Planeta X e esta possível estrutura secreta são peças de um grande (e mesmo) quebra cabeça. Essa é a minha opinião.

Uma Conversa de Luca Scantamburlo com Gorbachev

KC: Tens uma fotografia de um homem atrás de ti.

LS: Sim.

KC: E eu gostaria que nos contasses a estória que nos contaste antes.

LS: Sim. Ali à vossa esquerda, está o meu cartão formal de identificação para um encontro que ocorreu em Veneza, numa ilha de Veneza, na Lagoa de Veneza, em junho de 2006. O título era Mídia – Entre os Cidadãos e o Poder. E eu era o correspondente para o Grupo Editorial Olímpia, que publicava várias revistas. Duas delas eram Tecnologia & Difesa (Tecnologia & Defesa) e uma outra era UFO Notiziario (Noticias de OVNI) para as quais escrevi diversos artigos até 2006. Para estas duas revistas, Tecnologia & Difesa e UFO Notiziario, nessa época, eu fui o correspondente.

Então eu participei dessa conferência de imprensa que foi dada por Mikhail Sergeyevich Gorbachev em junho de 2006. E tive a sorte de ter tido a chance de poder fazer perguntas ao antigo Presidente da União Soviética. E quando peguei no microfone… [aponta para a fotografia de Gorbachev pendurada na parede] Esta fotografia… Eu tirei estas fotografias. Este é um detalhe das várias fotografias que eu tirei ao longo desse dia. E quando peguei no microfone, eu levantei-me na frente de todos. Estavam ali talvez uns 40 ou 50 jornalistas, jornalistas italianos, até mesmo algumas estações de televisão. E eu o questionei acerca da conversa que ele teve com Ronald Reagan em Gênova, no ano de 1985.





Paul Hellyer, o ex Ministro de Defesa do Canadá, declarou em audiência pública no senado dos EUA que tanto o Canadá bem como o próprio EUA tem conhecimento de Extraterrestre, e que ele próprio viu UFOs.

A minha questão era sobre as declarações extraordinárias que foram feitas por Paul Hellyer, o antigo Ministro de Defesa do Canadá. De qualquer forma, eu estava a falar acerca de Ronald Reagan e das alusões dele a uma possível ameaça extraterrestre, de um possível planeta alienígena. Porque Ronald Reagan fez diversas afirmações – penso que foram cinco – sobre uma possível ameaça à humanidade, à espécie humana, por parte de um planeta extraterrestre.

E no decorrer do meu discurso, do meu pequeno discurso, Gorbachev interrompeu: Sim, sim, eu sei. Você sabe que Ronald Reagan falou comigo sobre este assunto. Então, eu disse a Gorbachev: Sim, eu sei, em Gênova, em 1985. Nessa altura, teve lugar o primeiro encontro, a primeira reunião de cúpula, entre Gorbachev e Ronald Reagan. E então, depois, eu continuei e perguntei-lhe: E VOCÊS falaram sobre uma possível ameaça extraterrestre – uma invasão extraterrestre. E não usei estes termos.

Sobre as declarações de Paul Hellyer, antigo Ministro de Defesa do Canadá:
http://thoth3126.com.br/ufos-e-ets-ex-ministro-canadense-confirma-existencia-de-vida-extraterrestre/
http://thoth3126.com.br/eu-acredito-em-ovnis-e-eu-os-vi-entrevista-com-o-ex-ministro-da-defesa-do-canada/

Mas em todo o caso, eu sugeri que ele tivesse falado sobre uma possível ameaça extraterrestre. E perguntei-lhe: É verdade? Está correto? E ele não respondeu. Ele não respondeu. Ele disse: Eu não me recordo. Não me recordo. Para mim, isto significa: Seria melhor se nós mudassemos de assunto.

Mas de qualquer forma, ele foi um cavalheiro. Por quê? Porque ele não o negou. Ele não o negou, mesmo quando lhe pedi que comentasse as declarações feitas por Paul Hellyer, o antigo Ministro da Defesa do Canadá. E o antigo Ministro, Paul Hellyer, disse que George Bush e a administração dele estava a fazer os preparativos para uma guerra intergalática. Que, sabem, soa ridículo. Mas se esta declaração foi feita por um antigo líder político de um país importante, não soa ridículo, para mim.

Em todo o caso, no fim, ele me respondeu sobre a possível ameaça dos NEOs – Near Earth Objects (Objetos Próximos da Terra-Asteroides) – e sobre as declarações de Paul Hellyer. Ele disse algo como: Estamos no campo das hipóteses. E esse foi um ponto de vista honesto, mas sabem, também demonstra que seria melhor [faz um gesto de pausa com as mãos], sabem, ou ele não estava interessado no assunto, ou então queria mudar o tema da conversa.

Mas o mais importante é que mais tarde, em outubro de 2006, ele foi convidado de um programa televisivo. E nessa ocasião, em frente ao público italiano, na televisão, em frente aos jornalistas – porque os jornalistas foram importantes na altura, perguntaram-lhe algo sobre OVNIs e sobre a conversa com Reagan. Ele recordou… ele lembrou-se daqueles dias e disse, sabem, um pouco mais acerca do encontro com Ronald Reagan e o que Ronald Reagan lhe disse sobre uma possível ameaça.

Naquele tempo, sabem, existia a guerra fria com a União Soviética e os E.U.A. não conseguiam encontrar a forma de acabar com essa guerra fria. Gorbachev disse ao público italiano, na televisão: Nessa altura, estávamos nos jardins da vila em Gênova, em novembro de 1985, e nós discutíamos bastante, sabem, enquanto tínhamos essa conversa particular nós íamos caminhando. A dada altura, Ronald Reagan deteve-se e disse, “Ouça, Gorbachev. E se neste momento surgisse um ataque de algum lugar, subitamente, do espaço, poderíamos unir as nossas forças? Poderíamos nos juntar?”

E Gorbachev disse: Eu não sei o que você pensa, mas sim, penso que poderíamos agir assim.

Estas não foram as palavras exatas que ele proferiu, mas este é o significado. O que isto quer dizer? Significa que no meio de tempos difíceis, sabem – havia a guerra fria, a Cortina de Ferro – Ronald Reagan e Gorbachev, numa reunião oficial, falaram da possível ameaça extraterrestre para a humanidade, para a espécie humana, para a natureza humana. E Gorbachev… não negou isto.

Fim da entrevista


Mais informações em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  3. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  6. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  7. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  8. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
Permitida a reprodução desde que respeite a formatação e mencione as fontes.

11.07.15

BAALBEK, “O Local de Aterrissagem” dos Anunnaki

Posted by Thoth3126 on 13/01/2015

Baalbek-aerea-large



Localizado nas montanhas de cedro do atual Líbano onde as espaçonaves (barcos celestiais) espaciais dos deuses Anunnaki decolavam e aterrissavam.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Localizado nas montanhas de cedro do atual Líbano onde as espaçonaves (barcos celestiais) espaciais dos deuses Anunnaki decolavam e aterrissavam desde tempos imemoriais.

Por Zecharia Sitchin

http://www.bibliotecapleyades.net/

O nome de um antigo local em ruínas – Baalbek no Líbano – já foi mencionado em despachos por correspondentes de guerra, cobrindo a última guerra em curso no Oriente Médio. Aviões israelenses foram vistos lançando bombas lá em treinamento e fornecimento de acampamentos de terroristas do Hezbollah, numa resposta olho por olho-dente por dente em resposta por ataques de mísseis deste último sobre território de Israel.

Alguns dos despachos se referem às “ruínas romanas” da cidade – restos de templos que os imperadores romanos erigiram em honra dos deuses de Roma; mas pouca, ou nenhuma, menção se faz dos significativos vestígios arqueológicos do lugar muito mais antigos do que Roma.



Eu e aqueles que foram comigo ao local há vários anos, podemos atestar que as “ruínas romanas” estão de fato construídas sobre restos muito mais antigos de três magníficos templos, incluindo o maior templo de Júpiter construído em qualquer lugar do Império Romano, a própria Roma incluída – como mostra a reconstrução de um artista (clique abaixo da imagem).

Mas os romanos chegaram lá porque o lugar tinha sido reverenciado anteriormente pelos gregos. Pompeu, general conquistador de Roma, ofereceu ali sacrifícios em 60 a.C. imitando Alexandre, o Grande, que pagou no local homenagem a Zeus quatro séculos antes.



Os gregos vieram ao local porque o lugar era considerado um local sagrado originalmente já pelos mais antigos fenícios, babilônios, sumérios antes deles; e antes de todos os generais e imperadores e reis, Gilgamesh, rei de Uruk na antiga Suméria, também esteve lá por volta de 3.000 a.C. em busca da obtenção da imortalidade dos deuses.

O “Campo de Pouso“

Sendo filho da deusa Ninsun e do sumo sacerdote de Uruk, Gilgamesh foi considerado não apenas um semideus, mas como “dois terços divino”. Isto, afirmou, lhe conferia o direito de evitar a morte de um humano comum e mortal. Sim, sua mãe lhe disse que: “para atingir a nossa longevidade você tem que ir para o nosso planeta, Nibiru (onde um ano – um Shar – equivale a 3.600 dos anos terrestres)”.

Então Gilgamesh viajou da Suméria (agora no sul do Iraque) para ‘O Local de Aterissagem” nas montanhas de cedro do atual Líbano onde as espaçonaves (barcos celestiais) espaciais dos deuses Anunnaki decolavam e aterrissavam. A Epopéia de Gilgamesh, um texto encontrado inscrito em tabuletas de argila, na verdade descreve como Gilgamesh lá chegando testemunhou um foguete sendo lançado a partir do “Campo de Pouso” (Baalbek). Uma moeda fenícia mais tarde foi encontrada com desenho representado um foguete na posição de lançamento na plataforma (em destaque na imagem abaixo ).



Como esta descrição mostra, a instalação de lançamento de foguetes estava localizada em uma grande plataforma; e de fato, o local muito antigo e verdadeiro em Baalbek abrangeu uma plataforma pavimentada com gigantescos blocos de pedra lavrada de cerca de cinco milhões de metros quadrados!

Os colossais blocos de pedra !

A seção mais importante desse antigo local de pouso de espaçonaves oriundas de Nibiru é o seu canto noroeste, onde os restos do templo romano de Júpiter estão localizados. As ruínas estão sobre uma gigantesca plataforma feita de blocos imensos de pedra maciça que se elevam ainda mais alto por fileiras de blocos de pedra perfeitamente alinhados, pesando cerca de 600 toneladas cada um (clique abaixo na imagem).

Este ainda é um peso que nenhum equipamento moderno existente pode levantar, apesar de toda a nossa tecnologia atual. (Em comparação, os maiores blocos de pedra da Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, pesam cerca de 25 toneladas cada).

Mas estes imensos blocos de pedra ainda estão longe de ser os maiores blocos de pedra lá existentes. Conforme descrito no meu mais recente livro ilustrado “The Earth Chronicles Expeditions”, as camadas sempre crescentes destes blocos de pedra formam, no canto noroeste, uma espécie de torre de pedra em forma de funil.

A parede ocidental da estrutura construída como uma torre foi reforçada com linhas de blocos de pedra que pesam cerca de 900 toneladas cada uma. Em cima delas, em um curso superior, foi composta uma plataforma por três blocos de pedra únicas pesando cerca de 2 mil toneladas cada um. Conhecidos como Trilithon, estes são os maiores blocos de pedra cortados em peça única e utilizados em construção antiga do mundo! (Clique abaixo da imagem).


Acima um dos blocos de pedra maciços, chamado de trilithon, com tamanho de cerca de 25 metros de comprimento por 5 metros de altura e largura, totalizando um volume de 625 metros cúbicos de rocha maciça. Para comparação, no círculo vermelho estão assinaladas duas pessoas.

A Pedreira

Os enigmas que cercam o local e os colossais blocos de pedra não incluem um quebra-cabeça – de onde foram extraídos estes enormes blocos de pedra; porque em uma pedreira distante cerca de dois quilômetros de distância do local, resta um desses blocos, um menor com cerca de 1.100 toneladas, que ainda está lá – a extração da pedreira ainda inacabada. Para mostrar isso, e dar uma ideia de seu tamanho, eu coloquei o meu grupo em posição ombro a ombro no pé deste imenso bloco de pedra – um feito comemorado pela fotografia a seguir.

A pedreira está em um vale, um par de quilômetros do local onde “O Local de Pouso” dos Anunnaki foi construído. Isto significa que, numa remota antiguidade (talvez pré dilúvio), alguém teve a capacidade e a tecnologia necessária para cortar, modelar e TRANSPORTAR esses blocos de pedra colossais desde a pedreira – depois de levantar os blocos de pedra e leva-los para o local de construção, e não deixar cair e soltar o bloco de pedra, mas colocá-los precisamente no seu local designado.


Eu coloquei o meu grupo em posição ombro a ombro no pé deste imenso bloco de pedra que esta na pedreira de onde os demais blocos foram retirados.

E as pedras ali permaneceram, intactas e inabaláveis, apesar da passagem do tempo, de catástrofes naturais e dos terremotos freqüentes que acontecem na área – permanecendo unidas em conjunto e no mesmo lugar, sem qualquer argamassa…

Construído antes do Dilúvio
Quem foi que a projetou e construiu?
Qual a tecnologia que foi utilizada para essa incrível façanha?
Quando e por que tudo foi feito?

Os cristãos maronitas que por gerações consideravam a si próprios como guardiões do local (antes de serem deslocados pelos muçulmanos xiitas), contavam lendas dos “gigantes” que haviam construído a colossal plataforma de pedra. Eu encontrei as respostas sobre o local nos textos sumérios antigos, e relacionei-os nos livros “The Stairway to Heaven” e “As Guerras de Deuses e Homens”.



A grande plataforma de pedras colossais foi de fato o primeiro Campo de Pouso dos Anunnaki, os deuses extraterrestres que vieram para a Terra, o local foi construído por eles antes que eles estabelecessem um espaçoporto mais adequado.

Foi a única estrutura que eles construíram que tinha sobrevivido ao Dilúvio, e foi usado por Enki e Enlil como uma espécie de sede central dos Anunnakis para a reconstrução da Terra devastada do período pós-diluviano. Esta base em Baalbek é a única estrutura Anunnaki na Terra existente desde antes do dilúvio …

Saiba QUEM construiu Baalbek LENDO A SÉRIE:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-sexta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-setima-tabuleta/

Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/baalbek-um-enigma-construido-pelos-anunnaki/
http://thoth3126.com.br/os-reinos-perdidos-tiahuanaco-a-baalbek-do-novo-mundo-10/
http://thoth3126.com.br/as-mais-antigas-cidades-na-terra-foram-construidas-pelos-anunnakis-nefilin/
http://thoth3126.com.br/cranios-de-nefilins-anunnakis-encontrados-no-mexico-e-peru/
http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/
http://thoth3126.com.br/brasil-e-o-mapa-de-piri-reis/
http://thoth3126.com.br/terra-de-ofir-o-rei-salomao-no-brasil/
http://thoth3126.com.br/pedra-da-gavea-uma-esfinge-no-brasil/
http://thoth3126.com.br/brasil-512-anos-de-misterios/
http://thoth3126.com.br/brasil-monte-roraima-uma-escalada-ao-mundo-perdido/
http://thoth3126.com.br/pedra-do-inga-evidencias-ufologicas-na-antiga-pre-historia-do-brasil/

Permitida a reprodução desde que mantida formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br


Por favor, respeitem todos os créditos
Arquivos em português:

 Atualização diária


 

17.05.15


O Livro perdido de Enki 

 14ª Tabuleta, 

Final






O Livro Perdido de ENKI 

 The Lost Book of Enki 

 Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Faz cerca de 435.000 anos que alguns astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki – Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre de Nibiru

http://www.bibliotecapleyades.net

Sinopse da Décima-quarta Tabuleta

1. Babili (Babilônia), o centro eleito por Marduk, sobrevive à calamidade.
2. Enki o vê como um augúrio da inevitável supremacia de Marduk.
3. Enlil reflete sobre o passado, o Fado e o Destino.
4. Aceita a supremacia de Marduk, e retira-se para terras distantes.
5. Os irmãos se despedem emocionadamente.
6. Enki vê o Passado como uma guia para predizer o Futuro.
7. Decide tomar nota de tudo que aconteceu para a posteridade.
8. Convocou o escriba Endubsar.
9. Representação babilônica de um resplandecente.

A DÉCIMA-QUARTA TABULETA, A ÚLTIMA

MARDUK

Babili, onde Marduk tinha declarado a sua supremacia, livrou-se do Vento Maligno (radioatividade). Todas as terras ao sul de Babili foram devoradas pelo Vento Maligno, também alcançou ao coração da Segunda Região. Depois da Grande Calamidade, Enlil e Enki se encontraram para estudar o desastre, Enki fez considerar a Enlil o livramento de Babili como um augúrio divino. O livramento de Babili confirma que Marduk foi destinado para a supremacia sobre o planeta! Assim disse Enki a Enlil.



Deve ter sido a vontade do Criador de Tudo!, disse Enlil a Enki. Então, Enlil lhe revelou a visão-sonho e a profecia de Galzu. Se foi conhecedor disso, por que não impediu o uso das Armas de Terror?, perguntou lhe Enki. Irmão meu!, disse Enlil a Enki com uma voz afligida. Era evidente o motivo. Depois de sua chegada à Terra, cada vez que a missão se via com obstáculos, encontrávamos uma forma de evitar o obstáculo; daí, a criação dos Terrestres, a grande solução foi também uma fonte de milhares de problemas, de giros e retornos não desejados.

Quando chegou a compreender os ciclos celestes e atribuiu as constelações, quem teria previsto nelas as mãos do Destino? Quem teria podido distinguir entre os caminhos que escolhemos e o inquebrável destino? Quem proclamava falsos augúrios e quem podia pronunciar profecias verdadeiras? Daí que decidi guardar para mim mesmo as palavras de Galzu. Ele foi na verdade o emissário do Criador de Tudo, ou era minha alucinação? O que tiver que acontecer, aconteça, disse-me a mim mesmo.

Enki escutava as palavras de seu irmão Enlil, enquanto balançava com a cabeça para cima e para baixo. A Primeira (Suméria na Mesopotâmia) Região está desolada, a Segunda (Egito e vale do rio Nilo) Região está sumida na confusão, a Terceira (Vale do Rio Indus, hoje Paquistão, Mohenjo-Daro e Harappa) Região está ferida, o Lugar dos Carros Celestiais (Península do Sinai) já não existe; isso é o que aconteceu! disse Enki a Enlil. Se era essa a vontade do Criador de Tudo Que É, isso é o que restou e ficou de nossa Missão na Terra! As sementes se semearam com as ambições de Marduk, o que sairá disso será para que ele o colha!



Assim lhe disse Enlil a seu irmão Enki, então aceitando o triunfo do Marduk. Que a relação dos cinqüenta, que teria passado para Ninurta, seja-lhe dado o seu lugar para Marduk! Que Marduk declare sua supremacia sobre a desolação nas Regiões! Quanto a mim e a Ninurta, não vamos nos interpor mais em seu caminho. Partiremos para as Terras de além dos Oceanos (América do Sul, cordilheira dos Andes), pelo que viemos, levaremos a término a missão de obter ouro para Nibiru! Assim disse Enlil a Enki; havia abatimento en suas palavras. Teriam sido diferentes as coisas se não se usassem as Armas de Terror? Questionou Enki a seu irmão.

E se não tivéssemos escutado as palavras de Galzu para que não voltássemos para Nibiru?, replicou Enlil. E se tivéssemos detido a Missão Terra quando os Anunnaki se amotinaram? Eu fiz o que fiz. Você mantém o que voce fez. Não se pode retroceder ao passado! Acaso não há nisso também uma lição? Perguntou Enki para ambos. Acaso o que ocorreu na Terra não é um reflexo do que já aconteceu em Nibiru? Acaso não está escrito no Passado o esboço do Futuro? Repetirá a Humanidade, criada a nossa imagem, nossos êxitos e fracassos?

Enlil guardou silêncio. Quando ficou em pé para partir, Enki lhe estendeu os braços. Estreitemos os braços como irmãos, como camaradas que, juntos, enfrentaram muitos desafios em um planeta estranho! Assim lhe disse Enki a seu irmão. E Enlil, agarrando oa braço de seu irmão, abraçou-o também. Voltaremos a nos encontrar na Terra ou em Nibiru? Perguntou Enki. Estaria certo Galzu de que morreríamos se voltássemos para Nibiru? Respondeu Enlil. Logo, voltou-se e se foi. Então Enki ficou sozinho; acompanhado tão somente pelos pensamentos de seu coração e alma.

Sentou-se e refletiu sobre como tudo tinha começado e como tudo agora tinha terminado. Estava tudo predestinado, ou foi o fado forjado por esta ou aquela decisão? Se Céu e Terra estavam regulados por ciclos dentro de ciclos, voltará a ocorrer o que aconteceu? Acaso o Passado é o Futuro? Os Anunnaki imitarão os terrestres, os terrestres imitarão os Anunnaki, viverá a Terra o que viveu Nibiru? O primeiro a chegar será o último a partir?

Assediado por seus pensamentos, Enki tomou uma decisão: de todos os acontecimentos e decisões, começando desde a vinda de Nibiru até este dia na Terra, já há cerca de 428 mil anos, tomará nota de tudo, para que seja um guia para gerações futuras. Que a posteridade, no tempo que designe o destino, leia o registro, recorde o Passado, compreenda o Futuro como profecia, que o Futuro seja o juiz do Passado!



Estas são as palavras de Enki, filho Primogênito de Anu de Nibiru.

A Décima-quarta e última tabuleta, são as Palavras do senhor Enki. Escritas da boca do grande senhor Enki, nenhuma palavra perdida, nenhuma palavra escondida, pelo escriba mestre Endubsar, um homem de Eridú, filho de Udbar. Pelo senhor Enki, com larga vida fui agraciado.

O Livro perdido de Enki:
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/03/o-livro-perdido-de-enki-e-nibiru.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/04/o-livro-perdido-de-enki-introducao.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/09/o-livro-perdido-de-enki-atestado.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/10/o-livro-perdido-de-enki-1-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/10/o-livro-perdido-de-enki-1-tabuleta_4.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/10/o-livro-perdido-de-enki-2-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/10/o-livro-perdido-de-enki-3-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/04/o-livro-perdido-de-enki-4-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/04/o-livro-perdido-de-enki-5-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/04/o-livro-perdido-de-enki-6-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/04/o-livro-perdido-de-enki-7-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2015/04/o-livro-perdido-de-enki-8-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2014/10/o-livro-perdido-de-enki-9-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2014/10/o-livro-perdido-de-enki-10-tabuleta-o.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2014/10/o-livro-perdido-de-enki-11-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2014/11/o-livro-perdido-de-enki-12-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2014/11/o-livro-perdido-de-enki-13-tabuleta.html
http://rayviolet2.blogspot.com/2014/11/o-livro-perdido-de-enki-14-tabuleta.html



Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

Compartilhe:

44Share on Facebook (Opens in new window)44
3Click to share on Twitter (Opens in new window)3
Click to share on Reddit (Opens in new window)
Click to email this to a friend (Opens in new window)

URL: http://wp.me/p2Fgqo-6Gt
Posted by Thoth3126 on 17/05/2015 


Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos deste escritor em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Zecharia Sitchin


Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

Atualização diária 


Se gostou! Por favor RECOMENDE aos seus Amigos.
achama.biz.ly 

Israel ou Cazária!?
achama.biz.ly email: nai@achama.biz.ly 

EN: VioletFlame * The Illuminati * Alternative Media * North Atlantic Islands * Indian Ocean Islands * South Atlantic Ocean Islands * Alternative Media * Creator's Map * ESU IMMANUEL * Exposing Media DesInformation * Galactic Federation * Indians, Prophecies and UFOs * Illuminati, The * Infinite Being * Israel (!?) * Jews..., the Real ones! * Khazars Jews are converted, not jenuine * Meditation * Media News * NESARA (!?) * SCIENCE, SPIRIT, Free Energy!... * UFO CONTACTS * UFOs (MORE) * USA The 4th NAZI Reich!? * Zionism Lies and The Illuminati * Light a Candle for PEACE * The Red Pill * The True Shadow Government
ES: LLAMA VIOLETA

13.05.15


O Livro perdido de Enki 

 13ª Tabuleta

Posted by Thoth3126 on 13/05/2015



O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki – Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Faz cerca de 435.000 anos que alguns astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki – Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre de Nibiru

http://www.bibliotecapleyades.net

Sinopse da Décima-Terceira Tabuleta
Surgem cidades reais com recintos sagrados para os “deuses”.
Os semideuses servem como reis e sacerdotes em palácios e templos.
Marduk promete a seus reais seguidores uma vida eterna.
Na Suméria, Inanna estimula a crença na Ressurreição.
Augúrios celestiais e oráculos premonitórios ganham partidários.
Marduk proclama a chegada da Era do Carneiro (2.308 a.C.) como o seu signo.
Ningishzidda constrói observatórios de pedra para mostrar o contrário.
Insurreições, guerras e invasões desestabilizam as terras enlilitas.
Um emissário misterioso aparece a Enlil, prediz-lhe uma calamidade. Dá instruções a Enlil para que selecione a um Homem Digno (surge o patriarca Abraão) que lidere a sobrevivência humana na Terra.
Enlil escolhe a Ibruum (Abraão), varão de uma família real sacerdotal.
Os exércitos postos em armas por Nabu intentam conseguir o controle do espaçoporto.
Desautorizando a Enki, os deuses recorrem às Armas de Terror. Ninurta e Nergal arrasam o espaçoporto (na Península do Sinai) e as cidades pecadoras (Sodoma e Gomorra, por volta de 2.025 a.C).
À deriva da nuvem nuclear radioativa leva à morte a tudo na Suméria.
O Deus dos Montes e o Homem.

