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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Novembro 10, 2015

chamavioleta

Nibiru (Annunakis) 

 Parte II, final

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Publicado anteriormente a  04/05/2015




Conselho de Nibiru- Parte II

 Nós somos os Nibiruanos


Aprenda sobre a vida na Terra, os nibiruanos, a nossa história galáctica, as estrelas sementes, walk-ins, como se recodificar o seu DNA e muito mais…

A Missão Relembrada

Os Nibiruanos revelam o seu trabalho para se prepararem para após 2012. Descubra os eventos galácticos que nesses dias de final dos tempos estão sendo relançados na Terra entre agora e até o final deste ciclo. – Jelaila Star.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Primeira parte em: http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/

Fonte: http://www.nibiruancouncil.com/

ANU fala sobre O GRANDE PLANO DIVINO:

Mais uma vez nós temos um multifacetado e complexo plano. Ele inclui a finalização do Divino Plano Avyoniano e o Divino Plano dos Sirianos Etéricos. Os Sirianos Etéricos são os Humanos de Lyra que foram movidos para Sírius B e, eventualmente, tiveram a Terra concedida como seu lar pelos Criadores. A finalização do Divino Plano Avyoniano permitiria aos Sirianos Etéricos completarem o deles. Antes que eu prossiga, é necessário nos aprofundarmos um pouco mais sobre cada raça.

Os Felinos: Os Felinos são aqueles que muitos de vocês chamam de seres-leão. Eles são de um universo que já se completou. Chegaram em nossa galáxia quando ela estava sendo construída. Foram convidados pelos Construtores e pela Hierarquia Espiritual Universal para serem os mestres geneticistas do nosso universo. Eles residem em uma estrela na constelação do Cão Maior conhecida como Sírius A e não devem ser confundidos com os Humanos que colonizaram Sírius B. Eles viviam em Sírius A muito tempo antes dos Humanos de Lyra chegarem.


Representação de Nibiru, no Disco com uma estrela e o gigante Annunaki/Nephilim ANU, o Senhor de Nibiru, em estela encontrada na antiga Suméria, hoje Iraque.

Eu gostaria de introduzir aqui uma pequena história do Sistema Estelar de Sírius.Há três estrelas no Sistema Estelar de Sírius: Sírius A, Sírius B, e Sírius C. Sírius B foi a primeira estrela e, quando implodiu, criou Sírius A e C. Quando os primeiros humanos chegaram em Sírius B, vindos de sua residência temporária nas colônias humanas do Sistema Veganiano da constelação de Lyra, receberam muita ajuda dos Felinos. Sírius C é atualmente usado para armazenar materiais e suprimentos.

Tiamat (a Terra, hoje com polaridade feminina e positiva) também foi criado da implosão de Sírius B, assim como Nibiru(Hoje com polaridade negativa e masculina). Quando se decidiu criar uma Força Estelar, este gigantesco pedaço de rocha que flutuava no espaço perto das Plêiades foi localizado por meus antepassados e foi transformado em uma Força Estelar/planeta. (n.t.- Aqui temos como compreender a nossa forte conexão com esse sistema estelar de SÍRIUS, pois o nosso planeta Terra (Gaia-feminino) e Nibiru (Masculino) teriam se originado após uma grande modificação nesse sistema, com matéria oriunda de Sírius, ejetada há cerca de 4,5 bilhões de anos).


Constelação do Cão Maior, onde esta situado o grupo estelar de SÍRIUS A, B e C, a estrela maior e mais brilhante na foto.

Assim vocês poderiam dizer que Nibiru é MEIO Síriano e Pleiadiano. Os Felinos são os mestres geneticistas de nosso universo, como eram também deles mesmos. Eles criaram todas as formas de vida nos planetas e estrelas em nosso universo. Isto inclui vegetação, animais, e os veículos (corpos) físicos que as almas usam para sua encarnação. Eles são seres altos, com cabelos vermelho-dourado e, normalmente, olhos castanhos ou verde-dourado. Os Felinos são seres poderosos, altamente evoluídos, amorosos, gentis e de natureza benevolente.

Quando nos ferimos em batalha, vamos até eles para nos curar, pois eles são os doutores do universo. Eles nunca tomam partido em qualquer guerra, pois já completaram as lições de integração das polaridades e Amor Incondicional. Eles também cuidam das almas que sofreram severos danos emocionais nas encarnações e que são enviadas aos Felinos para serem tratadas depois da morte. Os Felinos vivem na 6ª dimensão para executar o trabalho deles, embora sejam seres de dimensões mais elevadas. A 6ª dimensão é a dimensão da criação, onde a energia torna-se física. Os Felinos trabalham muito unidos com as Hierarquias Espirituais dos diferentes planetas e galáxias em nosso universo.

Quando é decidido que uma alma-grupo precisa de um planeta e um veículo físico para encarnação, são os Felinos que são nomeados para a tarefa de preparar o planeta e criar os corpos. Houve tempos em que eles também criavam planetas. Os Felinos são fortemente envolvidos com a história de vocês. As esfinges encontradas ao redor do mundo são uma lembrança da existência e do envolvimento deles. Você alguma vez se perguntou por que o leão é o rei da selva, embora ele não seja o maior? Os Felinos deixaram os leões e todos os gatos para serem os transmissores de informação para Sírius A.

Os leões em particular, foram transformados em reis da selva para que eles não fossem dizimados e pudessem, então, continuar sendo transmissores de informação ao longo dos muitos milhares de anos que a Terra e os seres humanos precisariam para completar o Plano Divino deles.

Os Gatos são o vínculo de informação entre a 3a. e a 6a. dimensão. Muitos de vocês sabem que freqüentemente os reis e rainhas tinham um gato de algum tipo como companheiro constante. Antigamente os Faraós do Egito eram guiados pelos Felinos através dos seus gatos. Se você vê alguém que tem o que vocês chamam de “olhos de gato”, isto provavelmente é porque eles são parcialmente de origem Felina.


O sistema estelar triplo de Sírius A, B e C (Digitária como é conhecida pela tribo dos Dogons na África)

Os Carians: Os Carians são um grupo de seres altos com características de pássaros. Eles vieram do mesmo universo dos Felinos – viveram em Sírius A junto com os Felinos. O propósito dos Carians é atuar como uma raça protetora para a evolução dos veículos físicos em um determinado planeta ou estrela. Foram os Carians que protegeram a evolução dos humanos Lyrianos primitivos dos Répteis que desejavam destruí-los.

Os Carians também são responsáveis pela criação do sistema de malha energética de sustentação, portões estelares e portais. Eles são os engenheiros magnéticos enquanto os Felinos são os engenheiros genéticos. Os Carians também deixaram uma marca registrada do envolvimento deles conosco na forma da Fênix e da Águia, como também do Corvo e do Falcão. Estes pássaros eram (e ainda são) sagrados para muitos povos.

Os Carians trabalham de mãos dadas com os Felinos. Eles provêem proteção para planetas e estrelas que ainda estão desenvolvendo uma raça guardiã de seres, como os Humanos. A tarefa deles está completa quando os guardiães daquele reino evoluem a ponto de eles mesmos protegerem o planeta. Os Carians assumiram a responsabilidade de proteger as colônias Humanas em nossa galáxia, antes de Nibiru ser criado. Os Carians não usam armas militares para proteção. Em vez disso, eles usam energia para criar bloqueios nos portais de entrada e saída de um planeta, portões estelares e dimensões.

Os Répteis: Os Répteis são conhecidos por muitos como os Reptilianos. Eles foram criados muito tempo antes dos Humanos, no planeta de Aln, na constelação de Órion. Os Répteis foram criados primeiro e isto os tornou tecnologicamente superiores. Eles já tinham realizado viagens espaciais quando nós, os Humanos, ainda emergíamos dos oceanos em Vega. Os Répteis, também conhecidos como as Serpentes, os Dragões, e os Lagartos (afetuosamente chamado por alguns, de Lizzies), possuem vários tipos, cores e tamanhos.

Eles normalmente são verdes, marrons, bronze, negros ou uma combinação de qualquer uma destas cores. Seus olhos são verdes ou vermelhos. A pele é escamosa ou lisa e fria ao toque. Eles possuem as sensações dos cinco sentidos, mas não todas as emoções. A morada base dos Répteis é a constelação de Órion e seu vizinho Sigma Draconis da Constelação do Dragão, onde o povo Dragão vive.


Constelação de Órion, as três estrelas centrais são conhecidas no Brasil como as Três Marias, mas são Mintaka, Alnilan e Alnitak, cujo alinhamento é idêntico ao das três grandes pirâmides do Egito.

Os Répteis colonizaram muitos planetas e sistemas estelares em nossa galáxia Via Láctea. A eles foi conferido o “mito da criação” que declarava que eles eram os “donos da galáxia” e tinham o direito de colonizar qualquer planeta ou estrela que desejassem. E se houvesse uma raça não-réptil presente, eles poderiam e deveriam destruí-la. Agora você pode imaginar como as outras raças se sentiam!

Este “mito da criação” causou a morte e destruição de muitos planetas e povos em ambos os lados. Mas, deixem-me relembrá-los: os Répteis foram criados por ordem dos Construtores para representar o masculino, ou lado escuro, e os Humanos foram criados para representar o feminino, ou lado luminoso, neste Jogo de integração de polaridades.

Integração das Polaridades: Assim, por favor, não os julgue, porque eles estão apenas desempenhando seus papéis.Os Répteis colonizaram a Terra mais de uma vez. Eles a colonizaram inicialmente quando ela ainda era Tiamat, e então novamente, depois que Tiamat rachou ao meio e se tornou conhecido como Terra. Mas, a segunda vez não foi uma colonização propriamente dita. Foi, na verdade, a reorganização dos remanescentes dos Répteis que tinham ido para o subterrâneo durante e depois da destruição de Tiamat.

As cobras e lagartos dos seus dias atuais são os descendentes dos Répteis. Os dragões também existiam aqui, e seus mitos de dragões voadores não são mitos de forma alguma. Eles eram reais! Quer voce acredite ou não (n.t. existiam Dragões durante o médio período de Atlântida). Os Répteis são mais avançados tecnologicamente – (masculino, escuro), do que espiritualmente – (feminino, luz). Isto é o que eles estão aprendendo a equilibrar, da mesma maneira que nós os Humanos estamos aprendendo a equilibrar o outro modo.

Os Humanos: A raça humana evoluiu a partir de Vega, sistema estelar da constelação de Lyra, no planeta Avyon. Como eu mencionei antes, os Humanos foram criados à imagem dos Felinos. A eles foi dado um “mito da criação” diferente do mito dado aos Répteis.O mito de criação Humano especifica que os Humanos também podem colonizar qualquer planeta ou estrela que eles escolherem, mas, se eles encontrarem outra raça no planeta, eles têm que negociar um tratado de paz e se esforçar para viver em harmonia com a raça vizinha.

Répteis e Humanos mantêm uma característica pura do DNA para futura semeadura. Estas são as Casas Reais: a Casa Real dos Répteis é a Casa de Aln e a Casa Real dos Humanos é a Casa de Avyon, mencionada anteriormente. Agora que vocês viram um pouco mais profundamente as quatro raças principais, eu continuarei minha história. Deixe-me começar do ponto em que os Fundadores estavam prontos para que os Felinos criassem a espécie humana. Tenham em mente que os Felinos já tinham criado os Répteis e que estes já tinham alcançado a fase das viagens espaciais a esta altura.

Os Felinos começaram semeando Avyon para a nova raça de Humanos. Os Humanos começaram nos oceanos e paulatinamente moveram-se para a terra. Darwin estava correto quando declarou que o homem começou nos oceanos. Na fase de primata aquático, os Felinos tiraram a maioria dos primatas do oceano e os aprimoraram para a fase de um humano bípede. Os primatas aquáticos restantes, baleias e golfinhos, permaneceram no oceano para manter a biosfera de Avyon. A manutenção da biosfera é crítica para qualquer planeta sustentar vida.

Uma vez que os humanos em Avyon tinham evoluído ao ponto de realizarem viagens espaciais, eles colonizaram outro planeta na constelação de Lyra. Eles nomearam o planeta com o nome Avalon. A nova colônia foi estabelecida como uma sociedade feminino-polarizada, em harmonia com o sistema social de Avyon. Logo os Répteis chegaram trazendo com eles sua tecnologia superior e a sua forma masculino-polarizada de sociedade. Isto foi bom porque eles criaram a primeira oportunidade para integração de polaridades. Infelizmente, sem experiência e conhecimento espiritual suficiente, divergências e conflitos aconteceram.



O Yin-Yang o princípio Universal da Dualidade, opostos que se atraem e se completam e assim CRIAM.

Permitam-me explicar-lhes:

Os Répteis se sentiram ameaçados quando perceberam que os Humanos estavam saindo de Avyon. O que aconteceria se os Humanos assumissem o comando da galáxia inteira? Onde eles, os Répteis, viveriam? Na mente deles este esforço pioneiro tinha que ser bloqueado. No princípio não havia uma confrontação direta entre os Répteis e os Humanos. Esta não era a maneira Réptil usual de agir.

Ao invés disso, os Répteis fizeram a coisa que mais sabiam fazer: começaram a se infiltrar na colônia e semear a discórdia entre as pessoas, enquanto, ao mesmo tempo, cortejavam a amizade e a confiança dos Humanos, oferecendo lhes a sua tecnologia. Isto criou uma divisão entre aqueles que queriam evoluir espiritualmente e aqueles que queriam evoluir tecnologicamente. (Algo semelhante esta acontecendo em nosso planeta Terra hoje, nos dias atuais)

A discórdia continuou a crescer, até chegar ao nível da guerra civil, momento em que os Répteis saltaram para o lado dos colonos masculinamente propensos, e o resultado foi a quase destruição da colônia e do planeta. Se vocês olharem em seus livros de história, encontrarão evidências da influência e táticas reptilianas nas guerras e disputas em seu planeta – primeiro, semeando grãos de discórdia e depois, tomando partido que conduz à destruição.

Depois da quase destruição da colônia de Avalon, os Construtores decidiram mover os Humanos para Sírius B, para continuar trabalhando na integração das polaridades masculino/feminino, mas desta vez sem a interferência dos Répteis. Este plano teve um sucesso parcial.

O que aconteceu foi uma maior divisão entre os, agora, Humanos Sirianos (o nome deles foi mudado de Humanos Lyrianos para Humanos Sirianos). Um grupo humano não-fisico, os Sirianos Etéricos evoluídos, dedicou-se à busca do conhecimento espiritual e cura, acentuando a polaridade feminina e o modo de vida Lyriano. O líder deste grupo não foi outro, senão Amelius (um aspecto de Jesus/Sananda).

O restante dos Humanos Sirianos escolheu permanecer em um estado físico, masculino polarizados – os Sirianos Físicos. Uma vez mais os Construtores e as Hierarquias Espirituais sentiram a necessidade de mover ambos os grupos de Humanos para novos locais para que pudessem continuar trabalhando na integração das polaridades. Desta vez, os planetas escolhidos foram Aln na Constelação de Órion, e Tiamat/Terra.

Considerando que os Sirianos Físicos estavam masculino-polarizados, eles foram enviados para Aln, a casa dos Répteis, para estabelecer uma nova colônia, praticamente no quintal Reptiliano. Este grupo se tornou os Humanos de Órion.

Esperava-se que esta mudança os permitisse entender melhor a si mesmos e à polaridade masculina deles, estando no mesmo planeta com os Répteis. Mas isto não deixou os Répteis muito felizes, e não demorou muito para as batalhas começarem, e a colônia de Aeonian quase foi destruída. Os colonos Humanos foram transformados em escravos pelos Répteis. Finalmente a colônia Alniana foi reconstruída e o drama da integração das polaridades continuou, mas agora havia um novo jogador no jogo: A Liga Negra.



A LIGA NEGRA: A Liga Negra começou como um pequeno grupo de Humanos de Órion que formaram uma Liga de oposição ao abuso de poder dos Répteis que os haviam escravizado. Mais tarde um grupo da Liga Negra escaparia de Órion e viajaria para Tiamat/Terra, em busca de um novo começo (n.t. estes seres entraram em contato com os nazistas alemães em 1938 e lhes transferiram parte de sua tecnologia.

Ver mais em:
http://thoth3126.com.br/operacao-highjump-conexao-ufo-dos-nazistas-na-antartica/
http://thoth3126.com.br/sociedades-secretas/
http://thoth3126.com.br/nazismo-os-arquivos-secretos-da-waffen-ss/.

Os Sirianos Etéricos de Sírius B, liderados por Amelius, declararam Tiamat, Terra como seu novo lar. Os Sirianos Etéricos precisariam conseqüentemente tornarem-se fisicalizados novamente, para cumprir as responsabilidades para com uma raça guardiã do planeta. Assim, os Felinos semearam o planeta para suprir esta necessidade.

Quando os Sirianos Etéricos chegaram, eles encontraram a nova raça guardiã do planeta na fase aquática. O Sirianos Etéricos assumiram o papel de guardiães para esta nova raça e amorosamente protegeram seus futuros veículos físicos, atendendo as necessidades espirituais e físicas deles. A vida transcorria conforme planejada, até que um grupo de Sirianos Etéricos começou a “passar o tempo” em corpos de animais no planeta. Depois de um tempo, isto se tornou uma real preocupação para os Sirianos Etéricos restantes. Eles estavam bem cientes que “o pensamento se torna realidade”, e se seus irmãos e irmãs continuassem a passar muito tempo nesses corpos, eles esqueceriam que eram etéricos e ficariam grudados ao corpo daqueles seres.

A espécie Humana na Terra experimentou esta mesma situação. Os seres humanos esqueceram que são almas em corpos físicos. Em vez disso, acreditaram e a maioria ainda acredita que são corpos físicos com almas. Foi isto que ocorreu com os Sirianos Etéricos. Devido à Lei Cósmica do Livre-Arbítrio, os restantes dos Sirianos Etéricos não podiam impedir, interferir nesta escolha de seus irmãos e irmãs.

Assim, um plano foi feito para corrigir a situação. Uma porção dos Sirianos Etéricos se tornaria os Sirianos Crísticos e criaria o Ofício do Cristo. Ele seria ligado à Hierarquia Espiritual Planetária e supervisionaria a operação de resgate de seus irmãos e irmãs que estavam em corpos animais (Sirianos Terrestres). Este plano, como a maioria dos planos galácticos, levaria muitos milhões de anos para se completar.



Agora, de volta aos Répteis: Os Répteis ouviram certos rumores galácticos de que um novo planeta estava pronto para sustentar Vida. Como eles acreditavam que era seu direito, partiram para Tiamat/Terra para colonizá-lo. Quando eles chegaram, encontraram a civilização de primatas humanos evoluindo sob a guarda dos Sirianos Etéricos. Os Construtores permitiram aos Répteis colonizarem Tiamat/Terra porque eles sentiam que esta nova tentativa de integração das polaridades provavelmente seria bem-sucedida. Os Sirianos Etéricos começaram a enviar energia positiva para aos Répteis, na esperança de amansá-los e ajudá-los a se libertar das lendas referentes à criação deles. Se isto acontecesse, os Répteis poderiam trabalhar e viver em harmonia com a raça dos primatas.

Durante algum tempo isto aconteceu. Logo após a chegada dos Répteis, Amelius pediu para que Devin deixasse a casa dele em Avyon Lyra e viesse para Tiamat/Terra contribuir com o DNA para aprimorar os primatas para o nível humano. A Linhagem Real Amelius era a única descendência humana pura no universo. Assim, teve que ser mantida separada para assegurar sua pureza para futuros aperfeiçoamentos do DNA. Este aprimoramento tornou, os agora Humanos, mais parecidos com os Répteis. Embora eles ainda não fossem tão tecnologicamente avançados, eles eram mais evoluídos espiritualmente, e maturidade espiritual por parte de pelo menos uma raça é uma necessidade para que a integração das polaridades possa ocorrer.

