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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Setembro 06, 2015

chamavioleta

O reino de Ophir, Salomão no Brasil 

 parte 2 – final

Posted by Thoth3126 on 03/04/2015



O Rei Salomão no BRASIL, na TERRA DE OPHIR-Final.


Cândido Costa Prossegue sua explanação lembrando que Hiram enviou ao Rei Salomão marinheiros fenícios experimentados: Como se verá mais tarde, a frota de Ophir nunca voltaria ao Mar Vermelho. Passando pelo Cabo africano, ela se reunira no oceano Atlântico com a frota de Hiram, que saíra do Mediterrâneo.

Entre os trabalhos que tentam retirar o véu sobre a verdadeira identidade das ricas localidades bíblicas de Ophir, Parvaim e Tarschisch destacamos este do senhor Cândido Costa, publicado em 1900…





Thoth3126@gmail.com

Primeira parte em: http://thoth3126.com.br/terra-de-ofir-o-rei-salomao-no-brasil/

… Ele baseou-se no estudo filológico das antigas línguas européias e asiáticas, bem como a língua quichua ou dos Antis, do Peru , a qual ainda se falava, pelo menos em 1900, na Bacia superior do Rio Amazonas.

“Nos Paralípomenos, liv. 2, cap. 3, v.6, conta-se que Salomão adornou sua casa com belas pedras preciosas, e que o ouro era de Parvaim (…) Parvaim é pronuncia alterada de Paruim.

A terminação im nos dá o plural em hebraico (como em El=deus, Elohim=deuses); vem acrescentado a Paru porque efetivamente existem, na bacia superior do rio Amazonas, no território Oriental do Peru, dois rios auríferos, um com o nome de Paru, outro com o de Apu-Paru, o rico Paru, e que unem suas águas para se confundirem no Ucayali. Os dois rios Paru e Apu-Paru fazem, no plural Paru-im.

Outro nome hebraico é o de um antigo império de nome Inin (crente ou de fé), também no Peru. O rio Amazonas, desde a embocadura do Ucayali até a foz do Rio Negro, em Manaus, se chama Solimões: não é nem mais nem menos que o próprio nome do Rei Salomão (em hebraico Solima e em árabe Suleiman), dado ao rio Amazonas pela frota do grande rei. Os cronistas da conquista do rio das Amazonas contam que a oeste da província do Pará existia uma grande tribo com o nome de Soliman, que era o nome do rio; pois na América as correntes d’água tiram seus nomes das tribos que as habitam.





Localização de Tiro na Fenícia, bem à direita no mar Mediterrâneo (hoje Líbano) no mundo antigo.


Daí também os portugueses fizeram uso do nome Solimões por hábito de lingüística. Essa colônia fenícia-hebraica teve uma duração temporária assaz longa, pois as viagens trienais dos navios de Salomão e de Hiram se renovaram várias vezes. Provavelmente não foi abandonada à própria sorte senão no reinado de Josaphat, rei de Judá , no tempo em que os cartagineses não permitiam a nação alguma sair do mediterrâneo. Eis porque Josaphat quis mandar sair do Mar Vermelho para essas mesmas regiões uma frota equipada, conjuntamente com Ochozias, rei de Israel. Porém um temporal hediondo a destruiu completamente (p.116).

Passamos a Ophir, lugar tão celebrado por suas riquezas.

Devemos lembrar aqui que filólogos acreditaram poder fazer que prevalecesse o nome de Abiria por ter sido a Ophir da Bíblia. Todavia, levaremos em consideração os seguintes fatos: Primeiro, o nome da Abiria é a tradução latina do vocábulo grego sabeiria, tomado da geografia de Ptolomeu, livro 7, cap. 1. A licença do tradutor é tão grande quanto censurável. Em segundo lugar, Sabeiria achava-se localizada na parte ocidental da Índia, que chamavam Indo-Scitia. Porém é reconhecido que a Índia , mormente na parte Ocidental, nunca produziu ouro para o comércio; pelo contrário, os egípcios e os árabes ali o traziam, para o trocar por tecidos de lã e de algodão.

Assim a hipótese de que sabeiria fosse o Ophir da Bíblia cai por terra. Estevão Quatremere também não admite que Ophir tenha sido colocado no Golfo Arábico, na Arábia feliz, nem em parte alguma da Índia, Ceilão, Sumatra, Borneo ou ponto algum do extremo oriente, pela razão muito simples de que os navios de salomão e de Hiram gastavam 3 anos e meio em cada viagem dessas.

Porém Quatremere cai no próprio erro daqueles que combate, pois que coloca Ophir em Soplah, na costa oriental da África. Para fortalecer sua hipótese, Quatremere não hesita na escolha dos meios: assim é que, por não achar pavões na África, quer que os pássaros chamados Tulens na Bíblia sejam periquitos ou picotas”. (Cândido Costa, op. Cit. p. 117).

