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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Maio 13, 2023

chamavioleta

ADAMUS – SÉRIE ALT – SHOUD 8 - 2

Continuação da parte 1 https://chamavioleta.blogs.sapo.pt/adamus-serie-alt-shoud-8-6142961

Vocês não inventaram nada. Vocês sabiam, mas não sabiam como explicar. Vocês não sabiam como quebrar a barreira, a força gravitacional que segura as coisas neste planeta. Essa força gravitacional que pega alguém como vocês, que tenta ir além para as outras esferas e joga de volta pra cá com uma nota presa na camisa, que diz: “Não tente novamente. Conforme-se. Fique na vida. Seja feliz assim. Não tente sair daí. Não tem nada lá.” 

É difícil, quando se sabe que tem alguma coisa lá, quando se sabe que essa coisa lá é talvez não só uma extensão daqui, do que está no planeta, como também é muito diferente de todas as formas possíveis – tem uma física diferente, uma dinâmica diferente –, quando se sabe que o verdadeiro vocês, sua alma, está lá, mas vocês não têm o telefone dela, não conhecem seu endereço, não sabem como chegar lá. Isso talvez tenha sido uma das coisas mais difíceis de todas.

Agora que as esferas se abriram, vocês podem ser corajosos e ousados para ir até lá. O que vocês percebem lá não vem necessariamente dos sentidos humanos nem passam pela mente humana. O que vocês percebem chega de um jeito diferente. É uma sensação. Não é algo intelectual; é sensorial. Vocês podem não ser capazes de definir no momento, mas acabarão conseguindo. Mas, agora, vocês podem ser destemidos, sabendo que existe mais do que isto aqui. Não se preocupem ainda em tentar descrever o que é. Trata-se de ter a experiência. Trata-se de sentir.

Esta coisa sobre a qual estamos falando – ir além das limitações da consciência humana, da inteligência humana e do pensamento humano – é aquilo que levou alguns dos grandes à loucura ao longo do tempo. Pitágoras – Kuthumi – sabia que havia bem mais coisa. Ele brincava com isso matematicamente, mas sabia que havia matemática mesmo além desta esfera. E ele acabou enlouquecendo depois de um tempo, porque ou ele não conseguia chegar lá ou ele não conseguia trazer a coisa pra cá. Esse véu, esse muro, essa barreira era forte demais, e começou a deixá-lo maluco, porque ele sabia que a coisa estava lá.

Ele sabia. Mas, depois, quando fazia seus cálculos habituais e falava com as pessoas, elas o faziam soar como louco, dizendo que ele era um sonhador, que não havia nada mais por aí. A vida é apenas matemática, ciência ou o que for. E ele sabia o tempo todo que havia muito mais coisa, sabia que havia algo mais por aí. É [como] ser aprisionado num lugar sem janela e sem porta, mas ter uma profunda lembrança interna de que existe algo mais. 

Não importa o que todo mundo nesse lugar diga: “Não, não tem nada lá. Por que teria alguma coisa lá? Está tudo bem aqui. Está tudo neste lugar e não tem nada lá.” E vocês sabiam. Vocês sabiam que o lugar não poderia existir, a menos que houvesse alguma coisa lá. Esta realidade não poderia existir se não houvesse algo mais.

Isso levou outros à loucura, como Lord Byron, van Gogh, Michelangelo. Agora, eles usavam a arte e se expressavam de forma a tentar entender isso. Mas também, quando saíam por aí, eram jogados de volta, o que fez com que muitos enlouquecessem. Benjamin Franklin, o estadista americano e brilhante inventor, sabia que havia bem mais coisa por aí. 

Agora, ele tinha que manter as aparências com a dignidade de um estadista. Ele precisava se conformar para não ser julgado pela extrema comunidade religiosa da época. Então, ele fingia, mas sabia que havia algo mais. E, no final, isso realmente começou a afetar sua mente, seu equilíbrio mental. Ele começou a fazer coisas muito estranhas, especialmente na idade mais avançada, sobre a qual não quero tratar aqui. Mas afetou muitos dos grandes no passado que sabiam que havia bem mais coisa, mesmo que não conseguissem acessar nada disso.

Às vezes, durante a noite, em seu estado de sonho, vocês vão até lá, porque vocês não são mentais, na maior parte do tempo. Vocês vão até lá, de modo não físico, mas não conseguem trazer nada pra cá. A mente interpreta a coisa erroneamente. Ela cria todos esses símbolos estranhos para os sonhos. As informações ficam truncadas e confusas, e é frustrante, porque, com muita frequência, vocês sabem que alguma coisa aconteceu, mas vocês têm lembranças de sonhos esquisitas que não fazem nenhum sentido. 

Aí, vocês escrevem: “É loucura da mente.” Foi porque vocês comeram pizza à noite no jantar. Primeiro, há muitos e muitos níveis no estado de sonho, não apenas um. Alguns estão mais proximamente associados à vida humana cotidiana. Mas vocês realmente saem nos estados de sonho, à noite. É uma questão de poder trazer a coisa pra cá. E, quando alguém não consegue, mesmo sabendo que há algo mais – metafísica avançada –, mas não consegue trazer pra cá, a pessoa enlouquece. E isso aconteceu com muitas pessoas talentosas, inteligentes, brilhantes, ao longo dos anos.

Nikola Tesla, sim. Alguém acabou de dizer o nome dele. Com certeza, Nikola Tesla foi mestre em entender que havia algo mais, que existiam outras esferas. E ele buscou vivenciá-las. Ele foi até elas por causa de suas invenções. Ele conseguia sentir como era trabalhar com a luz pura e, no final, trazê-la para o espectro elétrico. Ele sabia, mas, ainda assim, tentar isso aqui, nesta esfera, sob as circunstâncias, o equipamento que tinha… ele não conseguiu. Isso o deixou maluco. Ele ficou muito mal.

Então, queridos Shaumbra, esse é outro dos atributos que vocês tiveram que tolerar durante muito tempo. Agora, isso chega ao fim. Agora, vocês são livres para sentir essas outras esferas. Mas eu uso a palavra “sentir” de modo muito específico. É algo sensorial; não intelectual. Vocês não vão ter, digamos, um conceito matemático altamente avançado de imediato. Vocês não vão sair e passear entre as invenções que estão só esperando pra ser trazidas pra cá. É uma experiência sensorial que, no final, será traduzida para pensamentos e, depois, para a 3D. 

Mas, se não é uma coisa material, se é simplesmente metafísica, vocês são livres para explorá-la, sem ter que achar que estão malucos, sem ter que dizer pra si mesmos: “Ninguém falou sobre isso, então, quem sou eu?” Bem, quem são vocês? Vocês são seres de luz incríveis, e agora é a hora de começarem a imaginar, sem as restrições do véu, começarem a ir até as outras esferas e trazer pra cá essas coisas, com graça e facilidade, como uma experiência sensorial, mas sendo capazes de defini-las e descrevê-las.

Esses três atributos são muito fortes no momento, desempenhando um papel ao reentrarem novamente no planeta, se forem Trabalhadores das Esferas. Se forem Trabalhadores da Terra, em direção ao total entendimento do que pode acontecer agora.

Estar em serviço. O serviço não é mais necessário. 

Vocês concluíram isso. Ganharam seu diploma. Já têm seu reconhecimento.

Não ser visto. Isso pode mudar agora, se assim quiserem. 

Mas saibam que vocês sempre foram vistos pelos que estão do outro lado.

E depois essa coisa de saber que tem algo mais, mas não conseguir entender. Isso mudou. Permitam-se ser bastante destemidos agora. Não se segurem, não façam restrições mentais. E, sim, vocês sabem mais, agora. Sintam e vivenciem a coisa. Vejam isso como uma verdade, em vez de um conceito. Entendam que vocês não são malucos – nunca foram – por acharem que existe mais coisa por aí.

Esses são os três grandes atributos do momento. E eu sei que vamos seguir além dessas limitações. Mas agora é um tempo de quietude. Agora é um tempo para respirar fundo e sentir o que vocês fizeram. Sintam a luz que agora foi plantada e está germinando no planeta, a luz que tem a capacidade de fazer incríveis mudanças para a humanidade. Mas só depende das pessoas; não de vocês.

Não depende mais de vocês. Por favor. A luz está aí. 

Vocês fizeram o que disseram que fariam. Agora, é com elas.

Energias Escuras

Quero falar um pouco também das energias escuras. É o termo que os físicos dão atualmente ao outro lado do que chamam de forças gravitacionais, do tempo, do espaço, no planeta. 

Energias escuras não significam algo ruim. Escuro simplesmente significa que é o reverso. Então, para todas as forças gravitacionais que seguram tudo neste planeta, há uma energia escura, uma força reversa que faz com que o universo expanda. Do contrário, vejam, se não fosse por essa gravidade reversa, tudo colapsaria, porque a gravidade é uma característica muito forte e propulsora para o cosmos. Mas sempre houve o oposto. Sempre houve a não gravidade ou o que chamam de energias escuras.

Essas energias escuras, no momento, estão se tornando muito acessíveis, e isso se dará no nível pessoal primeiro. Não pensem no planeta como um todo começando a expandir, ou todo o cosmos, mas dentro de si as energias escuras, que são a contraparte da gravidade regular, estão começando a atuar.

Agora, o que acontece aqui é uma coisa muito única, da qual falaremos mais, particularmente no Keahak. É que vocês tinham forças gravitacionais segurando sua realidade no lugar, mantendo uma ilusão de realidade. Isso é bom, porque fez vocês serem capazes de vivenciar este planeta, esta física. 

Agora, as energias escuras que sempre estiveram aí agora começam a se distinguir. Foram liberadas. Então, como pessoas, seres neste planeta agora, vocês terão um equilíbrio, a capacidade de segurar as coisas e a capacidade de expandir e se soltar. Elas começarão a trabalhar juntas com harmonia. Faz parte do trabalho que os Trabalhadores das Esferas fizeram, estabilizando as coisas com harmonia e com graça, de modo que não entrem em conflito, não se agridam.

Elas não são fatores da dualidade. As energias escuras e as forças gravitacionais regulares não são mais forças da dualidade. Esse é um ponto muito importante. Elas trabalham juntas, harmonicamente. Esse é o resultado do trabalho que os Trabalhadores das Esferas realizaram. 

Então, nós temos duas energias combatentes – uma tentando segurar; outra tentando soltar. Agora, vocês podem ter tudo isso. As coisas expandem e se abrem, sem serem mais restringidas pelas forças gravitacionais, e, ainda assim, a realidade que vocês escolherem para si permanecerá intacta. Permanecerá coesa. Não vai ficar flutuando por aí, como aconteceria sem a força da gravidade. Agora, vocês têm ambas trabalhando juntas.

É o começo do que falamos há muito tempo: a Nova Energia no planeta. É o começo disso. Que é quando vocês têm ambas, têm o que seriam forças opositoras, muito fortes, trabalhando juntas com harmonia a ponto de, no final, não haver diferença entre a gravidade que segura e as energias escuras que expandem. Elas estão juntas agora.

É um tanto difícil para a mente humana compreender, porque não dá pra ver como elas deixam de ser… como não há mais energia escura e gravidade regular. Acontece a mesma coisa com as energias masculina e feminina. De repente, vocês não precisam da dualidade. De repente, não há mais masculino nem feminino. De repente, essa palavra [dualidade] sai do vocabulário. [Ruído alto ao fundo, e Adamus se assusta.]

É só… Vamos respirar bem fundo aqui um instante. Um operador de câmera caiu aqui. 

Respirem bem fundo. Tragam sua luz e suas energias pra cá.

Respirem bem fundo. Respirem bem fundo.

[Pausa]

É uma excelente hora para sentirem sua luz.

Tudo está bem aqui no set. Mas as energias estão ficando meio pesadas aqui. 

Pode ser que para vocês, expectadores, também. Respirem bem fundo.

Certo…

Só pra que todos que estão acompanhando entendam, é que as energias aqui nesta sala estão particularmente densas hoje. Acho que todos aqui concordam. E meio que atingiram um dos operadores de câmera. Vocês entendem. Eles ficam focados no trabalho que fazem, sentindo tudo, tendo que antecipar quando vou me levantar e, bem, ela meio que entrou profundamente nas energias. Certo.

Tudo bem? Ótimo. Tudo certo. Ótimo.

Ah! Esse é o efeito que isso tem. Onde estávamos? Ah, falando de energias escuras e de expandir e, no final, não haver dualidade. Estamos nos dirigindo para essa coisa toda de Nova Energia. Não quero me estender aqui, mas é quando consciência e energia se juntam. Mas estou me adiantando aqui.

Assim, as energias escuras estão, agora, se tornando acessíveis, no sentido de que estão expandindo. Elas se abrem, tanto quanto seguram tudo junto. E é isso que está acontecendo na vida de vocês agora.

Então, ótimo. Vamos respirar fundo com isso.

Está tudo bem aqui, a propósito. Está tudo bem.

[Pausa]

Certo. Ótimo. Respirem fundo.

Merabh da Autoplenitude

Agora, eu gostaria de começar o merabh agora, um merabh especialmente desenhado para todos vocês hoje. Falamos sobre muita coisa aqui. Obviamente, a energia ficou meio pesada. Vamos colocar a música agora. Vamos colocar a música, enquanto iniciamos nosso merabh, um merabh muito especial para cada um de vocês.

[A música começa.]

Vocês passaram, ah, não só esta existência, mas muitas existências, em serviço.

Em serviço para a humanidade. E esse serviço não se tratava de andar de joelhos e sofrer. Quero dizer, foi o serviço puro de trazer luz. Vocês concordaram, muito tempo atrás, em trazer sua luz para este planeta, trazer consciência, e vocês fizeram isso.

Agora é hora de cuidarem de si mesmos. E alguns de vocês vão resistir a isso. 

Não estão habituados, não era assim que vocês levavam a vida, mas vou insistir nisso.

Pensem em si mesmos, cuidem de si mesmos.

Para alguns de vocês, isso vai contra a corrente: “Tenho que cuidar dos outros.” Não, na verdade, não.

Vocês estarão mais em serviço para eles agora se não cuidarem deles e cuidarem de si mesmos.

O tempo de cuidarem de todo mundo chegou ao fim. Vocês fizeram tudo que puderam. Qualquer coisa além disso, agora, qualquer coisa, bem, será teimosia da parte de vocês, ou talvez obsessão.

Eles têm tudo de que precisam. “Eles”, ou seja, sua família, seus amigos, a humanidade. Eles têm tudo de que precisam agora, com a luz que foi trazida para este planeta e que estava nas outras esferas. Tudo.

É quase um desserviço agora. Agora, se continuarem tentando cuidar de todo mundo, não será compaixão, não será deixá-los encontrar o próprio caminho, agora.

É hora de vocês cuidarem de si mesmos.

Isso vai contra a corrente para muitos de vocês, e já posso sentir a resistência. 

Vai contra a corrente. Vocês não estão habituados a isso.

Vocês estão muito acostumados com os detalhes diários de cuidar de todo mundo – de seus cães, seus filhos, seus cônjuges, seus familiares, suas comunidades. Não estou dizendo que é uma coisa ruim de se fazer. Não, o serviço que vocês realizaram foi lindo, mas vocês se esqueceram de si mesmos.

Vocês se esqueceram de si mesmos.

Não há nada, nada de errado ou de ruim em cuidar de si mesmos, de realmente amar a si mesmos e se colocarem em primeiro lugar.

Vocês viveram existências com a doutrinação das igrejas, organizações e tudo mais, dizendo que vocês tinham que cuidar de todo mundo. Mas, não. Vou insistir que vocês cuidem de si mesmos.

Seu corpo está passando por muita coisa neste momento de integração de toda essa luz. Sua mente está fazendo uma grande transformação no modo como vocês percebem a realidade, como pensam, como se tornam seres sensuais e não apenas seres intelectuais. Tudo isso está mudando, e vocês têm que cuidar de si mesmos.

Alguns de vocês eu sei que estão tendo dores no corpo e isso se deve, em parte, à integração da luz. Mas também porque vocês não estão cuidando de si mesmos.

Como é isso, cuidar de seu corpo? Bem, tendo o descanso necessário, se exercitando, recebendo massagens, fazendo as coisas de que gostam, seja algum esporte, seja dirigir um carro. Mas vocês nunca parecem encontrar tempo pra isso. Vocês estão sempre cuidando dos outros. E isso esgota vocês. E, mais do que tudo, isso não vai deixar vocês verdadeiramente apreciarem a beleza do trabalho que vocês têm feito, o de trazer a luz.