A Linhagem de Amelius: A Casa Real de Avyon: Amelius foi a primeira alma a encarnar no corpo do primeiro veículo físico humano em Avyon. Amelius estabeleceu uma linhagem em Avyon, da mesma forma que seus descendentes, Devin e depois Abraão, estabeleceram linhagens no planeta Avyon Pleiadiano e na Terra. Amelius sustentou o acordo inicial que fez entre sua sobre-alma Sananda e os outros oito Construtores. Ele manteve uma linhagem e DNA puros para o protótipo humano criado à imagem dos Felinos:alto, cabelos louros prateados, olhos azuis, e pele branca.

Depois que Devin e sua família completaram suas tarefas em Tiamat/Terra, eles foram para as Plêiades para lá estabelecer a Linhagem de Amelius. Escolheram um planeta para colonização e o nomearam Avyon, que é a 7ª irmã perdida das Plêiades depois do seu planeta de origem na constelação de Lyra. Assim como os descendentes de Abraão determinaram que a terra de Canaã seria o novo lar deles, Devin havia determinado as Plêiades como sua nova morada.

Devin e a sua família ampliada, mais uma vez sustentaram a promessa de manter uma pura descendência genética, e assim eles casaram entre si. Eles também polarizaram para o lado feminino. Depois de muitas gerações eles ficaram estagnados, tendo reprimido o lado masculino deles. Esta estagnação foi pré-planejada pelos Construtores e Criadores de Jogos, quando eles iniciaram o desenvolvimento do Jogo para o universo.

Para dar um primeiro salto na estagnação espiritual deles, os Avyonianos passariam para o próximo passo no Jogo Universal da Integração das Polaridades: a destruição de Avyon pelos Répteis masculino-polarizados. Esta destruição criaria um bloqueio emocional tão grande no psiquismo dos Avyonianos, através dos Répteis, que isto levaria milhões e milhões de anos para ser integrado. Isto garantiria a prorrogação do jogo de integração das polaridades por um longo tempo. Este bloqueio Avyoniano seria transferido para a Terra através da Casa Real de Avyon, em Nibiru. A dissolução deste gigantesco bloqueio através da integração mudaria a Terra para o 5º nível dimensional nos anos finais do Jogo.

Mais sobre isto em uma futura publicação. (livro 2)

Após a destruição de Avyon, a Linhagem de Amelius foi transferida para Nibiru. Isto foi feito levando uma filha da Casa de Avyon para outro planeta Pleiadiano, para se casar exatamente antes da destruição de Avyon. A criança nascida daquela união foi Niestda, o futuro primeiro governador-comandante de Nibiru. Dezessete gerações mais tarde eu, Anu, me tornei o governador-comandante de Nibiru. Eu transferi a Linhagem de Amelius para a Terra através de uma criança minha. A Linhagem de Amelius também foi transferida para a Terra através do próprio Amelius, encarnando como Adapa (o Adão). Entretanto esta não era uma descendência pura, pois Adão levava os genes de todas as quatro raças raízes universais.

As duas Linhagens de Amelius fundiram-se na Real Linhagem Sacerdotal da Suméria. Isto aconteceu através do envolvimento (acasalamento) de meus membros familiares com a Linhagem de Adão através de Seth, o terceiro filho de Adão. Terah, o pai de Abrahão, nasceu desta linhagem real de Reis-Sacerdotes. A Casa Real de Judah e David foi um prolongamento desta mesma linhagem, através do bisneto de Abrahão, Judah, um dos doze filhos de Jacó. De fato, toda a humanidade viva hoje no planeta é descendente de uma ou de ambas as Linhagens de Amelius.



Constelação do Dragão (Draco) e sua principal estrela, Thuban (mencionada na Bíblia várias vezes como Tubal), origem de uma raça reptiliana que esta na Terra.

Agora, de volta para a Terra: Os Humanos e os Répteis viveram em relativa harmonia por algum tempo. As Serpentes Reptilianas se assentaram de um lado dos Humanos e os Dragões Reptilianos povoaram de outro. Os Humanos possuíam a arte da agricultura e cultivo animal. Eles começaram a produzir uma quantidade excessiva de alimentos, que deram aos seus vizinhos Répteis. Isto até que contribuiu para que as relações se tornassem mais harmoniosas entre as duas raças. Não demorou muito e logo os boatos galácticos e universais começaram a espalhar a novidade. Os Construtores, a Hierarquia Espiritual planetária e os Sirianos Etéricos, estavam próximos aos humanos e répteis, com satisfação. Parecia que a integração das polaridades estava perto de acontecer.

Mas, essas esperanças foram por água abaixo quando um grupo de membros Reptilianos do Conselho de ÓRION em Tiamat para investigar. Eles tinham ouvido as notícias sobre esta maneira harmoniosa de viver e não estavam satisfeitos, pois isso era uma clara transgressão da lenda da criação deles – o mito da criação reptiliana, que dizia que “onde houvesse um planeta habitável era direito deles colonizarem e destruírem qualquer raça que ali existisse”. Os Humanos deveriam ter sido destruídos. Eles falaram insistentemente com o governante da família dos Répteis, mas não conseguiram mudar a mente deles. Assim, decidiram fazer a “coisa habitual” reptiliana: Começaram a disseminar sementes de desconfiança entre os Répteis. Começaram a falar para eles que os Humanos estavam secretamente planejando destruí-los para ficar com Tiamat para si. Isto exigiu do Conselho de Órion cerca de 10.000 anos até a concretização do plano.

O povo da Liga Negra de Órion, que tinha chegado em Tiamat/Terra logo após os Répteis, não teve interesse em apoiar. Eles incitaram os Humanos. A Liga Negra não confiava nos Répteis e ficaria feliz em vê-los destruídos. Rapidamente as duas raças chegaram a um ponto de crise. Os Répteis concordaram em destruir os Humanos através de uma guerra bacteriológica. Os Humanos buscaram a ajuda de seus parentes, os Avyonianos Pleiadianos, junto com os Etéricos Sirianos e outros. Um plano foi feito. Os Humanos deixariam Tiamat/Terra e mudariam para a nave espacial Pégasus, para continuar sua evolução.


Um draconiano

Os Sirianos Etéricos que não se tornaram Sirianos Terrestres (em corpos animais) passariam por mutação, tornando-se mamíferos aquáticos (baleias e golfinhos) e voltariam ao planeta para manter a biosfera, até que seus irmãos e irmãs, os Sirianos Terrestres, pudessem mais uma vez construir uma nova raça de veículos humanos para os Sirianos Etéricos usarem para cumprir seus deveres de guardiões da Terra. Nibiru seria enviado para destruir as colônias Reptilianas, implodindo os geradores de fusão localizados no meio da fortaleza Humana (Tiamat).

Os geradores de fusão mantinham os campos de força magnéticos e elétricos de Tiamat. Uma vez os geradores de fusão fossem destruídos, Tiamat ficaria sem vida e 98% das civilizações dos Répteis seriam destruídas. Os “mutantes” que eram parte Sirianos Etéricos e parte animal também seriam destruídos, libertando assim as almas dos Sirianos Etéricos que os habitavam. Mas eles, como os Répteis, não seriam totalmente destruídos. Uma pequena porção deles sobreviveria, passando a viver nos subterrâneos.

É dito que velhos hábitos dificilmente morrem, e este foi o caso dos Sirianos Etéricos – eles voltariam à nova Terra e continuariam no ciclo encarnacional dos animais. A destruição de Tiamat foi minha primeira missão como o novo governador /comandante de Nibiru. Fui guiado pelo Conselho Nibiruano da Federação Galáctica nesta missão.

Sobre seres reptilianos vivendo em subterrâneos na Terra ver mais em:
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-i/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-ii-2/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-3/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-4-final/
http://thoth3126.com.br/os-zulus-e-os-reptilianos-credo-mutwa/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/
http://thoth3126.com.br/a-historia-secreta-do-planeta-terra/
http://thoth3126.com.br/dulce-book-conexao-draconiana-reptiliana-capitulo-13/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-sistema-estelar-de-draco/

Eu gostaria de chamar a atenção novamente e falar um pouco sobre a FEDERAÇÃO GALÁCTICA em uma próxima mensagem…



Acima, a Pirâmide de Quéops no Egito esta perfeitamente alinhada com as estrelas e constelações até aqui mencionadas nessa canalização, seria apenas COINCIDÊNCIA?? As três pirâmides em Gizé estão ainda alinhadas com o cinturão de ÓRION, as estrelas, Mintaka, Alnilan e Alnitak, CONHECIDAS NO BRASIL COMO AS TRÊS MARIAS.

MUITO Mais sobre NIBIRU e os Annunaki:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  2. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
  3. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
  4. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
  5. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
  6. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-segunda-tabuleta/
  7. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
  8. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
  9. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/
  10. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-sexta-tabuleta/
  11. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-setima-tabuleta/
  12. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-oitava-tabuleta/

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    Posted by Thoth3126 on 04/05/2015

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Novembro 06, 2015

chamavioleta

CONSELHO DE NIBIRU 

 Parte I

Nós somos os Nibiruanos.

Jelaila Star.


Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Publicado anteriormente a 27/11/2014

 


The Mission Remembered, Book TwoWe are the Nibiruans, Book OneAprenda sobre a vida na Terra, os nibiruanos, a nossa história galáctica, as estrelas sementes, walk-ins, como se recodificar o seu DNA e muito mais…

A Missão Relembrada

Os Nibiruanos revelam o seu trabalho para se prepararem para o final deste ciclo histórico. Descubra os eventos galácticos que nesses dias de final dos tempos estão sendo relançados na Terra entre agora e até o final desse ciclo. – Jelaila Star.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Conselho de NIBIRU (Annunakis) – Parte I

ANU fala – Introdução:

Saudações para vocês, da amada Humanidade da Terra. Eu sou Anu, da sua raça paterna, os Pleiadianos, e mais especificamente, os Nibiruanos da “força-estelar/planeta” pleiadiana denominada Nibiru. Eu estou compartilhando a história de seu universo e planeta para dar início à abertura mental de vocês para o fato de que não estão sozinhos no universo, e que de fato, há uma raça de seres que os amam e os protegem. Compartilho com vocês uma visão geral, algo como a parte principal do enredo da história. Eu juntei as partes dela às informações que eu orientei Jelaila a pesquisar.

Em sua Bíblia, que nós, a sua raça paterna, deixamos para vocês, há uma linha que diz “provai todas as coisas” e esta linha de pensamento, seguramente, pertence à história que eu compartilharei. Em um certo ponto dela eu darei à Jelaila os títulos e os autores, mas eu os encorajo a que pesquisem por si mesmos (Procure descobrir, por você mesmo, como o SENHOR Deus é bom. Feliz aquele que encontra segurança nele! Salmo 34.Vers. 8), pois esta é uma boa maneira de provarem por si mesmos a veracidade de minha história. Eu gostaria de começar explicando um pouco sobre mim e meu povo, os seus ancestrais.

Eu sou conhecido pelo nome de Anu em muitos de seus excelentes livros sobre os sumérios, egípcios, e deuses babilônicos de sua história planetária. Eu sou um pleiadiano de pura descendência Lyriana (Constelação de Lyra, cuja principal estrela/sol é VEGA) um membro da Assembléia Real de Avyon. Real simplesmente significa que nós sustentamos os acordos que nosso antepassado, Amelius (um aspecto de Sananda), fez para manter a descendência pura do DNA para o protótipo do DNA Humano.



Constelação de LYRA, cuja estrela principal é VEGA

Como uma raça, nós somos altos, normalmente entre nove a onze pés (de 3 a 4 metros), temos cabelos dourados ou prateados, olhos azuis e pele clara. Eu particularmente tenho 3 metros de altura, cabelo loiro prateado e olhos azuis. Todos os humanos de Lyra tinham o cabelo genuinamente loiro prateado, olhos azuis e pele clara. Os matizes dourados de nossos corpos e cabelos foram introduzidos por nosso acasalamento com os seres-leão, ou como alguns os chamam, os Felinos.

Meus antepassados vieram de um planeta chamado Avyon, no sistema de Vega, da Constelação de Lyra. Foi em Avyon que a espécie humana foi originalmente semeada e desenvolvida pelos Felinos, por ordem dos Fundadores e da Hierarquia Espiritual Universal. Este é também o lugar em que Sananda, um dos nove Fundadores de nosso Universo, se fragmentou a si mesmo para criar Amelius. Amelius foi a primeira alma no primeiro humano em Avyon. Sua linhagem tornou-se conhecida como a linhagem Amelius – a Casa Real de Avyon.

A Casa Real de Avyon mudou-se e estabeleceu-se nas Plêiades há muitos milhões de anos atrás, pelo tempo de vocês. Comparado a outros agrupamentos de estrelas na Galáxia Via Láctea, as Plêiades são alguns dos mais novos sóis-estrelas e planetas. Nossos ancestrais, conduzidos pelo patriarca familiar, Devin, receberam as Plêiades como sua nova casa, dada pelos nove Fundadores de nosso universo depois que o planeta original deles, o Lyriano Avyon, tornou-se inabitável.

Nós somos uma raça de pessoas independentes. Mas não foi sempre assim. Antes da criação de Nibiru, nós éramos pessoas que expressavam apenas as qualidades femininas. Desde que estamos em Nibiru, estamos experimentando o lado masculino, que nos dá nossa independência. Como uma raça nós estamos trabalhando para encontrar o equilíbrio entre os dois, o “ponto de integração” como vocês diriam. Eu gostaria de dar agora, informação sobre o próprio Nibiru. Ele é um belo e vermelho planeta criado artificialmente. O ouro em nossa atmosfera dá ao planeta uma tonalidade magenta, e nós vivemos dentro dele e não na superfície, como vocês. O lado exterior do planeta é envolvido em uma espécie de substância metálica não existente em seu planeta Terra.


O Aglomerado Aberto M-45 as Plêiades, com Alcyone, a principal estrela do conjunto de quase quinhentos sóis, esta assinalada no círculo em Vermelho. É o Logus do nosso Sol (sub Logos) local em nosso sistema solar. Na Bíblia a estrela/SOL Alcyone é mencionada como o “Recente de Dias“, sendo o SOL CENTRAL da Galáxia (Hunab-Ku) o seu Criador e chamado de o “Ancião de Dias” . O nosso sistema solar orbita o Sol Central das Plêiades, Alcyone (a estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, final do 13º Baktun do Calendário MAIA (e do Kali Yuga da Índia) marcou o final de um ciclo desses anos solares.

O campo de força protetor ao redor de nosso planeta/nave dá a ele o brilho muito falado em suas civilizações passadas, incluindo os egípcios. Eles chamavam Nibiru de “a estrela luminosa do firmamento”. Os anéis ao redor de nosso planeta NIBIRU (isso lembra a “muralha” do equador da lua de Saturno IAPETUS) fazem parte do sistema de propulsão que nos move através do espaço e também somam ao brilho de Nibiru. Ele foi criado pela Federação Galáctica como um planeta/força-estelar, como um guardião da paz. Seu propósito é promover harmonia entre as muitas e diversificadas civilizações nos planetas de nossa galáxia.

Sobre IAPETUS acesse o link:
http://thoth3126.com.br/iapetus-nave-mae-abandonada-em-orbita-de-saturno/

As Plêiades são a base atual de todas as civilizações humanas em nossa galáxia, tendo substituído, há muito tempo, o sistema de Vega como tal. Nibiru é aproximadamente quatro vezes maior que a Terra. Nele há espaço para muitas raças e espécies de seres co-habitarem em relativa harmonia, geração após geração. Há lindos lagos, mares, oceanos, montanhas e vales, exatamente como na Terra. Árvores e plantas de toda espécie crescem em profusão. Nibiru foi criado para assemelhar-se ao nosso lar planetário original, Avyon.

Avyon tinha dois sóis e um firmamento tal qual um paraíso tropical. Embora a luz dentro de nosso planeta/nave seja artificial, Nibiru ainda é um verde e exuberante paraíso. Ele tem um dia e uma noite artificiais, com uma abóbada de estrelas à noite. A maioria da vegetação da Terra veio de sementes desenvolvidas em nossos extensos laboratórios e espalhadas por Nibiru. Nós também temos cidades como às de vocês. Considerando-se que nós somos uma força estelar guardiã da paz, nós temos vastas áreas para manutenção e armazenamento de naves de defesa e exploração. A nave espacial Enterprise (do seu seriado de televisão Star Trek), é muito similar, em missão e propósitos, a Nibiru. Em um nível espiritual, Nibiru forneceu um caminho para que nós, os femininamente polarizados pleiadianos, experimentássemos a negatividade.

Tendo que proteger colônias nós estivemos face a face com a negatividade e fomos, então, capazes de experimentar e compreender seus fundamentos baseados no medo. Como uma raça, nós nos tornamos estagnados pela carência da negatividade. A negatividade tem um propósito extremamente útil na evolução espiritual. Como não tínhamos negatividade em nosso planeta, não tínhamos evolução. A solução para nosso problema foi a criação de Nibiru. Ele é magnificamente equipado com a mais avançada tecnologia do universo.

Eu fiquei, me foi dito, como uma criança, no grande dia em que ele foi posto em operação. Havia muito som de trombetas, festa e celebração. Nibiru era mais que uma força estelar. Era, para nós, a representação física de nossa avançada investigação em busca de crescimento espiritual. Ele era também nossa nova casa. O lançamento de Nibiru era uma visão digna de ser contemplada. Meu antepassado, Niestda, foi o primeiro comandante/administrador de Nibiru. Dezessete gerações depois, me foi dado o comando de Nibiru, depois que Alalu, meu meio-irmão, foi convidado a se demitir, a pedido do Conselho Nibiruano da Federação Galáctica. Ele tinha ocupado o comando após a morte de meu pai e serviu nobremente. Ele era um bom comandante, mas já não podia atender às necessidades do povo e à situação naquele momento.

Alalu tinha perdido sua esposa e filha durante uma batalha com os Répteis. Ele sentia que precisava partir, e assim foi enviado à Terra para procurar ouro. Ele apreciou aquele tipo de viagem que lhe ajudou a recuperar-se das mortes de sua esposa e filha. Eu sei que foi escrito que eu o “arranquei à força” do comando em uma grande batalha, mas não foi assim. Isto foi escrito por meu neto, Marduk. Ele mudou todos os registros manuscritos depois que ele se tornou o administrador/comandante. Eu era o comandante de Nibiru até Marduk tomá-lo à força, por volta de 3.200 a.C.

Eu iniciei meu comando há muito tempo, antes de vir para seu planeta, há 480.000 anos atrás. Agora resido em uma nave-mãe pleiadiana fora de Nibiru, junto com minha irmã/esposa Antu, minha filha Ninhursag, meu filhos Enlil e Enki e um anfitrião de outros membros da família.



Atualmente estamos mantendo uma órbita (a nave-mãe pleiadiana) nas proximidades do planeta SATURNO, onde temos extensas instalações de laboratório. Há muitos seres de Nibiru e de outros planetas e galáxias a bordo desta nave mãe pleiadiana, que estão ativamente envolvidos na concretização do Plano Divino para a Terra e seu povo. Há muitos outros extraterrestres, pais de sementes estelares na Terra e também os representantes de pais de raças de estrelas sementes, caminhando a bordo da nave para dar assistência às suas crianças encarnadas na Terra.

Sobre espaçonaves gigantes em Saturno veja mais em:
http://thoth3126.com.br/naves-gigantescas-nos-aneis-de-saturno/

É muito excitante trabalhar com vocês através do nosso povo na Terra. Eles são conhecidos como Emissários da Federação Galáctica do Conselho Nibiruano e também como Avyonianos. Há muitos destes emissários encarnados entre vocês, que estão disseminando assuntos a respeito de seu parentesco e as boas novas sobre a assistência que nós trazemos no encerramento do tempo do drama final de vocês na realidade tridimensional. Logo vocês terminarão este grande drama que estão vivendo e se moverão para a realidade pentadimensional (5ª Dimensão) e se juntarão à maioria de nós que vivemos na 5ª e em dimensões ainda mais elevadas.

