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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Abril 22, 2020

chamavioleta


A TERRA DÁ UM ALERTA À HUMANIDADE

 UM VÍRUS REVELA A NOSSA INTERDEPENDÊNCIA.

Por Selácia.

Tradução: Regina Drumond

a 22 de Abril de 2020. 

 
 
.
 
 
 
Agora, durante a crise do coronavírus, estamos experimentando o que, em retrospectiva, será um dos momentos mais extraordinários e memoráveis ​​da longa história da humanidade na Terra. 
 

O minúsculo vírus revela nossa interdependência 

 
Um pequeno vírus invisível a olho nu nos mostrou o quanto estamos interconectados e somos interdependentes. Ele também enfatizou o vínculo interconectado entre os humanos e a natureza. 
 
Muitas pessoas entendem isso em um nível intelectual. Os povos indígenas entenderam isso instintivamente - não tendo dúvida de que eram um com toda a vida e que toda a vida era sagrada. Como eles viviam refletia esse entendimento. 
 

DIA DA TERRA COMEMORADO EM 22 DE ABRIL 

 
Avanço rápido agora - com 50 anos do Dia da Terra sendo comemorado em 22 de abril - vislumbramos o quanto divergimos de nossos ancestrais indígenas. 
 
Os sinais estão à nossa volta. A Terra nos está dando um alerta. A natureza não tem fronteiras. Uma multidão de espécies compartilha o mesmo ar e a mesma água. Patógenos como os vírus podem aparecer em muitos lugares. 
 

TEMPOS DE EPIDEMIAS PASSADAS 

 
Em épocas de epidemias passadas, os alimentos e outros produtos eram adquiridos localmente. Importante, também,é que as pessoas eram mais saudáveis ​​com sistemas imunológicos mais robustos. Isso porque, naquela época, as pessoas não tinham sido apresentadas a alimentos processados ​​e não viviam em ambientes tóxicos por causa dos produtos químicos usados ​​na agricultura e em outras indústrias. Nos séculos passados, não tínhamos tantas pessoas lotadas em cidades de alta densidade com ar e água tóxicos. 
 
Nossos ancestrais indígenas viviam mais naturalmente da terra e os alimentos eram naturais. Além disso, nossos ancestrais em epidemias passadas não dependiam de produtos farmacêuticos, cujos efeitos colaterais podem prejudicar ainda mais a saúde. 
 
Considere isto. Se mais pessoas no planeta estivessem mais saudáveis ​​hoje, com sistemas imunológicos fortes, um vírus como o COVID-19 não seria uma notícia tão grande. Além disso, se mais pessoas tivessem acesso aos cuidados preventivos de saúde versus "assistência médica" que apenas trata as doenças, nossa experiência coletiva com esse vírus seria dramaticamente diferente. 
 

USANDO A CRISE PARA SE CURAR E SE EQUILIBRAR 

 
Vamos usar essa crise para a cura e o equilíbrio - vendo-a como é: um alerta, e mantendo uma perspectiva geral que vai muito além do COVID-19. 
 
A humanidade está agora em uma encruzilhada de como avançar. O próprio planeta não pode sustentar este nível de caos, discórdia e perturbação dos modos naturais de ser. 
 
Além disso, a humanidade não pode progredir espiritualmente em um ambiente de guerra, divisão e abusos de poder constantes. O que precisamos é de colaboração, carinho e soluções que apoiem as pessoas e honrem o meio ambiente. 
 
Confie que realmente podemos mudar o que está fora de equilíbrio. Somos codificados para isso e, ao nível da alma, sabemos que esse é o nosso destino. 
 
Temos uma lua nova em 22 de abril, um excelente momento para recomeçar. Convido-o a refletir sobre o que deseja fazer de uma maneira mais quântica e como vê seu papel pessoal em nossa transformação coletiva de como a vida é vivida aqui na Terra. 
 
Seus comentários sobre este artigo são bem-vindos - por e-mail ou nas minhas páginas de mídia social. Ao contemplar sua resposta e convidar a visão do espírito, ainda mais percepções chegarão a você. Confie nisto.
 
 
Selácia.
 
 



Agradecimentos a:  
  • Regina Drumond - reginamadrumond@yahoo.com.br

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
A religião organizada é desnecessária à espiritualidade.
Excelentes ensinamentos dos mestres têm sido contaminados pelo controle dogmático dessas religiões.
Discernimento sim; julgamento não.
Com discernimento é possível alcansar o espírito da letra de qualquer escritura e é também bem mais fácil escutar a voz da alma que vem do coração.
 

 
Por favor, respeitem todos os créditos

 
 

Recomenda-se o discernimento.

 

Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.

 

 

Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.

 

 

Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

 
 

 
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Agosto 25, 2015

chamavioleta

Os Oceanos recebem 8 milhões de toneladas de plástico por ano!

Posted by Thoth3126 on 19/02/2015



Essa quantidade poderia cobrir 34 vezes toda a área da ilha de Manhattan, em Nova York, com uma camada de lixo à altura dos joelhos de uma pessoa. Além disso, supera de 20 a 2 mil vezes os cálculos anteriores sobre a massa de plástico levada pelas correntes oceânicas.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

No Oceano Pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, com cerca de mil quilômetros de extensão, que é considerada a maior concentração de lixo do mundo.

Jonathan Amos – Correspondente de Ciência da BBC News – 13 fevereiro 2015

http://www.bbc.co.uk/

O novo estudo é considerado um dos melhores esforços para quantificar o plástico despejado, queimado ou arrastado para o mar. Segundo os pesquisadores, a análise também pode ajudar a descobrir a quantidade total de plástico existente hoje no oceano – não apenas o material que é encontrado na superfície ou nas praias. 



Cientistas alegam que 20 países são responsáveis por 83% da poluição dos mares por plástico

Grandes quantidades de resíduos podem estar escondidas no fundo dos oceanos ou fragmentadas em pedaços tão pequenos que não são captados pelas análises convencionais. Essas partículas estão sendo ingeridas por criaturas marinhas – o que pode resultar em consequências desconhecidas.

