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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Julho 30, 2015

chamavioleta

SEGUNDA PARTE: 

Capítulo IV 

 A MONTANHA PERDIDA

 Capítulo IV do livro 

“O Retorno de Inanna (Nibiru). 

Os deuses ancestrais e a evolução do planeta Terra“, 

de V.S. Ferguson 

 




“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios 1:22

O Retorno de Inanna: “Eu, Inanna, retorno para contar como faz cerca de 500 mil anos, a minha família de Nibiru tomou posse da Terra e alterou o genoma humano com o fim de produzir uma raça de trabalhadores criada para extrair ouro destinado à esgotada atmosfera de Nibiru, nosso planeta e lar original.

Como somos tecnologicamente muito superiores, esta raça de trabalhadores — a espécie humana — nos adorava como a deuses. Aproveitamo-nos deles (de voces) para liberar guerras em meio de nossas disputas familiares intermináveis até que, de um modo estúpido, desatamos sobre a Terra a terrível arma Gandiva (artefatos nucleares), que enviou uma onda de radiação destrutiva por toda a galáxia”.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Parte II – Capítulo IV do livro “O Retorno de Inanna (Nibiru). Os deuses ancestrais e a evolução do planeta Terra“, de V.S. Ferguson

“Isto chamou a atenção dos membros da Federação Intergaláctica. E então, por causa de nossas próprias ações irresponsáveis em seu planeta, vimo-nos restringidos pela BARREIRA DE FREQUÊNCIA, imposta pela FEDERAÇÃO, uma prisão de freqüência que congelou a nossa evolução”.

Retornem comigo à antiga Suméria, a Babilônia, ao vale do rio Indus e ao Egito. Dentro de meus Templos do Amor, dou a conhecer segredos antigos da união sexual cósmica nibiruana e de meus matrimônios sagrados. Através de meus olhos contemplem a Torre de Babel, o Grande Dilúvio, os Túneis das Serpentes e os cristais em espiral na pirâmide de Gizé.



Viajem comigo pelo tempo até a Atlântida, a Cachemira e o Pacífico Noroeste dos Estados Unidos à medida que encarno em meu Eu multidimensional para pôr a funcionar os códigos genéticos que estão latentes dentro de sua espécie e para libertar a Terra do controle por freqüências que exerce meu primo, o tirano deus Marduk (Baal, LÚCIFER, Bel)“.

Partes iniciais:
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-ninhursag-03/

SEGUNDA PARTE: Capítulo IV – A MONTANHA PERDIDA

Graciela queria um gole. Preferia o vinho francês tinto, mas esta noite algo serviria. A Montanha Perdida ficava muito longe de Nova Iorque. Já estava se acostumando ao silêncio mas se sentia um pouco vulnerável sem o ruído e a atividade da mega cidade que lhe davam uma falsa sensação de segurança. Acomodada em sua cabana de troncos e acompanhada de seus dois cães, Graciela admitiu que se sentia mais segura estando sozinha nesta montanha que em qualquer lugar da grande cidade.

Qualquer um pode se sentir tão sozinho na Montanha Perdida como em Nova Iorque. Houve dias na cidade que não falava com ninguém. Ela sempre tinha sido uma solitária. Tinha nascido em uma família enriquecida do velho sul dos EUA e sempre pensou que de algum jeito tinha aterrissado na família equivocada. Para ela tinha sido fácil acreditar que na verdade poderia ser uma extraterrestre, pois nunca se sentiu à vontade na Terra. Dentro de seu ser havia um sentimento de um profundo vazio que sempre esteve com ela.

Era como se soubesse que não pertencia a este lugar e desejava ir para casa, ficasse onde ficasse sua “casa”. Ela tinha viajado muito, casou-se, divorciou-se, uniu-se a grupos, tinha-os abandonado e tinha lido muitos livros, mas ninguém tinha as respostas que ela estava procurando. Tinha lido que os monges no Tibet se encerravam em celas escuras durante um ano e não falavam com ninguém. Ela estava pronta para fazer o mesmo, mas a sua maneira.



Pensou em sua infância enquanto se servia de um merlot californiano. Seu pai era um empresário de centros comerciais, não aqueles enormes que absorvem tudo, mas pequenos que aparecem em todas as partes para contribuir com sua estética ao infortúnio suburbano. Ele era muito rico e estava muito ocupado, muito ocupado para atender a sua filha.

Todo mundo lhe dizia que deveria estar feliz e agradecida; tinha todo o dinheiro do mundo, estudou na melhor escola privada e podia comprar com seus cartões de crédito as roupas ou qualquer coisa que quisesse nas melhores lojas. Seu irmão sim era feliz, estava seguro de que se encarregaria dos negócios de seu pai quando crescesse e ocuparia seu lugar no mundo como um exemplo destacado do sonho americano. Mas, se tudo era cor de rosa, pensava Graciela, por que sua mãe tomava tantas pílulas?

Diana, a mãe, era uma beldade sulina da velha escola. Sua própria mãe morreu quando só tinha quatro anos e a pequena Diana se culpou por isso. Quando era jovem Diana procurou ser independente, mas passados dos 30 anos se casou com Brent, o pai da Graciela. Fez-o por amor e também por temor à solidão. Brent amava Diana a sua maneira, mas era um tirano inato. Se Diana não fazia sua vontade ele desatava sua ira contra ela. O gabinete de banho de Diana estava repleto de tranquilizantes e pílulas para dormir, que chegaram a ser “os pequenos ajudantes de mamãe”.