Nibiru é quadridimensional neste momento. Nós, na nave-mãe pleiadiana, estamos na 6ª Dimensão. Eu dirijo a 6ª região dimensional do Conselho Nibiruano da Federação Galáctica. Nossa tarefa principal neste momento é ajudar o homem em um processo que nós chamamos de “Recodificação e Reconexão do DNA“, entretanto nós também estamos trabalhando para transmitir a vocês a história de seu universo e planeta. Também trabalhamos com o ministério Crístico da Hierarquia Espiritual da Terra. Eu darei mais informações posteriormente, em poucos instantes.

O Conselho Nibiruano é muito amplo e possui vários níveis, e dá assistência à Terra e a outros planetas em nosso sistema solar, pois trabalhamos com seres de muitas galáxias e sistemas estelares. Neste momento presente nós estamos concentrados em uma aliança com nossa raça conselheira, os Felinos, de Sírius A, e com os Crísticos Sirianos – a chamada Aliança Síriano/Pleiadiana. Juntos, nós estamos trabalhando na recodificação do DNA de vocês. Nós também estamos transmitindo informações sobre a história, bem como sobre a paternidade de vocês. 



SÍRIUS, um sistema solar TRIPLO (Sírius a, b e c) a principal estrela da Constelação do Cão Maior e a estrela mais brilhante nos céus da Terra.

Os Felinos provêem ajuda removendo os implantes de DNA de seus corpos astrais e fundindo as doze fitas de DNA em seus corpos astrais – no seu sistema endócrino. Os Sirianos Crísticos provêem assistência nos ajudando a alcançar aqueles na Terra que estão prontos para abraçar o processo de recodificação do DNA. Eles trabalham com os guias desses indivíduos e os encorajam a desbloquear e limpar seus corpos, como uma preparação para o processo. Agora eu gostaria de levar vocês para uma jornada de regresso no tempo para compartilhar a história de seu universo com vocês.

Anu e a História Universal:

Eu começarei esta história com uma breve avaliação de como o universo é organizado e administrado. Nosso universo é composto de muitas galáxias, estrelas e planetas e as Hierarquias Espirituais vigiam tudo disto. Há muitas hierarquias diferentes. A Hierarquia Universal é como o “Conselho de Diretores” de uma grande corporação. As outras Hierarquias vigiam diferentes galáxias, as constelações e sistemas estelares, e, além disso, existem as Hierarquias que vigiam os planetas individuais e as estrelas/sóis. Estas são as Hierarquias Planetárias. Todas as Hierarquias são compostas de almas que escolheram servir nos reinos angelicais. Amelius/Sananda, embora não seja do reino angélico, está encarregado da Hierarquia Espiritual planetária de vocês, já que ele é o mais importante dos Sirianos Etéricos, os herdeiros da Terra. Outro tipo de Hierarquia assessora o Plano Divino de diferentes grupos de almas. Eu discutirei isto brevemente.

Almas

Há dois tipos de almas: aquelas que encarnam e aquelas que não o fazem. Aquelas que não encarnam são chamadas anjos. Aquelas que encarnam são chamadas os encarnados. Todas as almas são fragmentos do Divino Criador, ou como muitos de vocês dizem, Deus. Os anjos aprendem e evoluem exatamente como o restante de nós, eles apenas o fazem de um modo diferente. Os anjos evoluem servindo e auxiliando os encarnados, como membros das Hierarquias espirituais. Os encarnados, as suas almas, evoluem aprendendo a servir uns aos outros. Assim, em essência, todas as almas evoluem através do serviço mútuo. Serviço é sinônimo de Amor Incondicional e Amor Incondicional mútuo é o que todos nós nos esforçamos para alcançar.

Grupos de alma

As almas são divididas em grupos, de acordo com a preferência que elas têm pela evolução (anjos ou encarnados) e pelo seu nível de evolução. O agrupamento dos encarnados torna mais fácil a administração dos Planos Divinos. As almas se movem para dentro e para fora dos grupos conforme elas evoluem. Algumas almas evoluem mais rapidamente que outras. Agrupamentos de almas são agrupamentos dentro de grupos de almas maiores. Os agrupamentos consistem de não mais de quinze almas, que estão juntas para trabalhar em uma lição específica, como por exemplo, impulsividade ou egoísmo. Uma vez a lição aprendida, as almas passam para outros grupos para aprender outras lições. Mentores são colocados para cada grupo de almas para ajudá-las durante suas encarnações e após, quando elas voltam ao Espírito (desencarnam).

Os Grupos de Almas da Terra

Neste momento há um imenso grupo de almas usando a Terra, os Sirianos-Terrestres. Este particular grupo de almas é um grupo para o qual o corpo físico com duas fitas de DNA como o vosso foi criado. Todas as almas na Terra usam os veículos de DNA de duas fitas, sem se darem conta da sua verdadeira origem planetária. Na Terra há também muitos outros grupos menores de almas. As Sementes Estelares e os Walk-Ins constituem alguns destes grupos menores. Agora olhemos para o Grande Plano Divino. 



ANU, um gigante, o senhor de Nibiru, representado pela estrela dentro do círculo, gravados em uma estela suméria.

ANU em O Grande Plano Divino:

Tudo em nosso universo é uma parte do Divino Criador. O Divino Criador, a quem eu me referirei apenas como Ele por uma questão de simplicidade, estava em um estado de primazia absoluta e perfeição, e, depois de um tempo, isto se tornou bem enfadonho. Assim, o Divino Criador decidiu que Ele desejava experimentar mais de Si mesmo. Para fazer isto, Ele teve que fragmentar a Si mesmo em muitos pedaços, e Ele fez justamente isto. Ele se fragmentou em milhares de pequenos Divinos Criadores. Cada um era uma cópia em papel-carbono d’Ele, e Ele os chamou de Primeiras Almas-fonte.

Cada uma tinha a habilidade de criar, manifestar, entender e sentir emoções de todo tipo. Em essência, elas eram Deuses como Ele. Por isto é que falamos que vocês são Deuses encarnados, da mesma forma que nós somos Deuses encarnados. Cada um de vocês é um fragmento do Divino Criador, como eu e todos os outros. Cada um de nós é igual a Ele, desde que temos os mesmos poderes de entender, criar, etc. É o que nós fazemos com nosso poder e é “como” nós o sentimos que provoca os sentimentos de desigualdade. Estas Primeiras Almas-fonte foram divididas em duas linhas de evolução: Angélica e Encarnada. As almas encarnadas têm doze dimensões através das quais evoluir e as almas angélicas têm sete reinos para seu processo evolutivo.

Os anjos e os encarnados não poderiam evoluir um sem o outro, o que significa que eles teriam que trabalhar juntos para a evolução de todos. Para evoluir, as almas precisavam experimentar algo que criasse desenvolvimento. Assim o Divino Criador criou “jogos” para que isso ocorresse – como o jogo principal de vocês, que é chamado Jogo da Integração das Polaridades. Este Jogo necessitou que fossem criados papéis para “a Luz” e “as Trevas”. A tarefa era experimentar todas as facetas de cada uma e aprender a integrar ambas (a integração das polaridades). Uma vez uma alma alcance isto, ela será reunificada com o Divino Criador.



O Criador Divino também incluiu uma fórmula ou ferramenta para se conseguir alcançar a integração das polaridades. Esta fórmula é chamada Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão. Considerando-se que o Divino Criador é a essência do Amor, a tarefa era aprender Amor Incondicional e Compaixão por todos os seres, independentemente do papel que eles estejam atualmente desempenhando.

Esta fórmula seria dada a todas as almas, exatamente antes dos acontecimentos finais dos jogos planetários delas. A fórmula estaria disponível a todas as almas no planeta. Seria usada para liberar permanentemente as emoções negativas dos seus corpos, desta forma iluminando-os. Uma vez que um determinado número de almas completasse esta tarefa, o planeta Terra seria transferido para a próxima dimensão, elevando consigo todos os outros planetas, tanto os à sua frente quanto os detrás, levando-os a um ponto mais próximo da reunião com o Divino Criador. Depois veio a criação do Plano Divino.

Cada universo, galáxia, estrela, planeta e alma tinham um Plano Divino, e os anjos, nas Hierarquias, supervisionavam a todos. Os anjos também tinham o Plano Divino deles. Vocês também têm um Plano Divino individual para a sua evolução e também estão trabalhando ao mesmo tempo no Plano Divino de seu grupo de alma, no do seu planeta, no da sua galáxia e no do seu universo. Não é de estranhar que vocês estejam tão ocupados!

Nosso Plano Divino Universal:

Nosso Plano Divino Universal foi criado pelos Construtores em conjunto com a mais recentemente organizada Hierarquia Espiritual Universal: os Criadores de Jogos – os noventa Felinos e Carians. Os Construtores eram um grupo pequeno de Primeiras Almas Fontes, que haviam se associado. Eles são chamados, por muitos em seu planeta, de O Conselho dos Nove.

Os Fundadores escolheram o Jogo de Integração das Polaridades para seus universos prestes a serem criados. Os Construtores pediram a ajuda de seres de outro universo que já tinham completado o mesmo jogo: os Felinos e Carians.

No universo deles, os Felinos tinham representado “a Luz”, e os Carians “a Escuridão”. Foi então solicitado a eles que construíssem o universo, criassem as formas de vida (inclusive os veículos físicos para as almas), e semeassem os planetas e estrelas. Os portões estelares, dimensões, portais e níveis precisariam ser criados também. Os Engenheiros Felinos de Construção Universal criaram os planetas e os Engenheiros Genéticos Felinos criaram as formas de vida, enquanto os Engenheiros Magnéticos Carians cuidaram dos portões estelares, dimensões, portais e níveis.

As duas raças principais criadas para o Jogo foram “os Humanos” e “os Répteis”. Os Humanos foram criados à imagem dos Felinos e os Répteis foram criados à imagem dos Carians. Depois que a construção estava completa, os Fundadores pediram para mais um grupo de Felinos e Carians ajudar. Desta vez foi para montar o próprio Jogo. Noventa Felinos e Carians que responderam ao pedido foram os Projetistas do Jogo. Todos eram experientes jogadores do Jogo de Integração de Polaridades, tendo conseguido possibilitar esta integração para incontável número de almas em muitos universos, galáxias e planetas. Todos eles eram Primeiras Almas Fontes.

Os Criadores organizaram reuniões com os 90 Engenheiros e o projeto do Jogo foi desenvolvido. Foi decidido que os 90 se dividiriam da seguinte maneira: 45 nasceriam na Linha Luciferiana, dos Répteis e 45 nasceriam na Linha de Amelius dos Humanos para começar o Jogo. Isto introduziria nas duas raças uma memória genética de um Jogo de Integração de Polaridades já completado. Os Inspetores do Jogo residiriam nas 10ª e 11ª dimensões como o Conselho dos Vinte e Quatro e o Conselho dos Doze. Os Diretores de Jogo residiriam na 12ª dimensão, como o Conselho dos Nove.



Um ser extraterrestre Grey da Constelação de LYRA, sistema solar de VEGA.

Quando todos já estavam com suas funções determinadas, os 90 Projetistas do Jogo escolheram um, dentre eles mesmos, para os representar no Conselho dos Nove. O escolhido foi Devin. Devin é o nono membro do Conselho dos Nove. O papel de Devin era começar o Jogo através do nascimento na Linha de Amelius, se tornando o Patriarca. Depois disto, seu principal dever seria permanecer no Conselho de Nove e despertar os outros 89 no espaço de tempo pré-estabelecido para o final dos Jogos planetários e Galácticos.

Quando todas as almas no universo tivessem alcançado a integração das polaridades, o jogo seria terminado e nosso universo seria reunificado com o Divino Criador. É nisto que eu e vocês estamos trabalhando agora. A conclusão do Jogo de Integração de Polaridade na Terra moverá o universo a um passo próximo da reunificação com o Divino Criador. Eu vou agora explicar brevemente a parte do Plano Divino da nossa Galáxia que pertence a vocês e a mim.

Nosso Divino Plano Galáctico:

Dentro do plano de nossa galáxia havia quatro raças principais de seres envolvidas em nosso Jogo de Integração de Polaridades. Eu me refiro agora àqueles que desempenham os papéis principais nesta história. São eles os Humanos, os Répteis, os Felinos, os Carians e seus Criadores. Embora existam muitas outras espécies de seres encarnadas em nosso universo, eles, como os Humanos e os Répteis, também são descendentes dos Felinos e Carians. O Plano Divino pediu aos Répteis para representarem as Forças Escuras e os Humanos para representarem as Forças da Luz como um todo, embora cada um de nós experimente a vida em ambos os lados (a Luz e a Escuridão), em algum momento durante nossa evolução. Os Felinos criariam os Humanos e Répteis. Os Carians dariam proteção para cada raça até que ela pudesse defender-se sozinha. Cada grupo de almas aprenderia a evoluir através do papel que eles desempenhassem no Plano.

É muito mais complicado que isto, mas eu deixarei os detalhes para outro livro. Esta aqui é somente uma visão geral. Os Répteis e os Humanos aprenderiam a mover-se para além do medo, ódio e preconceito, e aprenderiam a ativar a Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão dentro de seus códigos. Assim eles valorizariam o amor e apreciariam as diferenças de cada um. Isto era e ainda é a meta evolutiva deles, e nossa galáxia está proporcionando o palco para a representação deste drama.

Fonte: http://www.nibiruancouncil.com/

Parte 1 de 2. Continua …

Para saber (INFORMAR-SE) mais veja em:
http://thoth3126.com.br/pao-e-circo/
http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-sistema-estelar-de-draco/
http://thoth3126.com.br/angelina-jolie-e-parte-de-um-esquema-de-controle-muito-sutil-e-inteligente/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/
http://thoth3126.com.br/o-colapso-do-nosso-mundo-comecou-veja-14-sinais-disso/
http://thoth3126.com.br/o-cinturao-de-fotons-acelera-as-mudancas/
http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-2b-explosivo/

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

Posted by Thoth3126 on 27/11/2014


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Por favor, respeitem todos os créditos
Arquivos em português:

 Atualização diária


 

Outubro 22, 2015

chamavioleta

O Livro perdido de Enki 

 5ª Tabuleta

Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com 

Publicado anteriormente a  22/04/2015

Livroperdidode-Enki


O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki – Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Fazem cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/

Sinopse da Quinta Tabuleta

1. Ninmah chega à Terra com um grupo de enfermeiras.
2. Faz entrega de sementes para novelo que proporcionarão um
elixir.
3. Leva notícias a Enlil de seu filho extra-matrimonial Ninurta.
4. No Abzu, Ea-Enki estabelece uma morada e instalações de mineração de ouro.
5. No Edin, Enlil constrói instalações espaciais e de outros tipos.
6. Os nibiruanos na Terra («Anunnaki») somam seiscentos.
7. E trezentos «Igigi» operam as instalações no Lahmu (Marte).
8. Estando exilado pela violação de sua acompanhante Sud, Enlil se
inteira das armas escondidas.
9. Sud se converte na esposa de Enlil e dá-lhe um filho (Nannar).
10. Ninmah se une a Enki no Abzu, dá-lhe filhas.
11. Ninki, esposa de Enki, chega com o filho de ambos, Marduk.
12. À medida que Enki e Enlil engendram mais filhos, formam-se clãs
na Terra.
13. Acossados pelas privações e trabalho de mineração, os Igigi lançam um golpe contra Enlil.
14. Ninurta derrota o seu líder, Anzu, nas batalhas aéreas.
15. Os Anunnaki, obrigados a produzir ouro com mais rapidez, amotinam-se.
16. Enlil e Ninurta denunciam os amotinados.
17. Enki sugere a criação artificial de Trabalhadores Primitivos.

A QUINTA TABULETA

O carro celestial partiu do planeta Lahmu (Marte); continuou sua viagem para a Terra. Deram voltas ao redor da Lua, para ver se dava para fazer ali uma estação de passagem. Deram voltas ao redor da Terra, desacelerando para uma amerissagem. Nungal fez descender o carro celestial nas águas, junto ao Eridú. Desembarcaram em um cais construído por Enlil; já não faziam falta as embarcações. Enlil e Enki receberam com abraços a sua irmã; com Nungal, o piloto, estreitaram os braços. Os heróis, homens e mulheres, foram recebidos com vitória pelos igigi presentes. Tudo o que levava o carro se descarregou com rapidez: naves espaciais e naves celestes, e as ferramentas desenhadas por Enki, e provisões de todo tipo.


O planeta Marte, também “colonizado” por habitantes de Nibiru.

De tudo o que ocorria em Nibiru, da morte e o enterro de Alalu, falou Ninmah a seus irmãos; da estação de passagem de (Marte) Lahmu e do comando de Anzu lhes falou. Enki expressou sua aprovação a isto, Enlil expressou palavras de desconcerto. É uma decisão de Anu, sua palavra é inalterável!, disse Ninmah a Enlil. Trouxe alívio para as enfermidades, disse Ninmah a seus irmãos. Tirou de sua bolsa um pacote de sementes (oriundas de Nibiru), sementes para serem plantadas na terra; multidão de ervas brotarão das sementes, e produzirão frutos suculentos. Com o suco se fará um elixir, será bom para que o bebam os igigi. Isto afugentará as enfermidades; porá-lhes contentes! Terá que semear as sementes em um lugar fresco, necessitam de calor e água para alimentar-se e crescerem!

Assim falou Ninmah a seus irmãos. Vou lhe mostrar um local perfeito para isso!, disse-lhe Enlil. É onde se construiu o Lugar de Aterrissagem, onde construí uma morada de madeira de cedro! Na nave celeste de Enlil se remontaram no céu os dois, Enlil e Ninmah; Irmão e irmã foram até o Lugar de Aterrissagem, nas montanhas cobertas de neve, junto ao bosque de cedros. Na grande plataforma de pedra aterrissou a nave celeste, foram à morada de Enlil. Uma vez dentro, Enlil a abraçou, com ardor beijou a Ninmah. OH, irmã minha, minha amada!, sussurrava Enlil. A tomou por sob seu ventre, não derramou o sêmen em seu útero. De nosso filho, Ninurta, trago-te notícias!, disse-lhe brandamente Ninmah. É um jovem príncipe, está disposto para a aventura, está preparado para unir-se a ti na Terra! Se ficar você aqui, que tragam Ninurta, nosso filho!, disse-lhe Enlil.

Os igigi foram chegando ao Lugar de Aterrissagem, as espaçonaves celestes levavam naves espaciais até a plataforma. Da bolsa de Ninmah se tiraram as sementes, semearam-se nas terras do vale. Um fruto de Nibiru cresceria na Terra! Na nave celeste, Enlil e Ninmah voltaram para o Eridú. No caminho, Enlil lhe mostrou a paisagem, mostrou-lhe o Edin em toda sua extensão, dos céus, Enlil lhe explicou seus planos. Desenhei um plano imperecível!, dizia-lhe. Dispus o que determinará sua construção para sempre; longe do Eridú, onde começa a terra seca, estará minha residência, Larsa será seu nome, se converterá em um lugar de comando. À beira do Burannu, o Rio de Águas Profundas, estará localizada, uma cidade que surgirá no futuro, nomearei-a Lagash.

Entre as duas, nas planícies, risquei uma linha, a sessenta léguas dali, haverá uma cidade, será sua própria cidade, Shurupak, a Cidade Refúgio a nomearei. Na linha central estará localizada, dirigirá por volta da quarta cidade; Nibiru-ki, Lugar do Cruzamento da Terra a nomearei, estabelecerei nela um Enlace Céu-Terra. Albergará as Tabuletas dos Destinos, controlará todas as missões! junto ao Eridú, somarão cinco cidades, existirão para toda a eternidade! Em uma tabuleta de cristal, Enlil mostrou a Ninmah seu plano; na tabuleta, ela viu mais marcas, sobre elas perguntou a Enlil. Além das cinco cidades, construirei no futuro um Lugar do Carro, para que chegue diretamente de Nibiru à Terra!, respondeu-lhe Enlil. Então compreendeu Ninmah por que o desconcerto de Enlil ante os planos de Anu sobre o Lahmu.



