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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Janeiro 23, 2021

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O Sábio nunca se finaliza em uma verdade última

Por Nilo Deyson Monteiro Pessanha

22 de janeiro de 2021

 
 
 
 
 
 
Oconhecimento nas mãos certas, isto é, em posse de um sábio gera vida, gera encantamento, segurança e credibilidade. No entanto, o sábio cora suas palavras e jamais abandona a humanidade. O sábio jamais se finaliza em uma verdade última, pelo contrário, continua investindo em conhecimento de sorte que a cada novo passo sobre o oceano do conhecimento, percebe-se o quanto de coisas não se sabia e precisa avançar nas pesquisas e estudos para se explorar novos mundos, novas realidades, enfim, universos infinitos no caminho de um sábio que dedica sua vida para estudar, um verdadeiro sacerdócio acadêmico. A LITERATURA faz seu papel fundamental no processo da sabedoria, porquanto o livro pode mudar a vida do homem em seu turno enquanto vida.
 
É triste vermos pessoas perdendo seu precioso tempo, sua única vida, toda ela perdida na mediocridade de uma existência vazia, dentro do espaço de um vazio existencial. Óbvio que muitos não tiveram condições de estudar, isso é um outro assunto muito grave que afeta milhões de pessoas pelo mundo e precisa ser debatido sempre, pois a falta de estudos implica em uma vida com grande probabilidade de sofrimento, miséria e insatisfação. No entanto, como filósofo que educa, preciso deixar uma provocação: ” A vida experimental que você carrega em seu armário, ela te proporciona leveza?” – Muitos dirão que não pelo simples fato de que lhes faltam repertório, argumentação que sustenta a aceitação da vida como uma vida leve e plena.
 
O repertório, a argumentação e a aceitação da vida só poderão ser empregadas quando o homem resolver mudar seus hábitos e passar a querer ter uma vida digna e que vale ser vivida. Os estudos estão diretamente ligados à essa expectativa, isto é, os estudos podem mudar o futuro do indivíduo dependendo do seu empenho, entrega e desempenho.
 
Os livros podem mudar seu vocábulo, sua visão de mundo, abrir portas, fazer desaparecer a sensação de uma vida insatisfeita. Os livros, a literatura, farão com que o mundo do conhecimento te visite, invada seu intelecto, amplie sua consciência de mundo. Os livros te fazem ser disciplinado, centrado, ético e seguro. Lembrando que todos os benefícios que os livros podem proporcionar dependerão de quais conteúdos o sujeito esteja lendo, estudando.
 
 
Lisa Fotios / Pexels / Canva
 
 
O sábio gera discípulos mesmo sem perceber, pois ele faz o sábio ser percebido por onde passa e se torna um “professor” daqueles que se encontram em trevas. ” Libertei mil escravos e teria libertado outros mil se esses soubessem que eram escravos “. A sabedoria de um sábio está na simplicidade, no vasto conhecimento, na humildade, no modo de falar e principalmente no comportamento equilibrado, ético e compreensível para o o mundo. Volto a falar sobre a importância dos livros no processo de investimento em conhecimento, pois mesmo que o indivíduo não goste de ler, precisa mudar seus hábitos e criar gosto, basta usar os interstícios do seu dia para debruçar leitura em livros de qualidade, pois a educação que os livros proporcionam é a extensão contínua da escola para os que entendem ou tenham essa consciência da importância da leitura, dos livros. Os livros formam homens livres e de bons costumes,com vocabulário rico e de postura irrepreensível no modo como trata o seu próximo, com respeito. Uma outra característica que os livros podem proporcionar ao homem é a maneira elegante, equilibrada e justa com a qual ele trata assuntos complexos, problemas cotidiano e outros, logo se percebe sua sabedoria na forma como conduz e dialoga os infortúnios diários com categoria e visão ampla de mundo que o dá condições para solucionar com simplicidade os problemas até então complexos.
 
A literatura cumpre seu papel na formação, portanto, ler livros é indispensável.
 
Enfim, o sábio nunca está pronto por inteiro, uma vez que quando aprende uma coisa, sabe que existem milhares de outras a serem assistidas e exploradas. Um homem sábio sente o mestre chegar, logo o sábio é um aluno, eterno aprendiz do mestre invisível, de sorte que quando o mestre aparece o homem desaparece, logo entra a sabedoria em lugar da soberba e faz do homem cheio de vícios e paixões, um verdadeiro sábio cheio de simplicidade e com sede de aprender!!! O mestre invisível se percebe nos livros, nos estudos, nas pesquisas e principalmente na consciência que sinaliza o caminho da não verdade última. 
 
