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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Agosto 29, 2019

chamavioleta



Benjamin Fulford.

Relatório completo.

2019/08/26

Tradução: Candido Pedro Jorge
 
 
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O complexo industrial militar dos EUA está fazendo sérios movimentos contra os Sionistas, preparando-se para expulsar muitos deles para uma zona autônoma judaica na Sibéria, dizem fontes do Pentágono, enquanto o Pentágono e seus aliados estão muito ansiosos para assumirem o controle Sionista. Até mesmo os, banqueiros centrais e líderes do G7 reunidos na semana passada em Jackson Hole, Wyoming e Biarritz, na França, admitem que é necessária uma mudança de paradigma econômico. Esses movimentos estão relacionados a uma Redefinição Monetária Global que acabaria com o controle Sionista de bancos centrais privados, dizem as fontes.
 
Agora, toda uma enorme quantidade de figurões do establishment está publicamente pedindo por uma reinicialização financeira. Entre eles estão a chefe do FMI, Christine Lagarde, o Presidente russo Vladimir Putin, o presidente chinês Xi Jinping, economistas alinhados aos Rothschild e outros. Todos eles pedindo a substituição do dólar por uma nova moeda internacional. Tal moeda, quase por definição, ficaria fora do controle sionista uma vez que os interesses da economia mundial e os do governo corporativo dos EUA, controlado pelos Sionistas, estão em conflito.
 
“A guerra comercial é uma frente para a redefinição global da moeda”, confirmam fontes do Pentágono. O Presidente dos EUA, Donald Trump, chamou os diretores executivos do JP Morgan Chase Bank, do Bank of America, do Citigroup e outros para obter apoio para sua posição sobre a guerra comercial, disseram as fontes. O cancelamento, por parte do JP Morgan Chase de todas as dívidas de cartão de crédito no Canadá, a implosão do Deutsche Bank, a exposição à fraude da General Electric, a desvalorização do iuane e um dólar lastreado em ouro fazem parte do comércio contínuo do novo sistema, dizem elas.
 
Por mais que Trump faça alardes e chamadas, os números deixam claro que o novo sistema enfraquecerá o poder dos Estados Unidos. Atualmente, os Estados Unidos respondem por apenas 10% do comércio mundial, no entanto, mais de 70% do PIB mundial usa o dólar dos EUA como moeda âncora, segundo o Banco da Inglaterra. Isso se torna óbvio que qualquer Redefinição Monetária Global  tiraria o enorme poder da corporação dos EUA.
 
Na semana passada, Trump admitiu que poderia “declarar uma emergência nacional” sobre a questão porque anualmente “perdemos quase um trilhão de dólares por muitos anos”.
 
Isto é o mais próximo que um presidente americano em exercício chegou ao ponto de, publicamente, declarar falência. Outras declarações e ações de Trump apontam para alguma crise existencial. Ele tentou assumir a Groenlândia e seus recursos, cobrar dos aliados custos totais das bases militares dos EUA “mais 50%” e colocar tarifas sobre tudo o que é chinês, tudo por causa dessa iminente inadimplência, concordam várias fontes.
 
Militares dos EUA estão se preparando para  grandes mudanças, colocando o Exército sob comando dos militares enquanto a Marinha assume o controle das várias agências de inteligência, disseram as fontes do Pentágono. Isso significa que o novo chefe de todas as agências de inteligência dos EUA fontes do Pentágono. Isso significa que o novo chefe de todas as agências de inteligência dos EUA é o ex-vice-almirante da Marinha, Joe Maguire, o novo Diretor da Inteligência Nacional, de acordo com fontes do Pentágono. Maguire assume o comando, após a demissão de “não apenas do ex-Senador Dan Coats, mas também do seu adjunto e [ex-Diretor da CIA John] Brennan e Sue Gordon, lacaio da CIA”, dizem. 
 
O governo militar, de fato, dos EUA “declarou guerra à máfia judaica no seu dia mais triste, o Tisha B’av”, dizem as fontes.
 