Irmão meu, é magnífico seu plano para as cinco cidades!, disse-lhe Ninmah.
A criação de Shurupak, uma cidade de cura, como minha morada, para mim mesma, é algo pelo que estou agradecida; além desse plano, não transgrida a seu pai, não ofenda tampouco a seu irmão! É tão sábia como formosa!, disse-lhe Enlil. No Abzu, Enki também estava concebendo planos, onde construir sua casa, onde preparar moradas para os igigi, por onde entrar nas entranhas da Terra. Em sua nave celeste, mediu a extensão do Abzu, inspecionou cuidadosamente suas regiões. O Abzu (África do Sul) era uma terra distante, estava além das águas do Edin; era uma terra rica, transbordante de riquezas, perfeita em sua totalidade.

Poderosos rios atravessavam a região, grandes águas doces escorriam rapidamente; uma morada junto às águas correntes fez Enki para si mesmo, no meio do Abzu, em um lugar de águas puras ficou Enki a si mesmo. Nessa terra, Enki determinou o Lugar da Profundidade, para que os igigi descessem às entranhas da Terra. Ali pôs Enki o Agrietador de Terra, para com ele lhe fazer um corte à Terra, chegar por meio de túneis ao interior da Terra, descobrir as veias douradas de ouro. Muito perto, convocou O-que-parte e O-que-tritura, para partir e triturar o mineral aurífero, para transportá-lo em naves celestes, levá-lo ao Lugar de Aterrissagem nas montanhas de cedros, de lá transportá-lo à estação de passagem do Lahmu com naves espaciais. Mais igigi foram chegando à Terra, uns eram atribuídos ao Edin, a outros lhes davam trabalhos no Abzu.

Enlil construiu Larsa e Lagash, fundou Shurupak para Ninmah. Um exército de curadoras vivia ali com ela, as jovens que dão auxílio. No Nibiru-ki, Enlil estava montando um Enlace Céu-Terra, para comandar todas as missões daquele local. Enki viajava entre o Eridú e o Abzu, ia e vinha para fiscalizar. No Lahmu (em Marte), a construção da estação seguia progredindo; também foram chegando os igigi para a Estação de passagem. Um Shar, dois Shars duraram os preparativos; então, Anu deu sua palavra. Na Terra, era o sétimo dia, um dia de descanso decretado por Enki no princípio. Em todas as partes, os igigi se reuniram para escutar uma mensagem de Anu irradiado desde o Nibiru; No Edin se reuniram, Enlil estava ali no comando. Com ele, estava Ninmah; seu exército de jovens enfermeiras estavam a seu lado reunidas. Alalgar, senhor do Eridú, estava ali; Abgal, que comandava o Lugar de Aterrissagem, também estava.

No Abzu estavam reunidos os igigi, ante o olhar de Enki se encontravam. Com Enki, estava seu vizir Isimud; Nungal, o piloto, também estava. No Lahmu, estavam reunidos os igigi; com seu orgulhoso comandante, Anzu, estavam. Seiscentos havia na Terra, trezentos se reuniam no Lahmu. Em total, foram novecentos os que escutaram as palavras de Anu, o rei: Igigi, vós são os salvadores de Nibiru! A sorte de todos está em suas mãos! Seus frutos serão recordados por toda a eternidade, lhes chamará com nomes gloriosos. Os que estão na Terra serão conhecidos como Anunnaki, “Os Que do Céu à Terra Vieram“! Os que estão no Lahmu, serão nomeados Igigi, Os Que Observam e Vêem serão Igigi! Tudo o que faz falta está disposto: Que comece a chegar o ouro, que se salve Nibiru!



Vem agora o relato de Enki, Enlil e Ninmah, de seus amores e esponsais, e das rivalidades por seus filhos. Os três líderes eram descendentes de Anu, de diferentes mães nascidos. Enki foi o Primogênito; uma concubina de Anu foi sua mãe. Enlil, de Antu, a esposa de Anu, nasceu; convertendo-se assim no Herdeiro Legal. Ninmah foi filha de outra concubina, sendo meio-irmã dos dois meioirmãos. Era a Primogênita de Anu, isto ficava indicado por seu título-epípeto de Ninmah.

Era extremamente formosa, cheia de sabedoria, rápida em aprender. Ea, como chamava então a Enki, foi eleito por Anu para que se casasse com Ninmah, pelo qual o filho de ambos se converteria a partir de então no sucessor legal. Ninmah estava apaixonada por Enlil, um arrojado comandante; ela se deixou seduzir por ele, em seu ventre derramou ele sua semente, da semente de Enlil, ela teve um filho; Ninurta nomearam-lhe os dois. Anu se enfureceu com o ocorrido; como castigo, proibiu a Ninmah que se casasse com alguém! Ea a abandonou, por decreto de Anu, ela tinha que ser sua noiva; e se casou em seu lugar com uma princesa chamada Damkina; um filho, um herdeiro, nasceu-lhes; Marduk lhe puseram por nome, que significava O Nascido em um Lugar Puro. E quanto a Enlil, não tinha filho algum por matrimônio, não tinha a seu lado uma esposa.

Foi na Terra, não em Nibiru, onde Enlil se casou; sua história é a história de uma violação, de um exílio e de um amor que trouxe o perdão, e de mais filhos que não foram mais do que meio-irmãos. Na Terra, era verão; Enlil se retirou a sua morada no bosque de cedros. Pelo bosque de cedros ia Enlil passeando quando refrescava o dia; em uma fria corrente de montanha, estavam se banhando umas jovens de Ninmah atribuídas ao Lugar de Aterrissagem. Enlil ficou enfeitiçado pela beleza e a graça de uma delas, Sud era seu nome. Enlil a convidou a sua morada no bosque de cedros: Vem e bebe comigo do elixir do fruto de Nibiru que cresce aqui!, disse-lhe a ela. Sud entrou na morada de Enlil; em uma taça, ofereceu-lhe Enlil o elixir. Sud bebeu, Enlil também bebeu; Enlil lhe falou de relações sexuais. Não estava disposta a moça. Minha vagina é muito pequena, não conhece a cópula!, disse a Enlil.

Enlil lhe falou de beijos; não estava disposta a moça: Meus lábios são muito pequenos, não conhecem os beijos!, disse a Enlil. Ele então se pôs a rir e a abraçou, ele riu e a beijou; Seu sêmen derramou em sua matriz! A Ninmah, o comandante de Sud, lhe informou da imoral ação. Enlil, o imoral! Por sua ação, terá que confrontar um julgamento! Assim lhe disse enfurecida Ninmah. Em presença de cinqüenta Anunnaki, reuniram-se os Sete Que Julgam, os Sete Que Julgam decretaram um castigo para Enlil: Fique banido Enlil de todas as cidades, seja exilado a uma Terra Sem Retorno! Em uma câmara celeste lhe fizeram abandonar o Lugar de Aterrissagem; Abgal era seu piloto. A uma Terra Sem Retorno lhe levou, para não voltar jamais!

Os dois viajaram na câmara celeste, a outra terra se dirigiram. Ali, em meio de inóspitas montanhas (hoje a Península do Sinai), em um lugar de desolação, aterrissou Abgal a câmara celeste. Este será seu lugar de exílio!, disse Abgal a Enlil. Não por acaso o escolhi!, disse a Enlil. Há oculto aqui um segredo de Enki; em uma cova próxima, Enki ocultou sete Armas de Terror, tirou-as do carro celestial de Alalu. Toma posse das armas, com as armas conseguirá a liberdade! Assim lhe disse Abgal seu comandante; um segredo de Enki revelou a Enlil! Logo, Abgal partiu do lugar secreto; Enlil ficou ali sozinho.

No Edin, Sud falou com Ninmah, sua comandante: Da semente de Enlil estou grávida, concebi em minha matriz a um filho de Enlil! Ninmah transmitiu a Enki as palavras de Sud; ele era o Senhor da Terra, na Terra era supremo! Convocaram a Sud ante os Sete Que Julgam: Tomará a Enlil como marido?, perguntaram-lhe. Ela pronunciou palavras de consentimento; Abgal transmitiu as palavras a Enlil em seu exílio. Enlil voltou de seu exílio para casar-se com Sud; deste modo, Enki e Ninmah lhe deram o perdão. Sud foi declarada esposa oficial de Enlil; lhe concedeu o título-epípeto de Ninlil, Dama do Mandato. Depois disso, um filho nasceu a Ninlil e Enlil; Nannar, o Brilhante, chamou-lhe Sud-Ninlil.

Ele foi o primeiro dos Anunnaki a ser concebido na Terra, um da semente real de Nibiru nascido em um planeta estranho! Foi depois disto que Enki falou com Ninmah: Vem comigo ao Abzu! No meio do Abzu, em um lugar de águas puras, construí uma morada. Com um metal brilhante, prata é seu nome, embelezei-a, com uma pedra de um azul profundo, lápis lázuli, está adornada; vem, Ninmah, vem comigo, abandona sua adoração por Enlil! Ao Abzu, à morada de Enki, viajou Ninmah; ali, Enki lhe falou palavras de amor, de parecer um para o outro, doces palavras lhe sussurrou. Segue sendo minha amada!, disse-lhe acariciando-a. Abraçou-a, beijou-a; ela fez com que seu amor transbordasse.

Enki derramou seu sêmen na matriz de Ninmah. Me dê um filho! Me dê um filho!, gritava. Ela acolheu o sêmen em sua matriz, o sêmen de Enki a fecundou. Um dia de Nibiru era algo como um mês da Terra para ela, dois dias, três dias, quatro dias de Nibiru, eram como anos da Terra, cinco, seis, sete e oito dias de meses se completaram; a conta novena da maternidade se culminou; Ninmah estava de parto. Deu a luz a uma menina; a recém-nascida era fêmea; à beira do rio, no Abzu, nasceu uma filha de Enki e Ninmah! Enki estava decepcionado com a menina. Beija à pequena!, dizia-lhe Ninmah. Beija à pequena!, disse-lhe Enki a seu vizir Isimud: Eu desejava um filho, hei de ter um filho de minha meio-irmã! De novo beijou a Ninmah, pelo ventre tomou, seu sêmen derramou em sua matriz.


Naqueles dias remotos, quando os destinos foram determinados, em um ano, quando houve abundância, e as pessoas romperam na terra crescendo como ervas e plantas -, então o senhor do Abzu , o deus Enki, o senhor que determina os destinos, construiu seu templo inteiramente de prata e lapis lazuli. Era na luz do dia brilhante o seu templo. Dentro do santuário do abzu ele trouxe alegria.

De novo deu a luz ela, de novo uma filha deu a Enki. Um filho, um filho tenho que ter um filho contigo!, gritava-lhe Enki a Ninmah. Depois do qual, Ninmah pronunciou uma maldição sobre Enki, que todo alimento seja veneno em suas vísceras; que lhe doa a mandíbula, que lhe doam os dentes, que lhe doam as costelas. Isimud convocou aos Anunnaki, a Ninmah rogavam alívio. Distanciar-se de Ninmah jurou Enki com o braço ao alto; um a um, os achaques o tirou, Enki se liberou da maldição dela. Ninmah voltou para o Edin, para não casar-se nunca mais; a ordem de Anu se cumpriu! Enki trouxe para a Terra a sua esposa Damkina e a seu filho Marduk; Ninki, a Dama da Terra, a ela ele lhe concedeu por título.

Enki teve cinco filhos mais, dela e de concubinas, estes foram seus nomes: Nergal e Gibil, Ninagal e Ningishzidda, e Dumuzi o mais jovem. Enlil e Ninmah trouxeram para a Terra a seu filho Ninurta, com sua esposa Sud-Ninlil, teve Enlil um filho mais, um irmão de Nannar; Ishkur foi seu nome. Três filhos em total teve Enlil, nenhum nascido de concubinas, Dois clãs se estabeleceram assim na Terra; suas rivalidades mais tarde levaram às guerras.

Vem agora o relato do motim dos Igigi, e de como deu morte ao Anzu, em castigo por roubar as Tabuletas dos Destinos. Do Abzu, levava-se o ouro das veias da Terra até o Lugar de Aterrissagem, dali, os Igigi o transportavam de naves espaciais até a estação de passagem no Lahmu. Do planeta Lahmu, o metal precioso se levava ao Nibiru em carros celestiais; em Nibiru, o ouro se convertia no mais fino pó, empregava-se para proteger a atmosfera. Lentamente se curou a brecha nos céus de Nibiru, lentamente se salvou Nibiru! No Edin, as cinco cidades se aperfeiçoaram. Enki fez uma morada deslumbrante no Eridú, da terra a elevou para o céu, como uma montanha a elevou por cima do chão, em um bom lugar a construiu. Sua esposa Damkina morava nela; e ali ensinou Enki a sabedoria a seu filho Marduk. Enlil estabeleceu no Nibiru-ki o Enlace Céu-Terra, era digno de ser visto. 



A Árvore da Vida em estela suméria, com o símbolo do planeta Nibiru em cima..

Em seu centro, um alto pilar o mesmo céu alcançava, ficou sobre uma plataforma que não se podia derrubar; com isto, as palavras (instruções) de Enki chegavam a todos os assentamentos, em Lahmu (Marte) e em Nibiru se podiam escutar. Dali se elevaram raios, podiam procurar no coração de todas as terras; seus olhos podiam explorar todas as terras, sua rede fazia impossível uma aproximação não desejada. Em sua elevada casa, uma câmara como uma coroa era o centro, olhava com atenção os céus distantes; olhava fixamente para o horizonte, aperfeiçoou o zênite celestial. Em sua santificada câmara escura, com doze emblemas estava marcada a família do Sol, nos ME estavam registradas as fórmulas secretas do Sol e a Lua, Nibiru e a Terra, e os oito deuses (planetas) celestiais.

As Tabuletas dos Destinos emitiam seus tons de cores na câmara, com elas, Enlil fiscalizava todas as idas e vindas. Na Terra, os Anunnaki trabalhavam sem descanso, queixavam-se do trabalho e do sustento. Estavam transtornados pelos rápidos ciclos da Terra, e do elixir só se davam-lhes pequenas rações. No Edin, os Anunnaki trabalhavam sem descanso; no Abzu, o trabalho era ainda mais extenuante. Por equipes, enviavam-se Anunnaki de volta a Nibiru; por equipes, outros novos chegavam. Os Igigi, que moravam no Lahmu, eram os que mais ruidosamente se queixavam: demandavam um lugar de descanso na Terra, para quando desciam de Lahmu à Terra.

Enlil e Enki intercambiaram palavras com Anu, ao rei consultaram: Deixem que o líder vá à Terra, discutam com o Anzu! Assim lhes disse Anu. Anzu desceu dos céus à Terra, entregou os términos das queixa a Enlil e Enki. Deixa que Anzu conheça o mecanismo!, disse Enki a Enlil. Eu lhe mostrarei o Abzu, lhe revele você o Enlace Céu-Terra! Enlil consentiu com as palavras de Enki. Enki mostrou o Abzu a Anzu, o exaustivo trabalho nas minas de ouro lhe mostrou. Enlil convidou Anzu ao Nibiru-ki, na sagrada câmara escura lhe deixou entrar. No mais profundo do santuário, explicou a Anzu as Tabuletas dos Destinos. Mostrou a Anzu o que os Anunnaki estavam fazendo nas cinco cidades; prometeu alívio aos Igigi que chegavam ao Lugar de Aterrissagem.

Voltou depois para o Nibiru-ki para discutir as queixa dos Igigi. Anzu era um príncipe entre os príncipes, de semente real era sua ascendência; malvados pensamentos encheram seu coração quando voltou para Enlace Céu-Terra. Estava planejando levar as Tabuletas dos Destinos; em seu coração, estava planejando tomar o controle dos decretos do céu e a Terra. Concebeu em seu coração arrebatá-las de Enlil. Seu objetivo era governar aos Igigi e aos Anunnaki! Sem levantar suspeitas, Enlil deixou a Anzu que se instalasse na entrada do santuário. Sem levantar suspeitas, Enlil deixou o santuário, foi tomar um banho refrescante.

Com malvadas intenções, Anzu se apoderou das Tabuletas dos Destinos; fugiu em uma câmara celeste, foi rapidamente à montanha das câmaras celestes; ali, no Lugar de Aterrissagem, estavam-lhe esperando Igigi rebeldes, estavam-se preparando para declarar a Anzu rei da Terra e do Lahmu! No santuário do Nibiru-ki, o resplendor se desvaneceu, o zumbido se sossegou, o silêncio prevalecia no lugar, as fórmulas sagradas tinham ficado suspensas. No Nibiru-ki, Enlil ficou sem palavras; estava aflito pela traição. Palavras furiosas proferiu contra Enki, duvidou da ascendência de Anzu. Reuniram-se os líderes no Nibiru-ki, os Anunnaki que decretam as sortes se consultaram com Anu.

Terá que deter o Anzu, as Tabuletas devem voltar para o santuário!, decretou Anu. Quem enfrentará ao rebelde? Quem recuperará as Tabuletas?, perguntavam-se entre si os líderes. Estando de posse das Tabuletas dos Destinos, Anzu é invencível!, diziam-se uns aos outros. Ninurta, animado por sua mãe, adiantou-se entre os reunidos: Serei o guerreiro de Enlil, vencerei ao Anzu! Assim falou Ninurta. Ninurta se dirigiu para a ladeira da montanha, comprometeu-se a vencer ao fugitivo Anzu. Anzu fazia pouco caso de Ninurta do seu esconderijo: As Tabuletas são meu amparo, sou invencível! Dardos relampejantes dirigiu Ninurta ao Anzu; as flechas não puderam aproximar-se de Anzu, voltaram para trás.

A batalha se deteve, as armas de Ninurta não venceriam a Anzu! Então, Enki deu um conselho a Ninurta: Levanta uma tormenta com você, um Torvelinho, que o rosto de Anzu se cubra de pó, que as asas de seu pássaro (espaçonave) celeste encrespem-se! Enlil forjou uma poderosa arma para seu filho, era um projétil Tillu; sujeita a sua Arma-tormentosa, quando se aproximarem asa com asa, dispara-as contra Anzu! Assim instruiu Enlil a seu filho Ninurta. Quando se aproximarem asa com asa entre si, deixa que o projétil voe como um raio! De novo se remontou no céu Ninurta com seu Torvelinho; Anzu se elevou com seu pássaro celeste para lhe fazer frente.

Asa com asa!, gritou Anzu enfurecido. Esta batalha será sua destruição! Ninurta seguiu o conselho de Enki; com seu Torvelinho criou uma tormenta de pó. O pó cobriu o rosto de Anzu, ficaram ao descoberto os pinhões de seu pássaro celeste; em meio deles, deixou ir Ninurta o projétil, os pinhões de Anzu se viram sumidos em um resplendor de fogo. Suas asas começaram a bater como as asas de mariposas; Anzu caiu até o chão. A Terra se sacudiu, os céus se obscureceram. Ninurta fez cativo ao cansado Anzu, dele recuperou as Tabuletas. Os Igigi estavam observando do topo da montanha; quando Ninurta chegou ao Lugar de Aterrissagem, tremeram e lhe beijaram os pés.

Ninurta liberou o cativo Abgal e aos Anunnaki, anunciou sua vitória a Anu e a Enlil. Depois, voltou para o Nibiru-ki, e as Tabuletas se reinstalaram na câmara mais profunda. De novo voltou o resplendor ali dentro, restabeleceu-se o zumbido dos ME nas Tabuletas. Anzu foi submetido a julgamento ante os Sete Que Julgam; Enlil e Ninlil, sua esposa, Enki e sua esposa Ninki, a que anteriormente se conhecia como Damkina, e os filhos Nannar e Marduk estavam ali, Ninmah também estava no julgamento. Ninurta falou dos malvados atos: Não há justificação, que a morte seja sua pena!, disse.



