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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

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Fevereiro 25, 2023

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A Evolução Humana Consciente

Por Kenneth Schmitt

Traduzido a 24 de fevereiro de 2023

 

 

Todos nós temos um desejo de prazer e êxtase. O que é que nos impede de os experimentar sempre? Diminuimos a nós próprios mudando a nossa atenção para energias negativas e menos vibrantes de que tomamos consciência, embora tenhamos a livre escolha de prestar atenção a qualquer qualidade dentro da consciência universal. O nosso fascínio pela negatividade tem as suas raízes na crença de que somos o nosso corpo físico e as suas expressões. A energia empírica é muito convincente ao ponto de se fixar, criando limitações poderosas à nossa consciência. Isto causa sentimentos de falta e isolamento como ser individual. Tudo isto é pouco natural para nós, e está a desestabilizar a nossa consciência, que se sente ameaçada. Surge em nós um desejo de consciência do nosso Ser completo, para que possamos conhecer a nossa essência eterna na consciência do Criador de todos. 
 
Participamos naturalmente em toda a vida, em todo o lado e em tudo. Vivemos num sistema enérgico que é criativo e que aumenta a vida. A nossa consciência vem com a nossa força vital dentro da consciência universal. O que quer que optemos por fazer que seja diferente da qualidade da nossa força de vida não pode sustentar um padrão vibratório que não ressoe com o nosso ser interior. Torna-se desestabilizado e dissipa-se. É por isso que sofremos, nos tornamos decrépitos e terminamos fisicamente. 
 
Tudo isto é fingimento. Criámos as nossas próprias limitações na nossa consciência. Para serem eficazes, todos eles dependem das nossas crenças na sua realidade. Pela nossa realização delas, reconhecemos e entramos em alinhamento com as suas vibrações. Se conseguirmos expandir a nossa realização para a consciência do coração do nosso Ser, toda a negatividade desaparece da nossa experiência pessoal, porque a nossa consciência do coração melhora sempre toda a vida. A negatividade diminui sempre a vida. 
 
Abundância não pode acontecer só para nós próprios, com a exclusão dos outros. Tudo tem de ser incluído para que a vida seja completamente preenchida. A realização da melhoria da vida para todos dá-nos a consciência do amor infinito que une todos os seres conscientes em todo o lado e sempre. Nunca temos de deixar este estado de Ser em presença infinita de consciência de tudo, tudo no momento presente. A vida humana torna-se então um jogo na nossa consciência, e podemos intencionalmente jogá-lo com sucesso para benefício de todos. Todos nós temos a capacidade de o fazer. Requer alinhamento com a nossa consciência de coração para nos guiar no amor e alegria infinitos. Tudo isto depende da nossa intenção de nos alinharmos com a consciência do nosso Eu Criador. Como fractais da consciência criadora, as nossas capacidades são infinitas.
 
Kenneth Schmitt
 
 
 

 
Transcrito por achama.biz.ly com agradecimentos a: 
 

 

Setembro 03, 2020

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Como manter os hábitos saudáveis com os filhos em casa.

Por Karis Brito.

2 de setembro de 2020. 

 
 
Mulher com mãos na cabeça e olhos fechados com crianças brincando ao fundo.
 
 

 
As crianças têm energia de sobra — o que não é segredo para ninguém — e demandam muito dos pais. E às vezes é muito difícil dar conta! Principalmente quando as atividades e as brincadeiras ficam restritas à casa e longe da escola e dos amiguinhos.
 
Mas acredito que existe um caminho para tentar aliviar um pouco a situação. Uma das maneiras que funcionam bastante para manter uma relação saudável com seu(s) filho(s) é trabalhar a autonomia e a criatividade do(s) pequeno(s).
 
 
Autonomia e criatividade podem começar a ser estimuladas a partir da decoração e da organização do quarto infantil.
 
Foto de Marisa Howenstine no Unsplash
 
 
Aqui vão algumas dicas:
  • Escolha uma cama que dê liberdade para subir e para descer sem precisar da sua ajuda.
  • Aqueles modelos de cama montessoriana são ótimas opções, além de trabalharem a parte lúdica, pois há modelos em formato de casa, de carro etc.
  • Organize os brinquedos de forma que a criança possa pegá-los a hora que quiser.
  • Evite excesso de brinquedos! Muitas alternativas geram dúvida na hora da escolha e, consequentemente, ansiedade.
  • Prefira brinquedos que estimulem o seu filho a criar, a usar a imaginação, a raciocinar… Por exemplo, um lego, um quebra-cabeça, carrinhos — mas sem a pista de corrida pronta, pois dessa forma a criança precisa fazer seu próprio caminho e tem a oportunidade de inventar…
  • Procure trabalhar com diferentes texturas, na roupa de cama, na parede, com o tapete, com os brinquedos etc. Tudo isso ajuda a criança a desenvolver o seu lado sensorial.
  • Coloque um aroma gostoso no quarto do seu filho.
  • Um bom cheiro trás um bem-estar imediato e pode ajudar a criança a ficar mais tranquila.
  • Leve cores para a decoração do quarto… o colorido estimula e traz alegria.
  • Nas paredes, evite cores muitos fortes, pois se a criança já tem muita energia o ambiente pode deixá-la ainda mais ansiosa.
  • Procure não “entulhar” o quarto — é importante deixar espaço para que o seu filho possa brincar!
  • Se o quarto for muito pequeno, defina um espaço na casa como local exclusivo para as crianças brincarem. Dessa forma, você até evita que toda a casa vire uma bagunça.
 
