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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Maio 06, 2023

chamavioleta

FESTIVAL DE WESAK E PORTAL 5/5

LUA CHEIA DE TOURO

Textos compilados por M. Stela Lecocq Muller

a 5 de maio de 2023

 

 
 
O Festival de Wesak – também conhecido como o Festival da Iluminação – é o Festival de Buda, o intermediário entre o Centro Espiritual mais elevado, Shambala, e a Hierarquia.
 
Buda personifica a expressão da Sabedoria de Deus, da Luz, é Indicador do Propósito Divino. É o grande Festival do Oriente e um dos mais importantes festivais da Lua Cheia. Este Festival ocorre quando o Sol está no signo de Touro.
 
Wesak é uma festa da libertação do despertar e da transfiguração, a jornada de volta ao lar. Promove uma ponte entre a humanidade e espiritualidade, e o equilíbrio entre o Eu Inferior e Superior.
 
A Lua na Astrologia significa o inconsciente, o porão, como também, nossa ligação com o passado e emoções, quer sejam boas ou ruins. É através do signo lunar que descobrimos como reagimos frente às circunstâncias da vida, emocionalmente.
 
Quando o grande luminar, o Sol, ilumina plenamente a Lua, é um indicativo de um alinhamento livre entre nosso Planeta – o Sol – e o “Centro Solar” a fonte de energia de toda nossa terra, e neste momento podemos iluminar as sombras.
 
Nesta fase de Plenilúnio podemos fazer uma aproximação mais definida com Deus e o Amor, Poder e Sabedoria, centralizados em nosso coração, representados pela chama trina que fica em evidência quando meditamos.
 
É positivo que em toda Lua Cheia, pudéssemos nos alinhar com as forças cósmicas superiores através de nossos Mestres e anjos, como também da hierarquia da Grande Fraternidade Branca, a fim de entrarmos em contato com a essência deste evento mensal.
 
– A LENDA DE WESAK –
 
O Festival de Wesak é uma celebração anual, que acontece no momento do Plenilúnio de Touro, quando a bênção de Deus é transmitida à Terra, por intermédio de Buda e de Seu Irmão, o Cristo.
 
Paralelamente ao acontecimento espiritual interno, tem lugar a cerimônia física externa, num pequeno vale do Tibet, no Himalaia. O sonho, lenda ou acontecimento pode ser descrito da seguinte forma:
 
Existe um vale, situado ao pé do Himalaia tibetano, numa altitude bem elevada, rodeado por montanhas, exceto na face nordeste, onde existe uma abertura estreita. Esse vale tem a forma de uma garrafa, com o gargalo voltado para nordeste, abrindo-se para o sul.
 
No extremo norte, perto da abertura, há uma grande rocha plana. As encostas das montanhas estão cobertas de árvores, mas no vale não há árvores nem arbustos – ele está coberto por um tapete de pasto duro.
 
No momento do Plenilúnio de Touro, começam a chegar peregrinos, homens santos e lamas, que vão ocupando a parte sul e central, deixando o extremo nordeste relativamente livre.
 
Ali, segundo diz a lenda, se congrega um grupo de Grandes Seres que são os custódios, na Terra, do Plano de Deus para o nosso planeta e para a humanidade. Com sua sabedoria, amor e conhecimento, formam uma muralha protetora para a nossa raça, tratando de guiar-nos da escuridão para a luz, do irreal para o real, e da morte para a imortalidade.
 
Este grupo de conhecedores da divindade se coloca nos limites do vale, em círculos concêntricos, de acordo com o grau de desenvolvimento iniciático, preparando-se para um grande Ato de Serviço.
 
Diante da rocha e voltados para nordeste, se encontram – em níveis etéricos – os Seres chamados “Os Três Grandes Senhores”: o Cristo, que se situa no centro; o Senhor das formas viventes, o Manú, que se situa à direita; e o Senhor da Civilização, o Mestre Rakoczi, que se encontra à esquerda. Sobre a rocha descansa um vaso de cristal cheio de água.
 
Atrás do grupo de Mestres, Adeptos, iniciados e trabalhadores adiantados no Plano de Deus, se situam os discípulos e aspirantes do mundo, em seus diversos graus e grupos – aqueles que, nesta época, constituem o Novo Grupo de Servidores do Mundo. Alguns estão presentes em corpo físico e chegam por meios comuns; outros estão presentes em seus corpos espirituais e em estado de sonho.
 
Ao se aproximar o momento da Lua Cheia, produz-se uma grande quietude entre a multidão e todos voltam o olhar para o nordeste. A um sinal dado, os Grandes Seres formam três círculos concêntricos e começam a cantar.
 
Quando o cântico se aprofunda e ganha mais ritmo, os visitantes etéricos se materializam e uma figura gloriosa se torna visível no centro dos círculos, a qual é chamada por vários nomes: Senhor Maitreya, Bodhisattva, Cristo, Senhor da Paz e do Amor. É o Mestre de todos os Mestres que formam a Hierarquia planetária para levar a cabo o propósito divino deste planeta.
 
O Cristo aparece vestido com um manto branco puro, Seu cabelo caindo em ondas sobre seus ombros. Ele tem o Cetro de Poder em Sua mão, o qual lhe foi dado pelo Ancião dos Dias para esta ocasião. Nenhum Mestre pode tocá-lo, salvo o Cristo, o Mestre de todos os Mestres.
 
Em cada extremo deste Cetro de Poder, há uma grande empunhadura de diamante, que irradia uma aura azul e alaranjada de grande beleza. Os Iniciados que estão nos três círculos focalizam-no no centro e, quando Ele se torna mais visível, todos Eles se inclinam e cantam um mantra de saudação e afirmação.
 
