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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

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Fevereiro 29, 2020

chamavioleta

SOCIEDADES SECRETAS, HITLER E O NAZISMO.

Por Jan Van Helsing.

Traduzido do francês da fonte: 

Les Societes Secretes, et leur pouvoir au 20eme siecle,  

de Jan Van Helsing, 

Copyright © 1995 by EWERTVERLAG S. L.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
 

 
A realidade histórica pode ser considerada sob dois aspectos. Um aspecto concernente à opinião pública geral e esse aspecto torna-se mais tarde a história “oficialmente aceita como a verdade dos fatos”, graças às pessoas que colocam por escrito as informações da qual chamamos de opinião pública, divulgada para  (e aceita sem contestação por)  cada cidadão pela mídia…
 
“Uma mentira cem vezes dita, torna-se a verdade.“ Joseph Goebels, Ministro da Propaganda da Alemanha Nazista.
 
 
 
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… O outro, ao contrário, trata dos acontecimentos que não se tornam públicos. É o mundo do comportamento das lojas secretas, o mundo das causas, que misturam capital, política, economia, religião, ocultismo e todos os aspectos da vida humana em que o controle da mesma possa ser exercido.
É nesse nível obscuro e secreto para as massas que nascem ou são divididas as nações e os povos, que as guerras são tramadas, que os presidentes são nomeados ou eliminados se eles não funcionarem de acordo com a vontade dos controladores. Para o cidadão que forma sua opinião e sua concepção do mundo principalmente a partir do que se veicula nos grandes veículos da mídia, tal como os jornais, revistas, a televisão, partidos políticos, o rádio, os filmes de Hollywood, do que lhe diz o sacerdote de sua religião ou seita, e mais recentemente a Internet ou a partir dos conhecimentos adquiridos na escola ou na literatura que define que ‘‘todo o mundo é assim’’, poucas coisas das quais se fala nas linhas e páginas seguintes ser-lhe-ão familiares.
É fácil compreender pensamentos tais como: ‘‘Eu nunca ouvi falar sobre isso’’. Evidentemente, os trabalhos de uma loja secreta e de seus integrantes só atingem sua finalidade se permanecerem secretos. A existência por si só de uma loja secreta mostra que aí existem coisas de uma importância tão grande aos olhos dos irmãos da loja que estes desejam escondê-la dos olhos dos outros seres humanos. O que poderá, pois, ser isso que necessita ser escondido?
Assim como será mostrado, numerosos irmãos das diferentes lojas de sociedades secretas ocupam posições em nosso mundo normal as quais não podemos sequer sonhar. Isso demonstra que aquilo que eles ocultam é justamente o motivo que os levou precisamente à posição que eles ocupam. Vamos apresentar um pequeno exemplo, para que alcanceis o que significam essas posições que só podemos ter em sonho: Uma das organizações principais que controla os fios que “movimentam os marionetes”   nos EUA é o Council of Foreign Relations (CFR-Conselho de Relações Exteriores que controla a política externa dos EUA).
Essa organização ainda meio secreta está sob o domínio do sindicato Rockefeller e de uma sociedade secreta européia que tem o nome de ‘‘Comitê dos 300’’ (a explicação será dada mais adiante). Entre outros nomes da lista de membros do ‘‘Comitê dos 300’’ que encontrei no livro do Dr. John Coleman, intitulado “Conspirators Hierarchy: The Committee of 300″, li o seguinte nome: Sir John J. Louden.
É tempo para acordar pessoal…
Ele é representante do N. M. Rothschild Bank em Londres. Seus outros cargos são os seguintes: Presidente do Comitê do Conselho Internacional do Chase Manhattan Bank (Rockefeller), Presidente da Royal Dutch Petroleum, Diretor daShell Petroleum Company Ltd. e Administrador da Ford Foundation.
Isto mostra que esse homem reúne em si mesmo um poder e uma influência extraordinários. Como ele chegou lá? Isto provém justamente do fato de que ele é membro de sociedades e ordens secretas, e devido ao ‘‘Comitê dos 300’’. E no ‘‘Comitê dos 300’’ se encontram 300 pessoas desse calibre, e Sir Louden certamente não é o mais poderoso. Podeis imaginar que as decisões tomadas por essas pessoas em reunião possam ter uma influência considerável sobre nossa vida pessoal e sobre a história mundial?
Essas pessoas têm segredos que ocultam ao público. Elas sabem o que nós não sabemos, e é por essa razão que aqueles que se denominam os “Illuminatis” detêm tal poder. Quereis saber quais são os segredos dessesIlluminatis? Seus segredos são quase todos relativos ao passado histórico de nosso planeta, à gênese e à origem do ser humano, o quando e o porque de sua presença na terra, os OVNIS e às conseqüências que se seguem. Suponho que muitos dentre vós não lêem com prazer a palavra OVNI.

Capa do livro “Hierarquia de Conspiradores, A História do Comitê dos 300”, do Dr John Coleman.
Por isso é importante abrir-se para a novidade de que o assunto dos OVNI  não é tão recente, bem ao contrário. Para os europeus dão-se, com efeito, voluntariamente falsas informações, como para a maioria das pessoas sobre a terra, quando se trata de OVNI. Pois bem, isso é  devido a ação dos Illuminati, que controlam justamente a mídia em todo o planeta! E especialmente na Alemanha.
Farei com que o leitor compreenda, por meio de um pequeno exemplo, que o tema dos OVNIs tem um fundamento muito real e muito terrestre: Existia, além da ‘‘Sociedade Thule’’, que será descrita em detalhes mais adiante, outra (e mais importante) ordem secreta no terceiro Reich Nazista de Hitler: a ‘‘Sociedade VRIL’’.
Esta última ocupava-se quase que exclusivamente daquilo que denominamos comumente de OVNI, sua tecnologia  e sua construção. Para isso trabalharam os cientistas Victor Schauberger e o Dr. W. O. Schumann, Schrieves, Habermohl, Miethe, Epp e Belluzo. A maior parte dos pilotos ingleses e americanos que ainda vive provavelmente se recorda de suas realizações como as aparições dos foo-fighters durante os combates aéreos nos céus da Europa.
Para saber mais sobre Comitê dos 300 acesse: 
Os trabalhos foram enormemente acelerados quando, segundo eles disseram, uma nave extraterrestre caiu em 1936 (existe outra versão de que seres extraterrestres simplesmente aterrissaram e entraram em contato com os Nazistas) na Floresta Negra, na Bavária, sem entretanto sofrer estragos. [1] Após haver-se estudado com atenção o sistema de propulsão e em conexão desse saber àquele já enorme da ‘‘Sociedade Vril’’ sobre a teoria de fusão, implosão e antigravitação, se encetou a construção de protótipos.
Símbolo da THULE GESELLSCHAFT (Sociedade Thule) em 1910, ocultismo nazista germânico operando com as forças das trevas.
Inventos tais como aeronaves VRIL 7 (foto a seguir), um helicóptero supersônico em forma de disco, não confundir com as bombas (os primeiros mísseis modernos) V 1 e V 2, bombas auto propulsivas com grande raio de ação já eram tão estupendos que o caça dos EUA, o Stealth parece mais com um brinquedo.
Citemos o exemplo do VRIL 7, desenvolvido por Richard Miethe, o qual, equipado com doze turbo propulsores BMW 028, por ocasião de um ensaio de vôo em 14 de fevereiro de 1944, em Peenemunde, após uma decolagem vertical, atingiu a altura de 24.200 m e em vôo horizontal, a velocidade de 2.200 km/h. Desde o fim do ano de 1942, fabricaram-se muitos exemplares do avião circular RFZ 6, denominado Haunebu II.
Seu diâmetro era perto de 32 m, sua altura no centro era 11 m, e sua velocidade de 6.000 km/h na proximidade da terra. Ele tinha uma autonomia de vôo de 55 horas, decolava na vertical, podia voar tão bem na horizontal como na vertical e principalmente em ângulo reto (o que caracteriza a forma de voar dos ovnis percebida pelas pessoas que os avistaram em vôo). Mais tarde, outras aeronaves VRIL estavam, entretanto, mais capacitados, pois eles permitiram, no início de 1945, fazer a volta em torno da terra em algumas horas. Um Haunebu II construído mais tarde, em versão grande modelo tinha um diâmetro de 120 m, com dormitórios integrados.
Mas para que foram feitos esses dormitórios, pois não seria necessário mais que algumas horas para fazer a volta em torno da terra? Muitos leitores perguntarão agora: ‘‘Por que Hitler não ganhou a guerra, se ele tinha a sua disposição semelhante tecnologia?’’ Uma das razões é que um número muito grande de discos voadores atingia desempenhos fantásticos em vôo, mas sua utilização para fins militares era quase impossível.

Projeto da espaçonave VRIL 7 desenvolvida pelos nazistas. Ao lado direito embaixo, uma foto parcial da médium Maria Orsic em frente ao protótipo do VRIL 7
A causa disso era a seguinte: o campo magnético propulsor, criado pelo mecanismo de levitação, gerava uma espécie de escudo de proteção (eletromagnético) em torno dos discos voadores que os tornava quase invencíveis a ataques inimigos, mas esse mesmo campo magnético, entretanto, tinha o inconveniente de não permitir a utilização de armas tradicionais, que estavam grandemente defasadas em relação à tecnologia apresentada pelas aeronaves, pois os projéteis não podiam atravessar ‘‘sem atrito’’ essa cortina magnética.
Os projetos dependiam da Sociedade Vril e da S.S. e isto significava que eles não estavam diretamente sob as ordens de Hitler e do partido nazista: de fato, eles não haviam sido elaborados para fins propriamente bélicos. Só mais tarde, quando a situação da Alemanha em guerra piorou, foi que se tratou de fazer entrar em ação os discos voadores, em uma última tentativa desesperada de inverter os rumos do conflito mundial.

Haunebu II
A maior parte das pessoas não teve o menor conhecimento e pressentimento dos verdadeiros alvos de Hitler, de sua formação em ocultismo, das lojas secretas das quais ele era membro, da ideologia que ele tornou sua. Elas ignoravam quem o havia colocado nessa posição, quem o financiava e nada sabiam dos motivos ocultos que essas pessoas sustentavam durante a Segunda Guerra Mundial. A ideologia de Hitler nada tem a ver com o que designamos com o nome de ‘‘realidade geral’’, tal como é contado nos livros escolares sobre o terceiro Reich NAZISTA.
Hitler era um místico, um alquimista e ocultista até a ponta dos pés, apesar de ter usado seu conhecimento e poder (a sua Alma sempre foi praticante de magia negra ao longo de suas encarnações) para servir às trevas, e é preciso situá-lo nessa ótica para compreender o que se passou durante o terceiro Reich. Para a maior parte dos historiadores ‘‘materialistas’’, que contam a história oficial, os processos dos criminosos de guerra em Nürenberg eram uma mistura de contos dos Irmãos Grimm e de contos de Fadas enfadonhos. {De acordo com o calendário e a profecia Maia (indígena), Hitler era o último Senhor das Trevas. Cada Senhor das Trevas reinava 52 anos e eles eram nove. (Nove vezes 52 anos é igual a 468 anos). O reinado de Hitler começou em 1935 e terminou em 1987, O ANO quando se iniciou a CONVERGÊNCIA HARMÔNICA – e a Terra iniciou contato com o Cinturão de Fótons.}
Projeto do Haunebu II
Observem que os Senhores das Trevas também são divinos e têm tarefas específicas, embora elas às vezes sejam terríveis e desprezíveis; porém o objetivo deles é trazer uma experiência de aprendizado para as massas. Hitler encaixa-se neste papel divino de maneira requintada; sua vinda atendeu os anseios por um libertador para o povo alemão e o seu papel era ensinar ao mundo que as guerras jamais deveriam acontecer novamente.
Por isso, não haverá uma terceira guerra mundial na Terra. Haverá mais uma grande guerra que será abafada, contida, para não chegar a ser global. Provavelmente ela acontecerá no Oriente Médio, e de forma bem clara ela já está escrita para acontecer neste exato momento.
Símbolo do SOL NEGRO (Schwarze Sonne, ou S.S. em alemão) uma estrela Anã Marrom companheira de nosso sol à qual os nazistas prestavam culto…(secretamente) 
Voltando a Nüremberg, por falta de conhecimento das verdade oculta por trás do nazismo, as pessoas não podiam colocar-se na pele dos acusados nem tinham conhecimentos prévios para alcançar o que esses homens relatavam. Dieter “Rüggeberg expôs isso com justiça dizendo: ‘‘Somente um ocultista pode reconhecer outro.”  
Nos capítulos sobre as sociedades Thule e VRIL, deter-nos-emos mais sobre as ideologias que os sustentavam. Hitler e essas sociedades secretas sabiam muito mais sobre a origem do ser humano, sobre a origem e constituição da terra, UFOs, extraterrestres, deuses antigos, sobre a antigravitação, sobre a ‘‘energia livre’’, do que nos tem sido ensinado em nossos dias.
Por esse motivo, com receio de que o homem comum e desavisado pudesse descobrir esses segredos, os Aliados esconderam os documentos, livros e escritos relativos a esses assuntos referentes aos segredos dos nazistas alemães, seu contato com uma civilização extraterrestre (de um sistema solar da Constelação de Órion), ou até mesmo proibiram que fossem lidos. Eles asseguravam assim a possibilidade da humanidade continuar sendo manipulada.
Os Aliados e mais fortemente os EUA tinham um interesse capital em obter a tecnologia nazista desenvolvida pela ‘‘Sociedade Vril’’. Suas descobertas tinham sido mantidas secretas pelo terceiro Reich. São os russos que tiveram, a princípio, em mãos os planos de construção de todas as aeronaves.  Os cientistas alemães mais destacados, tais como Victor Schauberger e Werner von Braun, caíram nas mãos dos americanos e foram levados para trabalhar nos EUA através da  Operação Paperclip.
Hoje em dia, um dos maiores segredos referente à assuntos de segurança dos EUA se refere à construção de engenhos voadores desenvolvidos segundo esses planos, bem como de novas tecnologias obtidas através dos contatos dos militares americanos, a partir de 1947, (a queda de um UFO em Roswell) com outra raça de alienígenas. Esse foi, entre outros, um dos motivos que provocou o assassinato do presidente americano J. F. Kennedy. Houve ainda outras diferentes experiências feitas durante o terceiro Reich. Revelá-las agora desorientaria completamente a maior parte dos leitores agarrados à “sua” concepção original do mundo. Esses casos serão mais adiante o assunto de um capítulo separado.
Por que a maioria da humanidade nunca nada ouviu a esse respeito? Citemos, comor exemplo, a tentativa de criação de um território Nazista Alemão, o chamado Neuschwabenland (Nova Suábia) na Antártica, durante o final da Segunda Guerra Mundial.
Com o aumento do degelo começaram a aparecer as estranhas e enormes aberturas para o interior da terra na Antártida. Seriam acessos para uma base subterrânea? Uma base construída pelos nazistas?? São aberturas grandes o suficiente para receber UFOs de tamanhos razoáveis!!
Por que o almirante Richard E. Byrd necessitou de mais de 4.000 soldados americanos armados, de um porta aviões e de um grande auxílio militar quando partiu para, conforme declaração do governo dos EUA à época, “explorar a Antártida”, em 1947,? O que aconteceu para que ele voltasse somente com algumas centenas de homens vivos? Aparentemente eis aí perguntas sem respostas.
Por que tão poucas pessoas ouviram falar dos acontecimentos e dos desenvolvimentos relativos a Nikola Tesla, dentre os quais,‘‘as máquinas de geração de energia elétrica livre’’, a transmissão de energia elétrica sem fio,‘‘a  antigravitação’’ assim como ‘‘alterações meteorológicas por meio de ondas estacionárias’’, e uma arma letal chamada o Raio da Morte?
Quais seriam as conseqüências se tivéssemos acesso ao conhecimento das formas de energia livre, àquela da utilização das naves voadoras, que não necessitam mais do que um campo eletromagnético como fonte de energia (a mesma força natural de energia livre que movimenta esferas gigantescas como os sóis, planetas, luas, e galáxias inteiras, sem precisar de motores e combustível??), e se pudéssemos utilizá-las para nosso próprio uso, como combustível por exemplo? Isso significaria que não teríamos mais necessidade de utilizar gasolina. Não haveria mais dejetos, portanto, não haveria mais poluição.
Acima: A imagem da esquerda tirada antes de 23/02/2006 e a imagem da direita depois de 23/02/2006 no mesmo local, já com a abertura aparecendo, em consequência do aumento do degelo no continente da Antártica. 
Não teríamos mais necessidade de centrais nucleares, os seres humanos não poderiam mais ser encerrados num país atrás de fronteiras, e, principalmente, teríamos muito mais tempo à nossa disposição, pois também não seria mais necessário trabalhar tanto para obtermos alimento, pagar o custo do aquecedor, da rede elétrica, do combustível, dos transportes.
Poderíamos aproveitar esse tempo para meditar, por exemplo, sobre o sentido da vida e qual a razão para o homem existir. E essas formas de energia existem. As tecnologias foram criadas e existem pelo menos há mais de 90 anos e nos foram sonegadas e ocultadas. Por que isso ficou em segredo? Por que, pelo embargo da energia, da alimentação e pelo ocultamento dos conhecimentos, é possível exercer um maior controle sobre os seres humanos de nosso planeta.
Outra imensa abertura se revela no solo da Antártica.
Se qualquer um vier a descobrir e a utilizar esses conhecimentos, os controladores, entre os quais osIlluminati ou outros egoístas a serviço das trevas não poderão mais brincar de os todo-poderosos. As igrejas, as seitas religiosas, as drogas, as religiões, os partidos políticos, os políticos corruptos, o próprio senso de nacionalidade perderiam igualmente sua importância. É pois importante para os integrantes de sociedades como os Illuminati que essas coisas permaneçam ocultas do resto do mundo, assim seu poder permite-lhes continuar a alimentar a sua necessidade de controle através do medo permanente da humanidade. Este é somente um aparte para mostrar que o tema dos UFOs-Ovnis é mais explosivo e real do que muitos querem admitir.
Para saber mais:
A ‘‘estratégia de estigmatizar e ridicularizar pesquisadores do assunto OVNIs e Sociedades Secretas e assuntos correlatos’ (tudo que desafia a história “oficial”)’ é parte do comportamento do Establishment que controla a Mídia Mundial (nas mãos de integrantes dos Grupos de Controle como os Illuminati, Cabala, Khazares, Deep State, etc…).
Incluí-se aqui que o primeiro mandamento de uma loja secreta é nunca citar o nome da loja em público: pronunciar mesmo o nome de um irmão da loja é às vezes passível de pena de morte.
Qualquer um que pronunciasse, na escola secreta de Pitágoras por exemplo, o último teorema de Pitágoras, ‘‘o octógono’’, era passível da pena de morte. O octógono é uma chave importante para compreender a Merkabah, a designação do campo magnético natural de um ser humano  evoluído e desenvolvido “ESPIRITUALMENTE” e leva,  pois, ‘‘à iluminação’’, isto é, a uma solução de todos os problemas definitivamente. Saber guardar um segredo é uma força interna.
O ser humano realizado em seu potencial espiritual e sua Merkabah
Isso permite conduzir bem as operações sem encontrar entraves, complicações legais ou um adversário potencial. Isso dá nascimento também a uma ligação, aquela de um grande saber, entre aqueles que sabem.Nesta parte de nossa narrativa no livro, vamos analizaruma pssagem de uma passagem de um livro, da cena principal de O Nome da Rosa, de Umberto Ecco, quando o abade cego pergunta ao inquiridor William de Baskerville (personagem de Sean Connery):
-‘‘O que desejais verdadeiramente?’’ 
Baskerville responde:
–‘‘Eu quero o livro grego, aquele que, segundo vós, jamais foi escrito. Um livro que só trata da comédia, que odiais tanto quanto o riso. Trata-se provavelmente do único exemplar conservado do segundo livro da poesia de Aristóteles. Existem muitos livros que tratam da comédia, porque esse livro e precisamente tão perigoso?’’ 
O abade responde:
-‘‘Porque ele é de Aristóteles e vai fazer rir’’.
Baskerville replica: 
-‘‘O que há de tão inquietante no fato de que os homens possam rir?’ 
O abade responde:
–‘‘O riso mata o medo, e sem medo não pode haver Fé. Aquele que não teme o Diabo não necessita mais de deus’’.(nem de sacerdote e religiões, ou seja, não precisa mais de “CONTROLE” e caro leitor, esse deus é com letra minúscula mesmo!!)
Esta frase aproxima-nos mais do que podemos imaginar, da solução de muitos problemas que há no planeta Terra. Muitos dentre os leitores o sabem ou, espera-se, o descobrirão logo.Que o leitor torne a ler, pois, uma segunda vez essa citação.
Se uma loja secreta engana o público, mentindo-lhe e manipulando-o para alcançar um poder político e econômico, em detrimento de outros, ou da maioria, guardar um segredo pode tornar-se como o exemplo precedente, um instrumento de morte.Isto não significa que todas as sociedades secretas sejam destruidoras ou maldosas. Por exemplo, um dos numerosos ramos dos franco-maçons que surgiu após 1307 é oriundo dos Cavaleiros Templários, que foram perseguidos pelo Vaticano, por ordem do rei francês Filipe IV, o Belo.

Aqueles que puderam escapar da prisão e da tortura imposta pelos inquisidores se refugiaram principalmente em Portugal, na Inglaterra e na Escócia. Lá, eles trabalharam em segredo durante séculos para trazer justiça ao mundo e para fazer crescer os direitos dos seres humanos.
Mas a história mostra que, de outro lado, sociedades secretas tais como, por exemplo,‘‘o 33.º grau do Rito Escocês dos franco-maçons’’, podem ser uma força perigosa capaz de eleger governantes, derrubá-los se de servir-se de alianças secretas para provocar perturbações globais.
Muitíssimos livros surgiram tendo como assunto os Illuminati, mas em sua maioria eles estão disponíveis apenas em inglês (o autor do texto é francês). O que me constrange é que eles foram escritos freqüentemente por fanáticos, quer sejam católicos, mórmons, testemunhas de Jeová, quer sejam os fanáticos de direita ou de esquerda de qualquer partido.
Certamente eles perceberam o que se passa entre nós, mas seus argumentos foram muito subjetivos, e eles finalmente puseram a culpa sobre outro grupo ou sobre Satã. Por isso, procuro concentrar de forma relativamente sumária e sem preconceitos os fatos que me parecem ser os mais importantes, concernentes aos mais diferentes setores da política, da religião, dos grandes conglomerados, da Mídia de Massa e das finanças.
Assim, toda pessoa, mesmo sem religião, que se sente livre e capaz ( e tenha interesse) de refletir por si mesma, deveria poder aceitar esses fatos e ater-se as causas, qualquer que seja a cor de sua pele. O assunto deveria, pois, permitir-nos compreender por que os Illuminati  não desejam que qualquer um possa ter o direito de saber tudo. Nenhum autor pode provavelmente conseguir dar-nos uma imagem global perfeita do emaranhado das lojas, das altas finanças e da política secretas deste planeta.
Este livro visa principalmente a mostrar ao leitor qual é a finalidade dessas pessoas e a forma da qual elas se utilizam para isso.Como já mencionei, a ação dos Illuminati  remonta pelo menos até à Suméria antiga, mas falarmos disso agora nos levaria muito longe e nos faria deixar de lado nossa finalidade. Vamos, pois, começar a interessar-nos pelos franco-maçons.
Voltemos nosso olhar para os três últimos séculos, o que é amplamente suficiente, porque se os nomes e as instituições mudam no decorrer da história, a força que permanece, ao contrário, não muda. Para resumir, diremos que existem muito mais lojas e ordens secretas que este livro não menciona e que elas existem desde a noite dos tempos.
Este livro deve permitir compreender que lojas e ordens secretas estão estreitamente entremeadas, e pode levar-nos a pressentir também que existem, mais do que nunca, seres poderosos que têm concepções de valor e interesses ‘‘um pouco diferentes’’ dos nossos. Este livro existe para dar um apanhado global das organizacões negativas, que infelizmente são a maioria.
Uma vez que nosso mundo material não pode existir senão na polaridade, podemos partir do princípio que há também um potencial muito importante de forças positivas e construtoras que mantêm o equilíbrio. Somente a maior parte dos seres humanos não está consciente da existência de tais forças nem dos efeitos provocados por aqueles que as utilizam com finalidades muito precisas.
Isso explica, entre outras coisas, porque eles ainda se deixam abusar tão facilmente. A finalidade principal é a de mostrar os caminhos positivos, mesmo tratando desse tema tão negativo, para que possamos ter acesso à nossa liberdade por nós mesmos. Assim, poderemos ‘‘desenvolver’’  de conformidade com a nova era uma nova compreensão das forças cósmicas, das organizações em seu conjunto global, das relações de pessoa a pessoa e poderemos ampliar nossa consciência.
Que o leitor não se desencoraje se não puder dominar de imediato esse fluxo de informações. Se tiver muitas vezes dificuldade de compreensão ou se sentir-se perdido nessas confusões, ele não deve pular, entretanto, nenhum capítulo, pois a coerência depende da leitura de todos os capítulos. Que ele não se apresse nem hesite em fazer às vezes duas leituras. A bibliografia permite um estudo autodidata e convida-vos a aprofundar vossa viagem de descobertas através da selva de informações. A retrospectiva histórica só leva em consideração a ponta do iceberg  ou, para manter-nos no assunto, a ponta da ‘‘pirâmide’’.
 




Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
A religião organizada é desnecessária à espiritualidade.
Excelentes ensinamentos dos mestres têm sido contaminados pelo controle dogmático dessas religiões.
Discernimento sim; julgamento não.
Com discernimento é possível alcançar o espírito da letra de qualquer escritura e é também bem mais fácil escutar a voz da alma que vem do coração.
 

 
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Setembro 06, 2019

chamavioleta

(O SOL NEGRO)

Fonte: http://black.greyfalcon.us/thule.html.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 
 
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Em 1917, o ocultista Baron Rudolf von Sebottendorf, o discípulo de Gurdjeff, Karl Haushofer, o ás piloto Lothar Waisz, o prelado Gernot da secreta “Societas Templi Marcioni” (Sociedade do Templo Marcionita) e Maria Orsic, uma médium psíquica de Zagreb se encontraram em Viena. Todos haviam estudado extensivamente os ensinamentos da ordem “Golden Dawn” (Ordem Hermética da Aurora Dourada ou  Ordem Hermética do Amanhecer Dourado), seus ensinamentos, rituais e, especialmente, seu conhecimento sobre lojas secretas asiáticas. Sebottendorf e Haushofer eram viajantes experientes da Índia e do Tibete e muito influenciados pelos antigos ensinamentos e mitos desses lugares. Durante a Primeira Guerra Mundial, Karl Haushofer fez contatos com uma das sociedades secretas mais influentes da Ásia, os Chapéus Amarelos Tibetanos (Gelug-pa).


 
As raízes Míticas e Ocultistas do Nazis
Em 1919, Karl Haushofer fundou uma segunda ordem secreta, o BRÜDER DES LICHTS (Irmãos da Luz), que mais tarde foi renomeada como VRIL-GESELLSCHAFT. Na sociedade VRIL, ele uniu a nova ordem templária DIE HERREN von SCHWARZEN STEIN (DHvSS – acrônimo para “Os Senhores da Pedra Negra”) que surgiu em 1917 da Ordem Teutônica e dos SCHWARZE RITTER (Cavaleiros Negros) da Sociedade Thule e da elite das S.S.- SCHWARZE SONNE (Sol Negro)
Para comparar ambas sociedades secretas, a THULE e a VRIL, é mais fácil dizer que a Thule-Gesellschaft lidou com interesses materiais e políticos, enquanto a Vril-Gesellschaft estava mais orientada para o OUTRO LADO, o “lado negro” do ocultismo e da sabedoria espiritual. Mas muitos conceitos que eles compartilhavam sobre temas míticos como a Atlântida, Hiperbórea, Agharta, Lemúria-Mu e a mítica Thule, a conexão básica entre os teutônicos e (os Anunnaki, Nephilim) a Mesopotâmia (antiga Suméria), mas também os antigos lugares sagrados na Alemanha, como o Externsteine (pedras externas) ou o Hausberg em Stronegg, eram áreas de pesquisa comum para ambas as sociedades, Thule e Vril.
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Duas imagens diferentes da Terra e do polo norte apresentando a mesma anomalia (destaque) no “topo do planeta” (Polo Norte), uma provável abertura para um mundo interior, por muitos conhecido como
AGHARTA
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Sebottendorf e Haushofer eram viajantes experientes da Índia e do Tibete e muito influenciados pelos antigos ensinamentos e mitos desses lugares. Durante a Primeira Guerra Mundial, Karl Haushofer fez contatos com uma das sociedades secretas mais influentes da Ásia, os Chapéus Amarelos Tibetanos (Gelug-pa). Esta seita foi formada em 1409 pelo reformador budista Tsong-kha-pa. Haushofer foi iniciado nessa ordem tibetana e jurou cometer suicídio caso sua missão falhasse. Os contatos entre Haushofer e os Chapéus Amarelos levaram nos anos 20 à formação de colônias tibetanas na Alemanha.
Os quatro jovens esperavam que durante algumas reuniões em Viena eles aprendessem algo sobre os textos  secretos reveladores dos Cavaleiros Templários e também sobre a fraternidade secreta Die Herren vom Schwarzen Stein (“Os Senhores da Pedra Negra”). O Prelado Gernot era dos “Herdeiros” dos Cavaleiros Templários, a “única verdadeira” sociedade Templária. Eles alegavam ser os descendentes dos Templários de 1307 que passaram seus segredos de pai para filho – até hoje. O Prelado Gernot aparentemente lhes contou sobre o advento de uma nova era – a mudança da Era de Peixes para a Era de Aquário.
Eles discutiram que nosso ano solar – de acordo com as doze revoluções do sol pelo zodíaco – era dividido em doze meses e, portanto, a revolução do nosso sol em torno do grande sol central (o Sol Negro dos mitos antigos) também foi dividida em doze partes. Juntamente com a precessão do movimento do Equinócio da Terra em forma de cone, devido à inclinação do eixo da Terra em cerca de 23º, isso determinaria o comprimento da passagem das eras zodiacais e astronômicas. Esse “mês cósmico” tem então 2.160 anos, o “ano cósmico” 25.920 anos. Segundo os Templários, a próxima mudança não seria apenas uma mudança comum das eras astronômicas, mas também o fim de um ano cósmico e o início de um ano absolutamente novo.
A parte principal das discussões tratava dos antecedentes de uma seção do Novo Testamento,  Mateus 21:42-44Pois ali Jesus se dirigiu aos judeus:
“Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras:A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó.  –  Mateus 21:42-44
O texto original completo, que é mantido nos arquivos da “Societas Templi Marcioni“, diz isso ainda mais claramente. Mas o ponto é: nesse texto, Jesus realmente nomeia o “povo”, ele fala com os Teutões (soldados germânicos) servindo na legião romana e diz a eles que foi o SEU (os povos germânicos) povo que ele escolheu. Era isso que Sebottendorf e seus amigos pretendiam e queriam ter certeza: que o povo teutônico, ou seja, a raça ariana dos alemães, havia sido “contratada” por Jesus para trazer o reino da Luz sobre a Terra – na “Terra da Montanha da Meia-Noite” (Alemanha). O local onde o raio encontraria a Terra era a Montanha Untersberg, perto de Salzburgo, na Áustria.