DÉCIMA-TERCEIRA TABULETA

Na Terceira (o Vale do Rio Indus) Região, a Humanidade Civilizada não floresceu de todo; Inanna desatendeu o que se lhe havia confiado; em seu coração, cobiçava outros domínios, não os que lhe tinham concedido. Quando, na conta de mil anos (2.760 a.C.), retirou a realeza a Unug-ki, quem tivesse previsto a calamidade que ia acontecer ao final do próximo milênio, quem poderia prever o desastre? 


A “Terceira Região” onde foi implantada a civilização humana pelos “deuses” Anunnakis de Nibiru

Quem podia predizer que, em menos de um terço (1.200 anos) de um Shar (período-ano orbital de Nibiru de 3.600 anos), ia acontecer uma calamidade desconhecida, mas provocada pelos Anunnaki? Inanna daria início ao amargo fim; Marduk, como Ra, se comprometeria com o Destino mais uma vez (Karma).

Ninurta e Nergal liberariam com suas próprias mãos (as armas do) o inexprimível final! por que Inanna não ficou satisfeita com os domínios que lhe tinham concedido? Por que seguiu sem perdoar a Marduk? Viajando entre o Unug-ki e Aratta, Inanna não se sentia gratificada, estava inquieta; ainda chorava a morte de seu amado Dumuzi, seu desejo de amor seguia sem apagar-se. Quando voava, via a imagem trêmula de Dumuzi chamando-a nos raios do Sol, pela noite, lhe aparecia em visões-sonhos; Voltarei!, dizia-lhe. Lhe prometia as glórias de seus domínios na Terra dos Dois Estreitos (Egito e norte da África). No recinto sagrado do Unug-ki, Inanna estabeleceu uma Casa para o Prazer Noturno.

A este Gigunu atraía com enganos e doces palavras aos jovens heróis para as suas bodas: prometia-lhes larga vida e um ditoso futuro; ela imaginava que seu amante era Dumuzi. À manhã seguinte, a todos encontrava mortos na cama de Inanna. Foi então quando o herói Banda, ao que lhe tinha dado por morto, regressou ao Unug-ki vivo! Banda tinha retornado de entre os mortos por graça de Utu, de cuja semente ele era um descendente. Milagre! Milagre!, gritou Inanna excitada. Meu amado Dumuzi volta para mim! Na morada de Inanna se banhou Banda, com tecidos lhe colocaram um manto com franjas. Dumuzi, amado meu!, chamou-lhe Inanna. Atraiu-o até seu leito, enfeitada com flores.

Na manhã seguinte, quando viu que Banda estava vivo, Inanna gritou alegre: pôs-se em minhas mãos o poder de não morrer, através de mim se concedeu a imortalidade! Depois, Inanna decidiu chamar-se a si mesma de deusa, implicava o Poder da Imortalidade. Nannar e Ningal, os pais de Inanna, não estavam satisfeitos com sua autoproclamação; Enlil e Ninurta ficaram desconcertados com as palavras de Inanna; Utu, seu irmão, ficou pensativo. Não é possível se reviver os mortos!, disseram-se entre si Enki e Ninharsag. Nas terras de Ki-Engi, o povo elogiava a boa fortuna que tinham: Os deuses estão entre nós, eles podem abolir a morte! Assim se diziam uns aos outros entre as pessoas do povo.

Banda sucedeu a seu pai Enmerkar no trono do Unug-ki; Lugal, Homem Grande, foi seu título. A deusa Ninsun, da semente de Enlil, tomou para que fora seu marido, o herói Gilgamesh, filho de ambos, sucedeu a Lugal-Banda no trono de Unug-ki. À medida que passavam os anos e Gilgamesh se fazia maior, falava a sua mãe Ninsun da vida e a morte, se perguntava sobre a morte de seus antepassados, apesar de ser descendentes dos Anunnaki. Os deuses morrem?, Perguntou a sua mãe. Também eu, ainda sendo em duas terceiras partes divino, subirei ao muro (vou morrer) como um mero mortal? perguntava a ela.

Enquanto viva na Terra, a morte de um Terrestre te confundirá!, dizia-lhe Ninsun a seu filho. Mas se te leva ao Nibiru, obterá ali uma larga vida! Ninsun pediu ao Utu, o comandante, que se levasse a Gilgamesh ao Nibiru, Incessantemente o pediu Ninsun ao Utu, um dia atrás de outro o rogou: Que vá Gilgamesh ao Lugar de Aterrissagem!, aceitou por fim Utu. Para lhe guiar e lhe proteger, Ninharsag elaborou um (clone) idêntico de Gilgamesh. Enkidu, “Como por Enki Criado”, lhe chamaram, não era nascido de ventre, não tinha sangue em suas veias.



Gilgamesh viajou com seu camarada Enkidu até o Lugar de Aterrissagem, Utu fiscalizou seu progresso com oráculos; na entrada do bosque de cedros, um monstro que cuspia fogo lhes bloqueou o caminho. Com truques conseguiram confundir ao monstro, romperam-no em pedaços. Quando encontraram a entrada secreta aos túneis dos Anunnaki, desafiou-lhes o Touro do Céu, uma criatura de Enlil de bufos mortais. O monstro lhes perseguiu até as portas de Unug-ki; Enkidu o derrotou ante as muralhas da cidade.

Quando Enlil ouviu isto, chorou em sua angústia; seus lamentos se escutaram nos céus de Anu; pois em seu coração sabia Enlil: Realmente mau era o augúrio! Enkidu foi castigado a perecer nas águas por ter dado morte ao Touro do Céu. Gilgamesh, por ter sido instruído pelo Ninsun e Utu, foi absolvido do crime. Procurando ainda a larga vida do Nibiru, Utu permitiu a Gilgamesh que entrasse no Lugar dos Carros celestiais. Depois de muitas aventuras alcançou a Terra do Tilmun, a Quarta Região; entrou em seus túneis subterrâneos, em um jardim de pedras preciosas se encontrou com Ziusudra!

Ziusudra relatou a Gilgamesh os acontecimentos do Dilúvio, revelou-lhe o segredo da longa vida. No manancial do jardim crescia uma planta que impedia que envelhecessem Ziusudra e sua esposa! Era única entre todas as novidades da Terra; um homem em seu pleno vigor a pode recolher, o Homem em sua Velhice ficará Jovem de novo! Esse é o nome da planta, disse Ziusudra a Gilgamesh. Um presente de Enki, com a bênção de Enlil, nos concedeu no Monte da Salvação! Quando Ziusudra e sua esposa estavam dormindo, Gilgamesh se atou pedras aos pés.

Inundou-se no manancial, tomou e arrancou a planta de Ser Jovem de novo. Com a planta em sua bolsa, atravessou precipitadamente os túneis, encaminhou-se para o Unug-ki. Quando estava cansado, dormiu; e uma serpente se viu atraída pela fragrância da planta. A planta fez que a serpente se aproveitasse de que Gilgamesh estava dormido; com a planta se desvaneceu. À manhã seguinte, ao descobrir sua perda, Gilgamesh se sentou e pôs-se a chorar. Voltou para o Unug-ki com as mãos vazias, ali morreu como um mortal.

Depois de Gilgamesh reinaram sete reis, mas no Urug-ki; logo, sua realeza tocou a seu fim. Foi exatamente quando se completou a conta de mil anos da Terra (2.760 a.C.)! A realeza da Primeira Região se transferiu ao Urim, a cidade de Nannar e Ningal. Marduk tinha muito em conta todos os assuntos do que acontecia nas outras Regiões. Ra estava inquieto com os sonhos e as visões de Inanna que aludiam aos domínios do Dumuzi. Estava decidido a rebater os planos de expansão da Inanna; encontrou muito que ponderar em questões de ressurreição e imortalidade. Resultava-lhe enormemente atrativo o pensamento da divindade, de modo que se anunciou a si mesmo como um grande deus!

Ra (Marduk) se enfureceu pelo que se tinha permitido a Gilgamesh, em boa medida um Terrestre, mas estimou um caminho mais hábil com o qual conservar a lealdade dos reis e do povo: Se aos semideuses lhes mostra o pórtico para a imortalidade, que aplique aos reis de minha região! Assim se disse Marduk, conhecido com o nome de Ra na Segunda Região: Que os reis de minha Região que sejam descendentes dos Neterus (Anunnakis), viajem ao Nibiru na Outra Vida! Isto decretou Ra em seu reino. Ensinou aos reis a construir tumbas orientadas para o leste, lhes ditou um comprido libero aos escribas-sacerdotes, nele se descrevia com detalhe a viagem à Outra Vida.



No livro se contava como chegar ao Duat, o Lugar dos Navios Celestiais, como, dali, por meio de uma Escada ao Céu, viajar até o Planeta Imperecível, da Planta da Vida comer, beber até não poder mais das Águas da Juventude. Ra falou com os sacerdotes da chegada dos deuses à Terra. O ouro é o esplendor da vida!, disse-lhes. É a carne dos deuses!, disse Ra aos reis. Deu instruções aos reis para fazerem expedições ao Abzu e aos Domínios Inferiores para obterem ouro. Quando os reis de Ra conquistaram pela força das armas as terras que não eram suas, invadiu os reino de seus irmãos, fez nascer e crescer neles a ira.

O que está tramando Marduk, perguntavam-se os irmãos Anunnakis entre si, que vem a nos pisotear? Apelaram a seu pai Enki (então conhecido por Ptah), seu pai, Ra (Marduk) não escutou. Ra ordenou aos reis de Magan e Meluhha que capturassem todas as terras adjacentes, o plano de seu coração era ser o senhor das Quatro Regiões. A Terra é minha, para que eu a governe! Assim, inflexivelmente, falou com seu pai. Vem agora o relato de como Marduk declarou sua própria supremacia e construiu Babili, e de como Inanna, ao mando de reis guerreiros, fez correr sangue e permitiu sacrilégios.

Depois que se transferisse a realeza desde o Unug-ki ao Urim, Nannar e Ningal sorriram sobre o povo. Como correspondia a sua Fila de Trinta, a Nannar se adorava como deus da Lua; decretou doze festividades cada ano, igual ao número de meses da Lua em um ano, a cada um dos doze grandes Anunnaki lhe dedicou um mês e sua festividade. Por toda a Primeira Região, aos deuses Anunnaki, maiores e menores, lhes construíram santuários e lugares de culto, o povo podia orar diretamente a seus deuses.

Na Primeira (Suméria) Região, a civilização do Ki-Engi se difundiu às terras vizinhas, nas Cidades do Homem se designou aos governantes locais como Governadores Justos; artesãos e granjeiros, pastores e tecelões, intercambiavam seus produtos por todas as partes, se decretaram leis de justiça, honraram-se contratos de comércio, de esponsais e de divórcio. Nas escolas, os jovens estudavam, os escribas tomavam nota de hinos, provérbios e da sabedoria. Havia abundância e felicidade nas terras; também havia disputas e usurpações.

Enquanto isso, Inanna vagava com sua nave celeste de terra em terra; cerca do Mar Superior pulava com Utu. Foi aos domínios de seu tio Ishkur, Dudu, Amado, chamava-lhe. Inanna tomou carinho às pessoas que viviam na planície superior dos dois rios; resultava-lhe agradável o som de sua língua, aprendeu a falar sua linguagem. Eles a chamavam pelo nome do planeta Lahamu (Vênus) em sua língua, Ishtar, à sua cidade, Unug-ki, chamaram Uruk; Dudu, como Adad, pronunciavam em sua linguagem. Sem, Senhor dos Oráculos, chamaram a seu pai, Nannar; à cidade Urim a chamaram Ur. Shamash, Sol Brilhante, chamaram Utu em sua língua, também lhe adoravam.

A Enlil, chamavam-lhe Pai Enlil, Nibru-ki era para eles Nippur; Ki-Engi, Terra dos Vigilantes Nobres, foi chamada em sua linguagem Sumer. No Sumer, a Primeira Região, a realeza rodava entre as cidades; na Segunda Região (Egito e norte da África), Ra-Marduk não permitia a diversidade, ele desejava reinar sozinho. O maior do Céu, primogênito que está na Terra! Assim queria ser reconhecido pelos sacerdotes. O principal deus desde os primeiros tempos! Assim decretou que lhe chamassem nos hinos; o senhor da eternidade, que criou a eternidade, que preside sobre todos os deuses. Aquele que não tem igual, o grande solitário e único!

Assim se situava a si mesmo Marduk-Baal-Lúcifer, como RÁ, acima de todos os outros deuses, por si mesmo se atribuía seus poderes e atributos: Sou como Enlil quanto a senhorio e decretos, como Ninurta na enxada e no combate; como Adad pelo raio e o trovão, como Nannar por iluminar a noite; como Utu sou Shamash, como Nergal reino sobre o Mundo Inferior; como Gibil, conheço as profundidades douradas, de onde cobre e prata vêm; como Ningishzidda mando sobre os números e suas contas, os céus falam de minha glória! Os líderes Anunnaki se alarmaram enormemente com estas autoproclamações, os irmãos de Marduk falaram com seu pai Enki, Nergal transmitiu a Ninurta suas preocupações. O que é que passa?, disse Enki a seu filho Marduk. Inauditas são suas pretensões! 



Representação suméria do “deus” Marduk (Rá-Baal-Lúcifer) e seu dragão.

Os céus, os céus falam de minha supremacia!, respondeu-lhe Marduk a seu pai Enki. O Touro do Céu, signo da constelação de Enlil, foi morto por seu próprio descendente, nos céus, a era do Carneiro (Áries), minha era, está chegando, os augúrios são inequívocos! Em sua morada, no Eridú, Enki examinou o círculo das doze constelações, no primeiro dia da primavera, o começo do ano, observou-se atentamente o amanhecer; aquele dia se elevou o sol nas estrelas da constelação do Touro. No Nibru-ki e no Urim, Enlil e Nannar fizeram as observações, no Mundo Inferior, onde tinha estado a Estação dos Instrumentos, Nergal testemunhou os resultados: O tempo do Carneiro ainda é remoto, segue sendo a Era de Touro de Enlil!

Em seus domínios, Marduk não se abrandava em suas afirmações. Nabu lhe ajudou, não enviou seus emissários aos domínios, para anunciar às pessoas que seu tempo tinha chegado. Os líderes Anunnaki apelaram a Ningishzidda, como ensinar ao povo a observar os céus. Em sua sabedoria, Ningishzidda desenhou estruturas de pedra, Ninurta e Ishkur ajudaram-no a contruí-las. Nas terras povoadas, perto e longe, ensinaram aos povos terrestres como observar os céus, mostraram às pessoas que o sol seguia saindo na Constelação de Touro. Enki observava com pesar estes acontecimentos, analisava de que forma o Fado estava dando um giro imprevisto à ordem legítima: depois de declararem-se a si mesmos deuses, os Anunnaki ficaram dependentes do apoio da Humanidade!

Na Primeira Região, os Anunnaki decidiram unificar as terras com um único líder, desejavam um rei guerreiro. Confiou a Inanna, a adversária de Marduk, a tarefa de encontrar um homem adequado. Inanna indicou a Enlil um homem forte ao qual tinha conhecido e amado em suas viagens, Arbakad, comandante de quatro guarnições, era seu pai, sua mãe era uma suma sacerdotisa. Enlil lhe deu cetro e coroa, Sharru-kin, o Regente Justo, designou-lhe Enlil. Como uma vez se fez em Nibiru, se fundou uma nova cidade central para unificar as terras, Agadé (Acad), a Cidade Unificada, chamaram-na, não longe de Kish estava se localizada.

Enlil deu poderes ao Sharru-kin; Inanna acompanhava a seus guerreiros com armas de brilhantismo. Todas as terras, desde o mar Inferior até o Mar Superior, renderam obediência a seu trono, suas tropas se estacionaram nos limites da Quarta Região, para protegê-la. Com olho precavido observava Ra, sem pestanejar, a Inanna e Sharru-kin; depois, como um falcão, se arremeteu sobre sua presa: do lugar onde Marduk tinha pretendido construir a torre que alcançasse o céu, Sharru-kin considerou chão sagrado desde ali até a cidade de Agadé, para implantar nele o Objeto Brilhante Celestial. Enfurecido, Marduk se manteve sobre a Primeira Região, com Nabu e seus seguidores chegaram ao lugar da torre.

Do chão sagrado sou o único possuidor, por mim se estabelecerá um pórtico dos deuses! Assim, veementemente, anunciou Marduk, deu instruções a seus seguidores para que desviassem o rio. Levantaram diques e muralhas no Lugar da Torre, construíram o Esagil, Casa para o Deus Supremo. Babili, o Pórtico dos Deuses, chamou-a Nabu em honra a seu pai, Marduk se estabeleceu no coração do Edin, no meio da Primeira Região! A fúria de Inanna não teve limites; com suas armas infligiu a morte aos seguidores de Marduk. O sangue do povo, como nunca antes na Terra, corria como rios. Até o irmão Marduk, Nergal chegou a Babili, para lhe persuadir de que abandonasse Babili pelo bem do povo.

Esperemos pacificamente os verdadeiros sinais do céu!, disse-lhe Nergal a seu irmão. Marduk aceitou partir, viajou de terra em terra para observar os céus, Amun, o Invisível, passou a se chamar Ra-Marduk a partir de então na Segunda Região. Durante um tempo se aplacou Inanna, dois filhos do Sharru-kin foram seus pacíficos sucessores. Depois, subiu ao trono do Agadé o neto do Sharru-kin; Naram-Sem, Amado por Sem, lhe chamaram. Na Primeira Região, Enlil e Ninurta estavam ausentes, tinham ido às terras de além dos oceanos; na Segunda Região, Ra não estava, viajava como Marduk por outras terras. Inanna viu então uma oportunidade em suas mãos para fazer-se com todos os poderes, ordenou ao Naram-Sem que se apoderasse de todas as terras.

Deu instruções ao Naram-Sem para que partisse contra Magan e Meluhha, domínios de Marduk-Rá. Naram-Sem cometeu o sacrilégio de cruzar a Quarta Região com um exército de terrestres, invadiu Magan, tentou entrar no selado Ekur (a grande Pirâmide), Casa Que Como uma Montanha É. Enlil se enfureceu com seus sacrilégios e suas transgressões; lançou uma maldição contra Naram-Sem e Agadé: Naram-Sem morreu pela picada de um escorpião, por mandato de Enlil foi aniquilada Agadé. Isto aconteceu na conta de mil e quinhentos anos da Terra. Vem agora o relato da profecia de Galzu a Enlil, dada em uma visão; tratava da supremacia de Marduk, de como escolher a um homem para sobreviver a uma calamidade.

Depois que Marduk se converteu em Amun, desintegrou-se a realeza na Segunda Região, reinaram a desordem e a confusão; depois que Agadé fora aniquilada, na Primeira Região reinaram a desordem e a confusão. Na Primeira Região, a realeza estava sumida no desconcerto, transladavam-se das Cidades dos Deuses às Cidades do Homem, Unug-ki, Lagash, Urim e Kish, Isin e lugares mais longínquos, a realeza foi trocando. Depois, Enlil, depois de se consultar com Anu, depositou a realeza em mãos de Nannar; pela terceira vez se concedeu a realeza a Urim, em cujo lugar estava acostumado, para em seguida implantado o divino Objeto Brilhante Celestial. 



STONEHENGE, na Inglaterra, é um dos calendários astronômicos erigidos pelos “deuses” Anunnakis na antiguidade.

No Urim, Nannar designou como rei a um homem justo e condutor de homens, seu nome era Ur- Nammu. Ur-Nammu estabeleceu a igualdade nas terras, pôs fim à violência e aos conflitos, em todas as terras fluiram então uma abundante prosperidade. Foi naquele tempo que, durante a noite, Enlil teve uma visão: Apareceu-lhe a imagem de um homem, era brilhante e resplandecente como os céus; aproximou-se e ficou de pé junto ao leito de Enlil, então reconheceu Enlil a Galzu, o do cabelos brancos!

Galzu sustentava na mão esquerda uma tabuleta de lápis lázuli, nela estavam desenhados os céus estrelados; os céus estavam divididos nos doze signos das constelações, Galzu os assinalava com a mão esquerda. Galzu deixou de indicar ao Touro para assinalar ao Carneiro; três vezes repetiu o movimento. Depois, na visão-sonho, Galzu falou e disse a Enlil: O tempo justo da benevolência e da paz virá seguido pela maldade e o derramamento de sangue. O Carneiro de Marduk substituirá ao Touro de Enlil em três porções celestiais (um grau na abóbada celeste é igual a passagem de 72 anos, três graus, 216 anos), aquele que a si mesmo se declarou como Deus Supremo se apoderará da supremacia do governo na Terra.

Por decreto do Fado, acontecerá uma calamidade como nunca ocorreu antes na Terra! Como nos tempos do Dilúvio, terás que escolher a um homem justo e digno, por ele e por sua semente se preservará a Humanidade Civilizada, tal como pretende o Criador de Tudo Que É! Assim disse Galzu, o emissário divino, a Enlil na visão-sonho. Quando Enlil despertou da visão-sonho noturna, não havia nenhuma tabuleta junto a seu leito. Era um oráculo do céu, ou o imaginei tudo em meu coração? Perguntava-se Enlil a si mesmo. Não contou a visão-sonho a nenhum de seus filhos, Nannar entre eles, nem a Ninlil.

Entre os sacerdotes, no templo do Nibru-ki, Enlil inquiriu aos sábios celestiais sobre os céus e os astros, ao supremo sacerdote indicou a Tirhu, um sacerdote oracular. Era descendente do Ibru, neto do Arbakad, pertencia à sexta geração de sacerdotes do Nibru-ki, estavam casados com as filhas reais dos reis do Urim. Vê o templo de Nannar no Urim, observa o tempo celestial nos céus: Setenta e dois anos da Terra é a soma de uma Porção Celestial, toma cuidadosa nota do passo de três delas (216 anos)! Assim disse Enlil ao Tirhu, o sacerdote, fez-lhe contar o tempo profetizado. Enquanto Enlil refletia sobre a visão-sonho e seus portentos, Marduk ia de terra em terra.

Às pessoas ia falando de sua supremacia, ganhar seguidores era seu objetivo. Nas terras do Mar Superior e nas terras da fronteira do Ki-Engi, Nabu, o filho de Marduk, ia incitando ao povo; seu plano era apoderar-se da Quarta Região. Houve enfrentamentos entre os habitantes do oeste e os habitantes do leste, os reis formaram hostes de guerreiros, as caravanas deixaram de andar, se levantaram as muralhas nas cidades. Está ocorrendo o que Galzu predisse! Disse Enlil a si mesmo. Enlil pôs seu olhar sobre o Tirhu (o Terá bíblico, filho de Naor e pai de Abraão) e seus filhos, descendentes de digna linhagem: Este é o homem a escolher, aquele que Galzu indicara, disse Enlil a si mesmo.

A Nannar, sem lhe revelar a visão-sonho, disse-lhe Enlil: Na terra entre os rios, de onde veio Arbakad, há uma cidade como Urim, será para ti e para o Ningal uma morada longe do Urim. Em sua metade, erige um santuário-templo, e ponha a seu cargo ao Príncipe-Sacerdote Tirhu! Atendendo à palavra de seu pai, Nannar fundou a cidade do Jarán na terra do Arbakad. Para que fora supremo sacerdote em seu santuário-templo enviou ao Tirhu, e a sua família com ele; quando se completaram duas porções celestiais das três profetizadas, Tirhu foi ao Jarán.

Naquele tempo, Ur-Nammu, a Alegria do Urim, caiu de seu carro e morreu nas terras ocidentais. Seu filho Shulgi lhe sucedeu no trono do Urim; Shulgi estava cheio de baixeza e de ânsia por batalhas. No Nibru-ki, ele mesmo se ungiu supremo sacerdote, no Unug-ki procurou os gozos da vulva de Inanna; incluiu em seu exército a guerreiros das terras montanhosas, que não serviam a Nannar, com sua ajuda, invadiu as terras ocidentais e ignorou a santidade do Centro de Controle de Missões dos Anunnakis (Jerusalém). Na sagrada Quarta Região pôs seu pé, Rei das Quatro Regiões se declarou a si mesmo.



Enlil se enfureceu pelas profanações, Enki e Enlil se falaram sobre as invasões. Os soberanos de sua região ultrapassaram todos os limites!, disse-lhe com rispidez Enki a Enlil. Sei filho Marduk é a fonte de todos os problemas!, replicou Enlil. Guardando para si ainda a visão-sonho, Enlil voltou sua atenção sobre o Tirhu. Enlil tinha posto o olhar sobre o Ibru-Um (Abraão), o filho maior do Tirhu. Ibruum era de ascendência principesca e valente, e estava familiarizado com os segredos sacerdotais. Enlil mandou Ibruum proteger os lugares sagrados e permitir as ascensões e descidas dos carros celestes dos deuses Anunnakis.

