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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Novembro 28, 2015

chamavioleta

HSBC não conseguiu agir sobre lavagem de dinheiro, 

disse Senado dos EUA



Posted by Thoth3126 on 02/11/2014


Uma dura e contundente investigação do Senado dos EUA concluiu que o gigante HSBC, o maior banco da Europa, com sede em Londres, Inglaterra, ignorou todos os sinais de alerta de que as suas operações globais estavam sendo usadas para lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e por potenciais terroristas. A Divisão mexicana do HSBC também esta sofrendo uma crítica particularmente dura e difícil. Segundo o relatório, ela continuou a fazer negócios com “casas de câmbio” – negócios de troca de moedas – anos depois que os seus concorrentes pararam esse tipo de operação…

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

A Investigação concluiu que o HSBC S/A o maior banco da Europa ignorou os sinais de alerta sobre os lavadores de dinheiro das DROGAS e terroristas potenciais.

– Fonte: http://www.guardian.co.uk/

Dominic Rushe em Nova York – The Guardian

Uma dura e contundente investigação do Senado dos EUA concluiu que o gigante HSBC, o maior banco da Europa, com sede em Londres, Inglaterra, ignorou todos os sinais de alerta de que as suas operações globais estavam sendo usadas para lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e por potenciais terroristas.


A sede do HSBC em Londres. De acordo com uma investigação do Senado dos EUA, o banco não agiu com controles sobre a lavagem de capitais das drogas. Fotografia: Facundo Arrizabalaga / EPA

As conclusões do inquérito serão exibidas terça-feira em Washington quando os funcionários do HSBC serão chamados para explicar as ações do banco. A comissão do Senado divulgou um relatório com 340 paginas antes dessa reunião que catalogou e citou os controles frouxos nas operações do banco.

A Divisão mexicana do HSBC esta sofrendo uma crítica particularmente dura e difícil. Segundo o relatório, ela continuou a fazer negócios com “casas de câmbio” – negócios de troca de moedas – anos depois que os seus concorrentes pararam esse tipo de operação por medo de que elas pudessem ser operações de fachadas para lavagem de dinheiro dos grandes cartéis de drogas.

O relatório diz que o HSBC do México tinha uma filial nas Ilhas Cayman que, em 2008 trabalhou com 50.000 contas de clientes e US$ 2,1 bilhões em participações societárias – em país onde sequer tinha pessoal ou escritórios. O HSBC também enviou notas bancárias (Note Bank) de carro ou avião para o HSBC nos EUA. O banco enviou US$ 7 bilhões para os EUA desde o México, em 2007 e 2008, segundo o relatório.



Montanhas de Dólares do tráfico de drogas transformam traficantes e grandes bancos em sócios no crime organizado… Há muito tempo…

O banco também contornou as sanções econômico-financeiras norte-americanas impostas a países como Cuba e o IRÃ, diz o relatório. Em um caso analisado pela comissão, duas filiais do HSBC processaram 25.000 operações envolvendo US$ 19.4 bilhões, durante mais de sete anos sem revelar as ligações das transações com o IRÃ.

O banco HSBC também forneceu dólares e serviços bancários para bancos na Arábia Saudita e Bangladesh, apesar desses bancos terem conexões com o financiamento do terrorismo, diz o relatório.

Em outro exemplo de falta de controle, diz o relatório sobre as atividades ilegais do HSBC, apuraram operações de limpeza de dólares de US$ 290 milhões ao longo de quatro anos, em cheques de viagens (US travellers Checks) suspeitos para um banco japonês, beneficiando russos que alegavam estar no negócio de carros usados.

“Em uma época de terrorismo internacional, de consumo elevado e violência das drogas, o crime organizado em nossas ruas e em nossas fronteiras, parar o fluxos de capitais ilícitos que suportam essas atrocidades é um imperativo de segurança nacional”, disse o senador Carl Levin, presidente da subcomissão do senado.



“O HSBC usou o seu banco nos EUA como uma porta de entrada para o sistema financeiro dos EUA para algumas de suas filiais do HSBC em todo o mundo fornecer (e lucrarem muitíssimo) serviços de dólares norte-americanos para os clientes enquanto estava jogando rápido, fácil e livre com as normas bancárias norte americanas”.

Em um comunicado na noite de segunda-feira o HSBC declarou: “Nós aprendemos muito trabalhando com o subcomitê sobre esta caso e história e também estamos trabalhando com as autoridades reguladoras dos EUA, e reconhecemos que nossos controles poderiam e deveriam ter sido mais fortes e eficazes, a fim de detectar e lidar com um comportamento inaceitável”.

“Acreditamos que esse caso histórico irá fornecer importantes lições para toda a indústria financeira na busca de evitar atores ilícitos que entram no sistema financeiro global. “Com uma nova equipe de liderança sênior e uma nova estratégia sendo implantada desde o ano passado, o HSBC já tomou medidas concretas para aumentar o seu quadro para responder a estas questões, incluindo mudanças significativas para fortalecer o cumprimento de gestão de risco, e da cultura.”



O relatório também é altamente crítico aos reguladores do governo. Em 2010, o Escritório do Controlador da Moeda (Office of the Comptroller of the Currency-OCC), havia citado o HSBC para uma série de deficiências, incluindo a falta de acompanhamento em transferências eletrônicas de US$ 60 bilhões e atividades das contas e uma carteira de 17.000 alertas de pendências sobre as atividades suspeitas de contas.

Mas os investigadores descobriram que o Escritório do Controlador da Moeda (Office of the Comptroller of the Currency – OCC) não tinha tomado uma única ação sequer de penalização contra o banco nos últimos seis anos.

O novo executivo-chefe do HSBC, Stuart Gulliver disse a equipe na semana passada que ele iria pedir desculpas pelo comportamento passado do banco antes do que se espera que seja aplicado uma multa substancial ao HSBC.

“Entre 2004 e 2010, nossos controles para lavagem de dinheiro deveria ter sido mais forte e eficaz, e não conseguimos detectar e lidar com o comportamento inaceitável“, disse Gulliver.



“A observância e a cultura do HSBC para o cumprimento das normas legais tem sido permissivamente poluída por um longo tempo“, disse Levin.

“A recente mudança na liderança do banco sinaliza que o HSBC está empenhado em limpar a casa. Esse compromisso é bem-vindo, certamente, mas vai demorar mais do que meras palavras para o banco mudar de rumo. Assim como certo é a necessidade de regulação mais dura pela OCC”.

Leia o comunicado de imprensa do Senado dos EUA no link: http://www.hsgac.senate.gov/subcommittees/

Mais informações sobre “grandes bancos”, drogas e corrupção:


Por favor, respeitem todos os créditos
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** by Steve Beckow: 9/11 Truth, Abundance Program, Accountability, Disclosure, end times, Extraterrestrials, financial crash, Golden Age, Illuminati, Mayan Predictions, NESARA, New Paradigm, Spiritual Hierarchy, Spiritual Teachers, UFO Cover-up, Wisdom Economy   
ES: LLAMA VIOLETA

Junho 08, 2015

chamavioleta


Banqueiros Gangsters 

(banksters)

são muito grandes 

(ou sabem muito também) 

para serem presos?





Como o banco HSBC fez negócios e lucrou com dinheiro de terroristas, traficantes de drogas, negociou com países párias sob sanções da ONU e dos EUA, como IRÃ, Sudão e Coreia do Norte e seus dirigentes conseguiram escapar da cadeia, ilesos, e sem nenhuma condenação.

“Eles violaram todas as malditas leis que constam no livro“,“Eles fizeram todas as formas de negócios ilegais imagináveis, possíveis e ilícitos“. disse Jack Blum, advogado e ex-investigador do Senado dos EUA.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com


Gangsters como banqueiros: ou eles são muito grandes (ou eles sabem muito também) para serem presos? – II PARTE, final.

Fonte: http://www.rollingstone.com/

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Por Matt Taibbi, Revista Rolling Stone

Primeira parte em: http://thoth3126.com.br/banqueiros-gangsters-muito-grandes-para-serem-presos/

Até então, os controles da lavanderia de lavagem de dinheiro do HSBC havia infectado praticamente toda a empresa. Os russos identificando-se apenas como vendedores de carros usados estavam em um ponto de depositar US$ 500.000 por dia em contas HSBC, principalmente através de uma operação “torta” através de traveler’s-cheques no Japão. O programa especial para embaixadas estrangeiras do HSBC bancário estava tão estrepado que tinha alertas de atividade suspeita apoiados por milhares de pessoas. Há também fortes indícios de que o banco estava permitindo que os clientes no Sudão, Cuba, Birmânia e Coreia do Norte operassem para fugir das sanções.

Quando uma das chefes da área de conformidades legais, Carolyn Wind, levantou preocupações de que não teria pessoal suficiente para monitorar as atividades suspeitas em uma reunião do conselho do banco, em 2007, ela foi demitida. As “boladas” que levavam o banco a ignorar os avisos de seus executivos de conformidades e continuasse a receber dinheiro de tantas fontes diferentes e obscuras enquanto ostensivamente tinha um enxame de fiscais reguladores todo dia seguindo cada movimento seu é incrível. “Você não poderia fazer mais flagrantes de lavagem de dinheiro que permeasse toda uma instituição”, disse Spitzer.



Até o final dos anos 2000, outras agências da lei estavam começando a pegar o mau cheiro no HSBC. O Departamento de Segurança Interna (DHS - Department of Homeland Security) começou a investigar o HSBC pela lavagem de dinheiro das drogas, enquanto o gabinete do procurador-geral, em West Virginia farejava em torno do envolvimento do HSBC em um caso de fraude no Medicare (plano de saúde). Uma reunião inter-agências federais foi convocada em Washington em setembro de 2009, em que foi determinado que o HSBC estava fora de controle e precisava ser investigado mais de perto.

O próprio banco foi, então, notificado de que a sua habitual revisão das normas OCC (Office of the Comptroller of the Currency – U.S. Department of Treasury) estava sendo “expandida”. Mais pessoal da OCC foi designado para pesquisar os “livros” do HSBC, e, entre outras coisas, eles encontraram um acúmulo de (pasmem) 17.000 alertas de atividades suspeitas que não haviam sido processados. Eles também observaram que o banco tinha um engavetamento similar de intimações em casos de lavagem de dinheiro.

Finalmente parecia que o governo dos EUA estava à beira de se tornar realmente chateado com o grupo financeiro britânico. Em março de 2010, depois de ver incontáveis ultimatos ignorados, eles lançaram mais um, dando ao HSBC três meses para limpar essa carteira de 17.000 malditos alertas ou então haveria consequências graves. O HSBC também não respeitou esse prazo, mas meses depois, a OCC novamente encontrou o banco no ato de lavagem de dinheiro querendo controlar a sério, forçando o governo a tomar, bem … medidas mais drásticas, certo?

Algo desse tipo! Em outubro de 2010, a OCC respirou fundo, colocou-se em seu macacão de grande-menino e … emitiu uma segunda ordem de cessar-e-desistir, apenas isto! Em outras palavras, foi um aviso do tipo “Não faça isso outra vez” – mais uma vez, de novo. A punição para todos que o desafio covarde era trazer o processo de regulamentação de volta para o mesmo tipo de duplo segredo ordem de liberdade condicional que tinham tentado em 2003. Não quer dizer que o HSBC não fez mudanças após a segunda Notificação. Ele fez – contratou algumas pessoas.

No verão de 2010, Everett Stern, então com 25 anos de idade, estava saindo da faculdade formado em negócios e à procura de um emprego, mas também com gosto para a aventura. Seu sonho era ser um agente da CIA, lutando contra bandidos e pegando terroristas do Oriente Médio. Ele prestou teste para o serviço clandestino da agência, teve até uma entrevista, um pouco antes da formatura, Stern, um jovem de óculos exuberante foi recusado pela CIA.



Ele ficou decepcionado, mas então ele encontrou um trabalho via online que despertou seu interesse. O HSBC, um grande banco internacional importante, estava à procura de pessoas para ajudar com seu programa anti-lavagem de dinheiro. “Eu pensei que isso era exatamente o que eu queria fazer”, diz ele. “Parecia tão excitante.”