Esta palavra “egoísta” – “Ah, você é egoísta” – vamos tirá-la do vocabulário. 

Não existe realmente essa coisa de ser egoísta.

Eu uso a palavra “autoplenitude”, que é ser íntegro consigo mesmo. Fiquem sozinhos quando precisarem ficar. Parem de ter que atender e cuidar de todo mundo. Isso acabou. Qualquer coisa nesse sentido não trará mais nenhum bem.

Mais serviço, na verdade, não vai ajudar. 

Cauldre está me testando aqui, gritando comigo. Não, não vai.

Se fizerem isso porque acham que são obrigados, acham que faz parte da taxa emocional de vocês – taxa emocional que vocês têm que pagar cuidando dos outros porque vocês são humanos vivendo no planeta – não. Não! Isso acabou. Vocês fizeram isso em níveis que são incompreensíveis para a maioria dos outros humanos e mesmo para seres angélicos.

Quero que vocês cuidem de si mesmos agora sem sentir culpa por isso, sem sentir que precisam cuidar dos outros primeiro. Cuidem de vocês.

Atendam as necessidades emocionais de vocês, as necessidades físicas, as necessidades intelectuais de vocês.

Atendam as necessidades de amor de vocês.

Atendam as necessidades de prazer de vocês. 

Quaisquer que elas sejam. Eu insisto nisso.

Por quê? Cauldre está me perguntando: “Que direito eu tenho de insistir?” 

Bem, o direito de ser Saint Germain, porque eu verdadeiramente amo e cuido de cada um de vocês. Eu sei o que vocês fizeram. Vocês são vistos e ouvidos por mim. E eu sei agora que vocês precisam cuidar de si mesmos. 

Vocês podem seguir indefinidamente fazendo toda essa coisa de serviço para a humanidade e tudo mais. Não fará a menor diferença, porque o verdadeiro trabalho já está concluído. Agora, sentem e observem.

Observem como esse trabalho que vocês fizeram terá um efeito no planeta. Vocês podem sair e podem… o que quer que seja… Se vocês forem voluntários todos os dias para ajudar os outros… De fato, não vai fazer mais nenhum bem, além daquele que vocês já fizeram. É a minha colocação.

De fato, eu chamaria praticamente de obsessão, neurose, vocês acharem que têm que continuar ajudando os outros.

Agora, chegou a hora de vocês.

Chegou a hora de começarem a perceber o que vocês fizeram, o que vocês realizaram.

Quero que vocês observem a dança da luz na vida de vocês e em todo o planeta. 

Vocês não conseguirão se ficarem obsessivos em sempre cuidar dos outros.

Quero que vocês observem como essa luz dança no planeta e começa a fazer uma diferença.

Será que essa não é a melhor forma de satisfação? Ver os resultados do trabalho que vocês fizeram? É isso. É mais satisfatório do que aprender uma língua nova, mais satisfatório do que criar uma invenção de algum tipo, isso de ser capaz agora de observar como dança a luz. Recostem-se e relaxem, e não sintam que precisam continuar saindo por aí ajudando todo mundo.

Vocês são Mestres. Vocês são Mestres, e é hora, agora, de vocês oferecerem a si mesmos uma vida de Mestre. Isso não é egoísmo. Vocês não estarão pegando a energia de ninguém. Vocês não estarão tirando nada de ninguém. Vocês estarão, simplesmente, e finalmente, dando tudo a si mesmos.

Vamos respirar bem fundo neste merabh da autoplenitude.

Eu vou desafiar vocês. Será que vocês estão prontos pra isso?

Vocês estão prontos para receber sua própria luz?

Vocês estão prontos para reconhecer o trabalho que vocês têm feito, seja aqui na Terra ou nas outras esferas?

Vocês estão prontos para ser um verdadeiro Mestre e deixar que a energia sirva vocês, sem achar que precisam conquistá-la por estar sempre servindo os outros?

Isso não significa que vocês tenham que abandonar seus filhos, seu animal de estimação predileto nem sua família. Significa apenas que vocês estarão cuidando de si mesmos.

E, o que é muito lógico, vocês não conseguirão realmente cuidar dos outros até que cuidem de si mesmos. É muito lógico isso. Se vocês estão doentes, se vocês estão cansados, como irão sequer ajudá-los?

A maior ajuda que vocês poderão dar a todos neste momento é deixar que eles percebam que têm a mesma luz, têm as mesmas capacidades e potenciais que vocês têm. Isso é o que realmente ajudaria as pessoas.

Que ótimo momento para deixar ir, para liberar esse velho voto de serviço que está entranhado em vocês. Isso não tornará vocês uma pessoa ruim, de jeito nenhum. Se vocês pudessem simplesmente ver o que vocês, de fato, têm feito, esse pensamento jamais passaria pela sua mente: “Preciso continuar fazendo coisas para os outros a fim de ser uma boa pessoa.”

Vocês já concluíram isso.

Agora, se recostem e observem.

[Pausa]

Assim, repito, eu desafio cada um de vocês. 

Será que vocês estão prontos para pensarem em si mesmos?

Isso não significa que vocês vão atirar todo mundo na sarjeta. Significa que vocês vão levantar de manhã e cuidar de si mesmos – das suas necessidades, dos seus desejos, do seu corpo e da sua mente.

Não significa que vocês vão esquecer de dar almoço pra eles ou levá-los ao médico. Não se trata disso. Trata-se de uma prioridade energética o fato de vocês voltarem para o seu Eu.

Vocês pediriam a mesma coisa a eles ou a outros que vocês amassem e de quem cuidassem: “Cuidem de si mesmos.” Mas agora façam isso com vocês.

[Pausa]

Em última análise, vocês não conseguem mesmo fazer outra pessoa feliz ou triste. Vocês não conseguem resgatar ninguém. Em última análise, vocês simplesmente não vão conseguir isso.

Vocês podem fazer brilhar uma luz que irá ajudar as pessoas a ver os potenciais, mas vocês realmente não por fazer isso por elas, apesar de tudo.

Vamos respirar bem fundo, sentindo a luz do Eu, a própria luz que vocês têm brilhado para os outros por tanto tempo. Sintam essa luz em si mesmos, neste momento.

E deixem que ela permaneça lá, brilhando dentro de vocês, ressoando dentro de vocês.

[Pausa]

E, repito, não se trata de ser egoísta nem de vocês se acharem a coisa mais importante do mundo – o que, por sinal, vocês são. Trata-se de colocar as coisas novamente na perspectiva adequada depois de tanto tempo em serviço com sua luz. Cuidem de si mesmos.

É quando vocês penduram as asas.

É quando vocês se recostam na cadeira, talvez se sentindo cansados, exaustos, mas, espera-se, também sentindo profunda satisfação, dizendo: “Agora, nesses anos derradeiros – anos, décadas – são para mim. Eu adoro as outras pessoas. Nunca tentarei roubar a energia delas. Mas tenho que fazer algo por mim agora.” É o maior presente que vocês podem dar a si mesmos.

E eu sei disso por experiência própria, na minha última existência como Saint Germain. Eu tinha trabalhado – eu gostava do meu trabalho, mas trabalhei muito arduamente – para trazer uma nova energia de liberdade para o planeta. Mas, então, chegou um tempo em que eu disse: “Fiz tudo que pude fazer. Agora é com os humanos.” E passei os últimos anos da minha vida, sozinho, com meus cães favoritos, escrevendo livros, viajando um pouco, mas, acima de tudo, ficando comigo mesmo.

Vocês merecem isso, mas mais do que apenas alguns poucos anos.

Vocês absolutamente merecem isso, e eu insisto.

Vamos respirar bem fundo juntos em direção à autoplenitude.

[Pausa]

Com isso, queridos amigos, o lembrete constante de que tudo está bem em toda a criação.Com isso, Eu Sou Adamus of Saint Germain. Obrigado.

LINDA: E assim é. Então, com isso, sigam inspirando a si mesmos, respirando a vida. Sintam realmente esta linda mensagem, este merabh de Adamus. Respirem. Sintam. Simplesmente, respirem e fluam, sempre Permitindo. Respirem bem fundo, bem fundo. Sintam dentro de si. Deixem que flua para seu interior e seu exterior. Obrigada por participarem deste Shoud 8 da Série ALT. Cuidem-se. E voltaremos em breve. Obrigada.

Geoffrey Hoppe

 

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Maio 13, 2023

chamavioleta

OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

⚜ ADAMUS – SÉRIE ALT – SHOUD 8

Parte 1

Adamus Saint Germain

Canalizado por Geoffrey Hoppe

6 de maio de  2023

www.crimsoncircle.com

Tradução de Inês Fernandes

a 13 de maio de 2023

 
 
 

LINDA: Bem-vindos de volta. Estamos aqui para mais um Shoud, para a canalização com Geoffrey Hoppe. Ele está se preparando para Adamus. Então, assim, este é o momento perfeito para vocês, não importa onde estejam, respirarem de maneira consciente. Então, respirem bem fundo, sentindo tudo que vocês são. Respirem bem fundo. Respirem na Presença. Deixem fluir, deixem que seja. Respirem bem fundo. É a respiração da vida. Digam ao seu corpo que vocês estão vivos. Respirem com o corpo, com a alma, com o Mestre, com tudo que vocês são. Respirem bem fundo e escolham o lugar seguro. É simplesmente uma questão de escolha. Respirem e fluam. Respirem e Permitam. Sempre Permitam. Permitam os mais elevados potenciais para cada um de nós. Respirem bem fundo. Inspirem a energia de Adamus. Ele está aqui para nós. Inspirem a si mesmos.

 

Aos Trabalhadores das Esferas

 

Acredito estar vendo um fantasma, e não sei quem é.
Ele me segue por aí fingindo existir.
Nunca me identifiquei tanto com nada nem ninguém, antes…
Não consigo explicar.
 
Vejo um anseio em seus olhos.
Não sei dizer o que é.
Tem algo sobre seu rosto que me deixa triste.
Ele tem muito medo, está assombrado.
 
Nunca me identifiquei tanto com nada nem ninguém, antes…
Não consigo explicar.
 
Educadamente, eu perguntei: “Você é real?”
Ele disse: “Olhe, me deixe provar que sou.”
Ele pousou a mão em minha mão.
 
Nenhum de nós pôde sentir.
“Não mate o mensageiro”, ele implorou.
“Você está vivo. Deixe de agir como se estivesse morto.”
 
Como um espelho, ele perguntou claramente:
 
“Não reconhece o motivo pelo qual você está aqui?”
 
É para se encantar.
Para se encantar.

 

Trabalhadores das Esferas, Bem-vindos ao Lar

ADAMUS: Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain.

Bem-vindos ao Shoud 8 da Série ALT. Estou agora, aqui, me conectando com cada um de vocês, com todos que estão acompanhando on-line neste momento e posteriormente. Oh, pode ser daqui a anos e mais anos, mas ainda estaremos no mesmo ponto de Presença, no mesmo momento.

Vou aproveitar para inspirar vocês. E peço que façam a mesma coisa, que me inspirem, enquanto nós nos reunimos. Ah, temos muito o que dizer hoje, mas vamos aproveitar este lindo momento sagrado para simplesmente ficarmos juntos.

[Pausa]

Bem-vindos ao Lar, Trabalhadores das Esferas

Quero falar um pouco dos Trabalhadores das Esferas. Dos Trabalhadores das Esferas, daqueles que trabalharam nas outras esferas, criando o equilíbrio necessário para que ocorresse o evento da Cruz do Céu, o Apocalipse.

Muitos de vocês mergulharam fundo na consciência de massa, nas outras esferas, e em outros lugares também, mas foi na consciência onde vocês mais brilharam uma luz. Ela precisava disso.

Vejam, a consciência de massa não está realmente aqui, neste planeta físico chamado Terra. Na verdade, quaisquer pensamentos que vocês tenham na mente não estão realmente aqui, no cérebro. O cérebro, a mente não armazena um monte de pensamentos. Isso não seria possível. Eles ficam noutra esfera, mas vocês têm acesso a eles. A mente fica se conectando a eles constantemente. 

É uma esfera muito próxima, é claro, mas é onde está a consciência de massa. É como uma nuvem rodeando a Terra, mas não na Terra, exatamente. E muitos de vocês entraram lá na consciência de massa, bem fundo, porque, enquanto os que estavam aqui na Terra brilhando sua luz para o planeta, os Trabalhadores das Esferas estavam lá, brilhando a luz deles.

E, como é típico dos Shaumbra – quererem fazer tudo de uma vez, quererem fazer tudo com total paixão – vocês não só entraram na consciência de massa, como a assumiram como sendo seus próprios pensamentos. Seus próprios pensamentos. Essa foi talvez uma das coisas mais difíceis, porque, aí, vocês levaram isso pra dentro de si. Mesmo não sendo de vocês, vocês levaram isso pra dentro de si. Acreditaram que era tudo de vocês. Viveram isso, sonharam com isso, dormiram com isso, comeram isso como se fosse seu. Tudo pra que vocês pudessem brilhar sua luz nessa outra esfera da consciência de massa.

Foi heroico, foi impetuoso e causou um efeito. Foi por isso que ocorreu o Apocalipse, seu início ocorreu em 22 de março, seis curtas semanas atrás. E aqui estamos nós, agora, com os Trabalhadores das Esferas retornando, e também dando o devido crédito àqueles que permaneceram na Terra, que permaneceram inteiramente conscientes do trabalho sendo feito aqui, pois havia muita coisa que precisava ser feita aqui. 

Todos que trabalham com o Círculo Carmesim, ajudando, e outros humanos que trazem consciência para o planeta aterrando o caminho diariamente… dá um trabalho tremendo… E agora esse trabalho chegou ao fim. Os Trabalhadores das Esferas estão retornando ao lar. É hora de reconhecer o que vocês fizeram.

E o interessante é que muitos de vocês nem sabem realmente, ou nem se lembram, do que fizeram. Vocês ouvem o termo “Trabalhador das Esferas”, ouvem os atributos do Trabalhador das Esferas aqui no planeta. Mas o fato é que vocês levaram uma vida relativamente reservada, uma vida muito voltada para dentro. O fato é que vocês se cansavam demais com muita frequência. 

E, quando tentavam dar sentido às coisas, elas não pareciam fazer sentido, embora vocês tivessem mentes muito boas. Trabalhadores das Esferas e os Shaumbra, em geral, tendem a ter mentes muito boas. Então, vocês retornaram pra cá se perguntando que diabos vocês fizeram. A coisa ressoa com vocês. Vocês conseguem senti-la, mas ainda se perguntam o que vocês fizeram e, talvez também, qual é o impacto disso. Qual é o resultado de todo esse trabalho que vocês fizeram? O Apocalipse ocorreu, mas o que está mudando no planeta neste momento?

Este é um tempo de quietude, de quietude, quando vocês retornam, quando vocês, literal e metaforicamente, penduram suas asas. Suas asas podem ser retiradas agora – representando o trabalho das esferas que vocês realizaram. Vocês podem tirar as asas, pendurá-las, respirar bem fundo e relaxar com relação a tudo que vocês têm feito.

Vocês gastaram uma boa parte desta existência parcialmente aqui, com suas atividades diárias, mas, na maioria das vezes, vocês estavam nas outras esferas, e agora vocês voltam pra cá. Vocês penduram as asas. E este é um tempo de quietude. É um tempo de quietude porque grande parte do trabalho interno profundo está sendo feita. É uma recalibração de muitas coisas diferentes num nível profundo dentro de vocês. 

É um tempo de quietude porque a luz, agora, a luz que vocês ajudaram a tornar mais acessível, ela começa a vir pra vocês. Mas ela não chega e atinge vocês de frente. Não. Ela vem e começa a trabalhar no nível atômico, no nível subatômico. Ela começa a trabalhar com o seu DNA. Ela começa a trabalhar com o que chamam de corpo de luz em níveis muito profundos agora. É necessário. Ela tem que ser absorvida. Não é que no Apocalipse, em 22 de março, de repente, ela iria dar um tapa na cabeça de vocês, embora alguns provavelmente quisessem isso. Não – é um trabalho profundo, um trabalho silencioso.

