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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Maio 24, 2023

chamavioleta

Satã e Lúcifer

By Kabamur

Tradução a 23 de maio de 2023

 

Eu fui criado como religioso, por isso compreendo a resistência em romper com interpretações específicas. Mas para encontrar a verdade real temos de estar dispostos a reavaliar as nossas crenças mais profundas. A informação dos Pleiadianos está a ajudar-nos a ver o quadro geral.

Satanás não é um nome, é um título que significa "ficar contra". Pode ser usado de modo abstracto ou pode referir-se a um ser que lidera as forças das trevas na Terra.

 

No seu planeta natal, Pidkozox é um grande reptiliano. (Nem todos os reptilianos são maus, mas este é.) Ele foi retratado nos mitos como um velho cinzento. Na sua verdadeira forma, ele tem 4 braços, garras longas e pele amarela escamosa. Ele não é de Orion, mas do nosso sistema solar.

Pidkozox nunca foi membro da Federação Galáctica, mas foi pai e mentor de alguém que o foi. Oppisheklio era o irmão do líder Siriano, Ashtar. Por ciúmes, e sob a influência de Pidkozox, Oppisheklio liderou uma facção de Sirianos e Reptilianos para a Terra.

Eles jogaram em lados opostos para dividir os humanos em tribos e criar guerras. Pidkozox era um Deus Pai zangado (polícia mau) e Oppisheklio era o Deus da falsa luz que oferecia conhecimento aos humanos (polícia bom). Na antiga Mesopotâmia, eles eram Enlil e Enki. Eram pai e filho, não irmãos.

Lúcifer significa portador de luz, mas deve ser interpretado como falsa luz quando se refere a Enki. Ele muitas vezes representava um deus do sol, ou um filho do Deus Pai.

Tal como Enki, Oppisheklio mudou apenas uma linhagem de sangue, mas intitulou-se criador de todo o universo. Os humanos foram aprimorados pelos Pleiadianos e pela Federação Galáctica milhões de anos antes da chegada desses Anunnaki rebeldes.

Num estabelecimento satânico, as forças das trevas são celebradas. Enki foi elogiado porque a falsa luz sempre foi a corrente principal. As verdadeiras Forças da Luz sempre estiveram connosco a ajudar a Terra de muitas maneiras, mas a sua importância tem sido enfatizada pelo sistema.

A última vida humana de Pidkozox foi como Henry Kissinger numa altura anterior da sua vida. A última vida humana de Oppisheklio foi como Joseph Stalin, como uma alma que entrou mais tarde na sua vida.

Ambas as entidades estão actualmente aprisionadas numa base da Federação Galáctica na Antárctida. Um demónio chamado Bes serve como seu mensageiro para comunicar com a cabala. A cabala é liderada por Larry Page (anteriormente George Soros). Eles realizam rituais de sangue em reuniões secretas para manifestar planos obscuros.

O acesso parcial é permitido pela Federação Galáctica como parte do experimento de dualidade até à Mudança. Depois de todos partirem desta linha temporal, estes seres serão tratados permanentemente pela Federação Galáctica.

Kabamur 
 
 
 

 
Transcrito por  http://achama.biz.ly  com agradecimentos a: 
 

 

Novembro 14, 2015

chamavioleta

O Livro perdido de Enki 

 9ª Tabuleta

Publicado anteriormente a  03/05/2015

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com 

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre 


http://www.bibliotecapleyades.net

Livroperdidode-Enki


O Livro Perdido de ENKI 

 The Lost Book of Enki 

 Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre

http://www.bibliotecapleyades.net

Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-sexta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-setima-tabuleta/

Sinopse da Nona Tabuleta
A Humanidade prolifera; a linhagem de Adapa serve como realeza.
Desafiando a Enlil, Marduk se casa com uma mulher Terrestre.
Transtornos celestiais e mudanças climáticas afetam a Lahmu (Marte).
Os Igigi descem à Terra, tomam a mulheres Terrestres e se casam.
O promíscuo Enki engendra (mais) um filho humano, Ziusudra.
Secas e pestes causam sofrimentos na Terra.
Enlil vê a situação como uma retribuição pelo fado, quer voltar para casa, Nibiru.
Ninmah, envelhecida pelos ciclos da Terra, também quer voltar.
Um emissário misterioso de Nibiru lhes adverte que não desafiem o seu destino.
Aumentam os sinais da iminência de uma calamidade na Terra, a chegada do Dilúvio.
A maioria dos Anunnaki começa a partir da Terra para Nibiru.
Enlil impõe um plano para deixar que a Humanidade pereça.
Enki e Ninmah começam a preservar as Sementes de Vida da Terra.
O resto dos Anunnaki se prepara para o Dia do Dilúvio.
Nergal, Senhor do Mundo Inferior, tem que dar o aviso.

A NONA TABULETA

Nos dias do Lu-Mach, Marduk e os Igigi se casavam com as Terrestres. Naqueles dias, as tribulações eram crescentes na Terra, naqueles dias, Lahmu (Marte) estava envolto em pó e aridez. Os Anunnaki que decretam os fados, Enlil, Enki e Ninmah, se consultaram entre si. Perguntavam-se o que é que estava se alterando na Terra e no Lahmu (Marte). Tinham observado explosões (n.t. emissão de flares solares? como atualmente?) no Sol, havia alterações nas forças da rede (campo eletromagnético) da Terra e do Lahmu (Marte).



No Abzu, na ponta (no sul do continente africano), em frente à Terra Branca (n.t. A Antártica, também nos dias de hoje a NASA instalou um telescópio próximo ao polo sul…), instalaram instrumentos de observação; os instrumentos ficaram a cargo do Nergal, o filho de Enki, e de sua esposa Ereshkigal. Ninurta foi atribuído à Terra além dos Mares para estabelecer um Enlace Céu-Terra nas montanhas.

No Lahmu (Marte), os Igigi estavam inquietos; a Marduk foi dada a tarefa de pacificá-los. Até que saibamos o que está causando as tribulações, deve manter a estação de passagem em Lahmu (Marte)! Assim disseram os líderes a Marduk. Os três que decretam os destinos consultaram entre si; olharam-se uns aos outros. Como estamos velhos! Pensou cada um sobre o outro. Enki, que chorava a morte de Adapa, foi o primeiro em falar. Já se passaram mais de cem Shars (mais de 360.000 anos da Terra) desde que cheguei!, disse a seu irmão e a sua irmã. Eu era então um galhardo líder; agora, estou com barba, cansado e velho! Eu era um herói entusiasta, disposto à chefia e a aventura!, disse depois Enlil.

Agora tenho filhos que têm filhos, todos nascidos na Terra. Temo-nos feito velhos na Terra, mas os que nasceram na Terra serão ainda mais velhos dentro de pouco tempo! Assim, lamentando-se, disse Enlil a seu irmão e a sua irmã. Quanto a mim, chamam-me de velha ovelha!, disse Ninmah tristemente. Enquanto que o resto esteve indo e vindo, tem estado fazendo turnos de serviço, nós, os líderes, ficamos para trás! Possivelmente chegou o momento de partir da Terra! Assim disse Enlil. Disto me estou acostumado a perguntar, disse-lhes Enki. Cada vez que um de nós três deseja visitar Nibiru, sempre nos chegam palavras de Nibiru para impedir que vamos para lá! Disso eu também me pergunto, disse Enlil: É um pouco de Nibiru, algo da Terra? Possivelmente tem que ver com as diferenças nos ciclos vitais, disse Ninmah.

Os três líderes decidiram observar e ver o que acontecia. Naquele momento, o assunto estava nas mãos do fado, ou seria do Destino? Por isso, aconteceu que, pouco depois, Marduk veio até seu pai Enki, desejava discutir com seu pai, Enki, uma questão de suma gravidade. Na Terra, os três filhos de Enlil tinham se casado: Ninurta tinha se casado com Bau, uma jovem filha de Anu; Nannar tinha eleito a Ningal, Ishkur tinha tomado Shala. Nergal, seu filho, tomou por casamento a Ereshkigal, neta de Enlil, ameaçando matá-la, arrancou dela seu consentimento. Por esperar meus esponsais, sendo seu primogênito, Nergal não esperou, os outros quatro, por deferência, estão esperando meus esponsais. Desejo escolher noiva, ter uma esposa é meu desejo! Assim lhe disse Marduk a seu pai, Enki. Suas palavras me fazem feliz!, disse Enki a Marduk. Sua mãe também se alegrará!

Marduk levantou a mão para que seu pai guardasse estas palavras ante a Ninki. É acaso uma das jovens que curam e dão socorro?, foi perguntar Enki. É uma descendente de Adapa, da Terra, não de Nibiru!, disse em um
suave sussurro Marduk. Enki ficou sem palavras, com o desconcerto no olhar; depois, pronunciou palavras incontroladas: Um príncipe de Nibiru, um Primogênito titulado para a sucessão, casar-se com uma mulher Terrestre?! Não uma Terrestre, a não ser tua descendente!, disse-lhe Marduk. É uma filha de Enkime, que fora arrebatada aos céus, seu nome é Sarpanit! Enki chamou a sua esposa Ninki, lhe contou o que ocorria com Marduk.