Stern subiu para os escritórios do HSBC em New Castle, no estado de Delaware, para uma entrevista, e em outubro, poucos dias depois que o OCC emitiu a segunda Notificação, ele começou a trabalhar como integrante de parte do programa “expandido” do HSBC contra lavagem de dinheiro sujo.

Desde o início, Stern sabia que havia algo estranho com o seu trabalho. “Eu tinha que ir para a biblioteca para retirar livros sobre lavagem de dinheiro”, diz Stern agora, rindo. “Isso é era ruim.” Havia cursos para formação ou seminários sobre lavagem de dinheiro – o que era, como detectá-lo. Seu trabalho consistia principalmente de olhar os nomes dos personagens desagradáveis na Internet e, em seguida, executá-los através de sistemas internos do banco para ver se eles apareceriam em quaisquer nomes de conta em qualquer lugar no banco.

Ainda mais estranho, ninguém parecia se importar se alguém estava fazendo algum trabalho real. O escritório de Delaware esteve quase sempre vazio por um longo tempo, era apenas um quarto gigante pintado com uns poucos cubículos organizado às pressas e apenas uma dúzia de pessoas trabalhando nele, e ninguém realmente prestava assistência a qualquer um dos trabalhadores. Stern e um colega de trabalho que rotineiramente concluam todo o seu trabalho até às 10:30 da manhã, depois de passar algumas horas jogando pedras em uma pedreira localizada atrás das agências bancárias.

Em seguida, eles voltavam para seus cubículos e saiam as três horas da tarde mais ou menos, ou até que fosse pelo menos plausível que eles fizessem algo em um dia de trabalho real. “Se pedíssemos para trabalharmos mais”, Stern diz, “eles ficavam com raiva.” Stern ganhava um salário inicial de $ 54.900 dólares ($ 4,575,00 por mês).



Em pouco tempo, porém, morrendo de tédio e talvez também por um pouco de patriotismo, Stern começou a vasculhar alguns dos alertas de atraso da OCC e tentou dar-lhes algum sentido. Quase imediatamente ele encontrou uma série de problemas profundos sobre algumas transações. Havia uma troca de grandes somas de dinheiro via cabo para destinos não rastreáveis no Oriente Médio. A empresa de frutas Arábia estava enviando milhões de dólares, Stern também encontrou com uma simples pesquisa na Internet, uma figura de alto escalão na ala iemenita da Irmandade Muçulmana. Stern, mesmo sabendo que o HSBC estava permitindo que milhões de dólares fossem movimentados a partir da cadeia de supermercados Karaiba na África para uma empresa chamada Tajco, comandada pelos irmãos Tajideen, que haviam sido apontados pelo Departamento do Tesouro dos EUA como grandes financiadores do grupo terrorista Hezbollah.

Certa vez Stern trouxe uma dessas descobertas ao conhecimento dos seus chefes, eles reviraram os olhos para ele, se não pior. Quando ele alertou seu chefe no HSBC de que uma empresa de transporte com laços com o IRÃ estava fazendo um monte de negócios com o banco, ele explodiu. “Você me chamou para ver isso?” gritou o seu chefe.

Logo depois, o outrora escritório vazio começou a encher-se de pessoal. O que o HSBC fez como meio de contratação de novos funcionários foi realmente muito inteligente. O banco liquidou sua unidade de cartão de crédito e mudou-se a maior parte dos funcionários para o departamento de anti-lavagem de dinheiro. Mais uma vez, sem realmente treinar alguém, ele colocou centenas de funcionários barulhentos, mastigando goma de mascar, a maioria sem nenhum treinamento, ocasionalmente turbulentos oriundos de call-center, transformados em trabalhadores em um novo show, em investigadores em lavagem de dinheiro.

Stern disse que seus colegas de emprego não só não faziam nada em seus trabalhos, como eles nem sequer sabiam o que seus empregos lhes pediam para ser feito. “Você pode andar em todo o edifício hoje”, disse ele, “e perguntar a qualquer um o que é lavagem de dinheiro – e eu garanto, ninguém vai saber responder.”

Quando algo suspeito aparece em conexão com uma conta bancária, o banco gera um alerta. Um alerta pode ser gerado por quase nada, de alguém remetendo via cabo $ 9,999 dólares (para manter abaixo do valor de $ 10 mil dólares que gera relatório para o governo) para alguém remetendo grandes somas em dinheiro redondo para alguém abrir uma conta com um nome e/ou endereço que soa falso.

Quando um alerta é gerado, o banco deve investigar imediatamente o assunto. Se o banco não resolver o alerta, ele cria um “Relatório de atividades suspeitas”, que deverá ser entregue ao Departamento do Tesouro dos EUA para ser investigado.


O HSBC estava fazendo negócios com traficantes de drogas, o cartel Del Valle, do Norte da Colômbia e os cartéis mexicanos de Sinaloa, que eram “as piores organizações de tráfico de drogas imagináveis”

Stern, em seguida, encontrou-se no meio de um mecanismo perverso tipo anticompliance. O banco HSBC tinha “cumprido” com o aviso do governo “não faça isso novamente”, novamente para a contratação de centenas de corpos que se transformaram em um exército para “branquear” dinheiro de operações suspeitas. Lembre-se, a primeira queixa contra o HSBC não era tanto pelo que o banco especificamente tinha autorizado dinheiro terrorista ou de drogas a circular em suas agências, mas que o banco tinha permitido contas suspeitas a amontoarem-se sem serem verificadas.

O chefe do escritório de Delaware de Stern deu novos objetivos para sua equipe: Todo mundo foi incumbido para tentar limpar 72 alertas por semana. Para aqueles de vocês que sabe fazer contas, isso é quase dois alertas investigados e apurados a cada hora. Segundo Stern, quase qualquer tipo de informação era boa o suficiente para limpar um alerta. “Basicamente, se a empresa tinha um site, você poderia soluciona-los”, diz ele.

Logo depois, os executivos do HSBC de conformidade (compliance) estavam circulando entre si alegre e-mails. “Grande trabalho dee alguns profissionais de Delaware, na primeira parte da semana”, escreveu o chefe de Stern em 30 de junho de 2011. O e-mail estava com o assunto em destaque, “A multidão de mais de 60 casos”, significando elogios aos funcionários que tinham erradicado mais de 60 operações suspeitas naquela semana.

Depois de tentar, em vão, convencer seus chefes, pelo menos a deixá-lo fazer o seu trabalho e procurar por lavagem de dinheiro, Stern decidiu se transformar em denunciante, dizendo ao FBI e outras agências o que estava realmente acontecendo no banco. Ele deixou o seu “trabalho” no HSBC em 2011, esperando que o governo iria sacar o martelo sobre seus antigos empregadores.

Por esse tempo, diversas agências, incluindo o Departamento de Segurança Interna, se arrastavam em um longo caminho até chegar ao traseiro do HSBC, entre outras coisas, examinando-o como parte de uma grande investigação internacional de lavagem do dinheiro de tráfico de drogas. Em um período de quatro anos, entre 2006 e 2009, um espantoso valor de US$ 200 trilhões de dólares em transferências eletrônicas (incluindo de países de alto risco como o México) passou pelo banco sem qualquer tipo de fiscalização sobre a origem do dinheiro.




O banco também não conseguiu fazer a devida diligência na compra de uma incrível soma de US$ 9 bilhões em dólares em espécie (papel moeda) norte-americanos do México e desempenhou um papel fundamental na Bolsa de Peso chamado Mercado Negro, que permitiu que os cartéis de drogas no México e na Colômbia pudessem converter dólares da venda de drogas em pesos a serem usados em casa. Agentes descobriram que os traficantes de drogas no México estavam construindo caixas de dinheiro especiais para atender as dimensões precisas do HSBC para depósitos em caixas do banco.

O ex-inspetor e procurador federal Neil Barofsky, que tem ajudado a garantir acusações de lavagem de dinheiro contra numerosos estrangeiros, salienta que as pessoas do HSBC estava fazendo negócios com traficantes de drogas, o cartel Del Valle, do Norte da Colômbia e os cartéis mexicanos de Sinaloa, que eram “as piores organizações de tráfico de drogas imagináveis” – grupos que não apenas cometem assassinato em massa, mas são conhecidos por decapitações, execuções, vídeos de tortura (“a coisa nova agora”, diz ele) e outras atrocidades, nenhum dos quais acontece sem a ajuda de bancos lavadores de dinheiro. É por esta razão, Barofsky diz, que os promotores de drogas não têm vergonha de cair em cima com pesadas penas de prisão nos branqueadores do dinheiro sujo das drogas. “Francamente, a nossa visão de lavagem de dinheiro é que fica a par com, e é tão importante quanto, os próprios traficantes”, diz ele.

Barofsky estava envolvido na extradição de um traficante nacional da Colômbia (Pablo Trujillo, membro do mesmo cartel que o HSBC lavou dinheiro) por acusações de lavagem de dinheiro. “Esse cara tem 10 anos de pena”, diz Barofsky. “O HSBC estava fazendo a mesma coisa, só que em escala muito maior do que o meu idiota estava fazendo.”

Claramente, o HSBC havia violado a orientação de 2010 “não faça isso novamente”. Everett Stern viu com seus próprios olhos, assim como pessoal da OCC e do Senado dos EUA, cujo Subcomissão Permanente de Investigações decidiu direcionar a empresa para uma investigação de um ano em lavagem de dinheiro em escala mundial. O próprio banco, em resposta à investigação do Senado dos EUA, reconheceu que tinha “às vezes não cumprido com os padrões que os reguladores federais e os clientes esperam.” Ele mais tarde viria a dizer que estava “profundamente arrependido”.

Poucos dias depois do feriado de Ação de Graças de 2012, Stern ouviu que o Departamento de Justiça estava prestes a anunciar um acordo. Desde que ele deixou o HSBC no ano anterior, ele tinha vivido um tempo difícil. Ir a público com suas alegações o deixou emocionalmente e financeiramente devastado. Ele tinha sido incapaz de encontrar um emprego, e em um determinado momento apelou até para o seguro desemprego. Mas agora que os federais estavam finalmente prestes a cair com o martelo sobre o HSBC, ele imaginou que teria a satisfação de saber que o seu sacrifício tinha valido a pena.



Então ele foi para Nova York e se sentou em um quarto de hotel, à espera de jornalistas para solicitar os seus comentários. Quando ouviu a notícia de que o “castigo” Breuer havia sido anunciado era um DPA – um acordo sobre as notificações de “não faça isso de novo”, se você quiser – ele ficou espantado.

“Eu pensei: ‘Tudo isso, para nada?” “, Diz ele. “Eu não podia acreditar.”

O escritor Ambrose Bierce disse uma vez que só há uma coisa no mundo pior do que um clarinete: dois clarinetes. No mesmo sentido, só há uma coisa pior no mundo do que um banco totalmente corrupto: muitos bancos completamente corruptos.

Se os negócios sujos do HSBC mostrou quanta porcaria covarde o Estado poderia tolerar a partir de um banco, Breuer estava de volta uma semana depois de mostrar que o governo iria agir fácil com os bancos, que fazem equipes com outros bancos para perpetrar escândalos ainda maiores. Em 19 de dezembro de 2012, ele anunciou que o Departamento de Justiça essencialmente deixou o banco Suíço gigante UBS (União de Bancos Suiços) fora da punição pela sua participação no que é provavelmente a maior fraude financeira de todos os tempos da história bancária.

O chamado escândalo da LIBOR, que está no coração dos papéis do UBS, faz o escândalo da Enron parecer uma violação de estacionamento. Muitos dos maiores bancos do mundo, incluindo o UBS da Suíça, o britânico Barclays e o Royal Bank of Scotland, se uniram e secretamente conspiraram para manipular a London Interbank Offered Rate, ou LIBOR, que mede a taxa a que os bancos emprestam uns aos outros. Muitas, se não a maioria, das taxas de juros estão atreladas a LIBOR. Os preços de centenas de trilhões de dólares de produtos financeiros estão ligados a LIBOR, desde empréstimos comerciais, cartões de crédito, hipotecas, títulos municipais e para trocas de moedas.