 
Nilo Deyson Monteiro Pessanha 
 
 
 
 
 


 

 
A verdade dentro de nós libertar-nos-á. 
Nós somos UM.
Não há necessidade de religiões dogmáticas, partidos políticos e ciência dogmática, vinculados a uma cabala negra que nos divide para reinar.
Qualquer investigação à VERDADE genuína irá confirmá-la.
A VERDADE não precisa de proteção.
Pergunta: Por que será que os sionistas têm tanto medo de qualquer investigação ao Holocausto?
 


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Novembro 24, 2020

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Aprendendo a rir de mim

Thiane Avila

23 de novembro de 2020

 
 

 
 
 
Daqui a pouco estarei rindo de mim mesma. Olhando meus cacos espalhados pelo chão com graça, com amor. Fitarei minhas partes com o carinho e a graça necessários para dar significado às sensações, mas sem negar o trajeto que fiz até poder dar risada agora. Ver com humor minhas rachaduras e desacertos.
 
Com olhos de quem descobre o amanhecer a cada nova chegada, estenderei alguns vazios pela casa, perfumando a rotina com óleos essenciais de maturidade e inocência. Orando aos orixás, firmarei compromisso com o silêncio, sem dispensar a chegada de cada aprendizado novo. De cada olhar fortuito e eterno em paralelo aos banhos demorados de cachoeira.
 
As águas que escorrem em meu corpo traçam o mapa das minhas curvas em completa consonância com o enredo de minha história. Desviam em algumas marcas que foram fazendo morada em mim ao longo do tempo, com o sentir de cada história. Elas contam os detalhes bonitos das vivências de outrora, como quem fica para não me deixar esquecer dos endereços que me importam. Lembram-me que meu corpo é um templo sagrado e único de circunstâncias eternas e irreproduzíveis.
 
Saltanat Zhursinbek / Unsplash
 
 
Certas vezes, lembro-me de quando era criança e fingia não saber muito. Evitava responder certas perguntas com medo de ser identificada como sabichona demais. Em segredo, eu desabotoava o tempo a cada anoitecer, pedindo, em prece, que o dia seguinte demorasse a chegar e que deixasse, apenas para variar, meus pensamentos sossegados, de preferência num cantinho quieto de lugar nenhum. Sempre gostei de ficar sozinha e em silêncio. Meu lugar preferido cheira a mato, e minhas pernas gostam mesmo é do contato direto com a água corrente da cachoeira. Gosto de vivência de campo no campo, embora precise ajustá-la à dinâmica das cidades.
 
Em meu silêncio, aprendi a inventar histórias bonitas, cocriando para mim a beleza de um mundo que eu gostaria que fosse. De uma gente que eu gostaria de conhecer e de escritos que eu gostaria de escrever. Escrevo. Nesses interlúdios, vou trocando algumas figurinhas com a realidade apenas para não ser oficialmente louca. Disfarço bem as posturas sociais, mas, por dentro, sou uma criança desvairada que corre pelos campos gritando poesia e conversando com os pássaros. Não parcelo minha felicidade nem economizo a empolgação para os momentos adequados. Por dentro, sou uma explosão constante de espontaneidade e gentileza com o meu eterno.
 
Hoje, estou aprendendo a rir de mim também do lado de fora. A ver graça nos financiamentos que observo tantas pessoas fazendo, até aquelas que não gostariam de fazer. Financiam suas vidas, sempre à espera do próximo mês, da próxima parcela, do próximo motivo. Esperam as chegadas dos motivos, veja bem. Isso sempre me soou estranho. Esperar motivos… Um dos meus segredos é inventar os meus motivos. Sinceramente, não espero deles sentido. Não quero que façam, quero que sejam. Que não sejam inéditos, mas únicos para mim. É um combustível que não se vende nos postos, farmácias ou mercados. Meus pelos envergam sem o propósito das emoções e das jornadas empolgantes das crianças de toda idade. Tento traduzir a infância para cada momento de provação que uma adulta passa, apenas para dar risada da maneira como eu me levaria a sério se não fosse criança.
 
 
Thiane Avila
 
 
Email: thiane_nane@yahoo.com.br
Facebook: Thiane Ávila
Site: Jundiaí Online
 




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Novembro 14, 2020

chamavioleta

Quem vem por preço, 

por preço também vai embora

 
 
 
Escrito 
 
Você já passou por isso? Pessoas que acabaram fechando com você alguma terapia/aula por causa do preço que você fechou com ela e no primeiro reajuste a pessoa foi embora?
 
