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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Outubro 31, 2023

chamavioleta

A necessidade de elevar-se ao alto Reino

By The Annunaki

Cannal: Erena Velasquez

Tradução a 30 de outubro de 2023
 
 
 
Saudações humanos, somos da raça antiga Annunaki vindo hoje para falar à humanidade sobre alguns pontos importantes relacionados à humanidade. A primeira vez que visitámos o vosso planeta foi há alguns milhares de milhões de anos. Descobrimos uma enorme oferta de ouro na vossa terra, de que precisávamos na altura. Nós somos seus pais, criamos sua espécie.
 
Os primeiros humanóides refletiam os atributos de viver vidas longas sem doenças. Os humanos tinham 7-8 pés (2,1-2,5 m) de altura. Nós mesmos temos entre 8 e 15 pés (2,5-4,5 m) de altura e somos da dimensão 12 e superiores.
 
Usámos os vossos antepassados para fins de mineração de ouro. Agora, a raça humana tornou-se fraca e deixa rapidamente seus vasos físicos por razões variedadas. Outras civilizações manipularam o vosso DNA e fizeram de vocês quem são agora.
 
Saímos da Terra devido a questões ambientais, como inundações, e também encontramos um substituto para o ouro. A vossa história não retrata a verdade sobre ninguém que visitou este planeta. Gostávamos da terra não apenas pelo ouro, era pura e bela.
 
Neste momento, o vosso planeta está em estado catastrófico. Oceanos, mares, rios flutuam com lixo. Seu planeta 3D está morrendo de Destruição feita por seres humanos.
 
Vocês não pode culpar apenas os controladores por este desastre, vocês estão desempenhando um papel neste cenário também. Vocês estão prontos para ascender? Ego, ganância, egoísmo, manipulações, assassinatos e o resto precisam ir.
 
O vosso comportamento não é muito diferente dos controladores. Tendes seguido as suas ordens sem interrogatório há milhões de anos. A ascensão é um grande passo.
 
Vem com grandes responsabilidades. Não será possível sem abandonar egoisticamente e reaprender conceitos básicos como viver em paz e harmonia sem guerras constantes. A nossa civilização mantém-se em segredo, já não nos envolvemos nesses assuntos.
 
Permanecemos em Castelação desconhecida para os seres humanos, chamamos-lhe Ennu. Sua raça ainda está muito confusa para distinguir entre verdade e mentira. Apenas alguns mestres como Buda, Lao Tzu, Krishna e outros foram capazes de ascender.
 
Eles passam a maior parte de suas vidas a meditar para alcançar a essência de seu Deus dentro de suas almas. Sua civilização, não tem muita escolha para sobreviver, ela precisa se elevar a reinos elevados.
 
Seu destino depende disso, quais os próximos passos que os humanos vão dar.
 
Obrigado, Embaixador das forças galácticas da luz.
Encontre a verdade dentro de si.
 
Annunaki
 
Vrillon
 
Erena Velazquez
 
 

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Deus, a Fonte da vida é puro amor incondicional, não um deus zeloso de [algumas das] religiões dogmáticas.
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Outubro 10, 2023

chamavioleta

A jornada espiritual é muito importante

Mensagem de Krishna (Crisna)

Cannal: Erena Velazquez

Tradução a 9 de outubro de 2023
 
 
 

 

Minhas Queridas Almas Da Luz,
 
Eu sou Krishna conhecido na terra como uma divindade principal ou Deus no hinduísmo, também sou retratado como o oitavo avatar de Vishnu. Muitas vezes, sou chamado Senhor Krishna. Represento a Fonte de toda a existência, o que todos somos. Hoje, estou aqui em nome do grupo dos Mestres Ascensos, que estão a olhar de perto a transição do vosso planeta de 3D para 5d.
 
O processo de Ascensão tem sido bastante prolongado e atrasado para uma conclusão. Uma das razões é o fato de que cada alma está em diferentes estágios de seu desenvolvimento espiritual, o que depende do indivíduo. Ninguém pode acelerar o seu ritmo. A jornada espiritual é muito importante e inevitável para cada alma neste planeta Terra. Se quiser deixar as baixas frequências, só pode fazê-lo através do acesso aos reinos espirituais e deixar para trás as ilusões da 3D.
 
Todos os meios materialistas a que estão habituados têm de deixar para trás. O dinheiro deveria ser retratado como uma energia positiva. A escuridão usou-o para manter a humanidade sob controle. Muitas almas ainda estão muito apegadas ao dinheiro e querem a sua continuação em vibrações mais elevadas. Qualquer coisa que represente baixas frequências desaparecerá sem deixar vestígios. Seu foco precisa ser vibrar alto e esquecer as negatividades dessa falsa realidade.
 
Quanto mais tempo permanecerdes em baixas energias, mais lenta será a transição para vós. O tempo foi reajustado novamente para acelerar as coisas na Terra. Espera-se que todos os envolvidos no processo de Ascensão façam a sua parte para concluir este projecto. Outros planetas precisam da nossa atenção. Os Mestres Ascensos tomaram uma decisão durante a reunião com o Alto Conselho Galáctico. Será divulgada num futuro próximo. Queremos que a transparência e a responsabilização venham da aliança, que é responsável pelas operações terrestres.
 
Cada um de vós está a desempenhar um papel especial neste processo de Ascensão. Entre em contato com sua alma através de meditações, e você saberá por que está aqui agora. Quero recordar a todos a importância da transição para a nova terra. Podem ver por si mesmos que a Matriz não está se transformando em algo surpreendente. O painel de controlo continua a mesma rotina e não está disposto a abandonar o controlo. É por isso que o 3D vai desaparecer, pois não se pode construir a nova terra sobre a fundação do velho mundo.
 
Muitas pessoas ainda pensam que apenas ficam aqui e magicamente as coisas más Irão evaporar e uma nova realidade irá aparecer. Têm de ascender dos corpos que têm agora para novos Corpos de luz e ser fisicamente movidos para novas dimensões, deixando para trás a 3D. não é uma tarefa simples, estamos a falar de mais de 8 mil milhões de seres humanos. Nem todos vão ascender numa primeira onda.
 
Milhares de milhões de seres de Luz estão envolvidos nesta operação. Por favor, fiquem atentos à vossa alma e afastem-se de tudo o que representa a falsa realidade da simulação holográfica. 
 
Obrigado Embaixadora das forças galácticas da luz
 
Por favor, aceitem minhas bênçãos e Amor Supremo
 
Krishna
 
Erena Velazquez
 
 

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Setembro 27, 2020

chamavioleta

Deuses Indianos e seus significados.

Por Ricardo Sturk da Equipe Eu Sem Fronteiras.

25 de setembro de 2020. 

 

 
 
 
 
O hinduísmo é uma das principais religiões praticadas no Oriente, mais especificamente na Índia, e a quantidade de deuses, costumes e tradições dos hindus fascinam pessoas pelo mundo todo. Nesse artigo, vamos falar um pouco sobre os principais deuses do hinduísmo e as suas características. Veja abaixo:
 
Brahma
 
 
É o deus da criação e faz parte da principal trindade de deuses do hinduísmo, chamada Trimúrti. Os outros deuses dessa trindade são Vishnu e Shiva. Brahma representa o equilíbrio e mente universal. Normalmente ele é representado na forma de homem velho, com quatro braços e quatro rostos, sentado sobre uma flor de lótus.
 
 
Krishna
 
 
O nome Krishna significa “o todo atraente” e é o deus do amor. Ele representa a verdade absoluta, e possui seis principais características que são infinitas nele: beleza, força, sabedoria, riqueza, fama e renúncia. Além disso, ele tem o conhecimento de tudo o que já aconteceu, o que acontece e ainda vai acontecer e possui também uma misericórdia infinita.
 
 
Vishnu
 
 
Um dos três deuses da trindade Trimúrti, Vishnu é o deus protetor. Tem infinitas qualidades, mas as suas seis principais são: omnisciência, soberania, energia, força, vigor e esplendor. Em suas representações, ele possui quatro braços. Cada um representando um estágio da vida: a busca do conhecimento, vida familiar, retiro na floresta e renunciação.
 
 
Shiva Nataraja
 
 
Uma das representações de Shiva é como Nataraja, que significa “o rei da dança”. Sua dança destrói tudo no universo que precisa dar espaço para Brahma iniciar seu processo de criação. Essa dança é a dança da bem-aventurança, de onde o universo foi criado.
 
 
Ganesha
 
 
Um dos deuses mais cultuados do hinduísmo, Ganesha é o deus que remove obstáculos e por isso está ligado ao sucesso. Representado com uma cabeça de elefante, também é cultuado como deus da educação, conhecimento, sabedoria e riqueza.
 
 
Saraswati
 
 
É a deusa da sabedoria, das artes e da música. É uma das três deusas da trindade de deusas do hinduísmo. As outras duas são Lakshmi e Shakti. Saraswati protege e é cultuada por artesãos, pintores, músicos, atores, escritores e por todos os artistas. É representada na imagem de uma bela mulher tocando uma sitar.
 
 
Lakshmi
 
 
Outra das deusas da trindade feminina dos deuses do hinduísmo, Lakshmi é a deusa da riqueza material e espiritual, da beleza e do amor. Os seus devotos buscam, através de seu culto, atingir a prosperidade material e espiritual em vida.
 
 
Hanuman
 
 
É um deus superpoderoso que representa a devoção pura, sem interferência do ego. Hanuman também representa a mente humana, que viaja na velocidade do pensamento e se expande para diversas direções.
 
 
Durga
 
 
O nome Durga significa “barreira que não pode ser derrubada” ou também “aquela que elimina sofrimentos”. Essa é uma deusa guerreira que ajuda os seus devotos a combater demônios e revelar mistérios. Tem com ela o poder do desejo, da ação e da sabedoria.
 
 
Rama
 
 
É o deus que representa a excelência. É um exemplo de fraternidade, é um hábil administrador e um guerreiro exemplar. Por isso, é um deus que serve de exemplo de conduta, ética e integridade para os seus seguidores.
 
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Março 10, 2017

chamavioleta

Itssaratie, envolvidos pelo ciclo de transformação planetária da lua cheia. 

Mensagem do Mestre Krishna,  

Via Michele Martini e Thiago Strapasson.

9 de março de 2017

 

 
 
 
 
Observação: Recebemos essa mensagem em 09/03/2017 e, posteriomente, descobrimos que se iniciava com a lua cheia o festival Gaura Purmina que celebra um raio de Krishna (https://en.wikipedia.org/wiki/Gaura-purnima).
 
Caros irmãos
 
 
Nesse período que antecede a lua cheia, estejam conectados ao seu EU Superior. Recebam a energia que desce da Fonte em direção ao seu Eu Sou e absorvam a energia da transformação.
 
 
A energia que vocês entendem pelo nome de Krishna, estará a os envolver para trazer o equilíbrio e a força da transformação.
 
 
Essa energia desce diretamente a atingir o interior de cada um de vocês a cada troca lunar, especificamente na entrada da lua cheia. Estejam em paz e envolvidos em concentração com vocês mesmos, irradiados da paz que sairá de forma a transbordar de seu interior.
 