Se você pode imaginar os executivos da Ford, GM, Mitsubishi, BMW e Mercedes se reunindo todas as manhãs para fixar os preços de alumínio e aço inoxidável, você tem uma idéia aproximada do que o escândalo de manipulação da LIBOR foi, exceto que nessa analogia do carro-empresa, você estaria lidando com números absurdamente menores. Estes são os maiores bancos do mundo, se reunindo todas as manhãs para, essencialmente, fixar o preço do dinheiro no mercado financeiro internacional. Baixas taxas LIBOR são um indicador de que os bancos estão fortes e saudáveis. Esses bancos estavam maquiando os resultados de seus exames diários. Em termos bancários, seus números eram “suco”.



Dois tipos diferentes de manipulação ocorreu. Em 2008, durante o calor do crash global, os bancos apresentaram taxas artificialmente baixas, a fim de apresentar uma imagem de solidez financeira aos mercados. Mas em outras vezes ao longo dos anos, os comerciantes individuais planejaram para mover as taxas para cima ou para baixo, a fim de lucrar em negócios individuais.

Não há ninguém em lugar nenhum do mundo plantando erva daninha crescendo forte o suficiente para ajudar a mente humana a compreender a enormidade desse crime. É uma conspiração tão grande que os advogados que estão processando os bancos estão tendo um momento extremamente difícil para descobrir como calcular o tamanho dos danos.

Veja como funciona: Toda manhã, 16 dos maiores bancos do mundo, apresentam números para um painel de taxas com base em Londres indicando que taxas de juros estão cobrando de outros bancos para emprestar dinheiro e que eles mesmos são cobrados. O painel da LIBOR em seguida, leva os 16 diferentes taxas de juros, joga fora as quatro mais altas e as quatro mais baixas, e as médias das oito taxas restantes criam as taxas do dia LIBOR – a base para as taxas de juros utilizadas pelas instituições financeiras em quase todo o mundo.

O fato de que o painel da LIBOR joga fora os quatro números maiores e menores a cada dia é um detalhe importante, porque isso significa que é difícil influenciar artificialmente a taxa final, a menos que múltiplos bancos estejam conspirando uns com os outros. Um banco aceitando relatórios de que os bancos estão emprestando dinheiro entre si, basicamente de graça, não move a agulha muito. Para realmente ter certeza de que você está criando uma taxa de juros artificialmente baixa ou alta, você precisa de um grupo de bancos a bordo do acordo – e verificou-se que eles estavam.

Talvez durante os últimos 20 anos, os bancos têm apresentando números falsos, muitas vezes em conjunto com outros bancos. Eles fizeram isso por uma variedade de razões, mas uma grande, normalmente, é que um trader está segurando alguns investimentos vinculados à LIBOR – pacotes de moedas, títulos municipais, hipotecas, seja o que for – que ganharia mais dinheiro se a taxa de juros fosse baixar. Então, o que aconteceria é, algum negociante inecrupuloso e corrupto no Banco X contata o banco apresentador da LIBOR e oferece-lhe dinheiro, bebida, um boquete ou simplesmente um tapinha nas costas para levá-lo a apresentar um número falso naquele dia.

O primeiro escândalo explodiu no ano passado, quando o megabanco britânico Barclays admitiu a sua parte na fixação de taxas de LIBOR. Reguladores britânicos lançaram um cache de e-mails nojentos que mostram os traders de vários bancos diferentes alegremente brincando com as suas contas de cartão de crédito, taxas de hipoteca, a sua fatura fiscal, sua conta do Imposto de Renda, etc, de modo que eles poderiam fazer-se melhor em alguns negócio sórdido naquele dia. Em um caso, um trader de um grande banco não identificado enviou um e-mail para um trader do Barclays agradecendo-lhe por ajudar a fixar as taxas de juros e prometendo uma garrafa de espumante pelos seus esforços:


“Cara. Devo-lhe um grande momento! Venha um dia depois do trabalho, e eu estou abrindo uma garrafa de Bollinger.”



O UBS foi o próximo banco a confessar, e sua pena – US$ 1,5 bilhão em multas – foi a mesma dos outros, apenas que os e-mails que foram divulgados, no mínimo, eram mais repugnantes e condenáveis. O britânico Financial Services Authority, FSA – o equivalente ao nosso agente fiscalizador SEC – U.S. Securities and Exchange Commission – descobriu milhares de pedidos para manipular taxas durante um período de anos, envolvendo dezenas de indivíduos diferentes e múltiplos bancos. Em muitos casos, os crimes foram cometidos mais ou menos abertamente, por escrito, com os traders e corretores oferecendo subornos em textos de e-mails com uma despreocupação óbvia com a punição que, mais tarde, infelizmente, mostrou-se justificada.

“Eu vou fazer um baita negócio com você”, pediu um trader do UBS que queria um corretor para fixar a taxa. “Eu vou pagar, você sabe, US$ 50.000, US$ 100.000.”

Os reguladores britânicos do mercado financeiro não estão escondendo o tamanho do escândalo. A penalização do UBS demonstrou, sem sombra de dúvida, que o escândalo da manipulação da taxa LIBOR envolveu mais do que apenas um ou dois bancos, e, provavelmente, envolveu centenas de pessoas em muitas das maiores e mais prestigiadas instituições financeiras – em outras palavras, um caso verdadeiramente épico de acordo e conluio anti-competitivo que coloca em causa se os maiores bancos do mundo estão inovando uma nova forma, não inteiramente capitalista da alta finança. “Nós temos dito há mais cinco instituições sob investigação”, diz Christopher Hamilton, da FSA. “E há um grande número de pessoas também.” (Até o momento, um outro banco, o Royal Bank of Scotland, também se confessou culpado para crimes relacionados com a LIBOR)

Estes fatos se encaixam com o que Bob Diamond, o ex-chefe do Barclays, disse ao Parlamento britânico no dia seguinte, ele deixou seu cargo no ano passado. “Existe um problema de toda a indústria financeira vindo à tona agora”, disse ele. Michael Hausfeld, advogado famoso de ação coletiva que está processando os bancos sobre a LIBOR em nome de cidades como Baltimore cujos investimentos perderam dinheiro quando as taxas de juros foram reduzidas artificialmente, diz que o público ainda não compreendeu a importância de comentários como feitos por Diamond. “Diamond essencialmente disse: ‘Este é um problema a nível de indústria financeira” (um problema do SISTEMA), diz Hausfeld. “Mas ninguém ainda definiu o que este problema significa, o que é. “

Hausfeld aponta que – de que “o problema a nível de indústria” que Diamond falou pode ser mais do que apenas alguns caras brincando com as taxas da LIBOR, que poderia ser um esforço sistêmico do capitalismo pervertido em si mesmo – ressalta o erro de cálculo extrema dos recentes acordos de negócios para não-acusação .

No HSBC, o banco fez mais do que fechar os olhos para algumas transações obscuras. Ele repetidamente desafiou as ordens do governo e reguladores do sistema financeiros dos EUA, uma vez que fez um esforço consciente, e com anos de duração para parar completamente de discriminar entre o dinheiro ilegítimo e legítimo. E quando ele falou de alguma forma com o governo dos EUA para a elaboração de uma resolução sobre estes crimes com o objetivo de preservar a licença do banco, conseguiu, finalmente, em fazer o crime como objetivo final.

O gigante UBS, entretanto, foi um caso elementar semelhante, em que os crimes não só violaram a letra da lei – eles ameaçaram a integridade do sistema de concorrência. Se você estiver deixando centenas de banqueiros embriagados gastar todas as manhãs enviando e-mails um para o outro, trocando em cada um deles apelidos de super-heróis, enquanto outros manipulam o custo do dinheiro (os traders do UBS se apelidavam, entre outras nomes e títulos, como “capitão caos”, os “três mosqueteiros” e “Superman”), você pode muito bem deistir completamente do capitalismo e apenas declarar os 16 maiores bancos do mundo, como o Bureau Internacional dos Preços das taxas.

Assim, no espaço de apenas algumas semanas, os reguladores do sistema financeiro na Grã-Bretanha e EUA se uniram para declarar a sua quase total rendição em relação ao crime de manipulação e de monopólio. Isso foi muito mais do que deixar livres um par de casos de caras ricos manipulando o mercado financeiro internacional. Estas foram as principais decisões políticas que reverberam para a próxima geração.



Ainda pior do que os assentamentos reais foi o explicação Breuer oferecida por eles. “No mundo de hoje de grandes instituições bancárias, onde grande parte do mundo financeiro está baseado na confiança”, disse ele, “uma resolução correta é garantir que contra-partes não fugirão de uma instituição, que os trabalhos não estão perdidos, que não há algum evento econômico mundial que é desproporcional a resolução que quiser. “

Em outras palavras, Breuer está dizendo que os bancos nos tem como refens, que o custo social de colocar seus executivos na cadeia pode acabar sendo maior do que o custo de deixá-los fugir com, bem, nada, livres, sem nenhuma punição pelos seus atos.

Isso é besteira, e exatamente o oposto da verdade, mas é o que o nosso governo atual acredita. De JonBenet para o JO com Robert Blake, os americanos sabem há tempos que os ricos contratam bons advogados e escapam, enquanto aos pobres resta chupar os ovos podres e fazer tempo. Mas esse caso é algo diferente. Este é o governo admitindo ter medo de julgar o muito poderoso – algo que nunca fez, mesmo nos tempos áureos de Al Capone ou Pablo Escobar, algo que não fez até mesmo com Richard Nixon. E quando você admitir que algumas pessoas são importantes (ricos) demais para serem julgados, estamos apenas a poucos passos curtos para o corolário óbvio – que todo mundo não é importante o suficiente para ir para a cadeia.

Uma classe sujeita às leis e à prisão e uma classe INTOCÁVEL (como os banqueiros nos EUA e resto do mundo). Nós sempre suspeitávamos sobre isto, mas agora esta claramente admitido. Então, o que vamos fazer?

Mais informações sobre “grandes bancos”, drogas e corrupção:
  1. http://thoth3126.com.br/o-trafico-de-opio-em-hong-kong-illuminatis/ 
  2. http://thoth3126.com.br/hsbc-bancolavanderia-do-dinheiro-das-drogas/
  3. http://thoth3126.com.br/a-verdade-sobre-os-grandes-bancos-ocidentais/
  4. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-entrevista-com-banqueiro-suico/
  5. http://thoth3126.com.br/a-situacao-global-uma-atualizacao/
  6. http://thoth3126.com.br/category/reptilianos/
  7. http://thoth3126.com.br/eua-multa-cinco-grandes-bancos-em-57-bilhoes-por-manipulacao-em-taxas-de-cambio/
  8. http://thoth3126.com.br/grandes-bancos-se-preparam-para-enfrentar-a-falencia-dos-eua/
  9. http://thoth3126.com.br/barclays-eua-uk-multam-banco-em-us-453-milhoes-por-fraude/
  10. http://thoth3126.com.br/h-s-b-c-opio-e-drogas-a-origem-do-banco-ingles/
  11. http://thoth3126.com.br/manipulacoes-do-mercado-financeiro-e-ouro/


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Junho 05, 2015

chamavioleta


BRADESCO PODE DESEMBOLSAR ATÉ R$ 10 BILHÕES PELO HSBC NO BRASIL




Nas outras propostas, o Santander Brasil, que quer acelerar a sua expansão no Brasil para ter maior escala, ficou próximo do valor ofertado pelo Bradesco, entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões; o Itaú Unibanco, por sua vez, teria ofertado R$ 8 bilhões, no piso do mercado; para o Bradesco, além de ter uma oportunidade de se aproximar mais do Itaú Unibanco em termos de ativos, a compra teria especial importância em termos das sinergias que pode trazer ao banco.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Bradesco pode pagar até RS$ 10 bilhões pelo HSBC do Brasil

Dia 3 de Junho de 2015

http://veja.abril.com.br e http://www.brasil247.com/

SÃO PAULO – Na última semana, foram entregues algumas propostas de grandes bancos para adquirirem o HSBC Brasil. Segundo informações do jornal Valor Econômico, os bancos interessados em comprar o HSBC Brasil entregaram as suas propostas indicativas de preço apurando que pelo menos o Bradesco (BBDC4) e o Santander Brasil (SANB11) fizeram ofertas pela subsidiária.

