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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Março 28, 2023

chamavioleta

ENCONTRE SUA PAIXÃO

Mensagem do Divino
Através de Margarete Hyer

Tradução:  De Coração a Coração

a 28 de março de 2023

 

 
“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.” ~ Nelson Mandela
 
Mensagem canalizada:
 
Encontre sua paixão. Aprenda tudo o que puder sobre sua paixão. Torne-se um especialista em sua paixão. Saia pelo mundo e ensine aos outros sobre o conhecimento que você adquiriu. É assim que crescemos e fazemos a diferença na vida uns dos outros.
 
Reflita sobre as habilidades que você domina. Pense em como você pode ensinar essas habilidades a outras pessoas. É essencial ser autossuficiente. É impossível para nós esperar saber tudo sobre viver e ter sucesso na vida por meio de nossos anos de escolaridade, quer a pessoa tenha um diploma universitário ou não.
 
As escolas como instituições são limitadas a cronogramas e padrões básicos. Nem todas as escolas são criadas iguais. Cabe aos pais e indivíduos buscarem o conhecimento que desejam aprender. O que você procura está disponível. Torne claro o que faz você se sentir vivo em relação à obtenção de novos conhecimentos. Encontre os caminhos para obter uma educação mais específica e, em seguida, aplique-a.
 
Aplicar novos conhecimentos à vida pessoal é onde o domínio começa. Depois de dominar o conhecimento que você estava apaixonadamente buscando, considere compartilhá-lo. Quanto mais você dá, mais você recebe. Nunca se apegue a um conhecimento importante do qual os outros precisam estar cientes.
 
Todos nós melhoramos com o tempo, quando escolhemos participar do ciclo de dar e receber. Dê e compartilhe conhecimento que pode fazer a diferença na vida de outras pessoas. Você não precisa trabalhar em uma função que lhe dê uma plataforma para educar. Você deve simplesmente estar aberto para se comunicar com as pessoas na vida cotidiana e estar aberto às possibilidades e oportunidades de compartilhar.
 
Intenções:
 
Pretendo expandir no conhecimento da minha paixão.
Pretendo compartilhar conhecimento que apoie as pessoas em seu bem maior.
 
Afirmações:
 
Sou atraído pelo conhecimento que alimenta minha paixão.
Sou mestre nas áreas do conhecimento que escolhi para aprender mais.
Sou capaz de compartilhar livremente meu conhecimento com outras pessoas.
 
Dedicatória:
 
A todos os seres humanos na Terra que fazem a coisa certa por seus semelhantes. Que a Luz continue ofuscando a escuridão e protegendo aqueles que estão aqui para fazer tudo o que é bom para os outros.
 
Margarete Hyer
 
 
 

 
Transcrito por  http://achama.biz.ly  com agradecimentos a:
 

 

Novembro 12, 2020

chamavioleta

Educação em Filosofia

Por Nilo Deyson Monteiro Pessanha

12 de novembro de 2020.

 
 

 
 
 
 
Aos amigos leitores, hoje trago como tema “Nietzsche como Decisão: A Interpretação de Heidegger da Sentença Nietzschiana ‘Deus Está Morto’”.
 
Quando Heidegger elege Nietzsche para pensar o sentido do(e) ser, ele o toma como decisão. Mas o que significa aqui decisão? Ora, em Nietzsche, e por meio dele, segundo Heidegger, opera o que de mais fundamental acontece na história do Ocidente, a saber,
 
o esgotamento da metafísica. Para Nietzsche, o âmbito fundamental, responsável pelo sentido dado à “vida”, se exauriu. E isso é anunciado na sentença nietzschiana “Deus está morto”.
 
Mas o que significa essa sentença? E por que Heidegger a toma enquanto decisão? O que Heidegger quer experimentar no pensamento de Nietzsche? Pois bem, as respostas a essas questões encaminharão os objetivos do presente artigo. Parto do pressuposto de que a leitura heideggeriana de Nietzsche, embora seja uma acusação de que o mesmo seja ainda um filósofo metafísico, é também uma leitura de apropriação. Quer dizer, quando Heidegger lê Nietzsche, ele se apropria de elementos importantes do seu pensamento, sobretudo o que Nietzsche entende por tempo. E essa afirmação se confirma no fato de Heidegger admitir que Nietzsche teria percebido o niilismo como lógica interna do pensamento metafísico. Dizer que a metafísica está fundada no niilismo significa dizer que é por ela, e por meio dela, que ocorrem as interpretações equivocadas sobre o ser. E também: é pela metafísica que se desenvolve um ressentimento contra o tempo.
 
 
Lisa Fotios/Pexels
 
Nietzsche já teria percebido isso, só que informou esse equívoco não a partir do esquecimento do ser, conforme faz Heidegger, mas, sim, denunciando a metafísica como moral; quer dizer, denunciando a metafísica enquanto uma forma de pensar resultante de um “instinto fraco”, que atribui uma ordem absoluta para fundar o mundo em detrimento do reconhecimento fático da existência.
 
Fático entendido como o reconhecimento dos aspectos finitos e passageiros do existir, sendo estes os elementos decisivos em nossas “ações” diante das exigências para sermos.
 
A metafísica, no entender de Nietzsche, é uma forma de vida que, enquanto exercício do pensamento, se desvia da imanência das forças finitas da “vontade” por não suportar seu caráter de devir. Esse desvio da metafísica tem uma implicação com a questão do tempo, uma vez que é no tempo, finito, que se opera o devir. Nietzsche já teria observado a relação que há entre metafísica e tempo, portanto sua acusação do niilismo operante na metafísica tem, assim como em Heidegger, um reconhecimento da ausência da assunção da questão do tempo enquanto o decisivo para o pensamento.
 
Heidegger mesmo reconhece isso. Em seu texto “Quem é o Zaratustra de Nietzsche” (Ensaios e Conferências), confere a Nietzsche a virtude de, em seu anúncio da doutrina do eterno retorno, perceber uma vingança contra o tempo por parte dos filósofos metafísicos; sobretudo contra o vir a ser do tempo que não certifica o passado. Essa vingança contra o tempo é a marca da metafísica e, em nosso entendimento, é isso que dá fôlego a Heidegger para conceber a temporalidade finita do homem como o que fica esquecido em toda a história da metafísica. As reflexões que seguem procuram fazer uma leitura heideggeriana de Nietzsche, porém, distanciando-se dela, mostrando, sobretudo, como Heidegger deve ao pensamento de Nietzsche.
 
 
A sentença nietzschiana “Deus está morto”:
 
Deixemos o que afirmamos acima em aberto e voltemos para a análise da sentença nietzschiana “Deus está morto”, que é o motivo maior das nossas reflexões, mas não perderemos de vista o que acima deixamos, pois a denúncia nietzschiana da metafísica
 
tem uma relação direta com o modo como os filósofos, denominados por Nietzsche de moralistas/metafísicos, desenvolvem seus pensamentos na determinação secreta do tempo. Em nosso entender, Heidegger herda essa denúncia, adaptando-a à sua questão do sentido do ser.
 