Em seguida, estes círculos transformam-se num só círculo e uma cruz, em cujo centro está o Cristo. Aqui novamente o cântico comove os corações e as almas dos presentes, e descem mais alegria, paz e bênçãos sobre a multidão.
 
O próximo movimento é o triângulo dentro do círculo, em cujo ápice está o Cristo.
Ele está de pé perto da pedra e coloca o Cetro de Poder sobre ela.
 
Na rocha, se vê o vaso de cristal com ornamentações douradas e grinaldas de flores de loto que cobrem a rocha e pendem de todos os cantos.
 
Depois Eles realizam outro movimento, que é um triângulo com três ovais que se entrelaçam no centro do mesmo, onde está o Cristo. O movimento seguinte é una estrela de seis pontas e, depois a estrela do Cristo: o pentagrama ou estrela de cinco pontas.
 
Aqui o Cristo está no ápice, perto da pedra; à sua direita, o Manú; à sua esquerda, o Mestre Rakoczi; um Grande Ser no centro e outros dois Grandes nas pontas inferiores da estrela.
 
Estão presentes os regentes de todos os tipos de energia: os Mestres Morya, Koot Humi, Veneziano, Serapis, Hilarion, Jesus, e Iniciados, discípulos e aspirantes espirituais; e então o cântico cria uma grande tensão na multidão e Cristo, tomando o Cetro de Poder que estava na pedra, levanta-o e diz: – “Pronto, Senhor, venha…”
 
Em seguida, coloca novamente seu Cetro de Poder sobre a pedra durante uns poucos momentos antes da Lua Cheia, e os olhos de todos os presentes se voltam para a pedra. A expectativa da multidão aumenta e a tensão torna-se maior e continua crescendo.
 
Através da multidão, parece sentir-se um estímulo ou vibração potente, que tem o efeito de despertar as almas dos presentes, fundindo e unificando o grupo, elevando a todos e realizando-se uma grande ação de demanda, ânsia e expectativa espiritual. É a culminação da aspiração do mundo que se acha enfocada neste grupo expectante.
 
Poucos minutos antes da hora exata, em que tem lugar o Plenilúnio, se divisa ao longe um pequeno ponto de luz no céu, que ao se aproximar, vai se transformando numa silhueta nítida, que adquire a forma do Buda sentado em sua clássica posição de loto, envolto em Seu manto cor de açafrão, banhado em luz e cor, e com sua mão direita levantada, abençoando a todos.
 
Quando Ele chega num ponto sobre a rocha, Cristo entoa A Grande Invocação e todos os presentes caem prostrados tocando a Terra com suas frontes.
 
A GRANDE INVOCAÇÃO
 
Do ponto de Luz na mente de Deus,
Que flua Luz à mente dos homens
E que a Luz desça à Terra.
 
Do ponto de Amor no coração de Deus
Que flua amor ao coração dos homens
Que Cristo retorne à Terra.
 
Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,
Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,
Propósito que os Mestres conhecem e servem.
 
Do centro a que chamamos raça dos homens
Que se realize o Plano de Amor e de Luz
E se feche a porta onde se encontra o mal..
 
Que a Luz, o Amor e o Poder
Restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra
Hoje e por toda a eternidade.
 
Amém.
 
Esta Grande Invocação cria uma corrente estupenda de energia que inunda os corações dos aspirantes, discípulos e Iniciados, e chega… a Deus.
 
Este é o momento mais sagrado do ano, o momento em que a humanidade e a Divindade tomam contato. No momento exato da Lua Cheia, o Buda passa a Cristo a energia do primeiro raio – Vontade – que Cristo recebe e transforma em Vontade ao Bem.
 
Cristo é o grande celebrante, estende Suas mãos, pega o vaso, levanta-o sobre Sua cabeça e logo coloca-o de novo sobre a pedra. Então, os Mestres cantam hinos sagrados e o Buda, o Grande Iluminado, depois de abençoar a multidão, desaparece lentamente no espaço.
 
Toda a cerimônia da bênção, desde que Buda aparece ao longe, até o momento em que desaparece, dura apenas 8 minutos. O sacrifício anual que Buda realiza pela humanidade se conclui, quando Ele retornar a esse lugar no alto, onde trabalha e espera.
 
O Senhor Buda possui sua modalidade especial de energia, que Ele derrama sobre nós, ao abençoar o mundo. Esta bênção é maravilhosamente excepcional, por sua autoridade e categoria, pois Buda tem acesso a planos da natureza que não estão ao alcance da humanidade; e portanto, pode transmutar e transferir ao nosso plano a energia de planos superiores.
 
Sem a mediação de Buda, esta energia não seria aproveitável, pois sua vibração é muito elevada e nos é impossível percebê-la nos planos físico, emocional e mental. Assim, a energia que Buda difunde, através da sua bênção, encontra canais por onde circular, levando alento e paz àqueles que são capazes de recebê-la.
 
Ano após ano, Buda regressa para distribuir Sua bênção e a mesma cerimônia se repete. Cada ano, Ele e Seu Irmão, o Cristo, trabalham em íntima colaboração para beneficio espiritual da humanidade. Nestes dois Grandes Filhos de Deus concentraram-se dois aspectos da Vida Divina.
 
Através do Buda, flui a Sabedoria de Deus; através do Cristo, o Amor de Deus se manifesta à humanidade, derramando-se sobre ela na Lua Cheia de Touro.
 
Nesse momento são possíveis grandes expansões de consciência. Os discípulos e iniciados de todas as partes podem ser ajudados e estimulados espiritualmente, a fim de que possam penetrar conscientemente nos mistérios do Reino de Deus.
 