Documentos relacionados ao chantagista pedófilo Jeffrey Epstein foram abertos no dia 9 e “ele foi ‘suicidado’ em 10 de Agosto para acelerar a acusação de outros, já que todas as evidências, agora, são admissíveis sem nenhum contratempo judicial”, dizem as fontes do Pentágono.
 
“O primeiro templo, destruído em 586 AC, o segundo templo em 70 DC, a expulsão da Inglaterra em 1290, a expulsão da Espanha em 1492 e, agora, a máfia Sionista no Tisha B’av pode levar a transferências forçadas para a zona autônoma judaica no Extremo Oriente russo, na medida em que os judeus recebem justiça cármica por seus séculos de perfídia anti-goy”, declaram  fontes do Pentágono.
 
Tais fontes acrescentam que “Epstein,  aparentemente, seria um operacional militar que pode ter sido exilado para erradicar as operações de chantagem do Mossad no Ocidente, os parasitas Sionistas, o megagrupo AIPAC e toda a quinta coluna israelense”.
 
 
“Numa volta da vitória sobre satanistas e Sionistas, Epstein ‘morreu’ aos 66 anos, 6 meses, 22 dias = 66,6 anos às 6 da manhã do dia de luto judeu”, continuam as fontes.
 
“O dia 10 de Agosto é também o 70º aniversário do Departamento de Defesa, que varreu a Ilha Epstein com satélites multiespectrais, na investigação de pedofilia homicida e outros crimes hediondos”, dizem.
 
As fontes também dizem que, “Trump habilmente expôs Bibi (Primeiro-Ministro israelense, Benjamin Netanyahu) aos congressistas de bandeira Muçulmana, Ilhan Omar e Rashida Tlaib, expondo Israel como um estado opressivo, fraturando o apoio bipartidário, enquanto impulsiona o BDS [o movimento Boicote, Desinvestimento, Sanções]. Bibi, o criminoso de guerra do 11 de Setembro e 11 de Março, parece agora um lacaio de Trump que pode não ganhar a reeleição.
 
O fato de Trump ter declarado “inimigos” o presidente chinês Xi Jinping e o presidente do Fed, Jerome Powell, deixa bem claro que a falência dos EUA está conduzindo à reações antissionistas e anti-China. No entanto, o problema real não é tão simples.
 
O governador do Banco da Inglaterra, Mark Carney, deixou isso claro num discurso muito interessante, para seus colegas banqueiros centrais, na semana passada. De acordo com Carney, existem falhas profundas no Sistema Monetário e Financeiro Internacional (IMFS) causadas em grande parte por “uma assimetria desestabilizadora no coração do IMFS” – o dólar americano. Os Estados Unidos representam agora 10% do comércio mundial e 15% do PIB mundial, mas “o dólar serve como âncora monetária nesses países, representando mais de dois terços ou mais de 70% do PIB mundial”.
 
As economias de mercado emergentes (EMEs) que, em grande parte, estão excluídas da gestão do FMIS agora, representam 60% do PIB global e serão responsáveis por 75% até 2030, diz ele.
 
Sua exclusão do controle do sistema financeiro desacelera o crescimento econômico para “cinco sextos da economia mundial”.
 
Carney, também, tem como objetivo o atual regime de taxas de juros ultrabaixas, observando que “Os exemplos passados de taxas muito baixas tenderam a coincidir com eventos de alto risco, como guerras, crises financeiras e rupturas no regime monetário”. Carney conclui dizendo: “Vamos acabar com a negligência maligna do FMIS e construir um sistema digno da economia global diversicada e multipolar que está emergindo”.
 
 
Curiosamente, a análise de Carney veio quando o Departamento do Tesouro dos EUA emitiu a seguinte declaração:
 
“O Secretário do Tesouro… deve considerar se os países manipulam a taxa de câmbio entre sua moeda e o dólar dos Estados Unidos com a finalidade de evitar ajustes efetivos na balança de pagamentos ou ganhar vantagem competitiva injusta no comércio internacional. O Secretário Mnuchin, sob os auspícios do Presidente Trump, hoje designou a China um manipulador de moedas.
 
