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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM - SÉRIE EMERGINDO – SHOUD 9 ~ Adamus Saint Germain, Geoffrey Hoppe.


OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

Série Emergindo – SHOUD 9.

Adamus Saint Germain,

canalizado por Geoffrey Hoppe.

Apresentado ao Círculo Carmesim
a 4 de maio de 2018

www.crimsoncircle.com

Tradução de Inês Fernandes.

 
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Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain, e Saint Germain.
Vamos respirar bem fundo. Ahh! Aproveitando a música… Never Going Back Again (Nunca Voltarei Atrás Novamente). Ah! Vocês não conseguiriam, se tentassem. Não poderiam, nem se quisessem. E alguns de vocês ainda tentam.
Não, é sério, é verdade, alguns de vocês ainda tentam, mas vocês não vão voltar. Então, vamos respirar fundo com isso. Celebrando o fato de nunca mais voltarem. [A plateia diz “yeah”, alguns vibram e alguns aplaudam.] Ah! Vocês vibram e aplaudem agora, mas… a-hem… [Algumas risadas] No fim do dia, alguns ficam querendo voltar.
 
Boas-vindas aos Recém-chegados
Quero dar as boas-vindas a todos aqui, a todos que estão acompanhando online e a todos os 47 recém-chegados que nunca tiveram contato com o Círculo Carmesim até recentemente.
Queremos dar as boas-vindas a vocês aqui. Qual é a expectativa de vocês para esta próxima hora mais ou menos em que ficaremos juntos? Não será o que vocês esperam que seja. [Algumas risadas]
Falando como Saint Germain, essa entidade chamada Adamus pelos Shaumbra, por Saint Germain, um tempo atrás. Alguns podem estar familiarizados com Saint Germain. Saint Germain fornece a base, mas ele é uma faceta, uma expressão, uma personalidade que foi criada quando todos os Shaumbra…
Shaumbra é um termo para este pessoal que está junto há muito tempo. Eles se autodenominam Shaumbra. Não é um clube. Definitivamente, não precisam pagar nada, e podem sair quando quiserem… a-hem!… ou acham que podem. [Risadas]
Fazemos as coisas de um modo meio diferente aqui. Não tem muita cerimônia. Espera-se que não haja muito do que chamamos de makyo. Makyo é uma distração espiritual, e todo mundo se envolve nisso pelo caminho. Mais cedo ou mais tarde, todo mundo se depara com o makyo. É a coisa que faz com que vocês saiam do caminho real, parem de seguir o coração e passem a seguir as distrações. Para alguns, isso dura, ah, alguns anos. Pra outros, algumas existências. Mas todo mundo vivencia um certo grau de makyo.
É a mente humana e as limitações tentando se abarcar tudo isso, achando que o humano vai ficar iluminado ou ascender, e ele nunca irá. Não se trata do humano nessa altura.
Então, criamos esta entidade chamada Adamus, que representa todos vocês; que é o Cauldre, meu mensageiro; que é sua parceira adorável, adorável, a querida Linda de Eesa.
LINDA: [sussurrando] Pago você mais tarde! [Algumas risadas]
ADAMUS: E todos os outros. Criamos isso para realmente seguirmos direto ao âmago das coisas, deixando pra trás o makyo, exterminando, detonando o makyo se for preciso, pra chegarmos ao que realmente estamos fazendo no planeta nesta existência, neste momento. É muito fácil se distrair.
E alguns gostariam de vir aqui uma vez por mês ouvir boa música, entoar cânticos e tudo mais, mas nós não temos tempo pra isso. Nós estamos chegando ao verdadeiro propósito, à verdadeira “mixão”, que é a sua liberdade e a sua paixão misturadas, a sua missão e a sua paixão. Estamos chegando aí, porque vamos ter a Realização nesta existência.
Não ficamos brincando com essas coisas. Não vamos esperar por outra existência. Vamos fazer isso agora. E nem sempre é fácil. Partes imensas do Eu, mesmo velhos aspectos e vidas passadas, que de fato não querem isso, porque temem que sua identidade vá se perder. Então, eles se seguram. Eles se seguram no medo, no grande medo que têm por serem humanos há muito tempo.
Sim, há uma quantidade tremenda de medo na condição humana – medo de si, de seus pensamentos, de seu passado. Nós vamos além de tudo isso. Seguimos direto para a Realização nesta existência, e na verdade não é tão difícil. Trata-se de uma coisa muitíssimo simples chamada Permitir.
Permitir. Que significa sair do próprio caminho, deixar que ocorra um processo natural. A parte difícil, no entanto, é a reorientação para a energia, a nova relação com a energia, porque vocês simplesmente não conseguem permanecer neste planeta como Mestres, como seres realizados, se ainda estiverem lidando com a energia do modo como lidavam antes.