Os detalhes foram divulgados no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência.
Vilões dos mares

A equipe de especialistas analisou dados populacionais com informações sobre a quantidade de lixo gerado e gerenciado (ou não gerenciado). Eles elaboraram cenários para prever a quantidade de plástico despejado nos oceanos.


Para o ano de 2010, esses cenários variam de 4,8 milhões a 12,7 milhões de toneladas. A cifra de 8 milhões de toneladas é a média dessa variação. O cenário conservador equivale em termos de massa à quantidade de atum pescada anualmente nos oceanos.

“Isso significa que estamos tirando atum e colocando plástico em seu lugar”, disse Kara Lavender Law, co-autora da pesquisa e porta-voz da Associação Educacional do Mar de Woods Hole, no Estado americano de Massachussetts.

Os cientistas também fizeram uma lista dos países que seriam os maiores responsáveis pelo despejo desses resíduos. As 20 nações que despejam as maiores quantidades seriam responsáveis por 83% do plástico mal gerenciado que pode entrar nos oceanos.

A China ocupa o topo da lista, produzindo mais de um milhão de toneladas. Mas a equipe ressalva que é preciso levar em conta a imensa população do país e a extensão da sua costa.


Os Estados Unidos ficaram no 20º lugar da lista. O país tem uma grande área costeira, porém adota melhores práticas de descarte do lixo. Por outro lado, os EUA registram altos níveis de consumo de plástico per capita. A União Europeia é analisada em bloco e ocupa o 18º lugar na lista.
Soluções

O estudo recomenda soluções para o problema. Afirma que as nações ricas precisam reduzir seu consumo de produtos descartáveis e embalagens de plástico, como sacolas plásticas. Já os países em desenvolvimento têm que melhorar o tratamento do lixo.

“O crescimento econômico está ligado à geração de lixo. O crescimento econômico é uma coisa boa, mas o que você vê normalmente em países em desenvolvimento é que a estrutura de tratamento do lixo é deixada de lado”, disse a pesquisadora Jenna Jambeck, da Universidade da Georgia. 



Um imenso depósito de pneus no leito do oceano, uma contribuição de nossa “civilização” para a destruição da natureza…

“Isso faz algum sentido na medida em que eles estão mais focados em produzir água limpa e melhorar o saneamento. Mas não devem se esquecer desse tratamento porque os problemas só vão ficar piores.”

A equipe de pesquisadores estima que a quantidade de plástico jogada anualmente nos mares pode alcançar 17,5 milhões de toneladas até 2025. Isso significa que até lá 155 milhões de toneladas chegarão aos oceanos.

O Banco Mundial estima que o patamar máximo de lixo produzido no mundo só será atingido em 2100. O pesquisador Roland Geyer, da Universidade da Califórnia, que também participou do estudo, disse que não é possível limpar o plástico dos oceanos. “Fechar a torneira é a única solução”, afirmou à BBC. 



 
No Oceano Pacífico há uma gigantesca camada flutuante de plástico, que é considerada a maior concentração de lixo do mundo. Com cerca de 1.000 km de extensão contínua, vai da costa da Califórnia, atravessando o Havaí, e chega a meio caminho do Japão, atingindo uma profundidade de mais ou menos 10 metros.

“Como você recolheria o plástico do fundo dos oceanos considerando que a sua profundidade média é de 4,2 mil metros? Temos antes que evitar que o plástico chegue aos oceanos.”

“A falta de sistemas de tratamento de lixo alimenta a entrada de plástico no oceano”, diz o cientista. “Ajudar todos os países a desenvolver estruturas de tratamento é a mais alta prioridade”, disse. 



 
EM BREVE OS OCEANOS IRÃO DEVOLVER TODO O LIXO QUE A HUMANIDADE VEM DESPEJANDO EM SUAS ÁGUAS … SAIBA MAIS AQUI: http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/



Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/um-oceano-de-lixo-de-plastico/

Permitida a reprodução desde que mantido a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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Agosto 05, 2015

chamavioleta

Como AGIR no caso de uma catástrofe 

Por Michael Bond

Posted by Thoth3126 on 18/02/2015




As histórias sobre sobrevivência de pessoas em meio a imensas catástrofes sempre se concentram em saber o que esses indivíduos têm de tão especial que os ajudaram a permanecer vivos.

Um pesquisdor do comportamento de pessoas em ambientes de extremo estresse na Universidade de Portsmouth, na Grã-Bretanha, analisou a atitude de sobreviventes e vítimas de dezenas de desastres ocorridos em todo o mundo durante décadas e descobriu que, em situações de vida ou morte, cerca de 75% das pessoas ficam tão desnorteadas que não conseguem pensar com clareza nem planejar uma fuga. Elas ficam mentalmente paralisadas, em estado de choque, e morrem.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

CONSCIÊNCIA, A DIFERENÇA ENTRE FICAR VIVO OU MORRER EM MEIO A UMA CATÁSTROFE. Em um evento extremo, a maioria das pessoas não consegue fazer SEQUER a única coisa que poderia salvar sua vida.

Michael Bond Para a BBC Future – Dia 6 fevereiro 2015

Fonte: http://www.bbc.co.uk/


Às 19h de 27 de setembro de 1994, a balsa MS Estonia deixou a capital estoniana, Tallinn, rumo a Estocolmo, na Suécia, com 989 pessoas a bordo. Seis horas depois, em meio a uma forte tempestade, sua porta traseira se quebrou e seu compartimento de veículos se encheu de água. Uma hora mais tarde, a embarcação estava completamente afundada no Mar Báltico, junto com 852 passageiros e tripulantes mortos.

Apesar da rapidez da tragédia, da ventania, do mar revolto e do tempo que as equipes de resgate levaram para chegar, especialistas em sobrevivência ficaram abismados com o altíssimo número de vítimas. 



A balsa MS Estonia deixou a capital estoniana, Tallinn, rumo a Estocolmo, na Suécia, com 989 pessoas a bordo. Afundou em apenas uma hora em meio a uma violenta tempestade com 852 mortos.