 
O Presidente Trump tuitou, “ao longo de muitos anos, estupidamente, nosso país perdeu trilhões de dólares com a China. Não precisamos da China e, francamente, estaríamos muito melhor sem ela”. Ele, também, tuitou, “A pergunta que está sendo feita é: Por que estamos pagando muito mais em juros do que a Alemanha e alguns outros países? A resposta, é claro, é que o dólar americano tal como existe atualmente não é bom para a economia dos EUA.
 
A solução proposta por Carney é substituir o dólar pela “libra”, uma moeda criptográfica, controlada por seus antigos chefes da cabala. No entanto, a solução real, é claro, é algo que seu correspondente vem dizendo há anos: Os EUA precisam emitir uma nova moeda separada do não mais dólar americano da ONU.
 
Uma fonte do comitê dirigente das 13 linhagens de sangue que controlam o velho sistema diz: “No grande esquema das coisas, estamos indo muito rápido; no banco de investimento chama-se aceleração”. A fonte, um membro da realeza real europeia, diz que uma futura agência de planejamento está sendo ativamente considerada. Teria uma estrutura de votação baseada na atual realidade mundial e não no mundo existente, após a Segunda Guerra Mundial, quando o sistema que agora utilizamos foi criado, diz ela.
 
O mundo é como um superpetroleiro gigante com tanto ímpeto que a sua recuperação demora muito tempo, mesmo que haja um novo capitão que queira mudar de rumo. É por isso que, embora a mudança esteja ocorrendo muito rapidamente, através, de medidas tradicionais, o progresso parece muito lento. No entanto, será interessante ver o que acontecerá por volta da data de 30 de Setembro, em que a corporação dos EUA terá que fazer pagamentos a credores internacionais. Este escritor não é um investidor de fundos de cobertura, mas se fosse, apostaria na volatilidade deste Outono.
 
Se o Ocidente não fizer nada de decisivo até lá, é uma boa aposta que os asiáticos se movimentem após o Ano Novo Chinês de 2020. Se o fizerem, lembrem-se que os chineses são muito cautelosos, mas quando se movimentam, vão com tudo.

 

Benjamin Fulford

 


 




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Com discernimento é possível alcansar o espírito da letra de qualquer escritura e é também bem mais fácil escutar a voz da alma que vem do coração.
 

 
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Julho 14, 2019

chamavioleta



O mundo compra mais ouro enquanto China está se desfazendo de títulos do Tesouro dos EUA.

Fonte: https://thedailycoin.org/.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 
 
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Somos informados diariamente pelos veículos da mídia mainstream de que a economia chinesa está sofrendo, as “guerras comerciais” estão funcionando e colocando a China de joelhos. De onde observo, nada poderia estar mais longe da verdade. Por outro lado lemos que a participação do dólar nas reservas internacionais globais atingiu seu mínimo em 20 anos, informa o último relatório do Banco Central Europeu (BCE). A Sputnik explica o que significa essa tendência e por que cada vez mais bancos centrais de vários países decidiram reduzir seus investimentos em títulos americanos e estão comprando ouro.
 
 
Atualmente, a China mantém bem guardado em seus cofres o valor de US$ 1 TRILHÃO em títulos do Tesouro dos EUA – da dívida pública norte americana – que você e eu, os contribuintes deste país, enviamos pagamentos de juros mês após mês à China para que eles continuem com papéis de nossa dívida em estoque. É como a hipoteca da sua casa, empréstimo estudantil ou financiamento do carro que você tem, mas em vez de obter qualquer coisa em retorno pelo pagamento da dívida, você fica sabendo que os belicistas warmongers de Washington DC vão comprar mais bombas, mais armas de todos os tipos e criar mais destruição e morte. 
A China, por outro lado, aceita o pagamento dos juros e está construindo a BRI-Belt and Road Iniciative (Nova Rota da Seda) ao redor do mundo. Então, enquanto estamos trabalhando como escravos para pagar nossos impostos, que serão usados para gerar mais caos, a China está usando o fruto do nosso trabalho (impostos que pagamos) pagos a eles para construir um sistema econômico e financeiro global melhor que não inclui você e eu. Muito legal, sim?