Mudar a orientação para a energia soa como algo maravilhoso, mas cria um tremendo estresse no corpo, porque ele precisa mudar todas as formas de trazer energia. O corpo essencialmente usa algo que chamamos de anayatron, a rede de comunicação de luz do corpo.
O modo como todas as células se comunicam, o modo como até mesmo o DNA se comunica entre si é chamado de anayatron. Era isso que trazia energia para o corpo e era isso que distribuía energia pelo corpo. O anayatron está aí há eras e, em última análise, o DNA está aí há eras. Está tudo mudando. Tudo mudando.
Num determinado ponto, como atlantes, a informação ficava numa espécie de fio. Havia esse fio flexível onde todas as informações sobre a vida como um ser biológico eram reunidas, para que, quando vocês voltassem para outra existência, vocês não tivessem que chegar e reaprender tudo.
Então, elas ficavam armazenadas nesse fio. E isso acabou se transformando no DNA, que acabou virando algo muito rígido – muito, muito rígido –, esse sistema de duas fitas. Mas o DNA original era uma fita única que guardava e carregava informações.
Quando vocês refizerem sua relação com a energia, tudo isso vai mudar. O DNA vai mudar literalmente, e vai mudar seu anayatron. No final, vocês terão essa coisa chamada Corpo de Energia Livre, que muitos chamam de corpo de luz.
Eh, eu não gosto muito desse termo, mas é seu corpo de luz, seu Corpo de Energia Livre. No final, vocês terão esse Corpo de Energia Livre, depois que mudarem completamente a relação com a energia nesta existência.
Não falo muito de corpo de luz, porque é uma imensa distração neste momento. Imensa distração. Antes de tudo, já está acontecendo, e vocês não têm que fazer – não podem fazer – nada pra facilitar isso e fazer com que aconteça mais rapidamente. E, se fôssemos falar, tudo que vocês iriam querer fazer é acelerar isso. Vocês iriam se distrair, porque não se trata do corpo de luz. Isso é makyo. Makyo.
Makyo – lembrando, sua distração espiritual, toda a bobagem espiritual. Vocês focariam o corpo de luz, porque vocês querem ficar mais saudáveis e mais jovens neste momento. Mas a realidade é que, antes de sequer poderem… antes de podermos falar de corpo de luz, temos que falar de sua relação com a energia, que, considerando tudo, não é assim tão boa. Não é muito boa.
Vocês têm uma relação muitíssimo velha com a energia, como se ela estivesse por aí, como se ela não pertencesse a vocês, como se tivessem que trabalhar para tê-la. Nada disso é verdade.
Assim, para aqueles de vocês que são novos aqui, usamos uma abordagem um pouquinho diferente. Nós nos divertimos. Nós rimos. Se ficam ofendidos com blasfêmias, palavrões, talvez queiram desligar o computador agora, porque dizemos essas coisas aqui. Eles dizem, a plateia. [Risadas] Eu não digo muito.
Muitas vezes, temos distrações deliberadas de curto prazo. Ficamos nos estendendo com algumas coisas e, deliberadamente, nós nos distraímos, porque há uma tendência para o humano ficar muito mental com relação às coisas. Vocês verão – vocês que são novos aqui –, vocês verão isso mais tarde, hoje. Então, nós nos distraímos e tiramos alguém da mente pra deixarmos que um processo prossiga naturalmente.
E o que fazemos aqui, vocês podem considerar, às vezes… eh, na maioria das vezes… algo irreverente. Na maior parte do tempo, eu serei muito direto.
Por exemplo, muitas pessoas pelo mundo afora estão ensinando sobre o corpo de luz. Elas não fazem ideia do que ele seja. Elas não compreendem a energia. Elas não entendem o que é o Corpo de Energia Livre, nem por que sequer o teriam. Elas o veem como sendo um corpo humano reluzente, brilhante, meio etéreo, e não é nada disso. Não é nada disso.
Existem pessoas no planeta que estão dando cursos sobre como integrar seu corpo de luz com 10 etapas fáceis. Primeiro, não é fácil. Segundo, não são realmente 10 etapas; são duas. Não trataremos disso neste momento.
Então, eu falo essas coisas e isso pode ofender as pessoas… naaa… isso ofende as pessoas, e eu realmente não ligo. Como eu disse a este grupo de Shaumbra lá atrás, eu não ligo se forem apenas cinco, porque cinco Mestres realizados caminhando neste planeta é o suficiente pra fazer uma diferença pra todo mundo. Agora, serão bem mais do que cinco, por causa dos grandes passos que demos ao longo dos anos.
Este grupo que se autodenomina Shaumbra é muito forte. Muito forte, como Cauldre ressaltou em seu artigo recentemente. Mais forte do que alguém poderia esperar. Às vezes, na superfície, eles parecem meio… ah… como biscuit. [Algumas risadas] Frágil e sem sal – por que alguém come isso? Não tem sabor. Nem substância. Nem nada.