A sentença a respeito da morte de Deus é proferida em “A Gaia Ciência”, parágrafo 125, intitulado “O homem desvairado”. A partir do título desse aforismo, podemos perguntar: será que só os loucos podem afirmar a morte de Deus? É o que parece, porém, se entendermos a loucura como um modo de existir que está para além do bem e do mal; e ainda: uma existência inocente, que, segundo Eugen Fink (1988), é capaz de experimentar o sentido estético do ser. E é isso que de fato Nietzsche pensa. Nietzsche elege um “louco” para anunciar a morte de Deus porque esse ato é grandioso. E é grandioso porque está em jogo o futuro da humanidade. Não é qualquer um que pode perceber isso; portanto, não é qualquer um que ingressa na história com tal intento. Somente quem deixou atrás de si os ensinamentos da filosofia, da religião, da moral e da ciência pode perceber que “Deus morreu”.
 
Ao proferir a sentença, Nietzsche está confirmando que por meio dele a história do Ocidente não é mais a mesma, pois experimenta um novo momento para ser. Isso quer dizer que ele suporta uma decisão fundada em uma história, que por meio dele cobra um novo sentido para a “vida”. Para ele, o Deus que morre não é o deus das religiões; quem morre é o âmbito metafísico, suprassensível, que sempre alimentou as grandes aspirações humanas. Daí Nietzsche entender Deus como um valor; valor que perdeu seu sentido porque a vida quer outras formas, não mais baseadas em âmbitos transcendentais, conforme opera na metafísica. E ainda: Deus morre no tempo em que o homem não precisa mais de valores metafísicos para fundar seu existir.
 
 
Wendy van Zyl/Pexels
 
Para Nietzsche, esse tempo é o tempo moderno; tempo em que predominam os valores imanentes da ciência. Quem mata Deus é o homem moderno, mas realiza tal intento sem ter a consciência de tal ato. Daí Nietzsche assumir a máscara do louco para realizar o anúncio. Ele se entende como um homem moderno, mas toma distância do seu tempo porque sabe da grandeza da sua missão. Sabe também que não é moderno como os outros, no caso, ele não é moderno como os cientistas. Nesse aspecto, Nietzsche, usando a máscara de Hermes, se mostra um hermeneuta; isto é, aquele que traz uma nova mensagem para uma nova Era, desvelando, portanto, no seu tempo, o que potencialmente está esquecido. O homem moderno, que também mata Deus, não percebe a grandeza desse ato, pois colocou o método e a investigação no lugar que ficou vazio. É importante ressaltar aqui o fato de Nietzsche já perceber o que é essencial na ciência moderna, a saber, o método. Heidegger, em várias passagens de seus textos, retoma essa constatação nietzschiana.
 
Para Heidegger, a essência moderna da ciência se caracteriza pelo método, cujo sentido se dá no planejar, antecipadamente, o que vai ser aplicado no ser ou natureza.
 
Aprisionados ao método, eles, os homens modernos, desprezam o episódio da “morte de Deus”, logo desprezam para si a possibilidade de ver o que é grande nesse ato. Daí Heidegger perceber a importância do que é anunciado por Nietzsche na “morte de Deus”. Presa ao método, a atividade científica não pensa, portanto não toma distância do imperativo metodológico que dá forma a todo “espaço” do seu tempo. Para Heidegger, Nietzsche constata isso, sobretudo quando se intitula um louco. Somente esse é o verdadeiro pensador, pois anuncia o que é grande e sabe que o seu pensar traz a peste e não a cura, como nos diz Clément Rosset (1989), se referindo a Artaud e ao teatro.
 
Aos autênticos pensadores está reservado anunciar e suportar o que é grandioso, na hora em que são convocados à decisão; é por isso que os homens de ciência não anunciam a “morte de Deus”, embora o tenham matado.
 
Curiosamente, esse entendimento do pensamento nietzschiano mostrado acima é de Heidegger; pois é Nietzsche, como vimos, quem afirma que o âmbito metafísico, âmbito da transcendência, perdeu força com a morte de Deus. Para Heidegger, Nietzsche, com o anúncio de sua sentença, percebe que uma novidade está posta no ar, e que essa novidade tem relação com o futuro da humanidade e sua relação com a história da metafísica; metafísica que há muito tem induzido o homem a depor em seu favor. Portanto, para Heidegger, Nietzsche está dialogando com o que mais decisivo acontece no Ocidente, a saber, Nietzsche se encontra convocado a responder a um novo apelo para o significado do ser. Nesse aspecto, para o pensamento de Heidegger, Nietzsche se imbrica com a história da metafísica e ainda depõe em seu âmbito essencial.
 
 
Jeniffer Araújo/Unsplash
 
Outros autores também comungam com a interpretação heideggeriana; é o caso de Jaspers, quando vê em Nietzsche um defensor da vida como criação: “Como é que o criar entra em cena para Nietzsche no lugar da liberdade ou como é que, para ele, a liberdade
 
é criar, isso é algo que precisamos desenvolver de uma maneira detalhada” (JASPERS, 2015). Embora fale em criação, vê-se que, para Jaspers, o âmbito da liberdade, âmbito da transcendência, ao assumir a forma do “lugar” da criação funda-se no âmbito da metafísica, uma vez que depõe no espaço da transcendência. A transcendência é o “lugar” que se torna metafísico quando não é assumida enquanto tal, quer dizer, quando ela não é assumida na forma de êxtase temporal. Heidegger e Jaspers (por tabela hermenêutica) acreditam que Nietzsche, com o conceito de vontade de poder ou conceito de criação, ao preencher o âmbito fático/extático do transcender, âmbito que possibilita a metafísica, nomeia o ser pelo ente e, por conseguinte, depõe em favor da história da metafísica.
 
Acima de tudo, é Heidegger quem afirma que a história do Ocidente está marcada pela dinâmica da metafísica, portanto é ele quem a caracteriza por uma forma de pensar que esquece o ser enquanto o transcender fático temporal; ou ainda, é no seu pensamento que a metafísica está caracterizada por uma deficiência, cuja consequência é o esquecimento do ser (temporalidade) e sua relação fática com o homem.
 
Opondo-se e ao mesmo tempo fazendo uma provocação ao pensamento heideggeriano, pergunta-se então: não encontramos em Nietzsche uma denúncia, por meio do anúncio da morte de Deus, de que a metafísica se caracteriza por engendrar valores absolutos para fundar o sentido do ser? Esse absoluto, enquanto sentido, não seria uma forma do tempo? Retomando o que deixamos acima, na introdução, se observa nesse diagnóstico nietzschiano uma associação entre metafísica e tempo, quer dizer, o desvio operante na criação dos valores absolutos acaba vinculando o modo metafísico de pensar com a questão do tempo.
 
Mais uma vez, reforçamos que Nietzsche percebe uma falha temporal na metafísica quando afirma que Deus e outros “artigos de fé”, como o bem, a causalidade, o princípio de identidade etc., possibilitam uma ordem absoluta e verdadeira para tudo que é e pode ser. Isso está explícito quando esse pensador afirma que a história da metafísica se funda na lógica do niilismo.
 
 
Cata/Unsplash
 
Ora, o niilismo é uma forma de ser e de pensar caracterizada por engendrar valores absolutos. Portanto, se concretiza quando os filósofos, por meio da metafísica, engendram valores que dão sentido à vida. Mas, diferentemente do que se pensa, o niilismo também resulta de uma criação e, enquanto tal, também responde por uma forma de afirmação do devir. Portanto, responde por uma afirmação do tempo. Mas essa afirmação Nietzsche a concebe simultaneamente como uma afirmação que nega. Entretanto, não se entenda afirmação e negação em sentido moral de bem e mal, pois ambas estão decididas antecipadamente pela vida enquanto vontade de poder.
 
