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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Outubro 30, 2015

chamavioleta

O Livro perdido de Enki 

 6ª Tabuleta

The Lost Book of Enki 

Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre.

Por Zecharia Sitchin.


Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com 

Publicado anteriormente a 24/04/2015


Fazem cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/

Sinopse da Sexta Tabuleta 
 
Enki revela um segredo aos incrédulos líderes: no Abzu perambula um ser selvagem similar aos Anunnaki; acrescentando sua essência vital com a dos Anunnaki, lhe poderá elevar até lhe converter em um trabalhador Primitivo e inteligente (um escravo).
A criação pertence ao Pai de Todo Princípio, gritou Enlil. Só lhe daremos nossa imagem a um ser já existente, argüiu Ninmah.
Necessitamos urgentemente do ouro para sobreviver, os líderes votam sim para a tentativa de se criar um trabalhador híbrido.
Enki, Ninmah e Ningishzidda, o filho de Enki, começam os experimentos genéticos.
Depois de muitos fracassos, consegue-se o modelo-perfeito. Surge o Adamu (Adão), Ninmah grita triunfante: Minhas mãos o produziram!
A renomada Ninti («Dama da Vida») por seu turno Ninki, a esposa de Enki, ajuda a criar a Ti-Amat, uma fêmea do Adamu (Eva).
Os seres terrestres, sendo híbridos, se cruzam mas não procriam.
Ningishzidda acrescenta dois ramos de essência à Árvore da Vida (DNA) dos Terrestres.
Ao descobrir os acontecimentos passados, Enlil expulsa os Terrestres do E.Din.
A dupla hélice do DNA humano, emblema de Ninghishzidda.


A dupla hélice do DNA humano, emblema de Ninghishzidda.

A SEXTA TABULETA

Criar um Trabalhador Primitivo, forjá-lo pelo sinal de nossa essência (DNA Anunnaki)! Assim disse Enki aos líderes. O ser que precisamos já existe! Assim lhes revelou Enki um segredo do Abzu (África). Assombrados escutaram outros as palavras de Enki; ficaram fascinados com suas palavras. Existem criaturas no Abzu, disse Enki, que caminham eretas, sobre duas pernas, as patas dianteiras as utilizam como braços, de mãos estão dotados. Vivem entre os animais das estepes. Não sabem andar vestidos, comem novelo com a boca, bebem água dos lagos e das sarjetas. Têm todo o corpo peludo, o cabelo da cabeça é como o de um leão; pulam com as gazelas, desfrutam com as criaturas prolíficas nas águas! Os líderes escutaram as palavras de Enki com surpresa.

No Edin (Mesopotâmia) não se viu nenhuma criatura como essa!, disse Enlil sem poder acreditar. Faz eons, em Nibiru, nossos predecessores possivelmente foram assim!, disse Ninmah. É um ser, não uma criatura!, disse Ninmah. Deve ser emocionante contemplá-lo! Enki lhes levou à Casa da Vida (Laboratório Genético?); em fortes jaulas havia uns destes seres. Ao ver Enki e os outros, ficaram a saltar, golpeavam com os punhos nas barras da jaula. Grunhiam e sopravam; não diziam palavras. São macho e fêmea!, disse Enki; têm masculinidade e feminilidade, procriam como nós, humanos vindos de Nibiru.



Ningishzidda, meu filho, comprovou sua Essência de Elaboração; (DNA) é similar à nossa, como duas serpentes entrelaçadas; Nossa essência vital se combinará com a deles, nosso sinal ficará sobre eles, vamos criar um Trabalhador Primitivo!

Ele compreenderá nossas ordens, usará as nossas ferramentas, levará a cabo os trabalhos duros nas escavações; dará alívio aos Anunnaki no Abzu (minas de ouro na hoje África do Sul)! Assim falava Enki, com entusiasmo, suas palavras soavam excitadas. Enlil vacilava ante as palavras: É um assunto de grande importância! Faz muito que se aboliu a escravidão em nosso planeta, os escravos agora são as máquinas e ferramentas, não outros seres vivos! Quer trazer para a existência humana uma nova criatura, não existente previamente; a criação do homem deve estar somente nas mãos do Pai de Todo Princípio!

Assim disse Enlil, opondo-se; suas palavras eram severas. Enki respondeu a seu irmão: Não escravos, a não ser como ajudantes é meu plano! O ser já existe!, disse Ninmah. O plano consiste em lhe dar mais capacidade! Não se trata de fazer uma nova criatura, mas sim de fazer presente nele mais a nossa imagem já existente!, disse Enki persuasivamente. Com poucas mudanças se pode conseguir, só se necessita uma gota de nossa essência!

É este um assunto grave, e não é de meu agrado!, disse Enlil. Vai contra as regras da viagem de planeta em planeta, proibiu-se pelas regras da vinda à Terra. Nosso objetivo era obter ouro, e não de substituir ao Pai de Todo Princípio!

Depois de falar assim Enlil, Ninmah foi a que lhe respondeu: Irmão meu!, disse Ninmah a Enlil, o Pai de Todo Princípio nos dotou de sabedoria e entendimento, para que propósito ele nos aperfeiçoou deste modo, se não for para fazer o máximo uso disso? O Criador de Tudo encheu nossa essência vital de sabedoria e entendimento, para que fôssemos capazes de fazer qualquer uso disso, não é isso para o que fomos destinados? Assim foram as palavras que Ninmah dirigiu a seu irmão Enlil. Com isso que nos concedeu em nossa essência, aperfeiçoamos máquinas, ferramentas, carros celestiais, fizemos em pedacinhos as montanhas com as armas de terror, e os céus (de Nibiru) curamos com ouro! Assim disse Ninurta à sua mãe.

Com a nossa sabedoria não vamos criar novos seres, vamos forjar novas ferramentas, vamos aliviar o trabalho com novas equipes, não com escravos! Lá onde nosso entendimento nos leve, a isso fomos destinados! Assim disse Ningishzidda, que estava de acordo com Enki e com Ninmah. Não podemos impedir que se usem os conhecimentos que possuímos!, disse Ningishzidda. Certamente, o Destino não pode ser alterado, desde o começo até o Final foi determinado! Disse-lhes Enlil. É Destino, ou é Sorte, o que nos trouxe para este planeta, a tirar ouro das águas, a pôr a trabalhar nas escavações aos heróis Anunnaki, a estar negando a criação de um Trabalhador Primitivo?



Essa, meus parentes, é a questão! Assim, com gravidade, disse Enlil. É Destino, é Sorte? Isso é o que terá que decidir. Está ordenado desde o começo, ou é algo pelo que devemos nos decidir? Decidiram expor o assunto ante Anu em Nibiru; Anu apresentou o assunto ante o conselho planetário. Consultou-se aos anciões, aos sábios, aos comandantes. As discussões foram largas e amargas, disseram-se palavras de Vida e Morte, de Sorte e Destino. Há alguma outra forma de se obter ouro? A sobrevivência de Nibiru está em perigo! Se tiver que se obter ouro, que se elabore, se crie o novo ser, decidiu o conselho. Que Anu deixe de lado as regras das viagens planetárias, que se salve Nibiru!

A decisão se transmitiu do palácio de Anu até a Terra; e a Enki encantou. Que Ninmah seja minha ajudante, tem conhecimentos (de genética) destes assuntos! Assim disse Enki. Olhava a Ninmah com desejo. Assim seja!, disse Ninmah. Assim seja!, disse Enlil. Através do Ennugi se anunciou a decisão aos Anunnaki no Abzu: Até que se consiga o novo ser, todos têm que voltar voluntariamente para o trabalho!, disse. Houve decepção; não houve rebelião; os Anunnaki voltaram para o trabalho. Na Casa da Vida, no Abzu, Enki explicou a Ninmah como elaborar o ser. Levou Ninmah a um lugar entre as árvores, era um lugar de jaulas. Nas jaulas havia estranhas criaturas, algo que ninguém tinha visto em liberdade: tinham a parte superior de uma espécie, a parte inferior de outra criatura; Enki mostrou a Ninmah criaturas de duas espécies combinadas por suas essências (fruto de experimentação genética)!

Voltaram para a Casa da Vida, levaram-na a um lugar limpo com um brilhante resplendor. No lugar limpo, Ningishzidda explicou a Ninmah os segredos da essência vital, como se pode combinar a essência de duas espécies, ele lhe mostrou. As criaturas das três jaulas são muito estranhas, são monstruosas!, disse Ninmah. Sim, são!, respondeu Enki. Obter a perfeição, para isso necessitamos de ti! Como combinar as essências, quanto delas, quanto disso reunir, em que útero começar a concepção, em que útero deverá dar a luz? Para isso se necessitam seus conhecimentos de ajuda e cura; necessitam-se os conhecimentos de alguém que tenha dado a luz, de alguém que seja mãe! No rosto de Ninmah havia um sorriso; recordava bem as duas filhas que tinha tido com Enki.