Graciela tampouco era imune ao mau gênio de seu pai. Se ela se interpunha em seu caminho ou não estava de acordo com os planos que ele tinha para sua vida, explorava e a degradava com palavras cruéis. Em silêncio a mãe saía para procurar seu gabinete enquanto Graciela ficava reduzida aos soluços. Ninguém a defendia, ninguém a apoiava. Logo, depois destes episódios, para suavizar as coisas, o pai lhe comprava bonecas, um vestido e mais tarde, ações. Mas ela nunca aprendeu a ver a vida da maneira como a via sua família. Temia converter-se em um troféu para algum tirano rico em caso de que se casasse. Ela não queria terminar como sua mãe, sem se importar com o pagamento.

Na universidade a vida da Graciela não foi tampouco muito feliz. Embora fosse formosa e tivesse seus pretendentes, havia uma parte dela que ninguém conhecia, que aparentemente ninguém queria conhecer. Rebelou-se e começou a procurar gente que era inaceitável para sua família. Fez amizade com artistas e músicos. Era a época dos anos 60 e Graciela escapou para Nova Iorque, em busca de “ar fresco”.



Naquela cabana da montanha reinava a quietude. Até o louco uivo dos coiotes tinha cessado. Não havia lua, somente as estrelas. Graciela decidiu dormir fora no terraço sob o céu. Com seus jeans e seu suéter se meteu em seu saco de dormir e olhou para cima. Deus! podia-se ver cada estrela no céu e havia milhões delas. Definitivamente isto não era como a cidade. Era tão antigo. Graciela se esqueceu de seu passado, de sua solidão, de seu temor e se perdeu na beleza do céu noturno.

Inanna estava ainda no disfarce do sacerdote druida e falou com Olnwynn: “meu filho, pode descansar um momento. Falaremos mais tarde”. A paz e a calma que emanava de Graciela alcançaram a realidade de Inanna. “Melinar, esta é nossa oportunidade. O que lhe dizemos? O que fazemos? Não queremos assustá-la”.

Os brilhantes de Melinar começaram a acelerar-se. Os grandes olhos castanhos de Graciela se encheram de lágrimas. A beleza do céu noturno era muito para ela, desde fazia muitos anos não tinha visto um céu assim. Sorriu quando uma estrela fugaz e cadente cruzou frente a ela. Um bom presságio, pensou. Este é meu lar, aqui encontrarei o que estou procurando.

O céu estrelado era tão brilhante que Graciela fechou os olhos. Por detrás de suas pálpebras percebeu a escuridão total de sua imaginação. Pensou sobre este contraste até que um objeto pitoresco se formou nessa escuridão e começou a girar. Frente a ela começaram a mover-se e a mudar, como jóias preciosas, formas geométricas esquisitamente belas. Era um espetáculo digno de presenciar e ela não queria que se afastasse. Não sabia o que podia ser este espetáculo de luzes, mas instintivamente lhe agradava.

Graciela sempre tinha tido visões; quando era menina tinha seus amigos imaginários. Um deles era um extraterrestre diminuto. Este amistoso ser voava ao lado do carro de seu pai no veículo mais fascinante. Contava a Graciela toda classe de histórias interessantes, explicava-lhe coisas e a mantinha ocupada durante horas. Em anos posteriores Graciela desejou recordar algo do que lhe havia dito este ser. Por que o tinha esquecido? Ela se havia sentido tão perto dele e lhe tinha ensinado tantas coisas que realmente precisava saber. Por que não podia as recordar agora?



As jóias mutantes continuavam dançando ante seus olhos enquanto ela estava acordada. Sentia-se segura. Finalmente o vinho e o céu noturno a levaram ao sono. Pensou que no dia seguinte daria um passeio no bosque de cedros. O rico aroma dos cedros se empilhou em sua consciência enquanto ficava profundamente adormecida.

Melinar sorriu. “Vê, Inanna, ajudaremos-lhe a sentir-se segura e a que seja una com o céu e o bosque. Seus temores se derreterão para a Terra e ela se abrirá para nós. Ensinaremos-lhe a amar-se a si mesma e esse amor lhe proporcionará a coragem para saber a profunda verdade de si mesma”.

Inanna olhou fixamente a Olnwynn, que já estava roncando. Constantemente a assombravam as palhaçadas de seu Eu multidimensional. Estes seres continham seu DNA e em algum lugar do tempo ela tinha sido a origem de todos eles. Mas encontrar-se a si mesma entre toda a barafunda resultante de todos estes seres que ela tinha criado se converteu em um desafio progressivo. Não obstante, em algum lugar dentro de todos estes seres se encontrava a habilidade latente de ser algo que eles queriam ser. Cada um possuía o poder de pensar por si mesmo. Cada um deles era um coletor de informação para o Criador Primordial.

Como seu DNA estava só parcialmente ativado, seu Eu multidimensional estavam apanhados em uma espécie da prisão eletrônica de experiências que se repetiam milhares de vezes, como se o planeta inteiro estivesse condenado a um ciclo que se retroalimentava eternamente (a roda de Sansara). A espécie humana era famosa em toda a galáxia por sua incapacidade de aprender com suas aventuras. Os tiranos e as guerras iam e vinham, se sucedendo em suas carnificinas. Não obstante, ninguém parecia aprender a lição. Inanna conhecia muito bem ao guardião desta prisão. Durante a maior parte de sua vida nibiruana ela tinha estado inimizada com seu primo Marduk (Lúcifer, Bel, Baal).

Marduk tinha tido êxito em derrotar a todos os outros membros da família de Anu e agora controlava não somente a Terra, mas também seu planeta nativo, Nibiru, assim como todo o sistema solar. Sua tirania era suprema e seus métodos engenhosos. Era tão egoísta como desumano, e tinha fabricado um extenso exército de clones de soldados que se pareciam com ele. sentia-se realizado com a dor e a frustração daqueles a quem conquistava e dirigia. O pior de tudo era que os habitantes da Terra nem sequer sabiam quem era seu carcereiro. Eles acreditavam que tinham cometido um pecado imperdoável e se culpavam um ao outro de sua triste condição.