Representação de Enki, o senhor das águas.

Marduk repetiu a Ninki, sua mãe, o desejo de seu coração, e disse: Quando Enkime veio comigo de viagem, e eu lhe estava ensinando sobre o céu e a Terra, presenciei com meus próprios olhos o que meu pai uma vez me tinha contado. Passo a passo, neste planeta, a partir de um ser Primitivo, criamos a outro ser como nós, a nossa imagem e semelhança é o Terrestre Civilizado, exceto pela longa vida que nós (de Nibiru) temos, o terrestre (que vive muito pouco tempo comparado a um deus Anunnaki) é como nós! Uma filha de Enkime cativou meu capricho, desejo me casar com ela! Ninki ponderou as palavras de seu filho. E a donzela, aprecia seu olhar?, perguntou a Marduk.

Na verdade que sim, disse-lhe Marduk a sua mãe. Esse não é um assunto para considerar!, disse Enki levantando a voz. Se nosso filho fizesse isto, nunca poderia ir até Nibiru com sua esposa, perderia para sempre seus direitos principescos sobre Nibiru! A isto respondeu Marduk com um sorriso amargo: Meus direitos sobre Nibiru são inexistentes, inclusive na Terra, meus direitos como Primogênito foram pisoteados. Esta é minha decisão: De príncipe a rei na Terra me converter, senhor deste planeta! Assim seja!, disse Ninki. Assim seja!, disse também Enki. Chamaram a Matushal, o irmão da noiva; falaram-lhe do desejo de Marduk.

Matushal se viu afligido, com humildade mas com alegria. Assim seja!, disse. Quando foi contada a Enlil essa decisão, ele encheu-se de fúria. Uma coisa é que o pai tenha relações sexuais com as Terrestres, mas outra muito distinta é que o filho se case com uma Terrestre, lhe concedendo o senhorio! Quando contou o assunto a Ninmah, ela ficou enormemente decepcionada. Marduk poderia casar-se com qualquer donzela das nossas, inclusive poderia escolher a qualquer de minhas próprias filhas, das que tive com Enki, poderia casar-se com suas meio-irmãs, como é o nosso costume real!. Assim disse Ninmah.

Com fúria, Enlil lhe transmitiu palavras sobre o assunto a Anu em Nibiru: Este comportamento foi muito longe, não se pode consentir!, disse Enlil a Anu, o rei. No planeta Nibiru, Anu convocou seus conselheiros para discutir urgentemente o assunto. Não encontraram nenhuma norma sobre isso nos livros de normas. Anu convocou também aos sábios para discutir as conseqüências do assunto. Adapa, o progenitor da donzela, não pôde ficar no Nibiru!, disseram a Anu. Portanto, a Marduk terei que impedir de nunca mais retornar a Nibiru com ela! Inclusive havendo-se acostumado aos ciclos da Terra, a Marduk poderia lhe resultar impossível voltar, ainda mesmo que sem ela!

Assim disseram os sábios ao Anu; com isto coincidiram também os conselheiros. Transmita a decisão à Terra!, disse Anu: Marduk pode casar-se, mas já não será príncipe em Nibiru! A decisão foi aceita por Enki e por Marduk, Enlil também acatou a palavra de Nibiru. Celebre as bodas, e que seja em Eridú!, disse-lhes Ninki. No Edin, Marduk e sua esposa não podem ficar!, anunciou Enlil, o comandante. Façamos um presente de bodas a Marduk e a sua noiva, uns domínios para eles, longe do Edin, em outra terra! Assim disse Enki a Enlil. Enlil estava pensando se consentia que Marduk fosse enviado para longe. De que terra, de que domínios está falando?, disse Enlil a seu irmão Enki.

Uns domínios por cima do Abzu, na terra que chega até o Mar Superior, uma que está separada do Edin pelas águas, a que se pode chegar com embarcações! Assim disse Enki a Enlil. Assim seja!, disse Enlil. Ninki dispôs uma celebração de bodas no Eridú para Marduk e Sarpanit. Seus habitantes anunciaram a cerimônia a golpe de tambor de cobre, com sete pandeiros, as irmãs da noiva apresentaram à esposa. Uma grande multidão de Terrestres Civilizados se reuniu no Eridú, as bodas eram para eles como uma coroação. Também assistiram os jovens Anunnaki. Os Igigi do Lahmu (Marte) vieram em grande número. Vamos para celebrar as bodas de nosso líder, para presenciar uma união de Nibiru e da Terra! Assim explicaram os Igigi sua numerosa presença.

Vem agora o relato de como os Igigi raptaram às filhas dos Terrestres, e das aflições que se seguiram e do estranho nascimento de Ziusudra. Grande número de Igigi vieram do Lahmu à Terra, só um terço deles ficaram no Lahmu, à Terra vieram duzentos (n.t. Os duzentos Anjos Caídos, os Filhos de Deus que casaram com as filhas dos homens). Para estar com seu líder Marduk, para assistir à celebração de suas bodas, foi sua explicação. Desconhecido para Enki e para Enlil era seu segredo: raptar as mulheres da Terra e ter uma união com elas era seu plano.

Desconhecido para os líderes na Terra, uma multidão de Igigi se reuniram no Lahmu, O que se permitiu a Marduk não deveria ser proibido a nós!, diziam-se entre si. Basta de sofrimento e de solidão, de não ter tido descendentes!, era seu slogan. Durante suas idas e vindas entre o Lahmu e a Terra, às filhas dos Terrestres, as Mulheres Adapitas como lhes chamavam eles, os Igigi as viam e cobiçavam; e os conspiradores se diziam entre eles: Venham, escolhamos esposas de entre as Mulheres Adapitas, e engendremos filhos com elas! Um deles, Shamgaz (Semjaza) era seu nome, converteu-se em líder. Mesmo que nenhum de vós me siga, eu só farei a ação!, eles dizia a outros. Se se impor um castigo por este pecado, eu sozinho o assumirei por todos vós!



Um a um, outros se uniram à trama, emprestaram juramento de fazê-lo juntos. Para as bodas de Marduk, duzentos deles descenderam no Lugar de Aterrissagem, baixaram sobre a grande plataforma na Montanha dos Cedros. Dali viajaram ao Eridú, passaram entre os Terrestres que trabalhavam, junto com a multidão de Terrestres chegaram ao Eridú. depois de que tivesse tido lugar a cerimônia de bodas de Marduk e Sarpanit, por um sinal combinado previamente, Shamgaz deu o sinal a outros. Cada um dos Igigi tomou a uma donzela Terrestre, pela força as raptaram, os Igigi foram com as mulheres até o Lugar de Aterrissagem nas Montanhas dos Cedros, em uma fortaleza se reuniram, aos líderes formularam um desafio: Basta de privações e de não ter descendentes!

Queremos nos casar com as filhas dos Adapitas. Têm que ser dada a bênção a isto, ou do contrário destruiremos tudo na Terra pelo fogo! Os líderes estavam alarmados, exigiram a Marduk, comandante dos Igigi, que tomasse a si o encargo da situação. Se tiver que procurar uma solução ao assunto, meu coração está de acordo com os Igigi! Assim lhes disse Marduk aos outros. O que eu tenho feito não se lhes pode impedir ! Enki e Ninmah sacudiram a cabeça, a contra gosto mostraram seu acordo. Só Enlil se enfureceu (como sempre) em lugar de apaziguar-se. Uma má ação foi seguida por outra, os Igigi adotaram de Enki e de Marduk a fornicação, nosso orgulho e nossa sagrada missão ficaram abandonados aos ventos, por nossas próprias mãos, este planeta se verá invadido por multidões de Terrestres! Enlil falava muito aborrecido.

Que os Igigi e suas mulheres partam da Terra! No Lahmu (em Marte), a situação se fez insuportável, não é possível a sobrevivência! Assim disse Marduk a Enlil e a Enki. Não podem ficar no Edin!, gritou irado Enlil. Deixou a reunião muito aborrecido; em seu coração, Enlil tramava coisas contra Marduk e seus Terrestres. Na Plataforma de Aterrissagem, nas Montanhas dos Cedros, ficaram encerrados os Igigi com suas mulheres, ali lhes nasceram filhos e filhas, Filhos das Naves Espaciais lhes chamaram. Marduk e Sarpanit, sua esposa, também tiveram filhos, Assar e Satu se chamaram os dois primeiros filhos.

A Marduk e a Sarpanit concederam os domínios de acima do Abzu, Marduk convidou aos Igigi, Marduk chamou os Igigi para que vivessem em duas cidades que para seus filhos tinha construído. Alguns dos Igigi e seus descendentes chegaram aos domínios na terra de cor escura. Shamgaz e outros ficaram na Plataforma de Aterrissagem nas Montanhas dos Cedros, até as longínquas terras do leste, terras de altas montanhas (os Himalayas), foram alguns de seus descendentes. Ninurta observava com atenção de que modo Marduk incrementava sua própria força com os Terrestres.

