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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Janeiro 18, 2021

chamavioleta

ESTAMOS AVANÇANDO

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 17 de janeiro de 2021
 
 
 
 
Vitória da luz, essa é a frase divulgada, ultimamente, nos meios esotéricos. 
Mas, se há vitória, houve derrota, então, seguiremos perpetuando a dualidade?
 
Avançamos, com certeza, rumo à total modificação em nosso meio ambiente, sem noção de que somos natureza cósmica. As alterações climáticas, agricultura para produtos industrializados com uso irresponsável de agentes químicos, consumo excessivo de carne e assim por diante, nos leva a doenças respiratórias, alterações celulares e depressão do sistema imunológico, entre outros, disseminados, ainda, por incineradores de lixo e aterros sanitários. 
 
Não menos importante, a produção e armazenamento de armas nucleares. Essas atividades, tidas como necessárias, nos levarão à extinção e, apesar de todo conhecimento acumulado, seguimos usando os mesmos métodos há dezenas de anos. Deliberada ou equivocadamente, o conhecimento não foi assimilado pela maioria das pessoas e continua sendo inexpressiva a atenção das pessoas, em geral. 
 
A nossa raça, ao longo dos séculos, criou um abismo que separou as pessoas em elite e massa, materialistas e espiritualistas, como se não fossemos, todos nós, espíritos na experiência física convivendo com muitas formas de vida. Hoje, a dicotomia está descontroladamente berrante, pois há os que propagam vitória da luz, como se o entendimento espiritual bastasse para estar aqui e, saiba, não basta. 
 
Já aqueles que rechaçam a espiritualidade, seguem sem a mínima noção da sua atividade exploratória e destrutiva. Morreremos, é fato. Quando deixarmos o corpo físico, voltaremos ao Todo, indistintamente, sejamos conscientes ou inconscientes, porque somos energia Suprema e não há dicotomia ou hierarquia na condição de fractal. Entretanto, aqui, nosso comportamento pessoal se mescla ao senso de responsabilidade coletivo. 
 
Nem todo o avanço científico e tecnológico dará conta de manter a vida tal como a conhecemos, muito menos a tentativa de prolongar a vida com arranjos tecnológicos no corpo humano. Os conteúdos informativos materialistas ensinam como ganhar dinheiro explorando recursos e mostram a degradação humana e da natureza, sem vincular responsabilidade ao estilo de vida da sociedade. Os conteúdos informativos espiritualistas estimulam o desenvolvimento da gratidão, do perdão e da resiliência. 
 
No espaço que nos separa, enterramos a responsabilidade com o planeta, o respeito à vida. Já leu mensagem canalizada sobre a preservação do planeta, redução da produção de lixo, consumo consciente, valorização da água, da terra, do ar? 
 
Nem mesmo os que não acreditam na imortalidade são responsáveis pela da parte que lhes cabe na manutenção do planeta, mas exploram egoisticamente, sem pensar nem em sua própria família que ficará aqui após sua morte. Seja pela ilusão da crença no paraíso ou pela crença de que não há vida depois da morte, estamos, todos nós, segurando uma das pontas do cabo de força e não saímos do lugar atrelados uns aos outros.
 
Somos seres energéticos, somos parte de tudo que existe, inclusive do que desconhecemos, mas estamos vinculados, agora, ao corpo físico. A movimentação das energias cósmicas, inexplicáveis, vem facilitando o trabalho de limpeza de memórias ancestrais de sobrevivência, gravadas em nosso DNA, para que uma nova etapa na evolução da vida humana se concretize. Basta interiorizar-se e reconhecer o que é verdadeiramente seu: os corpos que te compõem. 
 
A vida aqui ficou bem interessante com a descoberta do nosso potencial criativo e nos chama para limpar a bagunça que a ignorância e a inconsciência promoveram no planeta. Estamos aqui, somos natureza, é tempo de assumir nossa integridade e viver com transparência e respeito ao que somos: imortais em uma experiência finita. Se você morrer agora, o que viveu? Quais impressões ficarão marcadas em sua essência? A resposta, íntima e pessoal, é o que basta para te direcionar, momento a momento. 
 
Vivemos para nós ou para o outro? Quantas vezes nos dispomos atender ao pedido de um filho ou filha, mesmo sem vontade, mas pelo verniz da maternidade/paternidade? Quantas vezes conversamos sem vontade, cozinhamos por obrigação, trabalhamos pelo salário e agredimos para nos defender? 
 
Outro dia percebi que gastamos mais palavras para agredir do que para responder alguma pergunta. Por exemplo, uma pergunta inútil, pois a resposta seria óbvia, ao invés de respondermos sim ou não, falamos: você não está vendo que é isso ou aquilo, você não presta atenção mesmo, etc. Observe a necessidade de territorializar relações e nos posicionarmos, incessantemente, maiores ou menores do que os outros. 
 
Autenticidade, individuação, responsabilidade e realização é o propósito da vida. A manipulação emocional que tanto nos motivou, não satisfaz mais, não dá mais para esconder nenhuma emoção atrás do corpo, não dá para culpar ninguém por nossas frustrações: a essência emergiu, floresceu e nos posicionou como seres humanos universais. Então, te pergunto: quem você é por trás do papel de mãe/pai, filho/filha, amigo/amiga, vítima ou carrasco? 
 
A coerência em manifestar potenciais disponíveis na atual conjuntura cósmica é para nós, aqui e agora, pois foram necessários milhares de anos para tornar o corpo físico perfeito e potente: honre-o sem apego, respire profundamente, sinta a energia que você É e observe o cenário onde toda a vida, não apenas a humana, se manifesta. 
 