Foto Allen Taylor no Unsplash
 
 
  • A criança costuma ter muita energia e a forma de colocá-la para fora é pulando, correndo, dançando… Se ficar muito tempo sentada, no celular ou no tablet distraída com joguinhos, a energia não se dissipa e ela acaba ficando chata e nervosa. Por isso, estimule que o seu filho faça — pelo menos uma vez por dia — alguma atividade física bem gostosa… Pode ser pular corda, subir e descer escadas, jogar bola, dançar…
  • Introduza a meditação na rotina da criança! Antes de dormir, deite-se com ela na cama para fazerem juntos uma pausa relaxante. No início, ela provavelmente vai reclamar, dizendo que é muito parado. Mas com o passar dos dias, vai começar a lhe pedir, pois a meditação ajuda a acalmar e a dormir melhor. Em longo prazo, será uma criança que conseguirá lidar melhor com as suas emoções.
  • Você consegue encontrar meditações para crianças no YouTube de forma gratuita.
  • Além disso, é um ótimo momento de conexão entre você e seu filho.
 
 
Aproveite!
 
E aí, gostou das dicas?
 
Sou Karis Brito, Consultora Holística de Organização e Interiores e meu objetivo é proporcionar bem-estar para as pessoas que querem fazer de sua casa um refúgio ou que não se sentem bem na própria casa ou que sentem que a vida não caminha. Ofereço soluções de harmonização, decoração, organização e aromatização da casa.
 
Quer tirar mais dúvidas? Entre em contato comigo. Será uma alegria ajudá-lo!
 
Karis Brito
 
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Agosto 24, 2020

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De volta à origem.

Por Lúcia Almeida.

23 de agosto de 2020. 

 
 
Mulher olhando para a janela segurando a cortina.
 
 
 
 
 
 
 

 
Estamos todos reclusos. Alguns mais, outros menos. Muitos não têm escolha: é o trabalho da linha de frente nos hospitais, clínicas, serviço de limpeza pública, delegacias, supermercados. Os que podem, ficam em casa.
 
 
Em casa ou nas ruas, somos todos reféns. O medo virou uma quase certeza. Rememoremos os nossos ancestrais, os homens das cavernas. Naquela época longínqua, o medo era matéria essencial para a sobrevivência. O tempo passou, as coisas e o homem evoluíram, mas aquele medo que nos ajudava a sobreviver tem seu lugar reservado em nossa memória, em nossos ossos, em nossa pele. Mesmo nos dias de hoje parece que sempre estamos nos preparando para algum ataque (foram anos de prática). Além dos dinossauros, lidamos com guerras, caça às bruxas, terrorismo, vírus, bactérias, fobias.
 
 
Tai/Unsplash
 
 
Pensando nos dias de hoje, uma ameaça real suscitou o medo em toda face do planeta. Não, não é mais um “blockbuster” sobre o fim do mundo. É a vida real. É só sair na janela para ver as pessoas nas ruas usando máscaras, luvas, se afastando uma das outras. É esse nosso cenário atual.
 
Voltamos à origem. No medo, na incerteza da sobrevivência, na impotência. Então devemos deixar o medo tomar conta de tudo e ficarmos de braços cruzados esperando algo fatídico e desconhecido tomar tudo o que temos e conhecemos? Claro que não. O voltar à origem é mais do que esse misto de sentimentos ruins perante o inimigo. É poder se redescobrir, encontrar a coragem e a força que todos temos dentro de nós. A capacidade de se reinventar, de persistir, de encorajar, de fortalecer e de amar. Quantos de nós estávamos tão atarefados que já nem conhecíamos mais a nossa própria casa? Não havia mais diálogo com aqueles que dividimos o mesmo teto, os mesmos sonhos. Não havia mais olhos nos olhos, a gratidão verdadeira, nem respeito à natureza. O consumir nos consumia.
 
Sim, voltamos à origem. A origem de todos os sentimentos, dos afetos e dos laços: o ser humano. Vamos vencer mais uma vez. E o medo? O medo será mais uma vez a válvula propulsora da evolução.
 
Como Oswaldo Montenegro bem disse em sua canção “Metade”:
 
“Que a força do medo que tenho
 
Não me impeça de ver o que anseio;
 
Que a morte de tudo em que acredito
 
Não me tape os ouvidos e a boca;
 
Porque metade de mim é o que eu grito,
 
Mas a outra metade é silêncio…”
 
 
Lúcia Almeida
Lúcia Almeida
 
(19) 9-9199-4771 Campinas-SP.
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Agosto 05, 2020

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A espiritualidade pode ajudar na arte de viver juntos em tempos difíceis?

Por Fátima Cardoso.

5 de agosto de 2020. 

 
 
Casal em sala de casa com homem tocando violão e mulher cantando.
 
 
 

 
 

 
 
Aespiritualidade pode ajudar na arte de viver juntos em tempos difíceis?
 
Nem sempre os casais conseguem fazer do dia a dia um belo quadro expressando o mais verdadeiro amor ou uma poesia de belas e harmoniosas rimas entonadas pelo mais profundo amor.
 
 
Parece que há dias que a tinta derrama e borra o quadro, que a tinta colorida está preta e branca e sem brilho. E palavras duras quebram a rima dos versos de amor da poesia.
 