No cap I do livro I dos Reis , v.11, acha-se escrito Ophir em língua hebraica de dois modos Apir e Aypir, e no cap. 9 , v. 28 lê-se Aypira na Bíblia. Em resumo, nada se opõe que o Aypira da Bíblia tenha vindo do nome do rio Yapur: onde o Y significa água, ou seja, “água ou rio de Apir ou Ophir”. Eis porque a região de Ophir é essa que atravessa o rio Yapurá, HOJE CONHECIDO COMO O RIO JAPURA, houve a troca do Y pelo J, que em hebraico são a mesma letra.

“O desaparecimento das frotas de Salomão e Hiram por 3 anos, a cada viajem que faziam, se acha agora explicada, pois elas estacionavam no rio que tinha o nome do Grande Rei. Se estas compridas estações, várias vezes repetidas, houvesem sido feitas em qualquer ponto do antigo continente, a tradição ou a história não teriam deixado de no-la transmitir.







O rio Japurá/Yapurá, em DESTAQUE EM amarelo, no mapa acima, um afluente do rio SOLIMÕES, o lendário rio bíblico de onde os fenícios e os hebreus obtiveram os metais preciosos, aves raras e madeiras nobres para a construção do Templo de Salomão em Jerusalém.




As várias viagens trienais com exceção de uma só, não se referem a Ophir, pois todas se fizeram para Tarschisch. David recebia pelos fenícios o ouro de Ophir, e a frota construída no tempo de Salomão para o mesmo destino saiu do Mar Vermelho, onde nunca mais entrou. Fez sua junção no oceano Atlântico com a de Hiram, a qual saiu do Mediterrâneo; e ambas tomaram depois, da única viagem em que foram juntamente a Ophir, o nome da frota de Tarschisch (Alta Amazônia, hoje na divisa com o PERU, onde o rio Amazonas é conhecido como RIO SOLIMÕES !!)), segundo o texto hebraico, e o da frota da África, segundo o texto caldáico”.(Cândido Costa p.120 a 124)

(Livro I Reis 9,10,11,22, e Paralipomenos liv2, cap.9 v.21 v. 10,11)

-Segundo a Bíblia, “Salomão conhecia todas as sabedorias do Egito (que eram derivadas de Atlântida). Em 960 a.C., Salomão começa a construção do templo de Jerusalém;

-Patrocinados por Salomão, os fenícios se tornaram os primeiros dominantes do mar, abrindo agências comerciais por toda parte: Creta, Malta, Sicília, Cartago, Cádiz, Marselha, Inglaterra e Países Nórdicos;

-Salomão tornou-se o homem mais rico do mundo durante o seu reinado. Tinha 700 mulheres e 300 concubinas;

-Em 930 a.C. ocorreu a cisão do reino hebreu entre Judá e Israel. Foi um período de constantes lutas internas entre Judá e as tribos do Norte;

-A situação chegou a tal ponto que Jeroboam, Ben-Nebat, seu filho, tentou um Golpe de Estado.

-Em 928 a.C. morre o Rei Salomão e assume Rehoboam, seu filho, que, por falta de tato político, fracassa o acordo com as tribos de Israel. Jeroboan refugia-se no Egito (Delta do Nilo), onde o Faraó Seshonki o recebe na corte dando como esposa uma de suas filhas.

-O ambiente torna-se propício para o retorno de Jeroboam, apoiado pelo Faraó que retorna e é aclamado Rei de Israel. A Rehoboam fica as tribos de Judá e Benjamim, com as quais Rehoboam funda o Reino de Judá, tomando por capital, Jerusalém. E desde então as terras de Ophir e suas riquezas entram no esquecimento do povo de Israel.



Esquerda: Uma moeda fenícia encontrada no litoral brasileiro.

AS INSCRIÇÕES FENÍCIAS NA PARAíBA:

Em 1872, na Paraíba, descobriu-se uma pedra que trazia uma inscrição de oito linhas, cujos caracteres com muita evidência não pertenciam às culturas conhecidas da América do Sul. Em 1874, a inscrição mereceu a atenção do professor Ladislau Neto , do Museu Nacional do Rio de Janeiro . Nem o professor Neto nem qualquer outro sábio brasileiro parece ter-lhe concedido uma atenção muito séria. Todavia ela veio a ser conhecida na Europa onde a analisaram infatigáveis eruditos alemães. Foi inicialmente julgada de origem fenícia. Mais tarde, a filologia alemã afastou-a como não-fenícia.