Isso acontece, e muito, aos montes.
 
Geralmente esse perfil está mais interessado no custo do que no valor agregado. Às vezes pode acontecer de o seu ex-cliente/aluno dizer que precisou encerrar os serviços devido ao momento financeiro. E pode ser, sim, claro. Cada caso é um caso. Porém, já vi e ouvi de clientes pessoas que falaram sobre o “momento financeiro”, adquirindo cada vez mais bens para si, entre outras coisas, mas que para a terapia/aula não têm como investir agora.
 
Ou seja, tem pessoas que até poderiam pagar pelo preço que você vende, mas como ela não enxerga valor no que você faz acaba não fazendo muita questão de repensar.
 
 
cottonbro/Pexels
 
Sim, isso pode soar um pouco forte para algumas terapeutas, mas a realidade é que a relação comercial vem em primeiro lugar quando o assunto é $$$.
 
Trabalhar com terapia ainda é trabalhar na 3D, e para se encaixar nesse modus operandi a gente também precisa compreender o funcionamento dessas coisas.
 
Saiba trabalhar o seu valor. Além disso, saiba construir uma relação duradoura com quem fecha com você por valor a você e ao seu trabalho. Foque, sim, nessas pessoas!
 
Entenda que se alguém está dando prioridade para outras coisas em vez do próprio crescimento pessoal, então priorize você e o seu negócio também. Aliás, priorize ambos, independentemente de quaisquer coisas.
 
Para se aprofundar e desenvolver o autoconhecimento, é preciso andar com o coração tranquilo, tanto você quanto o outro. Que cada um faça isso no seu momento. Entende o que quero dizer?
 
 
E está tudo bem. Siga em paz.
 
 
 
 


 
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Outubro 12, 2020

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Minha filosofia de vida.

Por Luís Lemos.

11 de outubro de 2020. 

 
 

 
 
 
 
 
 
“Ohomem sábio aprende observando, enquanto o homem ignorante aprende caindo.” Essa é a minha filosofia de vida. Quem me conhece sabe que dou muito valor à observação. Não que eu seja totalmente racional (e quem é?), mas eu sempre gostei de tomar decisões, sejam elas pessoais ou profissionais, tendo como base o uso da razão.
 
Como hoje é o dia do filósofo, e para comemorar essa data, afirmo que a razão é uma das principais características da filosofia. Não que todo filósofo seja racional, pelo contrário, é como diz William Shakespeare: “Há muito mais mistério entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia.”
 
De nossa parte, acreditamos que existe uma filosofia primeira que gera todas as demais filosofias, e que consiste, principalmente, na correta definição da verdade, ou das coisas que são, entre todas, as mais universais. É nesse sentido que dizemos que somos racionais. Geralmente o filósofo, por ser racionalista, não aceita qualquer resposta, questiona tudo.
 
E quem são os filósofos? Segundo Nietzsche, “filósofo é um homem que vive, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente com coisas extraordinárias, que fica surpreso com suas próprias ideias como se viessem de fora, do alto e debaixo, como por uma espécie de acontecimentos e de raios de trovão que só ele pode sofrer”.
 
Thought Catalog/Unsplash
 
 
Esse é o caminho do filósofo. Não existe outro. A filosofia é o conhecimento adquirido, por raciocínio, partindo da lógica, ou da história, para chegar às suas propriedades, ou, de suas propriedades, para um modo de compreensão crítica da realidade, para, no final, na medida em que vamos evoluindo no conhecimento e na ciência, poder produzir os efeitos exigidos pelo raciocínio filosófico.
 
Embora o senso comum diga que todos os homens são filósofos, pensamos que somente quem trilha esse caminho pode-se dizer filósofo. Não podemos chamar de filósofo alguém que defende o terraplanismo, que aceita tudo sem questionar. O verdadeiro filósofo é aquele que dúvida de suas próprias ideias. Ou seja, não é só porque eu receito uns chás para os meus amigos que eu posso dizer que sou médico. Tenho que estudar medicina. Existem leis, formas de proceder, legislação, ética. Se não fosse assim, qual seria a razão de ser das universidades? Formar charlatões?
 
A filosofia vem ganhando novos admiradores porque ela ensina, por exemplo, que o matemático, a partir das figuras geométricas, encontra muitas de suas propriedades e, por meio delas, descobre novas formas de construí-las racionalmente, para poder medir a terra e calcular o volume de água de uma represa, além de uma infinidade de outras utilizações. Os falsos filósofos não reconhecem o valor da ciência em suas explicações, ao contrário, negam.
 