 
Vocês já não estabelecem, nesse momento, a conexão através do coronário, e sim através do chacra do coração. Por isso poderão perceber uma energia diferenciada que nunca haviam sentido antes, a fortalecer cada um de vocês.
 
 
O trabalho de preparação iniciou no dia de ontem, quando vocês puderam perceber que estavam mais fortes diante das adversidades, já não sendo mais jogados de um lado a outro pelas emoções transbordando dos ambientes que estão inseridos.
 
 
Diante das adversidades, vocês permanecerão centrados em si mesmos, e a sensibilidade reduzirá, mas a força os envolverá de forma a os proteger de quaisquer manifestações de medo e insegurança diante das lições que a vida os traz.
 
 
Vocês, irmãos, estão passando por um momento de transformação da malha planetária, onde poderão perceber muitas mudanças ocorrendo em seu ambiente. Mas para que possam seguir centrados para serem guiados em direção aos seus verdadeiros propósitos, concentrem-se na energia de Krishna.
 
 
Essa energia trará alegria, determinação, força e proteção, para que sejam guiados para a direção correta de acordo com o plano maior de transformação.
 
 
Esse processo ocorre para que vocês possam manifestar a mudança energética planetária nas suas próprias vidas. De forma a assumir as suas verdadeiras essências. Todos os seres de luz estão trabalhando para a elevação planetária e, nesse período, o planeta é envolvido por intensa energia transformadora, potencializada pelo período da Lua Cheia, e é quando vocês poderão se beneficiar dessa energia para direcionarem as suas próprias vidas aos seus propósitos de alma.
 
 
Permaneçam centrados nas suas próprias verdades, permitam que a essência que está flamejando intensamente no seu interior, se expanda para o externo de forma a manifestar as transformações nas suas próprias vidas. Esse momento será quando vocês passam a mostrar a todos as suas verdades primordiais, a luz interior e a essência de alma.
 
 
Essa abertura ocorre gradativamente e vocês podem se beneficiar desse momento, onde verão manifestadas as mudanças nas suas próprias vidas, de forma a trazer os seus sonhos de alma materializados ainda durante esse ano.
 
 
Os sonhos de alma, queridos irmãos, muitas vezes não são aqueles que vocês percebem como carência e resultado do medo, que era recebido e potencializado através da conexão com a antiga malha planetária. Mas sim são aqueles sonhos que vocês somente poderão descobrir, sentir e observar, quando conectados a energias mais sutis, que trazemos de forma intensa agora.
 
 
Meditem nesse período, estabelecendo a conexão com o Eu Sou, para que recebam essa clareza de informações, que os guiarão nas suas caminhadas, onde poderão observar manifestar-se o que observarão nesses breves dias de meditação e conexão.
 
 
A alegria, o amor, a paz e a transformação planetária, já estão ocorrendo e em processo de implementação. Cada um de vocês, como agentes transformadores das suas próprias realidades, devem ancorar dentro de si mesmos essa energia para que a transformação ocorra definitivamente.
 
 
A alegria os tomará, ancorada na força da fé e do propósito interior, a força será seu guia, mas não aquela que causa resistência e quer impor, a força de estar ao centro da vida observando os acontecimentos irradiados de paz interior. Será uma estranha sensação, de alegria, força e paz e, assim, poderão sentir um pouco de como vive um mestre.
 
 
Nos reinos ascensos, nos reinos de luz, é essa energia que prevalece, a da alegria, tomada por uma aura de proteção e confiança inabalável, que se torna uma profunda paz. E essa Lua trará um pouco disso para vocês. Confiem, meus amados, que mudanças lindas estão a ocorrer em seu mundo, graças às lindas energias que os circundam, principalmente aquela que conhecem como Krishna.
 
 
Mas observem, amados, que estar em um estado de maestria não é um lugar no cosmo, mas sim um estado. Aqueles que vocês conhecem como mestres, não são seres que vivem em ambientes especiais, mas sim aqueles que foram capazes de se elevar a partir de sua condição interior de alegria e fé inabalável, que se manifesta com uma força amorosa e pacificadora em tudo que se encontra ao seu redor.
 
 
E as energias que banharão seu mundo nesses dias trarão a alegria de Krishna até vocês. Recebam essas energias centrando-se, beneficiando-se com seu amor, com sua alegria, com a confiança em Deus e com o amor a todos. Essa é a mudança, amados. Não é algo externo. A manifestação da mudança planetária não é algo que mudará o mundo, mas mudará o seu estado interior, e esse estado transformará o mundo.
 
 
É o estado de confiança que se manifesta no caminhar amoroso que irradia paz, luz e confiança, transformando tudo ao seu redor.
 
 
Por isso, amados, atentem-se aos ciclos lunares, e surfem nas ondas que banham o seu mundo, reconhecendo o ciclo de cada tempo, de cada época, sabendo que, ao entrarem na Lua Cheia, estarão cheios de si, completos, confiantes, para depois entrarem novamente em um ciclo de introspecção e cuidado interior, que se reverterá novamente no crescimento interior e expansão que lhes será proporcionada a cada Lua Cheia.
 
 
Nesse momento, reconheçam a força, a fé e a alegria que Krishna traz a vocês. Ancorem essa benevolência em amor, confiando na expansão de seu centro cardíaco que reverbera o seu amor.
 
 
Repitam: Itssaratie (palmas), Itssaratie (palmas), Itssaratie (palmas). E reconheçam o amor em suas vidas e assim permaneçam em paz, envolvidos em nossa confiança.
 
 
Sou Krishna, a energia da purificação, transformação e força, através da alegria e manifestação da verdade.
 
 
Michele Martini e Thiago Strapasson
 
 

 



 
Agradecimentos a:  http://coracaoavatar.blog.br/

 
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Setembro 02, 2015

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Dwaraka, a cidade de ouro de Krishna, foi encontrada

Posted by Thoth3126 on 07/03/2015

dwaraka-krishna-city

Dwaraka, a Cidade dourada de Krishna foi encontrada



Dwaraka é uma das sete cidades sagradas da Índia Antiga. As outras são: Ayodhya (a capital do império de Rama, citada no Ramayana), Mathura, Haridwar, Benares, Kanchipuran e Ujjain.

A grandiosidade e beleza de Dwaraka têm sido descrita por muitos cronistas. A cidade é mencionada como ‘Cidade Dourada’ no Srimad Bhagavatam, no Skanda Purana, no Vishnu Purana e também no Mahabarata. Dwaraka, conhecida por ser a capital do Reino de Krishna (ele viveu aproximadamente em 3.100 a.C.), não foi e nem é uma lenda; antes, ela é bastante real.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

A região da costa oeste da Índia, em Gujarat, onde Krishna estabeleceu os Yadavas, era uma costa repleta de frutos e flores. Ali, Krishna resolveu construir uma nova cidade e chamou-a Dvaravati. Uma sociedade progressista viveu na região. Era uma cidade bem planejada e tecnologicamente avançada, um porto movimentado de onde entravam e saíam grandes navios.

Fonte: http://veda.wikidot.com/dwaraka

Dwaraka ou Dvaraka (sânscrito: “uma porta ou uma porta de entrada”, também conhecida como Dvaravati, “a cidade de muitas portas”) é a capital dos Yadavas que governaram o reino de Anarta. A cidade estava situada no ponto mais ocidental de Gujarat , e foi submersa pelo mar de acordo com a narrativa do volume 16 do épico Mahabharata.


Dwaraka é a cidade sagrada onde o Senhor Krishna, a Suprema Personalidade de Deus, passou a maior parte de seu tempo durante sua aparição na terra há cinco mil anos. Em Vrindavan, o Senhor Krishna viveu como um menino vaqueiro simples, mas na Dwarka Ele vivia como um príncipe rico.

Dwaraka é uma das cidades mais sagradas na Índia antiga e uma das quatro principais “dhams”, juntamente com Badrinath, Puri, Rameshwaram. Dwaraka era uma cidade-estado que se estendia até Sankhodhara (Bet Dwaraka) para o norte e Okhamadhi para o sul.

Descrição

Dwaraka também era conhecida como Dwaravati. Foi também uma cidade-porto, que tinha relações comerciais com muitos outros países com saída para o mar. Pode ser que este antigo porto da cidade tenha sido uma porta de entrada para navegadores de reinos estrangeiros para o continente indiano e vice-versa. O território de Dwaraka inclui a Ilha Dwaraka, muitas ilhas vizinhas, como Antar Dwipa e área continental vizinha ao reino de Anarta.

O reino estava situado aproximadamente na região noroeste do estado de Gujarat. Sua capital era Dwaravati (perto de Dwarka, Gujarat). O Mahabharata não menciona Dwaraka como um reino, mas sim como a capital do reino dos Yadavas que governaram o reino de Anarta.

A cidade foi fundada por um clã de chefes dos Yadavas que fugiram do reino de Surasena por medo do rei Jarasandha de Magadha. Dwaraka foi uma federação de muitas cidades, em vez de um reino sob um único rei. Dentro da Federação de Dwaraka estavam incluídos os estados de Andhakas, Vrishnis e Bhojas. Os Yadavas dominantes em Dwaraka também eram conhecidos como Dasarhas e Madhus .

Proeminentes chefes do clã dos Yadavas residentes em Dwaraka incluíam os heróis Krishna, Balarama, Satyaki, Kritavarma, Uddhava, Akrura e Ugrasena.


Krishna e sua consorte Radharani

A antiga cidade de Dwaraka

A antiga cidade de Dwaraka, situada na costa do extremo oeste do território indiano, ocupa um lugar importante na história cultural e religiosa da Índia. O planejamento arquitetônico fabuloso do templo Dwarka tem atraído turistas de todo o mundo. A cidade tem associação com o Senhor Krishna, que se acredita te-la fundado com a recuperação de 12 terras yojana do mar. Durante seu passado glorioso, Dwarka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, toda murada com várias portas de acesso, várias lagoas e palácios, mas acredita-se que tenha sido submersa logo após o desaparecimento de Lord Krishna da face da Terra.

Historicidade de Dwarka

Devido à sua importância histórica e associação com o grande épico indiano Mahabharata, a região de Dwarka continua a atrair arqueólogos e historiadores, além de cientistas. Antigas palavras em sânscrito como Pattana e Dronimukha têm sido geralmente utilizadas para descrever cidades portuárias costeiras onde os navios e barcos nacionais e internacionais aportavam em busca de cargas e abrigo. A referência mais antiga ao porto Agade vem do texto mesopotâmico que menciona que os barcos de Meluhha costumavam ser ancorados no porto de Agade, em citação datável de meados do terceiro milênio a.C.

Escavações arqueológicas trouxeram à luz um pontão em Kuntasi em Gujarat que remonta ao período histórico de Harappa(*). Da mesma forma, as escavações revelaram um estaleiro e algumas âncoras de pedra em Lothal, outro site do tempo e época da civilização de Harappa. Há várias referências literárias que citam portos em muitas zonas costeiras durante o período histórico mais cedo (2500-1500 anos a.C.), mas vestígios arqueológicos desses antigos portos são escassos. A maioria dos assentamentos estão situadas, quer nas margens dos rios ou nas margens de lagoas, que teriam servido como um excelente porto natural.