Foto de Polina Zimmerman no Pexels
 
 
E em tempos de pandemia, parece que a arte de viver juntos é testada? Teste do financeiro, da saúde física e mental, da empatia dentro de casa, dos nervos à flor da pele, o medo da morte do relacionamento, sem falar das mortes causadas pela Covid-19.
 
Muitos casais, ou pelo menos um dos parceiros, têm visto nesse atual momento um alento na busca pela espiritualidade. A busca por um sentido de conexão com algo maior que si próprio, a reconexão com o espírito, ouvir a voz interior, se aproximar um pouco do Amor Incondicional. Para alguns, a espiritualidade está relacionada à vivência religiosa; para outros, é algo independente.
 
Nós, como espíritos vivenciando essa experiência humana aqui na Terra, nesse momento de transição, ao nos conectar com essa Luz Maior, podemos atravessar essa tempestade com mais facilidade e menos sofrimento. Para isso, o casal precisa se conectar com esse Amor Maior e refleti-lo em suas palavras e ações. Amar não é ficar parado, como um príncipe mimado, esperando que suas necessidades sejam atendidas, sem haver retribuição pelo amor recebido. Amar é agir amorosamente. Assim os casais podem encontrar juntos, e conectados com a espiritualidade, soluções criativas à medida que os obstáculos aparecem:
 
  • Ver o outro também como um espírito vivendo sua experiência terrena.
  • Respeitar os limites da outra pessoa.
  • Dividir uma dor num momento difícil.
  • Havendo necessidade, refazer o planejamento financeiro.
  • Demonstrar sua lealdade.
  • Se alegrar com o sucesso do seu par.
  • Alimentar o bom humor na relação.
 
Dividir as tarefas da casa de forma justa — e as responsabilidades com filhos, caso os tenha.
 
 
Foto de Cottonbro no Pexels
 
 
  • Escutar o(a) companheiro(a).
  • Se unir em oração.
  • Incentivar o crescimento do par.
  • Apoiar o(a) parceiro(a) em momentos de dor ou dificuldades profissionais.
  • Assumir sua parte dos problemas da relação e não apenas atribuí-los ao outro.
  • Fazer planos juntos para colocar em ação quando essa fase passar.
 
Acontece que muitas vezes os casais se envolvem tanto com as questões materiais que esquecem de praticar a espiritualidade no dia a dia, como os exemplos que citei anteriormente e muitos outros que precisam ser praticados.
 
 
Quando o casal consegue falar a língua da espiritualidade, a língua do amor, abre-se dessa maneira para a felicidade da alma, felicidade que chega e, ao ser cultivada, permanece e cresce.
 
Fátima Cardoso.
 
Fátima Cardoso
E-mail: fatima.cinesio@yahoo.com.br
E-mail: contato@cinesioquantica.com.br
Cel: 11 9 8122-7920
Facebook: Terapeuta Fátima Cardoso
Site: facilitadorafatimacardoso.com.br
 
 



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Julho 12, 2020

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O primeiro dia depois do último.

Escrito por Luiz Roberto Bodstein.

11 de julho de 2020. 

 
 
Mulher pensativa sentada em uma pedra da praia olhando para o mar.
 
 


Aexemplo do que me aconteceu pelo menos três vezes antes deste dia em que escrevo, muitos dos que agora me leem, possivelmente, já se sentiram vivendo o primeiro dia do resto de suas vidas. Isso costuma acontecer após algo que, inequivocamente, traça uma linha no caminho que nos chega como divisor de águas entre o antes e o depois. Só que um “depois” bem diferente de qualquer outro, devido à profunda transformação na forma como passamos a enxergar o mundo a partir de então, como quando sobrevivemos a um grande perigo em que muitos tiveram suas vidas precocemente interrompidas. A título de exemplo, citaria a mão que alcança algo em que se segurar no derradeiro instante do afogamento; aquele heroísmo que transforma em milagre o existir do qual já tínhamos desistido; ou a continuidade da vida após a enfermidade que já havia nos condenado à morte.
 
 
A percepção desses momentos, ao compararmos a visão do retrovisor com a estrada agora se estendendo à frente — percebida pelo para-brisas — é sempre grande demais para o espaço da folha em que se tenta descrevê-la. E qualquer pessoa que já tenha passado por isso, certamente, irá concordar comigo, pois não se tratam de histórias em que tatuagens se prestem a preservar-lhes a memória, mas de marcas riscadas no âmago do ser a ferro quente, e cujas cicatrizes não perceptíveis ao desavisado olhar denunciam incisões indeléveis produzidas na alma de quem as vivenciou.
 
 
Dan Gribbin/Unsplash
 
Apesar de todo o dito, não me estou referindo ao “day after” que acabei de descrever, mas a um outro em que despertei nesta manhã, ainda mais inusitado, após haver cruzado uma outra linha que transformou em passado remoto a vida que eu conhecera até ontem. Ainda que quase impossível penetrar no universo alheio quando não o tenhamos vivenciado, impus-me o desafio de tentar descrevê-lo num esforço de entender meus próprios sentimentos a respeito.
 