Ninmah fiscalizou com Ningishzidda as fórmulas sagradas que se guardavam secretamente nos ME, perguntava-lhe como se fez isto e aquilo. Examinou as criaturas das três jaulas, contemplou às criaturas bípedes. As essências se transmitem por inseminação de um macho a uma fêmea, os dois fios entrelaçados se separam e combinam para forjar uma descendência. Que um varão Anunnaki fecunde a uma fêmea bípede, que nasça uma descendência (híbrida) da combinação! Assim disse Ninmah. Isso tentamos, mas houve falhas!, respondeu-lhe Enki. Não houve concepção, não houve parto! Vem agora o relato de como se criou o Trabalhador Primitivo, de como Enki e Ninmah, com a ajuda da Ningishzidda, forjaram o novo ser.



Terá que tentar conseguir outra forma de mesclar as essências, disse Ninmah. Terá que encontrar outra forma de combinar os dois fios das essências, para que não resulte danificada a porção (do DNA) da Terra. Tem-se que configurar para que receba nossa essência gradualmente, só se poderia tentar pouco a pouco a partir das fórmulas ME da essência de Nibiru! Ninmah preparou uma mescla em um recipiente de cristal, pôs com muito cuidado o óvulo de uma fêmea bípede, junto com a que continha a semente (esperma) Anunnaki, fecundou o óvulo; inseriu de novo o óvulo na matriz da fêmea bípede. Desta vez houve concepção, havia um parto em gestação! Os líderes esperaram o tempo previsto para o nascimento, esperavam os resultados com o coração cheio de ansiedade.

O tempo previsto se cumpriu, mas não houve nascimento! Desesperada, Ninmah fez um corte, o que tinha sido concebido extraiu com tenazes. Era um ser vivo! Enki exclamou com regozijo. Conseguimos!, gritou Ningishzidda jubiloso. Ninmah sustentava em suas mãos ao recém-nascido, mas ela não estava cheia de gozo: o recém-nascido tinha cabelo por todo o corpo, sua parte superior era como as das criaturas da Terra, as partes inferiores se pareciam mais às dos Anunnaki. Deixaram que a fêmea bípede cuidasse do recém-nascido, que mamasse seu leite. O recém-nascido cresceu rápido, o que no Nibiru era uma hora, era quase um mês no Abzu (um ano de Nibiru equivale a 3.600 anos da Terra). O menino da Terra se fez mais alto, não era a imagem dos Anunnaki; suas mãos não se adaptavam às ferramentas, e não emitia mais que grunhidos!

Temos que voltar e tentar de novo!, disse Ninmah. Terá que se ajustar a mescla; me deixem ensaiar com os ME, deixem que faça o esforço com este ou aquele ME! Com a ajuda de Enki e de Ningishzidda repetiram os procedimentos, Ninmah considerou cuidadosamente as essências dos ME, tomou um pouco de um deles, tomou um pouco de outro deles, logo fecundou na terrina de cristal o óvulo da fêmea da Terra. Houve concepção, quando se cumprisse o tempo haveria nascimento! Este se parecia mais aos Anunnaki; deixaram que a mãe lhe desse de mamar, deixaram que o recém-nascido se convertesse em menino. Por seu aspecto, era atrativo; suas mãos estavam conformadas para sustentar ferramentas; puseram a prova seus sentidos, encontraram-nos deficientes: o menino da Terra não podia ouvir, sua visão era vacilante.

Uma e outra vez, Ninmah reajustou as mesclas, das fórmulas tomou pingos e partes; um ser tinha os pés paralisados, a outro gotejava o sêmen, a outro tremiam as mãos, a outro lhe funcionava mal o fígado; outro tinha as mãos muito curtas para alcançar a boca, outro não tinha os pulmões adequados para respirar. Enki estava decepcionado com os resultados. Não conseguimos o Trabalhador Primitivo!, disse a Ninmah. Estou descobrindo através de ensaios o bom ou mau neste ser! Respondeu Ninmah a Enki. Meu coração anima-me a que siga tentando-o! Uma vez mais, Ninmah fez uma mescla; uma vez mais, o recém-nascido era deficiente. Possivelmente o déficit não se encontre na mescla!, disse-lhe Enki.



Possivelmente o impedimento não esteja nem no óvulo da fêmea nem nas essências! Pelo que a Terra mesma está forjada, possivelmente seja isso o que falta! Não use um recipiente de cristais de Nibiru, faz o da argila da Terra! Assim disse Enki, em posse de grande sabedoria, a Ninmah. Possivelmente se requeira o que é a própria mescla da Terra, de ouro e cobre! Assim animou Enki, um cientista que sabe das coisas, a Ninmah, para que usasse a argila do Abzu. Na Casa da Vida, Ninmah fez um recipiente, o fez com a argila do Abzu. Como um banho purificador conformou o recipiente, para fazer dentro dele a mescla. Pôs com cuidado o óvulo de uma fêmea terrestre, de uma bípede, no recipiente de argila, pôs no recipiente a essência vital extraída do sangue de um Anunnaki, através das fórmulas ME, dirigiu isso a essência e pouco a pouco e com mesura foram acrescentadas ao recipiente, depois, inseriu o óvulo assim fertilizado na matriz da fêmea terrestre.

Há fecundação!, anunciou alegre Ninmah. Esperaram o tempo do nascimento. Quando se cumpriu o tempo, a fêmea terrestre começou a parir, um menino, um recém-nascido estava a ponto de chegar! Ninmah extraiu ao recém-nascido com as mãos; era um varão! Em suas mãos sustentou ao menino; Enki e Ningishzidda estavam pressentindo o sucesso. Os três líderes puseram-se a rir alegremente. Enki e Ningishzidda se davam palmadas nas costas, Ninmah e Enki se abraçaram e se beijaram. Suas mãos o têm feito!, disse-lhe Enki com um brilho nos olhos. Deixaram que a mãe desse de mamar ao recém-nascido; este cresceu mais rápido que um menino de Nibiru.

O recém-nascido progrediu de mês em mês, passou de bebê a menino. Seus membros eram adequados para o trabalho, falar não sabia, não compreendia as palavras, emitia grunhidos e bufos! Enki valorou o assunto, tomou em consideração o que se tinha feito em cada passo e em cada mescla. De tudo o que tentamos e trocou, há uma coisa que nunca se alterou!, disse a Ninmah: sempre se inseriu o óvulo fertilizado na matriz de uma fêmea terrestre. Possivelmente esteja nisso a obstrução que acontece! Assim disse Enki. Ninmah olhou Enki, contemplou-o desconcertada. O que, na verdade, está dizendo? dele, exigia ela uma resposta. Estou falando da matriz que dá a luz!, Respondeu Enki. De quem nutre o óvulo fertilizado, de quem dá a luz; para que seja a nossa imagem e semelhança {“Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; Gênesis 1:26}, possivelmente se necessite uma matriz Anunnaki!

Na Casa da Vida houve silêncio; Enki estava pronunciando palavras nunca antes escutadas! olharam-se um ao outro, estavam pensando no que poderia estar pensando o outro. Sábia são suas palavras, irmão meu!, disse Ninmah por fim. Possivelmente se inseriu a mescla correta na matriz equivocada; Agora bem, onde está a fêmea entre os Anunnaki que ofereça sua matriz (Útero), para criar possivelmente ao Trabalhador Primitivo perfeito, ou para levar possivelmente um monstro em seu ventre? Assim disse Ninmah, com a voz tremente. Deixa que pergunte a Ninki, minha esposa!, disse Enki. Convoquemos ela à Casa da Vida, para expor o assunto ante ela. Estava-se voltando para partir quando Ninmah lhe pôs a mão no ombro: Não! Não!, disse a Enki. Eu fiz as mesclas, a recompensa e o perigo devem ser meus! Serei eu a que proporcione a matriz Anunnaki, a que confronte o bom ou o mau fado!

Enki inclinou a cabeça, abraçou-a brandamente. Assim seja!, disse-lhe. Fizeram a mescla no recipiente de argila, uniram o óvulo de uma fêmea terrestre com a essência masculina Anunnaki. Enki inseriu o óvulo fertilizado na matriz de Ninmah; houve fecundação e concepção! O tempo, concebido por uma mescla, quanto durará?, perguntaram-se um a outro. Serão nove meses de Nibiru? Serão nove meses da Terra? Depois que na Terra, mas antes do que no prazo de Nibiru, ocorreu o parto; Ninmah deu a luz a um varão! Enki sustentou entre suas mãos ao menino; era a imagem da perfeição. Deu umas palmadas nas partes traseiras do menino; o recém-nascido emitiu os sons adequados! Passou o recém-nascido a Ninmah; ela o levantou entre suas mãos. Minhas mãos o têm feito!, exclamou vitoriosa. Vem agora o relato de como lhe pôs por nome Adamu (Adão), e de como se fez Ti-Amat para ele, uma contraparte (Eva) fêmea.