Às vezes, parecem muito sensíveis. Às vezes, choram. Teve uma choradeira, hoje, mais cedo, não sei bem por quê. Eles choram sem razão aparente, embora haja realmente uma razão.
Mas, indo além daí, eles são duros como rocha. Vou dizer uma coisa: estou aqui há dez anos e, no fundo, eles são duros como rocha. Eles mordem. Eles brigam. Eles fazem de tudo. [Algumas risadas]
Eles são muito duros, mas também vão aprender que… eh, digamos, a começar de hoje… o próximo passo de vocês não tem nada a ver com o quanto vocês são fortes. Nem um pouco. Sua tenacidade, sua firmeza, sua capacidade de levar socos e se levantar, e levar mais um monte de socos, não vai realmente servir pra vocês daqui pra frente.
Força não vai necessariamente ser uma virtude. Então, os que estiverem usando de força, perseverança ou esforço no caminho, parem com isso. Não vai ajudá-los daqui pra frente, porque, quando vocês entram nessa postura de força – “Vou ser forte. Vou ser duro. Vou superar esse próximo desafio.” –, vocês estabelecem uma batalha, uma luta. E vocês sabem que as lutas são travadas dentro de vocês neste momento. Então, qual é o sentido de serem fortes?
Que tal, em vez de serem fortes, de agora em diante, simplesmente serem sábios?
O sábio vai ofuscar o forte um dia.
Então, sim, este grupo tem sido muito, muito forte, extremamente forte. Mas nós vamos respirar fundo neste momento e perceber que isso não fará muito bem a vocês daqui pra frente, a força. E eu sei que essa é, provavelmente, uma das últimas coisas de sua velha bagagem humana de ferramentas da qual terão que se livrar: “Vou ser forte.”
E adoro quando vocês são fortes usando a mente, quando têm um daqueles dias malucos. Será que alguém não tem um dia assim, ultimamente? [Algumas risadas] Quando vocês têm um desses dias malucos, o que vocês fazem?
Vocês dizem: “Vou aguentar até o fim. Vou ser forte. Vou superar isso. Vou respirar um pouco. Vou Permitir.” Coisa que realmente vocês não fazem. “E vou me sair bem dessa.” Parem já. Falaremos sobre isso mais tarde, mas permitam-se enlouquecer. Permitam-se ir além. Parem de ser fortes. Sejam sábios. Sejam sábios.
Assim, eu me dirijo aos recém-chegados aqui, se ainda estiverem aí… ah, perdemos um. [Algumas risadas] Sinto muito, acontece. Se ainda estiverem aqui, este é um grupo incrível. Estamos juntos há éons de tempo. A maior parte de nós desde Atlântida.
E, por sinal, os novos aqui querem ouvir a história, minha história de Atlântida e minha prisão de cristal? Seria um prazer contar pra vocês. [A plateia resmunga e alguém diz: “Tudo bem.”] Tudo bem. Perguntem a qualquer Shaumbra; eles conhecem toda a história, de tanto que repeti.
Estamos juntos desde Atlântida e há uma ligação profunda entre nós desde então. Voltamos juntos na época de Yeshua, e foi quando o termo “Shaumbra” foi usado pela primeira vez. Há uma ligação muito profunda e emocional, uma ligação muito emocional desde então.
E, então, muitos de nós nos juntamos nas Escolas de Mistério, particularmente na Europa, particularmente, ah… cerca de 300 a 800 anos atrás. Então, estamos juntos há muito tempo. E damos as boas-vindas aos recém-chegados, e alguns não são bem recém-chegados. Estiveram conosco em todas essas vezes. Alguns são novos. E não se sintam como se não pertencessem a isso, jamais. Vocês são bem-vindos a se juntar ao que estamos fazendo, porque não é algo somente pra este grupo.