(*) n.t. Harappa ou Harappá era uma das cidades – e é um dos sítios arqueológicos – da antiga civilização harappeana, também chamada de ‘civilização do Vale do rio Indus‘ - hoje situada no Paquistão. Esta civilização floresceu quando o equinócio vernal do hemisfério norte ocorria na constelação do Touro – em torno de 4.000 a.C. – Foi esquecida por milênios, e sua existência veio à luz com escavações feitas em 1920.

Esses portos se situavam em locais altamente vulneráveis a inundações e outros desastres naturais, e portanto, não é de se estranhar que apenas escassas evidencias de sua existência foram descobertas. Escavações em Poompuhar trouxeram à luz um cais situado na margem do antigo curso do rio Kaveri.

Da mesma forma, escavações onshore na ilha Elefanta rendeu a descoberta de ruínas de um cais antigo que remonta aos séculos iniciais da Era Cristã. Há evidências que sugerem que o atual quebra mar (molhes), o antigo cais da hoje Dwarka tem sido utilizado como um porto desde o período histórico inicial, há cerca de 6 mil atrás.


Representação de como seria uma das portas de acesso à cidade de Harappa, no Vale do rio Indus, hoje no Paquistão.

No início dos anos oitenta do século passado, um importante sítio arqueológico foi localizado e desenterrado em Dwaraka, o site da lendária cidade de Krishna, descrita nos versos do épico Mahabharata. A antiga cidade de Dwaraka foi submersa pelo mar logo após o desaparecimento de Shri Krishna. Esta inscrição refere-se a Dwaraka como a capital da costa ocidental da Saurashtra e ainda mais importante, afirma que Krishna viveu ali.

A descoberta da lendária cidade de Dwaraka, é um marco importante na história da Índia. Esse fato estabelecido serve para eliminar as dúvidas expressas por historiadores sobre a historicidade do Mahabharata e a própria existência da cidade de Dwaraka. Também reduziu muito a diferença na história da Índia, estabelecendo a continuidade da civilização indiana da antiguíssima Idade Védica até os dias atuais.

Agora recentes evidências arqueológicas vieram à tona para provar além de qualquer dúvida razoável a existência da cidade histórica de Krishna, Dwaraka, e lançar luz sobre a vida das pessoas que habitavam a “Cidade de Ouro”. Esta é a terra sagrada, a cidade sobre a qual o Senhor Krishna governou. Gujarat remonta aos tempos pré-históricos, aqui existe um dos três maiores sitios arqueológicos de dinossauros do mundo, que incluem ovos petrificados que datam de 65 milhões anos. Mas além do interesse nesse Jurassic Park, não obstante, para os hindus devotos, Gujarat está intimamente ligado com uma das histórias mais duradouras da Índia, a encarnação do avatar – Senhor Krishna.

Escavações em Dwaraka, que começaram em 1981, ajudaram a adicionar credibilidade à história de Krishna e da guerra de Kurukshetra narrada no Mahabharata (Baghavad Gita), bem como fornecer ampla evidência das sociedades avançadas que viviam nessas áreas dos assentamentos harappeanos que representam algumas das maiores cidades da maior civilização do mundo antigo.

Um dos primeiros postos arqueológicos a ser escavado, logo após a independência foi no distrito de Ahmedabad. As evidências sugerem que esses colonos trouxeram com eles uma cultura altamente desenvolvida, que era rica e não apenas nas artes, mas nas ciências também. A ênfase estava em uma sociedade bem organizada com base no comércio que era realizado através de seus portos.


Escavações recentes das ruínas submersas de Dwaraka

Dwaraka, por exemplo era uma cidade bem planejada, o seu porto consistia em um cume rochoso modificado em um ancoradouro para atracação de embarcações, uma característica única em tecnologia portuária que estava em uso antes mesmo de os fenícios tentarem fazer o mesmo no mar Mediterrâneo, só que muito mais tarde.

Os buracos feitos pelo homem no cume e as grandes âncoras de pedra lá existentes sugerem que grandes navios costumavam ancorar no porto, enquanto barcos menores realizavam o transporte de homens e de cargas até o rio.

A fundação de pedras em que as muralhas da cidade foram erguidas prova que o terreno foi recuperado do mar há cerca de 3.600 anos atrás. O Mahabharata tem referências a essa atividade de recuperação de terras do mar em Dwaraka. As Sete ilhas mencionadas na obra foram também descobertas submersas no Mar da Arábia. Peças de cerâmica, cuja datação foi confirmada por testes de termoluminescência indicam 3.528 anos de idade e contem inscrições do final do período da civilização do Vale do rio Indus (Harappa); estacas de ferro e três âncoras triangulares furadas descobertas no local são também artefatos mencionados no Mahabharata.

Entre os muitos objetos descobertos que demonstram e comprovam ainda mais a conexão de Dwaraka com o épico do Mahabharata é um selo gravado com a imagem de um animal de três cabeças. O épico menciona que tal selo foi dado aos cidadãos de Dwaraka como prova de identidade, quando a cidade foi ameaçada pelo rei Jarasandha do poderoso reino Magadh. O Dr Rao, do Instituto Nacional de Oceanografia da Índia, que foi fundamental para a realização de grande parte das escavações subaquáticas, diz:

“Os resultados das pesquisas em Dwaraka e as evidências arqueológicas encontradas são consideradas compatíveis com a tradição do Mahabharata e removem a persistente dúvida sobre a historicidade do Mahabharata, diríamos definitivamente que Krishna realmente existiu.“




Reprodução da costa de Dwaraka

Essas evidências provam além de qualquer dúvida que Kusasthali, um assentamento pré-Dwaraka existia (hoje uma ilha) em Bet Dwaraka. Os arqueólogos concluíram que esta primeira ocupação de Kusasthali foi fortificada e aconteceu durante o período histórico do Mahabharata e foi nomeado como Dwaraka.

Depois de perceber que os terraços eram estreitos, e não eram suficientes para o aumento da população, uma nova cidade foi construída alguns anos mais tarde, na foz do rio Gomati. Esta planejada cidade portuária também foi chamada como Dwaraka, acrescentando ainda mais credibilidade ao fato de que a história do Mahabharata não era um mito, mas uma fonte importante de fatos históricos da Índia.

A PERSONALIDADE DE SRI KRISHNA

Shri Krishna é mais conhecido na história cultural e religiosa da Índia como o Rei e Imperador de Dwaraka. De acordo com textos hindus antigos, a cidade era um novo reino fundado pelo clã de chefes Yadavas que fugiram do reino de Surasena devido ao medo do rei Jarasandha de Magadha.

Shri Krishna teria nascido à meia-noite de uma sexta-feira, do dia 27 de julho de 3.112 a.C., conforme a data e hora calculado por astrônomos na base das posições planetárias nesse dia registrados por Vyasa.

Shri Krishna – o protetor de Mathura, o senhor de Dwaraka e recitador do Bhagavad Gita no campo de batalha de Kurukshetra é uma das lendas mais duradouras de Bharata (como a Índia era conhecida nos tempos de Krishna). São entidades históricas reais Krishna e a cidade de Dwaraka? Para a maioria dos hindus, a resposta é um inequívoco sim. Alguns arqueólogos e historiadores também estão agora dispostos a aceitar que a fé do homem comum hindu tem uma base na mais completa realidade.


A localização da cidade de Dwaraka

Sri Krishna é uma personalidade imponente e é difícil separar o aspecto humano de sua vida a partir do divino no conceito sobre Krishna. Ele é um grande mistério e todo mundo já tentou entendê-lo à sua maneira, de acordo com a sua luz ou visão espiritual. Como um guerreiro ele não teve rival, como um estadista foi o mais astuto, como um pensador social foi muito liberal, como professor foi o mais eloquente, nunca falhando com um amigo e como um chefe de família foi o mais ideal.

A IMPORTÂNCIA DO PATRIMÔNIO

Dwaraka tem uma importância especial como um dos principais lugares de peregrinação da cultura hindu, conhecida como a capital do Reino de Sri Krishna. Também foi descrita como a terra do caçador Ekalavya. Dronacarya também tinha vivido aqui. Krishna decidiu construir uma nova cidade ali e colocou sua fundação num momento auspicioso. Ele nomeou a nova cidade como Dwaravati. Muito mais tarde o poeta Magha em sua obra Sisupalavadha Sarga, nos versos 31 em diante, descreve a cidade de Dwaraka, o Sloka 33 pode ser traduzido:

“O brilho amarelo do forte de ouro da cidade do mar jogando uma luz amarela por todo o espaço adjacente parecia como se as chamas da vadavagni saísse rasgando em pedaços ao mar.”

Antes da lendária cidade de Dwaraka ter sido descoberta alguns estudiosos (n.t. sempre os “eruditos”…) eram da opinião de que as histórias contadas no épico Mahabharata seriam apenas um mito, que seria inútil para procurar os restos de Dwaraka mesmo no mar. Outros sustentam que a batalha de Kurukshetra descrita no Mahabharata teria sido apenas uma briga de família exagerada em uma guerra.

Mas escavações feitas por Dr. S.R. Rao em Dwaraka provam que as descrições como encontradas nesses textos não devem ser descartadas apenas como mitos fantasiosos, mas devem ser tratados como fatos que aconteceram baseados em realidades históricas como pode ser visto pelos seus autores. A arquitetura da antiga cidade de Dwaraka, é majestosa e maravilhosa.




Dwaraka no continente, foi um dos portos mais movimentados do período histórico do Mahabharata e teve um fim repentino devido à fúria do mar. Após a guerra descrita no Mahabharata, Krishna viveu durante 36 anos em Dwaraka. No final desse período, os Vrishnis, Bhojas e Satvatas se destruíram em uma briga fratricida no Prabhasa mas Krishna não interferiu para salvá-los.

Os atos de destruição vistos por Sri Krishna, que aconselhou a evacuação imediata de Dwaraka esta indicado no Bhagavata Purana. A bela Dwaraka foi então abandonada por Hari (Krishna) para ser engolida pelo mar. A submersão teve lugar imediatamente após a partida de Sri Krishna do nosso mundo.

A CONSTRUÇÃO DE DWARAKA

Descrições interessantes sobre a sua construção são encontrados nos Puranas:

Temendo ataque de Jarasangh e Kaalayvan em Mathura, Sri Krishna e os Yadavas deixou Mathura e chegou à costa de Saurashtra. Eles decidiram construir sua nova capital na região costeira e invocar o Vishwakarma a divindade das construções. No entanto, Vishwakarma disse que a tarefa somente poderia ser concluída se Samudradeva, o Senhor do mar fornecesse alguma terra. Sri Krishna adorou a Samudradeva, que ficou satisfeito e deu-lhes novas terras emersas do fundo do oceano medindo 12 yojans para o Senhor Vishwakarma construir Dwaraka, uma “cidade dourada”.


Esta bela cidade também era conhecido como Dwaramati, Dwarawati e Kushsthali. Outra história diz que, no momento da morte de Sri Krishna, que foi atingido pela flecha de um caçador perto de Somnath em Bhalka Tirth, Dwaraka desapareceu afundando no mar.