Continuando a lenda, quando o Buda desaparece, a multidão se põe em pé e Cristo distribui a água bendita aos Iniciados e a todos que estão presentes no vale. Esta linda “cerimônia da comunhão da água” nos insinua simbolicamente, que a Nova Era já está sobre nós, a Era de Aquário, a do “Portador da Água”.
 
A água magnetizada pela presença de Buda e Cristo contém certas propriedades curativas. Depois da bênção, a multidão se dispersa silenciosamente, encaminhando-se para seus lugares de serviço.
 
Tal é a *lenda* por trás deste Festival, e também, tal é a *realidade*, se nos atrevermos a acreditar nela e se nossas mentes estiverem suficientemente abertas e nossos corações suficientemente expectantes, para reconhecermos sua possibilidade. Esta ideai requer que ajustemos algumas de nossas crenças mais caras.
 
Mas, se puder ser captada e compreendida, surgirá em nossa consciência a possibilidade de a raça humana se conscientizar de sua própria divindade, podendo desenvolver uma Ciência de Aproximação às Forças da Vida e a verdades mais profundas, que ainda estão ocultas.
 
Homens e mulheres do mundo, guiados em uníssono por Buda, que trouxe a Luz ao Oriente, e por Cristo, que revelou a Luz ao Ocidente, podem pedir e evocar uma bênção e revelação espiritual tão intensas, que num futuro imediato poderá se manifestar aquilo a que a humanidade tanto aspira: “paz na Terra e boa vontade entre os homens”.
 
Desta maneira, podemos introduzir uma Era de fraternidade e compreensão que permitirá ao homem dispor de mais tempo para se dedicar a buscar Deus por si mesmo.
 
Podemos participar do Festival de Wesak através do jejum, da oração ou da meditação grupal.
 
Recitar tanto quanto possível a Grande Invocação nos dois dias que antecedem o Festival e nos dois dias posteriores. O ideal é recitá-la ao amanhecer, ao meio-dia, às cinco da tarde, ao anoitecer e no momento exato do Plenilúnio. Manter-se em estado de permanente atenção e serenidade.
 
“Nenhum preço que nos seja exigido será demasiadamente alto para sermos útil à Hierarquia no momento da Lua Cheia de Touro, o Festival de Wesak. Nenhum preço é demasiadamente alto para obtermos a iluminação espiritual possível, particularmente neste momento.”
 
Djwhal Khul
 
Nota – O plenilúnio será no dia 5 de maio às 14:34 (Horário de Brasília) 
 
 

 
Transcrito por  http://achama.biz.ly  com agradecimentos a: 
Arquivos:

  • https://purpelligh.blogspot.com/search/label/Djwhal Khul
 

 

Agosto 15, 2015

chamavioleta

Encontro Espiritual 

 Integração Subjetiva. 

Corretas Relações Humanas. 

Djwhal Khul, 

Ensinamentos do Mestre.

Posted by Thoth3126 on 11/02/2015







A Iniciação, ou o processo de expansão da consciência, faz parte do processo normal do desenvolvimento evolutivo, encarado de um ponto de vista mais amplo e não do ponto de vista do indivíduo. A questão relativa à Iniciação está cada vez mais presente na atenção do público.



“O óbvio é aquilo que nunca é visto até que alguém o manifeste com simplicidade. A verdade de outra pessoa não está no que ela te revela, mas naquilo que não pode revelar-te. Portanto, se quiseres compreendê-la, não escute o que ela diz, mas antes, o que ela não diz“. Kahlil Gibran

Thoth3126@gmail.com

DEFINIÇÃO DE INICIAÇÃO:

Antes que passem muitos séculos, os velhos mistérios serão restaurados e existirá um corpo interno na (Nova) Igreja – na Igreja do novo período, cujo núcleo já está em formação – no qual a primeira iniciação passará a ser exotérica(externa). Isso será apenas no sentido de que, dentro em breve, o recebimento da primeira iniciação constituirá a cerimônia mais sagrada dessa “Nova Igreja“, realizada exotericamente como um dos mistérios dados em períodos certos, assistida pelos interessados. A iniciação ocupará, também, lugar semelhante no ritual da Maçonaria. Nesta cerimônia, os que estiverem prontos para a primeira iniciação serão publicamente admitidos na Loja por um de seus membros, autorizado a fazê-lo pelo próprio grande Hierofante.


DJWHAL KHUL, o Tibetano


Uma Definição de Quatro Palavras

Que queremos dizer quando falamos de iniciação, sabedoria, conhecimento ou de Caminho Probacionário (período de PROVAÇÃO do neófito)?

Usamos as palavras com muita loquacidade, sem analisarmos devidamente o seu sentido intrínseco. Analisemos, por exemplo, a palavra que mencionamos em primeiro lugar. Muitas são as definições e muitas são as explicações que podem ser encontradas quanto ao seu objetivo, os passos preparatórios, o trabalho a ser realizado entre as iniciações, e os seus resultados e efeitos. Uma coisa, antes de mais nada, torna-se aparente ao estudante mais superficial, ou seja, que a magnitude do tema é tal que, para abordá-lo adequadamente, a pessoa deveria ter a capacidade de escrever do ponto de vista de um iniciado; quando isto não é o caso, tudo que for dito poderá ser razoável, lógico, interessante, ou sugestivo, porém não será conclusivo.