Este grupo se reuniu sob a orientação de um querido amigo meu, um colega Mestre Ascenso chamado Tobias. Este grupo se reuniu com o Tobias e permaneceu junto desde então. Eles passaram por essa incrível transformação, tão incrível que a mente ainda não consegue compreender. Tão incrível que, às vezes, parece talvez um grande jogo.
Mas eles vão acordar um dia desses, assim como vocês, e perceber que não era um jogo de forma alguma. Bem, o que era um jogo era ficar na Terra do Azul, ficar na limitação, se conter, duvidar de si, não se amar. Esse era o jogo.
Assim, bem-vindos, todos. E, aos de costume, vamos respirar fundo e vamos dar as boas-vindas aos recém-chegados. Muitos e muitos mais virão.
Outra coisa, antes de entrarmos no assunto de hoje, entendam que hoje pode parecer que estaremos pulando pra lá e pra cá, e estaremos. Mas não precisamos mais ser lineares, então, vamos meio que ir pra lá e ir pra cá, e vamos ver onde terminamos com a coisa toda.
Talvez terminemos exatamente no início, porque – acostumem-se – é assim que a vida deveria ser. Não é pra ser sempre uma linha reta. Pode seguir em círculos. Pode até desmoronar. A coisa toda pode desmoronar, e aí vocês vão perceber: “Ah, tudo bem. Ainda estou aqui. Eu Existo. Nada disso realmente importa.” Hum.
Mensagem dos Shaumbra que Partiram Recentemente
Primeiro, temos um assunto a comentar. Tive um encontro duas noites atrás com onze seres maravilhosos que acabaram de fazer a passagem nas últimas duas semanas, todos que se autodenominavam Shaumbra. Alguns que vocês conhecem, outros talvez não conheçam, porque eram Shaumbra muito quietos. Mas eles partiram.
Nós nos encontramos com eles e dissemos: “O que aconteceu? Pensei que queriam ficar na Terra como Mestres realizados.” Tínhamos que perguntar e eles disseram: “Chegamos num ponto em que sentimos que o corpo estava esgotado, particularmente, ou que era preciso, e percebemos, naquele momento, que poderíamos largar tudo. Tudo. Nada mais realmente importava. O que achávamos que importava realmente não era tão importante, porque é o Eu Existo. Foi só isso.”
Eles disseram: “Então, simplesmente deixamos ir. Deixamos ir.” E a intenção não era nem partir. Alguns estavam usando de força pra lutar contra enfermidades físicas. Outros estavam lutando duramente contra seus próprios demônios – não com o dragão, mas com os demônios internos – e não puderam lutar mais.
Simplesmente, se deixaram ir. Nenhum deles disse: “Eu escolhi partir.” Mas chegaram num determinado ponto dessa imensa liberação em que perceberam que estavam realizados. Às vezes, nesse último momento desesperador para o corpo físico, eles percebem que estão realizados, e fazem a passagem.
Na passagem, eles perceberam que estavam realizados e perceberam que estavam mortos no corpo físico, mas, de fato, mais vivos do que nunca. E, então, tiveram o desejo humano de ficar no planeta no corpo físico, e houve um certo arrependimento, apenas um momento ligeiro de arrependimento por não estar aqui junto de todos vocês, fazendo o que estamos fazendo.