Neste momento, agora, é hora de honrar o tempo de quietude. Seu corpo e sua mente estão passando por muitos ajustes. Vocês têm muitas perguntas sobre o que fizeram, o que devem fazer agora, e eu quero falar sobre isso. Não há nada neste momento que vocês devam fazer. O trabalho está pronto, vocês todos o realizaram, quer sejam Trabalhadores das Esferas, quer sejam trabalhadores da Terra, com exceção de Cauldre e Linda e da equipe do Círculo Carmesim, que ainda têm trabalho a fazer. Mas, para o restante de vocês, o trabalho, o trabalho árduo terminou, está pronto, e isso cria uma sensação meio estranha, um vazio: “O que devo fazer agora?” Nada, exceto deixar sua luz brilhar. Nada, exceto cuidar de si e curtir a vida.

Mas, como eu disse, essa luz que está chegando agora, de um jeito muito diferente para vocês, está trabalhando num nível profundo e Cauldre me pergunta todos os dias, provavelmente a cada hora de cada dia, quando vocês vão ver os efeitos disso? Quando será perceptível? 

Não quero marcar uma data exata pra isso, porque vocês sabem como são os humanos; eles vão assinalar no calendário. Mas darei uma pequena previsão. É um processo de cerca de três meses. Quando vocês retornam no trabalho das esferas, quando vocês voltam para o planeta, leva cerca de três meses para que um nível profundo e real de absorção comece a entrar em sua vida. Durante esse tempo, vocês se sentirão sonolentos, às vezes. Vocês sentirão dores no corpo, porque o corpo está passando por um processo acelerado neste momento em direção ao corpo de luz.

Vocês vão sentir, mais do que qualquer coisa, uma necessidade de fazer algo, porque vocês andaram muito ocupados, trabalhando, e é assim: “O que faço depois?” Não tem “depois” em termos de trabalho duro, e isso deveria ser um alívio. Deveria fazer vocês sorrirem. Não há novas tarefas. O trabalho foi feito. Não vamos criar novos trabalhos onde nenhum trabalho é realmente necessário. Vocês e os outros fizeram o que vieram fazer aqui. Então, agora, é hora de simplesmente relaxar em direção à Realização.

Agora não é hora, repito, de tomar grandes decisões. Agora é um tempo de quietude, um tempo de reflexão. Se forem fazer alguma coisa, sinta todo esse trabalho das esferas que vocês fizeram do outro lado.

Agora, muitos de vocês vão buscar… tipo, uma resposta mental. Vocês querem ver uma imagem. Como foi ficar flutuando nas nuvens com os outros? E, vejam, pra fazer o trabalho das esferas, vocês pegaram na enxada, no ancinho e na pá? Não. Não era assim. Vocês estavam lá para brilhar uma luz. Foi isso.

Agora, nós usamos o símbolo das asas de anjo, o que, repito, vejam, estão penduradas, intencionalmente… as asas de anjo bem ali… para lembrar a vocês é hora de pendurá-las, é hora de deixá-las de lado. 

Não há mais trabalhar a fazer. 

Vocês o concluíram. 

Agora, é hora de mais uma vez vocês acenderem… Cauldre gostou disso… acenderem, brilharem sua luz. 

E deixem que todas essas coisas comecem a trabalhar e realmente se aterrar num nível muito profundo dentro de vocês.

Também é hora, agora, de essa parte da mente de vocês que ficou dormente por tanto tempo, essa parte que podia se conectar com as outras esferas, comece a se abrir. Quando isso acontecer, vocês começarão a se lembrar mais sobre o trabalho que realizaram. Mas, repito, vocês não irão ver, necessariamente, uma imagem de vocês flutuando com suas asas nas nuvens. Vocês vão sentir a consciência de massa. Vocês vão sentir a dureza. Vocês vão sentir como era estar no meio da consciência de massa brilhando sua luz e assumindo tudo como se fosse seu. Assumindo como seus os problemas, o sofrimento, a pobreza, as questões de se estar num corpo físico.

Vocês começarão a sentir isso. Vocês começarão a realmente ver como era assumir tudo isso. Então, vocês começarão a perceber que, na verdade, essas coisas não eram realmente suas. Vocês não vieram pra cá, pra esta existência, cheios de porcaria. Vocês limparam muita coisa antes. E, depois, durante os tempos com Tobias, muitos de vocês meio que fizeram uma limpeza final, mas, ainda assim, assumiram todo o pragmatismo, todos os atributos da consciência de massa. 

Por quê? Se vocês estivessem no meio de tudo isso e realmente acreditassem que era tudo seu, essa luz de vocês poderia brilhar o suficiente para transmutar essas coisas, transformar todas essas energias, toda essa gravidade, transformar todos esses desafios e levá-los para a luz. E, também, ao mesmo tempo, trazer a energia escura. Falaremos sobre isso daqui a pouco.

Mas peço aos novos aqui que não se assustem com isso. Energia escura não tem a ver com o mal nem com Satã. Energia escura é simplesmente a antítese, o oposto das energias regulares da gravidade, do tempo, do espaço. É chamada de “energia escura” pelos físicos porque eles simplesmente não a compreendem. Mas nós compreendemos o que ela é e o que ela faz.

Então, agora, está vindo esse tempo em que vocês ficam nessa calmaria, sem tentar entender nada. Tudo virá até vocês. Quanto mais tentarem entender, mais, de certa forma, vocês afastam a coisa. Mas virá tudo até vocês. Vocês começarão a perceber o que fizeram todo esse tempo na consciência de massa, nas outras esferas. 

Alguns de vocês trabalharam juntamente com o Kryon, com as grades eletromagnéticas. Alguns de vocês trabalharam juntamente com as energias correspondentes de Gaia nas outras esferas para ajudar a fazer toda essa transformação. E não é que vocês estivessem focados apenas numa coisa só. Muitos de vocês fizeram várias coisas diferentes. Mas era importante ter a consciência baseada no humano, o fator humano em todo esse trabalho que foi realizado para que ocorresse a Cruz do Céu. E vocês o concluíram. Agora, voltem pra casa.

Algumas vezes, vocês podem se sentir enlevados, podem se sentir entusiasmados com o que fizeram. Outras vezes, podem se sentir deprimidos, tristes, com um vazio. E tudo faz parte do processo. E, por sinal, Cauldre, de vez em quando, pergunta por que não dissemos isso antes? Por inúmeras razões.

Uma é que vocês nos pediram que não disséssemos, que não falássemos sobre isso pra que vocês pudessem fazer o trabalho livremente, sem interferência, sem distração, sem acordar de manhã um ano atrás, dizendo: “Ugh! Estou ausente outro dia, nas esferas. Tenho que colocar minhas asas, ir pra lá e ficar nessa consciência de massa feia, tentando brilhar minha luz.” Eu acho que teria interferido com isso. Vocês queriam ir lá e sentir de modo muito profundo e real. 

Não posso ressaltar o suficiente como foi vocês mergulharem num poço de piche sem perceberem que estavam num poço de piche se tornando o poço de piche. E, ao mesmo tempo, tentando manter essa luz interior, enquanto imergiam lá. Quero dizer, com a cabeça toda imersa, vocês se sentem como o piche, vocês pensam como o piche, vocês agem como o piche. E assim foi ser um Trabalhador das Esferas.

Se vocês soubessem exatamente o que estavam fazendo e tivessem lembranças diárias da coisa, vocês poderiam não ter realizado o serviço ou poderiam ter se desequilibrado. Havia uma boa chance de se tornarem desequilibrados ao fazerem isso. Então, assim foi. 

Além disso, não se tratou apenas de entrarem na consciência de massa, mas também de lidarem com a dinâmica energética do planeta, de ajudar a fazer os ajustes antes que ocorresse a Cruz do Céu… pra que, quando ocorresse a Cruz do Céu, não houvesse desequilíbrio, não criasse desequilíbrio na Terra física, não criasse desequilíbrio na mente das pessoas.

A mente humana, neste momento, em geral, está muito desequilibrada. Está em terreno instável, e sofrer uma sobrecarga como resultado da Cruz do Céu poderia colocar meio mundo, ou mais, num estado de desequilíbrio.

O que aconteceu com a Cruz do Céu foi algo gracioso, tranquilo, fácil. Algumas luzes muito bonitas apareceram no céu, à noite, mas, além disso, não houve muito mais coisa. É porque, neste momento, isso está internalizando e em níveis muito profundos. Eu diria que se trata de um processo de uns três meses, o que nos coloca, ah, aproximadamente na terceira semana de junho. Mas não marquem no calendário. É diferente para cada um. Mas, em geral, vocês começarão a perceber isso.

Muitas das coisas que estamos tratando neste momento são coisas que vinham sendo trabalhadas há muito, muito tempo. Não aconteceram só recentemente. O trabalho das esferas não começou um ano atrás. Começou há 50, 60 anos o verdadeiro, o real, o sério trabalho das esferas. E, depois, ele se intensificou, é claro, nos últimos cinco, dez anos. Foi muito importante para o planeta e, repito… Cauldre vai me acusar de ser prepotente, mas estou simplesmente dizendo a vocês como é.

Primeiro, aqueles de nós no Conselho Carmesim, aqueles de nós na antiga Ordem do Arco, não sabíamos o que iria acontecer. Fizemos nossas avaliações ou nossos cálculos, mas não era como se soubéssemos tudo que iria acontecer, porque os humanos podem mudar as coisas a qualquer momento. Isto nunca foi realizado antes. Portanto, nós podíamos examinar como as coisas transcorreriam, mas não podíamos dizer com certeza que exatamente tais e tais coisas aconteceriam. 

Sabemos agora que foi feito com muita graciosidade. Sabemos agora que, quando os Trabalhadores das Esferas voltam, voltam pra casa, eles sentem diversas coisas: alívio e tristeza, impaciência e irritação. Mas, ainda assim, eles têm um sentimento de grande realização: “Eu fiz alguma coisa.” Mas, depois, muitos de vocês que sentiram que fizeram alguma coisa tentam entender o que foi usando a mente: “O que eu fiz?” E aí vocês ficam aborrecidos consigo mesmos porque não têm uma clara recordação do que foi.

Respirem fundo e fiquem calmos um tempinho. Vocês não vão, necessariamente, ter essas imagens, mas vocês começarão a sentir como foi e a recordar como foi estar no centro da consciência de massa. Quanto mais vocês se afastarem de lá, agora, das outras esferas, quanto mais vocês se afastarem do centro delas, mais vocês sentirão isso, e sentirão como é começar a deixar isso ir. 

Vocês não têm que voltar mais pra lá. A luz foi projetada. Os potenciais foram iluminados para os humanos. Outros, agora, assumirão parte do trabalho, mas não farão exatamente o que vocês fizeram, os mantenedores da energia. Esses não são mais vocês. Vocês não querem isso. Vocês têm outras coisas pra fazer na vida, agora, e falaremos sobre isso já, já.

Mas este é um período de quietude. Vocês não vão ver muita coisa acontecer no planeta. Parecerá muito como um dia qualquer atrás do outro, por um tempo. Na própria vida de vocês, vocês não terão, tipo, imensos insights a cada dia. Vocês terão pequenas iluminações, uma fluindo após outra e após outra. E, aí, em algum ponto, essa luz que está verdadeiramente se aterrando dentro de vocês vai começar a se manifestar em sua própria vida, no seu corpo, na sua mente. E vocês chegarão àquele ponto em que percebem que as coisas estão definitivamente diferentes.

Tenho que rir com Cauldre, às vezes, porque ele é, provavelmente, um dos mais impacientes de todos vocês. Ele fica dizendo: “O que vai acontecer agora, Adamus? O que vai acontecer?” E eu tenho que rir, porque, examinando a trajetória, examinando pra onde as coisas estão indo, é como se vocês fossem olhar pra trás e se sentir um pouco envergonhados de terem duvidado de que algo iria acontecer, porque vai, depois que a coisa aterrar, depois desse tempo de quietude.

Vamos respirar fundo com isso. Respirar bem fundo juntos.

Bem-vindos ao lar, Trabalhadores das Esferas. O ajuste nem sempre é fácil. Fica uma sensação, repito, de que deveriam estar fazendo alguma coisa, uma sensação de que deveriam se sentir enlevados e contentes. Neste momento, vocês estão nessa transição depois de todo esse trabalho duro, então, pendurem suas asas. Pendurem. Temos um tema de asas aqui hoje. Pendurem as asas, respirem fundo e comecem realmente a se permitir curtir a vida.

Três Atributos dos Shaumbra

Eu gostaria de falar agora sobre alguns atributos comuns aos Shaumbra que estão em vigor no que está acontecendo neste momento. Três atributos, particularmente. O primeiro é o atributo do serviço.

~ Atributo 1: Estar em Serviço

Uma das coisas comuns com os Shaumbra é que vocês tendem a se colocar em serviço para os outros. Se vocês realmente examinassem as energias dos Shaumbra ao redor do mundo, é muito, muito comum vocês cuidarem dos outros – membros da família, amigos. Meio que é um tipo de ocupação, de cura, de trabalho de terapia em que vocês cuidam dos outros. Mesmo que vocês não estejam diretamente envolvidos nessa área, de alguma forma vocês sempre estão cuidando dos outros. É um atributo muito, muito comum.

Como Trabalhadores das Esferas, vocês cuidavam dos outros, e foi o modus operandi de vocês em grande parte desta existência. E fica um sentimento estranho. Falei com uma Shaumbra recentemente, há cerca de três meses, e sua mãe tinha morrido. Ela cuidava da mãe há muito tempo e a mãe partiu. Foi uma liberação muito bonita e ela não estava muito triste com a partida da mãe, porque era hora. O corpo e a mente tinham envelhecido. 

Mas a Shaumbra, mesmo assim, sentiu meio que uma tristeza e uma depressão posteriormente. Não com relação à perda da mãe, porque essa Shaumbra continuou falando com a mãe, mesmo depois do DreamWalk. Era só um sentimento, tipo: “O que vou fazer agora? Passei tantos anos cuidando da minha mãe…” Era um sentimento de insatisfação: “Perdi toda a minha vida cuidando dos outros. Perdi os últimos 10, 12 anos da minha vida cuidando da minha mãe doente.” 

Vem um ressentimento e é tipo: “Mas e eu? Perdi minha vida cuidando dos outros?” E muitos de vocês sentem isso. Vocês cuidam dos filhos. Vocês cuidam da comunidade. Vocês cuidam do planeta. Vocês cuidam das outras esferas também.

Então, fica esse sentimento entranhado do serviço. É também uma das coisas que dá a vocês a maior das alegrias, mesmo que seja frustrante, às vezes. Dá a vocês a maior das alegrias, porque, como vocês sabem, um dos meus ditados é: “Somente um Mestre pode estar em serviço. Todos os demais são servos.”

Isso significa que, enquanto Mestres, vocês sabem que vocês estão servindo os outros, mas vocês não deixam ninguém roubar sua energia. Vocês não deixam ninguém levar nada de vocês. Vocês estão em serviço porque têm algo a oferecer. Vocês têm luz a oferecer. Vocês têm sabedoria a oferecer.

Algumas vezes, muitos Shaumbra acham que têm mais do que os outros. Não é egoísmo. É que vocês simplesmente sabem que vocês têm mais equilíbrio, vocês têm mais luz, vocês têm mais insight e sabedoria. Então, vocês se dispõem a ficar em serviço dos outros. 

Agora, é fácil entrar nessa armadilha e deixarem que os outros se aproveitem de vocês. E, algumas vezes, tivemos que conversar com vocês, como fez Tobias, dizendo: “Não façam isso. Vocês podem estar em serviço, mas não precisam deixar que tirem nada de vocês.” É a velha história sobre ensinar como pescar. Não dê a eles o peixe, mas ensine-os a pescar.

Assim, esse é um atributo muito comum, estar em serviço, e é meio desafiador no momento porque isso está chegando ao fim, essa coisa de trabalhar sempre para os outros. Vocês fizeram o trabalho de vocês. Não poderia haver chamado maior do que aquele que todos vocês seguiram. Entrar nessa consciência de massa densa e pegajosa nas outras esferas, imergindo por inteiro, o que seria um serviço maior que esse? 