A importância da descoberta de Dwaraka não reside apenas no fornecimento de evidências arqueológicas necessários para corroborar o relato tradicional da submersão da Dwaraka mas também indiretamente, que determina a data do épico do Mahabharata, que é um marco na história da Índia. Assim, os resultados provaram que a história do Mahabharata quanto à existência de uma linda cidade capital de Dwaraka de Sri Krishna não era um mero produto da imaginação, mas que de fato ela existiu. A Guerra descrita no Mahabharata ocorreu em 22 de novembro de 3.067 aC e o Bhagavad Gita foi compilado por volta de 500 a.C.

A SUBMERSÃO DE DWARAKA

Depois que Sri Krishna partiu da Terra de volta para a sua morada celestial, e os principais cabeças Yadavas foram mortos em lutas entre si; Arjuna foi para Dwaraka para buscar os netos de Krishna e as esposas Yadava e lavá-los para Hastinapur. Após Arjuna sair de Dwaraka, a cidade foi submersa no fundo do mar. Este é o relato de Arjuna, constante no Mahabharata:


“O mar, que sempre esteve batendo nas costas de Dwaraka, de repente quebrou o limite que lhe foi imposto pela natureza. Suas águas correram as ruas invadindo a cidade. Ele percorreu todas as ruas da bela cidade. O mar encobriu tudo na cidade. … Eu vi os belos edifícios ficando submersos um por um. Em questão de alguns momentos foi tudo soterrado pelo mar, que se tornou tão plácido como um lago. Não havia mais nenhum traço da cidade de Dwaraka, agora ela era apenas um nome; apenas uma lembrança”.



Templo na atual Dwarka

A cidade associada com Sri Krishna, que a teria fundado com a recuperação de 12 yojanas de terras ao mar. Durante seu passado glorioso, Dwaraka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, e várias lagoas e palácios (Vishnu Purana), mas acredita-se que tenha submersa logo após o desaparecimento de Sri Krishna.

Devido à sua importância histórica e associação com o Mahabharata, Dwaraka continua a atrair os arqueólogos e historiadores, além de cientistas.

“O néscio pode associar-se a um sábio toda a sua vida, mas percebe tão pouco da verdade como a colher do gosto da sopa. O homem inteligente pode associar-se a um sábio por um minuto, e perceber tanto da verdade quanto o paladar sabe do sabor da sopa”.   –  Textos Budistas

Mais informações em:
  1. http://thoth3126.com.br/o-ramayana-uma-epopeia-hindu/
  2. http://thoth3126.com.br/india-ja-teve-uma-civilizacao-superior-a-nossa/
  3. http://thoth3126.com.br/krishna/
  4. http://thoth3126.com.br/vimanas-ufos-visitavam-a-india-ha-milenios/
  5. http://thoth3126.com.br/espaconavesvimanas-da-antiga-india-baratha/
  6. http://thoth3126.com.br/india-maquinas-voadoras-descritas-em-antigos-textos/
  7. http://thoth3126.com.br/vimana-antigo-20-mil-anos-trem-de-pouso-descoberto/
  8. http://thoth3126.com.br/espaconavesvimanas-da-antiga-india-baratha/
  9. http://thoth3126.com.br/aksai-chin-base-secreta-de-ufos-na-fronteira-da-china-e-india/
  10. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-12a-tabuleta/
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Agosto 17, 2015

chamavioleta

Aniversário de nascimento de KRISHNA.

Milhões de hindus celebrarão no dia 05 de setembro de 2015, a festa do nascimento de sua principal divindade, o Avatar KRISHNA, o OITAVO avatar de VISHNU.



O anúncio do nascimento de Krishna



A data do nascimento de KRISHNA é celebrada com orações e peregrinações principalmente na cidade de Mathura, no norte da Índia, onde a divindade supostamente nasceu como um homem, há cerca de 5.200 anos atrás.

Por: Thoth3126@gmail.com

Alexandre o Grande, o imperador e conquistador do mundo antigo, no século IV a.C. partindo desde à Grécia, conquistou o então mundo conhecido até chegar ao rio Indus e à ÍNDIA, onde ele e seus sábios gregos que o acompanhavam em suas conquistas, entram em contato com a cultura hindu, (em 327 a.C.) com a sua religião, filosofia e o seu panteão de deuses.

Foi a partir de então que a palavra grega Χριστός (Cristo-o Ungido) surge em grego, traduzindo e trazendo para o ocidente o conceito e o significado da palavra sânscrita KRISHNA, o ser humano ungido pela consciência e energia da própria divindade.



Milhões de hindus celebrarão no dia 05 de setembro de 2015, a festa do nascimento de sua principal divindade, o Avatar KRISHNA, o OITAVO avatar de VISHNU, com orações e peregrinações principalmente na cidade de Mathura, no norte da Índia, onde a divindade supostamente nasceu, há cerca de 5.200 anos atrás.

A festa é conhecida como Janmashtami e relembra e comemora o nascimento de KRISHNA, um adorável brincalhão, amante da natureza, dos animais, um deus pastor, flautista e vaqueiro, há cerca de cinco mil (em torno de 3.100 a.C.) anos nessa cidade, situada cerca de 135 quilômetros ao sul da capital indiana, Delhi.

O festival é celebrado no oitavo dia (Ashtami) do Krishna Paksha (quinzena escura) do mês de Bhadrapada no calendário lunar Hindu em agosto ou setembro, como em 2015; no entanto, em ambas as tradições, é o mesmo dia. Então, temos obras como Vishnudharmottara Purana que diz que o nascimento de Krishna é no mês Bhadrapada e o Skanda Purana afirmando que cai no mês de Shravana).

Milhares de pessoas se deslocam até o local todos os anos para participar das celebrações, que incluem orações e canções nos templos e banhos de imagens da divindade KRISHNA com mel, preparados lácteos e oferendas com ramalhetes de flores de todos os tipos (Bhakti).



KRISHNA é a figura central do Hinduísmo. Aparece em um amplo espectro de tradições religiosas, filosóficas e teológicas hindus, sendo retratado em várias perspectivas: como um deus do panteão hindu, como uma encarnação de VISHNU ou ainda como a forma original e suprema (da personalidade humana) de DEUS. KRISHNA é o oitavo AVATAR divino (do sânscrito Avatāra, que significa “descida”) uma encarnação humana e divina de VISHNU. Cerca de 800 milhões de hindus tem KRISHNA como sua principal deidade.

Embora haja diferenças nas concepções da identidade de KRISHNA e nos detalhes de sua biografia, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas as tradições. Estes incluem um nascimento milagroso, uma infância e juventude pastoris, vivendo como um vaqueiro cuidando de vacas e bezerros na sua juventude, e a vida como um príncipe (ele era descendente de reis), como um amante, um guerreiro e um grande mestre espiritual.

A figura de KRISHNA, é fundamental no texto sagrado Bhagavad Gita, é um dos deuses mais populares do panteão hindu (para a maioria dos hindus é a personalidade divina encarnada), e é habitual encontrar nos templos da ÍNDIA sua figura tocando uma flauta ao lado de sua companheira (o seu complemento feminino de alma), Radharani, ou tendo uma vaca e/ou um touro ao seu lado, pois ele foi também um vaqueiro em sua juventude. O deus é considerado um avatar de Vishnu, que junto com Brahma e Shiva faz parte da trindade sagrada do hinduísmo, a religião de cerca de 80% da população da Índia.



Krishna (VISHNU) e Radharani (LAKSHMI)

As principais Escrituras da cultura védica, que narram a história da vida de KRISHNA são as escrituras sagradas hindus tais como o Mahabharata (Bhagavad Gita), o Harivamsa, o Bhagavata Purana e o Vishnu Purana. A devoção e o culto a KRISHNA pode ser rastreado desde meados do século IV a.C.

Esta é a mesma época em que Alexandre o Grande, Imperador e conquistador do mundo antigo, partindo desde à Grécia, atravessa o rio Indus e chega à ÍNDIA, onde ele e seus sábios gregos que o acompanhavam em suas conquistas, (em 327 a.C.) tomam contato com a cultura hindu, sua religião, filosofia e o seu panteão de deuses: foi a partir de então que a palavra Χριστός (Cristo) surge em grego, traduzindo para o ocidente o conceito e o significado da palavra sânscrita KRISHNA, o ser humano ungido pela consciência e energia da própria divindade.

A adoração a KRISHNA como svayam bhagavan, ou o Ser Supremo, surgiu na Idade Média, no contexto do movimento de bhakti (Bhakti=Devoção a KRISHNA). A partir do século X, KRISHNA se torna o assunto favorito em artes cênicas e se desenvolvem tradições regionais de devoção, como Jagannatha em Orissa, Vithoba em Maharashtra e Shrinathji no Rajastão.



Desde a década de 1960, a adoração a KRISHNA se espalha também no mundo ocidental, em grande parte devido ao trabalho missionário do seguidor de KRISHNA, Bhaktivedanta Swami e a organização criada por ele, nos Estados Unidos a pedido do próprio KRISHNA, a Sociedade Internacional para a Consciência de KRISHNA. Esse movimento angariou muitos adeptos e hoje é conhecido mundialmente como o movimento HARE KRISHNA (Viva KRISHNA).

De acordo com o Bhagavata Purana, Krishna nasceu sem uma união sexual, mas por meio da “transmissão (o poder da vontade) mental” yoguica da mente de seu pai Vasudeva no ventre de sua mãe Devaki. Baseado em dados das Escrituras e cálculos astrológicos, a data de nascimento de Krishna, conhecida como Janmastami, seria em agosto de 3.228 a.C.

KRISHNA pertencia ao clã Vrishni dos Yadavas, de Mathura, capital dos clãs de Vrishni, Andhaka e Bhoja. Foi o oitavo filho da princesa Devaki e seu marido Vasudeva. O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos Kshatriyas, mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma universal (o Caminho da Evolução Espiritual).



No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, o rei Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte. Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.

Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhuma criança que nascia e matava a todos. Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve VISHNU nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por VISHNU.

Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que VISHNU nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia (uma semelhança com a história do rei Herodes e os primogênitos em Israel). E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu – Bhagavan Sri KRISHNA.

O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em sua honra. Como a vida do pequeno Deus corria risco na prisão, ele foi retirado do local e entregue aos seus pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula. Durante a comemoração do aniversário do nascimento de KRISHNA, no festival de Janmashtami, pirâmides humanas também são feitas para que os fiéis consigam alcançar um pote cheio de coalhada (um dos alimentos preferidos do vegetariano KRISHNA quando criança) pendurado a vários metros do chão.


TEMPLO DE Shri Krishna Janmbhoomi é um templo religioso localizado na populosa cidade de Mathura . Este templo é o berço e local de nascimento do venerado Deus Krishna . É uma cela de prisão pertencente ao rei Kamsa onde o Senhor Krishna nasceu a cerca de 5.100 anos atrás.

Quem forma a pirâmide divide entre si um prêmio em dinheiro; o pote é chamado de dahi-handi. As celebrações de Janmashtami terão seu ponto culminante à meia-noite e, pelo menos na capital da ÍNDIA, em Delhi, as autoridades ordenam um desdobramento da presença policial nas ruas por uma questão de precaução.

