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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Eliza: Uma jornada de redescoberta, 1

Uma jornada de redescoberta

Parte I – No Início 

Por Elizabeth escher 

25 agosto de 2014 em 08:20

 Tradução de Maria Dantas



Hoh Rain ForestNota aosleitores: Os artigos a seguir não estão recontando de forma completa a minhavida, o que provavelmente aborreceria a maioria das pessoas. Em vez disso euselecionei episódios, pensamentos pessoais e análogos, de minha jornada aquicomo um Mostrador do Caminho e uma voluntária da Primeira Onda, ajudando oplaneta e seu povo no processo de Ascensão. É claro que, a maioria da minhavida aqui, eu não estive consciente de que eu era/sou uma Mostradora do Caminho. Foisó por estar disposta a seguir as migalhas de pão através da Floresta do Esquecimento que comecei a juntar outra história completamente diferentedaquela que eu pensei que eu estivesse vivendo...

Eu estareiescrevendo e ainda estou no processo de escrever esses artigos esta semana, umavez que eu estou de "férias". Eu acho que escrever seja uma excelentesaída criativa neste momento para mim, uma vez que eu vou passar por umatremenda quantidade de mudança. É o mesmo para muitos que seguem estas páginas.Minha história pode ou não ecoar em seu próprio coração, contudo, eu espero quevocê goste de ler isso.



Esta é aminha história, nas minhas palavras... Não é uma história linear, mas emespirais de dentro para fora, subindo alto e voltando, assim como as jornadasespirituais às vezes fazem.

À medidaque o tempo para "mim" como Eliza se aproxima da partida dessadimensão, revelações e insights continuam a se apresentar em minha consciência.

Uma vez queeu sou um “walk-in”, a herança de minha família física não é a minha. Eu nãoestou sequer relacionada a eles, mas o fato é que, eu compartilho um veículo físicoformado pelos padrões de DNA deles. Que compreensão! Esta revelação não separece como um fardo para mim. Eu não me sinto perdida no mundo sozinha, umavez que eu nunca estive sozinha. Minha verdadeira família esteve sempre tomandoconta de mim,  silenciosamente e comcautela. 

Eu começo aentender por que eu nunca tive me relacionado muito com as minhas duas irmãs,supostamente as mais próximas da minha família. Por um tempo, houve algumaconexão quando eu era um pouco mais jovem, mas como o passar dos anos, eu mevia sendo muito diferente das duas. E agora, eu estou completamente afastadadas duas irmãs há mais de 10 anos.

Como muitassementes estelares têm experimentado, eu também tenho sido verdadeiramente umaestranha em uma terra estranha. A terceira dimensão nunca fez sentido para mim.Eu não podia compreender os motivos das pessoas e por que elas se tratavam umasas outras da forma como elas faziam. Agora eu começo a entender que o meu entendimentodo mundo era diferente e seria sempre diferente daquele dos nativos, porque euvinha de uma dimensão mais elevada. No entanto, não me colocando acima dequalquer outro ser humano, eu também podia ver o grande potencial da humanidadese eles pudessem ir além da necessidade de punir uns aos outros e a si mesmos pormeio de atos de violência.

Todos osseres humanos têm um enorme potencial para expressar compaixão. Você vê isso naforma como os pais devotados de coração terno tratam seus filhos. Você tambémvê essa compaixão ou amor em ação fluindo daqueles que amam os animais e cuidamde seus interesses.

No entanto,os seres humanos têm uma tendência a ficar preso por causas, e descobrir motivospara não gostar ou mesmo odiar outra pessoa que não acredita do modo como elesacreditam. Esta perspectiva foi capitalizada e ampliada através da criação defalsos inimigos, por todos os líderes que se esforçam a fim de controlar asmassas para seu próprio benefício.

Tem sidodito que o poder corrompe. Pois nos últimos 13.000 anos ou mais, esse ditadotem se mantido fiel, exceto em casos raros, quando um governante ou líderrealmente ouve o povo e coloca os seus interesses acima dos seus próprios.Sendo que houve aqueles que se opunham a paz, abundância e de partilha paratodos, os Países ou impérios que esses líderes criavam muitas vezes se desmoronavam uma vez seu criador morria. 