Mas então eles perceberam que, primeiro, não tinham que fazer isso. Foi uma tremenda liberação deixar o corpo, uma tremenda liberação estarem realizados, digo, tipo, ascensos, e eles não esperavam por isso. Eles esperavam ficar muitos anos mais no planeta, lutando, se esforçando pelas coisas ou o que fosse e, de repente, simplesmente estava lá.
Agora, cada um deles teve a oportunidade nessa hora, que muitos chamam de “ver a luz” – “Ah, estou morto. É maravilhoso. Tudo parece tão bom agora.” –, cada um deles teve a oportunidade de voltar, de voltar para o corpo físico.
Os que estavam enfermos disseram: “De jeito nenhum. De jeito nenhum.” Os que estavam passando por profundas batalhas internas não suportariam voltar pra isso. Então, partiram. Eles partiram e eu perguntei: “O que vocês realmente querem compartilhar com os Shaumbra neste momento? O que eu posso levar ao próximo Shoud a cada um deles? Quais são suas palavras de sabedoria?” E vou transmitir algumas coisas que eles disseram.
Primeiro, realmente Permitam a si mesmos acima de qualquer outra coisa. E eles perceberam que “Permitir” ainda é, para muitos, apenas uma palavra, apenas um conceito, mas disseram: “Realmente permitam.” Porque, se tivessem Permitido, se não tivessem dado apenas passos minúsculos, eles perceberam que as coisas teriam sido muito diferentes pra eles.
E depois disseram que vocês realmente sentissem sua paixão neste momento, pra realmente sentirem a paixão. E eu retruquei: “Mas vocês não eram aqueles que reclamavam que não tinham paixão, que estavam entediados com as coisas? E o tédio foi, na verdade, o que levou muitos de vocês a partirem, a voltarem pra cá.”
E cada um disse: “Na transição, ao chegar à Realização, nos momentos finais da minha vida, eu percebi que havia muita paixão. Havia muita paixão, mas eu me contive. Fiquei procurando por uma velha paixão humana, por exemplo. Cheguei quase a fingir que não havia paixão, que eu estava entediado. Mas…”
E eles disseram: “Diga a todos que a paixão está lá, se a permitirem.” E essa paixão será o grande fator pra mudar a relação com a energia.
Vários deles disseram: “Adamus, se puder, diga a eles pra não pensarem muito nisso.” Droga! Parem de pensar nisso. Parem de processar tudo com a mente. Parem de pegar as banalidades, os clichês e todo o resto e levarem tudo pra mente. Respirem fundo e sejam isso. Parem de analisar o que é “isso” ou o que é “ser”. Só façam.
Então, eu trago esta mensagem, que talvez não seja a mais inspiradora de todas pra começarmos o dia, mas eu trago isso da parte deles. E cada um deles disse: “Nós vamos ficar bem aqui. Porque vamos precisar disso.” Precisar do equilíbrio vindo do outro lado. Sim, eu sei que tudo está dentro de vocês, mas é realmente legal, às vezes, ter um amigo e sentir o conforto de ter alguém que realmente se importa com o que vocês estão fazendo.