Aparentemente a pedra se perdeu, mas a inscrição permaneceu em cópia. Agora a controvérsia reacendeu-se . Apareceu um novo protagonista sustentando a origem fenícia da inscrição. Ë o Dr. Cyrus H. Gordon da Universidade Brandeis ( de Waltham , Massachusetts). Dois fatores surgiram para reascender a controvérsia:

Um provém de que novas descobertas na escrita fenícia demonstram, segundo o Dr. Gordon, que o uso das palavras na inscrição da pedra da Paraíba está correto, contrariamente aos juízos anteriores bem menos informados.

O outro fato foi a descoberta, pelo Dr. Jules Piccus , da Universidade de Massachusetts, em Amberst, de uma caderneta de notas que pertencera a Willbeforce Eames, um dos administradores ( ou conservadores-chefe) da New York Public Library , do século XIX . Nesta caderneta encontrava-se uma carta de 31 de janeiro de 1874, destinada a Mr. Eames pelo professor Neto.

O Dr. Piccus mostrou esta carta ao Dr. Gordon. Este concluiu daí que a transcrição dos caracteres na carta era mais plausível que a versão “definitiva” precedente, publicada em 1899. A seguir um barco fenício Trirreme Carpássio, para viagens oceânicas de longo curso, um modelo dos tantos barcos fenícios existentes no século X a.C.





Acima um grande navio de longo curso, um Trirreme fenício tipo Carpássio, para viagens oceânicas de longo curso, um modelo dos tantos barcos fenícios existentes já no século X a.C., época próxima à que reinou Salomão em Israel.

Enquanto que o professor Frank M. Cross de Harvard continua a estigmatizar a inscrição como uma “falsificação” do século XIX”, o Dr. Gordon sustenta que o uso de uma terminologia desconhecida dos arqueólogos, no momento de sua descoberta, comenta que esta não é uma prova forjada.

A controvérsia prosseguiu, portanto, até o momento, sem prestar atenção visível a outras inscrições tidas por fenícias encontradas no Brasil. Igualmente em 1872, um engenheiro chamado Francisco Pinto dizia ter descoberto inscrições em mais de 20 cavernas na selva brasileira; ao todo cerca de 250 inscrições. À convite do governo brasileiro, o filólogo alemão, Ludwig Schoenhagen veio ao Brasil, estudou as inscrições durante 15 anos e declarou-as fenícias. Nos anos de 1880, o francês Ernest Renan afirma também ter descoberto outras inscrições fenícias.

No início deste século, um industrial afastado de seus negócios, Bernardo da Silva Ramos, pretendeu ter descoberto mais de 2.800 inscrições em pedras ao longo do curso do Amazonas. Um rabino de Manaus declarou que, em sua opinião, estas inscrições eram fenícias. As obras ou artigos de Bernardo Ramos a respeito deste assunto parecem, em verdade, ter sido ignoradas.

Considera-se, geralmente, que os fenícios também atingiram o Arquipélago dos Açores. Em Corvo, a mais ocidental destas ilhas , afirma-se que se teriam descoberto moedas cartaginesas ( em 1749); rumores persistentes, embora obscuros da existência de ruínas fenícias; descoberta feita, quando os portugueses aí chegaram, de “uma estátua eqüestre apontando para o Ocidente” a qual, sendo verdadeira, foi destruída após muito tempo.

Consideremos que conviria prestar atenção nestas possíveis confirmações da presença fenícia no Novo Mundo. Extratos de “Autenticidade do texto fenício da Paraíba” , pelo Dr. Cyrus H. Gordon da Universidade Brandeis , nos Orientalis de Roma , vol. 37 ( 1968 ) pág. 75. As singularidades lingüísticas que lançaram dúvidas sobre o texto vêm, pelo contrário, apoiar sua autenticidade. Nenhum falsário conheceria suficientemente as línguas semíticas para compor tal documento, não cometendo erros senão aparentes. Agora que um século se passou, é evidente que texto é autêntico, porque inscrições fenícias, ugaríticas e em outras línguas semíticas do noroeste, põe-nos frente aos mesmos “erros”.

Å demonstração da autenticidade da inscrição da Paraíba não significa que todos os problemas estejam resolvidos e que todas as palavras e todas as construções de frases estejam definitiva e perfeitamente interpretadas. Todavia, o texto não é mais difícil nem mais anormal que o resto do texto fenício conhecidos. A importância desta inscrição provém de sua significação histórica. Uma ilustre estudiosa de assuntos colombianos declarou no começo deste século:





Tradução da inscrição fenícia (acima) de Pouso Alto, na Paraíba, que diz: “Somos filhos de Canaã, de saída, a cidade do rei. O comércio nos trouxe a esta distante praia, uma terra de montanhas. Sacrificamos um jovem aos deuses e deusas exaltados no ano de 19 de Hiram, nosso poderoso rei.