Enquanto isso está acontecendo em um lado no registro da contabilidade nacional da China, do outro lado algo completamente diferente está acontecendo. A China entrou novamente no mercado de ouro há sete meses, em dezembro de 2018, e adicionou a compra de pouco menos de 74 toneladas às suas participações oficiais em ouro de aproximadamente 1.935+ toneladas de ouro. 
Por favor, tenha em mente que isto não conta as 80-100 toneladas conhecidas por ano que a Rússia também compra. Enquanto isso não é um grande volume de ouro no grande esquema, isso vem acontecendo desde 2016, então estamos falando de mais de 240 – 300 toneladas adicionais. Isso muda sua participação “oficial” de ouro de aproximadamente 1.935 toneladas para algum lugar ao norte de 2.175+ toneladas. Poderia ser tão alto quanto 2,235 ou mais toneladas de ouro.
Com mais e mais bancos centrais dos principais países continuando a aumentar seus estoques de ouro, a China viu o aperto do gasoduto? A China fez a sua saída do mercado em outubro de 2016, o mesmo mês em que o yuan / renminbi foi adicionado à cesta de moedas do FMI responsável pela nota de comércio global SDR. Então, quatorze meses depois, decidiram saltar de volta e foram adicionando mais ouro em seus cofres desde então.
“No ano passado, os bancos centrais compraram 651,5 toneladas, 74% acima do ano anterior, disse o Conselho Mundial do Ouro em janeiro. As compras oficiais do setor podem chegar a 700 toneladas neste ano, supondo que a tendência da China continue e que a Rússia corresponda a pelo menos os volumes de compra de 2018 que foi de cerca de 275 toneladas, disse o Citigroup em abril. A compra de bancos centrais nos primeiros cinco meses deste ano é 73% maior do que um ano antes, com a Turquia e o Cazaquistão também se unindo a China e a Rússia como os quatro maiores compradores, de acordo com dados divulgados na segunda-feira pelo WGC”. Fonte

Na mesma medida em que caiu os investimentos em papeis da “dívida” do Tesouro dos EUA, aumentou a compra de ouro no mercado internacional.
Se 2018 viu os bancos nacionais / centrais adquirirem mais ouro desde 1968 e estes volumes estão ultrapassando o volume do ano passado em 73%, será este o maior ano para aquisições de ouro em bancos centrais / nacionais na história? Se não for da história, teria que ser muito anterior a 1968, já que esse registro já foi ultrapassado.
Com as mudanças econômicas globais que estão ocorrendo, temos chamado por algum tipo de acordo de comércio de ouro por vários anos. Acreditamos que a Rússia e a China estão à beira de fazer essa mudança. Não temos provas de que isso aconteça neste ano ou no próximo, mas todos os sinais estão apontando nessa direção. Acreditamos, especialmente se a China continuar adquirindo mais ouro “oficial” no mercado aberto, haverá uma declaração de acordo de comércio de ouro anunciada antes de 2025.
Possivelmente muito mais cedo se os belicistas warmongers (mercadores da morte) em Washington DC continuarem com os tambores de guerra contra o Irã (para atender os interesses de Israel). Se o presidente Trump ouve os porcos da guerra no Pentágono, isso não será uma boa opção para a economia dos EUA, e o ouro será muito mais procurado em todos os níveis – do varejo aos governos e tudo o mais. Oramos para que isso não aconteça, caso contrário a economia dos EUA vai quebrar.