Aos cinquenta e dois dias de quarentena, munido de máscara e álcool em gel, empreendi minha primeira incursão externa buscando um pouco de alívio para o isolamento. Escolhi percorrer o antes pulsante coração do Rio de bicicleta para documentar os impactos da pandemia através de fotos que certamente o aproximariam das de um mundo pós-apocalíptico. Encontrei locais antes fervilhantes, como a Central do Brasil e a Avenida Rio Branco no seu centro financeiro, lembrando uma cidade fantasma: uma Chernobyl talvez, ou uma Fukushima pós-desastre nuclear. Depois de algumas dezenas de registros, a expectativa era a de capturar imagens do Aeroporto Santos Dumont com aeronaves em solo, lembrando aves de asas congeladas e impedidas de alçar voo.
 
Tais Captures/Unsplash
 
 
Na curva da Rio Branco para a Avenida Beira Mar, acompanhando os trilhos do VLT, um fato inusitado me passou a exata impressão de ter sido alcançado de surpresa por um furacão: a imprecisa silhueta de um carro negro passou de raspão pelas minhas costas, como que surgido do nada, e ainda sob efeito do susto me senti colhido por um ônibus que, por me ter alcançado no mesmo sentido, me livrou do impacto frontal ao tempo em que me percebi fisicamente tangenciado pela sua lateral direita em toda a extensão, já que eu seguia rente ao meio-fio. Um ou dois centímetros a mais para a rua e eu não teria escapado às rodas do veículo.
 
Quanto tempo transcorreu enquanto o sentia raspando meu ombro, cintura e pernas, até a traseira ser vista afastando-se em alta velocidade, eu não saberia precisar. Um segundo? Algumas frações? Impossível dizer, pois só senti o arrasto daquela muralha metálica me levando ao longo de vários metros por atrito direto, até que conseguisse parar a cerca de setenta ou oitenta metros de onde eu estava. A noite já caíra, e as vias absolutamente vazias não me davam conta de que eu cruzara uma pista quase imperceptível seguindo os trilhos do VLT, que destacava apenas a faixa seguinte que se unia a eles após o canteiro que as separava. O corpo me doía do ombro à coxa, no lado do contato direto com toda a lateral do coletivo. A alta velocidade do veículo, que poderia ter-me sido fatal, naquele caso específico, contribuiu para que eu não tombasse sobre o solo. Surpreendentemente eu permanecera em pé apoiado ao guidão da bike, quando o motorista chegou até mim oferecendo-se para levar-me ao hospital. Eu lhe disse que não estava ferido, apesar das dores pelo abalroamento ao longo de toda a extensão do ônibus. Ele insistiu, dada a alta velocidade do veículo em rua sem movimento. Tranquilizei-o dizendo que estava bem, e pedi desculpas, pois assim como os veículos me pareceram vindos do nada na avenida vazia, também eu lhes devia ter passado a impressão de haver surgido de uma outra dimensão. Ambos os veículos haviam cruzado os trilhos sem reduzir a velocidade devido ao vazio da via e a semiobscuridade da hora, e na realidade não havia a quem responsabilizar pelo acidente, ainda que um forte aperto no peito denunciasse meu incômodo por ter-lhe dado causa. Como aconteceu? O que turvara minha contumaz precaução para me expor a um risco tão grotesco quanto aquele?
 
Jeremy Bishop/Unsplash
 
 
Eu já me afastara do local por várias quadras, umas dez pelo menos, quando me descobri sem a minúscula pochete que trazia à cintura contendo o frasquinho de álcool, e dei por falta também do celular que lembrava ter guardado no bolso traseiro da calça. A pouca iluminação e a ausência de movimento me favoreciam encontrá-los numa varredura pelo local, razão pela qual voltei lá, e após alguns minutos um reflexo no asfalto permitiu-me achar o celular. Apertei o botão e acendeu. Funcionava! O susto veio meia hora depois, quando a iluminação permitiu que notasse o estrago no aparelho que mostrava vários afundamentos na parte posterior, como se tivesse sido esmagado pelas rodas do pesado veículo.
 
No longo trajeto de onde tudo se deu até a chegada em casa não saberia dizer exatamente o que se passara. A sensação era de atordoamento, e o de estar sendo “teleguiado” por um tipo de programação automática, pois que o pensamento racional não fluía como antes do acidente exceto por um estranho sentimento de não me encontrar no meu próprio corpo, no mundo que me era familiar, e nem na vida que me pertencia. Parecia-me difícil entender se escapara de ser esmagado pelas rodas do veículo ou se apenas pensava que escapara por não ter conseguido ver meu corpo no asfalto. Simplesmente me deitei tão logo me percebi em meu quarto, acordando hoje com a certeza de haver transposto uma linha divisória, a mais perturbadora que já cruzara em toda a minha existência.
 
Naqi Shahid/Unsplash
 
 
Só nesta manhã, pude refazer mentalmente o trajeto percorrido desde o momento que fui colhido pelo ônibus, e me dei conta que toda lógica apontava para o fato de que eu não mais deveria estar onde me encontro neste instante. Senti-o ainda bem distinto do que se tem como o de um momento pós-traumático, pois que não havia medo, angústia ou qualquer outra coisa além de um profundo estranhamento em relação ao meu próprio corpo, como se o enxergasse à distância. Olhei para minhas mãos e me perguntei se eram as mesmas de antes ou se não passariam de uma ilusão da mente ainda não consciente da morte. E até neste momento, enquanto o descrevo, tal sensação permanece a mesma, como se a revivesse em toda a sua bizarra singularidade.
 