Embarcamos em Ezion Geber, no Mar Vermelho, e viajamos com 10 navios. Permanecemos no mar juntos por 2 anos, em volta da terra pertencente a Ham (África), mas fomos separados por uma tempestade, nos afastamos de nossos companheiros e, assim, aportamos aqui: 12 homens e 3 mulheres. Numa nova praia que eu, o almirante, controlo. Mas auspiciosamente possam os exaltados deuses e deusas intercederem em nosso favor”

“[ . . . ] o papel dos fenícios como intermediários da civilização antiga foi maior do que se supôs, e [ . . . ] as Américas devem ter sido colonizadas intermitentemente por intermédio destes navegadores mediterrânicos ‘ ‘ (Zealia Nuttall, “Os princípios fundamentais das civilizações do Antigo e Novo Mundos”, Peabody Museum, Cambridge, Massachusetts, 1901). Em sua obra de mais de 600 páginas ela nem sequer menciona o texto da Paraíba, que fora condenado como falso.

Mas a crescente massa de provas que confirma esta tese, isolada no ostracismo, não deixa nenhuma dúvida quanto à justeza de sua conclusão, como acabamos de expor. Sua aceitação pelos americanistas e historiadores deverá preceder-se pelo reconhecimento da autencidade da inscrição da Paraíba pelos semitistas. E tudo o mais se ajustará. (O Dr. Gordon talvez seja otimista demais quanto a coisas que se ajustam por si mesma, especialmente se americanistas e historiadores imaginarem-se humilhados por um simples lingüista… infelizmente os ciúmes entre disciplinas diferentes não é desconhecido. Em todo caso, aguardemos que se ajustem as partes.)

O boletim New World Antiquity ( Marham House Press Ltd, Brighton , Inglaterra ) assinala em seu número de setembro / outubro de 1971, a obra ” The Parayba Phoenican Inscription, publicado por seu autor, Mr. Joseph Ayoob (Aliquippa, Pa LTSA, 1971) , que é a tradução em inglês de seu livro intitulado Sakhrat Parayba , publicado em Beirute em 1961. Encontra-se aí esta nova tradução da inscrição:



Tradução: “Demos sepultura (ao) filho de Canaã vindo SRNM ( Surinam), cidade em ruínas e um entreposto abandonado. Não eu, YZD (Yazid) , o gravador do meio-dia e os homens que procuram a melhor de todas as coisas. E assim aos décimo nono anos de HRMl (Hiram), nosso rei morreu. (Tínhamos ) deixado alegremente ASU (Azion-Geber num porto no Mar Vermelho e levantamos vela com dez navios.

Aí todos desapareceram para mim. De súbito, desapareceram : Hor e Chittim (nomes de navios) foram lançados sobre esta terra maldita : calor: Mir , Baal e Lan (navios) que vogavam em comboio, talvez tenham escapado às intempéries. Morreram vindas KSHN, 6 pessoas de um MBAYH (6 kuchitas de MBEYE), R (Rab, o capitão) e mais 10 pessoas pereceram. As perdas por mim e (mas) porque pelo (meu) camarada HNNA (Hanno).“

Acrescentamos que no número de abril de 1971, o New World Antiquity já havia publicado três outras traduções diferentes da inscrição da Paraíba vêem-se as numerosas armadilhas que espreitam mesmo os tradutores mais experimentados e, também, porque é difícil ter uma completa certeza.


Permitida a reprodução desde que mantido a formatação original e mencione as fontes.


www.thoth3126.com.br

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Junho 19, 2015

chamavioleta

A ALTA FREQUÊNCIA FEMININA 

Mensagem do Mestre Salomão

Canalizada por Elsa Farrus

Em 18 de junho de 2015 

Tradução: Blog Sintese





Amada filha, eu sou Salomão, mestre ascendido.

Sei que é a primeira vez que entramos em contato e também é a primeira vez que você canaliza para o meu plano.
Eu pertenço ao raio dourado e minha energia é de Vênus.

Entramos em contato com vocês através de você para explicar em que consiste a iniciação solar que Gaia está atravessando.

A alta frequência feminina de reconhecimento do ser que vocês estão integrando, sustentada a partir do nosso plano, restaura a energia pessoal que todos vocês já têm em essência pura e que homens e mulheres foram apagando em seus corações pela dureza das condições em Gaia nas épocas mais densas.

Agora é tempo de restaurar essa união ao nível de chakra do coração, é hora de integrar o propósito divino em cada um de seus atos, ou seja, agora é o tempo de amar cada ação, pensamento e experiência que vocês realizam.

Amados, é tempo de consolidar sua vontade, muitos não a conhecem, muitos nem ouviram falar dela, outros a silenciaram durante anos e agora é tempo de sua vontade e sensibilidade aflorarem na superfície.