O relatório oficial com o resultado das investigações do acidente concluiu que muitas pessoas se afogaram simplesmente porque não fizeram nada para se salvar. “Um número considerável de pessoas… parece ter sido incapaz de pensar ou agir racionalmente por causa do medo”, concluiu o relatório oficial sobre o acidente.

“Outros pareceram que ficaram petrificados e não poderiam sequer serem forçados a se salvarem. Alguns entraram em pânico, as pessoas estavam apáticas e chocadas além do limite e não reagiam quando outros passageiros tentaram orientá-los, nem mesmo quando eles usaram a força ou gritavam com eles”.

O que pode ter acontecido? Alguém que sabe a resposta é John Leach, um instrutor de sobrevivência militar que pesquisa o comportamento de pessoas em ambientes de extremo estresse na Universidade de Portsmouth, na Grã-Bretanha.

Ele analisou a atitude de sobreviventes e vítimas de dezenas de desastres e catástrofes ocorridos em todo o mundo durante décadas e descobriu que, em situações de vida ou morte, cerca de 75% das pessoas ficam tão desnorteadas que não conseguem pensar com clareza nem planejar uma fuga.

Elas ficam mentalmente paralisadas. (e como isso acontece pois ele estava presente em um desses eventos catastróficos, no incêndio na estação de metrô de Kings Cross em 18 de novembro de 1987, que matou 31 pessoas)

Apenas 15% das pessoas conseguem manter a calma em meio ao caos de uma tragédia e tomar decisões que podem salvar suas vidas. Os 10% restantes são puro perigo: eles surtam, perdem completamente o bom senso e colocam todos os outros em risco.

REAÇÃO RÁPIDA

As histórias de sobrevivência sempre se concentram em saber o que esses 15% têm de tão especial que os ajudou a permanecer vivos. Mas, para Leach, deveríamos nos perguntar: por que tanta gente morre quando tem capacidade física de se salvar? Por que tantos desistem ou não conseguem se ajustar à situação de desespero? 



Apesar da resposta rápida dos bombeiros, 55 pessoas morreram em acidente em Manchester

Segundo o pesquisador, na maior parte dos desastres, não é preciso ter habilidades especiais para sobreviver. Você só precisa saber o que fazer.

Os engenheiros que criam planos e procedimentos de evacuação costumavam assumir que as pessoas responderiam imediatamente ao ouvir um alarme, ao sentir cheiro de fumaça ou ao perceber que seu barco está adernando. Mas, como mostram alguns casos recentes, o verdadeiro desafio é fazer com que as pessoas reajam rapidamente.

Foi o que ocorreu no aeroporto de Manchester, na Grã-Bretanha, em agosto de 1985, quando um Boeing 737 com destino à ilha grega de Corfu sofreu uma pane no motor durante a decolagem, provocando a morte de 55 pessoas. “O mais impressionante foi esse grande número de vítimas, apesar de o avião nunca ter saído do chão e ter freado em uma posição que permitiu que os bombeiros rapidamente apagassem o fogo nas turbinas”, afirmou o relatório da investigação do incidente.

Em vez de perderem a razão e correrem desesperadas para as saídas de emergência da aeronave, foi a relutância das pessoas e o pânico que as colocaram em um risco muito maior.

Um dos maiores exemplos de passividade coletiva ocorreu nas torres do World Trade Center, em Nova York, durante os ataques de 11 de setembro de 2001. Um estudo do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos (NIST, na sigla em inglês) concluiu que a maioria dos sobreviventes do impacto do primeiro avião esperou uma média de seis minutos antes de começar a sair da Torre Norte pelas escadas. Alguns chegaram até a esperar por meia hora, seguindo seus afazeres normalmente.


Despreparados para o que estava acontecendo com eles, muitos continuaram agindo normalmente ou ficaram dando voltas para ver o que iria acontecer, esperando que os outros se movessem em primeiro lugar. Um estudo descobriu que metade das pessoas que sobreviveram se atrasaram antes de tentar escapar, fazendo chamadas telefônicas, arrumando as coisas em gavetas, trancando a porta do escritório, indo ao banheiro, completando e-mails, desligando o computador, trocando seus sapatos. Uma mulher acostumada a andar de bicicleta para ir trabalhar ainda voltou ao seu escritório para se trocar antes de tentar sair e tudo isso enquanto o prédio pegava fogo e entrava em colapso.

INSTINTO DORMENTE

A principal explicação psicológica para esse tipo de comportamento – passividade, paralisia mental e continuar a agir normalmente diante de um desastre – é que ele é provocado por uma incapacidade de algumas pessoas (a maioria) de se adaptarem a uma mudança súbita na “realidade” em seu entorno.

A sobrevivência requer um comportamento direcionado a um objetivo: ao sentirmos fome, procuramos comida; ao sentirmos solidão, procuramos companhia. Isso normalmente é algo fácil e instintivo. Mas em um ambiente ou em uma situação desconhecida, particularmente alguma que cause tensão extrema, estabelecer objetivos de sobrevivência requer um esforço CONCIENTE (n.t. significa TER CONSCIÊNCIA) muito maior.

“Em uma situação de emergência (um incêndio num prédio, um terremoto, um navio afundando ou de uma aeronave em chamas), geralmente as coisas acontecem mais rápido e em maior quantidade do que você consegue processá-las”, explica Leach.

Jerome Chertkoff, psicólogo social na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, dá um exemplo: “Ver-se em uma situação de perigo de vida é algo que aumenta enormemente a sua excitação emocional, e uma grande excitação faz com que as pessoas considerem um número limitado de alternativas. Isso pode ser ruim quando você está tentando decidir como agir, já que a opção que mais o ajudaria a escapar com vida pode nem passar por sua cabeça”.

Isso explica por que nas situações de emergência, muita gente deixa de tomar atitudes que poderiam parecer óbvias em circunstâncias normais. 



Terremoto seguido de tsunami no Japão em 2011.

PREPARO É FUNDAMENTAL

Por isso, a maioria dos especialistas em sobrevivência acredita que a melhor maneira de pensar com mais clareza é se preparar para uma emergência com antecedência.