Marduk fomentava o antagonismo entre os grupos da Terra por meio de propaganda sutil e lavagem de cérebro e mentes, instigando toda espécie de fanatismo, especialmente religioso. Controlava famílias, tribos, nações; nenhum grupo humano era muito grande ou muito pequeno para ser controlado. Quando se produzia uma idéia boa se animava a um grupo a que a apoiasse e a seguisse enquanto que um número igual era estimulado a se opor a ela. A idéia podia ser política ou religiosa, ou inclusive só a idéia de cruzar um oceano.

Como os humanos tinham um cérebro desligado que funcionava a um décimo de sua capacidade, em vez de raciocinar por si mesmos, eles só reagiam, freqüentemente com violência, às sutis manipulações de Marduk. Em uma terra tão fértil era muito fácil se iniciar uma guerra e matar centenas de milhares de seres. As guerras religiosas eram o prato favorito de Marduk. Chegou a preponderar um tipo de mente que não produzia pensamentos originais, mas sim reagia aos dos outros. O comportamento repetitivo se imprimiu nos genes da raça humana através da emoção pelo MEDO.

A ninguém era permitido recordar durante um longo tempo que todos os seres humanos em princípio tinham vindo da mesma fonte e eram todos iguais na sua origem. Aqueles que sugeriam estas idéias eram ridicularizados ou brutalmente destruídos. Ninguém recordava que a fonte de toda a vida era o amor do Criador Primordial. Inanna pensou no papel que ela jogou neste engano progressivo. Ela e sua família se comportaram como meninos malcriados que só tinham satisfeito seus caprichos egoístas sem pensar nas conseqüências. Sem sabê-lo, a família tinha criado Marduk, o resultado perfeito de suas agressões e rixas egoista. Não era o melhor dos legados.

Se a família de Anu não se visse rodeada da Barreira de Freqüência imposta ao planeta, provavelmente teriam seguido seu estilo de vida egoísta e controlador. Mas a barreira teve o efeito de deter a evolução progressiva de todos e cada um dos membros da família, inclusive de Inanna. Ela nunca tinha estado tão aborrecida; era como se toda a emoção e a espontaneidade tivessem desaparecido de suas vidas.

Como não tinham outra alternativa, a única opção que restava era reparar o dano que tinham feito na Terra e aos seres humanos. Para que desaparecesse a Barreira de Freqüência imposta pela Confederação Galáctica, ela teria que liberar à espécie humana de sua roda repetitiva de encarnações sucessivas sem nenhum progresso evolutivo para que começassem a evoluir e deixassem de adorar ao deus cujo nome nem sequer conheciam: Marduk.



De modo que Inanna e muitos outros membros da família vindos de Nibiru tinham escolhido projetar porções variáveis de si mesmos para corpos humanos em múltiplos marcos de tempo. Eles tinham a esperança de que algum destes Eu multidimensionais pudesse ativar os genes perdidos da espécie e criasse o potencial para uma mudança total sobre a Terra. Que pena! Suas esperanças começaram a murchar-se e esta tarefa estava resultando muito árdua no melhor dos casos.

Não era benéfico dizer aos humanos que faz mais de 500.000 anos que uma raça extraterrestre tinha invadido a Terra. Era igualmente inútil lhes dizer que seu DNA tinha sido desligado parcialmente. Marduk tinha tido muito êxito em desprestigiar estas idéias desde o começo e qualquer um que as expressasse era ridicularizado. Os humanos eram tão inseguros que facilmente esqueciam a idéia de contar a outro que não estavam de acordo com o consenso geral. Qualquer um que via ou escutava algo que não estava de acordo com o que a maioria pensava, era desacreditado e em algumas épocas até os queimavam em uma fogueira.

A televisão e mais tarde os computadores se converteram na ferramenta principal para o controle e manipulação dos pensamentos das massas ignorantes. A “auto-estrada da informação” facilitou para Marduk o controle sobre a mente do planeta inteiro. Na verdade os monitores de computador e televisão se converteram em espécie de altares em cada lar. As pessoas se sentam frente a eles durante horas, enchendo suas mentes com a propaganda de Marduk, puro LIXO. As posses de bens materiais aumentaram e afogaram às pessoas à medida que se endividavam mais e mais e lutavam por ser tão formosos fisicamente e ricos como as celebridades que viam na TV. A maioria dos lares tinham pelo menos três desses aparelhos. A raça humana inteira queria ser rica; os ricos e poderosos eram respeitados sem se considerar como era seu caráter ou comportamento e a fonte de sua riqueza material.

As freqüências eletrônicas de controle que envolviam a Terra faziam quase impossível a comunicação entre Inanna e sua família e seu Eu multidimensional, porque ninguém estava escutando.



Inanna observou como dormia Graciela. Seus cães a faziam recordar os dois leões domésticos que tanto amou na Terra. Os cães despertaram quando a consciência de Inanna se focou sobre eles. Possivelmente, pensou ela, possa me comunicar com a Graciela. Inanna se permitiu o sentimento de esperança à medida que esquadrinhava os dados da vida de seu outros Eu.