Então, vamos respirar fundo com aqueles que fizeram a passagem, e que compreendem que vocês chegarão naquele seu momento, naquela hora, e, por mais que o humano diga “não, não, eu quero ficar”, é pra entenderem que chega esse momento em que vocês podem sentir que estão partindo, mas vocês poderão responder uma vez mais, depois de sua experiência de quase morte, se querem permanecer ou partir. Vocês terão a oportunidade novamente.
É difícil. É muito difícil, às vezes, e, particularmente neste momento em que estamos avançando, é muito, muito difícil. Vocês não sabem o que vai acontecer com seu corpo, com sua mente ou com o resto. Mas eu já sei que chegaremos lá nesta existência. É só não… digamos, bom… guardem essa informação.
Vamos respirar bem fundo.
[Pausa]
Ótimo.
Sabedoria dos Shaumbra
Pergunta pra começar a parte habitual do dia. A pergunta. Linda, com o microfone, por favor. Esta é uma pergunta interessante. Vou deixar você escolher um voluntário antes de fazer a pergunta. Isso faz crescer a tensão na sala.
SART: Droga! [Risadas]
ADAMUS: Ah, droga, sim! [Adamus ri.] Então, você vai liderar o caminho pra esta pergunta.
Então, a pergunta é: O que você deve fazer neste momento já que não é pra fazer nada?
Eu disse muitas e muitas vezes pra vocês não fazerem nada, pra pararem de tentar se iluminar. Mas a pergunta é: Então, o que vocês devem fazer neste momento? Pergunta interessante.
SART: Eu deveria relaxar numa praia em algum lugar.
ADAMUS: Ótimo. Boa resposta. Boa resposta. E, por que não faz isso?
SART: Lerdeza. [Risadas]
ADAMUS: Lerdeza antes da Realização. Sim, sim!
SART: Acho que vem primeiro.
ADAMUS: Quero dizer, é uma pergunta lógica. Por que não faz isso?
SART: Não me permito fazer isso.
ADAMUS: Bem, estamos percebendo! [Adamus ri.] Quero dizer, isso é óbvio. Você está trabalhando no momento?
SART: Não. Não.
ADAMUS: Você tem dinheiro no momento?
SART: Não o suficiente.
ADAMUS: Não o suficiente. Bem… [Sart ri.]
ADAMUS: Então, o que você está fazendo?
SART: Na verdade, só fico de bobeira, agora.
ADAMUS: Fica de bobeira.
SART: É.
ADAMUS: Então, essa é a verdadeira resposta. O que você deve fazer já que não é pra fazer nada? Ficar de bobeira.
SART: Isso.
ADAMUS: Mas ficar de bobeira talvez numa praia?
SART: Seria melhor.
ADAMUS: Você ficaria entediado se ficasse de bobeira numa praia?
SART: Provavelmente.
ADAMUS: Provavelmente? É?
SART: É.
ADAMUS: E, então, o que você faria?
SART: Tentaria outra coisa.
ADAMUS: Ficaria de bobeira noutro lugar.
SART: Ficaria de bobeira noutro lugar.
ADAMUS: Certo, certo. Na vida, em geral, você está entediado?
SART: Sim.
ADAMUS: Sim.
SART: Ainda estou esperando pela mixão.
ADAMUS: Certo. Ainda está esperando pela mixão.
SART: É. E já vi algumas partes dela, mas não manifestei a mixão.
ADAMUS: Talvez a Kerri possa fazer um pouco disso na cozinha. [Algumas risadas] Um grande prato de mixão. É.
KERRI [gritando da cozinha]: Tudo bem! [Muitas risadas]
SART: Faça isso!
ADAMUS: Faça isso! Faça isso! É sério, Kerri, queremos uma tigela de mixão aqui, quando você fizer isso. Tudo bem. Boa resposta. Ótimo.
Próximo. O que vocês devem fazer neste momento já que não é pra fazerem nada? E o que eu realmente quero dizer, e já disse, é: “Não trabalhem na sua Realização. Não cabe a vocês, enquanto humanos.” Então, que diabos é pra vocês fazerem?




 
 
 
 
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