A natureza foi aprimorando nosso corpo e a nossa capacidade cognitiva criou a ilusão paralela, um mundo isolado, onde tudo que acreditamos é perfeito para todos, mas não é bem assim, pois cada um tem seu próprio ideal, então, instalou-se a disputa. Ultimamente, a disputa envolve: tomo a vacina ou não tomo? Isso é um exemplo, mas são muitas as distrações lançadas, sem intenção deliberada, mas nos mantém iludidos. 
 
Supor que a distração é lançada para propagar o medo é uma delas, mas distrações são lançadas pela disputa de poder e ganhos, seja qual for e sempre escolhemos verbalizar uma posição, perpetuando a divisão. Entretanto, a disputa nos afeta profundamente, pois sentimos medo, muito medo de morrer. 
 
Toda decisão é pessoal e as consequências de cada escolha são nossas, também. Qualquer decisão é pessoal, seja a sua, a minha ou de qualquer outra pessoa e não precisa ser defendida ou atacada. Essa é a distração, buscamos confirmações externas que amparem as nossas escolhas, ou seja, não confiamos em nós mesmos. Despertar é ser coerente com a confiança que temos em quem somos. Assim é. 
 
Quanto mais aprofundamos, mais confiamos em nós mesmos, mais apreciamos a autonomia na manutenção do equilíbrio do nosso corpo e dos recursos naturais, honrando ser parte do ecossistema. Materializamos as nossas escolhas e sempre foi assim, mas diluíamos as consequências nefastas no coletivo. O planeta não abriga mais a inconsciência. Comemore! Somos abençoados por presenciar a transição planetária. Desperte! Depende de nós, aqui e agora, garantir a continuidade da espécie humana na Terra. 
 
Fátima D’Agostino
 




Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
A religião organizada é desnecessária à espiritualidade.
Excelentes ensinamentos dos mestres têm sido contaminados pelo controle dogmático dessas religiões.
Discernimento sim; julgamento não.
Com discernimento é possível alcançar o espírito da letra de qualquer escritura e é também bem mais fácil escutar a voz da alma que vem do coração.
 

 
Por favor, respeitem todos os créditos


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Janeiro 11, 2021

chamavioleta

PERSONALIDADE VIRTUAL

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 10 de janeiro de 2021
 
 

 
 
 
De onde vem o sofrimento e a dor? 
Das experiências que temos com outras pessoas ou das experiências com a nossa própria vida?
 
Em ambos os casos, o sofrimento e a dor nascem na mente, não no coração, como se fosse o tempero da vida, pois entram em nós pelos sentidos. Tem um ditado arraigado na psique humana: se não aprende pelo amor, aprende pela dor. Mas, o que realmente nos faz sofrer? 
 
A história da raça humana é repleta de crueldade, ganância, escravização, injustiças, conflitos, guerras e a ciência favorecendo pequena parcela da população mundial. E assim continua, mas agora assistimos em tempo real com a universalização da internet e do celular, o que estará escrito nos livros futuros da história. 
 
O celular tornou-se parte de quem somos e indispensável para que muitos se sintam vivos. Exagero? Não pensa assim? Então, fica um mês sem celular e sem acessar a internet e depois me conta a experiência.
 
Nos últimos anos, o acesso à informação vem deturpando a percepção que temos sobre nós mesmos e sobre as pessoas. Acessamos, instantaneamente, qualquer acontecimento em qualquer parte do planeta. Recebemos a informação e nos sentimos parte dos acontecimentos, seja como juiz, algoz ou vítima. 
 
 
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Isso vem ocorrendo tão intensamente que nos distanciamos de nós mesmos para assumir uma personalidade digital. Tanta informação, desqualificada e parcial, distrai, postergando o autoconhecimento.
 
Quantas vezes os diálogos presenciais são abastecidos por assuntos disponibilizados online? Quem não se sente acompanhado quando está com o celular na mão? Quantas vezes, sem atividades ou sozinhos, pegamos o celular para nos distrair?
 
A armadilha dessa quarentena, ou de 2020, disponibilizada fartamente pelas redes, diz que foi o ano que nos levou ao autoconhecimento, ao processo de expansão da consciência. Expandimos, sim, as divergências ideológicas e culturais pelo alcance irrestrito da personalidade digital, aquela onisciente e presente em todos os acontecimentos globais. 
 
Podemos dizer para não usar a tecnologia disponível? Não, não podemos. A tecnologia é fundamental e cumpre o papel de nos conectar, instantaneamente. 
 
A frágil estrutura interna de quem não sente ser a Vida, de quem não confia na Vida que É, remete ao senso de identificação com histórias e amplia a indiferença, banalizando as injustiças e os horrores que a nossa história insiste em perpetuar, agora debatido, justificado e compreendido. 
 
A internet facilitou a escolha de culpados. Tudo que entramos em contato nos afeta, mas não nos fixa em nosso próprio centro, nossa própria essência. Parece que a vida está sempre lá, não em nós e que os fatos compartilhados são mais eficientes para seguirmos do que as decisões tomadas ao silenciarmos a mente. 
 
É urgente o reconhecimento de que não dá para sabermos tudo, são muitos mistérios que envolvem o universo e a vida no planeta. Sinto que muitos estão na expectativa por desfechos extraordinários que amenizem o medo da mediocridade, da invisibilidade social, da morte, da solidão, do desemprego, da doença, do futuro. 
 