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/o-vaticano-e-o-regresso-do-planeta-x/
  3. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  4. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  5. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  6. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  7. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  8. http://thoth3126.com.br/emmanuel-origens-da-humanidade-racas-de-ets-arcanjos/
  9. http://thoth3126.com.br/naves-gigantes-se-aproximam-da-terra/
  10. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  11. http://thoth3126.com.br/baalbek-antiga-plataforma-de-pouso-para-espaconaves-extraterrestres/
  12. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  13. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
  14. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
  15. http://thoth3126.com.br/insider-da-dhs-fala-de-crise-de-magnitude-sem-precedentes-sendo-preparada-nos-eua/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione autor e fontes.


www.thoth3126.com.br

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Posted by Thoth3126 on 30/07/2015

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Por favor, respeitem todos os créditos

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http://rayviolet2.blogspot.com/search?q=V.S. Ferguson


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Junho 02, 2015

chamavioleta

O Retorno de Inanna

 15 

(a Arma) Gandiva






 
“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios 1:22

XV – (A ARMA) GANDIVA
“Eu, Inanna, retorno para contar como faz cerca de 500 mil anos, a minha família de Nibiru tomou posse da Terra e alterou o genoma humano com o fim de produzir uma raça de trabalhadores criada para extrair ouro destinado à esgotada atmosfera de Nibiru, nosso planeta e lar original.

Como somos tecnologicamente muito superiores, esta raça de trabalhadores — a espécie humana — nos adorava como a deuses. Aproveitamo-nos deles (de voces) para liberar guerras em meio de nossas disputas familiares intermináveis até que, de um modo estúpido, desatamos sobre a Terra a terrível arma Gandiva (artefatos nucleares), que enviou uma onda de radiação destrutiva por toda a galáxia”

Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

Capítulo XIV do livro “O Retorno de Inanna (Nibiru). Os deuses ancestrais e a evolução do planeta Terra“, de V.S. Ferguson
“Isto chamou a atenção dos membros da Federação Intergaláctica. E então, por causa de nossas próprias ações irresponsáveis em seu planeta, vimo-nos restringidos pela BARREIRA DE FREQUÊNCIA, imposta pela FEDERAÇÃO, uma prisão de freqüência que congelou a nossa evolução.

Retornem comigo à antiga Suméria, a Babilônia, ao vale do rio Indus e ao Egito. Dentro de meus Templos do Amor, dou a conhecer segredos antigos da união sexual cósmica nibiruana e de meus matrimônios sagrados. Através de meus olhos contemplem a Torre de Babel, o Grande Dilúvio, os Túneis das Serpentes e os cristais em espiral na pirâmide de Gizé.

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Viajem comigo pelo tempo até a Atlântida, a Cachemira e o Pacífico Noroeste dos Estados Unidos à medida que encarno em meu Eu multidimensional para pôr a funcionar os códigos genéticos que estão latentes dentro de sua espécie e para libertar a Terra do controle por freqüências que exerce meu primo, o tirano deus Marduk (Baal, LÚCIFER)“.

Partes anteriores:
  1. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
  2. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
  3. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-ninhursag-03/

XV – (A ARMA) GANDIVA
Os filhos de Enki cresceram conscientes de que toda a Terra lhes teria pertencido se não tivesse sido por Enlil e seus filhos. O rancor e aversão que Enki sentia por seu irmão Enlil se infiltrou nas vidas de seus filhos como um veneno. Os enkitas estavam apaixonadamente decididos a vingar-se e se opunham a cada passo que dava Enlil e seus partidários. Como Enki perdeu o controle sobre seus filhos, o ódio deles afundou a família inteira. 

Marduk e seu filho Nabu trataram de arrebatar o poder de seus próprios irmãos. Nergal não estava disposto a entregar todo seu poder a Marduk e opôs a maior resistência chegando até a formar uma aliança com Ninurta, filho de Enlil. Ninurta comandava os esquadrões de vôo enlilitas que patrulhavam a Terra. Ele tinha conduzido as famosas Hordas Gutianas para a Acádia para destruir o que restara de meus exércitos.

Também lhe encomendou a tarefa de recuperar os sistemas de águas do rio Eufrates depois que Marduk os tinha poluído. Ninurta e sua esposa, Gula, estavam na cidade de Lagash. Ninurta, a quem adorava voar e comandar a força aérea constituída de espaçonaves de vários tipos e tamanhos, também era aficionado à construção e a engenharia. 

nibiru-piramides

Ele esperava ansiosamente o desafio de limpar o grande rio Eufrates, mas detestava o assunto de governar e não tinha paciência para a vida social que suportam estes deveres. Sua esposa Gula estava muito dedicada a ele mas Ninurta era muito esquisito para ser a companhia de alguém. Talvez ele tenha levantado uma parede a seu redor para desviar os constantes cuidados de Ninhursag, sua dominante mãe.

Ninurta ficou muito introvertido, descuidou do controle do governo e desaparecia durante dias. Escapava em sua espaçonave favorita, o Pássaro Negro. Ele queria construir pirâmides; desde os tempos da guerra sentia inveja das grandes pirâmides do Egito e convidou aos arquitetos que tinham tomado parte no desenho e construção do complexo de Gizé para que começassem a trabalhar na Suméria. 

Isto o manteve ocupado por um tempo perto de casa, por isso sua esposa se alegrou. Mas paulatinamente a tentação de voar sozinho em sua espaçonave o venceu. Afastou-se de toda civilização e voava sem cessar através de montanhas longínquas. Ali formou uma legião de lutadores e lhes ensinou as artes marciais. Desfrutava muito da companhia destes homens rústicos.

Ninurta estava enfastiado do estilo de vida de sua família, os deuses de Nibiru. Preocupado por nossos conflitos eternos, ele recordava sua infância quando a Terra era ainda uma aventura desconhecida. Desejava essa época quando estava livre das ominosas responsabilidades de ser o filho de Enlil. Tenho que reconhecer que eu nunca cheguei a compreender completamente a Ninurta. Ele é um ser muito complexo, atormentado pela carga de seus deveres e uma necessidade premente de simplesmente ser um garotinho brincalhão, o garotinho que talvez nunca tinha sido.