A palavra iniciação se origina de duas palavras latinas, in, dentro de; e ire, ir, andar; portanto, a formação de um princípio, ou o ingresso em algo. Na sua mais ampla acepção, representa – no caso que estamos estudando – uma entrada na vida espiritual, ou num novo estágio naquela vida. É o primeiro e os seguintes passos sucessivos, no Caminho da Santidade. Literalmente, portanto, o homem que recebeu a primeira iniciação, é aquele que deu o primeiro passo na direção do reino espiritual e que passou do reino apenas humano para o supra-humano.

Da mesma forma como passou do reino animal para o humano, na sua individualização, assim também ingressou na vida do espírito, e, pela primeira vez, tem o direito de ser chamado de “homem espiritual”; na acepção técnica da palavra. Está ingressando no quinto estágio, ou final, da nossa atual evolução quíntupla. Tendo tateado o caminho através da Câmara da Ignorância durante séculos, e tendo freqüentado a escola na Câmara do Aprendizado, o homem está agora ingressando numa universidade, ou, na Câmara da Sabedoria. Ao completar este curso, diplomar-se-á como um Mestre da Compaixão.

Poderia, também, ser útil, se estudássemos primeiramente, a diferença ou a ligação entre Conhecimento, Compreensão e Sabedoria. Embora na linguagem comum estas palavras sejam freqüentemente usadas como sinônimos, são diferentes quando empregadas tecnicamente.

O Conhecimento é o produto da Câmara ou Escola do Aprendizado. Poderá ser classificado como o acervo das descobertas e experiências humanas – aquilo que pode ser reconhecido pelos cinco sentidos e correlacionado, diagnosticado e definido através do intelecto humano. É aquilo sobre o que sentimos certeza intelectual, ou aquilo que podemos determinar pela experiência. É o compêndio das artes e das ciências. Relaciona-se a tudo que diz respeito à construção e ao desenvolvimento do lado físico e da forma das coisas. Portanto, diz respeito ao aspecto material da evolução, à matéria nos sistemas solares, no planeta, nos três mundos da evolução humana e nos corpos dos homens.

A Sabedoria é o produto da Câmara da Sabedoria. Relaciona-se com o desenvolvimento da vida na forma, com o progresso do espírito naqueles veículos sempre cambiantes e com as expansões de consciência que se sucedem de vida em vida. Refere-se ao aspecto vital da evolução. Como lida com a essência das coisas e não com as próprias coisas, é a percepção intuitiva da verdade separada da faculdade de raciocínio, e a percepção inata que pode distinguir entre o falso e o verdadeiro, entre o real e o irreal.


É mais do que isso, pois representa, também, a capacidade crescente do Pensador penetrar cada vez mais na mente do Logos, de conscientizar a verdadeira natureza interna do grande personagem do universo, de enfocar o objetivo e de harmonizar-se progressivamente com a unidade mais ampla. Para a nossa presente finalidade (que consiste em estudar um pouco o Caminho da Santidade e seus vários estágios) poderá ser descrita como a conscientização do “Reino de Deus Interno” e a percepção do “Reino de Deus Externo”, no sistema solar. Talvez possa ser expressa como a combinação progressiva dos caminhos do místico e do ocultista – a edificação do templo da sabedoria baseada no conhecimento.

A Sabedoria é a ciência do espírito, da mesma forma como o conhecimento é a ciência da matéria. O conhecimento é separativo e objetivo, ao passo que a sabedoria é sintética e subjetiva. O conhecimento divide; a sabedoria une. O conhecimento diferencia, ao passo que a sabedoria combina. Que se deseja dizer, então, por compreensão?

A compreensão pode ser definida como a faculdade do Pensador no tempo assimilar conhecimento como base para a sabedoria, que lhe possibilite adaptar as coisas da forma à vida do espírito, reunir os lampejos da inspiração que lhe chegam da Câmara da Sabedoria e uni-los aos fatos da Escola do Aprendizado. Talvez toda a idéia possa ser expressa da seguinte forma: A sabedoria relaciona-se com o Eu único, o conhecimento com o não-eu, ao passo que a compreensão é o ponto de vista do Ego ou Pensador, ou a sua relação entre eles.

Na Câmara da Ignorância a forma dirige e o lado material das coisas predomina. Ali, o homem/mulher está polarizado na personalidade ou eu inferior. Na Câmara do Aprendizado, o Eu superior, ou Ego, esforça-se por dominar aquela forma até que, gradativamente, é alcançado um ponto de equilíbrio no qual o homem não é controlado por nenhum dos dois. Mais tarde, o Ego passa a controlar mais e mais, até que, na Câmara da Sabedoria, passa a dominar os três mundos inferiores, e a sua divindade interna gradativamente assume a ação principal.

ASPECTOS DA INICIAÇÃO

A Iniciação, ou o processo de expansão da consciência, faz parte do processo normal do desenvolvimento evolutivo, encarado de um ponto de vista mais amplo e não do ponto de vista do indivíduo. Quando analisada do ponto de vista individual, passou a ser limitada, até o momento em que a unidade em evolução definitivamente aprende que (em virtude do seu esforço próprio, auxiliado pelos conselhos e recomendações dos Instrutores atentos da raça) alcançou um ponto em que possui determinada gama de conhecimentos de natureza subjetiva, do ponto de vista do plano físico.


O homem se torna uno com o Logos através da ajuda ”D’Aquele” Sobre Quem Nada Pode Ser Dito”.

É na natureza daquela experiência que um estudante de uma escola compreende, repentinamente, ter dominado uma lição e que a lógica de um tema e o método do procedimento lhe pertencem para seu uso inteligente. Estes momentos de assimilação inteligente acompanham a Mônada em evolução, através de sua longa peregrinação. O que foi até certo ponto mal interpretado neste estágio de compreensão é o fato de que, em vários períodos, a ênfase é posta nos diferentes graus de expansão e a Hierarquia sempre se esforça por conduzir a raça até o ponto em que as suas unidades terão alguma idéia do próximo passo a ser dado.