O que posso afirmar, sem traços de dúvida, é que a pessoa que escreve isto agora não é a que ontem saiu de casa, mas tal convicção não se estende ao fato de estar ou não no mesmo plano em que se via até então. Aliás, todas as certezas de antes parecem não se aplicar a este novo momento, nem dar qualquer garantia de que o tempo se incumbirá de regatá-las. Sei apenas que a necessidade de entender a realidade que os olhos revelam ficou antes da linha divisória. Uma consciência aflora a partir do ponto zero de uma matéria que ela não questiona ser a mesma ou não, ser real ou não, ou se apenas um lótus brotando da lama sem que esta lhe macule as pétalas. Penso, logo existo. Descartes o teria experimentado?
 
Meu primeiro dia depois do último, que me liberta de toda explicação. A espécie humana vem de um longo histórico de se arrogar o entendimento de tudo, e iludidos pelos sentidos chegamos a crer que exercemos controle sobre o visível e o invisível, que dominamos tanto o palpável quanto o etéreo, e navegamos entre o sutil e o concreto do mesmo modo que nos apegamos ao ontem, como se pudéssemos impedir a linha que o irá separar do nosso aqui e agora, mesmo não pedindo por nossa permissão. Algo muito maior que as construções humanas nos impõem, uma realidade que não se coloca refém das nossas, nem tampouco se subordina aos nossos insensatos desejos face à amplitude de tudo o que se desconhece. “Carpe diem”, sussurra-nos o Destino, alertando-nos que o estar ou o não estar, conforme o entendemos, é meramente circunstancial, pois o que permanece antes e depois da linha — no ontem ou no amanhã que ela se dispõe a separar — é tão somente o Ser, que resume o Todo. Para que mais?
 
Luiz Roberto Bodstein
 
Luiz Roberto Bodstein
 
 






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Julho 07, 2020

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Chegamos na era dos Jetsons?

Escrito por Elô Ribeiro.

6 de julho de 2020. 

 
 
Desenho em formato de quadrinho de homem usando máscara, despejando álcool gel em suas mãos, em frente a um computador..
 
 
 


 
Em minha infância, nos anos 1980, era comum assistir a esse desenho animado, dos anos 1960, “mega” moderno de carros espaciais e interfaces, os Jetsons de Hanna-Barbera. Recentemente divulgaram nas redes sociais a total semelhança da quarentena com o cotidiano dessa família composta de George Jetson, que trabalhava em home office; a esposa Jane, que praticava exercícios físicos; o menino Elroy, que era assistido por um médico via online; e a adolescente Judy, que falava com seus amigos da Escola Secundária Orbit por uma câmera. É lógico que há as suas diferenças com Orbit City, entretanto, ironicamente, viver em uma “Era Espacial”, o que parecia ser divertido, tem sido um grande desafio para o mundo.
 
Isolar-se pode ser desafiador, primeiro porque temos de conviver por mais tempo com uma ou mais pessoas que também tem a sua agenda de horários e que passa obrigatoriamente a ter de compartilhar uma boa parte do tempo dela conosco; segundo que muitas vezes vivemos sozinhos e temos que lidar com a nossa própria companhia, o que é mais complicado ainda, se passamos a ser mais autocríticos.
 
 
Pexels/Polina Zimmerman
 
 
Ninguém é antissocial como se projetava
 
O ser humano está acostumado a viver em sociedade, seja porque na noite é o famoso “arroz” de festa, ou porque é mais introvertido e gosta de sair pelas manhãs para praticar alguma atividade ao ar livre, ou porque tem contato com o seu ambiente de trabalho e consequentemente com os seus colegas e público.
 
Todos nós temos famílias, contatos ou ao menos um amigo… e o fato de não podermos interagir fisicamente é algo forte para a cultura latino-americana. Faz parte de nossos costumes: beijar o tempo todo, abraçar, sentir… E, como já não bastasse, a guerra invisível na qual nos assola, a internet, que deveria ser um meio de entretenimento, tem sido bombardeada por notícias negativas e alarmantes, desabafos políticos, confissões de ódio, tristezas e indignações. É óbvio que é um meio de comunicação na qual as pessoas têm o direito de se expressarem, no entanto, muita gente se encontra sensível e isso gera más interpretações, agressões verbais, amizades conflitivas etc. Por isso, devemos trabalhar a nossa paciência de cada dia e saber selecionar determinados aplicativos e redes ao nosso benefício.
 
 
Há também a famosa frase: “Quem tá dentro quer sair e quem tá fora quer entrar.” Quem está em casa, e tem o privilégio de trabalhar em home office, reclama de sua condição laboral (de trabalhar mais horas do que o previsto), e quem precisa sair para trabalhar fora também reclama dos riscos de saúde que lhe assola.
 