A cota-parte do dólar nas reservas internacionais globais atingiu seu mínimo em 20 anos, informa o último relatório do Banco Central Europeu (BCE). A Sputnik explica o que significa essa tendência e por que cada vez mais bancos centrais de vários países decidiram reduzir seus investimentos em títulos americanos.
Segundo o último relatório do BCE dedicado ao papel do euro nas transações internacionais, em 2018 a cota-parte (participação) do dólar nas reservas dos bancos centrais em todo o mundo foi de apenas 61,7% – um mínimo histórico desde a criação União Econômica e Monetária da UE em 1999, enquanto a cota-parte das outras moedas está crescendo gradualmente.
O BCE enumera três razões para a queda do interesse pelos ativos denominados em dólares.
Volatilidade e reversão de fluxos de capitais
A primeira é a volatilidade nos mercados financeiros e a reversão de fluxos de capitais transfronteiriços, que fez com que os países emergentes com grandes reservas internacionais (incluindo Argentina, Índia e Turquia) realizassem intervenções no mercado cambial para estabilizar suas divisas nacionais.
Vendendo dólares, os bancos centrais reduzem a cotação do dólar frente a suas moedas nacionais, seguindo o princípio da oferta e da demanda: quanto mais dólares há à disposição, mais baratos eles ficam.
Entre março e setembro de 2018 eles venderam reservas no valor de cerca de $ 200 bilhões de dólares (cerca de R$ 770 bilhões), denominadas principalmente em dólares, reduzindo assim a cota-parte da moeda estadunidense nas suas reservas.
Diversificação para reduzir riscos
A diversificação é o princípio fundamental da teoria moderna do portfólio. Não é de surpreender que os bancos centrais por todo o mundo também queiram diversificar suas reservas para se protegerem dos fatores negativos. Nos últimos tempos, o problema que mais preocupa alguns grandes países é a introdução de sanções unilaterais por parte de Washington.

Poder de compra do dólar dos EUA evaporou nos últimos cem anos.
Por exemplo, após a introdução de vários pacotes de sanções, contra vários países, a Rússia, que já no início do ano passado foi um dos maiores detentores de títulos do Tesouro dos EUA, decidiu se livrar da maioria dos seus ativos em dólares, apostando em euros e yuans, mas especialmente em OURO.

– Circo de Marionetes reunido em Osaka: Reunião dos países do G-20 no Japão

Apenas em um ano (de abril de 2018 a abril de 2019), Moscou vendeu cerca de 87% dos seus títulos do Tesouro dos EUA e ficou fora da lista dos 30 maiores detentores de dívida pública estadunidense publicada pelo Departamento do Tesouro dos EUA.
As Tensões com a China em meio à guerra comercial
A China, o maior detentor estrangeiro de títulos do Tesouro dos EUA, também reduziu seus investimentos nesse ativo em meio à escalada da disputa comercial com Washington.
Vale ressaltar que em abril de 2019 o volume dos títulos da dívida pública estadunidense nas reservas internacionais chinesas atingiu seu mínimo, desde maio de 2017, de $ 1,11 trilhão de dólares (cerca de R$ 4,26 trilhões) em comparação com $ 1,12 trilhão de dólares (R$ 4,3 trilhões) no mês anterior.
Até os países ‘aliados’ dos EUA apostam na desdolarização de suas reservas
Os últimos dados do Departamento do Tesouro dos EUA revelaram uma tendência absolutamente nova e preocupante para os EUA: mesmo os aliados mais próximos de Washington estão se livrando dos títulos da dívida pública dos EUA. Por exemplo, em abril de 2019, o Reino Unido encabeçou a lista de maiores vendedores dos títulos estadunidenses, se livrando de títulos no valor de $ 16,3 bilhões de dólares (R$ 62,6 bilhões).
Além disso, o Japão, o segundo maior credor dos EUA, também vendeu títulos no valor de $ 11,07 bilhões de dólares (R$ 42,5 bilhões). Em geral, os investidores estrangeiros estão vendendo seus títulos da dívida pública dos EUA por 12 meses consecutivos – um prazo recorde nos tempos modernos.
Alternativas à ordem financeira existente
De acordo com o BCE, ao se livrarem do dólar os bancos centrais e fundos soberanos de vários países estão aumentando o volume dos ativos denominados em outras moedas de reservas tradicionais: euro, iene japonês e libra esterlina. Mais uma tendência importante é o interesse crescente nos investimentos em moedas não tradicionais: o dólar australiano, o dólar canadense e, principalmente, o yuan chinês.

