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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Proposta da Rússia para conflito no Golfo Pérsico foi apresentada ao Conselho de Segurança da ONU


Fonte:  https://www.strategic-culture.org/.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 
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Há uma maneira eminentemente razoável e viável de evitar conflitos no Golfo Pérsico envolvendo o Irã e demais países da região e assegurar a paz. Os princípios do multilateralismo e do direito internacional devem ser respeitados. Parece quase espantoso que alguém tenha que apelar para tais normas básicas óbvias. Felizmente, a Rússia apresentou um roteiro para implementar um conceito de segurança na vital hidrovia, com base nos princípios citados acima.

 
 
O vice-enviado da Rússia para as Nações Unidas, Dmitry Polyansky, delineou uma possível coalizão internacional para fornecer segurança ao transporte comercial de petróleo através do estratégico Golfo Pérsico e Estreito de Ormuz. 
estreito canal responde por até 30% de todo o petróleo embarcado diariamente para países de todo o planeta. Praticamente todas as nações têm interesse na passagem segura dos petroleiros.  Qualquer interrupção no transporte de petróleo teria enormes consequências negativas para a economia mundial, afetando todas as nações.
A proposta russa, que foi submetida ao Conselho de Segurança da ONU, está atualmente sendo analisada por várias partes. Crucialmente, o conceito de segurança apresentado por Moscou depende da participação das nações do Golfo, incluindo o Irã. Em vez de ser liderada por uma “potência externa”, a proposta russa prevê um esforço liderado pela região.
Este arranjo multilateral para a cooperação entre as nações está solidamente dentro dos princípios da Carta da ONU e do direito internacional. Potencialmente, pode construir confiança e relações positivas, e assim reduzir o clima de tensões e incertezas que se intensificaram nos últimos meses, principalmente entre os Estados Unidos e o Irã.
Washington culpou o Irã por vários incidentes de sabotagem em navios comerciais desde junho. Os americanos não forneceram nenhuma prova para as suas alegações. O Irã, por sua vez, nega qualquer malversação e, em vez disso, apontou para uma “conspiração maligna” que visa estimular as tensões, ou pior, precipitar um confronto militar entre os EUA e o Irã. Significativamente, também, o problema de suposta sabotagem e perigo para o transporte marítimo seguiu-se ao aumento da mobilização das forças dos EUA na região durante o mês de maio, ostensivamente para contrapor a pretensa “agressão iraniana” antecipada.
Uma coisa é certa: a proposta dos Estados Unidos para uma coalizão naval liderada por Washington, supostamente “proteger o transporte marítimo” no Golfo, é inaceitável. A maioria das nações rejeitou o plano norte americano. A Alemanha, França e outros países da União Européia deram um passo retumbante para longe do que foi proposto. 
Mesmo as nações árabes aliadas aos EUA, como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, questionaram a idéia. Significativamente, também, os estados do Golfo se abstiveram de seguir a linha de Washington de apontar o Irã para os incidentes de sabotagem desconhecidos.
Após semanas de lobby por sua “coalizão naval” liderada pelos EUA, Washington parece ter recrutado apenas dois outros parceiros: a Grã-Bretanha e ISRAEL. O termo “coalizão” é, portanto, um nome impróprio neste contexto. Também não tem credibilidade como força que serve para defender o direito internacional e a segurança. A posição do eixo liderado pelos EUA é de total hostilidade em relação ao Irã. Tem como premissa a falsa suposição de que o Irã é o “problema”.
Qualquer força militar extrarregional é, por definição, uma fonte de maior insegurança e tensão no Golfo Pérsico, como notou o chanceler iraniano Mohammad Javad Zarif. Indiscutivelmente, qualquer implantação liderada pelos EUA é ilegal porque não é através de mandato pelo Conselho de Segurança da ONU (é imperialismo à serviço dos interesses de Israel). O plano dos EUA depende de uma imposição unilateral da força militar norte americana, juntamente com um círculo de aliados que têm uma longa história de facilitar as aventuras militaristas de Washington.
Na verdade, além disso, pode-se facilmente perceber que as afirmações dos EUA sobre segurança marítima e passagem segura na região são duvidosas. O que Washington parece estar fazendo cinicamente usando “preocupações de segurança” como cobertura para formar uma frente agressiva contra o Irã. O propósito real é aumentar a política de “pressão máxima” da administração Trump em direção a Teerã, a fim de forçar a nação persa a ceder às demandas estratégicas americanas. Essa política dos EUA é, evidentemente, ilegítima, amoral e possivelmente criminosa. Mas está sendo ocultado, como costumam fazer os americanos, com a pseudo-imagem de agir como o “policial” do mundo.
Em contraste, pode-se esperar que a ONU e as nações da região do Golfo avancem para abraçar a proposta da Rússia de um esforço mútuo genuinamente cooperativo para manter a paz. O único caminho a seguir é através do multilateralismo, do respeito mútuo, do diálogo e da adesão ao direito internacional. Conflito é um cenário de perda. A paz é para que todos os envolvidos ganhem.
 