Ningishzidda, (de joelhos) Enki e Ninmah segurando o Adamu pelos três criado…

Os líderes examinaram com atenção o aspecto e os membros do recém nascido: suas orelhas tinham boa forma, não tinha os olhos obstruídos, tinha os membros adequados, conformados como pernas e pés na parte inferior e com braços e mãos na parte superior. Não era peludo como os selvagens, seu cabelo era negro escuro, sua pele era tersa (pura, limpa, brilhante), tersa como a pele dos Anunnaki, a cor de seu sangue era vermelho escuro, do mesmo tom que a argila do Abzu. Olharam sua parte íntima: sua forma era estranha, a parte dianteira estava envolta com uma pele. Era diferente da parte íntima dos Anunnaki, pendurava-lhe uma pele da parte dianteira! Que o Terrestre se distingua de nós, os Anunnaki, por esta pele!, disse Enki.

O recém-nascido Adamu começou a chorar; Ninmah o estreitou contra seu peito; deu-lhe o peito, o menino ficou a chupar do peito. Conseguimos a perfeição!, disse Ningishzidda eufórico. Enki olhava fixamente a sua irmã; não estava vendo Ninmah e a um ser, a não ser a mãe e filho. Porá-lhe um nome?, perguntou Enki. É um ser, não uma criatura! Ninmah pôs sua mão sobre o corpo do recém-nascido, acariciou com seus dedos sua vermelha e escura pele. Chamarei-lhe Adamu!, disse Ninmah. Aquele que é Como Argila da Terra, esse será seu nome! Fizeram um berço para o recém-nascido Adamu, puseram-no em um quarto na Casa da Vida. Verdadeiramente, conseguimos um modelo de Trabalhador Primitivo!, disse Enki. Agora se necessita um exército de trabalhadores como ele!, recordou-lhes Ningishzidda a seus maiores.

Na verdade, será um modelo; por isso a ele se refere, será tratado como um primogênito, do duro trabalho lhe protegerá, só sua essência será como um molde! Assim disse Enki; Ninmah ficou muito satisfeita com seu decreto. Que matrizes levarão os óvulos fertilizados à partir de agora?, perguntou Ningishzidda. Os líderes ponderaram o assunto; Ninmah ofereceu uma solução. Ninmah reuniu as curadoras de sua cidade, Shurubak; explicou-lhes o trabalho que se requeria delas, levou-as até o berço de Adamu, para que apreciassem ao recém-nascido Terrestre. Não é um mandato levar a cabo este trabalho!, disse-lhes Ninmah: Seu próprio desejo é a decisão!



Das Anunnaki reunidas, sete se adiantaram, sete aceitaram a tarefa. Que se recordem seus nomes para sempre!, disse Ninmah a Enki. Seu trabalho é heróico, graças a elas nascerá uma raça de Trabalhadores Primitivos! As sete que se adiantaram, cada uma anunciou seu nome; Ningishzidda registrou os nomes: Ninimma, Shuzianna, Ninmada, Ninbara, Ninmug, Musardu e Ningunna. Estes foram os nomes das sete que, por desejo próprio, mães de nascimento foram ser, para conceber e levar Terrestres em suas matrizes, para criar Trabalhadores Primitivos. Em sete recipientes, feitos de argila do Abzu, Ninmah pôs óvulos das fêmeas bípedes, Ninmah extraiu a essência vital de Adamu, inseriu-a pouco a pouco nos recipientes.

Depois, fez uma incisão nas partes masculinas de Adamu para deixar sair uma gota de sangue. Seja isto um Signo de Vida; proclame-se sempre que Carne e Alma se combinaram! Apertou as partes masculinas para que sangrassem, uma gota de sangue acrescentou em cada recipiente para a mescla. Nesta mescla de argila, o Terrestre e o Anunnaki se entrelaçarão! Assim disse Ninmah, um encantamento pronunciou: À unidade as duas essências, uma do Céu (Nibiru), uma da Terra, juntas se levarão, a da Terra e a de Nibiru, enlaçarão-se por parentesco sangüíneo! Isto pronunciou Ninmah; Ningishzidda também tomou nota de suas palavras. Os óvulos fertilizados se inseriram nas matrizes das heroínas iluminadas.

Houve fecundação e concepção; por antecipado, calculou-se o tempo previsto. No tempo previsto, tiveram lugar os partos! No tempo previsto, nasceram sete Terrestres varões, seus rasgos eram os adequados, emitiam bons sons; foram amamentados pelas heroínas. Criaram-se sete Trabalhadores Primitivos!, disse Ningishzidda. Repita-se o procedimento, que mais sete assumam o trabalho! Meu filho Ningishzidda!, disse-lhe Enki. Nem sequer de sete em sete será suficiente, fariam falta muitas heroínas curadoras, seu trabalho deste modo se faria eterno! Certamente, é um trabalho muito exigente, é pouco menos que insuportável!, disse-lhes Ninmah. Agora temos que fazer fêmeas para Adamu!, disse Enki, para que sejam os casais dos varões. Que se conheçam, para que os dois se façam uma só carne. Que procriem por si só, que façam sua própria prole, que por si mesmos façam nascer Trabalhadores Primitivos, para liberar as mulheres Anunnaki!

Tem que trocar as fórmulas ME, ajustaria de varão a fêmea! Assim disse Enki a Ningishzidda. Para fazer uma fêmea para o Adamu, é necessária a concepção na matriz de uma Anunnaki! Assim lhe respondeu Ningishzidda a seu pai Enki. Enki dirigiu seu olhar para Ninmah; antes que ela pudesse falar, ele levantou a mão. Deixa que desta vez chame a minha esposa Ninki!, disse com voz poderosa, Se estiver disposta, que ela crie o molde para a fêmea Terrestre! Ao Abzu, à Casa da Vida, chamaram Ninki, mostraram ao Adamu, explicaram tudo, deram-lhe explicações do trabalho que se requeria, deram-lhe conta do êxito e do perigo. Ninki estava fascinada com o trabalho. Faça-se!, disse-lhes. Ningishzidda fez os ajustes das fórmulas ME, com a mescla se fertilizou um óvulo. Enki o inseriu na matriz de sua esposa; fê-lo com muito cuidado. Houve concepção; no tempo previsto, Ninki ficou de parto; não houve nascimento.

Ninki contou os meses, Ninmah contou os meses; O décimo mês, um mês de maus fados, começaram a chamar. Ninmah, a dama cuja mão tinha aberto matrizes, fez uma incisão com um cortador (uma cezariana). Levava a cabeça coberta, levava amparos nas mãos; fez a abertura com destreza, o rosto se iluminou de repente: o que havia na matriz, da matriz saiu. Uma fêmea! deste a luz a uma fêmea!, disse-lhe com regozijo a Ninki. Examinaram com atenção o aspecto e os membros da recém-nascida, suas orelhas tinham boa forma, não tinha os olhos obstruídos, tinha os membros adequados, conformados com pernas na parte inferior e com mãos na parte superior. Não era peluda, como as areias da praia era a cor de seu cabelo (Loura), sua pele era tersa, era como a dos Anunnaki em textura e em cor.

Ninmah sustentou em suas mãos à menina. Deu-lhe uma palmada na parte traseira. A recém-nascida emitiu os sons adequados! Passou a recém-nascida a Ninki, a esposa de Enki, para que a amamentasse, a nutrisse e a cuidasse. Porá-lhe nome?, perguntou-lhe Enki a sua esposa. É um ser, não uma criatura. Está feita a nossa imagem e semelhança, está feita à perfeição, obtiveste um modelo para trabalhadoras fêmeas! Ninki pôs a mão sobre o corpo da recém-nascida, acariciou sua pele com os dedos. Ti-Amat será seu nome, a Mãe da Vida!, disse Ninki. Será chamada como o planeta de antigamente, do qual se forjaram a Terra e a Lua, das essências vitais de sua matriz se moldarão outras iluminadas, dará assim a vida a uma multidão de Trabalhadores Primitivos!