Os Igigi se queixavam com razão, necessitam de um lugar de descanso na Terra!, Retrucou Marduk em contrapartida. Por sua malvada ação, Anzu pôs em perigo a todos os Anunnaki e aos Igigi!, disse Enlil. Enki e Ninmah deram razão a Enlil; o mau deve ser extinto!, disseram. Os sete sentenciaram a Anzu a morte por execução; com um raio mortal foi extinto o fôlego vital de Anzu. Deixem seu corpo aos abutres!, disse Ninurta. Deixem que seja enterrado no Lahmu, que lhe ponha em uma cova junto ao Alalu para seu descanso!, disse Enki. Da mesma semente ancestral eram ambos! Que Marduk leve seu corpo ao Lahmu (Marte), que Marduk fique ali como comandante! Isso sugeriu Enki aos juízes. Assim seja!, disse Enlil.

Vem agora o relato de como se fundou Bad-Tibira, a Cidade do Metal, e de como, no quadragésimo (ano 144.000) Shar, os Anunnaki se amotinaram no Abzu. Anzu foi julgado e executado no vigésimo-quinto (ano 90.000) Shar, isto subjugou o mal-estar dos Igigi, embora seguisse fervendo lentamente a revolta. Marduk foi enviado ao Lahmu para levantar os espíritos dos Igigi, para prestar atenção a seu bem-estar. Na Terra, Enlil e Enki discutiram mudanças, estiveram refletindo sobre como evitar o mal-estar na Terra.

As estadias na Terra são muito prolongadas, diziam-se um ao outro. Pediram conselho a Ninmah; ficaram alarmados pela mudança de semblante nela. O ouro deve fluir com mais rapidez para Nibiru, terá que prover a sua salvação com mais rapidez!, Concordaram todos. Ninurta era um perito nas interioridades dos planetas; disse palavras sobre isso e a seus maiores: Que se estabeleça uma Cidade do Metal, para que ali se funda e se refine o mineral aurífero, ali se poderão dispor carregamentos menos pesados da Terra. Cada espaçonave poderá levar mais ouro, e ficará espaço para que os Anunnaki retornem a Nibiru, que os esgotados retornem a Nibiru, que outros descansados os substituam na Terra! Enlil, Enki e Ninmah consideraram favoravelmente a sugestão da Ninurta, consultou a Anu e deu sua aprovação.

No Edin, planejou-se uma Cidade do Metal, nessa localização insistiu Enlil! construiu-se com materiais do Nibiru, equipou-se com ferramentas de Nibiru. Três Shars (10.800 anos da Terra) levou sua construção, lhe deram por nome Bad-Tibira. Ninurta, que fez a sugestão, foi seu primeiro comandante. Desta forma, o fluxo de ouro a Nibiru se fez mais fácil e rápido, aqueles que haviam vindo à Terra e ao Lahmu ao princípio dos Tempos Prévios voltaram para Nibiru; Alalgar, Abgal e Nungal estavam entre eles.

Os recém chegados que os substituíram eram mais jovens e entusiastas; mas não estavam acostumados aos (rápidos) ciclos da Terra e do Lahmu nem a outros rigores. No Nibiru, de onde tinham vindo, a brecha na atmosfera se estava curando; os mais jovens não tinham conhecido as grandes calamidades que haviam tido lugar no planeta e em seus céus. De sua missão dourada albergavam especialmente o desejo de emoções e aventuras! Tal como tinha concebido Ninurta, os minerais se traziam do Abzu, no Bad-Tibira se fundiam e se refinavam, com naves espaciais se enviavam ao Lahmu; o ouro puro se levava do Lahmu ao planeta Nibiru em carros celestiais (naves mãe).

Tal como tinha concebido Ninurta, o ouro fluía do Abzu até o Nibiru; o que não tinha concebido era o mal-estar dos Anunnaki recém chegados que trabalhavam sem descanso no Abzu! A verdade seja dita, Enki não teve em conta o que se estava forjando lentamente, punha sua atenção em outros assuntos do Abzu. Tinha chegado a fascinar-se com o que cresce e vive no Abzu; desejava aprender as diferenças entre o que tinha aparecido na Terra e o que tinha aparecido em Nibiru, queria descobrir como se causavam as enfermidades pela atmosfera e os rápidos ciclos da Terra.

No Abzu, junto às chorreantes águas, erigiu um magnífico lugar de estudo, dotou-o com todo tipo de ferramentas e de equipes. Chamou o lugar de Casa da Vida, a ela convidou a seu filho Ningishzidda. Configuraram fórmulas sagradas, diminutos ME, a posse dos segredos da vida e da morte, procuravam desentranhar os mistérios da vida e a morte das criaturas da Terra.

Enki estava especialmente apaixonado por algumas criaturas vivas; estas viviam entre as árvores altas, utilizavam suas patas dianteiras como mãos. Nas altas ervas dos estepes se viam estranhas criaturas; pareciam caminhar eretas.

Enki estava absorvido com estes estudos; mas não se dava conta do que estava-se forjando entre os Anunnaki. O primeiro em dar-se conta do problema foi Ninurta: no Bad-Tibira havia observado uma diminuição no minério de ouro. Enlil enviou Ninurta ao Abzu para averiguar o que estava acontecendo. Ennugi, o oficial chefe, acompanhou-o nas escavações, com seus próprios ouvidos escutou as queixa dos Anunnaki; murmuravam e se lamentavam, resmungavam nas escavações; O trabalho é insuportável, disseram a Ninurta. Ninurta deu conta disto a seu tio Enki. Convoquemos Enlil!, disse Enki. Enlil chegou ao Abzu, instalou-se em uma casa próxima às escavações. Vamos enervar a Enlil em sua morada!, gritaram os heróis que trabalhavam nas minas.

Que nos libere do duro trabalho! Proclamemos a guerra, libertaremo-nos através das hostilidades!, gritavam outros. Os Anunnaki das escavações ouviram as palavras de instigação, prenderam fogo a suas ferramentas, queimaram suas tochas. enfrentaram Ennugi, oficial chefe das minas, capturaram-no nos túneis; levaram-no com eles, abriram-se passo até a porta da morada de Enlil. Era de noite, na metade da vigília; rodearam a morada de Enlil, sustentavam no alto suas ferramentas como se fossem tochas. Kalkal, o guardião da entrada, trancou a porta e despertou ao Nusku; Nusku, o vizir de Enlil, despertou a seu senhor, tirou-o da cama, dizendo assim: Meu senhor, a casa está rodeada, até a porta chegaram os hostis Anunnaki! Enlil convocou a Enki, Enlil convocou a Ninurta a sua presença: O que é o que estão vendo meus olhos! É contra mim contra quem se está fazendo isto?

Assim lhes disse Enlil: Quem é o instigador das hostilidades? Os Anunnaki se mantiveram unidos: Cada um de nós declarou as hostilidades! O trabalho é excessivo, nosso trabalho é duro, grande é nossa aflição! Assim disseram a Enlil. Enlil o transmitiu a Anu palavras do que estava acontecendo. Do que acusam a Enlil?, inquiriu Anu. O trabalho, não Enlil, é a causa do problema!, disse Enki a Anu. Graves sons dos lamentos, todos os dias podemos escutar as queixas! Terás que obter ouro!, disse Anu. O trabalho deve continuar! Liberem o Ennugi para consultas!, disse Enki aos hostis Anunnaki. Ennugi foi liberado; aos líderes disse: Desde que aumentou o calor na Terra, o trabalho é insuportável, insuportável! Que os rebeldes voltem para o Nibiru, e que outros novos venham em seu lugar!, disse Ninurta.

Não poderia forjar novas ferramentas?, disse Enlil a Enki. Para que os heróis Anunnaki evitassem os túneis? Chamemos a meu filho Ningishzidda, desejo que me ele me ajude, respondeu Enki. Convocaram a Ningishzidda, veio da Casa da Vida; Enki se apartou com ele, intercambiaram palavras entre eles. É possível uma solução!, disse Enki. Criaremos um Lulu, um Trabalhador Primitivo, para que se ocupe do trabalho mais duro, que esse ser carregue sobre suas costas o duro trabalho dos Anunnaki! Assombrados ficaram os líderes assediados, certamente ficaram sem palavras. Quem tinha ouvido falar antes de um novo ser criado um trabalhador que pudesse fazer o trabalho dos Anunnaki?


A criação de um “Lulu”, um trabalhador escravo para substituir os Anunnakis na mineração de ouro nas minas da África do Sul

Chamaram a Ninmah, que na cura e medicina era perita. Repetiram-lhe as palavras de Enki: Acaso há alguém que tenha ouvido falar disso?, perguntaram-lhe. Não se tinha ouvido falar de algo assim!, disse ela a Enki. Todos os seres descendem de uma semente, cada ser se desenvolveu ao longo de eons a partir de outro, nenhum veio nunca de um nada! Quanta razão tem, irmã!, disse Enki sorrindo. Me deixem que lhes revele um segredo do Abzu: O ser que precisamos já existe! Tudo o que temos que fazer é lhe pôr o sinal de nossa essência, assim se criará um Lulu, um Trabalhador Primitivo! Assim lhes disse Enki. Tomemos, pois, uma decisão, deem suas bênçãos ao meu plano: de criar um Trabalhador Primitivo, forjá-lo pelo sinal de nossa essência!

Continua com a Sexta Tabuleta

Saiba mais em:
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Outubro 01, 2015

chamavioleta

O Livro perdido de Enki 

 1ª tabuleta, parte 1

Publicado anteriormente a 06/04/2015 

Edição e imagens: 

 Thoth3126@gmail.com 

O Livro Perdido de ENKI 

The Lost Book of Enki 

 Memórias e profecias de um “deus“ extraterrestre:


Há cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineiração e, inclusive, estações orbitais na Terra e em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/

O LIVRO PERDIDO DE ENKI MEMÓRIAS E PROFECIAS DE UM DEUS EXTRATERRESTRE – Primeira tabuleta, PARTE 1:

Sinopse da Primeira Tabuleta:

01. Selo de Endubsar, escriba mestre.
02. Sinopse da Primeira Tabuleta.
03. Lamentação sobre a desolação da Suméria.
04. Como fugiram os deuses de suas cidades à medida que se propagava a nuvem radioativa nuclear.
05. As discussões no conselho dos deuses.
06. A fatídica decisão de liberar as Armas de Terror.

A PRIMEIRA TABULETA:

01. Selo de Endubsar, escriba mestre.

Palavras do senhor Enki, primogênito de Anu, que reina em Nibiru. Pesando no espírito, profiro os lamentos; lamentos amargos que enchem meu coração. Quão desolada está a Terra, as pessoas entregues ao Vento (Radioatividade gerada por explosões de artefatos nucleares em uma guerra entre os “deuses“) Maligno, seus estábulos abandonados, seus redis vazios. Quão desoladas estão as cidades, as pessoas amontoadas como cadáveres hirtos, afligidas pelo Vento Maligno. Quão desolados estão os campos, murcha a vegetação, alcançada pelo Vento Maligno. Quão desolados estão os rios, já nada vive neles, águas puras e cintilantes convertidas em veneno.



Das pessoas de negra cabeça, Sumer está vazia, foi-se toda vida; de suas vacas e suas ovelhas, Sumer está vazia, calado ficou o murmúrio do leite batido. Em suas gloriosas cidades, só ulula o vento; a morte é o único aroma. Os templos, cujas cúspides alcançavam o céu, por seus deuses foram abandonados. Não há domínio de senhorio nem de realeza; cetro e tiara desapareceram.

03. Lamentação sobre a desolação da Suméria.

Nas ribeiras dos dois grandes rios (o rio Tigre e o rio Eufrates, hoje no Iraque), em outro tempo exuberantes e cheios de vida, só crescem as más ervas. Ninguém percorre seus meio-fios, ninguém busca os caminhos; a florescente Sumer é como um deserto abandonado.

Quão desolada está a terra, lar de deuses e homens! Nessa terra caiu a calamidade, uma calamidade desconhecida para o homem. Uma calamidade que a Humanidade nunca antes tinha visto, uma calamidade que não se pode deter. Em todas as terras, do oeste até o leste, pousou-se uma mão que quebra e de terror. Os deuses, em suas cidades, estavam tão indefesos como os homens! Um Vento Maligno, uma tormenta nascida em uma distante planície, uma Grande Calamidade forjada em seu atalho.

Um vento portador de morte nascido no oeste se encaminhou para o leste, tendo estabelecido seu curso pela sorte. Uma devoradora tormenta como o dilúvio, de vento e não de água destruidora, de ar envenenado, não de ondas, entristecedora. Pela sorte, que não pelo destino, engendrou-se; os “grandes (n.t. e IMBECIS) deuses”, em seu conselho, a Grande Calamidade provocaram. Enlil e Ninharsag o permitiram; só eu estive suplicando para que se contivessem. Dia e noite, por aceitar o que os céus decretam, argumentei, mas em vão! Ninurta, o filho guerreiro de Enlil, e Nergal, meu próprio filho, liberaram as venenosas armas na grande planície.



Não sabíamos que um Vento Maligno seguiria ao resplendor! Choram eles agora em sua angústia. Quem podia predizer que a tormenta portadora de morte, nascida no oeste, tomaria seu curso para o leste? Lamentam-se os deuses agora. Em suas cidades sagradas, permaneceram os deuses, sem acreditar que o Vento Maligno tomaria sua rota para o Sumer.

04. Como fugiram os deuses de suas cidades à medida que se propagava a nuvem radioativa nuclear.

Um após o outro, os deuses fugiram de suas cidades, seus templos abandonaram ao vento. Em minha cidade, Eridú, não pude fazer nada para deter a nuvem venenosa. Fujam para campo aberto, eu dava instruções às pessoas; com Ninki, minha esposa, a cidade abandonei.

Em sua cidade, Nippur, lugar do Enlace Céu-Terra, Enlil não pôde fazer nada para detê-lo. O Vento Maligno se equilibrou sobre Nippur. Em sua nave celestial, Enlil e sua esposa partiram apressadamente. Na cidade da realeza do Sumer, em UR, Nannar a seu pai Enlil implorou ajuda; no lugar do templo que ao céu em sete degraus se eleva, Nannar se negou a considerar a mão da sorte. Meu pai, você que me engendrou, grande deus que a Ur concedeu a realeza, não deixe entrar o Vento Maligno!, apelou Nannar.


Escavações arqueológicas nas ruínas de Nippur.

Grande deus que decreta as sortes, deixa que Ur e seus habitantes se livrem, seus louvores prosseguirão!, apelou Nannar. Enlil respondeu a seu filho Nannar: Nobre filho, à sua admirável cidade concedi a realeza, mas não lhe concedi reinado eterno. Toma a sua esposa Ningal e foge da cidade! Nem sequer eu, que decreto as sortes, posso impedir seu destino!

Assim falou Enlil, meu irmão; ai, ai, que não era o destino! O dilúvio quando aconteceu não tinha causado uma calamidade maior sobre deuses e terrestres; ai, que não era destino! O Grande Dilúvio estava destinado a acontecer; mas não a Grande Calamidade da tormenta portadora de morte.

05. As discussões no conselho dos deuses.

Por romper uma promessa, por uma decisão do conselho ela foi provocada; pelas Armas de Terror ela foi criada. Por uma decisão, que não pelo destino, liberaram-se as armas venenosas; por deliberação se jogaram as sortes.

Contra Marduk, meu primogênito, dirigiram a destruição os dois filhos; havia vingança em seus corações. Não tem que tomar Marduk o poder!, gritou o primogênito de Enlil. Com as armas oporei a ele, disse Ninurta. De entre o povo levantou um exército, para declarar a Babilônia como o umbigo da Terra, assim gritou Nergal, irmão de Marduk. No conselho dos grandes deuses, palavras malévolas se difundiram.



Dia e noite levantei minha voz opositora; a paz aconselhei, deplorando as pressas. Pela segunda vez, o povo tinha elevado sua imagem celeste; por que opor-se a que continue, perguntei implorando. Comprovaram-se todos os instrumentos? Não tinha chegado a era de Marduk nos céus?, inquiri uma vez mais. Ningishzidda, meu filho, outros signos do céu citou. Seu coração, eu sabia, não podia perdoar a injustiça de Marduk contra ele. Nannar, filho de Enlil na Terra nascido, também foi implacável. Marduk, de meu templo na cidade do norte, sua própria morada tem feito! Assim disse.

Ishkur, o filho mais jovem de Enlil, exigiu um castigo; em minhas terras, fez prostituir-se ao povo ante ele!, disse. Utu, filho de Nannar, contra o filho de Marduk, Nabu, dirigiu sua ira: Tentou tomar o Lugar dos Carros Celestiais! (n.t. a Península do SINAI) Inanna, gêmea de Utu, estava fora de si; seguia exigindo o castigo de Marduk pelo assassinato de seu amado Dumuzi. Ninharsag, mãe de deuses e homens, desviou a olhar. Por que não está Marduk aqui? Disse simplesmente. Gibil, meu próprio filho, replicou pessimista: Marduk tem desprezado a todos os rogos; pelos sinais do céu reclama sua supremacia!

Só pelas armas será detido Marduk!, gritou Ninurta, primogênito de Enlil. Utu estava preocupado pela segurança do Lugar dos Carros Celestiais; não deve cair em mãos de Marduk! Assim disse. Nergal, senhor dos Domínios Inferiores, exigia ferozmente: Que se utilizem as antigas Armas de Terror para arrasar! A meu próprio filho olhei sem poder acreditar nisso: Para lutas entre irmão contra irmão as armas de terror se abjuraram o uso!


Restos de um Zigurate erigido em honra aos deuses na antiga cidade de UR na Suméria, hoje Iraque, onde “deus” fez um acordo com Abraâo…

06. A fatídica decisão de liberar as Armas de Terror.

Em lugar do comum acordo, houve silêncio. No silêncio, Enlil abriu a boca: Deve haver um castigo; como pássaros sem asas ficarão os malfeitores. Marduk e Nabu, de nosso patrimônio nos estão privando; há que lhes privar do Lugar dos Carros Celestiais! Que se calcine o lugar até o esquecimento!, gritou Ninurta: me deixem ser Aquele Que Calcina!

Excitado, Nergal ficou em pé e gritou: Que as cidades dos malfeitores também sejam destruídas, me deixem arrasar as cidades pecadoras, deixem que a partir de hoje meu nome seja o Aniquilador! Os terrestres, por nós criados, não devem ser danificados; os justos com os pecadores não devem perecer, exclamou energicamente. Ninharsag, a companheira que me ajudou a criá-los, estava de acordo: A questão somente tem que se resolver entre os deuses, o povo (da Terra) não deve ser prejudicado. Anu, da morada celestial, estava prestando atenção às discussões.

Anu, que determina as sortes, sua voz fez escutar desde sua morada celestial: Que as Armas de Terror sejam por esta vez usadas, que o lugar das espaçonaves propulsadas seja arrasado, que ao povo lhe perdoe. Que Ninurta seja o Calcinador, que Nergal seja o Aniquilador! E assim Enlil a decisão anunciou. À eles um segredo dos deuses revelarei; o lugar oculto das armas de terror lhes desvelarei. Os dois filhos, um meu, um dele, em sua câmara interior Enlil convocou. Nergal, quando voltou junto a mim, desviou o olhar. Ai!, gritei sem palavras, o irmão se revoltou contra o irmão! Acaso por sorte têm que repeti-los os Tempos Prévios?



Um segredo dos Tempos de Antigamente os revelou Enlil a eles, as Armas de Terror a suas mãos confiou! Enfeitadas de terror, com um resplendor se desataram; tudo o que tocam, em um montão de pó o convertem. Para irmão contra irmão na Terra foram abjuradas, para nenhuma região afetar. Então, o juramento se violou, como uma vasilha rota em inúteis partes.