AS DEZ ENCARNAÇÕES DE VISHNU/KRISHNA

Na passagem das eras e do tempo, através dos séculos, muitos deuses têm sido identificados com VISHNU nas formas humanas e animal, na cultura hindu. Essas figuras não adquiriram o caráter de uma manifestação divina mas sim o de uma encarnação.



Reprodução artística das dez encarnações de Vishnu

Sempre que o mundo e a humanidade esteve em perigo devido às ameaças das forças do mal em sobrepujarem o Dharma, A LEI divina, os deuses, comandados por VISHNU descem do céus e se encarnam em alguma região da terra. São dez as principais encarnações (Avatares, as “descidas” da divindade em um ser humano) que aconteceram e que ainda estão acontecendo em períodos sucessivos.



Matsya, o 1º Avatar de Vishnu, Krishna, tem quatro braços e, como atributos, a roda, a buzina, o bordão e a flor de lótus.

MATSYA, o homem-peixe, teria sido a primeira (descida) encarnação. Matsya tem quatro braços e, como atributos, a roda, a buzina, o bordão e a flor de lótus, assim como todos os outros Avatares.

Manu, o ancestral do gênero humano (e o criador deste), recebeu de um peixe a missão de construir um barco, pois um dilúvio deveria inundar a terra.

Quando isto se deu, a arca foi puxada por um grande peixe, levando dentro um casal de todas as espécies vivas (o Dilúvio bíblico de Noé). O peixe também salvou os Vedas das mãos do demônio Hayagriva.



Vishnu como KURMA (Direita), o homem tartaruga, é a segunda encarnação. Naqueles tempos, deuses e demônios viviam em constantes lutas e, em dado momento, os demônios tornaram-se tão fortes que os deuses se viram ameaçados de perder os seus poderes.

Foi então que Vishnu aconselhou-os a bater o oceano de leite até que ele virasse manteiga, de forma que o amrita (o néctar da imortalidade) ficasse acumulado na superfície, proporcionando aos deuses a invencibilidade.

A montanha Mandara foi usada como batedeira mas, antes que ela desaparecesse no leito do oceano solidificado, Vishnu transformou-se em tartaruga para que com seu casco pudesse suportar a montanha.



VARAHA, a terceira encarnação de Vishnu, é um homem com cabeça de um javali. Ás vezes, ele é retratado só como um animal. Segundo um dos mitos do Dilúvio, que é ao mesmo tempo, apenas a história de um novo ciclo da criação na superfície do planeta, um demônio raptou a deusa da terra, Prithivi, e escondeu-a no fundo do oceano.

Vishnu assumiu a forma de um javali gigante, mergulhou no oceano e lutou contra o demônio, derrotando-o.

Trouxe a deusa Prithivi (a terra) de volta para a superfície e ajudou-a a recuperar sua capacidade de abrigar todas as criaturas vivas, criando continentes e esculpindo montanhas, vales e planícies. De certa forma a história é uma alegoria do repovoamento do planeta depois de uma inundação.



NARASIMHA, foi a quarta encarnação de Vishnu, é metade homem e metade leão. Ele foi um ser muito próximo de Vishnu que o deixou enraivecido e, por isso, foi condenado a viver o resto de sua vida como um demônio. Brahma, entretanto, concedeu-lhe um benefício especial, ou seja, ele não seria ferido por qualquer arma, homem ou animal, durante o dia ou durante a noite, a céu aberto ou abrigado.

Narasimha se tornou tão cheio de si mesmo e vaidoso por isso que começou a dificultar as vidas dos próprios deuses. Vishnu então resolveu intervir. Na forma de um homem com cabeça de leão (nem animal, nem homem), escondeu-se atrás de um dos dois pilares à entrada da morada do demônio que se chamava de Hiranyakasipu (nome semelhante ao personagem bíblico Hiram que se associa à Salomão para a construção do primeiro Templo em Jerusalém e um “personagem” muito importante para a Maçonaria).

Então ele o agarrou ao crepúsculo (nem dia, nem noite) na soleira da casa (nem fora, nem dentro) e o estraçalhou com as suas garras (desarmado). Ninguém, por mais favorecido que seja pela divindade pode abusar desse favorecimento sem que venha a sofrer do acerto de contas: seja um homem, um deva espírito da natureza ou os próprios “deuses” criadores (Elohim).



VAMANA, a quinta encarnação, é a primeira manifestação que se apresenta completamente com forma humana, embora tenha sido como a de um anão (o anão sempre foi uma figura respeitada e de destaque na corte dos Faraós egípcios). O neto de Hiranyakaipu, Bali, apoderou-se dos três mundos e baniu os deuses do céu.

Estes pediram a ajuda de Vishnu que imaginou um plano. Aproximou-se do rei Bali disfarçado em um anão, solicitando ao mesmo que lhe cedesse um terreno, medindo apenas três de suas passadas, onde ele pudesse meditar. Bali concordou e, imediatamente, o anão transformou-se no gigante Trivikrama.

Em uma passada cercou o céu; na segunda, a terra, e, quando percebeu que a terceira iria cercar o interior da terra, Bali cedeu e pediu auxílio a Vishnu que o empurrou para lá, tornando-o rei dessas paragens recuperando os três mundos. Vamana é retratado com dois braços, carregando um guarda-sol e, por vezes, um jarro de água e/ou um livro. Seu cabelo é longo, geralmente preso no alto da cabeça, e suas vestimentas consistem de uma tanga ou de uma pele de antílope.



PARASHURAMA, ou seja, Rama com um machado, é a sexta encarnação. Dessa vez, Vishnu assume forma humana total. A história de Parashurama data da época do conflito prolongado existente entre as duas castas mais altas: a dos sacerdotes ou brâmanes e a dos guerreiros ou Kshatriyas {nota de Thoth: Um Kshatriya é um governante e/ou um guerreiro, um soldado. Quando KRISHNA desceu à terra foi como um guerreiro e governante desta casta, ele foi um Kshatriya.

Esta casta tem sido tradicionalmente classificada em segundo lugar entre as antigas e tradicionais quatro castas do sistema hindu, eram os membros da casta Kshatriya que detinham o poder político e de governantes há séculos na Índia.

Embora o sistema de castas ter sido drasticamente modificado através da atual legislação e da reforma social na Índia, não é incomum ver Kshatriyas em cargos públicos na Índia, uma vez que sempre estiveram associados com poder de governo e decisão política por tanto tempo.}

O sacerdote Jamadagnya tinha uma vaca que podia satisfazer todos os pedidos (representação do princípio divino feminino criador). O rei, que cobiçava o animal a qualquer preço, roubou-o. Como desforra, Parashurama, o filho do sacerdote, assassinou o rei que, por sua vez, foi vingado por seu filho, que matou o sacerdote.

O episódio resultou em uma terrível guerra entre Parashurama, o Brâmane, e os Kshatriyas a qual, após vinte e uma batalhas, culminou com a vitória de Parashurama. O jovem sacerdote é retratado com duas ou quatro mãos. Tem o cabelo preso como um asceta. Em uma das mãos sempre leva o machado de guerra e nas outras, quando possível, espada, arco e flechas (Fusão do sacerdote com o guerreiro/governante, dando origem a governantes e reis mais sábios).



RAMA e SITA, também conhecido por Ramachandra, é a sétima encarnação de Vishnu, Krishna. Retratado como um jovem rei com dois braços, levando sempre consigo arco e flechas, está frequentemente acompanhado da esposa, a bela Sita (uma encarnação da consorte de VISHNU, a deusa da abundância e prosperidade conhecida como LAKSHMI).

RAMA é o herói da obra épica Ramayana. Ele e Sita são vistos como símbolos da incorruptibilidade, da honestidade, da lealdade e da docilidade. Tornaram-se o tema de inúmeras peças, danças e, ultimamente, até de filmes e histórias em quadrinhos.

{Thoth: Ramayana=Caminhos de Rama, que narra fatos históricos antediluvianos, de um conflito entre o então reino de Bharata (antiga civilização onde hoje é a Índia) e o império de ATLÃNTIDA, já contaminado e dominado pelas forças das trevas, e vencido pelo poder espiritual de RAMA e seu povo}.


Krishna, o “condutor” da quadriga de Arjuna (o seu principal discípulo), na Batalha de Kurukshetra.

Lord KRISHNA, é a oitava encarnação de Vishnu, é considerada como a mais importante, sendo adorada por milhões de pessoas como a de um deus por legítimo direito. Essa descida da própria divindade acontece em torno do ano 3.100 a.C., coincidindo com o início do CALENDARIO MAIA que finaliza em 21/12/2012, período que marca os últimos 5.125 anos do KALI YUGA, a idade do ferro, que se iniciou em 430 mil a.C.

O nome Krishna já era encontrado nos Upanishads. Mais tarde surgem no Mahabharata histórias detalhadas sobre o herói Krishna. Os Puranas, especialmente o Bhagavata Purana, contêm um relato exaustivo da vida de Krishna, dividido em inúmeros contos pitorescos que falam de sua força excepcional.

Krishna tornou-se um belo rapaz e, por algum tempo, dedicou-se, alegremente, aos folguedos com as pastoras gopis, meninas que tomavam conta das vacas. Nas noites de outono ele as encantava com sua flauta maravilhosa e dançava com elas ao luar. Radharani (LAKSHMI) é a mais importante das esposas de Krishna.

Krishna e Radharani.

O amor entre eles e a devoção de Radharani, tornaram-se com o tempo uma alegoria para o amor entre o deus Krishna e seus seguidores.

Krishna e Radharani incorporam o princípio tântrico SAGRADO dos dois aspectos do divino (o masculino e o feminino) que, juntos formam o Uno SEM POLARIDADE, em absoluto equilibrio.

Além das ilustrações de Krishna como criança, o Deus é retratado de muitas outras maneiras. Sua pele, na maioria das vezes, é azul (símbolo da VONTADE e PODER).

Geralmente sua perna direita está cruzada diante da esquerda, com os dedos dos pés tocando o chão. Da mesma forma, há representações dele dançando sobre as muitas cabeças da serpente Kaliya (o mundo material ilusório) após tê-la derrotado. Em outra, ele monta sua ave Garuda. E as duas representações mais conhecidas são as de Krishna com Arjuna, o seu principal discípulo e devoto, COMO CONDUTOR DE sua carruagem na batalha de Kurukshetra e a de Krishna, jovem tocando flauta.

BUDHA, é tido no Hinduísmo como a nona e penúltima encarnação, descida de Vishnu, a qual data do período em que o Budismo ganhou uma maior popularidade, particularmente entre as castas inferiores. Vishnu personificado em Budha, pregou uma nova doutrina, ensinando que todos os homens poderiam se livrar da roda do renascimento (Samsara) através de atitudes interiores corretas e, desde então, esses conceitos foram se introduzinhdo no Hinduísmo. Budha está sentado em um pedestal de lótus, absorto em profunda meditação.



Tem, como característica, o despojamento e o desapego às coisas materiais, é retratado com o cabelo curto, escaracolado, com um birote no alto, e os lóbulos das orelhas são longos (assim se mostram em todas as manifestações de Buda). Sua vestimenta amarela é simples e ele não usa qualquer adorno. Pregou o abandono, o desapego às coisas mundanas e às riquezas materiais que satisfazem o ego/eu inferior (ele também foi de família real e era um príncipe, Sidharta Gautama, que abandonou tudo em busca de sua realização espiritual).