O E.DIN fundado por Enki, vindo de Nibiru para a Terra: Os quatro rios do Paraíso -“Éden”- citados no Gênesis ficavam no Iraque Antigo: o rio Tigre, rio Eufrates, rio Gehon e o rio Pishon: “O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilah. E o ouro dessa terra é bom; ali há o obdélio, e a pedra sardônica. E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe. E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates“. Gênesis 2:11-14

Assim disse Ninki; outros pronunciaram palavras de acordo. Vem agora o relato de Adamu e Ti-Amat vivendo no Edin, e de como lhes deu o Conhecimento (Eva comendo a “maçã”) da procriação e de lá ao Abzu foram expulsos. Depois de que fora feita Ti-Amat na matriz de Ninki, em sete recipientes feitos de argila do Abzu pôs Ninmah óvulos de fêmeas bípedes. Extraiu a essência vital de Ti-Amat e a inseriu nos recipientes. Nos sete recipientes, feitos de argila do Abzu, Ninmah formou a mescla; pronunciou encantamentos, como requeria o procedimento. Nas matrizes das heroínas iluminadas se inseriram os óvulos fertilizados. Houve concepção, no tempo previsto houve iluminações, no tempo previsto, nasceram sete fêmeas Terrestres. Seus rasgos eram os adequados, emitiam bons sons. Assim se criaram as sete homólogas femininas dos Trabalhadores Primitivos; os quatro líderes criaram sete varões e sete fêmeas.

Depois de serem assim criados os Terrestres, inseminem os varões às fêmeas, que os Trabalhadores Primitivos tenham descendência por si mesmos! Assim disse Enki a outros. Depois do tempo previsto, os descendentes terão outros descendentes, abundante será o número de Trabalhadores Primitivos, eles farão os trabalhos duros dos Anunnaki! Enki e Ninki, Ninmah e Ningishzidda estavam contentes, beberam do elixir do fruto. Fizeram-se jaulas para os sete e sete puseram-nas entre as árvores; Que cresçam juntos, alcancem a virilidade e a feminilidade, inseminem os varões às fêmeas, tenham descendência por si mesmos! Assim se diziam uns aos outros. Quanto ao Adamu e a Ti-Amat, lhes protegerá dos duros trabalhos das escavações, lhes levemos ao Edin, para mostrar ali nossa obra aos Anunnaki! Assim disse Enki a outros; com isto concordaram os outros.

Ao Eridú, a cidade do Enki no Edin, foram levados Adamu e Ti- Amat, lhes construiu uma morada em um recinto, para que pudessem vagar por ali. Os Anunnaki do Edin vieram vê-los, vieram do Lugar de Aterrissagem. Enlil veio vê-los; seu desgosto diminuiu ante sua visão. Ninurta veio para vê-los; Ninlil também. Da estação de passagem no Lahmu (Marte), Marduk, o filho do Enki, também baixou a Terra para ver. Era uma visão das mais surpreendentes, uma maravilha das maravilhas! Suas mãos o têm feito, disseram os Anunnaki aos ferreiros. Os Igigi, que foram e vinham entre a Terra e Lahmu (a estação em Marte), eram todos espectadores também. Fazendo-se Trabalhadores Primitivos, nossos dias de esforços chegarão a um fim! Assim diziam todos.

No Abzu, os recém-nascidos cresceram, os Anunnaki esperavam ansiosamente sua maturação. Enki era o supervisor, Ninmah e Ningishzidda também chegaram. Nas escavações, os Anunnaki se queixavam, cedendo a paciência à impaciência. Enki perguntava freqüentemente ao Ennugi, o supervisor; este lhe transmitia os protestos, pedindo Trabalhadores Primitivos. À volta da Terra cresceram em número, atrasava-se a maturidade dos Terrestres; observou-se que entre as fêmeas não havia concepção, não havia nascimentos! Ningishzidda se fez um assento de erva (camuflado) junto às jaulas de entre as árvores; esteve observando aos Terrestres dia e noite para determinar suas ações. Na verdade, viu-os emparelhar-se, os varões inseminavam às fêmeas! Mas não havia concepção, não havia nascimentos. Enki ponderou o assunto em profundidade, refletiu sobre as criaturas combinadas.

Nenhuma, nenhuma delas teve descendência! Ao combinar duas espécies, criou-se uma maldição!, disse Enki aos demais. Examinemos de novo as essências de Adamu e Ti-Amat!, disse Ningishzidda. Estudemos pouco a pouco seus ME para averiguar o que está mau! No Shurubak (no E.Din, o “jardim do Éden”), na Casa da Cura, contemplaram-se as essências de Adamu e Ti-Amat, compararam-se com as essências vitais de varões e fêmeas Anunnaki. Ningishzidda separou as essências como duas serpentes (DNA) entrelaçadas, as essências estavam dispostas como vinte e dois ramos em uma Árvore da Vida, suas porções eram compatíveis, determinavam adequadamente as imagens e semelhanças.

Vinte e dois (n.t pares de cromossomos, comuns ao homem e a mulher) eram em número; não incluíam a capacidade de procriar! Ningishzidda mostrou aos outros, outras duas porções da essência presentes nos Anunnaki (um 23º cromossomo, que determina o sexo). Uma masculina, outra feminina; sem elas, não havia procriação! Assim os explicava ele a eles. Nos moldes de Adamu e Ti-Amat, na combinação não se incluíram! Ninmah escutou isto e ficou muito preocupada; Enki se viu cheio de frustração. O clamor no Abzu é grande, está-se preparando de novo outro motim! Assim disse-lhes Enki. Terá que procurar Trabalhadores Primitivos, para que não se deixe de extrair ouro! Ningishzidda, perito nestes assuntos, propôs uma solução; a seus maiores, Enki e Ninmah, disse-lhes em um sussurro na Casa da Cura. Entre todos, fizeram sair às heroínas que ajudavam ao Ninmah, fecharam as portas atrás deles, e ficaram os três a sós com os dois Terrestres. 



Adão e Eva (a primeira mulher criada por Enki era loura), tentada pela serpente (ENKI) oferece a “maça” (capacidade reprodutiva doada pelos geneticistas de Nibiru) a Adão. Enlil (Yahweh) os expulsa do E.Din…

Ningishzidda fez descer um profundo sono sobre os outros quatro, aos quatro os fez insensíveis. Da costela de Enki extraiu a essência vital, na costela de Adamu inseriu a essência vital de Enki; da costela de Ninmah extraiu a essência vital, na costela de Ti-Amat inseriu a essência vital. Ali onde se fizeram as incisões, Ningishzidda fechou a carne depois. Logo, Ningishzidda despertou aos quatro. Já parece!, declarou com orgulho. À Árvore da Vida deles lhe acrescentaram dois ramos, com forças procriadoras se entrelaçaram agora suas essências vitais! Deixemos eles vagarem livremente, que se conheçam (Adamu-Adão e Ti-Amat-Eva) entre si como uma carne única!, disse Ninmah. Nas hortas do Edin ficou ao Adamu e a Ti-Amat (Eva) para que vagassem livremente. Tomaram consciência de sua nudez, fizeram-se conscientes de sua virilidade e sua feminilidade.

Ti-Amat se fez um avental de folhas, para distinguir-se das bestas selvagens.
Enlil/YAHWEH passeava pela horta com o calor do dia, desfrutava das sombras. Encontrou-se de improviso com o Adamu e com Ti-Amat, deu-se conta dos aventais com os que cobriam seu baixo ventre. O que significa isto?, perguntou Enlil; Enki lhe convocou para explicar-lhe. Enki explicou a Enlil o assunto da procriação: Os sete casais Terrestres fracassaram, admitiu a Enlil; Ningishzidda examinou as essências vitais, fazia falta uma combinação adicional! Grande foi o aborrecimento de Enlil, furiosas eram suas palavras: Nada de tudo isto era de meu agrado, eu me opunha a que atuássemos como Criadores. O ser que necessitamos já existe! Isso disse você, Enki. Tudo o que temos que fazer é pôr nosso sinal nele, para assim forjar aos Trabalhadores Primitivos!

Às mesmas heroínas curadoras as tem feito correr riscos, a Ninmah e a Ninki lhes pôs em perigo, tudo em vão, sua obra era um fracasso! Agora deste a estas criaturas as últimas porções de nossa essência vital, para que sejam como (iguais a) nós no conhecimento da procriação, possivelmente para lhes conferir a eles nossos ciclos vitais! Assim, com palavras iradas, falou Enlil. Enki chamou a Ninmah e a Ningishzidda para apaziguar com suas palavras a Enlil. Meu senhor Enlil!, disse Ningishzidda. Receberam o conhecimento da procriação, mas não lhes demos o ramo da Longevidade Anunnaki da Vida em sua árvore essencial! Depois falou Ninmah, disse a seu irmão Enlil: Que escolha tínhamos, irmão meu? Que acabasse tudo no fracasso, que confrontasse Nibiru sua fatídica sorte, tentar, tentar, tentar, e fazer que assumam o trabalho os Terrestres através da procriação? Então, que estejam onde se lhes necessita!, disse Enlil furioso. Ao Abzu, longe do Edin, que sejam expulsos do E.Din!