Nessa perspectiva, a filosofia pode contribuir muito com a construção de uma nova sociedade pós-pandemia, isso porque ela não gera falsas perspectivas no cidadão, ao contrário, ela mostra a realidade como ela é, nua e crua, sem máscara, e conclui que quem raciocina corretamente, empregando termos que compreende, não pode ser outra coisa senão um bom filósofo.
 
Laurenz Kleinheider/Unsplash
 
 
Apenas para alertar: atualmente temos muitas pessoas que se intitulam filósofos, mas que na verdade são “filósofos de araque”, não conseguem distinguir um quadrado de um retângulo.
 
Diga não aos filósofos de araque, aqueles e aquelas, homens e mulheres, que falam sem conhecer a filosofia, que se dizem filósofo sem nunca terem lido e estudado um filósofo.
 
Última provocação: pode um homem ser médico sem fazer medicina? Eu posso advogar sem fazer direito?
 
Viva os verdadeiros filósofos, viva eu, viva o Luís Philipe Ramiro Lemos, Cristina Ramiro Lemos, Braz José Cogo… 
 
Luís Lemos
 
 
 




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Setembro 14, 2020

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Destino, qual é o seu?

Por Juliana Meyer Luzio.

13 de setembro de 2020

Mulher olhando para fora da janela segurando caneca de café 
 
 
 
 
 
 
Dias desses, participando de um grupo, fui convidada a escrever uma carta ao meu destino. Essa não foi a primeira vez que fiz isso, mas achei interessante transformar essa carta em um texto a ser publicado para quem sabe provocar em você que me lê uma certa curiosidade — o que será que você escreverá para o seu destino? O que você pedirá a ele?
 
O que você sentirá diante da simples possibilidade de “conversar” com ele e torná-lo, portanto, um tiquinho mais próximo de você?
 
Quem ou o que é o destino? Qual a sua relação com esse termo, essa palavra, com esse mistério?
 
Minha carta segue abaixo e fico aqui na torcida de poder saber um pouquinho de como foi a sua experiência. Se escreveu a carta e como essa relação entre você e seu destino está agora.
 
“Há quem diga que nosso destino é escrito por nós.
 
Outros acreditam que ele já vem traçado quando nascemos.
 
Annie Spratt/ Unsplash
 
 
 
Eu oscilo entre um e outro, pois sinto que existem coisas maiores e das quais não tenho nenhum poder. Mas também me faz sentido acreditar que está em minhas mãos muito do que me acontece. Então registro aqui e agora essa responsabilidade, essa escolha de tornar-me uma pessoa mais simples, leve, amorosa e que ao me transformar provoco ao meu redor mudanças também!
 
Quero ser mais simples, porque tenho aprendido que é na simplicidade que moram os mistérios da vida. Aprender o tempo do plantio e esperar a semeadura não requer fazer grandes cursos, obter títulos ou ter gastos exorbitantes. Basta olhar a natureza e aprender com ela, basta olhar e respeitar o meu tempo. Basta olhar e considerar o outro como humano, igual a mim. E essas são atitudes simples. Não fáceis! Mas simples.
 
Me desejo ser capaz de parar e observar um rio que corre, um sol que nasce, uma lua que marca o anoitecer e então vivenciar o tempo de outro lugar.
 
Eli Defaria/Unsplash
 
 
Quero ser mais leve porque tenho aprendido que menos é mais e que a transitoriedade é a única coisa permanente que de fato temos. E se tudo sempre muda para que carregar tantas dores, desamores, amarguras, ressentimentos, culpas e tantos outros pesos que impedem ou dificultam o caminhar? Quero aprender a ser leve e deixar fluir sentimentos e acontecimentos sem a necessidade do controle.
 
Me desejo o descontrole de quem confia na força da vida.
 
Quero ser mais amorosa comigo para saber e poder ser com meus filhos e então transmitir irmandade a eles. Quero ser capaz de ensiná-los que a parceria e o compartilhar são os tesouros que podemos usufruir em vida.
 
Me desejo estar íntegra e inteira em cada relação, tecendo amorosamente o estar, caminhar e aprender juntos.
 
Leon Biss/Unsplash
 
 
E assim, a cada dia, quero lembrar que sou muitas e que quero tantas coisas diferentes ao mesmo tempo e tudo bem, porque isso me permite e possibilita abertura para o vasto mundo e nossas idiossincrasias. Quero caminhar mais devagar, abraçar mais, encontrar mais os amigos, escrever e compartilhar sem medo do julgamento interno, pois ele é mais severo e rígido do que qualquer outro.
 