O que estão tramando Enki e Marduk?, perguntou-lhe Ninurta a seu pai Enlil. A Terra será herdada pelos Terrestres!, disse Enlil a Ninurta. Vá, encontra aos descendentes de Ka-in (a raça Vermelha), prepara com eles seus próprios domínios! Ninurta foi ao outro lado da Terra (México); encontrou aos descendentes de Ka-in. Ensinou-lhes como fazer ferramentas e interpretar música, mostrou-lhes as técnicas da mineração, fundição e refino de metais, mostrou-lhes como construir embarcações de madeira de balsa, guiou-lhes para que cruzassem um grande mar. Em uma nova terra estabeleceram seus domínios, construíram uma cidade com torres. Era um domínio além dos mares, não era a terra montanhosa do novo Enlace Céu-Terra.

No Edin, Lu-Mach (n.t. Lamech, a oitava geração de Seth, filho de Mathusalem) era o capataz, seu dever consistia em fazer cumprir as cotas, reduzir as rações dos Terrestres era sua tarefa. Sua esposa era Batanash, ela era filha do irmão do pai do Lu-Mach. Era de uma beleza deslumbrante, Enki ficou assanhado com sua beleza. Enki enviou uma palavra a seu filho Marduk: Chama o Lu-Mach a seus domínios, para que aprenda como podem construir uma cidade os Terrestres! E quando foi chamado Lu-Mach aos domínios de Marduk, levaram a sua esposa Batanash à casa de Ninmah, no Shurubak, a Cidade Refúgio, para protegê-la e resguardá-la das enfurecidas massas de Terrestres. Pouco depois, Enki foi ao Shurubak visitar sua irmã Ninmah.

No teto de uma morada, quando Batanash se estava banhando, Enki a tomou pelas coxas, beijou-a, derramou seu sêmen em sua matriz. Batanash ficou grávida, o ventre lhe estava inchando; enviou palavra a Lu-Mach desde o Shurubak: Volta para o Edin, vais ter um filho! A Edin, de Shurubak, retornou Lu-Mach, Batanash lhe mostrou o menino. Tinha a pele branca como a neve, da cor da lã era seu cabelo, seus olhos eram como os céus, seus olhos brilhavam com um resplendor. Assombrado e assustado estava Lu-Mach; foi correndo até seu pai Matushal (Mathusalem).

Batanash teve um filho que não se parece Terrestre, estou muito confuso com este nascimento! Matushal foi até Batanash, viu o recém nascido, ficou surpreso por seu aspecto. O pai do menino é um dos Igigi? Matushal exigiu a verdade de Batanash. Revele a Lu-Mach, seu marido, se este menino for filho dele! Nenhum dos Igigi é o pai do menino, disto juro por minha vida! Assim respondeu Batanash. Então, Mathusal se voltou para seu filho Lu-Mach, pô-lhe a mão tranquilizadoramente sobre o ombro. O menino é um mistério, mas em sua mesma estranheza te revelou um augúrio, é único, para uma tarefa única foi eleito pelo destino.



Que trabalho é, não sei; quando chegar o momento se saberá! Assim lhe disse Matushal a seu filho Lu-Mach; ele referia-se ao que na Terra estava acontecendo: naqueles dias, os sofrimentos foram aumentando na Terra, os dias se foram fazendo mais frios, os céus retinham suas chuvas, as colheitas diminuíam nos campos, nos redis havia poucos cordeiros e gado. Que o filho que te nasceu, estranho como é, seja um augúrio de que nos chega uma pausa! Assim lhe disse Matushal a seu filho Lu-Mach. Seja seu nome Respiro! Batanash não revelou o segredo de seu filho a Matushal nem ao Lu-Mach; chamou-lhe Ziusudra (n.t. Uthnapistin, o Noé bíblico), o de Compridos e Brilhantes Dias de Vida; cresceu em Shurubak.

Ninmah lhe concedeu ao menino seu amparo e seu afeto. Estava dotado de muita compreensão, lhe proporcionou conhecimentos. Enki adorava enormemente ao menino, ensinou-lhe a ler os escritos de Adapa, o menino, como um jovem, aprendeu como observar e realizar os ritos sacerdotais. No centésimo décimo Shar (n.t. ano 396.ooo desde a chegada na Terra dos Anunnaki) foi quando nasceu Ziusudra, no Shurubak cresceu e se casou com Emzara, e lhe deu três filhos. Em seus dias, os sofrimentos se intensificaram na Terra; pragas e fome afligiam à Terra.

Vem agora o relato das tribulações da Terra antes do Dilúvio, e de como as misteriosas decisões de Galzu de vida e morte dirigiram em segredo. Enlil estava muito incomodado com a união dos Igigi e as mulheres filhas dos Terrestres, Enlil estava muito turbado com os esponsais de Marduk com uma mulher Terrestre. A seus olhos, a missão dos Anunnaki na Terra se perverteu, para ele, as ruidosas e estridentes massas dos Terrestres se converteram em anátema; as declarações dos Terrestres lhe cansavam. As uniões me tiram o sonho (de Yahweh/Enlil)!. Assim disse Enlil aos outros líderes. Nos dias de Ziusudra, pragas e pestes assolavam a Terra, dores, enjôos, calafrios e febres afligiam aos Terrestres. Ensinemos aos Terrestres a curar-se, que aprendam a medicar-se remédios por si mesmos! Assim disse Ninmah.

Proíbo-o por decreto!, replicou Enlil a suas súplicas. Nas terras onde se estenderam os Terrestres não emanam as águas de suas fontes, a terra fechou sua matriz, não brota vegetação. Ensinemos aos Terrestres a fazer lagos e canais, que obtenham pescado e sustento dos mares! Assim disse Enki aos outros líderes. Proíbo-o por decreto!, disse-lhe Enlil também a Enki. Que pereçam os Terrestres de fome e de enfermidades! Durante todo um Shar (3.600 anos), os Terrestres comeram as ervas dos campos; durante o segundo Shar, o terceiro Shar, sofreram a vingança de Enlil. No Shurubak, a cidade de Ziusudra, o sofrimento se estava fazendo insuportável.

Ziusudra, porta-voz dos Terrestres, foi até o Eridú, dirigiu-se à casa do senhor Enki, invocou o nome de seu senhor, suplicou-lhe ajuda e salvação; Enki estava impedido pelos decretos de Enlil. Naqueles dias, os Anunnaki estavam preocupados com sua própria sobrevivência; suas próprias rações diminuíam, eles mesmos se estavam sendo afetados pelas mudanças na Terra. Tanto na Terra como no Lahmu (Marte), as estações tinham perdido sua regularidade. Durante um Shar, durante dois Shars, estiveram-se estudando as voltas celestes desde Nibiru. Desde Nibiru se observaram coisas estranhas nos destinos (as órbitas) planetários.

Estavam aparecendo manchas (n.t. as atuais Sunspots-Manchas Solares) negras no Sol, disparavam-se chamas dele (n.t. os atuais Flares Solares). Kishar também se comportava mal, sua hoste tinha perdido o equilíbrio, instáveis eram suas voltas. O Bracelete Esculpido se via estirado e empurrado por invisíveis forças de rede, por motivos incompreensíveis, o Sol estava perturbando a sua família; os destinos dos celestiais se viam afligidos por fados desagradáveis!


Acima: Em nossos dias o fenômeno esta se repetindo e se intensificando, em relação às Manchas (Sunspots) Solares.

Em Nibiru, os sábios deram a voz de alarme, a gente se reunia nos lugares públicos; o Criador de Tudo, está devolvendo os céus aos dias primitivos, o Criador de Tudo esta irado!, gritavam algumas vozes entre o povo. Na Terra, as tribulações aumentavam, o medo e a fome elevavam suas cabeças. Durante três Shars, durante mais quatro (14.400 anos) Shars, estiveram observando os instrumentos frente à Terra Branca (Antártica), Nergal e Ereshkigal tinham registrado estranhos estrondos nas neves da Terra Branca. O gelo de neve que cobre a Terra Branca começou a se romper e deslizar!, informaram desde a ponta do Abzu (África do Sul). Na Terra além dos Mares, Ninurta pôs instrumentos de predição em seu refúgio, terremotos e tremores no fundo da Terra descobriu com os instrumentos.

Algo estranho está se passando!, enviou Enlil palavras de alarme ao Anu em Nibiru. Durante o quinto Shar, durante o sexto Shar, os fenômenos ganharam força, no planeta Nibiru, os sábios deram o alarme, de futuras calamidades fizeram advertência ao rei. A próxima vez que Nibiru se aproximar do Sol, a Terra ficará exposta à força da rede (campo gravitacional) de Nibiru, Lahmu, em suas voltas, situará-se do outro lado do Sol. A Terra não terá amparo nos céus ante a força da rede de Nibiru, Kishar e sua hoste se agitarão, Lahamu também se sacudirá e tremerá; no grande gelo abaixo (no polo sul) da Terra, o gelo de neve da Terra Branca está perdendo a sua base; a próxima vez que Nibiru se aproximar da Terra, o gelo e a neve da superfície da Terra Branca (os polos norte e sul na Antártica) se deslocarão violentamente.