Liderados por Ernst Schäfer (Centro) uma expedição nazista ao Tibete partiu de navio em 1937, mas encontrou obstáculos logo ao chegar a costa da Índia onde pretendia desembarcar. As autoridades britânicas desconfiavam das verdadeiras intensões da expedição e negaram acesso aos portos sob seu controle. Schäfer e Himmler (Waffen S.S.) ficaram furiosos e fizeram uma queixa formal. Temendo um incidente diplomático, o Primeiro Ministro britânico Neville Chamberlain garantiu um salvo conduto para que a Expedição prosseguisse.
Qual era a lenda da montanha Untersberg, na qual Hitler passou muitas horas observando seus estudos no Berghof? Os historiadores acham que, como o rei Arthur,Frederick Barbarossa está enterrado lá, esperando que um chamado o ressuscite dentre os mortos para ajudar o país em sua hora de necessidade. Essa não é a lenda da Untersberg, no entanto.
Em 1220, o Templário Komtur Hubertus Koch, retornando com uma pequena facção das Cruzadas, passou pela Mesopotâmia e perto da cidade antiga de Nínive, no Iraque moderno, recebeu uma aparição da deusa Isais (primeiro filho da deusa Ísis com o deus Set). Ela disse para ele se retirar para a montanha de Untersberg, construir uma casa lá e aguardar sua próxima aparição.

{ Em 1220, o templário Komtur Hubertus Koch, retornando com uma pequena facção das Cruzadas, passou pela Mesopotâmia e perto da cidade antiga de Nínive, no Iraque moderno, quando ele recebeu uma aparição da deusa Isais (primeira filha da deusa Ísis com o deus Setx). que lhe disse “constrói uma casa (comenda) na montanha Untersberg e aguarde minha próxima aparição”. É notável que Isais é dada como meia-irmão de Hórus, filho de Ísis e Osíris, associado ao princípio da Luz, enquanto Seth era a contrapartida do princípio das trevas / escuridão.}

Assim, Isais é a donzela do Graal original e as mulheres da Vril Gesselshaft a tomaram como líder espiritual, sugerindo que a adoravam e que ela era a rainha deAldebaran. Se isso é verdade ou não, em 1221, Koch ergueu seu primeiro Komturei (comenda) aos pés de Ettenberg, perto de Markt Schellenberg. Uma segunda estrutura maior se seguiu. Acredita-se que ao longo dos próximos anos, galerias subterrâneas foram escavadas em várias áreas do Untersberg, e em uma delas um templo para Isaisfoi construído.
Uma segunda aparição da “deusa” Isais ocorreu em 1226 para o Templário Komtur Hubertus Koch e foi repetida em outras ocasiões até 1238. Durante esse período, os Templários receberam “Die Isais Offenbarung, uma série de profecias (recentemente publicadas) e informações sobre o Santo Graal. Os Templários em Jerusalém tinham conhecimento dessas visitas, sobre as quais a Igreja desenhou um véu de silêncio. O que se segue em nossa narrativa é apenas tradição, mas pode ser de interesse.
Untersberg.jpg
Untersberg visto de Gaisberg acima do sul de Salzburgo. O proeminente pico duplo no fundo esquerdo é o maciço de Watzmann
É tradição alemã que os Templários receberam ordens para formar uma seita ocultista secreta no sul da Alemanha, Áustria e norte da Itália, conhecida como “Die Herren vom Schwarzen Stein” – Os Senhores da Pedra Negra – ou o acrônimo DHvSS, para abreviar, e isso é dito ser o verdadeiro significado oculto por trás da criação da organização S.S. Schutzstaffel nazista.
Dizia-se que o Santo Graal (“Ghral” é pedra sagrada, em árabe-persa) era um cristal violeta-preto, meio quartzo, meio ametista, através do qual os “Poderes Superiores” se comunicavam com a humanidade. Foi entregue à guarda dos cátaros e contrabandeada para fora da última fortaleza em Montsegur, na França, e escondida por quatro mulheres cátaras na noite de 14 de março de 1244. Há uma lenda cátara que 700 anos após a destruição da fé cátara, o Santo Graal seria devolvido aos seus legítimos detentores, DHvSS ou a S.S. Schutzstaffel nazista?
Pode ser interessante notar, a esse respeito, que a Casa de Chá projetada por Hitler e construída no Mooslahnerkopf em Obersalzberg, o pavilhão de pedra ainda hoje, tem uma semelhança impressionante com Montsegur quando vista sob certos ângulos a partir do pé do afloramento da grande rocha. Se isso foi uma coincidência permanece na mente de quem vê o local.
No final de setembro de 1917, Sebottendorf se reuniu com membros dos “Senhores da Pedra Negra” em Untersberg para receber o poder da “Pedra Preto-Roxa”, após a qual a sociedade secreta recebeu o nome. Os “Senhores da Pedra Negra”, que se originaram da sociedade marcionita em 1221, liderados por Hubertus Koch, que tinham como objetivo a luta contra o mal e a construção do reino da Luz de Cristo.
Um círculo se formou ao redor do barão Rudolf von Sebottendorf, que escreveu sobre isso em um livro que foi posteriormente banido pelo partido nazista Bevor Hitler kam: Eine historische Studie (Antes da vinda de Hitler), que viu a “Teutonic Order” em 1918 em Bad Aibling se tornar a (sociedade secreta) “Thule Gesellschaft” .
Os temas que eles tentaram vincular à política foram magia científica, astrologia, ocultismo e o estudo do conhecimento dos Templários, bem como práticas da “Golden Dawn”, como Tantra, Yoga e meditação oriental. Os membros da Thule-Gesellschaft acreditavam, após as Revelações de sua “deusa” Isais, em um Salvador Vindouro (alemão: Heiland = o Santo), o “Terceiro Sargon” que levaria à Alemanha ao pináculo da glória, o domínio do mundo e uma nova cultura ariana.
Guido von List (1905): Alguns dos ensinamentos mais importantes que influenciaram a Thule-Gesellschaft foram a construção ariana-germânica da seita (Wihinei) do filósofo Guido von List, a cosmologia glacial de Hans Hörbiger e uma tendência ao cristianismo dos marcionitas, desprezando o Antigo Testamento judeu. De qualquer forma, o círculo mais interno prometeu combater o judaísmo mundial e a Maçonaria e suas lojas.
Aos olhos da Thule Gesellschaft, da qual mais tarde surgiu o DAP (Partido dos Trabalhadores Alemães), o NSDAP (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães), a organização S.S.Schutzstaffel (Tropas de Proteção, um nome apenas para consumo externo), o povo judeu que havia sido acusado pelo deus do Antigo Testamento YAHVEH de “causar estragos na Terra” foi a razão pela qual o mundo sempre esteve envolvido em guerra e discórdia.
Longe de ser uma sociedade secreta marginal, a sociedade Thule Gesellschaft tinha membros que eram oriundos da velha aristocracia alemã. Essencialmente, tinha todas as crenças expostas por Rosenberg e foi o grupo a que Hitler chegou no início de sua ascensão ao poder. Era exclusivamente a sociedade de um homem rico e atraía seus membros dos escalões superiores da Sociedade da Baviera, e não era aberta à classe média ou aos trabalhadores da Alemanha.
De fato, era preciso mostrar pertencer a linhagem ariana pura desde à Guerra dos 30 Anos (1618-1648) para se juntar à sociedade, não se podia deformar ou mesmo ser simplesmente rico, feio e velho, era preciso ser uma das “pessoas bonitas”. Foi nessa época que o primeiro-ministro do governo da Baviera, Kurt Eisner (um judeu), foi assassinado por um jovem descontente Anton Graf Arco, que havia sido recusado em sua admissão na Sociedade Thule, provavelmente porque era de ascendência judaica. Um dos principais suspeitos que a polícia questionou era o líder da Sociedade Thule. 
Aqui podemos entender que o elitismo e o racismo eram uma parte importante dos sistemas de crenças daqueles que formularam a doutrina nazista inicial. O assassinato ocorreu em uma atmosfera de medo geral entre a elite bávara de que o bolcheivismo (o comunismo, e com isso o confisco de sua riqueza) estava fazendo importantes avanços no final da guerra e que havia muita “influência judaica” no movimento comunista (no que estavam absolutamente corretos). Isso foi “confirmado” pela eleição do socialista judeu Kurt Eisner para o governo da Baviera.
Artigo demasiado grande para este blogue.
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NR: 
Os líderes supremos e ocultos do sionismo usam os mesmos símbolos. Segundo Benjamin Fulford, o atual primeiro ministro da Cazária (Israel) Benjamin Nathaniel é secretamente de religião satânica e usa o talmude judaico como cobertura. Os sauditas também são e usam o Islão como cobertura. Nos EUA os neocons liderados polos Rockefellers, Bushes, Clintons, etc. também são satânicos com cobertura de cristãos e judeus.





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Julho 28, 2017

chamavioleta


A família BUSH (que “deu” dois presidentes aos EUA) E SUA relação incontestável com o NAZISMO.

Por Victor Thorn

Fonte: http://port.pravda.ru/ e http://www.rebelion.org

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

 


 
 
A Família Bush, dos dois presidentes norte americanos e o Preço do Sangue Derramado pelos Nazistas. Voces já se perguntaram alguma vez como Adolf Hitler, um artista miserável e medíocre que vivia em albergues, pôde converter-se no deus e füehrer (líder) proeminente da Alemanha nos anos 30 e 40?
 
Um artigo bem documentado, revelando o DNA da família Bush. Leia e os seus cabelos ficarão arrepiados!
 
 
Uma parte importante da estrutura financeira da família Bush foi constituída por meio de sua ajuda a Adolf Hitler desde muito cedo. Voces podem imaginar os desdobramentos desta afirmação?
 
O então presidente dos Estados Unidos George W. Bush, assim como seu pai (George H.W. Bush-um ex-presidente, vice-presidente e diretor da CIA) chegaram ao ápice da hierarquia política norte-americana porque seu avô, seu pai e sua família haviam ajudado e acalentado os nazistas e Adolf Hitler.
 
O que é ainda mais deplorável é o fato de que a família BUSH de nossos dois presidentes formava parte do grupo das pessoas que financiaram a máquina de guerra nazista, e se locupletaram e enriqueceram com ela.
 
O que quero dizer é que: Quantos sem-teto você conhece (ou conheceu) que tenham tido tal sorte? Para qualquer um que vocês conheçam, o fenômeno nazista não foi mera casualidade. Pelo contrário, foram os banqueiros desde Wall Street (entre outros) os financiadores ocultos desta meteórica ascensão ao poder de Hitler.
 
Os autores Webster G. Tarpley e Anton Chaitkin, em “George Bush: The Unauthorized Biography“ resumem a situação desta maneira: “Ao decidir que Prescott Bush [o avô de George H.W. Bush] e os outros diretores do Union Banking Company (UBC) eram legalmente TESTAS-DE-FERRO DOS NAZISTAS, o governo evitava o problema histórico mais importante: em que medida os próprios nazistas de Hitler foram contratados, armados e adestrados pelas camarilhas de Nova York (Wall Street) e de Londres, das quais Prescott Bush era um dos principais executivos?”
 
Portanto, antes de entrar nos elementos essenciais deste artigo, começarei dizendo que o que voces vão ler aqui não é nada de “inédito”. Já está disponível e documentado através de toda uma série de fontes, e não pensem que minha intenção é fazer novas revelações. Meu objetivo é oferecer um resumo de como os serviços de informação holandeses e os arquivos do governo norte-americano confirmam sem margem de erro ou dúvida sobre “os laços diretos entre Prescott Bush, a família alemã Thyssen, nazista de primeira hora e os lucros sangrentos obtidos de “nossa” Segunda Guerra mundial. Este dinheiro sujo de sangue foi obtido via banco UBC, no qual Prescott Bush e seu sogro, George Herbert Walker, uniram forças com o industrial alemão Fritz Thyssen e financiaram Adolf Hitler e o nazismo antes e durante a Segunda Guerra mundial.
 
 
O livro de Webster G. Tarpley e Anton Chaitkin, em “George Bush: The Unauthorized Biography“
 
Ainda que um grande número de outras sociedades ajudasse os nazistas (como a Standard Oil (atual Exxon-Esso no Brasil) e o Chase Manhattan Bank, ambos dos Rockefeller, assim como grandes montadoras de automóveis estadunidenses), os interesses de Prescott Bush foram muito mais profundos e sinistros. Não apenas havia ligações financeiras, como também os laços comerciais estavam muito mais consolidados.
 
O que quero dizer é isto: uma parte importante da estrutura financeira da família Bush foi constituída por meio de sua ajuda a Adolf Hitler. Podem imaginar os desdobramentos desta afirmação? O então presidente dos Estados Unidos, assim como seu pai (ex-presidente, vice-presidente e diretor da CIA) chegaram ao ápice da hierarquia política norte-americana porque seu avô Prescot Bush), seu pai e sua família haviam ajudado e acalentado os nazistas. As perguntas que gostaria de fazer agora são as seguintes:
 
 
1) Por que o ex-presidente Bush não quer admitir estes crimes da sua familia?
2) Por que os meios de comunicação não o interrogam diretamente sobre esta situação terrível?
 
Naturalmente, alguém pode não acreditar que a família Bush ajudou diretamente os alemães nazistas, o que constituiu em essência uma grande traição contra seu próprio país. Contudo, essa é a triste realidade. Para prová-la, comecemos pelo principio.
 
Em 1922, W. Averell Harriman, este notório magnata das estradas de ferro, foi a Berlim com o objetivo de entrevistar-se com os membros da família Thyssen e de fundar uma filial bancária. E quem se converteu no presidente deste banco? George Herbert Walker, o sogro de Prescott Bush. Dois anos mais tarde, em 1924, o UBC foi criado com vistas a unir suas forças ao “Bank voor Handel von Scheepvaart” (Banco do Comércio e da Navegação) do nazista de primeira hora Fritz Thyssen.
 
E quem foi nomeado para dirigir diretamente a UBC? Prescott Bush. E ainda melhor para Prescott Bush foi o fato de que George Herbert Walker lhe deu uma ajuda incrível, em 1926, catapultando-o ao cargo de Vice-Presidente e sócio de negócios na Brown Brothers Harriman.
 
 
E quem levou Prescott com ele nesta empresa? Um punhado de seus antigos colegas de classe em Yale University pertencentes à (sociedade secreta) Skull & Bones (fundada como um capítulo dos Illuminati). Além disso, Prescott Bush era um dos sete acionistas originais do UBC.
 
Até este ponto, vocês poderão pensar: e daí? Nada parece extraordinário. São apenas negócios usuais. Mas as aparências enganam, como vamos ver em breve. É que, bem ao fim destes loucos anos 20 do século passado, aconteceu algo que, quando se vê no contexto de Prescott Bush, põe tudo em sua própria perspectiva.
 
Una vez mais citemos os autores Tarpley e Chaitkin em sua “Biografia Não Autorizada”: “o grande crack financeiro de 1929-1931 comoveu os Estados Unidos, a Alemanha e a Grã-Bretanha, debilitando todos os governos. Além disso, deixou o diligente Prescott Bush, mais desejoso ainda de fazer tudo o que fosse necessário para resguardar seu novo posto no mundo. Foi durante esta crise que certos anglo-americanos decidiram a instauração do regime hitlerista na Alemanha.”
 
 
Na foto as três gerações da família Bush, com GHWB e seu filho no colo, ambos mais tarde foram “conduzidos“ à Casa Branca e a presidência dos EUA.
 
E quem seria um dos personagens-chave para iniciar a troca da guarda na Alemanha? o sócio da família Bush, Fritz Thyssen. Aqui seria oportuno ver um pouco mais de perto o tipo de gente com quem os Bush estavam se metendo. Fritz Thyssen foi o primeiro em impulsionar o partido nazista recém constituído dando-lhe 25.000 dólares em meados dos anos 20. Em 1931, filiou-se ao partido nazista e logo se tornou amigo íntimo de Adolf Hitler. Ao longo dos anos, Thyssen acabou se convertendo no “primeiro e mais importante financiador de Hitler” e se tornou um dos personagens preponderantes em sua ascensão ao poder.
 
Thyssen estava fascinado por Hitler, e se gabava disto, declarando que: “Percebi seu talento de orador e sua capacidade de dirigir as massas. Contudo, o que mais me impressionou foi a ordem que reinava durante seus encontros, a disciplina quase militar de seus seguidores.“
 
Em setembro de 1932, Thyssen convidou um membro da indústria alemã a entrevistar-se com Hitler e tudo correu de forma perfeita depois que Hitler respondeu a cada pergunta à sua “inteira satisfação”.
 
 
Thyssen estava tão entusiasmado em seus elogios, e em seu apoio ao nazismo, que logo escreveu um livro intitulado: “I Paid Hitler” (Eu Financiei Hitler) onde explica claramente o seu papel no nazismo desde outubro de 1923.
 
Fritz Thyssen também se utilizou de sua influência pondo em marcha o “German Steel Trust” (Consórcio Siderúrgico Alemão), fundado em 1926 pelo grande manda-chuva de Wall Street, Clarence Dillon. E quem foi um dos auxiliares de Bush neste projeto? o pai de Prescott Bush, Sam Bush. Por conseguinte, Fritz Thyssen se converteu num dos homens mais importantes da máquina de guerra alemã devido à sua posição no German Steel Trust.
 
Sua família (os Thyssen) sob seu comando também controlava inúmeros bancos que permitiam aos Thyssen transferir seu dinheiro de Berlim para a Holanda, e de lá para Nova York. Desta forma, quando terminou a Segunda Guerra Mundial, não se veriam obrigados a renunciar a seus lucros.
 
Mas estou me adiantando. Como podem ver, durante os anos vinte, a família Thyssen fundou três bancos extremadamente importantes:
 
 
1) August Thyssen Bank – Berlim
2) Bank voor Handel em Scheepvaart – Holanda
3) Union Banking Corporation (UBC) – Nova York
 
 
Aqui começamos a a desvendar a charada. Por quê? Porque os Thyssen obtiveram seu financiamento inicial a partir de duas instituições que lhes permitiriam lançar suas operações de instalação de uma máquina de guerra: a Brown Brothers Harriman e o banco UBC. E quem eram os elementos-chave destas duas instituições? George Herbert Walker e Prescott Bush!
 
Assim, o UBC foi criado para facilitar a transferência de fundos entre Manhattan e a Alemanha através dos bancos holandeses de Thyssen. Neste empreendimento, os Thyssen obtiveram a assistência da família real holandesa, que cooperou para esconder suas contas em toda uma série de bancos holandeses. Este detalhe é importante, já que o perpetrador destas operações foi o príncipe Bernhard da Holanda em pessoa, que mais tarde seria um dos fundadores do notório GRUPO BILDERBERG, fundado em 1954!
 
Mais informações sobre o Grupo Bilderberg:
 
 
Desde então, a UBC se converteria em um canal secreto para o dinheiro nazista, já que saía da Alemanha até os Estados Unidos, passando pelos Países-Baixos-Holanda. E quando os nazistas tinham necessidade de se reabastecer de recursos, a Brown Brothers Harriman mandava seus fundos de volta a Alemanha. Começam a entender como funcionavam estas operações?
 
O UBC recebia o dinheiro da Holanda e a Brown Brothers Harriman o reenviava. E quem fazia parte do Conselho Diretivo destas duas companhias? Acertaram! Prescott Bush em pessoa, o principal lavador de dinheiro dos nazistas nos EUA!
 
Suas operações eram tão flagrantes e chocantes para os norte-americanos que em 10 de outubro de 1942, o governo norte-americano ordenou o confisco de todas as operações bancárias nazistas em Nova York, cujo responsável não era outro senão Prescott Bush. O UBC, dirigido por Prescott Bush, foi acusado de infração à “Lei contra o Comércio com o “inimigo” nazista” e todas as suas ações foram seqüestradas. E se recordam de quem possuía todas estas ações? Não havia mais que sete pessoas: Prescott Bush, três banqueiros nazistas e três norte-americanos.
 
Mas a limpeza não ia terminar por aí; não sem acertar na mira. Em 26 de outubro de 1942, o governo ordenou o confisco de outras duas empresas de fachada, dirigidas por Prescott Bush para a corporação financeira Harriman:
 
1) Holland-America Trading Corporation (Sociedade Comercial Holanda-América.)
2) Seamless Steel Equipment Corporation (Sociedade de Equipamentos de Tubos de Aço).
 
Então, em 11 de novembro de 1942, outra companhia dirigida por Prescott Bush e George Herbert Walker foi confiscada, pela mesma “Lei contra o Comércio com o Inimigo”, a Silesian-American Corporation. Não sei se vão concordar comigo, mas se nosso governo foi a esse extremo de fechar estes empresas da família Bush, me parece que era porque estavam metidas em negócios bastante tenebrosos.
 
 
John Loftus, que foi citado no começo deste artigo, disse desta situação traiçoeira: “Já é bastante grave que a família Bush ajudasse a levantar o dinheiro que Thyssen deu a Hitler nos anos 20, mas conceder apoio e conforto ao inimigo em tempo de guerra é traição ao país. O banco dos Bush ajudou a família Thyssen a fabricar o aço nazista que matou soldados aliados.“
 
Tarpley e Chaitkin, em “George Bush: Uma Biografía Não Autorizada”, são mais objetivos: “A fortuna da família dos dois presidentes dos EUA foi em grande parte um resultado do projeto nazista de Hitler. “
 
Ainda não estão convencidos? Pois bem, o que dizem disto: o UBC, dirigido por Prescott Bush, e em cooperação estreita com o German Steel Trust de Fritz Thyssen, produziu as seguintes porcentagens de matéria prima essencial da máquina de guerra nazista:
– 50.8% do ferro gusa
– 41.4% de chapas largas de aço
– 36% chapas reforçadas de aço
– 38.5% do aço galvanizado
– 45.5% de canos e tubos de aço
– 22.1% arames
– 35% dos explosivos
 
Todos os materiais acima citados são necessários para se construir blindados, aviões de combate, canhões, navios, submarinos e bombas, – aproximadamente 1/3 de toda a máquina de guerra alemã foi bancado não apenas por um nazista declarado como Fritz Thyssen, mas também pela família Bush dos EUA.
 
Seja como for, se já não estão enojados o bastante, façamos um pequeno salto de alguns anos. A guerra termina em 1945 e Fritz Thyssen morre em 1951. Com sua morte, os demais acionistas do UBC encerraram suas participações (se tratava dos mesmos bens congelados pelo governo em 1942 sob a “Lei Norte-americana de Custódia de Bens Estrangeiros” e que não foram restituídos antes de 1951). E adivinhe quem foi um dos grandes beneficiários… acertaram – Prescott Bush! E quanto dinheiro ele recebeu? 1,5 milhão de dólares.
 
 
A Sociedade Skull & Bones (Crânio e Ossos, em português) é criada como uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos, fundada em 1833. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft. Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado em uma sociedade secreta alemã (ILLUMINATI), a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale da SOCIEDADE SECRETA ILLUMINATI, uma sociedade alemã ILLUMINATI da BAVIERA. Os dois Geoge Bush, pai e filho são membros dessa sociedade!!
 
Por coincidência, o senhor Bush se apossou deste dinheiro e imediatamente utilizou-o para abrir seu próprio negócio. Conveniente, não? Pior ainda, os amigos de Prescott Bush (os mesmos traidores de Wall Street que financiaram Hitler) são igualmente os mesmos que com o tempo fizeram de George Bush pai diretor da CIA nos anos 70 e colocaram ele e seu filho na Casa Branca. Agora entenderam porque Dan Rather e o New York Times não veiculam este tipo de informação?
 
Para confirmar os detalhes acima mencionados, vieram a tona novas informações em 1996, provenientes de três fontes distintas:
a) o jornalista holandês Eddy Roever,
b) os informes confidenciais liberados pela “Lei Norte-americana sobre a Liberdade de Informação” e
c) os “Arquivos sobre a Custódia de Bens Estrangeiros”. As informações provenientes destas fontes dão uma imagem ainda mais repugnante da situação.
 
Parece que o banco UBC era propriedade dos Thyssen. Por conseguinte, a principal casa bancária da família Bush estava em mãos de um dos nazistas mais notórios de todos os tempos, e que, além disso, era seu patrão! A grande questão, a esta altura, é saber se Prescott Bush estava consciente de seus laços com os nazistas e de seus negócios.
 
 
Um olhar revelador de George H.W. Bush, em momento shapeshifting, os seus olhos (azuis) se transformaram nos olhos de um reptiliano com as pupilas verticais. Talvez aqui esteja uma grande pista da “origem” da família BUSH!!!
 
Considerada toda a informação proporcionada por este artigo, diria que ele como DIRETOR do UBC era de sua responsabilidade supervisionar qualquer investimento, incluindo para quem era feito e para onde os recursos eram enviados.
 
Outra observação interessante, é que a família ROCKFELLER também investiu pesadamente na máquina de guerra nazista.
 
Como se verificou, O BANCO UBC TAMBÉM foi um elemento essencial na lavagem do dinheiro sujo proveniente dos investimentos da família Rockefeller na Alemanha, durante a segunda guerra mundial. Este cenário fica mais interessante quando descobrimos que o banco dos Rockefeller – o Chase Manhattan – acabou se tornando proprietário de 31% do grupo Thyssen depois da Segunda Guerra Mundial. Este detalhe é muito importante já que o TBC (o grupo Thyssen) é a maior indústria da Alemanha hoje em dia, valendo muitos bilhões de dólares.
 
 
“Chocante em suas divulgações, elegantemente trabalhado e perfeitamente comedido em seus julgamentos, Family of Secrets é nada menos que um primeiro retrato histórico completo da dinastia BUSH e da época em que se forma. De revelação a revelação, de uma visão desde o assassinato de Kennedy para o escândalo Watergate, às intrigas da indústria do petróleo e da indústria financeira que estão por trás das manchetes de hoje é um drama arrebatador sobre dinheiro e poder, forças invisíveis, e o triunfo emblemático de uma linhagem que semeou a tragédia nacional. Famíly of Secrets de Russ Baker vai tomar o seu lugar como uma das obras mais surpreendentes e influentes da história do jornalismo norte americano “-. Roger Morris, ex-membro da equipe sênior, do Conselho de Segurança Nacional
 
O grupo Thyssen é tão grande que inclusive adquiriram o grupo alemão Krupp, outro infame fornecedor de armas dos nazistas. Resumindo, o grupo constitui uma das mais ricas multinacionais do planeta, e de onde vem seu capital inicial? Dos nazistas!
 
Temos portanto conexões com as três maiores organizações comerciais do mundo. O príncipe Bernhard, que fundou o Grupo Bilderberg, permitiu que a família Thyssen lavasse seu dinheiro via Holanda, enquanto que os Rockefeller adquiriam aproximadamente 1/3 do controle da Thyssen (foi David Rockefeller quem fundou a Comisão Trilateral).
 
E, finalmente, a Brown Brothers Harriman e o banco UBC, através das quais o dinheiro nazista era encaminhado para os Estados Unidos, foram fundados principalmente por membros da fraternidade (sociedade secreta Illuminati) Skull & Bones da Yale University, todos eles fundamentais na criação do Conselho de Relações Exteriores (CFR). É possível de se começar a entender como todas estas organizações estão interligadas qual tentáculos de um polvo gigante?
 
Para concluir nós discutimos neste artigo como a fortuna da família Bush foi amealhada sobre o sangue vertido pelos nazistas e soldados norte americanos e de todas as nacionalidades que morreram na segunda guerra mundial. Além disso, num artigo anterior descobrimos que a família Bush também desfrutou de relações comerciais com a família saudita de Osama Bin Laden no transcorrer dos últimos trinta anos, e ambas pertenciam ao Grupo Carlyle do complexo militar industrial.
 
Tendo isso em mente, a quem George W. Bush, seu pai George H.W. Bush e seu avô Prescot Bush foram leais, e que tipo de decisões vimos que ambos tomaram enquanto à frente da presidência dos EUA, que beneficiaram cidadãos norte americanos comuns, ou foram aquelas decisões tomadas pelos seus mentores? Se me perguntassem, diria que estivemos em enormes apuros (ainda estamos com Obama…). Victor Thorn.
 
 
“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum”
 
Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.
 
“Aquele que controla os outros pode ser poderoso, mas aquele que DOMINA A SI MESMO é mais poderoso ainda.”
 
Lao Tsé (Filósofo chinês, fundador do Taoísmo, escreveu o “Tao Te Ching” 600 a.C.-531 a.C.)
 

 
 
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
 
 




 
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Março 26, 2017

chamavioleta

A volta do nazismo? 

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

 

Por que livro Mein Kampf (Minha Luta) de Hitler virou best-seller após 70 anos de proibição

 

 
Hitlersuástica 
 
 
Pouco antes de o livro Mein Kampf (Minha Luta), de Adolf Hitler entrar em domínio público, no ano passado, a Alemanha se deparou com o dilema sobre como lidar com os escritos do homem que está no centro do capítulo mais sombrio da história do país e da Europa.
 
 
Nos 70 anos anteriores, o Ministério das Finanças do Estado da Baviera manteve o controle sobre os direitos autorais da obra – e, assim, impediu a republicação da notória obra antissemita escrita por Hitler, Mein Kampf (Minha Luta) na Alemanha.
 
 

 
 
 
A Alemanha tinha como opção de seguir o caminho mais liberal adotado nos EUA, no Reino Unido, Canadá e Israel, que deixam a sociedade civil lidar com o Mein Kampf. Outra opção era fazer como a Áustria e outros países no passado, proibindo o livro de Hitler. Mas a Alemanha rejeitou ambas as opções e optou por uma abordagem altamente paternalista.
 
 
O Estado da Baviera deu meio milhão de euros para o Instituto de História Contemporânea (IfZ, na sigla em alemão), com sede em Munique e parcialmente controlado pelo governo, para produzir uma edição crítica comentada do livro de Hitler. 
 
 
Mein Kampf-Minha Luta-hitler
Mesmo chamada de ‘tediosa’, nova edição de ‘Mein Kampf’ (‘Minha Luta’) está na lista dos mais vendidos da Alemanha há meses
 
 
O que é o Mein Kampf?
 