Já o jornal americano Wall Street Journal destacou em matéria desta tarde que, além de Bradesco e Santander, o Itaú Unibanco (ITUB4) também entregou proposta, segundo quatro fontes próximas ao assunto ouvidas pelo jornal. O WSJ ressalta que o processo de venda está no estágio inicial e mais rodadas devem acontecer na próxima semana. O processo de venda é assessorado pelo Goldman Sachs, que convidou pelo menos cerca de dez interessados para analisar o banco. A expectativa é de que a venda seja finalizada até agosto.



Mas, de acordo com informações da Agência Broadcast, o Bradesco saiu na frente para comprar as operações brasileiras do banco brasileiras do HSBC.

Segundo fontes ouvidas pelo serviço em tempo real da Agência Estado, o banco está disposto a pagar até R$ 10 bilhões para adquirir o HSBC no Brasil. Já o Santander Brasil, que quer acelerar a sua expansão no Brasil para ter maior escala, ficou próximo do valor ofertado pelo Bradesco, entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões. O Itaú Unibanco, por sua vez, teria ofertado R$ 8 bilhões, no piso do mercado. Segundo as fontes, as ofertas foram enviadas ao banco a duas semanas atrás.

Na semana que vem, de acordo com informações do Broadcast citando um executivo do mercado, começam as apresentações com os três bancos que foram para a reta final da disputa. Apesar do grande interesse dos estrangeiros de entrarem no Brasil, principalmente, os chineses, nenhum passou para essa etapa. E quem vencê-la vai para a final para negociar o HSBC Brasil com exclusividade, quando ocorre o processo de due diligence (investigação e auditoria das informações).


A sede do HSBC em Londres. De acordo com uma investigação do Senado dos EUA, o banco não agiu com controles sobre a lavagem de capitais das drogas. Fotografia: Facundo Arrizabalaga / EPA

A compra do HSBC representaria uma última oportunidade para o Santander crescer no Brasil via aquisição. Já no caso do Bradesco, além de ter uma oportunidade de se aproximar mais do Itaú Unibanco em termos de ativos, a compra teria especial importância em termos das sinergias que pode trazer ao banco.

O Santander Brasil (SANB11) falou em meados do mês que vai fazer uma oferta de compra da unidade do HSBC no país e teria condições de absorver uma operação desse porte, conforme destacado pelo presidente-executivo do banco espanhol no país, Jesus Zabalza. “Um banco com patrimônio de cerca de 4 bilhões de dólares para um nível de capital como o nosso é assumível”, disse Zabalza a jornalistas.

No final de maio, o diretor de relações com investidores do Itaú Marcelo Kopel, confirmou que a instituição também estava interessada em comprar o banco. “Estamos olhando não só essa operação, mas inúmeras no País e lá fora. Ao nosso ver, participamos do processo competitivo, mas pode acontecer que outros bancos sejam mais agressivos”, disse, durante uma reunião com analistas e investidores na Apimec-MG.

Conforme destacou o Deutsche Bank em relatório, enquanto a unidade do HSBC Brasil é relativamente pequena, com apenas 2% de participação no mercado de ativos, a avaliação é de que a aquisição poderia adicionar valor para outro banco que pretende aumentar a sua presença no Brasil, tais como Santander, BTG Pactual (BBTG11), Citibank e talvez Inbursa. Vale ressaltar que este último banco, do bilionário Carlos Slim, comprou em 2014 a subsidiária do sul-africano Standard Bank no Brasil.



O analista do Deutsche Tito Labarta destaca ainda que o HSBC é um dos dez maiores players no Brasil, sendo o sétimo maior banco em atuação no País com 2,2% de participação no mercado de ativos e 1,9% dos empréstimos e com 853 sucursais, correspondendo a 3,7% do sistema. O banco possui ainda R$ 57 bilhões em depósitos para uma cota de mercado de 2,9%. A carteira de crédito do banco é composta principalmente por empréstimos comerciais (70%), enquanto empréstimos a pessoas físicas correspondem a 22% e 8% são hipotecas. Labarta estima um valuation potencial dos ativos do banco de R$ 10 bilhões a 14 bilhões (US$ 3,5 bilhões a US$ 4,6 bilhões).

No programa de corte de custos, o HSBC pode anunciar ainda milhares de cortes de empregos em um evento na semana que vem, como parte da estratégia de retomada do maior banco da Europa pelo presidente-executivo Stuart Gulliver, disse a Sky News na segunda-feira.

O plano pode também levar Gulliver a vender as operações no Brasil e na Turquia e reduzir o banco de investimento do HSBC. De 10 mil a 20 mil empregos serão cortados, disse a Sky News, citando fontes não identificadas. O número ainda não tinha sido finalizado e Gulliver revelará o plano em uma apresentação a investidores em 9 de junho, disse a emissora.



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  3. http://thoth3126.com.br/a-verdade-sobre-os-grandes-bancos-ocidentais/
  4. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-entrevista-com-banqueiro-suico/
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  6. http://thoth3126.com.br/category/reptilianos/
  7. http://thoth3126.com.br/hsbc-bancolavanderia-do-dinheiro-das-drogas/
  8. http://thoth3126.com.br/hsbc-novamente-cometendo-ilegalidades-agora-na-suica/
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Junho 05, 2015

chamavioleta

Banqueiros (HSBC) Gangsters: 

muito grandes para serem presos, (Parte I)

Banqueiros Gangsters (banksters): eles são muito grandes (ou eles sabem muito também) para serem presos?


Como o banco HSBC fez negócios e lucrou com dinheiro de terroristas, traficantes de drogas, negociou com países com sanções da ONU e EUA, como IRÃ, Sudão e Coreia do Norte e seus dirigentes conseguiram escapar da cadeia, ilesos, e sem nenhuma condenação. “Eles violaram todas as malditas leis que constam no livro“, “Eles fizeram todas as formas imagináveis e possíveis de negócios ilegais e ilícitos“. disse Jack Blum, advogado e ex-investigador do Senado dos EUA.



Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com


Gangsters como banqueiros: ou eles são muito grandes (ou eles sabem muito também) para serem presos? Parte 1 de 2.

Fonte: http://www.rollingstone.com/

Follow us: @rollingstone on Twitter | RollingStone on Facebook

Por Matt Taibbi, Revista Rolling Stone

O acordo foi anunciado em silêncio, um pouco antes do período das férias, quase como se o governo estivesse esperando uma oportunidade para que as pessoas estivessem muito ocupadas pendurando as meias na lareira para notar algo (era natal). Políticos, advogados e investigadores de todo o mundo, o Departamento de Justiça dos EUA concedeu um passeio completo aos executivos do banco britânico HSBC para o maior caso de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas internacional e do terrorismo mundial que jamais acontecera antes.

Sim, eles emitiram uma multa contra o HSBC – de US$ 1,9 bilhões de dólares, o equivalente ao lucro de cerca de cinco semanas do banco – mas não conseguiram mais nada, nem um dólar ou um dia na cadeia para qualquer executivo do banco, apesar de uma década fazendo lavagem ilegal de dinheiro para narcotraficantes e terroristas (??) e de abusos estonteantes e constantes das leis.



As pessoas podem ter se cansado de indignar-se sobre (a podridão de) Wall Street, e mais histórias sobre banqueiros bilionários gananciosos fugindo com mais dinheiro roubado, na maioria da vezes já deixaram de surpreender alguém. Mas o caso do HSBC passou milhas além do habitual empurrar a venda de papel e seguros aos clientes em operações casadas, e demais tipos de crimes financeiros, cometido por banksters nerds com fortes laços normalmente associados com Wall Street. Neste caso, o banco literalmente se envolveu com assassinato – assim como com cumplicidade, de qualquer maneira.

Por pelo menos meia década, o poder bancário colonial britânico ajudou a lavar centenas de milhões de dólares para traficantes de drogas, incluindo o cartel de drogas Sinaloa do México, suspeito de milhares de assassinatos apenas nos últimos 10 anos – são pessoas completamente más, declarou o ex procurador-geral de New York Eliot Spitzer, que “fazem os caras em Wall Street parecerem bonzinhos.” O banco também lavou dinheiro para organizações terroristas ligadas à Al-Qaeda e ao grupo Hezbollah, e para gângsteres russos; lavou dinheiro para países como o Irã, Sudão e a Coréia do Norte que sofrem sanções da ONU, e também foram ajudados e, além de ajudar assassinos, traficantes de drogas, terroristas e estados desonestos, auxiliando em inúmeras fraudes fiscais comuns para esconder o seu dinheiro.

“Eles violaram todas as malditas leis que constam no livro”, diz Jack Blum, advogado e ex-investigador do Senado dos EUA que chefiou uma investigação de suborno importante contra a empresa Lockheed em 1970 que levaram à aprovação pelo congresso da Lei de Práticas de Corrupção no Exterior. “Eles fizeram todas as formas imagináveis e possíveis de negócios ilegais e ilícitos.”

Que ninguém, que nenhum executivo do banco foi para a cadeia ou pagou um dólar sequer em multas individuais não é nada de novo nesta época de crise financeira. O que é diferente sobre este acordo é que o Departamento de Justiça dos EUA, pela primeira vez, admitiu que decidiu ir mais suave sobre esse tipo específico de criminoso. O departamento estava preocupado que uma punição do tipo algo mais do que um “tapa no pulso” para o HSBC pudesse contaminar a economia mundial. “Se as autoridades americanas decidissem fazer acusações criminais contra o banco HSBC”, disse o procurador-geral adjunto Lanny Breuer em uma conferência de imprensa para anunciar o acordo,

“O HSBC quase certamente teria perdido a sua licença bancária nos EUA, e o futuro da instituição teria ficado sob ameaça e todo o sistema bancário teria sido desestabilizado “.

Esse caso foi o início de uma nova era. Nos anos pós ataque de 11 de setembro ao W.T.C em N. York, mesmo voce sendo apenas um suspeito de terrorismo poderia ser trancafiado em detenção extralegal para o resto de sua vida. Mas agora, quando você é grande demais para ir para a cadeia, você pode ser pego por lavagem de dinheiro terrorista e do tráfico de drogas e violar todas as leis do Trading With the Enemy Act fazendo negociações com o inimigo dos EUA (ou com foras da Lei), e não apenas você não vai ser processado por isso, mas o (des)governo dos EUA vai sair do seu caminho para voce ter certeza de que não vai perder a sua licença caso seja um grande banco. Alguns no congresso colocaram a questão para mim desta maneira:

OK, tudo bem, não há tempo para prisões, mas eles podem mesmo perder a sua carta de licença? Você está brincando?

Mas o Departamento de Justiça não terminou o caso distribuindo guloseimas de Natal. Um pouco mais de uma semana depois, Breuer estava de volta na frente da imprensa, dando um acordo confortável para outra empresa internacional enorme, desta vez foi o banco suíço UBS, que acabara de admitir um papel fundamental no, talvez, o maior antitrust/caso de fixação de preços da história, o chamado escândalo da taxa LIBOR, uma conspiração de manipulação maciça das taxas de juros LIBOR envolvendo centenas de $ trilhões (“trilhões”, com um “t”) de dólares em produtos financeiros. Enquanto dois jogadores menores (HSBC e UBS) enfrentaram as acusações, Breuer e o Departamento de Justiça dos EUA estão preocupados sobre a estabilidade mundial e o dizem em voz alta, dado que explicaram por que nenhuma acusação criminal estava sendo movida contra a empresa-mãe do banco no exterior.

“Nosso objetivo aqui”, disse Breuer candidamente, “não é destruir uma grande instituição financeira”.

Um repórter presente à entrevista sobre o UBS apontou a Breuer que o UBS já havia sido preso em 2009, em um caso de evasão fiscal maior, e fez uma pergunta sensata. “Este é um banco que já quebrou a lei antes”, disse o repórter. “Então, por que não ser mais duro com eles?”

“Eu não sei o que seria ser mais duro”, respondeu o procurador-geral assistente.



