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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

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Janeiro 11, 2021

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Construção artificial de 200.000 anos encontrada em Oklahoma

 
 
 
 
Em 1969, trabalhadores de uma construção civil em Oklahoma encontraram uma estrutura que muitos autores dizem que poderia reescrever a nossa história. A equipe de trabalhadores descobriu os restos de uma estrutura de 200.000 anos. O jornal de Oklahoma cobriu a história em 1969, criando um debate acalorado entre especialistas.
 
 
Imagem ilustrativa.
 
 
O “Old Tile Floor” de Oklahoma poderia reescrever a história não apenas da América do Norte, mas também de todo o planeta? De acordo com uma reportagem de jornal publicada em 1969, a estrutura encontrada pelos trabalhadores da construção civil em Oklahoma data de aproximadamente 200.000 anos. Em quase todos os cantos do mundo, pesquisadores e arqueólogos se deparam com coisas que não conseguem explicar. Uma dessas descobertas foi feita em Oklahoma, em 1969, quando um arqueólogo encontrou o que é descrito como “um enorme piso de mosaico com buracos estranhos”.
 
 
 
 
Logo surgiram perguntas e os cientistas iniciaram um grande debate. Quantos anos tinha o piso? É artificial ou é uma formação natural? Apareceram muitas perguntas que os cientistas não conseguiram responder, alguns especulando que o piso enigmático foi datado de impressionantes 200.000 anos. Muitos estavam absolutamente convencidos de que o piso de cerâmica era o resultado de uma construção artificial, mas, quem poderia tê-lo criado? E se o solo enigmático for o único remanescente de uma estrutura muito maior? Vamos ver todos os detalhes, como nos mostram os site Ancient Codes e New Age.
 
Obviamente, a parte mais assustadora da descoberta é a idade da estrutura. As primeiras menções à descoberta enigmática datam de “The Oklahoman”, o maior jornal de Oklahoma. Em junho de 1969, “The Oklahoman” escreveu: “Em 27 de junho de 1969, trabalhadores que nivelavam uma prateleira de rochas (…) descobriram uma formação rochosa que causou muita controvérsia entre as autoridades investigadoras. O local parecia ter um piso de mosaico incorporado.” “Tenho certeza de que isso foi feito pelo homem, porque as pedras foram colocadas em conjuntos perfeitos de linhas paralelas que se cruzam para formar um diamante, todas apontando para o leste”, disse Durwood Pate, geólogo de Oklahoma City que estudou o sítio arqueologico. 
 
“Encontramos buracos de postes que medem duas hastes perfeitas. O topo da pedra é muito liso (…). Tudo está muito bem colocado para ser uma formação natural”. O Dr. Robert Bell, arqueólogo da Universidade de Oklahoma, expressou sua opinião de que a descoberta era uma formação natural. Bell disse que não podia ver nenhuma evidência de sinais de argamassa. Mas Pate, por outro lado, conseguiu distinguir um tipo de lama ou argamassa entre cada pedra. Delbert Smith, geólogo, presidente da ‘Oklahoma Seismograph Company’, disse que a formação, que foi descoberta a cerca de 0,9 metros abaixo da superfície, parecia cobrir vários milhares de metros quadrados.
 
 
 
 
“O Tulsa World (jornal) citou Smith dizendo: ‘Não há dúvida sobre isso. Foi colocado lá, mas não tenho ideia de quem.’
 
Segundo o jornal, Delbert Smith, presidente da Oklahoma Seismograph Co. e ex-presidente da Sociedade Geofísica da Cidade de Oklahoma, e Durwood Pate, geólogo independente do petróleo, foram ao local para estudar a área e colher amostras. 
 
“Estou convencido de que não é uma formação natural e que foi feita pelo homem”, disse Smith mais tarde. Delbert Smith resumiu o mistério sobre o piso de cerâmica ao jornal (Tulsa World), em 29 de junho de 1969: “Sem dúvida. Foi colocado lá, mas não tenho ideia de quem. Existem opiniões diferentes quanto à geologia envolvida, mas a melhor estimativa coloca os ladrilhos em 200.000 anos”. 
 
 
Em 1º de julho de 1969, ‘The Oklahoman’ relatou sobre a descoberta de um segundo buraco através dos estratos rochosos. As medições revelaram que os dois orifícios tinham exatamente 16,5 pés de distância, ou precisamente uma haste. Segundo Pate, a rocha é calcária do Permiano ligada a grãos de quartzo. Dois dias depois, em 3 de julho, ‘The Oklahoman’ continuou sua cobertura e relatou que os arqueólogos descobriram um antigo martelo de pedra no local. 
 
“O mistério de uma formação dolomítica de calcário desenterrada entre Oklahoma City e Edmond foi agravada na quarta-feira pela descoberta de um objeto no local que lembra um martelo de pedra. Geólogos que concentraram sua atenção na formação incomum não conseguiram explicar a origem da formação ou do artefato. John M. Ware, geólogo de Oklahoma City, disse: “Simplesmente não pode ser explicado no campo da geologia – precisamos de um arqueólogo para dar uma opinião final”. No entanto, sua idade e origem podem permanecer um mistério, a menos que um arqueólogo possa ser persuadid a assumir o projeto em breve. Outro ponto intrigante sobre a rocha é que ela contém depósitos marinhos, indicando que ela já foi colocada no oceano.
 
 
 
 
No entanto, existem outras coisas curiosas que foram encontradas em Oklahoma. Uma dessas coisas foi descoberta em 1912 em uma mina em Wilburton, Oklahoma, por Frank J. Kennard; se trata de um copo de ferro embutido em um pedaço de carvão com 300 milhões de anos. Kennard, que trabalhava na Benton Co em 1948, disse: 
 
“Enquanto trabalhava na Usina Municipal de Thomas, Oklahoma em 1912, me deparei com um sólido pedaço de carvão que era grande demais para ser usado. Eu quebrei com um martelo. Esta panela de ferro caiu do centro, deixando o molde de impressão da panela na peça de carvão. Jim Stall (funcionário da empresa) testemunhou a quebra do carvão e viu a panela cair. Encontrei a fonte do carvão e descobri que ele vinha das minas de Wilburton, Oklahoma.” 
 
O carvão que se originou das minas de Wilburton, Oklahoma, foi estimado em aproximadamente 300 milhões de anos.
 
 





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Fevereiro 15, 2020

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Arqueologia prova que Presença dos Sumérios na América do Sul aconteceu.

André de Pierre

Cerâmica “Fuente Magna”, uma prova Incontestável da Presença dos Sumérios na América do sul, na região de Tiahuanaco.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Publicado por Thoth3126 on 15/02/2020
 
 
 
 
 
Em 1950, um excepcional artefato foi descoberto na propriedade da família Manjon, próximo a La Paz, na região de Tiahuanaco e do lago Titicaca, na cidade de Chua, Bolívia. O objeto era um vaso de cerâmica de barro cozido com inscrições sumérias, proto-sumérias, proto-semíticas ou proto-hebraicas e caracteres de culturas locais. O arqueólogo boliviano Max Portugal-Zamorra ficou sabendo da existência do vaso em 1959 e foi até o sítio arqueológico. Através da mediação do general Armando Escobar Uria, a família Manjon aceitou trocar a sua propriedade por um pedaço de terra em outro bairro e Zamorra pode trabalhar livremente no local. …
 
… Provavelmente, na época, o arqueólogo achou que se tratava de algo importante, mas como não conseguiu identificar as inscrições, o artefato foi desprezado.
O prato cerâmico foi levado até La Paz, Bolívia e por lá ficou esquecido durante décadas até a descoberta da estátua Monólito de Pokotia, achada em 4 de Janeiro de 2002, a 2 km de Tiahuanaco, na Bolívia, por Bernardo Biadós, Freddy Arce, Javier Escalente, Cesar Calisaya, Leocadio Ticlla, Alberto Vasquez, Alvaro Fernholz, Omar Sadud, Batuani Paulo e Rodrigo Velasco.
Fuente Magna (izquierda) y Monolito de Pokotia (derecha). Composición fotográfica aportada por el autor.
Fuente Magna (esquerda) e Pokolia Monolith (direita) Composição fotográfica feita pelo autor
Este outro extraordinário objeto com caracteres da escrita suméria reascendeu o interesse na descoberta do prato de cerâmica Fuente Magna, porque, como no vaso, na estátua existiam inscrições esquisitas para a região onde foi encontrado.
Para saber mais sobre a área onde foi encontrada a Fuente Magna, Biadós e Arce foram até Chua e lá encontraram Maximiliano, um nativo de 98 anos.
O indígena confirmou o local onde fora encontrado o artefato arqueológico e relatou que lá tinham mais centenas de vasos. Maximiliano nomeou o objeto como Plato del Chancho, porque os nativos utilizavam os vasos de cerâmica descobertos para dar comida aos porcos, e, dessa forma, eles foram destruídos e descartados.
Inscrições Sumérias na Fuente Magna no Museo de Metales Preciosos. Foto: André de Pierre
Não há qualquer contestação sobre a autenticidade das peças e como argumenta David Hatcher Childress em um de seus livros:
Parece extremamente improvável que alguém tenha planejado um esquema para plantar artefatos sumérios falsos ao redor de Tiahuanaco por diversão ou lucro. O fato de que o vaso Fuente Magna se encontrava em algum porão de museu, largamente esquecido por décadas, atesta para o fato de que nenhum mercado estava sendo desenvolvido para antiguidades pseudo-sumerianas encontradas na Bolívia.
Sim, obviamente não existe um mercado mundial de artefatos sumérios, e, ao que parece, não há muitas pessoas preocupadas e ninguém ganhando “muito dinheiro” com isso, ninguém sendo promovido ou homenageado pelas multidões.
 
