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Brasil: Petrobras assinou contrato em branco !!!!!

Petrobras assinou contrato em branco (sem especificar nenhum valor) com a empresa holandesa  SBM  (Single Buoy Moorings) Offshore.

Posted by Thoth3126 on 16/12/2014

 

 

corrupcao-brasil
O Contrato de construção da plataforma P-57 sem a identificação (em BRANCO – sem especificar nenhum valor) de valores foi analisado pela CPMI

Empresa holandesa SBM Offshore, que fornece plataformas de exploração de petróleo à Petrobras e confessou ter pago US$ 102,2 milhões em subornos a dirigentes da estatal entre 2005 e 2011, se recusa a ser vista como “o cara mau” do mercado; “O mercado offshore é um mundo escuro como o breu. Mas há alguns anos tomamos um novo caminho”, disse Sietze Hepkema, executivo da companhia.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Contrato de construção da plataforma P-57 sem a identificação (em BRANCO – sem especificar nenhum valor) de valores foi analisado pela CPMI

Por José Casado, Ramona Ordoñez, Bruno Rosa, Krla Mendes, Antonio Werneck e Thiago Herdy – Dia 15/12/2014 6:00 / Atualizado 15/12/2014 8:11

Fonte: http://oglobo.globo.com

RIO — Bruno Chabas resolveu atualizar a correspondência quando viu um recado de Zoe Taylor-Jones, advogado da SBM, empresa holandesa que possui US$ 27,6 bilhões em contratos de navios e plataformas marítimas com a Petrobras. Eles lideravam a equipe que há meses revolvia os arquivos da diretoria recém-demitida. Rastreavam pagamentos de US$ 102,2 milhões em propinas a dirigentes da Petrobras, intermediados pelo agente da companhia no Brasil Julio Faerman.

“Cavalheiros, sinto muito, mas esta é a última cereja do bolo”, ele escreveu a Chabas, presidente da SBM, e a mais quatro diretores, acrescentando: “Nós pagamos também a conta de telefone e de internet de Faerman”. Anexou uma fatura pendente de R$ 1.207,00 da operadora Sky.



Era 1h35m da madrugada de terça-feira, 17 de abril de 2012. Com a agenda da manhã seguinte sobrecarregada pela auditoria, Chabas mandou uma resposta irônica antes de dormir: “Essa relação nunca pára de me surpreender”.

Mais surpreendidos ficaram, dias atrás, os auditores e advogados do Tribunal de Contas da União, da Receita Federal e do Banco Central que analisaram para o Congresso a documentação dos negócios da Petrobras com a SBM.


Comprovaram, por exemplo, que a diretoria da estatal subscreveu (assinou) um contrato em branco para a construção do navio-plataforma P-57. Isso aconteceu na sexta-feira 1º de janeiro de 2008.

O contrato de construção da plataforma P-57 (nº 0801.0000032.07.2), que chegou à CPMI, não contém “informação expressa sobre seu valor”, relataram os técnicos, por escrito, à Comissão Parlamentar de Inquérito.

Na cláusula específica (“Quinta — Preço e Valor”), os campos simplesmente não foram preenchidos. Ficaram assim:

“5.1 O valor total estimado do presente CONTRATO é de R$ xxxxx (xxxx), compreendendo as seguintes parcelas:

5.1.1 R$ xxxxx (xxxx), correspondente aos serviços objeto do presente CONTRATO, sendo R$ _____ ( ) referente a serviços com mão-de-obra nacional e R$ _____ ( ), referente a serviços com mão de obra não residente;

5.1.2 R$ xxxxx (xxxx), correspondente aos reembolsos contratualmente previstos”.



QUASE UM ANO DEPOIS

Somente 207 dias depois — ou seja, passados sete meses — é que “esses valores foram ‘preenchidos’”, registraram os assessores da CPMI. O “Aditivo nº 1” foi assinado na terça-feira 26 de agosto de 2008, mas ainda sem especificar os valores completos dos serviços nacionais e estrangeiros.