Logo que Ibruum partiu do Jarán chegou Marduk a essa cidade; ele também tinha observado as profanações, considerava-as como as dores de parto de uma Nova Ordem. Desde o Jarán, nas soleiras da Suméria, planejou seu golpe final, desde Jarán, situada nos limites dos domínios do Ishkur, dirigiu o levantamento dos exércitos. Depois de passar vinte e quatro anos terrestres de estadia no Jarán, Marduk, com lágrimas nos olhos, fez uma chamada ao resto dos deuses, fossem quais fossem seus ascendentes. Confessando suas transgressões, mas insistindo em seu senhorio, lhes disse assim:

OH deuses do Jarán, OH grandes deuses que julgam, conheçam meus segredos! Enquanto me rodeio a bandagem, recordo minhas memórias: Eu sou o divino Marduk (Baal-Lúcifer), um grande deus, em meus domínios sou conhecido como Ra. Por meus pecados fui ao exílio, às montanhas fui, por muitas terras perambulei, desde onde o sol se eleva até onde o sol se põe fui, até a terra do Ishkur cheguei. No meio de Jarán me aninhei durante vinte e quatro anos, em seu templo procurei um augúrio. Até quando?

Pedi um augúrio no templo a respeito de meu governo. Seus dias de exílio terminaram! Dirijo-me ao oráculo no templo. OH grandes deuses que determinam os fados, deixem que eu me encaminhe a minha cidade, que estabeleça em meu templo Esagil uma morada imperecível, que instale um rei no Babili; que se reúnam em minha casa todos os deuses Anunnaki, que aceitem a minha aliança! Assim anunciou Marduk sua chegada aos outros deuses, confessando e apelando. Os deuses Anunnaki se inquietaram e se alarmaram ante a chamada da submissão feita por Marduk.

Enlil convocou a todos para uma grande assembléia para tomar conselho. Todos os líderes Anunnaki se reuniram em Nibru-ki; também foram Enki e os irmãos de Marduk. Todos estavam inquietos pelos acontecimentos, todos se opunham a Marduk e a Nabu. No conselho dos grandes deuses, as acusações se desenfrearam, as recriminações enchiam a câmara. Ninguém pode impedir o que se aproximava; aceitemos a supremacia de Marduk!, unicamente Enki aconselhou. Se se aproximar o tempo do Carneiro (Era astronômica de Áries iniciada em 2.308 a.C), privaremos Marduk do Enlace Céu-Terra! Propôs Enlil irado.

Todos, salvo Enki, concordaram em arrasar o Lugar dos Carros Celestiais; Nergal sugeriu para isso utilizar as Armas de Terror; só Enki se opôs: Da decisão, a Terra transmitiu as palavras a Anu em Nibiru; Anu repetiu as palavras à Terra. O que estava destinado (pelo Criador de Tudo Que É) a ser, fracassará pela decisão de se fazer ao contrário pelos Anunnaki! Assim falou Enki enquanto partia. Para levar a cabo a maldade escolheu-se a Ninurta e a Nergal. Vem agora o relato de como o Fado e o Destino osquestrou, passo a passo, em tempos já esquecidos, para que acontecesse a Grande Calamidade! Fique agora registrado e recordado para sempre:

Quando se tomou a decisão de usar as Armas de Terror, Enlil guardava dois segredos para si: A ninguém, antes que se tomasse a terrível decisão, revelou-lhe Enlil o segredo da visão-sonho que tivera com Galzu; a ninguém, até que se tomou a fatídica decisão, tinha-lhe revelado Enlil seu conhecimento do lugar onde se ocultava o terror! Quando, a despeito de todo os protestos, o conselho permitiu o uso das Armas do Terror, quando Enki, zangado e muito turbado abandonou a câmara do conselho, Enki sorria em seu coração: Só ele sabia onde estavam ocultas as armas!



Assim acreditava Enki. Pois foi ele, antes que Enlil chegasse à Terra, que ocultou as armas, junto com Abgal, em um lugar desconhecido. Enki não sabia que Abgal contou o lugar a Enlil durante seu exílio! Quando Enki se inteirou deste segundo segredo, deu refúgio em seu coração a um desejo: Que, depois de tanto tempo guardadas, o terror das armas tivesse se evaporado! Pouco esperava Enki que as armas com tão larga estadia fossem provocar uma grande calamidade como nunca antes se havia conhecido na Terra. E assim foi que, sem necessidade de Enki, Enlil revelou aos dois heróis o lugar da ocultação das Armas (Bombas atômicas) do Terror:

As sete Armas de Terror moram em uma montanha!, disse-lhes Enlil. Moram no interior de uma cavidade da terra, é necessário revesti-las com o terror! Depois, Enlil lhes revelou o segredo de como despertar às armas de seu profundo sono. Antes que os dois filhos, um de Enlil, um de Enki, partissem para o lugar oculto, Enlil lhes deu palavras de advertência: antes que se usem as armas, o lugar dos carros deve estar vazio de Anunnakis; as cidades devem ser perdoadas, as pessoas não devem perecer!

Em sua nave celeste, Nergal se dirigiu ao lugar oculto, Ninurta se atrasou por causa de seu pai. Enlil desejava lhe dizer uma palavra a seu filho a sós, lhe revelar a ele sozinho um segredo: falou com Ninurta da profecia de Galzu e da eleição do Ibruum. Nergal é irrefletido, te assegure de que as cidades sejam perdoadas, terás que advertir ao Ibruum!, disse-lhe Enlil a Ninurta. Quando Ninurta chegou ao lugar das armas, Nergal já as tinha tirado da cavidade, enquanto despertava seus MEs do comprido sono, Nergal deu um nome de trabalho a cada uma das sete: à primeira arma a chamou A Que Não Tem Rival; à segunda, chamou-a de Ardorosa; à terceira a chamou de A Que Desmorona com Terror; Fundidora de Montanhas chamou à quarta; Vento Que Busca os Limites do Mundo chamou à quinta; A Que Acima e Abaixo a Ninguém Perdoa foi chamada a sexta; a sétima se encheu com um monstruoso veneno, chamou-a Vaporizadora dos Seres Viventes.

Com a bênção de Anu lhes deram as sete armas do Terror a Nergal e a Ninurta, para com elas causar a destruição. Quando Ninurta chegou ao lugar das Armas de Terror, Nergal estava disposto para destruir e aniquilar. Eu matarei ao filho, eu aniquilarei ao pai!, gritava Nergal com ares de vingança. As terras que cobiçam se desvanecerão, destruirei as cidades pecadoras! Valente Nergal, destruirá ao justo com o injusto?, perguntou-lhe Ninurta a seu camarada. As instruções de Enlil são claras! Eu levarei o rumo aos objetivos selecionados, você me seguirás detrás! A decisão dos Anunnaki me é conhecida!, disse Nergal a Ninurta. Ambos esperaram o sinal de Enlil durante sete dias e sete noites.

Tal como era sua intenção, quando terminou sua espera, Marduk voltou para Babili, em presença de seus seguidores, providos com armas, declarou sua supremacia sobre os deuses e a Terra; a conta de anos terrestres era então de mil setecentos e trinta e seis (ano 2.025 a.C). Naquele dia, naquele fatídico dia, Enlil enviou o sinal a Ninurta; Ninurta partiu para Monte Mashu, depois dele ia Nergal. O Monte e a planície, no coração da Quarta Região, inspecionou Ninurta dos céus. Com o coração encolhido, fez um sinal a Nergal: Fique aí!, assinalou-lhe. Então, Ninurta soltou dos céus a primeira arma de terror; com um resplendor, o topo do Monte Mashu se rachou, as vísceras do monte se fundiram em um instante.

Sobre o Lugar dos Carros Celestiais liberou a segunda arma, com o resplendor de sete sóis, as rochas da planície se converteram em uma ferida aberta, a Terra se sacudiu e se desmoronou, os céus se obscureceram depois do resplendor; a planície dos carros celestiais se cobriu de pedras queimadas e trituradas, de todos os bosques que tinham rodeado a planície, só três troncos ficaram em pé. Feito!, exclamou Ninurta da nave celeste, seu Divino Pássaro Negro. Do controle que Marduk e Nabu tanto cobiçavam lhes privou para sempre! Então, Nergal desejou emular a Ninurta, seu coração lhe urgia a ser Erra, o Aniquilador; seguindo o Caminho do Rei, voou até o verde vale das cinco cidades.

Nergal planejava esmagar o verde vale onde Nabu estava convertendo às pessoas, esmagá-lo como um pássaro enjaulado! Sobre as cinco cidades, uma atrás de outra, Erra enviou uma arma de terror dos céus, destruiu por completo as cinco cidades do vale, converteram-se em desolação. Com fogo e enxofre foram arrasadas, tudo o que ali vivia se converteu em vapor. Com tão terríveis armas, as montanhas se vieram abaixo, a barreira que continha as águas do mar se partiu, as água do mar se derramou no vale, o vale ficou alagado pelas águas; quando as águas se derramaram sobre as cinzas das cidades, elevou-se o vapor para os céus.



Feito!, gritou Erra-Ninurta em sua nave celestial. No coração do Nergal já não havia vingança. Inspecionando sua maligna obra, os dois heróis ficaram confundidos com o que viram: os resplendores foram seguidos pelo obscurecimento dos céus, depois ficou o vento da tormenta. Formando redemoinhos dentro de uma escura nuvem, um Vento (radioativo) Maligno levava a penumbra dos céus, com o transcurso do dia, o Sol desapareceu sobre o horizonte com a escuridão, com a noite, um pavoroso resplendor desenhava suas bordas, fez desaparecer à Lua quando saía.

Quando chegou o amanhecer do dia seguinte, do oeste, do Mar Superior, ficou a sopro um vento de tormenta, a nuvem marrom escura se dirigiu para o leste, para as terras habitadas se estendeu a nuvem; ali aonde chegava, trazia sem misericórdia a morte a tudo o que vivia; do Vale de Sem, sem compaixão, engendrada pelos resplendores, a morte foi transportada para a Suméria. Ninurta e Nergal deram a voz de alarme a Enlil e Enki: Implacável, o Vento Maligno leva a morte a todos! Enlil e Enki transmitiram o alarme aos deuses da Suméria: FUJAM!

Fujam, escapem!, gritaram a todos. Que se disperse todo o povo! Que o povo se oculte! Os deuses fugiram de suas cidades, como pássaros assustados escaparam de seus ninhos. Os habitantes das terras caíram sob as garras do Vento Maligno; inútil foi sua tentativa de fuga. Sigilosa era a morte, (a radioatividade) atravessava os muros mais grossos como as águas de uma inundação, não havia porta que pudesse lhe deixar fora, nem ferrolho que pudesse lhe impedir entrada. Aqueles que, por detrás de portas fechadas, ocultaram-se dentro de suas casas, como moscas caíram mortos, aqueles que fugiram às ruas, nas ruas amontoaram seus cadáveres.

Os pulmões cheios de cuspes e escarros, as bocas transbordantes de saliva e espuma escura; quando o Vento Maligno apanhava às pessoas sem ser visto, suas bocas se empapavam em sangue. Lentamente soprou o Vento Maligno sobre as terras, cruzou do oeste a leste sobre planícies e montanhas; matando tudo o que vivia, depois dele ficava tudo morto e moribundo, a população, vegetação e animais pereciam por igual. As águas se envenenaram, nos campos morreu toda vegetação. Desde o Eridú no sul até o Sippar no norte, o Vento Maligno arrasou o país da Suméria. Babili, onde Marduk tinha declarado a sua supremacia, livrou-se do Vento Maligno.

Continua …

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
  6. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  7. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  9. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  10. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  11. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  12. http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/


    Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.


    www.thoth3126.com.br

    Compartilhe:

    52Share on Facebook (Opens in new window)52
    4Click to share on Twitter (Opens in new window)4
    Click to share on Reddit (Opens in new window)
    Click to email this to a friend (Opens in new window)



    URL: http://wp.me/p2Fgqo-6Gq



Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Zecharia Sitchin

Atualização diária

Se gostou! Por favor RECOMENDE aos seus Amigos.
achama.biz.ly 

   
Israel ou Cazária!?

achama.biz.ly email: nai@achama.biz.ly 


EN: VioletFlame * The Illuminati * Alternative Media * North Atlantic Islands * Indian Ocean Islands * South Atlantic Ocean Islands * Alternative Media * Creator's Map * ESU IMMANUEL * Exposing Media DesInformation * Galactic Federation * Indians, Prophecies and UFOs * Illuminati, The * Infinite Being * Israel (!?) * Jews..., the Real ones! * Khazars Jews are converted, not jenuine * Meditation * Media News * NESARA (!?) * SCIENCE, SPIRIT, Free Energy!... * UFO CONTACTS * UFOs (MORE) * USA The 4th NAZI Reich!? * Zionism Lies and The Illuminati * Light a Candle for PEACE * The Red Pill * The True Shadow Government

11.05.15


O Livro perdido de Enki 

 12ª Tabuleta

Posted by Thoth3126 on 11/05/2015





O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre de Nibiru

http://www.bibliotecapleyades.net

Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-sexta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-setima-tabuleta/

Sinopse da Décima-segunda Tabuleta

1. A Terra seca, as planícies e os vales dos rios se repovoam.
2. Ouro em abundância chega das Terras além dos Mares (da América do Sul).
3. Anu e sua esposa Antu chegam em uma visita memorável.
4. Relembrando, os líderes se dão conta de que são marionetes do Destino.
5. Os líderes atribuem três regiões de civilização para a Humanidade (a Suméria na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, o Egito com o rio Nilo e no subcontinente Indiano, com o rio Indus).
6. Indultado por Anu ao partir, Marduk mantém sua rebeldia.
7. A Primeira Região e as instalações espaciais são terras Enlilitas.
8. A primeira civilização do Homem começa na Primeira Região (Suméria).
9. Marduk usurpa um lugar para construir uma torre de lançamento ilícita.
10. Frustrado pelos Enlilitas, Marduk toma à força a Segunda Região (o Egito).
11. Depõe e exila a Ningishzidda para terras longínquas declara-se a si mesmo Ra, deus supremo, em uma nova religião.
12. Dá início aos reinados faraônicos para marcar uma nova civilização.
13. Enlil designa a seu filho Ishkur para que proteja as fontes de ouro na Cordilheira dos Andes, na América do Sul.
14. A Inanna lhe concedem os domínios da Terceira Região (o Vale do rio Indus, atual Índia e Paquistão).
15. Os deuses concedem a realeza ao homem, começam as guerras.

A DÉCIMA SEGUNDA TABULETA


Anu decidiu ir à Terra uma vez mais; com Antu, sua esposa, desejava vir. Enquanto esperavam sua chegada, os Anunnaki começaram a restabelecer suas moradas no Edin após o dilúvio. Das terras montanhosas, onde moravam os descendentes de Sem, as pessoas de cabeça negra (os seres humanos sobreviventes) emigraram às terras de antigamente. Sobre o terreno recém seco, os Anunnaki lhes deixaram assentar-se, para que provessem de mantimentos para todos. Onde antes do Dilúvio se levantou Eridú, a primeira cidade de Enki, sobre montões de lodo e lama desenhou-se uma nova Eridú. Em seu centro, sobre uma plataforma elevada, construiu-se uma morada para Enki e Ninki, a chamaram de “Casa do Senhor Cujo Retorno É Triunfante”; adornaram-na com ouro, prata e metais preciosos que foram cedidos pelos filhos de Enki.


Acima: Os Anunnaki resolveram criar quatro regiões com civilização humana após o dilúvio, três para a Humanidade, uma restringida a eles próprios: estabeleceram a primeira região na antiga terra do Edin (n.t. Suméria, Mesopotâmia, entre os Rios Tigre e Eufrates, hoje o atual Iraque), sob o domínio de Enlil e seus filhos.

Em um círculo que assinalava a abóbada celeste acima, plasmaram-se as doze constelações pelos seus signos zodiacais. Nas terras mais abaixo, igual ao Abzu, fluíam as águas cheias de peixes. Em um santuário, um lugar onde não podiam entrar os que não eram convidados, Enki guardava as fórmulas ME. Para Enlil e Ninlil se fundou uma nova Nibru-ki sobre o lodo e a lama; reconstruiu-se as moradas do povo, os redis e os estábulos, murou-se um recinto sagrado. Em seu interior se construiu uma morada para Enlil e Ninlil, em sete níveis se elevava; uma escada, que parecia subir ao céu, levava até a plataforma mais elevada. Ali guardava Enlil suas Tabuletas dos Destinos, com suas armas as protegiam: o Olho Elevado que explora as terras, o Raio Elevado que tudo penetra.

No pátio, em seu próprio recinto, guardava-se o veloz Pássaro celeste de Enlil (sua espaçonave). Enquanto se aproximava a chegada de Anu e Antu, selecionou-se um novo lugar para sua estadia no Edin, que não fosse nem de Enlil nem de Enki. Chamaram-lhe por Unug-ki, o Lugar Encantador. Plantaram-se árvores de sombra, e em metade se construiu uma estrutura de um branco puro, chamada a Casa de Anu. Seu exterior também se elevava em sete níveis; seu interior era como a residência de um rei. Quando chegou à Terra o carro celestial de Anu, as espaçonaves celestes os Anunnaki se elevaram para ele; lhe indicando o caminho para que aterrissasse a salvo no Lugar dos Carros, em Tilmun (atual Península do Sinai).

Utu, o comandante do Lugar, deu as boas-vindas à Terra aos seus bisavôs. Os três filhos de Anu, Enlil, Enki e Ninharsag estavam ali para lhes receberem. Todos se abraçaram, nossa separação, diziam-se uns aos outros. Olhavam-se uns aos outros, examinando os fatos na passagem do tempo: Embora mais longevos na passagem dos Shars (um ano de Nibiru=3.600 anos da Terra) eram os pais, que residiam em Nibiru, eles pareciam mais jovens que os filhos que residiam na Terra! Aos dois filhos, Enlil e Enki lhes via velhos e com barba; Ninharsag, em outros tempos jovem e bela, estava velha, encurvada e enrugada. Os cinco estavam molhados em lágrimas; mesclavam-se as lágrimas de alegria com as lágrimas de pesar.

Em naves celestes foram levados ao Edin os convidados e seus anfitriões, as espaçonaves aterrissaram em um lugar preparado junto ao Unug-ki. Todos os Anunnaki que tinham ficado na Terra estavam de pé como guarda de honra. Salve e sejam bem-vindos! Salve e sejam bem-vindos!, gritavam em uníssono para Anu e Antu. Depois, os Anunnaki acompanharam aos convidados em procissão, cantando e tocando música, até a Casa de Anu. Na Casa de Anu, ele se lavou e descansou junto à sua esposa Antu, mais tarde se perfumou e se vestiu. Antu foi escoltada pelas mulheres Anunnaki até a Casa do Leito Dourado; em um pátio aberto, enquanto a brisa da tarde fazia sacudir as folhas das árvores, Anu e Antu se sentaram sobre tronos. Aos seus flancos estavam Enlil, Enki e Ninharsag.

Os assistentes, serviçais seres humanos da Terra, que estavam completamente nus, serviram vinho e bom azeite; outros, em um local mais distante, estavam assando ao fogo um touro e um carneiro, presentes de Enlil e Enki. Preparou-se um grande banquete para Anu e Antu, esperava-se o sinal nos céus para começar. Seguindo as instruções de Enlil, Zumul, que estava instruído em matéria de estrelas e planetas, ascendeu aos níveis da Casa de Anu para anunciar a aparição dos planetas na noite dos céus da Terra. No primeiro nível apareceu Kishar (Júpiter) nos céus orientais, Lahamu (Marte) se viu no segundo nível, Mummu (Mercúrio) se anunciou no terceiro nível, Anshar (Saturno) surgiu no quarto nível, Lahmu se viu no quinto nível, a Lua anunciou-se desde o sexto nível.


Eridú foi reconstruída pelos Anunnaki após o dilúvio

Depois, a um sinal do Zumul, começou-se a cantar o hino O Planeta de Anu (Nibiru) se Eleva nos Céus, pois, do nível mais alto, o sétimo, divisou-se o avermelhado Nibiru. Os Anunnaki batiam palmas e dançavam com a música, celebravam dançando e cantando, cantavam em homenagem ao planeta (Nibiru) que aumenta em brilho, ao planeta celestial do senhor Anu. A um sinal se acendeu uma fogueira, vendo-se de lugar em lugar que se acenderam mais fogueiras: antes que terminasse a noite, toda a terra do Edin estava acesa com fogueiras! Depois da repasto de carne assada de touro e carne de carneiro, de pescado e de caça, acompanhada de vinhos e cervejas, Anu e Antu se recolheram às suas dependências para que passassem a noite; Anu e Antu agradeceram a todos os Anunnaki pela suntuosa festa.

Durante vários dias e noites da Terra, Anu e Antu dormiram; ao sexto dia, Anu chamou a seus dois filhos (Enki e Enlil) e a sua filha (Ninharsag). Escutou seus relatos dos fatos acontecidos na Terra, soube da paz e da guerra. Anu soube de como os seres humanos terrestres, que tinham que terem sido aniquilados pelo juramento de Enlil, haviam proliferado de novo. Enlil lhe revelou o descobrimento de ouro na terra além dos oceanos (América do Sul) e o lugar para os carros (espaçonaves) celestiais que havia ali. Foi então quando Enki contou a seu pai o sonho e a tabuleta de Galzu falando sobre o Dilúvio. Anu ficou enormemente desconcertado com isto: Nunca enviei à Terra um emissário secreto com esse nome! Assim disse Anu, o rei de Nibiru aos seus três filhos, os três líderes da Terra. Enki, Ninharsag e Enlil estavam desconcertados, olharam-se perplexos um para o outro.

Por causa da mensagem de Galzu, com os planos para se construir uma arca deixados na tabuleta, se salvaram Ziusudra e a semente de vida humana da Terra, após o dilúvio, disse Enki. Devido a mensagem de Galzu nos ficamos na Terra, disse Enlil a seu pai Anu. O dia que voces três voltarem para Nibiru voces morrerão, disse-nos Galzu. Incrédulo disto estava Anu; a mudança de ciclos, certamente, causava estragos na fisiologia de quem vinha de Nibiru morar na Terra, mas se podia curar com elixires! De quem Galzu era emissário, se ele não foi enviado por Anu?, disseram em uníssono Enki e Enlil. Quem quis salvar aos humanos terrestres, quem fez com que ficássemos na Terra? Ninharsag moveu a cabeça lentamente: Galzu apareceu enviado pelo “Criador de Tudo Que Existe“.

A criação dos humanos terrestres também estava destinada para acontecer pelo nosso intermédio, disso devo me maravilhar! Durante um momento guardaram silêncio os quatro; cada um rememorou em seu coração os acontecimentos do passado. Enquanto nós decretávamos fados, a mão do destino dirigia cada passo em nossas vidas sem que o percebêssemos! Assim disse Anu. A vontade do “Criador de Tudo Que É” agindo é muito evidente: Na Terra e para os humanos terrestres, só somos emissários (do Criador de Tudo que É), e nada mais.

“A Terra pertence aos humanos terrestres, Ele nos utilizou para preservá-los e para lhes fazer avançar em evolução! Se essa for nossa missão aqui, atuemos de acordo com isso!” Assim falou Enki. Os grandes Anunnaki que decretam os fados intercambiaram conselhos no referente às terras: os Grandes Anunnaki decidiram criar regiões civilizadas, para proporcionar nelas conhecimentos para à Humanidade; fundar cidades para a civilização do homem terrestre, criar nelas recintos (Zigurates na Suméria) sagrados como morada para os Anunnaki; estabelecer a realeza na Terra, igual a de Nibiru, dar coroa e cetro a um homem escolhido; transmitir através dele a palavra dos Anunnaki ao povo, fazer cumprir o trabalho e desenvolver destreza; estabelecer nos recintos sagrados um sacerdócio, para servir e dar culto aos Anunnaki como senhores (“deuses”) nobres.



Ensinar os conhecimentos secretos, transmitir a civilização à Humanidade.
Os Anunnaki resolveram criar quatro regiões, três para a Humanidade, uma restringida a eles próprios: estabelecer a primeira região na antiga terra do Edin (n.t. Suméria, Mesopotâmia, entre os Rios Tigre e Eufrates, hoje o atual Iraque), sob o domínio de Enlil e seus filhos; para em seguida criar a segunda região na Terra dos Dois Estreitos (n.t. Norte da África (Egito), desde o Estreito de Gibraltar até o Mar Vermelho), para que a governasse Enki e seus filhos.

A terceira região se concedeu o governo a INANNA em uma terra distante, (n.t. O vale do atual Rio Indus, no subcontinente indiano, hoje o Paquistão, cidades cujos restos arqueológicos foram descobertos em Mohenjo-Daro e Harapa) para que não se mesclasse com as outras duas regiões; a quarta região, consagrada só para os Anunnaki, seria a península (atual península do Sinai) do Lugar dos Carros Celestiais (n.t. Havia ainda outra região densamente povoada pela raça vermelha, a descendência de Ka-in, com a capital sendo a cidade de Tenochtitlan, no atual México – Península do Yucatan). Vem agora o relato da viagem de Anu às terras de além dos oceanos (América do Sul), e de como na Primeira Região se restabeleceram cidades para os Anunnaki.

Tendo tomado as decisões a respeito das quatro regiões e das civilizações da Humanidade, Anu perguntou pelo seu neto Marduk. Quero vê-lo de novo!, disse Anu aos líderes. Se eu mesmo causei a cólera de Marduk ao convidar a Dumuzi e Ningishzidda para visitarem Nibiru! Questionava-se Anu; desejava reconsiderar o castigo de Marduk. Quando fizer sua viagem às terras de além dos oceanos (América do Sul), enviarei mensagem para Marduk, para que se encontre contigo! A região para onde foi banido, onde ele vaga, está naquelas partes da Terra! Assim disse Enlil a Anu. Antes do casal real ir às terras distantes, Anu e Antu inspecionaram o Edin e suas terras; visitaram a nova Eridú e Nibru-ki, viram o local onde se planejaram construir as cidades da primeira região.