A maioria dos implantes e os autoimplantes cairão por si mesmos ao elevar as frequências da Terra e de seus corações, com a luz se desintegram, então não temam nada, todos que estão no planeta têm a oportunidade maior em séculos de crescer em consciência pela ressonância natural do coração e da alma.

Agora sim, a frequência entrante já está tão extremamente codificada que é uma frequência fractal constante que restaura tudo aquilo que os recompõe e afasta tudo que não lhes pertence.
É tempo difícil de aparentes fracassos que na realidade são as portas da liberdade, se vocês permitirem, estes dois meses de julho e agosto são a chave mais profunda do chakra do coração, são a intensidade de seu ser abrindo caminho entre o labirinto em que seus pensamentos os colocaram.

Por isso lhes pedimos para integrar e não analisar, aceitar e expressar o que sentem, permanecer na calma nos vazios da realidade e saber que estes são a passagem para as energias internas.

A lei do vazio agora é a chave em tudo, preparação de espaço para o amor, preparação de espaço para vocês: estão preparados para isso?
Suas almas e seres solares estão, seus corações também, agora cabe ao físico aceitar o bem maior.

Estamos sustentando a chama da luz original da consciência solar feminina, da capacidade de sustentar e integrar amor divino em todos os seus atos, decisões e experiência na necessidade de ser...

A vida em todos os planos é alegria, é leveza, somente a prisão mental sobrecarregada afasta vocês dela, e para os que nasceram neste período, a necessidade de experimentar em maior grau a dualidade para transcendê-la, por isso infâncias tão complexas com muitos papeis mentais para curar, para encerrar, para compreender e para cancelar.

Agora já é tempo de pontes de união entre vocês e o novo, amar o passado sem tentar mudar ninguém e se permitir o novo, esse é o grande desafio do solstício, restaurar a capacidade de receber o grande presente da frequência lemuriana feminina e universal.

Sejam capazes de receber o bom, o belo, sejam merecedores de amor e respeito, começando por amar seu físico e seu dia a dia.

Estamos sustentando frequências muito elevadas para que tudo aquilo desarmônico se cancele pela vibração e para que as frequências de transformação se abram em vocês e no caos, não deixem tudo para o último momento, não olhem com rancor as criações que saíram mal, parem de se derrotar, soltem e se abram para o novo, inclusive na perda da vida há um caminho novo.
Pela lei do vazio, tudo renasce, é cíclico e se expande, assim que saem de um paraíso já abrem os novos, onde experimentam passagens e esperança há caminho, onde vocês encontram tempo livre para gerar um novo dia há caminho, onde podem estar em contato com suas afeições, pessoas, etc., há caminho.

Deixem os caminhos do esperado, das realizações e do social e abram os caminhos da esperança de viver, somente a esperança permite a entrada da vibração que estamos enviando, confiem, o pior dos labirintos tem saída, quando deixamos de calculá-la e descansamos, então há força para caminhar em outra direção.

Amados, é um trânsito belo, cheio de vida e de luz, com uma grande transformação nestes meses.

Nós os esperamos com amor,
Mestre Salomão



Feliz dia a todos.
Obrigada a todos, podem compartilhar livremente a informação respeitando o conteúdo por sua vibração.

Elsa





Agradecimentos a Blog Sintese http://blogsintese.blogspot.com




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Abril 17, 2015

chamavioleta

Os Cavaleiros Templários e seus segredos I

Posted by Thoth3126 on 17/04/2015



Os Cavaleiros Templários e seus segredos, parte I


A Ordem dos Cavaleiros Templários também chamada de Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim “Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici“) – foi fundada em 1118 por Hugues de Payens, um cavaleiro de Borgonha e de Godofredo de Saint Omer, um cavaleiro do norte da França e mais sete cavaleiros.

Seu objetivo público aparente era proteger os peregrinos que acorriam à Terra Santa depois da Primeira Cruzada…

“Non nobis Domine, non nobis, sed nomini Tuo da Gloriam”(Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome Glorifique) - Salmo 115:1 e a divisa dos Cavaleiros TEMPLÁRIOS.

Por Thoth3126@gmail.com

… Baldwin I, então o rei de Jerusalém, atribuíu a estes dois cavaleiros e mais os sete que se juntaram a eles, as dependências perto do local do Templo de Salomão, dai o nome Templários foi derivado. 



A primeira sede dos Cavaleiros Templários, a Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, o Monte do Templo. Os Cruzados chamaram-lhe de o Templo de Salomão, como ele foi construído em cima das ruínas do Templo original, e foi a partir desse local que os cavaleiros tomaram seu nome de Templários.