Também conhecido como o Hong Kong and Shanghai Banking Corporation, o HSBC sempre esteve associada com tráfico de drogas. Fundado em 1865, o HSBC tornou-se o grande banco comercial na colonial China após a conclusão da Segunda Guerra do Ópio. Se você estiver enferrujado sobre a história das várias guerras estilo estupro imperial da Inglaterra, a Segunda Guerra do Ópio foi aquele conflito onde a Grã-Bretanha e “outras potências” europeias basicamente abateram lotes de chineses até que a China concordasse em legalizar o comércio da droga, o ópio (tal como tinham feito em Primeira Guerra do Ópio, que terminou em 1842).

Um século e meio depois, parece que não mudou muita coisa, se alguma coisa mudou. Com a sua presença on-the-ground forte em muitos dos vários territórios ex-coloniais na Ásia e na África, e a sua rica história de flexibilidade moral intercultural, o HSBC tem uma pegada ( e “expertise”) internacional muito diferente do que outros bancos Too Big to Fail como Wells Fargo ou Bank of America. Enquanto os gigantes bancários norte americanos, principalmente se fartaram (como se estivessem em um cassino) no comércio residencial hipotecário tóxico que causou a bolha financeira de 2008, o HSBC tomou um caminho um pouco diferente, transformando-se no banco de destino para canalhas nacionais e internacionais de todos os níveis e interesses possível.

Os perdedores que levam a vida nas prisões da Califórnia por crimes de rua podem se surpreender ao saber que o acordo de não-cárcere que Lanny Breuer trabalhou para o HSBC já era a terceira condenação do banco. Na verdade, com um humilhante relatório de 334 páginas, emitido pela Subcomissão Permanente de Investigações do Senado no último verão deixou claro, o HSBC simplesmente ignorou uma quantidade verdadeiramente impressionante de advertências oficiais.


Esta fotografia mostra dois fumantes viciados em ópio na ilha de Java em 1857, uma fonte de renda para a fundação do HSBC e a família imperial britânica

Em abril de 2003, com o atentado de 11 de setembro ainda está fresco na mente dos reguladores americanos, a Reserva Federal enviou à subsidiária norte americana do HSBC uma carta para que cessasse e desistisse, ordenando-lhe que limpasse seu comportamento e fizesse um maior esforço para manter criminosos e terroristas longe da possibilidade de abertura de contas em seu banco. Um dos maiores clientes do banco, por exemplo, era da Arábia Saudita, o banco Al Rajhi, que havia sido ligado pela CIA e outras agências do governo com o terrorismo.

De acordo com um documento citado em um relatório do Senado, um dos fundadores do banco, Sulaiman bin Abdul Aziz Al Rajhi, estava entre os 20 primeiros financiadores da Al Qaeda, um membro daquilo que Osama bin Laden aparentemente chamava de “corrente de ouro.” Em 2003, a CIA escreveu um relatório confidencial sobre o banco, descrevendo o Al Rajhi como um “canal de financiamento extremista”. No relatório, cujos detalhes vazaram para o público em 2007, a agência observou que Sulaiman Al Rajhi conscientemente trabalhou para ajudar “instituições de caridade” islâmicas para esconder a sua verdadeira natureza, ordenando que a diretoria do banco “explorasse todos os instrumentos financeiros que permitissm contribuições de caridade do banco para evitar o escrutínio oficial” (O banco negou qualquer papel de financiamento a extremistas).

Em janeiro de 2005, quando sob a nuvem de seu acordo de duplo segredo de liberdade condicional de primeira com os EUA, o HSBC decidiu parcialmente cortar os laços com Al Rajhi. Note a palavra “parcialmente”: A decisão só se aplicaria ao ramo bancário da Al Rajhi e não à sua empresa de comércio (Trading Company) associada, uma distinção que fez cócegas aos executivos dentro do banco. Em março de 2005, Alan Ketley, um responsável da subsidiária americana do HSBC, alegremente disse a Paul Plesser, o chefe de seu banco no Departamento Global de Câmbio, que era legal fazer negócio com Al Rajhi Trading. “Parece que você está bem para continuar a lidar com a Al Rajhi”, escreveu ele. “É melhor você estar fazendo muito dinheiro!”



Mas esse arranjo tipo “porta dos fundos” com suspeita do banqueiro de participar na “Golden Chain” de Bin Laden, não era direta o suficiente para que os muitos executivos do HSBC ainda quizessem que a coisa toda fosse restaurada. Em um notável e-mail enviado em maio de 2005, Christopher Lok, chefe do HSBC da área de global bank notes, perguntava a um colega se poderiam talvez voltar para a plena realização de negócios com o Banco Al Rajhi apesar de um dos principais reguladores do sistema bancário da América, o Office of the Comptroller of the Currency-OCC (Escritório de Controladoria da Moeda), levantasse o fim da ordem cessar-e-desistir de 2003: “Após o fechamento desse capítulo pela OCC, que espero esteja terminando, nós poderíamos visitar o Banco Al Rajhi novamente? A complacência de Londres tomou uma visão mais suave?”.

Depois de ser golpeado com a ordem em 2003, o HSBC começou desdenhando seus requisitos, tanto na letra assim como no espírito – e em grande escala, também. Em vez de punir o banco, no entanto, a resposta do governo dos EUA foi a de enviar cartas mais irritadas. Normalmente, daquele tipo sob a forma da chamada “MRA” (Matters Requiring Attention – assuntos que requeiram atenção) em cartas enviadas pelo OCC.

A maioria destas cartas abordavam o mesmo tema, ou seja, o HSBC não fazer a devida diligência sobre os personagens obscuros que podiam estar depositando dinheiro nas suas contas ou através das suas filiais. O HSBC acumulou essas comunicações “Vocês ainda estão fazendo e nós sabemos disto” ordens às dezenas da OCC, que em apenas um breve período, entre 2005 e 2006, o HSBC recebeu 30 diferentes avisos formais.

No entanto, em fevereiro de 2006, a OCC sob George W. Bush, de repente decidiu liberar o HSBC da ordem de 2.003 de cessar-e-desistir. Em outras palavras, o HSBC basicamente violou suas condicional 30 vezes em pouco mais de um ano e saiu limpo de qualquer maneira. O banco foi, para usar o termo da rua, “à margem da lei” – e ficou livre para deixar os Al Rajhis do mundo virem correndo de volta.

Após o HSBC ter restaurado completamente a sua relação com o aparente e completamente amigável Rajhi Bank na Arábia Saudita, que forneceu ao banco HSBC com quase $ 1 bilhão de dólares. Quando perguntado pelo HSBC para o que precisava de todo esse dinheiro norte americano para a sua conta, o banco Al Rajhi explicou que as pessoas na Arábia Saudita precisavam de dólares por todos os tipos de razões. “Durante o tempo de verão”, escreveu o banco, “temos uma alta demanda de turistas que viajam para desfrutar as suas férias.”

O Departamento do Tesouro mantém uma lista elaborada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, ou OFAC, e os bancos americanos não deveriam fazer negócios com qualquer pessoa constando na lista OFAC. Mas o banco HSBC contribuiu conscientemente para que indivíduos proibidos iludissem o processo de sanções. Uma dessas pessoas era o poderoso empresário sírio Rami Makhlouf, um confidente próximo da família do ditador sírio Assad.

Quando Makhlouf apareceu na lista OFAC, em 2008, o HSBC não respondeu cortando os laços com ele, mas, tentando descobrir o que fazer com as contas do corretor do poder sírio tinha em seus escritórios de Genebra e nas Ilhas Cayman.”Nós determinamos que as contas mantidas nas Ilhas Cayman não estão na jurisdição dos EUA, e não estão registradas em qualquer sistema nos Estados Unidos”, escreveu um responsável pela conformidade. “Portanto, não estaremos relatando esta relação à OFAC”.

Tradução: Nós sabemos que o cara está em uma lista de terroristas, mas as suas contas estão em um lugar seguro em que os americanos não podem procurar, para nos pressionar.

Lembre-se, isso foi em 2008 – cinco anos após o HSBC já ter sido primeiro pego fazendo esse tipo de coisa. E mesmo quatro anos depois, ao ser interrogado pelo senador do Michigan, Carl Levin em julho de 2012, um executivo do HSBC se recusou a dizer absolutamente que o banco iria informar o governo se Makhlouf ou outro nome listado pela OFAC apareceu em seu sistema – dizendo apenas que iria “fazer tudo o que pudesse.”


A lavagem do dinheiro sujo das drogas não parece causar nenhum remorso aos dirigentes do banco HSBC.

A audiência no Senado destacou um ponto extremamente frustrante que os investigadores do governo tiveram que enfrentar com os mega bancos “Too Big to Jail” (muito grandes para serem presos): A mesma coisa que os torna tão atraentes para os clientes obscuros – a sua capacidade de movimentar dinheiro instantaneamente ao redor do mundo para lugares como as Ilhas Cayman e a Suíça – isso torna mais fácil para eles fazerem de bobo os reguladores de qualquer estado, escondendo-se atrás de brechas nas leis sobre sigilo.

Quando não foram pegos operando com e para obscuros personagens do Terceiro Mundo, o HSBC estava treinando seu poder de fogo mental sobre o problema de encontrar formas criativas que lhe permitissem fazer negócios com países sob a sanção dos EUA e da ONU, particularmente o Irã. Em um memorando da subsidiária do HSBC no Oriente Médio (HBME), o banco nota que poderia fazer um monte de dinheiro com negócios com o IRÃ, desde que fossem tratados com o que ele chamou de “dificuldades” – você sabe, essas leis idiotas …

“Prevê-se que o Irã se torne uma fonte de renda cada vez maior para o grupo (HSBC) daqui para frente”, diz o memorando, “e, se quisermos alcançar este objetivo, devemos adotar uma postura positiva quando nos depararmos com dificuldades.”

A “postura positiva” incluiu uma técnica chamada de “stripping”, em que as subsidiárias estrangeiras como a HSBC Oriente Médio ou HSBC Europa iria remover as referências ao Irã, em operações de cabo de e para os Estados Unidos, muitas vezes colocando-se (a sigla HSBC) no lugar do nome do cliente (cliente do IRÃ) real para evitar desencadear alertas junto ao OFAC. (Por outras palavras, a operação citaria o nome HBME, em vez de um cliente iraniano.)

Por mais de meia década, um gritante volume de US$ 19 bilhões em transações envolvendo o IRÃ foi feito através do sistema financeiro norte-americano, com a conexão iraniana mantida escondida em 75 a 90 por cento dessas operações. O HSBC esta sediado na Inglaterra por mais de duas décadas – é o maior banco da Europa, na verdade – mas tem grandes operações subsidiárias em todos os cantos do mundo. O que sai nesta investigação é que os chefes na empresa-mãe em Londres, muitas vezes sabiam sobre as transações obscuras quando a subsidiária regional não tinha conhecimento. No caso das operações iranianas proibidas, por exemplo, existem vários e-mails do chefe do HSBC, David Bagley, em que ele admite que a subsidiária norte americana do HSBC provavelmente não tem nenhum indício que o HSBC Europa estava lhe enviando recursos de dinheiro iraniano banido pelo governo dos EUA .

“Eu não estou certo de que o HSBC-USA estão cientes do fato de que o HSBC-EU já estão fornecendo sistemas de compensação para quatro bancos iranianos”, escreveu ele em 2003. No ano seguinte, ele fez a mesma observação. “Eu suspeito que o HSBC-USA não estão cientes de que os [iranianos] pagamentos podem estar passando por eles”, escreveu ele.

Qual é a vantagem para um banco como o HSBC para fazer negócios com indivíduos proibidos, bandidos e assim por diante? A resposta é simples: “Se você tem clientes que estão interessados em “serviços especiais” – que é o eufemismo para as coisas ruins e fora da lei – você pode cobrar-lhes o que você quiser”, diz Blum, um ex-investigador do Senado. “A margem de lucro em dinheiro sujo lavado por anos tem sido de cerca de (exorbitantes) 20 por cento.”

Esses custos podem ser cobrados de várias formas, a partir de taxas iniciais de promessas de manter depósitos no banco por determinados períodos de tempo. No entanto, você vai estruturá-la, e as possibilidades de lucro são enormes, desde que você esteja disposto a aceitar o dinheiro de quase qualquer lugar e de qualquer um. O HSBC, com suas raízes (sem ética) no capitalismo de campo de batalha (por um mercado vendedor de drogas, o ópio) das antigas colônias britânicas e sua forte presença na Ásia, África e Oriente Médio, teve mais acesso a clientes que necessitavam desses “serviços especiais” do que talvez qualquer outro banco.