Cada iniciação representa a aprovação do aluno para um curso mais adiantado na Câmara da Sabedoria; marca o brilho mais intenso do fogo interior e a transição de um ponto de polarização para outro; possibilita a conscientização de uma crescente união com tudo que vive e a unidade essencial do Eu com todas as demais unidades. Resulta num horizonte que se expande continuamente até abarcar a esfera da criação; é uma crescente capacidade de ver e ouvir em todos os planos. Representa maior consciência dos planos divinos para o mundo e maior habilidade de penetrar naqueles planos e desenvolvê-los. É o esforço, na mente abstrata, para ser aprovado num exame. Representa a melhor turma na escola do Mestre, e está ao alcance daquelas almas cujo carma o permite e cujos esforços são suficientes para a consecução do objetivo.

A Iniciação conduz até a montanha donde se pode conseguir a visão, uma visão do eterno Agora, no qual o passado, o presente e o futuro, coexistem como uma unidade; uma visão do espetáculo das raças, com o fio dourado da linhagem transmitido através de inúmeros tipos; uma visão da esfera dourada que encerra, em uníssono, todas as inúmeras evoluções do nosso sistema, o dévico, o humano, o animal, o vegetal, o mineral e o elemental, e através dos quais a vida pulsante pode ser vista claramente, batendo em ritmo regular; uma visão do pensamento-forma do Logos no plano dos arquétipos, uma visão que cresce, de iniciação em iniciação, até abarcar todo o sistema solar.


“A Iniciação conduz até aquela corrente que, uma vez nela integrado, impulsiona um homem adiante, até os pés do Senhor do Mundo, aos pés do seu Pai no Céu, aos pés do Logos trino”.

A Iniciação conduz à caverna entre cujas paredes se conhecem os pares de opostos e onde é revelado o segredo do bem e do mal. Conduz até a Cruz e o sacrifício final, que terá de ocorrer antes que se possa alcançar a libertação completa e que o iniciado esteja livre dos grilhões da terra, não estando preso a coisa alguma nos três mundos.

Conduz através da Câmara da Sabedoria e coloca nas mãos do homem a chave de todas as informações, sistêmicas e cósmicas, em seqüência graduada. Revela o mistério oculto que jaz no coração do sistema solar. Conduz de um estado de consciência para outro. Na medida que se penetra em cada estágio, processa-se um alargamento do horizonte, a visão se amplia e a compreensão é cada vez maior, até a expansão alcançar um ponto onde o ego engloba todos os seres, inclusive tudo que está “em movimento e imóvel”, conforme consta de uma antiga Escritura.

{“Vocês são seres magníficos, membros da Família de Luz e vieram para a Terra em missão, para fazerem uma mudança, para ajudarem numa transição. O Amor é a chave. O Amor constrói o Universo. Vocês escolheram estar aqui, escolheram a missão de recuperarem a memória de quem são e trazerem de volta o valor da existência humana. Vocês são preciosos. Há muitas vidas que estão a ser treinados para isso e não vieram sem estarem preparados. Tudo o que precisam de saber está dentro de vós e é vossa tarefa lembrarem-se desse treino. Este não é um período de vida em que vos vai ser ensinada nova informação, é sim, como dissemos antes, uma época de lembrança do que já sabem e nós estamos aqui para vos recordar exatamente isso.”

Extrato de mensagem dos Pleiadianos através de Barbara Marciniak no livro “ Bringers of the Dawn”}

A Iniciação envolve cerimônia. É este o aspecto que foi enfatizado nas mentes dos homens, talvez excluindo um pouco o verdadeiro significado. Basicamente envolve a capacidade de ver, ouvir e compreender e de sintetizar e correlacionar o conhecimento. Não abrange, necessariamente, o desenvolvimento das faculdades psíquicas, mas proporciona a compreensão interna que vislumbra o valor subjacente das formas e reconhece a finalidade das circunstâncias ambientais.


É a capacidade que percebe a lição a ser aprendida em qualquer ocorrência e acontecimento e, através destas compreensões e reconhecimentos, a leva ao crescimento e à expansão, a cada hora, semana e ano.Esse processo de expansão gradual – o resultado de um esforço definido, do pensamento reto e da conduta reta do próprio aspirante – e não de algum instrutor oculto realizando um oculto ritual – conduz àquilo que poderíamos denominar de uma crise.

Nesta crise, que requer a ajuda de um Mestre, processa-se um ato definido de iniciação, o qual (atuando sobre determinado centro) produz um resultado em algum corpo. Sintoniza os átomos em determinada vibração e possibilita que seja alcançado um novo ritmo. Esta cerimônia de iniciação representa um ponto de realização. Não culmina na espiritual, como com tanta freqüência se interpreta de maneira errônea. Representa simplesmente o reconhecimento, pelos Instrutores alertas da raça, de um ponto definido na evolução alcançada pelo aluno, e resulta em duas coisas:

1 – Uma expansão da consciência que leva a personalidade até a sabedoria alcançada pelo Ego e, nas iniciações mais altas, até a consciência da Mônada.

2 – Um breve período de iluminação, no qual o iniciado vê a parte do Caminho a ser palmilhado diante dele e no qual compartilha conscientemente, do grande plano de evolução.

Após a iniciação, o trabalho a ser feito consiste, grandemente, em tornar aquela expansão da consciência parte do equipamento de uso prático da personalidade e em dominar aquela porção do caminho que ainda precisa ser coberta.

