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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Arqueologia prova que Presença dos Sumérios na América do Sul aconteceu

Arqueologia prova que Presença dos Sumérios na América do Sul aconteceu.

André de Pierre

Cerâmica “Fuente Magna”, uma prova Incontestável da Presença dos Sumérios na América do sul, na região de Tiahuanaco.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Publicado por Thoth3126 on 15/02/2020
 
 
 
 
 
Em 1950, um excepcional artefato foi descoberto na propriedade da família Manjon, próximo a La Paz, na região de Tiahuanaco e do lago Titicaca, na cidade de Chua, Bolívia. O objeto era um vaso de cerâmica de barro cozido com inscrições sumérias, proto-sumérias, proto-semíticas ou proto-hebraicas e caracteres de culturas locais. O arqueólogo boliviano Max Portugal-Zamorra ficou sabendo da existência do vaso em 1959 e foi até o sítio arqueológico. Através da mediação do general Armando Escobar Uria, a família Manjon aceitou trocar a sua propriedade por um pedaço de terra em outro bairro e Zamorra pode trabalhar livremente no local. …
 
… Provavelmente, na época, o arqueólogo achou que se tratava de algo importante, mas como não conseguiu identificar as inscrições, o artefato foi desprezado.
O prato cerâmico foi levado até La Paz, Bolívia e por lá ficou esquecido durante décadas até a descoberta da estátua Monólito de Pokotia, achada em 4 de Janeiro de 2002, a 2 km de Tiahuanaco, na Bolívia, por Bernardo Biadós, Freddy Arce, Javier Escalente, Cesar Calisaya, Leocadio Ticlla, Alberto Vasquez, Alvaro Fernholz, Omar Sadud, Batuani Paulo e Rodrigo Velasco.
Fuente Magna (izquierda) y Monolito de Pokotia (derecha). Composición fotográfica aportada por el autor.
Fuente Magna (esquerda) e Pokolia Monolith (direita) Composição fotográfica feita pelo autor
Este outro extraordinário objeto com caracteres da escrita suméria reascendeu o interesse na descoberta do prato de cerâmica Fuente Magna, porque, como no vaso, na estátua existiam inscrições esquisitas para a região onde foi encontrado.
Para saber mais sobre a área onde foi encontrada a Fuente Magna, Biadós e Arce foram até Chua e lá encontraram Maximiliano, um nativo de 98 anos.
O indígena confirmou o local onde fora encontrado o artefato arqueológico e relatou que lá tinham mais centenas de vasos. Maximiliano nomeou o objeto como Plato del Chancho, porque os nativos utilizavam os vasos de cerâmica descobertos para dar comida aos porcos, e, dessa forma, eles foram destruídos e descartados.
Inscrições Sumérias na Fuente Magna no Museo de Metales Preciosos. Foto: André de Pierre
Não há qualquer contestação sobre a autenticidade das peças e como argumenta David Hatcher Childress em um de seus livros:
Parece extremamente improvável que alguém tenha planejado um esquema para plantar artefatos sumérios falsos ao redor de Tiahuanaco por diversão ou lucro. O fato de que o vaso Fuente Magna se encontrava em algum porão de museu, largamente esquecido por décadas, atesta para o fato de que nenhum mercado estava sendo desenvolvido para antiguidades pseudo-sumerianas encontradas na Bolívia.
Sim, obviamente não existe um mercado mundial de artefatos sumérios, e, ao que parece, não há muitas pessoas preocupadas e ninguém ganhando “muito dinheiro” com isso, ninguém sendo promovido ou homenageado pelas multidões.
 
Abaixo: Escrita Suméria período Old Babylonian. Tábua OECT 02, pl. 5-6 Ashm 1923-373, da coleção Ashmolean Museum, Oxford, Reino Unido.