ISSO provocará uma calamidade gigantesca pelas águas: A Terra será enrolada por uma gigantesca onda, um Dilúvio! Em Nibiru foi grande a consternação, inseguros ante o próprio destino de Nibiru, o rei, os sábios e os conselheiros estavam também muito preocupados com a Terra e pelo Lahmu. O rei e os conselheiros tomaram uma decisão: preparar-se para evacuar a Terra e Lahmu (Marte)! No Abzu, fecharam-se as minas de ouro, dali foram os Anunnaki até o Edin; em Bad-Tibira, cessou-se a fundição e a refinação, todo o ouro se enviou a Nibiru. Vazia, disposta para a evacuação, uma enorme frota de rápidos carros (espaçonaves) celestes retornou à Terra.

Em Nibiru se vigiavam os sinais dos céus, na Terra se tomava nota dos tremores. Foi então quando de um dos carros celestiais que chegou na Terra saiu um Anunnaki de cabelo branco, Galzu, o Grande Conhecedor, era seu nome. Com passo majestoso se dirigiu até Enlil, lhe apresentou um mensagem selada de Anu. Sou Galzu, emissário plenipotenciário do Rei e do Conselho, disse a Enlil. Enlil se surpreendeu por sua chegada: Não me tinha chegado palavra alguma de Anu sobre isto.

Enlil examinou o selo de Anu; estava intacto, e era autêntico. No Nibru-ki se leu a mensagem da tabuleta, a codificação era de toda confiança. Galzu fala em nome do Rei e do Conselho, suas palavras são minhas ordens! Isso afirmava a mensagem de Anu. Que se chamasse também a Enki e a Ninmah foi a petição de Galzu. Quando chegaram, Galzu sorriu agradavelmente a Ninmah. Somos da mesma escola e idade!, disse a ela. Ninmah não podia recordar aquilo; o emissário era tão jovem como um filho, ela era como sua mãe já anciã! A explicação é singela!, disse-lhe Galzu: A causa se acha em nossos ciclos vitais de sono invernal!

De fato, este assunto é parte de minha missão; há um segredo a respeito da evacuação. Desde que Dumuzi esteve em Nibiru, esteve-se examinando aos
Anunnaki que voltavam para Nibiru; aqueles que mais tempo tinham estado na Terra eram os mais afetados ao voltar: seus corpos já não se habituavam aos ciclos de Nibiru, seu sono estava alterado, sua visão falhava, a força da rede (gravitacional) de Nibiru pesava em seus passos. Suas mentes também se viram afetadas, dado que agora os filhos eram mais velhos que os pais para os que haviam deixado Nibiru! A morte, meus camaradas, chegou com rapidez aos retornados; por isso estou aqui, para lhes advertir!

Os três líderes, os que mais tempo tinham estado na Terra, guardaram silêncio ante essas palavras. Ninmah foi a primeira em falar: Era de se esperar!, disse. Enki, o sábio, mostrou-se de acordo com suas palavras: Era evidente!, disse. Enlil foi às nuvens: Antes, os Terrestres se estavam fazendo como nós, agora, nós nos temos feito como os Terrestres, para ficar prisioneiros deste planeta! Toda a missão se converteu em um pesadelo, com Enki e seus Terrestres como senhores, acabaremos sendo escravos! Galzu escutou com compaixão a explosão de Enlil.



De fato, muito há que refletir, disse, em Nibiru se esteve pensando muito a respeito, e profundas questões se hão estado expondo ao exame de consciência: deveriamos ter deixado Nibiru a sua sorte, talvez fosse o que o Criador de Tudo pretendesse, para deixar que ocorresse, ou foi a chegada à Terra concebida pelo Criador de Tudo, e nós não fomos mais do que (Seus) emissários inconscientes? Sobre isto, meus camaradas, o debate continua! Assim lhes disse Galzu. E eis aqui a ordem secreta desde Nibiru: Vós três permanecereis na Terra; só voltarão para Nibiru para lá morrerem! Em carros celestiais, circundarão a Terra, esperarão a calamidade acontecer fora do planeta, no exterior; ao resto dos Anunnaki, lhes deve dar a opção de se irem ou de esperar a calamidade no exterior. Os Igigi que se casaram com as mulheres Terrestres devem escolher entre a partida ou aos seus casamentos (ficar na Terra).

A nenhum Terrestre, nem sequer a Sarpanit, esposa de Marduk, será permitido viajar a Nibiru! Todos os que queiram ficar e ver o que acontecer, deverão proteger-se nos carros celestes! E quanto a todos os outros, devem estar preparados para partir para Nibiru imediatamente! Assim, em segredo, revelou Galzu as ordens de Nibiru aos líderes na Terra. Vem agora o relato de como os Annunaki decidiram abandonar a Terra, e de como prestaram juramento para deixar perecer à Humanidade no Dilúvio.

Enlil convocou um conselho de comandantes Anunnaki e Igigi no Nibruki,
também estavam presentes os filhos dos líderes e seus filhos. Enlil lhes revelou o segredo da iminente calamidade. A Missão à Terra chegou a um amargo final!, disse-lhes solenemente. Todos os que queiram partir em navios celestiais, que se preparem para serem evacuados ao Nibiru, mas se tiverem casamentos Terrestres, terão que ir-se sem as esposas. Os Igigi que peguem suas esposas e descendentes e escapem aos picos mais altos da Terra! Quanto aos poucos Anunnaki que decidam ficar, em Navios do Céu permaneceremos sobre os céus da Terra (n.t. em espaçonaves), para esperar a calamidade no exterior, para presenciar a sorte da Terra!

Como comandante, serei o primeiro em ficar !Assim falou Enlil. Outros, que decidam por si mesmos! Vou ficar com meu pai, confrontarei a calamidade!, anunciou Ninurta. Depois do Dilúvio, voltarei para as Terras de além dos Oceanos! Nannar, o primogênito de Enlil na Terra, anunciou um estranho desejo: esperar o Dilúvio não nos céus da Terra, a não ser na Lua; esse foi seu desejo. Enki levantou uma sobrancelha; Enlil, embora desconcertado, aceitou. Ishkur, o mais jovem de Enlil, tomou a decisão de ficar na Terra com seu pai. Utu e Inanna, os filhos de Nannar que tinham nascido na Terra, declararam que ficariam. Enki e Ninki, optaram por ficar e não abandonar a Terra; anunciaram com orgulho.

Não abandonarei aos Igigi nem a Sarpanit!, afirmou Marduk com ira. Um a um, outros filhos de Enki anunciaram sua decisão de ficar. Nergal e Gibil, Ninagal e Ningishzidda, e Dumuzi também. Todos os olhos se voltaram então para Ninmah. Declarou com orgulho a decisão de ficar: O trabalho de toda minha vida está aqui! Aos Terrestres, meus criados, não os abandonarei! Ante suas palavras, removeu-se um clamor entre os Anunnaki e os Igigi perguntaram pela sorte dos Terrestres. Que os Terrestres pelas abominações pereçam; assim o proclamou Enlil. Um assombroso ser foi criado por nós, por nós deve ser salvo, gritou Enki a Enlil. Ante isto, replicou Enlil também com gritos:

Do mesmo princípio, em cada ocasião, você modificou as decisões! Você lhes deu a (capacidade de reprodução) procriação aos Trabalhadores Primitivos, os dotou de Conhecimento (consciência)! Tomou em suas mãos os poderes do Criador de Tudo, para depois cair nas abominações. Concebeu a Adapa com fornicação, deu-lhe Entendimento à sua linhagem! À sua descendência levastes aos céus, compartilhastes com eles a nossa Sabedoria! Tu tens quebrado todas as normas, ignorastes decisões e ordens, por tua culpa, um irmão Terrestre Civilizado matou a outro irmão, por culpa de Marduk, seu filho, os Igigi, imitando a ele, casaram-se com as mulheres Terrestres. Ninguém sabe mais quem é o representante de Nibiru aqui, o único ao que lhe pertence a Terra! Basta! Basta!, é tudo o que digo. A abominação (o homem) não pode mais continuar!


Escavação das ruínas da cidade anunnaki de Nippur, no hoje Iraque.

Agora que uma calamidade foi ordenada por um destino desconhecido, que aconteça o que tenha que acontecer! Assim proclamou Enlil, enfurecido; que todos os líderes jurem solenemente que não interferirão nos acontecimentos, exigiu Enlil a todos. O primeiro em prestar juramento de silêncio foi Ninurta; outros do lado de Enlil lhe seguiram. Acato suas ordens!, disse Marduk a Enlil. Mas, do que serve o juramento? Se os Igigi abandonassem a suas esposas, não se difundiria o medo entre os Terrestres? Ninmah estava alagada em lágrimas; sussurrou fracamente as palavras do juramento. Enlil olhou fixamente seu irmão Enki. É a vontade do rei e do conselho!, disse-lhe.

Por que quer me atar com um juramento?, perguntou Enki a seu irmão Enlil. Você tomaste a decisão, na Terra é um mandato! Não posso deter a inundação, não posso salvar às multidões de Terrestres, assim, para que quer me atar com um juramento? Assim lhe perguntou Enki a seu irmão. Para que tudo ocorra como se tivesse sido decretado por fado, que se conheça como Decisão do Enlil, que fique sobre Enlil a responsabilidade para sempre! Assim disse Enki a todos. Depois, Enki se foi da assembléia; Marduk também se foi com ele. Com ágeis palavras de mandato, Enlil impôs ordem à assembléia.

