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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Janeiro 11, 2021

chamavioleta

PERSONALIDADE VIRTUAL

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 10 de janeiro de 2021
 
 

 
 
 
De onde vem o sofrimento e a dor? 
Das experiências que temos com outras pessoas ou das experiências com a nossa própria vida?
 
Em ambos os casos, o sofrimento e a dor nascem na mente, não no coração, como se fosse o tempero da vida, pois entram em nós pelos sentidos. Tem um ditado arraigado na psique humana: se não aprende pelo amor, aprende pela dor. Mas, o que realmente nos faz sofrer? 
 
A história da raça humana é repleta de crueldade, ganância, escravização, injustiças, conflitos, guerras e a ciência favorecendo pequena parcela da população mundial. E assim continua, mas agora assistimos em tempo real com a universalização da internet e do celular, o que estará escrito nos livros futuros da história. 
 
O celular tornou-se parte de quem somos e indispensável para que muitos se sintam vivos. Exagero? Não pensa assim? Então, fica um mês sem celular e sem acessar a internet e depois me conta a experiência.
 
Nos últimos anos, o acesso à informação vem deturpando a percepção que temos sobre nós mesmos e sobre as pessoas. Acessamos, instantaneamente, qualquer acontecimento em qualquer parte do planeta. Recebemos a informação e nos sentimos parte dos acontecimentos, seja como juiz, algoz ou vítima. 
 
 
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Isso vem ocorrendo tão intensamente que nos distanciamos de nós mesmos para assumir uma personalidade digital. Tanta informação, desqualificada e parcial, distrai, postergando o autoconhecimento.
 
Quantas vezes os diálogos presenciais são abastecidos por assuntos disponibilizados online? Quem não se sente acompanhado quando está com o celular na mão? Quantas vezes, sem atividades ou sozinhos, pegamos o celular para nos distrair?
 
A armadilha dessa quarentena, ou de 2020, disponibilizada fartamente pelas redes, diz que foi o ano que nos levou ao autoconhecimento, ao processo de expansão da consciência. Expandimos, sim, as divergências ideológicas e culturais pelo alcance irrestrito da personalidade digital, aquela onisciente e presente em todos os acontecimentos globais. 
 
Podemos dizer para não usar a tecnologia disponível? Não, não podemos. A tecnologia é fundamental e cumpre o papel de nos conectar, instantaneamente. 
 
A frágil estrutura interna de quem não sente ser a Vida, de quem não confia na Vida que É, remete ao senso de identificação com histórias e amplia a indiferença, banalizando as injustiças e os horrores que a nossa história insiste em perpetuar, agora debatido, justificado e compreendido. 
 
A internet facilitou a escolha de culpados. Tudo que entramos em contato nos afeta, mas não nos fixa em nosso próprio centro, nossa própria essência. Parece que a vida está sempre lá, não em nós e que os fatos compartilhados são mais eficientes para seguirmos do que as decisões tomadas ao silenciarmos a mente. 
 
É urgente o reconhecimento de que não dá para sabermos tudo, são muitos mistérios que envolvem o universo e a vida no planeta. Sinto que muitos estão na expectativa por desfechos extraordinários que amenizem o medo da mediocridade, da invisibilidade social, da morte, da solidão, do desemprego, da doença, do futuro. 
 
Qualquer notícia, mensagem, imagem veiculada mundialmente, carrega e dissemina energia e, muitas vezes, quase na totalidade, cumprem o papel de propagar medo e insegurança, intercalando esperança. 
 
A tecnologia avança e isso é maravilhoso, pois estabelece igualdade entre a raça humana com o livre acesso. Observe, atentamente, o que vem ocorrendo, pois assim não se mesclará aos processos de homogeneização e massificação. A saída é mantermos o equilíbrio e o discernimento e frear a substituição da nossa Vida pela personalidade digital. 
 
 
 
Dê uma navegada pelas redes e observe a energia que vibra em cada publicação. Esteja atento porque tudo que vibra passa por nós, mas não precisa ficar. 
 
Permita-se reconhecer cada vibração e seja proativo na Vida que você É. Use tudo que está disponível, não seja instrumento. Não voe com seu pensamento por miragens artificiais, pois a inconsciência e não discernimento nos impede de apreciar onde estamos pousados. 
 
Aprecie a vida que você É porque é nesse espaço que criamos o futuro e não nos cursos que fazemos, nas mensagens que lemos ou nas infinitas possibilidades virtuais. No espaço que você É não há sofrimento e não há dor, há somente potencial de amor, compartilhe! 
 
Fátima D’Agostino
 




Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
A religião organizada é desnecessária à espiritualidade.
Excelentes ensinamentos dos mestres têm sido contaminados pelo controle dogmático dessas religiões.
Discernimento sim; julgamento não.
Com discernimento é possível alcançar o espírito da letra de qualquer escritura e é também bem mais fácil escutar a voz da alma que vem do coração.
 

 
Por favor, respeitem todos os créditos


Recomenda-se o discernimento.

 
Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores

 

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.

 

Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

 

 
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