A vida quer o nada ao nada querer. Para Nietzsche, não se pode contra o querer. Assim, a vontade é um “imperativo”, que necessariamente se inflige, dando sentido ao ser, mesmo que esse sentido tenha valor de tempo absoluto, isto é, de nada. Mas é preciso entender que esse nada não tem nada de lógico, quer dizer, de negação. O nada, firmado ao ser pela vontade, significa que o que se valoriza não corresponde ao que possibilita o valor, portanto não possibilita assegurar o poder que permite a criação. O nada resulta de um “cansaço”, isto é, resulta de um desvio da afirmação da imanência do devir finito. Daí o não suportar metafísico do poder da criação, poder este caracterizado pela assunção do devir finito do existir na forma do instante que passa. É Nietzsche quem pensa assim, quer dizer, é Nietzsche quem percebe que a operacionalidade da vontade, enquanto criação, se desmembra no interior do pensamento metafísico.
 
Entretanto, seria o imperativo da vontade, a criação, operante, segundo Nietzsche, nos filósofos, um procedimento metafísico? Para Nietzsche, os filósofos metafísicos são também criadores, porque a vontade de poder atua sobre eles. Mas eles são metafísicos porque não se enxergam, em seu tempo, nas mesmas; daí não se entenderem criadores e, sim, criaturas. Criam fundando um sentido para a vida fora da criação. Medem-se, portanto, por um valor absoluto que se encontra no além. Os filósofos, para Nietzsche, esquecem a vontade de poder enquanto devir imanente, por isso desenvolvem, em seu tempo, a lógica do niilismo.
 
Voltemos a perguntar: Heidegger não teria herdado essa crítica nietzschiana? A vontade de poder como criação não seria a assunção fática da vida? Essas questões são possíveis quando analisamos o pensamento de Heidegger sobre Nietzsche, sobretudo quando Heidegger analisa a sentença nietzschiana “Deus está morto”; portanto quando afirma que Nietzsche entende o niilismo como lógica interna operante na história da metafísica. Responderemos a essas perguntas se entendermos o que Heidegger entende pelos conceitos nietzschianos de vontade de poder, eterno retorno do mesmo, niilismo e super-homem.
 
Afirmamos no início que, para Heidegger, Nietzsche ingressa na história da metafísica como uma decisão, pois, por ele, a metafísica atinge suas últimas possibilidades, a saber, os valores transcendentes se esgotam e impera no mundo uma falta de sentido total, pois sem Deus não há mais a verdade, e o mundo real portanto perde também o seu sentido. Não impera mais nem o mundo suprassensível, nem o mundo sensível enquanto doadores de valor. Há instaurado um nada absoluto, logo uma falta de sentido geral. Mas Heidegger acha que Nietzsche vê nesse cenário negativo algo de positivo. Ele entende que Nietzsche percebe um cansaço na metafísica e que a mesma chegou ao fim. E é essa visão da metafísica por parte de Nietzsche que interessa a Heidegger.
 
Como último metafísico, segundo Heidegger, Nietzsche teria percebido os desvios dos filósofos, entendendo-os como niilistas. Assim, o exame do niilismo desenvolvido por Nietzsche será a chave para revelar seu pensamento.
O entendimento de Heidegger da vontade de poder, eterno retorno e super-homem:
 
Vejamos então o que Heidegger entende por vontade de poder, eterno retorno e super-homem. Vejamos também como esses conceitos ainda são entendidos por Heidegger como metafísicos, portanto ainda niilistas; e como, por meio desses conceitos, de uma forma indireta, Heidegger se apropria do pensamento nietzschiano. São vários os textos nos quais Heidegger examina os principais conceitos nietzschianos. Três deles nos servem de base para nossas análises, a saber: “A sentença Deus está morto”, encontrada na obra – Holzweg – “Caminhos de Floresta”, caminho do campo e ainda, “caminhos que levam a lugar nenhum”, “Nietzsche – metafísica e niilismo” e finalmente o texto “Quem é o Zaratustra de Nietzsche”.
 
A leitura desses textos não esgota a compreensão que Heidegger tem de Nietzsche, mas são textos significativos para quem quer compreender tal leitura. Na sentença “Deus está morto”, por exemplo, há muitas informações sobre a revelação dos conceitos nietzschianos por parte de Heidegger. Sempre nas leituras de Heidegger ocorre uma apropriação dos autores; estes são “obrigados” a mostrar seus pensamentos por meio dos seus não ditos. Dito de outra maneira, Heidegger faz aparecer o que está oculto, não dito, nos pensamentos dos filósofos. A tônica é sempre a mesma: todos estão presos à metafísica, pois quando pensam o sentido do real, quer dizer, quando pensam o sentido do ser, o tomam por um ente exemplar. Assim, cabe-nos mostrar, no pensamento de Heidegger, o que significa o ser e sua relação com a metafísica.
 
Em primeiro lugar, devemos retirar do ser o artigo, portanto fiquemos somente com ser; em itálico, de preferência. Ser, para Heidegger, é o que sempre deu fôlego aos filósofos, quer dizer, o que sempre exigiu do pensamento a doação do sentido. Já Aristóteles, em sua obra “Metafísica”, teria mostrado isso. Aristóteles afirma que todos os filósofos anteriores a ele se mantêm determinados a pensar o significado fundamental das coisas por exigência do próprio ser. Isso mostra que é o próprio ser que assegura a questão sobre o ente e que mantém aberto o espaço da metafísica. Observem que aqui a metafísica não é vista como uma disciplina escolar, metafísica é o espaço de garantia das respostas dadas às exigências colocadas pelo ser.
 
Andrea Piacquadio/Pexels
 
Heidegger retoma esse raciocínio e lhe dá uma conotação própria. Para ele, os filósofos, quando são solicitados a dar um sentido ao ser, não o percebem enquanto ser que se dá somente na correlação com o ser do homem. Isso se desmembra no problema da identificação do ser. Para Heidegger, os filósofos estão sempre entificando o ser e, portanto, destoando o sentido da palavra metafísica, uma vez que a mesma passa a ser entendida como um “espaço” da correlação do homem com o ser. Quer dizer, os filósofos atuam no âmbito metafísico, reforçando a mesma.
 
Quando analisa o niilismo na filosofia de Nietzsche, por meio do texto “A sentença nietzschiana ‘Deus está morto’”, Heidegger (2003, p. 483) nos dá uma pista do que seja a metafísica. Diz ele:
 
A metafísica é o espaço histórico no interior do qual se torna destino o fato de o mundo suprassensível, as ideias, a lei moral, a autoridade da razão, o progresso, a felicidade da maioria, a cultura, a civilização perderem o seu poder edificador e transformarem-se em nada.
 
Em vários textos, Heidegger mostra o seu entendimento da metafísica. Elegemos especificamente essa citação porque ela mostra a metafísica como o espaço que assegura a história do niilismo. Citamos a mesma para fazer uma provocação com o pensamento de Heidegger, porque seu contexto é o resultado do que Heidegger examina por niilismo, segundo Nietzsche. Veja que a metafísica aí se mostra como um espaço histórico que suporta o destino do sentido dado ao ente na sua totalidade. Esse conceito é de Heidegger. Nos seus textos, a metafísica é mesmo um “lugar” por onde o sentido do ente se decide. E isso é histórico porque em cada época o ente, no seu todo, assume forma diferente. Nesse caso, as diversas épocas acompanham as decisões dos filósofos quando são solicitados a dar o sentido do seu tempo. É o tempo então que exige o sentido do ente. É aqui que Heidegger percebe a armadilha em que caem os filósofos.
 