Como Ninurta se ausentava por longos períodos, Marduk começou a olhar a Babilônia e suas cidades circundantes com ávido interesse. Ele e seus seguidores começaram a infiltrar-se nos povos das campinas e planícies e, empregando hologramas, aparecia ante os líderes de certas tribos identificando-se com deuses de diversos nomes. A estas tribos lhes incentivou a que se inclinassem e adorassem especialmente ao deus Marduk.

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Ele executou muitos “milagres” para essas pessoas, deu-lhes poder e riqueza e lhes advertiu que os deuses de Enlil e sua classe eram deuses falsos. Dizia-lhes que aqueles que não o adorassem seriam castigados; e condenados ao inferno para sempre. Durante muito milênios os humanos Lulus tinham sido preparados para adorar algo que estava completamente fora deles mesmos, ou seja a nós, os “deuses” de Nibiru. Contra esta manipulação e sistema de controle eles tinham muito pouca defesa.

Como saber, naqueles tempos, qual dos deuses era verdadeiro? Certamente todos os deuses eram volúveis; mais de uma vez tinham deixado os humanos abandonados à sua própria sorte, quando não haviam sido jogados uns contra os outros em guerras e disputas dos próprios deuses. As populações das diferentes tribos raciocinavam que possivelmente deveriam adorar ao deus que lhes proporcionasse a melhor condição de sobrevivência, ou que talvez seria melhor obedecer àquele que os ameaçava com os castigos mais horríveis.

Marduk (Lúcifer, Bel, Baal…) era (e ainda É) um gênio para confundir as pessoas com baixo nível de consciência. Começou a ganhar a devoção dos Lulus ao corromper SISTEMATICAMENTE o poder dos outros deuses da Suméria. A ciência do controle mental e a propaganda para lavar o cérebro estavam em suas primeiras etapas de implantação na Terra.

Devido à ausência de Ninurta, Enlil teve que nomear alguém mais idôneo para a tarefa de governar a Suméria. Escolheu a meu pai Nannar. Da cidade de UR, Nannar e minha mãe Ningal começaram a reconstruir as rotas comerciais normais e a restaurar a agricultura e os negócios na área. Os templos reataram suas atividades normais e se construíram novos zigurates.

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Restos do Zigurate de UR

Não obstante, as coisas não estavam bem de tudo. No ar da Terra se sentia a luta e o antagonismo. Era como se o planeta fosse um ser que não pudesse suportar os ódios e disputas dos deuses de Nibiru. Uma sensação de ansiedade começou a rodear tudo. A ambição e a avareza corriam rápido por toda a Terra; logo que se inaugurava uma monarquia ela era destronada por outra. As escaramuças aumentavam enquanto os estados de ânimo se exacerbavam. Os olhos de Marduk liam por cima de seus futuros domínios.

Podem ler a história humana deste tempo, pois se escreveu muito nas tabuletas de argila. Marduk e seu filho Nabu lutaram sem cessar para ganhar o território e controle do espaçoporto na Terra. Ao lado de Enlil estavam meu pai Nannar, meu irmão Utu, Ninurta e Nergal, filho de Enki.

Para acabar com essas horríveis guerras, Matali foi visitar seu velho amigo Enki. Matali sempre tinha estado ao comando da nave pessoal de Enki e os dois tinham passado muitas eras juntos. Matali rogou a Enki que falasse com seus filhos. O que se obteria com toda esta luta? Com certeza a Terra e sua gente só sofreriam mais. E se os filhos de Enki e Enlil morressem na batalha? 

O que sobraria a um dos dois patriarcas? O resultado desta guerra só poderia ser a aniquilação mútua, posto que ambos os lados tinham armas poderosas. Se Anu escolher usar a arma Gandiva, ninguém poderia evitar a aniquilação. Quem poderia predizer o fim de uma guerra tão devastadora?

Vimana_angel_zigurates
Zigurates, anjos, deuses e UFOs, a história continua sendo contada… e manipulada…

Depois de escutar Matali, Enki visitou seu filho Nergal e tratou de raciocinar com ele. Mas Nergal se negou; ele sempre tinha acreditado que Enki preferia a Marduk. A verdade era mais comovedora: Marduk exercia uma forma sutil de controle mental sobre seu pai e Enki era simplesmente impotente em presença de Marduk. Nergal se zangou muito pelos esforços de Enki para que se obtivesse a paz com Marduk. Enfurecido, disse a Enki que partisse e amaldiçoou tanto a seu pai como a seu irmão, prometendo destruí-los.

Sozinho, o pobre Enki chorou tristemente. Não sabia o que fazer e recordava as épocas mais felizes, as festas de Antu em Nibiru.

Os profetas da fatalidade começaram a multiplicar-se por toda a Terra. Todo sacerdote e adivinho contava histórias da destruição que se avizinhava e oráculos em todos os templos profetizaram o fim do mundo. Muitas das predições foram absurdas e nunca se cumpriram, mas era como se a gente estivesse viciada nestes pronunciamentos. Quanto mais horrorosas eram as predições, mais gente pagava para as escutar. Os profetas estavam na verdade fazendo seu próprio mau agouro!

Levantaram-se novos edifícios para abrigar os Lulus que desejavam reunir-se para encher-se de temor. Entre as profecias mais populares estavam os contos de escassez de alimentos e água e a devastação de cidades inteiras, enquanto que os terremotos e dilúvios lutavam pelo segundo lugar. Os Lulus gastavam todo seu dinheiro por vir e escutar estes contos, que os assustavam até a loucura. 

Este temor gerava uma energia da qual Marduk aprendeu a alimentar-se, e começou a fomentar o medo projetando imagens holográficas no céu e criando cenas aterradoras. Experimentou com a energia desse temor, manipulando-a e modificando-a para saciar seu apetite por mais controle. Era melhor que o sabor da carne humana e mais fácil de administrar.