  • Publicado originalmente em 1925 – oito anos antes da chegada de Hitler ao poder
  • Editado pelo vice-líder de Hitler, Rudolf Hess, o livro aborda sua ideologia política
  • Inclui os futuros planos dele para o país, como o Lebensraum (Espaço Vital), a necessidade de colonizar territórios vizinhos para permitir que a Alemanha alcançasse seu potencial de desenvolvimento de forma plena
  • O direito autoral sobre a obra, após a Segunda Guerra Mundial, foi dado ao Estado da Baviera, que se recusou a permitir a republicação do livro por temer seu poder de incitar ódio
  • O livro caiu em domínio público no fim de 2015 e a nova edição vendeu milhares de cópias
 
Ao mesmo tempo, disse que processaria qualquer pessoa que publicasse edições não comentadas. Mas depois, em uma reviravolta, o governo da Baviera deu a entender que havia retirado o apoio financeiro para a edição comentada, deixando o IfZ sozinho no centro da polêmica.
 
 
Estratégia fracassada
 
 
Enquanto a data limite de janeiro de 2016 se aproximava, e, com ela, a publicação da nova versão do Mein Kampf, o instituto de Munique e autoridades do governo começaram a manifestar preocupação com possíveis consequências do lançamento. O instituto disse, na época, que seria perigoso se o Mein Kampf se tornasse um best-seller na Alemanha.
 
 
Mas, ao mesmo tempo, ele garantia ao público que isso nunca aconteceria. O diretor do instituto, Andreas Wirsching, declarou que seria irresponsável liberar o Mein Kampf para publicação sem comentários, porque neste caso todo mundo poderia fazer o que quisesse com o livro de Hitler.
 
 
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O livro caiu em domínio público no fim de 2015 e a nova edição do livro de Hitler vendeu milhares de cópias
 
 
O IfZ produziu uma edição de pouco apelo comercial, pesando 5,4 kg, incluindo 3.700 notas de rodapé e mais parecendo um tratado acadêmico. Até especialistas consideraram a leitura como extremamente tediosa. Por várias semanas foi quase impossível achá-lo nas livrarias, já que o instituto havia optado por fazer uma edição inicial com tiragem baixíssima. E mesmo as edições impressas demoraram – estranhamente – a chegar às lojas.
 
 
Mesmo assim, a abordagem paternalista defendida pelo instituto de Munique e autoridades alemãs fracassou completamente na tentativa de impedir que o Mein Kampf se tornasse um best-seller.
 
 
Primeira posição
 
 
O máximo que conseguiram foi adiar o aparecimento do livro de Hitler na lista de mais vendidos da Alemanha. O interesse do público parece na verdade ter aumentado, de forma desnecessária, nesta tentativa de ocultar o livro, que manteve viva sua aura de “obra proibida”. Pelo meio de abril, o Mein Kampf havia chegado aos primeiros lugares da famosa lista de best-sellers da Spiegel, onde ficou por várias semanas. Até agora ele está lá, na 14ª posição, apesar de muitas livrarias não terem o livro à mostra e outras só venderem sob encomenda.
 
 
A abordagem pode ter falhado mas, pelo visto, a preocupação com as possíveis consequências do livro de Hitler também se mostraram infundadas. Não há sinais de que as pessoas que compram o livro o estejam fazendo por outra razão senão curiosidade e interesse genuíno.
 
 
Também não há nenhuma razão para pensar que, em um ano, mais ou menos, esta primeira empolgação com todo o caso tenha desaparecido, e o Mein Kampf seja mais popular na Alemanha do que na Inglaterra ou nos EUA. Muitos devem se perguntar, como eu mesmo o fiz em um texto para o jornal alemão Die Welt, se não teria sido melhor seguir a abordagem liberal do mundo anglo saxônico, em vez do tratamento paternalista que desconfia da sociedade civil.
 
 
minha-luta-hitler
O jornal italiano Il Giornale foi criticado por distribuir cópias gratuitas do Mein Kampf na semana passada
 
 
Na verdade, alguém poderia até questionar se o sucesso de Mein Kampf – e o fato e ele levar os alemães a se engajar com seu passado – é tão ruim assim, em um momento em que políticos do mundo todo são constantemente comparados a Hitler e que ressurge um populismo parecido com os dos anos 1920.
 
  1. Os Discos Voadores dos nazistas …
 
O medo expresso na Alemanha e em outros lugares, claro, é de que o livro possa dar início a uma nova onda de antisemitismo e que permita o fortalecimento da direita radical. A preocupação cresceu com o anúncio da editora de extrema-direita alemã Schelm de que publicaria uma versão de Mein Kampf sem comentários. O Estado da Baviera pediu a promotores que processassem a editora.
 
 
O anúncio da Schelm deve ser visto como uma jogada de marketing, assim como a decisão, anunciada na semana passada, do jornal italiano Il Giornale de distribuir cópias gratuitas do livro de Hitler. Mas esses lances só se tornam possíveis porque o governo da Baviera decidiu impedir publicações do livro por 70 anos e é improvável que tenham um efeito duradouro.
 
 
Neonazistas e seus simpatizantes tinham acesso fácil ao livro pela internet por anos e, por isso, é improvável que sejam afetados pela volta do Mein Kampf impresso. Na verdade, não há correlação entre a forma com que os países lidaram com o livro no passado e a força de movimentos extremistas nesses locais. Pode-se argumentar que o perigo está em outro lugar: que é o paternalismo da abordagem alemã na republicação de Mein Kampf, mais do que o livro em si, que está fortalecendo o populismo (radicalismo) de direita.
 
 
 
Como o intelectual alemão Nils Minkmar alertou na Der Spiegel, a arrogância cultural e a “soberba em relação a classes menos educadas” está levando à “alienação das classes baixas da sociedade liberal”, e assim ao reaparecimento do populismo de direita no país que Hitler uma vez liderou.
 
 
Thomas Weber é professor de História e Assuntos Internacionais na Universidade de Aberdeen. Seu livro Wie Adolf Hitler zum Nazi Wurde (Como Hitler virou um nazista – Propyläen, 2016), será publicado em inglês pela Oxford University Press and Basic Books. @Thomas__Weber
 


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Publicado por Thoth3126 a 26/03/2017

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Atualização diária.

Novembro 28, 2015

chamavioleta

NAZISMO: HITLER

Um Instrumento das Trevas e do Anticristo 

 Parte 1

Posted by Thoth3126 on 27/12/2014





Certa manhã de setembro de 1912, Walter Stein e seu jovem amigo Adolf Hitler subiram juntos as escadarias do museu Hofsburg, em Viena, Áustria. Em poucos minutos encontravam-se diante da Lança de Longinus, posta, como sempre, no seu estojo de desbotado veludo vermelho. Estavam ambos profundamente emocionados, por motivos diversos, é claro, mas, seja como for, o disparador daquelas emoções era a misteriosa lança.

Dentro em pouco, Hitler parecia ter passado a um estado de transe, “um homem – segundo Ravenscroft – sobre o qual algum espantoso encantamento mágico havia sido atirado” . Tinha as faces vermelhas e seus olhos brilhavam estranhamente. Seu corpo oscilava, enquanto ele parecia tomado de inexplicável euforia …

Thoth3126@gmail.com

Um jovem de cerca de 20 anos vagava pelo Museu Hofburg, em Viena, Áustria, como de costume estava deprimido como nunca. O dia fora muito frio, pois o vento trouxera o primeiro anúncio do outono que se aproximava. Ele temia novo ataque de bronquite que se avizinhava. Ele temia um novo ataque no seu miserável quartinho numa pensão barata. Estava pálido, magro e de aparência doentia. Sem dúvida alguma, era um fracasso. Fora recusado pela Escola de Belas Artes e pela Arquitetura. As perspectivas eram as piores possíveis.


Museu Hofburg em Vienna, Áustria

Caminhando pelo museu, entrou na sala que guardava as jóias da coroa dos Habsburg, gente de uma raça que não considerava de boa linhagem germânica. Em 1907 havia feito exames de admissão à academia das artes de Viena, sendo reprovado duas vezes seguidas. Nos anos seguintes permaneceu em Viena sem um emprego fixo, vivendo inicialmente do apoio financeiro de sua tia Johanna Pölzl, de quem recebeu herança. Chegou mesmo a pernoitar num asilo para mendigos na zona de Meidling no outono de 1909. Os outros mendigos deram-lhe a alcunha de “Ohm Krüger” (segundo o historiador Sebastian Haffner).

Teve depois a ideia de copiar postais e pintar paisagens de Viena – uma ocupação com a qual conseguiu financiar o aluguel de um apartamento, na rua Meldemann. Pintava cenas copiadas de postais e vendia-as a mercadores, simplesmente para ganhar dinheiro, não considerando as suas pinturas uma forma de arte. Ao contrário do mito popular, fez uma boa vida como pintor, ganhando mais dinheiro do que se tivesse um emprego regular como empregado bancário ou professor do liceu, e tendo de trabalhar menos horas. Durante o seu tempo livre frequentava a ópera de Viena, especialmente para assistir a óperas relacionadas com a mitologia nórdica, de Richard Wagner, e cujas produções viria, mais tarde, a financiar, como meio de exaltação do nacionalismo germânico. Muito de seu tempo era dedicado à leitura.



À direita: O quadro “Maritime Nocturno”, pintado por Adolf Hitler quando tinha apenas 23 anos, foi leiloado em 30/01/2012 e arrematado por € 32 mil euros, num leilão online da leiloeira Darte, na Eslováquia. Predomina a COR de uma noite NEGRA.

Mergulhado em pensamentos pessimistas, nem sequer notou que um grupo de turistas, orientado por um guia, passou por ele e parou diante de um pequeno objeto ali em exibição no museu. -“Aqueles estrangeiros – escreveria o jovem mais tarde – pararam quase em frente ao lugar onde eu me encontrava, enquanto seu guia apontava para uma antiga ponta de lança. A princípio, nem me dei ao trabalho de ouvir o que dizia o perito; limitava-se a encarar a presença daquela gente como intromissão na intimidade de meus desesperados pensamentos.

E, então, ouvi as palavras que mudariam o rumo da minha vida: “Há uma lenda ligada a esta lança que diz que quem a possuir e decifrar os seus segredos terá o destino do mundo em suas mãos, para o bem ou para o mal.” Como se tivesse recebido um choque para despertar de um sono profundo, ele agora bebia as palavras do erudito guia do museu, que prosseguia explicando que aquela fora a lança que o centurião romano Longinus introduzira ao lado do tórax de Jesus, como descrito em João 19:34, para ver se o crucificado já estava “morto”. Tinha uma longa e fascinante história aquele rústico pedaço de ferro. O jovem mergulharia nessa história a fundo nos próximos anos. Ele se chamava Adolf Hitler.

Voltou muitas vezes mais ao Museu Hofburg e pesquisou todos os livros e documentos que conseguiu encontrar sobre o assunto envolvendo a Lança de Longinus. Envolveu-se em mistérios profundos e aterradores, teve revelações que o atordoaram, incendiaram sua imaginação e desataram seus sonhos mais fantásticos.



http://en.wikipedia.org/wiki/Spear_of_Destiny#The_legend_of_the_spear

Sabemos hoje, em face da prática e da literatura espírita, que os Espíritos, encarnados e desencarnados, vivem em grupos, dedicados a causas nobres ou sórdidas, segundo seus interesses (e carmas) pessoais. A inteligência e o conhecimento, como todas as aptidões humanas, são neutros em si mesmos, ou seja, tanto podem ser utilizados na prática do bem como na disseminação do mal.

Dessa maneira, tanto os bons espíritos, como aqueles que ainda se demoram pelas trevas, elaboram objetivos de longo alcance visando aos interesses finais do bem ou do mal. Em tais condições, encarnados e desencarnados se revezam, neste plano e no outro, e se apoiam mutuamente, mantendo constantes entendimentos especialmente pela calada da noite, quando uma parte considerável da humanidade encarnada, desprendida pelo sono, procura seus companheiros espirituais para debater planos, traçar estratégias, realizar tarefas, ajustar situações. Há, pois, toda uma logística de apoio aos Espíritos que se reencarnam com tarefas específicas, segundo os planos traçados.



A Lança do Destino, do legionário romano Longinus.

Estudando, hoje, a história secreta do nazismo, não nos resta dúvida de que Adolf Hitler e vários dos seus principais companheiros desempenharam importante papel na estratégia geral na tentativa de implantação do reino das trevas na Terra, num trabalho gigantesco que, obviamente, tem a marca inconfundível do Anticristo e dos seus seguidores encarnados.

Para consecução desse propósito, proliferam fenômenos mediúnicos, surgem revelações, encontram-se as pessoas que deveriam encontrar-se, acontecem “acasos” e “coincidências” estranhas, juntam-se, enfim, todos os ingredientes necessários ao desdobramento do trabalho (a sincronicidade também acontece em ambos os casos, para o bem e para o mal).

August Kubizek descreve uma cena dramática que testemunhou em que Hitler, com apenas 15 anos de idade, apresenta-se claramente incorporado ou inspirado por alguma entidade desencarnada. De pé diante de seu jovem amigo, agarrou-lhe as mãos emocionado, de olhos esbugalhados e fulminantes, enquanto de sua boca fluía desordenadamente uma enxurrada de palavras excitadas.

Kubizek, aturdido, escreve, em seu livro: – Era como se outro ser falasse através de seu corpo e o comovia tanto quanto a mim. Não era, de forma alguma, o caso de uma pessoa que fala entusiasmada pelo que diz. Ao contrário, eu sentia que também ele próprio como que ouvia a si mesmo atônito e emocionado o assunto que jorrava com uma força primitiva pela sua garganta… Como enxurrada rompendo diques, suas palavras irrompiam dele. Ele invocava, em grandiosos e inspirados quadros, o seu próprio futuro e o de seu povo.

Falava sobre um mandato que, um dia, receberia do povo para liderá-lo desde a servidão aos píncaros da liberdade – uma missão especial que em futuro próximo seria confiada a ele. Ao que parece, foi o primeiro sinal documentado da missão de Hitler e o primeiro indício veemente de que ele seria o médium de poderosa equipe espiritual de seres das trevas empenhada em implantar na Terra uma nova ordem (a da Irmandade das Trevas).



Garantia-se a Hitler o poder que ele ambicionava, em troca da fiel utilização da sua instrumentação (poder psíquico) mediúnica. O pacto com as trevas fora selado nas trevas. É engano pensar que essas falanges espirituais ignoravam as leis divinas. Conhecem-nas muito bem e sabem da responsabilidade que arrostam e, talvez, até por isso mesmo, articulam seus planos tenebrosos e audaciosos, porque, se ganhassem, teriam a impunidade com que sonham milenarmente para acobertar crimes espantosos. Eles conhecem, como poucos, os mecanismos da Lei e sabem manipular com perícia aterradora os recursos e as forças espirituais de que dispõem.

Vejamos outro exemplo: o relato da Segunda visita de Hitler à lança, narrada pelo próprio. Novamente a sensação estranha de perplexidade. Sente ele que algo poderoso emana daquela peça, mas não consegue identificar do que se trata. De pé, diante da lança, ali ficou por longo tempo a contemplá-la:

- Estudava minuciosamente cada pormenor físico da forma, da cor e da substância, tentando, porém permanecer aberto à sua mensagem. Pouco a pouco me tornei consciente de uma poderosa presença em torno dela – a mesma presença assombrosa que experimentara intimamente naquelas raras ocasiões de minha vida em que senti que um grande destino esperava por mim.

- Começava agora a compreender o significado da lança – escreve Ravenscroft – e a origem de sua lenda, pois sentia, intuitivamente, que ela era o veículo de uma revelação - “uma ponte entre o mundo dos sentidos e o mundo do espírito”. As palavras entre aspas são do próprio Hitler, que prossegue:

- Uma janela sobre o futuro abriu-se diante de mim, e através dela vi, num único “flash”, um acontecimento futuro que me permitiu saber, sem sombra de dúvida, que o sangue que corria em minhas veias seria, um dia, o veículo do espírito de meu povo. Ravenscroft especula sobre a revelação. Teria sido, talvez, a antevisão da cena espetaculosa do próprio Hitler a falar, anos mais tarde, ali mesmo em frente ao Museu Hofburg (fez um discurso de uma das sacadas do prédio do Museu Hofburg, foto à esquerda a seguir), à massa nazista aglomerada, após a trágica invasão da Áustria, em 1938, quando ele disse em discurso:


Hitler em uma das sacadas do prédio do Museu Hofburg

- A Providência me incumbiu da missão de reunir os povos germânicos…com a missão de devolver minha pátria o Reich alemão. Acreditei nessa missão. Vivi por ela e creio que a cumpri.

Tudo começara com o impacto da visão da lança no museu. Já naquele mesmo dia, em que o guia dos turistas chamou sua atenção para a antiqüíssima peça, ele experimentou estranhas sensações diante dela. Que fascínio poderia ter sobre seu Espírito – um símbolo espetacular ele próprio – aquele objeto pagão, do império romano, qual a razão daquele impacto? Quanto mais a contemplava, mais forte e, ao mesmo tempo, mais fugidia e fantástica se tornava a sua impressão.

Sentia-se como se ele próprio a tivesse detido em suas mãos anteriormente, em algum remoto século da História – como se já a tivesse possuído anteriormente, como seu talismã de poder e mantido o destino do mundo em suas mãos. No entanto, como poderia isto ser possível? Que espécie de loucura era aquele tumulto no seu íntimo? Qual é, porém, a história conhecida da lança? Para saber mais é o que tentaremos resumir em seguida.

Hitler dedicou-se daí em diante ao estudo de tudo quanto pudesse estar relacionado com o seu fascinante mistério. Muito cedo ele foi de encontro a núcleos do saber oculto. Um dos seus biógrafos, Alan Bullock (Hitler: A Study in Tiranny), sem ter alcançado as motivações do futuro líder nazista, diz que ele foi um inconseqüente, o que se poderia provar pelas suas leituras habituais, pois seus assuntos prediletos eram a história de Roma antiga, as religiões orientais, ioga, ocultismo, hipnotismo, astrologia …

Parece legítimo admitir que Hitler tenha lido também obras de pesquisa espíritas, porque os autores não especializados insistem em agrupar espiritismo, magia, mediunidade e adivinhação, e muito mais sob o rótulo comum de ocultismo. Sim, Hitler estudou tudo isso e o ocultismo profundamente e não se limitou à teoria; passou à prática. Convencido da sua missão transcendental, quis logo informar-se sobre os instrumentos e recursos que lhe seriam facultados para levá-lo a cabo.



O primeiro impacto da ideia da reencarnação da alma em seu espírito o deixou algo atônito, como vimos, na sua primeira crise espiritual diante da lança, no museu de Hofburg; logo, no entanto, se tornou convicto dessa realidade e tratou a sério de identificar algumas de suas vidas anteriores. Esses estudos levaram-no ao cuidadoso exame da famosa lenda do Santo Graal, de que Richard Wagner, um dos seus grandes ídolos (n.T. Uma alma afim que em encarnação anterior havia sido seu mestre em magia negra, mas então no distante Egito…), se serviu para o enredo da ópera Parsifal.

Hitler foi encontrar nos escritos de um poeta do século XIII, por nome Wolfram von Eschenbach, a fascinante narrativa da lenda do Santo Graal, cheia de conotações místicas e simbolismos ocultos, que captaram a sua imaginação, porque ali a história e a profecia estavam como que mal disfarçadas atrás do véu diáfano da fantasia. Mas, Hitler tinha pressa, e, para chegar logo ao conhecimento dos mistérios que o seduziam, não hesitou em experimentar com o peiote, substância alucinógena extraída do cogumelo mexicano, hoje conhecida como mescalina.

Sob a direção de um estranho indivíduo, por nome Ernst Pretzsche, o jovem Adolf mergulhou em visões fantásticas que, mais tarde, identificaria como sendo cenas de uma existência anterior que teria vivido como Landulf II (Bispo e Conde) de Cápua, que serviu de modelo ao Klingsor na ópera de Richard Wagner. Esse Landulf foi um príncipe medieval (século IX) que Ravenscroft declara ter sido “the most evil figure of the century” – a figura mais infame do seu século. Sua influência tornou-se considerável na política de sua época e, segundo Ravenscroft, “ele foi a figura central em todo o mal que se praticou então naquela região da Itália”.

O Imperador romano e rei da Itália de então -844 a 875- Luis II conferiu-lhe o posto que o situava como a terceira pessoa no seu reino (Conde de Cápua e Bispo), e concedeu-lhe honrarias e poderes de toda a sorte. Landulf II teria passado muitos anos no Egito, onde estudou magia negra e astrologia. Aliou-se secretamente aos árabes muçulmanos que, apesar de dominarem a Sicília, respeitaram seu castelo, na Calábria. Nesse local sinistro, onde se situara no passado um templo dedicado aos mistérios, Landulf exercia livremente suas práticas horríveis e perversas que, segundo Ravenscroft, deram-lhe a merecida fama de ser o mais temido feiticeiro do mundo.

Finalmente, o homem que o Imperador Luis II queria fazer Arcebispo de Cápua, depois de elevá-la à condição de cidade metropolitana, foi excomungado em 875, quando sua aliança com os muçulmanos foi descoberta. Ravenscroft informa logo a seguir que, a seu ver, ninguém conseguiu exceder Wagner em inspiração, quando este coloca, na sua ópera, a figura de Klingsor (ou seja, Landulf/Hitler) como um mago a serviço do Anticristo. Aliás, muitas são as referências ao Anticristo no livro do autor inglês, em conexão com a trágica figura de Adolf Hitler.



Brasão da cidade de Cápua, curiosamente com uma taça contendo SETE SERPENTES…

Ainda veremos isto. Guiado pela sua intuição, Wagner transpôs para o terreno da arte, na sua genial ópera, o objetivo de Klingsor e seus adeptos, que era “cegar as almas por meio da perversão sexual e privá-las da visão espiritual, a fim de que não pudessem ser guiadas pelas hierarquias celestiais”.(uma das praticas mais bem sucedidas pelas forças das trevas para impedir o progresso espiritual da humanidade)

Essa atividade maligna através da perversão sexual Landulf II desenvolveu em seu tempo e suas horríveis práticas teriam exercido “devastadora influência nos líderes seculares da Europa cristã”, conforme Ravenscroft. Mas Hitler acreditava-se também uma reencarnação de Tibério, um dos mais sinistros dos Césares (e também um pervertido sexual).

Aliás, as especulações ocultistas (usemos a palavra) dos líderes nazistas estão cheias de fenômenos psíquicos e de buscas no passado. Goering dizia, com orgulho, que sempre se encarnou ao lado do Führer. Ao tempo de Landulf, ele teria sido o Conde Boese, amigo e confidente do príncipe feiticeiro, e no século XIII fora Conrad de Marburg (um inquisidor alemão medieval que combateu o movimento Gnóstico Albigense a mando do papa Inocêncio III, quando torturou e matou centenas de “hereges”), amigo íntimo do bispo de Wartburg. Goebbels, o ministro da Propaganda nazista, acreditava-se ter sido Eckbert de Meran, bispo de Bamberg, no século XIII.

Se essas encarnações auto impostas estão certas ou não, não cabe aqui discutir, mas tais especulações evidenciam o interesse daqueles homens pelos mistérios e segredos das leis divinas, que precisavam conhecer para melhor desrespeitar e burlar (principalmente quando encarnavam no seio da “santa” igreja de Roma). Por outro lado, contêm alguma lógica, quando nos lembramos de certos aspectos que a muitos passam desapercebidos. Muitos espíritos reencarnaram-se com o objetivo de infiltrarem-se nas hostes daqueles que pretendem combater, seja para destruir, seja para se apossarem da organização, sempre que esta detenha alguma parcela substancial de poder.

Não seria de admirar-se, pois que um grupo de servidores das trevas, com apoio das trevas, aqui e além, fosse alçado a postos de elevada influência entre a hierarquia católica da época, quando a Igreja desfrutava de incontestável poder temporal e terreno. O papado não esteve imune – longe disso – e por várias vezes caiu em mãos de mal disfarçados emissários do Anticristo. Lembremos outro pequeno e quase imperceptível pormenor.

Recorda-se o leitor daquela observação veiculada por um benfeitor espiritual que relatou haver sido traçada, no mundo das trevas, a estratégia do sexo desvairado e promíscuo, a fim de desviar os humanos dos caminhos retos da evolução espiritual? Sexo transviado e magia negra são aliados constantes, ingredientes do mesmo caldo escuro, onde se cultivam as paixões mais torpes. Quantas almas não se perderam e estão de perdendo por esse caminho. Hitler era do povo germânico, mas austríaco. Nasceu em 20 de abril de 1889, na encantadora vila de Braunau-am-Inn, onde também nasceram os famosos médiuns Willy e Rudi Scheider.



Alfred Rosemberg, o futuro teórico do nazismo, era então o profeta do Anticristo e se incumbia de questionar os Espíritos manifestantes nas sessões de contato dos nazistas. Ravenscroft afirma que teria sido Rosemberg quem pediu a presença da própria Besta do apocalipse, que na sua opinião (de Ravenscroft), sem dúvida dominava o corpo e a alma de Adolf Hitler, através das óbvias faculdades mediúnicas deste. Essa manifestação do Anticristo em Hitler foi assegurada por mais de uma pessoa, além do lúcido e tranqüilo Dr. Walter Johannes Stein. Um desses foi outro estranho caráter, por nome Houston Stewart Chamberlain, um inglês que se apaixonou pela Alemanha e pela causa nazista. Ravenscroft classifica-o como genro de Wagner e profeta do mundo pangermânico.

Houstin Stewart Chamberlain (9 de Setembro de 1855 — 9 de Janeiro de 1927) foi um autor britânico conhecido pelos seus trabalhos relacionados à raça ariana nascido em Southsea, Inglaterra. Aos 14 anos sofreu problemas de saúde e se tratou em vários spas na Europa, com a companhia de um tutor que lhe ensinou a cultura e língua alemã. Mudou-se para a Alemanha, participou num grupo nacionalista extremista e antissemita. Casou com Eva Wagner filha de Richard Wagner. Escreveu muitos livros relacionados à raça ariana e antissemitismo, quase todos lidos por Adolf Hitler.

Chamberlain sustentou, na sua obra “Os fundamentos do século XIX”, de 1899, que a raça superior ariana, descrita por Arthur de Gobineau, era ancestral de todas as classes superiores européias e da Ásia, indo mais além, afirmando que ela não havia sido extinta, subsistindo em estado puro na Alemanha e no norte da Europa.



Richard Wagner

Dentro da raça dos arianos Chamberlain incluiu os povos celtas e nórdicos, que considerou como pertencentes à mesma família germânica. Seu trabalho foi bem recebido na Alemanha, tendo sido convidado à Corte do Kaiser Guilherme II. Durante a Primeira Guerra Mundial escreveu artigos contra seu país de origem e naturalizou-se alemão. Seus escritos inspiraram profundamente Adolf Hitler – uma das poucas pessoas presentes ao seu funeral, em 1927.

Chamberlain também escrevia suas teses anti-racistas em transe, segundo atestou nada menos que o eminente General Von Moltke, de quem ainda diremos algo importante daqui a pouco. Chamberlain era considerado um digno sucessor do gênio de Friederich Nietzsche e, segundo o próprio Hitler, em “Mein Kampf”, “um dos mais admiráveis talentos na história do pensamento alemão, uma verdadeira mina de informações e de idéias”. Foi quem expandiu as idéias de Wagner, desvirtuando-as perigosamente, ao pregar a superioridade da raça ariana.



Segundo testemunho de Von Moltke, Chamberlain (foto à direita) evocou inúmeros vultos desencarnados da história mundial e confabulou com eles. Que ele era uma inteligência (um intelecto) invulgar, não resta dúvida. Os poderes das trevas escolheram bem seus emissários. Enganam-se, também, redondamente, aqueles que consideram Hitler um doido inconseqüente que tentou, na sua loucura, botar fogo no mundo.

A julgar por todas essas revelações que ora nos chegam ao conhecimento, ele sabia muito bem o seu papel em todo esse drama. Recebeu uma enorme fatia de poder a troco de certa missão muito específica. No domínio do mundo, se o tivesse conseguido, ele continuaria a desfrutar de posição “invejável”, como prêmio a um trabalho “bem feito”. Ainda bem que falhou, pois a amostra deixada foi terrível.

Como se explicaria, sem esse apoio maciço de espíritos encarnados e desencarnados, que um jovem pintor sem êxito, pobre, abandonado à sua sorte, rejeitado pela sociedade, tenha conseguido montar o mais tenebroso instrumento das trevas e de opressão que o mundo já conheceu? Como se explicaria que seu partido tenha emergido de um pequeno grupo político, falido e obscuro, senão que os Espíritos seus amigos o indicaram como sendo o primeiro degrau de escada que o levaria ao poder? Hitler ainda se aprofundaria muito mais nos mistérios da sua missão tenebrosa.

Precisava receber instruções mais específicas, e , como sabemos, tudo se arranjaria para que assim fosse. A hora chegaria, no momento exato, com a pessoa já programada para ajudá-lo. Um desses homens chamava-se Dietrich Eckhart. Sua história soa a algo fantástico, mas vale a pena passar ligeiramente sobre ela, a fim de entendermos seu papel junto a Hitler, que, antes de encontrar-se com Eckhart, fizera apenas preparativos para o vestibular da magia e do ocultismo.

Dietrich Eckhart era um oficial do exército alemão, de aparência afável e jovial e, ao mesmo tempo, no dizer de Ravenscroft, “um dedicado satanista, o supremo adepto das artes e dos rituais da magia negra e a figura central de um poderoso e amplo círculo de ocultistas – O Grupo Thule“, e um profundo antissemita, Eckart foi também o primeiro a usar o termo “Drittes Reich” (“Terceiro Reich”).



A Sociedade Thule (em alemão: Thule-Gesellschaft), originalmente Studiengruppe für germanisches Altertum (Grupo de Estudo para a Antiguidade Alemã) foi uma sociedade secreta ocultista cuja origem (novamente a Bavária, origem dos Illuminatis) é Munique, cujo nome era uma referência ao país místico-Thule- da lenda grega.

A sociedade é notável principalmente pela organização que patrocinou o Deutsche Arbeiterpartei (DAP), que posteriormente foi transformado por Adolf Hitler no Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores-NSDAP (o famigerado Partido Nazista Alemão- Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei - NSDAP).

Dietrich Eckart foi um dos setes fundadores do partido nazista, e morreu de um ataque de coração causado pela sua dependência de morfina, em Berchtesgaden, na Bavária, a 26 de Dezembro de 1923. Um pouco antes de sua morte ele declarou exultante:

- Sigam Hitler! Ele dançará, mas a música é minha. Iniciei-o na “Doutrina Secreta”, abri seus centros de visão e dei-lhe os recursos para se comunicar com os Poderes Ocultos (das trevas). Não chorem por mim: terei influenciado a História mais do que qualquer outro alemão.

Suas palavras não são mero delírio de um paranoico. Há muito, nas suas desvairadas práticas mediúnicas, havia recebido “uma espécie de anunciação satânica de que estava destinado a preparar o instrumento do Anticristo, o homem inspirado por Lúcifer/Baal/Marduk para conquistar o mundo e liderar a raça ariana à glória”. Quando Adolf Hitler lhe foi apresentado, ele reconheceu imediatamente o seu homem, e disse para seus perplexos ouvintes:

- Aqui está aquele de quem eu serei apenas o profeta e o precursor.