Mesmo quando eu e alguns outros Mestres Ascensos advertimos vocês sobre isso, dizendo: “Vão brilhar sua luz estando do lado de fora da consciência de massa. Não entrem lá, porque vocês podem se perder, ao menos por um tempo. Vocês podem imergir lá e ser muito doloroso pra vocês de muitas formas, porque vão ter a tendência a acreditar que a coisa pertence a vocês, que a questão é sua, e não é.”

Quero aproveitar para pedir a vocês que sintam isso. Nada disso é problema de vocês. Vocês estiveram nas Escolas de Mistérios. Vocês estiveram… muitos de vocês estiveram lá nos tempos de Yeshua. Vocês estudaram o misticismo. Vocês estiveram em Atlântida, muitos de vocês. Vocês estão acima dessas coisas. Vocês poderiam ter alcançado a iluminação uma existência ou duas atrás. Mas, ainda assim, vocês disseram: “Vou me colocar no verdadeiro serviço, aqui, neste planeta. No verdadeiro serviço, vou imergir aí.”

Conseguem parar um instante, sentir isso e perceber que essas coisas não são suas? 

Mesmo que vocês tenham assumido como se fossem, elas não pertencem a vocês.

Vocês não ganham, necessariamente, pontos extras por assumir isso, mas isso teve, sim, um impacto imenso. Acho que os pontos extras estão no próprio sentimento de satisfação de vocês por saberem que fizeram isso, saberem que isso foi… não quero dizer que isso foi um sacrifício… foi um serviço grandioso. E, sim, houve sacrifícios. Vocês acabaram sofrendo por sempre achar que tinham que realizar algum trabalho.

Já pensaram nisso? Os humanos, em sua maioria, nem sempre pensam que precisam trabalhar alguma coisa em si mesmos. Eles passam os dias meio que sem fazer nada, sem aquilo que chamo de quase obsessão em sempre trabalhar nas coisas. Vocês, sim, porque sempre havia algo no qual trabalharem, sempre havia algo na consciência de massa, questões que vocês, então, viriam a assumir como sendo suas. E, então, por mais difícil que fosse às vezes, vocês tentavam colocar sua luz lá, enquanto fingiam que a coisa era de vocês. Mas, no final, vocês estavam lá em serviço para os outros.

O tempo de vocês com esse serviço, o tempo de vocês como Trabalhadores das Esferas, mesmo como Trabalhadores da Terra, pode terminar agora. Pendurem suas asas, por favor. Pendurem as asas. O que vocês fizeram foi altamente bem-sucedido. Vocês verão os resultados disso. Mas, agora, tirem as asas e parem de se perguntar se fizeram alguma coisa errada. Parem de se perguntar se houve algum efeito do seu trabalho. Isso é algo em que trabalhamos por eras e mais eras, e, enfim, está aqui.

Aproveitem este tempo de quietude. À medida que as coisas se amplificarem, não haverá mais trabalho a ser feito. Trata-se apenas de se a humanidade ou os indivíduos irão escolher ou não essa luz que vocês brilharam, os ajustes que vocês fizeram das outras esferas, o trabalho que vocês realizaram aqui no planeta. Agora, só depende deles.

Só depende daqueles que estão trabalhando com a tecnologia neste momento, seja na inteligência artificial, seja na comunidade médica. Será que eles vão se permitir perceber essa luz que foi plantada aí? 

Essa luz Crística que agora está disponível dentro da consciência de massa, será que vão usá-la nas invenções, nas descobertas, nas novas formas no planeta que trarão bem mais equidade, bem mais justiça? Só depende deles. 

Não há realmente nada mais que vocês possam fazer. Eh, vocês podem escrever alguns livros talvez. Podem falar sobre as confissões verdadeiras de um Trabalhador das Esferas, sobre o que vocês fizeram nas outras esferas. Mas no que diz respeito ao trabalho real agora, no que diz respeito a estar constantemente vigilante sobre levar sua consciência, sua luz a essas esferas, isso acabou. E isso é bom. E vocês são honrados pelo seu serviço.

Então, esse é o ponto número um com relação aos Shaumbra, meio que um daqueles atributos muito comuns: estar em constante serviço para os outros. Agora é a hora de deixar isso ir. Na verdade, isso não vai levar vocês muito mais longe, não vai levar o planeta muito mais longe nem a humanidade muito mais longe, o fato de vocês continuarem tentando trabalhar assim. 

Agora… continuem deixando sua luz brilhar, é claro, mas, agora, curtam a vida.

~ Atributo 2: Não Ser Visto Nem Ouvido

O segundo atributo é realmente relevante neste momento. Muitos de vocês queriam ser vistos e ouvidos de certa forma, mas não foram. Vocês se sentiam invisíveis e falando com as paredes. Só pra dar exemplos práticos, vocês entram num restaurante e os garçons, os atendentes, como queiram chamar, não veem vocês. Veem todos os demais. Anotam os pedidos de todo mundo, entregam os pratos, as contas, e ninguém sequer vê vocês.

Já faz tempo que vocês não são vistos nem ouvidos, e isso torna tudo muito difícil, uma vez que vocês têm tanta sabedoria inata, têm tanto a compartilhar. Vocês têm histórias a compartilhar, se não tiverem mais nada, mas vocês têm grande sabedoria, têm grande consideração a compartilhar com os outros. Mas eles quase não viam nem ouviam vocês. Era diferente nos encontros dos Shaumbra, quando se reuniam, porque vocês estavam com espíritos afins, então, podiam falar abertamente. Mas, junto de outros, era só frustração: “Será que não estão me vendo, nem me ouvindo?”

E também vinha aquele sentimento, mesmo quando vocês pensavam em realmente falar, realmente tentar chamar a atenção deles: “Fique quieto. Fique quieto.” Em parte, por causa das vidas passadas em que vocês foram perseguidos por se destacarem – independentemente do motivo, visões religiosas ou espirituais, visões sobre ciência, visões sobre magia. E vocês eram perseguidos. Então, vocês aprenderam a ficar quietos. 

Mas, em parte também, porque vocês sabiam, energeticamente, que, se, de repente, começassem a falar, a compartilhar suas verdades interiores profundas, isso exigiria tamanha energia – fosse escrevendo um livro, montando um site, dando palestras ou o que fosse, canalizando. Qualquer coisa exigiria uma tremenda quantidade de energia – e o primeiro chamado de vocês para o serviço foi nas outras esferas como Trabalhadores das Esferas.

Assim, vocês evitaram ser vistos e ser ouvidos, e isso é triste, difícil. Especialmente quando vocês sabem, lá dentro, que há tanta bondade em vocês, que há um amor absoluto por si mesmos e pelos outros, tanta bondade a ser compartilhada. Muitas vezes, mesmos seus companheiros, seus cônjuges, seus amores viam vocês como humanos, mas não viam vocês por quem vocês realmente são – seres angélicos com asas – e isso foi triste. Isso foi difícil. Ou seus filhos. 

E, muitas vezes, quando vocês tentavam falar com amigos sobre o que vocês sabiam e o que vocês sentiam, eles não viam vocês. Eles não queriam ver vocês desse jeito. Eles não queriam ver vocês assim. Eles zombaram, fugiram, se desvincularam de vocês, porque não queriam ver isso. Queriam apenas ver o humano e nem mesmo muito desse humano. Então, toda essa coisa pela qual os Shaumbra têm passado, há tanto tempo – não sendo vistos nem ouvidos – é uma boa notícia, e uma notícia difícil, ao mesmo tempo.

Agora chega um tempo em que vocês podem ser, se assim escolherem. Muitos de vocês optarão por não ser. Escolherão levar vidas relativamente reservadas. Muitos de vocês encontraram grande consolo em estar na natureza. Então, muitos estão se mudando para a natureza neste momento, ou para ficar mais perto dela, onde têm livre acesso, descobrindo que as cidades em que moravam eram lembretes constantes da densidade da consciência de massa que vocês suportaram nas outras esferas por tanto tempo. 

A consciência de massa está nas outras esferas, literalmente, mas se manifesta aqui – prédios, quilômetros e mais quilômetros de edifícios, ruas, poluição, barulho e outras pessoas. E vocês estão descobrindo, agora mesmo, a necessidade de se afastar de tudo isso, desse constante peso da consciência de massa encontrado nas cidades.

Agora, é um bom momento. Agora, é um bom momento. Se estavam pensando em se mudar para onde terão um pouco mais de espaço livre, ar limpo, menos pessoas – eu diria que menos pessoas é provavelmente o maior fator de todos –, agora é uma boa hora pra fazer isso, pra se liberarem dessas velhas conexões por estarem no meio da consciência de massa.

É difícil quando, em algum nível dentro de vocês, vocês reconhecem seus talentos e suas capacidades. Vocês sabem que viveram muitas existências desenvolvendo realmente a metafísica para o planeta. E vocês chegam a esta existência e não são vistos nem ouvidos. Mas isso foi só porque o restante do planeta não estava pronto. 

E não estou tentando massagear o ego de ninguém, além do meu mesmo. [Ele ri.] Mas não estou tentando fazer vocês se sentirem bem. Estou dizendo a vocês o que eu sei que é verdade. O restante do planeta não estava pronto para o que vocês tinham a oferecer. Realmente não estava. Mesmo agora, é muito… ele está pronto ou mais pronto, mas ainda há muitas pessoas que não estão prontas, e tudo bem. Não estamos tentando forçar ninguém. Não estamos tentando vender nada, nem conseguir adeptos.

Mas muitas pessoas agora estão prontas. Estão sofrendo. Estão buscando respostas verdadeiras. Elas não querem respostas de uma organização como a igreja ou de modalidades psiquiátricas ou psicológicas. Elas querem respostas verdadeiras, e querem que venham de pessoas verdadeiras. Não querem nem que, necessariamente, venham de Mestres Ascensos ou mesmo do Presidente do Clube dos Mestres Ascensos. Eles querem ouvi-las de vocês, de pessoas verdadeiras que passaram pela coisa, que não falam clichês, que falam de coração a coração.

Existem pessoas agora que estão prontas pra ver vocês. A pergunta é: Será que vocês estão prontos para serem vistos? Vocês não precisam disso. Vocês fizeram seu trabalho. Vocês não têm que passar por isso. Mas, talvez, talvez, agora, vocês sintam vontade de expressar parte disso, seja num livro, seja… tenho que acompanhar o Cauldre aqui… em blogs na Internet, filmes, músicas, textos ou o que for. Talvez apenas sentar e conversar com as pessoas que encontrarem num restaurante ou numa cafeteria, na praia ou em trilhas de caminhada. Mas agora vocês podem aparecer.

Agora, vocês podem aparecer porque vocês não vão esgotar sua energia; afinal, o outro trabalho terminou. Agora, vocês podem aparecer porque o plane

Março 23, 2023

chamavioleta

A CRUZ DO CÉU

(Em questionário)

Adamus Saint Germain

Canal: Geoffrey Hoppe

Assistido por Linda Hoppe

 

Gravado em Kona, Havaí, (EUA)

Tradução: Luiz A. Viotto 

Revisado por Silvia Tognato Magin 22 de março de 2023

 
 
 
 
 
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NOTA IMPORTANTE: Esta informação provavelmente não é para você, a menos que você assuma total responsabilidade por sua vida e suas criações.
 
 
LINDA: Bem-vindos à sessão de perguntas e respostas da Cruz do Céu. A Cruz do Céu é esse evento tão especial que acontecerá em 22 de março de 2023, e aceitamos perguntas de todos os Shaumbra, e estamos aqui para essa sessão. 
 
GEOFF: Vocês sabem, Adamus sabia que haveria muitas perguntas, porque, bem, é um grande evento, e na Cruz do Céu, Parte 2, ele disse: “Vá em frente e envie suas perguntas”, muitas – recebemos centenas de perguntas. 
 
LINDA: Recebemos. 
 
GEOFF: Então, há muito a cobrir. Acho que seremos capazes de passar por algumas delas, mas a ideia é clarear o que está na esquina, sobre o que muitos de nós têm se perguntado. Agora, Adamus falou a respeito na Cruz do Céu, Parte 1, que está disponível no site do Círculo Carmesim, e na Parte 2, mas parece que ainda leva a muitas perguntas. Eu tenho perguntas. Ficarei curioso para ver quais são as respostas. 
 
LINDA: Eu também. 
 
GEOFF: Mas eu não enviei a minha. 
 
LINDA: Não precisava. Todos cobriram quase tudo que você possa imaginar. Foram realmente, realmente, umas P&R muito boas pelo que eles enviaram. 
 
GEOFF: E eu sei que Adamus vai falar muito mais sobre isso, mas a Cruz do Céu foi trazida a nós pela primeira vez no evento Sonho de Merlin em setembro de 2022. E naquele momento, foi Saint Germain, na verdade, que estava falando dela, e isso me chocou. Me chocou. Eu não estava preparado para o que ele iria falar, mas basicamente dizendo que havia consciência suficiente no planeta agora que permitia a abertura entre os reinos. Alguns chamam de véu. É exatamente isso que nos impede de acessar – acessar facilmente – outras partes do nosso Eu, nossa divindade, os outros reinos, a natureza multidimensional de nós mesmos. Isso nos manteve muito firmemente presos no tempo, espaço e gravidade por muito tempo. 
 
LINDA: Mas quando viemos para a Terra, efetuamos esse acordo para fazer isso. 
 
GEOFF: Sim. 
 
LINDA: Então, é somente por causa da evolução da consciência para que esta seja uma nova oportunidade. 
 
GEOFF: Sim, ele diz que agora há uma proporção de consciência no planeta que permite que isso comece a se abrir. Ele usou o termo “Cruz do Céu”, que é bem legal e tem duplo significado, dependendo de como você o escreve. Mas, em última análise, significa que cada dimensão, mesmo a nossa dimensão humana, é um céu. É uma dimensão. É um reino. 
 
O que acontece é que temos todos esses diferentes reinos ou céus, e agora com essa coisa toda da Cruz do Céu, eles literalmente começam a se cruzar, se interceptar ou se fundir. É uma abertura. 
 
Agora, Adamus disse em algumas das apresentações subsequentes que, na verdade, o verdadeiro nome disso é o Apocalipse. Ele não queria usar esse nome quando o apresentou pela primeira vez, porque tem muitas conotações, e algumas realmente não são tão boas. É algo que foi profetizado por muito, muito tempo, e acho que há um medo associado a isso. 
 
Mas ele disse literalmente a palavra “Apocalipse” que tem origem grega e significa “desvelar”, “tirar a tampa”, “abrir”. Então agora ele está se referindo a isso cada vez mais como o Apocalipse, mas ainda com o nome de divulgação de Cruz do Céu. 
 
LINDA: Bem, ele foi cuidadoso com isso, porque na verdade eram as religiões que caracterizavam o Apocalipse como o fim do mundo. 
 
GEOFF: Sim. E eu fiz algumas pesquisas no Google sobre obras de arte e pinturas para o Apocalipse, e é sempre muito pesadelo, meio infernal. Não é uma coisa bonita. É basicamente a coisa do fim do mundo. É assustador, e particularmente, você pode imaginar – como eu tenho certeza de que você pode – quando uma criança você vê essas imagens de situações infernais e o julgamento final e tudo mais. 
 
Bem, realmente não é sobre isso. É a capacidade de acessar nossa divindade, os outros níveis de nós mesmos, com muito mais facilidade e muito mais graça do que jamais conseguimos no passado. Então, é um evento fenomenal. É um evento épico e leva a muitas perguntas, muitas, muitas perguntas.
 
 LINDA: Claro. 
 
GEOFF: Então, novamente, as perguntas foram enviadas por pessoas que assistiram ou ouviram Cruz do Céu, Parte 2, que saiu – eu quero dizer – talvez no final de janeiro, e muitas perguntas chegaram. Portanto é dessas pessoas, e vamos entrar nisso em um momento. Mais alguma coisa que você queira compartilhar antes de eu trazer Adamus? 
 
LINDA: Não. Não. 
 
GEOFF: Não? 
 
LINDA: Temos muitas perguntas boas e acho que muitas respostas estão por vir. 
 
GEOFF: Ótimo. Ok, vamos começar respirando um pouco com Linda, como sempre fazemos, e depois para direto Cruz do Céu, Perguntas e Respostas com Adamus. 
 
LINDA: Tudo bem. 
 
GEOFF: Então, bom. Você está pronta? 
 
LINDA: Ah, espero que sim. 
 
GEOFF: Estou um pouco – um pouco nervoso, eu acho. Mas acho que sua respiração ajudará a resolver isso. 
 