Continua com a Sétima Tabuleta

Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-crop-circle-enki-ea-na-italia/
  4. http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/
  5. http://thoth3126.com.br/o-iraque-babilonia-ira-persia-e-a-luta-pela-heranca-extraterrestre/
  6. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  7. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  8. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  9. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  10. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  11. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  12. http://thoth3126.com.br/os-quatro-rios-do-eden-o-paraisoe-din-e-nibiru/


    Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

    www.thoth3126.com.br

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Posted by Thoth3126 on 24/04/2015

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Outubro 17, 2015

chamavioleta

O Livro Perdido de ENKI.

The Lost Book of Enki.

Memórias e profecias de um ”deus“ extraterrestre. 

Por Zecharia Sitchin.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com 

Publicado anteriormente a 18/04/2015

Livroperdidode-Enki




Fazem cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”.

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com


Partes anteriores em:
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/

Sinopse da Quarta Tabuleta
1. Os nibiruanos celebram inclusive a pequena quantidade de ouro
entregue.

2. As provas sobre a utilização do ouro como escudo atmosférico
têm êxito. Enviam-se à Terra mais heróis e novas equipes.

3. A extração de ouro das águas segue sendo decepcionante. Ea
descobre menos ouro que precisam de uma profunda extração
no Abzu.

4. Enlil, e depois Anu, vêm à Terra para tomar decisões cruciais.

5. Quando os meio-irmãos brigam, as sortes decidem as tarefas.

6. Ea, renomado Enki (Senhor da Terra), vai ao Abzu (hoje território da África do Sul).

7. Enlil fica para construir instalações permanentes no Edin.

8. Enquanto Anu se prepara para partir, é atacado pelo Alalu.

9. Os Sete Que Julgam sentenciam ao Alalu ao exílio no
planeta Lahmu (Marte). Ninmah, filha do Anu e oficial médica (geneticista), é enviada à Terra.

10. Ao fazer uma parada no Lahmu (Marte), Ninmah encontra
Alalu morto.

11. Uma rocha, esculpida com o aspecto do rosto do Alalu, serve-lhe de tumba.
12. Dá a Anzu o mando da Estação de Passagem no planeta Lahmu (estação existente em Marte).

13. Enki-EA é representado como deus das águas e da mineração.


A QUARTA TABULETA

Ao planeta Nibiru se transmitiram palavras da partida; no Nibiru havia muita espera. Abgal dirigiu o carro celestial com confiança; deu uma volta ao redor do Kingu, a Lua da Terra, para ganhar velocidade com a força de sua rede. Mil léguas, dez mil léguas viajou até o Lahmu (Marte), para obter com a força de sua rede uma direção para o Nibiru. Além do Lahmu se formava redemoinhos no Bracelete (n.t. o Cinturão de Asteroides, os restos da explosão do planeta MALDEK) Esculpido. Com destreza, Abgal fez brilhar os cristais de Ea, para localizar os atalhos abertos. 



O Cinturão de Asteroides, entre as órbitas de Marte e Júpiter, restos da explosão do planeta MALDEK, em evento ocorrido a cerca de 251 milhões de anos.

O olho da sorte lhe olhou favoravelmente! Mais à frente do Bracelete, o carro recebeu os sinais transmitidos desde Nibiru; Para casa, para casa era a direção. Frente a ele, na escuridão, com um tom avermelhado brilhava Nibiru; uma formosa visão! O carro se dirigia agora por meio dos sinais transmitidos. Três voltas deu ao redor do Nibiru, para frear-se com a força de sua rede. Aproximando-se do planeta, Abgal pôde ver a brecha em sua atmosfera; sentiu que lhe encolhia o coração, pensando no ouro que trazia.

Atravessando a espessura de sua atmosfera, o carro refulgiu, seu calor era quase insuportável; habilmente, Abgal desdobrou as asas do carro celestial, detendo assim sua descida. Mais à frente estava o lugar dos carros, uma visão das mais atrativa; brandamente, Abgal fez baixar o carro até um lugar eleito pelos raios. Abriu a portinhola; havia uma multidão reunida! Anu se adiantou para ele, estreitou-lhe os braços, pronunciou palavras de bem-vindo. Os heróis se precipitaram dentro do carro, tiraram os cestos de ouro.

Levavam os cestos em cima da cabeça, Anu exclamou palavras de vitória ante os reunidos: A salvação está aqui!, disse-lhes. Abgal foi acompanhado até o palácio, lhe escoltou para que descansasse e contasse tudo. O ouro, uma visão do mais deslumbrante metal, o levaram aos sábios rapidamente; para convertê-lo no mais fino pó, para lançá-lo na atmosfera se transportou. A elaboração do ouro levou todo um Shar, outro Shar levaram as provas. Com projéteis se levou o pó até o céu, com raios de cristais se dispersou.

Onde houvera uma brecha na atmosfera de Nibiru, ela estava agora sanada! A alegria encheu o palácio, era de esperar a abundância nas terras na produção de alimentos em Nibiru. Anu transmitiu boas palavras à Terra: O ouro dá a salvação! A extração de ouro deve continuar! Quando Nibiru chegou às cercanias do Sol, o pó de ouro se viu perturbado por seus raios; diminuiu a cura na atmosfera, a brecha se voltou a ficar grande. Anu ordenou que Abgal voltasse para a Terra; no carro celestial viajaram mais heróis, em seu interior, ficaram os equipamentos O Que Suga as Águas e Expulsadores; Com eles, ordenou ao Nungal que partisse, para que ajudasse ao Abgal na pilotagem da nave celestial até à Terra.

Houve grande alegria quando Abgal voltou para o Eridú; houve muita aclamação de bem-vindos e muito estreitar de braços! Ea refletiu com atenção sobre as novas obras hidráulicas; havia um sorriso em seu rosto, mas seu coração estava encolhido. Para quando finalizou mais um Shar (n.t. Mais um SHAR significa A PASSAGEM DE MAIS 3.600 anos da Terra, um ano em Nibiru), Nungal estava preparado para partir no carro; em suas entranhas, o carro só levava umas poucas cestas de ouro. O coração de Ea lhe estava antecipando a decepção que haveria em Nibiru! Ea intercambiou palavras com o Alalu, reconsideraram o que sabiam: se a Terra, a cabeça de Tiamat, foi atalho na Batalha Celestial, onde estava o pescoço, onde estavam as veias de ouro que se cortaram?

Por onde se sobressairiam as veias das vísceras da Terra? Ea viajou sobre montanhas e vales na câmara celeste, examinou com o Explorador as terras separadas pelos oceanos. Uma e outra vez, encontrava-se a mesma indicação: as vísceras da Terra se revelaram onde se rasgou a terra seca da terra seca; onde a massa de terra tomou a forma de um coração, na parte inferior da mesma, as veias douradas das vísceras da Terra seriam abundantes! Abzu, do Ouro o Lugar de nascimento, nomeou Ea à região. Logo, Ea transmitiu a Anu em Nibiru palavras de sabedoria: Na verdade, a Terra está cheia de ouro; das veias na terra, não das águas, teremos que conseguir o ouro.

Das entranhas da Terra, não de suas águas, tem-se que obter o ouro, de uma região mais à frente do oceano, Abzu ela será chamada, pode-se conseguir ouro em abundância! No palácio, houve grande assombro, sábios e conselheiros refletiram sobre as palavras da Ea; que terá que obter ouro, nisso havia unanimidade; como obtê-lo das entranhas da Terra, nisso havia muita discussão. Na assembléia, um príncipe falou; era Enlil, o meio-irmão Primeiro. Alalu, logo seu filho por matrimônio, Ea, nas águas puseram todas suas esperanças; asseguravam a salvação pelo ouro das águas, um Shar sucedia outro Shar, todos esperávamos a salvação, agora escutamos coisas diferentes, ter que empreender um trabalho além do imaginável, fazem falta provas das veias douradas, terá que garantir um plano para o êxito!

Assim disse Enlil à assembléia em Nibiru; muitos estiveram de acordo com suas palavras. Que vá Enlil à Terra!, disse Anu. Que obtenha provas, que ponha em marcha um plano! Suas palavras serão tidas em conta, suas palavras serão ordens! A assembléia deu seu consentimento, aprovou a missão de Enlil. Com o Alalgar, seu lugar-tenente, Enlil partiu para a Terra; Alalgar era seu piloto. A cada um lhes proveu com uma câmara celeste. transmitiram-se à Terra as palavras de Anu, o rei de Nibiru, palavras de decisões: Enlil estará ao mando da missão, sua palavra será ordem! Quando Enlil chegou à Terra, Ea estreitou os braços calidamente com seu meio irmão, Ea deu as boas-vindas a Enlil como seu irmão.