Coisas espantosas se passaram no círculo mais íntimo e secreto do Grupo Thule, numa série de sessões mediúnicas (Ravenscroft chama-as, indevidamente, de sessões espíritas…), das quais participavam outros dois sinistros generais russos e outras figuras tenebrosas. A médium, uma mulher descoberta por um certo Dr. Nemirocitch-Dantchenko, era uma pobre ignorante camponesa, dotada de variadas faculdades mediúnicas. Expelia pelo seu órgão genital enormes quantidades de ectoplasma, do qual se formavam cabeças de entidades materializadas que, juntamente com outras, incorporadas na médium, transmitiam instruções ao círculo de “eleitos”.



Voltando um pouco na história de Hitler, certa manhã de setembro de 1912, relata o Dr. Walter Johannes Stein, com o então seu jovem amigo Adolf Hitler subiram juntos as escadarias do museu Hofburg, em Viena, Áustria. Em poucos minutos encontravam-se diante da Lança de Longinus, posta, como sempre, no seu estojo de desbotado veludo vermelho. Estavam ambos profundamente emocionados, por motivos diversos, é claro, mas, seja como for, o disparador daquelas emoções era a misteriosa lança, de novo.

Dentro em pouco, Hitler parecia ter passado a um estado de transe, “um homem – segundo Ravenscroft – sobre o qual algum espantoso encantamento mágico havia sido atirado” . Tinha as faces vermelhas e seus olhos brilhavam estranhamente. Seu corpo oscilava, enquanto ele parecia tomado de inexplicável euforia.

- Toda a sua fisionomia e postura – escreve Ravenscroft, que ouviu a narrativa do próprio Stein – pareciam transformadas, como se algum poderoso Espírito habitasse agora a sua alma, criando dentro dele e à sua volta uma espécie de transfiguração maligna de sua própria natureza e poder.

Walter Stein pensou com seus botões: Estaria ele presenciando uma incorporação do Anticristo? É difícil responder, mas é certo que uma terrível presença espiritual ali estava mais do que evidente. Inúmeras outras vezes, em todo o decorrer de sua agitada existência, testemunhas insuspeitas e desprevenidas haveriam de notar fenômenos semelhantes de incorporação, especialmente quando Hitler pronunciava discursos importantes em público ou tomava decisões mais relevantes.

Ao narrar o fenômeno a Ravenscroft, 35 anos depois, o Dr. Stein diria que: -…Naquele instante em que pela primeira vez nos postamos juntos, de pé, ante a Lança de Longinus, pareceu-me que Hitler estava em transe tão profundo que passava por uma privação quase completa de seus próprios sentidos e um total eclipse de sua consciência. Hitler sabia muito bem da sua condição de instrumento de poderes invisíveis. Numa entrevista à imprensa, documentou claramente esse pensamento, ao dizer:

- Movimento-me como um sonâmbulo, tal como me ordena a providência (satânica e demoníaca em seu caso).



Livro “The Spear Of Destiny (A Espada do Destino)

Havia nele súbitas e tempestuosas mudanças de atitude. De uma placidez fria e meditativa, explodia, de repente, em cólera, pronunciando, alucinadamente, uma torrente de palavras, com emoção e impacto, especialmente quando a conversa enveredava pelos temas políticos e raciais. Stein presenciou cenas assim no velho café em que costumava encontrar-se com seu amigo, em Viena, ali por volta de 1912/1913.

Passada a explosão, Hitler recolhia-se novamente ao seu canto, como se nada tivesse ocorrido. Naqueles estados de exaltação, transformava-se o seu modo de falar e sua palavra alcançava as culminâncias da eloqüência e da convicção. Era como se um poder magnético a elas se acrescentasse, de tal forma que ele facilmente dominava seus ouvintes. Seus próprios companheiros notariam isso mais tarde, em várias oportunidades.

- Ao se ouvir Hitler – escreveu Gregor Strasser, um ex-nazista – tem-se a visão de alguém capaz de liderar a humanidade à glória. Uma luz aparece numa janela escura. Um homem com um bigode cômico transforma-se em arcanjo. De repente, o arcanjo se desprende e lá está Hitler sentado, banhado em suor, com os olhos vidrados.

Tudo fora muito cuidadosamente planejado e executado, inclusive com os sinais identificadores, para que ninguém tivesse dúvidas. Nas trágicas sessões mediúnicas do Grupo Thule, fora anunciado que o Anticristo se manifestaria depois que seu instrumento passasse por uma ligeira crise de cegueira. Isto se daria ali por volta de 1921, e seu (do Anticristo) médium teria, então, 33 anos.

Aos 33 anos de idade, em 1921, depois de recuperado de uma cegueira temporária, Hitler assumiu a incontestável liderança do Partido Nacional Socialista, que o levaria ao poder supremo na Alemanha, e depois, quase do mundo inteiro. De tanto investigar os mistérios e segredos da história universal, em conexão com os poderes invisíveis, Hitler se convenceu de realidades que escapam à maioria dos seres humanos.

A história humana, oculta ou não, é realmente o reflexo de uma disputa entre as trevas e a luz, representadas, respectivamente, pelos Espíritos que desejam o poder e o controle a qualquer preço e por aqueles que querem implantar na Terra o reino de Deus, que foi anunciado por Cristo.



Hitler sabia, por exemplo, que os Espíritos trabalham em grupos, segundo o seus interesses e por isso se reencarnam também em grupos, enquanto seus companheiros permanecem no mundo espiritual – na sombra ou na luz, conforme seus propósitos – apoiando-se mutuamente. Não é à toa que Göering e Goebbels, como vimos, reconheciam-se como velhos companheiros de Hitler.

Este, por sua vez, estava convencido de que um grupo enorme de Espíritos, que se encarnara no século IX, em torno de Landulf II em Cápua, na Itália, voltara a se encarnar novamente no século XX. Um notável episódio ocorrido com o eminente General Von Moltke durante a Primeira Guerra Mundial parece confirmar essa idéia.

Texto adaptado de Hermínio C. Miranda, publicado na Revista Espírita Reformador de Março de 1976 e do livro de Trevor Ravenscroft, de 1973, “The Spear of Destiny” (A Espada do Destino).

Continua …

Postado originalmente em setembro de 2012.

Permitida a reprodução desde mantida a formatação original e mencione as fontes.



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NT: Nazismo e Sionismo são ambos regimes baseados em raça pelo que não vejo diferença entre eles.
O Sionismo financiou Hitler e o Nazismo assim como o próprio Hitler e a maioria de seus oficiais superiores eram todos sionistas.
Todos os "Judeus" presos eram anti-sionistas e o número dos que morreram foi aproximaddamente de 286,000. Em toda a Europa ocupada os Judaicos, incluindo os cazares convertidos, eram menos de  6 milhões. 


Por favor, respeitem todos os créditos
Arquivos em português:

 Atualização diária


 

Novembro 26, 2015

chamavioleta


Os Arquivos Omega (3)

Posted by Thoth3126 on 04/03/2015

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OS ARQUIVOS ÔMEGA – Parte 3

A avançada tecnologia que os cientistas nazistas de HITLER desenvolveram incluía mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs), aeronaves de decolagem vertical, o desenvolvimento da turbina à jato-usada no avião Messerschmitt Me 262 Schwalbe, mísseis cruise, canhões de som, transmissão de rádio em ondas FM (Frequência Modulada) e muitos outros itens avançados, como a invenção do leite em pó. 
Os Aliados capturaram planos do que mais tarde veio a ser o maior jato comercial do mundo, o jumbo Boeing 747. Entre estes itens secretos capturados, estavam planos para a construção de disco voadores que primeiramente foram chamados de “Krautmeteors”. 
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
OS ARQUIVOS ÔMEGA  (THE OMEGA FILES) - Parte 3 
A TECNOLOGIA E OS DISCOS (UFOs) VOADORES DA ALEMANHA NAZISTA
Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net/ e http://www.umanovaera.com/conspiracoes/Arquivo_Omega-Parte2.htm
Partes 1 e 2 em:
  1. http://thoth3126.com.br/os-arquivos-omega-1/
  2. http://thoth3126.com.br/os-arquivos-omega-2/
Com base nas evidências encontradas, eles começaram a ser construídos por volta de 1933 e foram para produção em massa em 1940. Os cientistas envolvidos nestes projetos foram Bellonzo, Schriever, Miethe e Victor Schauberger.
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Foi Victor Schauberger que desenvolveu o ”disco com formato de chapéu” que mais tarde seria visto sobrevoando os EUA (Adamski). A versão final foram os discos de Bellonzo, Schriever, Miethe e Victor Schauberger, que tinham entre entre 135 pés e 225 pés de diâmetro (41 a 68 metros). Eles se deslocavam a mais de 2.000 km/h e eram planejados para irem além de 4.000 km/h. 
Ainda em 1945 eles podiam alcançar uma velocidade de 1.300 mph (cerca de 2.100 km hora) e uma altitude de 40.000 pés (cerca de 12 mil metros) em menos de três minutos. Os cientistas nazistas alemães também desenvolveram uma aeronave com asas em formato de Delta, e estavam trabalhando na tecnologia stealth (furtiva, invisível ao radar), etc.
Muitos pilotos dos aviões aliados durante a segunda guerra mundial viram inúmeras vezes aeronaves estranhas sobrevoando a Alemanha. Contudo, tão logo uma dessas espaçonaves fosse construída, seguindo as ordens de Hitler, ela era desmontada e embarcada para algum lugar – ou provavelmente voasse para a Antártica. 
Nenhuma dessas espaçonaves foi capturada pelos aliados embora muitos cientistas fossem capturados e então a maioria deles “desapareceu”, mas podemos de alguma forma traçar seu destino até as indústrias bélicas dos EUA como a Bell Textron e em laboratórios de pesquisa e mandados para trabalharem em lugares como a secreta ÁREA-51, cujo localização em Nevada, sem nenhuma surpresa, é uma região notória por seus avistamentos de UFOs.
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Aqui alguns exemplos de notícias durante a II Guerra Mundial a respeito dos avistamentos de UFOs oriundos da Alemanha nazista, publicadas no “The New York Times:”
“NYT, em 14 de dezembro de 1944: “UMA bola misteriosa flutuante é a nova arma da Alemanha. Supreme Headquarter, Força Expedicionária Aliada, 13 de dezembro – Uma nova arma alemã foi introduzida no front aéreo ocidental, foi revelado hoje. Os pilotos da Força Aérea relatam que eles estão encontrando esferas prateadas no ar sobrevoando o território da Alemanha. As esferas são encontradas isoladamente ou em grupos. Algumas são semi translúcidas”.
[Reuters], “Supreme Headquarter 13 de dezembro – A Alemanha está produzindo uma arma secreta com base na estação natalina. O novo aparelho, aparentemente uma arma de defesa aérea, parece uma enorme bola de vidro daqueles que adornam as árvores de Natal. Não há informação disponível sobre o que as sustenta nos céus como estrelas, e o que suponha-se ser o seu propósito. ” (Nota: A respeito do acima exposto, o físico búlgaro Vladimir Terziski escreveu o seguinte a respeito destas misteriosas ”esferas” nazistas e projetos de discos aéreos: “… segundo Renato Vesco… A Alemanha estava partilhando um grande tratado de avanços em armamentos com seus aliados durante a guerra.
A instalação experimental da FIAT italiana no lago La Guarda, uma instalação que recebeu seu nome do Marechal do Ar Hermann Goering, onde os italianos estão testando numerosas armas avançadas, foguetes e aviões criados na Alemanha. De forma similar, a Alemanha mantém um estreito contato com a instituição militar japonesa e está fornecendo a eles muitas armas avançadas. Eu descobri por exemplo uma foto de uma cópia de uma versão tripulada do míssil (bomba voadora) V-1 – o Reichenberg – produzido no Japão pela Mitsubishi.
O melhor caça do mundo (da segunda guerra), o Dornier-Do 335, de propulsão dupla puxe-empurre foi duplicado nas oficinas de Kawashima. Um japonês meu amigo em Los Angeles me contou uma história de um amigo de seu pai, que trabalhou como técnico em um departamento de pesquisa aérea no Japão durante a guerra. Em julho de 1945, dois meses e meio depois que a guerra terminou na Europa, um enorme submarino de transporte da Alemanha trouxe para o Japão as últimas invenções da Alemanha – dois aparelhos voadores esféricos e sem asas.
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O caça Dornier Do 335 – foi um avião de caça empregado pela Luftwaffe na fase final da II Guerra Mundial. Era conhecido como Pfeil (flecha). Devido a seu longo “nariz” os pilotos o apelidaram também de Ameisenbär (tamanduá).Surpreendeu os pilotos de testes com sua velocidade e capacidade de manobra, apresentando alguns poucos problemas, principalmente na estabilidade. Tendia a trepidar em velocidades mais elevadas. Ainda assim, foi um dos aviões com motor a pistão mais velozes já fabricados. Entrou em operação nas últimas semanas da guerra, sendo avistado por pilotos aliados.
O grupo de Pesquisa e Desenvolvimento japonês colocou as máquinas juntas, seguindo as instruções alemães, e … houve algo de bizarro e de outro mundo ali na frente deles. – surgiu um aparelho em forma de bola e sem asas ou propulsores, que ninguém sabia como voava. O combustível foi adicionado e ao apertar o botão de ”iniciar” desta máquina não tripulada … ela desapareceu com um turbilhão de chamas no céu. A equipe japonesa nunca tinha visto aquilo. Os engenheiros ficaram tão amedrontados pelo poder inesperado da máquina que eles imediatamente dinamitaram o segundo protótipo e optaram por esquecer todo este incidente -.” – BRANTON)
A GUERRA NAS ILHAS MALVINAS (Falkland)
A Guerra das Ilhas Falkland-Malvinas tem mais coisas em comum com os nazistas do que com a Argentina… Os alemães, de suas bases na Antártica, começaram a se infiltrar na Argentina, no Chile, etc., e compraram grandes áreas de terra e criaram grandes corporações. Eles também investiram em corporações na Alemanha, na Europa e em todas as partes do mundo, com planos de preparar o retorno do movimento nazista. Eles usaram o tesouro da Alemanha, capturaram tesouros de outras nações e falsificaram o dinheiro americano mas fazendo dinheiro real, porque imprimiam com placas dadas aos russos e capturadas pelos alemães. 
Nota: Parece como se a elite da Alemanha tivesse começado a tentar pela via secreta e furtiva, obter o que eles não conseguiram pela força nas primeira e segunda guerras mundiais – se infiltrar nas Américas do Norte e do Sul e se engajar em uma guerra econômica a partir de sua grande Base Subterrânea sob a Antártica e também sob as Américas do Norte, Central e do Sul, com a ajuda de seus aliados na CIA/NSA. 
Aqui não estamos falando de bilhões de dólares; estamos falando de TRILHÕES de dólares que tem sido desviados da economia norte americana por meio de vários métodos engenhosos, e na venda e controle do tráfego de drogas global, comandado pela CIA, com os recursos obtidos sendo usados para alimentar uma rede subterrânea de controle de origem bavariana que se espalha pela América do Norte e que é composta de nazistas europeus, americanos e ”antarticanos”. 
A riqueza que tem sido desviada da economia norte americana poderia ter sido utilizada para novos níveis de prosperidade e esta prosperidade poderia fluir para outras nações do mundo. Aparentemente, os nazistas entenderam isto, e todos perceberam que os ”banqueiros” que os mantiveram firmes durante a Segunda Guerra Mundial é que tinham o poder REAL. Eles compreenderam que o poder econômico é quem dita o poder político, mesmo num país supostamente democrático onde este poder financeiro pode comprar o poder político daqueles que estão muito mais interessados nos confortos físicos imediatos e no status econômico do que no destino a longo prazo de seu país e do seu povo.
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Os nazistas não poderiam ter feito o que fizeram sem a ajuda destes traidores ”internos”. O mesmo pode ser dito também a respeito dos extraterrestres Greys. E isto sem mencionar a própria colaboração CIA/Nazista/Grey existente dentro de várias bases subterrâneas: Neushwabenland na Antártica, Pine Gap, na Austrália, nas Montanhas da Alsácia Lorena, na Alemanha, em MONTAUK, em Long Island, no DIA-Aeroporto Internacional de Denver, no Colorado, EUA, em DULCE, Novo México, na ÁREA-51, em Nevada, etc. – BRANTON)

Algumas placas de matriz impressoras de moeda norte americana de dólar foram roubadas pelo Secretário Assistente do Tesouro norteamericano, Harry Dexter White (nome real, Weiss) que era assistente de Henry Morgenthau e enviadas para os soviéticos para uso na Alemanha ocupada. Ele também arranjou o roubo em massa de toneladas de papel moeda especial para imprimir dólares. 
Quando J. Edgar Hoover (FBI) foi até o Presidente Truman com todas as evidências de que o Secretário Assistente do Tesouro Americano, Harry Dexter White era um espião ladrão e comunista, Harry Truman de fato removeu Weiss [White] de seu cargo – e o PROMOVEU como líder do Fundo Monetário Internacional-FMI. Isso não é brincadeira, é fato mesmo. (Isto mostra que de qual lado Harry Truman estava. – BRANTON) A história teve um final comum – quando a controvérsia começou a explodir na imprensa, a respeito deste incidente, Weiss-White cometeu “suicídio”.

O MILAGRE ECONÔMICO DA ALEMANHA APÓS A GUERRA

Para mais informação sobre como foi obtido o ”milagre econômico” depois da guerra pela Alemanha, você pode ler o excelente livro “Martin Bormann, Nazi in Exile” de Paul Manning: [ “…Bormann se tornou a força condutora do ”milagre econômico que levou ao renascimento da indústria e das finanças da Alemanha nos primeiros 35 anos do pós guerra depois daquele derrota política e militar. Nos meses finais da Segunda Guerra Mundial, já com o III REICH balançando e finalmente se curvando em derrota, Bormann escolheu 750 Corporações entre as nações que tinham permanecido neutras para nelas investir pesado. Estas corporações receberam a riqueza da Alemanha que pode então rapidamente retomar sua força política e econômica .”].

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Algumas placas de matriz impressoras de moeda norte americana de dólar foram roubadas pelo Secretário Assistente do Tesouro norte americano, Harry Dexter White (nome real, Weiss) que era assistente de Henry Morgenthau e enviadas para os soviéticos para uso na Alemanha ocupada.
Este livro expande o encontro de 10 de agosto de 1944 em Strasbourg mencionado no livro de Michael Bar-Zohar, “The Avengers”. Em 1986, enquanto pesquisava estas matérias, recebemos 161 páginas de pesquisas sob o Ato da Liberdade de Informação a respeito do que aconteceu com o tesouro da Alemanha no fim da II Guerra Mundial. Muitos destes documentos ficaram secretos até preencherem os requisitos de desclassificação. Um destes documentos era o de Número 19.489, de 27 de Novembro de 1944, Assunto: Transmissão de Inteligência Relatório No.. EW-Pa 198 [?, ilegível] Realizado por Seção Econômica G-2 Para o Secretário de Estado por : Lt. Col. John W. Easton, Divisão Econômica da Guerra. A carta de rosto afirma: 
“Eu tenho a honra de concluir o Relatório de Inteligência No. EW-Pa 198 da Seção Econômica G-2, SHAEF [“Quartel General Supremo das Forças Expedicionárias Aliadas “], datado de 7 de novembro de 1944, descrevendo os planos dos industriais alemães para a ressurreição pós-guerra da Alemanha. Entre os tópicos abordados neste relatório estão: patentes, reservas financeiras, exportação de capital, e colocação estratégica de pessoal técnico”.
É obvio que Paul Manning usou as citações deste documento em seu livro sobre Bormann. Na descrição do encontro de 10 de agosto de 1944, em Strasbourg, muitas sentenças nos documentos afirmam: “Os industriais Alemanha devem, como já foi dito, aumentar as suas exportações aumentando assim a força da Alemanha. Eles também devem se preparar para financiar o Partido Nazista que será forçado a ir para os subterrâneos como os Maquis franceses. Por agora, o governo alocaria grandes somas aos industriais para que cada um possa estabelecer uma segura fundação pós guerra em países estrangeiros. 
A existência de reservas financeiras em países estrangeiros deve ser colocada à disposição do Partido para que possa ser criado um forte Império Alemão depois da derrota. E também é imediatamente requerido que as grandes fábricas alemãs criem pequenos escritórios técnicos ou departamentos de pesquisa que seriam completamente independentes e sem qualquer ligação conhecida com a fábrica. Estes departamentos receberão planos e desenhos de ”novas armas” bem como documentos os quais não serão permitidos caírem em mãos do inimigo.
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As últimas frases neste documento são: ” Depois da derrota da Alemanha o Partido Nazista reconhece que alguns de seus mais conhecidos líderes serão condenados como criminosos de guerra. Entretanto, na cooperação com os industriais, poderá ser arranjado se colocar os menos conspícuos mas mais importantes líderes em posições em várias fábricas alemãs como técnicos especialistas ou membros de seus escritórios de pesquisa e planejamento..”
Muitos dos Documentos eram a respeito do “Ouro Usurpado” [1945-1948]. (Nota: Um maciço carregamento de ouro que desapareceu de um trem que foi dinamitado em um túnel, foi mais tarde utilizado nos EUA para financiar os projetos negros das sociedades secretas, por exemplo, os projetos Montauk ou Phoenix, bem como os da Marinha dos EUA, como os experimentos Philadelphia ou Rainbow A CIA enviou para as mãos dos Nazistas da Sociedade Thule a maioria das pesquisas e tecnologia do experimento Philadelphia  – BRANTON)
Acesso número 56-75-101, Conteiner da Agência No. 169, Arquivo No. BIS/2/00.” Estes documentos são referentes ao ”ouro usurpado” pela Alemanha sendo transferido para o ‘BIS-Bank for International Settlements’, na Suíça. Um parágrafo importante, (#9) declara: “Está claro tanto pela correspondência como pelo testemunho que o gerenciamento do B.I.S. durante a guerra estava nas mãos do Conselho de Administração no qual os representantes do Eixo tem uma influência de “autoridade” e que em 1942 a Alemanha favoreceu a reeleição do Presidente McKittrick cujas opiniões pessoais são sobejamente conhecidas.” (Tem sido afirmado por alguns pesquisadores que os 7 banqueiros mais poderosos do mundo – que coletivamente controlam mais de 80% de todas as transações financeiras globais e mais de 60% de todo o comércio global – no passado se encontraram regularmente no escritório do ‘B.I.S.’ sob o apelido de ‘Tower of Basel’ em Bsel, na Suíça – BRANTON)
Incluído no arquivo está um recorte do jornal “The New York Times”, cuja data não foi incluída mas parece ser de 1945, que diz: “McKittrick Indicado para cargo no Chase National Bank of New York. Ele ocupará o cargo de Vice Presidente do banco aqui no próximo outono. Thomas H. McKittrick, banqueiro norte americano que foi o presidente do BIS-Bank for International Settlements desde o início de 1940, se tornará vice presidente do Chase National Bank of New York [de Rockfeller] na próxima estação. Winthrop W. Aldrich, presidente do Chase, anunciou ontem”. O artigo termina citando McKittrick: “Entendi que era meu dever desempenhar um papel neutro no tempo de guerra. Isto é extremamente difícil mesmo de se tentar fazer, mas eu o fiz da melhor maneira”.
Um outro documento, anteriormente super secreto, agora desclassificado menciona: “Assunto: Conversação na Suíça com Sr. McKittrick, Presidente do BIS-Bank for International Settlements” de Orvis A. Schmidt para o Secretário do Tesouro Morgenthau, datada de 23 de março de 1945. Ele descreve os negócios de McKittrick com o real líder do sistema bancário nazista, um Vice Presidente chamado de Puhl. “Puhl foi descrito por McKittrick como um banqueiro de carreira que estava no Reichsbank a uns 20 anos, que não partilhava do ponto de vista nazista… o Swiss National Bank disse que para se assegurar de que eles não estavam obtendo ouro usurpado eles tinham solicitado a um membro do Reichsbank, que eles acreditavam ser confiável, para certificar que cada parcela de ouro que eles compravam não tinha sido usurpada. 
A pessoa que fazia esta certificação era Puhl.” Ele era o Vice Presidente Senior do Reichsbank: Emil Johann Rudolf Puhl. Ele estava no cargo exatamente para controlar as coisas para os nazistas. Seu contador de embarques, Albert Thomas disse que ele precisava de mais de trinta homens para ajudá-lo a separar e reempacotar valores, que consistiam em ‘‘milhões de marcos de ouro, libras esterlinas, e 4.638 quilates em diamantes e outras pedras preciosas, bem como centenas de peças de trabalhos de arte. [p. 226, “Aftermath”, Ladislas Frago, Avon, 1974].
Este material era embarcado para fora do país na Operação Fireland (Terra do Fogo) o Aktion Feurland na Alemanha, a qual Farago explicou em uma nota de rodapé em seu livro sobre Bormann: “A transação era chamada de ‘LAND OF FIRE’ por causa do arquipélago da Tierra del Fuego na extremidade sul da (América do Sul) Argentina e Chile, a área para a qualmuitos dos embarques foram originalmente destinados.” [pag. 228]. Na página seguinte Farago diz: Somente uma parte relativamente pequena do Tesouro das S.S. foi destinado a Martin Bormann e enviado além mar no curso da Aktion Feurland. A maior parte ainda está desaparecida”.
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A Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul

A Alemanha tinha desenvolvido a auto suficiência antes do fim da guerra, e estava manufaturando seu próprio petróleo, inventou o leite em pó, desenvolveu o congelamento seco, aprendeu como guardar farinhas indefinidamente, estava desenvolvendo sua comida em canteiros ou solo químico, etc. Estes novos projetos também eram necessários para a sobrevivência da secreta força UFO, a qual Hitler chamava de o “Último batalhão,” com base na Antártica.
O dinheiro americano e inglês falsificado foi sob a Operação Bernhard. As falsas notas britânicas as vezes tem sido discutidas nos livros e artigos sob esta Operação Bernhard, mas a falsificação da moeda norte americana não é tão bem conhecida. Recentemente os EUA anunciaram que estavam fazendo um novo dinheiro para reagir a falsificação, que disseram ter vindo de Saddam Hussein e do Líbano. Seria mais correto dizer que está vindo da América do Sul, mas que este dinheiro supostamente seria todo ele das drogas. A vida fica mais complicada.
Quando o jornal ‘Contact’ fez inicialmente uma série chamada de “Fire from the Sky”, ele continuou com uma republicação de informação sobre a verdade sobre a guerra das Ilhas Falkland [Malvinas]. Nestas séries, revelou que os russos, trabalhando com as forças de Rockfeller, venceram as forças britânicas na Ilha South Georgia. Se você não leu aquelas séries, esta informação não fará sentido para você. É importante saber daquela informação se você quer entender o que está acontecendo. As forças nazistas estiveram envolvidas na Guerra das Ilhas Falkland, do lado dos russos. Isto é difícil de acreditar se você não tiver idéia do que esta acontecendo. 
Os russos eram nacionalistas em oposição aos bolchevistas que tomaram o país deles. Os chamados bolchevistas foram treinados na parte inferior de East Side de New York City e foram financiados por banqueiros de New York e de Londres. (Mais de 200 foram treinados para operarem no primeiro Politburo e aprenderam a filosofia do comunismo em Nova Iorque, ensinada pelos Rockfellers. – BRANTON) Eles invadiram a Rússia, mataram o Czar e muitos nacionalistas e tomaram o governo. Agora voce pode entender como alguém como Boris Pash, de uma família russa de raiz nacionalista, pode trabalhar com os nazistas da Gestapo e os agentes das S.S.?…
Em 1982, em 20 de abril, dia do aniversário de Hitler, um comando militar russo/Rockfeller/Nazista foi e colocou uma bomba de neutrons em uma base naval subterrânea na Ilha South Georgia. (Como sugerido anteriormente, os Rockfellers tinham originariamente apoiado os bolchevistas e os nazistas. Mas tarde, começaram a financiar os nacionalistas e os nazistas depois que os bolchevistas foram chutados da Rússia e fizeram seu caminho para o Pentágono, de onde planejam um holocausto nuclear global do qual eles podem escapar em seus bunkers subterrâneos. E aqui é onde os Rockfellers e os bolchevistas entraram em desacordo, porque os Rockfellers resistem a estes planos apocalípticos porque eles não são ”financeiramente lucrativos”. 
E uma guerra nuclear implicaria num real colapso econômico global e os Rockfellers também não querem que isto aconteça de verdade. Agora que os nacionalistas russos conquistaram o poder e o controle na Rússia, a aliança Rockfellers-Nazi abraçou seus ”irmãos” nacionalistas que detêm o poder. O Império Corporativo Rockfeller é um camaleão, que muda de cor de acordo com a circunstância.. – BRANTON)…
Alexander Haig foi o General que representou os interesses dos Rockfellers. Em seu livro ‘Caveat’, o capítulo sobre as Ilhas Falklands (Malvinas) diz: “Em 28 de março de 1982, um domingo, o embaixador britânico Nicholas [‘Niko’] Henderson, me trouxe uma carta de Lord Carrington. Um grupo de Argentinos (Argentina – onde os nazistas tem a maior presença além da Antártica. – BRANTON), escreveu o secretário do exterior, tinha pousado nove dias antes na ilha de South Georgia, uma possessão Britânica [da Marinha] no Atlântico Sul, uns poucos graus acima do círculo antártico e umas 600 milhas a leste das Ilhas Falklands (Malvinas), uma colônia da coroa britânica.”
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E aí a mídia propalou muito o conflito entre Jeane Kirkpatrick e Alexander Haig. Kirkpatrick é uma Sionista e era embaixadora dos EUA na ONU. Ela tem uma coluna regular no jornal “The Jewish Press”, ”o maior jornal semanal independente anglo-judeu”. Haig tinha tido um longo relacionamento com Henry Kissinger, de quem Haig se tornou conselheiro militar senior em 1969. Lembre que Kissinger tem sua origem pessoal na Operação [pró-Nazista] Paperclip. 
Em janeiro de 1982, Ronald Reagan substituiu seu conselheiro de segurança nacional, Richard Allen, por Willian P. Clark, uma outra pessoa originária da Operação Paperclip, e que era o substituto de Haig. Nixon disse, “Quando você mais tarde ver as luzes acesas até tarde no escritório de Henry Kissinger, saiba que muito freqüentemente é Al Haig trabalhando.” [“War In The FALKLANDs, the Full Story” by the “Sunday Times” of London Insight Team, Harper & Row, New York, 1982, p. 123.] 
Se você duvida do fato de que os nazistas nunca desistem e que eles planejaram continuar a guerra depois de sua derrota na Alemanha, e planejam retornar para alcançar seu objetivo, leia os seguintes livros:
  • Connell, Brian, “A Watcher On The Rhine,” William Morrow & Co., New York, 1957. “Old wine in new bottles,” how the Nazis have come back into power.
  • Horne, Alistair, “Return To Power,” Fredrick A. Praeger, Inc., New York, 1956. “The struggle for unification, rather than any revival of Nazism, may one day force Germany out of the Western camp.”
  • Tetens, T.H., “The New Germany Nd The Old Nazis,” Random House, New York, 1961. “A frank and often shocking account which details how ‘Hitler’s own’ have managed to return to power in almost every walk of German life…”
  • Winkler, Paul, “The Thousand-Year Conspiracy,” Charles Scribner’s Sons, 1943. “Secret german behind the mask.”
  • White, Theodore H., “Fire In The Ashes,” William Sloane Associates, New York, 1953. The fire of Nazism in the ashes of Europe.
  • Sayers, Michael and Kahn, Albert E., “The Plot Against The Peace,” Book Find Club, New York, 1945. “…Uncovers Nazi German’s secret plans for a THIRD WORLD WAR.” (After all, they more-or-less got the first two world wars going, didn’t they? – BRANTON)
  • Schultz, Sigrid, “ALEMANHAY WILL TRY IT AGAIN,” Reynal & Hitchcock, New York, 1944. Does the title give you a clue?
  • Dornberg, John, “Schizophrenic Alemanha,” MacMillan Company, New York, 1961. “Is the new West Alemanhay of the postwar years as democratic as we have been led to believe, or does Nazism still smolder?”
  • Lord Russell, Brigadier, of Liverpool, C.B.E., M.C., “Return of the Swastika?” David McKay Co., New York, 1969. Russell was part of the Nuremberg prosecution team.
  • Sutton, Anthony C., “Wall Street And The Rise Of HITLER,” ’76 Press, Seal Beach, Calif., 1976.
Existem mais alguns livros, acontece que estes são os que eu tenho em minha biblioteca pessoal. Eu os li todos, durante os últimos 20-30 anos. Eu não quero dar a impressão de que Alemanha é a fonte de todos os problemas do mundo; ocorre que a Alemanha tem sido simplesmente uma parte de uma imagem, de um quadro muito maior…
UMA ENTREVISTA NO PROGRAMA “OPEN MIND FORUM” DE SAM RUSSEL
Mais informação sobre os esforços nazistas na Antártica e suas tentativas para impor uma ditadura global vem do físico búlgaro Vladimir Terziski. A seguir está a transcrição de uma entrevista feita por Sam Russel com Terziski que aconteceu entre às 8-10 P.M., de 5 de junho de 1993 no PROGRAMA “OPEN MIND FORUM” de Sam Russel, na rádio KTKK [K-TALK] em Salt Lake City, Utah. Citaremos apenas partes da extensa entrevista as quais estão diretamente ligadas aos assuntos abordados aqui. (Nota: algumas das pronúncias de nomes aqui mencionados foram transcritos foneticamente da fita. Talvez as pronúncias originais destes nomes sejam diferentes, devido ao sotaque búlgaro de Vladimir Terziski):
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SAM RUSSELL – …… a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial evidentemente possuía o que foi chamado de ‘Foo Fighter’, e suponho que este nome foram os pilotos aliados que deram a esta ”coisa” de aparência curiosa que podia rolar e balançar e correr ao redor pelos esquadrões de aviões aliados como se estivessem voando sobre a Alemanha para bombardeá-la e assim por diante.
TERZISKI – Exatamente, FOO FIGHTER, ou ‘FIERY’ BALL. ‘Foo’ é fogo em francês e também vento em japonês… A propósito, RENATO VESCO, que era a contraparte italiana de WERNHER VON BRAUN, o cientista pesquisador da Força Aérea Italiana e do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Espacial durante a guerra, em seu livro altamente suprimido em seu país – mas disponível por meio de nossa Academia – — ‘INTERCEPT BUT DON’T SHOOT’, fala sobre toda a família de discos turbo jatos que foram construídos pelos alemães, FOO FIGHTER, KUGELBLITZ e o FEUERBALL, dois modelos diferentes de basicamente o mesmo aparelho. E ele também menciona vários ATAQUES destas máquinas a formações de bombardeiros inimigos com resultados devastadores para os bombardeiros aliados.
Alguns Foo Fighters faziam 2900 km por hora e até mais… um bombardeiro podia fazer talvez 300, 400, 500 km por hora no máximo… assim estamos falando de 6, 7, 8 vezes a velocidade do bombardeiro. A coisa mais interessante que não tem se destacado do trabalho de Renato Vesco [porque ele fala apenas sobe a família de discos turbo jatos… discos basicamente muito simples feitos com engenhos a pistão com propulsores, girando uma estrutura de ar lenticular, a estrutura do ar da nave em formato de lente então criando uma gravidade giroscópica – e muitos deles eram híbridos entre helicópteros de motor giratório (hélice?) basicamente engenhos rotativos de massa pesada de subida aerodinâmica e subida giroscópica.
Eu não ficaria surpreso se o próprio engenho rotativo tivesse criado a energia do disco de rotação giroscópica que tinha um grande helicóptero no alto, uma espécie de híbrido entre um helicóptero e um disco… Eu mesmo descobri… desenhos extremamente raros do gênio da aviação alemã, Lipish, o ”camarada” que construiu o primeiro ”glider” supersônico, nos anos 39, e não é Chuck Yeager que foi o primeiro a ”quebrar” a barreira do som, mas provavelmente os alemães dez anos antes que ele… os gliders supersônicos que Lipish construiu. De qualquer forma, ele estava desenhando no fim da guerra uma nave de propulsão supersônica jet-ram com anti gravidade.
Os tanques de combustível girando dentro dos jatos… indo através da parte do motor do objeto para o duto do motor, girando o combustível ao redor e então criando uma ”levantada” adicional e aumentando grandemente  a capacidade de subida e as respostas inerciais da nave. E a isto tudo se soma estar internos em uma ”concha de noz”, eu tenho… vários vídeos brilhantes com dúzias de fotografias e desenhos criados, esquemas e assim por diante. Os alemães tinham provavelmente 50 modelos de discos voadores cuja energia era a de todos os motores existentes em seu arsenal… motores de pistão com propulsores, turbo jatos internos e externos, jatos de pulso (?), jatos ram e motores de foguetes.
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Apenas dois dias depois da rendição da Alemanha, surpresa total com o encontro de um avião aliado P-51 com uma espaçonave circular desconhecida (Foo Craft Germânico)
A nave movida a foguete… podiam entrar em órbita da Terra e os modelos maiores podiam ir à Lua e voltar literalmente com o carregamento de um caminhão de querosene e oxigênio. No alto dos discos de vôos espaciais os alemães tinha um extenso programa espacial com foguetes, eu descobri, apenas a poucos dias atrás, que uma versão alada feita pelo homem do foguete V-2… estava fazendo vôos sub-orbitais com uma altitude maior do que a altitude das cápsulas espaciais Mercury (EUA) e Vostock (URSS). Eles tinham programas espaciais com o ram-jato estratosférico Zanger-Brent… antípoda, basicamente circulando 3/4 da trajetória global… este foi o avô do Projeto Aurora de que tanto se fala agora na ÁREA-51.
Observe que tanto os programas espaciais americanos bem como os russos dependeram de cientistas alemães para seu desenvolvimento, que ambos adquiriram ao final da Segunda Guerra Mundial (nos EUA através do Projeto Paperclip). É possível que estes pesquisadores fossem intencionalmente deixados a se parecerem como ”la crem de la crem” da ciência espacial alemã, quando de fato os cientistas alemães mais inteligentes podem ter ”pego o caminho” da Base Subterrânea da Antártica logo depois do fim da Segunda Guerra Mundial – 

BRANTON). A indústria aeronáutica dos Aliados depois da guerra teve um tempo ”duro” duplicando e reproduzindo os desenhos dos projetos que os cientistas da Alemanha nazista desenvolveram…
SAM RUSSEL: – Uau! Isto é surpreendente…
TERZISKI: Muitas destas coisas ainda não foram duplicadas, mas as mais surpreendentes fotografias vieram – e eu tenho as cópias delas e estão disponíveis – da sociedade secreta alemã ‘Thule Geselschaft’ e ‘Templehof Geselschaft’, o ramo alemão dos Cavaleiros TEMPLÁRIOS que são também os banqueiros internacionais e assim eles não tem nenhum problema de financiar estes projetos. Poucos… (inteligível – cientistas alemães de escalão inferior? –

BRANTON) ao menos sabiam que estes projetos estavam sendo desenvolvidos. Muitos deles particularmente se queixaram de que eles eram muito tolos porque todos os ”caras sabidos” desapareceram depois da guerra para a Base Subterrânea de Neuschwabenland, na Antártica, e só basicamente os menos inteligentes ficaram na Alemanha…Nós fizemos um videoteipe brilhante, a propósito, de todas estas coisas sobre as quais estamos falando e eles estão disponíveis em 12 fitas de vídeo e em muitas fitas de áudio.
SAM RUSSEL: – Como as pessoas podem obter isto?
 
TERZISKI: -Aqui em Los Angeles ligar para o código de área [310]-473-9717…
SAM RUSSEL: – …Eu gostaria de lhe fazer uma pergunta sobre o seu conhecimento das tecnologias russas. Dizem que os russos estão muito mais a frente do que nós.
TERZISKI:- Não em tudo…
SAM RUSSEL:- Tecnologicamente.
TERZISKI:- Meu sentimento é que não somente a Revolução Russa e a Comuna de Paris e o Comunismo de MARX e ENGELS foram financiados, planejados e orquestrados pelos [BAVÁRIAN] ILLUMINATI, mas que o foram também a Revolução Bolchevista, o crescimento nazista na Itália, ou o nacional socialismo e o movimento nazista na Alemanha. E evoluindo nesta linha WALL STREET tem empregado muitos esforços por detrás das cenas para os soviéticos, para que eles se tornem um verdadeiro inimigo externo forte e não apenas um ”urso de papel”. Eu tenho inúmeros relatos de como os alemães construíram suas fábricas de munição antes da guerra começar, 14 ou 15 fábricas. Elas foram todas construídas por alemães…
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A Rolls Royce construiu a fábrica de turbo jatos para os motores do avião de caça soviéticos MIG exatamente antes da guerra da Coréia começar. Eu tenho uma fotografia do melhor [naquele tempo ? – – BRANTON) bombardeiro estratégico americano, o B-29, o que lançou a bomba atômica em Hiroshima e Nagazaki. Sob sua asa está pendurado o melhor motor duplo interceptador de foguete da Alemanha, o foguete interceptador supersônico, DFS-346, e tudo isto sob o símbolo da estrela vermelha da Força Aérea Russa. Como pode alguém afirmar então que não havia um desvio secreto da tecnologia mais avançada por detrás das cenas?… da Guerra Fria para fazer da URSS o inimigo real.
Eu tenho ouvido rumores de que deram aos russos urânio enriquecido para construir a sua primeira bomba nuclear e quando mesmo assim eles não a construíram, então deram a eles uma bomba nuclear inteirinha que foi contrabandeada na bagagem de um embaixador russo em um vôo direto de Washington para Moscou, segundo as palavras de Victor Suvaro, o gênio das crônicas de inteligência russas. E basicamente estes são livros documentários que ele tem escrito. O melhor deles é ‘AQUARIUM’, para aqueles de seus ouvintes que gostariam de se familiarizar com os trabalhos de uma sociedade secreta.
Muito mais informações em:
  1. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua/
  2. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
  3. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/
  4. http://thoth3126.com.br/category/serpo-zeta-reticuli/
  5. http://thoth3126.com.br/aliens-eles-estao-entre-nos/
  6. http://thoth3126.com.br/majestic-12-area-51-aliens-j-rod-greys-ufos-por-dan-burisch-parte-1/
  7. http://thoth3126.com.br/tecnologia-de-orion-e-outros-projetos-secretos/
  8. http://thoth3126.com.br/resumo-do-quadro-geral-do-atual-momento-na-terra/
  9. http://thoth3126.com.br/o-maior-dos-segredos/
  10. http://thoth3126.com.br/programa-de-controle-mental-monarch-mk-ultra/
  11. http://thoth3126.com.br/c-i-a-ex-agente-fala-sobre-queda-de-ufo-em-roswell/
  12. http://thoth3126.com.br/roswell-entrevista-com-o-coronel-philip-j-corso/
  13. http://thoth3126.com.br/henry-deacon-segredos-desvelados/
  14. http://thoth3126.com.br/area-51-entrevista-de-david-adair/
  15. http://thoth3126.com.br/bob-dean-e-os-segredos-sobre-ufos-e-racas-de-ets-parte-1a/


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Outubro 01, 2015

chamavioleta

Denver International Airport, uma enorme base subterrânea?

Tradução, acréscimos e imagens: 

Thoth3126@gmail.com

Publicado anteriormente a 10/04/2015

O Aeroporto Internacional de DENVER-DIA, seria mais uma enorme Base Subterrânea da Nova Ordem Mundial (NWO) como Pine Gap e outras?


Uma análise dos dados disponíveis nos faz chegar a pelo menos uma conclusão: essa estrutura gigante eventualmente no futuro se tornará muito mais do que um aeroporto comercial comum.

Ele tem capacidade para o trânsito de um grande montante de pessoas e veículos, levando os observadores a pensar que a estrutura possa ser usada como base militar e outras coisas até mesmo como campo de concentração civil em um futuro próximo…


Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@gmail.com

Uma Fonte: www.vigilantcitizen.com

Foto abaixo: Fachada principal do DIA-Denver International Airport, e, DENVER, no estado do Colorado, EUA



Um cavalo apocalíptico com olhos vermelhos brilhantes dando as boas vindas aos visitantes ? Tem.

Murais com desenhos tirados de pesadelos apocalípticos ? Tem.

Palavras estranhas e símbolos embutidos no chão ? Tem.

Gárgulas sentados em malas ? Tem.

Pista em formato de suástica Nazista ? Tem.

Ok, esse lugar é do mal. Assim parece, mas …

Mas é sério, existem tantas irregularidades no D.I.A. (Aeroporto Internacional de Denver-Colorado), que um livro grande daria para ser escrito sobre o assunto.



As instalações, o projeto e a arte mostrada levam muitos observadores a acreditar que o DIA é muito mais que um aeroporto: é literalmente uma catedral New-Age, cheia de simbolismo oculto e referências à sociedades secretas (e muito fortemente ao NAZISMO).

A arte no DIA não é uma junção de escolhas estranhas feitas por pessoas com mau gosto, como muitas pessoas pensam. É uma coleção coesa de peças simbólicas que refletem a filosofia, as crenças e os objetivos de uma elite global. O DIA é o maior aeroporto dos Estados Unidos e custou mais de 4,8 bilhões de dólares. Tudo em relação à esse aeroporto foi meticulosamente planejado e tudo está lá por uma razão específica.

O Aeroporto

As próprias instalações do aeroporto levantaram um monte de perguntas em relação ao verdadeiro propósito da construção dessa mega-estrutura. Inúmeras teorias “criativas” flutuam ao redor do DIA em relação à bases militares subterrâneas, aliens e/ou criaturas reptilianas. Estou ciente de que tudo isso é possível, mas vamos nos manter aos fatos documentados.



O aeroporto começou a ser construído em 1995 em área de 143 km². Sua construção forçou o fechamento do Aeroporto Internacional de Stapleton, embora este usasse mais portões e pistas do que o DIA. O custo inicial da obra era de $ 1.7 bilhões de dólares mas o projeto final elevou a conta para 4.8 bilhões de dólares: $ 3.1 BILHÕES de dólares acima do orçamento. Inúmeras irregularidades foram relatadas em relação ao local de construção:

- Diferentes empresas foram contratads para diferentes partes do aeroporto. Todas foram demitidos imediatamente à conclusão de cada trabalho. Isso leva os observadores a acreditar que foi uma estratégia para se ter certeza de que ninguém tivesse um visual/compreensão completa de todo o projeto.

- 84 milhões m³ de terra foram removidos, muito mais do que o normal necessário. Isso levantou suspeitas de que a maior parte da construção ter sido feita seja subterrânea. Este gigantesco volume de terra daria para preencher cerca de (pasmem) 10 milhões de caminhões caçambas comum !!!

- 8.500 km de fibra ótica foram instalados para comunicações (para título de comparação, os EUA de costa a costa tem 4.800km).

- Sistema de abastecimento que pode injetar 4.500 litros de combustível por minuto. Esse montante é totalmente absurdo para um aeroporto comercial comum teoricamente não MILITAR.

- Granito importado do mundo todo, mesmo que o projeto já estivesse muito acima do orçamento.

- Construção de um imenso sistema de túneis (caminhões podem circular neles) e trens subterrâneos. Muitos destes não estão sendo usados no momento.

Uma análise dos dados disponíveis nos faz chegar a pelo menos uma conclusão: essa estrutura gigante eventualmente se tornará muito mais do que um aeroporto comercial comum. Ele tem capacidade para lidar com um grande montante de pessoas e veículos, levando os observadores a pensar que a estrutura possa ser usada como base militar e outras coisas até mesmo como campo de concentração civil em um futuro próximo. Não vou prosseguir nesse assunto já que não tenho provas disso. Entretanto eu entendo porque tais planos seriam ultra-secretos. Vamos dar uma olhada nos display de arte suaves para os viajantes-amigos do DIA.



1- O Cavalo do Apocalipse

Então isto é o que da as boas vindas a você quando entra nos portões do inferno… desculpe, quis dizer portões do aeroporto. Um garanhão de fibra de vidro de 10 metros de altura com veias saltando de todo o corpo e olhos demoníacos que brilham vermelho. Lindo.

Ouvi dizer que as crianças adoram. Fato interessante: o cavalo matou seu criador, Luis Jimenez, enquanto ele estava trabalhando nele. Um pedaço da escultura se soltou e o esmagou, causando ferimentos fatais. Seus amigos agora dizem que o cavalo é amaldiçoado.

O que isso representa? A primeira coisa que veio à minha mente quando vi essa horrenda peça (para um aeroporto de qualquer tipo) foi: o Cavalo Baio (amarelo) do Apocalipse. É o quarto cavalo no livro da Revelação na Bíblia e é apropriadamente chamado de “Morte”.

“E olhei, e eis um cavalo amarelo; e o que estava montado nele chamava-se Morte; e o hades seguia com ele; e foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, e com a fome, e com a peste, e com as feras da terra” - Apocalipse 6:8

Em outras palavras, o cavalo “Morte” trouxe a morte com armas, fome e doenças. Isso é bastante extremo e estranho para um aeroporto, não acham? Não parece que o cavalo deveria estar ali. Logo você vai perceber que ele se encaixa perfeitamente com o resto do DIA. Falando nisso, esse cavalo tem um traseiro bem pavoroso!



2- A Pedra Maçonica

Essa pedra esta situada no “Great Hall” do aeroporto (termo usado também pelos maçons para se referir ao hall de encontro). Vários símbolos maçons gravados na pedra e no “keypad” que parece ser escrito em braille.

Note a menção escrita na pedra “New World Airport Commission”.

Essa comissão não existe, parece que se refere à Nova Ordem Mundial (NWO). Também tem uma capsula do tempo enterrada abaixo da pedra para ser aberta em 2094. O “braço” angular é bastante enigmático e parece ter algum propósito sem ser decorativo. Consegue ver alguma coisa ?

3- Murais com desenhos Proféticos

Divididos em quatro paredes, os murais pintados por Leo Tanguma supostamente representam paz, harmonia e natureza. Mas não estou recebendo essas mensagens deles. Quando você analizar o simbolismo nos murais, perceberá que eles contam uma história aterrorizante de eventos futuros, como algum tipo de profecia. Existem referências sociais e políticas específicas e outros detalhes ocultos que basicamente transformam essas pinturas em um manifesto da Nova Ordem Mundial-NWO.

Tanguma confirmou que foi dado a ele algumas linhas guias para as pinturas e foi pago 100 mil dólares pelas primeiras. Mais tarde ele negou que foi dado instruções e se recusou a falar sobre qualquer significado oculto nas pinturas. As pinturas prévias de Leo Tanguma eram tipicamente arte Chicanas, carregadas politicamente e orientadas para a comunidade. Entretanto, seu trabalho no DIA dá uma “vibração” totalmente diferente, fazendo nos pensar que ele desenhou a visão de outra pessoa. Vamos olhar os painéis pintados um a um:

A) “Paz e Harmonia com a Natureza“



Então o site oficial do aeroporto diz que o nome do mural é chamado “Paz e Harmonia com a Natureza”. Sério ? No centro da pintura, crianças tristes com animais extintos e espécies de plantas.

No fundo, uma floresta pegando fogo e mais para trás, uma cidade também pegando fogo e em primeiro plano temos três pessoas mortas em três caixões, uma negra, uma indígena (raça vermelha, no centro) e uma menina loura!!!

Um fato interessante sobre a cidade é que ela foi retocada e pintada muitas vezes durante os anos, como se representasse algo importante para os seus idealizadores/criadores. Ela parece rodeada por uma névoa com cores pálidas, como se fosse atacada por algum tipo de arma bioquímica.

Uma das crianças segura um bloco Maia que mostra o fim da civilização.

Embaixo, dessa “pacífica pintura”, podemos ver três caixões abertos com garotas mortas de diferentes culturas. A esquerda esta uma mulher negra e no centro uma india-americana. Por que elas estão deitadas lá com outros animais ? Estamos prevendo a extinção destas raças ?





Este mural se encontra em uma área reservada dentro do DIA, e é muito intrigante, mostra um enorme olho, com a íris contendo uma caveira que no seu topo tem outro olho dentro de uma rosa negra, uma pesada e funesta simbologia ocultista…tudo cercado com vários personagens (até mesmo Cristo), muitas caveiras e um ser UM RÉPTIL…

Já sabemos que os militares dos EUA já desenvolveram armas químicas específicas para atingir raças específicas. Aqui o que o Project for New American Century (PNAC), define como estrangeiro e política de defesa dos EUA:

“… a arte da guerra… será vastamente diferente do que é hoje…‘combate’ ocorrerá em novas dimensões… formas avançadas de guerra biológica que pode atacar genótipos específicos podem transformar a guerra biológica de reino de terror a ferramenta de uso político.”

A garota da direita, deitada em um caixão segura uma Bíblia e uma estrela de Davi, usada pelos Nazistas para identificar judeus. Parece que simboliza a morte das crenças Judaico-Cristãs. A origem do grupo de pessoas idealizadoras do projeto do aeroporto e das imagens nele encontradas definitivamente não são cristãos ou judeus.

As Sociedades Secretas tem seus próprios sistemas de crenças que são muito complexos para se explicar aqui. Posso entretanto dizer a vocês que caixões são partes importantes no simbolismo maçonico e como você pode ver na imagem abaixo, está como um dos símbolos principais da maçonaria. Tumbas também são importantes em rituais da Skull and Bones.





Acima, a simbologia Maçônica

Crianças do Mundo dos Sonhos de Paz

O segundo mural é uma peça de duas partes. Nós lemos da esquerda para a direita, então analizarei-o da esquerda para a direita. Crianças de todas as cores, vestidas em fantasias folclóricas dão armas embrulhadas em bandeiras de seus países para um…. garoto Alemão ? Haein ? Sim, a indumentária clássica da Bavária (estado alemão onde surgiu o NAZISMO e os ILLUMINATI) não deixa dúvidas.

O garoto no centro da imagem, segurando um martelo e aparentemente construindo (parece malhando ferro em uma bigorna) algo é Alemão e da BAVÁRIA !!. Até mesmo a criança Americana (vestida como boyscout) parece ávida para dar suas armas e a bandeira para o garoto Alemão. Você está no maior aeroporto dos Estados Unidos, e este é o mural que lá colocam?

Os EUA alegremente se submetendo à Alemanha (ou ao Nazismo). É muito estranho para ser entendido. Isso obviamente representa países do mundo todo entregando seus militares e suas identidades nacionais ao “bem comum”. Outra referência à Nova Ordem Mundial, com um governo e um exército. Mas porque o garoto Alemão esta no centro de tudo ? Tem tantas alusões à Alemanha e ao Nazismo neste aeroporto, que NÃO HÁ modo de ser “APENAS” coincidência (n.t. E realmente não é coincidência, mas essa já é outra história…).



Não posso evitar de pensar na “Operação Paperclip“, que trouxe cientistas e pesquisadores Nazistas proeminentes aos EUA depois da W.W.II. Embaixo da pintura do mural esta uma figura caída segurando um rifle (representando a guerra) com 2 pombos sentados em cima dele (representando a paz). Aquece o coração. Agora siga o movimento do arco-íris que começa abaixo da estátua, indo ao redor das crianças e levando-nos à parte 2 do mural (que foi repintado recentemente).

Parte 2: O monstro acordou ! Esta figura militar grande e agressiva está vestido com uniforme Nazista (note o símbolo no chapéu) com o rosto parecido com uma máscara de gás. Suas mãos estão segurando um rifle e uma cimitarra que esta “violentando” a paz do pombo. Na esquerda esta desenhado uma linha sem fim de mães chorando segurando seus filhos, bebês mortos e à direita cidades em escombros. Essa é verdadeiramente uma pintura abominável, sem mensagem alguma de moral ou redenção.



O fato de que ela esta sendo mostrada no portão principal do maior aeroporto dos EUA, durante a correção da era política (anos noventa) é totalmente aberrante. A figura militar é glorificada e toda poderosa, situada no centro da ação. Ela ganhou de volta seus poderes que parecia ter perdido com a WWII. Esta de volta e com força total e esta liderando o caminho a um novo holocausto.

Veja mais de perto as pessoas à esquerda do desenho (DESTAQUE DA FOTO ANTERIOR AMPLIADA abaixo) e as crianças mortas dormindo em tijolos (ou em uma pira funerária com lenha). Não existem traços de violência nelas. Foram simplesmente desprovidas de vida, como se tivessem sido envenenadas por um gás mortal do arco-íris acima delas (alusão ao Chemtrail?).

Um imenso cortejo de pessoas esquálidas caminha à esquerda das crianças mortas, por último uma mulher desesperada chora com um filho (morto ou dormindo) em seus braços. O monstro, protegido pela mascara de gás, esta apontando a linha de vítimas em direção à UMA CARTA abaixo a direita.



Essa carta o seu conteúdo é verdadeiro e foi escrita por Hama Herchenberg, de 14 anos de idade, que morreu no dia 18 de Dezebro de 1943 no Campo de Concentração de Auschwitz (como escrito no final da carta). Um pouco perturbador não acha ? Auschwitz foi infame por seu uso de gás tóxico.

O comandante de campo, Rudolf Hess, testemunhou no Julgamento de Nuremberg que mais de 3 milhões de pessoas morreram em Auschwitz, sendo 90% delas judeus. A maior parte das vítimas foram mortas nas câmaras de gás de Auschwitz II, usando Zyklon B (fonte: Wikipedia)

A presença de um arco-íris e de um ursinho seguro pelas mãos da menina deitada sobre os tijolos e a lenha nessa imagem, que sinaliza à nossa mente instantaneamente uma associação com juventude e inocência, é totalmente doentia e distorcida. Uma última coisa sobre a cimitarra: é um símbolo costumeiramente usado em imagens da maçonaria e da cultura islâmica.

Abaixo um vídeo com cerca de 5 minutos da rede de TV FOX News sobre a elevada incidência de UFOs/OVNIs sobrevoando durante o ano de 2012 a área do aeroporto em DENVER em diversas direções e em altas velocidades (acione legendas em português):

*C) Paz e Harmonia com a Natureza

O que você faz quando já matou a maior parte da população do mundo com gás tóxico? Você festeja ao redor de uma planta brilhante geneticamente modificada, é claro ! Pessoas felizes de todo o mundo viradas irresistivelmente em direção à planta, algumas quase voando em direção à ela.

Bem acima da planta (que não existe na vida real) é uma figura de algum tipo de “enviado indígena” mas definitivamente não é um profeta. Todas as espécies extintas no primeiro mural estão de volta à ação e você vê até mesmo um pequeno pombo aparecendo na planta. Que beleza.

Eles se sentem muito melhor agora que há muito menos pessoas na terra. Os animais também estão felizes e agradecem a você por morrer. As pessoas podem agora usar conhecimento científico de alto nível para viver em um estado de felicidade sintética provida por plantas geneticamente modificadas.

Bom para eles. A esquerda as baleias estão pulando no ar, batendo as mãos com humanos. Se você olhar mais de perto para os filhotes de tigre, verá que eles tem rostos de crianças humanas. É bastante bizarro. Toda essa obra fala sobre modificação genética e mágica.



Para resumir, esses murais claramente mostram objetivos admitidos que você pode ler em documentos chamando por uma Nova Ordem Mundial (NWO):

- Despopulação maciça da Terra
– Morte às crenças Judaico-Cristãs-Islâmicas (às religiões)
– Um governo Mundial
– Restauração da natureza

Se você leu um artigo sobre as Pedras Guia da Georgia, você irá notar que os temas são estritamente similares. Coincidência ? As Pedras Guia da Georgia também tem um espigão com uma cápsula do tempo enterrada sob ela. Não existe “teoria da conspiração” aqui, isso são fatos. Tudo esta escrito nas pedras para você ver.

As elites são donas do lugar e constroem monumentos para celebrar a cultura deles. O “conhecimento divino” deles é, entretanto, inacessível à você a menos que você seja um membro de alto ranking. Tem tantas interpretações para aqueles murais que estou convencido que deixei passar muitos detalhes (cores, formas, movimento, símbolos).





As pistas do aeroporto de Denver formam uma imensa suástica quando vistas de cima.

3- Pistas na forma de uma enorme Suástica

Depois de ver tantas alusões à Alemanha Nazista, você se surpreenderia se as pistas tivessem o formato de uma suástica ? Aqui esta uma vista aérea das pistas e abaixo é como as pistas aparecem no Google Map. Tire suas próprias conclusões. Veja o Mapa Maior

Duvido que o cara que desenhou as pistas não notaram seu formato estranho. Quero dizer, alguem no processo de desenho e/ou construção tinha de dizer “Espere um pouco, isso meio que parece com um símbolo Nazista ! Talvez devêssemos mudá-lo ! Não queremos nosso novo aeroporto de 4 bilhões sendo ofensivo ou algo do tipo”. Mas isso não aconteceu por alguma razão.

4- Outras coisas estranhas

Como eu disse antes, um livro poderia ser escrito sobre o DIA, então deixarei para você algumas coisas estranhas que não entendemos e que se pode encontrar no DIA.



Gárgulas

O simbolismo dos gárgulas sempre foi um mistério, AINDA MAIS SE FOREM ENCONTRADOS EM AEROPORTOS, como no DIA. Ninguém pode realmente explicar a razão de suas presenças, mesmo e especificamente em prédios religiosos. Serão eles restos de antigas crenças que nunca se foram ? Será que representam algo para apenas as pessoas “illuminadas” saberem ?