O tempo que exige o sentido é o presente. Mergulhado nos entes e afetado pelos mesmos, o pensamento humano se inquieta e se espanta com essa afecção. Daí formularem a pergunta: o que é o ente enquanto ente? As respostas serão decididas por força do presente; e o sentido dado, mediante a resposta dada para a pergunta, receberá um sentido de eternidade. Pela eternidade, o ser que exige o sentido do ente se perdeu. Para entender esse processo, é preciso voltar a exercitar a pergunta pelo ser, que na versão de tempo mostra-se como o decisivo na história da metafísica. Para Heidegger, esse tempo é o da temporalidade humana. Pela temporalidade já se percebe a imbricação entre ser e homem. Portanto, para que o ser se mostre, precisa-se mostrá-lo na relação direta com o homem.
 
Ser resulta da temporalidade humana e se oferece assim porque a estrutura humana é temporal, cumprindo-se enquanto temporalidade finita e não eterna. Foi a relação finita de ser homem que a metafísica esqueceu. Guardemos essa definição de ser homem e voltemos, a partir da citação acima, à leitura heideggeriana de Nietzsche, mostrando como Heidegger apresenta os conceitos nietzschianos, como se apropria dos mesmos.
 
 
Polina Zimmerman/Pexels
 
A citação acima está direcionada ao modo como Nietzsche mostra o niilismo; então, em consideração a essa citação, podemos dizer que Nietzsche entende o niilismo, associando o mesmo ao poder edificante que se transforma em nada. Ora, o poder edificante, segundo
 
a citação, se transforma em nada no âmbito da metafísica. Isso quer dizer, como já desenvolvemos acima, que no interior da metafísica há um fluxo de troca de valores. Veja, por exemplo, o suprassensível, as ideias etc., na dinâmica da metafísica se transformam
 
em nada. Nada aqui é a perda de sentido, isto é, perda de valor ou valor de nada. Então a metafísica, para Nietzsche, é uma constante desvalorização dos valores; assim, os homens, da mesma forma que criam os valores para dar sentido ao seu tempo e à sua vida, os desprezam; portanto os desvalorizam. Mas por que isso se dá? Aí precisamos entender o que significam os valores e o que, por trás deles, ditam suas permanências e suas desvalorizações.
 
No texto “A sentença nietzschiana ‘Deus está morto’”, Heidegger pergunta o que Nietzsche entende por valor, e formula tal questão usando uma anotação do próprio Nietzsche, pronunciada no seu livro “Vontade de Potência”.
 
Cito Heidegger citando Nietzsche: “O ponto de vista do ‘valor’ é o ponto de vista das condições de conservação-elevação em vista de conformações complexas de duração relativa no interior do devir” (2003, p. 489). Heidegger utilizará outra citação para explicitar o significado de valor e como este se mostra como ponto de vista:
 
Se Nietzsche conclui a caracterização da essência do valor com a palavra devir, então essa palavra conclusiva fornece a indicação do âmbito fundamental ao qual pertencem, em geral e sozinhos, os valores e as avaliações. “O devir” é para Nietzsche “a vontade de poder”. A “vontade de poder” é assim o traço fundamental da “vida” – palavra que Nietzsche também utiliza frequentemente em sua significação ampla, segundo a qual ela é equiparada no interior da metafísica (comparar Hegel) com devir. Vontade de poder, devir, vida e Ser no sentido mais amplo significam na linguagem nietzschiana o mesmo. Por aqui se percebe que o valor é um ponto de vista. (HEIDEGGER, 2003)
 
Pela explicitação do conceito de valor se chega ao conceito máximo nietzschiano de vontade de poder. É a vontade de poder que cria os valores para conservação/elevação da vida, mas vida enquanto vontade de poder. Nesse caso, tudo que é criado para conservar a vontade é criado também para sua elevação. Então, tudo é resultado da vontade de poder; e como esta quer se elevar seu querer é querer o poder. Nesse aspecto, estamos em um círculo. A vontade que é poder quer a própria vontade. Daí Heidegger nomear esse conceito nietzschiano por vontade de vontade. A vontade não quer a outro senão a si mesma. Com essa definição, vislumbramos logo o conceito de eterno retorno. O retorno é o retorno da vontade para si mesma. Isso traduzido na linguagem heideggeriana diz o seguinte: se o ente no seu todo é decidido pela vontade de poder, isso implica em afirmar que o modo como se dá o ente é o retorno. Quer dizer, quem imprime o valor ao ente é a condição de a vontade retornar. Ser, para algo, significa estar caracterizado pela vontade que se quer. Cada valor dado a algo se torna potenciação da vontade, vontade que se quer.
 
Mas se a vontade sempre quer, quer dizer, quer a si para crescer, ela então não para de querer a si, portanto ela é o próprio devir. Mas um devir imanente fundado no retorno. Quando esse devir opera, subjacente à filosofia, nós podemos perceber o que permanece na troca de valores por parte dos filósofos. O que permanece é o querer da vontade traduzido no seu crescimento. Assim, quando um valor enfraquece a vontade, ela o troca por outro, dando vazão ao fluxo do devir. Nesse caso, Nietzsche teria percebido o que no devir permanece; e o que permanece no mesmo é a vontade de poder, enquanto devir.
 
É aqui que Heidegger denuncia e critica Nietzsche; mas é aqui também que ele de Nietzsche se apropria.
 
Para Heidegger, o que permanece sempre na história da metafísica é a pergunta e a resposta pelo ser. Quer dizer, todo filósofo, em seu tempo, sempre está submetido à exigência em dizer o que é o ente; por isso, eles pensam sempre na mesma coisa. Nietzsche diz que a vontade de poder, como devir, é o que sempre cobra dos filósofos o sentido para a vida, a saber, o sentido do ser. A história da metafísica considerada por Nietzsche enquanto a história de um erro depõe em favor disso. O erro está no fato de os filósofos não afirmarem a vontade de poder como exigência. Heidegger sabe que Nietzsche percebeu no retorno da vontade a exigência do sentido. Mas é cruel com o mesmo ao afirmar que a vontade de poder, no modo do eterno retorno, imprime a marca absoluta para o sentido do ser, portanto imprime no ser a marca de um ente (tempo) total.
 