Os dois filhos, plenos de gozo, com passos rápidos da câmara de Enlil emergiram, para a partida das armas. Os outros deuses voltaram para suas cidades; sem pressagiar nenhum deles sua própria calamidade! Eis aqui o relato dos Tempos Prévios, e das Armas de Terror. Antes dos Tempos Prévios foi o Princípio; depois dos Tempos Prévios foram os Tempos de Antigamente.
Continua…
O Livro perdido de Enki:
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Maio 17, 2015

chamavioleta


O Livro perdido de Enki 

 14ª Tabuleta, 

Final






O Livro Perdido de ENKI 

 The Lost Book of Enki 

 Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Faz cerca de 435.000 anos que alguns astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

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O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki – Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre de Nibiru

http://www.bibliotecapleyades.net

Sinopse da Décima-quarta Tabuleta

1. Babili (Babilônia), o centro eleito por Marduk, sobrevive à calamidade.
2. Enki o vê como um augúrio da inevitável supremacia de Marduk.
3. Enlil reflete sobre o passado, o Fado e o Destino.
4. Aceita a supremacia de Marduk, e retira-se para terras distantes.
5. Os irmãos se despedem emocionadamente.
6. Enki vê o Passado como uma guia para predizer o Futuro.
7. Decide tomar nota de tudo que aconteceu para a posteridade.
8. Convocou o escriba Endubsar.
9. Representação babilônica de um resplandecente.

A DÉCIMA-QUARTA TABULETA, A ÚLTIMA

MARDUK

Babili, onde Marduk tinha declarado a sua supremacia, livrou-se do Vento Maligno (radioatividade). Todas as terras ao sul de Babili foram devoradas pelo Vento Maligno, também alcançou ao coração da Segunda Região. Depois da Grande Calamidade, Enlil e Enki se encontraram para estudar o desastre, Enki fez considerar a Enlil o livramento de Babili como um augúrio divino. O livramento de Babili confirma que Marduk foi destinado para a supremacia sobre o planeta! Assim disse Enki a Enlil.



Deve ter sido a vontade do Criador de Tudo!, disse Enlil a Enki. Então, Enlil lhe revelou a visão-sonho e a profecia de Galzu. Se foi conhecedor disso, por que não impediu o uso das Armas de Terror?, perguntou lhe Enki. Irmão meu!, disse Enlil a Enki com uma voz afligida. Era evidente o motivo. Depois de sua chegada à Terra, cada vez que a missão se via com obstáculos, encontrávamos uma forma de evitar o obstáculo; daí, a criação dos Terrestres, a grande solução foi também uma fonte de milhares de problemas, de giros e retornos não desejados.

Quando chegou a compreender os ciclos celestes e atribuiu as constelações, quem teria previsto nelas as mãos do Destino? Quem teria podido distinguir entre os caminhos que escolhemos e o inquebrável destino? Quem proclamava falsos augúrios e quem podia pronunciar profecias verdadeiras? Daí que decidi guardar para mim mesmo as palavras de Galzu. Ele foi na verdade o emissário do Criador de Tudo, ou era minha alucinação? O que tiver que acontecer, aconteça, disse-me a mim mesmo.

Enki escutava as palavras de seu irmão Enlil, enquanto balançava com a cabeça para cima e para baixo. A Primeira (Suméria na Mesopotâmia) Região está desolada, a Segunda (Egito e vale do rio Nilo) Região está sumida na confusão, a Terceira (Vale do Rio Indus, hoje Paquistão, Mohenjo-Daro e Harappa) Região está ferida, o Lugar dos Carros Celestiais (Península do Sinai) já não existe; isso é o que aconteceu! disse Enki a Enlil. Se era essa a vontade do Criador de Tudo Que É, isso é o que restou e ficou de nossa Missão na Terra! As sementes se semearam com as ambições de Marduk, o que sairá disso será para que ele o colha!



Assim lhe disse Enlil a seu irmão Enki, então aceitando o triunfo do Marduk. Que a relação dos cinqüenta, que teria passado para Ninurta, seja-lhe dado o seu lugar para Marduk! Que Marduk declare sua supremacia sobre a desolação nas Regiões! Quanto a mim e a Ninurta, não vamos nos interpor mais em seu caminho. Partiremos para as Terras de além dos Oceanos (América do Sul, cordilheira dos Andes), pelo que viemos, levaremos a término a missão de obter ouro para Nibiru! Assim disse Enlil a Enki; havia abatimento en suas palavras. Teriam sido diferentes as coisas se não se usassem as Armas de Terror? Questionou Enki a seu irmão.

E se não tivéssemos escutado as palavras de Galzu para que não voltássemos para Nibiru?, replicou Enlil. E se tivéssemos detido a Missão Terra quando os Anunnaki se amotinaram? Eu fiz o que fiz. Você mantém o que voce fez. Não se pode retroceder ao passado! Acaso não há nisso também uma lição? Perguntou Enki para ambos. Acaso o que ocorreu na Terra não é um reflexo do que já aconteceu em Nibiru? Acaso não está escrito no Passado o esboço do Futuro? Repetirá a Humanidade, criada a nossa imagem, nossos êxitos e fracassos?

Enlil guardou silêncio. Quando ficou em pé para partir, Enki lhe estendeu os braços. Estreitemos os braços como irmãos, como camaradas que, juntos, enfrentaram muitos desafios em um planeta estranho! Assim lhe disse Enki a seu irmão. E Enlil, agarrando oa braço de seu irmão, abraçou-o também. Voltaremos a nos encontrar na Terra ou em Nibiru? Perguntou Enki. Estaria certo Galzu de que morreríamos se voltássemos para Nibiru? Respondeu Enlil. Logo, voltou-se e se foi. Então Enki ficou sozinho; acompanhado tão somente pelos pensamentos de seu coração e alma.

Sentou-se e refletiu sobre como tudo tinha começado e como tudo agora tinha terminado. Estava tudo predestinado, ou foi o fado forjado por esta ou aquela decisão? Se Céu e Terra estavam regulados por ciclos dentro de ciclos, voltará a ocorrer o que aconteceu? Acaso o Passado é o Futuro? Os Anunnaki imitarão os terrestres, os terrestres imitarão os Anunnaki, viverá a Terra o que viveu Nibiru? O primeiro a chegar será o último a partir?

Assediado por seus pensamentos, Enki tomou uma decisão: de todos os acontecimentos e decisões, começando desde a vinda de Nibiru até este dia na Terra, já há cerca de 428 mil anos, tomará nota de tudo, para que seja um guia para gerações futuras. Que a posteridade, no tempo que designe o destino, leia o registro, recorde o Passado, compreenda o Futuro como profecia, que o Futuro seja o juiz do Passado!



Estas são as palavras de Enki, filho Primogênito de Anu de Nibiru.

A Décima-quarta e última tabuleta, são as Palavras do senhor Enki. Escritas da boca do grande senhor Enki, nenhuma palavra perdida, nenhuma palavra escondida, pelo escriba mestre Endubsar, um homem de Eridú, filho de Udbar. Pelo senhor Enki, com larga vida fui agraciado.

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Maio 03, 2015

chamavioleta

NIBIRU (Annunakis) 

 Parte I

Posted by Thoth3126 on 03/05/2015


 The Mission Remembered, Book TwoWe are the Nibiruans, Book One

CONSELHO DE NIBIRU 

 Parte I 

Nós somos os Nibiruanos



Aprenda sobre a vida na Terra, os nibiruanos, a nossa história galáctica, as estrelas sementes, walk-ins, como se recodificar o seu DNA e muito mais…

A Missão Relembrada

Os Nibiruanos revelam o seu trabalho para se prepararem para o final deste ciclo histórico. Descubra os eventos galácticos que nesses dias de final dos tempos estão sendo relançados na Terra entre agora e até o final desse ciclo. – Jelaila Star.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Conselho de NIBIRU (Annunakis) – Parte I

ANU fala – Introdução:

Saudações para vocês, da amada Humanidade da Terra. Eu sou Anu, da sua raça paterna, os Pleiadianos, e mais especificamente, os Nibiruanos da “força-estelar/planeta” pleiadiana denominada Nibiru. Eu estou compartilhando a história de seu universo e planeta para dar início à abertura mental de vocês para o fato de que não estão sozinhos no universo, e que de fato, há uma raça de seres que os amam e os protegem. Compartilho com vocês uma visão geral, algo como a parte principal do enredo da história. Eu juntei as partes dela às informações que eu orientei Jelaila a pesquisar.

Em sua Bíblia, que nós, a sua raça paterna, deixamos para vocês, há uma linha que diz “provai todas as coisas” e esta linha de pensamento, seguramente, pertence à história que eu compartilharei. Em um certo ponto dela eu darei à Jelaila os títulos e os autores, mas eu os encorajo a que pesquisem por si mesmos (Procure descobrir, por você mesmo, como o SENHOR Deus é bom. Feliz aquele que encontra segurança nele! Salmo 34.Vers. 8), pois esta é uma boa maneira de provarem por si mesmos a veracidade de minha história. Eu gostaria de começar explicando um pouco sobre mim e meu povo, os seus ancestrais.

Eu sou conhecido pelo nome de Anu em muitos de seus excelentes livros sobre os sumérios, egípcios, e deuses babilônicos de sua história planetária. Eu sou um pleiadiano de pura descendência Lyriana (Constelação de Lyra, cuja principal estrela/sol é VEGA) um membro da Assembléia Real de Avyon. Real simplesmente significa que nós sustentamos os acordos que nosso antepassado, Amelius (um aspecto de Sananda), fez para manter a descendência pura do DNA para o protótipo do DNA Humano.



Constelação de LYRA, cuja estrela principal é VEGA

Como uma raça, nós somos altos, normalmente entre nove a onze pés (de 3 a 4 metros), temos cabelos dourados ou prateados, olhos azuis e pele clara. Eu particularmente tenho 3 metros de altura, cabelo loiro prateado e olhos azuis. Todos os humanos de Lyra tinham o cabelo genuinamente loiro prateado, olhos azuis e pele clara. Os matizes dourados de nossos corpos e cabelos foram introduzidos por nosso acasalamento com os seres-leão, ou como alguns os chamam, os Felinos.

Meus antepassados vieram de um planeta chamado Avyon, no sistema de Vega, da Constelação de Lyra. Foi em Avyon que a espécie humana foi originalmente semeada e desenvolvida pelos Felinos, por ordem dos Fundadores e da Hierarquia Espiritual Universal. Este é também o lugar em que Sananda, um dos nove Fundadores de nosso Universo, se fragmentou a si mesmo para criar Amelius. Amelius foi a primeira alma no primeiro humano em Avyon. Sua linhagem tornou-se conhecida como a linhagem Amelius – a Casa Real de Avyon.

A Casa Real de Avyon mudou-se e estabeleceu-se nas Plêiades há muitos milhões de anos atrás, pelo tempo de vocês. Comparado a outros agrupamentos de estrelas na Galáxia Via Láctea, as Plêiades são alguns dos mais novos sóis-estrelas e planetas. Nossos ancestrais, conduzidos pelo patriarca familiar, Devin, receberam as Plêiades como sua nova casa, dada pelos nove Fundadores de nosso universo depois que o planeta original deles, o Lyriano Avyon, tornou-se inabitável.

Nós somos uma raça de pessoas independentes. Mas não foi sempre assim. Antes da criação de Nibiru, nós éramos pessoas que expressavam apenas as qualidades femininas. Desde que estamos em Nibiru, estamos experimentando o lado masculino, que nos dá nossa independência. Como uma raça nós estamos trabalhando para encontrar o equilíbrio entre os dois, o “ponto de integração” como vocês diriam. Eu gostaria de dar agora, informação sobre o próprio Nibiru. Ele é um belo e vermelho planeta criado artificialmente. O ouro em nossa atmosfera dá ao planeta uma tonalidade magenta, e nós vivemos dentro dele e não na superfície, como vocês. O lado exterior do planeta é envolvido em uma espécie de substância metálica não existente em seu planeta Terra.


O Aglomerado Aberto M-45 as Plêiades, com Alcyone, a principal estrela do conjunto de quase quinhentos sóis, esta assinalada no círculo em Vermelho. É o Logus do nosso Sol (sub Logos) local em nosso sistema solar. Na Bíblia a estrela/SOL Alcyone é mencionada como o “Recente de Dias“, sendo o SOL CENTRAL da Galáxia (Hunab-Ku) o seu Criador e chamado de o “Ancião de Dias” . O nosso sistema solar orbita o Sol Central das Plêiades, Alcyone (a estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, final do 13º Baktun do Calendário MAIA (e do Kali Yuga da Índia) marcou o final de um ciclo desses anos solares.

O campo de força protetor ao redor de nosso planeta/nave dá a ele o brilho muito falado em suas civilizações passadas, incluindo os egípcios. Eles chamavam Nibiru de “a estrela luminosa do firmamento”. Os anéis ao redor de nosso planeta NIBIRU (isso lembra a “muralha” do equador da lua de Saturno IAPETUS) fazem parte do sistema de propulsão que nos move através do espaço e também somam ao brilho de Nibiru. Ele foi criado pela Federação Galáctica como um planeta/força-estelar, como um guardião da paz. Seu propósito é promover harmonia entre as muitas e diversificadas civilizações nos planetas de nossa galáxia.

Sobre IAPETUS acesse o link:
http://thoth3126.com.br/iapetus-nave-mae-abandonada-em-orbita-de-saturno/

As Plêiades são a base atual de todas as civilizações humanas em nossa galáxia, tendo substituído, há muito tempo, o sistema de Vega como tal. Nibiru é aproximadamente quatro vezes maior que a Terra. Nele há espaço para muitas raças e espécies de seres co-habitarem em relativa harmonia, geração após geração. Há lindos lagos, mares, oceanos, montanhas e vales, exatamente como na Terra. Árvores e plantas de toda espécie crescem em profusão. Nibiru foi criado para assemelhar-se ao nosso lar planetário original, Avyon.

Avyon tinha dois sóis e um firmamento tal qual um paraíso tropical. Embora a luz dentro de nosso planeta/nave seja artificial, Nibiru ainda é um verde e exuberante paraíso. Ele tem um dia e uma noite artificiais, com uma abóbada de estrelas à noite. A maioria da vegetação da Terra veio de sementes desenvolvidas em nossos extensos laboratórios e espalhadas por Nibiru. Nós também temos cidades como às de vocês. Considerando-se que nós somos uma força estelar guardiã da paz, nós temos vastas áreas para manutenção e armazenamento de naves de defesa e exploração. A nave espacial Enterprise (do seu seriado de televisão Star Trek), é muito similar, em missão e propósitos, a Nibiru. Em um nível espiritual, Nibiru forneceu um caminho para que nós, os femininamente polarizados pleiadianos, experimentássemos a negatividade.

Tendo que proteger colônias nós estivemos face a face com a negatividade e fomos, então, capazes de experimentar e compreender seus fundamentos baseados no medo. Como uma raça, nós nos tornamos estagnados pela carência da negatividade. A negatividade tem um propósito extremamente útil na evolução espiritual. Como não tínhamos negatividade em nosso planeta, não tínhamos evolução. A solução para nosso problema foi a criação de Nibiru. Ele é magnificamente equipado com a mais avançada tecnologia do universo.

Eu fiquei, me foi dito, como uma criança, no grande dia em que ele foi posto em operação. Havia muito som de trombetas, festa e celebração. Nibiru era mais que uma força estelar. Era, para nós, a representação física de nossa avançada investigação em busca de crescimento espiritual. Ele era também nossa nova casa. O lançamento de Nibiru era uma visão digna de ser contemplada. Meu antepassado, Niestda, foi o primeiro comandante/administrador de Nibiru. Dezessete gerações depois, me foi dado o comando de Nibiru, depois que Alalu, meu meio-irmão, foi convidado a se demitir, a pedido do Conselho Nibiruano da Federação Galáctica. Ele tinha ocupado o comando após a morte de meu pai e serviu nobremente. Ele era um bom comandante, mas já não podia atender às necessidades do povo e à situação naquele momento.

Alalu tinha perdido sua esposa e filha durante uma batalha com os Répteis. Ele sentia que precisava partir, e assim foi enviado à Terra para procurar ouro. Ele apreciou aquele tipo de viagem que lhe ajudou a recuperar-se das mortes de sua esposa e filha. Eu sei que foi escrito que eu o “arranquei à força” do comando em uma grande batalha, mas não foi assim. Isto foi escrito por meu neto, Marduk. Ele mudou todos os registros manuscritos depois que ele se tornou o administrador/comandante. Eu era o comandante de Nibiru até Marduk tomá-lo à força, por volta de 3.200 a.C.

Eu iniciei meu comando há muito tempo, antes de vir para seu planeta, há 480.000 anos atrás. Agora resido em uma nave-mãe pleiadiana fora de Nibiru, junto com minha irmã/esposa Antu, minha filha Ninhursag, meu filhos Enlil e Enki e um anfitrião de outros membros da família.



Atualmente estamos mantendo uma órbita (a nave-mãe pleiadiana) nas proximidades do planeta SATURNO, onde temos extensas instalações de laboratório. Há muitos seres de Nibiru e de outros planetas e galáxias a bordo desta nave mãe pleiadiana, que estão ativamente envolvidos na concretização do Plano Divino para a Terra e seu povo. Há muitos outros extraterrestres, pais de sementes estelares na Terra e também os representantes de pais de raças de estrelas sementes, caminhando a bordo da nave para dar assistência às suas crianças encarnadas na Terra.

Sobre espaçonaves gigantes em Saturno veja mais em:
http://thoth3126.com.br/naves-gigantescas-nos-aneis-de-saturno/

É muito excitante trabalhar com vocês através do nosso povo na Terra. Eles são conhecidos como Emissários da Federação Galáctica do Conselho Nibiruano e também como Avyonianos. Há muitos destes emissários encarnados entre vocês, que estão disseminando assuntos a respeito de seu parentesco e as boas novas sobre a assistência que nós trazemos no encerramento do tempo do drama final de vocês na realidade tridimensional. Logo vocês terminarão este grande drama que estão vivendo e se moverão para a realidade pentadimensional (5ª Dimensão) e se juntarão à maioria de nós que vivemos na 5ª e em dimensões ainda mais elevadas.

Nibiru é quadridimensional neste momento. Nós, na nave-mãe pleiadiana, estamos na 6ª Dimensão. Eu dirijo a 6ª região dimensional do Conselho Nibiruano da Federação Galáctica. Nossa tarefa principal neste momento é ajudar o homem em um processo que nós chamamos de “Recodificação e Reconexão do DNA“, entretanto nós também estamos trabalhando para transmitir a vocês a história de seu universo e planeta. Também trabalhamos com o ministério Crístico da Hierarquia Espiritual da Terra. Eu darei mais informações posteriormente, em poucos instantes.

O Conselho Nibiruano é muito amplo e possui vários níveis, e dá assistência à Terra e a outros planetas em nosso sistema solar, pois trabalhamos com seres de muitas galáxias e sistemas estelares. Neste momento presente nós estamos concentrados em uma aliança com nossa raça conselheira, os Felinos, de Sírius A, e com os Crísticos Sirianos – a chamada Aliança Síriano/Pleiadiana. Juntos, nós estamos trabalhando na recodificação do DNA de vocês. Nós também estamos transmitindo informações sobre a história, bem como sobre a paternidade de vocês.


SÍRIUS, um sistema solar TRIPLO (Sírius a, b e c) a principal estrela da Constelação do Cão Maior e a estrela mais brilhante nos céus da Terra.

Os Felinos provêem ajuda removendo os implantes de DNA de seus corpos astrais e fundindo as doze fitas de DNA em seus corpos astrais – no seu sistema endócrino. Os Sirianos Crísticos provêem assistência nos ajudando a alcançar aqueles na Terra que estão prontos para abraçar o processo de recodificação do DNA. Eles trabalham com os guias desses indivíduos e os encorajam a desbloquear e limpar seus corpos, como uma preparação para o processo. Agora eu gostaria de levar vocês para uma jornada de regresso no tempo para compartilhar a história de seu universo com vocês.

Anu e a História Universal:

Eu começarei esta história com uma breve avaliação de como o universo é organizado e administrado. Nosso universo é composto de muitas galáxias, estrelas e planetas e as Hierarquias Espirituais vigiam tudo disto. Há muitas hierarquias diferentes. A Hierarquia Universal é como o “Conselho de Diretores” de uma grande corporação. As outras Hierarquias vigiam diferentes galáxias, as constelações e sistemas estelares, e, além disso, existem as Hierarquias que vigiam os planetas individuais e as estrelas/sóis. Estas são as Hierarquias Planetárias. Todas as Hierarquias são compostas de almas que escolheram servir nos reinos angelicais. Amelius/Sananda, embora não seja do reino angélico, está encarregado da Hierarquia Espiritual planetária de vocês, já que ele é o mais importante dos Sirianos Etéricos, os herdeiros da Terra. Outro tipo de Hierarquia assessora o Plano Divino de diferentes grupos de almas. Eu discutirei isto brevemente.