Os Nove cavaleiros Fundadores originais da Ordem foram:

1. Hugues de Payens (ou Payns)

2. Godofredo de Saint-Omer

3. Godofredo de Bisol ( ou Roral ou Rossal, ou Roland ou Rossel);

4. Payen de Montdidier ( ou Nirval de Montdidier);

5. André de Montbard (tio de S. Bernardo de Clairvaux);

6. Arcimbaldo de Saint-Amand, ou Archambaud de Saint-Aignan;

7. Hugo Rigaud

8. Gondemaro, (ou Gondomar, ou Gondemare, ou Gondomar . (N.1090 ? – ?) Templário que se supõe ter sido Português.);

9. Arnaldo, Arnoldo,: Frei Arnaldo, ou ainda segundo André J. Paraschi: D. Pedro Arnaldo da Rocha. Templário. Teria sido um dos nove fundadores da Ordem dos Templários em 1118, em Jerusalém. André Paraschi diz a esse respeito: “dos fundadores da Ordem na Palestina, dois podiam ser filhos de famílias do Condado Portucalense. São eles Fr. Gondemaro (Gondomar) e Fr. Arnoldo, ou Arnaldo, que (…) poderá ser identificado com o Procurador do Templo em Portugal, Petrus (Pedro) Arnaldo da Rocha”. Esta teoria é reforçada pelo fato de deixar de haver notícias deste cavaleiro na Palestina e de, em 1º de Abril de 1185, ser lavrada uma escritura de venda por um casal situado em Braga, sendo vendedora D. Sancha Viegas e o comprador: Petrus Arnaldo, “frei do Templo”



Seu objetivo público era proteger os peregrinos que acorriam à Terra Santa depois da Primeira Cruzada. Baldwin I, Rei de Jerusalém, atribuíu a estes dois cavaleiros e mais os sete que se juntaram com eles, dependências perto do local do Templo de Salomão, dai o nome Templários foi derivado.

Era óbvio que somente estes nove cavaleiros seriam incapazes de proteger os caminhos que levavam a Jerusalém. A insígnia dos Templários eram a reprodução de dois cavaleiros montados sobre um cavalo…“Sigilum Militum Xpisti”

Eles também tinham uma agenda e um PROPÓSITO oculto. Um dos objetivos era o de escavar o local e as ruínas do segundo Templo de Salomão, destruído pelos romanos em 70, pelas legiões do General Tito Vespasiano, especialmente sob a área onde seriam os estábulos do rei Salomão. Eles finalmente descobriram tesouros surpreendentes e artefatos religiosos da antiga Jerusalém e receberam um conhecimento sagrado naquele local.

Nove anos (durante esse período de tempo os nove cavaleiros fizeram inúmeras escavações – e descobertas – onde ficava o Templo de Salomão) mais tarde Hugues de Payens visitou a Europa com o objetivo de colocar a nova ordem sobre uma base mais segura em relação ao mundo daquele tempo e de ganhar reconhecimento e uma regra da Igreja de Roma. Ele garantiu o apoio entusiástico de S. Bernardo o famoso Abade de Claraval (Clairvaux), e em 1128 uma regra, que foi elaborada pelo próprio São Bernardo foi aprovada para os Cavaleiros Templários pelo Conselho de Troyes. Em 1163 foi que o Papa Alexandre III emitiu a Carta da Ordem, e sua organização legal foi plenamente estabelecida.



O que começou como uma equipe de nove homens de nobres e bem-intencionadas atitudes, “dedicada a defender” a Terra Santa e seus caminhos do ataque dos Sarracenos (árabes muçulmanos), se tornou a mais poderosa organização (com uma agenda secreta…) jamais igualada na história humana.

Os templários se tornaram proprietários de muitos tesouros (os mais importantes sendo o CONHECIMENTO ) religiosos e eles também foram os guardiões do “Santo Graal” (não um objeto físico qualquer, mas o conhecimento da verdade sobre muitas questões espirituais, místicas e esotéricas, que eles mantiveram em segredo sendo a principal delas a consciência do FEMININO SAGRADO, a energia da DEUSA e do qual eles deixaram um testemunho gravado em pedra nas antigas catedrais da França construídas pelos Cavaleiros Templários em locais de GRANDE PODER ESPIRITUAL feminino, desde a mais remota antiguidade).

Porque os Templários também possuíam grande riqueza material (consequência de terem “levantado os véus de ISIS”), os reis da Europa vinham constantemente a eles de chapéu na mão para negociar empréstimos. Eles criaram muitos aspectos fundamentais do sistema bancário internacional de hoje como as notas promissórias e cartas de crédito bancárias assim como uma rede internacional de agências, por toda a Europa, de comendas.