Ao olharpara trás na vida que eu tive aqui, eu nunca estive totalmente confortável coma competição. Na verdade, eu me sentia bastante miserável em esportes deequipe, enquanto eu estava na escola. Mais tarde, eu preferia dançar ecaminhadas como exercício físico.

Caminhadase explorar a floresta tornou-se um passatempo favorito para mim por muitos anos.Durante vários anos, eu fui um membro de um grande clube de atividades externassediado em Seattle e me tornei uma líder em caminhadas. Eu também aprendi aamar e identificar de flores silvestres, arbustos e árvores. À medida que eu meacostumava a estar na floresta, eu descobria que eu poderia passar o tempo lásozinha e sem medo; era um ambiente muito natural para mim a fim de explorar omeu eu interior.

Alguns anosatrás, um canalizador espiritual e curandeiro, Shekinah Rose, me disse que euestive no Caminho toda a minha vida. Isso provavelmente foi assim, uma vez queeu sempre estive tentando procurar algo para me dar consolo. Eu não poderiaencontrá-lo na companhia de outras crianças. Eu achava as atividades de muitascrianças ser bastante fúteis, então eu me virava para os livros e descobriamundos de imaginação.

Nas histórias,eu poderia usar minha imaginação a fim de construir um mundo de maravilhas eresolver quebra-cabeças. Os primeiros livros que me chamaram a atenção naescola foram os contos de fadas (Livro Vermelho, Livro Azul, Livro Verde) eoutros. Eu descobri os livros de ficção científica/fantasia de Andre Nortonquando eu era uma criança, e mais tarde explorei Marte com Ray Bradbury. Entãoeu encontrei o Senhor dos Anéis trilogia de JRR Tolkien, uma série que eufiquei lendo ao longo dos anos, por varias vezes. Eu ainda tenho cópias surradasem minha estante de lado da cadeira em que estou sentada.

Houve umprofundo desejo, uma lembrança vaga de uma forma diferente de ser. Eu nuncarealmente achei que era por ler os livros, mas pelo prazer da leitura queflorescia em amor da linguagem e das palavras. Esse amor me ajudou a ser capazde escrever como eu escrevo agora, de uma forma simples no entanto eloquente(ou assim meus leitores me dizem) que isso atravessa e atinge o núcleo emocional deuma pessoa.

Quando eutinha cinco anos, nos mudamos para o Alasca, onde vivemos por dois anos. Euestava em êxtase. Estávamos vivendo no limite da civilização. Os tais animais Alcescaminhavam pelo bairro no início da primavera e antes de terminar. Podíamosbrincar na floresta nas margens do conjunto habitacional. Na escola, pistas degelo foram criadas durante o inverno para que as crianças pudessem brincar. Nossafamília fazia piqueniques e passeios de carro freqüentes, aventurando-se nasestradas que estavam ainda se desenvolvendo do Alasca ou para Homer, para umaviagem de camping. Eu estava no céu, vendo todos os tipos de criaturasselvagens e tão perto das montanhas, mar e grandes rios de gelo, geleiras. E,então, nos mudamos para Califórnia para o subúrbio. Foi uma total desilusão! 

Ficamos láaté que eu saísse da faculdade eu então passei muito tempo na floresta. Noentanto, quando me mudei para Seattle, comecei a caminhar e viajar de mochila,primeiro com os amigos e depois com o Clube que me associei. Eu conheci o meumarido quando viajava de mochila. Eu acho que ele ficou impressionado com o meuconhecimento e conforto de estar na floresta. Eu não tinha medo de ficar suja egostava de acampar.

No entanto,havia sempre uma vantagem para as minhas atividades físicas. Apesar do fato deque eu era capaz de ir a longas caminhadas e escalar montanhas, minharesistência física nunca se igualou a do meu marido outros companheiros decaminhada. Às vezes eu era obrigada a descansar no acampamento, enquanto os outroscontinuaram com as atividades do dia subindo em mais de dois picos. Eu levavaum bom tempo para me recuperar fisicamente de uma longa viagem também. Eurealmente não sabia por quê.