“A prática torna as ações automáticas, sem a necessidade de se perder muito tempo pensando”, diz Chertkoff. Isso significa prestar atenção na localização das saídas de emergência quando você entra em um cinema ou em outro tipo de espaço fechado, ler as instruções de evacuação do prédio deixadas no seu quarto de hotel e sempre prestar atenção nos procedimentos de segurança que os comissários de bordo demonstram no avião.

Ou seja, a maioria dos sobreviventes sobrevive não porque são apenas mais corajosos, mas porque também estavam mais bem preparados (e INFORMADOS=CONSCIENTES).

E como você lidará com as outras pessoas durante uma catástrofe? Não importa o quão bem preparado você esteja, algum aspecto em situações de emergência estará sempre fora de nosso controle: como o comportamento daqueles pessoas que nos cercam se dará. Aqui, também, o conhecimento científico está em desacordo com o senso comum ou o que somos propensos a ler na mídia. 



Uma erupção vulcânica também é um evento extremo

Comentaristas destacaram muitas vezes a suposta estupidez ou loucura das multidões durante os grandes desastres – uma debandada de peregrinos em um evento religioso, o esmagamento de uma torcida de futebol, a corrida cega para as saídas em uma boate em chamas. Na realidade, isso raramente é o que acontece.

A pesquisa mostra que, na maioria dos cenários, grupos de pessoas são mais propensos a ajudar uns aos outros do que atrapalhar. “Em caso de emergência, a norma é a cooperação”, diz Chris Cocking, que estuda o comportamento das multidões na Universidade de Brighton. “O comportamento egoísta é muito leve e tende a ser policiada pela multidão em vez de se espalhar pelo ambiente.”

Pegue os atentados suicidas no sistema de transportes de Londres em 7 de julho de 2005, que matou 52 pessoas e feriu mais de 700. Durante várias horas, centenas de passageiros ficaram presos em túneis subterrâneos esfumaçados sem nenhuma maneira de saber se eles seriam resgatados, nem se outras explosões eram iminentes.

Em meio a esse caos, a maioria das pessoas foi altamente cooperativa e útil, de acordo com sobreviventes entrevistados por Cocking, John Drury, da Universidade de Sussex e Steve Reicher, da Universidade de St Andrews. Os psicólogos chamam isso de resposta “resiliência coletiva”: uma atitude de ajuda mútua e de unidade no meio do perigo.

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES

Drury, Cocking e Reicher documentaram muitos exemplos de resistência coletiva. Em 2008, eles falaram com sobreviventes de 11 tragédias ou incidentes a partir das quatro décadas anteriores, incluindo o esmagamento de 2001 no estádio de futebol em Ghana em que 126 pessoas morreram enquanto tentavam escapar pelas saídas bloqueadas, contataram sobreviventes do naufrágio em 1991 do navio de cruzeiro Oceanos da África do Sul, (quando notavelmente todos os mais de 500 passageiros sobreviveram).


Unidos somos muito mais fortes.

Em cada caso, a solidariedade do grupo foi mais prevalente do que o egoísmo. Cocking pensa que a tendência das pessoas a colaborar em casos de emergência aumenta as chances de sobrevivência de todos. “Individualmente, a melhor coisa é taticamente ficar junto com o interesse do grupo. Em situações em que todo mundo age individualmente, que são muito raras, é que realmente diminui uma eficaz evacuação de todo o grupo”.

Ainda assim, algumas emergências podem ser tão desorientadoras que a cooperação pode ser impossível para algumas pessoas. Citando um exemplo dramático de como as pessoas se comportam de forma diferente quando a sua vida está em jogo, considere a história do britânico-irlandês da equipe de remo Atlantic Odyssey que em janeiro de 2012 tentou atravessar o oceano Atlântico de leste para oeste, em um recorde de 30 dias.

Após 28 dias, uma onda gigante virou o barco com a equipe enquanto eles ainda estavam há 500 milhas (800 quilômetros) de distância de seu destino em Barbados. De acordo com Mark Beaumont, um aventureiro e radialista que fazia parte da tripulação de seis remadores, todos teriam se afogado se vários deles não tivessem mergulhado várias vezes sob o casco virado para cima para liberar o bote salva-vidas e recuperar o rastreador GPS com sinal de emergência, o telefone via satélite, água fresca e comida.

CHOQUE PROFUNDO

Mas nem toda a tripulação reagiu tão racional e cooperativamente. “Dois rapazes entraram em estado de choque muito profundo”, lembra ele. “Um deles mal conseguia dizer uma palavra. Ele apenas fechou os olhos e desligou. “Mais tarde, esse colega, que era um remador forte, explicou a Beaumont que tinha ficado muito oprimido pela situação. “Eu estava completamente fora do meu alcance”, disse ele. “Eu pensei que a melhor coisa a fazer era ocupar o mínimo espaço possível no bote salva-vidas, então fechei os olhos e esperei por aquilo passar, se era para nós morrermos ou sermos salvos.”


As chances são de que você nunca vá se encontrar em uma situação de desastre ou catástrofe. Mas é uma boa ideia imaginar que você pode ter que enfrentar emergências: estar ciente de que existem ameaças lá fora, e que você pode se preparar para elas, sem resvalar para a paranoia.

“Tudo o que você tem a fazer é perguntar a si mesmo algo muito simples”, diz Leach. “Se algo acontecer, qual deveria ser a minha primeira resposta? Uma vez que você puder responder a essa questão, todo o resto vai estar no lugar. É simples assim”.

“O NÉSCIO pode associar-se a um sábio toda a sua vida, mas percebe tão pouco da verdade como a colher do gosto da sopa. O homem inteligente pode associar-se a um sábio por um minuto, e perceber tanto da verdade quanto o paladar sabe do sabor da sopa”. — Textos Budistas

Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/vulcao-cumbre-vieja-mega-tsunami-pode-atingir-o-brasil/
http://thoth3126.com.br/profecias-de-joao-um-cavaleiro-templario/
http://thoth3126.com.br/pao-e-circo/
http://thoth3126.com.br/emmanuel-a-separacao-comecou/
http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/
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Abril 29, 2015

chamavioleta

Ebola: vírus foi criado pela engenharia genética (!?)