Atribuiu tarefas para o que tinha que ser feito com firmes decisões, fez grupos entre os que iriam partir e para os que fossem ficar, para designar lugares para a assembléia, para recolher equipes, para atribuir carros celestiais. Os primeiros em partir foram os que tinham que voltar para Nibiru, com muitos abraços e estreitar de braços, a alegria mesclada com o pesar, embarcaram nas naves celestiais; um após o outro, os veículos rugiram e se elevaram desde o Sippar.

A princípio, os que ficavam atrás gritavam viajem sem novidade (em segurança); logo, os gritos emudeciam. Depois de completar os lançamentos das espaçonaves para Nibiru, chegou o turno de Marduk e dos Igigi com suas esposas Terrestres. Marduk reuniu a todos no Lugar de Aterrissagem, ofereceu-lhes uma eleição: com ele e com Sarpanit, e com os dois filhos e as filhas, irem para Lahmu (Marte) e esperar ali que passasse a calamidade na Terra ou dispersar-se buscando refúgio nas distantes e mais altas montanhas da Terra (os Himalayas e os Andes), para encontrar um refúgio perante o Dilúvio. Depois, Enlil teve em conta aos que ficaram, por grupos lhes atribuiu carros. Enlil mandou Ninurta às terras montanhosas além dos oceanos para que se informasse sobre o retumbar da Terra; também atribuiu a Nergal e a Ereshkigal a tarefa de vigiar a Terra Branca (Antártica); ao Ishkur deu a tarefa de vigiar contra qualquer invasão de Terrestres, para que proibisse acessos, para que levantasse e reforçasse barreiras e ferrolhos.

Sippar, o Lugar dos Carros Celestiais, foi o centro de todos os preparativos; desde o Nibru-ki, Enlil levou ao Sippar as Tabuletas dos Destinos, ali estabeleceu um Enlace Céu-Terra temporário. Depois, Enlil se dirigiu a seu irmão Enki, lhe disse assim: Para o caso de que se pudesse sobreviver à calamidade, que se recorde tudo o que aconteceu. Que se enterrem e resguardem as tabuletas dos registros em Sippar, nas profundidades da Terra, para que nos dias por vir tire o véu sobre o que se fez no planeta que o transformou em outro! Enki aceitou de bom grau as palavras de seu irmão. Armazenaram os ME e outras tabuletas em arcas douradas, enterraram-nos para a posteridade no local de Sippar, nas profundidades da Terra.

Assim disposto tudo, os líderes esperaram o sinal de partir, vigiaram com apreensão a aproximação de Nibiru em sua grande volta. Foi naqueles momentos de ansiosa espera quando Enki se dirigiu a sua irmã Ninmah, a ela, disse-lhe assim Enki: Em sua preocupação pelos Terrestres, Enlil não prestou atenção a todas as demais criaturas vivas! Quando a avalanche de águas tomar as terras, outras criaturas vivas, algumas de Nibiru originadas por nós, a maior parte evoluída na mesma Terra, ficarão condenadas em um golpe repentino à sua extinção. Preservemos você e eu sua semente de vida, extraiamos suas essências vitais para as proteger!


Zigurate da cidade de UR, do patriarca hebreu Abraão,com quem “deus” fez um pacto.

Ninmah, a que dá a vida, às palavras de Enki deu o seu favor: Farei-o no Shurubak, você fá-lo com as criaturas vivas do Abzu! Assim lhe disse a Enki. Enquanto outros esperaram sentados e ociosos, Enki e Ninmah empreenderam um desafiante trabalho; a Ninmah ajudaram algumas de suas assistentes no Shurubak, a Enki ajudou Ningishzidda no Abzu, na antiga Casa da Vida. Reuniram essências masculinas e femininas, e ovos de vida, de cada espécie, de dois em dois, de dois em dois os preservaram no Shurubak e no Abzu, para proteger, enquanto na Terra se dava a volta para
recombinar depois as espécies vivas.

Então, chegaram as palavras de Ninurta: Os estrondos da Terra são sinistros! Então, chegaram as palavras de Nergal e de Ereshkigal: A Terra Branca (Antártica) se estremece! No Sippar, reuniram-se todos os Anunnaki, esperavam o Dia do Dilúvio chegar.

Continua com o Décimo Tablete…

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
  6. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  7. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  9. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  10. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  11. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  12. http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/


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Maio 17, 2015

chamavioleta


O Livro perdido de Enki 

 14ª Tabuleta, 

Final






O Livro Perdido de ENKI 

 The Lost Book of Enki 

 Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre:


Faz cerca de 435.000 anos que alguns astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki – Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre de Nibiru

http://www.bibliotecapleyades.net

Sinopse da Décima-quarta Tabuleta

1. Babili (Babilônia), o centro eleito por Marduk, sobrevive à calamidade.
2. Enki o vê como um augúrio da inevitável supremacia de Marduk.
3. Enlil reflete sobre o passado, o Fado e o Destino.
4. Aceita a supremacia de Marduk, e retira-se para terras distantes.
5. Os irmãos se despedem emocionadamente.
6. Enki vê o Passado como uma guia para predizer o Futuro.
7. Decide tomar nota de tudo que aconteceu para a posteridade.
8. Convocou o escriba Endubsar.
9. Representação babilônica de um resplandecente.

A DÉCIMA-QUARTA TABULETA, A ÚLTIMA

MARDUK

Babili, onde Marduk tinha declarado a sua supremacia, livrou-se do Vento Maligno (radioatividade). Todas as terras ao sul de Babili foram devoradas pelo Vento Maligno, também alcançou ao coração da Segunda Região. Depois da Grande Calamidade, Enlil e Enki se encontraram para estudar o desastre, Enki fez considerar a Enlil o livramento de Babili como um augúrio divino. O livramento de Babili confirma que Marduk foi destinado para a supremacia sobre o planeta! Assim disse Enki a Enlil.



Deve ter sido a vontade do Criador de Tudo!, disse Enlil a Enki. Então, Enlil lhe revelou a visão-sonho e a profecia de Galzu. Se foi conhecedor disso, por que não impediu o uso das Armas de Terror?, perguntou lhe Enki. Irmão meu!, disse Enlil a Enki com uma voz afligida. Era evidente o motivo. Depois de sua chegada à Terra, cada vez que a missão se via com obstáculos, encontrávamos uma forma de evitar o obstáculo; daí, a criação dos Terrestres, a grande solução foi também uma fonte de milhares de problemas, de giros e retornos não desejados.

Quando chegou a compreender os ciclos celestes e atribuiu as constelações, quem teria previsto nelas as mãos do Destino? Quem teria podido distinguir entre os caminhos que escolhemos e o inquebrável destino? Quem proclamava falsos augúrios e quem podia pronunciar profecias verdadeiras? Daí que decidi guardar para mim mesmo as palavras de Galzu. Ele foi na verdade o emissário do Criador de Tudo, ou era minha alucinação? O que tiver que acontecer, aconteça, disse-me a mim mesmo.

Enki escutava as palavras de seu irmão Enlil, enquanto balançava com a cabeça para cima e para baixo. A Primeira (Suméria na Mesopotâmia) Região está desolada, a Segunda (Egito e vale do rio Nilo) Região está sumida na confusão, a Terceira (Vale do Rio Indus, hoje Paquistão, Mohenjo-Daro e Harappa) Região está ferida, o Lugar dos Carros Celestiais (Península do Sinai) já não existe; isso é o que aconteceu! disse Enki a Enlil. Se era essa a vontade do Criador de Tudo Que É, isso é o que restou e ficou de nossa Missão na Terra! As sementes se semearam com as ambições de Marduk, o que sairá disso será para que ele o colha!



Assim lhe disse Enlil a seu irmão Enki, então aceitando o triunfo do Marduk. Que a relação dos cinqüenta, que teria passado para Ninurta, seja-lhe dado o seu lugar para Marduk! Que Marduk declare sua supremacia sobre a desolação nas Regiões! Quanto a mim e a Ninurta, não vamos nos interpor mais em seu caminho. Partiremos para as Terras de além dos Oceanos (América do Sul, cordilheira dos Andes), pelo que viemos, levaremos a término a missão de obter ouro para Nibiru! Assim disse Enlil a Enki; havia abatimento en suas palavras. Teriam sido diferentes as coisas se não se usassem as Armas de Terror? Questionou Enki a seu irmão.

E se não tivéssemos escutado as palavras de Galzu para que não voltássemos para Nibiru?, replicou Enlil. E se tivéssemos detido a Missão Terra quando os Anunnaki se amotinaram? Eu fiz o que fiz. Você mantém o que voce fez. Não se pode retroceder ao passado! Acaso não há nisso também uma lição? Perguntou Enki para ambos. Acaso o que ocorreu na Terra não é um reflexo do que já aconteceu em Nibiru? Acaso não está escrito no Passado o esboço do Futuro? Repetirá a Humanidade, criada a nossa imagem, nossos êxitos e fracassos?