“O que estes fantásticos monstros estão fazendo ali em cima sob os olhos dos irmãos enquanto eles lêem ? Qual o significado desses macacos sujos, estranhos leões selvagens e monstros ? Para que propóstico estas criaturas meio besta, meio homem estão aqui ?” – St Bernard of Clairvaux, 12th century

- Os desenhos do Piso !!! O Sol Negro dos Nazistas



Essas fotos são de um estranho grupo de símbolos que estão no chão indo da parte sul do Great Hall no nível 5 e que vai até o norte do Great Hall. Note o disco preto que é o sol na simbologia do ocultismo. Não há erro na arquitetura do piso mostrando o sol, e o disco preto começando a eclipsá-lo.

Quando chegamos ao lado norte do Great Hall, uma estátua de Jeppesen que esta cobrindo o sol. É uma referência ao sol NEGRO, como aquele adorado pelos Nazistas ?

Sobre o Sol Negro – Swarze Sohne -S.S. nazista ver no link: http://thoth3126.com.br/nazismo-os-arquivos-secretos-da-waffen-ss/

Isso supostamente deveria ser uma representação “nativa” da Mãe terra ? Parece mais com um alien “pulverizando” vida na terra. O que são aqueles dois rostos/cabeças no topo da pintura ? Serão eles aliens nos observando do espaço ? Não sei, não consigo encontrar informação sobre essa pintura.

Me faz pensar sobre os Crop Circles da Inglaterra por algum motivo. Espero que voce tenha gostado deste passeio virtual pelo Aeroporto Internacional de Denver (DIA) e que tenha agora um grande sinal de interrogação na sua cabeça.



Adendo do tradutor: Este aeroporto e suas enormes instalações SUBTERRÂNEAS estão estrategicamente localizados em uma região com 1.600 METROS de ALTITUDE e no centro do mapa da América do Norte, bem longe das regiões costeiras. Recentemente (2011) o Governo Federal dos EUA começou a transferência para DENVER de alguns de seus órgãos mais importantes, como por exemplo a sede da C.I.A. (!!!) e a Biblioteca do Congresso. A atual capital dos EUA,Washington D.C. têm APENAS 4 METROS DE ALTITUDE MÉDIA E FICA A BEIRA DO OCEANO ATLÂNTICO. Sintomaticamente a família real britânica também comprou áreas de terras na região…

Nesse link http://www.think-aboutit.com/aliens/ac.html é possível ler uma entrevista de um trabalhador que participou da construção do Aeroporto de Denver. (em Inglês)

A localização de DENVER como nova capital dos EUA (ou da NAU-North American Union-união entre EUA, México e Canadá como um país) seria compreensível devido a sua localização centralizada no continente norte americano e que fica sobre um imenso aquífero subterrâneo e bem longe das atuais zonas costeiras oceânicas !!!!.





A localização de DENVER: bem longe das costas oceânicas, em posição central próxima às Montanhas Rochosas e situada em elevada altitude de 1.600 metros.

Uma suspeita que esta tomando corpo entre os “teóricos da conspiração”, é a de que a cidade de DENVER, no Colorado, onde esta situado este estranho aeroporto/base subterrânea, seria a futura capital da União Norte Americana-NAO (North American Union), um novo país que abrangeria toda a América do Norte, juntando Canadá e o México aos EUA, um dos projetos dos ILLUMINATI-Nova Ordem Mundial. Veremos… relativamente em breve, pois tudo esta se acelerando e se precipitando sobre nossas cabeças…

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/?s=as+pedras+guias+da+georgia
  2. http://thoth3126.com.br/chemtrail/
  3. http://thoth3126.com.br/a-base-subterranea-e-os-segredos-de-pinho-abertura-e-canberra/
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Setembro 19, 2015

chamavioleta

Área 51 e extraterrestres
Entrevista de David Adair, 

Parte 2

Publicado anteriormente a03/04/2015




ÁREA 51: Entrevista de DAVID ADAIR – Parte 2


… Era isso que essa coisa tinha; todas essas coisas apareceram. Eu nunca tinha visto aquilo e pensei, UAU!!!, que bacana. Para que será que servem? Naquele exato momento todo o chão desta coisa gigante começa a se mover embaixo de nós. É um imenso elevador e estamos descendo. É uma imensa… Oh meu Deus, é a maior plataforma que já vi.

A primeira coisa que pensei foi, cara, para que diabos descer esta coisa, porque não se pode usar cabos nem correntes, sabem, como num elevador. Obviamente, dei uma olhada por lá e havia roscas imensas como a rosca usada para girar o batom.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Cientista testemunha em reunião secreta sobre a ÁREA 51 e os seus SEGREDOS no CONGRESSO NORTE-AMERICANO.

Continuação da Parte 1

Primeira parte em: http://thoth3126.com.br/area-51-entrevista-de-david-adair/

E-mail: adair@flyingsaucers.com

http://www.flyingsaucers.com/adair3.htm

Pergunta de Art Bell.: Onde você construiu esta coisa (Foguete experimental)?

D.A.: Na grande oficina de motores que meu pai montou quando se aposentou de todas as atividades relacionadas a corridas de automóveis. Quando se feriu, aposentou-se e saímos da Pista de Corridas de Motores de Charlotte (Carolina do Norte) e nos mudamos para Ohio com nossa grande oficina de motores. Então, eis as instalações. A expertise técnica fluía na minha cabecinha e a expertise em motores vinha por meio de meu papai e mais alguns amigos…

O financiamento veio do deputado e a concessão de autorização veio do deputado, de LeMay e da Força Aérea, que realmente se envolveu bastante no projeto. Acabamos indo para a Base Aérea Wright-Patterson em Daytona, Ohio, carregamos o foguete e eu num Starlift C-141 e lá fomos nós para White Sands, no Novo México. 



O nazista Wernher von Braun e o presidente Kennedy.

Outra pessoa que teve um papel importante nisso tudo foi Wernher von Braun, da NASA. Ele foi de grande auxílio porque preencheu os dados técnicos. Com o financiamento que obtive consegui comprar materiais prontos para uso realmente excelentes, o que havia de mais avançado na época.

Por exemplo, consegui comprar altímetros, geradores, hélices de propulsão, não parava de comprar, todas as peças que compõem um foguete. A diferença nessa coisa era a área do detonador de cíclotron, que era o coração desse motor.

A.B.: David, como todo esse financiamento foi administrado? Foi simplesmente descarregado numa conta bancária para você?

D.A.: Não, foi uma subvenção educacional; era aprovada e o gabinete do deputado cuidava dos desembolsos… Então, acabamos em White Sands. Aterrissamos lá. Von Braun me disse para ter cuidado com certas pessoas que poderia encontrar e deu-me alguns conselhos sobre algumas coisas. Até mesmo LeMay, que ficou em Wright-Patterson, disse-me que tivesse cuidado. Disse: “Menino, você está entrando em algumas áreas muito delicadas, e você poderia ficar em maus lençóis”. “O que fiz de errado?” Ele respondeu: “Na verdade, você não fez nada de errado, mas é o que você está construindo que poderia ser um verdadeiro problema”. 



Acima: Apresentação aos dignitários nazistas, durante a II Guerra Mundial, do centro de pesquisa (entre outras coisas da bomba atômica nazista) de Peenemünde onde foi concebida a “guerra nas estrelas” e desenvolvidos as bombas V1 e V2. Wernher Von Braun tornou-se ulteriormente o DONO da NASA (na foto ele está à direita, em trajes civis e com um lenço branco no bolso)

{ n.t. Wernher Magnus Maximilian von Braun (na foto anterior em Peenemünde ele está como o último assinalado à direita, em trajes civis e com um lenço branco no bolso) – Nasceu em Wirsitz, Império Alemão, em 23 de março de 1912, morreu em Alexandria, Estados Unidos, em 16 de junho de 1977. Foi um engenheiro alemão e uma das figuras principais no desenvolvimento de foguetes na Alemanha Nazista e nos Estados Unidos. Filho de um barão prussiano, demonstrou desde cedo grande inteligência e pendor técnico. Estudou engenharia mecânica no Instituto de Tecnologia Charlottenburg de Berlim. Antes e durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou no programa alemão de desenvolvimento de foguetes, alcançando progressos memoráveis. Em 1937 foi nomeado diretor do centro de experimentação de Peenemünde, onde foi responsável pelo aperfeiçoamento das bombas voadoras V-2 , que seriam utilizados cerca de 4.000 vezes principalmente em ataques contra a Inglaterra (Londres), em resposta aos milhares de bombardeios aéreos dos aliados sobre as cidades alemãs.

Com a derrota da Alemanha, e vendo que os russos estavam levando para seu território não só as instalações remanescentes de Peenemünde, mas também a maior parte dos engenheiros alemães, decidiu entregar-se voluntariamente com seus principais auxiliares, aos norte americanos. Entrou nos EUA através do (na época) secreto programa chamado Operação Paperclip.

Naturalizou-se cidadão dos Estados Unidos em 1955. Entrou na NASA em 1960, tornando-se diretor do Centro Espacial de Voo Marshall de 1960 a 1970, onde dirigiu os programas de voos espaciais tripulados: Mercury, Gemini e Apollo. É o pai do foguete Saturno V que levou os astronautas dos EUA à Lua. Em 1972 deixou a NASA para se tornar diretor adjunto da empresa Fairchild Industries. Nos EUA, é respeitado como um dos heróis do programa espacial norte americano. Morreu em 1977 de câncer no pâncreas.}

———————————————————————————–

Eu sentia que algo não ia bem, então dissera antes a meu pai: “Se qualquer coisa não der certo, vou lhe telefonar contando, quero que queime tudo que houver na oficina e no laboratório – tudo. Rasgue os modelos, os protótipos – apenas esmigalhe-os para não sobrar nada”. Ele entendeu essa parte. Então acabamos em White Sands. Estamos em 20 de junho de 1971, e tenho 17 anos. Aprontamos a coisa para o lançamento e um coronel me disse que um avião talvez estivesse vindo. Ele disse: “Se for um avião preto, talvez tenhamos gente interessante”.

Realmente, chega um DC-9 negro, e dele sai um monte de gente de terno com óculos escuros espelhados. E diz o coronel: “Oh Deus, DoD (Departamento de Defesa dos EUA)!” Sai um sujeito, um sujeito mais velho com cabelos prateados e olhos azuis, usando um trajezinho cáqui. Reconheci quem era porque von Braun já me mostrara retratos desse cara. Seu nome era Dr. Arthur Rudolph. Era o projetista sênior chefe, arquiteto chefe, dos motores Saturno V do programa Apolo – e ele dá o ar de sua graça! Achei aquilo interessante.

{n.t. Arthur Louis Hugo Rudolph (9 de novembro de 1906 – 01 de janeiro de 1996 Hamburgo) foi um alemão engenheiro de foguetes e membro do partido nazista que desempenhou um papel chave no desenvolvimento do foguete V-2, o primeiro míssil inventado pelo homem. Após a Segunda Guerra Mundial ele foi trazido para os Estados Unidos, posteriormente tornando-se um pioneiro do desenvolvimento do programa espacial dos Estados Unidos.}



À direita: O Dr Arthur Rudolph e um modelo do foguete Saturn V

Ele trabalhou para o Exército dos EUA e a NASA , onde gerenciou o desenvolvimento de vários sistemas importantes, incluindo o Míssil Pershing e o foguete Saturn V.

Em 1984 ele foi investigado por possíveis crimes de guerra , e ele concordou em deixar os Estados Unidos e renunciar à sua cidadania dos EUA. http://en.wikipedia.org/wiki/Arthur_Rudolph

Então ele vem e perguntei: “Oi, qual o seu nome?” Ele me diz um nome como Henry Wilkerson. Esse sujeito de poucos cabelos brancos como a neve, olhos azuis, sotaque alemão se chama Henry? Posso ter 17 anos na época, mas estou pensando, tem alguma coisa errada nesta cena. Mas, de qualquer maneira, eu sabia quem ele era e já sabia que não estava me dizendo a verdade.

Perguntei a ele: “No que você trabalha?” Ele responde: “Apenas circulo observando as coisas para amigos meus de vez em quando.” Pensei: Ah, Deus. Estou captando estas indiretas de adulto que estão passando um ao outro na minha frente, então pensei, certo, vou me fazer de bobo. Então, quando ele perguntou: “Posso ver o interior do foguete?” Respondi: “Claro”. Quando ele está olhando as abas do motor, me debruço bem por cima de sua orelha direita e digo: “Em proporção ao tamanho, ele tem dez mil vezes mais força que seus motores F-1 Saturn V, Dr, Rudolph“. Cara, ele se endireita rápido como um raio e fica branco. Então fica bravo mesmo e pergunta quem sou eu. Respondo: “Apenas um garoto que constrói foguetes em Ohio. Eu os lanço num pasto, sabe?”



Wernher Von Braum, ex nazista, chefe da NASA e capa da revista TIME !!

Começamos a preparar a coisa para o lançamento. Quando a máquina decolou, foi um pouco mais do que eu esperava. Saiu tão rápido que nem vimos. A explosão que veio daquela coisa formou uma onda de choque que atingiu a casamata onde nos encontrávamos. Exatamente no segundo de ignição, as chamas pareciam a luz de uma solda de arco e eu soube o que tinha acontecido.

Houve a detonação, o compartimento de retenção se enche e o chão do deserto agora está se movendo, o motor está tão quente quanto a superfície do Sol e decolou. Esses motores funcionam a altas temperaturas, cerca de 1800°C… Estava tão claro que não se podia nem ver a exaustão saindo do compartimento de retenção. Era como o Sol.

Amplia-se o campo (eletromagnético) para fora do sistema que o gera. Pode-se fazer isso com um sistema toroidal. Usam aquele mesmo sistema num compressor magnético de retenção de fusão do reator nuclear. Esse compressor de sistema toroidal funciona dentro do reator de Tokamak da União Soviética, um reator de regeneração. Posso ampliar o campo em certa direção em forma de cone, de modo que ele saia direto pela área de impulso específica.

… Quando finalmente alcancei meu foguete, as aletas, a própria parte externa tinham simplesmente sumido. Tinham se evaporado no calor…Mas antes de ir-se embora, Rudolph insistiu que eu mudasse as coordenadas da trajetória de modo que descesse 1.055 quilômetros a noroeste de nós, cerca de 193 quilômetros ao norte de Las Vegas, numa região chamada Groom Lake. Foi o único nome que jamais ouvi. Nunca ouvi falar de qualquer coisa na Área 51 – naquela época sempre chamavam o local de Groom Lake. 



Acima: Foto da GROOM LAKE/ÁREA 51: A grande mancha branca em cima, ATRAVESSADA POR UMA IMENSA PISTA DE POUSO, é o Lago Groom/GROOM LAKE, seco há muito tempo e que empresta o seu nome à região.

Pensei uma coisa meio estranha. Eu lhes disse: “Ouçam, ando fazendo lançamentos do pasto nos últimos cinco anos. Consigo trazer essa coisa direto para cima das nossas cabecinhas. Não temos de andar mais de 900 metros para recolher essa coisa.” Eles disseram: “Então faça isso.” Ficaram um pouco chateados. E eu disse: “Ótimo.” Então fiz o que eles queriam. Quando foi confirmado que aterrissou lá, em Groom Lake/ÁREA 51 eles disseram: “Entre no DC-9.”

Estou embarcando no avião e digo: “Sabem, talvez seja estupidez minha, mas me deixem mostrar uma coisa. Vocês têm suportes e pneus de borracha debaixo dessa asa. Dá pra imaginar isso aterrissando lá? Vamos pousar num leito seco de lago. Esta coisa vai se enterrar até a barriga.” Eles me disseram: “Não se preocupe com isso, garoto. Embarque.” Então entramos à bordo e uma hora e quarenta minutos depois estávamos lá, em Groom Lake/ÁREA 51.

Realmente, não se preocupe com isto – há ali 3.048 metros de pista com pistas para taxiamento interligadas e uma base da USAF, da Força Aérea com cerca de 17 mil hectares, e QUE não aparece em nenhum dos mapas da região à época de tão secreta! (VER FOTO ANTERIOR) Digo eu: “Por que isto?” Eles não respondiam; todo mundo calado. E estou pensando: Oh Deus, aqui vamos nós! Então, aterrissamos na extremidade sul da área lá embaixo, abaixo do final das pistas. Um pouco mais adiante, consegui enxergar os pára-quedas de meu foguete, e ele apenas caíra com um gostoso e suave impacto.

Eles estavam sentados por lá e pensei: Vamos dar uma olhada no meu foguete. Estou louco para vê-lo. Isto é emocionante. Então comecei a caminhar na direção do foguete, e uns caras usando chapeuzinhos bonitinhos e echarpes me agarraram e me jogaram num troço parecido com um carrinho de golfe. Vamos nessa coisa, mas vamos na direção de uns hangares com uma cara bem esquisita. São baixos, mais baixos que a maioria dos hangares, mas são grandes, bem fundos e largos. Tem umas luzes esquisitas em cima.

Há um sistema de iluminação muito estranho naquela coisa. É um tipo de luz retangular com umas coisas parecidas com lanterninhas. Acompanham toda aquela área de manobras. Fomos para o hangar central. É um pouco maior. Quando entramos vimos que tinha o tamanho de quatro campos de futebol, formando um quadrado. Estamos lá sentados e não passa de um hangar vazio, e pensei, Bem, que legal. Demais. Estão me mostrando um hangar legal vazio! Estamos sentados lá e ninguém diz nada. Então as luzes se ascendem.

Parecem as velhas luzes das salas de interrogatórios policiais, e elas começam a piscar. Então do chão saíram correntinhas que formaram um tipo de anteparo. Elas atravessaram as áreas de porta, até as pequenas…vocês já viram, num porta-aviões quando um elevador desce no convés do hangar, aquelas correntinhas que saem do chão?

Era isso que essa coisa tinha; todas essas coisas apareceram. Eu nunca tinha visto aquilo e pensei, UAU!!!, que bacana. Para que será que servem? Naquele exato momento todo o chão desta coisa gigante começa a se mover embaixo de nós. É um imenso elevador e estamos descendo. É uma imensa….oh meu Deus, é a maior plataforma que já vi. A primeira coisa que pensei foi, cara, para que diabos descer esta coisa, porque não se pode usar cabos nem correntes, sabem, como num elevador. Obviamente, dei uma olhada por lá e havia roscas imensas como a rosca usada para girar o batom.

A.B.-Isto está ficando uma loucura. Que história incrível! Mas você sabe que David Adair testemunhou perante o Congresso sob juramento, em 9 de abril de 1997, sobre o quê, acho eu, estamos prestes a ouvir.

D.A.: Sim, eu ia mencionar isso antes de começarmos. Você está absolutamente certo. Contei esta história ao Congresso. Estou sob juramento; posso pegar 20 anos na prisão federal por perjúrio se mentir. Eles incumbiram uma pequena força tarefa própria de buscar provas documentais destes fatos, e estou limpo.

A.B.- Quem o chamou para testemunhar perante o Congresso? O Dr. Steven Greer?

D.A.: É, o Steve realmente botou uma isca daquelas lá. Entrei nessa porque era bem possível que conseguíssemos uma revelação de informações. Foi por isso que durante 27 anos e meio não contei esta história a um ser humano sequer.



A.B.-Mas continuemos com a história. Então o chão está descendo até o hangar?

D.A.: Certo. Desceu, e eu estava olhando as roscas. São imensas. Seu diâmetro deve ter o tamanho de um semi-reboque. São gigantescos e há 12 deles. Estão abaixando o chão e estamos descendo bem depressa. O chão deve pesar centenas de toneladas. Roscas deste tipo podem suportar cargas tremendas. Então, seja lá o que for que eles deslocam nesta coisa é bem pesado. Então nós descemos, acho que uns 60 metros.

Descemos e, puxa, o chão se nivela e eis que surge um compartimento de hangar lá embaixo. É tão imenso. Parece a abóbada de arco-íris, mas a parede é tipo…elas realmente não se curvam , se afilam num ângulo oblíquo. Todos os laboratórios, oficinas e unidades de trabalho (da ÁREA 51) foram construídos dentro desta montanha, na sua parte inferior, de forma que as unidades centrais são abertas, totalmente desimpedidas.

Parece igualzinho ao “mostrado no filme Independence Day”. Lembram quando levaram o presidente e coisa e tal e todo mundo foi para a ÁREA 51? Certo. Quem fez aquele filme conseguiu que alguém saísse da toca e falasse, pois algumas coisa estavam corretas, até mesmo as maçanetas das portas. Mas erraram na iluminação. A iluminação era legal mesmo. Era uma iluminação indireta iridescente. Realmente não consegui ver onde ficavam as fontes de luz, só vi que eram como painéis correndo ao longo de todo o sistema do telhado.

Descemos num compartimento imenso. Parecia estender-se indefinidamente. Seria possível estacionar três, quatro ou meia dúzia de 757s (avião Boeing ) lá embaixo, nos subterrâneos sem que eles ficassem no caminho de alguma coisa. Quero dizer, esta coisa era realmente enorme. Estávamos no carrinho de golfe, e quando nos nivelamos ao chão, o carrinho partiu e descemos por uma área de hangar .



À direita: Um SR-71B Blackbird sobre as montanhas de Sierra Nevada na Califórnia, em 1994.

Todas as portas de unidades de oficina estavam fechadas quando passei ali, então realmente não vi nada, a não ser duas interessantes aeronaves. Vi um SR-71 pousado lá. O Bombardeiro Nuclear XB-70 Walkyrie estava lá. (Havia dois deles construídos. Um caiu e o outro se encontra agora no museu de Wright- Patterson.) Um deles estava pousado lá. Havia mais duas aeronaves experimentais que simplesmente não reconheci. Pareciam uma lágrima; a parte dianteira, rombuda da lágrima, seria a secção dianteira que se deslocaria para frente pelo ar.

Realmente nunca vi nada como aquilo. Descemos por ali e quando chegamos a um grande conjunto de portas – parecia uma área de unidades de trabalho – eles saíram, giraram um botão e a coisa se destrancou e a porta abriu deslizando. Pensei, bem, isto vai ser interessante. Acho que seja lá o que quiserem me mostrar aqui. Então, nós entramos e assim que a porta se abriu, as luzes se acenderam automaticamente. Era a forma pela qual a sala estava iluminada que era realmente interessante. As luzes percorriam toda a extensão da sala, formando um arco tipo arco-íris.

O melhor modo de descrever isso, de forma que vocês possam relacionar com algo – como uma cabine para pintura de carros. Não há projeção de sombras, sabem, numa cabina de pintura. Quando se está pintando um carro e houver uma sombra, pode-se riscar a pintura sem ver. Essa sala estava iluminada da mesma forma. Não havia sombras em nenhum lugar do chão. Pensei, Puxa, isso é interessante.

Então havia essa coisa grande , sei lá o que era, pousada numa enorme mesa tipo plataforma, que parecia ter aproximadamente o tamanho (debaixo das lonas) de um ônibus escolar ou um ônibus Greyhound (comparável ao ônibus da Cometa). Dentro de meu foguete, meu motor tem aproximadamente o tamanho de uma bola de futebol americano. Quando retiraram as lonas, surge uma coisa que é uma cópia de meu motor, mas do tamanho de um ônibus escolar. É um motor. Eu estou indo, “Meu Deus!!” Eu estava impressionadíssimo e meio decepcionado. Pensei estar na vanguarda com o motor, mas obviamente não era o caso. Então retiraram tudo e me pediram que desse um olhada.

Eu disse: “Meu Deus, isso é fantástico. Olha só o tamanho desta coisa!” Eles disseram: “Temos alguns problemas com ele, e queremos saber se você poderia nos dar algumas dicas sobre certas coisas. Comecei a pensar e disse: “Bem, é este o motor?” Resposta: “Ah, é. Nosso pessoal vem trabalhando nele. Mas o pessoal que trabalha nele está em outro lugar neste momento. Gostaríamos apenas de ouvir sua opinião.” E eu digo: Tem alguma coisa errada nesta cena, caras.



Esquerda: Uma proposta para a força aérea norte-americana, o Bombardeiro XB-70 Valkyrie foi um protótipo de Bombardeiro armado com capacidade nuclear e de penetração profunda, um bombardeiro estratégico para a (USAF) Strategic Air Command dos EUA.

Então lhes perguntei: “Vocês sabem, neste momento estamos nos aprontando para lançar a Apolo 14. Estamos em 20 de junho de 1971. Por que Cabo Canaveral só tem um motor a combustível líquido enquanto vocês, caras, têm esta coisa?” Eles responderam: “Bem, ainda temos uns problemas com ele. Você realmente quer ajudar seu país, não quer, filho?” E eu disse: “Quero sim, senhor.” Eu só estava fingindo, vocês sabem, “Sim, senhor, ficaria contente em ajudar meu país.” Então eles disseram: “Ótimo. Por que não dá um olhada nesta coisa?”

Caí fora, sabem. É, você tá mentindo, que feio… (risos). Vou até o motor e a primeira coisa que noto, que é realmente estranha, é que há uma sombra no motor. Não há sombras em nenhum lugar no chão, então como pode haver uma sombra no motor? É a minha silhueta, então me afasto do motor e ela desaparece. Eu me aproximo mais e ela fica bem definida. Pensei, Que interessante, e me afasto. Disse ao sujeito: “Preciso subir nesta coisa para dar uma olhada.” E ele disse: “Ótimo, mas tenha cuidado.” De qualquer maneira, pus as mãos nesta coisa e lá estão uns painéis externos que, acho são como telas de esfriamento – os fluxos de força eram completamente diferentes (entre o motor dele e este aqui) a maneira como eles fixaram o trajeto dos ativadores de plasma.

Então, quando pus as mãos nestes painéis, que eram quase translúcidos, no minuto em que minhas mãos pousaram no metal (de algum modo era possível enxergar através desses painéis ’’de metal’’), dava para enxergar verdadeiros redemoinhos nítidos de energia saindo de onde quer que minha pele tocasse o metal e saindo através do metal. Então retiro as mãos e os redemoinhos param. Ponho de volta as mãos no metal e podem-se ver os redemoinhos novamente. Pensei: Uau, liga de metal de reconhecimento de calor! Caramba! Eu não sabia que já tínhamos aquilo (a tecnologia). Bem, acho que não tínhamos. Já sabia antes mesmo de me aproximar que essa coisa simplesmente não era nossa (feita pelo homem da Terra). Não é deles também, ou seja, dos soviéticos. É outra coisa. E não estão me contando toda a história sobre ela.

A.B.- E você estava lá porque tinha construído algo semelhante?

D.A.: Era praticamente uma cópia menor daquilo.



A.B.- Um cópia menor. Então agora entendo por que você estava na Área 51.

D.A.: Agora você sabe por que eles fizeram meu foguete cair lá. Porque agora eles têm meu foguete e a mim naquela base. E neste momento a coisa não está boa para o lado deste soldado aqui, porque estou em cima desta coisa e vejo qual é o problema. Quando subo no topo do motor e começo a descer dele, quero dizer, é uma correria. Você constrói algo praticamente igual, mas somente do tamanho de ma bola de futebol. Agora você está caminhando no mesmo projeto.

Você tem de estar lá para saber como é. Mas bem no centro dá pra ver os fluxos de força correndo como um círculo infinito. Construímos os fluxos de força num desenho (como o símbolo do infinito, o 8 deitado). É assim que se obtém um campo de gráviton para estabilizar e então manter o campo de retenção. Exatamente onde o número oito cruza no centro, uma boa descrição… alguém já disse: “É como o olho do furacão.” E é mesmo. É aí que estão os principais ativadores centrais, e essa coisa tinha uma fenda bem no centro.

Ela baixou seu campo e a liga deste motor/reator de fusão está agora exposta a uns 100 milhões de graus centígrados. Vaporiza tudo. A explosão vai indo para fora. Mas o sistema à prova de falhas deste projeto é o seguinte: quando o campo baixa, num nanosegundo desliga sua própria força, num bilionésimo de segundo. Então imaginem a explosão começando, mas ela implode em si mesma, extinguindo-se. 



Localização de Groom Lake/ÁREA 51 assinalada no mapa no retângulo amarelo, dentro do Campo Nellis da USAF e do Nevada Nuclear Test Site, as maiores (e mais secretas) instalações militares SUBTERRÂNEAS dos EUA e talvez do planeta…

Então é como uma pulsação de onda de freqüências?

D.A.: Exatamente. É bom mesmo, Art. Então atinge a pulsação e para. Simplesmente se desliga. Então a explosão atingiu um diâmetro de cerca de 1,2 metro, vaporizando tudo no caminho em seu movimento para fora, mas ela pára. Então temos um buraco de 1,2 metros de diâmetro no centro deste motor. Gritei para eles lá embaixo: “Ei, esta coisa tem uma fenda no centro. Os selos de retenção caíram.” Eles perguntam: “Bem, que tipo de selo de retenção era?” Respondo: “Bem, é um campo de gráviton de geradores eletromagnéticos.”

Estão me olhando e estou pensando, Este motor não é deles. Olhei-o um pouco mais de perto e lhes disse: “Os controles de ignição, não há nenhum circuito nesta coisa.” E eles dizem: “É, quer nos explicar isso?” E foi aí que parei para olhar a coisa. Não há instalação elétrica neste motor. Eu tinha usado quase oito quilômetros de fios no meu motor do tamanho de uma bola de futebol porque tinha de guardar tanta coisa no circuito de controle.

Esta coisa não tem nenhum fio. A razão de não ter fio nenhum? Há algo estranho nessa coisa toda – eis estes pequenos tubos parecidos com tubos de fibra, mas há um líquido dentro deles. Eles estão caindo em forma de cascata por toda esta coisa, e bem no topo há um grande tronco central. Estou pensando, Isto parece bem familiar.

Conheço este padrão – é uma estrutura cerebral central com as fibras nervosas saindo dela e formando uma cascata. Toda a tubulação parecia um grande padrão de onda cerebral. É o circuito! Comecei a me virar e lhes dizer algo. Passaram a me fazer perguntas básicas. Finalmente, cansei daquilo e disse: “Temos uma expressão, lá na minha terra, no Sul. Esta coisa não é destas bandas, não é rapazes?” Eles estão olhando um para o outro e eu disse: “Façamos algumas suposições. Isto é um motor.

Veio de uma espaçonave (extraterrestre). Onde está a nave? Se existe uma nave, onde estão os ocupantes? Meu Deus, eu gostaria de tratar com essa gente!” Então eles ficaram bravos. Os dois sujeitos que andaram me puxando de um lado para o outro feito um boneco estão subindo para me tirar de lá. Eu digo: “Não, estou descendo.”

Desço e bem onde estou descendo – a essa altura estou realmente bravo e minhas mãos estão sobre os painéis translúcidos. Não há mais os lindos pequenos redemoinhos. Estou realmente bravo com a situação. Estou apenas percebendo um monte de coisas. Eis uma tecnologia que é tão avançada e está sendo mantida secreta. Ninguém tem o direito de esconder de todos este tipo de conhecimento. Se está guardado lá quebrado, ainda é uma coisa impressionante de se ver – quero dizer, comprova que não estamos sós (no Universo).