No Eridú, Enlil se queixou de Enki: Enki guarda para si as fórmulas ME! Anu, sentado no assento de honra, disse palavras de louvor a Enki: Meu filho construiu uma magnífica casa para si, belamente sobre uma plataforma está elevada. Enki dará grandes conhecimentos às pessoas que rodeiam e servem à Casa; agora, os conhecimentos que se guardam em segredo nos ME, devem ser compartilhados com outros Anunnaki! Enki se sentiu irritado; prometeu a Anu compartilhar com todos as fórmulas divinas. Nos dias posteriores, Anu e Antu inspecionaram as outras regiões em espaçonaves celestes.

Depois, no décimo sétimo dia, o casal real voltou para o Unug-ki para descansar uma noite mais. Na manhã seguinte, quando os Anunnaki mais jovens chegaram ante Anu e Antu para serem abençoados, Anu se afeiçoou por sua bisneta Inanna; estreitou-a, abraçou-a e a beijou. Leve-se em conta todas as minhas palavras!, anunciou aos congregados: Este lugar, depois que formos embora, dee a Inanna como dote, que seja meu presente para Inanna a nave celeste na qual inspecionamos a Terra! Com regozijo, Inanna se pôs a dançar e a cantar, seus louvores a Anu chegariam a ser cantados como hinos com o passar do tempo. Depois, despedindo-se dos Anunnaki, Anu e Antu partiram para as terras além dos oceanos (a Cordilheira dos Andes, na América do Sul).

Enlil e Enki, Ninurta e Ishkur, foram com eles à terra dourada. Para impressionar a Anu, o rei, com as grandes riquezas de ouro, Ninurta construiu para Anu e Antu uma morada; seus blocos de pedra, esculpidos à perfeição, estavam revestidos por dentro de ouro puro. Um recinto dourado, com flores de coralina esculpida, esperava ao casal real de Nibiru! À beira de um grande lago (o Lago Titicaca) da montanha se erigiu a morada. Mostrou aos visitantes como se recolhiam as pepitas de ouro. Aqui há ouro suficiente para muitos Shars vindouros!, disse Anu satisfeito. Em um lugar próximo, Ninurta mostrou a Anu e a Antu um montículo artificial, Ninurta explicava como foi feito um lugar para fundir e refinar os metais.

Mostrou-lhes como se extraía um novo metal das pedras: o Anak (o Estanho, encontrado em abundância no Peru e Bolívia), “Feito Anunnaki”, ele foi nomeado, mostrou-lhes como, ao combiná-lo com o abundante cobre, tinha inventado um forte metal (o BRONZE). No grande lago, desde cujas costas chegam os metais, Anu e Antu navegaram. O Lago do Anak o chamou Anu, a partir de então foi seu nome.

Depois, das terras do (América do) norte, terras onde se caçavam grandes (Búfalos) bestas com chifres em sua pradarias, veio Marduk ante seu pai Enki e seu avô Anu; Nabu, seu filho, estava com ele. Quando Enki perguntou por Sarpanit, Marduk lhes falou com pesar de sua morte. Agora, só Nabu esta comigo!, disse Marduk a seu pai Enki e a seu avô, Anu, que estreitou contra seu peito a Marduk: Suficientemente fostes castigado!, disse-lhe Anu; pondo a mão direita na cabeça de Marduk, Anu benzeu a Marduk para ser definitivamente perdoado.


O lago Titicaca, na Cordilheira dos Andes

Do lugar dourado, acima nas montanhas (Cordilheira dos Andes), todos os que se reuniram foram até a planície de baixo Planície de NAZCA). Ali, estendendo-se até o horizonte, Ninurta tinha preparado um novo lugar para os carros. O carro celestial de Anu e Antu estava ali preparado, carregado até os batentes com ouro. Quando chegou a hora de partir, Anu disse a seus filhos palavras de despedida e de orientação: Seja o que seja que o Destino (a vontade do Criador de Tudo Que É) pretende para a Terra e para os humanos terrestres, deixem que aconteça! Se para o Homem, e não mais para os Anunnaki, está destinada a herança da Terra, ajudemos o destino. Deem o conhecimento à Humanidade, lhes ensinem até certa medida os segredos do céu e da Terra, lhes ensinem leis de justiça e retidão. Estas instruções deu, fraternalmente, Anu a seus filhos, Enki e Enlil.

Uma vez mais se estreitaram, abraçaram-se e se beijaram, e do novo lugar dos carros celestiais Anu e Antu partiram para Nibiru. O primeiro a romper o pesaroso silêncio foi Marduk; suas palavras continham muita ira: O que é este novo Lugar dos Carros Celestiais?, exigiu uma explicação aos outros. O que ocorreu depois de meu exílio sem meu conhecimento? Quando Enki falou com Marduk das decisões das quatro regiões, a fúria de Marduk não conheceu limites: por que Inanna tem uma região só sua para governar, a causadora da morte de Dumuzi? As decisões foram tomadas, não se podem mais alterar! Assim disse Enlil a Marduk. Voltaram para o Edin e às terras adjacentes em naves celestes separadas. Pressentindo problemas, Enlil deu instruções ao Ishkur para que ficasse atrás, para vigiar o ouro.

Para comemorar a visita do rei Anu, introduziu-se uma nova conta da passagem do tempo, um novo calendário, com a contagem pela passagem dos anos da Terra, não mais pela passagem dos Shars de Nibiru (1 Shar equivalente a 3.600 anos da Terra), para contar o que acontecesse na Terra. Na Era de Touro (o calendário tem início em 3.760 a.C., durante a Era de Touro, iniciada em 4.468 a.C), que foi dedicada a Enlil, começou a contagem pelos anos da Terra. Quando os líderes retornaram ao Edin, o lugar da primeira região civilizada, os Anunnaki ensinaram aos Terrestres como fazer tijolos com barro, para com eles construir casas e cidades. Mas onde uma vez só se levantaram as cidades dos Anunnaki, também levantavam-se agora cidades tanto para eles bem como para os Terrestres.



Nessas novas cidades se consagraram recintos sagrados para os grandes Anunnaki (os Zigurates), nelas, se proporcionou aos Anunnaki nobres moradas, às que a Humanidade chamou Templos; neles, servia-se e se dava culto (divino) aos Anunnaki como Senhores Nobres, lhes honravam com números, a linha sucessória à Humanidade fizeram saber: Anu, o celestial, tinha a lista do número sessenta, a Enlil foi dado o número cinqüenta, a Ninurta, seu filho principal, Enlil lhe concedeu a mesma lista de cincoenta. O seguinte na sucessão era o senhor Enki, sustentava o número quarenta; a Nannar, o filho de Enlil e Ninlil, se atribuiu a lista do número trinta. A seu filho e sucessor, Utu, tocou-lhe o número vinte; ao resto dos filhos dos líderes Anunnaki lhes foi concedido a lista do número dez. As listas dos números cinco se compartilharam entre as mulheres Anunnaki e as esposas.

Depois que se terminaram a reconstrução de Eridú e Nibru-ki e suas morada-templos, construiu-se no Lagash o recinto do Girsu para Ninurta, ali se resguardava Ninurta e Bau, sua esposa, O Caçador Supremo e o Golpeador Supremo, as armas que Anu lhe deu de presente, protegiam o Eninnu. Onde antes do Dilúvio se localizava Sippar, em cima de um monte elevado, Utu fundou uma nova Sippar. No Ebabbar, a Casa Brilhante, levantou-se uma morada para Utu e sua esposa Aia. Dali, Utu promulgou leis de justiça para a Humanidade. Onde os estragos do dilúvio foram irrecuperáveis e não se pôde seguir os planos de antanho, se escolheram novos locais para antigas instalações. Adab, numa localização não distante do Shurubak, converteu-se no novo centro de Ninharsag. Ali, sua morada-templo recebeu o nome da “A Casa do Socorro e do Conhecimento Curador”; em seu santuário guardou Ninharsag os ME de como se criou os seres humanos Terrestres.

A Nannar foi proporcionado uma cidade com ruas retas, canais e molhes; Urim era seu nome, a sua morada-templo (Zigurate) se chamou Casa da Semente do Trono, ela refletia os raios da Lua sobre suas terras. Ishkur voltou para as terras montanhosas do norte, sua morada se chamou a Casa das Sete Tormentas. Inanna residiu no Unug-ki, vivia na morada que Anu lhe tinha dado. Marduk e seu filho Nabu passaram a viver no Eridú, no Edin não tinham suas próprias moradas. Vem agora o relato da primeira Cidade dos Homens construída e da realeza na Terra, e de como Marduk tramou construir uma torre e de onde Inanna roubou os ME.

Na Primeira Região, nas terras do Edin e nas cidades com recintos sagrados (Templos, Zigurates), os senhores Anunnaki ensinaram trabalhos e ofícios aos Terrestres. Não muito depois se irrigaram os campos, logo as embarcações navegavam em rios e por seus canais; redis para conter rebanhos de gado foram feitos e os celeiros logo estavam transbordantes com alimentos, a prosperidade e abundância novamente enchia toda a terra. Ki-Engi, a Terra dos Nobres Vigilantes, se chamou à Primeira Região (Suméria, na Mesopotâmia). Depois, decidiu-se deixar que as pessoas humanas de cabeça negra tivessem uma cidade para elas mesmas. Kishi, Cidade Cetro, chamou-se, em Kishi (histórica KISH) começou a realeza do Homem. Ali, em terreno consagrado, Anu e Enlil implantaram o Objeto Brilhante Celestial. Nele, Ninurta designou o primeiro rei, Homem Poderoso foi seu título real. Para fazê-lo centro da Humanidade Civilizada, Ninurta viajou até Eridú para obter de Enki as tabuletas ME que conservavam as fórmulas divinas para a realeza.

Com o traje adequado, Ninurta entrou no Eridú com respeito, perguntou pelos ME da realeza: Enki, o senhor que salvaguarda todos os ME, concedeu a Ninurta cinqüenta ME. No Kishi, ensinou às pessoas de cabeça negra a calcular com números, a celestial Nisaba lhes ensinou a escrever, a celestial Ninkashi lhes mostrou como fazer cerveja. No Kishi, dirigidos por Ninurta, proliferou o trabalho do forno e da forja de metais, carretas com rodas, puxadas por asnos machos, criaram-se habilmente no Kishi. No Kishi se promulgaram leis de justiça e de reta conduta. Foi no Kishi onde o povo compôs hinos de louvor a Ninurta: de suas heróicas façanhas e vitórias cantavam, sobre o seu “terrível Pássaro Negro” cantavam, de como tinha submetido aos bisões em terras longínquas, como tinha encontrado o metal (estanho) branco para mesclá-lo com o cobre.


Restos do Zigurate da antiga cidade bíblica de Ur, na Mesopotâmia

Foi um tempo glorioso para Ninurta, que foi honrado com a Constelação do Arqueiro (Sagitário) lhe sendo dedicada. Enquanto isso, Inanna esperava para exercer seu domínio sobre a Terceira Região, ela exigia dos líderes os seus domínios. A Terceira Região virá depois da segunda ser implantada!, asseguravam-lhe os líderes Anunnaki. Depois de perceber como Ninurta tinha ido ao Eridú, de como tinha obtido o ME da realeza, Inanna urdiu um plano em seu coração, tramou a obtenção do ME de Enki. Enviou a sua donzela de câmara Ninshubur a Eridú, para anunciar uma visita de Inanna. Depois de ouvir isto, Enki deu rapidamente instruções a Isimud, seu mordomo: A donzela, completamente só, dirige seus passos até minha cidade de Eridú, Quando chegar, completamente sozinha, fá-la entrar em minhas câmaras interiores. Lhe ponha água fria para que refresque seu coração, lhe dê bolos de cevada com manteiga, prepara vinho doce, enche as vasilhas de cerveja até a borda!

Quando Inanna entrou sozinha na morada de Enki, Isimud seguiu as ordens do Enki; depois, quando Enki recebeu a Inanna, viu-se afligido pela beleza da Inanna: Inanna ia cheia de jóias, através de seu fino vestido se lhe revelava seu corpo. Quando ela se inclinava, Enki admirava completamente seus seios. Beberam vinho doce das taças, competiram em beber cerveja. Mostre-me os ME!, disse-lhe Inanna a Enki brincando, Deixa que eu segure um ME em minha mão! Sete vezes no transcurso da competição Enki deixou Inanna sustentar os ME, as fórmulas divinas de governo, a realeza, o sacerdócio e dos registros, Enki deixou Inanna sustentar os ME do traje amoroso e da guerra; da música e do canto, do trabalho da madeira, dos metais e das pedras preciosas, os noventa e quatro ME necessários para os reinos civilizados deu Enki a Inanna. Segurando com força os seus prêmios obtidos, Inanna fugiu do dormitório de Enki; apressou-se em chegar a seu Navio do Céu, deu instruções de elevar-se e afastar-se ao seu piloto. Quando Isimud despertou a Enki de seu torpor, disse prende a Inanna!, disse a Isimud. Quando Enki ouviu de Isimud que Inanna já tinha partido em seu Navio do Céu, deu instruções a ele para que perseguisse Inanna na nave celeste de Enki. Temos que recuperar todos os ME!, disse-lhe.

Isimud interceptou o Navio do Céu de Inanna nas cercanias do Unug-ki, a fez voltar para Eridú e enfrentar à ira de Enki. Mas quando Inanna foi levada de volta a Eridú, os ME não estavam com ela: Inanna já os tinha dado à sua donzela de câmara, Ninshubur, para a Casa de Anu em Unug-ki os tinha levado Ninshubur. Em nome de meu poder, em nome de meu pai Anu, ordeno que me devolvas os ME! Assim lhe falou Enki, enfurecido, a Inanna; em sua morada a deixou cativa. Quando ouviu isto, Enlil foi a Eridú para enfrentar-se com seu irmão. Em justiça obtive os ME, o mesmo Enki os pôs em minhas mãos! Assim o disse Inanna a Enlil; verdade que Enki admitiu.

Quando chegar a seu fim o tempo da cidade de Kishi, a realeza passará ao Unug-ki declarou Enlil. Quando Marduk ouviu tudo isto, enfureceu-se enormemente, sua ira não conheceu limites. Suficiente foi minha humilhação!, gritou Marduk a seu pai Enki. Imediatamente, exigiu de Enlil uma cidade sagrada para si mesmo no Edin. Mas Enlil não teve em conta a petição de Marduk, e Marduk tomou em suas próprias mãos o fado. Considerou um lugar que tinha sido selecionado para a chegada de Anu, antes que se decidissem pelo Unugki, chamou a seu filho Nabu, aos Igigi e a seus descendentes desde suas terras dispersas, para fundar uma cidade sagrada para Marduk, um lugar para as espaçonaves celestes!



Quando seus seguidores reunidos no lugar não encontraram pedras com as quais construir, Marduk lhes mostrou como fazer tijolos e cozê-los ao fogo, para que servissem como pedras; com tudo isto, começaram a construir uma torre cujo topo pudesse alcançar os céus. Enlil se apressou em ir ao lugar para frustrar o plano, tentou aplacar a Marduk com palavras de calma; mas não conseguiu deter a Marduk e a Nabu em sua empresa. Enlil reuniu a seus filhos e netos no Nibru-ki; consideraram todos o que podiam fazer. Marduk está construindo um Pórtico para o Céu não permitido, o está confiando aos Terrestres! Assim disse Enlil a seus filhos e netos.

Se permitirmos que isto ocorra, nada de quanto se proponha a Humanidade ela deixará de alcançá-lo! Terá que deter este malfadado plano!, disse Ninurta; todos concordaram nisso. Era de noite quando, desde o Nibru-ki, chegaram os Anunnaki enlilitas, desde suas naves celestes deixaram cair sobre a torre em construção fogo e enxofre; à torre e a todo o acampamento deram fim por completo. Então, Enlil decidiu dispersar o líder e a seus seguidores, Enlil decretou confundir seus conselhos na sucessão, destruir sua unidade: até agora, todos os Terrestres tinham uma só linguagem, em uma única língua se falam. Na sucessão confundirei sua linguagem, para que não se compreendam mais entre si!

Tudo isto aconteceu no ano trezentos e dez (ano 3.450 a.C) desde que começou a contagem do tempo pelos anos da Terra: em cada região e em cada terra fez falar às pessoas em línguas diferentes, depois deu a cada povo uma forma diferente de escritura, para que não se pudessem compreender uns aos outros. Vinte e três reis reinaram em Kishi, durante quatrocentos e oito anos foi a Cidade do Cetro; também foi no Kishi que um amado rei, Etana, foi levado em uma viagem celestial. Que no tempo atribuído se transfira a realeza ao Unug-ki! Assim o decretou Enlil. Até seu chão se transferiu o Objeto Brilhante Celestial desde o Kishi. Quando lhe anunciou ao povo a decisão, cantaram a Inanna um hino de exaltação.

Dama dos ME, Reina, brilhante resplandecente, justa, vestida radiante, amada do céu e a Terra; pelo amor de Anu foi consagrada, portadora de grandes adorações, sete vezes obteve os ME, em sua mão os sustenta. Destinados para a tiara da realeza, adequados para o supremo sacerdócio, Dama dos grandes ME, deles é a guardiã! No ano quatrocentos e nove desde que começou a conta dos anos da Terra, se transferiu ao Unug-ki a realeza da Primeira Região; seu primeiro rei foi o supremo sacerdote da morada do templo de Eanna, era um filho de Utu! Quanto a Marduk, foi à Terra dos Dois Estreitos, esperava ser o senhor da Segunda Região (governada por Enki, seu pai), uma vez ali se estabelecesse.


Reprodução de Inanna, em uma estela suméria, segurando dois Anks (símbolo da vida), sobre dois leões (seu animal símbolo) com duas corujas (símbolo de sabedoria) em seus lados.

Vem agora o relato de como se estabeleceram a Segunda e a Terceira Região de civilização no planeta, e de como Ningishzidda foi exilado e Unug-ki ameaçou a Aratta. Quando Marduk, depois de uma larga ausência exilado, voltou para a Terra dos Dois Estreitos, encontrou ali a Ningishzidda como seu senhor, seu Nobre Senhor era Ningishzidda. Ele fiscalizava as terras com a ajuda dos descendentes dos Anunnaki que se haviam casado com mulheres terrestres, o que uma vez Marduk tinha planejado e instruído, Ningishzidda o tinha revogado. O que é que se passou? exigiu saber Marduk. Ele acusou a Ningishzidda da destruição do oculto, de fazer Hóron (Hórus) partir para um lugar deserto, um lugar que não tem água, um lugar sem limites onde não desfrutava de prazeres sexuais!

Os dois irmãos criaram um alvoroço, se envolveram (de novo Marduk) em uma amarga disputa. Chamada a atenção, aqui estou em meu próprio lugar!, disse Marduk a Ningishzidda. Você tomou o meu lugar; de agora em diante, tu só serás um ajudante meu. Mas se te sentes inclinado para a rebelião, a outra terra terá que largar! Durante trezentos e cinqüenta anos da Terra, estiveram brigando os irmãos na Segunda Região, a terra dos Estreitos. Durante trezentos e cinqüenta anos, esteve a terra no caos, havia diferenças entre os irmãos. Então, Enki, o pai de ambos, disse a Ningishzidda: Pelo bem da paz, parte para outras terras! Ningishzidda optou por ir a uma terra de além dos oceanos (América do SUL), com um grupo de seguidores se foi para ali.

Seiscentos e cinqüenta anos da Terra era nesse momento a conta (ano 3.508 a.C.), mas nos novos domínios, onde Ningishzidda foi chamado de “A Serpente Alada” (n.t. Quetzatcoatl), começou uma nova contagem própria do tempo (Calendário MAIA). Na Terra dos Dois Estreitos se estabeleceu a Segunda Região sob o domínio de Marduk; nos anais da Primeira Região chamaram esta região de MAGAN, Terra do Rio (NILO) das Cascatas. Mas, para a gente da Segunda Região, quando as línguas se confundiram, lhe chamaram a partir de então HEM-LHA, a “Terra Marrom Escura”. Na nova língua se chamou aos Anunnaki, os Vigilantes Guardiões como Neteru. Marduk foi adorado como o deus RÁ, o Brilhante; a Enki se passou a venerar como PTAH, o Construtor.



A Ningishzidda se renomeou como Tehuti (mais tarde seria mudado para Thoth), o Mediador Divino; para apagar sua memória (de Tehuti, Thoth, Ningishzidda), Ra-Marduk substituiu sua imagem no Leão de Pedra pela de seu filho Assar. Ra fez com que o povo contasse por dez, não mais por sessenta; também dividiu o ano em doze meses, substituiu a observação da Lua pela observação do Sol. Enquanto sob o senhorio do Tehuti se restabeleceram as antigas Cidades do Norte e Cidades do Sul (no vale do Rio Nilo), Marduk/Ra uniu em uma só Cidade da Coroa as duas terras, a do Norte e a do Sul. Um rei, um descendente do Neteru e terrestre, designou ali; Mena foi seu nome (Faraó Menés). Onde as duas terras (África e Oriente Médio) se encontram e o grande rio se divide (o delta do rio Nilo), Ra fundou uma Cidade do Cetro. Deu-lhe esplendor para ultrapassar a cidade de Kishi, na Primeira Região, e a chamou de Mena-Nefer, a Beleza de Mena.

Para honrar a seus maiores, Ra construiu uma cidade sagrada, para honrar ao rei de Nibiru a chamou de Annu; ali, sobre uma plataforma, erigiu uma morada templo para seu pai Enki-Ptah, o seu ápice, em cima de uma alta torre, saía para o céu como um foguete afiado. Em seu santuário, Ra depositou a parte superior de sua Barca Celestial, e a chamou Ben-Ben; era aquela na qual tinha viajado do Planeta dos Inumeráveis Anos. No dia de Ano Novo, o rei realizava as cerimônias como Sumo Sacerdote, unicamente nesse dia, entrava sozinho na profunda Sala da Estrela, ante o Ben-Ben punha as oferendas. Para beneficiar à Segunda Região (e seu filho), Enki-Ptah deu a Ra-Marduk todo tipo de ME, para que sua civilização florescesse.

O que eu sei que você não saiba?, perguntou-lhe o pai (Enki) a seu filho (Marduk). Ele deu a Ra todo tipo de conhecimento, menos o de reviver aos mortos. Como um Grande dos Doze (constelações) Celestiais, Ptah atribuiu a Ra a constelação do signo do Carneiro (Áries). Ptah regulou o fluxo da água do Hapi (Rio Nilo), o grande rio do país, para Ra e seu povo, não demorou para chegar a abundância aos férteis solos cobertos de barro pelas cheias, homens e gados se multiplicaram. Os líderes Anunnaki se animaram com o êxito da Segunda Região; procederam a estabelecer a Terceira Região. Decretaram fazê-la um domínio de Inanna, tal como lhe tinha sido prometido.

Como corresponde à senhora de uma região, lhe atribuiram uma constelação celestial: previamente, junto com o seu irmão Utu, ela compartilhava a Estação (Constelação de) dos Gêmeos, a partir de então, como presente de Ninharsag, a Constelação da Virgem foi atribuída a Inanna; no ano oitocentos e sessenta (2.900 a.C.), segundo a conta dos anos da Terra, honrou-se assim a Inanna. Longe, nas terras orientais, além das sete cadeias montanhosas, estava a Terceira Região. Zamush, a Terra das Sessenta Pedras Preciosas, chamou a seu reino das terras altas Inanna.


Como seria a entrada da cidade de Harappa, no vale do rio Indus.

Aratta (Harappa?), o Reino Arborizado, estava localizado no vale de um grande rio sinuoso; numa grande planície, as pessoas cultivavam cereais e pastoreavam o gado. Também se construíram duas cidades (n.t. Hoje as suas ruínas são Mohenjo-Daro e Harapa, no Vale do rio Indus, no atual Paquistão) com tijolos de barro, encheram-nas de celeiros. Como exigia o decreto de Enlil, o Senhor Enki, Senhor da Sabedoria, designou uma nova língua para a Terceira Região, um novo tipo de signos de escritura elaborou para ela, em sua sabedoria, Enki criou para Aratta uma língua de homem até então desconhecida; mas Enki não deu os ME dos reinos civilizados à Terceira Região: Que Inanna compartilhe com a nova região o que obteve para o Unug-ki!, declarou Enki.

Em Aratta, Inanna designou um pastor-chefe, era parecido a seu amado Dumuzi. Inanna viajava em sua nave celeste do Unug-ki a Aratta, voava sobre montanhas e vales. Tinha em muita estima as pedras preciosas do Zamush, levava com ela lápis lázuli puro até o Unug-ki. Naquele tempo, o rei no Unug-ki era Enmerkar, era o segundo rei a reinar ali; foi ele o que expandiu as fronteiras do Unug-ki, por suas glórias se exaltou a Inanna. Foi ele o que cobiçava a riqueza da Aratta, tramou conseguir a supremacia sobre Aratta. Enmerkar despachou em direção à Aratta um emissário para exigir as riquezas de Aratta como tributo. Sobre as sete cadeias montanhosas, cruzando terras ressecadas e, depois, empapado pelas chuvas, o emissário foi até a Aratta, repetiu-lhe palavra por palavra ao rei de Aratta as exigentes palavras de Enmerkar.