Posted by Thoth3126 on 29/04/2015

risco-biologico


Ebola e AIDS – Armas biológicas fabricadas por engenharia genética por industrias farmacêuticas Ocidentais e Depto de Defesa (DoD) dos EUA?


Eu li uma série de artigos, todos ao alcance de qualquer um na Internet, bem como artigos de outras fontes sobre as baixas na Libéria e outros países do Oeste Africano sobre a atual devastação humana causada pelo vírus Ebola.

Cerca de um tempo atrás, li um artigo publicado no site de notícias da Internet dos Amigos da Libéria, que disse que havia um consenso de que o início do surto do letal vírus Ebola na África Ocidental “deveu-se ao contato de uma criança de dois anos de idade com morcegos que tinham vindo do Congo”.


Tradução,edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Cientistas Alegam: Ebola e AIDS – Armas biológicas fabricadas por engenharia genética por industrias farmacêuticas Ocidentais e Depto de Defesa (DoD) dos EUA?

Por: Dr. Cyril Broderick, Professor de Patologia Vegetal

It is 1:18 pm in Monrovia, Libéria – África

Fonte: http://www.liberianobserver.com/

Caros Cidadãos do Mundo: esse fato me deixou desconcertado com o relatório sobre o vírus Ebola, e me estimulou numa resposta aos “Amigos da Libéria”, dizendo que os povos africanos não são ignorantes e ingênuos, como estava sendo declarado. A resposta que recebi do Dr. Verlon Stone disse que o artigo não era deles, e que o site “Amigos da Libéria” estava simplesmente fornecendo um serviço. Ele então me perguntou se ele poderia publicar minha carta em seu fórum na Internet. Eu dei minha permissão, mas eu não a vi sendo publicada.



O mortal vírus Ebola: A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença. Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos locais de seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada.

Devido à perda generalizada de pessoas, vítimas do contágio, o medo, o trauma fisiológico e o desespero entre os liberianos e de outros cidadãos de países da África Ocidental, me senti obrigado a fazer uma contribuição para esclarecimento desta situação devastadora, que pode continuar a acontecer, se não for adequadamente confrontada. Vou abordar a situação sobre o surgimento do vírus Ebola em países da África Ocidental em cinco (5) pontos:

1. O vírus Ebola é um organismo geneticamente modificado (OGM)

Horowitz (1998) foi deliberado e inequívoco quando explicou a ameaça de novas doenças em seu texto, os Vírus Emergentes eram: a AIDS e o EBOLA – Natural, acidental ou intencional. Em sua entrevista com o Dr. Robert Strecker no capítulo 7, a discussão, no início de 1970, deixou claro que a guerra era entre os países que sediavam a KGB (antiga URSS) e a CIA (EUA), e a “fabricação” do vírus da AIDS como uma cepa virulenta “era claramente dirigido para ser usado contra o outro lado. De passagem, durante a entrevista, foi feita menção a existência do “edifício Ebola” dentro do Fort Detrick, nos EUA, e “um monte de problemas com doenças estranhas” em “Frederick [Maryland].”

Pelo capítulo 12 de seu texto, ele tinha confirmado a existência de um complexo militar-médico-farmacêutico norte-americano que realiza testes de armas biológicas sob o pretexto de administrar vacinas para controlar doenças e melhorar a saúde dos “negros africanos no exterior.” O livro é um excelente texto, e todos os líderes políticos e quem mais tiver interesse em ciência, saúde, pessoas, conspirações e intriga deve estudá-lo. Surpreende-me que os líderes africanos não estão fazendo nenhuma referência a este importante documento.

2. O vírus EBOLA tem uma história terrível e testes tem sido secretamente feitos na África:

Agora estou lendo The Hot Zone, um romance, de Richard Preston (copyright 1989 e 1994); é de cortar o coração. O escritor prolífico e proeminente, Steven King, é citado como tendo dito que o livro é “Uma das coisas mais horríveis que eu já li. Ele é uma notável obra de arte”. Como um bestseller do New York Times, The Hot Zone é apresentado como “uma verdadeira história aterrorizante”.

Terrível, sim, porque a descrição patológica do que foi encontrado em animais mortos pelo vírus Ebola é o que o vírus tem vindo a fazer hoje aos seres humanos cidadãos da Guiné, Serra Leoa e Libéria, em sua manifestação mais recente: O vírus Ebola destrói os órgãos internos dos seres humanos e o corpo se deteriora rapidamente sucedendo a morte.

Ele amolece e os tecidos se transformam, literalmente, em geleia, mesmo que os corpos sejam refrigerados e mantidos a frio. A liquefação espontânea é o que acontece com o corpo de pessoas mortas pelo vírus Ebola! O autor observou no ponto 1, o Dr. Horowitz, repreendeu o livro The Hot Zone por escrever de modo politicamente correto; eu entendo porque o livro se esforça para ser muito factual. O incidente em 1976 com a erupção do vírus Ebola no Zaire, durante a gestão do Presidente Mobutu Sese Seko, foi a introdução do vírus EBOLA GENETICAMENTE modificado na África.

3. Locais espalhados pela África e especificamente na ÁFRICA OCIDENTAL, ao longo dos anos, foram sendo configurados para teste de doenças emergentes pela engenharia genética, ESPECIALMENTE O VÍRUS EBOLA

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e várias outras agências da ONU têm estado implicados na seleção de países africanos atraentes para participar dos eventos de teste, promovendo a vacinação, mas buscando se utilizar de vários regimentos de teste. Um artigo publicado em 02 de agosto de 2014, por Jon Rappoport do site Global Research, sobre a África Ocidental pergunta:

O que os PESQUISADORES DOS EUA em guerra biológica estão fazendo na Zona de contaminação do vírus Ebola? que aponta o problema que estão enfrentando os governos africanos. E obviamente, neste e em outros relatórios estão presentes, entre outros, citados os seguintes órgãos dos EUA:
(A) O US Army Medical Research Institute of Infectious Diseases (USAMRIID), um centro bem conhecido para a pesquisa biológica com uso na guerra, localizado em Fort Detrick, Maryland;
(B) a Universidade de Tulane, em Nova Orleans, EUA, vencedor de bolsas de investigação, incluindo a concessão de mais de US$ 7 milhões que o National Institute of Health (NIH) para financiar a investigação com a febre hemorrágica viral Lassa;
(C) o Centro de Controle de Doenças (CDC-Center for Disease Control);
(D) Os Médicos Sem Fronteiras (também conhecido por seu nome francês, Medicins Sans Frontiers);
(E) Tekmira, uma empresa farmacêutica canadense;
(F) A gigante farmacêutica GlaxoSmithKline do Reino Unido; e
(G) o Hospital Público Kenema em Kenema, em Serra Leoa.