LINDA: Tudo bem. 
 
GEOFF: Ok. 
 
LINDA: Então, com isso, como sempre, vamos fazer aquela respiração profunda e consciente, inspirando para você, deixando o ar se mover, sentindo a energia se movimentar internamente e para fora. Façam uma boa respiração profunda, aquela respiração boa e profunda. Fiquem confortáveis, abrindo se realmente para os mais altos potenciais para esta experiência. Inspirem isto. Sintam. Permitam isto. Façam aquela boa respiração profunda de vida, aquela boa respiração profunda. Adamus está aqui, como sempre, para cada um de nós. Inspirem-no. Fluam com ele. Permitam-no. Mais uma vez, permita os potenciais mais elevados a cada respiração. Respirem… respirem, enquanto começamos esta sessão de P&R muito especial da Cruz do Céu. 
 
ADAMUS: Eu Sou O Que Eu Sou, Adamus Saint Germain. 
 
Bem-vindos às Perguntas e Respostas da Cruz do Céu. Sei que há muitas perguntas sobre isso e vou dizer desde o início que não temos todas as respostas. Isso nunca foi feito. Agora, temos muitas suposições, especulações, – nós, como Mestres Ascensos, aqueles do Conselho Carmesim –, mas é para vocês descobrirem e experienciarem. 
 
Sabemos que certas coisas vão acontecer, mas elas estarão em um nível pessoal muito profundo dentro de cada um de vocês. Falamos sobre a Cruz do Céu ser este evento que ocorre em 22 de março de 2023. Falamos sobre ser a abertura do véu. Não abre tudo de uma vez. Abre bem devagar. Entraremos no tema com as perguntas, mas mais do que tudo, é um evento muito pessoal. Isso afetará muitas pessoas no planeta, o que acabará tendo um grande impacto no planeta. 
 
Mas se você está procurando por qualquer tipo de resposta, vá fundo dentro de você, o que acontece dentro de você com esta chegada da Cruz do Céu. 
 
Como Cauldre mencionou quando ele e Linda estavam conversando, dei o nome de Cruz do Céu, porque, de fato, é isso que acontece. Os céus, as dimensões, começam a se interceptar. Eles começam a se cruzar. Mas agora estou me referindo a isso cada vez mais como o Apocalipse. 
 
O Apocalipse tem conotações assustadoras, como vocês dois falaram antes, mas não é nada isso de modo algum. Tem sido crivado de medo, e até certo ponto, eu acho, parte disso é justificado, porque conforme essa abertura ocorre e você e outros agora começam a se expandir para outros reinos, há certas coisas que você tem que enfrentar a respeito de você mesmo se há desequilíbrios, se há questões não resolvidas. 
 
Mas a boa notícia é que com essa abertura, com mais consciência e energia, você será capaz de ver essas questões com muito mais clareza e resolvê-las, se você quiser, com muito mais clareza. Este é o momento pelo qual você estava esperando. Este não é apenas mais um evento. Não é apenas outra Convergência Harmônica ou Y2K ou qualquer coisa assim. Isso é o que foi predito e profetizado por muito, muito tempo. 
 
É o que você sonhou nos tempos da Atlântida nos Templos de Tien. Este foi o Sonho Atlante, chegando a este ponto onde você não está mais limitado, enquanto um humano aqui na Terra, para apenas este reino. Agora você pode se abrir para os outros reinos. Este foi o tempo que foi predito por muito tempo, uma mudança no planeta Terra devido ao mais alto nível de consciência. 
 
E certamente apresentará certas questões e problemas para aqueles que não desejam essa consciência superior, que desejam voltar no tempo ou na consciência, que não estão prontos para as mudanças que virão disso, que estão se apegando aos velhos hábitos, seja em suas próprias vidas passadas, seja no carma ancestral, seja em um mundo que eles acham que deveria voltar aos velhos ensinamentos religiosos. Vai ser difícil para eles. 
 
Agora, não virá tudo de uma vez. Chegará para cada indivíduo conforme apropriado para ele, e poderia levar muito, muito tempo até que a humanidade em geral esteja ciente do que está acontecendo. Mas começa em 22 de março, não muito longe a partir de agora.  
 
Então, eu entendo que há um monte de boas perguntas que estão prontas. Farei o meu melhor para responder o máximo possível que podemos e tão bem quanto eu posso. Então, querida Linda, vamos começar com as perguntas. 
 
LINDA: Muito bem. Certo. 
 
PERGUNTA 1: Então, Adamus, quanto tempo até que a Cruz do Céu esteja totalmente aberta e nós experienciemos todo o seu impacto, particularmente para os Shaumbra? Serão semanas, meses ou anos? Obrigado. 
 
ADAMUS: De fato. À medida que a Cruz do Céu se abre, à medida que este caminho se abre para os outros reinos, isso acontecerá muito lentamente. Não vai ser tudo em um dia. Isso literalmente sobrecarregaria todo o planeta, todos os seres vivos do planeta. Não vai ser uma questão de semanas. Serão muitos e muitos anos. Isto pode levar décadas, e realmente não importa tanto.
 
Então, deixe-me usar esta analogia. Imagine que você tem um rio bonito, um rio grande, e possui uma represa, a represa que retém a água. E a cada dia chega água suficiente pela represa para ir rio abaixo, e a jusante há uma vila. E na vila, há pessoas que moram nela, mas que fica, digamos, uns 50 quilômetros a jusante da barragem. A barragem representa a Cruz do Céu. A barragem é o que está separando os reinos, e o que temos agora é uma abertura gradual. 
 
Não vamos abrir todas as comportas, – ou vocês não vão abri-las – todas de uma vez. Ela começa a abrir, e um pouquinho mais e um pouquinho mais da água vaza. E então leva um tempo para chegar à jusante, aqueles 50 quilômetros. Não acontece de uma só vez. Então, na maioria das vezes, logo de cara, passa despercebido. 
 
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Janeiro 20, 2021

chamavioleta

As duas bestas do Apocalipse já estão entre nós!

tonocosmos.com

20 de janeiro de 2021

 

Em termos impessoais, termos de pensamento de massa, as duas Bestas do Apocalipse (Política Mundial de controle e Ciência e tecnologia de pseudo-salvação da humanidade, como já são encaradas pela grande maioria selada / 666) já estão entre nós, o que implica na consecução dos outros sinais declarados por Joanes de Patmos.

 

Essas forças só precisam assumir lideranças pessoais identificáveis em Terra para configurar a profecia por inteiro.
 
Completando o triângulo tenebroso, sobe o Dragão Vermelho, aquele que, em termos de civilização, é a imagem da Nova Ordem Mundial comandando as duas Bestas.

 

Já existe uma política se apoiando em prodígios da ciência e tecnologia moderna que, como o profeta disse, posaria de SALVADORA no final (imitando o Cordeiro), política essa que, implantando definitivamente uma consciência materialista adormecida na humanidade, viesse a proclamar em coro:

 

Não precisamos de Deus para nada.
 
Temos a ciência e a tecnologia que faz tudo por nós.
 
E ao declarar isso, ninguém vai precisar consumar sua negação a Cristo de forma literal, porque já o faz ao servir e cultuar o modelo de existência do Anticristo.

 

Muitos já estão com a alma vendida e nem sabem.

É por isso que a ciência ateísta-materialista condiciona a humanidade na inexistência de um Deus criador por trás do Universo e de uma alma vivente por trás do corpo físico…. para que eles possam vender sua alma sem resistência alguma ao Sistema.

Afinal, a melhor forma de realizar a transação é acreditar mesmo que não se tem alma, e que depois da morte, nada existe.

Então, desfrutemos de tudo no Reino tenebroso da Besta, e de todo prazer, conforto e segurança que a ciência falsificada pode nos dar.

JP em 21.01.2021

 
 





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Janeiro 20, 2021

chamavioleta

Joe Biden, o Anticristo? Quem é o Anticristo?

tonocosmos.com

20 de janeiro de 2021

 
 
 
 
 
Em nenhum momento eu disse que Joe Biden era o Anticristo. Mas com certeza, mais um de seus emissários lhe preparando o caminho.
 
Daniel declara que o Anticristo seria o homem da soberba, e tentaria subir ao trono para se fazer como novo deus da humanidade.
 
O Anticristo provavelmente se alinha mais com um novo MESSIAS eleito em Israel.
 
As preparações do Terceiro Templo avançam por lá, porque pelo que se diz, os rabinos já tem o nome do seu MESSIAS, e ele estaria sendo preparado para a sua missão em breve.
 
E pelo simples fato de ISRAEL negar e amaldiçoar até os dias de hoje o nome de Jesus Cristo, isso implica, por um puro efeito de Karma, que o Messias que eles irão eleger, para elevar Israel ao ápice do poder e da riqueza entre as nações, conforme as profecias que eles interpretam tudo materialmente, e não espiritualmente… isso implica que este nome ainda oculto tem total condição de ser o Anticristo.
 
No passado, falava-se muito na possibilidade de Emannuel Macron, o atual presidente da França.
 
Mas essa possibilidade foi se enfraquecendo com os anos.
 
Haverá um segundo anticristo, que o Apocalipse chama de falso profeta, ou segunda Besta, que lhe dará pleno apoio logístico, científico e tecnológico.
 
Há também um nome muito forte nessa categoria: Elon Musk.
 
Afinal, está escrito que o Falso Profeta ou segunda Besta traria como nova religião a ciência, e novo deus, a tecnologia, que daria ao Anticristo seus poderes artificiais de divindade idólatra auto-fabricada e pelo mundo e sociedade moderna, amplamente venerada, como já está acontecendo.
 
O Apocalipse 13 diz que a primeira Besta (Anticristo) se moverá no mar. Isso quer dizer, no meio das multidões, como um líder político e talvez militar. No contexto social, a Primeira Besta é a própria Política Mundial, cenário perfeito para o Anticristo como pessoa humana atuar.
 
Ele falará com desprezo contra os poderes de Deus e mudará as leis sagradas.
 
E será apoiado pela segunda Besta (o falso profeta), que fará com que a humanidade sirva o Anticristo pelo implante do sinal de reconhecimento, 666, que se alinha com o W.W.W. da rede mundial.
(Porque W, VAV, é a sexta letra do alfabeto hebraico, e todos os caminhos da rede mundial começam com WWW = 666!)
 
Ora, todo o avanço as modernas tecnologias se apoia no avanço da própria globalização digital.
 
Muitas pessoas começam a manifestar um pensamento já condicionado na caixinha quadrada desejada pela tecnologia e cultura da ciência moderna ao interpretar que todos os eventos planetários são efeito de HAARP, da mesma forma que todos os eventos ufológicos e sinais no céu são BLUE BEAM ou tecnologia humana em ação. A limitação do pensamento moderno nessa direção já é clara, óbvia e evidente entre muitos.
 
Deixam de crer e entender o Universo além de todas estas explicações condicionadoras, um Universo místico, cheio de vida além da forma, cheio de consciência acima da matéria, cheio de civilizações avançadas além da humanidade tão egocêntrica, como nos tempos da Igreja Medieval, pensando do mesmo jeito, o ser humano como centro do Universo. Essa é a grande armadilha do curral digital condicionando mentes em caixinhas quadradas bem pequeninas. Os prodígios da Segunda Besta a enganar a todos, e todos se prostrariam diante da tecnologia e da ciência, os deuses da nova era. Porque encontram nelas todas as respostas que lhes satisfazem e convém aos seus egos hipnotizados, doutrinados pelo Sistema.
 
Satélites no céu, microchips, bio-engenharia… graças ao avanço da computação, essas coisas se tornam realidade hoje.
 
E se diz que a segunda Besta faria tamanhos prodígios no céu e na Terra que confundiria até os eleitos de Deus.
 
 
 
 
E o que planeja Elon Musk, atualmente?
 
Colocar uma rede de satélites (Starlink) no espaço acima da Terra, levando muita gente a confundir seus objetos com UFOs.
 
E ele já faz experimentos com chips implantados no cérebro para inserir a Internet diretamente no pensamento.
 
O sinal 666 da Besta nas mãos e na cabeça, em alinhamento com uma rede de satélites e tecnologia de monitoramento em tempo integral, cercado tudo aqui em baixo.
 
A prisão perfeita, invisível, sem algemas, dando falsa sensação de liberdade ao povo já sendo doutrinado para essa nova ordem de coisas em nosso tempo.
 
Ora, junte as duas coisas.
 
Uma rede de satélites cobrindo todo o planeta, como uma cerca de energia, um curral digital para o gado lá embaixo, todo ele, chipado na cabeça e recebendo informações desta rede, e nada além dela, em tempo integral.
 
Ao menos, este é o sonho de Elon Musk, que se tornou o homem mais rico do planeta por estes dias, segundo reportagens recentes.
 
Quem está patrocinando financeiramente este “gênio”?
 
A Nova Ordem Mundial.
 
Elon Musk, portanto, é um nome muito forte para o segundo agente do Dragão Vermelho.
 
Aquele que dará todo apoio logístico, científico e tecnológico para o Primeiro.
 
O tempo mostrará tudo.
 
Até porque já está mostrando.
 
JP em 21.01.2021
 
 


Nota da redação:
Não acredito que Biden seja o anticristo. 
Pode ser que seja um boneco controlado por um anticristo escondido por trás da cortina.



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Dezembro 21, 2020

chamavioleta

A astrologia da crucificação e ressurreição de Jesus o Cristo

 

 

 
 
 
 
Há muitas mensagens explicando as energias cósmicas formadas para se derramar sobre nós nos próximos dias, e a transformação que acelera. Esta traz um outro componente.
 
“Há uma conexão astronômica muito direta entre o mapa da crucificação (e ressurreição) de Cristo e o mapa da Grande Conjunção.
 
E envolve o planeta Netuno.
 
Na Astrologia da Cabala (Cabalá), Netuno está no topo da Árvore da Vida – seria o equivalente da Estrela de Belém, que se coloca no topo das árvores de Natal.
 
Netuno é significador do Pai, ABBA, o Pai a quem Cristo se dirigia.
 
E se a Grande Conjunção tiver uma vibração de Estrela de Belém, essa estrela será Altair.
 
Altair fica na constelação da Águia.
 
Há uma passagem marcante no Apocalipse relacionada com a águia:
 
“E olhei, e ouvi uma ÁGUIA voar pelo meio do céu, dizendo com grande voz: Ai! ai! ai! dos que habitam sobre a terra! por causa das outras vozes das trombetas dos três anjos que hão de ainda tocar.” Apocalipse 8:13
 
Outra passagem significativa da Águia aparece no mesmo Apocalipse:
 
“E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.” Apocalipse 12:14
 
Como estamos às vésperas das grandes tribulações no mundo, e como a Mulher, e Mãe da Criança sagrada, representa a Igreja de Cristo reunida na Terra (igreja espiritual, nenhuma relação com qualquer instituição) pode ser que a energia da Grande conjunção comece a dar asas de águia para que os seus escolhidos voem daqui antes da Grande tempestade, e se reúnam no deserto da purificação, e preparação, antes da ascensão ao Tabernáculo.
 
Pode ser que a águia voando no meio do céu seja a constelação da Águia, pontuada pela Estrela Altair, derramando sua energia sobre Júpiter e Saturno unidos debaixo do grande triângulo que os monólitos apontam sem cessar, para o alto…”
 
Fonte secundária: https://tonocosmos.com.br/
 
 




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Maio 05, 2020

chamavioleta

Sobre o não cumprimento das velhas profecias (negativas).

SaLuSa via Mike Quisey.

Tradução: Maria Luisa de Vasconcellos 
(luisavasconcellos@hotmail.com)

Publicado a 5 de maio de 2020. 

 
 
.
 

 
 

Como se pode esperar, as profecias vêm e vão, e ireis ver que, periodicamente, certos grupos sentir-se-ão como se tivessem sido guiados para uma profecia que apoia as suas crenças. Podeis interrogar-vos com é que isto acontece, e em muitos casos é o resultado da energia dada a um acontecimento de significado religioso. Pode-se reportar a centenas e mesmo milhares de anos, tornando-se tão poderosas que irão prevalecer na consciência dos seus seguidores que as trazem a uma conclusão. O factor que resulta num não acontecimento é mais provável porque os tempos mudaram, juntamente com os níveis de consciência e a Luz tornou-se o pacificador. Como resultado disso a previsão não vai para diante e não se manifesta. Por outras palavras, já não é mais preciso trazer as mudanças que se esperavam, porque a Humanidade moveu-se para outro padrão de existência. Por esta razão, o Apocalipse não irá acontecer como era esperado, embora ainda hajam muitas mudanças na Terra, mas que já não estão associadas com a mortandade e a destruição maciça.