O rei de Aratta era incapaz de entender sua língua; soava-lhe igual a um zurro de um burro. O rei de Aratta deu ao emissário um cetro de madeira no que tinha inscrito uma mensagem. A mensagem do rei pedia que Unug-ki compartilhasse com Aratta os ME, como presente real para o Unug-ki se carregou muitos burros com cereais, que foram com o emissário de volta até Unug-ki. Quando Enmerkar recebeu o cetro inscrito, ninguém compreendeu sua mensagem em Unug-ki. Levou-o da luz à sombra, levou-o da sombra à luz; que tipo de madeira é esta?, perguntou. Depois, ordenou que a plantassem no jardim. Passaram cinco anos, passaram dez anos, do cetro cresceu um arbusto, era um arbusto de árvore de sombra.

O que faço?, perguntou-lhe o frustrado Enmerkar a seu avô Utu. Utu intercedeu com a celestial Nisaba, senhora dos escribas e das escrituras. Nisaba ensinou a Enmerkar a inscrever sua mensagem em uma tabuleta de argila, estava escrita na língua de Aratta. A mensagem se entregou por mão de seu filho Banda: Submissão ou guerra!, dizia a mensagem a Aratta. Inanna não abandonou Aratta, Aratta não se submeterá ao Unug-ki!, disse o rei de Aratta. Se Unug-ki desejar a guerra, que se encontrem um guerreiro contra um guerreiro de cada cidade! Melhor ainda, trocaremos tesouros pacificamente; que Unug-ki dê seu ME em troca das riquezas de Aratta!



No caminho de volta, levando a mensagem de paz, Banda caiu doente; seu espírito lhe deixou. Seus camaradas lhe levantaram a cabeça, mas ele estava sem o fôlego da vida; no Monte Hurum, no caminho de Aratta, Banda foi abandonado à sua morte, Unug-ki não recebeu as riquezas de Aratta, Aratta não obteve os ME do Unug-ki. Na Terceira Região, a Humanidade Civilizada “criada pelos Anunnaki” não floresceu de todo.

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
  6. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  7. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  9. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  10. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  11. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  12. http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

Compartilhe:

42Share on Facebook (Opens in new window)42
2Click to share on Twitter (Opens in new window)2
Click to share on Reddit (Opens in new window)
Click to email this to a friend (Opens in new window)

URL: http://wp.me/p2Fgqo-6Gk




Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Zecharia Sitchin

Atualização diária

Se gostou! Por favor RECOMENDE aos seus Amigos.
achama.biz.ly 

   
Israel ou Cazária!?

achama.biz.ly email: nai@achama.biz.ly 


EN: VioletFlame * The Illuminati * Alternative Media * North Atlantic Islands * Indian Ocean Islands * South Atlantic Ocean Islands * Alternative Media * Creator's Map * ESU IMMANUEL * Exposing Media DesInformation * Galactic Federation * Indians, Prophecies and UFOs * Illuminati, The * Infinite Being * Israel (!?) * Jews..., the Real ones! * Khazars Jews are converted, not jenuine * Meditation * Media News * NESARA (!?) * SCIENCE, SPIRIT, Free Energy!... * UFO CONTACTS * UFOs (MORE) * USA The 4th NAZI Reich!? * Zionism Lies and The Illuminati * Light a Candle for PEACE * The Red Pill * The True Shadow Government

08.05.15

O Livro perdido de Enki 

 11ª Tabuleta

Posted by Thoth3126 on 08/05/2015

O Livro Perdido de ENKI 

 The Lost Book of Enki 

 Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre de Nibiru

http://www.bibliotecapleyades.net

Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-sexta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-setima-tabuleta/

Sinopse da Décima-Primeira Tabuleta

1. A terra do espaçoporto, Tilmun, declara-se zona neutra.
2. Concedido a Ninmah, que recebe o nome de Ninharsag.
3. Marduk consegue as Terras Escuras, os enlilitas conseguem as Terras de
Antigamente.
4. Os netos de Marduk brigam, Satu (Seth) assassina a Assar (Osíris).
5. Fecundando-se a si mesmo, Haste (Ísis), a esposa de Assar(Osíris), engendra ao Horon (Hórus).
6. Horon (Hórus) vence ao Satu (Seth) em batalhas aéreas sobre o Tilmun.
7. Os enlilitas consideram prudente preparar outro espaçoporto.
8. Dumuzi o filho de Enki, e Inanna, a neta de Enlil, apaixonam-se.
9. Por temer às conseqüências, Marduk provoca a morte de Dumuzi.
10. Procurando seu corpo, Inanna morre e posteriormente é ressuscitada.
11. Inanna lança uma guerra para capturar e castigar Marduk.
12. Os enlilitas entram em seu esconderijo no Grande Monte (Pirâmide de Quéops, no Egito).
13. Os enlilitas selam a câmara superior para sepultar vivo a Marduk.
14. Sarpanit, a esposa de Marduk, e Nabu, seu filho, rogam por sua vida.
15. Ningishzidda, conhecedor dos segredos do Grande Monte, chega até Marduk.
16. Marduk, depois de lhe ser perdoada a vida, vai para o exílio.
17. Enki e Enlil dividem a Terra entre o resto de seus filhos.
18. O triunfo de Ninurta e as Grandes Pirâmides.

A DÉCIMA PRIMEIRA TABULETA

Elogiem a Ninharsag, a pacificadora na Terra!, proclamaram em uníssono os Anunnaki. Durante o primeiro Shar depois do Dilúvio (n.T. entre 10.986 a.C e 7.386 a.C), Ninharsag as engenhou para moderar os humores. Nibiru, a que terei que reabastecer de ouro, estava por cima das ambições e rivalidades existente entre os Anunnaki na Terra. Lentamente, a Terra voltou a se preencher de vida; com as sementes de vida que preservou Enki, o que tinha sobrevivido por si só se acrescentou na terra (plantas), no ar (aves e pássaros) e nas águas (peixes e mamíferos aquáticos).


Os Igigi são retratados na Bíblia como os Anjos Caídos.

Mas o mais precioso de tudo, descobriram os Anunnaki, foram os próprios seres remanescentes vivos da Humanidade! Como nos dias passados, quando foram criados os Trabalhadores Primitivos, os Anunnaki, poucos e esgotados, clamaram de novo por Trabalhadores (escravos) Civilizados. Para quando terminou o primeiro Shar depois do Dilúvio (n.T. ano de 7.386 a.C), a pacífica trégua se fez em pedaços por causa de um acontecimento inesperado. A erupção do conflito foi agora entre os clãs de Marduk e Ninurta, não entre os de Enki e Enlil: entre os próprios filhos de Marduk, ajudados pelos Igigi, rompeu-se a tranqüilidade.

Durante o tempo que Marduk, Sarpanit e seus filhos esperavam no Lahmu (Marte) a passagem do Dilúvio, os seus dois filhos varões, Assar (Osíris) e Satu (Seth), se apaixonaram pelas filhas de Shamgaz (Semjaza, o chefe dos anjos caídos), o líder dos Igigi; quando voltaram para a Terra, os dois irmãos se casaram com as duas irmãs, Assar (Osíris) escolheu à chamada Haste (Ísis), Satu com a chamada Nebat (Néftis) se comprometeu. Assar optou por viver com seu pai Marduk nas terras escuras (Norte da África, o atual Egito, desde o Sudão mais ao sul), Satu fez sua morada no Lugar de Aterrissagem, onde moravam os Igigi, com seu líder Shamgaz. Shamgaz (Semjaza) estava preocupado com os domínios na Terra: Onde serão senhores os Igigi?

Assim incitava Shamgaz aos outros Igigi, do qual Nebat falava com Satu diariamente; Estando com seu pai, Assar será o único sucessor, herdará as terras férteis (do Rio Nilo)! Assim lhe diziam Shamgaz e sua filha Nebat a Satu dia após dia. Pai e filha tramavam como reter a sucessão só em mãos de Satu. Em um dia propício fizeram um banquete; a ele convidaram ao Igigis e aos Anunnakis. Assar, sem suspeitar de nada, também chegou para celebrar com seu irmão. Nebat, a irmã de sua esposa, preparou as mesas, também pôs banquetas aos pés, Nebat se embelezou; com uma lira na mão, cantou uma canção ao capitalista Assar.

Satu, diante dele, elegia fatias de carne assada, com uma faca lhe servia pedaços de churrasco. Shamgaz, em uma grande traição, oferecia a Assar vinho novo, uma mescla feita por ele, em uma grande vasilha, suficientemente grande para tomá-la em consideração, pôs-lhe o vinho preparado com especiarias. Assar estava de bom humor; ficou de pé e cantou alegremente, acompanhando-se com címbalos na mão. Mais tarde, viu-se vencido pelo vinho misturado, caiu ao chão, com muito sono. “Vamos levá-lo para que durma profundamente”, disseram os anfitriões aos demais no banquete. Levaram a Assar para outra câmara, puseram-no em um ataúde, fecharam o ataúde com fortes presilhas, ao mar o arrojaram. Quando chegou a Haste a notícia do acontecido, ela elevou lamentos a Marduk, o pai de seu marido.


Ísis, Osíris (no trono) e Hórus, o deus representado com cabeça de falcão.

Assar foi brutalmente arrojado às profundidades do mar para que morresse, se teria que encontrar o ataúde com rapidez! Revistaram o mar em busca do ataúde de Assar, encontraram-no à beira da terra escura. Em seu interior jazia o rígido corpo de Assar, o fôlego de vida havia partido das suas entranhas pelo seu nariz. Marduk rasgou suas roupagens, jogou cinzas sobre si mesmo em desespero. Meu filho! Meu filho!, gritava e soluçava Sarpanit, grande era seu pesar e sua luta. Enki estava abatido e chorava: repetiu-se a maldição de Ka-in!, disse a seu filho Marduk em sua angústia. Haste elevou um lamento às alturas, fez petição a Marduk de um herdeiro para vingar-se. Satu deve encontrar a morte.

Me deixe conceber um sucessor de sua própria semente (de Assar), que seu nome se recorde por seu genoma, e que a sua linhagem sobreviva! Isso, ai, não se pode fazer!, disse Enki a Marduk e a Haste. O irmão que assassinou, o irmão do irmão deve ser castigado e preso, por isso se deve perdoar a vida a Satu, de sua semente deve conceber um herdeiro para Assar! Haste ficou desconcertada por estas voltas do destino; muito turvada pela revolta, tomou a determinação de desafiar as normas. Antes que o corpo de Assar fosse envolto e posto em uma mortalha, para ser preservado em um santuário; de seu falo, Haste extraiu a semente (o sêmen) de vida de Assar. Com esta semente, Haste foi fecundada e concebeu, um herdeiro e um vingador de Assar nasceu.

A Enki e a seus filhos, a Marduk e a seus irmãos, Satu disse: Sou o único herdeiro e sucessor de Marduk, da Terra dos Dois Estreitos serei o senhor! Ante o conselho dos Anunnaki refutou Haste a reclamação: Estou com o herdeiro de Assar, com seu filho. Entre os juncos do rio se escondeu com o menino, para evitar a ira de Satu; Horon chamou o menino, educou-o para que fosse o vingador de seu pai. Satu estava desconcertado com isto; Shamgaz não abandonava suas ambições. De ano terrestre em ano terrestre, os Igigi se propagavam do Lugar de Aterrissagem, até os limites do Tilmun, a região sagrada de Ninharsag, chegaram-se a aproximar. Os Igigi e seus Terrestres amenzaban invadindo o Lugar dos Carros Celestiais.

Nas terras escuras, o menino Horon se converteu em um herói com os rápidos ciclos vitais da Terra, Horon foi adotado por seu tio avô Gibil, ele o treinou e o instruiu. Gibil forjou para ele umas sandálias aladas para remontar-se no ar, era capaz de voar como um falcão. Gibil fez um arpão divino para ele, suas flechas eram projéteis poderosos. Nas terras altas do sul, Gibil lhe ensinou as artes dos metais e da ferraria. Gibil revelou a Horon o segredo de um metal chamado ferro. Dele, fez armas. Horon, de humanos Terrestres leais levantou um exército. Partiram para o norte, através de terra e rio (atual Nilo), para desafiar a Satu e aos Igigi.



Quando Horon e seu exército de Terrestres chegaram à fronteira do Tilmun, a Terra dos Projéteis, Satu enviou a Horon um desafio: Só entre nós dois é o conflito, nos encontremos na luta um a um! Nos céus do Tilmun, Satu esperou em seu Torvelinho o combate com Horon. Quando Horon se remontou no céu como um falcão para ele, Satu lhe disparou um dardo envenenado, como o aguilhão de um escorpião caiu sobre Horon. Quando Haste viu isto, lançou um grito ao céu, invocou a Ningishzidda. Ningishzidda baixou desde seu navio celestial, chegou para salvar o herói para sua mãe. Com poderes mágicos, Ningishzidda converteu o veneno em algo benévolo para o sangue, à manhã seguinte, Horon estava curado, havia voltado dentre os mortos.

Depois, com um Pilar ígneo, como um peixe celestial com aletas e uma cauda de fogo, Ningishzidda proveu a Horon, os olhos do Pilar trocavam suas cores do azul ao vermelho e de volta ao azul. Horon se elevou no Pilar ígneo para atacar o já triunfante Satu. Perseguiram-se por toda parte; feroz e mortal foi a batalha. Ao princípio, o Pilar ígneo de Horon recebeu um impacto; depois, Horon alcançou a Satu com seu arpão. Satu bateu contra o chão; Horon o amarrou. Quando Horon chegou ante o conselho com seu tio cativo, viram que ele estava cego, com os testículos esmagados, agüentava-se em pé como um cântaro descartado. Que Satu viva cego e sem herdeiros! Assim disse Haste ao conselho. O conselho determinou sua sorte, que terminasse seus dias como um mortal, entre os Igigi (n.T. entre os Anjos Caídos).

Declarou-se Horon triunfador, para herdar o trono de seu pai Assar; sobre uma tabuleta de metal se inscreveu a decisão do conselho, no Salão de Registros a puseram. Em sua morada, Marduk estava feliz com a decisão; mas estava com pena pelo que tinha acontecido: Embora Horon, um filho de Assar, seu filho era, do Shamgaz o Igigi era descendente, um domínio, um lugar como os atribuídos aos Anunnaki, não se tinha dado a ele. Depois de perder a seus dois filhos, Marduk e Sarpanit procuravam distração um no outro. Com o tempo, outro filho lhes nasceria; chamaram-lhe Nabu, o Possuidor da Profecia.

Vem agora o relato de por que se construiu na lonjura um novo lugar dos carros celestiais, e do amor de Dumuzi e Inanna, que Marduk rompeu com a morte de Dumuzi. Foi depois da luta entre Horon e Satu, e sua batalha aérea sobre o Tilmun, quando Enlil convocou a seus três filhos em conselho. Com preocupação pelo que estava acontecendo, disse-lhes: No princípio, os Terrestres se fizeram a nossa imagem e semelhança, agora, os descendentes dos Anunnaki são feito à imagem e semelhança dos Terrestres! Então, foi Ka-in o que matou a seu irmão, agora um filho de Marduk é o assassino pelo seu próprio irmão!

Pela primeira vez, um descendente dos Anunnaki levantou um exército de Terrestres, pôs em suas mãos armas de um metal, que era segredo dos Anunnaki! Dos dias em que Alalu e Anzu puseram a prova nossa legitimidade, os Igigi não deixaram de provocar transtornos e de romper as regras. Agora, as balizas (as Pirâmides de Gizé, no Egito) para se aterrissar na Terra estão situados nos domínios de Marduk, o Lugar de Aterrissagem está em mãos dos Igigi, agora, os Igigi estão avançando para o Lugar dos Carros Celestiais, dizem que, em nome de Satu, vão estabelecer-se em todas as instalações do Céu-Terra! Assim disse Enlil a seus três filhos, e propô-lhes tomarem medidas contra isso.



Temos que estabelecer em segredo uma nova instalação Céu-Terra alternativa! Que se estabeleça na terra de Ninurta além dos oceanos (n.T. Situada na Planície de NAZCA, na América do Sul, no pés da Cordilheira dos Andes), em meio de Terrestres de confiança! Assim ficou a missão secreta em mãos de Ninurta; nas terras montanhosas (Cordilheira dos Andes) além dos oceanos, junto ao grande lago (Titicaca), levantou um novo Enlace Céu-Terra, pô-lo no interior de um recinto; aos pés das montanhas onde se pulverizavam as sementes (pepitas) de ouro, escolheu uma planície de chão firme; sobre ela fez várias marcas para a ascensão e a descida (das espaçonaves Anunnaki).

As instalações são primitivas, mas servirão para seu propósito! Ao seu devido tempo, Ninurta declarou a seu pai Enlil: Dali podemos continuar as remessas de ouro em pó a Nibiru, dali, em caso de necessidade, também poderemos ascender aos céus exteriores Naquele tempo, o que começou como uma bênção, terminou como um feito horrível. Naquele tempo, Dumuzi, o filho mais jovem de Enki, se apaixonou por Inanna, a filha de Nannar. Inanna, neta de Enlil, ficou cativada pelo senhor do pastoreio. Um amor que não conhece limites os consumiu, a paixão inflamou seus corações. Muitas das canções de amor que, a partir de então, se cantaram durante muito tempo Inanna e Dumuzi foram os primeiros a cantar, narrando o seu intenso amor através das canções.

A Dumuzi, seu filho mais jovem, Enki lhe atribuiu um grande domínio por cima do Abzu; Meluhha, a Terra Negra, chamava-se, ali cresciam árvores de terras altas, suas águas eram abundantes. Grandes touros vagavam entre os trechos de seu rio, muito numeroso era seu ganho, chegava prata de suas montanhas, seu cobre brilhava como o ouro. Dumuzi era muito amado; depois da morte de Assar, era o favorito de Enki. Mas Marduk estava ciumento de seu irmão mais jovem. Inanna era muito amada por seus pais, Nannar e Ningal, Enlil se sentava junto a seu berço.

Era formosa, além de toda descrição, competia em artes marciais com os heróis Anunnaki. De viagens nos céus e de navios celestiais tinha aprendido com seu irmão Utu; os Anunnaki lhe deram de presente uma nave celeste, para que perambulasse pelos céus da Terra. Depois do Dilúvio, na Plataforma de Aterrissagem, Dumuzi e Inanna puseram os olhos um no outro; a dedicação dos Montes artificiais (as pirâmides de Gizé) foi para eles um quente encontro. No princípio estavam indecisos, ele do clã de Enki, ela da linhagem de Enlil. Quando Ninharsag trouxe a paz entre os clãs em disputa, Inanna e Dumuzi engendraram para estarem juntos e longe dos outros, para se dedicar a amarem-se.

Enquanto passeavam juntos, diziam-se palavras doces de amor um ao outro. Permaneciam um ao lado do outro, o coração de um conversava com o coração do outro; Dumuzi rodeou com seu braço a cintura dela, desejava tomá-la como um touro selvagem, Deixa que te ensine! Deixa que te ensine!, dizia Dumuzi a Inanna. Brandamente, ela o beijou, e logo lhe falou de sua mãe: Que mentira poderia lhe contar a minha mãe? O que contará você a Ningal? Vamos falar com minha mãe de nosso amor! De contente, aspergirá perfume de cedro sobre nós! Os amantes foram ao lugar onde vivia Ningal, a mãe da Inanna, Ningal lhes deu sua bênção, a mãe de Inanna aprovou a Dumuzi. O Senhor Dumuzi, é digno como genro de Nannar!, disse-lhe. O mesmo Nannar deu a boa-vinda a Dumuzi como noivo; Utu, o irmão da Inanna, disse que assim seja!

Possivelmente seus esponsais tragam verdadeiramente a paz entre os clãs!, Disse Enlil a todos. Quando Dumuzi falou com seu pai e a seus irmãos de seu amor e de seu compromisso, Enki também pensou na paz através desse casamento, deu sua bênção a Dumuzi. Dos irmãos de Dumuzi, todos exceto Marduk se alegraram com a notícia. Gibil forjou um leito de esponsais de ouro, Nergal enviou-lhes pedras lápis lazúli. Doces tâmaras, a fruta favorita de Inanna, puseram em abundância junto ao leito de núpcias, sob a fruta esconderam as pepitas de lápis lazúli para que Inanna as descobrisse. Como era costume, enviou-se uma irmã de Dumuzi para que perfumasse e vestisse a Inanna, Geshtinanna, a-que-há-de-ser-curada, era seu nome. Revelou-lhe Inanna o que havia em seu coração, de seu futuro com Dumuzi lhe disse: Tenho a visão de uma grande nação, Dumuzi se elevará como um Grande Anunnaki.


A grande pirâmide de Gize, usada como prisão contra Marduk na guerra entre os “deuses”

Seu nome será exaltado sobre outros, eu serei sua esposa-reinante. Compartilharemos um status principesco, juntos submeteremos aos países rebeldes, eu darei status ao Dumuzi, dirigirei o país retamente! Geshtinanna deu conta a seu irmão Marduk das visões de governo e glória de Inanna. Marduk se inquietou enormemente com as ambições de Inanna; à Geshtinanna contou um plano secreto. Geshtinanna foi até seu irmão Dumuzi, à morada do pastor. Encantada à vista e perfumada, disse-lhe assim a seu irmão Dumuzi: antes que sua jovem esposa durma entre seus braços, deve ter um herdeiro legítimo, nascido de uma irmã! O filho de Inanna não terá direito à sucessão, não crescerá sobre as joelhos de sua mãe!

Ela pôs a mão dele em sua mão, apertou seu corpo contra o seu. Irmão meu, eu deitarei contigo! Noivo, contigo teremos um par de Enki! Assim sussurrou Geshtinanna a Dumuzi, para que surgisse algo nobre de seu ventre. Em seu ventre derramou Dumuzi o seu sêmen, e logo dormiu com as carícias dela. Durante a noite, Dumuzi teve um sonho, visualizou uma premonição de morte: No sonho, viu sete bandidos malvados que entravam em sua morada. O Senhor enviou-a por ti, filho de Duttur!, diziam-lhe. Afugentavam as suas ovelhas, levavam-se a seus cordeiros e seus cabritos, tiravam-lhe seu direito de senhorio, arrancavam-lhe de seu corpo a túnica real, tiravam-lhe e lhe rompiam o bastão de pastoreio, jogavam no chão sua taça. Nu e descalço o levaram preso, punham-lhe grilhões nas mãos, o deixavam moribundo em nome do Falcão e do Pássaro Principesco.

Inquieto e assustado despertou Dumuzi na metade da noite, contou-lhe seu sonho a Geshtinanna. O sonho não é favorável!, disse-lhe Geshtinanna ao conturbado Dumuzi. Marduk te acusará de me haver violado, enviará emissários malvados para que lhe prendam. Ordenará que te julgue e te desonre, para desunir a relação com uma enlilita! Dumuzi gritou como uma besta ferida: Traição! Traição!, gritou. A Utu, o irmão de Inanna, pediu ajuda, a ele enviou uma mensagem; pronunciou o nome de seu pai Enki como um talismã. Dumuzi escapou através do deserto do Emush, o Deserto das Serpentes, correu para ocultar-se dos malfeitores até o lugar das cataratas. Onde as abundantes águas fazem lisa e escorregadia as rochas, então Dumuzi escorregou e caiu; uma avalanche de água destroçou entre a branca espuma seu corpo sem vida.

Vem agora o relato da descida de Inanna até o mundo subterrâneo, sob o Abzu, e a Grande Guerra Anunnaki, e como Marduk foi enterrado vivo no Ekur (dentro da grande pirâmide). Quando Ninagal recuperou o corpo sem vida de Dumuzi das águas do grande lago, levou-se o corpo até a morada de Nergal e Ereshkigal no mundo subterrâneo, sob o Abzu. Sobre uma laje de pedra ficou o cadáver de Dumuzi, um filho de Enki. Quando se enviou a Enki palavra do que tinha acontecido, Enki rasgou a roupa, jogou cinzas sobre sua cabeça. Meu filho! Meu filho!, lamentou-se por Dumuzi. Qual pecado hei cometido para ser assim castigado?, perguntou em voz alta. Quando vim de Nibiru à Terra, EA, Aquele Cujo Lar É as Águas, era meu nome, com a água obtínhamos a força (hidrogênio) de propulsão para os Carros Celestiais, nas águas eu mergulhei; depois, uma avalanche de água varreu a Terra (Dilúvio), nas águas se afogou meu neto Assar, pelas águas agora está morto o meu amado filho Dumuzi!

Tudo o que tenho feito, eu o fiz com propósitos justos. Por que sou castigado? Por que se tornou contra mim o Fado? Assim chorava e se lamentava Enki. Quando através de Geshtinanna se descortinou a veracidade do acontecido, a angústia de Enki se fez ainda maior: Agora, Marduk, meu primogênito, também sofrerá por sua própria ação! Inanna se preocupou e, logo chorou pelo desaparecimento e a morte de seu amado Dumuzi; depois, foi velozmente até o mundo subterrâneo, sob o Abzu, para enterrar o corpo de Dumuzi. Quando Ereshkigal, sua irmã, soube da chegada de Inanna às portas do recinto, Ereshkigal suspeitou de um plano por parte de Inanna. Em cada uma das sete portas, a Inanna se foi retirando cada um dos seus equipamento e das armas que ela levava, depois, nua e indefesa ante o trono de Ereshkigal, foi acusada de intrigar para ter um herdeiro de Nergal, irmão de Dumuzi!