E aqui eles estão mentindo. Estou realmente decepcionado, sabem. Era realmente verdade que eu amo o país e o povo. Mas neste momento não estou feliz com o governo. Descendo do motor, estou chateado mesmo, e quando ponho novamente as mãos na mesma área onde estavam os lindos pequenos redemoinhos, agora eles pareciam um furacão ou um tornado rasgando a liga. Ocorreu-me na hora: Deus, não é um liga sensível ao calor. Está captando outra coisa. Está captando ondas mentais. Este motor é um motor simbiótico!

Sobre comandos SIMBIÓTICOS espaçonave-piloto ver mais em:
http://thoth3126.com.br/apolo-xx-missao-secreta-nave-mae-gigantesca-e-cidade-alienigena-na-lua/
http://thoth3126.com.br/aghartha-e-area-51-um-visitante-na-terra-interior/
http://thoth3126.com.br/roswell-entrevista-com-o-coronel-philip-j-corso/
http://thoth3126.com.br/roswell-o-dia-depois-da-qaeda-de-um-ufo-de-final/



Uma rara e antiga foto da ÁREA 51 tomada de um avião leve em baixa altitude.

A.B.:- Estava respondendo ao que você estava pensando, sentindo?

D.A.: Sim e compreendi! Oh, meu Deus, esta coisa é um motor simbiótico! Soube na mesma hora que não era nosso (DA TERRA). Qual a ordem de ignição dessa coisa? Eis como funciona: quando um piloto se afivela a essa coisa, ou pode ser um integrante da tripulação, ela poderia ser uma entidade sensível por si própria (AUTO CONSCIENTE). O piloto ou tripulação se prenderiam a ele e misturariam suas ondas mentais com este motor. Esse é o circuito de ignição. É por isso que eles não conseguiram achar nenhum circuito de ignição nessa coisa. O perambular da tripulação ativa os circuitos. A tripulação é como os fios da vela de ignição de um motor. Meu Deus, o piloto e a tripulação se fundem à nave! Na engenharia aerodinâmica este é nosso sonho orgástico. Seria irreal conseguir atingir aquela tecnologia!

“Portanto, não os temais; porque não haverá nada encoberto que não seja revelado, nem oculto que não seja descoberto”. Mateus, 10:26.

Para saber mais:
  1. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua/
  2. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
  3. http://thoth3126.com.br/area-51-entrevista-de-david-adair/
  4. http://thoth3126.com.br/vimana-antigo-20-mil-anos-trem-de-pouso-descoberto/
  5. http://thoth3126.com.br/vimanas-ufos-da-antiga-india-baratha/
Continua…


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www.thoth3126.com.br


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Setembro 10, 2015

chamavioleta

Operação Paperclip, o nazismo nos EUA

Posted by Thoth3126 on 29/03/2015

Anteriormente publicado em 30/03/2015

paperclip-operation



Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Operação Paperclip: Dos foguetes nazistas V1 e V2 à conquista da Lua – A aliança do Pentágono-NASA / EUA com os PRINCIPAIS cientistas nazistas

Fonte: http://www.voltairenet.org/Operacion-Paperclip-de-los-V2-a-la

A OPERAÇÃO PAPERCLIP

Réseau Voltaire: No fim da Segunda Guerra mundial, a chefia do Estado-Maior das forças armadas dos Estados Unidos pôs em ação a operação Paperclip sem o conhecimento do Presidente Roosevelt. Em alguns anos, quase 1500 cientistas nazistas foram infiltrados e recrutados pelas forças armadas americanas para lutar contra a URSS comunista.

Nos EUA eles prosseguiram em suas pesquisas e investigações especificamente sobre as armas químicas, sobre o uso dos psicotrópicos na tortura e lavagem cerebral, e sobre a conquista espacial. Longe de colocá-los em cargos e postos subalternos, o Pentágono confiou-lhes a direção destes programas que eles marcaram com o seu cunho ideológico.





Time de cientistas ALEMÃES NAZISTAS participantes do Projeto Paperclip alinhados para foto no Fort Bliss (Illuminati-News)

Mal a Segunda Guerra mundial tinha terminado no teatro europeu, os Estados Unidos (capitalista) e a URSS (comunista) entraram em rivalidade. A sua prioridade tornou-se pilhar o mais rapidamente possível o conhecimento e desenvolvimento tecnológico do inimigo vencido, o IIIº Reich ALEMÃO NAZISTA. O saber fazer tecnológico desenvolvido pelos cientistas alemães suscitou todas as cobiças embora fosse o fruto da exploração de uma mão de obra servil procedente dos campos de concentração.

Uma parte do Estado maior americano, perturbada pelo que os seus homens descobriram em Dachau, em Auschwitz e em Dora, ordenou recolher o maior número de provas possível para um processo contra os dirigentes nazistas. Outros oficiais do Estado Maior consideraram exatamente pelo contrário, e que estes criminosos formavam um pessoal com conhecimento e experiência científica insubstituível que convinha pôr ao serviço do poder das Forças Armadas dos Estados Unidos.

Uma enorme operação militar e de inteligência para a recuperação dos cientistas alemães que tinham trabalhado para o IIIº Reich nazista foi por conseguinte montada pelo Pentágono. Chamada “Operação Paperclip”, foi confiada à Joint Intelligence Objectives Agency (JIOA) [1], que agrupava o então conjunto de agências dos serviços de informação militares estado-unidenses existentes à época. Como explicará mais tarde o seu diretor, Bosquet Wev, «o governo preocupava-se com “bagatelas” – os processos contra os nazistas em Nuremberg – em vez de privilegiar “o interesse de obter o conhecimento tecnológico para os Estados Unidos, e desperdiçava as suas forças inutilmente ao querer golpear um cavalo nazista morto”» [2].





Wernher Von Braun

O cientista nazista Wernher Von Braun tornou-se posteriormente o DONO da NASA.

A operação defrontou fortes resistências ao mesmo tempo entre os responsáveis políticos e o Estado-maior dos EUA. A posição do presidente Franklin Delano Roosevelt era clara: interrogado por William Donovan, chefe do O.S.S.(serviço de inteligência que foi o embrião da futura CIA), sobre a oportunidade de conceder privilégios aos oficiais nazistas membros da macabra S.S. (entre os quais Wernher Von Braun, mais tarde o Diretor da NASA e responsável pelo desenvolvimento de todo o programa espacial dos EUA) e aos membros do ministério dos Negócios Estrangeiros alemão, o presidente dos Estados Unidos recusou.

Entre as pessoas (cientistas de ponta nazistas) assim recrutadas pelo antigo O.S.S., «alguns deverão talvez simplesmente ser julgados por crimes de guerra ou pelo menos serem presos por terem participado de maneira ativa nas atividades nazistas», argumentou. Passando por cima da ordem presidencial, a JIOA tomou a decisão de falsificar os processos militares dos cientistas alemães que projetava infiltrar para os Estados Unidos [3].

Os cientistas mais cobiçados de imediato foram os que fizeram pesar a ameaça mais pesada sobre o campo dos Aliados, ou seja, os responsáveis pela concepção dos temíveis mísseis V1 e V2. O seu chefe de fila era o cientista Wernher von Braun. Com a idade de apenas 32 anos em 1945, tratava-se de um dos mais brilhantes engenheiros aeroespaciais da época em todo o planeta. Desde os anos 1930, trabalhava sob a autoridade de Hermann Oberth, pai do foguete alemão. Juntou-se às tropas S.S. nazista e ao comando pessoal do chefe da organização, Heinrich Himmler, antes de obter a graduação de comandante. Durante a guerra, trabalhou no centro de Peenemünde no projeto de foguetes V2. Estes eram construídos na fábrica Mittelwerk, por pessoal vindo do campo de concentração de DORA.





Apresentação aos dignitários nazistas do centro de investigação de Peenemünde onde foi concebida a “guerra nas estrelas” e desenvolvidos os primeiros mísseis, as bombas nazistas V1 e V2 quew quase destruíram Londres. O cientista nazista Wernher Von Braun **(assinalado no círculo vermelho) tornou-se posteriormente o DONO da NASA.


{n.T. - **Wernher Magnus Maximilian von Braun (Wirsitz, Império Alemão, 23 de março de 1912 — Alexandria, EUA, 16 de junho de 1977) foi um brilhante cientista aeroespacial alemão e uma das figuras principais no desenvolvimento de foguetes na Alemanha Nazista e posteriormente nos Estados Unidos. Filho de um barão prussiano, demonstrou desde cedo grande inteligência e pendor técnico. Estudou engenharia mecânica no Instituto de Tecnologia Charlottenburg de Berlim. Antes e durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou no programa alemão de foguetes, alcançando progressos memoráveis. Em 1937, foi nomeado diretor do centro de experimentação de Peenemünde, onde foi responsável do aperfeiçoamento das bombas voadoras V-2 (os primeiros mísseis), que seriam utilizados cerca de 4000 vezes em ataques, principalmente na Inglaterra, em resposta aos milhares de bombardeios aéreos dos aliados sobre as cidades alemãs.


Com a derrota da Alemanha, e vendo que os russos estavam levando para seu território não só as instalações científicas de pesquisa remanescentes de Peenemünde, mas também a maior parte dos engenheiros alemães, decidiu entregar-se voluntariamente com seus principais auxiliares, aos americanos. Entrou nos EUA através do (na época) secreto programa chamado Operação Paperclip. Naturalizou-se cidadão dos EUA em 1955. Entrou na NASA em 1960, tornando-se diretor do Centro Espacial de Voo Marshall de 1960 à 1970, onde dirigiu os programas de voos tripulados: Mercury, Gemini e Apollo. É o pai do foguete Saturno V que levou os astronautas dos EUA à Lua. Em 1972, deixou a NASA para se tornar diretor adjunto da empresa Fairchild Industries. Nos EUA, é respeitado como um dos heróis do programa espacial. Morreu em 1977 de câncer no pâncreas.Wikipédia}

Após a vitória dos Aliados, ele ficou internado algum tempo em Garmisch pela equipe do coronel estado-unidense, Holger Toftoy, imbuído de um aparente louco projeto: relançar agora com base em Fort Bliss, nos Estados Unidos, o programa de foguetes no qual trabalhava Wener von Braun. Ele encarregou Von Braun de resto para convencer para vir trabalhar com ele os seus antigos colegas nazistas cientistas a se juntarem à aventura. A tarefa não foi muito difícil: a maior parte dos cientistas alemães em causa corria o risco, se permanecessem na Europa, de serem levados perante um tribunal por “cumplicidade em crimes de guerra dos nazistas”.

Paralelamente, um dos diretores da JIOA, E. W. Gruhn encarregou-se de estabelecer uma lista dos cientistas alemães e austríacos mais qualificados para fazê-los serem recrutados pelos seus serviços. Apoiou-se para isso em Werner Osenberg, que dirigiu a secção científica da Gestapo encarregada de verificar a confiabilidade política dos cientistas que trabalhavam para o Reich. Os relatórios e processos da sinistra polícia permitiram a Osenberg estabelecer uma lista de quinze mil nomes de cientistas, mencionando as suas filiações políticas e o seu valor científico. Assim, como observou Linda Hunt, este método «favorecia a contratação de cientistas nazistas convictos» [4].

O programa confiado a von Braun não obteve imediatamente os resultados esperados. Em Junho de 1947, o primeiro míssil V2 alterado foi lançado da rampa de lançamento de White Sands Proving Ground, no Novo México. O foguete, montado a partir de peças alemãs encontradas em Mittelwerk, afastou-se da sua trajetória inicial para se ir se espatifar do outro lado da fronteira mexicana, a menos de cinco quilômetros de um bairro super povoado da cidade fronteiriça de Juarez. O que obrigou Washington a explicar imediatamente aos mexicanos que não queria em caso algum lançar um ataque de mísseis contra o seu país.



Em 17.2.1958: Wernher von Braun como “O Homem Míssel” na capa da Revista Time

A transferência de cientistas também implicados no aparelho tecnológica nazista para os EUA não podia se passar sem obstáculos. Muitos dentre eles aceitaram este “exílio” imposto apenas sob a ameaça de processos judiciais no seu próprio país a Alemanha. O que não era uma prova de confiabilidade. No melhor dos casos, consideravam colaborar com um aliado objetivo na luta contra a URSS. No pior, estavam decididos a compartilhar o menos possível as tecnologias que dominavam, ou vendê-las ao maior licitador/comprador. Estes problemas de resto foram identificados desde o começo da operação. Walter Jessel, tenente do exército estado-unidense, foi encarregado em 1945 de avaliar a lealdade dos cientistas antes de deixarem a Alemanha.

O seu relatório, baseado em interrogatórios, concluiu que von Braun e os seus homens procuravam esconder as suas informações aos oficiais estado-unidenses. De acordo com o militar estado-unidense, dar-lhes confiança seria «um absurdo evidente». Depois de tudo, os cientistas alemães estavam, ainda muito recentemente, no campo inimigo. Apesar disso, nunca foram colocados sob estrita vigilância pelo comandante James Hamill, que, no entanto era diretamente responsável pelo grupo de cientistas da Operação Paperclip em Fort Bliss: «não somente (…) os membros da Paperclip eram autorizados a ter largamente acesso às informações secretas, mas (…) não havia nem recolhimento obrigatório, nem verificação do correio alemão». Além disso, «as atividades dos cientistas no exterior eram muito pouco controladas». O que testemunha, quer de uma ligeireza inacreditável, quer de uma confiança cega que não se pode explicar como simples ingenuidade.

UMA OPERAÇÃO DE ”INTERESSE NACIONAL” para os EUA

A opinião pública não tomou conhecimento e não reagiu a esta chegada ao território estado-unidense de antigos cientistas nazistas. Tanto quanto ela foi desinformada cuidadosamente sobre o assunto (já são TRÊS gerações de norte americanos que cresceram desinformados a respeito da verdade em seu próprio país). Em finais de 1946, o departamento da Guerra organizou mesmo um dia de portas abertas em Wright Field Base a fim de apresentar uma delegação de «cientistas alemães» à imprensa. Os artigos publicados na seqüência desta iniciativa de pura propaganda passaram totalmente sob silêncio nos antecedentes duvidosos de crimes de guerra destes engenheiros e cientistas alemães tão brilhantes (todos eram nazistas de primeira hora).

A ortodoxia do Pentágono pretendia que todos tinham “passado pelo crivo de aprovação”. O subsecretário para a Guerra Patterson declarou nomeadamente que «nenhum cientista suspeito de crimes de guerra foi introduzido nos Estados Unidos». Na realidade, importantes dissensões existiam no próprio seio da base de Wright Field, onde vários militares estado-unidenses se indignaram por ter de trabalhar com «criminosos de guerra nazistas». Theodor Zobel era assim acusado de ter «efetuado experiências sobre seres humanos quando dirigia as vidrarias de Chalais-Meudon, na França», uma informação confirmada por um relatório do OMGUS, a administração militar estado-unidense de Berlim.

O perito alemão nazista em combustível de jatos, Ernst Eckert, viu reaparecer o seu passado de antigo membro das S.A., seguidamente de ser um membro do NSDAP (Partido Nazista da Alemanha) a partir de 1938, e das S.S. em 1939. Mas a política do Pentágono insistia em proteger ao máximo os seus homens, prosseguindo ao mesmo tempo as infiltrações de mais cientistas da Alemanha nazista. A partir do Verão de 1947, a JIOA lançou uma nova operação intitulada “Nacional Interest” (Interesse Nacional) que lhe permitiu recrutar toda a gama dos cientistas nazistas, mesmo aqueles condenados por crimes de guerra. Propôs-lhes trabalhar para o exército ou para grandes empresas privadas, nomeadamente a Lockheed, W. R. Grace and Company, CBS Laboratories e Martin Marietta. Otto Ambros foi um daqueles que se beneficiaram desse programa.

O Diretor da I.G. Farben alemã durante a guerra, participou na decisão de utilizar o gás Zyklon B (produzido por uma filial da IG Farben) nas câmaras de gás, e escolheu sozinho o campo de exterminio de Auschwitz para lá instalar uma fábrica. O que lhe permitiu fazer a produção de gases asfixiantes por mão de obra em condições de escravatura que testava no próprio local sobre prisioneiros, antes de o seu uso ser generalizado para todos os campos de concentração. Declarado culpado de escravagismo e assassinatos em série em Nuremberg, foi beneficiado, no entanto da clemência do tribunal e foi condenado apenas a oito anos de prisão.

Durante o seu período de detenção, o seu nome foi mantido na lista de contratação da JIOA, que o recrutou quando da sua libertação prematura por John McCloy, alto comissário estado-unidense para a Alemanha. Foi então integrado como “conselheiro” nos quadros da empresa W. R. Grace Company, da Dow Chemical, bem como nos laboratórios do U.S. Army Chemical Corps.





Em 09 Fevereiro de 1959, em Randolph Air Force Base, Texas, USA: Os quatro membros originais do 1º Departamento de Medicina Espacial dos EUA, na Escola de Medicina da Aviação, acima, são da esquerda para direita: Dr. Fritz Haber, Engenheiro Aeronaútico; Dr. Konrad J.K. Buettner, Bioclimatologista; Dr. Hubertus Strughold, 1º chefe do departamento e Pesquisador Consultor, Dr. Heinz Haber, Astrofísico. Image by © Bettmann/CORBIS

Objetivo: a LUA

Apesar das dificuldades encontradas no início do programa, a operação Paperclip cumpriu rapidamente as suas promessas em vários domínios, onde o Estado Maior americano não hesitou em colocar os “seus” cientistas nazis em postos chave. O mais emblemático foi o da conquista espacial, onde se distinguiu toda a antiga equipe nazista alemã dos mísseis V1 e V2, que dirigiu praticamente a totalidade das pesquisas e desenvolvimento do projeto americano.





Acima: O Dr Arthur Rudolph e um modelo do foguete Saturn VO

Erigido como prioridade pelo presidente John F. Kennedy em 1961, o envio de um homem para a Lua foi confiado diretamente aos engenheiros nazistas da equipe de Wernher von Braun. Este último tornou-se o primeiro diretor do Marshall Flight Center, o centro espacial da NASA em Huntsville. O nazista alemão Dr.Arthur Rudolph foi nomeado diretor de projeto da NASA para o programa do foguete Saturno V, o mesmo que iria atingir a Lua em 1969.

Para saber MUITO mais veja em: http://thoth3126.com.br/area-51-entrevista-de-david-adair-parte-2/

Durante a guerra, como chefe da produção em Mittelwerk, Rudolph estava encarregado nomeadamente de fixar o número de horas de trabalho realizável pelos prisioneiros vindos do campo de concentração vizinho de Dora. Enfim, o antigo membro das SS, das SA e de dois outros grupos nazis, Kurt Debus, tornou-se o primeiro diretor do Kennedy Space Center em Cabo Canaveral.

A colaboração dos três homens permitiu aos Estados Unidos realizar um dos feitos mais espetaculares da sua história dado que, em 21 de Julho de 1969, Neil Armstrong pôs o pé na Lua. Uma verdadeira coroação para a cooperação científica entre o partido nazista e o Estado Maior dos EUA, projeto em que colaborou Hubertus Strughold, cientista nazista que coordenou experiências sobre a resistência ao frio de deportados de campo de concentração de Dachau. Foi um recrutado pela Operação Paperclip.





Acima: Hubertus Strughold. Cientista nazista que experimentou com cobaias humanas, geralmente prisioneiros de guerra, a resistência ao frio do corpo humano, este foi o triste fim de milhares de deportados no campo de concentração de Dachau. Hubertus Strughold foi recrutado pela Operação Paperclip para residir nos EUA e trabalhar para seu governo no primeiro Departamento de MEDICINA ESPACIAL dos EUA

Mas este sucesso não foi o único domínio aonde esta cooperação chegou a excelentes resultados. No início dos anos 1950, o exército estado-unidense lançou um programa destinado a melhorar o conhecimento da saúde dos pilotos e dos cuidados a serem prestados em caso de acidente ou circunstâncias extremas, tais como o lançamento de pára quedas de altitudes muito elevadas. Estas investigações foram centralizadas na Escola de Medicina Aérea de Randolph Field, no Texas, sob a direção do general Harry Armstrong. Vários cientistas nazistas trabalhavam ao seu lado.

O mais eminente dentre eles era Hubertus Strughold. Este, após ter vivido nos Estados Unidos durante o período entre as duas guerras, tornou-se, durante o conflito, responsável do Instituto da Luftwaffe para a medicina aérea em Berlim, na Alemanha. Um centro de sinistra memória: cientistas levaram aí a cabo experiências particularmente atrozes sobre prisioneiros de campos de concentração a fim de verificar a duração da resistência ao gelo, à absorção de água salgada e à falta de oxigênio. Oficialmente, Strughold não teria tido conhecimento destas experiências.

No entanto, foram efetuadas pelos seus colaboradores mais próximos: Siegfried Ruff, responsável por experiências de simulação de elevada altitude (que tornavam os prisioneiros completamente loucos por falta de oxigênio no cérebro) foi mesmo o co-autor de um livro sobre saúde aérea com ele. Ruff escapou de resto também a ser recrutado no âmbito da Paperclip, após ter sido miraculosamente libertado em Nuremberg. Ainda hoje, o edifício da Base da Força Aérea dos EUA em San Antonio leva o nome de Hubertus Stronghold.





Nota desclassificada: O Chefe de gabinete da U. S. Air Force, a partir de 02 de junho de 1953, no qual se constata que 820 cientistas nazistas já tinham sido recrutados no âmbito do Projeto Paperclip.

O código de Nuremberg, destinado nomeadamente para prevenir a repetição dos horrores nazistas, bem como as leis que governavam a zona de controle norte americana da Alemanha que proibiam aos alemães de fazer investigações sobre a guerra química, não impediram o governo dos Estados Unidos de se utilizar dos melhores cérebros nazistas no âmbito da Operação Paperclip, muito pelo contrário.Arsenal EDGEWOOD : do GÁS MOSTARDA ao CONTROLE CÉREBRAL do LSD

A base militar ultra-secreta de Arsenal Edgewood, no Estado de Maryland, era desde 1922 o principal centro de investigação médica sobre a guerra química dentro dos Estados Unidos. Primeiro para testar os gases inventados pelos alemães durante a segunda grande guerra, e mais tarde para criar os métodos de manipulações psicológicas, numerosos cientistas da operação Paperclip levaram aí a cabo as suas experiências entre 1947 a 1966, freqüentemente de maneira demasiado empírica e utilizando as cobaias humanas que tinham à mão.


{n.T. – Os Experimentos do Arsenal Edgewood (também conhecido como Projeto 112 ) são conhecidos como sendo relacionados com/ou parte de programas de controle da mente da CIA após a Segunda Guerra Mundial , como o Projeto MKULTRA. A jornalista Linda Hunt, citando registros do Arquivo Nacional dos EUA, revelou que oito cientistas (nazistas, trazidos para os EUA pela Operação Paperclip) alemães trabalharam em Edgewood, sob o abrigo do Projeto Paperclip. [ver em “Agenda Secreta: o Governo dos Estados Unidos, cientistas nazistas e Projeto Paperclip” Imprensa St. Martin, 1991; ABC Primetime Life, a Operação Paperclip, de 1991, e audiências perante o Comitê Judiciário da Câmara do Congresso dos EUA, de 1991]


Os experimentos de controle da mente foram realizados no Arsenal Edgewood , a nordeste de Baltimore, Maryland, e envolveram o uso de potentes alucinógenos em seres humanos como o LSD ,THC , e BZ , além de agentes químicos e biológicos. Os experimentos em seres humanos se utilizando de tais agentes remonta a pelo menos a Primeira Guerra Mundial. Em meados dos anos 1970, na esteira de muitas reivindicações e acusações feitas por pessoas que sofreram com problemas de saúde devido à exposição a esses agentes, incluindo drogas administradas psicotrópicas e alucinógenas em experiências posteriores, o Congresso dos EUA começou investigações sobre o mau uso de tais experiências, e inadequado consentimento dado pelos soldados e civis envolvidos nas mesmas experiências.}

O que não melhorou a imagem da Operação Paperclip, mesmo entre o pessoal científico que estava baseado lá permanentemente. Assim, o diretor científico de Edgewood à época, o Dr. Seymour Silver, comentou os seus trabalhos nestes termos: «A sua apreciação geral tanto no que se referia à escolha dos sujeitos como sobre as próprias experiências era errônea, muito má». Ora num domínio dos gases de combate, dos gases incapacitantes e dos psicotrópicos, tais métodos tiveram conseqüências terríveis em seres humanos.

Um dos primeiros nazistas recrutados na base Edgewood foi Kurt Rahr, segundo criminoso nazi importado da Alemanha onde ele era acusado tanto por delitos de direito comum como pelo seu apoio ao IIIº Reich. Apesar de um relatório desfavorável que o julgava indigno de confiança e, por conseguinte perigoso para a segurança dos Estados Unidos, a JIOA enviou este especialista da eletrônica de elevada freqüência para Edgewood em Setembro de 1947.



Mas não lhe foram confiados trabalhos classificados secretos e era demasiado moderado segundo o gosto de outro recruta importado em 1947 desta vez da elite científica nazista, que o acusou de ser comunista e o fez retornar à Alemanha. Titular na universidade de Kieldu de 1934 a 1940, Trurnit foi o assistente do professor Holzlöhner, que efetuou, durante a segunda guerra mundial, experiências relativas ao frio sobre prisioneiros de Dachau.

Mas a principal trunfo de Edgewood no âmbito da Paperclip permaneceu sendo o Engenheiro Químico Friedrich Hoffmann, ele também foi entre os primeiros chegados à base. Este antigo candidato às S.A. reprovado sintetizava durante a guerra os gases tóxicos e as toxinas para o laboratório de química de guerra da universidade de Würzburg e para o Instituto de investigações técnicas da Luftwaffe (a Força Aérea Alemã). Chegado aos Estados Unidos, foi encarregado de inventar novos modos de proteção e antídotos contra os dois gases mais mortais inventados pelos nazistas que o Exército dos EUA dispunha, o Tabun e o Sarin, trazidos em grandes quantidades da Alemanha para os arsenais americanos.

Com a ajuda dos relatórios sobre as experiências efetuadas nos campos de concentração e de cobaias humanas escolhidas entre soldados da própria base, voluntários mas pouco informados sobre a realidade das experiências, tentou determinar quais os efeitos que estes gases produziam sobre o organismo humano. O protocolo experimental foi sumário: uma vasta sala foi arranjada como câmaras de gás lá se colocaram animais e soldados a quem se pediu para tirarem a sua máscara de gás e respirarem doses de veneno até que não o suportassem mais.

Assim o contou o soldado Don Bowen, após ter visto todos os animais da sala agonizar em atrozes sofrimentos: «O meu primeiro reflexo foi não respirar. “E quando finalmente tomei uma longa inspiração, o gás queimou-me o nariz, a garganta e os lábios». Numerosas cobaias humanas foram assim hospitalizadas por diversas perturbações após terem respirado fracas doses de gás mostarda ou Tabun.

O LSD, uma ARMA DE GUERRA PSICOLÓGICA

Em 1949, os cientistas da Paperclip baseados em Edgewood viram ser-lhes confiada uma nova missão: testar um psicotrópico surpreendente, que provocava alucinações e tendências para o suicídio nos seres humanos. Tratava-se do LSD, descoberto alguns anos antes por outro Hoffmann, Albert desta vez, nos laboratórios Sandoz de Basileia, na Suíçã [5]. A sua utilização devia ser de acordo com o seu principal promotor L. Wilson Greene, tornar possível uma guerra mais humana.

O objetivo era com efeito de determinar se se podia recorrer ao uso do LSD e a outras seis dezenas de outros psicotrópicos para efetuar uma guerra “psicoquímica” destinada a enfraquecer a população e as tropas inimigas. Mas progressivamente, com a subida em potência da Guerra Fria e a multiplicação das operações de contra-insurreição, a CIA açambarcou o projeto e focalizou-o na condução dos interrogatórios e nos meios para quebrar a resistência psicológica do interrogado, para provocar dissociações psicológicas e estados de amnésia [6].



As fontes de informações da CIA para a guerra química eram essencialmente os cientistas alemães nazistas que tinham trabalhado para a gigante da industria química alemã IG Farben (a sociedade que produzia o gás Zyklon B utilizado nos campos de concentração), como Walter Reppe, o seu antigo químico chefe, que os Estados Unidos tentaram recuperar em vão em 1948, enquanto ele já trabalhava para os britânicos. Um vasto recenseamento das plantas psicotrópicas foi empreendido por Friedrich Hoffmann a fim de desenvolver o “soro da verdade” ideal.

Deram-se igualmente importantes doses de LSD a soldados-cobaia de Edgewood antes de submetê-los a interrogatórios agressivos que provocaram neles estados de medo intenso, ou mesmo em certos casos convulsões, epilepsia ou crises de paranóia agudas que lhes deixaram numerosas seqüelas. As investigações sobre a amnésia, quanto a elas, conduziram à utilização do Sernyl (SNA), conhecido igualmente sob o nome de PCP ou “pó de anjo”, que se administrava por via oral ou em aerossol a soldados enquanto marchavam sobre um tapete rolante. Acessos de loucura intensa, de amnésia total e outros comas foram observados nos laboratórios de Edgewood.

Entre os mais virulentos cientistas nazistas trazidos pela Operação Paperclip que participaram nas investigações sobre a guerra química e psicológica, figurava igualmente o antigo Brigadeiro-General Walter Schlieber (empregado durante 10 anos), que tinha supervisionado as fábricas de armamento francesas sob a ocupação, as fábricas alemãs que empregavam STO e o programa nazista de guerra química. Encarcerado em 1945 porque era suspeito de crimes de guerra, salvou a sua pele redigindo relatórios sobre a guerra química para o Exército dos EUA, apresentando-se como testemunha traidora em Nuremberg para ser integrado na Operação Paperclip em 1947. Somente no período entre 1955 e 1975, sete mil soldados foram utilizados como cobaias involuntárias; gaseados, asfixiados, drogados para as investigações sobre o controle do cérebro.

UM ELEMENTO DE UMA POLÍTICA

O fim da aventura foi lastimoso. A partir do início dos anos 1970, os créditos militares atribuídos aos programas dos cientistas da Paperclip diminuíram. Em 1971, restrições orçamentais atingiram duramente o programa espacial, e muito particularmente os engenheiros alemães. Arthur Rudolph reformou-se, recebendo de passagem a mais alta distinção da NASA, a Medalha por Distinção em Serviço.