 
Tachina Lee/Unsplash
 
Segundo Heidegger, os conceitos de vontade de poder, eterno retorno e super-homem se comungam, o que implica em dizer que os dois primeiros conceitos estão articulados para beneficiar o último, a saber, o conceito de super-homem. No entender de Heidegger, a filosofia de Nietzsche é uma preparação para a superação do ser do homem concebido pela metafísica até aqui, quer dizer, a filosofia de Nietzsche vislumbra superar o conceito do ser humano apresentado pela metafísica em detrimento de uma nova humanidade apta a assumir o controle da terra no tempo em que Deus morreu. Veja o que diz Heidegger no seu texto “Quem é o Zaratustra de Nietzsche”:
 
Mas de onde vem o clamor pela necessidade do super-homem? Por que o homem não é mais suficiente? Porque Nietzsche reconhece o instante histórico em que o homem se prepara para entrar na total dominação da terra. Nietzsche é o primeiro pensador que, considerando a história do mundo tal como esta pela primeira vez nos chega, coloca a pergunta decisiva e a pensa por meio de toda sua amplitude metafísica. A pergunta é: o homem enquanto homem, em sua constituição de essência até agora vigente, está preparado para assumir a dominação da terra? Se não, o que então precisa acontecer com o homem atual, de modo que ele se “submeta” à Terra e assim cumpra a palavra de um velho testamento? Não será preciso conduzir o homem atual para além de si mesmo, para poder corresponder a essa missão? Se assim é então o super-homem, pensado corretamente, pode não ser o produto de uma fantasia desenfreada e degenerada, turbilhonando no vazio. A natureza desse super-homem não se deixa, de modo algum, descobrir historicamente por meio de uma análise da época moderna. Por isso, jamais deveremos buscar a configuração essencial do super-homem naquelas figuras que, como “altos executivos”, são empurradas para a cúpula das diferentes formas de organização de uma vontade de poder malvista e mal-interpretada. Uma coisa devemos observar imediatamente: esse pensamento, que se põe a pensar a figura de um mestre que ensina o super-homem, diz respeito a nós, à Europa, a toda Terra, não somente hoje, mas sobretudo no amanhã. (HEIDEGGER, 2001).
 
Se Nietzsche, no entender de Heidegger, atrela a nova humanidade (o super-homem) à vontade de poder, então esse novo homem, apregoado por Nietzsche, precisa se reconciliar com o tempo, uma vez que a essência da vontade é o devir. Veja que é o próprio Heidegger (2001) que nos leva a pensar assim quando afirma: “A natureza desse super-homem não
 
se deixa, de modo algum, descobrir historicamente por meio de uma análise da época moderna”. A reconciliação com o devir se dará em um tempo para além do tempo moderno. Isso Nietzsche já sugere quando propõe a superação do homem atual. Superar o homem atual significa se reconciliar com a vontade de potência, para a qual o homem moderno não está apto. Na citação acima, Heidegger confirma isso, pois mostra que o super-homem, anunciado por Nietzsche, está além de ser compreendido pelo tempo moderno. Ora, em nosso entender, é aqui que Heidegger percebe que Nietzsche está falando sobre a relação entre o ser e o tempo.
 
Para Nietzsche, o super-homem, como nova humanidade, não pode ser concebido pela modernidade. Segundo ele, o novo homem só se confirma quando assumir a vontade de poder operante no devir. Mas assumir a vontade de poder não é assumir o tempo? Sobretudo o tempo finito que é a marca do devir? De fato, isso nós vemos em Nietzsche. Mas, no entanto, Heidegger precisa dizer que esse tempo da vontade, dado no retorno da vontade para si, cumpre-se enquanto “acabamento” da metafísica; logo, faz da mesma o sentido absoluto que dá sustentação ao ente. Na forma absoluta, a vontade, portanto, assume a forma eterna do tempo. Para Heidegger, o eterno retorno é o modo como a vontade se dá em seu devir; repetindo: mas esse retorno se dá em um sentido absoluto. Com isso, Heidegger vincula Nietzsche como pertencendo à história da metafísica. Quer dizer, Nietzsche seria aquela espécie de pensador que, não percebendo a relação que o sentido do ente tem com o tempo, acaba, sem saber, por pensar o ser enquanto ente absoluto. Entretanto, se olharmos bem a interpretação de Heidegger sobre Nietzsche na citação acima, perceberemos que Heidegger refere-se ao sentido do super-homem de Nietzsche como o sentido da terra. De fato, no parágrafo 3 de sua obra máxima, “Assim Falou Zaratustra”, Nietzsche (2011) defende o super-homem, enquanto sentido da terra, contra os que fixam sua existência no suprassensível: “Eu vos imploro, irmãos, permanecei fiéis à terra e não acrediteis nos que vos falam de esperanças supraterrenas! São envenenadores, saibam eles ou não”.
 
Em Nietzsche, a terra não teria o sentido de mortalidade? E também: o sentido da terra mostrado por Heidegger, referindo-se a Nietzsche, não seria um chamamento para pensarmos a assunção do devir enquanto tempo existencial finito? Nietzsche, em suas obras, aponta para a entrega da vontade de poder para fazer valer o sentido do novo homem. Mas essa entrega, como já afirmamos antes, é uma entrega ao devir, isto é, uma ratificação ao tempo que passa. Mas quando Heidegger fala da temporalidade (ek-sistente) do Da-sein (Ser-aí) não está falando também do tempo finito? Com essa pergunta encerramos provisoriamente esta reflexão.
 
Sabemos que o conceito de tempo em Heidegger é complexo, como também seu conceito de ser. Este último, na imbricação com o tempo, está presente em toda sua produção filosófica. Ser é tempo que se esvai, tempo que não se alcança; daí o porquê de os filósofos pensarem o ser na forma esquecida. O pensamento não alcança o tempo da sua permissão, fazendo com que os humanos como seres pensantes decaiam em seus afazeres ordinários.
 
Nietzsche, para Heidegger, esqueceu o ser quando anunciou seu conceito máximo de vontade de poder. Mas mostramos que Nietzsche, ao mostrar a história da filosofia como niilista, estava apontando um “erro” operante na mesma. Para nós, é nesse erro, e no anúncio do super-homem como o tipo apto a assumir a vontade de poder, que vemos o aceno nietzschiano desenvolvido por Heidegger para a relação do ser com o tempo.
 
Pois bem, são a essas questões que chegamos quando analisamos a leitura que Heidegger faz de Nietzsche.
 
 
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
 
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Agosto 23, 2020

chamavioleta

Criatividade: dom ou prática?

Escrito por Sumaia Santana 

da Equipe Eu Sem Fronteiras.

22 de agosto de 2020. 

 
 
Folha de papel com desenhos coloridos.
 
 



Muitas pessoas são apontadas como naturalmente criativas, passando a ideia de que a criatividade é uma característica adquirida exclusivamente no nascimento. Se uma pessoa nunca fez um curso de desenho e sabe desenhar de forma realista, por exemplo, dizem que ela tem um dom para a arte.
 
Podemos comparar o conceito de criatividade com a imagem que criamos sobre o povo do Brasil. O “jeitinho brasileiro”, traduzido como a capacidade de inventar soluções originais para problemas do cotidiano, seria desenvolvido a partir do contexto no qual uma pessoa vive.

 
Será que a criatividade surge no nascimento? Ou será que ela se desenvolve a partir do contexto no qual estamos inseridos? Para entender de onde vem a criatividade, como usá-la e o que podemos obter a partir dela, confira cada um dos tópicos a seguir!

O que é criatividade?