– Os 85 mais ricos tem mais do que 50% da população mundial

Outra tendência é a compra massiva de ouro pelos bancos centrais por todo o mundo: em 2018 eles compraram 74% mais ouro que em 2017 (as compras somaram 651,5 toneladas), enquanto no primeiro trimestre de 2019 os bancos centrais já compraram mais 145,5 toneladas de ouro, ou seja, 68% a mais do que no mesmo período de 2018.
Tudo isso significa que o nosso mundo está se tornando cada vez mais multipolar: se há 10 anos o dólar dominava incontestavelmente o sistema financeiro global, hoje em dia a situação está mudando, e rápido: a divisa estadunidense enfrenta concorrência por parte dos novos adversários e em breve, possivelmente, iremos testemunhar o aparecimento de uma nova ordem econômica global.





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Fevereiro 10, 2016

chamavioleta

 


Irã ‘joga xadrez’ com EUA, abandonando o dólar. 

Edição e imagens: 

Thoth3126@protonmail.ch

 
NR: O Irã já abandonou o dolar à muito, a verdadeira razão dos boicotes foi essa e armamento nuclear foi uma desculpa, se o Irã quizesse já teria a bomba N, ainda antes do Paquistão. 

 
 
Irã ‘joga xadrez’ com EUA, abandonando o dólar

O Irã decidiu realizar o seu comércio de petróleo em euros, ao invés de aceitar pagamentos em dólares norte-americanos, de acordo com a informação não confirmada. O analista econômico Shabbir Razvi disse à Sputnik que Teerã está aparentemente jogando um jogo “delicado” de xadrez com Washington.


Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Irã ‘joga xadrez’ com EUA, abandonando o dólar. Pentágono continua retórica contra a Rússia, China e Irã


Fontes: http://br.sputniknews.com e http://br.sputniknews.com/

“O Irã está tentando fazer com que as suas relações com os EUA e o mundo sejam melhores do que eram no passado recente. No entanto, ao mesmo tempo, o Irã não quer que os EUA se tornem mais fortes. Isto é realmente um jogo de xadrez que os iranianos estão jogando com os EUA”, observou o diretor da Fundação Internacional de Diálogo, sediada em Londres.



Os acordos de petróleo do Irã em euros já foram concluídos com a Total francesa, a Lukoil da Rússia e a Cepsa espanhola, disse à Reuters uma fonte não identificada na Companhia Nacional de Petróleo iraniana na sexta-feira (5).

A lógica por trás da decisão do Irã é simples: se Teerã se afastar do petrodólar, os EUA terão menos controle do mercado do petróleo. No momento, o dólar é a moeda de todas as operações de commodities a nível mundial, especialmente no comércio de petróleo.

“Esta é literalmente a única razão de o dólar e a economia dos EUA estarem estáveis”, destaca o analista.

Razvi também apontou que as elites financeiras ocidentais “necessitam do sistema do petrodólar” e que elas estão dispostas a utilizar quaisquer medidas, até campanhas militares, para proteger o status quo. Teerã está bem consciente das implicações da sua decisão, por isso realiza um ” delicado jogo de xadrez ” com os EUA.



“Saddam Hussein começou a vender petróleo em euros e nós sabemos o que aconteceu com o Iraque depois de 2001”, frisou o analista.

Um destino semelhante aguardou a Líbia, cujo líder, Muammar Kadhafi, foi morto depois de uma intervenção liderada pela OTAN. Kadhafi era um firme defensor da introdução de uma nova moeda, o dinar de ouro, para rivalizar com o dólar e o euro.

No entanto, Razvi enfatizou que as chances de os EUA lançarem um ataque contra o Irã são escassas. Segundo as previsões, a implementação do acordo iraniano, firmado em 14 de julho de 2015, virá adicionar pelo menos 500 mil barris por dia ao mercado de petróleo.



Para Teerã, aumentar a produção deste combustível é uma forma de compensar as perdas financeiras que o país sofreu quando estava sob as sanções, levantadas em 16 de Janeiro passado por parte tanto dos EUA como da União Europeia.