Relatórios contam histórias do Departamento de Defesa dos EUA (DoD-Department of Defense) participando no financiamento de testes com o vírus Ebola em seres humanos, os ensaios começaram poucas semanas antes do surto de Ebola na Guiné e Serra Leoa. Os relatórios continuam e afirmam que o DoD deu um contrato no valor de US$ 140 milhões de dólares para a Tekmira, uma empresa farmacêutica canadense, para conduzir pesquisas com o vírus Ebola. Este trabalho de pesquisa envolveu a injeção e a contaminação de seres humanos saudáveis ??com o vírus mortal Ebola.

Assim, o DoD dos EUA está listado e envolvido como um colaborador em um ensaio clínico “Primeiro em Humanos” do vírus Ebola (NCT02041715, que começou em janeiro de 2014, pouco antes de uma epidemia do Ebola ter sido declarada na África Ocidental, em março). Perturbadoramente, muitos relatórios concluem também que o governo dos EUA tem um laboratório de pesquisa para bioterrorismo com febre viral em Kenema, uma cidade LOCALIZADA no epicentro do surto de Ebola na África Ocidental.

O único ramo de oliveira positivo e ético relevante visto em toda a minha leitura sobre o caso é o que o Theguardian.com relatou: “O financiamento do governo dos EUA de testes de Ebola em seres humanos saudáveis ??ocorre em meio a advertências dos maiores cientistas das Universidades de Harvard e Yale de que o risco dessas experiências com o vírus poder provocar uma pandemia mundial. “Essa ameaça ainda persiste.“

4. A necessidade de ação judicial para obter reparação por danos devidos à perpetuação da injustiça na morte, em lesões e traumas IMPOSTOS aos cidadãos liberianos e outros povos africanos pelo vírus Ebola e outros agentes de doença.

Os EUA, Canadá, França e Reino Unido estão todos implicados nos detestáveis e diabólicos ??atos que foram estes testes com o vírus Ebola. Há a necessidade de buscar uma reparação civil e criminal por danos, e países e povos africanos devem assegurar a representação legal de exigir uma indenização desses países que criaram a pandemia, de algumas empresas, e das Nações Unidas. As evidências parecem abundantes contra Tulane University, e as execuções penais devem começar por aí. O artigo de Yoichi Shimatsu, cujo título é “A eclosão do vírus Ebola coincidiu com campanhas de vacinação da ONU”, artigo publicado em 18 de agosto de 2014, no Liberty Beacon também é muito esclarecedor.



5. Os Líderes e os países africanos precisam de assumir a liderança na defesa dos bebes, crianças, mulheres africanas, homens africanos e os idosos. Estes cidadãos africanos não merecem ser utilizados como COBAIAS!

A África não deve relegar o Continente para se tornar uma localidade para a eliminação e deposição de produtos químicos perigosos, medicamentos perigosos e produtos químicos ou agentes biológicos de doenças emergentes. Há necessidade urgente de ação afirmativa em proteger os menos abastados dos países mais pobres, especialmente os cidadãos africanos, cujos países não são tão cientifica e industrialmente dotados como os Estados Unidos e a maioria dos países ocidentais, fontes da maioria dos OGM virais ou bacterianas que são estrategicamente concebidos como armas biológicas.

É muito preocupante que o governo dos EUA esteja operando um laboratório de pesquisa de bioterrorismo sobre febre hemorrágica viral em Serra Leoa. Existem outros? Onde quer que eles existam, é hora de finalizá-los. Se existirem quaisquer outros locais, é aconselhável seguir o passo atrasado, mas essencial: Sierra Leone fechar o laboratório de armas biológicas dos EUA e impedir a Universidade Tulane de fazer mais testes.

O mundo deve se alarmar. Todos os africanos, norte americanos, europeus, do Oriente Médio, sul americanos, asiáticos e pessoas de todas os países na Terra devem estar surpreendidos. Os povos africanos, nomeadamente os cidadãos mais particularmente da Libéria, Guiné e Serra Leoa são vítimas e estão morrendo todos os dias. Ouça as pessoas que desconfiam dos hospitais, que não podem apertar as mãos, abraçar os seus parentes e amigos. Pessoas inocentes estão morrendo de doenças terríveis, e eles precisam de nossa ajuda. Os países são pobres e não podem pagar todo o lote de equipamentos de proteção individual (EPI), que a situação exige para médicos e enfermeiros. A ameaça é real, e é muito maior do que alguns países africanos.



O desafio é global, e pedimos a ajuda de todos os lugares, incluindo China, Japão, Austrália, Índia, Alemanha, Itália, e até mesmo pessoas de bom coração nos EUA, França, Reino Unido, Rússia, Coréia do Sul, Arábia Saudita, e em qualquer outro lugar cujo desejo seja ajudar. A situação é mais sombria do que quem esta do lado de fora pode imaginar, e devemos prestar assistência como pudermos.

Para garantir um futuro que tenha menos desse tipo de drama, é importante que nós agora exigimos que nossos líderes e governantes sejam honestos, transparentes, justos e engajados produtivamente. Eles devem responder ao povo. Por favor, revolte-se para que se pare de fazer testes com o vírus Ebola e a propagação desta doença covarde na África.