O HSBC (Hong Kong & Shanghai Banking Corporation).foi fundado com o dinheiro do tráfico de ópio na Ásia, (Hong Kong e China). A trajetória dessa empresa de compradores [comerciantes] na China, com sede em Londres, Inglaterra, com vista para o Rio Tâmisa, começa com uma história de TRÁFICO DE ÓPIO.

Sobre o envolvimento do HSBC com o tráfico de ÓPIO SAIBA MAIS EM:
http://thoth3126.com.br/h-s-b-c-opio-e-drogas-a-origem-do-banco-ingles/

E trabalharam duro para satisfazer os seus clientes. No talvez o que foi o auge da “inovação” na história das práticas bancárias vulgares e ilegais, o HSBC funcionou com uma operação absurda offshore no México, que permitia a qualquer um entrar em qualquer agência do HSBC no México e abrir uma conta em dólares norte americanos (contas correntes no HSBC do México legalmente tinham que ser em pesos) por meio de uma chamada “agência nas Ilhas Cayman” do HSBC México. As evidências sugerem mesmo que os clientes sequer precisavam apresentar um nome e endereço real, e muito menos explicar as origens legítimas de seus depósitos.

Se você puder imaginar um drive-thru de comida fast food instalado em uma clínica de transplante de coração, uma companhia aérea que mantenha um mini-bar totalmente abastecido na cabine do comandante em cada avião, você está no estágio de compreender o absurdo regulamentar do HSBC “agência nas Ilhas Cayman” do México. A coisa toda era uma empresa de fachada pura, dirigida por mexicanos em agências bancárias mexicanas.

Em um ponto, este “produto” da imaginação corporativa do banco tinha 50.000 clientes, mantendo um total de US$ 2,1 bilhões em ativos. Em 2002, uma auditoria interna descobriu que 41 por cento das contas do banco tinha informações do cliente incompletas. Seis anos depois, um e-mail de um funcionário de alto escalão do HSBC observou que 15 por cento dos clientes (no México) não tinha sequer um arquivo. “Como você localizará clientes quando você não tem sequer um arquivo sobre ele?” reclamou o executivo.

Não houve mudança até que se descobriu que estas contas (sem registros) estavam sendo usadas para pagar uma empresa dos EUA, alegadamente fornecendo aviões para traficantes de drogas mexicanos que o HSBC tomou medidas, e até então fechando apenas algumas contas daquelas da “Filial das Ilhas Cayman”. Ainda em 2012, quando os executivos do HSBC estavam sendo arrastados perante o Senado dos EUA, o banco ainda tinha 20.000 dessas contas no valor de cerca US$ 670 milhões de dólares – e, sob juramento, disseram apenas que o banco estava “em processo” de fechá-las.

Enquanto isso, ao longo de todo este tempo, os agentes reguladores do mercado financeiro dos EUA mantiveram uma lupa examinando o HSBC. Em um padrão absurdo que continuaria através da primeira década dos anos 2000, os fiscais examinadores da OCC iriam realizar revisões anuais, encontrando sempre a mesma merda perturbadora das irregularidades que tinham encontrado durante anos anteriores, e depois anotariam sobre os problemas do banco como se eles estivessem sendo descobertos pela primeira vez.

A partir de 2006 o comentário anual da OCC foi: “Durante o ano, identificamos uma série de áreas sem aderência, sem uma consistente vigilância para políticas do BSA/AML…. A Gestão do banco respondeu positivamente que tomarão medidas para corrigir as deficiências apontadas e melhorar a conformidade legal com a política para o setor bancário. Nós vamos validar a ação corretiva no próximo ciclo de fiscalização. “

Tradução: Esses caras são uns idiotas (quebram as regras), mas eles admitiram isso, por isso esta tudo ok e não vamos fazer nada.

Um ano depois, em 24 de julho de 2007, a OCC tinha que dizer isto: “Durante o ano passado, os fiscais examinadores identificaram uma série de temas comuns, em que as empresas não tinham (novamente) aderência consistente e vigilantes para BSA / AML políticas de práticas bancárias aceitáveis ….. Administração continua a responder positivamente e iniciou medidas para melhorar a conformidade com a política das práticas bancárias dos EUA. “

Tradução: Eles ainda são uns idiotas, mas nós temos alertado para o problema e tudo vai ficar legal.



Parece que existe uma classe de pessoas, as “comuns” que vivem sujeitas às leis e à prisão e uma classe INTOCÁVEL (os banqueiros nos EUA e no mundo). Nós sempre suspeitávamos sobre isto, mas agora isto foi claramente admitido. Então, o que vamos fazer?

Continua…

Mais informações sobre “grandes bancos”, drogas e corrupção:
  1. http://thoth3126.com.br/o-trafico-de-opio-em-hong-kong-illuminatis/ 
  2. http://thoth3126.com.br/hsbc-bancolavanderia-do-dinheiro-das-drogas/
  3. http://thoth3126.com.br/a-verdade-sobre-os-grandes-bancos-ocidentais/
  4. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-entrevista-com-banqueiro-suico/
  5. http://thoth3126.com.br/a-situacao-global-uma-atualizacao/
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  7. http://thoth3126.com.br/h-s-b-c-opio-e-drogas-a-origem-do-banco-ingles/
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Abril 24, 2015

chamavioleta

HSBC: 

tráfico de drogas (ópio) 

a origem do banco

Posted by Thoth3126 on 24/04/2015



H.S.B.C.: ÓPIO e DROGAS, a origem do banco inglês.


No outono europeu de 2009, quatro letras − H, S, B e C − lideravam as principais manchetes dos jornais quando um antigo funcionário desse célebre banco enviou ao fisco francês uma lista de clientes suspeitos de fraude. A mesma sigla apareceu de novo em 2011, dessa vez no contexto da demissão anunciada de cerca de 30 mil pessoas.

E novamente o nome saiu nas manchetes dos jornais em Julho de 2012 com uma dura e contundente investigação do Senado dos EUA sobre lavagem de dinheiro… do TRÁFICO DE DROGAS…

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com



De Londres a Hong Kong, as belas fachadas dos grandes centros de negócios com frequência escondem a violência (e a corrupção) de suas origens. Esse é o caso do banco H.S.B.C. (Hong Kong & Shanghai Banking Corporation), cujas raízes mergulham em guerras coloniais envolvendo o TRÁFICO DE DROGAS (as duas Guerras do Ópio) e comerciais conduzidas pelo Império Britânico na Ásia.

http://mondediplo.com/2010/02/04hsbc

por Jean-Louis Conne – Le Monde, Paris

Mas o que está por trás dessas letras? Geralmente, elas são precedidas da expressão “banco britânico”, mas, na verdade, trata-se da abreviação de Hong Kong & Shanghai Banking Corporation. A trajetória dessa empresa de compradores [comerciantes] na China, com sede em Londres, Inglaterra, com vista para o Rio Tâmisa, começa com uma história de TRÁFICO DE ÓPIO.


O imponente Edifício HSBC , em Xangai, na sede da filial de Xangai, na CHINA. Uma Corporação de Hong Kong e Shanghai Banking 1923-1955

No outono europeu de 2009, quatro letras − H, S, B e C − lideravam as principais manchetes dos jornais quando um antigo funcionário desse célebre banco enviou ao fisco francês uma lista de clientes suspeitos de fraude. A mesma sigla aparece de novo em 2011, dessa vez no contexto da demissão anunciada de cerca de 30 mil funcionários. Mas o que está por trás dessas letras?

Geralmente, elas são precedidas da expressão “banco britânico”, mas, na verdade, trata-se da abreviação de Hong Kong & Shanghai Banking Corporation.



A trajetória dessa empresa de compradores [comerciantes] na China, com sede londrina com vista para o Rio Tâmisa, começa com uma história de TRÁFICO DE ÓPIO.

No início do século XIX, nascia em Londres, capital do Império Colonial Britânico, a Companhia Peninsular e Oriental de Navegação a Vapor (P&O − Peninsular and Oriental Steam Navigation Company).1

Seu primeiro navio de carga a vela e a vapor, o San Juan, saiu das docas de Londres em 1° de setembro de 1837 para encalhar em águas rasas. Outros navios da companhia afundaram, entre os quais o Carnatic, cujos destroços foram encontrados nos recifes de Abou Nawas [no Mar Vermelho].

Mas a companhia sobreviveria à má sorte. Em 1839, a P&O assinou os contratos para o transporte do correio para Alexandria (Egito), via Gibraltar e Malta. Depois de se fundir com a Companhia Transatlântica de Navios a Vapor (Transatlantic Steamship Company), ela criou, em 1844, aquilo que se pode chamar de os primeiros cruzeiros de luxo no Mediterrâneo.


O edifício principal do HSBC em Hong Kong, que foi projetado por Norman Foster e concluído em 1985.

Dez anos mais tarde, a P&O ligaria seu destino ao da Companhia de Navegação a Vapor das Índias Britânicas (BI − British India Steam Navigation Company), cujos navios transportavam o correio entre Calcutá (Índia) e Rangun (Birmânia). Seu proprietário, James Mackay, um administrador colonial escocês, iria se tornar presidente da P&O, a qual, por fim, absorveria a BI.

O próprio Mackay mantinha relações estreitas com Sheng Xuanhai, ministro dos Transportes da China na dinastia Qing (Manchu), a última a reinar, até a abolição do governo imperial em janeiro de 1912. Favorável à introdução da tecnologia ocidental apesar das tensões político-militares, Sheng se tornou defensor dessa causa especialmente em Xangai – onde fundou a Universidade Jiao Tong, orientada para a mecânica, engenharia e equipamentos militares –, depois em Hong Kong.

Desempenhando um papel importante, ele promoveu a cidade como a mais tecnológica da China. Em 1902, Sheng e Mackay fecharam, em nome da China e do Reino Unido, um acordo conhecido como Tratado Mackay, que versava sobre a proteção de marcas e patentes.

Foi nesse contexto que outro escocês, Thomas Sutherland, entrou para a P&O. Ele fez carreira na empresa, colaborou para a construção das docas em Hong Kong e se tornou o superintendente da P&O, mas também o primeiro presidente da Hong Kong e Whampoa Dock, em 1863.


A morte pelas drogas: uma grande fonte de receita para os “grandes bancos”.

Nessa época, 70% do frete marítimo estava relacionado com o ÓPIO vindo das Índias, vendido aos chineses por negociantes (n.t. o monopólio era do -lorde- judeu David Sassoon sob proteção da coroa britânica) britânicos e outros, para desespero das autoridades chinesas, que tentavam, em vão, fazer oposição a esse comércio de drogas.

Sutherland entendeu a mensagem: a configuração era ideal para o desenvolvimento de um banco comercial. Com outros, ele fundou em 1865 o Hong Kong & Shanghai Banking Corporation, o hoje famoso HSBC, o maior banco da Europa. No conselho de administração, presidido por Francis Chomley, estava igualmente a sociedade comercial Dent & Co., cujo nome vem de seu criador, Thomas Dent.

Em 1839, o alto funcionário chinês Lin Tse Hsu, reconhecido por sua competência e rigidez moral, havia emitido um mandato de prisão contra Thomas Dent com o objetivo de forçá-lo a abandonar os seus armazéns de ópio, que violavam a proibição de venda decretada pelas autoridades chinesas.

Esse foi um dos elementos que provocaram a Primeira Guerra do Ópio, encerrada em agosto de 1842 pelo primeiro “Tratado Desigual”, o de Nanquim, entre Inglaterra e a CHINA.


Localização estratégica de Hong Kong

No fim da Segunda Guerra do Ópio (1856-1860), as potências britânica e francesa imporiam a criação de concessões territoriais sob administração estrangeira, a abertura de vários portos chineses ao comércio estrangeiro e a legalização do comércio de ópio. O conflito terminaria cinco anos antes de Sutherland criar o HSBC. Os caracteres chineses na transliteração de seu nome são auspiciosos, e podem ser entendidos como “reunião de riquezas”.