Qualquer notícia, mensagem, imagem veiculada mundialmente, carrega e dissemina energia e, muitas vezes, quase na totalidade, cumprem o papel de propagar medo e insegurança, intercalando esperança. 
 
A tecnologia avança e isso é maravilhoso, pois estabelece igualdade entre a raça humana com o livre acesso. Observe, atentamente, o que vem ocorrendo, pois assim não se mesclará aos processos de homogeneização e massificação. A saída é mantermos o equilíbrio e o discernimento e frear a substituição da nossa Vida pela personalidade digital. 
 
 
 
Dê uma navegada pelas redes e observe a energia que vibra em cada publicação. Esteja atento porque tudo que vibra passa por nós, mas não precisa ficar. 
 
Permita-se reconhecer cada vibração e seja proativo na Vida que você É. Use tudo que está disponível, não seja instrumento. Não voe com seu pensamento por miragens artificiais, pois a inconsciência e não discernimento nos impede de apreciar onde estamos pousados. 
 
Aprecie a vida que você É porque é nesse espaço que criamos o futuro e não nos cursos que fazemos, nas mensagens que lemos ou nas infinitas possibilidades virtuais. No espaço que você É não há sofrimento e não há dor, há somente potencial de amor, compartilhe! 
 
Fátima D’Agostino
 




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Janeiro 03, 2021

chamavioleta

NADA SERÁ COMO ANTES

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 2 de janeiro de 2021
 
 

 
 
 
Falar, escrever ou pensar formas que vibram desamor é o que ocorre com pessoas que não conseguem, ainda, sentir o poder de criação e destruição que sua presença causa no planeta. 
 
Inconsciência é quando qualquer palavra, ação ou vibração, causa reação: por que comigo, meu Deus? Por que não consigo criar o que desejo? Por que penso positivo e nada acontece? Por que estou ansioso/ansiosa? Por que sinto angústia? Por que fiquei doente? Por que pessoas boas morrem? Por que os políticos são tão corruptos? Por que esse texto é tão agressivo? Por que esse texto é tão bom? Por que essa pandemia? 
 
Enquanto questionarmos, sejam realizações, fatos ou frustrações, a inconsciência persiste. 
 
E nada precisa ser muito analisado, nem dores, nem mágoas, nem medos, tampouco os sonhos e desejos. Sinta, profundamente: nada precisa ser exposto e curado, somos natureza em processo de evolução. 
 
De uns tempos para cá, muitos se dedicam à interiorização intencionando a cura e expansão da consciência. Mas, sem o reconhecimento de que TUDO nos constitui e compõe a nossa história de vida, nos ausentamos da nossa própria Presença, integral e efetiva, no lugar que estamos e com as pessoas que convivemos, além de que essa busca nos faz emergir apenas para esperar por ajuda, seja do cosmos ou dos vizinhos. 
 
Quando presenciar alguém tendo ataques de inconsciência, permaneça conectado ao seu coração e nada te atingirá, mesmo quando você é o alvo. Nesses momentos, acione a luz no seu coração e testemunhe a dor alheia. Compassivamente, sem piedade ou julgamento sobre como a pessoa ainda está inconsciente, etc. etc. Não reagir (reagir envolve memórias) é um ato de amor.
 
Não há mais como lidar com os acontecimentos como lidamos, ou seja, escondendo ou eliminando o que nos incomoda. Não dá mais para ter esperança de que dias melhores virão, pois você os cria, não recebe de presente. Todas as previsões para 2021 são potenciais, as escolhas pessoais é que estabelecem o que se manifestará. Assim com você, assim comigo e assim com todos. 
 
E é urgente a atuação ativa, não apenas a atuação permissiva, pois o planeta está absurdamente desgastado em seus recursos naturais, incluindo a raça humana. E como atuação ativa, para além de não ser racista, sexista, poluidor ou violento, temos que promover ações antirracistas, antissexistas, pacíficas e não extrativistas. A atuação permissiva nos posiciona em grupos, a atuação ativa nos posiciona na humanidade. E por ação ativa, não me refiro aos embates ideológicos, mas atitudes cotidianas inclusivas e responsáveis. 
 
Nada será como antes porque jamais nada foi igual, apenas alguns hábitos trazem estabilidade e segurança. Cada inspirar e expirar são inéditos, mas o comportamento inconsciente e compulsivo de repetir memórias exitosas nos proporciona a ilusão: muda o cenário, muda o ano, mudam as previsões astrológicas, mas nunca o conteúdo dos acontecimentos.
 
Atualmente, criamos rótulos para as frequências energéticas: nova Terra, novas energias, transição planetária, ascensão da humanidade, entretanto, não é presente para os bons de coração, nem espetáculo cósmico para a raça humana, muito menos palavras de ânimo para acalmar medos ou segregar conscientes e inconscientes, simplesmente é parte da movimentação universal e somos, aceitando ou não, o universo. 
 
Muito se fala, também, sobre a gratidão, mas, a concepção de gratidão nos remete à comparação (estou em situação melhor, consigo o que desejo, tenho saúde, comida no prato, trabalho, amor, família, dinheiro, etc.) isso não é gratidão, é sentir-se bem tendo o inverso como parâmetro. 
 
Quando você come, você percebe que está ingerindo energia de outra forma de vida e que será incorporada ao que você É? Você percebe que o ar que você expira se mescla ao ar que todos expiram e o inverso idem? Você sente a generosidade da Terra em gerir a água que é a mesma desde que o planeta foi criado? Percebe a generosidade da água fluindo com todos os registros ancestrais da vida na Terra?
 