KALKI, será a última encarnação/descida de VISHNU/KRISHNA na Terra, durante a transição de nossa atual civilização, nesse final de ciclo e início de outro, em nova oitava evolutiva: foi prometido que haveria um NOVO CÉU e UMA NOVA TERRA.



Essa encarnação de KRISHNA acontecerá NO OCIDENTE e o homem que vai ancorar essa responsabilidade já esta vivo e finalizando o seu próprio processo evolutivo. Em breve se tornará uma figura pública consciente de sua missão, jamais dizendo ser quem ele realmente é e para quem trabalha, pois cabe a humanidade e a cada um individualmente RECONHECÊ-LO em seu espaço MAIS INTERIOR.

Ao findar-se a presente era final do Kali Yuga (idade do ferro), a humanidade já esta em sua maior parte envolvida pelas trevas, os valores morais desapareceram, a confusão, a luxúria, o medo, a guerra, a corrupção política, a prostituição e o caos estão generalizados.

Esta época final marca o tempo da volta do último AVATAR de VISHNU/KRISHNA brilhando como um cometa no céu para, com a restauração do Dharma, a lei da justiça, salvar parte da raça humana. Um novo ciclo de iniciará, distante da Terra, que terá que passar por um processo de renovação, para novamente abrigar vida …

Principal Fonte para imagens: “The Book of Hindu Imagery” de Eva R. Jansen

Mais informações sobre KRISHNA e a ÍNDIA:
  1. http://thoth3126.com.br/o-ramayana-uma-epopeia-hindu/
  2. http://thoth3126.com.br/india-maquinas-voadoras-descritas-em-antigos-textos/
  3. http://thoth3126.com.br/o-novo-messias-cristo-buddha-krishna-o-novo-iluminado/
  4. http://thoth3126.com.br/vimana-antigo-20-mil-anos-trem-de-pouso-descoberto/
  5. http://thoth3126.com.br/a-verdade-esta-dentro-de-cada-um-por-krishnamurti/
  6. http://thoth3126.com.br/vimanas-ufos-visitavam-a-india-ha-milenios/
  7. http://thoth3126.com.br/krishna/
  8. http://thoth3126.com.br/natal-jesus-cristosananda-a-sua-historia/
  9. http://thoth3126.com.br/india-ja-teve-uma-civilizacao-superior-a-nossa/
  10. http://thoth3126.com.br/dwaraka-a-cidade-de-ouro-de-krishna-foi-encontrada/
  11. http://thoth3126.com.br/espaconavesvimanas-da-antiga-india-baratha/


Permitida a reprodução desde que mantido no formato original e mencione as fontes.


www.thoth3126.com.br

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Posted by Thoth3126 on 17/08/2015 

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ES: LLAMA VIOLETA







Agosto 10, 2015

chamavioleta


Como o Senhor Krishna 

Nasceu no nosso Mundo Material, 

a Terra 

 




O Ser Supremo em Sua forma como Sri Krishna apareceu neste planeta em torno de 3.113 a.C (cerca de 5.128 anos atrás) e realizou Seus passatempos durante 125 anos, depois do que retornou à Sua morada espiritual. O Vishnu Purana (4.25) estabelece que o final da era do Kali-yuga começou quando o Senhor Krishna deixou este planeta no entorno de 3.000 a.C.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Krishna: o Seu Nascimento como um homem na Terra

Por Sri Nandanandana

Fonte principal: http://voltaaosupremo.com

Há muitas histórias na literatura védica que narram como Krishna Se envolve em atividades amorosas com Seus amigos e parentes quando aparece neste mundo e como Ele realiza feitos incríveis que impressionam e maravilham a todos, tanto enquanto neste planeta quanto em Sua morada espiritual. Contudo, Ele traz Seu domínio espiritual e Seus numerosos devotos puros com Ele quando Ele faz Sua aparição e advento neste mundo.

Descrições das muitas atividades e passatempos que transcorrem no mundo espiritual se encontram em textos como Srimad-Bhagavatam, Vishnu Purana, Mahabharata, Chaitanya-charitamrita, Brihad-Bhagavatamritam e outros, os quais explicam os muitos níveis e a natureza ilimitada do reino espiritual. Com efeito, o corpo do Senhor Supremo é descrito como pleno de bem-aventurança eterna, verdade, conhecimento e o mais deslumbrante esplendor, além de ser a fonte de tudo o que existe.



Descreve-se que, quando o Senhor apareceu neste planeta nas encarnações de número dezenove e vinte, Ele fez Seu advento como o Senhor Balarama e o Senhor Krishna na família de Vrishni [a dinastia Yadu], e, assim o fazendo, removeu o fardo do mundo,naquele momento. (Srimad-Bhagavatam 1.3.23)

A história do nascimento do Senhor Krishna é uma narrativa única, e é apresentada no décimo canto do Srimad-Bhagavatam. Cerca de 5100 anos atrás, quando a Terra estava sobrecarregada pelo poder militar de indivíduos demoníacos que haviam assumido a forma de regentes e reis, o espírito da mãe Terra assumiu a forma de uma vaca e se aproximou do Senhor Brahma (Criador) em busca de socorro.

Preocupado com a situação da Terra, o Senhor Brahma, o Senhor Shiva (Destruidor, no sentido da renovação) e outros deuses foram até as margens do Oceano de Leite. Dentro desse oceano, está a ilha que é a residência do Senhor Vishnu (O mantenedor de tudo). Depois de oferecer orações ao Senhor Vishnu mentalmente, Brahma pôde entender o conselho que o Senhor lhe deu.

O Senhor Vishnu disse-lhe que logo apareceria (assumiria um corpo humano) na superfície da Terra a fim de abrandar o fardo causado pelos reis demoníacos. Por conseguinte, os deuses e suas esposas deveriam aparecer na dinastia Yadu a fim de servirem como servos do Senhor Krishna e ampliar o tamanho dessa dinastia.


Brahma, Shiva e outros deuses oram às margens do Oceano de Leite pelo advento do Senhor Krishna na Terra.

Um dia, então, Vasudeva, que viria a ser o pai de Krishna, e sua esposa, Devaki, estavam indo para casa em uma quadriga logo após sua cerimônia de casamento. O irmão de Devaki, o demoníaco rei Kamsa, estava conduzindo a quadriga. Então, uma voz de alerta veio do céu anunciando que Kamsa seria morto pelo oitavo filho de Devaki. Kamsa imediatamente se preparou para matar sua irmã, mas Vasudeva o instruiu e o convenceu a não proceder daquela forma.

O rei Kamsa não ficara satisfeito com as meras instruções, então Vasudeva disse que ele levaria todos os seus filhos a Kamsa conforme nascessem para que Kamsa os pudesse matar. Quando começaram a nascer as crianças, Kamsa, em um primeiro momento, decidira não as matar. Posteriormente, no entanto, Kamsa soube com Narada Muni que os deuses estavam aparecendo nas dinastias Yadu e Vrishni e estavam conspirando para eliminá-lo.

Kamsa, então, decidiu que todas as crianças nessas famílias deveriam ser mortas, e que Vasudeva e Devaki deveriam ser aprisionados em sua cadeia em Mathura. Narada Muni também disse a Kamsa que, em sua vida anterior, Kamsa fora um demônio chamado Kalanemi, que fora morto pelo Senhor Vishnu. Kamsa, disso conscientizado, ficou especialmente enfurecido e tornou-se um dedicado inimigo de todos os descendentes da dinastia Yadu.

Anantadeva (Balarama) primeiramente apareceu no ventre de Devaki como sua sétima gestação. Foi Yogamaya, a potência interna de Krishna, que fez o arranjo de transferir Anantadeva do ventre de Devaki para aquele de Rohini, a esposa de Nanda Maharaja, em Gokula, de quem Ele apareceu como Balarama. Então, com as orações e meditações de Vasudeva, o Senhor Krishna apareceu dentro do seu coração e, em seguida, dentro do coração de Devaki.


Os deuses oram a Devaki e ao Senhor Krishna em seu ventre.

A oitava gravidez de Devaki, então, foi a do próprio Krishna. Quando grávida de Krishna, ela tornou-se crescentemente iluminada, o que chamou a atenção de Kamsa, que quis matar Krishna. Assim, ele absorveu-se em pensar em Krishna. Devaki também chamou a atenção dos muitos deuses, que foram oferecer orações a ela e ao Senhor que em seu ventre gerava um corpo humano.

Quando o Senhor apareceu, Ele primeiro exibiu Sua forma de Vishnu com quatro braços para mostrar que Ele é o Senhor Supremo. Vasudeva e Devaki maravilharam-se e ofereceram-Lhe muitas orações. Contudo, temendo Kamsa, Devaki orou a Krishna pedindo-Lhe que recolhesse Sua forma de quatro braços e exibisse Sua forma humana de dois braços.

O Senhor também lhes contou que Ele aparecera duas outras vezes como filho deles na forma de Prishnigarbha e Vamanadeva. Aquela era a terceira vez em que Ele aparecia como filho deles para satisfazer-lhes o desejo. Naquela noite, durante uma tempestade, o Senhor Krishna desejou deixar a prisão e ser levado para Gokula. Pelo arranjo de Yogamaya, as algemas e os portões prisionais se abriram e os guardas adormeceram, em virtude do que Vasudeva pôde deixar a prisão e levar Krishna para Gokula, salvando assim a criança do perigo de Kamsa.


Krishna (Vishnu de quatro braços) faz Seu advento diante de Devaki e Vasudeva.

Nesse momento, a própria yogamaya nascia de mãe Yashoda como uma menininha. Quando Vasudeva chegou à casa de Nanda Maharaja, todos estavam em sono profundo. Ele, destarte, pôde colocar o Senhor Krishna nas mãos de Yashoda ao mesmo tempo em que pegava a bebezinha dela para a levar de volta consigo.

Quando retornou a prisão, colocou a bebê na cama de Devaki e se preparou para retomar seu lugar na prisão acorrentando-se novamente. Quando Yashoda despertou em Gokula, ela não conseguia se lembrar se havia dado à luz um bebê do sexo masculino ou feminino, e logo aceitou o Senhor Krishna como o seu bebê.

Quando a bebê, Yogamaya, começou a chorar de manhã, seu choro chamou a atenção dos carcereiros, que, então, notificaram o rei Kamsa do novo nascimento. Kamsa entrou violentamente na prisão a fim de matar a criança. Devaki suplicou-lhe que poupasse a bebê. Rejeitando o rogo da irmã, arrancou a menina de suas mãos e tentou atirar a bebê contra uma rocha.


Vasudeva leva Krishna recém nascido para fora da prisão silenciosamente.

Contudo, ela deslizou para fora de suas mãos e ergueu-se acima de sua cabeça, flutuando no ar enquanto exibia sua verdadeira forma adulta como a deusa Durga de oito braços. Durga disse a Kamsa que a pessoa pela qual ele estava procurando (Krishna) já havia nascido e estava em outro lugar.