Almas

Há dois tipos de almas: aquelas que encarnam e aquelas que não o fazem. Aquelas que não encarnam são chamadas anjos. Aquelas que encarnam são chamadas os encarnados. Todas as almas são fragmentos do Divino Criador, ou como muitos de vocês dizem, Deus. Os anjos aprendem e evoluem exatamente como o restante de nós, eles apenas o fazem de um modo diferente. Os anjos evoluem servindo e auxiliando os encarnados, como membros das Hierarquias espirituais. Os encarnados, as suas almas, evoluem aprendendo a servir uns aos outros. Assim, em essência, todas as almas evoluem através do serviço mútuo. Serviço é sinônimo de Amor Incondicional e Amor Incondicional mútuo é o que todos nós nos esforçamos para alcançar.

Grupos de alma

As almas são divididas em grupos, de acordo com a preferência que elas têm pela evolução (anjos ou encarnados) e pelo seu nível de evolução. O agrupamento dos encarnados torna mais fácil a administração dos Planos Divinos. As almas se movem para dentro e para fora dos grupos conforme elas evoluem. Algumas almas evoluem mais rapidamente que outras. Agrupamentos de almas são agrupamentos dentro de grupos de almas maiores. Os agrupamentos consistem de não mais de quinze almas, que estão juntas para trabalhar em uma lição específica, como por exemplo, impulsividade ou egoísmo. Uma vez a lição aprendida, as almas passam para outros grupos para aprender outras lições. Mentores são colocados para cada grupo de almas para ajudá-las durante suas encarnações e após, quando elas voltam ao Espírito (desencarnam).

Os Grupos de Almas da Terra

Neste momento há um imenso grupo de almas usando a Terra, os Sirianos-Terrestres. Este particular grupo de almas é um grupo para o qual o corpo físico com duas fitas de DNA como o vosso foi criado. Todas as almas na Terra usam os veículos de DNA de duas fitas, sem se darem conta da sua verdadeira origem planetária. Na Terra há também muitos outros grupos menores de almas. As Sementes Estelares e os Walk-Ins constituem alguns destes grupos menores. Agora olhemos para o Grande Plano Divino.


ANU, um gigante, o senhor de Nibiru, representado pela estrela dentro do círculo, gravados em uma estela suméria.

ANU em O Grande Plano Divino:

Tudo em nosso universo é uma parte do Divino Criador. O Divino Criador, a quem eu me referirei apenas como Ele por uma questão de simplicidade, estava em um estado de primazia absoluta e perfeição, e, depois de um tempo, isto se tornou bem enfadonho. Assim, o Divino Criador decidiu que Ele desejava experimentar mais de Si mesmo. Para fazer isto, Ele teve que fragmentar a Si mesmo em muitos pedaços, e Ele fez justamente isto. Ele se fragmentou em milhares de pequenos Divinos Criadores. Cada um era uma cópia em papel-carbono d’Ele, e Ele os chamou de Primeiras Almas-fonte.

Cada uma tinha a habilidade de criar, manifestar, entender e sentir emoções de todo tipo. Em essência, elas eram Deuses como Ele. Por isto é que falamos que vocês são Deuses encarnados, da mesma forma que nós somos Deuses encarnados. Cada um de vocês é um fragmento do Divino Criador, como eu e todos os outros. Cada um de nós é igual a Ele, desde que temos os mesmos poderes de entender, criar, etc. É o que nós fazemos com nosso poder e é “como” nós o sentimos que provoca os sentimentos de desigualdade. Estas Primeiras Almas-fonte foram divididas em duas linhas de evolução: Angélica e Encarnada. As almas encarnadas têm doze dimensões através das quais evoluir e as almas angélicas têm sete reinos para seu processo evolutivo.

Os anjos e os encarnados não poderiam evoluir um sem o outro, o que significa que eles teriam que trabalhar juntos para a evolução de todos. Para evoluir, as almas precisavam experimentar algo que criasse desenvolvimento. Assim o Divino Criador criou “jogos” para que isso ocorresse – como o jogo principal de vocês, que é chamado Jogo da Integração das Polaridades. Este Jogo necessitou que fossem criados papéis para “a Luz” e “as Trevas”. A tarefa era experimentar todas as facetas de cada uma e aprender a integrar ambas (a integração das polaridades). Uma vez uma alma alcance isto, ela será reunificada com o Divino Criador.



O Criador Divino também incluiu uma fórmula ou ferramenta para se conseguir alcançar a integração das polaridades. Esta fórmula é chamada Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão. Considerando-se que o Divino Criador é a essência do Amor, a tarefa era aprender Amor Incondicional e Compaixão por todos os seres, independentemente do papel que eles estejam atualmente desempenhando.

Esta fórmula seria dada a todas as almas, exatamente antes dos acontecimentos finais dos jogos planetários delas. A fórmula estaria disponível a todas as almas no planeta. Seria usada para liberar permanentemente as emoções negativas dos seus corpos, desta forma iluminando-os. Uma vez que um determinado número de almas completasse esta tarefa, o planeta Terra seria transferido para a próxima dimensão, elevando consigo todos os outros planetas, tanto os à sua frente quanto os detrás, levando-os a um ponto mais próximo da reunião com o Divino Criador. Depois veio a criação do Plano Divino.

Cada universo, galáxia, estrela, planeta e alma tinham um Plano Divino, e os anjos, nas Hierarquias, supervisionavam a todos. Os anjos também tinham o Plano Divino deles. Vocês também têm um Plano Divino individual para a sua evolução e também estão trabalhando ao mesmo tempo no Plano Divino de seu grupo de alma, no do seu planeta, no da sua galáxia e no do seu universo. Não é de estranhar que vocês estejam tão ocupados!

Nosso Plano Divino Universal:

Nosso Plano Divino Universal foi criado pelos Construtores em conjunto com a mais recentemente organizada Hierarquia Espiritual Universal: os Criadores de Jogos – os noventa Felinos e Carians. Os Construtores eram um grupo pequeno de Primeiras Almas Fontes, que haviam se associado. Eles são chamados, por muitos em seu planeta, de O Conselho dos Nove.

Os Fundadores escolheram o Jogo de Integração das Polaridades para seus universos prestes a serem criados. Os Construtores pediram a ajuda de seres de outro universo que já tinham completado o mesmo jogo: os Felinos e Carians.

No universo deles, os Felinos tinham representado “a Luz”, e os Carians “a Escuridão”. Foi então solicitado a eles que construíssem o universo, criassem as formas de vida (inclusive os veículos físicos para as almas), e semeassem os planetas e estrelas. Os portões estelares, dimensões, portais e níveis precisariam ser criados também. Os Engenheiros Felinos de Construção Universal criaram os planetas e os Engenheiros Genéticos Felinos criaram as formas de vida, enquanto os Engenheiros Magnéticos Carians cuidaram dos portões estelares, dimensões, portais e níveis.

As duas raças principais criadas para o Jogo foram “os Humanos” e “os Répteis”. Os Humanos foram criados à imagem dos Felinos e os Répteis foram criados à imagem dos Carians. Depois que a construção estava completa, os Fundadores pediram para mais um grupo de Felinos e Carians ajudar. Desta vez foi para montar o próprio Jogo. Noventa Felinos e Carians que responderam ao pedido foram os Projetistas do Jogo. Todos eram experientes jogadores do Jogo de Integração de Polaridades, tendo conseguido possibilitar esta integração para incontável número de almas em muitos universos, galáxias e planetas. Todos eles eram Primeiras Almas Fontes.

Os Criadores organizaram reuniões com os 90 Engenheiros e o projeto do Jogo foi desenvolvido. Foi decidido que os 90 se dividiriam da seguinte maneira: 45 nasceriam na Linha Luciferiana, dos Répteis e 45 nasceriam na Linha de Amelius dos Humanos para começar o Jogo. Isto introduziria nas duas raças uma memória genética de um Jogo de Integração de Polaridades já completado. Os Inspetores do Jogo residiriam nas 10ª e 11ª dimensões como o Conselho dos Vinte e Quatro e o Conselho dos Doze. Os Diretores de Jogo residiriam na 12ª dimensão, como o Conselho dos Nove.



Um ser extraterrestre Grey da Constelação de LYRA, sistema solar de VEGA.

Quando todos já estavam com suas funções determinadas, os 90 Projetistas do Jogo escolheram um, dentre eles mesmos, para os representar no Conselho dos Nove. O escolhido foi Devin. Devin é o nono membro do Conselho dos Nove. O papel de Devin era começar o Jogo através do nascimento na Linha de Amelius, se tornando o Patriarca. Depois disto, seu principal dever seria permanecer no Conselho de Nove e despertar os outros 89 no espaço de tempo pré-estabelecido para o final dos Jogos planetários e Galácticos.

Quando todas as almas no universo tivessem alcançado a integração das polaridades, o jogo seria terminado e nosso universo seria reunificado com o Divino Criador. É nisto que eu e vocês estamos trabalhando agora. A conclusão do Jogo de Integração de Polaridade na Terra moverá o universo a um passo próximo da reunificação com o Divino Criador. Eu vou agora explicar brevemente a parte do Plano Divino da nossa Galáxia que pertence a vocês e a mim.

Nosso Divino Plano Galáctico:

Dentro do plano de nossa galáxia havia quatro raças principais de seres envolvidas em nosso Jogo de Integração de Polaridades. Eu me refiro agora àqueles que desempenham os papéis principais nesta história. São eles os Humanos, os Répteis, os Felinos, os Carians e seus Criadores. Embora existam muitas outras espécies de seres encarnadas em nosso universo, eles, como os Humanos e os Répteis, também são descendentes dos Felinos e Carians. O Plano Divino pediu aos Répteis para representarem as Forças Escuras e os Humanos para representarem as Forças da Luz como um todo, embora cada um de nós experimente a vida em ambos os lados (a Luz e a Escuridão), em algum momento durante nossa evolução. Os Felinos criariam os Humanos e Répteis. Os Carians dariam proteção para cada raça até que ela pudesse defender-se sozinha. Cada grupo de almas aprenderia a evoluir através do papel que eles desempenhassem no Plano.

É muito mais complicado que isto, mas eu deixarei os detalhes para outro livro. Esta aqui é somente uma visão geral. Os Répteis e os Humanos aprenderiam a mover-se para além do medo, ódio e preconceito, e aprenderiam a ativar a Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão dentro de seus códigos. Assim eles valorizariam o amor e apreciariam as diferenças de cada um. Isto era e ainda é a meta evolutiva deles, e nossa galáxia está proporcionando o palco para a representação deste drama.

Fonte: http://www.nibiruancouncil.com/

Parte 1 de 2. Continua …

Para saber (INFORMAR-SE) mais veja em:
  1. http://thoth3126.com.br/pao-e-circo/
  2. http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/
  3. http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-sistema-estelar-de-draco/
  4. http://thoth3126.com.br/angelina-jolie-e-parte-de-um-esquema-de-controle-muito-sutil-e-inteligente/
  5. http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/
  6. http://thoth3126.com.br/o-colapso-do-nosso-mundo-comecou-veja-14-sinais-disso/
  7. http://thoth3126.com.br/o-cinturao-de-fotons-acelera-as-mudancas/
  8. http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-2b-explosivo/


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.



www.thoth3126.com.br

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Dezembro 01, 2014

chamavioleta

Conselho de Nibiru- Parte II

Nós somos os Nibiruanos

Posted by Thoth3126 on 30/11/2014



We are the Nibiruans, Book OneAprenda sobre a vida na Terra, os nibiruanos, a nossa história galáctica, as estrelas sementes, walk-ins (entrantes), como se recodificar o seu DNA (ADN) e muito mais… 

A Missão Relembrada


The Mission Remembered, Book Two
Os Nibiruanos revelam o seu trabalho para se prepararem para após 2012. Descubra os eventos galácticos que nesses dias de final dos tempos estão sendo relançados na Terra entre agora e até o final deste ciclo. – Jelaila Star.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Primeira parte em:  
http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/

Fonte: http://www.nibiruancouncil.com/

ANU fala sobre O GRANDE PLANO DIVINO:

Mais uma vez nós temos um multifacetado e complexo plano. Ele inclui a finalização do Divino Plano Avyoniano e o Divino Plano dos Sirianos Etéricos. Os Sirianos Etéricos são os Humanos de Lyra que foram movidos para Sírius B e, eventualmente, tiveram a Terra concedida como seu lar pelos Criadores. A finalização do Divino Plano Avyoniano permitiria aos Sirianos Etéricos completarem o deles. Antes que eu prossiga, é necessário nos aprofundarmos um pouco mais sobre cada raça.

Os Felinos: Os Felinos são aqueles que muitos de vocês chamam de seres-leão. Eles são de um universo que já se completou. Chegaram em nossa galáxia quando ela estava sendo construída. Foram convidados pelos Construtores e pela Hierarquia Espiritual Universal para serem os mestres geneticistas do nosso universo. Eles residem em uma estrela na constelação do Cão Maior conhecida como Sírius A e não devem ser confundidos com os Humanos que colonizaram Sírius B. Eles viviam em Sírius A muito tempo antes dos Humanos de Lyra chegarem. 



Representação de Nibiru, no Disco com uma estrela e o gigante Annunaki/Nephilim ANU, o Senhor de Nibiru, em estela encontrada na antiga Suméria, hoje Iraque.

Eu gostaria de introduzir aqui uma pequena história do Sistema Estelar de Sírius.Há três estrelas no Sistema Estelar de Sírius: Sírius A, Sírius B, e Sírius C. Sírius B foi a primeira estrela e, quando implodiu, criou Sírius A e C. Quando os primeiros humanos chegaram em Sírius B, vindos de sua residência temporária nas colônias humanas do Sistema Veganiano da constelação de Lyra, receberam muita ajuda dos Felinos. Sírius C é atualmente usado para armazenar materiais e suprimentos.

Tiamat (a Terra, hoje com polaridade feminina e positiva) também foi criado da implosão de Sírius B, assim como Nibiru(Hoje com polaridade negativa e masculina). Quando se decidiu criar uma Força Estelar, este gigantesco pedaço de rocha que flutuava no espaço perto das Plêiades foi localizado por meus antepassados e foi transformado em uma Força Estelar/planeta. (n.t.- Aqui temos como compreender a nossa forte conexão com esse sistema estelar de SÍRIUS, pois o nosso planeta Terra (Gaia-feminino) e Nibiru (Masculino) teriam se originado após uma grande modificação nesse sistema, com matéria oriunda de Sírius, ejetada há cerca de 4,5 bilhões de anos).


Constelação do Cão Maior, onde esta situado o grupo estelar de SÍRIUS A, B e C, a estrela maior e mais brilhante na foto.

Assim vocês poderiam dizer que Nibiru é MEIO Síriano e Pleiadiano. Os Felinos são os mestres geneticistas de nosso universo, como eram também deles mesmos. Eles criaram todas as formas de vida nos planetas e estrelas em nosso universo. Isto inclui vegetação, animais, e os veículos (corpos) físicos que as almas usam para sua encarnação. Eles são seres altos, com cabelos vermelho-dourado e, normalmente, olhos castanhos ou verde-dourado. Os Felinos são seres poderosos, altamente evoluídos, amorosos, gentis e de natureza benevolente.

Quando nos ferimos em batalha, vamos até eles para nos curar, pois eles são os doutores do universo. Eles nunca tomam partido em qualquer guerra, pois já completaram as lições de integração das polaridades e Amor Incondicional. Eles também cuidam das almas que sofreram severos danos emocionais nas encarnações e que são enviadas aos Felinos para serem tratadas depois da morte. Os Felinos vivem na 6ª dimensão para executar o trabalho deles, embora sejam seres de dimensões mais elevadas. A 6ª dimensão é a dimensão da criação, onde a energia torna-se física. Os Felinos trabalham muito unidos com as Hierarquias Espirituais dos diferentes planetas e galáxias em nosso universo.

Quando é decidido que uma alma-grupo precisa de um planeta e um veículo físico para encarnação, são os Felinos que são nomeados para a tarefa de preparar o planeta e criar os corpos. Houve tempos em que eles também criavam planetas. Os Felinos são fortemente envolvidos com a história de vocês. As esfinges encontradas ao redor do mundo são uma lembrança da existência e do envolvimento deles. Você alguma vez se perguntou por que o leão é o rei da selva, embora ele não seja o maior? Os Felinos deixaram os leões e todos os gatos para serem os transmissores de informação para Sírius A.

Os leões em particular, foram transformados em reis da selva para que eles não fossem dizimados e pudessem, então, continuar sendo transmissores de informação ao longo dos muitos milhares de anos que a Terra e os seres humanos precisariam para completar o Plano Divino deles.

Os Gatos são o vínculo de informação entre a 3a. e a 6a. dimensão. Muitos de vocês sabem que freqüentemente os reis e rainhas tinham um gato de algum tipo como companheiro constante. Antigamente os Faraós do Egito eram guiados pelos Felinos através dos seus gatos. Se você vê alguém que tem o que vocês chamam de “olhos de gato”, isto provavelmente é porque eles são parcialmente de origem Felina.


O sistema estelar triplo de Sírius A, B e C (Digitária como é conhecida pela tribo dos Dogons na África)

Os Carians: Os Carians são um grupo de seres altos com características de pássaros. Eles vieram do mesmo universo dos Felinos – viveram em Sírius A junto com os Felinos. O propósito dos Carians é atuar como uma raça protetora para a evolução dos veículos físicos em um determinado planeta ou estrela. Foram os Carians que protegeram a evolução dos humanos Lyrianos primitivos dos Répteis que desejavam destruí-los.

Os Carians também são responsáveis pela criação do sistema de malha energética de sustentação, portões estelares e portais. Eles são os engenheiros magnéticos enquanto os Felinos são os engenheiros genéticos. Os Carians também deixaram uma marca registrada do envolvimento deles conosco na forma da Fênix e da Águia, como também do Corvo e do Falcão. Estes pássaros eram (e ainda são) sagrados para muitos povos.

Os Carians trabalham de mãos dadas com os Felinos. Eles provêem proteção para planetas e estrelas que ainda estão desenvolvendo uma raça guardiã de seres, como os Humanos. A tarefa deles está completa quando os guardiães daquele reino evoluem a ponto de eles mesmos protegerem o planeta. Os Carians assumiram a responsabilidade de proteger as colônias Humanas em nossa galáxia, antes de Nibiru ser criado. Os Carians não usam armas militares para proteção. Em vez disso, eles usam energia para criar bloqueios nos portais de entrada e saída de um planeta, portões estelares e dimensões.

Os Répteis: Os Répteis são conhecidos por muitos como os Reptilianos. Eles foram criados muito tempo antes dos Humanos, no planeta de Aln, na constelação de Órion. Os Répteis foram criados primeiro e isto os tornou tecnologicamente superiores. Eles já tinham realizado viagens espaciais quando nós, os Humanos, ainda emergíamos dos oceanos em Vega. Os Répteis, também conhecidos como as Serpentes, os Dragões, e os Lagartos (afetuosamente chamado por alguns, de Lizzies), possuem vários tipos, cores e tamanhos.

Eles normalmente são verdes, marrons, bronze, negros ou uma combinação de qualquer uma destas cores. Seus olhos são verdes ou vermelhos. A pele é escamosa ou lisa e fria ao toque. Eles possuem as sensações dos cinco sentidos, mas não todas as emoções. A morada base dos Répteis é a constelação de Órion e seu vizinho Sigma Draconis da Constelação do Dragão, onde o povo Dragão vive.


Constelação de Órion, as três estrelas centrais são conhecidas no Brasil como as Três Marias, mas são Mintaka, Alnilan e Alnitak, cujo alinhamento é idêntico ao das três grandes pirâmides do Egito.