Ante o Alalu, Enlil fez uma reverência, Alalu lhe deu a boa-vinda com débeis palavras. Os heróis proferiram palavras de cálida boa-vinda ao Enlil; muito esperavam de seu mandato. Enlil ordenou que se desmontassem as câmaras celestes, em uma nova câmara celeste remontou-se no céu; Alalgar, seu lugar-tenente, ia de piloto com ele. Ea, em outra câmara celeste pilotada pelo Abgal, mostrou-lhes o caminho para o Abzu. Inspecionaram as terras secas, dos oceanos tomaram cuidadosa nota. Desde o mar Superior (hemisfério norte) até o Mar Inferior (hemisfério Sul), exploraram as terras, de tudo o que havia acima e abaixo tomaram nota. Fizeram provas do chão no Abzu. Na verdade, havia ouro; com muita terra e rochas o metal estava misturado, não estava refinado como nas águas, estava oculto em uma mescla. 



O local da descoberta das ruínas, no sul do continente africano, hoje território da África do Sul, está de acordo com as narrativas de culturas antigas da Mesopotâmia sobre a existência, em tempos muito remotos de cidades e mineração de ouro. Saiba mais em: ttp://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/

Voltaram para o Eridú; refletiram sobre o que tinham encontrado. Terá que empreender novos trabalhos no Eridú, não pode seguir sozinho na Terra!, assim disse Enlil; descreveu um grande plano, estava propondo uma grande missão: trazer mais heróis, fundar mais assentamentos na Terra (Mesopotâmia), para obter o ouro das entranhas da Terra, para separar o ouro do minério bruto, e transportá-lo em naves celestes e carros, para levar a cabo trabalhos em lugares de aterrissagem.

Quem estará ao mando dos assentamentos, quem estará ao mando do Abzu?, assim perguntou Ea ao Enlil. Quem tomará o mando para a ampliação do Eridú, quem fiscalizará os assentamentos?, assim dizia Alalu. Quem tomará o mando das naves celestes e do lugar de aterrissagem?, assim inquiriu Anzu. Que venha Anu à Terra, que ele tome as decisões!, assim disse Enlil em resposta. Vem agora o relato de como Anu veio à Terra, de como se tornaram sortes entre Enki-Ea e Enlil, de como se deu a Ea o título de Enki, de como lutou Alalu pela segunda vez com Anu.

Em um carro celestial viajou Anu à Terra; seguiu a rota junto aos planetas. Nungal, o piloto, deu uma volta ao redor do Lahmu (Marte); Anu o observou atentamente. A Lua, que em outro tempo foi Kingu, circundaram e admiraram. Por ventura, não se poderá encontrar ouro aí?, perguntava-se Anu em seu coração. Nas águas, junto aos pântanos, amerissou seu carro; para a chegada, Ea preparou embarcações de juncos, para que Anu chegasse navegando. Acima se abatiam as câmaras celestes, estavam-lhe oferecendo uma boa-vinda real. Na primeira embarcação, ia o mesmo Ea, foi o primeiro em receber ao rei, seu pai.

Ante o Anu se inclinou, depois Anu o abraçou. Meu filho, meu Primogênito!, exclamou Anu. Na praça do Eridú, os heróis estavam formados, dando uma boa vinda régia na Terra a seu rei. Frente a eles estava Enlil, seu comandante. Este se inclinou ante a Anu, o rei; Anu o abraçou contra seu peito. Alalu também estava ali, de pé, não estava seguro do que fazer. Anu lhe ofereceu a saudação. Estreitemos os braços, como camaradas! Disse ao Alalu. Duvidando, Alalu se adiantou, com o Anu estreitou os braços! preparou-se uma comida para o Anu; de noite, Anu recolheu-se para uma cabana de juncos que lhe tinham construído. No dia seguinte, o sétimo pela conta começada por Ea, era dia de descanso. Era um dia de palmadas nas costas e celebração, como correspondia a chegada de um rei.

Ao dia seguinte, Ea e Enlil apresentaram seus achados ante Anu, discutiram com ele o que foi feito e o que se teria que fazer. Deixem que veja as terras por mim mesmo!, disse-lhes Anu. Todos eles se elevaram nas câmaras celestes, observaram as terras de mar a mar. Voaram até o Abzu, aterrissaram em seu chão, onde se ocultava o ouro. A extração de ouro será difícil!, disse Anu. É necessário obter ouro; terá que consegui-lo, por muito profundo que se encontre! Que Ea e Enlil desenhem ferramentas para este propósito, e que lhes atribuam trabalho aos heróis, que averiguem como separar o ouro da terra e as rochas, como enviar ouro puro a Nibiru! Que se construa um lugar de aterrissagem, que se atribuam mais heróis aos trabalhos na Terra! Assim disse Anu a seus dois filhos; em seu coração, estava pensando em estações de passagem nos céus.

Essas foram as ordens do Anu; Ea e Enlil inclinaram a cabeça as aceitando. Houve anoiteceres e amanheceres; e ao Eridú voltaram todos. No Eridú tiveram um conselho, para atribuir trabalhos e deveres. Ea, que tinha construído Eridú, foi o primeiro em pronunciar-se: eu fundei Eridú; que se estabeleçam outros assentamentos nesta região, que se conheça pelo nome de Edin, Morada dos Retos. Deixe para mim o comando de Edin, que se encarregue Enlil da extração do ouro! Enlil se enfureceu com estas palavras: O plano é improcedente!, disse a Anu. Do mando e de trabalhos a realizar, eu sou o melhor; de naves celestes, eu tenho os conhecimentos. 



A localização dos primeiros assentamentos dos Anunnaki, do planeta Nibiru, na antiga Mesopotâmia, (Nippur=Eridú) , quando chegaram na Terra ha cerca de 450 mil anos.

Da Terra e seus segredos, meu meio-irmão, Ea, é conhecedor; ele descobriu o Abzu, que ele seja o senhor do Abzu! Anu escutou com atenção as iradas palavras; os irmãos eram de novo meio-irmãos, o Primogênito e o Herdeiro Legal disputavam com palavras como armas. Ea era o Primogênito, nascido de Anu com uma concubina. Enlil, nascido depois, foi concebido por Antu, a esposa de Anu. Era meio-irmã de Anu, fazendo, portanto, Enlil Herdeiro Legal, impondo-se assim ao Primogênito para a sucessão. Anu estava temendo um conflito que pusesse em perigo a obtenção do ouro; um dos irmãos devia retornar a Nibiru, a sucessão devia ser excluída de qualquer consideração, assim se dizia Anu a si mesmo. E em voz alta fez uma surpreendente sugestão aos dois: A gente voltará para Nibiru para sentar-se no trono, nós três mandaremos no Edin (Mesopotâmia), a gente será o senhor do Abzu, entre os três, eu com os dois, determinaremos as sortes!

Os irmãos ficaram calados, aquelas audazes palavras os pegou de surpresa. Joguemos então as sortes!, disse Anu. Que a decisão venha da mão do destino! Os três, o pai e os dois filhos, uniram as suas mãos. Jogaram sortes, as tarefas se dividiram por sortes: Anu para que volte para Nibiru, para seguir sendo seu soberano no trono; o E.Din (a região da Mesopotâmia) tocou a Enlil, para ser o Senhor do Mandato, como seu nome indicava. Para fundar mais assentamentos, para fazer-se carregamento das naves celestes e de seus heróis, para ser o líder de todas as terras até que encontrassem a barreira dos mares. A Ea lhe concederam como domínio os mares e os oceanos, para que governasse as terras sob a barreira das águas, para ser o senhor do Abzu, para com engenho procurar o ouro.

Enlil esteve de acordo com as sortes, aceitou com uma inclinação a mão do destino. Os olhos de Ea se encheram de lágrimas, não queria se separar de Eridú nem do Edin. Que Ea conserve para sempre seu lar do Eridú!, disse Anu ao Enlil. Que se recorde sempre que foi o primeiro em amerissar, que se conheça a Ea como o senhor da Terra; Enki, Senhor da Terra, seja seu título! Enlil aceitou com uma inclinação as palavras de seu pai; a seu irmão disse assim: Enki, Senhor da Terra, será a partir de agora seu título; eu serei conhecido como Senhor do Mandato. Anu, Enki e Enlil anunciaram as decisões aos heróis em assembléia. As tarefas estão atribuídas, o êxito está à vista!, disse-lhes Anu. Agora posso me despedir de vós, posso voltar para Nibiru com o coração tranqüilo!

Alalu se adiantou para o Anu. esqueceu-se um assunto importante!, gritou. O senhorio da Terra foi atribuído a mim; essa foi a promessa quando anunciei ao Nibiru o achado do ouro! Tampouco renunciei às minhas pretensões sobre o trono de Nibiru, e é uma grave abominação que Anu o compartilhe tudo com seus filhos! Assim desafiou Alalu a Anu e as suas decisões. Ao princípio, Anu ficou sem palavras; depois, enfurecido, respondeu: Que nossa disputa se dita em uma segunda luta, briguemos aqui, façamos-lo agora! Com desprezo, Alalu tirou a roupa; do mesmo modo, Anu se despiu. Nus, os dois membros da realeza de Nibiru começaram a lutar, foi uma poderosa luta.