O Pentágono continua retórica contra a Rússia, China e o IRÃ

Até mesmo os altos responsáveis colocam no mesmo nível o combate contra o terrorismo no Oriente Médio e a rivalidade política. Ashton Carter declarou que o Irã, Rússia, China e o grupo terrorista Daesh são os principais adversários dos EUA.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, antes de fazer a respectiva declaração, em Washington sublinhou que os EUA não querem conflitos com nenhum destes países. “A China e a Rússia são os nossos principais adversários na indústria militar”, disse.


O Pentágono é a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

O alto responsável norte-americano parece ainda não se ter decidido em relação a esta retórica, pois logo após sublinhar o seu desejo de não entrar em conflitos, admitiu:

“Nós não podemos fechar os olhos para os desafios que elas [a China e a Rússia] representam.” Falando de outros desafios para Washington, Carter mencionou o Irã e o grupo terrorista Daesh.

A postura a respeito do país árabe parece ser o principal problema, já que recentemente as negociações sobre o programa nuclear iraniano acabaram e o Irã provou o caráter pacífico deste programa, tendo implementado completamente o acordo atingido.


Permitida a reprodução desde que respeite a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br
  


 
Agradecimentos a URL: http://wp.me/p2Fgqo-aaN 
 
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Novembro 08, 2014

chamavioleta

Rússia e China abalam o dólar americano

Posted by Thoth3126 on 08/11/2014

 




dolar=papelhigiênico A aproximação e o estreitamento das relações comerciais da Rússia e da China ameaça a continuação da prosperidade do dólar americano, consideram os peritos em comércio internacional.

Durante a recente visita a Moscou do dirigente chinês Li Keqiang, chefe do Conselho de Estado da China, as partes confirmaram o desejo mútuo de aumentar ao máximo o pagamentos de suas contas em rublos e yuans, referente as trocas comerciais entre os dois países. Os peritos sublinham que semelhante tendência pode acabar por derrubar o domínio econômico dos EUA e do dólar como moeda de reserva internacional.


Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

A aproximação e o estreitamento das relações comerciais da RÚSSIA e da CHINA (os dois países líderes do bloco dos BRICS) ameaça a continuação da prosperidade do dólar americano.

Por Leonid Kovachich – Voz da Rússia, 05 de novembro de 2014

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/

Em maio deste ano, a gigante Gazprom (Rússia) e a CNPC (China) assinaram um contrato, válido por 30 anos, de fornecimento de gás russo à China no valor total de US$ 400 bilhões de dólares. Os primeiros pagamentos segundo este contrato serão realizados em yuans.

Por isso, o Banco Central da Rússia abriu uma linha de troca de moedas com o Banco Popular da China-BPC no valor de 150 bilhões de yuans (US$ 24,5 bilhões de dólares) em três anos. Deste modo, pela primeira vez na história, um negócio internacional no campo da energia foi realizado sem a participação do dólar, mas em yuans.



Claro que apenas um contrato de gás russo-chinês não influirá de forma alguma no destino do dólar. Porém, há razões para esperar que outros contratos comerciais no mundo também sejam efetuados e resolvidos sem o uso da moeda norte americana, assinala Andrei Vinogradov, dirigente do Centro de Prognósticos e Estudos Políticos:

“O volume do comércio entre a China e a Rússia é bastante grande. E precisamos de estabilidade. A volatilidade do câmbio do rublo em relação ao dólar influi negativamente nas relações comerciais e econômicas bilaterais entre a Rússia e a China. Por isso, ambos os países estão interessados em evitar riscos cambiais. Uma das formas de estabilização pode ser precisamente a passagem para as contas em moedas nacionais”.

A abertura pelo BC da Rússia de uma linha de troca com o BPC é o primeiro passo para a estabilização, assinala Andrei Vinogradov. Devido às sanções ocidentais, as empresas russas sentem falta de créditos baratos. Num momento em que estão fechados os habituais mercados ocidentais de capital, a linha chinesa em yuans é uma saída completamente justificada da situação, porque o BC da Rússia não terá de adquirir dólares americanos no mercado.