 
Fique em casa
 
Se você é do grupo que pode estar em casa: É óbvio que cada um tem uma reação distinta. Há pessoas que não sentem vontade de fazer nada, permanecem ou se tornam sedentárias, e ficam o dia todo em seu sofá ou sua cama aproveitando todos os benefícios da TV e geladeira; há outras que mesmo tendo a oportunidade de trabalhar em home office se deprimem tanto que procuram falar o tempo todo com uma ou várias pessoas de seu ciclo, seja via WhatsApp ou Skype, para não surtar; há também as hiperativas que veem o tempo “de sobra” como uma oportunidade. Elas procuram fazer um ou mais cursos online, praticam exercícios físicos, leem livros que haviam comprado — e que por algum motivo estavam pegando poeira na prateleira porque nunca tinham esse precioso tempo de folheá-los —, em seguida, elas usam e abusam do YouTube procurando aprender ócios que talvez nunca tivessem passado por sua cabeça como: aprender a tocar um instrumento musical, acompanhar YouTubers que ensinam a arte da carpintaria, da costura, da culinária, enfim, procuram fazer uma infinidade de coisas que podem vir a serem muito úteis ou até mesmo esgotadoras (eu passei por isso e fiquei muito cansada), pois o tempo que deveria ter sido aproveitado, acabou ficando sobrecarregado. Já não sabia mais o horário que deveria despertar ou ir dormir. Sem esquecer de quem tem Pets em casa ou filhos ainda pequenos ou pré-adolescentes, além daquele familiar dependente — seja ele autista ou necessitado de algum cuidado específico em que a dedicação deve ser redobrada e o cansaço maior também por tal esforço.
 
Fique bem
 
Logo, independente de sua condição, procure administrar o seu tempo. Sei que é difícil a gente se monitorar o tempo todo e, em especial, o de nossa família ou parceiro(a), mas é importante manter uma boa alimentação, praticar algum esporte, ler algo que nos faça bem, que acrescente algo de positivo na gente, procurar fazer atividades em família (como os antigos e famosos jogos de mesa tão populares nos anos 1980 ou 1990), quem nunca jogou mímica ou UNO? Ou se você está sozinho(a), por que não convidar por videochamada para um cafezinho e bater um papo descontraído alguém especial ou um grupo de amigos mais íntimos?!
 
Recorde-se que desabafar é bom, mas virar rabugento é outra coisa. Ninguém gosta de alguém do lado ou via online que fique o tempo todo criticando. Pense nisso! Tenha empatia com os outros. Lembre-se de que eles estão passando pela mesma época difícil que você, independente da situação de cada um, alguns já até perderam alguém próximo ou até estão preocupados por estarem longe geograficamente de seus seres queridos. Então, aproveitemos e tornemos possíveis todas as alternativas de interações saudáveis.
 
Antes e depois da quarentena: é tempo de se reinventar!
 
Pexels/Polina Zimmerman
 
 
Não exija demais de você mesmo(a): se você planejava algo antes da quarentena, e não conseguiu cumprir, pense que é uma tempestade que vai passar, não se frustre pelos planos que ficaram estagnados, aproveite esse período para reformular sobre os seus projetos futuros. É tempo de transmutar. Uma lagarta leva um certo período para fazer a metamorfose e renascer numa linda borboleta; uma grávida leva meses para esperar o seu grande amor e, mesmo ansiosa, ela sabe que é importante esperar para que o feto se desenvolva bem; a casa dos sonhos leva anos para ser comprada ou construída; uma fruta madura é muito mais saborosa que degustada antes da colheita, ela pode estar verde e ácida ainda.
 
É tempo de refletir sobre os sabores e dessabores que causam o dissabor da vida, de se renovar, de aprender a perdoar não somente os outros, mas a si mesmo(a). Depois da quarentena, nada está perdido; e o que não era para ser, não será… pense que será melhor! Reinventar-se é a nossa palavra-chave de hoje.
 
Elô Ribeiro
 
 

 



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Junho 29, 2020

chamavioleta

Exclusivismo.

Escrito por Paola Mingardo.

28 de junho de 2020. 

 
 
Imagem de um homem usando uma coroa enquanto caminha sobre várias pessoas em pé..
 
 
 

 
 


 
Essa palavra entrou na minha vida em uma avaliação espiritual, fiquei na ampulheta, o que quer dizer? Fui procurar no dicionário e a palavra se definiu da seguinte forma: desejo de ou tendência a excluir sistematicamente os outros.
 
É quando eu me acho dona do outro ou permito que o outro seja meu dono.
Quando acontece?
 
Pexels/Markus Spiske
 
 
Quando eu não sei o meu lugar, quem são superiores hierarquicamente a mim? Meus pais, professores, tutores, a esses abro o coração para aprender o que devo ou não copiar, pois são maiores do que eu. Sou arrogante, me acho o centro do mundo, a dona da verdade, ou a vítima, quando reclamo da mãe que me deu a vida? Por que me acho melhor que ela? Julgo, critico, me vitimizo? Como fazer diferente? Agradecendo a vida que veio dessa mãe (que é perfeita para mim, pois a natureza não erra), e com humildade fazer diferente.
 
Quem eu excluo ou desejo excluir da minha vida? Quem me incomoda?
 
Será que estou me olhando no espelho? O que tenho o privilégio de aprender com essa pessoa?
 
Me colocar, me posicionar, parar de repetir, pois faço igual e quando eu olho me vejo fazendo e isso me incomoda muito e por último quero que meu parceiro ou amigo seja como eu quero que ele seja, quero controlar, manipular, moldar, vampirizar?
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Existe um plano muito Maior, que coloca em meu caminho as lições que preciso aprender, “Humildade e aceitar a vida como é” é aprender com os desafios cada dia mais se tornar um ser único ligado ao Amor, sem condicionamentos um amor incondicional.
 
Precisamos, todos nós aprender a conviver uns com os outros. Com paciência, respeito pelo espaço do outro e por ele. Aprender a se abrir para as oportunidades que a vida nos dá de eliminar arestas dentro de quaisquer convívios.
 
Paola Mingardo
 





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Abril 29, 2020

chamavioleta

PARE! ACORDE!