Ao contrário da contestação, o que existiu até o momento foi a tradução do Dr. Clyde Winters, que identificou a escrita como proto-suméria. Uniformemente, o Dr. Alberto Marini concluiu que se tratava de escrita suméria. Em verdade, basta ter visto o cuneiforme uma única vez na vida para definir sua autenticidade, pois, felizmente, a inscrição é muito clara e não deixa margens para dúvidas.
O especialista, Dr. Winters, fez a seguinte tradução:
(1) As meninas fazem um juramento de agir justamente (nesse) lugar. (2) (Esse é) um oráculo favorável do povo. (3) Aplica um decreto divino justo. (4) O talismã (o Fuente Magna) (é) cheio de Bem. (5) A (deusa) Nia é pura. (6) Faça um juramento (para ela). (7) A Adivinha. (8) O decreto divino de Nia (é), (9) cercar as pessoas com Bondade/Alegria. (10) Valorize o oráculo do povo. (11) A alma (para), (12) aparecer como uma testemunha do (Bem que vem da fé na Deusa Nia diante de ) toda a humanidade.
Em março de 2019 estive em La Paz, no Museo de Metales Preciosos, para ver a espetacular peça pessoalmente e percebi alguns equívocos no trabalho de Winters. É notório que a tradução está errada em alguns pontos. Conforme imagem abaixo, é possível verificar que o tradutor não considerou o termo sumério Anu, que significa céu. Também há presença de vários numerais, ignorados por Winters.
Esquerda: Fuente Magna ampliada e escrita cuneiforme suméria para Anu.
Outro possível erro cometido foi em relação a definição do período da escrita, que não se parece de forma alguma com proto-sumério, mas sim com o sumério do período Old Babylonian (1900 a 1600 a.C.)Também é possível ver no artefato inscrições proto-semíticas e do 1º período de Tiwanaku (1500 a.C.), ao lado do cuneiforme.
De qualquer forma, minhas divergências com Winters param por ai, porque ele está absolutamente correto sobre a escrita ser originária da Suméria, o que comprova, de uma vez por todas, contatos transoceânicos entre os povos do mundo antigo e o conhecimento dos mesmos povos das terras das Américas. 
A peça de cerâmica Fuente Magna é a prova definitiva e irrefutável da presença dos sumérios na América do Sul, e, no presente, devemos apenas nos atentar a melhor tradução possível dos caracteres do artefato.

Se parece estranho a voce o conhecimento de terras a Ocidente/Oeste da Europa e África antes de Colombo, é por pura desinformação histórica (deliberadamente feita pelo sistema de CONTROLE, pois quanto mais ignorante nós formos melhor para quem nos controla)
 O historiador brasileiro Cândido Costa escreveu já em 1900“Diodoro de Sicília (90-21 a.C.), 45 anos antes da Era Cristã, escreveu grande número de livros sobre os diversos povos do mundo; em seus escritos, designa claramente a América com o nome de ilha, porque ignorava sua extensão e configuração. Essa expressão de ilha é muitas vezes empregada por escritores da antigüidade para designarem um território qualquer …
Acima um grande navio de longo curso, um Trirreme fenício tipo Carpássio, para viagens oceânicas de longo curso, um modelo dos tantos barcos fenícios existentes já no século X a.C., época próxima à que reinou Salomão em Israel. Foi usado para viagens transoceânicas pelos povos do Oriente Médio e Mediterrâneo.
… Assim vimos que Sileno chama ilhas à Europa, Ásia e África. Na narração de Diodoro, não é possível o engano quando ele descreve a ilha de que falamos: “Está distante da Líbia (ou seja, da África) muitos dias de navegação, e situada no Ocidente (a Oeste da África). Seu solo é fértil, de grande beleza e regado de rios navegáveis”. Esta circunstância de rios navegáveis não se pode aplicar senão a um continente, pois nenhuma ilha do oceano tem rios navegáveis. Diodoro continua dizendo:
“Ali, vêem –se casas suntuosamente construídas”;sabemos que as Américas possuem belos edifícios em ruínas e da mais alta antiguidade.  “A região montanhosa é coberta de arvoredos espessos e de árvores frutíferas de toda espécie. A caça fornece aos habitantes grande número de vários animais; enfim, o ar é de tal modo temperado que os frutos das árvores e outros produtos ali brotam em abundância durante quase todo o ano.” 
Esta pintura do país e do clima da região por Diodoro se refere de todo o ponto à América do Sul equatorial. Este historiador conta depois como os Fenícios (re)descobriram aquela região”… Fim de citação}

Referências:
  • CHILDRESS, D. H. Tecnologia ancestral no Peru e Bolívia: 1. ed. Tietê: Anunaki, 2015
  • PIERRE, A. Enigmas: a história secreta da humanidade: 1. ed. Tietê: Anunaki, 2015 
  • PIERRE, A. Sumérios na América. Revista Enigmas, Piracicaba, 7 ed., 26-43 , 05/19
  • WINTERS, C. W. Ancient Scripts in South America: The Sumerians in South America: 1. ed. EUA: CreateSpace Independent Publishing Platform, 2015
  • UCLA – Disponível em: <https://cdli.ucla.edu/search/search_results.php?SearchMode=Text&TextSearch=&PrimaryPublication=&order=PrimaryPublication&Author=&PublicationDate=&SecondaryPublication=&Collection=&AccessionNumber=&MuseumNumber=&Provenience=&ExcavationNumber=&Period=old+bab&DatesReferenced=&ObjectID=&ATFSource=&CatalogueSource=&TranslationSource=&ObjectType=&ObjectRemarks=&Material=&SealID=&Language=&Genre=royal&SubGenre=&requestFrom=Search>. Acesso em: 23 maio 2019.
  • RIVERSIDE – Disponível em: <http://www.faculty.ucr.edu/~legneref/archeol/archeol.ind.htm>. Acesso em: 23 maio 2019.
  • WIKIPEDIA – Disponível em: <https://es.wikipedia.org/wiki/Fuente_Magna>. Acesso em: 23 maio 2019.
 







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