A plataforma P-57 foi vendida por US$ 1,2 bilhão à Petrobras. Por esse negócio, a SBM pagou US$ 36,3 milhões em propinas — o maior valor entre seus casos de corrupção no Brasil, como admitiu, em acordo de leniência com a promotoria da Holanda e o Departamento de Justiça dos EUA.

A empresa holandesa confessou ter distribuído US$ 102,2 milhões em subornos a dirigentes da Petrobras, entre 2005 e 2011. Assim, obteve 13 contratos de fornecimento de sistemas e serviços à estatal. Foram suas operações mais relevantes no país, durante os últimos cinco anos da administração Lula e no primeiro ano do governo Dilma Rousseff.

As propinas foram “para funcionários do governo brasileiro”, constataram a Receita e o Ministério Público da Holanda. Os pagamentos, segundo eles, fluíram a partir de empresas criadas pelo agente da SBM no Rio, Julio Faerman, no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Faerman controlava três (Jandell Investiments Ltd., Journey Advisors Co. Ltd. e Bien Faire Inc.) e partilhava outra (Hades Production Inc.) com o sócio carioca Luis Eduardo Barbosa da Silva.


A empresa holandesa confessou ter distribuído US$ 102,2 milhões em subornos a dirigentes da Petrobras, entre 2005 e 2011.

Quem assinou o contrato da P-57 foi Pedro José Barusco Filho, que, na época, era gerente executivo da Diretoria de Engenharia e Serviços, comandada por Renato de Souza Duque.

No mês passado, Barusco se apresentou à procuradoria federal. Entregou arquivos, contas bancárias e se comprometeu a fazer uma confissão completa em troca da atenuação de penalidades. Informou possuir US$ 97 milhões guardados no exterior, dos quais US$ 20 milhões na Suíça já estão bloqueados. Duque foi preso e depois liberado. Agora, enfrenta acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência com políticos do Partido dos Trabalhadores. Ele nega tudo.

A comissão parlamentar de inquérito identificou outros sete funcionários da Petrobras envolvidos no processo de compra da P-57. Eles são: Márcio Félix Carvalho de Bezerra; Luiz Robério Silva Ramos; Cornelius Franciscus Jozef Looman; Samir Passos Awad; Roberto Moro; José Luiz Marcusso e Osvaldo Kawakami.

Um ano depois da assinatura do contrato, a P-57 entrou no projeto de propaganda eleitoral do governo. Foi em outubro de 2009, quando Lula preparava Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil, para disputar a eleição presidencial de 2010.



O então presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que é filiado ao PT, formatou um calendário de eventos. Escolheu o período entre o primeiro e o segundo turnos, em outubro de 2010, para o “batismo” da plataforma, sob a justificativa do 57º aniversário da estatal …

Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/ex-diretor-da-petrobras-vai-falar-o-que-sabe/
http://thoth3126.com.br/petrobras-incompetencia-e-corrupcao-atrai-inferno-astral/
http://thoth3126.com.br/petrobras-e-o-estopim-de-uma-grave-crise/
http://thoth3126.com.br/equinocio20marco/
http://thoth3126.com.br/abril-e-o-brasil/
http://thoth3126.com.br/revoltas-populares-unem-se-contra-governos-incompetentes-e-corruptos/
http://thoth3126.com.br/pao-e-circo/
http://thoth3126.com.br/os-anjos-caidos-the-watchers-os-vigilantes/
http://thoth3126.com.br/petrobras-ex-diretor-faz-acordo-e-denuncia-corrupcao-bomba/
http://thoth3126.com.br/petrobras-empreiteiras-propoem-acordo-para-revelar-corrupcao-na-empresa/
http://thoth3126.com.br/brasil-represa-da-corrupcao-se-rompe-vem-ai-um-diluvio/
http://thoth3126.com.br/brasil-represa-da-corrupcao-se-rompe-tsunami-a-vista/
http://thoth3126.com.br/brasil-corrupcao-na-petrobras-problemas-a-vista-para-gente-grande/
http://thoth3126.com.br/petrobras-investigacao-nos-eua-ameaca-arranhar-imagem-da-empresa-no-exterior/
http://thoth3126.com.br/petrobras-processo-de-limpeza-do-pais-avanca-muito-rapido/

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