LOCAL E EFEITO DA INICIAÇÃO

A cerimônia de iniciação se realiza nos três subplanos mais altos do plano mental e nos três planos superiores, conforme a iniciação. Nas iniciações no plano mental, a estrela pentagonal lampeja acima da cabeça do iniciado. Isto se processa nas primeiras iniciações que se realizam no veículo causal. Foi dito que as primeiras duas iniciações se realizam no plano astral, mas isto é incorreto, e esta declaração deu origem a uma interpretação errada. Elas são sentidas profundamente em relação aos corpos astral e físico e mental inferior, e afetam seu controle.

Como o efeito principal é naqueles corpos, o iniciado poderá interpretá-los como se tendo processado nos planos em questão, já que a clareza do efeito e o estímulo das primeiras duas iniciações se processam, em grande parte, no corpo astral. Mas deve ser lembrado que as principais iniciações se realizam no corpo causal ou – desvinculado deste – no plano búdico ou no átmico (Budhi=Corpo de Luz, Atma= Corpo mental superior). Nas duas iniciações finais, que libertam o homem dos três mundos e lhe possibilitam funcionar no corpo de vitalidade do Logos e moldar aquela força, o iniciado passa a ser a estrela pentagonal que desce sobre ele, se funde com ele e em cujo centro é visto.

Esta descida é causada pela ação do Iniciador, que movimenta o Cetro do Poder e põe o homem conscientemente em contato com o centro no Corpo do Logos Planetário do qual faz parte. As duas iniciações, chamadas sexta e sétima, se realizam nos planos búdico e átmico; a estrela pentagonal “brilha intensamente do Seu interior”, segundo a expressão esotérica e passa a ser a estrela de sete pontas; desce sobre o homem e ele penetra na chama.


Lembramos, novamente, que as quatro iniciações, anteriores à do adepto, marcam, respectivamente, a consecução de determinadas parcelas de matéria atômica nos corpos – por exemplo, na primeira iniciação, um quarto de matéria atômica; na segunda, metade de matéria atômica; na terceira, três quartos de matéria atômica, e assim sucessivamente, até o término. Tendo em vista que budhi é o princípio unificador (ou o elemento que tudo molda), na quinta iniciação o adepto abandona os veículos inferiores e surge no seu envoltório búdico. A partir daí, cria o seu corpo de manifestação.

Cada iniciação proporciona maior controle sobre os raios, se assim podemos dizer, embora isto não transmita adequadamente a idéia. As palavras confundem com freqüência. Na quinta iniciação, quando o adepto se afirma como Mestre nos três mundos, Ele controla, em maior ou menor extensão (de acordo com a Sua linha de desenvolvimento), os cinco raios que se manifestam especialmente na ocasião em que recebe a iniciação. Na sexta iniciação, se ele receber o grau mais alto, domina um outro raio e, na sétima iniciação, terá poder em todos os raios. A sexta iniciação marca o ponto de conquista do Cristo e faz com que o raio sintético do sistema fique sob Seu controle.

Precisamos lembrar que a iniciação dá ao iniciado poder nos raios e não poder sobre os raios, o que representa uma diferença muito grande (A diferença entre HUMILDADE e VAIDADE). Naturalmente, cada iniciado possui, como raio primário, ou espiritual, um dos três raios principais, e o raio da sua mônada é aquele no qual ele adquire poder, progressivamente. O raio do amor, ou raio sintético do sistema, é o raio final que se alcança.

Aqueles que abandonam a Terra após a quinta iniciação, ou aqueles que não se tornam Mestres na encarnação física, recebem suas iniciações posteriores em outros pontos do sistema. Todos estão na Consciência do Logos. Uma grande verdade a ser lembrada é que as iniciações do planeta, ou do sistema solar, representam, apenas, iniciações preparatórias para a admissão na Loja maior, em Sírius.
Um Mestre, portanto, é aquele que recebeu a sétima iniciação planetária, a quinta iniciação solar e a primeira iniciação de Sírius, ou cósmica.

A UNIFICAÇÃO – o RESULTADO da INICIAÇÃO
Um ponto que precisamos compreender é que cada iniciação sucessiva resulta numa unificação mais completa da personalidade e do Ego e, em níveis ainda mais elevados, com a Mônada. Toda a evolução do espírito humano é uma unificação progressiva. Na unificação entre o Ego e a personalidade, está oculto o mistério da doutrina Cristã da unificação. Uma unificação se processa no momento da individualização, quando o homem se torna uma entidade racional consciente, em oposição aos animais. As unificações se sucedem, acompanhando o processo evolutivo.

A unificação em todos os níveis – emocional, intuitivo, espiritual e Divino – consiste na atividade consciente e contínua. Em todos os casos, é precedida por um processo de combustão, por intermédio do fogo interno, e pela destruição, através do sacrifício, de tudo aquilo que separa. A abordagem da unidade se realiza através da destruição do inferior e de tudo aquilo que forma uma barreira. Vejamos, por exemplo, o caso da tela que separa o corpo etérico do emocional. Quando a tela é consumida pelo fogo interno, a comunicação entre os corpos da personalidade passa a ser contínua e completa, e os três veículos inferiores funcionam como um único.