Saúde, paz, alegria, bem-estar, abundância e livre-arbítrio são da nossa natureza. Tudo que tem se estabelecido como novo vem para substituir o velho e não é o caso do que acontece conosco na Terra, ainda parametrizamos nossas emoções e reações aos fatos gravados em memória, pessoal e coletiva, do que foi bom ou do que foi ruim. 
 
Buscamos sentido para a vida esperando: a ascensão, o evento, o flash solar, dias melhores, paraíso terrestre, fim dos conflitos. Buscar sentido ou missão para a vida é ausentar-se da essência e não desfrutar o corpo perfeito que habita.
 
Quando você se compreende como puro espaço para os acontecimentos, você se desapega. Então, você toma coragem de viver porque não há nada a perder, não há morte, não há passado e não há futuro, Você simplesmente É vasto nos potenciais e infinito como o universo que contempla da sua janela.
 
 
Fátima D’Agostino
 




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Dezembro 24, 2020

chamavioleta

Feliz reNascimento

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 24 de dezembro de 2020.

 
 
 
 
 
Minha percepção sobre a vida e o espaço que ocupamos na natureza planetária, assim como a sua, vem se modificando. 
 
Realmente, identificar e liberar crenças e hábitos arraigados que nos mantiveram presos na limitação da plenitude que somos, foi bem fácil para quem pratica a observação ativa. 
 
E não há explicação científica, esotérica ou filosófica, pois estamos imersos na evolução da humanidade e vislumbramos as consequências dessas mudanças em nós mesmos, ainda, mas depois ampliaremos a percepção para a coletividade. 
 
Incrível, fomos levados por um turbilhão de energia que reorganizou nossa visão dos acontecimentos. Muitas vezes tentamos justificar os fatos bizarros e destoantes da amorosidade como limpeza de energias densas que emergiram do inconsciente coletivo e, tudo bem, assim é. 
 
Entretanto, na mesma velocidade em que nos desestabilizamos nos reequilibramos novamente. É como fazer exercício físico, no começo o desconforto nos desanima porque temos pressa de ver resultados, sempre. 
 
Depois, a prática e a disciplina nos revigoram, embelezam, acalmam e fica difícil não praticar, uma vez que o bem estar é perceptível até para quem nos olha. Assim com exercício, assim com a ampliação da consciência e da percepção sobre quem somos nós. 
 
Não desejo paz, saúde e alegria, pois sei que você as tem, já que é Amor. Desejo que vibre sua potente energia amorosa para as pessoas da sua convivência e que essas pessoas vibrem para outras e o mundo todo reverbere ondas de frequências de amor e de luz! 
 
Feliz reNascimento
 
 
Fátima D’Agostino
 


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Dezembro 17, 2020

chamavioleta

NÃO EXISTE IMPERFEIÇÃO, APENAS EVOLUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 16 de dezembro de 2020.

 
 
 
 
 
Nós, buscadores da integração e da expansão da consciência, trocamos, facilmente, seis por meia dúzia. Seguimos classificando os fatos e acontecimentos em positivos e negativos, construtivos e destrutivos, bons e ruins, tentando sobreviver na polarização coletiva. 
 
Devoramos mensagens que falam sobre a entrada de novas energias, sobre o despertar em massa. Entretanto, energia sempre entrou, saiu e ficou: somos energia. 
 
Energia não é percebida em ondas vibracionais restritas aos dramas mentais/emocionais, é preciso alterar as frequências que sustentam esse fluxo. 
 
As mensagens trazem alivio mental porque falam no despertar coletivo, salto quântico da consciência. Mas, o que seria isso? Mágica? Presente? Não entendemos o profundo significado das canalizações e ignoramos o que é energia, tecnologia, quem somos nós e muito mais. 
 
Retiramos das mensagens frases que acalmam a mente dizendo que tudo ficará bem, mesmo que você não faça nada, só intencione. E quando tudo vai bem, benção e gratidão e quando não tão bem, medo e aflição.
 
 
Verdades serão conhecidas
 
Tráfico humano, tráfico sexual, complô financeiro, monopólio industrial, tráfico infantil, tráfico de órgãos, trabalho escravo, fome, conflitos religiosos, corrupção, pedofilia, racismo estrutural e tantas outras verdades que são bem conhecidas por toda a população mundial. O que falta vir à tona? 
 
Continuamos comprando cristais e pedras, roupas, tênis e muitos produtos, alimentando o trabalho escravo. Seguimos ignorando o racismo estrutural, a fome, etc. 
 
Se a verdade for que há irmãos galácticos entre nós, qual impacto prático terá em sua vida, na minha, ou de qualquer outro ser humano? As verdades que já conhecemos podem se tornar história passada da humanidade quando todos nós nos conscientizarmos de que somos raça e não mais clãs.
 
Inteligência intelectual e inteligência emocional
 
Equilíbrio, empatia e compaixão, são atributos da inteligência emocional. Milhares de pessoas desenvolveram o intelecto e milhares desenvolveram a inteligência emocional. 
 
Observe que os ciclos universais, tais como eclipses, movimentos planetários, meteoros, pulsares, buracos negros, matéria escura, tempestades solares, enfim, a natural movimentação cósmica é usada pelos empatas para justificar os acontecimentos da coletividade e dos indivíduos, ignorando dados científicos, enquanto os que desenvolveram o raciocínio lógico buscam a origem e funcionamento de tudo, ignorando a Fonte Criadora. 
 