Quando euera criança, nossa família costumava ter algumas confraternizações em família,grandes jantares, e às vezes até mesmo acampar juntos, especialmente com afamília da minha tia. Lembro-me de pescar com meu tio e meu pai, em um barco emum lago no norte da Califórnia, Lago de Buck.  Nós pescávamos trutas e preparávamos peixefrito para o jantar. Trutas frescas e batatas fritas, etc... Era uma maravilha, eu não era uma criança gorda. Nenhum de nós era. A obesidade era poucoconhecida até então. Havia um garoto gordo na minha escola e ele tinha umproblema com a sua tireoide. 

Minha jornadaespiritual começou cedo, primeiro através de ler histórias e depois, quando euterminei a faculdade, comecei a estudar várias religiões e caminhosespirituais. Atraída inicialmente a ler sobre judaísmo, fiquei surpresa aodescobrir as raízes rurais da religião. Não houve ecos de lembrança lá paramim.

Quando mecasei com meu marido, ele insistiu que eu não trabalhasse, o que me deubastante tempo para fazer outras coisas. Aprendi a mexer no jardim, devido atomar algumas aulas sobre horticultura, algo que tem me servido bem ao longodos anos, mesmo quando eu não tinha acesso a um lugar certo para cultivar umjardim. Aprendi a identificação de plantas e descobriu uma capacidade de lembrara identidade das plantas através da memória visual. Não demorou muito para quealgumas pessoas me fizessem perguntas sobre qual é o nome desta ou daquelaplanta, embora meu conhecimento nunca fosse muito científico. Eu simplesmente"sabia" onde e como as plantas cresciam juntas e quais plantas que eupoderia descobrir em uma zona cujo clima era restrito e específico. 

Meu maridoe eu éramos grandes amigos e viajávamos muito a vontade um com o outro. Noentanto, quando outras pessoas entravam em cena, a maior resistência do meumarido era unir forças com outras pessoas. Quando ele começava a se voluntariara fim de fazer o trabalho de trilha, eu era meio que deixada de lado. Eu játinha um grande jardim para cuidar e trabalhar fazendo trilhas nele o que nosfins de semana isso não mais me atraia. No entanto, o ponto de atrito real nonosso casamento era que eu estava no caminho de fazer descobertas sobre a minhanatureza espiritual, o que fez o meu marido muito desconfortável.

Eu semprefui curiosa, nunca satisfeita a seguir o que era considerado "normal"para as mulheres. Eu era muito ativa fisicamente, caminhando nos fins de semanacom meu marido, enquanto caminhava ou fazia viagens no meio da semana com um outrogrupo. Ou então eu fazia o jardim. Além de tudo isso, eu estava lendo RuthMontgomery e outros livros de cunho espiritual. E eu me entretinha na Igreja. Enquantoeu via os livros que eles ofereciam em sua loja de livros, e, eu era purafelicidade. Eu tinha aulas de meditação, aulas de Tai Chi e aulas de curaespiritual. Eu fui a um canalizador por mais de 2 vezes. Eu fiz uma cirurgiapsíquica por um curandeiro espiritual. I realizei algumas sessões derenascimento. E eu participei de seminários em uma comunidade espiritualsituada nas proximidades, em Whidbey Island. Isso tudo foi no início dos anos1980, quando os termos "ascensão" e "Trabalhadores da Luz"não estavam em uso comum. Naquela época, eu só conhecia uma pessoasemi-histórica que já tinha ascendido e que era Jesus Cristo. Eu não estavaciente dos muitos sábios indianos que tinham experimentado a ascensão dentro desua cultura. Isso viria mais tarde.

A históriacontinua na Parte II - Uma Passagem para a Grã-Bretanha



© todos osdireitos reservados. Elizabeth Ayres Escher, http://www.bluedragonjournal.com

Eliza Ayres25 agosto de 2014 em 08:20

Tradução voluntária de Maria Dantas mariadantas2@hotmail.com para achama.biz.ly   de
http://rayviolet.blogspot.com/2014/08/a-journey-of-re-discovery-by-eliza-ayres.html


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