 

Pessoa segurando pincel em frente a alguns baldes de tinta
Russn_fckr/Unsplash
 

De acordo com o dicionário, criatividade é a “qualidade da pessoa criativa, de quem tem capacidade, inteligência e talento para criar, inventar ou fazer inovações na área em que atua; originalidade”. A partir da criatividade somos capazes de expressar o que pensamos e o que sentimos, encontrar soluções para problemas inesperados, desenvolver projetos no ambiente de trabalho, criar histórias para divertir outras pessoas e olhar para nós mesmos de jeitos diferentes.
Em um sentido menos individualizado, a criatividade é a capacidade de criação. No entanto, para filósofos gregos, indianos e chineses, nenhuma pessoa seria capaz de criar algo, apenas de reproduzir, descobrir ou imitar aquilo que já existe. O sentido de “criar” surgiu na tradição judaico-cristã, segundo o historiador Daniel Boorstin, com a ideia de que Deus criou o mundo. Nesse sentido, somente Ele teria essa capacidade.
Com o Renascimento, movimento histórico que levou ao Humanismo (as pessoas são o centro de tudo, não Deus), o conceito de criatividade passou por mudanças. A partir daquele momento, reconheceu-se que as pessoas têm capacidade de criar objetos, pinturas, esculturas e as mais variadas produções.
Essa mudança de pensamento permanece até os dias de hoje, sendo “criatividade” uma característica que pode ser atribuída a alguém. Mas ainda há discussões sobre a origem dessa habilidade. Ela nasce com o indivíduo ou é adquirida ao longo da vida? Ela é um dom ou uma prática?

Criatividade: dom ou prática?

 

Livros em uma estante
Nick Fewings/Unsplash
 

 
Você diria que uma pessoa nasce sabendo falar? Provavelmente não, porque nós temos consciência de que tudo o que fazemos nos foi ensinado, desde andar até se comunicar. Por que com a criatividade seria diferente? Uma criança pode ser capaz de criar histórias e inventar situações a partir dos estímulos que recebe de familiares e professores(as), mas não nasce com essas habilidades.

A criatividade é uma resposta subjetiva de cada um de nós para superar desafios com os quais nos deparamos, e isso só pode ser desenvolvido a partir da experiência. Quanto mais você se colocar em situações que não apresentam uma solução simples ou que exijam que você traga uma nova perspectiva, maior será a sua capacidade para pensar rapidamente e de forma original. A criatividade não é um dom, mas uma prática que pode ser adquirida a partir de exercícios e estímulos.
Segundo o professor de design gráfico Brad Hokanson, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, o desafio na resolução de um problema é responsável diretamente pelo aprimoramento de nossa criatividade. O fato de termos a sensação de que um problema é impossível de ser solucionado nos impede de tomar qualquer atitude, bloqueando a nossa mente na busca por uma inovação. Como superar esse bloqueio?

Estimule sua criatividade

A única forma de se tornar uma pessoa criativa é estimulando a sua criatividade. Só assim você será capaz de resolver problemas com agilidade, de persistir quando as dificuldades aparecerem e de inovar, seja na sua vida ou no seu trabalho. Saiba como estimular sua criatividade!

1) Desafie-se constantemente

 

Mulher em um jardim de olhos fechados
Allef Vinicius/Unsplash
 

Quando você estiver diante de uma situação complicada, tente resolvê-la antes de pedir ajuda. Faça mapas mentais avaliando as possibilidades, arrisque tomar até aquelas atitudes que você jamais tomaria. O importante é que você se esforce para resolver o problema, tendo consciência de que você é capaz de fazer isso. Caso não consiga chegar a um resultado, respire fundo, relaxe e tente de novo mais tarde!

2) Interaja com pessoas diferentes

 

Pessoas sentadas na rua conversando
Kate Kalvach/Unsplash
 

Ao interagir com pessoas diferentes, com quem não estamos acostumados a conversar, entraremos em contato com novas perspectivas sobre o mundo. Cada pessoa tem uma forma de ver a realidade, e conhecê-las é a melhor forma de ampliar nosso repertório para os momentos em que precisaremos criar algo. Compartilhe suas ideias com elas e veja o que pensam sobre cada uma!

3) Busque referências novas

 

óculos aberto em uma agenda com anotações
Dan Dimmock/Unsplash
 

Se você precisa produzir algo inovador, é preciso conhecer tudo aquilo que já foi feito. Conhecer os clássicos e entrar em contato com o que já foi produzido pode te ajudar a trazer algum frescor para a novidade que você irá desenvolver. Não tenha medo de buscar fontes de inspiração! Se você criar algo novo a partir delas, sua criatividade só tem a ganhar!

4) Mantenha o foco


Pessoa foleando um livro
Lilly Rum/Unsplash
 

Manter o foco é essencial na hora de desenvolver uma ideia ou de resolver um problema. Dessa forma você conseguirá analisar diferentes hipóteses por inteiro, sem precisar retomá-las a todo momento, como acontece quando inúmeras distrações te cercam. Fique longe do celular por um tempo e se concentre em tomar uma atitude! Não tenha medo de errar, porque até os erros sempre terão algo a ensinar.

5) Saiba ouvir críticas

 

Duas pessoas sentadas em um muro de frente para o outro
Kate Kalvach/Unsplash
 

Sabe quando você produziu algo do qual se orgulha e então uma pessoa critica algum aspecto disso? Por mais desanimadora que essa situação seja, ela deve ser entendida como uma oportunidade de inovar e de ir além do que foi produzido anteriormente. Ouça as críticas e entenda que elas fazem parte do seu crescimento pessoal. Crie a partir do que você precisa mudar e se surpreenda com o resultado!

Use sua criatividade

 

Mulher desenhando em um caderno
Daria Tumanova/Unsplash
 

Depois de estimular sua criatividade, você vai perceber, com o tempo, que se tornará uma pessoa mais criativa. Esse processo vai levar toda a sua vida, porque sempre há mais para aprender, mas os resultados serão sempre satisfatórios.
Uma vez que a sua criatividade estiver se desenvolvendo, você será capaz de resolver desafios com mais agilidade, de planejar presentes inovadores, de traçar roteiros de viagem diferentes dos convencionais, de experimentar novos sabores na culinária e de conhecer pessoas que são muito diferentes de você.
Use sua criatividade para ser uma pessoa mais comunicativa, mais inovadora e que, quando não sabe o que fazer, busca uma solução rapidamente. Lembre-se de que nenhum problema é grande demais para você e de que cada desafio te permite ser ainda melhor do que era antes deles.

Eu Sem Fronteiras.


 
 
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Agosto 22, 2020

chamavioleta

5 formas de incluir os conhecimentos da filosofia na sua vida

Escrito por Sumaia Santana 

da Equipe Eu Sem Fronteiras.

21 de agosto de 2020. 

 
 
Pequena árvore saindo de dentro de livro numa biblioteca.
 
 


 
Existem dois tipos de pessoas. Algumas estão constantemente cabisbaixas. Possuem olhar triste, postura curvada e demonstram muito cansaço. Elas enxergam apenas o lado feio da vida. Se chover, reclama por que não vai atrapalhar o passeio. Se fizer sol, reclama porque vai ficar cansado. A coluna dessas pessoas mais parece um anzol. Elas carregam pesos materialmente invisíveis, mas, completamente sentidos por quem está ao redor delas. O cansaço não é apenas físico. O negativismo dessas pessoas suga energia. 
 
Como já mencionado em outro texto, a filosofia pode nos ajudar diariamente. Ela não precisa ser vista como uma disciplina complexa de compreender. Muitos filósofos se tornaram famosas por teorias, frases que de alguma forma inspiraram as pessoas e pudessem ser aplicadas no dia a dia. Vamos citar cinco frases de filósofos que podem ajudar você a refletir sobre a sua vida.
 