Neste mapa uma “diferente” visão do ORIENTE MÉDIO: O GRANDE ISRAEL: Em 04 de setembro de 2001 uma manifestação foi realizada em Jerusalém, para apoiar à ideia da implantação do Estado de Israel desde o RIO NILO (Egito) até o RIO EUFRATES (Iraque). Foi organizado pelo movimento Bhead Artzeinu (“Para a Pátria”), presidido pelo rabino e historiador Avraham Shmulevic de Hebron. De acordo com Shmulevic: “Nós não teremos paz enquanto todo o território da Terra de Israel não voltar sob o controle judaico …. Uma paz estável só virá depois, quando ISRAEL tomar a si todas as suas terras históricas, e, assim, controlar tanto desde o CANAL de SUEZ (EGITO) até o ESTREITO de ORMUZ (o IRÃ) … Devemos lembrar que os campos de petróleo iraquianos também estão localizadas na terra dos judeus”.
UMA DECLARAÇÃO do ministro Yuval Steinitz, do Likud, que detém o extenso título de ministro da Inteligência, Relações Internacionais e Assuntos Estratégicos de Israel hoje: “Estamos testemunhando o extermínio do antigo Oriente Médio. A ordem das coisas esta sendo completamente abalada. O antigo Oriente Médio está morto, e o novo Oriente Médio não está aqui ainda. Esta instabilidade extrema poderia durar mais um ano, ou até mais alguns anos, e nós não sabemos como a nova ordem do Oriente Médio vai se parecer à medida que emergir a partir do caos e derramamento de sangue e fumaça atual. É por isso que devemos continuar a agir com premeditação”. No mapa acima podemos ver as pretensões de judeus radicais (tão ou mais radicais quanto os fanáticos islâmicos).
Certamente, se alguma das partes não puder sustentar uma proposta tão razoável, então a pergunta reveladora é: E por que não? Uma resposta negativa sugere fortemente que há uma falta de sinceridade sobre as supostas “preocupações de segurança” e que uma agenda sinistra (e oculta) está de fato em jogo.
Também deve-se ter em mente que as atuais tensões crescentes no Golfo Pérsico ocorreram porque a administração Trump deu o passo repreensível de repudiar o acordo nuclear internacional com o Irã. Esse acordo foi assinado pelo Irã, EUA, Rússia, China, Grã-Bretanha, França, Alemanha e União Européia em julho de 2015. O tratado internacional foi endossado pelo Conselho de Segurança da ONU. Quando Trump se afastou da obrigação legal dos EUA no ano passado, todas as tensões que agora vemos com o Irã ocorreram.
Como o enviado russo Dmitry Polyanksy disse recentemente na conferência de imprensa da ONU, cabe a Washington retornar ao acordo nuclear. Até lá, para o governo em Washington fingir que é algum tipo de árbitro de segurança no Oriente Médio é ridículo demais para usar essas palavras.
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