Abaixo: Escrita Suméria período Old Babylonian. Tábua OECT 02, pl. 5-6 Ashm 1923-373, da coleção Ashmolean Museum, Oxford, Reino Unido.

Ao contrário da contestação, o que existiu até o momento foi a tradução do Dr. Clyde Winters, que identificou a escrita como proto-suméria. Uniformemente, o Dr. Alberto Marini concluiu que se tratava de escrita suméria. Em verdade, basta ter visto o cuneiforme uma única vez na vida para definir sua autenticidade, pois, felizmente, a inscrição é muito clara e não deixa margens para dúvidas.
O especialista, Dr. Winters, fez a seguinte tradução:
(1) As meninas fazem um juramento de agir justamente (nesse) lugar. (2) (Esse é) um oráculo favorável do povo. (3) Aplica um decreto divino justo. (4) O talismã (o Fuente Magna) (é) cheio de Bem. (5) A (deusa) Nia é pura. (6) Faça um juramento (para ela). (7) A Adivinha. (8) O decreto divino de Nia (é), (9) cercar as pessoas com Bondade/Alegria. (10) Valorize o oráculo do povo. (11) A alma (para), (12) aparecer como uma testemunha do (Bem que vem da fé na Deusa Nia diante de ) toda a humanidade.
Em março de 2019 estive em La Paz, no Museo de Metales Preciosos, para ver a espetacular peça pessoalmente e percebi alguns equívocos no trabalho de Winters. É notório que a tradução está errada em alguns pontos. Conforme imagem abaixo, é possível verificar que o tradutor não considerou o termo sumério Anu, que significa céu. Também há presença de vários numerais, ignorados por Winters.
Esquerda: Fuente Magna ampliada e escrita cuneiforme suméria para Anu.
Outro possível erro cometido foi em relação a definição do período da escrita, que não se parece de forma alguma com proto-sumério, mas sim com o sumério do período Old Babylonian (1900 a 1600 a.C.)Também é possível ver no artefato inscrições proto-semíticas e do 1º período de Tiwanaku (1500 a.C.), ao lado do cuneiforme.
De qualquer forma, minhas divergências com Winters param por ai, porque ele está absolutamente correto sobre a escrita ser originária da Suméria, o que comprova, de uma vez por todas, contatos transoceânicos entre os povos do mundo antigo e o conhecimento dos mesmos povos das terras das Américas. 
A peça de cerâmica Fuente Magna é a prova definitiva e irrefutável da presença dos sumérios na América do Sul, e, no presente, devemos apenas nos atentar a melhor tradução possível dos caracteres do artefato.

Se parece estranho a voce o conhecimento de terras a Ocidente/Oeste da Europa e África antes de Colombo, é por pura desinformação histórica (deliberadamente feita pelo sistema de CONTROLE, pois quanto mais ignorante nós formos melhor para quem nos controla)
 O historiador brasileiro Cândido Costa escreveu já em 1900“Diodoro de Sicília (90-21 a.C.), 45 anos antes da Era Cristã, escreveu grande número de livros sobre os diversos povos do mundo; em seus escritos, designa claramente a América com o nome de ilha, porque ignorava sua extensão e configuração. Essa expressão de ilha é muitas vezes empregada por escritores da antigüidade para designarem um território qualquer …
Acima um grande navio de longo curso, um Trirreme fenício tipo Carpássio, para viagens oceânicas de longo curso, um modelo dos tantos barcos fenícios existentes já no século X a.C., época próxima à que reinou Salomão em Israel. Foi usado para viagens transoceânicas pelos povos do Oriente Médio e Mediterrâneo.
… Assim vimos que Sileno chama ilhas à Europa, Ásia e África. Na narração de Diodoro, não é possível o engano quando ele descreve a ilha de que falamos: “Está distante da Líbia (ou seja, da África) muitos dias de navegação, e situada no Ocidente (a Oeste da África). Seu solo é fértil, de grande beleza e regado de rios navegáveis”. Esta circunstância de rios navegáveis não se pode aplicar senão a um continente, pois nenhuma ilha do oceano tem rios navegáveis. Diodoro continua dizendo:
“Ali, vêem –se casas suntuosamente construídas”;sabemos que as Américas possuem belos edifícios em ruínas e da mais alta antiguidade.  “A região montanhosa é coberta de arvoredos espessos e de árvores frutíferas de toda espécie. A caça fornece aos habitantes grande número de vários animais; enfim, o ar é de tal modo temperado que os frutos das árvores e outros produtos ali brotam em abundância durante quase todo o ano.” 
Esta pintura do país e do clima da região por Diodoro se refere de todo o ponto à América do Sul equatorial. Este historiador conta depois como os Fenícios (re)descobriram aquela região”… Fim de citação}

Referências:
  • CHILDRESS, D. H. Tecnologia ancestral no Peru e Bolívia: 1. ed. Tietê: Anunaki, 2015
  • PIERRE, A. Enigmas: a história secreta da humanidade: 1. ed. Tietê: Anunaki, 2015 
  • PIERRE, A. Sumérios na América. Revista Enigmas, Piracicaba, 7 ed., 26-43 , 05/19
  • WINTERS, C. W. Ancient Scripts in South America: The Sumerians in South America: 1. ed. EUA: CreateSpace Independent Publishing Platform, 2015
  • UCLA – Disponível em: <https://cdli.ucla.edu/search/search_results.php?SearchMode=Text&TextSearch=&PrimaryPublication=&order=PrimaryPublication&Author=&PublicationDate=&SecondaryPublication=&Collection=&AccessionNumber=&MuseumNumber=&Provenience=&ExcavationNumber=&Period=old+bab&DatesReferenced=&ObjectID=&ATFSource=&CatalogueSource=&TranslationSource=&ObjectType=&ObjectRemarks=&Material=&SealID=&Language=&Genre=royal&SubGenre=&requestFrom=Search>. Acesso em: 23 maio 2019.
  • RIVERSIDE – Disponível em: <http://www.faculty.ucr.edu/~legneref/archeol/archeol.ind.htm>. Acesso em: 23 maio 2019.
  • WIKIPEDIA – Disponível em: <https://es.wikipedia.org/wiki/Fuente_Magna>. Acesso em: 23 maio 2019.
 







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Novembro 16, 2015

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Os Cavaleiros Templários 

 História – Parte 1

 Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulo I – O NASCIMENTO DA ORDEM DO TEMPLO – UMA BREVE HISTÓRIA DA ORDEM DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS – Livro de Michel Lamy

Publicado anteriormente em 25/04/2015

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OS TEMPLÁRIOS, ESSES GRANDES GUERREIROS DE MANTOS BRANCOS COM CRUZES VERMELHAS


Os seus costumes, os seus ritos, os seus segredos:

Digam o que disserem determinados historiadores encastelados em sua erudição acadêmica, a criação da Ordem dos Cavaleiros Templários continua envolta em inúmeros mistérios; e o mesmo acontece com a realidade profunda da sua missão, não a que se tornou pública, mas a missão oculta. Inúmeros locais ocupados e ou de propriedade dos cavaleiros Templários apresentam particularidades estranhas.

Atribuíram-se aos monges-soldados crenças heréticas, cultos curiosos e às suas construções, principalmente a Catedral de Chartres, significados e até poderes fantásticos. A seu respeito, fala-se de gigantescos tesouros escondidos (sendo o maior deles o CONHECIMENTO), de segredos ciosamente preservados e de muitas outras coisas.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulo I – O NASCIMENTO DA ORDEM DO TEMPLO – UMA BREVE HISTÓRIA DA ORDEM DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS – Livro de Michel Lamy

Esta obra não tem a ambição de retomar toda a história da Ordem do Templo sob o ângulo dos acontecimentos fatuais, mas sim de esclarecer as suas zonas mais obscuras. No entanto, para compreender o que se passou, há que se ter presente no espírito que esta Ordem existiu por mais de dois séculos e evoluiu necessariamente. Quando chegou ao seu fim, não podia ser idêntica ao que era em seu nascimento. Mudou porque o seu ideal se viu confrontado com duras realidades.

Teve de se adaptar, uma e outra vez, tomar em mãos as questões temporais, perdendo sem dúvida, ao longo dos anos e das necessidades, uma parte da sua pureza original, tal como um adulto que por vezes tem dificuldade em encontrar em si a criança maravilhada, o minúsculo ser de olhos puros e inocentes que, no entanto, um dia foi.



A Ordem do Templo foi influenciada pelo seu tempo, mas este modificou-a, orientou-a, contribuindo para a História com as suas próprias correções. Para nos orientarmos nesta evolução, pareceu-nos útil apresentar, de forma muito breve, neste primeiro capítulo, uma história breve dos Templários e, sobretudo, da sua época.

Nos caminhos de peregrinação

Recuemos no tempo até ao final do século X. Hoje em nossa época, temos dificuldade em imaginar o que foram os terrores da chegada do ano 1000. A interpretação (carregada de ignorância e fanatismo) das escrituras convencera toda a cristandade de que o Apocalipse se produziria nesse ano fatídico. Revelação, no sentido etimológico do termo, mas também destruição, dor: regresso de Cristo à terra e julgamento dos homens, separação entre eles para mandar alguns para o paraíso, para junto dos santos, e os outros para o inferno, a fim de aí serem submetidos a tormentos eternos.

Os católicos viveram com angústia esse ano 1000 e a sua aproximação e passagem. E nada apocalíptico aconteceu, pelo menos nada pior do que nos anos precedentes. A Igreja enganara-se na sua interpretação das Escrituras? Deus teria esquecido os seus filhos na terra? Não, claro que não. Era algo diferente. A catástrofe fora evitada. Deus fora tocado pelas preces dos homens. Perdoara. Sim, mas por quanto tempo? E se apenas se tratasse de um adiamento? Era preciso rezar, cada vez mais, rezar sempre. No século anterior, os católicos tinham-se feito à estrada para irem em peregrinação a locais onde estavam enterrados os santos. Estes últimos haviam, sem
dúvida, intercedido em favor dos homens e Deus deveria ter-se deixado convencer.