No mesmo ano, Wernher von Braun foi obrigado a testemunhar perante procuradores da Alemanha Ocidental encarregados de inquirir sobre os crimes cometidos no campo de concentração de Dora. Imediatamente depois, teve de abandonar o seu sonho secreto de se tornar administrador geral da NASA. Em 1974, foi a vez de Kurt Debus se reformar. Dez anos mais tarde, em 1984, enquanto ressurgiam as acusações de crime de guerra contra Arthur Rudolph, este último foi obrigado a deixar os Estados Unidos e ir para Hamburgo.





Wernher Von Braun e o Presidente Kennedy

No total, os diferentes programas da Operação Paperclip mobilizaram quase 1500 cientistas nazistas para lutar contra a URSS. Eles atestam a escolha do Estado Maior das três armas dos Estados Unidos, Marinha, Aeronáutica e Exército de colaborar com o partido nazista apesar do veto do presidente Roosevelt. Uma escolha ulteriormente validada pelo presidente Truman e içada ao nível de uma política federal sistemática.

Com efeito, sob o controle do Conselho de Segurança Nacional, operações similares foram conduzidas paralelamente noutros domínios para recuperar e integrar os quadros nazistas bem como os quadros do sistema militar japonês no aparelho de segurança dos Estados Unidos ou para empregá-los em operações secretas no estrangeiro.

http://thoth3126.com.br/category/nazismo/

[1] A Joint Intelligence Objectives Agency foi criada em 1945, sob a tutela do Joint Intelligence Commitee (JIC), o serviço de informação do Estado-maior das três armas. O JIC era composto pelo diretor dos serviços de informação do exército, pelo seu homólogo da Marinha, pelo vice-diretor do Air Staff-2 e por um representante do Departamento de Estado. Records of the Office of the Secretary of Defense (Record Group 330), página do Interagency Working Group.

[2] Linda Hunt, “US Coverup of Nazi Scientists”, Bulletin of the Atomic Scientists, Abril de 1985, p. 24.

[3] O chefe do Estado-maior do Exército dos EUA era então Omar N. Bradley.

[4] Linda Hunt, L’Affaire Paperclip – La récupération des scientifiques nazis par les Américains 1945-1990, Stock, 1995. (1ª ed. 1991).

[5] A utilização da molécula que Albert Hoffmann tinha experimentado ele mesmo de maneira trivial, desta vez no âmbito das experiências de Edgewood Arsenal, seguidamente da operação “MK ULTRA” para o controle da contracultura, levá-lo-á mais tarde a chamá la de a sua «criança terrível».

[6] Ver igualmente, a este respeito, Arthur Lepic, Les manuels de torture de l’armée des États-Unis, Voltaire, 26 de Maio de 2004.

Publicado originalmente em novembro de 2012.


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.


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Agosto 15, 2015

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As Origens e as Técnicas de Controle Mental do Projeto Monarch (MK ULTRA)


Posted by Thoth3126 on 02/02/2015





A programação mental do Projeto Monarch é um método de controle da mente utilizado por numerosas organizações para fins secretos e obscuros.

Ele é uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle da mente desenvolvido pela C.I.A., e testado em militares e civis. Os métodos são incrivelmente sádicos (todo o seu propósito é traumatizar a vítima) e os resultados esperados são horríveis: A criação de um escravo com a mente controlada que pode ser acionado a qualquer momento para executar qualquer ação exigida pelo seu manipulador.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

12 de dezembro de 2012

Enquanto a mídia de massa ignora (assim como a maioria da própria população) esta questão, mais de 2 milhões de norte americanos passaram pelos horrores do presente programa. Este artigo analisa as origens da programação Mental Monarch e alguns dos seus métodos e simbolismos.

http://vigilantcitizen.com

NOTA: Este artigo contém elementos perturbadores e poderá despertar integrantes sobreviventes do projeto Monarch.


Uma borboleta da espécie MONARCH, símbolo usado para o programa.

A Programação Mental Monarch é uma técnica de controle da mente que compreende elementos de abuso em ritual satânico (SRA) e Transtorno de Personalidade Múltipla (MPD).

Ele utiliza uma combinação de psicologia, neurociência e rituais de ocultismo para criar dentro dos escravos uma alter persona que pode ser acionada e programada por manipuladores. Escravos Monarch são usados por várias organizações ligadas à elite mundial em áreas como a militar, a escravidão sexual e a indústria do entretenimento (n.t. para disseminação de “novos comportamentos” que levam a alienação geral, promiscuidade, corrupção cultural e mais controle). Este artigo irá analisar as origens da programação mental Monarch, suas técnicas e o seu simbolismo.

Origens

Ao longo da história, várias contos foram registrados descrevendo rituais e práticas semelhantes de controle da mente. Um dos primeiros escritos dando referência à utilização do ocultismo para manipular a mente pode ser encontrada no Livro Egípcio dos Mortos. É uma compilação de rituais, muito estudada por sociedades secretas de hoje, que descreve os métodos de tortura e de intimidação (para criar trauma), o uso de poções (drogas) e fundição de magias (hipnotismo), resultando na escravidão total do indivíduo iniciado. Outros eventos atribuídos à magia negra, bruxaria e possessão demoníaca (quando a vítima é animada por uma força externa) são também os antepassados da programação mental Monarch.

É, no entanto, durante o século XX que o controle da mente se tornou uma ciência, no sentido moderno do termo, onde milhares de indivíduos foram testados, sistematicamente observados e documentados.

Um dos primeiros estudos metódicos baseado no trauma de controle da mente foi realizado pelo nazista alemão, o famigerado Dr. Josef Mengele, um médico que trabalhava nos campos de concentração nazistas. Inicialmente, ele ganhou notoriedade por ser um dos médicos da Waffen S.S. (Link: http://thoth3126.com.br) que supervisionavam a seleção de prisioneiros que chegavam, determinando quem estava para ser morto, e quem deveria se tornar um trabalhador forçado. No entanto, ele é conhecido principalmente pela realização de terríveis experimentos “científicos” com seres humanos em reclusão, incluindo crianças, devido a esse fato que Mengele era chamado de o “Anjo da Morte”.


O “anjo da morte”, o Dr. Joseph Mengele, médico alemão nazista, em 1935.

Mengele é famoso por seus sórdidos experimentos em seres humanos sobre os prisioneiros de campos de concentração, especialmente em irmãos gêmeos. Uma parte de seu trabalho, que raramente é mencionada no entanto, é a sua pesquisa sobre o controle da mente. Grande parte de sua investigação neste domínio foi confiscado pelos Aliados (os EUA) e ainda está classificado até os dias de hoje.


“DR. GREEN (o Dr. Joseph Mengele): O programador mais significativo, talvez se pudesse mesmo dar a ele o título de pai da programação mental Monarch, assim foi Joseph Mengele, um médico dos campos de concentração nazistas. Milhares de escravos monarcas controlados mentalmente nos EUA tinham o “Dr. Green “como seu programador chefe”. 1


“O Dr. Joseph Mengele do Campo de Concentração de Auschwitz-Birkenau, no sul da Polônia, adquiriu notoriedade por ter sido o desenvolvedor do princípio central do Projeto de Controle Mental Monarch baseado em “traumas’ e dos programas de controle mental MK ULTRA da CIA. Mengele e aproximadamente cerca de mais 5, 000 cientistas e técnicos nazistas de alto escalão foram secretamente trazidos para os Estados Unidos no rescaldo da II Guerra Mundial, em um movimento secreto designado como Operação Paperclip (Saiba mais em: http://thoth3126.com.br). Os nazistas continuaram o seu trabalho científico no desenvolvimento de novíssimas tecnologias de foguetes em bases militares, e as pesquisas secretas sobre o controle da mente em bases militares subterrâneas secretas nos EUA.

A única coisa que nos disseram (ao público em geral) era sobre o trabalho de desenvolvimento de foguetes com os célebres cientistas e estrelas nazistas como o Dr. Wernher Von Braun (Wernher Magnus Maximilian von Braun). Os assassinos, torturadores e mutiladores de seres humanos inocentes foram mantidos discretamente fora de vista, mas ocupads em instalações militares subterrâneas dos EUA, que gradualmente se tornou o lar de milhares e milhares de crianças americanas seqüestradas e que foram arrebatadas nas ruas (cerca de um milhão por ano) e colocadas em gaiolas com barras de ferro empilhados do chão ao teto, como parte da sua “formação” e treinamento.

Essas crianças seriam utilizados para refinar e aperfeiçoar as tecnologias de controle mental de Mengele. Certas crianças selecionadas (pelo menos as que sobreviveram à “formação”) se tornariam os futuros escravos controlados mentalmente que poderiam ser usados para executar milhares de trabalhos diferentes que variavam desde a escravidão sexual até assassinatos (n.t. a trilogia sobre Jason Bourne com Matt Damon é com base em um desses agentes controlados mentalmente pelo Programa MK ULTRA assim como o filme “Manchurian Candidate”). Uma parte substancial destas crianças, que eram considerados dispensáveis, descartáveis, foram deliberadamente abatidas em frente (e pelas) outras crianças, a fim de traumatizar o aluno selecionado para o cumprimento e submissão total de suas ordens”. 2

A pesquisa de Mengele serviu de base para o programa secreto e ilegal da C.I.A. de pesquisa de controle da mente humana chamado MK-ULTRA.

O MK-ULTRA


Documento de 09 de junho de 1953 sobre o Projeto MK-ULTRA e a utilização do alucinógeno LSD em estudos sobre os seus aspectos de bioquímica, neurofisiologia, sociológico e psiquiatria clínica, classificado como TOP SECRET.

O Projeto MK-ULTRA começo no início dos anos 1950 e perdurou até pelo menos a década de 1960, utilizando-se de cidadãos americanos e canadenses como os seus assuntos e alvos de teste. As evidências publicadas indicam que o Projeto MK-ULTRA envolveu a utilização de diversas metodologias para manipular os estados mentais individuais e alterar as funções cerebrais, incluindo a administração sub-reptícia de drogas e outras substâncias químicas, a privação sensorial, o isolamento e abuso verbal e físico.

Os experimentos mais divulgados conduzidos por MK-ULTRA envolveu a administração de LSD em seres humanos inconscientes, inclusive funcionários da C.I.A., militares, médicos, outros agentes do governo, prostitutas, doentes mentais, e membros do público em geral, a fim de estudar as suas reações.

No entanto, o âmbito do MK-ULTRA, contudo, não param por ai. Experiências envolvendo eletrochoques violentos, tortura física e mental e abuso foram usados em uma base sistemática sobre muitos assuntos, incluindo crianças.


Imagem de uma menina criança branca sem identificação entre 8 e 10 anos de idade. Exposta a cinco meses de experimentação com doses maciças de LSD, eletrochoque e privação sensorial, no Projeto MK-ULTRA, em 1961.

Embora os objetivos admitidos dos projetos fossem desenvolver a tortura e métodos de interrogatório para se usar contra os inimigos do país, alguns historiadores afirmaram que o projeto teve como objetivo criar “candidatos da Manchúria”, programados para realizar vários atos, como assassinatos e outras missões secretas.

O MK-ULTRA foi trazido à luz por várias comissões na década de 1970, incluindo a Comissão Rockefeller de 1975. Embora se afirme que a CIA abandonou tais experiências depois destas comissões, alguns delatores têm vindo sucessivamente afirmar que o projeto simplesmente foi para o “subterrâneo” e o Projeto Monarch de programação mental tornou-se o sucessor do secreto MK-ULTRA.

A declaração mais incriminadora até agora feita por um funcionário do governo quanto à possível existência do Projeto Monarch foi extraída por Anton Chaitkin, um escritor para a publicação The New Federalist. Quando ao ex-diretor da CIA, William Colby foi perguntado diretamente: “Que tal o projeto monarch?”, Ele respondeu com raiva e de forma ambígua: “Nós paramos com ele entre os anos 1960 e início dos anos 1970.” 3

Programação Monarch

Embora nunca tenha havido qualquer admissão oficial da existência do Projeto de programação mental Monarh, pesquisadores proeminentes têm documentado o uso sistemático do trauma sobre temas para fins de controle da mente. Alguns sobreviventes, com a ajuda de terapeutas dedicados, foram capazes de se “desprogramar” a si mesmos para, em seguida, fazerem o registro e divulgar os detalhes horríveis de suas provações.

Os escravos mentais do projeto Monarch são utilizados principalmente pelas organizações de inteligência para a realização de operações como bodes expiatórios treinados para executar tarefas específicas, que não questionam ordens, que não se lembram de suas ações e, que se descobertos, automaticamente cometem suicídio. Eles são os bodes expiatórios perfeitos para os assassinatos de alto perfil (ver o de Sirhan Sirhan), os candidatos ideais para a prostituição, escravidão e produções de cinema privadas. Eles também são os artistas fantoches perfeitos para a indústria do entretenimento.


“O que eu posso dizer é que agora acreditamos que a programação mental através do abuso ritual é generalizada, é sistemática, é muito organizada a partir de informações altamente esotéricas que não é publicada em nenhuma parte, não esta descrita em qualquer livro ou talk show, que encontramos ela em todos os lugares deste país (os EUA) e pelo menos em um país estrangeiro.

As pessoas dizem: “Qual é o propósito disso?” Meu melhor palpite é que a finalidade do mesmo é que eles querem um exército de candidatos da Manchúria, dezenas de milhares de robôs mentais que vão se prostituir, fazerem filmes, contrabandear narcóticos, envolver-se em contrabando internacional de armas, todos os tipos de coisas muito lucrativas, e fazendo o seu lance e, eventualmente, os megalomaníacos (da Elite) no topo acreditam que desta forma eles vão criar uma ordem satânica que governará o mundo “. – Dr. Corydon Hammond, Ph.D4

Os programadores Monarch causam trauma intenso aos indivíduos através da utilização de eletrochoque, tortura, abuso e jogos mentais, a fim de forçá-los a se dissociar da realidade – uma resposta natural em algumas pessoas, quando então são confrontados com uma dor insuportável. A capacidade do sujeito de se dissociar é um requisito importante e é, aparentemente, mais facilmente encontrada em crianças que vêm de famílias com várias gerações de abuso.


A Dissociação mental permite que os manipuladores possam criar personas alternativas na psique do indivíduo, que podem ser programados e acionados à vontade.


“A Programação de controle da mente baseado em trauma pode ser definido como tortura sistemática que bloqueia a capacidade da vítima para o processamento consciente (através da dor, terror, drogas, ilusão, privação sensorial, excesso de estimulação sensorial, privação de oxigênio, frio, calor, spinning, estimulação cerebral e, muitas vezes, de quase-morte), e então emprega a sugestão e / ou condicionamento clássico e operante (de acordo com os princípios de modificação comportamental bem estabelecidos) para implantar pensamentos, diretrizes, instruções e percepções na mente inconsciente, muitas vezes em recém-formadas identidades dissociadas por indução de trauma, que forçam a vítima a fazer, sentir, pensar ou perceber as coisas para os fins desejados pelo seu programador. O objetivo é que a vítima possa seguir as diretivas sem consciência, incluindo a execução de atos em clara violação dos princípios morais da vítima, convicções espirituais e volição.

A Instalação de programação de controle da mente depende da capacidade da vítima para se dissociar, o que permite a criação de novas personalidades escondidas para “segurar” e uma programação secreta da mesma. Já as crianças dissociativas são os principais “candidatos” para a programação mental “. 5

O programa de controle mental Monarch é secretamente usado por vários grupos e organizações para diversos fins. De acordo com Fritz Springmeier, esses grupos são conhecidos como “A Rede” (The Web) e formam a espinha dorsal da implantação de uma Nova Ordem Mundial.
As origens do nome

O Programa de Controle da Mente chamado de Monarch é nomeado com o nome da borboleta monarca – um inseto que começa sua vida como um verme peludo e às vezes até venenoso (que representa um potencial não desenvolvido) e, após um período de encasulamento (programação) renasce como lindas borboletas (o escravo mental Monarch). Algumas características específicas da borboleta monarca também são aplicáveis ao controle da mente.


“Uma das razões principais que a programação de controle da mente monarca foi nomeado Programação Mental Monarch foi por causa da borboleta monarca. A borboleta monarca aprende onde nasceu (suas raízes) e passa esse conhecimento através da genética sobre a sua descendência (de geração em geração).

Este foi um dos principais sinais do animal que chamou a atenção dos cientistas, de que o conhecimento pode ser transmitido geneticamente. O programa Monarch se baseia nos objetivos nazistas e Illuminati para criar uma raça superior, em parte, através da genética. Se o conhecimento pode ser transmitido geneticamente (o que é possível), então é importante que os pais sejam encontrados e passem o conhecimento correto sobre as vítimas selecionadas para o controle da mente do programa monarca “. 6


“Quando uma pessoa está passando por trauma induzido por eletrochoque, uma sensação de atordoamento é evidenciada, como se estivesse flutuando ou flutuando como uma borboleta. Há também uma representação simbólica relativa à transformação ou metamorfose desse belo inseto: a partir de uma lagarta para uma casulo (dormência, inatividade), a uma borboleta (criação do novo) que irá retornar ao seu ponto de origem. Esse é o padrão evolutivo que faz esta espécie única” 7

O Método

A vítima / sobrevivente é chamado de “escravo” pelo programador / manipulador / controlador mental, que por sua vez, é percebido como um “mestre” ou “deus”. Cerca de 75% dos escravos são do sexo feminino, já que possuem uma maior tolerância à dor e tendem a se dissociar da personalidade mais facilmente que os homens. Os manipuladores mentais do projeto monarch buscam a compartimentalização da psique de seu escravo(a) em várias e separadas alter personas usando o trauma pesado para causar dissociação da personalidade.

O seguinte é uma lista parcial dessas formas de tortura:

1. Abuso e tortura

2. Confinamento em caixas, gaiolas, caixões, etc, ou o enterramento (muitas vezes com uma abertura ou tubo de ar de oxigênio)

3. Contenção com cordas, correntes, algemas, etc

4. Quase-afogamento

5. Extremos de calor e frio, incluindo a submersão em água com gelo e substâncias químicas queimando

6. Película (apenas as camadas superiores da pele são removidos em vítimas destinados para sobreviverem)

7. Fiação

8. Luz ofuscante

9. Choque elétrico

10. Forçar a ingestão de fluidos corporais ofensivos e de matéria, tais como sangue, urina, fezes, carne, etc

11. Pendurados em posições dolorosas ou de cabeça para baixo

12. Fome e sede

13. A privação do sono

14 Compressão com pesos e dispositivos

15. Privação sensorial

16. Drogas para criar ilusão, confusão e amnésia, muitas vezes dada por injeção ou por via intravenosa

17. Ingestão ou injetar substâncias químicas tóxicas intravenosos para criar dor ou doença, incluindo os agentes da quimioterapia

18. Ter os membros (braços e pernas) puxados ou deslocados

19. Aplicação sobre o corpo de cobras, aranhas, larvas, ratos e outros animais para provocar o medo e nojo

20. Experiências de quase-morte, geralmente por asfixia ou afogamento, com reanimação imediata

22. Forçado a realizar ou testemunhar abusos, torturas e sacrifício de pessoas e animais, geralmente com facas

23. Participação forçada em escravidão

24. Abusada sexualmente, engravida e o feto é então abortado para uso ritual, ou o bebê é levado para o sacrifício ou para escravidão

25. Abuso espiritual para causar que a vítima venha a se sentir “possuída”, perseguida, e seja controlada internamente por “espíritos ou demônios”

26. Profanação das crenças e das formas de culto judaico-cristãs; dedicação a SATAN ou outras divindades diabólicas;


Fotos de Jayne Mansfield (outra platinum Blondie, que também morreu muito cedo como M.Monroe) com o satanista Anton LaVey (Fundador da Igreja de Satã nos EUA) e em um ritual satânico com o mesmo. O satanista “Anton LaVey foi o manipulador de controle da mente / programador de uma série de atores e atrizes de Hollywood, incluindo Jayne Mansfield e Marilyn Monroe, e que ambas o serviram como suas escravas sexuais”.

27. Abuso e ilusão para convencer as vítimas de que Deus é mau, como convencer uma criança que Deus tem abusado dela

28. Cirurgia para torturar, para experiência, ou para causar a percepção de explosões físicas ou espirituais ou implantes

29. Dano ou ameaça de dano a família, aos amigos, entes queridos, animais e outras vítimas, para forçar o cumprimento da obediência

30. Uso de ilusão e realidade virtual para confundir e criar divulgação não-credível 8


“A base para o sucesso da programação de controle da mente Monarch é que personalidades diferentes ou partes da personalidade chamada alter persona podem ser criados e que não se conhecem, mas que podem comandar o corpo em momentos diferentes. As paredes de amnésia que são construídas por traumas, formam um escudo protetor do sigilo que protege os abusadores de serem descobertos, e impede que as personalidades da frente que possuem o corpo por muito tempo de saber como o seu sistema de alter ego está sendo usado. O escudo do sigilo permite que os escravos mais cultos possam viver e trabalhar junto a outras pessoas e permanecerem totalmente despercebidos.

As Alters personas principais podem ser maravilhosos cristãos, e se alterarem quase instantaneamente para o mais profundo e satânico do pior tipo de monstro inimaginável, um efeito do tipo Dr. Jekyll / Mr.Hyde. Uma grande tarefa está em jogo na manutenção do sigilo da agência de inteligência ou do grupo oculto que está controlando o escravo. A taxa de sucesso deste tipo de programação é alta, mas quando falha, as falhas são eliminadas através da morte do escravo. Cada trauma e tortura específicos serve a um propósito. Uma grande quantidade de experimentação e pesquisa descobriu o que pode e não pode ser feito. Gráficos foram feitos mostrando o quanto torturar um determinado peso em uma determinada idade pode ser manipulado sem causar a morte “. 9


“Devido ao trauma grave induzido pelos traumas extremos, abusos e outros métodos, a mente se divide em personalidades alternativas a partir do seu núcleo. Anteriormente conhecido como Transtorno de Personalidade Múltipla, é atualmente reconhecido como transtorno dissociativo de identidade e é a base para a programação mental monarch. Além desse condicionamento a mente da vítima é reforçada através do hipnotismo, coerção, reversões entre sentir prazer e dor, supressão de comida, água, sono e privação sensorial, juntamente com várias drogas que alteram certas funções cerebrais “. 10


Marilyn Monroe teria sido uma escrava mental do programa de controle mental Monarch, que dela se serviu para criar um padrão de comportamento estereotipado da mulher loira, sensual, sedutora e fatal, mas que teve e ainda tem uma enorme influência sobre as mulheres .

A Dissociação da personalidade é, portanto, alcançada por traumatizar o sujeito, o escravo, usando abuso sistemático e também usando de rituais ocultistas aterrorizantes. Uma vez que uma cisão na personalidade do núcleo ocorre, um “mundo interno” pode ser criado e alter personas podem ser programadas usando ferramentas como música, filmes (especialmente da Disney Productions) e contos de fadas.

Estes recursos visuais e de áudio melhoraram o processo de programação mental usando imagens, símbolos, significados e conceitos. A alter persona (personalidade dupla) criada pode ser acessada se utilizando palavras ou símbolos como um gatilho programado no psiquismo do sujeito escravizado pelo manipulador.

Algumas das imagens internas mais comuns observados pelos escravos de controle da mente são árvores, a árvore cabalística da vida, loops infinitos, símbolos e letras antigas, teias de aranha, espelhos, vidro estilhaçado, máscaras, castelos, labirintos, demônios, borboletas, óculos com horas, relógios e robôs.

Estes símbolos são comumente inseridos em filmes de cultura popular e vídeos por duas razões: para dessensibilizar a maioria da população, usando mensagens subliminares e programação neuro-linguística e construir deliberadamente gatilhos e chaves específicas para a programação de base das crianças MONARCH altamente impressionáveis. 11

Alguns dos filmes utilizados na programação monarch incluem os inocentes O Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas, Pinóquio e A Bela Adormecida.


O filme O Mágico de Oz é usado pelos manipuladores da mente do projeto monarch para programar seus escravos mentalmente. Símbolos e significados do filme desencadeiam na mente do escravo permitindo fácil acesso à sua mente pelo manipulador. Na cultura popular, referências veladas a programação Monarch costumam usar analogias com O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas.

Em cada caso, ao escravo mental é dada uma interpretação particular da história do filme, a fim de aumentar a programação. Por exemplo, um escravo assistindo O Mágico de Oz é ensinado que a música “Somewhere Over the Rainbow” é o “lugar feliz” para onde os escravos do trauma dissociativo deve ir a fim de escapar da dor insuportável infligida sobre eles. Usando esse filme, os programadores da mente incentivam os seus escravos para ir até “over the rainbow” e se dissociarem mentalmente, efetivamente separando suas mentes de seus corpos.


“Como foi mencionado antes, ao hipnotizador será mais fácil encontrar crianças para hipnotizar se eles souberem como fazê-lo com crianças pequenas. Um método que é eficaz é dizer para as crianças pequenas, “Imagine que você está assistindo a um programa de televisão favorito.” É por isso que os filmes da Disney e outros programas são tão importantes para os programadores. Eles são a ferramenta hipnótica perfeita para obter a dissociação da mente da criança na direção certa.

Os programadores têm utilizado esses filmes quase um dia inteiro para ajudar as crianças a aprender os scripts hipnóticos para as crianças que necessitam fazer parte do processo hipnótico. Se o hipnotizador permitir à criança ter a sua própria imaginação, as sugestões hipnóticas serão mais fortes. Ao invés de dizer à criança a cor de um cão, o programador pode perguntar à criança qual a cor. Este é o lugar onde os livros e os filmes exibidos para a criança ajudam a orientar a sua mente na direção certa desejada pela programação.

Se o hipnotizador falar para uma criança, ele deve tomar cuidado extra para não alterar o tom de sua voz e ter transições suaves. A maioria dos filmes Disney são utilizados para fins de programação. Alguns deles são projetados especificamente para o controle da mente. “ 12
Níveis de Programação Monarca

Os níveis de Programação mental Monarch identificam as “funções” do escravo e são nomeados após o Eletroencefalografia (EEG) das ondas cerebrais associadas a eles.


Tipos de ondas cerebrais em EEG

Considerado como “geral” ou programação regular, ALPHA está dentro da personalidade base de controle. É caracterizada pela retenção de memória extremamente pronunciada, juntamente com um aumento substancial da força física e acuidade visual. A programação Alpha é realizada através da subdivisão deliberada da personalidade das vítimas, que, em essência, causa uma divisão cerebral cérebro-esquerda cérebro à direita, permitindo uma união programada de esquerda e direita através da estimulação via neurônios.

BETA é referido como programação “sexual” (dos escravos). Esta programação elimina todas as convicções morais aprendidas e estimula o instinto primitivo, sem inibições. Alter persona como o “Gato” pode sair neste nível. Conhecido como programação Kitten, é o tipo mais visível da programação com algumas “celebridades” femininas, modelos, atrizes e cantoras que foram submetidas a esse tipo de programação. Na cultura popular, roupas com estampas de felinos muitas vezes denotam programação Kitten.

DELTA é conhecido como programação de “assassino” e foi originalmente desenvolvida para o treinamento de agentes especiais ou soldados de elite (ou seja, Delta Force, First Earth Battalion – Primeiro Batalhão da Terra -, Mossad, etc) em operações secretas. Nível de saída adrenalina ideal e agressão controlada, é evidente. Os assuntos são desprovidos de medo e muito sistemáticos na realização de sua missão. Instruções para a auto-destruição ou o suicídio são mergulhados neste nível.

THETA -. Considerada a programação “psíquica” Bloodliners (aqueles provenientes de famílias satânicas multi-geracionais) foram determinados para apresentar uma maior propensão para ter habilidades telepáticas do que os não-bloodliners. Devido às suas limitações evidentes, no entanto, vários tipos de sistemas de controle eletrônico da mente foram desenvolvidas e introduzidos, ou seja, dispositivos biomédicos de telemetria humano (implantes cerebrais), lasers de energia dirigida, utilizando microondas e / ou eletromagnetismo. É relatado que para estes escravos mentais sejam utilizados em conjunto com computadores altamente avançados e sistemas sofisticados de localização por satélite. 13

Em Conclusão

É difícil manter a objetividade ao descrever os horrores sofridos pelos escravos monarch. A extrema violência, o abuso, a tortura mental e jogos sádicos infligidas às suas vítimas por “cientistas notáveis” e funcionários de alto nível de governo provam a existência de um verdadeiro “lado negro” nos poderes constituídos. Apesar das revelações, os documentos e os delatores, a grande maioria da população ignora, nega ou evita o problema completamente (apenas quer mais PÃO E CIRCO). Mais de dois milhões de americanos foram programados pelo trauma de controle da mente desde 1947 e a CIA admitiu publicamente seus projetos de controle mental em 1970.

Filmes como The Manchurian Candidate já referiu diretamente ao assunto, ainda retratando técnicas atuais, tais como eletrochoque, o uso de palavras gatilho e implantação de microchip. Várias figuras públicas que vemos na nossa TV e telas de cinema são escravos de controle da mente. Pessoas famosas como Doce Jones , Celia Imrie e Sirhan Sirhan acessaram a sua programação e divulgaram as suas experiências de controle da mente … e ainda as reclamações do público em geral (a massa ignorante) de que ISSO “não pode existir”.


A pesquisa e os fundos investidos no projeto Monarch no entanto, não ase aplicam penas ao programa de controle mental de escravos. Muitas das técnicas de programação aperfeiçoadas nesses experimentos são aplicadas em larga escala ao povo em GERAL através da mídia de massa (cinema e televisão). As principais notícias, os filmes, vídeos de música (vídeoclips), propagandas e programas de televisão são concebidos com base nos dados mais avançados sobre o comportamento humano jamais compilados. Muito da aplicação disso vem da programação da Mente Monarch (buscando uma resposta efetiva para imbecilizar mais ainda a massa dos cidadãos).

Para saber mais: http://en.wikipedia.org/wiki/Project_MKUltra

Notas:

Fritz Springmeier, A Fórmula Illuminati para criar um escravo Mind Control
Ken Adachi, controle da mente do Terror final
Anton Chaitkin “Testemunhas Franklin Implícita FBI e Elites americanas em tortura e assassinato de crianças”, The New Federalist
Dr. Corydon Hammond, Ph.D
Ellen P. Lacter, Ph.D., a relação entre Programação Controle da Mente e Abuso Ritual
Ibid.
Ron Patton, Projeto Monarch
Ellen P. Lacter, Ph.D., formas de tortura Suportadas em Abuso Ritual e Trauma-Based Mind Control
Springmeier, op. cit.
Patton, op. cit.
Ibid.
Springmeier, op. cit.
Patton, op. cit.

Saiba MUITO mais acessando:
http://thoth3126.com.br/marilyn-monroe-sua-vida-oculta-como-escrava-do-programa-de-controle-mental-monarch/
http://thoth3126.com.br/marilyn-monroe-sua-vida-oculta-como-escrava-mental-ii-parte/
http://thoth3126.com.br/angelina-jolie-e-parte-de-um-esquema-de-controle-muito-sutil-e-inteligente/
http://thoth3126.com.br/o-maior-dos-segredos/
http://thoth3126.com.br/batons-contaminam/
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http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/
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