De fato, o HSBC reuniu suas primeiras riquezas graças à colheita, produção e o tráfico do ópio das Índias, e mais tarde da província de Yunnan, uma província do Sudoeste da China. Desde 1920, filiais se instalaram em Bangkoc e Manila. Depois de 1949, o banco concentrou suas atividades em Hong Kong e, entre 1980 e 1997, instalou-se nos Estados Unidos e na Europa. Só mudou sua sede social de Hong Kong para Londres em 1993, antes da devolução do território à República Popular da China, efetuada em 1997, após noventa e nove anos de domínio britânico.

Em 1999, as ações do HSBC Holdings foram cotadas em terceiro lugar na Bolsa de Nova York. O grupo adquiriu a Republic New York Corporation (atualmente integrada à HSBC USA Inc.), assim como a empresa irmã Safra Republic Holdings SA (hoje HSBC Republic Holdings SA, em Luxemburgo). Em 2007, o grupo registrou um resultado recorde, descontado o pagamento de impostos, de US$ 24 bilhões, dos quais 60% vêm de mercados emergentes da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina.

Pela primeira vez, os lucros acumulados na China atingiram US$ 1 bilhão naquele mesmo ano − tanto quanto na França. Segundo resultados publicados em 1º de agosto de 2011, os lucros comerciais bancários do HSBC apresentaram um crescimento de 31%, e seu faturamento bruto se elevou a US$ 11,5 bilhões. 



A sede do HSBC em Londres. De acordo com uma investigação do Senado dos EUA, o banco “não agiu sobre a lavagem de dinheiro das drogas“. Fotografia: Facundo Arrizabalaga / EPA

Desde o fim de 2010, é o escocês Douglas Flint quem manda nos destinos do HSBC Holdings. E, desde março de 2011, Laura May Lung Cha é a presidente adjunta, não executiva, do HSBC. Uma ascensão tão notável que a fez delegada de Hong Kong no 11° Congresso da República Popular da China…

Jean-Louis Conne – Jornalista, ex-redator chefe da revista européia Animan e autor do livro “La Croix Tibétane” (A Cruz tibetana), Editions Mondialis, Bex/Chiang, 2009

1) A empresa seria revendida em 2006 por $ 3,9 bilhões de libras esterlinas para a Dubai Ports World, o terceiro operador portuário mundial, filial da Dubai World, holding pertencente ao governo de Dubai (Emirados Árabes Unidos).

✪Le Monde Diplomatique- LMD em todo o mundo, publicado originalmente em francês, tem edições em 25 idiomas



“DESPERTA, TU QUE DORMES, e levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e CRISTO te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS”, Efésios 5:14,15

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Fevereiro 23, 2015

chamavioleta

A Promotoria suíça investiga o HSBC 

e inspeciona sua sede em Genebra.

Posted by Thoth3126 on 23/02/2015


Uma equipe de funcionários da Promotoria de Genebra, vestida com roupas civis, entrou na última terça-feira de manhã no escritório da filial suíça do então poderoso banco HSBC, localizada na exclusiva Quai des Bergues, uma rua com muitos hotéis e estabelecimentos de luxo na margem direita do rio Ródano. A Promotoria iniciava assim a investigação criminal por “lavagem de dinheiro agravado”.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com


O ministério público suíço anuncia a abertura de um processo penal contra o HSBC. O banco anuncia “transformação radical” para evitar novas fraudes

Rodrigo Carrizo Couto – Genebra – Suíça – Dia 18 FEV 2015 – 21:47 BRST

Fonte: http://elpais.com/brasil/

Os fiscais Olivier Jornot e Yves Bertossa, que autorizaram a inspeção, apresentaram-se logo pela manhã na sede principal do HSBC na capital suíça acompanhados de inspetores de polícia e de especialistas financeiros. Ao longo do dia ampliaram as inspeções a outras sucursais nos subúrbios da cidade suíça. “Estamos procurando arquivos e documentos. Qualquer coisa que possamos encontrar que sirva para nossa investigação”, apontaram os fiscais.

O promotor geral de Genebra deixa a sede do HSBC. / REUTERS-LIVE! / AP

As investigações ocorrem dias depois que se conheceu que o banco ajudou seus poderosos clientes a sonegar impostos. Nesta semana foi conhecida a identidade de alguns destes clientes, graças aos documentos roubados do banco pelo técnico em informática Hervé Falciani em 2008.

O escândalo conhecido comoSwissLeaks revelou a existência de 106.000 clientes de 200 países entre os quais estão alguns suspeitos de financiar o terrorismo, traficantes de armas e outros supostos fraudadores, como políticos, artistas e esportistas.

Os arquivos obtidos por Falciani correspondiam a 2006 e 2007, quando circularam pelas contas do HSBC de Genebra, segundo os primeiros indícios, até 180 bilhões dissimulados em estruturas offshore com sede no Caribe.

Os promotores explicaram que podem levar o banco aos tribunais independente da responsabilidade direta de seus funcionários, “sempre que seja possível demonstrar que a instituição não tomou todas as medidas necessárias para impedir as infrações à lei”.



As autoridades suíças explicaram: “Não importa que os fatos tenham acontecido antes de 2007 porque lavagem agravada de dinheiro só prescreve depois de 15 anos”. Nesse período, a Justiça pode realizar todas as investigações que considerar pertinentes.

O HSBC não vive seus melhores momentos. O banco está sendo atacado também pela justiça da França, acusado de lavagem agravada, fraude fiscal e contratos ilegais com clientes franceses. A Bélgica faz as mesmas acusações. 


O escritório da filial suíça do poderoso banco HSBC, localizada na exclusiva Quai des Bergues, uma rua com muitos hotéis e estabelecimentos de luxo na margem direita do rio Ródano.

O HSBC não vive seus melhores momentos. O banco está sendo investigado também pela Justiça da França

O porta-voz do HSBC, Michael Spiess, explicou que essa forma de operar já era “história”. E insistiu: essas “práticas duvidosas” tinham sido eliminadas pela nova direção que assumiu as rédeas depois do roubo de informações de Falciani. Depois de um “exame minucioso dos negócios em curso”, o HSBC decidiu fechar numerosas contas de clientes que “não correspondiam mais às “elevadas normativas” do banco”.

Michael Spiess afirmou em um comunicado divulgado pelo HSBC que, “o banco cooperou de forma contínua com as autoridades suíças desde o roubo de dados em 2008”. Por outro lado, Stuart Gulliver, diretor-executivo do HSBC, pediu desculpas por estas práticas. Em uma carta divulgada no domingo, Gulliver afirmou que “os últimos episódios tinham sido uma experiência dolorosa para o banco”. Concluiu dizendo que o banco “não tem mais apetite pelas contas de clientes que fraudam as autoridades fiscais ou não seguem as estritas regras da instituição”.

No entanto, segundo declarações do especialista fiscal suíço Xavier Oberson ao jornal suíço 20 Minutes, “o caso SwissLeaks poderia revelar atos que vão além da fraude fiscal, pois para que o caso possa ser julgado, é necessário que os fundos provenham do crime, no sentido suíço do termo”. Por exemplo, que sejam fruto do tráfico de drogas ou do crime organizado. O objetivo das atuais investigações da promotoria de Genebra é comprovar se este é o caso. Mas se “apenas forem repreendidos por terem ocultado dinheiro, não serão julgados na Suíça”. 


O técnico em informática Hervé Falciani, que roubou informações do banco HSBC da Suíça

O HSBC poderia ser multado ou até perder sua licença para exercer atividade bancária em território suíço se os fatos forem graves

Embora o especialista tenha esclarecido que, segundo a gravidade dos fatos, o banco HSBC poderia ser multado ou até perder sua licença para atuar em território suíço.

Hervé Falciani, ex-funcionário do HSBC, revelou em 2009 uma enorme fraude fiscal ao divulgar milhares de contas bancárias. A primeira lista de sonegadores elaborada com sua informação que chegou à Espanha em 2010 permitiu que o ministério da Fazenda recuperasse 260 milhões de euros e identificasse 659 supostos fraudadores.

A Agência Tributária, no entanto, não abriu um processo de inspeção, mas enviou um pedido à maioria dos titulares de contas no HSBC de Genebra para que realizassem declarações complementares e regularizassem os fundos. A Fazenda temia que abrir uma inspeção poderia levar a problemas jurídicos pela origem dos dados, que supostamente foram roubados do banco por Falciani. Acrescentava-se a isso a dificuldade de obter a colaboração da Suíça, um país tradicionalmente opaco e que, naquela época, defendia com mais força o segredo bancário.

Por causa da publicação, na semana passada, de novas informações sobre a lista Falciani, o Tribunal de Madri mandou investigar aquela suposta anistia de sonegadores, que permitiu que centenas evitassem condenas de até seis anos de prisão ao regularizarem sua situação. 


Existem 5.549 contas secretas de brasileiros, entre pessoas físicas e jurídicas, com um saldo total de cerca de US$ 7 bilhões (R$ 19,5 bilhões), somente no HSBC da Suíça.

Em um relatório redigido no final de 2011, os inspetores fiscais já apontaram “a possível existência de delitos de lavagem de dinheiro por parte do HSBC” e a suposta participação de funcionários do banco na criação de empresas para seus clientes espanhóis em paraísos fiscais. A Promotoria Anticorrupção e a Advocacia do Estado afirmaram na época que não podiam atuar contra o HSBC por “falta de jurisdição” já que os supostos delitos foram cometidos fora da Espanha.

Mais informações sobre “grandes bancos”, drogas e corrupção:
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http://thoth3126.com.br/hsbc-novamente-cometendo-ilegalidades-agora-na-suica/

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Fevereiro 20, 2015

chamavioleta

Como o HSBC ‘ajudou’ milionários e criminosos do mundo inteiro a sonegar impostos

Posted by Thoth3126 on 18/02/2015





O banco britânico HSBC “ajudou” clientes ricos (inclusive traficantes de drogas) a evitar o pagamento de milhões de dólares em impostos por meio de sua filial na Suíça.

O programa de TV Panorama, da BBC, teve acesso a informações sobre contas de 106 mil clientes em 203 países vazadas em 2007 por um ex-funcionário do banco em Genebra, Herve Falciani.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

http://www.bbc.co.uk/

O HSBC disse ser “responsável por falha de controle no passado” e que clientes se aproveitaram do sigilo bancário para manter contas não declaradas, mas afirmou ter mudado suas práticas e estar colaborando com as autoridades.

“Reconhecemos que os padrões e cultura de diligência no banco privado suíço do HSBC, assim como na indústria como um todo, eram significantemente mais baixos do que hoje”, a instituição acrescentou.


Existem 5.549 contas secretas de brasileiros, entre pessoas físicas e jurídicas, com um saldo total de cerca de US$ 7 bilhões (R$ 19,5 bilhões), somente no HSBC da Suíça.

O banco agora é alvo de investigações nos Estados Unidos, na França, na Bélgica e na Argentina. Mas nenhuma medida foi tomada até agora contra o banco no Reino Unido, onde está a sua sede, até porque a “familia real britânica” é um dos acionistas do grupo.
Ajuda

Manter contas em outros países não é ilegal, mas muitas pessoas as usam para esconder dinheiro das autoridades fiscais de seus países. E, apesar de existirem formas legais para se pagar menos impostos, é ilegal esconder dinheiro para sonegar impostos.

Segundo as acusações, o banco não somente fez vista grossa para a evasão de impostos como também ajudou ativamente alguns clientes a violarem a lei (n.t. em mais um país, como sistematicamente vem ocorrendo).

Quando foram introduzidas novas leis na Europa em 2005 obrigando bancos suíços a recolher impostos de contas não declaradas e repassá-los às respectivas autoridades fiscais, o banco escreveu aos clientes oferecendo formas de contornar os tributos.


Em um caso mostrado no Panorama, o HSBC deu a uma família abastada um cartão de crédito internacional para fazer saques de dinheiro não declarados em caixas automáticos no exterior.

O HSBC nega que os donos das contas listadas estavam evadindo impostos, mas autoridades francesas concluíram em 2013 que 99,8% de seus cidadãos na lista vazada provavelmente praticavam evasão fiscal.