Um dos santos mais eficazes deveria ter sido Santiago (irmão de Jesus) que, de Compostela, atraía milhares de homens e mulheres que deixavam a sua família, o seu trabalho, abandonando tudo para irem rezar àquele local da Galícia onde a terra terminava. Tinha-se passado perto da catástrofe final, as grandes fomes de 990 e 997 eram prova disso. Tinha-se evitado o pior, o método já era conhecido: era preciso cada vez mais que os homens se fizessem à estrada, que os monges rezassem, que todos fizessem penitência. Não seria conveniente ir mais longe, realizar a suprema peregrinação, a única que merecia verdadeiramente a viagem de uma vida: ir aos lugares onde o filho de Deus sofrera para resgatar os pecados dos homens, ir a Jerusalém?

Michelet escreveu: «Os próprios pés conheciam o caminho», e John Charpentier faz notar: Feliz aquele que regressava para a Europa! Mais feliz aquele que morria perto do túmulo de Cristo e que podia dizer-lhe, segundo a audaciosa expressão de um contemporâneo [Pierre d’Auvergne]: “Senhor, morrestes por mim e eu morri por vós”. Multidões cada vez mais numerosas puseram-se a caminho de Jerusalém. A cidade pertencia aos califas de Bagdá (Iraque) e do Cairo (Egito) que permitiam o livre acesso aos peregrinos. Mas tudo mudou quando os Turcos se apoderaram de Jerusalém, em 1090.



De início, contentaram-se com vexar os católicos e, por vezes, espoliá-los, infligindo-lhes humilhação atrás de humilhação, obrigando-os a executarem gestos contrários à sua religião. De escalada em escalada, a situação agravou-se: houve execuções, torturas. Falou-se de peregrinos mutilados, abandonados nus no deserto. De Constantinopla, o imperador Alexis Comnène lançara o sinal de alarme.

Libertar Jerusalém

O Ocidente emocionou-se. Não podia tolerar-se que os peregrinos fossem mortos. Não podiam deixar-se os lugares santos nas mãos dos infiéis muçulmanos. O ano 1000 passara, mas… Pedro, o Eremita, que assistira, em Jerusalém, a verdadeiros atos de barbárie, regressara muito decidido a erguer a Europa e pôr os cristãos no caminho de uma cruzada. Viram-no percorrer distâncias consideráveis, montado na sua mula, a que a multidão arrancava as crinas aos punhados, para com elas fazerem relíquias. Quando Pedro, o Eremita, passara por algum lugar, os espíritos encontravam-se inflamados; homens, mulheres, crianças, mostravam a impaciência de tudo deixarem para se dirigirem a um único destino: Jerusalém. E, uma vez lá, se veria o que se faria…

Do lado dos senhores feudais notava-se um pouco mais de prudência na atitude. Mais razão, sem dúvida, mas também muito mais a perder: as terras que já não seriam protegidas, os bens que poderiam atrair cobiças, etc. A 27 de Novembro de 1095, o papa Urbano II pregou num concílio provincial reunido em Clermont. E proclamou: «Cada um deve renunciar a si mesmo e carregar a cruz.» O sumo pontífice via aí também uma ocasião de meter na ordem esses leigos que se espojavam na luxúria e brindavam aos arruaceiros. Ir libertar Jerusalém seria o caminho da salvação.

Aos milhares, os peregrinos haviam costurado sobre as suas vestes cruzes de tecido vermelho, que viriam a valer-lhes o nome de cruzados. Inicialmente, foram os pobres e miseráveis, os mendigos, os famintos, que quiseram libertar Jerusalém, movendo-se ao caminho em bandos andrajosos que gritavam «Deus assim o quer!» E aqueles que não partiam faziam dádivas para que os outros tivessem com que sobreviver, durante a viagem. Alguns tomavam a decisão obedecendo a um impulso, a um sinal: uma mulher seguira um ganso que deveria levá-la à Cidade Santa.* Foram também referidos pássaros, borboletas e rãs que se pensava mostrarem o caminho. [* Há que ver aí uma similitude com o jogo da glória ou do ganso e o jogo da semana, que conduziam ambos ao Paraíso ou à Jerusalém celeste (cf Michel Lamy, Histoire secrète du Pays Basque, Albin Michel).]

Pedro, o Eremita, e o seu lugar-tenente, Gauthier-Sans-Avoir, arrastavam atrás de si uma multidão heterogênea de miseráveis de toda a Europa que começou a sua cruzada matando os judeus do vale do Rio do Reno e pilhando os bens dos camponeses húngaros. Chegaram a Constantinopla no sábado de Aleluia de 1096. Foi o início do fim. Na Ásia Menor, depois de Civitot, uma parte desses cruzados mal armados que não sabiam combater foi massacrada. Os sobreviventes pereceram quase todos de fome ou de peste, em frente a Antioquia.

Estes últimos viram chegar então – melhor seria dizermos, por fim – o exército dos cruzados, o dos homens de armas que tinham acabado por seguir o exemplo dos mendigos e miseráveis. Fortemente armados, determinados, esses guerreiros apoderaram-se de Antioquia. O objetivo final estava próximo: Jerusalém, terra prometida. Os cantos religiosos elevaram-se mal avistaram as muralhas da cidade. Deixou de haver mendigos e nobres, restando apenas católicos em êxtase, maravilhados com a sua façanha.



A 14 de Julho de 1099, a tropa pôs-se em movimento e atacou a cidade. Jerusalém foi conquistada, num fogoso ímpeto, logo na manhã do dia 15. No entanto, os cruzados não eram santos. De passagem, tinham pilhado e violado, a ponto de os cristãos orientais se terem visto forçados a refugiar-se junto dos Turcos: era inconcebível. Em Jerusalém, também não se comportaram com nenhuma caridade (cristã) digna de nota. Inúmeros muçulmanos (homens, mulheres, idosos e crianças) tinham-se refugiado na mesquita Al-Aqsa; os católicos desalojaram-nos e fizeram uma hecatombe ao passar a todos à fio de espada.

Um cronista anotava: «Lá dentro, o sangue chegava-nos aos tornozelos», e Guilherme de Tiro precisava: “A cidade apresentava um espetáculo tal de carnificina de inimigos muçulmanos, uma tal efusão de sangue, que os próprios vencedores se sentiram chocados pelo horror e a repugnância”. Durante uma semana, sucederam-se os massacres e combates de rua, até o odor do sangue provocar náuseas.

O reino latino de Jerusalém

No entanto, os cruzados tinham fincado pé na Terra Santa e tencionavam ficar por lá. Foi fundado o reino latino de Jerusalém. Godofredo de Bouillon foi nomeado rei, mas recusou-se a cingir a coroa naquele lugar onde Cristo apenas usara uma coroa de espinhos. Godofredo, o rei cavaleiro do cisne, morreria pouco depois, em 1100. Para além do reino de Jerusalém, que se estendia desde o Líbano até o Sinai, formaram-se progressivamente três outros Estados: o condado de Edessa, a norte, meio franco meio armênio, fundado por Balduíno de Bolonha, irmão de Godofredo de Bouillon; o principado de Antioquia, que ocupava, grosso modo, a Síria do Norte, e, finalmente, o condado de Antioquia.



Godofredo foi substituído por Balduíno I. A conquista fora realizada mas agora tratava-se de conservar e administrar os territórios obtidos. Era conveniente conservar as cidades e as praças fortes e velar pela segurança das estradas. O inimigo fora vencido, mas não eliminado. Fundaram-se ordens, a que foram atribuídas missões diversas. Houve, entre outras, a Ordem Hospitaleira de Jerusalém, em 1110, a Ordem dos Irmãos Hospitalários Teutônicos, em 1112, e a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo (futuros Templários), em 1118, quando Balduíno II era rei de Jerusalém.

O nome de Ordem do Templo só aparece em 1128, por ocasião do Concílio de Troyes, que codificou a sua organização. Em 1130, São Bernardo escrevia o seu De laude Novae Militiae ad Milites Templi, para assegurar a divulgação da Ordem. Dentro em pouco, as doações tinham-se tornado importantes, o recrutamento progredia e, quando o primeiro Grão-Mestre, Hugues de Payns, morreu, em 1136, sucedendo-lhe Robert de Craon, a Ordem do Templo já era coesa. Três anos mais tarde, Inocêncio III reviu alguns aspectos da regra e concedeu ao Templo privilégios exorbitantes.

Em 1144, Edessa foi retomada pelos muçulmanos, o que levou à organização da segunda cruzada, pregada por São Bernardo em 1147, enquanto a Ordem dos Templários continuava a adaptar-se e desenvolver-se. A operação viria a tornar-se num malogro, mas, no terreno, os cruzados resistiam, ainda assim, bastante bem aos assaltos muçulmanos. Todavia, Saladino (Ṣalāḥ ad-Dīn Yūsuf ibn Ayyūb) conseguia, pouco a pouco, unificar o mundo do Islã no Oriente Médio. Em 1174, apoderava-se de Damasco (Síria) e, em 1183, de Alepo. Em seguida, após o desastre de Hattin, onde morreram inúmeros católicos, Saladino conseguiu retomar Jerusalém, em 1187 (conquista reproduzida no filme Cruzada-Kingdom of Heaven), reduzindo assim o reino latino à região de Tiro.


Acima: Saladino e Guy de Lusignan. Em julho de 1187, Saladino capturou a maior parte do reino de Jerusalém. No dia 4 de julho de 1187 ele deparou-se, na Batalha de Hattin, com as forças combinadas de Guy de Lusignan, Rei Consorte de Jerusalém, e Raimundo III de Trípoli. Somente na batalha, o exército Cruzado foi em grande parte aniquilado pelo exército motivado de Saladino, naquilo que foi um desastre completo para os cruzados e uma virada na história das Cruzadas.