Tremendo de fúria, Ereshkigal não quis escutar as explicações de sua irmã. Solte contra ela as sessenta enfermidades, ordenou-lhe furiosa a seu vizir, Namtar. Com o desaparecimento de Inanna no mundo subterrâneo, sob o Abzu, se preocuparam enormemente seus pais, Nannar foi discutir o assunto com Enlil, Enlil mandou uma mensagem a Enki. Enki soube o que tinha acontecido por Nergal, seu filho, marido de Ereshkigal, com argila do Abzu Enki forjou dois emissários, seres sem sangue humano, imunes aos raios da morte, enviou-os ao mundo subterrâneo sob o Abzu para trazer de volta a Inanna, viva ou morta. Quando chegaram ante a Ereshkigal, Ereshkigal ficou confundida com o aspecto dos dois seres: Serão Anunnakis? São Terrestres?, perguntou-lhes desconcertada. Namtar dirigiu contra eles as armas mágicas de poder, mas saíram ilesos os dois.

Tomaram o corpo sem vida de Inanna, que estava dependurado em uma estaca. Os emissários de argila dirigiram sobre o cadáver dela um Pulsador e um Emissor, depois aspergiram sobre ela a Água da Vida, puseram em sua boca a Planta da Vida. Depois, Inanna se moveu, abriu os olhos; Inanna se levantou dentre os mortos. Quando os dois emissários estavam preparados para levar Inanna de volta ao Mundo Superior, ela lhes ordenou que tomassem também o corpo sem vida de Dumuzi. Nas sete portas do mundo subterrâneo sob o Abzu foi devolvido a Inanna seus equipamentos, suas armas e atributos. À morada de Dumuzi, na Terra Negra, ordenou aos emissários que levassem o amante de sua juventude, para lavá-lo com água pura, para ungi-lo com doce azeite, para envolvê-lo depois em uma mortalha vermelha, e pô-lo sobre uma laje de lápis lazúli; logo, lavrou para ele um lugar de descanso nas rochas, para esperar ali o Dia do Ressurgimento.


Reprodução em uma estela de Inanna, depois Ishtar e finalmente Astarte, a deusa da fertilidade, do amor, da guerra e do sexo. Ela foi particularmente adorada no norte da Mesopotâmia, pelos assírios na cidades de Nínive, Ashur e Arbela (Erbil). Além dos leões em seu portão, seu símbolo é uma estrela de oito pontas. Ishtar segurando seu símbolo, Museu do Louvre Um tipo de descrição de Ishtar / Inanna
O leão era o seu símbolo (detalhe da Porta do Templo de Ishtar )
No panteão da Babilónia, ela “era a personificação divina do planeta Vênus

Quanto a ela mesma, Inanna se dirigiu para a morada de Enki, queria uma retribuição pela morte de seu amado, exigia a morte de Marduk, o culpado. Já houve suficiente morte!, disse-lhe Enki. Marduk foi o instigador, mas não cometeu assassinato! Quando Inanna soube que Enki não ia castigar a Marduk, Inanna foi a seus pais e a seu irmão. Elevou seus lamentos ao alto céu: Justiça! Vingança! Morte a Marduk!, pediu. Na morada de Enlil se reuniram seus filhos, Inanna e Utu, reuniram-se para um conselho de guerra. Ninurta, que tinha derrotado ao rebelde Anzu, argumentou a favor de fortes medidas. Utu lhes informou de palavras secretas trocadas entre Marduk e os Igigi. Marduk, uma serpente maligna, devemos libertar a Terra de sua presença! Enlil concordou com eles. Quando se enviou a demanda da rendição de Marduk a Enki, seu pai, Enki convocou em sua morada a Marduk e ao resto de seus filhos. Embora ainda chorando a meu amado Dumuzi, devo defender os direitos de Marduk!

Embora Marduk tivesse instigado o mal, por um mau fado, não por mão de Marduk, Dumuzi morreu; Marduk é meu primogênito, Ninki é sua mãe, está destinado para a sucessão. Devemos lhe proteger todos da morte às mãos de Ninurta! Assim disse Enki. Só Gibil e Ninagal tiveram em conta a chamada de seu pai; Ningishzidda se opôs, Nergal vacilava: Só ajudarei se ele se encontrar em um perigo mortal!, disse. Foi depois disso que uma guerra, de desconhecida ferocidade até então, explodiu entre os dois clãs. Foi diferente da luta entre Horon e Satu, descendentes de Terrestres: esta foi uma batalha entre os (“deuses”)Anunnaki, nascidos em Nibiru. A guerra começou por meio de Inanna, que cruzou com sua nave celeste os domínios dos filhos de Enki. Inanna desafiou Marduk ao combate, perseguiu-lhe até os domínios do Ninagal e de Gibil.

Para ajudá-la, Ninurta disparou os raios fulminantes de seu Pássaro da Tormenta contra as fortalezas do inimigo, Ishkur atacou dos céus com relâmpagos abrasadores e trovões demolidores. No Abzu, varreu os peixes dos rios, dispersou o gado pelos campos. Marduk se retirou para o norte, ao lugar dos Montes (pirâmides) artificiais; lhe perseguindo, Ninurta aspergiu com projéteis venenosos aquelas moradas. Com sua Arma Que Despedaça lhes roubou os sentidos às pessoas daquelas terras, os canais que levavam às águas do rio se tingiram vermelhos de sangue; os resplendores do Ishkur convertiam a escuridão das noites em dias chamejantes.

Enquanto as devastadoras batalhas avançavam para o norte, Marduk se hospedou no mesmo Ekur, Gibil desenhou um escudo invisível para este, Nergal elevou até o céu seu olho que tudo vê. Inanna atacou o lugar escondido com uma Arma Brilhante, dirigida com um corno. Horon chegou para defender a seu avô; o resplendor da arma lhe danificou o olho direito. Enquanto Utu mantinha à distância os Igigi e a suas hordas de Terrestres para além do Tilmun, os Anunnaki, os que apoiavam a um e a outro clã, cerravam batalha aos pés dos Montes (pirâmides) artificiais. Que se renda Marduk, que termine o derramamento de sangue! Estas palavras transmitiu Enlil para Enki. Que falem irmão com irmão!, enviou-lhe uma mensagem Ninharsag a Enki.

Em sua guarida, dentro do Ekur (a grande pirâmide de Gizé), Marduk seguia desafiando a seus perseguidores, da “Casa Que Como uma Montanha É” fez seu último baluarte. Inanna não podia superar a imensa estrutura de pedra, seus flancos lisos desviavam as armas dela. Depois, Ninurta se inteirou de que havia uma entrada secreta, encontrou uma pedra giratória no lado norte! Ninurta atravessou um escuro corredor, chegou a grande galeria, sua abóbada reluzia como um arco-íris com as multicoloridos emissões dos cristais. No interior, alertado pela intrusão, Marduk esperava a Ninurta com as armas dispostas; respondendo com armas, destroçando os maravilhosos cristais, Ninurta seguiu subindo pela galeria.

Marduk se retirou até a câmara (do Rei) superior, até o lugar da Grande Pedra que pulsa. Em sua entrada, Marduk baixou os fechamentos de pedras descendentes, que impediam qualquer entrada. Inanna e Ishkur seguiram a Ninurta ao interior do Ekur; ficaram a pensar o que podiam fazer. Que a hermética câmara oculta seja o ataúde de pedra de Marduk!, disse Ishkur. Ishkur prestou atenção aos três blocos de pedra, dispostos para deslizar-se para baixo. Que morra lentamente, sendo enterrado vivo, assim seja cumprida a sentença de Marduk!, Inanna deu seu consentimento. Ao final da galeria soltaram os três os blocos de pedra, cada um deles fez descender uma pedra para tapar, para encerrar a Marduk como em uma tumba selada por pedras gigantes.

Vem agora o relato de como Marduk foi salvo e partiu para o exílio, e de como se desmantelou o Ekur e se reorganizou o comando sobre as terras e sobre os humanos que nelas habitavam. Longe do Sol e da luz, sem comida nem água, Marduk foi enterrado vivo dentro do Ekur; Sarpanit, sua esposa, elevou um lamento por sua prisão e castigo sem julgamento. Acudiu a Enki, seu sogro, chegou a ele com seu jovem filho Nabu. Marduk deve ser devolvido para estar entre os vivos!, disse-lhe Sarpanit a Enki. Ele a enviou a Utu e a Nannar, que podiam interceder ante a Inanna. Rogou que dêem a vida de volta ao senhor Marduk! Deixem que siga vivendo humildemente, deixará de lado qualquer governo! Inanna não se aplacou. Pela morte de meu amado, o Instigador deve morrer!, replicou Inanna.


Representação de Marduk (Baal-Lúcifer) ou Merodaque, COM O SEU DRAGÃO, como é apresentado na Biblia, foi um deus protetor da cidade da Babilônia, pertencente a uma geração tardia de deuses da antiga Mesopotâmia. Era filho de uma relação incestuosa entre Enki e Ninhursag. Foi pai de Dumuzi (que seria o bíblico Tamuz) que corresponderia ao deus egipcio Amun. A sua consorte era Sarpanit.

Ninharsag, a pacificadora, convocou aos irmãos Enki e Enlil, Marduk deve ser castigado, mas não merece a morte!, disse-lhes. Viva Marduk no exílio, que entregue a Ninurta a sucessão na Terra! Enlil se sentiu agradado com suas palavras e sorriu: Ninurta era seu filho, de Ninurta ela era a mãe! Se entre sucessão e vida tenho que escolher, o que posso eu, um pai, dizer? Assim respondeu Enki, com o coração doído. Em minhas terras se estendeu a desolação, a guerra deve terminar, pelo Dumuzi ainda estou de luto; que Marduk viva no exílio! Se a paz deve voltar e Marduk viver, temos que chegar a acordos vinculantes!, disse Enlil a Enki. Todas as instalações que enlaçam céu e Terra se devem confiar só ao meu comando, o governo sobre a Terra dos Dois Estreitos deve dar-se a outro de seus filhos.

Os Igigi que seguem e apoiam a Marduk devem renunciar ao Lugar de Aterrissagem e abandoná-lo, na Terra Sem Retorno, não habitada por nenhum descendente (humano) de Ziusudra, deve exilar-se Marduk! Assim declarou Enlil, energicamente, pretendendo ser o principal entre os irmãos. Enki reconheceu em seu coração a mão do fado: Assim seja!, disse inclinando a cabeça. Só Ningishzidda conhece as entranhas do (piramide) Ekur; que ele seja o senhor de suas terras! depois de que se anunciassem as decisões dos Grandes Anunnaki, se chamou a Ningishzidda para o resgate. Seu desafio era como tirar Marduk das vísceras seladas pelos blocos de pedra gigantes; para liberar ao que vivo está enterrado, deram-lhe uma tarefa inconcebível.

Ningishzidda contemplou os planos (plantas) secretos do Ekur, planejou como evitar os bloqueios: Marduk será resgatado através de uma abertura superior cinzelada (que será aberta) na rocha!, eles disse aos líderes. No lugar que eu lhes mostrar, cortarão uma (nova) entrada nas pedras, de ali, um sinuoso passadiço lhes levará para cima, criando um conduto de resgate. Atravessando vãos ocultos prosseguirão até o centro do Ekur, no vórtice dos vãos, através das pedras se abrirá uma passagem. Abrirão uma entrada até o interior, evitando assim os bloqueios; continuarão por cima da grande galeria, levantarão os três blocos de pedra, e chegarão à câmara superior, a prisão mortal de Marduk!

Mais tarde, os Anunnaki, dirigidos por Ningishzidda, seguiram o plano esboçado, com ferramentas que racham as pedras fizeram a nova abertura, criaram o conduto de resgate, chegaram ao interior do monte artificial, abriram uma saída. Evitando os três blocos de pedra, chegaram à câmara superior, sobre uma pequena plataforma levantaram os restelos; resgataram a Marduk desacordado. Com cuidado baixaram ao seu senhor pelo sinuoso conduto, levaram-lhe até o ar fresco; no exterior, Sarpanit e Nabu esperavam pelo marido e pai; foi uma alegre reunião. Quanto a Marduk seu pai Enki transmitiu os termos para a sua liberação, Marduk se enfureceu: Tivesse preferido morrer que renunciar a meu direito de nascimento!, gritou. Sarpanit tomou em seus braços a Nabu.

Nós somos parte de seu futuro!, disse-lhe ela brandamente. Marduk se enfureceu, Marduk se humilhou. Rendo-me ante os Fatos!, disse inaudivelmente. Com Sarpanit e com Nabu partiu para uma Terra Sem Retorno, com mulher e filho, foi à uma terra onde se caçam bestas com chifres. Depois da partida de Marduk, Ninurta voltou a entrar no Ekur através do conduto, através de um corredor horizontal foi até o centro do Ekur. Em sua parede oriental, em um nicho artisticamente lavrado, a Pedra
do Destino emitia uma radiação vermelha. Seu poder me apanha para me matar, com uma atração mortal me subjuga!, gritou Ninurta dentro da câmara. Levem isso. Destruam-na por completo!, gritou Ninurta à seus tenentes e seguidores.

Retrocedendo seus passos, Ninurta foi através da grande galeria até a câmara mais elevada, em um arca cavada pulsava o coração do Ekur, a força de sua rede (magnética) se potencializava com cinco compartimentos. Ninurta golpeou o arca de pedra com sua vara; aquela respondeu com uma ressonância. Ninurta ordenou que se tirasse a Pedra Gug, que determina as direções; levou-se até um lugar de sua eleição. Descendo pela grande galeria, Ninurta examinou os vinte e sete pares de cristais de Nibiru em seus nichos. Muitos deles tinham sido avariados em seu combate com Marduk; alguns tinham sobrevivido intactos à luta. Ninurta ordenou que se tirassem os que estavam inteiros de seus ranhuras, os outros os pulverizou com seu raio já “Fora da Casa Que Como uma Montanha É”.

Ninurta então se elevou aos céus com seu Pássaro Negro, prestou atenção à Pedra de Topo (da Grande Pirâmide em Gize); representava a personificação de seu inimigo. Com suas armas a soltou, até o chão a derrubou, foi feita em pedaços. Com isto, termina para sempre o temor a Marduk!, declarou Ninurta vitorioso. No campo de batalha, os Anunnaki reunidos anunciaram seus louvores a Ninurta: Ele se parece com Anu!, gritaram a seu herói e líder. Para substituir à incapacitada baliza se escolheu um monte próximo ao Lugar dos Carros Celestiais, em suas vísceras se colocou os cristais resgatados. Em seu topo se instalou a Pedra Gug, a Pedra de Direção; a esse monte se chamou de Monte Mashu, Monte do Barco Celestial Supremo.

Então, Enlil convocou a seus três filhos; Ninlil e Ninharsag também assistiram. Reuniram-se para confirmar os mandatos sobre as terras de antigamente, para atribuir o governo sobre as novas terras. A Ninurta, que tinha vencido ao Anzu e agora a Marduk, se concederam os poderes de Enlil, para substituir a seu pai em todas as terras. A Ishkur se concedeu o governo e a posse do Lugar de Aterrissagem, nas Montanhas dos Cedros (hoje o Líbano, em Baalbek), unindo assim o Lugar de Aterrissagem a seus domínios do norte. As terras ao sul e ao leste dali, onde se haviam estendido os Igigi e seus descendentes, deram a Nannar como dote imperecível, para que as custodiassem e conservassem seus descendentes e seguidores. A península (do Sinai) onde estava o Lugar dos Carros se incluiu nas terras de Nannar, a Utu confirmaram como comandante do Lugar e do Umbigo da Terra. Na Terra dos Dois Estreitos, como se lembrou, Enki atribuiu a posse e o governo a Ningishzidda. Nenhum dos outros filhos de Enki pôs objeções a isto; mas Inanna se opôs a esta nova partilha!


Representação de Nibiru (estrela de QUATRO pontas, com QUATRO cursos de água), dentro do círculo e de ANU o seu rei GIGANTE sentado no trono

Inanna reivindicou a herança de Dumuzi para si mesma, seu noivo falecido, a Enki e a Enlil exigiu um domínio para ela sozinha. Os líderes contemplaram como satisfazer as demandas da guerreira Inanna, pediram conselho sobre as terras e os povos aos Grandes Anunnaki que decretam os fados, intercambiaram palavras com Anu em relação à Terra e a seus assentamentos. Tinham se passado quase dois Shars (quase 7.200 anos, já era em torno do ano de 3.786 a.C.) e desde os tempos do Dilúvio, a Grande Calamidade, os Terrestres tinham proliferado, das terras montanhosas voltavam para as terras baixas. Eram descendentes da Humanidade Civilizada através de Ziusudra, estavam misturados com a semente dos Anunnaki.

Os descendentes dos Igigi (os anjos caídos) que se casaram e se mesclaram com as mulheres humanas também estavam por aí, nas terras distantes (América Central, Tenochtitlan) sobreviviam os parentes de Ka-in. Poucos nobres restantes eram os Anunnaki que tinham chegado da realeza de Nibiru, poucos eram seus descendentes perfeitos. Os Grandes Anunnaki consideraram como estabelecer assentamentos para eles mesmos e para os Terrestres, como manter sua nobreza imposta sobre a Humanidade, como fazer que os muitos (humanos terrestres) obedecessem e servissem aos poucos (deuses celestes). Os líderes intercambiaram palavras com Anu a respeito de tudo isto, sobre o futuro. Anu decidiu ir à Terra uma vez mais; com Antu, sua esposa, desejava vir e tomar consciência da situação pessoalmente.


Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
  6. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  7. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  9. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  10. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  11. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  12. http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

Compartilhe:

119Share on Facebook (Opens in new window)119
2Click to share on Twitter (Opens in new window)2
Click to share on Reddit (Opens in new window)
Click to email this to a friend (Opens in new window)



URL: http://wp.me/p2Fgqo-6Gm




Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Zecharia Sitchin

Atualização diária

Se gostou! Por favor RECOMENDE aos seus Amigos.
achama.biz.ly 

   
Israel ou Cazária!?

achama.biz.ly email: nai@achama.biz.ly 


EN: VioletFlame * The Illuminati * Alternative Media * North Atlantic Islands * Indian Ocean Islands * South Atlantic Ocean Islands * Alternative Media * Creator's Map * ESU IMMANUEL * Exposing Media DesInformation * Galactic Federation * Indians, Prophecies and UFOs * Illuminati, The * Infinite Being * Israel (!?) * Jews..., the Real ones! * Khazars Jews are converted, not jenuine * Meditation * Media News * NESARA (!?) * SCIENCE, SPIRIT, Free Energy!... * UFO CONTACTS * UFOs (MORE) * USA The 4th NAZI Reich!? * Zionism Lies and The Illuminati * Light a Candle for PEACE * The Red Pill * The True Shadow Government

05.05.15


O Livro perdido de Enki 

 10ª Tabuleta 

(o DILÚVIO)

Posted by Thoth3126 on 05/05/2015



O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:

Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

http://www.bibliotecapleyades.net

Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-sexta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-setima-tabuleta/

Sinopse da Décima Tabuleta
O misterioso emissário aparece em sonho a Enki;
Pede que Enki salve à Humanidade através de seu filho (terrestre) Ziusudra,
Mediante um subterfúgio, Enki instrui a Ziusudra para que construa um submarino.
Um navegador sobe a bordo, levando as sementes de vida da Terra.
A proximidade de Nibiru provoca o deslizamento da placa de gelo da Terra (Antártica) Branca.
À onda resultante faz a Terra desaparecer sob as águas.
Os Anunnaki que fugiram se lamentam da calamidade enquanto orbitam a Terra;
As águas se retiram; a embarcação de Ziusudra aporta sobre o Monte da Salvação.
Descendo em um “Torvelinho”, Enlil descobre o plano de Enki. Enki convence a Enlil de que o Criador de Tudo assim havia destinado.
Utilizam a Plataforma de Aterrissagem, ainda em pé, como base temporária.
Ali, em uma Câmara de Criação, elaboram-se cultivos e gado.
Tiram o véu e encontra-se ouro em abundância nas Terras de além dos Mares.
Estabelecem-se novas instalações espaciais nas antigas terras.
Entre estas, incluem-se dois grandes montículos (pirâmides do Egito) artificiais e uma escultura com forma de leão (Esfinge).
Ninmah propõe um plano de paz para resolver as crescentes rivalidades.
É concedido gado e cereais à Humanidade.

A DÉCIMA TABULETA

No Sippar, reuniram-se todos os Anunnaki, que esperavam passar o Dia do Dilúvio. Foi então, quando ia crescendo a tensão da espera, quando o senhor Enki, enquanto dormia em sua residência, teve uma visão-sonho. Na visão-sonho aparecia a imagem de um homem, brilhante e resplandecente como os céus; e quando o homem se aproximou de Enki, Enki viu que era Galzu, o de cabelos brancos! Na mão direita sustentava um estilete-gravador, e na esquerda levava uma tabuleta de lápis lazúli, lisa polida e brilhante. E quando se aproximou o suficiente do leito de Enki, Galzu falou e disse:

“Suas acusações contra Enlil foram injustificadas, pois ele só dizia a verdade; e a decisão dele, foi decretada pelo Destino. Agora, toma tu o Fado em tuas mãos para que os Terrestres herdem a Terra; chama a teu filho Ziusudra, lhe revele a iminente calamidade sem romper o juramento feito a Enlil. Diga-lhe que construa uma embarcação que possa suportar a avalanche de água, uma embarcação submersível, semelhante a que te mostro nesta tabuleta; que se salvem ele e a sua família nela, e que leve também a semente de tudo o que seja valioso na Terra, seja planta ou animal. Essa é a vontade do Criador de Tudo!”

E, na visão-sonho, Galzu desenhou uma imagem na tabuleta com o estilete, e deixou a tabuleta gravada junto ao leito de Enki; e quando se desvaneceu a imagem, a visão-sonho terminou, e então Enki despertou com um estremecimento. Enki ficou durante um momento em seu leito, refletindo com assombro sobre a visão-sonho. Qual é o significado disto, que presságio augura? Depois, quando se levantou do leito, eis que estava a tabuleta; o que em um simples sonho-visão tinha visto estava agora materialmente junto à sua cama! Com mãos trementes, o senhor Enki tomou a tabuleta, e sobre ela viu o desenho de uma embarcação de forma curiosa, no canto da tabuleta havia marcas de medidas, elas indicavam as medidas da embarcação!


Reprodução da residência de Enki (Centro)

Sobressaltado e esperançoso, o senhor Enki enviou rapidamente seus emissários ao amanhecer. Encontrem aquele que é chamado Galzu, tenho que falar com ele! Assim lhes disse. Todos voltaram ao entardecer, informaram-lhe assim ao Enki: Ninguém pôde encontrar a nenhum Galzu. Faz tempo que Galzu voltou para o Nibiru!, disseram-lhe. Enki estava muito desconcertado, esforçava-se por compreender o mistério e seu presságio. Não pôde desentranhar o mistério, mas a mensagem para ele estava clara! Aquela noite, Enki foi sigilosamente até a cabana de juncos onde dormia Ziusudra; e para não quebrar o juramento, o senhor Enki então falou à parede da cabana e não diretamente a Ziusudra:

Acorde! Acorde!, disse Enki à parede de juncos, detrás da tela de juncos falava. Quando Ziusudra despertou, Enki lhe disse detrás da tela de juncos: Cabana de juncos, cabana de juncos! Dê muita atenção as minhas palavras, faça muito caso de minhas instruções! Uma calamitosa tempestade cairá sobre todas as moradas da Terra, todas as cidades, será a destruição da Humanidade e de sua descendência. Esta é a decisão final, a palavra da assembléia convocada por Enlil, esta é a decisão pronunciada por Anu, Enlil e Ninmah. Agora, preste atenção às minhas palavras, observa a mensagem que estou te dizendo: Abandona tua casa, constrói uma embarcação; renuncia às suas posses, salva a tua vida! A embarcação que tem que construir, seu desenho e suas medidas se encontram em uma tabuleta, deixarei a tabuleta junto à parede da cabana de juncos. Assegure-se de que a embarcação esteja coberta em toda sua extensão, do interior dela não deve ver-se o sol.

O arranjo tem que ser muito forte, o breu forte e espesso, para que não entre a água. Que seja uma embarcação que possa dar volta (rolar) e cair, para sobreviver à avalanche das águas! Constrói a embarcação em sete dias, reúne nela a tua família e a teus parentes, acumula na embarcação comida e água para beber, leve também animais domésticos. Depois, no dia marcado, te darei um sinal; enviarei um guia de embarcação que conhece as águas, designado por mim, chegará nesse dia; nesse dia, terão que entrar na embarcação, terão que trancar bem a portinhola. Um entristecedor Dilúvio, procedente do sul, devastará todas as terras e toda a vida; sua embarcação se elevará sobre suas amarras, dará a volta e cairá. Não tenham medo: o guia da embarcação lhes levará a um refúgio seguro. A semente da Humanidade Civilizada sobreviverá através de vós!