No entanto, fiéis ao seu juramento de pobreza, os membros individuais desta ordem militar secreta viviam monasticamente sem um tostão. Quando a Ordem dos Cavaleiros Templários foi extinta no século 14, para escapar da perseguição do Rei Filipe, o Belo, da França, que em vão tentou usurpar o tesouro da ordem sem sucesso, os Templários retiraram o seu tesouro material pelo seu porto privado francês de La Rochelle (imagem seguinte), onde sua grande frota de navios próprios estava atracada e os navios e tesouros simplesmente desapareceram {uma parte teria sido enviada para Portugal (um país literalmente criado pelos Cavaleiros Templários) e o restante para a Escócia}. 



O Porto de La Rochele, construído e controlado pelos Templários, durante décadas, uma porta aberta para o Oceano Atlântico e “novas terras (das quais eles tinham o conhecimento da SUA EXISTÊNCIA, as Américas) onde existia PRATA em abundância.

Desde este dia, o seu paradeiro é desconhecido, e muitas especulações já foram feitas sobre o seu local de destino. Alguns livros de história descrevem como os Templários eram guardiões de um “grande segredo” misterioso que poderia ter sido relacionado com a sua conexão com o “Santo Graal”. Mas os livros mais recentes têm sugerido que este “grande segredo” poderia ter sido um conhecimento que, se revelado, poria em causa a nossa visão fundamental do catolicismo romano em si e do desenvolvimento histórico contado de nossa civilização.

Alguns afirmam que a organização dos Cavaleiros da Ordem do Templo realmente nunca deixou de existir. O fim oficial dos Templários foi representado pela execução de seu último Grão-Mestre do passado, Jacques de Molay, que foi queimado vivo perante uma multidão que cantava em Paris, em 18 de março de 1314, depois de sete anos prisioneiro. Mas a realidade é que eles simplesmente mudaram de nome e passaram para à clandestinidade. Há evidências de que certas figuras famosas da Europa eram membros da Ordem – centenas de anos depois que oficialmente ela teria deixado de existir. Sir Isaac Newton é nomeado como um de seus membros. 



Acima: O Castelo de Tomar, em Portugal, construção iniciada em 1º de Março de 1.160, uma das construções mais antigas dos Templários na Europa. D. Gualdim Pais (Amares, 1118 – Tomar, 1195) foi um cavaleiro cruzado português, Cavaleiro e MongeTemplário e Cavaleiro de D. Afonso Henriques (1128-1185). Foi o fundador da cidade de Tomar e construtor do Castelo de Tomar.

O grande explorador Português Vasco da Gama viajou com a insígnia da Cruz dos Templários pintadas nas velas de suas naus, assim como Cristóvão Colombo na descoberta da América do Norte e PEDRO ÁLVARES CABRAL quando “descobriu” o BRASIL, sendo que todos esses navegantes pertenciam à Ordem dos Cavaleiros de Cristo, que foi como em Portugal a antiga Ordem dos Templários continuou existindo, apenas com a troca de nome, apenas cinco anos após a execução de Jaques de Molay em Paris.

A Ordem de Cristo foi assim criada em Portugal como “Ordo Militiae Jesu Christo” pela bula “Ad ae exquibus” de 15 de março de 1319 pelo papa João XXII, sendo então rei de Portugal D. Dinis, pouco depois da extinção da Ordem do Templo. «Tratava-se na realidade de se refundar a Ordem dos Cavaleiros Templários, agora com base em Portugal, que anterior bula papal de Clemente V havia condenado à extinção».



As caravelas portuguesas e a Cruz Templária estampada em suas velas.

Existem histórias e lendas que sugerem que os Cavaleiros Templários visitaram a América uns 80 anos antes de Colombo (talvez até mesmo muito antes). A Ordem dos Cavaleiros Templários ainda existe hoje, embora com outro nome (desconhecido do público em geral). Em toda a Europa, seus membros ainda se encontram secretamente para discutir negócios desconhecidos, realizar rituais sagrados e traçar o nosso destino a portas fechadas.

A ordem de monges guerreiros que haviam se tornado uma das organizações mais poderosas e controversas da história medieval europeia, eram conhecidos por uma variedade de nomes, os Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, Milicia de Cristo ou, mais comumente, os Cavaleiros Templários. 



“Non nobis Domine, non nobis, sed nomini Tuo da Gloriam” (Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome Glorifique) – Salmo 115:1 e a divisa dos Cavaleiros TEMPLÁRIOS.

Relatos detalhados da fundação da ordem são inexistentes. A principal fonte utilizada pelos historiadores são os documentos escritos por Guillaume de Tyre (ou Guilherme de Tiro) cerca de setenta anos após o evento, e enquanto isso é a versão mais comumente aceita como a verdadeira explicação, versões alternativas existem, algumas das quais são suportadas por documentação que fazem-nas parecerem razoavelmente aceitáveis.

Todos os nove cavaleiros templários originais estão reincorporados no BRASIL…

Postado originalmente em 19 de Agosto de 2012.