Richard Brooks, ex-inspetor fiscal e autor de The Great Tax Robbery, disse: “Acredito que o banco tenha oferecido serviços de evasão fiscal. Eles sabiam muito bem que as pessoas os procuravam para evitar o pagamento de impostos”.
Investigação conjunta

As milhares de páginas de dados foram obtidas pelo jornal francês Le Monde. Em uma investigação conjunta, os documentos foram repassados para o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês), ao jornal The Guardian, ao Panorama da BBC e a mais de 45 veículos de mídia ao redor do mundo.


Estes documentos incluem dados sobre 5.549 contas secretas de brasileiros, entre pessoas físicas e jurídicas, com um saldo total US$ 7 bilhões (R$ 19,5 bilhões).


O HM Revenue and Customs, departamento governamental do Reino Unido equivalente à Receita Federal do Brasil, recebeu os dados em 2010 e identificou 7 mil clientes britânicos que não pagaram impostos. Mas, quase cinco anos depois, apenas um deles foi processado.

Segundo o departamento, cerca de 135 milhões de libras (R$ 540 milhões) foram pagos até o momento em impostos, juros e multas por aqueles que esconderam dinheiro na Suíça.

O executivo que chefiava o banco na época do esquema, Stephen Green, foi nomeado secretário para Comércio e Investimento do Reino Unido oito meses depois de o departamento do governo britânico ter recebido os documentos vazados e ficou nesta função até 2013.

“Por princípio, não comentarei sobre o passado do HSBC”, ele disse ao BBC Panorama.

‘Personalidades renomadas’

Na Argentina, a Administração Federal de Receitas Públicas (AFIP, na sigla em espanhol) denunciou a filial local do HSBC em novembro de 2014 por supostamente ajudar 4.040 cidadãos do país a evadir impostos. A informação foi obtida pelo governo argentino por meio de um acordo de colaboração com a França.

O diretor da AFIP, Ricardo Echegaray, disse na época que entre os suspeitos havia “personalidades renomadas” do país, mas não revelou suas identidades.

Entre os supostos beneficiados pela ajuda do HSBC suíço a clientes de mais de 200 países estão políticos, empresários, estrelas do esporte, celebridades, além de muitos criminosos e traficantes de drogas, segundo a investigação.



O ICIJ diz que o banco tirou proveito de negociações com “comerciantes de armas…, assistentes de ditadores do Terceiro Mundo, traficantes de diamantes de sangue e outros delinquentes internacionais” .

Segundo analistas, as recentes revelações certamente multiplicarão os pedidos por maior controle dos sofisticados esquemas usados por milionários e empresas multinacionais para evadir impostos.

Mais informações sobre “grandes bancos”, drogas e corrupção:
http://thoth3126.com.br/o-trafico-de-opio-em-hong-kong-illuminatis/
http://thoth3126.com.br/hsbc-bancolavanderia-do-dinheiro-das-drogas/
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Outubro 02, 2014

chamavioleta

HSBC: tráfico de drogas (ópio) a origem do banco

Posted by Thoth3126 on 02/10/2014



No outono europeu de 2009, quatro letras − HSB e C − lideravam as principais manchetes dos jornais quando um antigo funcionário desse célebre banco enviou ao fisco francês uma lista de clientes suspeitos de fraude. A mesma sigla apareceu de novo em 2011, dessa vez no contexto da demissão anunciada de cerca de 30 mil pessoas.

E novamente o nome saiu nas manchetes dos jornais em Julho de 2012 com uma dura e contundente investigação do Senado dos EUA  sobre lavagem de dinheiro… do TRÁFICO DE DROGAS… 

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com



De Londres a Hong Kong, as belas fachadas dos grandes centros de negócios com frequência escondem a violência (e a corrupção) de suas origens. Esse é o caso do banco H.S.B.C. (Hong Kong & Shanghai Banking Corporation), cujas raízes mergulham em guerras coloniais envolvendo o TRÁFICO DE DROGAS (as duas Guerras do Ópio) e comerciais conduzidas pelo Império Britânico na Ásia. 

http://mondediplo.com/2010/02/04hsbc

por Jean-Louis Conne – Le Monde, Paris

Mas o que está por trás dessas letras? Geralmente, elas são precedidas da expressão “banco britânico”, mas, na verdade, trata-se da abreviação de Hong Kong & Shanghai Banking Corporation. A trajetória dessa empresa de compradores [comerciantes] na China, com sede em Londres, Inglaterra, com vista para o Rio Tâmisa, começa com uma história de TRÁFICO DE ÓPIO.


O imponente Edifício HSBC , em Xangai, na sede da filial de Xangai, na CHINA. Uma Corporação de Hong Kong e Shanghai Banking 1923-1955

No outono europeu de 2009, quatro letras − HSB e C − lideravam as principais manchetes dos jornais quando um antigo funcionário desse célebre banco enviou ao fisco francês uma lista de clientes suspeitos de fraude. A mesma sigla aparece de novo em 2011, dessa vez no contexto da demissão anunciada de cerca de 30 mil funcionários. Mas o que está por trás dessas letras?

Geralmente, elas são precedidas da expressão “banco britânico”, mas, na verdade, trata-se da abreviação de Hong Kong & Shanghai Banking Corporation.



A trajetória dessa empresa de compradores [comerciantes] na China, com sede londrina com vista para o Rio Tâmisa, começa com uma história de TRÁFICO DE ÓPIO.

No início do século XIX, nascia em Londres, capital do Império Colonial Britânico, a Companhia Peninsular e Oriental de Navegação a Vapor (P&O − Peninsular and Oriental Steam Navigation Company).1

Seu primeiro navio de carga a vela e a vapor, o San Juan, saiu das docas de Londres em 1° de setembro de 1837 para encalhar em águas rasas. Outros navios da companhia afundaram, entre os quais o Carnatic, cujos destroços foram encontrados nos recifes de Abou Nawas [no Mar Vermelho].

Mas a companhia sobreviveria à má sorte. Em 1839, a P&O assinou os contratos para o transporte do correio para Alexandria (Egito), via Gibraltar e Malta. Depois de se fundir com a Companhia Transatlântica de Navios a Vapor (Transatlantic Steamship Company), ela criou, em 1844, aquilo que se pode chamar de os primeiros cruzeiros de luxo no Mediterrâneo.


O edifício principal do HSBC em Hong Kong, que foi projetado por Norman Foster e concluído em 1985.

Dez anos mais tarde, a P&O ligaria seu destino ao da Companhia de Navegação a Vapor das Índias Britânicas (BI − British India Steam Navigation Company), cujos navios transportavam o correio entre Calcutá (Índia) e Rangun (Birmânia). Seu proprietário, James Mackay, um administrador colonial escocês, iria se tornar presidente da P&O, a qual, por fim, absorveria a BI.

O próprio Mackay mantinha relações estreitas com Sheng Xuanhai, ministro dos Transportes da China na dinastia Qing (Manchu), a última a reinar, até a abolição do governo imperial em janeiro de 1912. Favorável à introdução da tecnologia ocidental apesar das tensões político-militares, Sheng se tornou defensor dessa causa especialmente em Xangai – onde fundou a Universidade Jiao Tong, orientada para a mecânica, engenharia e equipamentos militares –, depois em Hong Kong.

Desempenhando um papel importante, ele promoveu a cidade como a mais tecnológica da China. Em 1902, Sheng e Mackay fecharam, em nome da China e do Reino Unido, um acordo conhecido como Tratado Mackay, que versava sobre a proteção de marcas e patentes.

Foi nesse contexto que outro escocês, Thomas Sutherland, entrou para a P&O. Ele fez carreira na empresa, colaborou para a construção das docas em Hong Kong e se tornou o superintendente da P&O, mas também o primeiro presidente da Hong Kong e Whampoa Dock, em 1863. 


A morte pelas drogas: uma grande fonte de receita para os “grandes bancos”.

Nessa época, 70% do frete marítimo estava relacionado com o ÓPIO vindo das Índias, vendido aos chineses por negociantes (n.t. o monopólio era do -lorde- judeu David Sassoon sob proteção da coroa britânica) britânicos e outros, para desespero das autoridades chinesas, que tentavam, em vão, fazer oposição a esse comércio de drogas.

Sutherland entendeu a mensagem: a configuração era ideal para o desenvolvimento de um banco comercial. Com outros, ele fundou em 1865 o Hong Kong & Shanghai Banking Corporation, o hoje famoso HSBC, o maior banco da Europa. No conselho de administração, presidido por Francis Chomley, estava igualmente a sociedade comercial Dent & Co., cujo nome vem de seu criador, Thomas Dent.

Em 1839, o alto funcionário chinês Lin Tse Hsu, reconhecido por sua competência e rigidez moral, havia emitido um mandato de prisão contra Thomas Dent  com o objetivo de forçá-lo a abandonar os seus armazéns de ópio, que violavam a proibição de venda decretada pelas autoridades chinesas.

Esse foi um dos elementos que provocaram a Primeira Guerra do Ópio, encerrada em agosto de 1842 pelo primeiro “Tratado Desigual”, o de Nanquim, entre Inglaterra e a CHINA.


Localização estratégica de Hong Kong

No fim da Segunda Guerra do Ópio (1856-1860), as potências britânica e francesa imporiam a criação de concessões territoriais sob administração estrangeira, a abertura de vários portos chineses ao comércio estrangeiro e a legalização do comércio de ópio. O conflito terminaria cinco anos antes de Sutherland criar o HSBC. Os caracteres chineses na transliteração de seu nome são auspiciosos, e podem ser entendidos como  “reunião de riquezas”.

De fato, o HSBC reuniu suas primeiras riquezas graças à colheita, produção e o tráfico do ópio das Índias, e mais tarde da província de Yunnan, uma província do Sudoeste da China. Desde 1920, filiais se instalaram em Bangkoc e Manila. Depois de 1949, o banco concentrou suas atividades em Hong Kong e, entre 1980 e 1997, instalou-se nos Estados Unidos e na Europa. Só mudou sua sede social de Hong Kong para Londres em 1993, antes da devolução do território à República Popular da China, efetuada em 1997, após noventa e nove anos de domínio britânico.

Em 1999, as ações do HSBC Holdings foram cotadas em terceiro lugar na Bolsa de Nova York. O grupo adquiriu a Republic New York Corporation (atualmente integrada à HSBC USA Inc.), assim como a empresa irmã Safra Republic Holdings SA (hoje HSBC Republic Holdings SA, em Luxemburgo). Em 2007, o grupo registrou um resultado recorde, descontado o pagamento de impostos, de US$ 24 bilhões, dos quais 60% vêm de mercados emergentes da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina.

Pela primeira vez, os lucros acumulados na China atingiram US$ 1 bilhão naquele mesmo ano − tanto quanto na França. Segundo resultados publicados em 1º de agosto de 2011, os lucros comerciais bancários do HSBC apresentaram um crescimento de 31%, e seu faturamento bruto se elevou a US$ 11,5 bilhões.


A sede do HSBC em Londres. De acordo com uma investigação do Senado dos EUA, o banco “não agiu sobre a lavagem de dinheiro das drogas“. Fotografia: Facundo Arrizabalaga / EPA

Desde o fim de 2010, é o escocês Douglas Flint quem manda nos destinos do HSBC Holdings. E, desde março de 2011, Laura May Lung Cha é a presidente adjunta, não executiva, do HSBC. Uma ascensão tão notável que a fez delegada de Hong Kong no 11° Congresso da República Popular da China…

Jean-Louis Conne –  Jornalista, ex-redator chefe da revista européia Animan e autor do livro “La Croix Tibétane” (A Cruz tibetana), Editions Mondialis, Bex/Chiang, 2009

1) A empresa seria revendida em 2006 por $ 3,9 bilhões de libras esterlinas para a Dubai Ports World, o terceiro operador portuário mundial, filial da Dubai World, holding pertencente ao governo de Dubai (Emirados Árabes Unidos).

Le Monde Diplomatique- LMD em todo o mundo, publicado originalmente em francês, tem edições em 25 idiomas



“DESPERTA, TU QUE DORMES, e levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e CRISTO te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS,  Efésios 5:14,15 

Mais informações sobre “grandes bancos”, drogas e corrupção:
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