Somos parte dos ciclos, com corpo humano ou não, então, estudá-los ou divulgar movimentações cósmicas com a confiança de quem somos, valoriza a natureza que compõe o planeta e dissipa a ilusão de que a salvação ou destruição virá de lá. Equilíbrio.
 
Expandir a consciência não é Despertar
 
Expansão da consciência é ação que iniciamos pela mente. É escolha, é constatar que não conhecemos tudo o que acontece no universo. Essa constatação, sem mudança interna, ao invés de nos impulsionar para mergulhar no autoconhecimento e descoberta de potenciais, nos agrupa em pequenos grupos e com habilidades para desenvolver áreas cotidianas de atuação. 
 
São nessas pequenas áreas que buscamos destaque, atenção e reconhecimento. Não somos diferentes dos humanos nos primórdios da história e não há nada errado com isso, é que agora não dá mais para se esconder na caverna. 
 
Expandir a consciência é o início da integração da nossa humanidade com a divindade que habita em nós. É acreditar que existe mais, além do que vemos e ouvimos. Até um cachorro ou o gato, por exemplo, ouvem e enxergam frequências superiores aos hertz e espectros que nos limitam. 
 
Hoje, ouvimos e lemos sobre o perigo da tecnologia 5G, da substituição do ser humano pela inteligência artificial, mas ignoramos, ainda, que a frequência de onda eletromagnética de um forno micro-ondas é a mesma da tecnologia 4G do nosso celular. Já estamos cozinhando o cérebro, há tempos, de dentro para fora, mas tudo bem, não dá para ver. 
 
O fato é que opinamos muito e achamos muito, sem saber quase nada. Pincelamos e buscamos no Google, superficialmente, os assuntos que chamam a nossa atenção e o que não sabemos, não existe ou é conspiração. 
 
Percepção
 
Ao expandir a consciência, mergulhamos na imensidão interior: nossos corpos físico, mental e emocional. Percebemos, então, que não somos compartimentados, mas unidade representativa do Todo. Não buscamos mais o que está errado em nós, aceitamos mais quem Somos. 
 
E o que é aceitação? É o entendimento emocional de que as nossas sombras são emoções e pensamentos reprimidos por algum parâmetro social e classificamos ser errado e feio, escondendo para não serem julgados pelas pessoas com as quais convivemos. Se o fardo do autojulgamento é pesado, para que expor as mazelas, não é mesmo? 
 
E, ao invés de aceitarmos e convivermos com as sombras que carregamos, exorcizamos condenando as ações alheias: como alguém ostenta o que carrego tão escondido em mim? Seja lá o que for, porque cada um tem noção do que acha certo, errado, bom ou mal.
 
O intelecto pode ser desenvolvido, as escolhas podem ser racionais e focadas em objetivos específicos, a inteligência emocional pode ser desenvolvida, mas a nossa alma, nosso corpo energético, nunca será acessado pelas vias mentais ou emocionais, senão o inconsciente não dirigia a nossa vida.
 
Despertar
 
Confiança. Existe mais do que você conhece. Cada um de nós escolhe, consciente ou inconscientemente, como viver a vida humana. Despertar é observar a sua escolha ou a do vizinho, sem julgar ou sentir qualquer emoção, seja raiva, indignação, admiração. 
 
Somos compostos de muitas partes e não integrar restringe o comportamento, bem como as emoções, aos condicionamentos mentais (memórias). 
 
Despertar é não se incomodar com a condição de vida alheia, pois, se conselho, oração ou ajuda resolvessem a questão, efetivamente não estaríamos, ainda, acreditando em céu e inferno.
 
Despertar é observar, naturalmente, se as ações são impulsionadas por memórias. É liberar o intelecto para focar em obter ou desfrutar de conforto. É liberar as emoções das reações e, consequentemente, ter o corpo mais saudável. 
 
Despertar é confiar no quarto elemento, invisível e potente: a essência ou alma que te move. 
 
Despertar não significa se tornar perfeito porque não existe imperfeição, apenas evolução e transformação. 
Fátima D’Agostino
 


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Dezembro 07, 2020

chamavioleta

AQUI, EM JÚPITER OU NAS PLÊIADES…

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 5 de dezembro de 2020.


 
 
 
 
Nos identificamos tanto com a forma, que acreditamos em vida após a morte, comumente nos vendo além, mas na mesma forma que temos agora. 
 
Continuar na ilusão dessa identificação não basta para viver, isso nos dá a certeza, apenas, de que existimos. 
 
Viver é amar e ser amado porque somos Amor, somos iluminados, mesmo não enxergando a Luz. Viver é confiar, profundamente, na imortalidade, mesmo na forma impermanente. Quando confiamos em quem somos nós, nossa relação com o tempo e com as questões cotidianas mudam e as manifestações são conscientes porque saem de quem somos e não em quem estamos existindo. 
 
Para viver não basta ver, ouvir, pensar e falar, é preciso sentir, mas sem paixão, pois essa nos impulsiona nas realizações existenciais: casar, ter filhos, ter dinheiro, ser feliz, ter casa, comida, amigos, viajar, etc. E não basta ter sangue nas veias e ar nos pulmões, é preciso sentir o fluxo de energia que move os elementos para que possamos existir. 
 
Inevitavelmente fomos, até aqui, dois seres dentro de nós mesmos e descobrimos isso com a expansão da consciência. Hoje, estamos travando outro embate, ou seja, a confusão estabelecida entre existir (fazer) ou viver (ser). 
 