Porém, é curioso que também outros países não afetados pelas sanções financeiras da parte do Ocidente tentam reduzir a dependência dos EUA e do dólar. No verão passado (n.t. junho/setembro no hemisfério norte), os chefes de Estado dos países membros do bloco chamado pelo acrônimo de BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) assinaram um pré-acordo sobre a criação de um conjunto de moedas de reserva e de um Novo Banco de Desenvolvimento. No fundo, trata-se de mini-análogos regionais do FMI e do Banco Mundial, organizações que, durante os muitos anos da sua existência, se transformaram em instrumentos políticos de pressão dos interesses (nem sempre justos) dos EUA.

Mais, até empresas dos EUA passaram a efetuar pagamentos em yuans. Segundo dados da SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication), no ano passado, o volume de negócios em moeda chinesa triplicou. É vantajoso para as empresas americanas recusarem o uso do dólar nas transações com os seus parceiros chineses, porque, nos negócios em dólares, aumentam as despesas em comissões.

Parece que Pequim pensa seriamente em criar um novo concorrente de moeda de reserva mundial para o dólar. Hoje, o governo chinês realiza a política de liberalização gradual da sua política monetária. Aumentou até 2% a margem comercial em que se pode alterar o câmbio do yuan. Foram levantadas algumas limitações à movimentação de capital, considera o economista Serguei Lukonin, do Centro de Estudos da Ásia e do Pacífico:

“As autoridades chinesas querem gradualmente fazer do yuan uma moeda de reserva mundial. Para isso é aumentada a fatia do yuan nas contas internacionais. Depois, a China retirará vantagens financeiras disso. Porque o yuan será mais estável. Os exportadores poderão receber maiores lucros. E o principal é que, se o yuan se tornar uma moeda de reserva mundial, embora esse seja um longo processo, a China poderá de certa forma influir em todo o sistema financeiro mundial”.


Em maio deste ano, a gigante Gazprom (Rússia) e a CNPC (China) assinaram um contrato, válido por 30 anos, de fornecimento de gás russo à China no valor total de US$ 400 bilhões de dólares. Os primeiros pagamentos segundo este contrato serão realizados em yuans

Todavia, como assinala o perito russo, por enquanto, a parte do yuan no comércio não corresponde de forma alguma ao lugar da China na economia mundial. Nenhum banco central, além do Banco da China, guarda reservas em moeda chinesa. O yuan não é uma moeda de pagamento do sistema CLS, que engloba mais de metade de todas as operações internacionais de conversão de moeda.

Por isso será difícil num momento só diminuir a dependência do dólar, assinala Serguei Lukonin. 70% das contas mundiais continuam a ser feitas em moeda americana. O yuan vem apenas em 7º lugar no mundo quanto à frequência de utilização atualmente. Porém, nada impede que a moeda chinesa de, nos próximos tempos, subir nessa escala. Isto porque esta aumentando constantemente o número de países que quer trabalhar diretamente com o yuan, sem mais usar o dólar.


Obama e as suas relaçõescom o “urso” russo.

Para saber mais:
http://thoth3126.com.br/o-ouro-e-o-fim-do-mundo/
http://thoth3126.com.br/eua-barras-de-ouro-falsas-em-fort-knox
http://thoth3126.com.br/o-ouro-dos-eua-nao-existe-mais/
http://thoth3126.com.br/russia-investe-pesado-em-ouro/
http://thoth3126.com.br/a-visao-das-provacoes-dos-estados-unidos-por-george-washington/
http://thoth3126.com.br/eua-golpe-de-estado-a-vista-obama-um-ditador/
http://thoth3126.com.br/algo-muito-grande-e-definitivo-esta-para-acontecer/
http://thoth3126.com.br/barack-obama-segredos-e-mentiras-sem-fim/
http://thoth3126.com.br/o-futuro-colapso-dos-e-u-a-previsto-por-jornal-da-russia/
http://thoth3126.com.br/eua-a-beira-da-falencia/
http://thoth3126.com.br/a-maior-fraude-financeira-da-historia-mundial/
http://thoth3126.com.br/russia-e-china-assinam-acordo-de-400-bilhoes/
http://thoth3126.com.br/china-um-golpe-de-estado-no-mercado-mundial-de-ouro/

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