Uma terceira cruzada foi organizada em 1190, quando Robert de Sablé era Grão-Mestre da Ordem do Templo. Viria a permitir reconquistar Chipre e Acre, em 1191. Reunia Filipe Augusto, Frederico Barba Ruiva e Ricardo Coração de Leão. Este último bateu Saladino em Jafa e, depois, tendo sido vencido, tentou regressar a Inglaterra disfarçado de templário. Reconhecido, foi feito prisioneiro, uma história que é bem conhecida de todos quantos, na infância, vibraram com as aventuras de Robin Hood dos Bosques de Sherwood em Nottingham. Infelizmente, ao contrário do que reza a lenda, Ricardo Coração de Leão não foi o rei nobre que é descrito com bonomia e esteve longe de se comportar sempre de forma cavaleiresca. Morreu em 1196, três anos depois de Saladino e de Robert de Sablé.

Em 1199, foi decidida a quarta cruzada que teve muitas dificuldades para se pôr a caminho. Quando os cruzados avistaram Constantinopla, em 1202, esqueceram o seu objetivo, conquistaram a cidade, pilharam aquele reino cristão ortodoxo e organizaram os Estados Latinos da Grécia. Esse evento levou à fundação do Império Latino e à consolidação do Grande Cisma do Oriente entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa. No final desse século XIII, Wolfram von Eschenbach escrevia o seu Parzifal, onde os Templários apareciam como os guardiões do Santo Graal,dando inicio a lenda que perdura até os dias atuais.

Depois de se ter desviado do seu objetivo, a Palestina, para pilhar o reino bizantino, a cavalaria ocidental – nomeadamente a francesa – deve ter dito a si própria que não era necessário ir tão longe para enriquecer. Em 1208, foi pregada nova cruzada, mas esta consistia em ir sangrar o Sul de França, onde os Cátaros opunham a sua heresia gnóstica a um clero local pouco convincente, porque demasiado corrompido. Os barões do Norte preferiram ir matar os Albigenses a esbarrarem nas cimitarras dos muçulmanos.

Mesmo assim, foi organizada uma quinta cruzada, entre 1217 e 1221. Terminou com a tomada de Damieta, no Egito, e sem mais êxitos. Foi esta a época escolhida pelos Mongóis para lançarem uma operação de invasão, criando uma nova frente, muito difícil de manter. Sem muita dificuldade, apoderaram-se do Irã. Todavia, Frederico II de Hohenstaufen, imperador germânico excomungado pelo papa, devolvera Jerusalém aos cristãos. O que as armas não haviam conseguido, obtivera Frederico II mediante negociações diplomáticas. Infelizmente, em 1244, a Cidade Santa viria a cair nas mãos dos Turcos.

O fim de um reino e de uma ordem

Durante todo este tempo, os Templários estiveram praticamente em todas as frentes de batalha, alimentando, graças à gestão genial de um patrimônio ocidental colossal, o esforço de guerra no Oriente. Mas o povo, os nobres, começavam indubitavelmente a cansar-se. As vitórias e as derrotas sucediam-se, tornavam-se banais. Já não existia o entusiasmo inicial. Em contrapartida, o Oriente influenciara o Ocidente. O contato com outra civilização deixara marcas, principalmente entre os altos iniciados dos cavaleiros templários. Tinham aparecido produtos novos nos mercados da Europa; haviam-se desenvolvido técnicas e ciências graças a frutuosas relações estabelecidas entre sábios e letrados das duas civilizações. E muito conhecimento oculto e secreto foi descoberto pelos Cavaleiros do Templo em seu contato com judeus e muçulmanos.



O Ocidente abria-se ao fascínio do Levante.

Um homem ainda pensava ter o dever de levar o ferro da espada, em “nome de Cristo”, ao seio dos infiéis muçulmanos: Luís de França (canonizado pela igreja mais tarde). Em 1248, iniciou a catastrófica sétima cruzada. Em nome de um ideal, desdenhava das realidades, recusando-se a ouvir aqueles que, como os Templários, conheciam bem os problemas locais. Acumulou erros e sofreu uma grave derrota em Mansurá (Al-Mansurah), enquanto os Mamelucos turcos consolidavam o seu poder no Egito. Em 1254, “São” Luís regressou a França. Quatro anos mais tarde, os Mongóis de Gengis Khan apoderaram-se de Bagdá, em 1258, pondo fim ao califado abássida. Em 1260, foram repelidos para a Síria pelos Turcos e, no ano seguinte, os Gregos retomavam Constantinopla.

Em 1270, “São” Luís, que nunca percebera nada e nem sempre retirara as lições da sua primeira campanha, participava na oitava cruzada. Encontrou a morte em frente a Túnis, nesse mesmo ano. Em 1282, foi concluída uma trégua de dez anos com o Egito, enquanto os Cavaleiros Teutônicos haviam decidido levar as suas espadas mais para norte e criar um reino na Prússia (semente do estado germânico). Em 1285, Filipe III, cognominado o Audaz, que sucedera a São Luís no trono de França, extinguia-se, deixando o lugar a Filipe IV, o Belo. Seis anos mais tarde, com a derrota de São João de Acre, no decurso da qual foi morto o Grão-Mestre da Ordem do Templo, Guillaume de Beaujeu, a Terra Santa foi perdida e evacuada definitivamente. Os Cavaleiros Templários se retiraram para a ilha de Chipre.

Em 1298, Jacques de Molay tornou-se o Grão-Mestre da Ordem: o último Grão-Mestre. Um ano mais tarde, organizou uma expedição ao Egito, mas o reino latino de Jerusalém acabara de vez. Filipe, o Belo, teve violentos confrontos com o papa Bonifácio VIII, que o excomungou, em 1303. O sumo pontífice morreu nesse mesmo ano. Em 1305, o seu sucessor, também ele em litígio com Filipe, o Belo, morreu envenenado e o rei de França tornou papa um homem com quem fizera acordos: Bertrand de Got, que reinou sob o nome de Clemente V.

Nesse mesmo ano, foram lançadas acusações (forjadas por Filipe o Belo) de extrema gravidade contra a Ordem do Templo, que assumiram a forma de denúncias feitas perante o rei de França. Acusações duvidosas mas que surgiam num bom momento: a Ordem inquietava a muitos e o rei francês, falido, queria por a mão em suas riquezas, agora que o seu poder já não tinha onde se exercer no Oriente. Em 1306, Filipe, o Belo, sempre sem dinheiro, baniu os judeus do reino de França, não sem antes os ter espoliado dos seus bens e de ter mandado torturar alguns deles. Em 1307, mandou prender todos os cavaleiros templários do reino da França e escolheu para tal fim a data de 13 de Outubro,uma sexta feira.


Acima: Em primeiro plano, Jacques de Molay, o último Grão mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários

A 17 de Novembro, o papa acedeu a pedir a prisão dos cavaleiros da Ordem dos Templários por toda a Europa. Foram realizadas acusações estereotipadas e a instrução do processo fez-se com a ajuda da tortura. Mesmo assim, o papa tentou organizar a regularidade dos procedimentos mas não ousou atacar diretamente o rei de França. Pouco a pouco, os Templários tentaram formalizar a sua defesa mas, a partir de 1310, alguns deles foram condenados e conduzidos à fogueira. Em 1312, quando do segundo concílio de Viena, a Ordem do Templo foi extinta sem ser condenada. Os bens dos Templários foram, teoricamente, devolvidos aos Hospitalários de São João de Jerusalém.

No dia 18 de Março de 1314, o Grão-Mestre, Jacques de Molay, e vários outros dignitários cavaleiros da Ordem dos Templários foram queimados vivos. Um mês mais tarde, a 20 de Abril, morreu, por sua vez, o papa Clemente V. No dia 29 de Novembro ocorreu a morte de Filipe, o Belo. A Ordem do Templo extinguira-se mas a sua história não terminara. Deixou vestígios que, tal como as catedrais que ajudara a construir, transpuseram o tempo. Vivera mais de dois séculos, período durante o qual a evolução da civilização ocidental fora muito importante, muito mais do que deixa entender a concepção estática que geralmente se tem em relação à Idade Média.

Foram dois séculos de evolução econômica, de desenvolvimento do comércio e do artesanato, de progresso nas artes. Dois séculos que marcaram para sempre o mundo. A Ordem dos Cavaleiros Templários esteve intimamente ligada a essa evolução e esse não é o menor dos mistérios que agora teremos de abordar.

Continua…

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Posted by Thoth3126 on 25/04/2015


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Novembro 08, 2015

chamavioleta

Sete maravilhas arquitetônicas desconhecidas

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com 

Publicado anteriormente a 06/05/2015




Fortaleza de Derawar, em Bhawalpur-Paquistão


Todos nós já ouvimos falar do Coliseu de Roma, da Grande Muralha da China e do Taj Mahal na Índia. Mas e as maravilhas arquitetônicas ainda não descobertas e desconhecidas pelas multidões?

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Para tentar encontrar algumas dessas construções escondidas, recorremos ao site de perguntas e respostas Quora.com, perguntando: “Quais são alguns dos monumentos ricos arquitetonicamente e menos conhecidos do mundo?”. Veja a seguir o que os internautas responderam.

Fonte: http://www.bbc.com/travel/story/

Em uma fortaleza de proporções monumentais, os 40 deslumbrantes bastiões de Derawar se erguem sobre o deserto em uma formação impressionante. Juntos, os muros do forte formam uma circunferência de quase 1,5 mil metros de diâmetro e chegam a 30 metros de altura.

“É uma estrutura magnífica no meio do Deserto de Cholistão”, conta o internauta Faisal Khan. “Muitas pessoas não conhecem o Forte de Derawar. Até mesmo muitos paquistaneses.”