Alalu fincou o joelho, ao chão Alalu caiu; Anu pisou com seu pé o peito do Alalu, declarando assim a vitória na luta. Pela luta se tomou a decisão; eu sou o rei, Alalu não voltará para Nibiru! Assim estava falando Anu quando tirou o pé do cansado Alalu. Como um raio, Alalu se levantou do chão. Derrubou Anu pelas pernas. Abriu a boca e, rapidamente, arrancou-lhe de um bocado sua dignidade ao Anu, Alalu engoliu a dignidade de Anu! Em dolorosa agonia, Anu lançou um grito aos céus; não estou acostumado a cair ferido. Enki se precipitou sobre o cansado Anu, Enlil tomou cativo Alalu. Os heróis levaram Anu à sua cabana, palavras de maldição pronunciou ele contra Alalu. Que se faça justiça!, gritou Enlil a seu lugar tenente.

Com sua arma de raios, que Alalu seja morto! Não! Não!, gritou encarniçadamente Enki. A justiça está dentro dele, em suas vísceras entrou o veneno! Levaram Alalu a uma cabana de juncos, ataram suas mãos e seus pés como a um prisioneiro. Vem agora o relato do julgamento de Alalu, e do que aconteceu depois na Terra e no Lahmu (Marte). Em sua cabana de juncos, Anu estava ferido; na cabana de juncos, Enki lhe aplicava a cura. Em sua cabana de cana, Alalu estava sentado, cuspia saliva de sua boca; em suas vísceras, a dignidade de Anu era como uma carga, suas vísceras se impregnaram com o sêmen de Anu; como uma fêmea no parto, o ventre lhe estava inchando.

Vídeo sobre cidades dos Anunnaki, com cerca de 200 mil anos, descobertas na Africa:

Ao terceiro dia, as dores de Anu remeteram; seu orgulho estava enormemente ferido. Quero voltar para Nibiru!, disse Anu a seus dois filhos. Mas antes se tem que fazer um julgamento de Alalu; deve ser imposta
uma sentença adequada ao crime! Segundo as leis de Nibiru, faziam falta sete juizes, presidiria o de maior idade entre eles. Na praça do Eridú, os heróis se reuniram em assembléia para presenciar o julgamento de Alalu. Para os Sete Que Julgam ficaram sete assentos; para o Anu, presidindo, preparou-se o assento mais alto. A sua direita se sentou Enki; Enlil se sentou à esquerda de Anu. À direita de Enki se sentaram Anzu e Nungal; Abgal e Alalgar se sentaram à esquerda de Enlil.

Ante estes Sete Que Julgam foi levado Alalu; sem desatar suas mãos e seus pés. Enlil foi o primeiro em falar: Em justiça, levou-se a cabo uma luta, Alalu perdeu a realeza ante Anu! O que diz você, Alalu?, perguntou-lhe Enki. Em justiça, levou-se a cabo uma luta, a realeza perdi!, disse Alalu. Tendo sido vencido, Alalu perpetrou um abominável crime, a dignidade de Anu mordeu e a engoliu! Assim fez Enlil a acusação do crime. A morte é o castigo!, disse Enlil. O que diz você, Alalu?, perguntou-lhe Enki a seu pai por matrimônio. Houve silêncio; Alalu não respondeu à pergunta. Todos presenciamos o crime!, disse Alalgar. A sentença deve ser conforme a isso! Se houver palavras que queira pronunciar, as diga antes do julgamento!, disse Enki a Alalu.

No silêncio, Alalu começou a falar lentamente: Em Nibiru fui rei, por direito de sucessão estive reinando. Anu foi meu copeiro. Aos príncipes pôs em rebelião contra mim, a uma luta me desafiou; durante nove voltas fui rei em Nibiru, a minha semente pertencia a realeza. O mesmo Anu se sentou em meu trono, e para escapar da morte fiz um perigosa viagem até a distante Terra. Eu, Alalu, descobri em um planeta estranho a salvação de Nibiru! Me prometeu que voltaria para Nibiru, para me repor em justiça no trono! Depois, veio Ea à Terra; que, por compromisso, foi designado o seguinte para reinar no Nibiru. Depois, veio Enlil, reivindicando para si a sucessão de Anu. Depois, veio Anu, e com as sortes enganou a Ea; Enki, o Senhor da Terra, foi proclamado, para ser o senhor da Terra, não de Nibiru.

Depois, concedeu ao Enlil o mando, ao distante Abzu foi relegado Enki. De tudo isto se doía meu coração, o peito me ardia de vergonha e fúria; depois, Anu pôs seu pé sobre meu peito, sobre meu doído coração estava pisando! No silêncio, Anu levantou a voz: Pela semente real e pela lei, em justa luta ganhei o trono. Minha dignidade mordeu e a engoliu, para interromper a minha linhagem! Enlil falou: O acusado admitiu o crime, que se dite sentença, que o castigo seja a morte! A Morte!, disse Alalgar. Morte!, disse Abgal. Morte!, disse Nungal. Por si mesmo chegará a morte ao Alalu, o que tragou em suas vísceras lhe trará a morte!, disse Enki.

Que Alalu esteja na prisão para o resto de seus dias na Terra!, disse Anzu. Anu refletia nas palavras deles; sentia-se afligido pela ira e a compaixão a um tempo. Morrer no exílio, que essa seja a sentença!, disse Anu. Surpreendidos, os juízes se olharam uns aos outros. Não entendiam o que Anu estava dizendo. Nem na Terra nem em Nibiru será o exílio!, disse Anu. No trajeto, está o planeta Lahmu (Marte), dotado com águas e atmosfera. Enki, também sendo Ea, deteve-se ali; a respeito dele estive pensando para uma estação de passagem. A força de sua rede (gravidade) é menor que a da Terra, uma vantagem que terá que se considerar sabiamente. 



Marte (Lahmu), o planeta avermelhado onde a espaçonave de ENKI se abasteceu com ÁGUA antes de chegar à Terra. Mais tarde foi construída uma estação Anunnaki no planeta para os que chegavam de Nibiru ao sistema solar rumo à Terra

Alalu será levado no carro celestial, quando eu partir da Terra, ele fará a viagem comigo. Daremos voltas ao redor do planeta Lahmu (Marte), proporcionaremos a Alalu uma câmara celeste, para que nela descenda ao planeta Lahmu. Só em um planeta estranho, exilado estará, Para que conte por si mesmo seus dias até seu último dia! Assim pronunciou Anu as palavras da sentença, com toda solenidade. Por unanimidade se impôs esta sentença sobre o Alalu, em presença dos heróis se anunciou. Que Nungal seja meu piloto até Nibiru, para que dali dirija de novo a outros carros celestiais levando heróis para a Terra. Que Anzu se una à viagem, para que se faça cargo da descida ao Lahmu (Marte)! Assim pronunciou suas ordens Anu.

Para o dia seguinte se dispôs a partida; todos os que tinham que partir foram levados em embarcações até o carro celestial (Uma espaçonave de Nibiru). Tens que preparar um lugar para aterrissagens em terra firme!, disse-lhe Anu a Enlil. Terá que fazer planos sobre como utilizar Lahmu (Marte) como estação de passagem! Teve despedidas, tão alegres como tristes. Anu embarcou no carro coxeando, Alalu entrou no carro com as mãos atadas. Depois, o carro se remontou nos céus, e a visita real terminou. Deram uma volta ao redor da Lua; Anu estava encantado com sua visão. Viajaram para o avermelhado (Marte) Lahmu, duas vezes o circundaram. Desceram para o estranho planeta, viram montanhas tão altas como o céu e gretas na sua superfície.

Observaram o sítio onde uma vez aterrissou o carro de Ea; estava à beira de um lago. Freados pela força da rede do Lahmu, dispuseram no carro a câmara celeste. Então, Anzu, seu piloto, disse ao Anu umas palavras inesperadas: Descenderei com o Alalu ao chão firme de Lahmu, não quero voltar para o carro com a câmara celeste! Ficarei com o Alalu no planeta estranho; protegerei-o até que morra. Quando morrer pelo veneno em suas vísceras, enterrarei-o como se merece um rei! Quanto a mim, farei meu nome. Anzu, dirão, frente a tudo, foi companheiro de um rei no exílio, viu coisas que outros não viram, em um planeta estranho se enfrentou a coisas desconhecidas!