Temos uma situação algo análoga nos níveis mais altos, embora o paralelismo não possa ser aplicado a todos os detalhes. A intuição corresponde ao emocional, e os quatro níveis mais elevados do plano mental correspondem ao etérico. Na destruição do corpo causal por ocasião da quarta iniciação (simbolicamente denominada de “crucificação”), temos um processo análogo à queima da trama que conduz à unificação dos corpos da personalidade. A desintegração que é parte da iniciação ARHAT (1), conduz à unidade entre o Ego e a Mônada, expressando-se na Tríada, É a unificação perfeita. Portanto, todo o processo visa a tornar o homem conscientemente uno:
Primeiro – Consigo mesmo e com aqueles que estão encarnados com ele.
Segundo – Com o seu Eu Superior e, assim, com todos os demais seres.
Terceiro – Com seu Espírito, ou “Pai no Céu”, e, assim, com todas as Mônadas.
Quarto – Com o Logos, o Três em Um e o Um em Três.

O homem torna-se um ser humano consciente, através da instrumentalidade dos Senhores da Chama, e de Seu constante sacrifício pessoal e serviço.

Na terceira iniciação, o homem se torna um Ego consciente, com a consciência do SEU Eu superior, e isto se processa pela ação dos Mestres e do Cristo, através do Seu sacrifício, ao se encarnarem fisicamente para ajudar ao mundo. O homem se une à Mônada na quinta iniciação, com a ajuda do Senhor do Mundo, o Vigilante Solitário, no Grande Sacrifício.


“O homem se torna uno com o Logos através da ajuda ”D’Aquele” Sobre Quem Nada Pode Ser Dito“

(1) ARHAT é um termo sânscrito usado em religiões orientais e escolas de esoterismo do ocidente para designar um ser de elevada estatura espiritual. A palavra tem como variantes as formas arahat, arahant, araham, rahat. Significa literalmente “o digno, aquele que merece louvores divinos”. Uma etimologia popular faz a palavra significar “o destruidor dos inimigos”(Internos). Foi primeiro empregada para nomear os santos do Jainismo, e posteriormente o termo foi adotado pelo Budismo e pela Teosofia com a mesma finalidade de designação de um grande sábio.

Existem algumas ligeiras variações de significado entre as várias escolas que usam a palavra, mas em suma concordam que o Arhat se não atingiu a meta final da evolução humana, dela está muito próximo, e que tendo cumprido o caminho que leva às iniciações mais elevadas, penetra nos primeiros estágios do Nirvana e já não está obrigado ao renascimento. O Budismo considera o próprio Budha um Arhat, embora designe com a mesma palavra os seus seguidores mais importantes, demonstrando que existe um diferencial para com a condição de Buda, mesmo ambas coincidindo em outros pontos – o que diz da elevada qualidade do Arhat. Os Arhatas são chamados de hinayana (“o pequeno veículo”).

No Jainismo é o mesmo que jina, um ser que obteve a iluminação e ensina aos outros como obtê-la. Para a Teosofia Arhat é ainda um termo técnico que indica aquele que atravessou com sucesso a 4ª Iniciação, estando imediatamente abaixo do nível de Mestre de Sabedoria ou Adepto. Na simbologia Cristã o nível de Arhat tem paralelo com o Cristo glorioso da Ressurreição, pois ele é o que morreu para a matéria e renasceu nos reinos espirituais, onde viverá doravante em beatitude eterna.}


A Grande Invocação

Do ponto de Luz da Mente de Deus,
Flua luz às mentes dos homens;
Que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus,
Flua amor aos corações dos homens;
Que Cristo volte à Terra.

Do Centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens;
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

Do centro a que chamamos raça dos homens,
Cumpra-se o Plano de Amor e de Luz;
E feche a porta onde se encontra o mal!

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra.

Permitida a reprodução desde que mantido na formatação original e mencione as fontes.

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Fevereiro 14, 2012

chamavioleta

2012-02-13

A ILUMINAÇÃO AGORA
PARTE 2
O UNIVERSO CONSCIENTE
Por Owen Waters
12 de Fevereiro de 2012
 
 
Na 1ª parte, a Metafísica Espiritual foi definida como o estudo da natureza da realidade, baseada na consciência penetrante que está por trás da Criação e de todas as suas manifestações.

Tudo na existência é composto de 100% de consciência. Pode parecer um mundo físico, sólido. Certamente age como um. De vez em quando, lembro-me de como ele é sólido quando esbarro em algo!


Entretanto, se consultarem um livro de física geral, ele irá lhes mostrar que a matéria é...
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Tags: a iluminacao agora, o ser infinito, o universo consciente, owen waters


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Mestre Jesus, 12 Fev 2012

2012-02-13

O ESPELHO DA CONSCIÊNCIA CRÍSTICA E O AMOR INCONDICIONAL
Mensagem Mestre Jesus
canalizada através de Natalie Glasson
12 de Fevereiro de 2012
 
 
Eu venho até vocês com um imenso amor. Eu sou o Mestre Jesus. É sempre uma honra compartilhar a sabedoria e comunicar-me diretamente com a sua alma. Eu envio a cintilante Consciência Crística dourada para envolvê-los e ampliar as suas energias. Neste dia há uma maior ampliação da energia do Criador dentro de vocês; é um dia mais sagrado que é uma parte da sua evolução espiritual.

Neste momento há uma necessidade de se concentrar...
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Arcanjo Metatron, 12 Fev 2012

2012-02-13

ADAM KADMON
Mensagem do Arcanjo Metatron
Transmitida através de UTE
em 12 de fevereiro de 2012
 
 
Saudações, Nós somos o Arcanjo Metatron!

Estamos aqui hoje para apresentar à humanidade uma importante mensagem.


Esta mensagem os ajudará em um grande grau apenas por ouvi-la e receber sua energia(*), a materializar em seu corpo e sua consciência o projeto original do que vocês são e como vocês são criados para enfim ser: Adam Kadmon.