As profecias se tornaram realidade. Num dia terrível, os exércitos de Marduk caíram sobre Nippur, a cidade sagrada de Enlil. Ninurta chegou com suas tropas para defendê-la, mas o templo e os tronos sagrados já estavam destruídos. Enlil respondeu de uma maneira implacável ordenando a destruição da Babilônia, a cidade preferida de Marduk, assim como de todos os seus centros logísticos.

mesopotamia-antiga

Enlil reuniu o conselho de guerra e fez a Anu a temida pergunta. A arma Gandiva só podia ativar-se sob a ordem de Anu porque, uma vez desencadeada, não se podia predizer o resultado. Nergal tratou de reunir-se pela última vez com seu irmão Marduk. Se este renunciasse a suas pretensões de domínio supremo da Terra, a arma Gandiva permaneceria inativa. 

Enki, que estava presente com Marduk e Nabu, parecia estar em um estado de cegueira, como se sua vontade tivesse sido minada. Sumido na escuridão, Enki jogou sua ira e frustração sobre Nergal, pelo que a ira deste aumentou. Decidido a usar Gandiva, Nergal deixou Marduk e seu pai. Agora já nada poderia detê-lo.

Todos os deuses estavam conscientes dos perigos possíveis do uso da arma Gandiva. Inclusive Marduk sentiu medo quando se deu conta de que seu irmão Nergal estava disposto a usá-la. Anu se encheu de angústia. A inveja de seus filhos tinha levado a Terra a este estado de coisas. Deu-se conta de quão fraco se tornou seu filho Enki e preferiu destruir as cidades e o porto espacial do que permitir que tudo ficasse nas mãos do turbulento Marduk. 

Anu e Enlil viam algo escuro, negro como a noite, algo muito perverso em Marduk e suas ambições. Ele queria se apoderar do planeta Terra inteiro, arrebatar o poder de Anu e inclusive governar Nibiru. Marduk converteu-se em uma ameaça séria, uma espécie de máquina que devorava tudo o que encontrava no seu caminho. Sem sentimento, sem coração, sem gozo de ser, só pensava em uma conquista desumana.

Anu desencadeou a arma Gandiva. “Uma labareda de luz, afiada como uma lâmina de barbear e mais forte que o sol, com um movimento em forma de espiral. Embora apontada para objetivos específicos, esta arma da perdição não fazia distinções.”

bomba_nuclear

Não só se destruiu o porto espacial; muitos outros lugares importantes para Marduk do ponto de vista logístico desapareceram. A península do Sinai foi destruída total e completamente. Mas havia algo primitivo que não tínhamos planejado e que não podíamos controlar: o vento.

É irônico que o nome de Enlil pode significar “O Senhor do Vento”, mas nesse momento nem Enlil nem nenhum outro deus pôde controlar os ventos que sopravam sobre a Suméria. Nuvens de radiação arrasavam as planícies matando todo ser humano e animal, contaminando tudo no seu caminho. 

O envenenamento por radiação desintegrava as células de seus corpos, a pele caía de seus ossos, seu sangue se evaporava nos ardentes ventos e morriam em meio de uma dor aguda e lancinante. Os que estavam na periferia foram os que mais sofreram porque sua morte foi mais lenta. As terras ficaram negras com os fogos nucleares e as águas ficaram envenenadas.

Os deuses estavam a salvo em suas espaçonaves, os deuses observavam uma vez mais como seu frenesi destruía, de novo, milhões de vidas humanas. Povos inteiros desapareciam; animais e colheitas, pontes e zigurates desapareciam da superfície do planeta, enquanto a Terra se agitava violentamente. O que tinham feito eles? Somente uns quantos sobreviventes permaneceram em meio da espantosa devastação do que uma vez foi um planeta verde e formoso. A violência da Gandiva e as nuvens de radiação criaram um impacto que se converteu em uma onda que enviou um sinal pelo sistema solar.

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Movendo-se além dos últimos planetas do nosso sol, o sinal viajou por toda a galáxia até chegar a outros setores. Além da vastidão do espaço, o sinal foi recebido pelo Conselho da Federação Intergaláctica. Esses deuses nibiruanos que se divertiam no planeta Terra, desta vez tinham ido muito longe; eles teriam que ser detidos e punidos pelos seus atos tresloucados e irresponsáveis. Um comportamento tão irresponsável era inadmissível. Tinham alterado o equilíbrio de todo o universo. Fez-se um chamado e todos fomos citados e convocados para nos apresentarmos perante o Grande Salão do Conselho da Federação Intergaláctica.

Nós tínhamos estado tão entretidos em nosso jogo e em nossas brigas que esquecemos por completo do resto do universo. Quem eram estes intrusos que se atreviam a interromper nosso jogo? Anu sabia muito bem quem eram eles e convocou a todos com autoridade e severidade.


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Abril 11, 2015

chamavioleta

O Retorno de Inanna: Enki – 05

Posted by Thoth3126 on 11/04/2015



“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios 1:22

O Retorno de Inanna: ENKI


“Eu, Inanna, retorno para contar como faz cerca de 500 mil anos, a minha família de Nibiru tomou posse da Terra e alterou o genoma humano com o fim de produzir uma raça de trabalhadores criada para extrair ouro destinado à esgotada atmosfera de Nibiru, nosso planeta e lar original.

Como somos tecnologicamente muito superiores, esta raça de trabalhadores — a espécie humana — nos adorava como a deuses. Aproveitamo-nos deles (de voces) para liberar guerras em meio de nossas disputas familiares intermináveis até que, de um modo estúpido, desatamos sobre a Terra a terrível arma Gandiva (artefatos nucleares), que enviou uma onda de radiação destrutiva por toda a galáxia”…

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Capítulo V do livro “O Retorno de Inanna (Nibiru). Os deuses ancestrais e a evolução do planeta Terra“, de V.S. Ferguson

… “Isto chamou a atenção dos membros da Federação Intergaláctica. E então, por causa de nossas próprias ações irresponsáveis em seu planeta, vimo-nos restringidos pela BARREIRA DE FREQUÊNCIA, imposta pela FEDERAÇÃO, uma prisão de freqüência que congelou a nossa evolução.