Se possível, as pessoas devem concentrar-se nos aspectos positivos das mudanças, e como recomendamos tantas vezes, devem manter focada a visão da Nova Terra. Estes tempos irão ser confusos para muitas almas que não estão certas do que devem esperar, e os acontecimentos não são ajudados pelas actividades dos que pertencem às trevas. Eles planearam representar acontecimentos paralelos às profecias para ir de encontro às expectativas das pessoas que, evidentemente, alimentam o factor “medo.” Sabemos dessas intenções, e dentro de certos limites devido a situações kármicas, podemos impedi-las de acontecer. Impedimos uma Terceira Guerra Mundial, a destruição da Terra, e pragas e doenças de tais proporções que teriam dizimado a vossa população. Isso esteve de acordo com as nossas responsabilidades para que vocês atingissem em segurança o ponto da Ascensão, e que a oportunidade de ascender não vos fosse negada.

Pode não parecer isso, mas estais a erguer-vos das vibrações mais baixas, e à medida que o fazeis, as actividades das trevas irão diminuir, porque a Luz está a enfraquecer o seu poder. Em resumo, estamos a progredir em direcção aos nossos alvos para fazer as grandes mudanças que irão ver os das trevas afastados. Por isso, tenham a certeza que mesmo que vocês desconheçam os detalhes, estamos a alcançar os nossos objectivos para ter os assuntos em andamento. Quando começa não pode haver outro resultado, porque o Plano Divino irá manifestar-se sejam quais forem os acontecimentos exteriores. É por isso que vos recordamos ocasionalmente, que a Luz já alcançou a vitória que vos foi prometida. Não há razão absolutamente nenhuma para ter medo, e seja o que for que planeiem para vós próprios, para irem até ao fim dos tempos, assim irá ser.

Estamos a manter-vos a olhar para a frente, porque irá chegar um tempo em que o passado irá ter pouca influência sobre vós. Uma vez que tenham ascendido e os vossos níveis de consciência se tenham expandido largamente, ireis desligar-vos das memórias de ter estado nas vibrações mais baixas. Já não terão qualquer importância, mas, de qualquer maneira, a experiência que adquiriste irá permanecer convosco para sempre. Estais sempre numa jornada espiritual a procurar o vosso caminho de regresso à Fonte, e isso aplica-se a todas as almas sem excepção. Por isso, podeis ver que quando encontrardes outras almas, ireis ver que tendes muito em comum e não apenas o que originalmente trouxeram da Fonte. Escolhestes experimentar separar-vos dessa mesma Fonte e aceitar o desafio de recuperar a vossa Luz, e os níveis de consciência que iriam restaurar as memórias subconscientes do vosso verdadeiro Eu. Isso foi alcançado por muitos de vós, e foi esse êxito que permitiu que mais tempo fosse concedido para o maior número de almas possível ascender. De outro modo já não estaríeis aqui, nesta época, mas teríeis completado as vossas jornadas com a chegada do Milénio.

Por isso, Queridos, podeis compreender a admiração e o amor que vai até vós das dimensões mais altas, porque o vosso êxito foi conseguido apenas pela vossa dedicação e forte intenção de ultrapassar todos os obstáculos. Verdadeiramente, sois seres magníficos, e num futuro próximo ireis estar ao nosso lado como seres plenamente conscientes. Sejam quais forem as vossas experiências terrenas, não se diminuam, porque a verdadeira razão para estardes na Terra foi mergulhar nas vibrações mais baixas. O factor mais importante foi o que aprendestes com essa experiência, e não o que foi alcançado, porque todos vós sentistes a atracção das energias das trevas. Como é que poderiam ter aprendido a lidar com elas, e compreender completamente a maneira de as vencer? Não sois chamados de pecadores, como alguns de vós acreditam, e a vida na Terra significa vivê-la e escolher quaisquer experiências que avancem o vosso conhecimento e vos conduzam de novo para a Luz.

Todos tivestes tantas experiências na dualidade que é compreensível que sintam que agora é tempo de mudar. Para muitas almas não haverá muita coisa ainda para aprender, e tendo restabelecido uma ligação muito forte com a Luz, estais prontos a elevar-vos. Tem estado a ser construída através dos séculos, e grandes seres caminharam na Terra para vos ajudar a compreender a verdade da vossa divindade. Os ensinamentos deles podem ter sido distorcidos, mas isso ainda torna tudo mais notável que vocês tenham encontrado a vossa Luz. O amor é a palavra-chave para o vosso avanço, quer o recebam ou quer o dêem, e quando atingirem o ponto de o dar sem condições, sois real mente Um com a Consciência Crística. Falamos do Amor Incondicional, e isso significa dar sem julgar, e não desejar nada em retribuição por fazer isso. Os humanos têm tendência para manter uma mentalidade que coloca condições para dar Amor, e isto é uma lição a aprender, porque estais a entrar no período final que conduz à Ascensão. Façam apenas o vosso melhor e ireis achar que é melhor pensar assim, e irá chegar com o aumento dos níveis de consciência.

Eu sou SaLuSa, de Sírius, e confio que, com as nossas mensagens, vocês adquiram lentamente uma compreensão melhor do que a Federação Galáctica representa. Nós somos vós, e somos do vosso futuro, e ireis facilmente mover-vos do vosso modo de vida actual, para um modo que irá ver-vos finalmente a ocupar o lugar de verdadeiros Seres Galácticos. Achamos este tempo verdadeiramente emocionante, pela perspectiva de vos convidar, de novo, para onde realmente pertenceis – como Sementes das Estrelas.

Obrigado SaLuSa,

Mike Quinsey.

 
Mensagem narrada: Locução: Sandra Gorni

 
 


 

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Dezembro 12, 2019

chamavioleta

Teri Wade.

Traduzido por Adriano Pereira

a 12 de dezembro de 2019.

 
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O nosso planeta está em perigo extremo como nenhuma outra vez na história da nossa espécie. Estamos a ver o confronto de duas idades. Peixes (controle e opressão) e Aquário (iluminação e libertação), é literalmente um conflito entre a Luz e a Escuridão. É tudo vibracional.

Todos vocês ainda presos em qualquer sistema de crenças, dogmas sociais e religiosos precisam acordar.

O engano que a igreja prega foi todo desenhado pelos Arcontes. Eles são a quem vocês indiretamente rezam nos seus templos de Decepção. Religião, é tudo controle da mente. Ponto!

Somos almas tendo uma breve experiência humana física em uma Matrix de baixa densidade criada pelos escuros, que se rebelaram contra o Criador Primordial. O catolicismo está enraizado nos rituais oculto das trevas.

A Cruz zomba de um falso sacrifício satânico de Jesus (Luz) e a Eucaristia simboliza o canibalismo. A Eucaristia... é a cerimónia cristã que celebra a Última Ceia, na qual o pão e o vinho são consagrados e consumidos. O pão sendo a carne e o vinho sendo o sangue do homem. Gehenna (conhecido como Inferno) era um lugar de sacrifício infantil em Jerusalém, um destino dos ímpios, um lugar de tormento ardente.

Estamos no tempo do Apocalipse, o que significa a revelação. Mais uma vez, nada é o que nos disseram, esteja preparado para ficar completamente maravilhado ou chocado além da compreensão pelo que está a chegar. Jesus se refere a este tempo como..."Se você viver pela espada, você vai morrer pela espada, e os mansos herdarão a terra". Está na hora de limpar a casa, e é isso que está acontecendo.

Há um processo de Ascensão Universal ocorrendo e cabe a você, como um indivíduo, se elevar. Você evolui interiormente, a nível da sua alma, seu corpo físico é apenas uma embarcação para experimentar essa realidade. Ninguém dá um passo em falso, simplesmente porque você não pode mentir a si mesmo.
 
Teri Wade.
 
 
Fonte: Facebook de Teri Wade
 
 
Teri Wade
 

 
 




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Outubro 03, 2019

chamavioleta

Teri Wade.

Traduzido por Adriano Pereira

a 2 de outubro de 2019.

 
 
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Livro da revelação...* O livro mais estranho da Bíblia.
 
Um livro de visões, um livro de sonhos, um livro de horrores. Alguns descreveram-no como uma viagem ruim via consumo de drogas alucinógenas, enquanto para outras traz à mente o surrealismo. Mas ainda para outros é como a imaginação de uma pessoa com transtorno de stress pós-traumático induzido pela guerra.
 
"...uma voz alta como um trompete. Um homem cujo cabelo é branco como a neve com olhos como chamas de fogo. Deus no seu trono, rodeado por quatro feras, cada uma com seis asas e olhos nas asas. Sete Pergaminhos e sete selos a serem abertos. Uma mulher vestida pelo sol, dando à luz, e um grande dragão pronto para atacar o bebê assim que ele nascer. Uma grande batalha no céu. Uma besta com sete cabeças e dez chifres. Uma meretriz que monta sobre a besta, chamada "Babilônia, a grande." Cristo em um cavalo branco liderando um exército vestido de vestes brancas, lutando contra as tropas liderados pelo dragão que agora é chamado de Satanás. Satanás fora jogado em um poço sem fundo. Satanás foi libertado e, na última batalha, satanás é vencido."
 
Pense nessas palavras... é tudo simbolismo.... "Babilônia, a grande" o todo poderoso cristianismo e seu Salvador Jesus Cristo que se monta em um cavalo branco liderando um exército de vestes brancas liderando pelo dragão? Quem é agora chamado de Satanás? Quem é Satanás... eu acredito que a grade arconte é a quem eles estão se referindo... o cristianismo não é o que as pessoas pensam que é. O Núcleo desta religião, e de todas as religiões organizadas, são a adoração da escuridão, mas eles te fazem pensar o contrário. É tudo uma manipulação, uma manipulação da verdadeira mensagem.
 
Assim que o bebê nascer o dragão vai atacar? Significado: o escuro vai sequestrar a consciência de Cristo e controlar o mundo, e cobri-lo de medo e desespero. Hmmm? Além disso, como diz nesta revelação.... estamos na última batalha com Satanás (o escuro) de novo, uma vez que você começa a questionar o que lhe foi dito, e começar a pesquisar a si mesmo sobre sua percepção disso, tudo muda completamente.
 
Mais uma vez, a bíblia não deve ser tomada como um texto literal... é tudo alegórico e simbólico. A Bíblia e a revelação são para ser um guia para a humanidade, mas as igrejas é que são responsáveis por distorcer a mensagem, tudo com o propósito de controlar a mente humana através do medo. Eles são os traficantes da grande mentira.
 
Se as pessoas apenas lerem a Bíblia/Revelação, e ficarem de fora de qualquer igreja, eles iriam entender que o que a igreja está pregando está tudo errado, é tudo apenas uma história, um conto de fadas.
 
Porque pense nisso... se a igreja deixasse você entender o segredo de que a bíblia está cheia de contatos extraterrestres, de simbolismos e informações sobre quem e o que você realmente é, como é que eles poderiam nos controlar.
 
Teri Wade.
 
 
Fonte: Facebook de Teri Wade
 
 
Teri Wade
NR: * O Apocalipse de João Evangelista.



 

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Agosto 14, 2015

chamavioleta

Os Cavaleiros Templários e a Arca da Aliança, parte 4 

 Moises e Javé (Yahve)

Posted by Thoth3126 on 22/10/2014

 



De acordo com o Êxodo, quando Moisés se ausentara para entrar em contato com Deus no Monte Sinai, seu povo, temendo que algum mal pudesse cair sobre eles, pediu para seu representante Aarão que fizesse imagens sagradas para protegê-los. De acordo com eles, Aarão pegou jóias de ouro das pessoas e fez um “bezerro fundido”. Na verdade, ao contrário da popular imagem de Hollywood, não foi um bezerro que eles fizeram, mas foram muitos, quando outros passaram a seguir a idéia de Aarão. Aarão afirmou que esses bezerros eram “teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito” (Ex 32:4).

Thoth3126@gmail.com


Capítulo IV do livro: Os Cavaleiros Templários e a Arca da Aliança, a descoberta do Tesouro do Rei Salomão, de Graham Phillips, Editora Madras

http://grahamphillips.net/

“E a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva”. Livro do Apocalipse 11:19

4. Moisés e Javé

Antes que eu pudesse formar uma opinião quanto ao fato de a Arca da Aliança ser ou não um artefato histórico ou uma lenda fantástica, eu tinha que tentar responder duas últimas e cruciais perguntas. Primeiro, será que Moisés, o homem que dizem ter inspirado sua criação, de fato existiu?; e segundo, será que a religião hebraica, da qual dizem que ela era a relíquia mais sagrada, de fato existiu no tempo que o Êxodo parece ter ocorrido? Se a resposta a essas perguntas, principalmente a segunda, fossem negativas, seria então pouco provável que a Arca fosse real. Ela não teria tido nenhum propósito. Seria o mesmo que o Vaticano existir sem Jesus ou a Igreja Cristã que ele fundou.


Moises “abre” o Mar Vermelho.

De acordo com a Bíblia, Moisés foi o primeiro profeta a revelar as leis sagradas de Deus para a religião hebraica enquanto os israelitas vagaram pelo deserto por quarenta anos após sua fuga da prisão no Egito. Com isso, ele foi o fundador do que se tornou o Judaísmo. A maioria dos arqueólogos e historiadores, porém, consideram Moisés como o fundador imaginário de uma religião que se desenvolveu com o passar do tempo. Eles não apenas duvidam de que Moisés foi uma figura histórica, mas também questionam, com seriedade, se uma religião israelita organizada poderia ter sido iniciada há tanto tempo assim. Eles estavam certos? Eu precisei refletir sobre tudo que aprendera a respeito de Moisés.

De acordo com o livro do Êxodo do Antigo Testamento, Moisés nasceu no
Egito em uma família de escravos israelitas. Durante uma expurgação, quando o faraó ordenou a terrível chacina de bebês israelitas, a mãe de Moisés salvou seu infante colocando-o em uma pequena arca feita de papiros e escondendo-a nos juncos que crescem ao longo da orla do Rio Nilo. A filha do faraó encontrou o bebê Moisés e, simpatizante com o empenho dos israelitas, adotou-o como seu neto. De acordo com Êxodo 2:14, Moisés chega a tornar-se um príncipe egípcio. A razão pela qual muitos historiadores duvidam de que Moisés foi uma figura histórica se dá pelo fato de acreditarem que uma pessoa da realeza deveria apresentar menções em registros egípcios. Embora seja verdade que registros diários possam ter sido destruídos, por estarem escritos em papiros, milhares de inscrições de monumentos e tumbas ao longo de toda a história do antigo Egito ainda existem para revelar os nomes dos reis e príncipes egípcios. Entre eles, não há registro algum de um Moisés durante o reinado de Amenhotep III — ou sequer de nenhum faraó egípcio de tempo
algum.

O nome Moisés, entretanto, pode ser ilusório. Pode não ter sido o nome
verdadeiro do homem. As traduções modernas do Antigo Testamento pegaram o nome Moisés da tradução grega da Bíblia, onde aparece como Mosis. Esse, por sua vez, foi tirado dos livros do Tanak dos hebreus, onde aparece em sua forma original como Mose. Êxodo 2:10 nos diz que a filha do faraó decidiu chamá-lo assim “porque das águas o tenho tirado.” Presumimos que o autor do Êxodo está se referindo à semelhança entre o nome Mose e a palavra hebraica masa, que significa “arrancar.” Em 1906 o historiador alemão Eduard Meyer afirmou que essa passagem foi inserida por um posterior copiador do Antigo Testamento para dar uma origem hebraica ao que era na verdade um nome egípcio.

O episódio, ele disse, não faz sentido algum no contexto da narrativa como existe hoje. Se a princesa desejasse manter a nacionalidade de Moisés em segredo da corte — o que ela deve ter feito, visto que Moisés sobreviveu à ordem do faraó de matar os bebês hebreus — ela não teria, então, dado a seu filho adotivo um nome hebraico. Um contemporâneo de Meyer, o famoso egiptólogo inglês Flinders Petrie, indicou que mose é uma palavra egípcia que significa “filho”. É um sufixo comum em muitos nomes egípcios. É encontrado, por exemplo, no nome do faraó egípcio Ahmose, um nome que quer dizer “filho da lua.”