Quero ter coragem de apenas ser sem tantas crenças limitantes e quem sabe inspirar os que me rodeiam.
Quero todos os dias me lembrar que, sim, o mistério existe e coisas inesperadas acontecem, mas a maior parte do meu caminho sou eu que faço e que meus pensamentos afetam diretamente os meus passos.
 
Me desejo arregaçar as mangas, estar atenta aos autoboicotes e ao mesmo tempo construir e encontrar você, meu destino!”
 
Juliana Meyer Luzio
 
Juliana Meyer Luzio
 
Facebook: julianaterapeutaintegrativa | iandeprodutosartesanais
Instagram: @iandeprodutosartesanais
Skype: juliana luzio
Email: juliana@gerovalor.com.br
WhatsApp: (11) 98709-6916
 





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Setembro 11, 2020

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A força do perdão.

Por Malu Brandão Moura.

10 de serembro de 2020. 

 
 
Duas mulheres abraçadas, vistas de perfil..
 
 
 
 

 
Perdão X Culpa
 
Oato de perdoar é a forma mais generosa, humilde e empática que a humanidade tem para desvincular-se de coisas, pessoas e/ou situações, assim, percebe-se uma leveza instalada na sua mente e em seu coração.
 
O fato de termos mágoas e culparmos outrem ou nós mesmos diante de determinada postura revela o quanto criamos expectativas e então demonstra que a nossa parte controladora precisa estar no comando, “custe o que custar”. Direcionamos bastante energia neste contexto e, se algo der errado, nos decepcionamos e nos culpamos ou culpamos outrem do insucesso.
 
A culpa então vira uma extensão da “incapacidade” de acertar, resolver, solucionar… e carrega com ela uma falsa sensação de compensação, geralmente há uma substituição do lugar de derrota pela culpa. A repercussão disto é uma experiência mal assimilada que configura ou reconfigura crenças limitantes relacionada às relações intra e interpessoais e, principalmente, à sua capacidade de realização, coragem diante da vida e dos riscos inerentes ao ato de viver.
 
Foto de Retha Ferguson no Pexels
 
 
A maior dificuldade é perceber que, na realidade, essa culpa é pesada e vai travando diversos âmbitos da vida, afinal, para carregarmos algo muito pesado, precisamos de muita energia, força, disposição… com isto, de forma pouco ou nada consciente, deixamos de lado as coisas e/ou pessoas, metas,…, gerando baixa vitalidade e autoestima,…, “fraqueza” para realizar atividades habituais em casa e/ou no trabalho, queda de imunidade,…, começam a aparecer sintomas no corpo físico…, ou seja, uma cadeia de sabotadores internos ganha espaço e tudo parece estar em desequilíbrio neste momento.
 
A culpa aprisiona a mente, o perdão traz à luz da consciência a necessidade de sermos livres e direcionarmos nossas energias para o que é leve, impulsiona, traz sentido, amorosidade e humildade.
 
Se você está se sentindo assim, se começou a perceber essa perda de energia, reflita sobre a culpa ou o ato de culpar outrem, pratique o autoperdão, perdoe aquele que lhe fez algo não tão positivo e entenda uma coisa muito importante: o que é do outro deixa com o outro, o que é seu fica com você, ou seja, agregue apenas aquilo que faz sentido para a sua evolução como pessoa, como profissional, deixe todo o “resto” que não lhe agrega com aquele que fala, sente, escolhe ser desta maneira; separe o que é seu, o que o toca, o que ainda precisa aprender daquilo que não tem nenhum motivo para o atingir seja porque você “passou de fase”/aprendeu, seja porque é o perfil de outrem não o seu, seja porque não acredita ser certo… escute mais sua intuição e perceberá como conduzir este processo.
 
Foto de Andrea Piacquadio no Pexels
 
 
O outro está em um estágio de consciência, maturidade, evolução/aprendizado diferente do seu, então, não exija que pense e/ou se comporte como você, todos somos falíveis… até mesmo você. Respeite o espaço, as escolhas, a vida do outro… respeite-se, dê espaço no seu coração à compaixão. 
 
 

Malu

 
Malu Brandão Moura
 
Email: malubrandao.terapeuta@gmail.com
Instagram: @malubrandao.terapia
Instagram: @malubrandao.terapia
Site: malubmoura2.wixsite.com/website

 


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Agosto 05, 2020

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Filmes espiritualistas.

Escrito por Eu Sem Fronteiras.

4 de agosto de 2020. 

 
 
Projetor de cinema ligado.
 