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 28 de abril de 2020.


 
 
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Controle é a ferramenta mental que assegurou a realização da vida que aprendemos produzir.

Entretanto, o controle é também a ferramenta que neutraliza as possibilidades de produzirmos vida inteira, desde a nossa essência até a manifestação na realidade.

Acreditamos que não exercemos controle algum e que confiamos e aceitamos que tudo é como deve ser. Esse é um autoengano típico da ferramenta mental.


Agora é a hora de liberar crenças e de se apropriar da vida inteira, não a vida que vivíamos e nos classificou em corajosos, ousados, covardes ou excêntricos. Fomos tudo que escolhemos, até aqui, para sermos aceitos, amados e admirados, tenha consciência disso ou não. Somos conduzidos na passagem por essa vida, completamente engessados por padrões.

Somos induzidos às crenças de mortalidade, sofrimento, sacrifício, correr atrás de sonhos. Pense sobre isso, mas convida o seu coração para a conversa interna.

Observe, estamos repetindo padrões, enquanto esperamos a rotina voltar. Devoramos as mensagens profetizando o fim da pandemia e a nova terra que nos aguarda, a separação do joio e do trigo, a queda dos sistemas, etc.

Pare! Acorde! A nova Terra já está disponível para o novo Ser e continuará impossível viajar pelo mar sem navio, nem voar sem avião.

O novo Ser é a unificação de tudo que existe em você. Sim, você. Exercita deixar o controle, como uma criança rebelde, se acha que tem que fazer ou dizer algo, não faça e observe os seus sentimentos.

A confiança é inata e o emerge quando o controle é desativado. Não falamos aqui sobre abrir mão do autocuidado, pois a situação atual que criamos pede ação responsável.

Um exemplo, é observar o que sente ao ler esse texto e o que sente ao ler um texto canalizado de Saint German. Se você está desanimado ou triste e o texto canalizado te remeter a sensação de que tudo ficará bem, você está no controle. Porque quando estamos no controle, precisamos de cuidado, conforto por meio de orações, alguém superior nos dizendo que vai dar certo, vai passar.

Como crianças que brincam, mas sabem que alguém cuidará, protegerá e alimentará. Da nossa criança, deixamos ir toda a confiança e alegria, só guardamos a dependência.

O controle tira a autonomia, isso é um paradoxo.

Hoje, o que você deseja? Confiança ou controle, empatia ou compaixão, segurança ou fluxo?

Intuímos possibilidades infinitas, mas quase sempre usamos as ferramentas disponíveis porque sabemos os resultados do seu desempenho. É como acreditar que tem que fazer faculdade, andar com pessoas de bem, não ter desejos de vingança. Enfim, conhecemos muito bem esse padrão que gera uma boa e produtiva pessoa para a sociedade.

O novo Ser está sob o controle interno que permitiu meia vida, tipo sorte no jogo, azar no amor. Queridos, é simples, apenas permita ser e aceite que você não é quem você pensa que é. Você É!

Vibro amor e luz para todos nós!
Fatima D’Agostino
Grato a Mesa Quântica Estelar, Mesa Quântica para Pets
e Frequência de Cura Arco Iris – lecocqmuller@gmail.com



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Abril 25, 2020

chamavioleta

LEMBRETE DA VIDA PARA TODOS NÓS!

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 25 de abril de 2020.


 
 
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"Há uma grande diferença entre consciência e despertar”

Essa frase, do texto Consciência, Despertar e Ação, de Jennifer Hoffmann, me capturou e reverberou profundamente no meu coração.

Milhares de pessoas, por força do isolamento, medo e sofrimento, se depararam consigo mesmas e isso não é nada fácil.


Somos pessoas dinâmicas e condicionadas a produzir, descobrir aptidões, prestar serviços voluntários, estudar ininterruptamente para estar atualizado, aprender inglês, espanhol, francês, ufa, nossos filhos já saem da barriga matriculados na melhor escola, visando nosso desejo de oferecer um futuro promissor.

Agora, nesse exato momento, milhares estão se reciclando ou se reinventando com os inúmeros cursos disponíveis online. Programam o dia e procuram manter os hábitos de ocupação do tempo.

O isolamento foi o catalisador para que nossos planos, dificuldades e inquietações surgissem, descaradamente, nos obrigando olhar nossa vida sem as distrações que nos remeteram para longe da constatação inevitável: a vida que manifestamos é produzida, primeiramente, dentro de nós.

A parada mundial destacou a Presença em nós, sem interferência das atividades, mas com o passar dos dias o inevitável está ocorrendo, pessoas com alta ansiedade querendo sair e voltar à rotina habitual, outros temerosos em sair e se contaminarem e outros, ainda, não sabem o que fazer depois de enxergar tudo que carregam no coração.

Os conflitos estão postos e a cocriação de uma nova realidade está nas mãos de cada um de nós. O mais interessante é que não dá para se vitimizar, não dá para se comparar com ninguém. Ninguém está sendo punido ou pagando por erros cometidos. A oportunidade é amorosa e imparcial com essa parada obrigatória e gigantesca.

Estamos lidando com algo que não podemos ver fora de nós e com algo que não queríamos ver, dentro de nós. Tudo isso que ocorreu sem aviso prévio e muito rapidamente, nos levou para além da mente. Constatamos a vulnerabilidade física, mas, o incrível é que muitas pessoas buscaram o esoterismo, práticas orientais, respirações, yoga, meditação, etc. para blindar o corpo do ataque inimigo, tendo em vista que não há remédio para combater o vírus e não tem para onde fugir de nós mesmos.

