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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Quando o sentimento de tristeza é um processo para a criatividade

Quando o sentimento de tristeza é um processo para a criatividade

Por Fabiano de Abreu.

6 de agosto de 2020. 

 
 
Pessoa segurando uma lampada acesa ao lado de bolinhas de papel.
 
 
 
 
 
 
 
Alguns de nós sentem nas emoções negativas uma energia poderosa de criação; como se toda a nossa mente se tornasse muito mais receptiva aos estímulos, muito mais forte a aprofundar sentimentos, muito mais engenhosa. A tristeza desenha-se assim como um terreno fértil para a criatividade.
 
“A criatividade na tristeza é uma defesa para sair dela.”
 
Muitas vezes a criatividade na tristeza é apenas um meio para encontrar soluções para esse sentimento. Uma forma de escape da dor, uma autodefesa, um remédio para uma mente que está negativamente abalada.
 
Por outro lado, e em oposição, existem os que buscam a tristeza de forma propositada.
 
“Há quem goste da tristeza, pois nela busca a criatividade para fazer o que gosta.”
 
Annie Sprat/Unsplash
 
 
Há indivíduos que se agarram na tristeza, na melancolia ou na nostalgia com uma percepção de que nelas e com elas irão surgir bons pensamentos e ideias. Como se esse sentimento desenvolvesse um foco na tarefa com muito mais profundidade.
 
As emoções fluem sem travão e a pessoa não tem medo de as explorar e tirar partido delas. A tristeza está mais relacionada ao interior em oposição aos sentimentos de felicidade ou euforia que extravasam para o exterior. A tristeza é um sentimento maduro no sentido de que não representa uma reação instantânea a um estímulo. É antes um sentimento que se constrói a partir de um ponto e é alimentado com recordações, com memórias, com análise constante das nossas vivências mais negativas, com perdas e sentimentos de impotência.
 
 
 
A tristeza é interna, é nossa, muito própria. A tristeza provavelmente fará com que nos conheçamos melhor e mais profundamente e por essa razão é o caminho de abertura para o nosso lado mais criativo.
 
Por outro lado, e se refletirmos bem sobre a questão, o inverso também pode ser uma realidade. Pessoas com mentes mais criativas podem de certa forma ser mais propensas à tristeza. Intelectos mais desenvolvidos, mais amplos e com menor barreira tendem a criar mais, mas, por outro lado, tendem a ver a realidade em toda a sua plenitude.
 
A dureza dessa realidade torna-nos pessoas mais introspectivas, mais sós. Numa relação de dois sentidos, num vaivém de sentimentos e emoções e racionalidade, a tristeza e a criatividade caminham lado a lado, uma alimentando-se da outra. 
 
 
Fabiano de Abreu
 
Fabiano de Abreu


 



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