 




 
Quase todo mundo sente-se constantemente inspirado pelos filmes, e eles podem influenciar nossa forma de pensar, vestir, amar, sonhar e até mesmo comer. Afinal, a vida imita a arte, e cada vez mais nós buscamos nos parecer com os personagens que admiramos nas telinhas.
 
Além disso, os filmes também podem ser uma ótima fonte de aprendizado. Com eles aprendemos alguns trechos da história da humanidade, refletimos sobre as nossas relações e atitudes, além de também adquirirmos conhecimento sobre outras culturas – caso optemos por filmes de outros países.

 
Olhando por essa perspectiva, para os que estão trilhando suas jornadas de autoconhecimento e despertar de consciência, há filmes com mensagens espirituais capazes de agregar informações valiosas ao nosso aprendizado.
Pensando nisso, separamos 11 filmes espiritualistas para inspirar você e somar ainda mais conhecimento à sua jornada evolutiva. Então, vamos lá!
Mulher abraçando homem segurando passagens
Divulgação/ Antes que termine o dia

Antes que termine o dia – Gil Junger (2004)

 
Um casal apaixonado e feliz – interpretado por Paul Nicholls e Jennifer Love Hewitt – está repleto de planos para o futuro. A mulher demonstra muito seu afeto ao parceiro, mas ele se dedica mais à carreira e aos amigos do que ao relacionamento. Certo dia, eles decidem terminar o namoro, mas um acidente muda totalmente a vida dos dois. No dia seguinte, o homem percebe que acordou novamente no dia anterior, e agora tem a chance de fazer tudo de novo, e da maneira correta.
 
O filme traz uma incrível visão sobre as atitudes que tomamos no presente, porque nem todos têm a chance de retornar ao dia anterior para ajustar os erros cometidos, não é mesmo?

As cinco pessoas que você encontra no céu – Lloyd Kramer (2006)

 
Homem e criança em um lago com as mãos próximas
Divulgação/ As cinco pessoas que você encontra no céu
 
 
Eddie (Jon Voight) era um homem que cresceu em meio às guerras, trabalho árduo e educação regrada. No dia em que completou 83 anos, ele sofreu um acidente no parque de diversões em que trabalhou por toda a sua vida e, quando acordou, percebeu que viveu uma existência sem sentido. No entanto, recebeu a visita de cinco pessoas enquanto estava internado – algumas conhecidas e outras não – cujas vidas estavam ligadas à dele. Cada uma dessas pessoas conversa com Eddie sobre um momento de suas vidas, revisitando o passado, resolvendo mágoas antigas e revivendo amores.
 
Essa experiência mostra ao Eddie – e aos telespectadores – o quanto nossas vidas estão interligadas às de milhares de pessoas sem que nos demos conta.

Um olhar do paraíso – Peter Jackson (2009)

 
Menina em um campo aberto olhando para o céu
Divulgação/ Um olhar do paraíso
 
Susie Salmon (Saoirse Ronan) é brutalmente assassinada aos 14 anos, mas seu espírito continua preocupado em cuidar da sua família, o que a faz ficar presa entre o céu e o inferno. Ao longo da trama, Susie precisa lidar com um paradoxo de sentimentos: o desejo de se vingar do assassino e a vontade de ver sua família seguir em frente com a vida e superar a sua morte.
 
Esse é um dos filmes espiritualistas que mais pode proporcionar aos telespectadores reflexões profundas quanto à vida após a morte, e até mesmo no que se refere às resoluções de questões difíceis que nos ligam ao passado.

Amor além da vida – Vincent Ward (1998)

 
Homem com tinta em sua roupa e sorrindo
Divulgação/ Amor além da vida
 
Esse filme emocionante conta a história de Chris Nielsen (Robin Williams), que vai para o “céu” após sua morte. Ele vive feliz em seu novo lar, até descobrir que sua mulher, Annie (Annabella Sciorra), não aguentou a dor de ficar sozinha e se matou. Por ser suicida, ela é enviada a um local obscuro, e não seria capaz de reconhecer seu marido caso o encontrasse. No entanto, Chris não desiste de sua amada e a ajuda nessa jornada.
 
A história, além de trazer a ideia da vida após a morte, também traz lições profundas sobre o amor verdadeiro e o perdão. Uma bela pedida para os românticos de plantão.

Beleza oculta – David Frankel (2016)

Homem e mulher andando na rua e conversando
Divulgação/ Beleza oculta
 
Interpretado por Will Smith, Howard entra em depressão após perder sua filha, e passa a escrever cartas para a Morte, o Tempo e o Amor, algo que preocupa seus amigos, porque, além da tristeza aparente, ele também desiste de seu trabalho. No entanto, algo que parece impossível torna-se realidade quando a Morte, o Tempo e o Amor decidem responder aos chamados de Howard, e então tentam ensinar a ele o valor da vida.
 