Kamsa encheu-se de surpresa vendo que o oitavo filho de Devaki aparecera no sexo feminino e que o inimigo que ele temia havia nascido em outro lugar. Ele, então, libertou Devaki e Vasudeva, pedindo desculpas por tudo o que fizera. Todavia, após se consultar com seus ministros, Kamsa decidiu que o melhor a fazer era matar todas as crianças que haviam nascido nos últimos dez dias de maneira a tentar encontrar e matar seu inimigo, Krishna.

Assim tiveram início as atrocidades de Kamsa e seus ministros, pelas quais pagaria quando o Senhor Krishna o eliminasse. Antes desse dia, o Senhor Krishna começou Seus passatempos com Seus devotos em Gokula e Vrindavana a fim de exibir Suas características, personalidade e beleza únicas.


Vasudeva silenciosamente procede com a troca de bebês.

Deste modo, como Sri Uddhava explicou a Vidura, “o Senhor apareceu no mundo mortal através de Sua potência interna, Yogamaya. Ele veio em Sua forma eterna, que é perfeitamente apropriada para Seus passatempos. Esses passatempos foram maravilhosos para todos – até mesmo para aqueles orgulhosos de sua própria opulência, incluindo o próprio Senhor em Sua forma como o Senhor Vaikuntha.

Assim, o corpo transcendental de Sri Krishna é o ornamento de todos os ornamentos… A Personalidade de Deus, o controlador absolutamente compassivo tanto da criação material quanto da criação espiritual, é não nascido, mas, quando há atrito entre Seus pacíficos devotos e aqueles que estão nos modos da natureza material, Ele nasce assim como o fogo, acompanhado pelo mahat-tattva”. (Srimad-Bhagavatam 3.2.12,15)

Como Compreender Deus

Algumas vezes, as pessoas dizem que querem ver Deus, ou que Deus não é perceptível. Ambos os pontos são confirmados na escritura védica, mas com considerações adicionais sobre como podemos perceber o Ser Supremo. A Shvetashvatara Upanishad (4.20) explica: “Sua forma de beleza é imperceptível aos sentidos mundanos.


Kamsa ouve a mensagem de Durga.

Ninguém O pode ver meramente com os olhos materiais. Somente aqueles que conseguem, através da profunda meditação, devoção e de um coração puro, entender Krishna, a Personalidade Suprema de Deus, que reside no coração de todos, podem obter a libertação”.

A lila de Krishna, ou os Seus passatempos, acontecem eternamente no mundo espiritual, ao passo que parecem acontecer somente em certos pontos do tempo dentro da energia material. Contudo, quem purificou sua consciência pode testemunhar essas atividades mesmo enquanto no corpo material. Isso pode ocorrer especialmente nos locais sagrados (dhamas), onde as energias material e espiritual se justapõem e o mundo espiritual aparece dentro desta esfera material.

Tais lugares existem e incluem Vrindavana, Mathura, Jagannatha Puri, Dvaraka e assim por diante. E quando o Senhor está satisfeito com o seu serviço e devoção (Bhakti Yoga), Ele vai Se revelar para você. Desta forma, muitos devotos elevadíssimos e puros de Krishna foram capazes de ter um darshana pessoal do Senhor e testemunhar Seus passatempos mesmo enquanto no corpo material. Tais pessoas deixaram instruções para nós de modo que, seguindo-as, possamos ter a mesma experiência. Essa é a verificação de que o processo de devoção, bhakti-yoga, funciona e LIBERTA !


Krishna (VISHNU) e Radharani (LAKSHMI)

Mais informações sobre KRISHNA e a ÍNDIA:
  1. http://thoth3126.com.br/o-ramayana-uma-epopeia-hindu/
  2. http://thoth3126.com.br/india-maquinas-voadoras-descritas-em-antigos-textos/
  3. http://thoth3126.com.br/o-novo-messias-cristo-buddha-krishna-o-novo-iluminado/
  4. http://thoth3126.com.br/vimana-antigo-20-mil-anos-trem-de-pouso-descoberto/
  5. http://thoth3126.com.br/a-verdade-esta-dentro-de-cada-um-por-krishnamurti/
  6. http://thoth3126.com.br/vimanas-ufos-visitavam-a-india-ha-milenios/
  7. http://thoth3126.com.br/krishna/
  8. http://thoth3126.com.br/natal-jesus-cristosananda-a-sua-historia/
  9. http://thoth3126.com.br/india-ja-teve-uma-civilizacao-superior-a-nossa/
  10. http://thoth3126.com.br/dwaraka-a-cidade-de-ouro-de-krishna-foi-encontrada/
  11. http://thoth3126.com.br/espaconavesvimanas-da-antiga-india-baratha/


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.


www.thoth3126.com.br

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Por favor, respeitem todos os créditos

Arquivos deste escritor em português:
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Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.
Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

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ES: LLAMA VIOLETA







Junho 08, 2015

chamavioleta

O Novo Messias 

 Cristo 

 Buddha 

 Krishna 

(O Novo ILUMINADO)







“Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino(elevar a Kundalini) em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo“.

Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso de qualquer religião específica e nem para qualquer povo “eleito”, ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião, para todos que o aceitarem e à sua mensagem.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Quem é o Novo messias? Maitreya, o Cristo Cósmico


Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa “bondade”, está cumprindo seu juramento de ser o tutor na Terra das almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz. 



Acima o local do Retiro do Templo do Royal Teton, nas Montanhas Rochosas, Wyoming, EUA.

A realização espiritual de uma alma determina onde ela vai acabar em vida após a morte do seu corpo. O templo do Retiro do Royal Teton, que esta situado dentro das Montanhas Rochosas, no Grand Tetons é um dos refúgios mais importantes da Hierarquia Espiritual e da Fraternidade Branca-Mestres Ascencionados do planeta. Uma Alma realizada teria a sorte de ser transportada para lá, porque então ela só poderia estar interagindo com os Mestres Ascensos, com os seres cósmicos e a Hierarquia Espiritual que regem os destinos do planeta e da humanidade nesse final de ciclo, ou seja, essa Alma estaria interagindo com os Senhores do Carma, Saint Germain, Confúcio, Sidharta (Buddha) Gautama, Hilarion, e todos os demais. Aqui esta o primeiro parágrafo do livro Os Mestres e seus Retiros descrevendo este retiro:



“O Templo do Royal Teton, congruente com a Faixa das Montanhas Rochosas, no local conhecido como o Grand Teton, ao lado de Jackson Hole, no estado do Wyoming, EUA, é o retiro principal da Grande Fraternidade Branca no continente norte-americano.

Confúcio é o hierarca deste retiro físico / Etérico inserido dentro da montanha Grand Teton. Este retiro é um foco antigo de grande concentração de luz, onde os sete raios dos Elohim e dos arcanjos estão consagrados”.

(n.T. – Ele é anterior ao Dilúvio. Junto a esse local esta o portão sul de entrada do Parque de Yellowstone – Pedra Amarela – um nome que deriva de um antigo Templo Sagrado de Atlântida e cujos restos ainda podem ser encontrados no topo de um cume próximo às montanhas do Grand Teton. )

Maitreya foi o segundo discípulo (após Gautama) a responder à chamada de Sanat Kumara na Terra. Em 1º de janeiro de 1956, numa cerimônia realizada no Retiro de Royal Teton, (Wyoming-USA) Gautama sucedeu a Sanat Kumara no cargo de Senhor do Mundo e Maitreya sucedeu a Gautama nos cargos de Cristo Cósmico e Buda Planetário, passando o manto de Instrutor do Mundo aos candidatos a este cargo, Jesus Cristo e Kuthumi.

A Mestra Ascensionada Pórtia (complemento feminino de Saint Germain) definiu o cargo de Cristo Cósmico como sendo a incorporação do momentum conjunto da consciência crística de cada alma individual em evolução na Matéria, e o próprio Senhor Maitreya deu ao mundo uma explicação a esse respeito em seu ditado de 14 de novembro de 1973:



“Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo.

E quando vós manifestais o Espírito Santo, eu então apareço como a Noiva Vestida de Branco. E vedes assim que a mestria da consciência do Cristo Cósmico é a realização da mestria dos quatro pontos da Cidade Quadrangular e os quatro lados dos quatro corpos inferiores. Portanto, a marca da consciência do Cristo Cósmico e daquele que atinge esse patamar é tornar-se o próprio”.

Seu nome significa Compaixão, e como Instrutor do Mundo completou as grandes religiões. Ele encarnou na Índia como Krishna para promover a religião Hindu e mais tarde Ele foi o Pai que instruía e agia através de Jesus. (Jesus/Sananda) Maitreya, nesta Nova Era, vestiu o Manto de Cristo Cósmico, que pertenceu a Jesus na Era de Peixes, Jesus, que padeceu e morreu na cruz, completando assim a religião Cristã.

Ele tem sido esperado há gerações por todas as principais religiões. Os cristãos conhecem-no como o Cristo e estão na expectativa de Seu iminente retorno. Os judeus esperam-no como o Messias; os hindus aguardam a chegada de Krishna; os budistas esperam Buddha Maitreya e os muçulmanos esperam-no como Iman Mahdi ou o Messias. Os nomes podem diferir, mas existe a crença de que todos esses nomes se referem a mesma pessoa – O Professor do Mundo- cujo nome é Maitreya.



Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião. Nestes tempos de grandes crises políticas, econômicas e sociais, Maitreya inspirará a humanidade para que esta se sinta como uma família e criará uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação entre todos os homens.

Ele lançará um apelo para salvar milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano num mundo de fartura e abundância. Entre as recomendações de Maitreya está uma mudança nas prioridades sociais de modo que a alimentação, a moradia, a educação e a saúde pública adequada se convertam em direitos universais. Sob a inspiração de Maitreya a humanidade fará as mudanças necessárias e criará um mundo mais razoável e justo para todos.

“As esperanças agora são grandes para o MEU Reaparecimento. Com alegria ME apresentarei às pessoas. Busquem por MIM em seu próprio coração e ME encontrarão esperando. Procurem por MIM e peguem Minha mão. EU necessito sua ajuda para estar diante de vocês, para abençoar este mundo e ensinar, para mostrar aos homens que o caminho é simples, requer somente aceitar a justiça e a liberdade, Compartilhar e Amar”

“Não vim para fundar uma nova religião“, diz Maitreya, o Professor do Mundo. “Vim para ensinar a arte da realização do ser“, algo que não é nem ideologia nem uma religião, mas que beneficia as pessoas de todas religiões e aquelas que não pertencem a nenhuma religião. “Eu busco expressar o que Sou através de vocês, por isto venho”



Segundo Maitreya, “Só o Ser importa”. “Vocês são este ser, um ser imortal”. O sofrimento é causado pela identificação com tudo o que não é o Ser. Perguntem a si mesmos: Quem Eu Sou? E verão que estão identificados com a matéria (corpo), ou com o pensamento (mente/intelecto). Porém, vocês não são nenhum “destes”. Mente, corpo e espírito são os templos do Senhor. O Ser experimenta nestes templos “o supremo Ser é a manifestação do Senhor”.

Uma das formas mais fáceis de conhecer-me, diz Maitreya, é serem honestos em sua mente, sinceros em seu espírito, praticando o desapego. Qualquer ação realizada com desonestidade da mente, insinceridade espiritual e apego, são destrutivos. Por exemplo, se pensam numa coisa, dizem outra, e fazem ainda outra diferente, estão perdidos. A honestidade da mente conduz à palavra honesta e à ação correta. “Esta harmonia conduz à paz e a felicidade”.