Enlil guardou silêncio. Quando ficou em pé para partir, Enki lhe estendeu os braços. Estreitemos os braços como irmãos, como camaradas que, juntos, enfrentaram muitos desafios em um planeta estranho! Assim lhe disse Enki a seu irmão. E Enlil, agarrando oa braço de seu irmão, abraçou-o também. Voltaremos a nos encontrar na Terra ou em Nibiru? Perguntou Enki. Estaria certo Galzu de que morreríamos se voltássemos para Nibiru? Respondeu Enlil. Logo, voltou-se e se foi. Então Enki ficou sozinho; acompanhado tão somente pelos pensamentos de seu coração e alma.

Sentou-se e refletiu sobre como tudo tinha começado e como tudo agora tinha terminado. Estava tudo predestinado, ou foi o fado forjado por esta ou aquela decisão? Se Céu e Terra estavam regulados por ciclos dentro de ciclos, voltará a ocorrer o que aconteceu? Acaso o Passado é o Futuro? Os Anunnaki imitarão os terrestres, os terrestres imitarão os Anunnaki, viverá a Terra o que viveu Nibiru? O primeiro a chegar será o último a partir?

Assediado por seus pensamentos, Enki tomou uma decisão: de todos os acontecimentos e decisões, começando desde a vinda de Nibiru até este dia na Terra, já há cerca de 428 mil anos, tomará nota de tudo, para que seja um guia para gerações futuras. Que a posteridade, no tempo que designe o destino, leia o registro, recorde o Passado, compreenda o Futuro como profecia, que o Futuro seja o juiz do Passado!



Estas são as palavras de Enki, filho Primogênito de Anu de Nibiru.

A Décima-quarta e última tabuleta, são as Palavras do senhor Enki. Escritas da boca do grande senhor Enki, nenhuma palavra perdida, nenhuma palavra escondida, pelo escriba mestre Endubsar, um homem de Eridú, filho de Udbar. Pelo senhor Enki, com larga vida fui agraciado.

O Livro perdido de Enki:
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ES: LLAMA VIOLETA

Abril 06, 2015

chamavioleta


O Retorno de Inanna

Enlil – 04

Posted by Thoth3126 on 06/04/2015

“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios 1:22

O Retorno de Inanna: Enlil – 04



“Eu, Inanna, retorno para contar como faz cerca de 500 mil anos, a minha família de Nibiru tomou posse da Terra e alterou o genoma humano com o fim de produzir uma raça de trabalhadores criada para extrair ouro destinado à esgotada atmosfera de Nibiru, nosso planeta e lar original.

Como somos tecnologicamente muito superiores, esta raça de trabalhadores — a espécie humana — nos adorava como a deuses. Aproveitamo-nos deles (de voces) para liberar guerras em meio de nossas disputas familiares intermináveis até que, de um modo estúpido, desatamos sobre a Terra a terrível arma Gandiva (artefatos nucleares), que enviou uma onda de radiação destrutiva por toda a galáxia”…



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com


Capítulo IV do livro “O Retorno de Inanna (Nibiru). Os deuses ancestrais e a evolução do planeta Terra“, de V.S. Ferguson


… “Isto chamou a atenção dos membros da Federação Intergaláctica. E então, por causa de nossas próprias ações irresponsáveis em seu planeta, vimo-nos restringidos pela BARREIRA DE FREQUÊNCIA, imposta pela FEDERAÇÃO, uma prisão de freqüência que congelou a nossa evolução.


Retornem comigo à antiga Suméria, a Babilônia, ao vale do rio Indus e ao Egito. Dentro de meus Templos do Amor, dou a conhecer segredos antigos da união sexual cósmica nibiruana e de meus matrimônios sagrados. Através de meus olhos contemplem a Torre de Babel, o Grande Dilúvio, os Túneis das Serpentes e os cristais em espiral na pirâmide de Gizé.





Viajem comigo pelo tempo até a Atlântida, a Cachemira e o Pacífico Noroeste dos Estados Unidos à medida que encarno em meu Eu multidimensional para pôr a funcionar os códigos genéticos que estão latentes dentro de sua espécie e para libertar a Terra do controle por freqüências que exerce meu primo, o tirano deus Marduk (Baal, LÚCIFER)“.

Partes anteriores:
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-ninhursag-03/


IV – ENLIL


Enlil é o primogênito de Anu e Antu, o primeiro candidato para herdar o poder e trono de Anu. É, sem sombra de dúvidas, o filho de minha bisavó, Antu, pois é uma pessoa muito minuciosa que se sobressai na logística. De Anu, Enlil herdou seu caráter apaixonado, o amor à ordem e uma grande beleza masculina. Seu cabelo é como o ouro e cai nos cachos mais perfeitos. É alto inclusive para nós que medimos em torno de 4 metros de altura. Sua destreza física se reflete em sua restrição e apego a sua própria integridade. Enlil é o pai de meu pai, Nannar.


Parece que em toda sua história, meu avô cometeu somente um engano: violou a minha avó. Em minha família todos temos inclinações sexuais muito ardorosas. Quando Enlil ainda estava jovem, deu um passeio ao lado do rio e se encontrou com uma formosa mulher que nadava nua. Seu corpo brilhava à luz do sol, seu cabelo ondeava molhado em correntes de ouro. Quando Enlil viu seus seios cheios e rijos sob as águas, a luxúria incontrolável o invadiu.





O pobre Enlil tinha caído em uma armadilha. A mãe daquela bela nadadora a tinha convencido sua filha a seduzir Enlil desta maneira para que ela ficasse bem casada, e o plano funcionou perfeitamente. Enlil a forçou a ter uma relação sexual com ele, o que vai contra nossas leis. Enlil foi perseguido e o prenderam, foi levado à julgamento perante um conselho dos seus pares, o condenaram e a pena foi ser enviado para o exílio. Não acredito que tenha esquecido a humilhação que lhe produziu esse castigo. Estava apaixonado pela garota e suplicou a seus pais que lhe permitissem casar-se com ela. Depois das bodas, perdoaram-no, mas ele nunca esqueceu o fato e, até onde eu sei, jamais voltou a cometer um engano desse tipo novamente.


Foi possivelmente esta experiência de paixão e erotismo desenfreado que deixou Enlil com a tendência a julgar as paixões dos outros. À medida que os Lulus se multiplicavam, os Anunnaki e os membros de minha família começaram a copular com eles. O nível de interesse sexual saiu do controle e isto zangou a Enlil. Ele nunca esteve de acordo com que nós lhes déssemos a capacidade de se reproduzir sem nosso controle total. Os rasgos inimitáveis das capacidades telepáticas dos Lulus lhe adicionavam uma emoção desconhecida à experiência sexual, especialmente depois de que eu os treinei nas artes da sedução.


A notícia se espalhou. Correu o rumor de que os “deuses” estavam indo aos bosques para brincar e reproduzir-se com os Lulus. De vez em quando, os Anunnaki perdiam o julgamento e expressavam suas paixões desenfreadas ali mesmo pelas ruas da Suméria! Os Lulus eram tão lindos! Tudo parecia muito divertido e nos proporcionava grande prazer.


Naqueles dias, o nascimento não era o processo doloroso que conhecem hoje; o nascer de um novo ser era fácil e um momento mágico para ser Um com a Deusa de toda a vida. Era um momento para expressar união com todo o cosmos, para formar mais manifestações do Primeiro Criador. Não era um momento de dor! Certamente não nos envergonhávamos de nossos corpos e das suas funções. As Nibiruenses e as Lulus desfrutavam da situação. Cada nascimento nos trazia mais Lulus e mais festividades, mais diversão e mais cerveja! Mencionei que com os grãos silvestres que cresciam na Terra desenvolvemos bebidas fermentadas, refrescos com mel (hidromel) e as cervejas mais deliciosas? Nós dávamos essas bebidas aos Lulus como recompensa por seu trabalho e nós mesmos as bebíamos.


Cada vez mais Enlil se sentia muito incomodado com a copulação desenfreada entre os Anunnaki e os Lulus. Isto lhe causou uma obsessão, pensou que nossa estirpe se estava corrompendo por causa deste cruzamento descontrolado, e se zangou pela proliferação dos Lulus. Insone, Enlil começou a pensar em maneiras de reduzir a população dos Lulus, depois de todo o trabalho que eu realizei para educá-los.





Já por esse momento se tinham estabelecido muitas hierarquias sociais entre os Lulus. Havia muita discussão quanto a quem tinha mais “sangue divino”, quem estava aparentado com qual “deus” e até onde se prolongava sua linhagem, assim como hoje em dia muitos humanos pretendem pertencer a tal ou qual realeza.


Nós estamos sobre e orbitando o planeta Terra durante quase meio milhão de seus anos. Os Lulus só começaram a escrever a respeito de nós nessas tabuletas de argila faz cerca de 5.000 anos. Pensem nisso: transcorreram séculos enquanto as histórias referentes a nós passavam de geração para geração, sendo apenas uma recordação na lembrança. Nos primeiros tempos os Lulus tinham uma maior capacidade de memorizar dados; não obstante, a consciência que eles tinham de nós como “deuses” oniscientes era “controlada por nós”.


Voces foram criados para não questionarem nada, e aqueles Lulus que não obedeciam e eram questionadores simplesmente eram “eliminados”. Nós necessitávamos de operários e não queríamos que os Lulus chegassem a ser iguais a nós; então nós os mantínhamos limitados. As tabuletas de argila registram somente o que nós lhes permitíamos ser registrado pelos escribas.