1) “Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida”, Sócrates
 
Esta famosa frase de Sócrates, um filósofo de Atenas que sempre buscou passar para as pessoas que elas deveriam ter liberdade de escolha, de pensamento e ideias nos trouxe diversas colaborações. Mas nesta frase em especial, trazendo para a nossa contextualização, o pensador quer afirmar que precisamos ter uma vida de desafios. Ela não pode ser fácil e sem graça. O desafio é que faz a vida valer a pena de se viver. Observe como você encara os desafios, que tal começar a encará-los de forma mais positiva?
 
2) “Não é a força mas a constância dos bons resultados que conduz os homens à felicidade”, Friedrich Nietzsche
 
Nietzsche era uma filósofo alemão considerado crítico e muito duro em suas teorias. Seus temas recorrentes eram moral, Estado e religião. Nesta frase descrita acima, o filósofo nos apresenta um resultado de coisas como a felicidade. Isso que ele não era muito íntimo com a felicidade. Mas é possível compreender a sua frase para a vida. A felicidade é um conjunto de resultados. E para estarmos bens, mais provável que pratiquemos as coisas boas e assim o resultado será positivo.
 
Abby Chung / Pexels
 
 
3) “O destino baralha as cartas, e nós jogamos”, Arthur Schopenhauer
 
Ele era uma filósofo que criticava outros pensadores e tentava apontar que o mundo é uma representação individual, e que cada um tem uma ideia diferente. Na frase muita conhecida deste pensador, e que por sinal continua viva e forte, ele expressa que a vida é uma caixa de surpresa. Nós não temos certeza de nada. O futuro não nos é dado. O que resta é viver de forma leve e simples, buscando se autoconhecer porque o destino não nos pertence, o que nos pertence é o jogo da vida.
 
 
4) “Aprender é mudar posturas”, Platão
 
Um dos filósofos mais importantes de nossa humanidade. Ele acreditava que o conhecimento deve ser o das ideias, daquilo que é já é concebido e que não pode ser mudado. Era defensor de uma boa educação. Com a frase acima, muita conhecida, o pensador mostra que quando a gente aprende sempre estamos mudando, porque para aprender é necessário que se faça mudanças, assim muda-se as posturas, a gente muda.
 
Essa frase forte é do pensador Kant, que defendia o idealismo e a filosofia moral. Nessa frase ele nos mostra a importância do amor em nossa vida. Quanto mais o tivermos, melhor será nossa caminhada aqui na vida. Amor por nós, aos outros, ao mundo. O amor que gera amor. É uma bela mensagem cheia de ensinamento.
 
 
Eu Sem Fronteiras.


 
 
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Outubro 16, 2019

chamavioleta

Teri Wade.

Traduzido por Adriano Pereira

a 15 de outubro de 2019.

 
.


 
"Porquanto, nossa luta não é contra seres humanos, e sim contra principados e potestades, contra os dominadores deste sistema mundial das trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais." (Efésios 6:12)
 
 
A América foi vendida pelo maior preço, a América foi fraca em seus propósitos, as profundezas desta sua traição são inimagináveis. Quando você está acordado, você consegue ver claramente. Eles são os traidores cada um deles. Quanto mais fundo você descer no buraco do coelho, mais perto você chega da quantidade insana de maldades que têm sido perpetradas contra a raça humana.
 
Estes governantes satânicos têm realizado uma guerra implacável contra a humanidade, para humilhar e controlar o nosso avanço espiritual e manter-nos na escravidão econômica.
 
Estes governantes estão em todas as religiões, no sistema financeiro, judicial, na aplicação das leis, nos sistemas de educação, e construíram um império de veneno sintético através da Grande Industria Farmacêutica para destruir os nossos corpos e mentes.
 
Eles nos distraem controlando para onde a nossa atenção e pensamentos fluem, através de violentes entretenimentos, através da música, videogames, filmes, etc.
 
É assim que a mente é controlada, através de magia negra de frequência muito baixa e escura, que é bombardeada sobre nossa psique todos os dias.
 
Estes governantes escondem-se atrás dos enganos das igrejas. Eles vendem a história da Luz e da Salvação, mas é tudo enganação.
 
Eles veem a humanidade adorando-os na completa ignorância de quem eles realmente são. Pessoalmente, as religiões e a enganação que é sacramentada pelas igrejas me enjoa. As igrejas são apenas veias que fluem de um traficante central do mal, o Vaticano. As igrejas são grandes mentirosas!
 
Estes psicopatas se escondem atrás de sacrifícios e tráfego da humanidade, tudo numa escala que iria explodir a mente de qualquer um que esteja dormindo. Nós vivemos em um planeta que, por acaso, é um corredor muito ocupado, vamos dizer assim, ou seja, o tráfico, e a venda da raça humana é muito prevalecente aqui. Somos uma grande mercadoria, dentro e fora do mundo, de muitas maneiras.
 
Estas entidades escuras do mundo canibalizam a nossa raça e infundem o nosso sangue através das práticas enganosas de doações de sangue.
 
E a verdadeira parte doentia de tudo é que tudo têm estado mesmo à frente dos nossos olhos, durante todas as nossas existências.
 
Oba, não era nada além de um cavalo de Tróia, um vampiro, que deixamos entrar cujo trabalho era pôr a América de joelhos, abrindo um caminho que permitiria as Bruxas terminem o trabalho.
 
Estes parasitas sabem que o seu tempo está a chegar ao fim, e eles vão vir para cima de nós com tudo, lutando para manterem seus poderes sobre nós.
 
Eles sabiam que este momento estava chegando, sabiam que era inevitável, e os esforços e a resistência deles é inútil.
 
Nós e o aumento da nossa consciência, a nossa descoberta deste engano, vai destruí-los!
 
Teri Wade.
 
 
Fonte: Facebook de Teri Wade
 
 
Teri Wade
 

 

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Dezembro 30, 2016

chamavioleta

Bata o sistema com esta lista de 40 Web site educacionais livres

Via Ativista Verdadeiro

(Graças a Natural Blaze)

 

29 de dezembro de 2016

Tradução com a ajuda do Google.

 

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De acordo com http://www.webometrics.info, existem mais de 17 000 universidades, mas obter um diploma em muitos delas é bastante caro. Muitos estudantes em todo o mundo (e suas famílias) ficam com grande dívida ou têm de trabalhar mais de sessenta horas por semana, a fim de pagar a educação.

Dois terços dos estudantes universitários norte-americanos que se formaram em 2011 ficaram com dívidas de empréstimo de estudante, com uma média de mais de 27 000 USD por pessoa. Lendo essas estatísticas não consigo parar de pensar sobre essas palavras de mais de 30 anos atrás:
 
COM A EDUCAÇÃO DAS MASSAS, APRESENTA-SE QUE A MAIORIA DAS PESSOAS PODERIA SER ENSINADA A LER E ESCREVER. Da mesma forma, uma vez que temos tomadas de computador em cada casa, cada um deles enganchado até BIBLIOTECAS ENORMES, onde você pode perguntar qualquer pergunta e ser dadas respostas, você pode olhar para ALGO que você está interessado em saber, no entanto, PARECE SER DE NINGUÉM. - ISAAC ASIOV
 
Isaac Asimov morreu em 1992, mas se ele pudesse ver as oportunidades que a Internet está nos dando no século XXI ele provavelmente sorriria até às orelhas. Obter um diploma em uma universidade pode ser caro, mas há opções muito melhores. Existem muitos sites na Internet que agora oferecem gratuitamente materiais de aprendizagem e carga. Agora mesmo as pessoas mais pobres poderiam dar-se ao luxo de ser melhor educadas do que muitos graduados de Harvard, tudo o que eles precisam é de acesso a um computador (não tem que ser pessoal, poderia ser o que a biblioteca local oferece para uso público)
 
Basta com as palavras, aqui está uma lista BADASS de mais de 40 sites educacionais:

1. ALISON - mais de 60 milhões de lições e registra 1,2 milhões de visitantes únicos por mês

2. COURSERA - Web site educacional que trabalha com universidades para começar seus cursos no Internet, livre para que você usar. Aprenda, com mais de 542 cursos.