Esse filme é de tirar lágrimas até dos que têm o coração mais duro. Com uma reflexão importante sobre o valor da vida e sobre superar os traumas mais pesados, “Beleza oculta” traz aprendizados importantes aos que assistem à trama.

A cabana – Stuart Hazeldine (2017)

 
Homem cozinhando com mulher ao seu lado
Divulgação/ A cabana
 
Mack (Sam Worthington) vive atormentado após perder sua filha mais nova durante uma viagem. O corpo dela nunca foi encontrado, mas há sinais de que ela teria sido assassinada e violentada em uma cabana nas montanhas. Anos depois do ocorrido, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local e, mesmo relutante, vai até a cabana e acaba se deparando com algo inesperado.
 
Entre a lista de filmes espiritualistas, esse é o melhor para os que precisam aprender a perdoar. Embora esse ato possa ser considerado uma das coisas mais difíceis para o ser humano, principalmente quando se trata de algo tão profundo como a morte de uma filha, o filme “A cabana” nos faz refletir sobre a natureza humana e a importância do perdão.

Minha vida na outra vida – Marcus Cole (2006)

 
Mulher ao lado de um senhor olhando para o lado
Divulgação/ Minha vida na outra vida
 
Baseado em fatos relatados no livro autobiográfico de Jenny Cockel, o filme conta a história de Jenny (Jane Seymour), uma mulher norte-americana que tem visões, sonhos e lembranças de sua última encarnação como Mary, uma mulher irlandesa que faleceu na década de 1930. Intrigada com as visões, Jenny sai em busca de seus filhos da vida passada, e isso a faz iniciar uma jornada emocionante.
Essa obra foi a primeira a retratar de forma fiel a reencarnação, tema que desperta interesse em curiosos do mundo inteiro. Além de emocionante, o filme também nos faz pensar em como algumas conexões podem ser mantidas mesmo em outras vidas, e em como, se prestarmos atenção, alguns detalhes podem revelar informações das nossas próprias vidas passadas.

Nosso lar – Wagner de Assis (2010)

 
Homem sentado no gramado com outras pessoas ao redor
Divulgação/ Nosso lar
 
Baseado no livro de Chico Xavier, o filme conta a jornada espiritual de um médico, André Luiz (Renato Prieto), que passa por um despertar depois de sua morte, mostrando muitos detalhes de como seria a vida no outro plano. André Luiz teria se comunicado com Chico Xavier, contando sua história de dor e sofrimento em uma espécie de purgatório até alcançar planos mais tranquilos para viver.
 
Além de ser uma obra nacional, “Nosso lar” pode ser um portal capaz de abrir nossa mente para como é a vida após a morte, desmistificando todas as nossas ideias sobre o assunto. Portanto, é uma boa pedida para os que gostam de questionar o que vem depois de morrermos.

O sexto sentido – M. Night Shyamalan (1999)

 
 
Homem sentado ao lado da cama de um menino que está triste
Divulgação/ O sexto sentido
 
Cole Sear (Haley Joel Osment) vê espíritos de pessoas mortas ao seu redor. Um dia, decide contar o segredo ao psicólogo, Malcolm Crowe (Bruce Willis), que tenta ajudá-lo a descobrir o que está por trás do problema. Enquanto tentam descobrir mais informações sobre o fenômeno, a pesquisa leva os dois a perceberem os “poderes” do garoto, que causam experiências inesperadas para ambos.
 
O famoso filme do bordão “Eu vejo gente morta…” pode parecer um simples filme de horror psicológico, mas na verdade pode ser uma excelente obra entre os filmes espiritualistas, porque traz ao telespectador uma ideia sobre mediunidade e como esse dom pode ajudar almas, mesmo depois que elas morrem.

O mistério da libélula – Tom Shadyac (2002)

 
Homem em sua mesa pensativo olhando para uma libélula
Divulgação/ O mistério da libélula
 
Joe Darrow (Kevin Costner) é um médico que ficou viúvo; ele acredita que sua falecida esposa, Emily (Susana Thompson), esteja tentando falar com ele do mundo dos mortos por meio dos pacientes que estão à beira da morte. Joe passa a ser perseguido por misteriosas libélulas, que o fazem se lembrar cada vez mais de sua esposa.
 