Muito obrigado. atenciosamente, Dr. Cyril E. Broderick.
Sobre o autor:



Dr. Broderick é um ex-professor de Fitopatologia da Universidade da Libéria da Escola Superior de Agricultura e Florestas. Ele também é Observer Farmer na década de 1980. Foi a partir dessa coluna em nosso jornal, o Daily Observer, que Firestone o viu e ofereceu-lhe o cargo de Diretor de Pesquisa no final dos anos 1980. Além disso, ele é um cientista que leciona por muitos anos no Colégio Agrícola da Universidade de Delaware nos EUA.

Para saber muito mais acesse:
  1. http://thoth3126.com.br/onu-diz-que-virus-ebola-e-ameaca-a-saude-mundial/
  2. http://thoth3126.com.br/ebola-surto-da-epidemia-e-emergencia-internacional/
  3. http://thoth3126.com.br/ebola-epidemia-esta-fora-de-controle-na-africa/
  4. http://thoth3126.com.br/africa-surto-de-ebola-e-o-mais-grave-da-historia/
  5. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua/
  6. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
  7. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-iii/
  8. http://thoth3126.com.br/e-u-a-o-exercito-dos-illuminatinova-ordem-mundial/
  9. http://thoth3126.com.br/forcas-das-trevas-atuam-de-dentro-do-governo-dos-eua/
  10. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/
  11. http://thoth3126.com.br/2017-o-ano-do-fim-dos-eua/
  12. http://thoth3126.com.br/c-i-a-maior-traficante-de-drogas-do-planeta/
  13. http://thoth3126.com.br/virus-ebola-esta-se-espalhando-exponencialmente/
  14. http://thoth3126.com.br/ebola-uma-arma-biologica/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.


www.thoth3126.com.br

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Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
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Março 12, 2015

chamavioleta

Europa: mel cura ferimentos, mas abelhas estão ameaçadas

Posted by Thoth3126 on 12/03/2015

abelhas

A situação das abelhas e demais polinizadores na Europa



Os insetos polinizadores como as abelhas estão desaparecendo na Europa. Os investigadores sabem que as causas são múltiplas tais como: perda do habitat, agentes patogênicos, espécies exóticas, uso dos fertilizantes agrícolas e até mesmo as alterações climáticas.

E as consequências são dramáticas: as abelhas e os outros polinizadores são as sentinelas dos ecossistemas. O seu declínio afeta negativamente as plantas selvagens, a produção agrícola e até mesmo a nutrição humana.


Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com


Europa: Mel de abelhas curam até mesmo feridas crônicas, as abelhas ajudam na polinização de cereais e frutas, mas estão ameaçadas


23/06 16:17 CET


http://pt.euronews.com/


Simon Potts, biólogo e coordenador do projeto STEP na Universidade de Reading explica: “Este é um morango que foi muito bem polinizado. Tem boa cor, um bom tamanho e é simétrico. Podemos compará-lo a um morango mal polinizado. Podemos ver que é um pouco menor, é disforme, não é muito atraente e tem menos açúcar provavelmente… Os polinizadores têm um papel muito importante na agricultura e se existirem em menor quantidade na Europa, vamos ter sérios problemas na produção e no cultivo de alimentos de boa qualidade.”


Os investigadores de um projeto europeu de investigação estão trabalhando para avaliar o problema e para encontrar soluções.


Victoria Wickens, é ecologista agrícola, na Universidade de Reading: “Nós pensamos: se conseguirmos colocar espécies de flores aqui, podemos tirar o máximo proveito desta terra. Podemos atrair os polinizadores com uma mistura muito específica de flores. Algo que vai atrair as diferentes espécies de polinizadores… As abelhas… E todos os insetos que podem polinizar as plantações. Acreditamos que, desta forma, podem vir para a região, podem aumentar em número e passar para as culturas”.


Segundo a cientista Jennifer Wickens, da Universidade de Reading, o trabalho de campo e de laboratório indicam que esta medida é eficaz: “Os resultados mostram que as flores estão aumentando a presença dos polinizadores em 500%, isto em termos de quantidade. Mas em termos de diversidade, também estamos a encontrar espécies raras que vêm para os terrenos agrícolas. É entusiasmante, porque significa que estamos conseguindo que os polinizadores saiam dos seus habitats protegidos para a agricultura”.


O biólogo Duncan Coston exemplifica:“Temos aqui dois cestos. Um com produtos que não necessitam de polinização. E outro com produtos que exigem alguma forma de polinização através de insetos… Por, exemplo: “Laranjas… Cidra… Pêras… maças… Um pouco de café… E algumas amêndoas… Sem café, ou chocolate, ou sem folhados de chocolate… O café da manhã começa a parecer um pouco mais monótono e aborrecido”.





Os especialistas em polinização organizam regularmente campanhas de sensibilização nas escolas ou em supermercados como este, perto de Reading, no Reino Unido.


“É uma espécie de mosquito que poliniza a planta do cacau. Sem esta espécie de mosquito, não há chocolate. Existem certas espécies de abelhas que polinizam o café. E, sem elas, não teríamos café. O algodão precisa de ser polinizado por insetos. Sem os polinizadores, a quantidade e o rendimento de todos estes produtos cairia drasticamente e o seu custo acabaria por disparar”, conclui Duncan Coston.


Inverter o declínio dos polinizadores ainda é possível, dizem os investigadores. Mas o tempo pode estar a terminar.

http://step-project.net


http://pt.euronews.com/


A ferida na pata de Knallen tem resistido a todas as tentativas de tratamento. Até ter sido tratada com um novo medicamento, com 13 bactérias do ácido láctico, retirado do estômago das abelhas. Com mel processado, água e açúcar, a mistura ajuda a produzir substâncias antimicrobianas que matam os germes resistentes aos antibióticos.





A descoberta foi feita por investigadores suecos da Universidade de Lund. O mel é usado contra infeções há milénios, mas este grupo de bactérias estudadas produzem compostos contra os micróbios. Em laboratório, as bactérias de ácido láctico atuaram em todos os agentes patogénicos.


Segundo a Microbiologista da Universidade de Lund, Alejandra Vasquez: “O ingrediente fundamental são as bactérias vivas do mel. Podemos levar este medicamento antigo até outro nível, no qual podemos padronizar uma mistura de mel com estas bactérias em alta concentração.”