A ideia de que a população Lulu se espalhasse por toda a Terra perturbou mais a Enlil. Ele queria desfazer-se de voces Lulus, mas como? E quem deveria ser morto e eliminado?


Enlil convocou uma reunião da família de Nibiru. Exigiu que se fizesse algo quanto aos Lulus, e começou a expor seus solenes pontos de vista quanto ao assunto. O obvio aconteceu, a velha rivalidade de irmão contra irmão começou a esquentar. Enki como criador dos Lulus junto com Ninhursag se opôs firmemente! Queixou-se de que depois de todo o trabalho que ele e Ninhursag tiveram para produzir trabalhadores tão eficientes, era algo absurdo sequer pensar em destruí-los. Possivelmente havia muito mais ruído lá fora provocados pelos Lulus, mas pelo menos agora havia mãos suficientes para cavar nas minas de ouro. Os irmãos gritaram suas razões, discutiram e se enfureceram como de costume.





A ira de Enlil não arrefecia apesar das súplicas de seus irmãos. Os filhos de Enlil e Enki se uniram à disputa, tomando cada qual o partido de seu pai e houve muita irritação em ambos os lados, mas ao final, como Enlil é o filho número um na ordem de sucessão de Anu, sua opinião prevaleceu. Seu plano não mataria a todos os Lulus, somente àqueles desafortunados que morreriam de fome, o modo que ficou estabelecido pra elimar grande número de Lulus e então se provocou a primeira escassez de alimentos.


Quando Enki e seus filhos saíram da reunião, já estavam forjando um plano para bloquear as ações de Enlil, porque mesmo que a fome resultante provocasse que o canibalismo se pulverizasse por todo o país, Enki e seus pares conseguiram fornecer comida secretamente aos Lulus e a maior parte deles sobreviveu. Supõe-se que Enlil tenha autoridade inapelável sobre o resto de nós por ser o herdeiro primogênito, mas não era assim tão fácil, porque somos uma família de indivíduos de caráter muito forte.


Todos nós somos muito obstinados em acrescentar nossos poderes e influência, e nós não gostamos muito de fronteiras ou limitações de nenhum tipo. Enlil é igual; é filho de Anu, que nunca seguiu a ninguém em nenhum assunto. Uma vez que Enlil tivesse tomado uma decisão e fixado seu rumo, era improvável que pudéssemos dissuadi-lo ou que ele desse um passo atrás e recuasse de suas decisões.


Enlil também era o chefe de comunicações da estação espacial que orbitava a Terra e foi o primeiro a saber da mudança do eixo polar da Terra que se aproximava. Orbitando muito acima do planeta, os astronautas da estação orbital começaram a observar as flutuações magnéticas e os bamboleios inevitáveis do planeta em sua rotação. O eixo do planeta estava a ponto de tombar. Isto o tínhamos notado antes, mas nunca tinha havido uma população tão numerosa no planeta para evacuar.


Enlil guardou tudo em segredo e decidiu aguardar até o último momento possível, de modo que só houvesse tempo suficiente para transportar as famílias de Anu e aos Anunnaki para a estação de embarque. Ele assegurou-se de que não houvesse tempo suficiente para resgatar aos Lulus. Enlil queria desta forma, fazer que a sua vontade prevalecesse sobre Enki, sem se importar com as conseqüências.





De uma forma muito rápida e inesperada o Grande Dilúvio se abateu sobre a Terra como consequência da inclinação do eixo planetário. Enki enviou a seu piloto, Matali, para que me recolhesse. Eu nem sequer tinha “feito as malas”! Lembro de quando estava de pé em meu quarto tratando de decidir quais jóias levar. Tinha tantos colares de ouro, lápis lázuli, braceletes de esmeralda e marfim; se só pudesse levar uns baús a mais. Matali se esquivava de minha frustração e me dizia que me apressasse. Eu não conseguia compreender a gravidade do que estava acontecendo.


Lembro muito bem quando já estava sentada dentro da estação orbital, chorando nos braços de Ninhursag. Dos portais da espaçonave vimos como uma onda gigantesca tragava as planícies da Terra e arrastava os nossos preciosos Lulus para a morte. Nunca antes tinha experimentado uma perda tão grande, eu não estava pronta para sentir uma dor e tristeza assim. Era como se eu também me estivesse afogando junto com os meus amados Lulus.


Em meu coração ouvia os gritos dos Lulus desesperados; em minha imaginação via as mulheres sacerdotisas do amor, que eu tinha treinado em meus Templos Sagrados, encostadas nas suas colunas, rezando para mim, mais do que tudo implorando por suas vidas e a de seus entes queridos. Mas as suas orações não foram respondidas e as imensas colunas de águas revoltas a tudo inundaram com o manto da morte; suas túnicas brancas flutuaram por um momento em bolhas ondulantes e tudo terminou.


O desespero e a dor partiram o meu coração. Até então eu não sabia o quanto eu amava aos Lulus; não sabia que uma parte de mim permaneceria com eles debaixo desse cruel dilúvio. Ninhursag era a única que parecia compartilhar minha tristeza. Choramos de desespero. Quem nos prepararia deliciosas cervejas? Quem procuraria o ouro para nós? Quem nos serviria??





Mas desta vez a rivalidade entre os irmãos Enlil e Enki tinha servido para algo. Os espiões de Enki lhe tinham informado da iminente mudança do eixo polar da Terra (algo que esta acontecendo de novo exatamente agora …). Em todas as culturas antigas da Terra há histórias sobre um dilúvio e um homem e sua família que se salvaram em um “arca”. Enki escolheu “esse homem”(a humanidade). Informado de que haveria um grande dilúvio, Enki resolveu salvar pelo menos uma família dos Lulus.


E em meio a sua vaidade, escolheu um homem de sua mesma herança genética. Todas essas histórias dizem que Noé foi escolhido por sua bondade e justiça, pois bem, não foi assim, Noé inclusive se parecia com Enki fisicamente. E não houve um arca, foi um submarino, e os animais “em pares” era realmente material genético armazenado apropriadamente para que pudessem se recriados mais tarde. Desafiando a Enlil, assim Enki resgatou os Lulus da extinção.


Quando Enlil descobriu os Lulus sobreviventes, enfureceu-se. Com seus filhos, lançou acusações de traição e outros crimes abomináveis contra Enki e seus filhos. Enlil sustentava que Enki tinha desafiado as leis de Anu. Por conseguinte, Enki pronunciou o melhor discurso de sua vida, astutamente elogiando e lisonjeando a Enlil por seu plano “divino”. Disse que Enlil, em meio da grandeza de sua sabedoria visionária, tinha escolhido o material genético de entre o lixo das espécies e chegou até ao melhor grupo que havia entre os Lulus. E que se esses sobreviventes solitários tinham suportado os horrores do dilúvio, então seus genes deveriam ser dignos de servir a Anu e ao povo de Nibiru.


Para nossa surpresa, Enlil acreditou! Penso que naquele momento de destruição e caos ele estava mudando de opinião, pois onde conseguiria os operários para recomeçar a construir seus monumentos e os trabalhos de mineração nas minas?





Cada membro da família de Nibiru jurou solenemente nunca mais voltar a destruir os Lulus. Em um momento de generosidade sincera, e possivelmente por causa de um pouco de culpa, Enlil concedeu a vida eterna a Noé, pelo menos como a conhecemos. Preparou-se então todo tipo de leis para regular a reprodução dos Lulus. Embora tudo resultasse em bem para as duas partes em conflito, houve uma mudança, uma piora e um acirramento da rivalidade entre Enlil e Enki. Nós sabíamos que essa grande rivalidade ocasionaria outras dificuldades no futuro.
Continua…

“Existem três coisas que não podem ser escondidas por muito tempo: a  Lua, o Sol e a VERDADE”  Sidhartha Gautama (o Buddha)

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/o-vaticano-e-o-regresso-do-planeta-x/
  3. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  4. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  5. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  6. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  7. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  8. http://thoth3126.com.br/emmanuel-origens-da-humanidade-racas-de-ets-arcanjos/
  9. http://thoth3126.com.br/naves-gigantes-se-aproximam-da-terra/
  10. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  11. http://thoth3126.com.br/baalbek-antiga-plataforma-de-pouso-para-espaconaves-extraterrestres/
  12. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  13. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
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Março 31, 2015

chamavioleta


O Livro perdido de Enki de Nibiru

Posted by Thoth3126 on 31/03/2015

Anunnaki-deuses-nunca-mais

O Livro perdido de ENKI/EA – de NIBIRU 



“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás.

Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki (Nephilins), que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU.

O planeta era designado, representado pelo símbolo da cruz e NIBIRU significa, “planeta da passagem [travessia].”



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

As Memórias e profecias de um “deus extraterrestre” nativo do planeta NIBIRU, que é o criador do homem, o atual ADÃO (e a EVA) de “barro” da Terra.

Algumas placas sumérias continham um diário de EA/ENKI, que foi traduzido por Zecharia Sitchin e publicado com o título “The Lost Book Of Enki – O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas ele revela que durante a realização de um conselho planetário no planeta de NIBIRU, no qual foi decidido que ENKI-EA deveria criar um híbrido terrestre-alienígena (com material genético de NIBIRU) através da manipulação da engenharia genética.