Os Répteis colonizaram muitos planetas e sistemas estelares em nossa galáxia Via Láctea. A eles foi conferido o “mito da criação” que declarava que eles eram os “donos da galáxia” e tinham o direito de colonizar qualquer planeta ou estrela que desejassem. E se houvesse uma raça não-réptil presente, eles poderiam e deveriam destruí-la. Agora você pode imaginar como as outras raças se sentiam!

Este “mito da criação” causou a morte e destruição de muitos planetas e povos em ambos os lados. Mas, deixem-me relembrá-los: os Répteis foram criados por ordem dos Construtores para representar o masculino, ou lado escuro, e os Humanos foram criados para representar o feminino, ou lado luminoso, neste Jogo de integração de polaridades.

Integração das Polaridades: Assim, por favor, não os julgue, porque eles estão apenas desempenhando seus papéis.Os Répteis colonizaram a Terra mais de uma vez. Eles a colonizaram inicialmente quando ela ainda era Tiamat, e então novamente, depois que Tiamat rachou ao meio e se tornou conhecido como Terra. Mas, a segunda vez não foi uma colonização propriamente dita. Foi, na verdade, a reorganização dos remanescentes dos Répteis que tinham ido para o subterrâneo durante e depois da destruição de Tiamat.

As cobras e lagartos dos seus dias atuais são os descendentes dos Répteis. Os dragões também existiam aqui, e seus mitos de dragões voadores não são mitos de forma alguma. Eles eram reais! Quer voce acredite ou não (n.t. existiam Dragões durante o médio período de Atlântida). Os Répteis são mais avançados tecnologicamente – (masculino, escuro), do que espiritualmente – (feminino, luz). Isto é o que eles estão aprendendo a equilibrar, da mesma maneira que nós os Humanos estamos aprendendo a equilibrar o outro modo.

Os Humanos: A raça humana evoluiu a partir de Vega, sistema estelar da constelação de Lyra, no planeta Avyon. Como eu mencionei antes, os Humanos foram criados à imagem dos Felinos. A eles foi dado um “mito da criação” diferente do mito dado aos Répteis.O mito de criação Humano especifica que os Humanos também podem colonizar qualquer planeta ou estrela que eles escolherem, mas, se eles encontrarem outra raça no planeta, eles têm que negociar um tratado de paz e se esforçar para viver em harmonia com a raça vizinha.

Répteis e Humanos mantêm uma característica pura do DNA para futura semeadura. Estas são as Casas Reais: a Casa Real dos Répteis é a Casa de Aln e a Casa Real dos Humanos é a Casa de Avyon, mencionada anteriormente. Agora que vocês viram um pouco mais profundamente as quatro raças principais, eu continuarei minha história. Deixe-me começar do ponto em que os Fundadores estavam prontos para que os Felinos criassem a espécie humana. Tenham em mente que os Felinos já tinham criado os Répteis e que estes já tinham alcançado a fase das viagens espaciais a esta altura.

Os Felinos começaram semeando Avyon para a nova raça de Humanos. Os Humanos começaram nos oceanos e paulatinamente moveram-se para a terra. Darwin estava correto quando declarou que o homem começou nos oceanos. Na fase de primata aquático, os Felinos tiraram a maioria dos primatas do oceano e os aprimoraram para a fase de um humano bípede. Os primatas aquáticos restantes, baleias e golfinhos, permaneceram no oceano para manter a biosfera de Avyon. A manutenção da biosfera é crítica para qualquer planeta sustentar vida.

Uma vez que os humanos em Avyon tinham evoluído ao ponto de realizarem viagens espaciais, eles colonizaram outro planeta na constelação de Lyra. Eles nomearam o planeta com o nome Avalon. A nova colônia foi estabelecida como uma sociedade feminino-polarizada, em harmonia com o sistema social de Avyon. Logo os Répteis chegaram trazendo com eles sua tecnologia superior e a sua forma masculino-polarizada de sociedade. Isto foi bom porque eles criaram a primeira oportunidade para integração de polaridades. Infelizmente, sem experiência e conhecimento espiritual suficiente, divergências e conflitos aconteceram.



O Yin-Yang o princípio Universal da Dualidade, opostos que se atraem e se completam e assim CRIAM.

Permitam-me explicar-lhes:

Os Répteis se sentiram ameaçados quando perceberam que os Humanos estavam saindo de Avyon. O que aconteceria se os Humanos assumissem o comando da galáxia inteira? Onde eles, os Répteis, viveriam? Na mente deles este esforço pioneiro tinha que ser bloqueado. No princípio não havia uma confrontação direta entre os Répteis e os Humanos. Esta não era a maneira Réptil usual de agir.

Ao invés disso, os Répteis fizeram a coisa que mais sabiam fazer: começaram a se infiltrar na colônia e semear a discórdia entre as pessoas, enquanto, ao mesmo tempo, cortejavam a amizade e a confiança dos Humanos, oferecendo lhes a sua tecnologia. Isto criou uma divisão entre aqueles que queriam evoluir espiritualmente e aqueles que queriam evoluir tecnologicamente. (Algo semelhante esta acontecendo em nosso planeta Terra hoje, nos dias atuais)

A discórdia continuou a crescer, até chegar ao nível da guerra civil, momento em que os Répteis saltaram para o lado dos colonos masculinamente propensos, e o resultado foi a quase destruição da colônia e do planeta. Se vocês olharem em seus livros de história, encontrarão evidências da influência e táticas reptilianas nas guerras e disputas em seu planeta – primeiro, semeando grãos de discórdia e depois, tomando partido que conduz à destruição.

Depois da quase destruição da colônia de Avalon, os Construtores decidiram mover os Humanos para Sírius B, para continuar trabalhando na integração das polaridades masculino/feminino, mas desta vez sem a interferência dos Répteis. Este plano teve um sucesso parcial.

O que aconteceu foi uma maior divisão entre os, agora, Humanos Sirianos (o nome deles foi mudado de Humanos Lyrianos para Humanos Sirianos). Um grupo humano não-fisico, os Sirianos Etéricos evoluídos, dedicou-se à busca do conhecimento espiritual e cura, acentuando a polaridade feminina e o modo de vida Lyriano. O líder deste grupo não foi outro, senão Amelius (um aspecto de Jesus/Sananda).

O restante dos Humanos Sirianos escolheu permanecer em um estado físico, masculino polarizados – os Sirianos Físicos. Uma vez mais os Construtores e as Hierarquias Espirituais sentiram a necessidade de mover ambos os grupos de Humanos para novos locais para que pudessem continuar trabalhando na integração das polaridades. Desta vez, os planetas escolhidos foram Aln na Constelação de Órion, e Tiamat/Terra.

Considerando que os Sirianos Físicos estavam masculino-polarizados, eles foram enviados para Aln, a casa dos Répteis, para estabelecer uma nova colônia, praticamente no quintal Reptiliano. Este grupo se tornou os Humanos de Órion.

Esperava-se que esta mudança os permitisse entender melhor a si mesmos e à polaridade masculina deles, estando no mesmo planeta com os Répteis. Mas isto não deixou os Répteis muito felizes, e não demorou muito para as batalhas começarem, e a colônia de Aeonian quase foi destruída. Os colonos Humanos foram transformados em escravos pelos Répteis. Finalmente a colônia Alniana foi reconstruída e o drama da integração das polaridades continuou, mas agora havia um novo jogador no jogo: A Liga Negra.



A LIGA NEGRA: A Liga Negra começou como um pequeno grupo de Humanos de Órion que formaram uma Liga de oposição ao abuso de poder dos Répteis que os haviam escravizado. Mais tarde um grupo da Liga Negra escaparia de Órion e viajaria para Tiamat/Terra, em busca de um novo começo (n.t. estes seres entraram em contato com os nazistas alemães em 1938 e lhes transferiram parte de sua tecnologia.

Ver mais em:
http://thoth3126.com.br/operacao-highjump-conexao-ufo-dos-nazistas-na-antartica/
http://thoth3126.com.br/sociedades-secretas/
http://thoth3126.com.br/nazismo-os-arquivos-secretos-da-waffen-ss/.

Os Sirianos Etéricos de Sírius B, liderados por Amelius, declararam Tiamat, Terra como seu novo lar. Os Sirianos Etéricos precisariam conseqüentemente tornarem-se fisicalizados novamente, para cumprir as responsabilidades para com uma raça guardiã do planeta. Assim, os Felinos semearam o planeta para suprir esta necessidade.

Quando os Sirianos Etéricos chegaram, eles encontraram a nova raça guardiã do planeta na fase aquática. O Sirianos Etéricos assumiram o papel de guardiães para esta nova raça e amorosamente protegeram seus futuros veículos físicos, atendendo as necessidades espirituais e físicas deles. A vida transcorria conforme planejada, até que um grupo de Sirianos Etéricos começou a “passar o tempo” em corpos de animais no planeta. Depois de um tempo, isto se tornou uma real preocupação para os Sirianos Etéricos restantes. Eles estavam bem cientes que “o pensamento se torna realidade”, e se seus irmãos e irmãs continuassem a passar muito tempo nesses corpos, eles esqueceriam que eram etéricos e ficariam grudados ao corpo daqueles seres.

A espécie Humana na Terra experimentou esta mesma situação. Os seres humanos esqueceram que são almas em corpos físicos. Em vez disso, acreditaram e a maioria ainda acredita que são corpos físicos com almas. Foi isto que ocorreu com os Sirianos Etéricos. Devido à Lei Cósmica do Livre-Arbítrio, os restantes dos Sirianos Etéricos não podiam impedir, interferir nesta escolha de seus irmãos e irmãs.

Assim, um plano foi feito para corrigir a situação. Uma porção dos Sirianos Etéricos se tornaria os Sirianos Crísticos e criaria o Ofício do Cristo. Ele seria ligado à Hierarquia Espiritual Planetária e supervisionaria a operação de resgate de seus irmãos e irmãs que estavam em corpos animais (Sirianos Terrestres). Este plano, como a maioria dos planos galácticos, levaria muitos milhões de anos para se completar.



Agora, de volta aos Répteis: Os Répteis ouviram certos rumores galácticos de que um novo planeta estava pronto para sustentar Vida. Como eles acreditavam que era seu direito, partiram para Tiamat/Terra para colonizá-lo. Quando eles chegaram, encontraram a civilização de primatas humanos evoluindo sob a guarda dos Sirianos Etéricos. Os Construtores permitiram aos Répteis colonizarem Tiamat/Terra porque eles sentiam que esta nova tentativa de integração das polaridades provavelmente seria bem-sucedida. Os Sirianos Etéricos começaram a enviar energia positiva para aos Répteis, na esperança de amansá-los e ajudá-los a se libertar das lendas referentes à criação deles. Se isto acontecesse, os Répteis poderiam trabalhar e viver em harmonia com a raça dos primatas.

Durante algum tempo isto aconteceu. Logo após a chegada dos Répteis, Amelius pediu para que Devin deixasse a casa dele em Avyon Lyra e viesse para Tiamat/Terra contribuir com o DNA para aprimorar os primatas para o nível humano. A Linhagem Real Amelius era a única descendência humana pura no universo. Assim, teve que ser mantida separada para assegurar sua pureza para futuros aperfeiçoamentos do DNA. Este aprimoramento tornou, os agora Humanos, mais parecidos com os Répteis. Embora eles ainda não fossem tão tecnologicamente avançados, eles eram mais evoluídos espiritualmente, e maturidade espiritual por parte de pelo menos uma raça é uma necessidade para que a integração das polaridades possa ocorrer.

A Linhagem de Amelius: A Casa Real de Avyon: Amelius foi a primeira alma a encarnar no corpo do primeiro veículo físico humano em Avyon. Amelius estabeleceu uma linhagem em Avyon, da mesma forma que seus descendentes, Devin e depois Abraão, estabeleceram linhagens no planeta Avyon Pleiadiano e na Terra. Amelius sustentou o acordo inicial que fez entre sua sobre-alma Sananda e os outros oito Construtores. Ele manteve uma linhagem e DNA puros para o protótipo humano criado à imagem dos Felinos:alto, cabelos louros prateados, olhos azuis, e pele branca.

Depois que Devin e sua família completaram suas tarefas em Tiamat/Terra, eles foram para as Plêiades para lá estabelecer a Linhagem de Amelius. Escolheram um planeta para colonização e o nomearam Avyon, que é a 7ª irmã perdida das Plêiades depois do seu planeta de origem na constelação de Lyra. Assim como os descendentes de Abraão determinaram que a terra de Canaã seria o novo lar deles, Devin havia determinado as Plêiades como sua nova morada.

Devin e a sua família ampliada, mais uma vez sustentaram a promessa de manter uma pura descendência genética, e assim eles casaram entre si. Eles também polarizaram para o lado feminino. Depois de muitas gerações eles ficaram estagnados, tendo reprimido o lado masculino deles. Esta estagnação foi pré-planejada pelos Construtores e Criadores de Jogos, quando eles iniciaram o desenvolvimento do Jogo para o universo.

Para dar um primeiro salto na estagnação espiritual deles, os Avyonianos passariam para o próximo passo no Jogo Universal da Integração das Polaridades: a destruição de Avyon pelos Répteis masculino-polarizados. Esta destruição criaria um bloqueio emocional tão grande no psiquismo dos Avyonianos, através dos Répteis, que isto levaria milhões e milhões de anos para ser integrado. Isto garantiria a prorrogação do jogo de integração das polaridades por um longo tempo. Este bloqueio Avyoniano seria transferido para a Terra através da Casa Real de Avyon, em Nibiru. A dissolução deste gigantesco bloqueio através da integração mudaria a Terra para o 5º nível dimensional nos anos finais do Jogo.

Mais sobre isto em uma futura publicação. (livro 2)

Após a destruição de Avyon, a Linhagem de Amelius foi transferida para Nibiru. Isto foi feito levando uma filha da Casa de Avyon para outro planeta Pleiadiano, para se casar exatamente antes da destruição de Avyon. A criança nascida daquela união foi Niestda, o futuro primeiro governador-comandante de Nibiru. Dezessete gerações mais tarde eu, Anu, me tornei o governador-comandante de Nibiru. Eu transferi a Linhagem de Amelius para a Terra através de uma criança minha. A Linhagem de Amelius também foi transferida para a Terra através do próprio Amelius, encarnando como Adapa (o Adão). Entretanto esta não era uma descendência pura, pois Adão levava os genes de todas as quatro raças raízes universais.

As duas Linhagens de Amelius fundiram-se na Real Linhagem Sacerdotal da Suméria. Isto aconteceu através do envolvimento (acasalamento) de meus membros familiares com a Linhagem de Adão através de Seth, o terceiro filho de Adão. Terah, o pai de Abrahão, nasceu desta linhagem real de Reis-Sacerdotes. A Casa Real de Judah e David foi um prolongamento desta mesma linhagem, através do bisneto de Abrahão, Judah, um dos doze filhos de Jacó. De fato, toda a humanidade viva hoje no planeta é descendente de uma ou de ambas as Linhagens de Amelius.



Constelação do Dragão (Draco) e sua principal estrela, Thuban (mencionada na Bíblia várias vezes como Tubal), origem de uma raça reptiliana que esta na Terra.

Agora, de volta para a Terra: Os Humanos e os Répteis viveram em relativa harmonia por algum tempo. As Serpentes Reptilianas se assentaram de um lado dos Humanos e os Dragões Reptilianos povoaram de outro. Os Humanos possuíam a arte da agricultura e cultivo animal. Eles começaram a produzir uma quantidade excessiva de alimentos, que deram aos seus vizinhos Répteis. Isto até que contribuiu para que as relações se tornassem mais harmoniosas entre as duas raças. Não demorou muito e logo os boatos galácticos e universais começaram a espalhar a novidade. Os Construtores, a Hierarquia Espiritual planetária e os Sirianos Etéricos, estavam próximos aos humanos e répteis, com satisfação. Parecia que a integração das polaridades estava perto de acontecer.

Mas, essas esperanças foram por água abaixo quando um grupo de membros Reptilianos do Conselho de ÓRION em Tiamat para investigar. Eles tinham ouvido as notícias sobre esta maneira harmoniosa de viver e não estavam satisfeitos, pois isso era uma clara transgressão da lenda da criação deles – o mito da criação reptiliana, que dizia que “onde houvesse um planeta habitável era direito deles colonizarem e destruírem qualquer raça que ali existisse”. Os Humanos deveriam ter sido destruídos. Eles falaram insistentemente com o governante da família dos Répteis, mas não conseguiram mudar a mente deles. Assim, decidiram fazer a “coisa habitual” reptiliana: Começaram a disseminar sementes de desconfiança entre os Répteis. Começaram a falar para eles que os Humanos estavam secretamente planejando destruí-los para ficar com Tiamat para si. Isto exigiu do Conselho de Órion cerca de 10.000 anos até a concretização do plano.

O povo da Liga Negra de Órion, que tinha chegado em Tiamat/Terra logo após os Répteis, não teve interesse em apoiar. Eles incitaram os Humanos. A Liga Negra não confiava nos Répteis e ficaria feliz em vê-los destruídos. Rapidamente as duas raças chegaram a um ponto de crise. Os Répteis concordaram em destruir os Humanos através de uma guerra bacteriológica. Os Humanos buscaram a ajuda de seus parentes, os Avyonianos Pleiadianos, junto com os Etéricos Sirianos e outros. Um plano foi feito. Os Humanos deixariam Tiamat/Terra e mudariam para a nave espacial Pégasus, para continuar sua evolução.


Um draconiano

Os Sirianos Etéricos que não se tornaram Sirianos Terrestres (em corpos animais) passariam por mutação, tornando-se mamíferos aquáticos (baleias e golfinhos) e voltariam ao planeta para manter a biosfera, até que seus irmãos e irmãs, os Sirianos Terrestres, pudessem mais uma vez construir uma nova raça de veículos humanos para os Sirianos Etéricos usarem para cumprir seus deveres de guardiões da Terra. Nibiru seria enviado para destruir as colônias Reptilianas, implodindo os geradores de fusão localizados no meio da fortaleza Humana (Tiamat).

Os geradores de fusão mantinham os campos de força magnéticos e elétricos de Tiamat. Uma vez os geradores de fusão fossem destruídos, Tiamat ficaria sem vida e 98% das civilizações dos Répteis seriam destruídas. Os “mutantes” que eram parte Sirianos Etéricos e parte animal também seriam destruídos, libertando assim as almas dos Sirianos Etéricos que os habitavam. Mas eles, como os Répteis, não seriam totalmente destruídos. Uma pequena porção deles sobreviveria, passando a viver nos subterrâneos.

É dito que velhos hábitos dificilmente morrem, e este foi o caso dos Sirianos Etéricos – eles voltariam à nova Terra e continuariam no ciclo encarnacional dos animais. A destruição de Tiamat foi minha primeira missão como o novo governador /comandante de Nibiru. Fui guiado pelo Conselho Nibiruano da Federação Galáctica nesta missão.

Sobre seres reptilianos vivendo em subterrâneos na Terra ver mais em:
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-i/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-ii-2/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-3/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-interior-da-terra-os-arquivos-lacerta-parte-4-final/
http://thoth3126.com.br/os-zulus-e-os-reptilianos-credo-mutwa/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/
http://thoth3126.com.br/a-historia-secreta-do-planeta-terra/
http://thoth3126.com.br/dulce-book-conexao-draconiana-reptiliana-capitulo-13/
http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-sistema-estelar-de-draco/

Eu gostaria de chamar a atenção novamente e falar um pouco sobre a FEDERAÇÃO GALÁCTICA em uma próxima mensagem…



Acima, a Pirâmide de Quéops no Egito esta perfeitamente alinhada com as estrelas e constelações até aqui mencionadas nessa canalização, seria apenas COINCIDÊNCIA?? As três pirâmides em Gizé estão ainda alinhadas com o cinturão de ÓRION, as estrelas, Mintaka, Alnilan e Alnitak, CONHECIDAS NO BRASIL COMO AS TRÊS MARIAS.

MUITO Mais sobre NIBIRU e os Annunaki:
http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-segunda-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
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