Esta experiência bem sucedida pode ajudar a comunidade médica a ultrapassar o problema da resistência aos antibióticos. O próximo passo é fazer testes em seres humanos, cujas feridas se têm revelado impossíveis de tratar.


“A cura tem demorado entre oito dias, até três semanas, mas todas as feridas crónicas ficaram curadas. Acreditamos que esta descoberta pode ser uma ferramenta alternativa aos antibióticos, mas não esperávamos resultados tão bons”, acrescenta Alejandra Vasquez.


A resistência aos antibióticos tornou-se uma questão fundamental na saúde, com um número cada vez maior de bactérias, cada vez mais resistentes. A solução pode estar nas abelhas.

Copyright © 2014 euronews
 
Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/mel-elimina-superbacterias/
  2. http://thoth3126.com.br/abelhas-em-perigo-de-extincao/
  3. http://thoth3126.com.br/as-abelhas-e-o-sagrado-feminino/
  4. http://thoth3126.com.br/abelhas-estao-desaparecendo/
  5. http://thoth3126.com.br/abelhas-podem-aumentar-a-produtividade-na-agricultura-dizem-especialistas/
  6. http://thoth3126.com.br/sumico-das-abelhas-tambem-no-brasil/
  7. http://thoth3126.com.br/abelhas-tribunal-polones-condena-mulher-por-matar-2-milhoes-de-abelhas/
  8. http://thoth3126.com.br/abelhas-morrem-por-pesticidas-no-canada/
Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

Fevereiro 07, 2015

chamavioleta

Bill Gates alerta que o mundo deve se preparar para uma pandemia mundial

Posted by Thoth3126 on 07/02/2015

bill-gates


O bilionário Bill Gates acredita que o mundo deve aprender com a batalha contra o vírus ebola para se preparar para uma guerra contra uma possível doença fatal e global, utilizando, para isso, a ajuda das novas tecnologias.

O norte americano, que participou em Berlim de uma conferência de doadores da organização Gavi, a Aliança Global para Vacinas e Imunização, considera que seria imprudente não se preparar para o risco de uma pandemia mundial.


Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O bilionário norte americano, que participou em Berlim de uma conferência de doadores da organização Gavi, a Aliança Global para Vacinas e Imunização, considera que seria imprudente não se preparar para o risco de uma pandemia mundial.

Dia 28 jan 2015 – 12h 11

http://www.emresumo.com.br/

“Um patógeno ainda mais difícil (que o ebola) poderia surgir: uma forma de gripe, de SARS ou um tipo de vírus nunca antes visto”, declarou em entrevista.

“Nós não sabemos se isso vai acontecer, mas o risco é significativo o suficiente, e uma coisa que deveríamos aprender com o ebola é perguntar-nos: Estamos prontos o suficiente? É como quando estamos nos preparando para a guerra, temos aviões e precisamos treinar”, continuou ele.

Segundo ele, se preparar pode significar recrutar voluntários para serem treinados para responder rapidamente às emergências de saúde, à imagem dos planos desenvolvidos nos países mais atingidos pelo ebola — Guiné, Libéria e Serra Leoa —, que registraram quase 8.700 mortos, segundo o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Vacinação infantil

Bill Gates, classificado pela revista Forbes como o homem mais rico do mundo, com uma fortuna de cerca de US$ 80 bilhões de dólares, explicou que a fundação que dirige com sua esposa Melinda tem distribuído em torno de US$ 4 bilhões de dólares por ano para ajudar os mais pobres do mundo.

A fundação também é um dos principais contribuintes da organização Gavi, que arrecadou promessas de doação de 7,5 bilhões de dólares para prosseguir com sua campanha de vacinação infantil de 2016 a 2020.

As vacinas são “os maiores salva-vidas de vidas humanas”, de acordo com o americano de 59 anos de idade, que comemora o fato de a chanceler alemã Angela Merkel ter recebido esta conferência de doadores em Berlim e feito da vacinação no mundo uma das prioridades do G7 presidido pela Alemanha este ano. Ele também expressou sua preocupação com a ascensão de uma corrente antivacinação nos países ocidentais, ligada a um medo exagerado dos riscos associados às vacinas.

“Nós nos concentramos em crianças pobres. Milhões delas morrem de doenças que poderiam ser evitadas por meio de vacinas”, acrescenta. “É uma pena não haver uma taxa de 100% (de vacinação) nos países ricos. Eles escolhem infectar potencialmente pessoas que não podem se proteger”, considera Gates, observando que doenças como sarampo e a coqueluche podem voltar a se espalhar.

O cofundador da empresa de software Microsoft também salienta a importância da tecnologia na realização de campanhas de vacinação. “Nós usamos fotos de satélite para determinar onde as pessoas vivem, usamos o GPS com telefones móveis para ver se as equipes de vacinação estão indo em todos os lugares que precisam ir, fazemos uma análise estatística para ver se alguma criança não foi atendida”, explica.

“As novas tecnologias inovadoras vão nos permitir ver o que está acontecendo, a um custo muito mais baixo”, disse ele. Bill Gates também diz estar orgulhoso de ter incentivado outros bilionários americanos, como Warren Buffett, a dedicar uma parcela significativa de sua riqueza à caridade.

Ele diz que quer levar esta mensagem para a Europa, Índia e China, “onde quer que eu vá, eu digo às pessoas o quanto eu me deleito na filantropia e eu encorajo outros a se envolver.”


Por Deborah Cole – Berlim, Alemanha – Fonte: AFP (Agência France-Presse)

Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/vacinas-podem-ser-mortais/
http://thoth3126.com.br/grandes-surpresas-dentro-de-vacinas/
http://thoth3126.com.br/o-colapso-moral-da-medicina-ocidental/
http://thoth3126.com.br/chemtrail/
http://thoth3126.com.br/ebola-como-ocorre-o-contagio/
http://thoth3126.com.br/ebola-pandemia-do-virus-foi-criada-na-africa/
http://thoth3126.com.br/o-mais-perigoso-segredo-de-israel/
http://thoth3126.com.br/virus-mortal-some-de-laboratorio-nos-eua/

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www.thoth3126.com.br

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