Isso ocorre provavelmente porque, para chegar à fortaleza, os visitantes precisam contratar um guia com um carro 4×4 para conseguir cumprir a viagem de um dia a partir de Bahawalpur, através do deserto. Uma vez no forte, a entrada só é permitida com uma autorização especial do amir, o líder local. 



Palácio do Parlamento, Bucareste, Romênia



O maior e mais caro edifício governamental civil do mundo, o Palácio do Parlamento é verdadeiramente uma maravilha desconhecida. “Construído pelo odiado líder comunista Nicolae Ceausescu, o prédio é tão grande que é difícil tirar uma foto que faça jus a sua escala”, afirma o usuário do Quora Jann Hoke, advogado que trabalhou no local em meados dos anos 90.

Erguido em 1984, o edifício em estilo neoclássico tem 12 andares (com mais oito andares no subsolo), e cerca de 3,1 mil salas, em uma área de 330 mil metros quadrados.

O projeto custou o valor sem precedentes de 3,3 bilhões de euros, mas também tirou dos habitantes de Bucareste boa parte de sua cidade. Para ser construído, um quinto da área central da capital foi demolido, inclusive vários bairros históricos, mais de 30 igrejas e sinagogas e cerca de 30 mil casas.

“Os carpetes estampados do térreo, que cobrem centenas de metros de corredores, foram tecidos dentro do edifício durante sua construção, pois seria impossível trazê-los para o local depois de finalizado”, conta Hoke. 



Construída em 1907, a Grande Mesquita de Djenné é a maior estrutura de argila do mundo, erguida quase que inteiramente com tijolos de barro queimados pelo sol, areia e gesso e argamassa de barro. É considerada uma das maiores realizações da chamada arquitetura sudanesa e recebeu o título de Patrimônio Mundial da Unesco em 1988.



Construída em 1907, a Grande Mesquita de Djenné é a maior estrutura de argila do mundo, erguida quase que inteiramente com tijolos de barro queimados pelo sol, areia e gesso e argamassa de barro. Ela é considerada uma das maiores realizações da chamada arquitetura sudanesa e recebeu o título de Patrimônio Mundial da Unesco em 1988.

Os três minaretes da mesquita são decorados com folhas de palmeiras amarradas, que também servem como degraus para os reparos anuais – uma tradição que se tornou um festival local em abril e maio.

“Os verões brutais do Norte da África fazem o barro rachar e enfraquecer ao longo dos anos”, explica Abishek Lamba, usuário do Quora. “Antes das chuvas, os residentes locais se reúnem e cobrem o prédio inteiro com argila de um lago seco”.

Um dos monumentos mais esquecidos da Índia, o Chand Baori, no Rajastão, é uma espetacular poço quadrado que desce por 13 andares, com paredes forradas de escadas que se aprofundam por 30 metros até chegarem ao ponto mais baixo, onde há uma piscina de águas verdes. 



O Poço Chand Baori, Abhaneri, Índia



O estonteante labirinto de degraus simétricos “parece formar um caminho infinito até o fundo da terra”, descreve Vipul Yadav, no Quora. Com seus 3,5 mil degraus, o Chand Baori é um dos “maiores e mais profundos monumentos desse tipo no mundo”.

Construído pelo rei Chanda, da Dinastia Nikumbha, entre os anos 800 e 900 a.C., o Chand Baori foi projetado para ser prático e, ao mesmo tempo, bonito. Por causa da estrutura do poço, o fundo permanece mais fresco que a superfície, algo fundamental na paisagem quente e árida do Rajastão.

Se todo grande marco arquitetônico tem uma história, a Ponte Velha (Stari Most, em bósnio) tem uma história de reviravoltas.” A ponte foi construída com 456 blocos de uma pedra local em 1566 pelo arquiteto turco otomano Mimar Hajrudin”, conta o internauta Haris Custo. “Ela foi o coração da nossa cidade por 427 anos.” 



A Ponte Velha (Stari Most, em bósnio) tem uma história de reviravoltas.



A Ponte Velha cruza o rio Neretva no centro histórico de Mostar. Com 4 metros de largura, 30 metros de comprimento e a uma altura de 24 metros, é um dos monumentos mais famosos do país e um dos mais belos exemplos da arquitetura islâmica nos Bálcãs.

Mas nos anos 90, a ponte foi destruída por forças bósnio-croatas durante a Guerra da Bósnia. Depois do fim do confronto, a cidade começou sua reconstrução. “Levou quase dez anos para tornar a ideia realidade, e em julho de 2004, a nova ‘Ponte Velha’ foi inaugurada”, lembra Custo.

Enquanto a ponte mudou desde sua reconstrução, uma longa tradição perdura: os habitantes locais continuam saltando dali para cair nas águas geladas do Neretva, exibindo sua coragem e suas habilidades.

“Todos nós já ouvimos falar da Grande Muralha da China, mas poucos sabem que a Índia também tem a sua”, diz Ayush Manu, no Quora.

A Grande Muralha da Índia, também conhecida pelo nome de Kumbhalgarh, é a segunda maior muralha do mundo, atrás apenas da famosa construção chinesa. Localizada no Rajastão, a edificação chega a ter 4,5 metros de espessura em algumas áreas. Estende-se por 36 quilômetros e tem sete portões fortificados.


A Grande Muralha da Índia



Rana Kumbha, um monarca local, encomendou a muralha em 1443 para proteger sua fortaleza, situada em uma montanha próxima.

“Diz a lenda que, apesar de várias tentativas, a muralha não pode ser concluída”, conta Manu. “Finalmente, o rei consultou um de seus conselheiros espirituais e ouviu que seria necessário um sacrifício. Um homem ofereceu sua vida para que os demais pudessem se proteger. Hoje, o portão principal fica onde seu corpo caiu e onde há um templo que abriga sua cabeça.”

A muralha foi estendida no século 19 e hoje protege mais de 360 templos localizados em seu interior, mas continua sendo um tesouro desconhecido na maior parte do mundo.

A internauta Mona Khatam descreve a Mesquita do Xeque Lotfollah – uma obra-prima da arquitetura safávida iraniana – como “um estudo da atenuação harmoniosa”.

Localizada na Praça de Naqsh-e Jahan, na cidade de Isfahan, a deslumbrante e elegante mesquita foi construída entre 1603 e 1619 durante o reinado do Xá Abas 1o. O templo é batizado em homenagem ao sogro do monarca, o xeque Lotfollah, libanês e reverenciado estudioso do Islamismo. 



A Mesquita Sheikh Lotfollah é uma das obras arquitetônicas do período Safavida da arquitetura iraniana , que está no lado oriental de Naghsh-i Jahan, em Isfahan, no Irã. A construção da mesquita começou em 1603 e foi concluída em 1619. Foi construída pelo arquiteto-chefe Shaykh Bahai , durante o reinado do Shah Abbas I da dinastia Safavida.



A mesquita é singular por não ter minaretes ou um pátio central. “Isso provavelmente se deve ao fato de a mesquita nunca ter sido construída para uso público, mas sim para servir como local de rezas para as mulheres do harém do xá”, explica Khatam.

Por isso, para se chegar ao salão de rezas é necessário percorrer um longo corredor subterrâneo e cheio de curvas. E a decoração da mesquita é extraordinariamente requintada.

“O domo usa azulejos delicados que mudam de cor ao longo do dia, de creme para rosa”, descreve Khatam. “Dentro do santuário, você pode se maravilhar com a complexidade dos mosaicos que enfeitam as paredes e o belo teto, com seus motivos amarelos. Os raios de sol que atravessam as poucas janelas de treliça produzem uma brincadeira constante entre as luzes e a sombra.”

Permitida a reprodução desde que mencione as fontes e respeite a formatação original.

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Setembro 02, 2015

chamavioleta

Dwaraka, a cidade de ouro de Krishna, foi encontrada

Posted by Thoth3126 on 07/03/2015

dwaraka-krishna-city

Dwaraka, a Cidade dourada de Krishna foi encontrada



Dwaraka é uma das sete cidades sagradas da Índia Antiga. As outras são: Ayodhya (a capital do império de Rama, citada no Ramayana), Mathura, Haridwar, Benares, Kanchipuran e Ujjain.

A grandiosidade e beleza de Dwaraka têm sido descrita por muitos cronistas. A cidade é mencionada como ‘Cidade Dourada’ no Srimad Bhagavatam, no Skanda Purana, no Vishnu Purana e também no Mahabarata. Dwaraka, conhecida por ser a capital do Reino de Krishna (ele viveu aproximadamente em 3.100 a.C.), não foi e nem é uma lenda; antes, ela é bastante real.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

A região da costa oeste da Índia, em Gujarat, onde Krishna estabeleceu os Yadavas, era uma costa repleta de frutos e flores. Ali, Krishna resolveu construir uma nova cidade e chamou-a Dvaravati. Uma sociedade progressista viveu na região. Era uma cidade bem planejada e tecnologicamente avançada, um porto movimentado de onde entravam e saíam grandes navios.

Fonte: http://veda.wikidot.com/dwaraka

Dwaraka ou Dvaraka (sânscrito: “uma porta ou uma porta de entrada”, também conhecida como Dvaravati, “a cidade de muitas portas”) é a capital dos Yadavas que governaram o reino de Anarta. A cidade estava situada no ponto mais ocidental de Gujarat , e foi submersa pelo mar de acordo com a narrativa do volume 16 do épico Mahabharata.


Dwaraka é a cidade sagrada onde o Senhor Krishna, a Suprema Personalidade de Deus, passou a maior parte de seu tempo durante sua aparição na terra há cinco mil anos. Em Vrindavan, o Senhor Krishna viveu como um menino vaqueiro simples, mas na Dwarka Ele vivia como um príncipe rico.