Retornem comigo à antiga Suméria, a Babilônia, ao vale do rio Indus e ao Egito. Dentro de meus Templos do Amor, dou a conhecer segredos antigos da união sexual cósmica nibiruana e de meus matrimônios sagrados. Através de meus olhos contemplem a Torre de Babel, o Grande Dilúvio, os Túneis das Serpentes e os cristais em espiral na pirâmide de Gizé.



Viajem comigo pelo tempo até a Atlântida, a Cachemira e o Pacífico Noroeste dos Estados Unidos à medida que encarno em meu Eu multidimensional para pôr a funcionar os códigos genéticos que estão latentes dentro de sua espécie e para libertar a Terra do controle por freqüências que exerce meu primo, o tirano deus Marduk (Baal, LÚCIFER)“.

Partes anteriores:
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-ninhursag-03/

V- ENKI

Nós os nibiruanos nos consideramos da raça de origem reptiliana. Como evidência de nossa conexão com vocês, a espécie humana possui um cérebro réptil localizado no cerebelo, o qual controla as funções autônomas do corpo. Em todos os mundos, incluindo o sistema solar nibiruano, abundam muitas raças. Em sua linguagem não há palavras para descrever estas raças; nem sequer poderiam pronunciar esses nomes, pois os sons lhes seriam muito estranhos.

Quando Anu chegou pela primeira vez à Terra a cerca de 500.000 anos, o Povo do Dragão e o Povo da Serpente já estavam aqui. Obviamente, não queriam compartilhar seu planeta. Anu queria o ouro, mas o Povo do Dragão temia que ele não respeitaria seus métodos pacíficos. Eles tinham demorado eons distribuindo linhas de energia (Leys) magnética ao redor da Terra e tinham construído inumeráveis túneis em colaboração com o Povo da Serpente.



Os vórtices de energia que potencializam suas civilizações se encontram nesses túneis junto com enormes armazéns de pedras e metais preciosos. Houve um bom número de batalhas em seus céus pelo controle da Terra, mas finalmente se fizeram acertos, pois a Confederação interferiu, demarcaram-se limites, e Anu aceitou casar-se com uma princesa Dragão chamada Vão para selar a aliança. Desta união nasceu o deus menino Enki.

Vão é muito formosa. A Anu pareceram misteriosamente atrativos seus olhos vermelhos e sua pele metálica dourada. Seu filho, Enki, tem um porte de elegância aristocrática e tem uma cauda. Eu gosto da cauda, acredito que lhe adiciona mistério à seu rosto de Merlin. Também tem orelhas bicudas com lóbulos largos, o que parece ter causado um pouco de confusão quanto a quem realmente é, mas o fato de Enki ser parecido com a criatura mítica chamada o Diabo é completamente acidental. Meu querido Enki é um ser bondoso cujo defeito principal consiste em ser incapaz de dizer “não”. E certamente ele não é um demônio.

Enki foi educado em Nibiru. A sua mãe, Vão, não gostava de ir muito as festas sem fim que oferecia minha bisavó Antu, de modo que Vão e Enki estavam felizes de mudar-se para a Terra. Ali Vão vivia com sua gente nos túneis, e Enki construiu um formoso reino nos mares do sul chamado Abzu. As estruturas do Abzu foram construídas de prata e lápis lázuli. Tinha parte no alto de uma montanha e parte inundada sob a água. Isto era algo prático, pois a parte inundada oferecia amparo das ondas de radiação incertas que se estendiam pela Terra nos primeiros dias.



Quando Enki não estava trabalhando no Abzu, construía represas e desviava águas. Como era um amante da água, freqüentemente remava sozinho pelos pântanos da Suméria e Babilônia em um bote pequeno e estudava os peixes, insetos e ervas que havia nas ribeiras dos rios. Enki amava seu planeta. Suponho que o aprendeu de Vão. A beleza da Terra corre pelo sangue de seu antigo povo. Infelizmente, Anu enviou Enlil à Terra depois que Enki tinha estado aqui por um bom tempo.

Quando Enlil chegou para fazer-se líder da colônia, Enki lembrou o fato de que ele era o filho legítimo de Anu, de modo que ele não tinha que aceitá-lo. Dividiram-se os domínios. A Enki tocou o Egito e o Abzu (as terras ao sul do continente africano). Enlil assumiu o controle da Suméria, as operações mineiras na África, o espaçoporto espacial orbital e o tráfego dos astronautas, tanto os que estavam em órbita, como os que estavam na Terra. Ninhursag me contou que Enlil e Enki brigavam muito quando eram meninos. Em segredo ela pensava que Antu os tinha enviado à Terra para que suas rixas contínuas não interferissem com suas festas.

Enki não incentivou muito às pessoas do povo Dragão para que colaborassem com seu meio irmão Enlil. Os Dragões naturalmente preferiam a Enki, pois ele era um deles e protegia muito a sua mãe, Vão. Enki não estava de acordo com nenhuma das decisões que tomava Enlil, o que causou estragos na Terra. Nenhum dos dois tinha razão nem estavam equivocados, cada um queria impor as suas próprias ideias e ter o controle absoluto de tudo. Os filhos de Enki e Enlil chegaram a compartilhar os mesmos sentimentos, e seus pais não vacilaram em utilizá-los em seus conflitos pessoais. Toda a família e os Lulus foram arrastados para esta rivalidade, que foi o catalisador de todas as guerras da desafortunada história da Terra.