Quando a voz de Enki se calou, Ziusudra estava ansioso, sobre seus joelhos caiu prostrado. Meu senhor! Meu senhor!, gritou. Sua voz escutei, deixa que veja seu rosto! Não falei a ti, Ziusudra, à parede de juncos falei! Assim disse Enki. Por decisão de Enlil, por um juramento estou ligado ao que juraram todos os Anunnaki. Em meu rosto verá que, sem dúvida, como todos os terrestres, morrerá! Agora, cabana de juncos, preste atenção às minhas palavras: O propósito da embarcação, deverá guardá-lo como um segredo dos Anunnaki! Quando a gente da cidade perguntar, lhes dirá: O senhor Enlil esteve zangado com meu senhor Enki, navegarei para a morada de Enki no Abzu, possivelmente assim Enlil se apazigue! Durante um momento, seguiu um silêncio. Ziusudra saiu detrás da parede de juncos, uma tabuleta de lápis lázuli, brilhando à luz da lua, viu e a tomou; sobre ela estava desenhada a imagem de uma embarcação, os entalhes davam suas medidas; Ziusudra era o mais sábio dos Homens Civilizados, compreendeu o que tinha escutado.

Na manhã seguinte, anunciou às pessoas da cidade: O senhor Enlil esteve zangado com o Senhor Enki, meu senhor, por isso o senhor Enlil me é hostil. Não posso seguir vivendo nesta cidade, nem posso pôr já meu pé no Edin; ao Abzu, aos domínios do senhor Enki irei navegando. Em uma embarcação que devo construir com rapidez, partirei daqui; assim remeterá a ira do senhor Enlil, as penúrias terminarão, a partir de então, o senhor Enlil fará chover sobre vós a abundância! Ainda não se tinha ido a manhã quando o povo se reuniu ao redor de Ziusudra, animaram-se entre si para construir com rapidez sua embarcação. Os maiores transportavam tábuas de madeira de embarcação, os pequenos levavam betume dos pântanos. Enquanto os madeireiros pregavam as tábuas, Ziusudra fundia o betume em um caldeirão. 



Um crop circle onde o nome de ENKI-EA aparece em destaque.

Com o betume, impermeabilizou a embarcação por dentro e por fora, ao quinto dia estava terminada a embarcação, igual a do desenho da tabuleta. Ansiosos por ver partir a Ziusudra, as pessoas da cidade levaram comida e água à embarcação, de suas próprias bocas tomaram o sustento; para apaziguar a Enlil, apressaram-se! Também se introduziram na embarcação animais quadrúpedes, os pássaros do campo entraram voando por si mesmos. Ziusudra fez embarcar a sua esposa e a seus filhos, as esposas destes e seus filhos também vieram. Que suba à bordo também qualquer que deseje ir à morada do senhor Enki! Assim se pronunciou Ziusudra ante às pessoas reunidas.

Prevendo a abundância de Enlil, só alguns dos artesãos escutaram a chamada. Ao sexto dia, Ninagal, Senhor das Grandes Águas, chegou à embarcação, era também filho de Enki, tinha sido eleito para ser o navegante da embarcação. Sustentava em suas mãos uma caixa de madeira de cedro, manteve-a a seu lado na embarcação. Contém as essências vitais e os ovos de vida das criaturas vivas, reunidas pelo senhor Enki e por Ninmah, para ocultá-los da ira de Enlil, para ressuscitar a vida se for vontade da Terra! Isso explicou Ninagal a Ziusudra; assim (n.t. com amostras genéticas) se ocultaram na embarcação todas as bestas por seus casais.

Então, Ninagal e Ziusudra esperaram na embarcação a chegada do sétimo dia. No centésimo vigésimo (ano 432 mil da chegada dos Anunnaki à Terra) Shar se esperava o Dilúvio, no décimo (36 mil anos) Shar da vida de Ziusudra se aproximou o Dilúvio, na estação da Constelação do Leão se fez iminente a avalanche. Vem agora o relato do Dilúvio que cobriu a Terra e de como escaparam os Anunnaki, e como Ziusudra sobreviveu na embarcação. Durante dias antes do Dia do Dilúvio, a Terra esteve retumbando, como se gemesse de dor; durante noites antes de chegar a calamidade, esteve-se vendo nos céus a Nibiru como uma estrela resplandecente; depois, fez-se a escuridão durante o dia, e na noite, a Lua era como se tivesse sido tragada por um monstro.

A Terra começou a tremer, viu-se agitada por uma força de rede (magnetismo) desconhecida até então. Com o resplendor do amanhecer, uma nuvem negra se levantou pelo horizonte, a luz da manhã se converteu em escuridão, como se a sombra da morte a velasse. Depois, ouviu-se como um estrondo de trovões, os céus se acenderem com os raios. Partam! Partam!, Utu deu o sinal aos Anunnaki. Escondidos nos navios do céu, os Anunnaki se elevaram nas alturas. No Shurubak, a dezoito léguas de distância, Ninagal viu as brilhantes erupções: fecha! tranca a portinhola!, gritou Ninagal a Ziusudra. Juntos fecharam a tramela que ocultava a portinhola; hermética, completamente fechada, ficou a embarcação; dentro não penetrava nem um raio de luz.

Naquele dia, naquele inesquecível dia, o Dilúvio começou com um estrondo; na Terra (Antártica) Branca, no fundo da Terra, sacudiram-se os alicerces do planeta; logo, com um estrondo igual a mil trovões, a capa de gelo se deslizou de seus alicerces, separada pela invisível força da rede de Nibiru, se derramou contra o mar do sul. Uma capa de gelo golpeou contra outra capa de gelo, a superfície de gelo da Terra (Antártica) Branca deslizou para o mar como a quebra da casca de um ovo. De repente se levantou uma gigantesca onda, uma muralha de águas chegava até mesmo quase ao céu. Uma tormenta de uma ferocidade nunca vista ficou a bramar no fundo da Terra, a muralha de água impulsionava seus ventos, a onda se desdobrou e subiu para o norte; a muralha de águas se encaminhava para o norte, alcançou as terras do Abzu (África). Dali, viajou até as terras habitadas, chegou ao Edin (Mesopotâmia).



Quando a onda, uma muralha de águas, chegou ao Shurubak, a onda soltou de suas amarras à embarcação de Ziusudra, sacudindo-a, tragou-se à embarcação como um abismo de água. Embora completamente inundada, a embarcação se manteve firme, não entrou sequer uma gota de água. No exterior, a onda da tormenta pegou despreparada às pessoas como uma batalha mortal, ninguém podia ver seus semelhantes, o chão se desvaneceu, só havia água. De repente, as poderosas águas haviam coberto a terra firme; antes que terminasse o dia, a muralha de água, ganhando velocidade, chegou às montanhas. Em suas embarcações celestiais, os Anunnaki (orbitavam) circundavam a Terra. Abarrotando os compartimentos, escondiam-se contra as paredes exteriores para ver, contemplavam angustiados o que estava ocorrendo ali abaixo, na superfície da Terra.

Do navio celestial no qual estava, Ninmah ficou a gritar como uma mulher em dores de parto. As águas cobrem a meus criados como libélulas afogadas em um lago, a onda cobriu e levou toda a vida! Assim chorava e gemia Ninmah. Inanna, que estava com ela, também chorava e se lamentava. Tudo ali abaixo, tudo o que vivia, converteu-se em barro! Assim choravam Ninmah e Inanna; choraram e aliviaram seus sentimentos. Em outros navios celestiais, os Anunnaki estavam aniquilados ante a visão daquela desenfreada fúria, naqueles dias presenciaram com temor um poder maior do que o seu (o poder feminino da NATUREZA). Desejaram os frutos da Terra, tiveram sede do elixir fermentado. Os dias de antigamente, ai, converteram-se em barro! Assim se diziam uns aos outros.



Depois de que a imensa onda varreu a Terra, reabriram as comportas do céu, e se desatou um aguaceiro dos céus à Terra. Durante sete dias se mesclaram as águas de acima com as águas do Grande Abaixo; depois, a muralha de água, alcançando seus limites ao norte, cessou em sua investida, mas as chuvas dos céus continuaram durante quarenta dias e quarenta noites. De suas posições elevadas, os Anunnaki olhavam para baixo: onde uma vez houve terra firme, agora havia muito água, e onde uma vez houve montanhas que elevavam seus picos até os céus, seus topos eram agora como ilhas nas águas; e tudo o que vivia na terra firme havia perecido na avalanche selvagem das águas

Depois, como no Princípio, as águas se reuniram em suas conchas, agitando-se acima e abaixo, dia a dia foi baixando o nível da água. Mais tarde, quarenta dias depois de que o Dilúvio cobrisse a Terra, as chuvas também se detiveram. Depois dos quarenta dias, Ziusudra abriu a portinhola da embarcação para inspecionar os arredores. Era um dia luminoso, soprava uma suave brisa; completamente sozinha, sem nenhum outro sinal de vida, a embarcação cabeceava sobre um vasto mar. A Humanidade, tudo o que vivia, foi varrido da face da Terra, ninguém, salvo nós, sobreviveu, mas não há terra firme sobre a que pôr o pé! Assim disse Ziusudra a seus parentes, enquanto se sentava e se lamentava. Então, Ninagal, nomeado por Enki, dirigiu a embarcação para os picos gêmeos da Arrata (atual Monte Ararat), fez uma vela para ela, para o Monte da Salvação levou a embarcação.



Ziusudra estava impaciente; liberou as aves que havia à bordo para que procurassem terra firme, enviou-as para que comprovassem se havia sobrevivido um pouco de vegetação. Deixou sair uma andorinha, deixou sair um corvo; ambos voltaram para a embarcação. Deixou sair a uma pomba; esta voltou para a embarcação com um ramo de um árvore! Agora sabia Ziusudra que a terra firme tinha aparecido de debaixo das águas. Uns quantos dias mais e a embarcação se deteve em umas rochas. O Dilúvio passou, estamos no Monte da Salvação! Assim lhe disse Ninagal a Ziusudra.

Abrindo a portinhola hermética, Ziusudra saiu da embarcação; o céu era claro, o Sol brilhava, soprava um suave vento. Apressadamente, chamou a sua esposa e a seus filhos para que saíssem. Elogiemos ao senhor Enki, a ele demos obrigado!, disse-lhes Ziusudra. Juntou pedras com seus filhos, com elas construiu um altar, depois acendeu fogo sobre o altar, fez um fogo com incenso aromático. Uma ovelha, uma sem mancha, escolheu para o sacrifício, e sobre o altar, ofereceu a ovelha a Enki como sacrifício. Naquele momento, Enlil transmitiu palavras a Enki desde seu navio celestial: Descemos em Torvelinhos dos navios celestiais sobre o pico da Arrata, para revisar a situação, para determinar o que fazer! Enquanto outros seguiam circundando a Terra em seus navios celestiais, Enlil e Enki desceram em Torvelinhos sobre o pico Arrata. Os dois irmãos sorriram ao se encontrarem, com alegria estreitaram os braços. Depois, Enlil ficou desconcertado com o aroma do fogo e da carne assada. O que é isso?, gritou a seu irmão. Sobreviveu alguém ao Dilúvio? Vamos ver!, respondeu-lhe Enki docilmente.

Em seus “Torvelinhos” foram voando até o outro pico da Arrata, viram a embarcação de Ziusudra, aterrissaram junto ao altar que este tinha construído. Quando Enlil viu os sobreviventes, Ninagal entre eles, sua fúria não teve limites. Todo terrestre tinha que perecer!, gritou com fúria; partiu para cima de Enki irado, estava disposto a matar a seu irmão com as mãos nuas. Ele não é um simples mortal, é meu filho!, gritou Enki apontando Ziusudra. Por um momento, Enlil duvidou. Rompeu seu juramento!, gritou a Enki. Falei com uma parede de juncos, não a Ziusudra!, disse Enki, depois relatou a Enlil a visão-sonho. Então, alertados da discussão por Ninagal, também tinham baixado Ninurta e Ninmah em seus Torvelinhos; quando escutaram o relato dos acontecimentos, Ninurta e Ninmah não encolerizaram-se pelo relato. Deve ser a vontade do Criador de Tudo de que a Humanidade sobreviva ! Assim disse Ninurta a seu pai.

Ninmah tocou seu colar de cristais, presente de Anu, e jurou: Juro que nunca se repetirá a aniquilação da Humanidade! Abrandando-se, Enlil pegou pelas mãos a Ziusudra e a Emzara, sua esposa, e os benzeu assim: Frutifiquem e lhes multiplique, e povoem a Terra! Assim terminaram os Tempos de Antigamente. Vem agora o relato de como se restabeleceu a sobrevivência na Terra, e de como se encontrou uma nova fonte de ouro, assim como a outros seres humanos terrestres SOBREVIVENTES além dos oceanos (NA ÁFRICA E NAS AMÉRICAS).


Os picos gêmeos do Monte Ararat, no extremo oeste da hoje Turquia

Depois do encontro em Arrata, as águas do Dilúvio seguiram retirando-se, e se mostrou pouco a pouco a face da Terra desde debaixo das águas. As terras montanhosas saíram ilesas em sua maior parte, mas nos vales ficaram buracos de lodo e lama. Desde os navios celestiais e dos Torvelinhos, os Anunnaki inspecionaram as paisagens.

Tudo o que tinha existido nos Tempos de Antigamente (Antes do Dilúvio) no Edin (Mesopotâmia) e no Abzu (África do Sul) estava enterrado sob o barro! Eridú, Nibru-ki, Shurubak, Sippar, todas tinham desaparecido, se haviam desvanecido por completo; mas nas Montanhas dos Cedros a grande plataforma de pedra reluzia sob a luz do Sol, o Lugar de Aterrissagem (n.t. Baalbek no hoje Líbano), feito nos Tempos de Antigamente, seguia em pé.



Um após o outro, aterrissavam os Torvelinhos sobre a plataforma; a plataforma estava intacta; na quina de lançamento, os gigantescos blocos de pedra se mantinham firmes. Apartando escombros e ramos de árvores, os primeiros em aterrissar fizeram sinais aos carros; um após o outro chegaram os carros celestiais, baixaram sobre a plataforma. Depois se enviaram palavras a Marduk no Lahmu e a Nannar na Lua, e eles também voltaram para a Terra, sobre o Lugar de Aterrissagem pousaram. Então, os Anunnaki e os Igigi que se reuniram junto a Enlil foram convocados em assembléia. Sobrevivemos ao Dilúvio, mas a Terra está devastada! Assim lhes disse Enlil. Temos que avaliar todas as formas de recuperação, seja na Terra, seja onde seja!


Imensas rochas das ruínas do Templo de Baalbek, hoje no Líbano,

Lahmu (Marte) ficou devastado com a passagem de Nibiru! Assim o relatou Marduk: Sua atmosfera foi perdida para o espaço exterior, suas águas se evaporaram, agora é um lugar de tormentas de pó! Por si mesmo, a Lua não pode sustentar vida, só se pode permanecer ali com máscaras de Águia! Assim deu conta Nannar a outros, e depois acrescentou com paixão. Uma vez ali, alguém deve recordar que a lua foi o líder do exército de Tiamat, é a companheira da Terra, o destino da Terra está conectado com o dela! Enlil pôs seu braço carinhosamente sobre os ombros de seu filho. Estamos preocupados agora com a sobrevivência na Terra! Assim, brandamente, replicou Enlil a Nannar; Agora, o sustento é nossa maior preocupação! Examinemos a Câmara da Criação selada; possivelmente ainda encontremos as sementes de Nibiru!

Assim disse Enlil a Enki, lhe recordando os grãos uma vez cultivados. Ao lado da plataforma, apartando um pouco de lodo, encontraram o poço de tempos remotos, tiraram a pedra que o bloqueava, entraram no santuário. As arcas de diorita estavam seladas, fizeram abrir os selos com uma chave de cobre. Dentro das arcas, em vasilhas de cristal, estavam as sementes dos cereais de Nibiru! Uma vez fora, Enlil deu as sementes a Ninurta, lhe disse assim: Vá ao terraço da ladeira, que os cereais de Nibiru proporcionem pão uma vez mais! Nas Montanhas dos Cedros, também em outras montanhas, Ninurta represou as quebradas, construiu terraços, ensinou ao filho maior da Ziusudraa a cultivar o trigo. Ao Ishkur, seu filho mais jovem, Enlil lhe atribuiu outra tarefa: Ali onde se retiraram as águas, vê e encontra as árvores frutíferas que ficaram!

Ele atribuiu ao filho mais jovem de Ziusudra como cultivador de frutas: sendo o primeiro frutífero que encontraram a videira, que havia trazido Ninmah desde Nibiru; de seu suco, como o célebre elixir dos Anunnaki, Ziusudra tomou um sorvo. Mais um gole, depois outro e outro, e Ziusudra foi vencido, ficou dormindo como um bêbado! Então, Enki ofereceu um presente aos Anunnaki e aos Terrestres: descobriu a arca que Ninagal tinha levado no barco de Ziuzudra, anunciou a todos seu surpreendente conteúdo: As essências vitais e os ovos de vida se podem combinar nas matrizes dos animais quadrúpedes da embarcação de Ziusudra, as ovelhas se multiplicarão, por sua lã e sua carne; todos terão ganho, por seu leite e por suas peles, depois, com outras criaturas vivas repovoaremos a Terra! Enki deu a Dumuzi as tarefas de pastoreio, nestas tarefas lhe ajudava o filho médio de Ziusudra. Depois, Enki pôs sua atenção na massa de terra de tom escuro (África), onde ele e seus filhos tinham tido seus domínios.

Com Ninagal, represou as montanhas na confluência das águas (o Rio Nilo) poderosas, canalizou as ferozes cascatas até um lago, para que se acumulassem as águas como um lago. Depois, inspecionou com Marduk as terras entre o Abzu e o Grande Mar: onde uma vez teve moradas, considerou como drenar o vale do rio. Em metade da corrente, onde as águas do rio caíam em cascata, levantou uma ilha das águas. Em suas vísceras escavou cavernas, por cima delas forjou comportas a partir de pedras. Dali, esculpiu dois canais nas rochas, para as águas elaborou dois estreitos, assim podia diminuir ou acelerar as águas que vinham das terras altas; com represas e comportas, e com os dois estreitos, regulou as águas.

Da Ilha da Caverna, a ilha de Abu, levantou desde debaixo das águas o sinuoso vale do rio: na Terra dos Dois Estreitos, Enki criou um assentamento para Dumuzi e os pastores. Com satisfação, Enlil enviou palavras de tudo isto a Nibiru; que respondeu com palavras de preocupação: o último trânsito (a passagem de Nibiru) que tinha afetado à Terra e ao Lahmu (Marte) tinha provocado também muitos danos em Nibiru; o escudo de pó de ouro se rasgou, a atmosfera estava diminuindo de novo, era peremptória a chegada de novos fornecimentos de ouro! Enki foi ao Abzu rapidamente, viajou com seu filho Gibil para inspecionar e procurar fontes do metal. Todas as minas de ouro tinham desaparecido, tinham ficado enterradas com a avalanche de água!



No Edin, Bad-Tibira tampouco existia! No Sippar, já não havia um lugar para carros! As centenas de Anunnaki que tinham trabalhado duro nas minas e no Bad-Tibira se foram da Terra, a multidão de Terrestres que serviam como Trabalhadores Primitivos se converteram em escombros com o Dilúvio. Já não se pode prover ouro da Terra!, anunciaram Enlil e Enki a Nibiru. Na Terra e em Nibiru houve desespero. Então, terminou Ninurta seus trabalhos nas montanhas dos cedros (Líbano) e uma vez mais se foi à terra montanhosa (Cordilheira dos Andes, América do Sul) além dos oceanos. Dali, ao outro lado da Terra, enviou palavras assombrosas: A avalanche de águas produziu profundos cortes nas ladeiras, das ladeiras das montanhas, ouro incontável, em (pepitas) sementes grandes e pequenas, caem rios abaixo, pode-se recolher ouro sem ter que extraí-lo!

Enlil e Enki foram apressadamente à distante terra montanhosa, com surpresa viram o descobrimento. Havia muito ouro, ouro puro havia por toda parte, sem necessidade de refinação nem de fundição! É um milagre! Assim lhe disse Enki a Enlil. O que forjou Nibiru, Nibiru o emendou! A mão
invisível do Criador de Tudo Que é permitiria a manutenção da vida em Nibiru! Assim disse Enlil. Agora, quem recolherá as sementes, como as enviarão a Nibiru?, perguntaram-se entre si os líderes. Para a primeira pergunta, Ninurta tinha uma resposta: Nas altas terras montanhosas (Cordilheira dos Andes, na América do Sul), neste lado da Terra, sobreviveram alguns seres Terrestres!

São descendentes de Ka-in (a raça vermelha, os indígenas das Américas), sabem como manipular os metais; quatro irmãos e quatro irmãs são seus líderes, e salvaram-se por si mesmos em balsas, agora o topo de sua montanha é uma ilha (n.t. Ilha do SOL) em metade de um grande lago (O atual Lago Titicaca). Recordam-me como o protetor de seus antepassados, chamam-me (a Enki) de o Grande Protetor! Ao saber que tinham sobrevivido outros Terrestres, os líderes se esperançaram, nem sequer se enfureceu mais Enlil, que tinha planejado o fim de toda carne humana. É a vontade do Criador de Tudo Que Existe!, se disseram uns aos outros.


O Lago Titicaca, com cerca de 8300 km² e situando-se a 3.821m acima do nível do mar, é o lago comercialmente navegável mais alto do mundo. Localizado no altiplano da Cordilheira dos Andes, na fronteira do Peru e da Bolívia, tem uma profundidade média de 140 a 180 m, e uma profundidade máxima de 280 m. Mais de 25 rios desaguam no lago Titicaca, e o lago tem 41 ilhas, algumas densamente povoadas.

Estabeleçamos agora um novo Lugar dos Carros Celestiais, enviemos dali o ouro a Nibiru! Procuraram uma nova planície que estivesse seca e endurecida, nas proximidades do Lugar de Aterrissagem, em uma península (a atual Península do SINAI) desolada, encontraram esse local ideal. Era lisa como um lago em calmaria, rodeada de montanhas brancas. Vem agora o relato do novo Lugar dos Carros Celestiais, e dos Montes (as duas pirâmides maiores de Gizé, no Egito) gêmeos artificiais e de como Marduk usurpou a imagem do leão (a Esfinge). Na península escolhida pelos Anunnaki, refletiram-se os celestiais Caminhos de Anu e de Enlil na Terra; Localizem-se com exatidão nesses limites o novo Lugar dos Carros (espaçonaves) Celestiais, que o coração da planície reflita os céus! Assim sugeriu Enlil a Enki. Quando Enki esteve de acordo com isto, Enlil tomou medidas de distâncias dos céus; fez um grande desenho sobre uma tabuleta para que todos o vissem.

Que o Lugar de Aterrissagem nas Montanhas dos Cedros (Baalbek) forme parte das instalações!, disse. Mediu a distância entre o Lugar de Aterrissagem e o Lugar dos Carros, em sua metade, concebeu um lugar para um novo Centro de Controle de Missões (n.t. atual Jerusalém): ali escolheu um monte adequado (Monte Moriah), chamou-o o Monte de Mostrar o Caminho. Ali ordenou construir uma plataforma de pedras, parecidas mas menores que as do Lugar de Aterrissagem; em seu centro, esculpiu-se uma rocha por dentro e por fora, fez-se para albergar um novo Enlace Céu-Terra. Um novo Umbigo da Terra, para fazer o papel de Nibru-ki de antes do Dilúvio. O Atalho de Aterrissagem se ancorou no norte, nos picos gêmeos de Arrata; para demarcar o Corredor de Aterrissagem, Enlil necessitava outras duas séries de picos gêmeos, para delimitar os limites do Corredor de Aterrissagem, para assegurar o ascensão e a descida.


Acima: a imensa plataforma em Jerusalém foi construída pelos Annunaki, depois do Dilúvio, como seu novo centro de controle da missão foi estabelecida neste lugar especial porque ficava equidistante do espaçoporto, Tilmum que ficava na Península do Sinai e da plataforma de pouso de Baalbek que existia desde os tempos pré-dilúvio (e ainda existe) no Líbano. E eles desenvolveram em uma linha reta que ligava tudo aos picos gêmeos das montanhas do Ararat com as grandes pirâmides do Egito. É por isso que o controle da missão foi estabelecida precisamente naquele ponto, em Jerusalém.

Na parte meridional da desolada península, um lugar de montanhas, Enlil escolheu dois picos contíguos, sobre eles ancorou o limite meridional. Mas onde se necessitava a segunda série de picos gêmeos não havia montanhas, só sobressaía do chão uma planície, por cima do vale encharcado. Podemos levantar ali uns picos artificiais (os picos artificiais JÁ EXISTIAM, eram as duas maiores pirâmides em Gizé)! Assim disse Ningishzidda aos líderes. Sobre uma tabuleta desenhou para eles a imagem de uns picos de lados lisos elevando-se para os céus. Se se pode fazer, seja assim!, disse Enlil com aprovação. Que sirvam também de balizas! Sobre a planície, por cima do vale do rio (NILO), Ningishzidda construiu um modelo. A escala, com ele aperfeiçoou os ângulos de elevação e os quatro lados lisos. Junto a ele, situou um pico maior, estabeleceu seus lados às quatro esquinas (os pontos cardeais norte, sul, leste e oeste) da Terra; os Anunnaki cortaram e levantaram as pedras com suas ferramentas de poder (levitação).