A Arte da Realização do Ser, Lord Krishna e Radharani.

Sem o desapego não há salvação. O desapego é a “droga” mais poderosa. Aprender o desapego é uma arte. Um cientista desapegado, aprenderá as leis da física e química (que são leis da criação) e as aplicará, criando coisas que constituem a obra de Deus. O artista, com desapego, será capaz de descobrir Deus através de suas próprias experiências.

Que semelhante trabalho não é fácil, nem sequer para o Filho do Homem, é evidente. Os antigos costumes de divisão e separação têm fortes raízes, enquanto o medo e a superstição e a falta de fé e coragem enfeitiçam o homem/mulher há milhões de anos. Mas nunca antes, na história do mundo, veio um Professor melhor equipado para seu trabalho. Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade, pois ele trás consigo a energia da abundância (o Raio Verde).

Suas armas são a compreensão espiritual, a compaixão, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si mesma (que desta vez VAI PREVALECER).



O Significado do nome Jesus Cristo em grego:

X e P letras gregas X=chi e P=rho (com Alpha (α, o princípio) e Ômega (ω o fim) incluídos no símbolo), iniciais em grego do nome Cristo. In Hoc Signo Vinces em latim significa: Sob este sinal Vencerás.

Em Grego, Jesus Cristo (Cristo significa Ungido, Messias) escreve-se como Ιησος Χριστος, ou de um modo mais completo, o nome que as primeiras comunidades cristãs Lhe atribuíam em Grego: Ιησος Χριστος Θεου Υιος Σωτηρ, Iesus Christus Theos Uios Soter=Jesus Cristo Salvador Filho de Deus. As Iniciais desta frase ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS) significam Peixe em grego.



Por isso os primeiros cristãos usavam o símbolo do peixe (o símbolo da era astronômica iniciada em torno de 148 a.C., a Era de Peixes que terminou em 21 de dezembro de 2.012 a.D., quando então começou a Era Astronômica de Aquário) para se identificarem mantendo a discrição, buscando evitar sua delação para as tropas romanas durante a perseguição do império romano aos cristãos dos primeiros séculos.

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br©

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Posted by Thoth3126 on 08/06/2015 
 
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Dezembro 09, 2014

chamavioleta

O Novo Messias 

 Cristo – Buddha – Krishna 

(O Novo ILUMINADO)

Posted by Thoth3126 on 09/12/2014

 



“Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino(elevar a Kundalini) em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo“.

Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso de qualquer religião específica e nem para qualquer povo “eleito”, ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião, para todos que o aceitarem e à sua mensagem.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Quem é o Novo messias? Maitreya, o Cristo Cósmico

Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa “bondade”, está cumprindo seu juramento de ser o tutor na Terra das almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.


Acima o local do Retiro do Templo do Royal Teton, nas Montanhas Rochosas, Wyoming, EUA.

A realização espiritual de uma alma determina onde ela vai acabar em vida após a morte do seu corpo. O templo do Retiro do Royal Teton, que esta situado dentro das Montanhas Rochosas, no Grand Tetons é um dos refúgios mais importantes da Hierarquia Espiritual e da Fraternidade Branca-Mestres Ascencionados do planeta. Uma Alma realizada teria a sorte de ser transportada para lá, porque então ela só poderia estar interagindo com os Mestres Ascensos, com os seres cósmicos e a Hierarquia Espiritual que regem os destinos do planeta e da humanidade nesse final de ciclo, ou seja, essa Alma estaria interagindo com os Senhores do Carma, Saint Germain, Confúcio, Sidharta (Buddha) Gautama, Hilarion, e todos os demais. Aqui esta o primeiro parágrafo do livro Os Mestres e seus Retiros descrevendo este retiro:



“O Templo do Royal Teton, congruente com a Faixa das Montanhas Rochosas, no local conhecido como o Grand Teton, ao lado de Jackson Hole, no estado do Wyoming, EUA, é o retiro principal da Grande Fraternidade Branca no continente norte-americano.

Confúcio é o hierarca deste retiro físico / Etérico inserido dentro da montanha Grand Teton. Este retiro é um foco antigo de grande concentração de luz, onde os sete raios dos Elohim e dos arcanjos estão consagrados”.

(n.T. – Ele é anterior ao Dilúvio. Junto a esse local esta o portão sul de entrada do Parque de Yellowstone – Pedra Amarela – um nome que deriva de um antigo Templo Sagrado de Atlântida e cujos restos ainda podem ser encontrados no topo de um cume próximo às montanhas do Grand Teton. )

Maitreya foi o segundo discípulo (após Gautama) a responder à chamada de Sanat Kumara na Terra. Em 1º de janeiro de 1956, numa cerimônia realizada no Retiro de Royal Teton, (Wyoming-USA) Gautama sucedeu a Sanat Kumara no cargo de Senhor do Mundo e Maitreya sucedeu a Gautama nos cargos de Cristo Cósmico e Buda Planetário, passando o manto de Instrutor do Mundo aos candidatos a este cargo, Jesus Cristo e Kuthumi.

A Mestra Ascensionada Pórtia (complemento feminino de Saint Germain) definiu o cargo de Cristo Cósmico como sendo a incorporação do momentum conjunto da consciência crística de cada alma individual em evolução na Matéria, e o próprio Senhor Maitreya deu ao mundo uma explicação a esse respeito em seu ditado de 14 de novembro de 1973:



“Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo.

E quando vós manifestais o Espírito Santo, eu então apareço como a Noiva Vestida de Branco. E vedes assim que a mestria da consciência do Cristo Cósmico é a realização da mestria dos quatro pontos da Cidade Quadrangular e os quatro lados dos quatro corpos inferiores. Portanto, a marca da consciência do Cristo Cósmico e daquele que atinge esse patamar é tornar-se o próprio”.

Seu nome significa Compaixão, e como Instrutor do Mundo completou as grandes religiões. Ele encarnou na Índia como Krishna para promover a religião Hindu e mais tarde Ele foi o Pai que instruía e agia através de Jesus. (Jesus/Sananda) Maitreya, nesta Nova Era, vestiu o Manto de Cristo Cósmico, que pertenceu a Jesus na Era de Peixes, Jesus, que padeceu e morreu na cruz, completando assim a religião Cristã.

Ele tem sido esperado há gerações por todas as principais religiões. Os cristãos conhecem-no como o Cristo e estão na expectativa de Seu iminente retorno. Os judeus esperam-no como o Messias; os hindus aguardam a chegada de Krishna; os budistas esperam Buddha Maitreya e os muçulmanos esperam-no como Iman Mahdi ou o Messias. Os nomes podem diferir, mas existe a crença de que todos esses nomes se referem a mesma pessoa – O Professor do Mundo- cujo nome é Maitreya.



Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião. Nestes tempos de grandes crises políticas, econômicas e sociais, Maitreya inspirará a humanidade para que esta se sinta como uma família e criará uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação entre todos os homens.

Ele lançará um apelo para salvar milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano num mundo de fartura e abundância. Entre as recomendações de Maitreya está uma mudança nas prioridades sociais de modo que a alimentação, a moradia, a educação e a saúde pública adequada se convertam em direitos universais. Sob a inspiração de Maitreya a humanidade fará as mudanças necessárias e criará um mundo mais razoável e justo para todos.

“As esperanças agora são grandes para o MEU Reaparecimento. Com alegria ME apresentarei às pessoas. Busquem por MIM em seu próprio coração e ME encontrarão esperando. Procurem por MIM e peguem Minha mão. EU necessito sua ajuda para estar diante de vocês, para abençoar este mundo e ensinar, para mostrar aos homens que o caminho é simples, requer somente aceitar a justiça e a liberdade, Compartilhar e Amar”

“Não vim para fundar uma nova religião“, diz Maitreya, o Professor do Mundo. “Vim para ensinar a arte da realização do ser“, algo que não é nem ideologia nem uma religião, mas que beneficia as pessoas de todas religiões e aquelas que não pertencem a nenhuma religião. “Eu busco expressar o que Sou através de vocês, por isto venho”



Segundo Maitreya, “Só o Ser importa”. “Vocês são este ser, um ser imortal”. O sofrimento é causado pela identificação com tudo o que não é o Ser. Perguntem a si mesmos: Quem Eu Sou? E verão que estão identificados com a matéria (corpo), ou com o pensamento (mente/intelecto). Porém, vocês não são nenhum “destes”. Mente, corpo e espírito são os templos do Senhor. O Ser experimenta nestes templos “o supremo Ser é a manifestação do Senhor”.

Uma das formas mais fáceis de conhecer-me, diz Maitreya, é serem honestos em sua mente, sinceros em seu espírito, praticando o desapego. Qualquer ação realizada com desonestidade da mente, insinceridade espiritual e apego, são destrutivos. Por exemplo, se pensam numa coisa, dizem outra, e fazem ainda outra diferente, estão perdidos. A honestidade da mente conduz à palavra honesta e à ação correta. “Esta harmonia conduz à paz e a felicidade”.


A Arte da Realização do Ser, Lord Krishna e Radharani.

Sem o desapego não há salvação. O desapego é a “droga” mais poderosa. Aprender o desapego é uma arte. Um cientista desapegado, aprenderá as leis da física e química (que são leis da criação) e as aplicará, criando coisas que constituem a obra de Deus. O artista, com desapego, será capaz de descobrir Deus através de suas próprias experiências.

Que semelhante trabalho não é fácil, nem sequer para o Filho do Homem, é evidente. Os antigos costumes de divisão e separação têm fortes raízes, enquanto o medo e a superstição e a falta de fé e coragem enfeitiçam o homem/mulher há milhões de anos. Mas nunca antes, na história do mundo, veio um Professor melhor equipado para seu trabalho. Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade, pois ele trás consigo a energia da abundância (o Raio Verde).

Suas armas são a compreensão espiritual, a compaixão, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si mesma (que desta vez VAI PREVALECER).



O Significado do nome Jesus Cristo em grego:

X e P letras gregas X=chi e P=rho (com Alpha (α, o princípio) e Ômega (ω o fim) incluídos no símbolo), iniciais em grego do nome Cristo. In Hoc Signo Vinces em latim significa: Sob este sinal Vencerás.

Em Grego, Jesus Cristo (Cristo significa Ungido, Messias) escreve-se como Ιησος Χριστος, ou de um modo mais completo, o nome que as primeiras comunidades cristãs Lhe atribuíam em Grego: Ιησος Χριστος Θεου Υιος Σωτηρ, Iesus Christus Theos Uios Soter=Jesus Cristo Salvador Filho de Deus. As Iniciais desta frase ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS) significam Peixe em grego.



Por isso os primeiros cristãos usavam o símbolo do peixe (o símbolo da era astronômica iniciada em torno de 148 a.C., a Era de Peixes que terminou em 21 de dezembro de 2.012 a.D., quando então começou a Era Astronômica de Aquário) para se identificarem mantendo a discrição, buscando evitar sua delação para as tropas romanas durante a perseguição do império romano aos cristãos dos primeiros séculos.

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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