ENLIL, (o Javé-Yahweh-Jeová bíblico, a principal divindade dos hebreus, o raivoso e ciumento senhor deus dos exércitos do velho ( a Torah) testamento na Bíblia) o meio irmão de EA-Enki protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração de ouro e não para “brincar de deus”.



Os dois “deuses” irmãos representados em um tablete de barro pela cultura suméria.

Os habitantes do planeta Nibiru, os Nephilin/Anunnakis, sabiam perfeitamente da existência do Logos* (o Criador) primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, inclusive genética, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta (Nibiru) natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra (literalmente, precisavam de escravos) para a mineração de ouro na Terra, como já foi dito antes.

( * n.t.: O Logos [λόγος, verbo], em grego, significava inicialmente a palavra escrita ou falada—o Verbo. Mas a partir de filósofos gregos como Heráclito passou a ter um significado mais amplo. Logos passa a ser um conceito filosófico traduzido como razão, tanto como a capacidade de racionalização individual ou como um Princípio Cósmico da Ordem e da Beleza.

Na teologia católica o conceito filosófico do Logos viria a ser adaptado no Evangelho de João, o evangelista se refere a CRISTO (que “ungiu” o homem Jesus) como o Logos, isto é, a Palavra: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus” João 1:1 (εν αρχη ην ο λογος και ο λογος ην προς τον θεον και θεος ην ο λογος).


Foram encontradas placas com inscrições sumérias como a da foto acima contendo um diário de ENKI, que foi traduzido por Zecharia Sitchin e publicado com o título “O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas Enki revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um trabalhador híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, seu irmão ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para “brincar de Deus”

Como ENLIL, sempre rivalizou com seu irmão ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas no planeta Terra.

A vastidão do universo material nos dá a certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnakis, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior.

Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas,(a maioria tem PREGUIÇA de pensar por si mesmo, pois dá muito trabalho desenvolver CONSCIÊNCIA) mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias, genética e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria (deve) ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Abaixo: Os Annunaki em painéis e estelas sumérios, assírios, também são encontrados na cultura dos egípcios e maias. Nas quatro antigas civilizações citadas, existe uma evidente presença de seres extraterrestres de todos os tamanhos e até de gigantes, como visto nesta estela da suméria.



{“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” – Gênesis 6:4}

A seguir trechos de uma entrevista concedida por Zecharia Sitchin, onde ele revela o seu trabalho de tradução das placas sumérias:

“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU. O planeta era designado, representado pelo símbolo da cruz e NIBIRU significa, “planeta da passagem [travessia].”

Segue Sitchin: “A questão em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que não, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E Aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter , tinham argumentos também muito convincentes do porque não podia ser Júpiter.”  



Representação de ENKI, o deus das águas.

“Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme (da cultura suméria), a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter.

E então certa noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre as órbitas de Marte e Júpiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.”

Sitchin continua: “Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais (NIBIRU) em nosso sistema solar, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico ENUMA ELISH de onde são baseados (cópia quase que verbatim) os primeiros capítulos do Gênesis bíblico e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como aterrissaram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles em nossoplaneta, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro!

Os antigos Sumérios tinham um enorme conhecimento geral. Eles sabiam sobre a existência de Urano e Netuno e os descreveram e eles também sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassa (ainda hoje) o dos dias modernos (um fato mantido em sigilo para que os “eruditos de nossa civilização não passem vergonha”). Eles diziam, “Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki.”


Acima: A Região da Mesopotâmia e assinaladas as cidades criadas pelos “deuses” de Nibiru, os Annunaki e Nephilins. O Jardim do Éden extraterrestre, entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o IRAQUE… o local da criação do homem por EA/EnKi.

“A publicação do meu primeiro livro e seu impacto, foi a compreensão de que vários povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nosso sistema solar (n.t. Em alguns casos algumas dessas culturas se referiam ao planeta MALDEK). Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos atrás). Plutão foi uma descoberta astronômica muito interessante, e então os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias também chamam de planeta X) então os Anunnaki e os Nephilim TAMBÉM existem.“

“Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe Nibiru, e os Anunnaki existem, então a declaração da Suméria de que eles voltam (o seu planeta) a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização, então não estamos sós e há pessoas/SERES HUMANOS mais avançadas (em termos tecnológicos) do que nós em nosso próprio sistema solar.”



Capa do livro “The Lost Book of ENKI” (O Livro Perdido de ENKI) de Zecharia Sitchin

“Me perguntaram: Eles se parecem conosco?” e eu disse, não, nós nos parecemos com eles. Eles é que nos criaram e o fizeram por engenharia genética (o corpo humano). Eles dispararam a arma da evolução, e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: “Vamos fazer Adão a nossa semelhança e imagem.”

“Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós. (Nesse ponto é possível se discordar de Sitchin porque Nibiru existe apenas em QUARTA DIMENSÃO e a densidade dos corpos de seus habitantes Annunakis não é igual a nossa, a semelhança entre eles e nós é principalmente PSÍQUICA)”

“Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita do seu planeta, Nibiru ao redor do nosso Sol e da estrela/Sol SÍRIUS da Constelação do Cão Maior, distante 8,7 anos luz da Terra, em uma elipse que leva 3.600 dos nossos anos para ser completada. Assim, um ano deles equivale a 3.600 dos nossos anos. Esta é uma diferença chave e fundamental entre eles e nós.”

Então há a diferença entre o avanço tecnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço, e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos (e ainda hoje) eram consideradas milagres”.

De acordo com Zecharia Sitchin, a próxima passagem do 12º planeta seria entre 2012 e 2013. {n.t. apesar das descobertas de Zecharia Sitchin, suas conclusões a respeito da órbita de Nibiru não são absolutamente corretas (como tudo na vida). A próxima passagem de Nibiru pelo nosso sistema Solar será em torno de 3.440 d.C., ainda faltam mais 1.426 anos para ele retornar de seu passeio desde a órbita de SÍRIUS na CONSTELAÇÃO DO CÃO MAIOR}.

Consta que o local de aterrissagem dos Nibiruanos foi um lugar chamado Eridu, atual Sul do Iraque. Neste local restariam diversas construções desse povo, inclusive uma pirâmide que teria sido usada por Saddan Hussein como esconderijo durante ataques ao seu país, o Iraque. Os americanos teriam conhecimento desses monumentos e de seu valor histórico inestimável, razão pela qual não o teriam destruído. 



Constelação de Cão Maior, e SÍRIUS, a sua estrela principal e a mais brilhante nos céus da TERRA.

Devemos esperar pelo aparecimento desse magnífico fenômeno no Céu do Hemisfério Sul. Esta inclusive seria a razão pela qual os telescópios na Argentina e no Chile foram reativados e um novo telescópio foi instalado pelos EUA no PÓLO SUL !?!?!. A NASA já localizou um grande objeto nos céus e estaria analisando o fato, que foi classificado como ultra-secreto, (n.t.- Trata-se de uma Estrela Anã Marron, companheira de nosso sol e não de NIBIRU que nesse momento esta muito longe, em SÍRIUS ) embora todos os dados estejam aparentemente descritos nos livros da série Crônicas da Terra de Sitchin. Como ele diz: “Assim nós humanos estaremos mais preparados para a chegada dos Anunnaki”.

Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro e o primeiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das demais nações ocidentais e o mundo árabe, não informam à humanidade sobre isso? De fato a resposta é muito simples! 



O disco alado é o principal símbolo da Nibiru em diversas culturas antigas.

É porque essa revelação de que seres extraterrestres humanoides alienígenas gigantes, vindos de outros planetas de outros sistemas estelares conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram geneticamente na criação e na formação da raça humana, E SE PASSARAM (e ainda se passam para a maioria dos habitantes da Terra) PELOS NOSSOS DEUSES, tudo isso causaria a ruína de todo o establishment contemporâneo a começar pelo sistema religioso global…


Todas as instituições entrariam em colapso, porque “FRAUDES GIGANTESCAS E MILENARES” seriam desmascaradas e descobertas.

NOTA: Zecharia Sitchin não faz identificação alguma de ENLIL com o temperamental senhor dos exércitos e o Yahweh-Javé-Jeová bíblico do Velho Testamento, talvez por ser judeu (russo) e por não querer diminuir a importância da divindade de sua cultura e nem criar conflito com a mesma.

Outros autores, porem, identificam o temperamental, rancoroso e vingativo Yahweh, Javé, Jeová bíblico com ENLIL, como Neil Freer, por exemplo. (A nosso ver corretamente, pois o Yahweh, Javé, Jeová bíblico é um pequeno semideus MUITO RAIVOSO, VINGATIVO E MUITO TEMPERAMENTAL da antiguidade e que também tem contas a acertar com o verdadeiro Criador).

Publicado originalmente em Setembro de 2012.

Mais informações sobre ENKI/EA, NIBIRU e o homem em
  1. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/;
  2. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/;
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://pt.wikipedia.org/wiki/Enki
  5. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  6. http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/
  7. http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/
  8. http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-sistema-estelar-de-draco/
  9. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
  10. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/


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