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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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MENSAGEM DE JENNIFER HOFFMAN - 30/12/2014

MENSAGEM DE JENNIFER HOFFMAN


30 de Dezembro de 2014.

Tradução: Regina Drumond

 

É o sexto dia de nossa contagem regressiva para 2015 e estou compartilhando artigos de 2014 que sinto serem relevantes para iniciarmos o novo ano com uma lousa limpa, livres do passado e preparados para avançar com segurança, confiança e um compromisso de viver com alegria. Na mensagem de hoje, nós discutimos uma emoção que julgamos severamente: a raiva, porque se somos espiritualizados, não devemos ficar com raiva. Mas, o que acontece quando as pessoas fazem coisas que nos deixam irritados e temos de agir de formas que vão contra o que acreditamos que pessoas “espiritualizadas” fazem?

A raiva é uma emoção, uma das muitas que sentiremos com pessoas diferentes. É também uma resposta a uma expectativa não atendida, e é onde a nossa raiva pode se tornar problemática. Acreditamos que as pessoas (incluindo nós mesmos) poderiam ter feito as coisas de forma diferente, terem sido mais atenciosas, ou que deveriam ter feito outras escolhas.

Algumas vezes, a raiva é a resposta e a emoção certa em uma situação e, então, temos que cuidar da situação e seguirmos em frente. O lado destrutivo da raiva se manifesta quando nos apegamos a nossa raiva e, então, ela se torna outra parte da bagagem emocional que afeta as nossas vidas.

Enquanto vocês lêem esta mensagem, pensem em uma pessoa ou situação com que estão irritados. Quanto tempo vocês estiveram com raiva?Qual é o impacto em sua vida – sua alegria, a paz de espírito e do coração, o seu sucesso e abundância? Por quanto tempo ainda querem carregar este fardo? Vocês não podem fazer nada em relação ao que eles fizeram, mas podem fazer algo em relação a sua raiva e decidirem deixá-la ir, se não servir as suas intenções de paz, alegria e amor.

PERGUNTAS E RESPOSTAS: O QUE EU FAÇO COM A MINHA RAIVA?

Esta mensagem é de Junho de 2014, e aborda como lidar com a raiva e o que fazer com a emoção. A raiva é simplesmente uma emoção que é uma resposta e um julgamento a uma situação ou às ações de alguém. Ela é destrutiva para nós quando nos apegamos a ela e se torna nossa bagagem emocional.

Querida Jennifer: Há alguns anos, estive envolvida em um desentendimento familiar que me obrigou a iniciar processos judiciais contra os meus irmãos. Embora eu tivesse vencido e eles tivessem que reembolsar o dinheiro que eles tinham tirado da família, isto nunca teria acontecido se eles não tivessem sido desonestos, achando que não iríamos descobrir. Havia muito dinheiro em jogo e a situação envolvia os meus pais e alguns membros da família. Agora que o assunto está resolvido, a restituição foi feita e podemos seguir com as nossas vidas, ainda sinto raiva diante de sua fraude, do que eles tentaram roubar de mim e de outros membros da família, e que eu tivesse que tomar medidas legais para detê-los. Como eu libero a minha raiva, para que eu não continue a me sentir assim, pois isto está interferindo com a minha vida?

Resposta de Jennifer: Qualquer momento que estejamos envolvidos em um drama familiar é uma situação desconfortável e lidar com a fraude e a desonestidade de pessoas que você acha que deveriam se comportar de forma muito diferente, é difícil de superar. E este é o seu problema. Sua raiva é um julgamento, com base na crença de que eles não deveriam ter agido desta maneira e deveriam ter feito melhor. Talvez isto seja verdade, mas as suas expectativas não estão alinhadas com a verdade de quem elas são e para liberar a sua raiva, você terá que aceitá-las como elas estão escolhendo ser, sem julgamento.Não estou dizendo que o comportamento deles fosse bom, apenas que é o comportamento deles e nada tem a ver com você.

Nossas expectativas sobre os outros são, muitas vezes, baseadas em quem eles são em nossas vidas e assim, frequentemente, estas expectativas não estão alinhadas com a energia deles. Pense no que você acredita que os pais ou a família deveriam fazer,porque eles são a sua família, ou o que um marido ou esposa deveria fazer porque eles são o seu companheiro. E, então, quando o comportamento deles não está dentro dos limites daquelas expectativas, ficamos desapontados, magoados, ou indignados, e no perguntamos como eles podem fazer estas coisas para nós. Mas eles não as estão fazendo para nós – não é pessoal. Eles estão fazendo isto porque é assim que eles são e eles escolhem se comportar desta maneira. E tudo o que podemos fazer é aceitar as suas escolhas e decidirmos se queremos estes tipos de conexões em nossa vida.

A ideia de que o comportamento é ditado pela conexão é falsa e leva a muita decepção. As pessoas agem dentro do contexto de sua própria energia e escolhas, apesar de como eles estejam ligados a nós. Os amigos podem ser amorosos ou nos trair. Os pais podem ser carinhosos ou abusivos. Parceiros podem ser honestos e gentis, ou enganosos e cruéis. Os filhos podem ser uma alegria ou um desafio. E aqui está o maior problema para você: as pessoas escolhem o comportamento e as ações delas, apesar do que façamos por elas, e esta é a fonte de sua raiva duradoura.

Não importa o quanto você seja boa, gentil, prestativa, solidária, atenciosa e amável com outras pessoas, incluindo a sua família, elas serão quem elas são. Sua raiva é um julgamento deles e do seu comportamento, do que você acha que eles deveriam estar fazendo ou quem eles deveriam estar sendo, considerando a sua relação e ligação com você. A questão não é: “O que eu deveria estar fazendo com a minha raiva?”, mas “Quanto tempo eu estou disposta a permanecer com a raiva e viver com as consequências dela?”

Quando você considerar as consequências, para você e para a sua vida, de estar na energia da raiva e como ela a afeta (porque isto não tem qualquer impacto sobre eles), você escolherá deixá-la de lado quando estiver preparada, substituí-la pela aceitação incondicional deles como eles são, e, então, você poderá decidir estar com pessoas que a amam, honram-na e a respeitam e que se conectam com você de uma maneira que a edifique. Mas não fique irritada ao pensar que eles poderiam ter sido diferentes, porque embora esta seja uma escolha potencial, não é a escolha que eles escolheram fazer. E, provavelmente, eles fariam a mesma coisa novamente, se houvesse a oportunidade. Assim, aceite-os como eles são e, então, encontre outras pessoas que preencham a sua necessidade de amor e de apoio,porque eles não são capazes de fazer isto.

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br



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