Como vocês sabem, Adam Kadmon é o Homem Divino, o ser humano criado em Nome e à Imagem de Deus. É o código de Adam...
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Tags: adam kadmon, arcanjo metatron, metatron, ute, ute posegga-rudel


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CONSELHO DE ANDROMEDA

2012-02-13

COMUNICADO DO CONSELHO DE ANDRÔMEDA
Sintonizando com a Evolução
Canalizado por Ramaathis-Mam
Fevereiro de 2012
 
 
Que a presença Divina do Criador Infinito se instale em vosso interior, ativando a chama do amor e a sabedoria em vossa vida e meio existencial.

Nós, como observadores e colaboradores da hierarquia de vossa galáxia, desejamos neste comunicado transmitir-vos pautas que ampliem vossa perspectiva da evolução vibratória e dimensional na qual estais imersos. O ano em curso é o ponto de inflexão que contribuirá para perfilar vosso futuro evolutivo nos próximos anos. Portanto, é importante que invistais vossa atenção e vossos...
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Djwhal Khul, 09 Fev 2012

2012-02-13

MULTIVERSO
Mensagem de Djwhal Khul
Através de Rev. Terri Newlon
em 9 de fevereiro de 2012
 
 
Eu quero começar com a chama violeta, uma cor purpúrea muito linda e qualquer tonalidade de púrpura parece lhes cair bem, então poderia ser um violeta muito, muito suave até um tom de púrpura bem forte.

Temos tantas coisas se passando no planeta agora: Netuno entrando em Peixes; temos Saturno retrógrado em Libra. Temos Vênus em Áries. Ainda estamos sob a influência de uma Lua Cheia muito forte e estamos entre o Ano Novo Chinês e o Ano Novo Tibetano, que...
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Sheldan Nidle, 07 Fev 2012

2012-02-13

Atualização feita por Sheldan Nidle da Herarquia Espiritual e da Federação Galática

 9 Akbal, 16 Yax, 8 Manik (07 Fev 2012)

 

Dratzo!

Voltamos! Nós viemos para dizer-lhes que as sociedades sagradas secretas da Terra estão muito perto do sucesso. Ambos os ramos oriental e ocidental destas sociedades, recentemente assinaram em uma série de documentos confirmando que a escuridão já não tem qualquer entrada sobre o funcionamento das finanças do mundo. Uma boa quantidade de pequenos detalhes continua pendente e estão atualmente sendo resolvidos. Isto significa que as trevas não são mais um obstáculo insuperável à...

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Tags: federacao galactica, herarquia espiritual, sheldan nidle


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John Smallman, 12 Fev 2012

2012-02-12

2 Mensagens uma de Jesus e a outra de Saul.
 
 
TODOS VOCÊS AGORA ESTÃO NUM ESTADO ALTAMENTE ACELERADO DE LIBERAÇÃO
Mensagem de Jesus
através de John Smallman
em 12 de fevereiro de 2012
 
 
Quando a humanidade despertar como Um em seu estado divino e totalmente consciente, haverá uma grande alegria por toda a criação.

Seu despertar é planejado desde que o momento da aparente separação aconteceu éons atrás, e o momento para esse plano atingir a conclusão está perto.


Todos podem despertar, e somente um número muito pequeno de humanos escolherá não despertar, pois os...
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Tags: jesus, john smallman, saul


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Ashtar Sheran, 10 Fev 2012

2012-02-12

  Mensagem de Ashtar Sheran - 10.02.2012
 

"Reflitam diariamente sobre o que de fato vieram fazer aqui, porque, agora precisais estar totalmente certos disso que falamos; Sois os faróis de diversas almas."
 
 
Reunimo-nos diariamente para tratar de assuntos por demais importantes.

Agora deveis saber que falta apenas "semanas" para que o primeiro anúncio referente à nossa existência se torne popular.

Agora deveis se preparar ainda mais porque sereis solicitados a colocar em pratica tudo que durante a vigília da alma tiveram a oportunidade de aprender, quando fostes levados a laboratórios espirituais onde tiveram aulas de alto nível espiritual....
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Tags: ashtar sheran, gabriel


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O Portal 11:11

2012-02-12

 2012-02-09

Olá amigos,


Estou escrevendo, novamente, sobre o Portal 11:11, devido ao grande número de e-mails que recebo, perguntando sobre o assunto.
11:11 não é só um Portal Dimensional, mas uma poderosa energia que cada um sente de uma forma. Quantos de vocês deram pausas repentinas no que estavam fazendo e olharam para o relógio, constatando ser 11:11 Hs.
Esse Portal é um canal direto com nosso Eu Superior, pelo qual podemos evoluir. Esse Portal - em suma - marca o fim da dualidade e a abertura para a Unidade, que é nossa Essência Divina.

Antes desse Portal de...

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Tags: o portal 1111, vera helena tanze


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O Elo Galatico Egito - America Central

2012-02-11

  
O Elo Galáctico Egito - América Central

Por Vera Helena Tanze
Algumas considerações para nossa avaliação...

Meus amigos,

Estava fazendo uma faxina nos meus guardados, nas canalizações que nunca passei a limpo, quando encontrei várias delas, escritas em guardanapos (pra variar!!) de restaurantes. Acho que como não sou muito de comer, o universo me ajuda e me envia seus recados sempre nessas horas!!
O mais interessante, é que estou com vontade, tenho uma idéia fixa de ir ao Peru. Além disso, nossos amigos egípcios, que também foram Atlantes, e a maioria é extraterrestre, têm nos presenteado com...

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Tags: america central, o elo galatico egito, vera helena tanze


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