Mapa do Antigo Egito

Em 1995, o historiador israelense David Ullian especulou que Mose pode ter sido algo mais que apenas um nome pessoal, assim como o termo Cristo — “o ungido” — mais tarde se tornou o epíteto para Jesus. Ele sugeriu que o nome pode ter sido a abreviatura do título “Filho de Deus”. Em tempos posteriores, os reis e os profetas de Judá eram geralmente descritos como os “filhos de Deus”. É possível, então, se essa personalidade de fato conduziu os israelitas à sua liberdade, que ele apareça nos registros egípcios com um outro nome. Há alguém, usando qualquer outro nome, no palácio real de Amenhotep III que se encaixe no perfil de Moisés?

Para início de conversa, é muito pouco provável que estejamos de fato procurando por um israelita adotado. A história toda das origens hebraicas de Moisés parece ter sido uma interpolação posterior no relato do Êxodo de duas razões cruciais. Primeiro, a história da arca de juncos parece ser tirada de uma lenda babilônica. Em Êxodo 2:3 lemos como a mãe de Moisés o esconde: Não podendo, porém, mais escondê-lo, tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a colocou nos juncos à margem do rio.


Rei Sargon I de Akkad

O autor islandês e historiador literário Magnus Magnusson, em seu livro “BC: The Archaeology of the Bible Land”, chama nossa atenção para um mito
mesopotâmico que fala do Rei Sargon I de Akkad, datado de cerca de 2.350 a.C. Ali, o rei também é colocado em um rio dentro de uma cesta de juncos quando sua mãe tenta escondê-lo. Como Moisés, ele foi encontrado e adotado por outra pessoa:

“A mãe que me trocou me concebeu, e em segredo deu à luz. Me colocou em uma cesta de juncos, com betume fechou minha tampa. Me jogou ao rio que não me cobriu”.

Segundo, e ainda mais importante, a história da adoção de Moisés fracassa a opor-se a um exame histórico detalhado. O relato do Êxodo diz que a filha do faraó adotou Moisés e que ele foi criado como um príncipe. No Egito antigo o sangue da família real era estritamente controlado e manipulado. Os faraós eram considerados deuses, e suas filhas só podiam conceber filhos com alguém da escolha do rei — quase sempre o próprio rei. Adoções estavam totalmente fora de questão. É inimaginável que uma filha do faraó tivesse a permissão de adotar um filho. Se Moisés realmente era um príncipe no palácio real egípcio, como a Bíblia diz, ele, então, muito provavelmente foi um egípcio nativo. Ainda mais interessante, há um príncipe egípcio do reinado de Amenhotep que tem muita coisa em comum com Moisés — seu nome era Príncipe Tuthmose.

Não se sabe muito a respeito de Tuthmose, mas muitas inscrições egípcias sobreviveram para nos fornecer um breve esboço de sua vida. Ele era o
filho mais velho de Amenhotep e herdeiro do trono. Quando jovem, agiu como
governador de Memphis no norte do Egito, antes de ser nomeado comandante das forças das bigas do rei e presenciar muitos trabalhos contra os etíopes.

Após uma campanha militar bem sucedida, ele voltou-se para a vida religiosa e foi escolhido o sacerdote superior no Templo do deus Ra em Heliópolis, também no norte do Egito. No vigésimo terceiro ano do reinado de Amenhotep ele, repentinamente, e por nenhuma razão aparente, deixou seu cargo de sacerdote superior e desapareceu misteriosamente. Dois anos depois, quando o reinado de Amenhotep terminou, foi seu irmão mais novo Akhenaton quem subiu ao trono. O Príncipe Tuthmose se encaixa no perfil de Moisés de várias maneiras. Primeiro, ele comandou o exército durante uma campanha etíope. O mesmo, parece, aconteceu com Moisés. Embora a Bíblia não nos fale quase nada a respeito do tempo de Moisés como um príncipe egípcio, o historiador judeu do século I, Josephus, nos oferece um capítulo inteiro acerca de suas Antiguidades Judaicas. Naquilo que parece ter sido a versão aceita dos acontecimentos há cerca de três mil anos, ficamos sabendo que o faraó indicou Moisés para ser o comandante de um exército que enviou para lutar contra os etíopes, e foi o sucesso nessa investida que o levou para seu exílio. Com ciúmes da popularidade de Moisés entre os soldados, o faraó decide ordenar sua prisão mas, avisado de antemão, Moisés deixa o país.

O relato de Josephus parece ter uma validade histórica ainda maior do que a narrativa bíblica com relação ao motivo do exílio de Moisés. No Êxodo, lemos apenas que Moisés é forçado a fugir do Egito após salvar a vida de um israelita, ao matar um cruel senhor de escravos. Na realidade, um príncipe egípcio podia dar ordens para que um administrador de escravos fosse executado quando e onde quisesse. Esse foi provavelmente um outro episódio usado para fazer de Moisés um israelita. A segunda semelhança entre Moisés e o Príncipe Tuthmose é que, por um tempo, Tuthmose foi um sacerdote superior no Templo de Ra, em Heliópolis.

Parece que o mesmo aconteceu com Moisés. De acordo com um relato encontrado por Josephus no trabalho de um historiador egípcio chamado Manetho, que escreveu no século IV a.C, uma revolta aconteceu entre os escravos semitas durante o reinado de Amonhotep III. Ainda mais interessante, dizem que a revolta aconteceu em Avaris, o mesmo lugar onde os israelitas parecem ter sido escravizados. De acordo com Manetho, Amenhotep foi aconselhado por um de seus oficiais a livrar o país dos “indesejáveis” e colocá-los para trabalhar em suas pedreiras de Avaris. Por muitos anos foram forçados a trabalhar como escravos, quando passaram a ser liderados por um sacerdote do templo do deus Ra em Heliópolis.

Evidentemente, o sacerdote abandonara os deuses do Egito e fora condenado à prisão. Ele tinha sido no passado, Manetho diz, um soldado, e durante seu cativeiro, treinou os “indesejáveis” para lutar. Quando finalmente conduziu-os em uma rebelião, milhares deles conseguiram fugir e voltar para sua terra natal. Os “indesejáveis” não têm um nome, tampouco sua terra natal, e o sacerdote é apenas chamado de Osarseph, que significa “líder”. Josephus, porém, não tinha dúvidas de que os “indesejáveis” eram os israelitas e que Osarseph era Moisés. Se Moisés era o sacerdote que aparece na obra de Manetho, então, Tuthmose, obviamente, encaixa-se no perfil. Manetho nos diz que o sacerdote era um servo no templo de Ra em Heliópolis antes de abandonar os deuses egípcios. Essa era a exata função exercida pelo Príncipe Tuthmose antes de ele desaparecer.

A terceira semelhança entre as duas figuras é que, assim como Moisés,
Tuthmose pode ter sido mandado para o exílio. A razão para essa hipótese é que sua tumba jamais chegou a ser ocupada. O explorador italiano Giovanni Belzoni descobriu a tumba de Tuthmose no início do século XIX no Vale dos Reis do Egito, e a descoberta logo fez surgir um outro enigma. Tumbas de reis eram preparadas enquanto seus donos ainda estavam vivos; somente as decorações funerárias finais eram adicionadas após a morte. Essa tumba, porém, estava pronta, mas as ilustrações comuns que mostram o enterro e a mumificação de seu dono, não existiam. Isso significava que a tumba estava vazia não porque tivesse sido roubada, mas porque jamais chegara a ser usada. Mas, por que não?



É possível que Tuthmose tivesse mandado preparar uma outra tumba, embora isso pareça pouco provável. As tumbas eram caras, além de seus projetos demorarem anos para serem concluídos. Era comum levarem anos para remover as centenas de metros quadrados de rocha sólida para criar a sepultura e as câmaras dos tesouros em solo profundo. Somado ao seu desaparecimento repentino e inexplicável do templo de Ra, e a falta de quaisquer memoriais ou obituários, a tumba vazia indica que Tuthmose fora, de alguma forma, desonrado e executado, ou enviado para o exílio. A única maior diferença entre Tuthmose e Moisés são suas supostas idades. O Êxodo parece ter acontecido no fim do reinado de Amenhotep, quando Tuthmose não teria mais que trinta e cinco anos. De acordo com o relato do Êxodo, no entanto, foi muitos anos depois do exílio de Moisés, que ele voltou para conduzir os israelitas à liberdade, quando já teria oitenta anos de idade. E devemos ainda lembrar que precisamos considerar as idades bíblicas com um certo cuidado.

Com freqüência, lemos a respeito de pessoas que viveram mais de um século,
quando quarenta ou cinqüenta anos era considerado um bom tempo de vida.
Se o Êxodo aconteceu durante o reinado de Amenhotep III, o Príncipe
Tuthmose é o melhor candidato de todos para ser o histórico Moisés. Seu passado corresponde com o de Moisés de várias maneiras: Ele foi o comandante do exército na Etiópia, um sacerdote no templo de Ra, e foi morto ou exilado. Até seu nome é intrigante: Tuthmose quer dizer “filho de (do deus) Thoth.” Se Tuthmose tivesse abandonado os antigos deuses e decidido tirar o divino Tuth — Thoth — de seu nome, ele teria, na verdade, passado a se chamar Mose, a tradução original do nome de Moisés. Embora nada disso sejam provas absolutas de que Tuthmose era o histórico Moisés, ele, sem dúvida, se encaixa no perfil do homem e parece ter vivido no lugar certo, no tempo certo. Fica, então, claro por que os antigos israelitas podem ter precisado tramar uma história alternativa quanto às origens de Moisés. Nacionalistas israelitas teriam achado muito difícil aceitar que seu grande legislador, que estabeleceu a aliança com Deus e a guardou na Arca, fosse, na realidade, um príncipe egípcio.

Evidências de que a religião israelita já existia na mesma época do Êxodo
são ainda mais convincentes do que as que ligam Moisés a Tuthmose. Indicações de que os escravos israelitas já praticavam o monoteísmo — a religião de um só deus — durante o reinado de Amenhotep III são encontradas, de forma indireta, em fontes egípcias. Parece que idéias da religião dos hebreus influenciaram uma seita egípcia. Conhecida como Atonismo (deus ATON), essa seita adorava a uma única divindade universal e negava a existência de todos os outros deuses. A seita Atonismo parece ter surgido muito rapidamente próximo ao fim do reinado de Amenhotep, e quando seu filho, Akhenaton, subiu ao trono, por volta de 1360 a.C. O Atonismo tornara-se tão influente que o novo faraó chegou a adotá-lo como a religião oficial do Egito por um tempo. Suas práticas são tão parecidas com as da religião hebraica que comentaristas bíblicos e egiptólogos vêem uma ligação entre elas. Algumas pessoas chegaram inclusive a dizer que o Atonismo foi diretamente inspirado pela religião dos escravos israelitas, de uma forma semelhante com a qual o antigo Cristianismo inspirou a religião da Roma Imperial.

A correlação entre as duas religiões parece muito grande para ser apenas
uma coincidência. Com exceção do fato de que ambas acreditam em um único deus universal e negam a existência de todos os outros — um conceito desconhecido em todas as demais partes do mundo na época — elas ainda compartilham de uma série de outros temas especiais. Primeiro, ambas veneram um deus sem nome que é apenas referido através de títulos. Jeová, o nome de Deus conhecido pelos cristãos de hoje, é na verdade, uma tradução do grego do nome hebraico (Yhuv ou Yahweh (Javé-Jeová), que na realidade, quer dizer “o Senhor”. O Deus de Israel não tem um nome. Tampouco o deus dos Atonismo. Independentemente da reverência, no Egito, os deuses eram geralmente chamados de forma direta e por meio de seu nome. Na verdade, imaginava-se que o nome do deus invocava sua presença.

{n.T. – Jeová é uma representação aportuguesada, com perda sintática da letra h (i.e., pois advém de Jehová), do hebraico יְהֹוָה, uma vocalização do Tetragrammaton (“Tetragrama”) יהוה (YHWH), o nome próprio do Deus de Israel na Torah hebraica.

O nome יְהֹוָה (YeHoVaH) aparece cerca de 7 Mil vezes no texto original das Escrituras Hebraicas, além das 305 ocorrências da forma יֱהֹוִה (YeHoViH). O texto em latim mais antigo a utilizar uma vocalização semelhante a ‘Jeová’ data do século XIII.}


O TetragrammATON, as quatro letras do nome divino.

Entretanto, o deus dos Atonismo foi uma exceção única. O nome comum usado por egiptólogos para o deus Atonismo é “o Aton”(às vezes como Aten) No entanto, esse não era de fato o nome do deus, mas o nome do hieróglifo, ou símbolo, que o representava.

Uma transliteração direta da palavra Aton é “o que dá a vida“(LUZ). Aton não era o nome da divindade dos Atonismo; era apenas uma descrição. Seus outros títulos e formas de ser chamado são, na verdade, idênticos aos usados para o deus dos hebreus. Isso foi revelado por meio de uma descoberta acidental feita em Tebas (Luxor), a antiga capital no sul do Egito.

Nos primeiros anos de seu reinado, Akhenaton ergueu um novo templo
para o deus Aton na cidade de Karnak, em Tebas. No entanto, pouco depois de seu reinado, quando o Egito abandonou o Atonismo e voltou a usar seu panteão de deuses tradicionais, o templo foi demolido. Por acaso, muitos dos blocos esculpidos que decoravam o templo foram preservados dentro de duas gigantescas torres fechadas por portões, que haviam sido erguidas em frente ao templo próximo do deus Amun (Amon). Por volta de 1930, quando essas torres foram desmanteladas para reformas estruturais, mais de 40.000 desses blocos esculpidos foram encontrados em seu interior, tendo sido usados como aterro por mais de três mil anos.

Agora chamado de talatat de Karnak, de um trabalho árabe que significa obra de tijolos, muitos deles estão gravados com orações Atonistas (dedicadas a Aton) que apresentam semelhanças inacreditáveis com os textos hebraicos. No relato bíblico, Moisés fala com Deus, pela primeira vez, no Monte Sinai quando Ele aparece em um arbusto que, de maneira miraculosa, arde em chamas sem consumi-lo. Sem saber qual deus está falando, Moisés pede a Deus que revele seu nome, e Deus responde: “Eu sou o que sou“ (Ex 3:14). Ele era apenas Deus — o único Deus.

A palavra hebraica para “deus” era El. Ela tinha diversas formas, como por exemplo, Elyon, “o deus mais superior”, e Elohim, “deuses”, ou El Shaddai, “deus Todo- Poderoso”. A palavra Yahweh, “o Senhor,” é usada com freqüência, como em Yahweh-tsidkenu, o “Senhor das Multidões,” (A palavra hebraica tsidkenu, que traduções modernas apresentam como “multidões”, na verdade se refere a exércitos, como por exemplo os exércitos de Judá, os exércitos de Israel, ou os exércitos de anjos.) No entanto, pelo fato de os israelitas considerarem Yahweh (Javé), pessoal demais, a palavra Adonai — “meu Senhor” — foi substituída na oração.

Nas inscrições do talatat, encontramos o deus Aton sendo chamado de uma
forma quase idêntica. Uma referência bastante recordativa do “Eu sou o que sou” no episódio do arbusto em chamas: “Sois o que és, radiante e soberano sobre todas as terras”. Outros se referem ao Aton, exatamente da forma como a Bíblia o faz repetidas vezes para com Deus, como Deus Todo Poderoso e o Deus Soberano. Por exemplo: O grande Aton, deus todo poderoso, que provém o homem com seu alimento e “Ó grande Aton, deus soberano, que nos livra da escuridão”. O Aton é ainda citado como o senhor dos exércitos, assim como o deus de Israel é chamado de o Senhor das Multidões: “Vós que sois Senhor de todos os exércitos do mundo.” Com ainda mais freqüência, porém, o Aton é chamado de forma semelhante à forma como Deus é chamado de Adonai, usando a palavra Neb, a palavra egípcia para “Senhor”.