Na trama, a libélula era um inseto considerado o talismã da sorte de sua esposa, o que reforça ainda mais a ideia de que ela estaria tentando contatar o marido. Será que é realmente isso? Descobrir esse fato torna o filme ainda mais interessante, e nos faz pensar sobre as possibilidades de contato do plano espiritual com o nosso.

O milagre da cela 7 – Mehmet Ada Öztekin (2019)

 
Homem e criança deitados no pé da árvore sorrindo e olhando para cima
Divulgação/ O milagre na sala 7
 
“O milagre da cela 7”, adaptado do filme sul-coreano “Miracle in cell n.7”, pela Netflix, tornou-se popular devido ao roteiro emocionante. A história conta sobre Memo (Aras Bulut İynemli), um homem que tem deficiências mentais e é pai de Ova (Nisa Sofiya Aksongur), uma garotinha adorável. Em determinado momento, Memo é preso injustamente e, durante a tentativa de inocentá-lo, os presos se comovem com sua história, e “milagres” começam a acontecer na conduta dos presidiários.
 
Além de trazer a reflexão sobre a possibilidade de mudança até mesmo nas piores pessoas, “O milagre da cela 7” também fala sobre o amor em sua mais pura forma, e a trama é daquelas capazes de fazer os mais fortes chorarem profundamente de emoção.
 

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Agosto 03, 2020

chamavioleta

Infância consciencial.

Escrito por Luiz Guimarães.

3 de agosto de 2020. 

 
 
123RF.
 
 
 
 
Ainda no sono da ignorância, o homem, apesar dos ensinamentos do Cristo, ainda permanece na insensatez diante das sábias palavras do Mestre e do seu exemplo que consolida o amor como único caminho para a redenção.
 
Alijado dos compromissos morais, ele busca incessantemente o poder material como se fosse o horizonte de luz que sempre brilhará. Nesse equívoco milenar, caminha nas trevas, colhendo dores e sofrimentos que encontra nesse rumo tortuoso.
 

 
Sem perscrutar o seu valioso interior, que é o reduto da sua elevação espiritual, segue como um nômade nesse universo de incertezas, sem se aperceber de que os percalços da vida servem de lição na infinita escola de aprendizado em que todos nós estamos matriculados.


Mulher sentada em uma montanha observando ao seu redor outras montanhas
Milan Popovic/ Unsplash

Sem se esforçar para sair desse Dédalo, que o torna réu inserido no cárcere que ele próprio construiu, não se dá conta de que o caminho escolhido outrora e que ainda faz parte do seu trajeto necessita ser modificado.
A ambição ombreada com egoísmo e orgulho forma a tríade que o leva ao precipício das amarguras diuturnamente. As alternativas existem, e sempre somos amparados pelos Anjos Guardiães para que busquemos novos rumos como porta de saída dessa turbulência existencial.
A visão obtusa do amanhã espiritual fortalece o seu estado de sofrimento, visto que o que é transcendental foge-lhe à razão pelo desconhecimento da verdadeira essência da vida. Nas Bem-Aventuranças, o Mestre deixou evidente que a consolação virá adiante, mercê da nossa fé, perseverança e resignação. Nem acomodação, nem lamúrias. Coragem sempre, para enfrentar os desafios da vida.


Pessoa com a mão esticada em direção ao por do sol
Alexei Scutari/Unsplash

Jamais colheremos bons frutos, se a semeadura não preceder a escolha das boas sementes. Conhecendo a imortalidade do Espírito, teremos condições de compreender o porquê das nossas provas e expiações através das reencarnações.
O autoconhecimento descortinará horizontes mais abrangentes, que nos darão a consciência da nossa real existência. A par desse universo interior e sempre ajudados pela espiritualidade, conseguiremos galgar degraus evolutivos a cada dia, nesse processo infinito de crescimento espiritual.
Enquanto não buscarmos novos caminhos, já que os percorridos até agora não foram suficientes para a nossa reforma interior, não desfrutaremos da felicidade. Enquanto não entendermos que somos irmãos e filhos de um único Pai e não convivermos em fraternidade, não teremos a almejada Paz.
A maturidade consciencial não se adquire no açodamento, mas pela paciência e perseverança no estudo daquilo que não vemos, mas sentimos. Essa consciência é a razão que ecoa no coração. No Livro dos Espíritos, questão 621, temos: “Onde está escrita a lei de Deus? – Na consciência”. Disso tudo inferimos que essa consciência precisa despertar. É dela que extrairemos tudo aquilo de que necessitamos, e dela também teremos condições de entender o real sentido da vida.
Luiz Guimarães
 
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