Esquema do ABZU, o lar de ENKI (centro)

Embora eu seja a neta de Enlil, desfruto sempre da companhia de Enki. Ele é alguém com quem se pode divertir; ama às mulheres, a todas! Enlil é tão sério. Enki e Enlil são como a água e o azeite. À medida que passava o tempo na Terra, seguia-se subdividindo os territórios entre os filhos de Enki e Enlil para evitar uma guerra total. Era fácil ver que se eu mesma não corresse atrás, terminaria com as mãos vazias neste grupo briguento, de maneira que decidi fazer uma visita a Enki.

Coloquei meu melhor vestido de ornamento, minhas melhores jóias e voei para o Abzu. Sabia que Enki guardava os ME’s divinos lá e tinha a esperança de me aproveitar de sua fraqueza pela bebida e mulheres. Os ME’s estão apoiados em uma tecnologia que apenas agora se está descobrindo na Terra. Imagine um computador que contém “quase” todo o conhecimento do universo. Este computador transfere o conhecimento à mente do usuário em forma de hologramas (ROM mental). De modo que o conhecimento se transmite ao usuário holograficamente e em sua totalidade, assim que o conhecimento não ocorre por partes em forma linear.

O possuidor dos ME’s tem um entendimento da informação que há em cada um dos ME’s instantaneamente. E CONHECIMENTO É PODER, ignorância é VIVER EM TREVAS e ser manipulado e controlado; conhecimento é poder para criar civilizações, para predizer o movimento das estrelas, para viajar além da Terra, para regular a atmosfera, todas as ciências e as artes. Eu queria ter esse poder.

Como sempre, Enki estava predisposto ao jogo da sedução. Enquanto elogiava minha beleza e encantos, abraçou-me de um modo inapropriado. Os serventes de Enki nos seguiram até um local acolhedor onde havia bandejas com manjares deliciosos importados de Nibiru, bolos especialmente preparados e cervejas sumérias. Quando Enki estava distraído, empapei sua cerveja com minhas ervas mágicas. Estas ervas incrementam a freqüência do UM, especialmente em homens de idade cuja potência já está decaindo.



Enki estava feliz e não podia tirar os olhos de cima de mim, posto que sou tão encantadora e sedutora. Bebeu muita cerveja. Enki tem um grande senso de humor e eu lhe contava as histórias mais engraçadas sobre as sacerdotisas em meus templos dedicados ao AMOR. Festejamos, bebemos e rimos durante três dias. Em mais de uma ocasião dancei para Enki, algo assim como o número da dança dos sete véus que pode ser tão eficaz, o que lhe encantou!

Finalmente, pedi-lhe os ME’s. Muitos dos seus filhos já os possuíam, e eu somente queria minha própria série. A princípio ele se mostrou resistente; ele sabia que isso estava proibido. Enlil se enfureceria se soubesse que eu os obtive sem sua permissão. Terei que dizer-lhe. Então, servi outro gole a Enki. Não via por que o grande Enki tinha que pedir algo a seu irmão! Contei-lhe uma história de um Templo do Amor particularmente picante. Enquanto ele ainda ria, pedi-lhe os ME’s com minha voz mais doce e suave. Enki estava tão excitado com minhas seduções que finalmente disse que sim! Acredito que também lhe produzia prazer a idéia de quanto Enlil ficaria zangado com tal fato.

Enki começou a sentir os efeitos das ervas e caiu em profundo sono e ficou dormindo. Quando começou a roncar, guardei os ME’s em um estojo de ouro que havia trazido. Os ME’s se vêem como cristais de doze (dodecaedros) lados de grande beleza e multiplicidade de cores ao decompor qualquer raiode luz que nelesincidam e somente se podem ativar se a gente conhecer os sons sagrados que os fazem vibrar e emitir os seus segredos. Em Nibiru, Ninhursag me tinha ensinado estes sons de ativação dos ME’s.

Quando os roncos de Enki se faziam mais fortes, escapei pela porta de saída com os ME’s. Tinha levado duas espaçonaves comigo. Uma era oficial e a outra era minha nave privada. Tinha o pressentimento de que Enki poderia trocar de opinião e trataria de recuperar os ME’s quando despertasse. De modo que enviei minha nave oficial para casa como chamariz e me afastei em minha pequena espaçonave particular, a que posso pilotar com facilidade.



Ao despertar, Enki não recordava muito bem o acontecido e seus serventes tiveram que lhe recordar que ele me tinha entregue os ME’s. Como se sentiu um pouco abandonado e usado, seu ego masculino entrou em ação. Com um grito ordenou a seus serventes que me perseguissem, que me trouxessem junto com os ME’s. Eu sabia que era um pretexto para que eu retornasse e para acalmar Enlil e aos outros deuses. Com astúcia eu tinha previsto esta possibilidade e estava escondida a salvo clandestinamente em um santuário dos Dragões com meus preciosos ME’s.

Na família de Anu existe o costume de que, se voce tiver vontade para tomar o poder de alguém, respeitam-lhe por isso. Enki e Enlil estavam tão impressionados com meu atrevimento que me concederam o direito de conservar os ME’s. Nomearam-me membro do conselho familiar, o Panteão dos Doze deuses de Nibiru. Eu tinha alcançado tudo o que queria e ainda mais! Declarei-me Rainha dos Céus e da Terra. Agora possuía a tecnologia para fundar minhas próprias cidades e alcancei um lugar de maior poder dentro de minha família. Obtive o poder porque com coragem e astúcia de uma guerreira do amor me tinha apropriado disso, e ainda quero muito a Enki!

Continua…

“Existem três coisas que não podem ser escondidas por muito tempo: a  Lua, o Sol e a VERDADE”  Sidhartha Gautama (o Buddha)

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