Esses nomes não são apenas parecidos, mas também devemos observar
a forma como as duas religiões recebem suas divindades. Uma oração longa feita para o Aton sobrevive em uma série de inscrições na cidade em ruínas de Tell-el-Amarna (n.T.a antiga capital de Akhenaton, a cidade de Akhetaton-O Horizonte de Aton), na região central do Egito. Conhecida como “O Hino a Aton“, foi vista pelo egiptólogo americano James Henry Breasted, no início de 1909, apresentando uma incrível semelhança com o Salmo 104 no Antigo Testamento. {“Nota: O Hino a ATON: Tu és belíssimo sobre o horizonte, Ó radioso Aton, fonte de Vida! Quando te ergues no oriente do céu, teu esplendor abraça todas as terras. Tu és belo, tu és grande, radiante és tu. Teus raios envolvem todas as terras que criaste, Todas as terras se unem pelos raios de teu amor. Tão longe estás, mas seus raios tocam o chão; Tão alto estás, mas teus pés se movem sobre o pó. Tu és vida, por ti é que vivemos, Os olhos voltados para tua glória, até a hora em que, imenso, te recolhes… Criaste as estações para renascer todas as tuas obras. Criaste o distante céu, para nele ascender. A Terra está nas tuas mãos, como aos homens criaste. Se tu nasceres eles vivem, se te pões eles morrem. Tu és propriamente a duração da vida, e vive-se unicamente através de ti!”}



Ambas as orações descrevem em termos idênticos como Deus e o Aton são respectivamente vistos como criadores, alimentadores e responsáveis por todos os fenômenos na Terra.Uma outra correlação especial entre o Deus de Israel e o Aton é que nenhuma divindade tinha permissão de ser representada por imagens. De acordo com a Bíblia, embora os antigos israelitas tenham construído ícones que representavam os aspectos do poder de Deus, a religião israelita proscrevia a produção de efígies do próprio Deus. No Egito, uma efígie ou estátua de um deus era, tradicionalmente, uma parte essencial da prática dos rituais.

Os egípcios acreditavam que as divindades, na realidade, habitavam nessas imagens e suas construções ficaram descritas em textos antigos. Em todo o Egito, somente o Atonismo se divergia dessa prática. Os Atonistas proibiam a produção de quaisquer ídolos e efígies do Aton. De acordo com um dos talatats, “Nenhuma forma em toda a Terra deverá refletir vossa glória”.


Menorah, o candelabro sagrado de sete (representando os Chakras) velas, para representar a luz e a presença de Deus no templo (o corpo humano, o “templo” que Deus habita).

Ambas as religiões conseguiram superar os problemas que essa doutrina
criou ao usar um símbolo para representar a presença da divindade. Quando finalmente se estabeleceram em Canaã, os israelitas usavam o Menorah, um candelabro sagrado de sete velas, para representar a luz e a presença de Deus no templo. A prática ainda sobrevive nas sinagogas e nos lares dos judeus da atualidade. Conforme mencionado anteriormente, os atonistas também usavam um símbolo de luz para representar o Aton. Era um hieróglifo: um disco com braços que se estendia para baixo chegando às mãos que seguravam um ankh, o símbolo da vida.

Ele na verdade mostrava o sol com seus raios trazendo luz como fonte de vida para a Terra. Antigos egiptólogos chegaram à conclusão de que isso provava a adoração do sol. No entanto, conforme outras descobertas arqueológicas eram feitas durante o século XX, ficou claro que o hieróglifo representava a luz (“invisível”) do sol e não o sol em si. (O sol era na verdade retratado como um disco com asas.) O Atonismo proibia a representação de seu deus de qualquer forma. Fica claro nos dias de hoje que o brilho do sol — que traz calor, luz e vida, e que contudo, não pode ser propriamente visto — era a forma por meio da qual a seita transmitia a idéia de um deus invisível, onipresente e provedor.


Um símbolo do poder de ATON, o disco solar como um símbolo de luz para representar ATON. Era um hieróglifo: um disco com braços que se estendia para baixo chegando às mãos que seguravam um Ankh, o símbolo da vida que representa o espírito doador e imanente da vida doada pelos raios invisíveis do sol.

A única exceção que os atenistas faziam quanto à proibição contra a produção de imagens é exatamente a mesma exceção que os antigos israelitas parecem ter estabelecido: a imagem de um touro sagrado. Mesmo depois de Akhenaton abandonar todas as divindades tradicionais e tudo o que estava associado a elas, deu instruções específicas para que o touro de Mnevis, um animal sagrado ao deus sol Ra, fosse trazido para sua nova capital em Akhetaton (Tell-el-Amarna) e que fosse enterrado em uma tumba especial nas montanhas da região. O touro de Mnevis, ou Nemur, era um animal vivo venerado no templo de Heliópolis que, quando morto, era enterrado com grandes pompas e cerimônias, e substituído por um novo touro encontrado na floresta, de acordo com presságios recebidos. Uma série de figuras, do tamanho de uma mão, desses touros, feitas em pedras e em bronze, foram descobertas nas ruínas de Tell-el-Amarna-Akhetaton. Os antigos israelitas também continuaram a venerar um touro sagrado, para a perturbação de Moisés, como pode ser visto na história bíblica do bezerro de ouro.

De acordo com o Êxodo, quando Moisés se ausentara para entrar em contato com Deus no Monte Sinai, seu povo, temendo que algum mal pudesse cair sobre eles, pediu para seu representante Aarão que fizesse imagens sagradas para protegê-los. De acordo com eles, Aarão pegou jóias de ouro das pessoas e fez um “bezerro fundido”. Na verdade, ao contrário da popular imagem de Hollywood, não foi um bezerro que eles fizeram, mas muitos, quando outros passaram a seguir a idéia de Aarão. Aarão afirmou que esses bezerros eram “teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito” (Ex 32:4). Além disso, eles, tampouco, parecem ter sido representações de tamanho real. Não sabemos qual era seu tamanho exato, mas a inferência é de que, como as efígies do touro dos egípcios, são pequenos o suficiente para caber na palma de uma mão. Quando as pessoas deram a Aarão seu ouro para que ele fizesse o ídolo, “E ele os tomou das suas mãos, e trabalhou o ouro com um buril” (Ex 32:4).


O “BEZERRO DE OURO” hoje é adorado no maior centro (controlado por banqueiros judeus) financeiro do mundo, em Wall Street, onde se encontra a bolsa de valores de Nova Iorque e onde existe a estátua de um touro – o charging bull, também chamado touro de Wall Street, escultura realizada pelo artista siciliano Arturo Di Modica (1941) e colocada junto ao Bowling Green Park, nas proximidades da bolsa de Nova York, em Wall Street.

Moisés pode ter sido contra a prática da adoração do touro, mas parece
que ela ainda durou mais oito séculos (n.T. ou até os dias de hoje, pois a figura do Touro representa o mundo material, da forma humana e suas sensações). O livro de Jeremias do Antigo Testamento trata de acontecimentos que se desenrolaram imediatamente antes da invasão babilônica de Judá em 597 a.C, e nele há referências a doze estátuas de touro de bronze, na verdade, enfeitando o templo de Jerusalém. De acordo com Jeremias 52:20, quando os babilônios saquearam o Templo, fugiram com os “doze bois de bronze” que ficavam na base dos pilares do Templo. No âmbito lingüístico, o livro de Jeremias é datado de cerca de 550 a.C. — próximo o suficiente do ataque ao Templo que não deixa dúvidas de que esse detalhe tenha sido inventado. Se o próprio autor não tivesse testemunhado o acontecimento, muitas pessoas, ainda vivas na época, o teriam. Não há muitas dúvidas, no entanto, de que a veneração de efígies de touros ou bois foi uma parte da antiga religião dos hebreus. Que os antigos israelitas veneravam esses ídolos é um fato também sustentado por evidências arqueológicas. Uma série de efígies do tamanho de uma mão foram encontradas em antigos locais por toda as cidades de Israel e na Palestina.

Talvez a mais interessante de todas seja a de um touro de bronze, com cerca de
vinte centímetros de comprimento, encontrada no campo de Shechem (SICHEM), e hoje propriedade do arqueólogo israelense Amihay Mazor, da Universidade Hebraica, em Jerusalém. Ela é datada do século XX a.C, um tempo muito anterior ao período de Moisés e, conseqüentemente, um tempo quando a fé dos hebreus foi totalmente estabelecida. De acordo com o Antigo Testamento, Shechem era um dos lugares sagrados na antiga Israel. O touro de bronze, vindo desse local tão respeitado, é uma óbvia evidência da contínua veneração do touro, certamente por alguns israelitas, muito tempo após terem invadido Canaã. De todas as centenas de práticas religiosas que existiam no mundo, ambas as religiões, a Atenista e a Hebraica, aparentemente, devem ter mantido um costume pagão antigo que é exatamente o mesmo, e isso é mais do que uma simples coincidência.

Talvez a prova mais convincente de que o Atenismo e a religião dos
israelitas estavam relacionadas, tenha vindo com a surpreendente descoberta
arqueológica feita em 1989. Naquele ano, o arqueólogo francês Alain Zivie descobriu uma tumba de pedra em Sakkara, próximo ao Cairo. Inacreditavelmente, o homem enterrado na tumba era um sacerdote tanto do Deus Aton, quanto do Deus dos hebreus. Inscrições revelaram que a múmia fora um importante oficial egípcio do reinado de Akhenaton, chamado Aper-el. Na verdade, ele era uma das figuras mais importantes do governo de Akhenaton. Era um grande vizir, o ministro chefe do norte do Egito. Surpreendentemente, o teste de DNA revelou que Aper-el não era um nativo egípcio, mas sim um semita, o que, por si só, já teria sido algo estranho o suficiente.

Ainda mais impressionante, porém, ele parece ter sido um israelita. Seu nome, AperEl, Alain Zivie concluiu com surpresa, parecia ser um título. Traduzido, ele literalmente significa “Servidor de (do deus) El.” El, naturalmente, era a palavra hebraica para Deus. Seu nome obviamente implicava que Aper-el foi um praticante fervoroso da religião israelita durante o reinado de Akhenaton. A descoberta mais instigante, porém, foi a das ilustrações da tumba que revelavam que Aper-el também era o sacerdote superior do templo atenista na cidade de Memphis. Aqui não apenas temos provas de uma ligação compartilhada entre a religião hebraica e o Atenismo, mas também um exemplo de alguém que parece ter sido um sacerdote de ambas as religiões que não via nenhuma contradição. A única conclusão que pode ser tirada é a de que as religiões dos israelitas e dos atenistas estavam muito intimamente relacionadas.

Temos somente os livros do Antigo Testamento como prova da religião
dos hebreus no período do ano de 1300 a.C. — livros que não foram escritos até muitos séculos depois. Entretanto, o que se sabe do Atenismo está baseado em descobertas contemporâneas. Isso não nos faz ter dúvidas de que uma religião, de muitas maneiras idêntica à religião dos hebreus, existiu por um pequeno tempo no Egito exatamente na mesma época em que Moisés parece ter vivido e que o Êxodo parece ter acontecido. Na verdade, nenhum outro povo, em nenhuma parte do mundo, ficou conhecido por ter estabelecido uma religião monoteísta antes, e não o faria — com exceção dos israelitas — por outros mil anos. Parece pouco provável, portanto, que as duas religiões não estivessem relacionadas. Se o Atenismo surgiu da religião dos israelitas, ou se o contrário, jamais ficaremos sabendo. O que foi muito importante para minhas pesquisas, foi que havia grandes evidências de que a religião hebraica, de uma forma ou de outra, de fato existiu no tempo que dizem que a Arca da Aliança foi construída. Havia, porém, não apenas provas de fontes egípcias do antigo monoteísmo por volta da época que a história do Êxodo aconteceu; havia também evidências de um recipiente sagrado quase idêntico à Arca.

No Egito, acreditava-se que a presença de um deus residia dentro de uma
imagem feita com detalhes, geralmente uma estátua ou uma estatueta. Durante o reino de Amenhotep III, uma estátua da principal divindade egípcia, Amun, ficava em um canto escuro de um lugar sagrado no templo de Karnak. Assim como a câmara onde a Arca da Aliança mais tarde ficou no Templo de Jerusalém, esse lugar sagrado era chamado de Sagrado dos Sagrados (Sanctun Santorun). De alguma forma que hoje não entendemos, acreditava-se que nesse local sagrado do templo a divindade (ou um seu mensageiro) revelava suas instruções ao sacerdócio.

Somente em ocasiões especiais a estátua era tirada de seu lugar, e era então
carregada em um recipiente sagrado que, como a Arca, era feito de madeira
dourada e transportada com varas inseridas em seus arcos de ambos os lados. Uma outra semelhança entre esse recipiente sagrado e a Arca da Aliança, é seu nome. Uma inscrição em um cenário que mostra a estátua do deus sendo carregada neste recipiente no relevo de uma parede no templo de Medinet Habu em Tebas, diz: “O divino Amun é transportado na Barca sagrada.”

As palavras arca e barca têm uma origem comum na palavra Ak, um
termo egípcio que significa um recipiente ou vaso sagrado. A palavra seguiu seu caminho até o latim onde se transformou em barca, um barco real. Com o tempo, essa palavra romana ganhou um uso comum como a palavra usada para qualquer barco pequeno; no inglês moderno a palavra é barge, que também significa barca. A palavra original Ak, porém, não apenas se referia a um objeto inanimado; ela também podia ser aplicada a uma pessoa por intermédio da qual deus falava, como no título do faraó egípcio Akhenaton que significava “vaso de Aton.”(como Jesus foi o “VASO” do Cristo) Portanto, a palavra egípcia Barca e a hebraica Arca eram ambas recipientes que guardavam seus respectivos deuses ou algo que canalizava o poder das divindades.

Sabemos que a antiga religião dos hebreus teria sido influenciada pelas
práticas religiosas no Egito, porque foi ali que os israelitas viveram por cerca de quatrocentos anos antes do Êxodo. Embora nenhuma de minhas investigações de fato prove que a Arca da Aliança existiu, elas, sem dúvida, colocam a relíquia bíblica dentro de um contexto histórico realista. Como um povo forçado a levar uma existência nômade no Deserto de Sinai por muitos anos após sua fuga do Egito, é perfeitamente compreensível que os israelitas tenham criado a sua própria versão de uma barca egípcia. Isso fazia com que pudessem transportar suas posses mais sagradas, em particular o enigmático item por meio do qual dizem que Deus se manifestava — ou seja, o misterioso propiciatório, ou trono de Deus.



Assim como a estátua egípcia do principal deus Amun, o propiciatório de
alguma forma revelava as instruções de Deus. O termo propiciatório é uma tradução do inglês da palavra mercy seat que tem origem hebraica nas palavras kiseh chesed, sendo que a palavra que significa mercy, chesed, também quer dizer sabedoria, e a palavra que significa seat, kiseh, também quer dizer um lugar de julgamento, como o “assento” de poder de um rei. Em 1 Crônicas 28:11, a sala do trono do Rei Salomão também é mencionada pelo termo propiciatório. Parece, portanto, que não se tratava necessariamente de uma cadeira, mas um lugar de onde a sabedoria era distribuída, julgamentos feitos e o poder exercido. A palavra equivalente do inglês mais próxima é na verdade oracle (oráculo). Como a tradição dos hebreus proibia a criação de imagens de Deus, este oráculo provavelmente não era uma estátua ou uma estatueta. O livro do Êxodo nos dá a única descrição do propiciatório: “Fez também o propiciatório de ouro puro; o seu comprimento era de dois covados e meio, e a sua largura de um covado e meio” (Ex 37:6)

Essas informações não são suficientes, mas ao julgarmos pelo fato de
que as dimensões dadas são as mesmas da Arca, parece que essa era a sua
tampa. Seja o que for, o propiciatório era o oráculo de Deus, assim como a estátua de Amun era o oráculo da principal divindade egípcia. Uma barca dourada portátil que transportava um oráculo do deus egípcio, e uma arca dourada portátil que carregava um oráculo do Deus dos hebreus — certamente uma deve ter inspirado a outra. Portanto, havia evidências históricas de uma personalidade correspondente, ao perfil de Moisés, havia provas arqueológicas da existência da religião dos hebreus e a Arca se encaixava em um contexto histórico. Eu estava agora em posição de iniciar uma investigação teórica a respeito de uma realidade histórica da relíquia perdida.

Fim do capítulo. Capítulos anteriores em:  


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