Um novo jogou começou, tente não escolher um lado, apenas observe essa partida que logo irá acabar porque não levará mais alguns milênios como todas as outras que jogamos. Para sermos temos que existir no ser e isso nos remete para outro patamar na convivência coletiva: da aceitação, da compaixão e do reconhecimento de que somos todos Amor e Luz, apesar das escolhas e opções variadas de existir. 
 
A tranquilidade e a paz se manifestam na coerência entre o pensar, o sentir e o agir, permanecer consciente de existir aqui. Essa maneira integral é completamente nova porque ainda está em formação um novo paradigma e não há suporte energético suficiente para nos mantermos coerentes e coesos, enquanto coletividade, o tempo todo. Mas, seremos.
 
Passamos muitas existências ignorando a Vida que coabita o nosso corpo físico. O que é existir? Nascer, crescer, morrer… Mas, o que acontece com a nossa essência (alma) enquanto existimos? Alinhada com a consciência, ela dá profundidade, autonomia e sentido ao existir, além de manifestar potenciais realidades. 
 
Lidamos bem com as emoções quando elas são senso comum e, inconscientes, manifestamos somente o que guardamos em nossa memória existencial, por isso tantas experiências revelam o senso comum. 
 
A alma permanece oculta para muitos de nós e presenciamos, passivamente, os que ainda julgam ser do outro porque estamos nos habituando a nos sentirmos unidade, não mais classificando tudo entre bom ou ruim, eles e nós, eu e você. Isso foi existir, não é errado ou certo, apenas foi. 
 
A Terra tem bilhões de anos e somente agora nos sentimos parte da galáxia, do universo, aceitando a influência recíproca de todos os fenômenos, seja aqui, em júpiter ou nas plêiades, a nossa energia também movimenta o Todo.
 
Alguns de nós integramos a infinitude ao efêmero, então, para quem está desperto, celebre a Vida eterna e mutável. Vibre o amor que você É e Boa Vida!
 
 
Fátima D’Agostino
 


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Novembro 23, 2020

chamavioleta



A COERÊNCIA DA VIBRAÇÃO

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 22 de novembro de 2020.



 
 
 
 
 
 
 
A imaginação nos leva para qualquer canto deste planeta ou do universo. A imaginação, ou visualização, molda nossas manifestações. Entretanto, nossa imaginação é extremamente restrita aos desejos que nutrimos e para afastar pensamentos indesejados.
 
É paradoxal, usamos o potencial criativo para gerir emoções que queremos afastar. É como se ao invés de abrir a porta e entrar, olhássemos antes pelo buraco da fechadura para ter certeza de que aquela porta nos levará para onde queremos ir.
 
Foi seguro assim, agora, não há mais portas. Somos o espaço da realização. Sim, integramos todos os nossos corpos, somos inteiros, tenha percebido ou não.
 
Você escolhe ou não estacionar nas sendas do vir a ser, nutrir esperanças no anúncio do despertar em massa, propagado como um espetáculo. Você escolhe ter expectativa de ver o mundo como acha que deve ser.
 
Novas frequências já se consolidaram energeticamente e os acordos, conscientes ou inconscientes, que nos compartimentaram foram desfeitos, acredite ou não.
 
Honre sua mestria e seu esplendor, se quiser. Você escolhe como sentir a vida. Você escolhe aceitar ou não o que Você É. Você escolhe como se mover pelo mundo. Você veste a forma energética que te individualiza e energia não é mais ou menos, negativa ou positiva, energia É.
 
Matéria e energia se diferenciam apenas pela vibração da frequência.
 
Costumávamos dizer: diga-me com quem andas e te direi quem és. Agora, sabemos: somos a frequência que vibramos e a coerência dessa vibração materializa o que experimentamos. Não se apequene para caber nos espaços cada vez menores de inquietação e incertezas, Você É!
Fátima D’Agostino
 


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Novembro 09, 2020

chamavioleta


VOCÊ VÊ AS COISAS COMO SÃO OU COMO VOCÊ É?

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 8 de novembro de 2020.



 
 
 
 
 
A nossa identidade humana foi sedimentada, ao longo dos séculos, como potenciais consumidores para o funcionamento de um sistema que nos segregou da individualidade autônoma.
 
Esse rompimento que se dá com as mudanças energéticas massivas ocorridas no planeta e atingindo nossa consciência, porque somos parte da Terra, nos remete aos processos de ampliação da percepção e da constatação de que a realidade coletiva se manifesta no direcionamento das ações intencionadas para manter as coisas tais como são.
 
Por isso a dificuldade em sabermos o que ou quem move as peças que direcionam as pessoas na construção e manutenção dos cenários tão conhecidos. Boa parcela da população mundial segue na inconsciência do seu poder de criação e autonomia, são vitimas das circunstâncias, dos direcionamentos subliminares, da governança política e vulneráveis às mudanças ou rearranjos geopolíticos.
 
Assim, tudo que acontece no mundo hoje, para quem está no processo de expansão da consciência, é percebido como a projeção de um filme de baixa qualidade e não há necessidade de saber quem dirige ou fez o roteiro, não somos mais plateia.
 
Expandimos a percepção, não nos limitamos mais aos acontecimentos locais, nos interessamos pelos ciclos universais. Estamos mais atentos em como somos afetados e afetamos, além de intuirmos que a energia que vibramos é parte da orquestração universal e de que há muito, muito mais do que imaginávamos até aqui.
 
As mudanças planetárias não são totalmente perceptíveis porque é processo e não se restringe apenas a nós, seres humanos, mas todas as formas de vida. Estamos vivenciando mudanças geológicas, físicas, emocionais e energéticas que moldarão as novas gerações.
 