3. The University of Reddit - A universidade livre de Reddit.

4. UDACITY - Avance sua educação e carreira através de aulas on-line baseadas em projetos, focadas principalmente em informática, ciência de dados e matemática.

5. MIT Open CourseWare - Acesso livre a alguns cursos do MIT que estão em pé de igualdade com o que você esperaria do MIT.

6. Open Culture - Compêndio de recursos livres de aprendizagem, incluindo cursos, livros didáticos e vídeos / filmes.

7. No Excuse List - enorme lista de sites para aprender.

8. Open YALE Courses - Aberto Yale Cursos oferece acesso livre e aberto a uma seleção de cursos introdutórios ministrados por professores e estudiosos em Yale University Todas as palestras foram gravadas na sala de aula Yale College e estão disponíveis em vídeo, áudio e transcrição de texto formatos . O registro não é obrigatório

9. Khan Academy - Assista milhares de micro-palestras sobre temas que vão desde a história e medicina para química e ciência da computação.

10. Zooniverse - Participar de uma enorme variedade de interessantes estudos da natureza, ciência e cultura.

11. TUFTS Open CourseWare - Tufts O OpenCourseWare é parte de um novo movimento educacional iniciado pelo MIT que fornece acesso gratuito ao conteúdo do curso para todos online. Os cursos oferecidos pela Tufts demonstram a força da Universidade em ciências da vida, além de sua abordagem multidisciplinar, perspetiva internacional e ética de serviço para suas comunidades locais, nacionais e internacionais.

12. How Stuff Works? - Mais lições científicas e explicações do que você poderia classificar em um ano inteiro.

13. Harvard Medical School Open Courseware A missão da Iniciativa Open Courseware da Harvard Medical School é trocar conhecimentos da comunidade de eruditos de Harvard para outras instituições acadêmicas, estudantes em perspectiva eo público em geral.

14. VideoLectures.NET - o título diz tudo - vídeo incrível palestras sobre muitos temas.

15. TED - Palestras motivacionais e educacionais de profissionais notáveis ​​em todo o mundo.

16. Shodor - Uma organização sem fins lucrativos de pesquisa e educação dedicada ao avanço da ciência e da educação matemática, especificamente através do uso de tecnologias de modelagem e simulação. Incluído neste site estão os recursos de instrução, software, lições interativas, explorações e informações sobre oficinas para estudantes, professores e alunos de todas as idades em matemática e ciências. Certifique-se de verificar Shodor Interactive - uma grande coleção de matemática interativa, geometria, fractal, probabilidade, álgebra e atividades estatísticas.

17. Udemy FREE Courses - centenas de especialistas ensinam em Udemy cada mês, incluindo New York Times best-seller autores, CEOs, Ivy League profissionais e instrutores de celebridades. Os cursos incluem vídeo, palestras ao vivo e ferramentas para ajudar os professores a interagir com os alunos e acompanhar o seu progresso. Existem muitos cursos gratuitos que podem ensinar-lhe negócios, direito, programação, design, matemática, ciência, fotografia, yoga e muitos mais.

18. Maths & Science - Cursos, testes e materiais de aprendizagem sobre matemática e ciências para alunos de 1 a 12 anos.

19. edX.org - cursos livres projetados especificamente para o estudo interativo através da web, fornecido pelo MIT, Harvard, Barkley, Georgetown, Universidade de Boston, Universidade de Washington, Instituto Karolinska, Universidade de Kyoto e muitos mais.

20. iTunes U - aplicativo gratuito da Apple que oferece aos alunos acesso móvel a muitos cursos. Ele oferece muitos cursos gratuitos de vídeo, livros, apresentações e palestras de áudio.

21. Liberty Classroom - Possuído pelo autor best-seller Tom Woods. Oferece cursos gratuitos de história e economia, mas ao preço de um bilhete de cinema por mês você pode ter acesso a muitas informações úteis. Não totalmente gratuito, mas totalmente pena ...

22. Drawspace - centenas de lições livres do desenho.

23. Codeacademy - maneira fácil de aprender a codificar. É interativo, divertido e você pode fazer isso com seus amigos.

24. Duke U - Duke oferece variedade de cursos gratuitos no iTunesU.

25. Scitable - Uma biblioteca científica gratuita e uma ferramenta de aprendizagem pessoal que atualmente se concentra na genética, no estudo da evolução, na variação e na rica complexidade dos organismos vivos.

26. My own business - oferece curso de administração de negócios on-line gratuito que seria benéfico para os novos gerentes e para quem está interessado em iniciar um negócio.

27. Kutztown University’s free courses - O Centro de Desenvolvimento de Pequenas Empresas da Universidade de Pensilvânia de Kutztown oferece mais de 80 cursos gratuitos de negócios on-line. Kutztown cursos são individualizados e auto-passeado. Muitos dos cursos apresentam gráficos high-end, estudos de caso interativos e fluxos de áudio.

28. Open Learn - Oferece acesso gratuito aos materiais do curso Open University.

29. Free Computer Books - computador livre, matemática, livros técnicos e notas de conferência.

30. Academic Earth - vídeo-conferências gratuitas dos principais estudiosos do mundo.
 
31. American Sign Language Browser - Ensine a si mesmo a linguagem de sinais online

32. BBC Languages ​​- Ensine-se uma nova língua falada on-line.

33. unplugthetv - Seleciona aleatoriamente um vídeo educacional para você assistir.

34. Lifehacker- Aprenda a cortar a vida! Dicas e truques para melhorar todas as áreas de sua vida.

35. JustinGuitar - centenas de aulas de guitarra livre, bem como algumas teoria musical básica.

36. DuoLingo - Aprenda um novo idioma gratuitamente enquanto ajuda a traduzir a web.

37. Layers Magazine - Photoshop, Illustrator, Dreamweaver, Flash, Premiere Pro, In Design e tutoriais After Effects.

38. Creative Flow - lista de tutoriais do Photoshop do OVER 950 para manter suas habilidades atualizadas.

39. Open2study - O Open2Study oferece educação gratuita e de alta qualidade on-line. Você pode estudar assuntos com valor real, e em apenas quatro semanas você pode aprender algo novo, explorar o próximo passo em sua carreira, desafiar-se ou simplesmente satisfazer a sua curiosidade. Estes assuntos são fornecidos pelas principais instituições australianas, e são ministrados por acadêmicos e profissionais líderes do setor que gostam de ensinar. Tudo que você precisa é de uma conexão à Internet e do desejo de estudar.

40. OEDb - Escolha entre mais de 10.000 aulas online gratuitas

Você também pode assistir a documentários gratuitos aqui.

Por favor, deixe um comentário com qualquer outro bom links que você deseja ser adicionado à lista, vamos ficar juntos, fazer a lista educacional final e ajudar os outros a vencer o sistema também.

Créditos:

iheartintelligence.com e AnonHQ
 



 

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