Dwaraka é uma das cidades mais sagradas na Índia antiga e uma das quatro principais “dhams”, juntamente com Badrinath, Puri, Rameshwaram. Dwaraka era uma cidade-estado que se estendia até Sankhodhara (Bet Dwaraka) para o norte e Okhamadhi para o sul.

Descrição

Dwaraka também era conhecida como Dwaravati. Foi também uma cidade-porto, que tinha relações comerciais com muitos outros países com saída para o mar. Pode ser que este antigo porto da cidade tenha sido uma porta de entrada para navegadores de reinos estrangeiros para o continente indiano e vice-versa. O território de Dwaraka inclui a Ilha Dwaraka, muitas ilhas vizinhas, como Antar Dwipa e área continental vizinha ao reino de Anarta.

O reino estava situado aproximadamente na região noroeste do estado de Gujarat. Sua capital era Dwaravati (perto de Dwarka, Gujarat). O Mahabharata não menciona Dwaraka como um reino, mas sim como a capital do reino dos Yadavas que governaram o reino de Anarta.

A cidade foi fundada por um clã de chefes dos Yadavas que fugiram do reino de Surasena por medo do rei Jarasandha de Magadha. Dwaraka foi uma federação de muitas cidades, em vez de um reino sob um único rei. Dentro da Federação de Dwaraka estavam incluídos os estados de Andhakas, Vrishnis e Bhojas. Os Yadavas dominantes em Dwaraka também eram conhecidos como Dasarhas e Madhus .

Proeminentes chefes do clã dos Yadavas residentes em Dwaraka incluíam os heróis Krishna, Balarama, Satyaki, Kritavarma, Uddhava, Akrura e Ugrasena.


Krishna e sua consorte Radharani

A antiga cidade de Dwaraka

A antiga cidade de Dwaraka, situada na costa do extremo oeste do território indiano, ocupa um lugar importante na história cultural e religiosa da Índia. O planejamento arquitetônico fabuloso do templo Dwarka tem atraído turistas de todo o mundo. A cidade tem associação com o Senhor Krishna, que se acredita te-la fundado com a recuperação de 12 terras yojana do mar. Durante seu passado glorioso, Dwarka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, toda murada com várias portas de acesso, várias lagoas e palácios, mas acredita-se que tenha sido submersa logo após o desaparecimento de Lord Krishna da face da Terra.

Historicidade de Dwarka

Devido à sua importância histórica e associação com o grande épico indiano Mahabharata, a região de Dwarka continua a atrair arqueólogos e historiadores, além de cientistas. Antigas palavras em sânscrito como Pattana e Dronimukha têm sido geralmente utilizadas para descrever cidades portuárias costeiras onde os navios e barcos nacionais e internacionais aportavam em busca de cargas e abrigo. A referência mais antiga ao porto Agade vem do texto mesopotâmico que menciona que os barcos de Meluhha costumavam ser ancorados no porto de Agade, em citação datável de meados do terceiro milênio a.C.

Escavações arqueológicas trouxeram à luz um pontão em Kuntasi em Gujarat que remonta ao período histórico de Harappa(*). Da mesma forma, as escavações revelaram um estaleiro e algumas âncoras de pedra em Lothal, outro site do tempo e época da civilização de Harappa. Há várias referências literárias que citam portos em muitas zonas costeiras durante o período histórico mais cedo (2500-1500 anos a.C.), mas vestígios arqueológicos desses antigos portos são escassos. A maioria dos assentamentos estão situadas, quer nas margens dos rios ou nas margens de lagoas, que teriam servido como um excelente porto natural.

(*) n.t. Harappa ou Harappá era uma das cidades – e é um dos sítios arqueológicos – da antiga civilização harappeana, também chamada de ‘civilização do Vale do rio Indus‘ - hoje situada no Paquistão. Esta civilização floresceu quando o equinócio vernal do hemisfério norte ocorria na constelação do Touro – em torno de 4.000 a.C. – Foi esquecida por milênios, e sua existência veio à luz com escavações feitas em 1920.

Esses portos se situavam em locais altamente vulneráveis a inundações e outros desastres naturais, e portanto, não é de se estranhar que apenas escassas evidencias de sua existência foram descobertas. Escavações em Poompuhar trouxeram à luz um cais situado na margem do antigo curso do rio Kaveri.

Da mesma forma, escavações onshore na ilha Elefanta rendeu a descoberta de ruínas de um cais antigo que remonta aos séculos iniciais da Era Cristã. Há evidências que sugerem que o atual quebra mar (molhes), o antigo cais da hoje Dwarka tem sido utilizado como um porto desde o período histórico inicial, há cerca de 6 mil atrás.


Representação de como seria uma das portas de acesso à cidade de Harappa, no Vale do rio Indus, hoje no Paquistão.

No início dos anos oitenta do século passado, um importante sítio arqueológico foi localizado e desenterrado em Dwaraka, o site da lendária cidade de Krishna, descrita nos versos do épico Mahabharata. A antiga cidade de Dwaraka foi submersa pelo mar logo após o desaparecimento de Shri Krishna. Esta inscrição refere-se a Dwaraka como a capital da costa ocidental da Saurashtra e ainda mais importante, afirma que Krishna viveu ali.

A descoberta da lendária cidade de Dwaraka, é um marco importante na história da Índia. Esse fato estabelecido serve para eliminar as dúvidas expressas por historiadores sobre a historicidade do Mahabharata e a própria existência da cidade de Dwaraka. Também reduziu muito a diferença na história da Índia, estabelecendo a continuidade da civilização indiana da antiguíssima Idade Védica até os dias atuais.

Agora recentes evidências arqueológicas vieram à tona para provar além de qualquer dúvida razoável a existência da cidade histórica de Krishna, Dwaraka, e lançar luz sobre a vida das pessoas que habitavam a “Cidade de Ouro”. Esta é a terra sagrada, a cidade sobre a qual o Senhor Krishna governou. Gujarat remonta aos tempos pré-históricos, aqui existe um dos três maiores sitios arqueológicos de dinossauros do mundo, que incluem ovos petrificados que datam de 65 milhões anos. Mas além do interesse nesse Jurassic Park, não obstante, para os hindus devotos, Gujarat está intimamente ligado com uma das histórias mais duradouras da Índia, a encarnação do avatar – Senhor Krishna.

Escavações em Dwaraka, que começaram em 1981, ajudaram a adicionar credibilidade à história de Krishna e da guerra de Kurukshetra narrada no Mahabharata (Baghavad Gita), bem como fornecer ampla evidência das sociedades avançadas que viviam nessas áreas dos assentamentos harappeanos que representam algumas das maiores cidades da maior civilização do mundo antigo.

Um dos primeiros postos arqueológicos a ser escavado, logo após a independência foi no distrito de Ahmedabad. As evidências sugerem que esses colonos trouxeram com eles uma cultura altamente desenvolvida, que era rica e não apenas nas artes, mas nas ciências também. A ênfase estava em uma sociedade bem organizada com base no comércio que era realizado através de seus portos.


Escavações recentes das ruínas submersas de Dwaraka

Dwaraka, por exemplo era uma cidade bem planejada, o seu porto consistia em um cume rochoso modificado em um ancoradouro para atracação de embarcações, uma característica única em tecnologia portuária que estava em uso antes mesmo de os fenícios tentarem fazer o mesmo no mar Mediterrâneo, só que muito mais tarde.

Os buracos feitos pelo homem no cume e as grandes âncoras de pedra lá existentes sugerem que grandes navios costumavam ancorar no porto, enquanto barcos menores realizavam o transporte de homens e de cargas até o rio.

A fundação de pedras em que as muralhas da cidade foram erguidas prova que o terreno foi recuperado do mar há cerca de 3.600 anos atrás. O Mahabharata tem referências a essa atividade de recuperação de terras do mar em Dwaraka. As Sete ilhas mencionadas na obra foram também descobertas submersas no Mar da Arábia. Peças de cerâmica, cuja datação foi confirmada por testes de termoluminescência indicam 3.528 anos de idade e contem inscrições do final do período da civilização do Vale do rio Indus (Harappa); estacas de ferro e três âncoras triangulares furadas descobertas no local são também artefatos mencionados no Mahabharata.

Entre os muitos objetos descobertos que demonstram e comprovam ainda mais a conexão de Dwaraka com o épico do Mahabharata é um selo gravado com a imagem de um animal de três cabeças. O épico menciona que tal selo foi dado aos cidadãos de Dwaraka como prova de identidade, quando a cidade foi ameaçada pelo rei Jarasandha do poderoso reino Magadh. O Dr Rao, do Instituto Nacional de Oceanografia da Índia, que foi fundamental para a realização de grande parte das escavações subaquáticas, diz:

“Os resultados das pesquisas em Dwaraka e as evidências arqueológicas encontradas são consideradas compatíveis com a tradição do Mahabharata e removem a persistente dúvida sobre a historicidade do Mahabharata, diríamos definitivamente que Krishna realmente existiu.“




Reprodução da costa de Dwaraka

Essas evidências provam além de qualquer dúvida que Kusasthali, um assentamento pré-Dwaraka existia (hoje uma ilha) em Bet Dwaraka. Os arqueólogos concluíram que esta primeira ocupação de Kusasthali foi fortificada e aconteceu durante o período histórico do Mahabharata e foi nomeado como Dwaraka.

Depois de perceber que os terraços eram estreitos, e não eram suficientes para o aumento da população, uma nova cidade foi construída alguns anos mais tarde, na foz do rio Gomati. Esta planejada cidade portuária também foi chamada como Dwaraka, acrescentando ainda mais credibilidade ao fato de que a história do Mahabharata não era um mito, mas uma fonte importante de fatos históricos da Índia.

A PERSONALIDADE DE SRI KRISHNA

Shri Krishna é mais conhecido na história cultural e religiosa da Índia como o Rei e Imperador de Dwaraka. De acordo com textos hindus antigos, a cidade era um novo reino fundado pelo clã de chefes Yadavas que fugiram do reino de Surasena devido ao medo do rei Jarasandha de Magadha.