Existe a possibilidade de processarmos essas mudanças ainda nessa vida. Tudo é questão de romper com as crenças herdadas e adquiridas. Tudo está acontecendo agora, mas os nossos sentidos físicos são limitados ao espaço que ocupamos e ao tempo, ainda engatinhamos no uso das potencialidades disponíveis.
 
Estamos percebendo que na interação social, tudo o que sai de nós, sejam palavras ou ações, já é passado, mas chega ao interlocutor no futuro porque ainda passará pelos seus circuitos cerebrais para se transformar em visão, audição e elaboração emocional.
 
Tudo que é enviado foi criado num tempo diferente do que é recebido pelo outro, por isso é preciso observar o que se produz nas interlocuções, pois tudo que sentimos é percebido de maneira diferente pelo outro.
 
Os diálogos com julgamentos sobre fatos ocorridos não tem finalidade, são apenas distrações, mas iludem os desavisados, como se as palavras e indignações fossem alterar o que já passou.
 
O que chega instantaneamente é a energia que emanamos, por isso, muitas vezes a pessoa fala algo, mas captamos uma sensação divergente das palavras ditas. Na verdade, estamos sentindo as emoções verbalizadas e não apenas ouvindo palavras.
 
Sinto que no futuro próximo as interações sociais limitarão os diálogos, pois não haverá necessidade de expressar julgamentos sobre fatos ou acontecimentos. As palavras serão substituídas pelas vibrações emanadas. Eu mesma não sinto muita vontade de falar e para escrever, sinto que as palavras não dão conta de representar o que quero dizer.
 
A coletividade e sua forma perdeu a base energética, agora somos unidades energéticas tentando agrupar frequências similares. Constatar esse fato é libertador.
 
No processo de expansão de consciência, os milagres (amo essa palavra, é tão profunda e mágica) estão se manifestando imediatamente. Por exemplo, sentimos medo ou angústia, às vezes sem motivo aparente, acionados por um pensamento associado a alguma memória de dor, porque volta e meia sentimos a mesma coisa, é um padrão, como a pandemia tem feito emergir em nós.
 
Então, conscientes, pedimos ajuda (eu peço ao meu Eu Superior) e a emoção evapora, imediatamente. Quanto mais nos integramos, mais rápido manifestamos o que intencionamos. Cada emoção que emerge e nos limita, como raiva, mágoa, medo, pedimos ajuda e deixamos ir.
 
É fácil, praticado conscientemente. Cada um de nós sabe ter a capacidade de romper com essas limitações, basta querer. Curamos a nós mesmos, não as pessoas que amamos ou quem está em sofrimento.
 
Quando curados, nossa frequência vibracional potencializa a compaixão e olhamos para o outro, amorosamente, como uma mãe ou pai olha o filho tentando fazer algo que ainda não está pronto para fazer, mas fará. Isso muda tudo, muda nossa atuação, nossa vibração e todas as nossas relações.
 
Observe sem o filtro da identidade pessoal, mas da integralidade de quem Somos. Sinta alegria em estar humano, é o que basta para apreciar a paisagem, não precisa saber onde esteve e nem para onde irá. Não precisa entender, renda-se. Você É!
 
 
Fátima D’Agostino
 


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Outubro 25, 2020

chamavioleta


VOCÊ VÊ AS COISAS COMO SÃO OU COMO VOCÊ É?

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 24 de outubro de 2020.

 
 

 
 

Perceber isso é importante, pois retira o rótulo das suas ações, minimizando ou maximizando suas criações.
 
Independentemente do que acreditamos, somos essências na experiência humana e, por conta da individuação, buscamos pessoas para interagir, movidos pela intuição na unidade, por isso há busca em estabelecer vínculos emocionais. É muito bom interagir, fazer atividades em grupo, etc.
 
Quando mudamos o corte de cabelo, vestimos uma nova roupa, é para mostrar para as pessoas ou te satisfaz olhar no espelho e constatar que está bonito o cabelo, a roupa e pronto, veste o pijama.
 
Essa enxurrada energética rompeu barreiras internas e percebemos que nem todas as pessoas com as quais convivemos estão conosco por afinidade vibracional, mas algumas por escolha mental ou laços sanguíneos.
 
A nova maneira de estar aqui proporciona libertação e sua negação sustenta apegos às antigas estruturas energéticas. Resistentes e viciados nos hábitos existenciais, tentamos manter pessoas e cenários, como se isso fosse parar o movimento. Iludidos pela crença de que estamos no lugar e hora certos, nos forçamos a conviver com energias dissonantes e isso desperta raiva e dor.
 
Sofremos e oramos por ajuda, mas, agora, consciente ou inconscientemente, sabemos que essa fórmula não funciona e prolongar a crença na fatalidade comprometerá a qualidade do tanto que temos ainda para viver aqui. Tudo é escolha e tudo bem viver como escolheu viver, apenas não use isso contra você mesmo.
 
A atual evolução, e não há palavras para explicar o processo, muda a atuação do ser humano na Terra. Ao mesmo tempo em que nos apresenta as potencialidades, aflora o livre arbítrio. Essa constatação assusta porque é preciso reconhecer que nos movemos, até aqui, sem sair do lugar predestinado, substituindo o medo da morte pela busca de proteção da vida.
 
A história nos conta que rituais praticados por grupos sobreviventes, destacavam lideres carismáticos para proteger a comunidade, sejam líderes religiosos ou não. Esses rituais foram passados de geração em geração e até hoje os praticamos, elegendo representantes para proteger a vida física e praticando ritos para proteção espiritual.
 