Mas, e agora? O que fazer com tudo isso?

Bem, cada um de nós já vislumbra a frequência que vibra. Falo sobre pessoas que buscam o autoconhecimento e estão confinadas com familiares ou amigos. A coisa toda parece romântica do ponto de vista do isso vai passar, mas não é fácil não, porque muitas vezes o que nos irrita ou incomoda no comportamento alheio ainda não é reconhecido como nosso próprio sistema de crenças.

Apontar o dedo e cutucar as feridas alheias ficou complicado porque juntos no mesmo espaço é possível sentir os efeitos imediatos das vibrações das palavras e pensamentos. Mas, será que não são apenas percepções equivocadas que mantém o meu e o seu separados?

Ampliar a consciência e despertar, realmente, são pontos distantes da interconexão vibracional. Ampliar a consciência é se aprofundar nas próprias emoções, reconhecer a responsabilidade pela própria vida, criar hábitos saudáveis e sustentáveis, reconhecer a energia emitida pelas pessoas e vislumbrar a vibração que se emite. Mas permite, ainda, esconder ou negligenciar emoções desagradáveis. Ponto.

Despertar é perceber a ilusão da separação, é reconhecer o amor em todos, é se libertar das crenças que te trouxeram até aqui, assim como deixar ir todas as memórias não amorosas. Despertar é SER, não precisa fazer nada. Isso é demais, não te parece?  Entre ser e fazer a percepção da ação é tênue, pois as escolhas e decisões não são planejadas, apenas fluem de momento a momento.

Habituamos-nos a premeditar e planejar cada passo, cada ação, mas acredite, não nos sentiremos mais confortáveis assim, porque daqui a pouco sairemos para o mundo e, querendo ou não, tendo se percebido ou não, conscientes ou não, sentiremos as novas frequências vibracionais que estamos recebendo. Não será fácil manter os objetivos e planos protegidos ou respaldados pela densidade. Ela se foi.

Citando Eckhart Tolle, é um novo mundo, o despertar de uma nova Consciência. É fato, agora.

Se disponibilize para você e para a vida a partir da luz que mantém no chacra cardíaco. Simples, é sentir ao invés de racionalizar!
Fatima D’Agostino
Grato a Mesa Quântica Estelar, Mesa Quântica para Pets
e Frequência de Cura Arco Iris – lecocqmuller@gmail.com



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Abril 21, 2020

chamavioleta

 

Sentir a presença de Deus em vós.

Mãe Maria

Através de Jane Ribeiro

21 de abril de 2020

 
 
 
 
 
 
Amados Filhos,

Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.

Chegastes a um momento de profundo isolamento onde o silêncio impera, a realidade caótica de encontros e desencontros vai sendo substituída pela compreensão, onde vosso olhar se volta para as profundezas do vosso coração, onde o amor transborda e faz emergir a gratidão.

Gratidão pela vida, gratidão pelas escolhas, acertadas ou equivocadas, que vos trouxeram a este momento de vossa evolução.

Quando a gratidão emerge vosso olhar se eleva e vossa percepção se expande, revelando o quanto recebestes da vida através de vossos irmãos, e de todos os reinos que evoluem convosco na Mãe Terra.  

Quão precioso é este momento e este sentimento de gratidão que vos permite reconhecer, sim, reconhecer o propósito da existência de cada partícula de vida que vos cerca, e que vos permite caminhar, vos permite respirar, vos permite existir.

E a vida, a vossa vida, neste estado de ser começa a fazer sentido.

Cada grão de areia, cada raio de sol, cada minúscula gota de água, cada partícula de prana que penetra vosso corpo e nutre vossa existência; cada pássaro, cada animal, cada planta, cada rocha, cada forma de existência que vos cerca e que equilibra o vosso viver; cada anjo que vela por vós, cada ser de luz que vos acompanha ao longo de tantas vindas ao mundo da ilusão.

E neste estado de profunda gratidão podeis finalmente sentir a presença de Deus em vós.

E pelos olhos da santidade podeis olhar para vossa família terrena, aquela que neste tempo está diuturnamente ao vosso lado, convivendo inteiramente com vós, exercitando a troca justa onde cada um busca ser útil ao outro, onde o elo que vos une - tão desgastado pela falta de convivência em vosso mundo caótico - se restabelece, e a cada dia de isolamento ele se reforça, mais e mais, e o sorriso retorna, o diálogo retorna, o amor renasce pleno e a gratidão faz reviver a importância da unidade familiar.

Que possais compreender que o resgate da harmonia em vossos lares é um grande passo em vossa evolução, eis que se o amor e a gratidão estão presentes na vida em família, podem também estar presentes entre essa imensa família dos Filhos da Terra que ainda hoje, neste tempo, não compreenderam o sentido maior das palavras família e irmão.

Bem amados, que vossas orações reforcem, a cada instante, a necessidade da presença da compreensão entre os Filhos da Terra, especialmente entre todos os líderes e dirigentes que exercem um papel primordial nos rumos da Nova Terra.

Bem amados, Eu vos deixo agora derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos no meu manto de proteção porque Eu Sou Maria, Vossa Mãe.


Jane Ribeiro
 



Agradecimentos a: 






 
 
 

 
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