Shri Krishna teria nascido à meia-noite de uma sexta-feira, do dia 27 de julho de 3.112 a.C., conforme a data e hora calculado por astrônomos na base das posições planetárias nesse dia registrados por Vyasa.

Shri Krishna – o protetor de Mathura, o senhor de Dwaraka e recitador do Bhagavad Gita no campo de batalha de Kurukshetra é uma das lendas mais duradouras de Bharata (como a Índia era conhecida nos tempos de Krishna). São entidades históricas reais Krishna e a cidade de Dwaraka? Para a maioria dos hindus, a resposta é um inequívoco sim. Alguns arqueólogos e historiadores também estão agora dispostos a aceitar que a fé do homem comum hindu tem uma base na mais completa realidade.


A localização da cidade de Dwaraka

Sri Krishna é uma personalidade imponente e é difícil separar o aspecto humano de sua vida a partir do divino no conceito sobre Krishna. Ele é um grande mistério e todo mundo já tentou entendê-lo à sua maneira, de acordo com a sua luz ou visão espiritual. Como um guerreiro ele não teve rival, como um estadista foi o mais astuto, como um pensador social foi muito liberal, como professor foi o mais eloquente, nunca falhando com um amigo e como um chefe de família foi o mais ideal.

A IMPORTÂNCIA DO PATRIMÔNIO

Dwaraka tem uma importância especial como um dos principais lugares de peregrinação da cultura hindu, conhecida como a capital do Reino de Sri Krishna. Também foi descrita como a terra do caçador Ekalavya. Dronacarya também tinha vivido aqui. Krishna decidiu construir uma nova cidade ali e colocou sua fundação num momento auspicioso. Ele nomeou a nova cidade como Dwaravati. Muito mais tarde o poeta Magha em sua obra Sisupalavadha Sarga, nos versos 31 em diante, descreve a cidade de Dwaraka, o Sloka 33 pode ser traduzido:

“O brilho amarelo do forte de ouro da cidade do mar jogando uma luz amarela por todo o espaço adjacente parecia como se as chamas da vadavagni saísse rasgando em pedaços ao mar.”

Antes da lendária cidade de Dwaraka ter sido descoberta alguns estudiosos (n.t. sempre os “eruditos”…) eram da opinião de que as histórias contadas no épico Mahabharata seriam apenas um mito, que seria inútil para procurar os restos de Dwaraka mesmo no mar. Outros sustentam que a batalha de Kurukshetra descrita no Mahabharata teria sido apenas uma briga de família exagerada em uma guerra.

Mas escavações feitas por Dr. S.R. Rao em Dwaraka provam que as descrições como encontradas nesses textos não devem ser descartadas apenas como mitos fantasiosos, mas devem ser tratados como fatos que aconteceram baseados em realidades históricas como pode ser visto pelos seus autores. A arquitetura da antiga cidade de Dwaraka, é majestosa e maravilhosa.




Dwaraka no continente, foi um dos portos mais movimentados do período histórico do Mahabharata e teve um fim repentino devido à fúria do mar. Após a guerra descrita no Mahabharata, Krishna viveu durante 36 anos em Dwaraka. No final desse período, os Vrishnis, Bhojas e Satvatas se destruíram em uma briga fratricida no Prabhasa mas Krishna não interferiu para salvá-los.

Os atos de destruição vistos por Sri Krishna, que aconselhou a evacuação imediata de Dwaraka esta indicado no Bhagavata Purana. A bela Dwaraka foi então abandonada por Hari (Krishna) para ser engolida pelo mar. A submersão teve lugar imediatamente após a partida de Sri Krishna do nosso mundo.

A CONSTRUÇÃO DE DWARAKA

Descrições interessantes sobre a sua construção são encontrados nos Puranas:

Temendo ataque de Jarasangh e Kaalayvan em Mathura, Sri Krishna e os Yadavas deixou Mathura e chegou à costa de Saurashtra. Eles decidiram construir sua nova capital na região costeira e invocar o Vishwakarma a divindade das construções. No entanto, Vishwakarma disse que a tarefa somente poderia ser concluída se Samudradeva, o Senhor do mar fornecesse alguma terra. Sri Krishna adorou a Samudradeva, que ficou satisfeito e deu-lhes novas terras emersas do fundo do oceano medindo 12 yojans para o Senhor Vishwakarma construir Dwaraka, uma “cidade dourada”.


Esta bela cidade também era conhecido como Dwaramati, Dwarawati e Kushsthali. Outra história diz que, no momento da morte de Sri Krishna, que foi atingido pela flecha de um caçador perto de Somnath em Bhalka Tirth, Dwaraka desapareceu afundando no mar.

A importância da descoberta de Dwaraka não reside apenas no fornecimento de evidências arqueológicas necessários para corroborar o relato tradicional da submersão da Dwaraka mas também indiretamente, que determina a data do épico do Mahabharata, que é um marco na história da Índia. Assim, os resultados provaram que a história do Mahabharata quanto à existência de uma linda cidade capital de Dwaraka de Sri Krishna não era um mero produto da imaginação, mas que de fato ela existiu. A Guerra descrita no Mahabharata ocorreu em 22 de novembro de 3.067 aC e o Bhagavad Gita foi compilado por volta de 500 a.C.

A SUBMERSÃO DE DWARAKA

Depois que Sri Krishna partiu da Terra de volta para a sua morada celestial, e os principais cabeças Yadavas foram mortos em lutas entre si; Arjuna foi para Dwaraka para buscar os netos de Krishna e as esposas Yadava e lavá-los para Hastinapur. Após Arjuna sair de Dwaraka, a cidade foi submersa no fundo do mar. Este é o relato de Arjuna, constante no Mahabharata:


“O mar, que sempre esteve batendo nas costas de Dwaraka, de repente quebrou o limite que lhe foi imposto pela natureza. Suas águas correram as ruas invadindo a cidade. Ele percorreu todas as ruas da bela cidade. O mar encobriu tudo na cidade. … Eu vi os belos edifícios ficando submersos um por um. Em questão de alguns momentos foi tudo soterrado pelo mar, que se tornou tão plácido como um lago. Não havia mais nenhum traço da cidade de Dwaraka, agora ela era apenas um nome; apenas uma lembrança”.



Templo na atual Dwarka

A cidade associada com Sri Krishna, que a teria fundado com a recuperação de 12 yojanas de terras ao mar. Durante seu passado glorioso, Dwaraka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, e várias lagoas e palácios (Vishnu Purana), mas acredita-se que tenha submersa logo após o desaparecimento de Sri Krishna.

Devido à sua importância histórica e associação com o Mahabharata, Dwaraka continua a atrair os arqueólogos e historiadores, além de cientistas.

“O néscio pode associar-se a um sábio toda a sua vida, mas percebe tão pouco da verdade como a colher do gosto da sopa. O homem inteligente pode associar-se a um sábio por um minuto, e perceber tanto da verdade quanto o paladar sabe do sabor da sopa”.   –  Textos Budistas

Mais informações em:
  1. http://thoth3126.com.br/o-ramayana-uma-epopeia-hindu/
  2. http://thoth3126.com.br/india-ja-teve-uma-civilizacao-superior-a-nossa/
  3. http://thoth3126.com.br/krishna/
  4. http://thoth3126.com.br/vimanas-ufos-visitavam-a-india-ha-milenios/
  5. http://thoth3126.com.br/espaconavesvimanas-da-antiga-india-baratha/
  6. http://thoth3126.com.br/india-maquinas-voadoras-descritas-em-antigos-textos/
  7. http://thoth3126.com.br/vimana-antigo-20-mil-anos-trem-de-pouso-descoberto/
  8. http://thoth3126.com.br/espaconavesvimanas-da-antiga-india-baratha/
  9. http://thoth3126.com.br/aksai-chin-base-secreta-de-ufos-na-fronteira-da-china-e-india/
  10. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-12a-tabuleta/
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.



Agosto 14, 2015

chamavioleta

Geólogos brasileiros encontram túnel escavado na Amazônia por “animal gigante” extinto



 


Uma equipe técnica da CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) coordenada pelo geólogo Amilcar Adamy descobriu na região de Ponta do Abunã a primeira paleotoca gigante (toca de animais extintos) de toda região de Rondônia e da Amazônia. A estrutura cavernosa chamou atenção pelo formato circular e semicircular de grandes dimensões, pelos numerosos túneis interligados e por conter uma extensão AINDA indefinida.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Amazônia: Túneis gigantes, paleotocas, escavadas por “animais extintos” dizem geólogos

Fontes: http://www.blog.gpme.org.br e http://br.sputniknews.com

A pesquisa a respeito da área na Amazônia começou durante a execução do Projeto Geodiversidade de Rondônia (GD-RO) que aconteceu em 2010 e visava identificar sítios geo turísticos que poderiam contribuir com o desenvolvimento econômico do estado ao favorecer o ecoturismo em bases sustentáveis. 



A localização de Ponta do Abunã

O geólogo Amilcar Adamy explica que a primeira visita aconteceu em 2010, despertando grande interesse dos pesquisadores. Junto com especialistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade Estadual Paulista, o Serviço Geológico do Brasil – CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) voltou a analisar em julho os túneis de grandes dimensões, em formato circular e semicircular, interligados e de extensão AINDA indefinida.!!

Especialistas do Serviço Geológico do Brasil anunciaram a descoberta da primeira toca de preguiças gigantes da região amazônica. A paleotoca, escavada por animais extintos, já era conhecida pelos moradores locais, mas somente agora recebeu esta classificação.

Bem conservada e sem grandes obstáculos à circulação de pessoas, a paleotoca possui marcas de garra que indicam que foi escavada por animais extintos de grande porte da megafauna pleistocênia sul-americana, possivelmente uma preguiça gigante, extinta há cerca de 10 mil anos.