Ou seja, aceitamos proteção em troca da manutenção da vida, amenizando o temor da morte. Não somos, enquanto sociedade do século XXI, diferentes da sociedade de seis mil anos atrás, mas modernizamos a autodefesa, atualizamos as crenças e desenvolvemos armas potentes, acrescentando a ilusão do acúmulo patrimonial.
 
Essas palavras podem ser lidas com o coração ou pela mente racional, mas, intuitivamente, sabemos: a sociedade em que nascemos morreu.
 
Todos falam do caos no mundo, mas não se colocam dentro dele, assistem. Parece, assim, que não somos nós que produzimos negatividades, somos vitimados por elas. Dessa perspectiva não enxergamos o positivo, em igual proporção e nos condicionamos no espelhamento: quando não gosto de algo, foi o outro que produziu.
 
Essa perspectiva parcial nos distancia da realidade: não amamos e nem somos amados, somos Amor. Amor não é sentimento, é o fluido da vida, visível e invisível.
 
Nossa civilização desenvolveu tecnologia para detectar a existência de vida extraterrestre, e vida está condicionada a existência de água, distância exata de alguma estrela que proporcione temperatura adequada à formação e manutenção da vida, etc.
 
O que fazemos aqui, inconscientes, mas curiosos, enquanto enviamos satélites exploratórios?
 
Poluímos a água, alteramos a temperatura planetária com hábitos de consumo nocivos, destruímos florestas e esperamos a Terra se regenerar, apesar de nós.
 
Somos inteligentes, com certeza, mas desconectados do amor que somos, mantemos a percepção parcial. Então, lá é melhor que aqui, se está comigo é porque não é bom, o melhor ainda está por vir, mais vale um pássaro na mão que dois voando, etc.
 
Integralize-se.
Honre a Vida!
Honre o Amor que você É!
 
Fátima D’Agostino
 


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Outubro 18, 2020

chamavioleta


DESTRUIÇÃO OU TRANSFORMAÇÃO?

Por Fatima D’Agostino

lecocqmuller@gmail.com

a 17 de outubro de 2020.



 
 

 
Para viver as potencialidades disponíveis, aceite que quase todas as nossas experiências são emocionais e as escolhemos pelo medo, pelo amor ou pela culpa.

Ter consciência do processo, desperta a convicção sobre a nossa origem, mesmo individualizados. Quando você tira uma parte da água do mar, essa água não deixa de pertencer ao oceano, apenas se separa da sua Fonte sem perder os atributos e voltará, de qualquer forma ou maneira, por mais que se distancie.

Assim somos nós e NÃO somos UM no sofrimento, apesar de parecer condição existencial. Inconscientemente, nos culpamos pela separação da Fonte, mesmo satisfeitos por estar aqui na Terra. Assim é na crença de Adão e Eva ou na teoria da evolução: nunca somos viajantes, sempre transgressores.

Introjetamos os conceitos de bem e mal e desenvolvemos o autojulgamento e o espelhamento, negando nossa autonomia. Muitas vezes, quando nos sentimos infelizes com as nossas escolhas, jogamos a responsabilidade para o carma, afinal estamos pagando por algo de mal que fizemos.

Naturalizamos a dor e o sofrimento como condição humana, mas não nos sentimos inteiros para perceber que escolhemos o sofrimento para exteriorizar perfeição. Que loucura, desdenhamos o que somos para representar o que não somos: imperfeitos.

Com quantas pessoas conversamos sobre mudanças na energia planetária, sobre nossa confiança na vida, em Deus e tudo que classificamos como esotérico?

Com quantas pessoas nos sentimos confortáveis para compartilhar mensagens canalizadas do Arcanjo Gabriel, do Criador, de Kryon?

Poucas, com certeza.

E mensagens do Osho, Eckhart Tolle, Neale Donald Walsch?
Arrisco afirmar que para mais pessoas do que os primeiros citados.

Com quantas pessoas dividimos nossas impressões sobre o caos social, sobre pobreza, fome, injustiça social, política, economia, religião, alimentação saudável? Muitas, não é?

Separamos nossa integralidade em partes, de acordo com as situações, essa é uma limitação autoimposta. Não precisamos nos privar do convívio social, das conversas, opiniões ou temas sociais, mas observe, classificamos as pessoas em tópicos e isso é reflexo da nossa separação interna. Seria isso fracionar a autenticidade inata?

Somos multidimensionais, observamos por várias perspectivas: emocional, mental, energética, mas nos manifestamos por aquela que nos preserva do julgamento alheio, assim como julgamos por aquela que nos destaca perante um grupo de pessoas. É muito pouco, não te parece?

Nosso corpo é a ponte entre o planeta e o universo e tudo flui através de nós, tridimensionalmente: para cima, para baixo, para frente, para trás, para um lado e para o outro. Integrados e conscientes desse poder, nosso campo de ação é infinito.

O corpo físico, indissociável da natureza, produz ação criadora e destruidora, porque somos energia. Assim é a dinâmica universal, assim é a gota do mar, assim somos nós.

Ação destruidora, geralmente, direcionamos para nós mesmos, quando criamos e não obtemos o que esperávamos. Ação que gera frustração, raiva e culpa e tudo bem, temos que nos dar conta e aceitar a finalidade do que produzimos em emoções, pensamentos e ações.

Somos energia e podemos mudar tudo a cada milésimo de segundo, acredite.
Honre a potência que você É!

Fátima D’Agostino



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