Anzu, até o final dos tempos dirão, tem cansado como um herói! Havia lágrimas nos olhos do Alalu, havia assombro no coração do Anu. Seu desejo será honrado, disse Anu a Anzu. Desde este momento, faço-te uma promessa, levantando a mão eu te faço este juramento: Na próxima viagem, um carro circundará Lahmu, sua nave celeste descenderá até ti. Se te encontrar com vida, será proclamado senhor do Lahmu; quando se fundar em (Marte) Lahmu uma estação de passagem, você será seu comandante! Anzu inclinou a cabeça. Assim seja!, disse ao Anu. Alalu e Anzu se acomodaram na câmara celeste, com cascos de águias e trajes de peixes foram providos, lhes subministraram mantimentos e ferramentas.

A nave celeste partiu do carro celestial, do carro se observou sua descida. Depois, desapareceu da vista, e o carro prosseguiu para o Nibiru. Durante nove Shars (32.400 anos da Terra) Alalu foi rei de Nibiru, durante oito Shars (28.800 anos) comandou na Terra em Eridú. No nono Shar, sua sorte foi morrer no exílio no Lahmu. Vem agora o relato da volta de Anu a Nibiru, e de como foi enterrado Alalu no Lahmu, de como construiu Enlil o Lugar de Aterrissagem na Terra. Houve uma alegre boas-vindas para o Anu em Nibiru. Anu deu conta do acontecido no conselho e ante os príncipes; não procurava deles nem piedade nem vingança. Deu instruções a todos para que se discutissem os trabalhos que teria que se fazer.

Esboçou para os reunidos uma visão de grande alcance: Estabelecer estações de passagem entre Nibiru e a Terra, reunir a toda a família do Sol em um grande reino! Terei que desenhar a primeira ESTAÇÃO de PASSAGEM no Lahmu (planeta Marte), também terei que considerar nos planos à Lua; levantar estações em outros planetas ou em suas hostes (luas) circundantes, uma cadeia, uma caravana constante de carros de fornecimento e salvaguarda, trazer sem interrupções ouro desde a Terra até Nibiru, possivelmente, inclusive, também se pudesse encontrar ouro em algum outro lugar! Os conselheiros, os príncipes, os sábios tomaram em consideração os planos de Anu, todos viam nos planos uma promessa de salvação para Nibiru. Os sábios e os comandantes aperfeiçoaram os conhecimentos dos deuses celestiais, aos carros celestiais e as naves celestes lhes acrescentaram uma nova classe, a das naves espaciais.

Selecionaram-se heróis para os trabalhos, para os trabalhos havia muito que aprender. Lhes transmitiram os planos a Enki e a Enlil, lhes disseram que acelerassem os preparativos na Terra. Houve muita discussão na Terra sobre o que tinha acontecido e sobre o que se requeria fazer. Enki assinalou ao Alalgar para que fosse o Supervisor de Eridú, e dirigiu seus próprios passos para o Abzu; depois, determinou onde obter ouro das entranhas da Terra. Calculou quantos heróis necessitava para os trabalhos, considerou que ferramentas se necessitavam. Enki desenhou um Agrietador de Terra, pediu que se elaborasse em Nibiru, com ele faria um corte na Terra, chegaria à suas entranhas através de túneis; também desenhou as máquinas “O-que-parte e O-que-tritura” (perfuratrizes?), para que os forjassem em Nibiru para o Abzu.

Aos sábios de Nibiru lhes pediu que refletissem sobre outros assuntos. Fez uma relação das necessidades, dos assuntos de saúde e bem-estar dos heróis. Os heróis estavam se vendo afetados pelas rápidas voltas da Terra, os rápidos ciclos dia-noite da Terra lhes causavam vertigens. A atmosfera, embora boa, tinha carências em alguns elementos, e era muito abundante em outros; os heróis se queixavam da uniformidade das comidas. Enlil, o comandante, via-se afetado pelo calor do Sol na Terra, desejava frescura e sombra. Enquanto no Abzu Enki fazia seus preparativos, Enlil fiscalizava em sua nave celeste os trabalhos no Edin. Tomou conta de montanhas e rios, tomou medidas de vales e planícies. Estava procurando onde estabelecer um Lugar de Aterrissagem, um lugar para as naves espaciais vindas de Nibiru aterrissar. Enlil, afetado pelo calor do Sol, estava procurando um lugar fresco e sombreado.

As montanhas cobertas de neve da parte (Montes Taurus) norte do Edin eram de seu agrado; ali, em um bosque de cedros, estavam as árvores mais altas que jamais tinha visto. Ali, em um vale entre montanhas, aplainou a superfície com raios de força. Os heróis extraíram das ladeiras grandes pedras para as esculpir. Transportaram-nas e as colocaram para sustentar a plataforma com as naves celestes. Enlil viu com satisfação a obra, realmente, era uma obra incrível, uma estrutura imperecível! Uma morada para ele, no topo da montanha, era seu desejo. Das altas árvores no bosque de cedros se prepararam largas vigas, decretou que delas se construiria uma morada para si mesmo: nomeou-a a Morada do Topo Norte. No Nibiru, preparou-se um novo carro celestial para elevar-se nas alturas, transportaram-se novas classes de naves espaciais, naves celestes, e a que Enki tinha desenhado. Um grupo de reserva com cinqüenta heróis partiu desde Nibiru; entre eles havia mulheres escolhidas.

Estavam comandadas por Ninmah, Dama Elevada; estavam treinadas em auxílios e cura (Medicina). Ninmah, Dama Elevada, era filha de Anu; era meio-irmã, não irmã completa, de Enki e Enlil. Era muito instruída em auxílio e cura, sobressaía-se no tratamento das enfermidades. Prestou muita atenção às queixas da Terra, estava preparando uma cura! Nungal, o piloto, seguiu o rumo dos carros prévios, já registrado nas Tabuletas dos Destinos. Sem novidade, chegaram ao deus celestial Lahmu (Marte); circundaram o planeta, lentamente desceram à sua superfície. Um grupo de heróis seguiu uma débil transmissão; Ninmah ia com eles. Encontraram Anzu à beira de um lago; eram de seu casco os sinais de transmissão.

Anzu não se movia, estava prostrado, jazia morto. Ninmah tocou seu rosto, prestou atenção a seu coração. Tirou o Pulsador de sua bolsa; dirigiu-o sobre o batimento do coração de Anzu. Tirou o Emissor de sua bolsa, dirigiu sobre o corpo de Anzu as emissões doadoras de vida de seus cristais. Sessenta vezes dirigiu Ninmah o Pulsador, sessenta vezes dirigiu o Emissor; na sexagésima ocasião, Anzu abriu os olhos, moveu os lábios. Com muito cuidado, Ninmah derramou Água de Vida sobre seu rosto, umedeceu seus lábios com ela. Brandamente, pôs em sua boca Alimento de Vida; Então, ocorreu o milagre: Anzu se elevou de entre os mortos! Mais tarde, perguntaram-lhe sobre o Alalu; Anzu lhes contou a morte de Alalu. Levou-os até uma grande rocha, ela sobressaía-se da planície para o céu. Ali lhes contou o que havia acontecido: Pouco depois da aterrissagem, Alalu começou a gritar de dor. De sua boca, suas vísceras cuspia; com tremendas dores pereceu do outro lado do muro!



 
Assim lhes disse Anzu. Levou-os até uma grande rocha, que se elevava como uma montanha da planície para o céu. Na grande rocha encontrei uma cova, dentro dela ocultei o cadáver de Alalu, cobri sua entrada com pedras. Assim disse-lhes Anzu. Eles o seguiram até a rocha, tiraram as pedras, entraram na cova. Dentro encontraram o que restava de Alalu; que uma vez fora rei de Nibiru jazia agora em uma cova, era uma pilha de ossos! Pela primeira vez em nossos anais, um rei não morreu em Nibiru, não tinha sido enterrado em Nibiru! Assim disse Ninmah. Que descanse em paz por toda a eternidade!, disse. Voltaram a cobrir a entrada da cova com pedras; sobre a grande montanha rochosa, esculpiram com raios a imagem de Alalu. Mostravam-lhe levando um capacete de águia; deixaram o rosto descoberto. Que a imagem de Alalu olhe para sempre para Nibiru planeta que governou, para a Terra cujo ouro descobriu! Assim falou Ninmah, Dama Elevada, em nome de seu pai Anu.

Quanto a ti, Anzu, Anu, o rei, manterá a promessa que te fez! Permanecerão aqui, contigo, vinte homens, para que comecem a construir a estação de passagem; as naves espaciais da Terra entregarão aqui o mineral de ouro, carros celestiais transportarão depois, daqui, o ouro até Nibiru. Centenas de homens farão sua morada no Lahmu, você, Anzu, será seu comandante! Assim disse ao Anzu a Grande Dama, em nome de seu pai Anu. Minha vida te pertence, Grande Dama!, disse Anzu. Minha gratidão a Anu não terá limites! O carro celestial partiu do planeta (Marte) Lahmu; continuou sua viagem para a Terra.

Continua com a Quinta Tabuleta

O Livro perdido de Enki:
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Posted by Thoth3126 on 18/04/2015


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