Junto a ele, em uma localização precisa, colocou-se o pico que era seu gêmeo; desenhou-se com galerias e câmaras para cristais pulsantes. Quando este pico artificial se elevou para os céus, convidou-se aos líderes para que pusessem o arremate sobre ele, de elétron, de uma mescla que elaborasse Gibil, fez-se a Pedra Ápice (PEDRA DE TOPO DA GRANDE PIRÂMIDE). Ela refletia a luz do sol até o horizonte, era como um pilar de fogo na noite, o poder de todos os cristais era concentrado em um raio dirigido para cima, para para os céus. Quando as obras desenhadas por Ningishzidda terminaram e estavam prontas, os líderes Anunnaki entraram no Grande Pico Gêmeo, maravilharam-se com o que viram; EKUR, Casa Que é Como uma Montanha, chamaram-no, era uma baliza para os céus.

Proclamava que os Anunnaki tinham sobrevivido ao Dilúvio e venceriam sempre. Agora, o novo Lugar dos Carros Celestiais pode receber ouro de além dos mares, dali, os carros levarão o ouro da sobrevivência a Nibiru; dali para o leste, onde o Sol se eleva no dia designado, ascenderão, até ali ao sudoeste, onde o Sol fica no dia designado, descenderão. Então, Enlil ativou com sua própria mão os cristais de Nibiru. Dentro, luzes horripilantes começaram a piscar, um zumbido mágico rompeu o silêncio.



Fora, o arremate ficou a brilhar de repente, era mais brilhante que o Sol. A multidão dos Anunnaki reunidos elevou um grande grito de alvoroço; Ninmah, que tinha vindo para a ocasião, recitou um poema e cantou: Casa que é como uma montanha (EKUR), casa com um pico bicudo, está equipada para Céu-Terra, é a obra dos Anunnaki. Casa brilhante e escura, casa do céu e da Terra, para uso dos navios celestiais se ergueu, a construíram os Anunnaki.

Casa cujo interior resplandece com uma avermelhada luz do céu, emite um raio que pulsa que chega longe e alto; nobre montanha de montanhas, criada grande e nobre, está além da compreensão dos Terrestres. Casa de equipamento, nobre casa de eternidade, as pedras de seus alicerces tocam as águas, sua grande circunferência se fixa na argila. Casa cujas partes estão habilmente entretecidas, faz descender a quão grandes nos céus circulam para descansar; casa que é um ponto de referência para as naves espaciais, o Ekur está bendito pelo mesmo Anu.

Assim recitou e cantou Ninmah na celebração. Enquanto os Anunnaki celebravam sua notável obra, Enki disse a Enlil palavras de sugestão: Quando em dias futuros se pergunte, quando e quem fez esta maravilha? Acreditam junto aos picos gêmeos um monumento; que anuncie a Era do Leão, A imagem de Ningishzidda, o desenhista dos picos, seja sua cara, que olhe exatamente para o Lugar dos Carros Celestiais. Quando, quem e o propósito revele-se a gerações futuras! Esta foi a sugestão de Enki a Enlil. Ante suas palavras, Enlil consentiu, e disse a Enki: Do lugar dos Carros Celestiais, Utu deve ser novamente o comandante; que o leão de olhar fixo, exatamente orientado ao leste (atual), tenha a imagem da Ningishzidda!



Quando se iniciaram os trabalhos de talha e modelagem do leão feito de rocha, Marduk disse a seu pai Enki palavras de ofensa: Prometeu-me que dominaria a Terra toda, agora concedem a outros o mandato e a glória, sem tarefa nem domínios me deixam. Em meus antigos domínios se situam os Montes artificiais, sobre o leão deve estar a minha imagem! Ningishzidda se enfureceu com estas palavras de Marduk, o resto dos filhos também se sentiram molestados, Ninurta e seus irmãos também se levantaram em um clamor por domínios, todos exigiam terras para si mesmos, e humanos terrestres devotos! Não se converta em disputa a celebração!, gritou Ninmah em meio das vozes alteradas. A Terra ainda está desolada, somos poucos Anunnaki, dos Terrestres só há sobreviventes! Que a Marduk Ningishzidda da honra não prevê, tenhamos em conta também as palavras de Marduk!

Assim disse Ninmah, a pacificadora, aos líderes anunnaki enfurecidos. Para que prevaleça a paz, devemos repartir as terras habitáveis entre nós!, disse Enlil a Enki. Estiveram de acordo em fazer da península (do SINAI) um separador incontestável, atribuiu à pacificadora Ninmah. Tilmun, A Terra dos Projéteis, chamaram-na; estava fora dos limites dos Terrestres. As terras habitáveis ao leste da península se apartaram para Enlil e sua descendência, para os descendentes de dois filhos de Ziusudra, SEM e JAFET, para que vivessem ali. A massa de terra de tom escuro que incluía o Abzu lhe concedeu por domínio a Enki e a seu clã, para habitá-la se escolheu ao povo do filho médio de Ziusudra, CAM.

Enki, para apaziguar a seu filho, sugeriu fazer a Marduk senhor deles, senhor de suas terras. Seja como você deseja!, disse Enlil a Enki a respeito disto. No Tilmun, em seu montanhoso sul, Ninurta construiu uma morada para sua mãe, Ninmah; perto de um manancial com palmeiras datileras, localizou-se um fresco vale, o pico da montanha aterrou Ninurta, plantou um fragrante jardim para Ninmah. Quando se terminou tudo, deu-se um sinal a todos os postos avançados na Terra: das terras montanhosas mais à frente do oceano, os Torvelinhos trouxeram as sementes de ouro, do Lugar dos Carros Celestiais, levou-se o ouro até o Nibiru. Naquele memorável dia, Enlil e Enki se disseram um a outro e coincidiram: Honremos a Ninmah, a pacificadora, com um novo nome-epíteto: seja seu nome Ninharsag, Senhora do Topo da Montanha!

Por aclamação deu esta honra a Ninmah, a partir de então lhe chamou Ninharsag. Elogiem a Ninharsag, a pacificadora na Terra!, proclamaram em uníssono os Anunnaki.

Continua com o Décimo Primeiro Tablete…

{n.t. A HISTÓRIA SE REPETE, excerto do post PÃO E CIRCO:

“Seu planeta terá necessidade de se reequilibrar em sua ecologia e com seus recursos restantes, e há uma grande necessidade para ELA (Gaia) nessa mudança,no deslocamento das suas grandes massas de águas (das massas líquidas oceânicas), de modo a permitir que isso ocorra. As águas têm grandes propriedades curativas e seu deslocamento a nível planetário vai permitir a reabsorção e dispersão dos recursos minerais retirados das massas de terra seca. Ela pediu para a Fonte do Criador por assistência e ela terá esse apoio.

(n.t. E as “águas” estão intimamente conectadas com o“corpo emocional” do indivíduo e da coletividade, que no caso da Terra esta altamente poluído, daí a necessidade de um grande choque pelas “águas”)



Isto pode soar alarmante para aqueles que percebem que esse enorme deslocamento das águas do planeta não será muito benéfico para muitos de vocês no plano físico tridimensional (especialmente para quem mora em grandes cidades litorâneas, o que parece ser o maior caso para as grandes cidades do seu planeta). No entanto, será apenas como se você fosse dar um banho no seu cão para ajudá-lo a se livrar da infestação das pulgas, assim também há uma necessidade da Terra de que esta limpeza ocorra”. Fim de citação}

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
  6. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  7. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  9. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  10. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  11. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  12. http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

URL: http://wp.me/p2Fgqo-6u0


Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Zecharia Sitchin

Atualização diária

Se gostou! Por favor RECOMENDE aos seus Amigos.
achama.biz.ly 

Israel ou Cazária!?

achama.biz.ly email: nai@achama.biz.ly 


EN: VioletFlame * The Illuminati * Alternative Media * North Atlantic Islands * Indian Ocean Islands * South Atlantic Ocean Islands * Alternative Media * Creator's Map * ESU IMMANUEL * Exposing Media DesInformation * Galactic Federation * Indians, Prophecies and UFOs * Illuminati, The * Infinite Being * Israel (!?) * Jews..., the Real ones! * Khazars Jews are converted, not jenuine * Meditation * Media News * NESARA (!?) * SCIENCE, SPIRIT, Free Energy!... * UFO CONTACTS * UFOs (MORE) * USA The 4th NAZI Reich!? * Zionism Lies and The Illuminati * Light a Candle for PEACE * The Red Pill * The True Shadow Government

31.03.15


O Livro perdido de Enki de Nibiru

Posted by Thoth3126 on 31/03/2015

Anunnaki-deuses-nunca-mais

O Livro perdido de ENKI/EA – de NIBIRU 



“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás.

Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki (Nephilins), que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU.

O planeta era designado, representado pelo símbolo da cruz e NIBIRU significa, “planeta da passagem [travessia].”



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

As Memórias e profecias de um “deus extraterrestre” nativo do planeta NIBIRU, que é o criador do homem, o atual ADÃO (e a EVA) de “barro” da Terra.

Algumas placas sumérias continham um diário de EA/ENKI, que foi traduzido por Zecharia Sitchin e publicado com o título “The Lost Book Of Enki – O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas ele revela que durante a realização de um conselho planetário no planeta de NIBIRU, no qual foi decidido que ENKI-EA deveria criar um híbrido terrestre-alienígena (com material genético de NIBIRU) através da manipulação da engenharia genética.

ENLIL, (o Javé-Yahweh-Jeová bíblico, a principal divindade dos hebreus, o raivoso e ciumento senhor deus dos exércitos do velho ( a Torah) testamento na Bíblia) o meio irmão de EA-Enki protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração de ouro e não para “brincar de deus”.



Os dois “deuses” irmãos representados em um tablete de barro pela cultura suméria.

Os habitantes do planeta Nibiru, os Nephilin/Anunnakis, sabiam perfeitamente da existência do Logos* (o Criador) primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, inclusive genética, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta (Nibiru) natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra (literalmente, precisavam de escravos) para a mineração de ouro na Terra, como já foi dito antes.

( * n.t.: O Logos [λόγος, verbo], em grego, significava inicialmente a palavra escrita ou falada—o Verbo. Mas a partir de filósofos gregos como Heráclito passou a ter um significado mais amplo. Logos passa a ser um conceito filosófico traduzido como razão, tanto como a capacidade de racionalização individual ou como um Princípio Cósmico da Ordem e da Beleza.

Na teologia católica o conceito filosófico do Logos viria a ser adaptado no Evangelho de João, o evangelista se refere a CRISTO (que “ungiu” o homem Jesus) como o Logos, isto é, a Palavra: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus” João 1:1 (εν αρχη ην ο λογος και ο λογος ην προς τον θεον και θεος ην ο λογος).


Foram encontradas placas com inscrições sumérias como a da foto acima contendo um diário de ENKI, que foi traduzido por Zecharia Sitchin e publicado com o título “O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas Enki revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um trabalhador híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, seu irmão ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para “brincar de Deus”

Como ENLIL, sempre rivalizou com seu irmão ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas no planeta Terra.

A vastidão do universo material nos dá a certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnakis, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior.

Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas,(a maioria tem PREGUIÇA de pensar por si mesmo, pois dá muito trabalho desenvolver CONSCIÊNCIA) mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias, genética e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria (deve) ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Abaixo: Os Annunaki em painéis e estelas sumérios, assírios, também são encontrados na cultura dos egípcios e maias. Nas quatro antigas civilizações citadas, existe uma evidente presença de seres extraterrestres de todos os tamanhos e até de gigantes, como visto nesta estela da suméria.



{“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” – Gênesis 6:4}

A seguir trechos de uma entrevista concedida por Zecharia Sitchin, onde ele revela o seu trabalho de tradução das placas sumérias:

“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU. O planeta era designado, representado pelo símbolo da cruz e NIBIRU significa, “planeta da passagem [travessia].”

Segue Sitchin: “A questão em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que não, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E Aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter , tinham argumentos também muito convincentes do porque não podia ser Júpiter.”  



Representação de ENKI, o deus das águas.

“Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme (da cultura suméria), a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter.

E então certa noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre as órbitas de Marte e Júpiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.”

Sitchin continua: “Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais (NIBIRU) em nosso sistema solar, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico ENUMA ELISH de onde são baseados (cópia quase que verbatim) os primeiros capítulos do Gênesis bíblico e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como aterrissaram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles em nossoplaneta, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro!

Os antigos Sumérios tinham um enorme conhecimento geral. Eles sabiam sobre a existência de Urano e Netuno e os descreveram e eles também sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassa (ainda hoje) o dos dias modernos (um fato mantido em sigilo para que os “eruditos de nossa civilização não passem vergonha”). Eles diziam, “Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki.”


Acima: A Região da Mesopotâmia e assinaladas as cidades criadas pelos “deuses” de Nibiru, os Annunaki e Nephilins. O Jardim do Éden extraterrestre, entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o IRAQUE… o local da criação do homem por EA/EnKi.

“A publicação do meu primeiro livro e seu impacto, foi a compreensão de que vários povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nosso sistema solar (n.t. Em alguns casos algumas dessas culturas se referiam ao planeta MALDEK). Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos atrás). Plutão foi uma descoberta astronômica muito interessante, e então os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias também chamam de planeta X) então os Anunnaki e os Nephilim TAMBÉM existem.“

“Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe Nibiru, e os Anunnaki existem, então a declaração da Suméria de que eles voltam (o seu planeta) a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização, então não estamos sós e há pessoas/SERES HUMANOS mais avançadas (em termos tecnológicos) do que nós em nosso próprio sistema solar.”



Capa do livro “The Lost Book of ENKI” (O Livro Perdido de ENKI) de Zecharia Sitchin

“Me perguntaram: Eles se parecem conosco?” e eu disse, não, nós nos parecemos com eles. Eles é que nos criaram e o fizeram por engenharia genética (o corpo humano). Eles dispararam a arma da evolução, e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: “Vamos fazer Adão a nossa semelhança e imagem.”

“Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós. (Nesse ponto é possível se discordar de Sitchin porque Nibiru existe apenas em QUARTA DIMENSÃO e a densidade dos corpos de seus habitantes Annunakis não é igual a nossa, a semelhança entre eles e nós é principalmente PSÍQUICA)”

“Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita do seu planeta, Nibiru ao redor do nosso Sol e da estrela/Sol SÍRIUS da Constelação do Cão Maior, distante 8,7 anos luz da Terra, em uma elipse que leva 3.600 dos nossos anos para ser completada. Assim, um ano deles equivale a 3.600 dos nossos anos. Esta é uma diferença chave e fundamental entre eles e nós.”

Então há a diferença entre o avanço tecnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço, e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos (e ainda hoje) eram consideradas milagres”.

De acordo com Zecharia Sitchin, a próxima passagem do 12º planeta seria entre 2012 e 2013. {n.t. apesar das descobertas de Zecharia Sitchin, suas conclusões a respeito da órbita de Nibiru não são absolutamente corretas (como tudo na vida). A próxima passagem de Nibiru pelo nosso sistema Solar será em torno de 3.440 d.C., ainda faltam mais 1.426 anos para ele retornar de seu passeio desde a órbita de SÍRIUS na CONSTELAÇÃO DO CÃO MAIOR}.

Consta que o local de aterrissagem dos Nibiruanos foi um lugar chamado Eridu, atual Sul do Iraque. Neste local restariam diversas construções desse povo, inclusive uma pirâmide que teria sido usada por Saddan Hussein como esconderijo durante ataques ao seu país, o Iraque. Os americanos teriam conhecimento desses monumentos e de seu valor histórico inestimável, razão pela qual não o teriam destruído. 



Constelação de Cão Maior, e SÍRIUS, a sua estrela principal e a mais brilhante nos céus da TERRA.

Devemos esperar pelo aparecimento desse magnífico fenômeno no Céu do Hemisfério Sul. Esta inclusive seria a razão pela qual os telescópios na Argentina e no Chile foram reativados e um novo telescópio foi instalado pelos EUA no PÓLO SUL !?!?!. A NASA já localizou um grande objeto nos céus e estaria analisando o fato, que foi classificado como ultra-secreto, (n.t.- Trata-se de uma Estrela Anã Marron, companheira de nosso sol e não de NIBIRU que nesse momento esta muito longe, em SÍRIUS ) embora todos os dados estejam aparentemente descritos nos livros da série Crônicas da Terra de Sitchin. Como ele diz: “Assim nós humanos estaremos mais preparados para a chegada dos Anunnaki”.

Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro e o primeiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das demais nações ocidentais e o mundo árabe, não informam à humanidade sobre isso? De fato a resposta é muito simples! 



O disco alado é o principal símbolo da Nibiru em diversas culturas antigas.

É porque essa revelação de que seres extraterrestres humanoides alienígenas gigantes, vindos de outros planetas de outros sistemas estelares conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram geneticamente na criação e na formação da raça humana, E SE PASSARAM (e ainda se passam para a maioria dos habitantes da Terra) PELOS NOSSOS DEUSES, tudo isso causaria a ruína de todo o establishment contemporâneo a começar pelo sistema religioso global…


Todas as instituições entrariam em colapso, porque “FRAUDES GIGANTESCAS E MILENARES” seriam desmascaradas e descobertas.

NOTA: Zecharia Sitchin não faz identificação alguma de ENLIL com o temperamental senhor dos exércitos e o Yahweh-Javé-Jeová bíblico do Velho Testamento, talvez por ser judeu (russo) e por não querer diminuir a importância da divindade de sua cultura e nem criar conflito com a mesma.

Outros autores, porem, identificam o temperamental, rancoroso e vingativo Yahweh, Javé, Jeová bíblico com ENLIL, como Neil Freer, por exemplo. (A nosso ver corretamente, pois o Yahweh, Javé, Jeová bíblico é um pequeno semideus MUITO RAIVOSO, VINGATIVO E MUITO TEMPERAMENTAL da antiguidade e que também tem contas a acertar com o verdadeiro Criador).

Publicado originalmente em Setembro de 2012.

Mais informações sobre ENKI/EA, NIBIRU e o homem em
  1. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/;
  2. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/;
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://pt.wikipedia.org/wiki/Enki
  5. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  6. http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/
  7. http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/
  8. http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-sistema-estelar-de-draco/
  9. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
  10. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/


Permitida a reprodução desde que mantido o formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br
Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos em português:
http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=Zecharia Sitchin

Atualização diária

Se gostou! Por favor RECOMENDE aos seus Amigos.
achama.biz.ly 

Israel ou Cazária!?

achama.biz.ly email: nai@achama.biz.ly 


EN: VioletFlame * The Illuminati * Alternative Media * North Atlantic Islands * Indian Ocean Islands * South Atlantic Ocean Islands * Alternative Media * Creator's Map * ESU IMMANUEL * Exposing Media DesInformation * Galactic Federation * Indians, Prophecies and UFOs * Illuminati, The * Infinite Being * Israel (!?) * Jews..., the Real ones! * Khazars Jews are converted, not jenuine * Meditation * Media News * NESARA (!?) * SCIENCE, SPIRIT, Free Energy!... * UFO CONTACTS * UFOs (MORE) * USA The 4th NAZI Reich!? * Zionism Lies and The Illuminati * Light a Candle for PEACE * The Red Pill * The True Shadow Government

06.11.14

Três grandes cidades, 60 x 60 milhas (96×96 quilômetros) cada, uma das quais incluía Grande Zimbabwe (Zimbabuè)

Posted by Thoth3126 on 06/11/2014



Em 15 outubro de 2012 o Editor e Produtor Michael Tellinger (à direita ao lado da pegada gigante) discutiu seu estudo de ruínas antigas na ponta sul da África, que ele acredita que estejam associados com uma civilização desaparecida que visitantes Extraterrestres, conhecidos no mundo antigo como Annunaks, criaram há mais de 200 mil anos atrás, quando eles lá estiveram, no sul da África, para extrair ouro. …

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://www.forbiddenknowledgetv.com

DiscloseTruthTV

As ruínas, que ele esta investigando juntamente com Johan Heine, consiste em milhares de estruturas de pedra cobrindo uma grande área. As estruturas mostram evidências de sua extrema antiguidade através da erosão e do crescimento de microorganismos (tipo pátina), ele detalhou. Uma das ruínas mais importantes a que ele se refere como “Calendário de Adão”, um calendário de pedra monolítica que poderia marcar a passagem do tempo pelo dia.




O local da descoberta das ruínas, no sul do continente africano está de acordo com as narrativas de culturas antigas da Mesopotâmia.

Os Annunaki cruzaram seu próprio ADN com a genética humana para criar trabalhadores (o homem atual, o Adão e a Eva de barro) das minas de ouro no sul da África, Tellinger disse, fazendo referência ao trabalho de tradução da escrita suméria publicada nos livros de Zecharia Sitchin. Entre as ruínas existem formas hexagonais agrupados em conjunto como favos de mel (como numa colméia), que ele especula que poderiam ter sido utilizados como tanques de clonagem.




O Relógio de ADÃO, clique na imagem c/botão direito para ampliar.

Além disso, ele sugeriu que muitas das estruturas feitas de pedras que contêm quartzo, foram utilizados como dispositivos de energia para os grandes assentamentos de mineração. Ao estudar a área usando mapas aéreos, Tellinger determinou que havia três grandes cidades com cerca de 60 x 60 milhas cada um, uma das quais incluía a Grande Zimbabwe. Entre as ruínas, as primeiras pirâmides podem ser encontrados, e os detalhes esculpidos em algumas das rochas incluem o símbolo Ankh – milhares de anos antes que a civilização egípcia os usasse, relatou ele.




Veja o vídeo: 200,000 Year Old Anunnaki Cities Discovered in Africa

https://www.youtube.com/watch?v=2IyLxYSkS0E


Biografia: Michael Tellinger é um cientista, no verdadeiro sentido da palavra, nunca se afastando de questões controversas e examinando meticulosamente cada pista.



Depois de uma obsessão de longos 30 anos de compromisso com as origens da humanidade e as anomalias genéticas da nossa espécie, ele escreveu o livro Slave Species of God (Espécies Escravas de Deus).

Quando Johan Heine expos o mistério das ruínas de pedra da África do Sul com Michael em 2007, eles começaram um processo irreversível de pesquisa que levou Michael a algumas conclusões científicas surpreendentes e na realização de mais dois livros, Adam’s Calendar e Temples of the African Gods (Calendário de Adão e Templos dos deuses Africanos).



Os Anunnaki (também transcrito como: Anunna, Anunnaku, Ananaki e outras variações) são um grupo de divindades encontradas nas culturas antigas da Mesopotâmia (ie, sumério, acádio, assírio e babilônico). O nome é escrito de várias formas “da-nuna”, “da-nuna-ker-ne”, ou “da-freira-na”, que significa algo do tipo “os de sangue real” ou “príncipes da realeza”.

Sua relação com o grupo de deuses conhecido como Igigi não é clara pois “às vezes os nomes são usados como sinônimos, mas no mito da inundação descrito em Atra-Hasis, os Igigi são a sexta geração dos deuses que têm de trabalhar para os Anunnaki, rebelando-se após 40 dias e substituídos com a criação dos (escravos) seres humanos.




Palavras de Michel Tellinger sobre a pegada de deus: “Eu gostaria de compartilhar com vocês o que poderia ser uma das melhores peças de evidência de que havia gigantes na Terra há muito, muito tempo atrás. Os geólogos têm se maravilhado com esta cópia de pé gigante em granito bruto, com cerca de 4 metros de comprimento. Este é um lugar profundamente sagrado, místico e espiritual entre os guardiões do conhecimento africano e por isso deve permanecer intocado. Essa marca de pé é carinhosamente conhecida como a pegada de Deus. Tem cerca de 1,20 metros de comprimento, a pessoa que a teria deixado para trás deve ter sido de cerca de 24 pés ou 7, 5 m de altura. Este local na África se apresenta a nós com um dilema real e um profundo mistério que precisa ser resolvido”.

Segundo os mitos Assírio e babilônico mais tardio, os Anunnaki eram filhos de ANU e KI, deuses irmão e irmã, eles próprios sendo os filhos de Anshar e Kishar (Eixo do céu e o Eixo da Terra, os pólos Celestiais), que por sua vez eram os filhos de Lahamu e Lahmu (“os enlameados”), nomes dados aos guardiões do templo do Abzu em Eridu, o local em que a criação do homem/mulher, o Adão e a Eva de barro teria acontecido. Finalmente, Lahamu e Lahmu foram os filhos de Tiamat, a deusa do Oceano e Abzu o Deus de Água Doce.

Saiba (informe-se) mais em:

  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  3. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  4. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  5. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  6. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
 



Por favor, respeitem todos os créditos
Arquivos em português:

 Atualização diária
 


EN: VioletFlame * The Illuminati * Alternative Media *   North Atlantic Islands * Indian Ocean Islands * South Atlantic Ocean Islands  * Alternative Media * Creator's Map * ESU IMMANUEL * Exposing Media DesInformation * Galactic Federation Indians, Prophecies and UFOs * Illuminati, The * Infinite Being * Israel (!?) * Jews..., the Real ones! * Khazars Jews are converted, not jenuine * Meditation * Media News * NESARA (!?) * SCIENCE, SPIRIT, Free Energy!... * UFO CONTACTS * UFOs (MORE) * USA The 4th NAZI Reich!? * Zionism Lies and The Illuminati * Light a Candle for PEACE * The Red Pill * The True Shadow Government  
** by Steve Beckow: 9/11 Truth, Abundance Program, Accountability, Disclosure, end times, Extraterrestrials, financial crash, Golden Age, Illuminati, Mayan Predictions, NESARA, New Paradigm, Spiritual Hierarchy, Spiritual Teachers, UFO Cover-up, Wisdom Economy   
ES: LLAMA VIOLETA

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2026
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2025
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2024
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2023
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2011
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub