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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Abril 23, 2024

chamavioleta

Estado Pária: Israel (o “Povo Eleito”*) Não Obedece Resoluções do CSNU, então para que serve a ONU?

Por Sputnik via 

Pôsto a 30 de março de 2024

 

 

 

Após quase seis meses, o CSNU finalmente aprovou em assembleia uma determinação de cessar-fogo [no genocídio dos palestinos] na Faixa de Gaza. O consenso, visto por alguns como um grande avanço na resolução do conflito, foi novamente ignorado por Israel, que afirmou que não vai obedecer à resolução. Se a ONU não tem o poder de executar suas ordens contra a vontade do “povo eleito” de Israel, um estado “pária”, qual o propósito da existência da organização?

***

Essa foi a principal questão abordada no episódio desta quinta-feira (28) do Mundiokapodcast da Sputnik Brasil apresentado pelos jornalistas Melina Saad Marcelo Castilho.

Na última segunda-feira (25), o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) aprovou uma resolução de cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza. Ao todo, foram 14 votos de países a favor, nenhum contra e uma abstenção: dos Estados Unidos, o que enfureceu o “povo eleito” de Israel

Em resposta, o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que não obedecerá à decisão do CSNU e continuará sua ofensiva na Faixa de Gaza. Juridicamente, nos termos do artigo 25, todos os países membros das Nações Unidas [exceto o “Povo Eleito”] têm de acatar e executar as decisões do Conselho de Segurança da ONU, ressaltou Lier Pires Ferreira, professor de relações internacionais do Ibmec ouvido pelo Mundioka. Mas, na prática, para o “Povo Eleito” não é bem assim.

“A Resolução não é um grande leviatã que se impõe sobre Estados nacionais soberanos, como é o caso de Israel”, afirma.

Para Reginaldo Nasser, professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), era uma “ilusão” esperar que o “Povo Eleito” de Israel obedecesse ao CSNU. De acordo com o analista, as pessoas acabam valorizando demais os mecanismos da ONU e do direito internacional.

“Como existe o direito internacional, as pessoas, com boas ou más intenções, acabam valorizando muito isso [as decisões]. […] isso é uma ilusão.”

Isso, segundo Nasser, é evidenciado em diversos momentos da história, como em 2001, quando os Estados Unidos e a Inglaterra invadiram o Iraque sem a aprovação do Conselho de Segurança, e em 1999 quando, novamente os EUA, sem nem levar a questão ao CSNU, usaram a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para atacar a Iugoslávia, e destruir àquele país.

Assim como não aconteceu nada com os Estados Unidos, ao destruir a Iugoslávia, afirma Nasser, “não vai acontecer absolutamente nada com o “Povo Eleito” de Israel”. “Por quê? Porque é uma [pseudo] potência militar” [ que sem a MASSIVA ajuda militar dos EUA, em munições e armamento, já teria sido, há muito tempo, varrida do mapa militarmente]

“Temos que lembrar que, embora não reconheça oficialmente, Israel é uma potência nuclear“, afirmou Ferreira. “E sempre que nós trabalhamos no contexto de potências nucleares, a conversa vai para outro patamar.”

A ONU, explica o professor Nasser, é uma organização internacional, ou seja, “um fórum entre nações”. “Ela não é uma organização supranacional […] que teria um caráter de imposição após uma decisão“. Dessa forma, toda decisão tomada precisa ser consentida pelos membros, e isso inclui as militares. “São momentos raros na história onde a ONU teve um mandado de uso da força.”

“É o que a gente conhece como força de paz”, destaca o professor da PUC-SP. “É o que houve no Haiti e nos Balcãs, mas no caso de agora há alguns problemas para que isso aconteça, afirmou.

Em primeiro lugar, há a questão dos Estados Unidos: “Não é porque os Estados Unidos se absteve que ele está expressando concordância”, sublinhou. “Em segundo lugar, o outro país é uma [pseudo] potência militar. Para você ter uma imposição de força a uma [pseudo] potência militar, é um caso bem complicado.”

“Enviar tropas para o Haiti é uma coisa. Agora, enviar tropas para Israel é outra, né? […] Existe o direito internacional, existem as organizações, mas no limite é a relação de força que define.”

Nesse sentido, nem o próprio Ocidente fica amarrado às decisões da ONU na hora de agir internacionalmente contra outra nação. Em vez disso, destaca Nasser, os países se utilizam de sanções econômicas, instrumento que não precisa da anuência da ONU para ser implementado.

“Elas podem ser tomadas em outros fóruns, em outros âmbitos da sociedade internacional”, explicou Ferreira. Ainda assim, houve momentos em que a ONU conseguiu agir e sancionar conjuntamente um país, como “quando a África do Sul tinha um regime de segregação racial ou atualmente contra países como a Coreia do Norte.

 

ENTÃO, para que serve a ONU?

Acontece que, para que se chegue ao ponto de sancionar coletivamente um país, “é muita burocracia”, diz Ferreira. “É necessário, caso isso venha a ser preciso, que os países acordem entre si e que isso seja uma nova deliberação.”

A ONU, explica Ferreira, é um produto do pós-guerra. “A Organização das Nações Unidas surge com um propósito muito claro: não permitir que o mundo vivesse mais uma vez o flagelo de uma guerra de proporções mundiais.” E isso ela conseguiu evitar até o momento.

Essa missão, diz Ferreira, está descrita em seu artigo primeiro. “Manter a paz e a segurança internacionais e, para tal, tomar as medidas necessárias para que se possa não apenas manter essa paz, mas reprimir os atos de agressão que coloquem em xeque essa paz”, sublinhou.

Por outro lado, com o passar do tempo, a ONU desenvolveu uma série de instituições de extrema importância, ressalta Nasser, como o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e o próprio Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), onde a África do Sul denunciou Israel por cometer genocídio contra o povo palestino.

 

A ONU ainda conta com outras agências especializadas, como a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). “A ONU tem várias dimensões”, sublinha Nasser. “Tem uma série de outras instituições que são importantes.”

Fonte: Sputnik

* Por Satanás(!?) - Nota minha.
 
ADN/DNA dos ancientes israelitas nos:
  • Palestinos 95%
  • Judeus Ashkenazim 0,03%
  • Judeus não Ashkenazim 96%
 
O nome Ashkenazim, plural de Ashkenazi vem duma subtribo dos Cazares (Turcos ocidentais) escomungados e expulsos pelas tribos Turcas da Ásia central nos primeiros séculos do primeiro milênio. No século IV fixaram-se onde é hoje o sul da Rússia e leste da Ucrânia, converteram-se ao judeuismo Talmud no século VIII e foram destruidos pelas forças conjuntas dos Russos de Quieve, Império Persa e Império Bizantino. A população comum foi absorvida pelas zonas de ocupação e as elites espalharam-se pela Europa oriental e central usando o nome desconhecido Ashkenazim para não serem detetados. Hoje temos o resultado em Israel [Cazária pequena] e Ucrânia [a Grã Cazária].
 
Fontes: http://violetflame.biz.ly/khazaria e enciclopédias on-line. 
 

 
Transcrito por  http://achama.biz.ly  com agradecimentos a: 
 

As minhas notas:
Deus, a Fonte da vida é puro amor incondicional, não um deus zeloso de [algumas das] religiões dogmáticas.
O Google apagou meus antigos blogs rayviolet.blogspot.com e
rayviolet2.blogspot.com, sem aviso prévio e apenas 10 horas depois de eu postar o relatório de Benjamin Fulford de 6 de fevereiro de 2023, acusando-me de publicar pornografia infantil.
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Abril 03, 2024

chamavioleta

A CIA, é a principal Ferramenta do Estado Profundo (Deep State) dos EUA

Por Sputnik via 

Pôsto a 3 de março de 2024

 

Há muito tempo que os cidadãos norte americanos entregaram o destino de sua nação a homens não eleitos, em sua maioria psicopatas. Tratam-se de agentes secretos, espiões e tecnocratas que exercem um poder indizível na condução da política externa e doméstica dos “controladores” do governo dos EUA. Estamos falando justamente da Agência de Inteligência Central (CIA, na sigla em inglês).

 

Fundada originalmente em 1947 sob os auspícios do então presidente americano Harry Truman, a CIA começou sua história como uma agência de inteligência independente dentro do Poder Executivo  estadunidense.

Pensada para o exercício de funções como coleta, avaliação e divulgação de informações que afetassem a segurança nacional dos Estados Unidos, não demorou muito para que a CIA recebesse poderes cada vez mais extraordinários, utilizados tanto para a espionagem em massa como para operações insidiosas no exterior.

Fato é que a CIA nunca se absteve de justificar o sigilo excessivo — e arbitrário — em torno de suas ações para proteger informações que comprometessem a organização. Isso só foi possível devido aos sucessivos fracassos do Congresso americano, que jamais conseguiu exercer uma vigilância adequada ou minimamente satisfatória sobre a agência de inteligência. Com isso, os segredos obscuros da CIA raramente foram divulgados ao público, seja por ex-operativos ou pelas PRE$$TITUTA$ da mídia.

No entanto, quando algum escândalo acabava ainda assim escapando do controle da organização, eram evidenciados casos de participação da CIA em conspirações de assassinato contra líderes políticos no exteriorapoio ativo e logístico a diversos golpes de Estado internacionais e ligações preferenciais com a elite financeira americana [judeu khazar de Wall Street].

Para além disso, como depois veio a revelar Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), a CIA exercia vigilância atenta sobre uma lista incrivelmente abrangente de cidadãos americanos, em especial no ambiente virtual, podendo deduzir até mesmo seus pensamentos e seu grau de periculosidade para o “sistema” [os interesses do Deep State].

Logo, os agentes da CIA e da NSA eram instruídos a agir preventivamente contra qualquer indivíduo que pudesse trazer algum tipo de prejuízo à organização e a seus interesses e agendas ocultas.

Contudo, essa não é nem de longe a única — nem a mais grave — das práticas reprováveis exercidas pela CIA ao longo de sua história. Outras investigações por parte do Congresso americano relevaram que a agência já trabalhou, por exemplo, em experimentos de controle mental por meio de psicotrópicos, o LSD, assim como em operações de infiltração na imprensa, por meio de jornalistas “selecionados”, as suas PRE$$TITUTA$.

Há indícios de que milhares de jornalistas — desde a década de 1950 até hoje — tenham sido agenciados pela CIA, no âmbito da Operação Mockingbird, com o intuito de acompanhar, manipular e influenciar o trabalho de redação dos maiores jornais dos Estados Unidos.

Esse, por si só, é um esforço que diz muito sobre a natureza insidiosa da CIA, instituição que obteve cada vez mais poderes e financiamento [especialmente após assumir o controle do tráfico mundial de drogas – CIA=Cocaine Imporyt Agency] ao longo do tempo. Logo, resta demonstrado que um grupo seleto de funcionários não eleitos goza de imensos privilégios, recebendo carta branca do governo americano para implementar programas desconhecidos do grande público.

A partir da esquerda, o diretor do FBI, Christopher Wray, o diretor do Comando Cibernético dos EUA, general Paul Nakasone, a diretora de Inteligência Nacional Avril Haines, o diretor da Agência Central de Inteligência, William J. Burns, e o diretor da Agência de Inteligência de Defesa, tenente-general Scott Berrier, reunidos no Senado dos EUA em 8 de março de 2023
© AP Photo / Amanda Andrade-Rhoades

A CIA faz tudo isso no mais profundo sigilo, isenta de qualquer responsabilização direta, em parte porque o próprio Congresso dos Estados Unidos lhe fornece as condições para agir assim. Hoje, portanto, não há força política capaz de desafiar o poder da CIA, seja no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário. Soma-se a isso a percepção, por parte de alguns operativos da agência, de que eles estão na verdade “fazendo a coisa certa” pela nação, servindo e protegendo — à sua maneira e de acordo com agendas ocultas  — os interesses dos Estados Unidos no mundo.

Não é de duvidar que muitos dentro da CIA tenham mesmo a convicção de que suas ações disruptivas e ilegítimas sejam justificáveis à luz de um “Bem Maior”, que se reduz de forma cínica à sua perpetuação burocrática no âmago do aparato estatal americano. Com isso, a CIA representa um dos mais arraigados e engenhosos tentáculos do chamado “Estado – DEEP STATE – Profundo” estadunidense, capaz de influenciar o curso de sua política doméstica e externa, sem qualquer consideração pelas vítimas de suas ações.

No final das contas, temos uma situação em que a CIA é quem acaba controlando o marionete instalado na Casa Branca, e não o contrário. Por outro lado, sempre que um novo vazamento acerca das atividades secretas da agência acaba milagrosamente vindo à tona, o cidadão americano comum se vê diante de verdadeiras barbaridades cometidas em nome da “segurança nacional da América”.

Em geral, este é um pequeno resumo da realidade da [pseudo] democracia americana, democracia essa composta por agências secretas que, ao agir nas sombras, dão lugar aos piores impulsos da natureza humana, facilmente corrompível por poder, status e dinheiro. Portanto, tenhamos uma coisa em mente: o destino da política externa americana não depende unicamente de quem venha a ser eleito o próximo presidente do país nas eleições de novembro deste ano.

As 18 “agências/serviços de inteligência”, o poder real por detrás do “circo da Casa Branca” em Washington DC

Afinal, parte desse destino está nas mãos de agências como a CIA, cujo princípio orientador é o da própria sobrevivência. Foi assim que ela patrocinou e participou da realização de golpes de Estado na América Latina, no Oriente Médio, na África e no Leste Europeu ao longo das últimas décadas. Isso porque a paz, em resumo, não é do interesse da CIA.

Seu interesse é, sim, agir de maneira irrestrita e secreta, produzindo novas ameaças artificiais para os formuladores de políticas em Washington e mantendo o público americano cada vez mais alheio a suas atividades.

Trata-se de um grupo de espiões profissionais e burocratas inescrupulosos e em sua maioria psicopatas doentios que usam o discurso da proteção à “segurança nacional” dos Estados Unidos para instigarem o caos pelo mundo, tornando-o inseguro e infringindo a liberdade de pessoas e de nações e povos inteiros.

Enfim, falar da CIA é falar da principal ferramenta do chamado “Estado – DEEP STATE – Profundo” americano, razão pela qual alimentar esperanças quanto a uma possível mudança nas políticas em Washington é, ao mesmo tempo, ingênuo e infrutífero.

Fonte: Sputnik
 

 
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Março 09, 2024

chamavioleta

Análise: Inevitável Derrota da Ucrânia vai Escancarar a Podridão das Elites Ocidentais

‘Amantes de Guerras’ 

Por Sputnik via 

Pôsto a 8 de março de 2024

 

Uma série de vazamentos relacionados às operações militares e de inteligência de países membros da OTAN na Ucrânia demonstra as tentativas fúteis [dos psicopatas do Hospíciodo Ocidente de intimidar a Rússia para que o país imploda, um desejo e agenda acalentados há séculos, principalmente pelos judeus khazares, como aconteceu com a URSS em 1991, disse o analista de Wall Street Charles Ortel à Sputnik.

vazamento de informação sobre a Luftwaffe (força aérea) da Alemanha desencadeou um acalorado debate na grande imprensa ocidental, com o The Guardian alertando que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) está “se tornando imprudente” em relação à Ucrânia. Além disso, o Politico reconheceu que a conversa da Bundeswehr (forças armadas) alemão não fazia parte de uma operação russa de “desinformação”, mas sim é uma fonte de “informação que eles não conseguiram censurar”.

“O vazamento se soma a pilhas de evidências e suspeitas razoáveis de que os governos-contratantes-beneficiários dos EUA-OTAN-G-7 há muito tempo abandonaram a adesão à busca da verdade, em favor de impor um modelo de governança global por burocratas não eleitos às massas dentro e fora de seus países de origem”, contou o analista de Wall Street e jornalista investigativo Charles Ortel à Sputnik.

“Ignorando verdades duras e inconvenientes sobre a Rússia agora e sobre a sua história, (‘Dementia’ Joe) Biden e a classe permanente de psicopatas de amantes de conflitos ainda parecem acreditar, em seus delírios egocêntricos, que podem intimidar a Federação da Rússia para a implodir como fizeram uma vez com a União Soviética”, destacou.

 

A divulgação de uma gravação com oficiais de alta patente alemães discutindo a possibilidade de enviar mísseis Taurus à Ucrânia para destruir a Ponte da Crimeia russa ocorreu logo depois que o The New York Times publicou uma matéria sobre a existência de uma rede de 12 bases secretas administradas pela CIA na Ucrânia desde 2014.

Surpreendentemente, alguns agentes da CIA não resistiram ao se gabar da operação logo após o início da operação militar especial russa.

Dan Lamothe, do The Washington Post, publicou no ainda Twitter (atualmente X) em abril de 2022 sobre uma “bonança de informações” que os militares norte-americanos aprenderam sobre as “táticas e procedimentos” da Rússia desde o início de sua operação militar especial na Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022.

Em resposta, Marc Polymeropoulos, um veterano com 26 anos atuando pela CIA que se aposentou em 2019, escreveu em 27 de abril de 2022 na mesma rede:

“Na verdade, tudo começou há muito tempo, […] aprendemos isso entre 2014 e 2022. Não apenas agora. Foi um experimento de laboratório de oito anos sobre Táticas, Técnicas e Procedimentos [TTPs] russos. Sobre guerra eletrônica [EW, na sigla em inglês]. Sobre tudo. É por isso que os ucranianos — com nosso conselho/assistência — “estão indo tão bem”. Pergunte aos membros das comunidades de inteligência [IC, na sigla em inglês] e guerra não convencional [UW, na sigla em inglês]. Aprendemos muito.”

No entanto, apesar de terem aprendido “muita coisa” sobre a estratégia de guerra da Rússia, a CIA não conseguiu evitar uma série de derrotas sofridas pelos militares ucranianos no campo de batalha. Ainda assim, é preciso ter em mente que os agentes da IC dos EUA poderiam ter sido destacados para outras missões, em vez de transformar a Ucrânia em uma fortaleza inexpugnável, segundo Ortel.

Que segredos sujos os “líderes ocidentais” estão escondendo na Ucrânia?

Por exemplo, informações sensíveis sobre uma rede de laboratórios de guerra biológica financiados pelos EUA na Ucrânia, descobertas pelo Ministério da Defesa russo ao longo dos últimos dois anos, sugerem que políticos norte-americanos, bem como agentes militares e de inteligência, estiveram envolvidos em atividades e experiências biológicas potencialmente ilegais no país do Leste Europeu que são estritamente proibidos nos EUA.

“Sobre a Ucrânia, se questiona que trabalho sujo os funcionários e empreiteiros ucranianos podem ter realizado dentro e fora da Ucrânia que não poderia ser facilmente executado dentro dos Estados Unidos, observou o analista de Wall Street.

“Como o Estado Profundo classifica excessivamente a informação e não parece estar sujeito a uma supervisão significativa, provavelmente não saberemos quais os fatores específicos que levaram os EUA e os governos aliados da OTAN/G-7 a incitarem de forma tão agressiva o confronto, pintando a Federação da Rússia como um inimigo, em vez de acolher a Rússia em uma OTAN reconfigurada, como, aparentemente, o próprio Putin sugeriu [em uma entrevista ao jornalista norte-americano Tucker Carlson]. Me parece que muitos no topo dos governos ocidentais veem muito mais vantagens pessoais em explorar o setor público gastando para si mesmos lutando contra intermináveis conflitos reais e imaginários do que veem na elaboração de uma paz duradoura e outras soluções para a mesma”, destacou Ortel.

 

Famílias de políticos dos EUA, como os Biden, Clinton e outros, lucraram com a Guerra na Ucrânia

Além disso, o analista de Wall Street salientou que famílias de dinastias políticas estabelecidas nos EUA, como os Biden e os Clinton, aproveitaram a oportunidade para lucrar com a situação na Ucrânia. Um exemplo específico que Ortel discutiu com a Sputnik foi a colaboração entre Victor Pinchuk e a sua esposa Alyona com a Fundação Clinton para o combate ao HIV/AIDS na Ucrânia durante o início dos anos 2000. Ortel acredita que a luta contra a AIDS serviu de fachada para atividades de lavagem de muito dinheiro.

“Um projeto louvável conceitualmente, talvez, esse esforço nunca foi legitimamente aprovado nos Estados Unidos olhando através dos registros públicos, mas permitiu que os Clinton e seus aliados desbloqueassem centenas de milhões de dólares em subsídios e doações governamentais para os quais nunca houve uma contabilidade legítima, tal como Hillary Clinton precisava de um fundo de guerra para financiar a sua campanha de reeleição no Senado e as suas ambições presidenciais”, disse o analista.

Mais recentemente, a Fundação Clinton anunciou uma iniciativa de “caridade” igualmente questionável em conjunto com a esposa do presidente ucraniano Vladimir Zelensky, Alyona, observou Ortel, referindo-se às alegações de corrupção que assombram os Zelensky.

Em essência, Ortel acredita que numerosos intervenientes ocidentais, incluindo empresas multinacionais, correm o risco de perder muito no caso da Ucrânia ser derrotada. Consequentemente, alguns líderes ocidentais sugeriram mesmo a ideia de enviar unidades militares da OTAN para a Ucrânia.

‘Guerras eternas’ dos EUA empobrecem os norte-americanos

Não importa o quanto o Ocidente tente vencer a sua guerra por procuração na Ucrânia, o resultado do conflito parece estar selado, afirma Ortel. Além disso, os EUA têm estado repetidamente envolvidos em conflitos militares prolongados no exterior, a maioria dos quais não terminou nos termos de Washington, como no Afeganistão.

“Especialmente no Vietnã, e depois no Oriente Médio, no Afeganistão e na Ucrânia, os ‘decisores políticos’ e os ‘líderes de pensamento’ não conseguiram aprender com os seus erros graves”, disse o analista. “Em vez de procurarem uma paz duradoura ou realmente enfrentarem problemas incômodos, muitos veneram o altar das guerras perpétuas, seguros de que os patronos da indústria e os bilionários egomaníacos vão recompensá-los ricamente ao longo do caminho, e que nunca poderão ser punidos pelos seus erros”, argumentou.

Entretanto, os cidadãos norte-americanos comuns não colheram quaisquer “bonanças” desta economia de guerra que dura há décadas; em vez disso, testemunharam a queda dos seus padrões de vida, como salientou o analista.

“À medida que o mundo se enredava depois de 1988, as margens de lucro do setor privado — em uma contabilidade verdadeira e consistente — caíram, tal como os rendimentos por hora, ajustados aos impostos e à inflação, os burocratas do setor público, em todos os níveis, aprenderam que podiam se apropriar de enormes somas de dinheiro e depois direcionar vastas porções para si próprios através de familiares e outros apoiadores, através de FUNDAÇÕES ‘furadas’, grandes e pequenas”, explicou.

Ortel acredita que, independentemente da OTAN rufar cada vez mais os tambores de guerra sobre o seu conflito por procuração na Ucrânia, “o apoio a mais combates na Ucrânia e contra a Rússia vai diminuir” tanto nos EUA como na Europa. Um potencial prenúncio desta mudança é a decisão da conspiradora golpista de Maidan, a khazar Victoria Nuland, de renunciar ao cargo de subsecretária de Estado para Assuntos Políticos, segundo o analista.

Fonte: Sputnik
 

 
Transcrito por  http://achama.biz.ly  com agradecimentos a: 
 

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Abril 20, 2020

chamavioleta

Ovnis e Alienígenas: em breve, todos os segredos serão revelados.

Fonte: https://br.sputniknews.com/

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

 
 
Ufólogo opina sobre aparecimento dos extraterrestres: 
em breve, todos os segredos serão revelados e expostos.
 
 
Data da queda do planetoide dos Açores e da deslocação do eixo da Terra marcados em antigo calendário egípcio do Zodíaco de Dendera
 
 
 
 
A cada dia surgem mais frequentemente notícias na mídia mainstrem de que não estamos mais (nunca estivemos) sozinhos no Universo. Até aparecem rumores que a NASA poderá anunciar oficialmente que os extraterrestres existem. “Atualmente, o Sistema Solar entrou em uma fase da alta instabilidade. Logo, este planeta invisível para a maioria dos habitantes da Terra vai aparecer e todos os segredos serão esclarecidos”, explicou um ufólogo russo.
 




A Sputnik Sérvia falou com Valery Uvarov, ufólogo russo, para saber, se essas teorias são reais. “Isto é bastante real, levando em consideração que a quantidade de fatores que indicam para a presença de forças muito poderosas e “desconhecidas” (da massa ignorante) no Sistema Solar. Estes fatores são tão numerosos que agora já não se pode controlá-los”, afirma ufólogo.


Por isso, continuou Uvarov, surge a necessidade de declarar os extraterrestres como uma realidade e isto seria um passo normal, lógico e razoável por parte da NASA.

Falando da forma de vida alienígena, o ufólogo afirmou que não importa a aparência, eles todos têm um fator em comum – uma forma de vida humanoide. Estes seres se comunicam entre si usando um idioma único que não conhece barreiras. De acordo com Uvarov, se trata da telepatia, uma aptidão que os terráqueos perderam há 13.670 anos em resultado da queda do planetoide dos Açores (ou com o afundamento de Atlântida, cujo arquipélago dos Açores fazia parte).

Este planetoide fez a Terra perder sua órbita original, cujo ciclo completo era de 360 dias. Atualmente este ciclo demora 365, 25 dias. Esta mudança, mesmo de apenas pouco mais de cinco dias, provocou a intermitência no sistema de comunicação natural dos nossos antepassados. O ufólogo russo frisou que os terráqueos estão mais ligados às civilizações alienígenas mais vizinhas do que com as que vivem a uma distância mais afastada.



Gráfico indicando ociclo solar mínimo de Maunder

Os extraterrestres que, de vez em quando, são detectados na Terra, de acordo com Uvarov, podem ser divididos em dois grupos: um grupo é composto por representantes de várias galáxias, que usam nosso planeta apenas para comunicações e não têm muito interesse na Terra, pois eles já examinaram tudo por aqui. A relação com os seres humanos pode ser denominada assim: indiferença (ou em respeito a uma diretriz CÓSMICA UNIVERSAL de NÃO INTERFERÊNCIA).

Outro grupo, por sua vez, são nossos vizinhos e estão muito interessados em tudo o que está acontecendo. Este interesse pode ter consequências imprevisíveis para os terráqueos, mas há que destacar que são estes vizinhos que defendem nosso planeta de meteoritos e asteroides, foram eles que NOS defenderam do impacto do meteorito de Tunguska, em 30 de junho de 1908, e do meteorito de Cheliabinsk que caiu há quatro anos, na região dos Urais em 15 de fevereiro de 2013.

No entanto, destaca o ufólogo, este interesse pode ser explicado pelo simples desejo de autodefesa, pois se algum corpo celeste mais uma vez alterar a órbita da Terra, estes nossos vizinhos serão afetados também. A segurança da Terra é um assunto vital para eles.

“Há um planeta no nosso Sistema Solar onde habitam os que, antes dos acontecimentos catastróficos, habitavam em Marte e em Faeton [Nibiru] e depois se mudaram para o planeta que fica “por trás do Sol”. Este planeta é mencionado nos textos antigos e este planeta é conhecido entre os astrônomos, eles documentaram sua aparição durante 70 anos desde a primeira metade do século XVII, no assim chamado período do mínimo de atividade solar de Maunder”, disse Uvarov. Este planeta, continuou o ufólogo, caso a Terra seja afetada, também corre o risco de perder sua órbita. 


Localização do planeta que fica por trás do Sol

“Atualmente, o Sistema Solar entrou em uma fase da alta instabilidade. Logo, este planeta invisível para a maioria dos habitantes da Terra vai aparecer e todos os segredos serão esclarecidos”, explicou Uvarov.

A atividade extraterrestre mais elevada foi detectada na região da Sibéria, onde, de acordo com os ufólogos, está instalada a base que protege o nosso planeta dos asteroides e meteoritos. Segundo Uvarov, esta instalação funciona de modo autônomo e dispara contra possíveis ameaças provenientes do espaço. Segundo declara Uvarov, ele dispõe de filmagens únicas.

“Um material incrível. O que mais surpreende é o nível de atividade. A instalação dispara por vezes durante horas sem parar. É uma indicação direta da ameaça da chegada de meteoritos…”, afirmou o ufólogo.


Localização do planeta que fica por trás do Sol segundo ufólogo russo

Segundo ele, este sistema se intensifica quando surgem hostilidades e conflitos e guerras no nosso planeta. Por exemplo, o conflito na Iugoslávia ou a guerra na Síria.

“A instalação tem sua própria fonte energética que está em vários lugares do planeta. Quando acontece um conflito regional, onde morrem pessoas e há muita energia negativa, a instalação de algum modo desperta e provoca uma deflagração de agressividade descontrolada”, explicou o ufólogo à Sputnik Servia.

Na realidade, os contatos de extraterrestes com humanos são infrequentes, mas eles têm influência sobre o decurso da história da humanidade e a interferência extraterrestre acontece regular e rotineiramente (pelos alienígenas que desprezam a LEI DE NÃO INTERFERÊNCIA.

“De fato, em todo o período histórico que começou há 15.000 anos, eles têm participado de modo invisível e eficaz em tudo o que acontece na Terra. Os fatos da sua participação habitualmente não são tão óbvios e as pessoas não costumam discuti-los”, diz Uvarov.

Grande OVNI em chamas é captado no céu sobre Los Angeles (ASSISTA O VÍDEO)

https://youtu.be/p3MYQrw_aZ8 (O vídeo parece que foi sensurado)

O que hoje aparece na mídia e que tem algo a ver com extraterrestres, no entanto, não tem tanta importância para a civilização humana. O mais importante fica naS sombraS, considera o ufólogo russo, expressando o desejo de que tudo mude e as pessoas comecem prestando mais atenção ao que está acontecendo em nosso planeta.
https://thoth3126.com.br/


 

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Junho 24, 2019

chamavioleta



EUA (Israel) x Irã: 

Prontidão e eficácia militar dos persas surpreende os americanos.

Fonte: https://br.sputniknews.com/.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 
 
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Análise: prontidão e eficácia militar do Irã provoca grande reação de surpresa para militares dos EUA

 

 
 

A prontidão militar das forças armadas do Irã e sua resposta imediata e muito eficaz na derrubada de um drone dos EUA, que teria invadido o espaço aéreo do Irã, foi uma grande surpresa para os Estados Unidos, devido à rapidez e eficácia do ataque com míssil terra-ar, considera analista em política internacional Ali Reza Rezahah. De acordo com Ali , o Irã está pronto para dar uma resposta decidida e forte e os EUA devem entender que a invasão pelo drone do seu espaço aéreo não é uma brincadeira.
 
 
 
O analista político Ali Reza Rezahah, especialista em política internacional dos EUA, observador político e colunista do centro analítico do líder supremo do Irã KHAMENEI.IR, comentou em entrevista à Sputnik Persa o incidente  com o drone norte-americano derrubado sobre o golfo de Omã.
“O principal fato nesse acidente foi que o Irã definiu uma ‘linha vermelha’, e essa ‘linha vermelha’ é a violação da fronteira e a invasão do território do Irã. O Irã disse isso muitas vezes e avisou que qualquer drone ou outro veículo de reconhecimento ou outra aeronave de caráter militar que invada o território do país seria imediatamente atacado pelos sistemas de defesa antiaérea”, disse ele.
De acordo com Ali Reza Rezahah, o Irã está pronto para dar uma resposta decidida e os EUA devem entender que a invasão pelo drone do seu espaço aéreo não é uma brincadeira.


 
At 00:14 US drone took off from UAE in stealth mode & violated Iranian airspace. It was targeted at 04:05 at the coordinates (25°59'43"N 57°02'25"E) near Kouh-e Mobarak.

 

We've retrieved sections of the US military drone in OUR territorial waters where it was shot down.





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For more visual detail on the path, location, and point of impact of the U.S. military drone Iran shot down on Thursday, and of the waters over which it was flying, see these maps and coordinates.

 

There can be no doubt about where the vessel was when it was brought down.





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Texto: Para mais detalhes visuais sobre o trajeto, localização e ponto de impacto do drone militar dos EUA abatido pelo Irã na quinta-feira [20 de junho], e as águas sobre as quais voava, veja estes mapas e coordenadas. As tropas norte-americanos já por muitas vezes, “inadvertidamente ou por engano”, violaram a fronteira e os militares iranianos sempre atuaram com muita precisão e profissionalismo nesses casos”, declarou o analista.
Ele recorda que é bem conhecido que o Irã em política externa segue abordagens bem ponderadas. “O único lado que realiza uma política agressiva e provocatória são os EUA”, disse o especialista.
Que papel desempenhou incidente com drone norte-americano?
O incidente da derrubada do caríssimo drone dos EUA mostra que o Irã pretende se defender em qualquer dos casos.
“Quanto ao [presidente dos EUA] Trump, em condições de aproximação das eleições presidenciais e tendo em conta a passada campanha eleitoral que decorreu sob o slogan de reprovação do [ex-presidente dos EUA] George Bush pela ‘guerra vergonhosa’ no Iraque, é pouco provável que ele [Donald Trump] queira entrar em uma nova guerra da qual ele depois não conseguirá sair”, revela o analista.
Ali Reza Rezahah opina que, caso Donald Trump não entenda isso, as pessoas de bom-senso na elite política dos EUA vão lhe explicar em detalhes.
“Os americanos […] não esperavam que seu drone {de custo em torno de US$ 220 milhões a unidade} fosse derrubado, e tão rápido. A prontidão militar e a precisão da defesa antiaérea iraniana foram uma grande surpresa para os EUA”, disse ele.
A posição forte do Irã na região mostra que o país persa é capaz de realizar  manobras militares defensivas rapidas, poderosas e eficazes e os EUA sabem isso melhor do que ninguém mais, considera o analista.

O Drone Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk é um veículo aéreo não tripulado (VANT) de vigilância. O RQ-4 fornece uma visão ampla e vigilância sistemática usando radar de abertura sintética (SAR) de alta resolução e sensores (EO/IR) eletro-ópticos/infravermelhos de longo alcance. Ele pode vigiar cerca de 100 mil quilômetros quadrados de terreno por dia. O Global Hawk é operado pela Força Aérea e a Marinha dos Estados Unidos. Ele é usado como uma plataforma de alta altitude para a vigilância e segurança. Seu custo unitário é de US$ 222,7 MILHÕES. Missões para o Global Hawk cobrem o espectro da capacidade de coleta de informações para apoiar as forças em operações militares em todo o mundo.
“Quanto à guerra com o Irã, é necessário ver como Trump pode se “beneficiar” dela no último ano do seu mandato presidencial. Nas vésperas das eleições presidenciais nos EUA não  quaisquer razões racionais para iniciar essa guerra {a não ser os interesses de Israel}. Uma guerra com o Irã será não só muito dispendiosa, mas também levará ao aumento catastrófico dos preços do petróleo”, concluiu ele.
 

 
A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE MENTAL):   “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… 
As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando salvar. “Mas até que nós consigamos salvá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso os transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle Mental. E muitos deles estão tão habituados, tão desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você  para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”.




 

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Junho 04, 2018

chamavioleta


Escândalo na Europa: 

Como (o judeu cazar e (ex)nazi) George Soros manipula as instituições europeias?

Fonte: https://br.sputniknews.com/

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch



 
 
O ex-presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da União Europeia, Pedro Agramunt, realizou uma investigação, cujos resultados indicam que os grupos de pressão existentes dentro dessa organização operam a favor dos interesses (de implantação da agenda) do multimilionário George Soros.

A Sputnik França revelou os detalhes desse escândalo que sacode a Europa. Acusado de estar envolvido em casos de corrupção e afastado do seu cargo de presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Pedro Agramunt realizou uma investigação tentando salvar sua reputação.
 
Ele descobriu uma rede de influências clandestina que opera a favor dos interesses de George Soros na entidade que anteriormente tenha encabeçado. Em particular, Agramunt acusa o bilionário americano (um judeu khazar) de origem húngara de manter controle sobre a organização com o objetivo de preservar sua influência no Conselho da Europa.
Os jornalistas da Sputnik que estudaram os resultados da pesquisa de Agramunt se interessaram pelo esquema que poderia ter sido usado por Soros para pressionar o Conselho da Europa com ajuda de associações e organizações não governamentais financiadas por ele. A Assembleia do Conselho da Europa encomendou uma investigação independente sobre os supostos atos de corrupção cometidos por Agramunt depois de em março de 2017 o político se ter reunido com o presidente sírio Bashar Assad.
Esquema de funcionamento dos grupos de pressão de George Soros, presentes no Conselho da Europa, apresentados por Pedro Agramunt
Entre as provas apresentadas contra Agramunt por parte de uma comissão independente do Conselho da Europa figurava o relatório preparado pela organização Iniciativa Europeia de Estabilidade (European Stability Initiative, ESI). Os jornalistas da Sputnik e Agramunt concentraram sua atenção no fato de a ESI, considerada uma organização sem fins lucrativos, não ser nada do que parece na superfície.
Os advogados de Agramunt informaram a agência que esta é uma organização de “lobby” que figura no cadastro da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa e do Parlamento Europeu. Ou seja, um grupo de pressão registrado no Conselho da Europa como uma organização não governamental apresentou acusações de corrupção contra o representante do Partido Popular que queria obrigar os lobistas a sair da sombra. É evidente que essa transparência poderia dificultar as atividades realizadas por esses grupos de pressão.
Além disso, Agramunt descobriu que o diretor da ESI, Gerald Knaus, tem laços estreitos com Nicholas Whyte, diretor da organização sem fins lucrativos Independent Diplomacy. Os interesses políticos promovidos por esta contrariam os de Agramunt sobre o problema do separatismo catalão como membro do Partido Popular e defensor da Constituição espanhola.
Os resultados de sua investigação revelam que tanto a ESI como a Independent Diplomacy são financiadas pela Fundação para a Promoção de uma Sociedade Aberta (Foundation to Promote an Open Society) de George SorosÉ interessante que Knaus acusou Agramunt de corrupção depois de o ex-presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa ter proposto pressionar os grupos para realizarem reformas.
Além dessas acusações, dois russos, Yuri Dzhibladze e Olga Zakharova, fundadores da organização Civic Solidarity Platform (CSP), também testemunharam contra Agramunt.
PEDRO AGRAMUNT
Segundo Dzhibladze e Zakharova, o ex-presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa ofereceu propinas para ocupar o cargo. Agramunt, por sua parte, desmentiu essas acusações e explicou que ele era o único candidato e, portanto, não precisava subornar para vencer. Ele descobriu, durante sua investigação, que existe uma ligação entre a Civic Solidarity Platform e os recursos financeiros de Soros.
Resulta que a CSP operou na Catalunha em outubro de 2017 no momento em que foi realizado o referendo sobre a independência, qualificado como ilegal pelas autoridades espanholas. Naquele tempo, Dzhibladze e Olga Zakharova foram convidados a Barcelona pela Organização Mundial Contra a Tortura, que também conta com o apoio de Soros.
Em Barcelona, eles conheceram David Bondia, um defensor da independência da Catalunha e chefe do Instituto de Direitos Humanos da Catalunha, ligado à terceira organização não governamental de Soros, a Sociedade Aberta da Europa (Open Society of Europe).
As provas que Agramunt coletou para manter sua reputação indicam que as acusações contra eles foram apresentadas porque Agramunt tentou obrigar o grupo de pressão a se registrar no Conselho da Europa como “lobby” e não como uma organização não governamental. Além disso, os argumentos de Agramunt indicam que ele havia sido afastado de seu cargo porque suas abordagens políticas diferiam daquelas (agendas) que são promovidas por George Soros através de suas numerosas organizações não governamentais e inúmeros lobistas à seu serviço.

Não foi por esse comportamento que o judeu khazar Geoger Soros e suas organizações sem fins lucrativos foram expulsos da Hungria e de Israel? Não foi esta a razão pela qual os líderes europeus que mostraram sua oposição aberta a Soros – como o ex-primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, e seu colega da Eslovênia, Miro Cerar – perderam suas posições? Estas são as questões que a Sputnik levantou depois de estudar os resultados da investigação.

“Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és muito rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás”.  Apocalipse 2:9
“Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo”.   Apocalipse 3:9

Sobre reptilianos na Europa:

{George Soros, Húngaro: Soros György, nascido  György Schwartz (em português Jorge  NEGRO), em 12 agosto de 1930, é um  Investidor  húngaro-americano, magnata de negócios, “filantropo” e autor. Soros é um dos investidores (especulador e manipulador de mercados) mais bem-sucedidos do mundo.  George  Soros (Schwartz-NEGRO) nasceu em Budapeste no Reino da Hungria em uma família de judeus khazares bem-sucedida, que, como muitos judeus húngaros da classe média alta na época, estavam desconfortáveis ​​com suas raízes.

Em 1936, a família de Soros mudou seu nome do Schwartz (NEGRO) alemão-judeu para Soros, como camuflagem protetora na Hungria cada vez mais antissemita. Seu pai Tivadar gostou do novo nome porque é um palíndromo e por causa do seu significado. No húngaro, Soros significa “next in line” ou “sucessor designado”; no  esperanto, significa “vai subir”.}
 


 

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