O Serviço Geológico do Brasil fará estudos complementares para aprofundar o conhecimento sobre a peleotoca descoberta, assim como buscará novas tocas na região. A pesquisa integra o Projeto Geodiversidade de Rondônia que identifica geoturísticos no estado.


A gigantesca estrutura cavernosa chamou atenção pela forma circular e semicircular de grandes dimensões, pelos numerosos túneis interligados e por conter uma extensão ainda indefinida, ou seja, os geólogos ainda não encontraram o FIM do sistema… escavado por animais?!?!?!

A preguiça gigante surgiu na Patagônia e se desenvolveu na América do Sul. Viveram entre 2 milhões e 10 mil anos atrás. Chegaram a migrar para até o Canadá, existindo evidências de que teriam existido até 1.500 a. C. nas ilhas Hispaniola e Cuba. Este animal herbívoro de garras afiadas poderia pesar cinco toneladas e seis metros de altura.

Serão feitos estudos complementares na região para buscar novas tocas, além de detalhar a paleotoca descoberta e realizar escavações de pequeno porte na busca de evidencias fósseis (inexistentes até o momento) das preguiças gigantes e para a determinação da extensão total da caverna.

Saiba mais sobre os mistérios do Brasil em:
  1. http://thoth3126.com.br/brasil-monte-roraima-uma-escalada-ao-mundo-perdido/
  2. http://thoth3126.com.br/brasil-e-o-mapa-de-piri-reis/
  3. http://thoth3126.com.br/terra-de-ofir-o-rei-salomao-no-brasil/
  4. http://thoth3126.com.br/pedra-da-gavea-uma-esfinge-no-brasil/
  5. http://thoth3126.com.br/brasil-o-territorio-sagrado-para-a-deusa-e-seus-filhos/
  6. http://thoth3126.com.br/brasil-portugal-e-os-cavaleiros-templarios/
  7. http://thoth3126.com.br/brasil-512-anos-de-misterios/
  8. http://thoth3126.com.br/pedra-do-inga-evidencias-ufologicas-na-antiga-pre-historia-do-brasil/
  9. http://thoth3126.com.br/o-reino-de-ofir-eo-brasil/
  10. http://thoth3126.com.br/os-reinos-perdidos-z-sitchin/
  11. http://thoth3126.com.br/cavernas-espetaculares-na-amazonia/


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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Posted by Thoth3126 on 14/08/2015

Agradecimentos a http://wp.me/p2Fgqo-8YW



Por favor, respeitem todos os créditos

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Julho 05, 2015

chamavioleta

Rama e Sita desembarcam de seu “Vimana Pushpaka” representado em formato de um Cisne.  

Posted by Thoth3126 on 30/01/2015

vimana-Rama 




No antigo Mahabharata, há menção de armas de raios divinas e, mesmo algum tipo de arma hipnótica.

E também no Ramayana, há uma farta descrição de veículos aéreos chamados de Vimanas, que navegam em grandes altitudes com a ajuda de mercúrio e um grande “vento” propulsor.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

A ÍNDIA (Bharata-Arya Vata) antiga, antes mesmo do dilúvio – 10.986 a.C. – teve uma civilização com tecnologia superior à que temos hoje e provavelmente mantinha contato com extraterrestres …

http://www.bibliotecapleyades.net/ e http://www.atributetohinduism.com/


BANGALORE, 11 de outubro, 2008


A Índia pode ter tido uma civilização superior à nossa e com possíveis contatos com visitantes extraterrestres; os dispositivos de voo chamados de “Vimanas” descritos em vários antigos textos hindus podem sublinhar suas possíveis conexões com tecnologia aeroespacial que desenvolvemos hoje, um cientista italiano declarou à World Space Conference (Conferência Mundial do Espaço).





O Dr. Roberto Pinotti pediu aos delegados para examinarem em detalhe os textos hindus em vez de desconsiderarem todas as descrições e tradições sobre os Vimanas como um mero mito:


“A importância de tais estudos e investigações pode vir a ser chocante para o homem de hoje, pois a existência de aparelhos voadores além da mitologia só pode ser explicada com a existência de uma civilização superior há muito esquecida na Terra“, disse ele.


Lembrando que deuses e heróis hindus lutaram nos céus usando veículos (Vimanas de diferentes tipos e tamanhos) voadores equipados com armas terríveis. O cientista italiano, o Dr. Pinotti, disse que alguns eram semelhantes a nossas máquinas voadoras modernas de propulsão à jato.


Os 32 segredos


Ele disse que certas descrições dos Vimanas pareciam ‘muito detalhadas e de natureza técnica para serem rotuladas como um mito”. Ele citou a existência de vários textos antigos para mostrar que havia 32 segredos relativos à operação dos Vimanas, alguns dos quais poderiam ser comparadas ao uso moderno de radar, a energia solar e fotografia.





Citando o “Vymanika Shastra ‘ ele disse que os dispositivos de vôo antigos da Índia eram feitos a partir de ligas especiais de metal que absorviam calor chamados por “Somaka, e Mourthwika”.


Ele disse que o texto também discute os sete tipos de espelhos e lentes instaladas a bordo dos Vimanas para fins defensivos e ofensivos. O chamado ‘Pinjula Mirror’ oferecia uma espécie de “escudo visual” impedindo que os pilotos de serem cegados por “raios do mal” e a arma “Marika” que era usada para atingir aeronaves inimigas não parece muito diferente do que nós chamamos hoje tecnologia de raios laser”, disse ele.


De acordo com o especialista italiano, os «princípios contidos na página 1 relativos à propulsão, tanto quanto as descrições que são feitas, podem ser definidos como princípios elétricos e químicos, mas a energia solar também estava envolvida”.


Por exemplo, o ‘Tripura Vimana’ mencionado no ‘Vymanika Shastra’ era uma grande embarcação aérea operada pela “força motriz gerada pelos raios solares”, disse o Dr. Pinotti, adicionando que a ‘sua forma alongada era certamente muito mais próximo ao de um dirigível moderno’. (um Vimana no formato de um charuto?)


Design sofisticado


De acordo com Dr. Pinotti, o enorme ‘Shakuna Vimana’ descrito no texto “pode ??ser definido como um cruzamento entre um avião e um foguete de nossos tempos e seu design pode lembrar um ônibus espacial de hoje.” “Certamente, ele expressa o projeto aeronáutico mais complexo e sofisticado entre todas as outras descrições de Vimanas mencionados no “Vaimānika Shāstra“, disse ele.


Ele descreveu o autor do tratado “Vaimānika Śāstra” como um homem “tentando explicar uma tecnologia avançada”. O Dr. Pinotti, que fez um estudo exaustivo da antiga história da astronáutica hindu, disse que em um outro texto, o Samarangana Sutradhara tem 230 estrofes dedicados aos princípios da construção de Vimanas e seu uso na paz e na guerra.


Ele disse que os antigos arianos habitantes da Índia sabiam o uso do elemento “fogo”, como pode ser visto a partir de suas ‘armas Astra’ que incluíram a Soposamhara (míssil de fogo), Prasvapna (o que causa o sono) e quatro tipos de armas Agni Astras que viajavam em folhas de fogo e produziam um trovão.





Ele disse que o carro (Vimana) aéreo que deveria ir até Suryamandala (um sistema solar) e o Naksatramandala (sistema estelar) não pode ser descartado como um mito por causa da “natureza técnica” de sua descrição.


Dr. Pinotti disse que as representações de viagens espaciais, a destruição total produzida por armas incríveis e o fato de que os Vimanas se assemelhavam com os UFOs, os objetos voadores não identificados modernos gostaria de sugerir que a Índia teve uma “civilização muito superior tecnologicamente à nossa, mas que foi esquecida.


«À luz disto, nós consideramos que seria melhor examinar mais detalhadamente os textos hindus” e submeter os modelos descritivos de Vimanas a um escrutínio mais científico”, disse ele.


Jerry W. Decker, Ron Barker, Chuck Henderson – Ciências Vangard / KeelyNet





Um “VIMANA” moderno em foto feita em Cerro Gordo, Novo México, EUA, com reator de fusão (no centro) de mercúrio …


{n.T. Excerto do post Vimanas (UFOs) existiam na Índia há milênios:


“O escritor e estudioso erudito do sânscrito Subramanyam Iyer passou muitos anos de sua vida decifrando coleções antigas de folhas de palmeira encontradas nas aldeias de sua nativa Karnataka, no sul da Índia. Um dos manuscritos em folha de palmeira que ele pretendia decifrar é o Amsu Bodhini, que, de acordo com um texto anônimo de 1931, contém informações sobre os planetas, os diferentes tipos de luz, calor, cor e campos eletromagnéticos; os métodos utilizados para a construção de máquinas capazes de atrair os raios solares e, por sua vez, de analisar e separar os componentes de energia, a possibilidade de conversar com pessoas em lugares remotos e enviar mensagens através de um cabo, e na fabricação de máquinas para o transporte de pessoas para outros planetas!”

“Os fatos não deixam de existir porque são ignorados” – Aldous Huxley

Mais informação sobre VIMANAS:
http://thoth3126.com.br/india-maquinas-voadoras-descritas-em-antigos-textos/
http://thoth3126.com.br/antartica-estranhas-aberturas-e-base-nazista-neuschwabenland/
http://thoth3126.com.br/vimana-antigo-20-mil-anos-trem-de-pouso-descoberto/
http://thoth3126.com.br/vimanas-ufos-visitavam-a-india-ha-milenios/
http://thoth3126.com.br/espaconavesvimanas-da-antiga-india-baratha/
http://thoth3126.com.br/natal-jesus-cristosananda-a-sua-historia/
http://thoth3126.com.br/o-ramayana-uma-epopeia-hindu/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.





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