Continua …

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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Abril 01, 2015

chamavioleta


O reino de Ophir, Salomão no Brasil – parte 1

Posted by Thoth3126 on 01/04/2015

O Rei Salomão no BRASIL, na TERRA DE OPHIR,

parte 1



Se parece estranho a você o conhecimento de terras a Ocidente/Oeste da Europa e África antes de Colombo, é por pura desinformação histórica (deliberadamente feita pelo sistema, pois quanto mais ignorante nós formos melhor para quem nos controla).

O historiador brasileiro Cândido Costa escreveu já em 1900: “Diodoro de Sicília (90-21 a.C.), 45 anos antes da Era Cristã, escreveu grande número de livros sobre os diversos povos do mundo; em seus escritos, designa claramente a América com o nome de ilha, porque ignorava sua extensão e configuração. Essa expressão de ilha é muitas vezes empregada por escritores da antigüidade para designarem um território qualquer …

Thoth3126@gmail.com

Trechos extraídos do livro “A Idade das Luzes”, de Arthur Franco:

… Assim vimos que Sileno chama ilhas à Europa, Ásia e África. Na narração de Diodoro, não é possível o engano quando ele descreve a ilha de que falamos: “Está distante da Líbia (ou seja, da África) muitos dias de navegação, e situada no Ocidente (a Oeste da África). Seu solo é fértil, de grande beleza e regado de rios navegáveis”. Esta circunstância de rios navegáveis não se pode aplicar senão a um continente, pois nenhuma ilha do oceano tem rios navegáveis. Diodoro continua dizendo:

“Ali, vêem –se casas suntuosamente construídas”; sabemos que as Américas possuem belos edifícios em ruínas e da mais alta antiguidade. “A região montanhosa é coberta de arvoredos espessos e de árvores frutíferas de toda espécie. A caça fornece aos habitantes grande número de vários animais; enfim, o ar é de tal modo temperado que os frutos das árvores e outros produtos ali brotam em abundância durante quase todo o ano.”

Esta pintura do país e do clima por Diodoro se refere de todo o ponto à América do Sul equatorial. Este historiador conta depois como os Fenícios (re)descobriram aquela região:



“Os Fenícios tinham-se feito à vela para explorarem o litoral situado além das colunas de Hércules (o atual Estreito de Gibraltar, saída do Mar Mediterrâneo para o Oceano Atlântico entre Espanha e a África); e, enquanto costeavam a margem da Líbia (África) foram lançados por ventos violentos mui longe do oceano.

Batidos pela tempestade por muitos dias (como Cabral mais tarde…também foram levados por correntes oceânicas), abordaram enfim na ilha de que falamos. Tendo conhecido a riqueza do solo, comunicaram sua descoberta a todo o mundo. Portanto os Tyrrhenios (outra tradução chamam aos Fenícios de Tyrios, por causa de sua principal cidade e Porto:TIRO)

“Poderosos no mar, quiseram também mandar uma colônia ; porém foram impedidos pelos Cartagineses, que receavam que um demasiado número de seus concidadãos, atraídos pelas belezas desta ilha, desertasse na praia.” (“Cândido Costa , As Duas Américas, 1900 (pp.108 – 109, citado em Arthur Franco, A Idade das Luzes, Wodan, 1997, p. 113″).

Nota: os Fenícios são oriundos do território hoje conhecido como o LÍBANO, ao norte de Israel.



Esta descrição coincide com os relatos do que ocorreu com a frota de Cabral 2.500 anos depois, desviada pelas mesmas correntes até o continente do Brasil (não por acaso pois que Cabral já “sabia” o que iria encontrar assim como tinha conhecimento prévio das correntes). Na descrição mais completa do texto do historiador romano vemos com exatidão a descrição do continente sulamericano há 2000 anos atrás:

“No mais profundo da Líbia (África), há uma ilha de considerável tamanho que, situada como está no oceano, se acha a vários dias de viagem a oeste da Líbia (África). Seu solo é fértil pois, ainda que montanhosa, conta com uma grande planície (referência ao planalto central).

” Percorrem-na rios navegáveis que se utilizam para a irrigação , e possui muitas plantações de árvores de todos os tipos e jardins em abundância, atravessados por correntes de água doce e também há mansões de dispendiosa construção, e nos jardins construíram-se refeitórios entre as flores.

Ali passam o tempo seus habitantes durante o verão, já que a terra proporciona uma abundância de tudo quanto contribui para a felicidade e o luxo. A parte montanhosa da ilha está coberta de densos matagais de grande extensão e de árvores frutíferas de todas as classes, e para convidar os homens a viverem entre as montanhas. Há grande número de vales acolhedores e fontes de água. Em poucas palavras, esta ilha está bem provida de poços de água doce que não só se convertem num deleite para quem ali reside senão também para a saúde e vigor de seu corpo.

“Há igualmente excelente caça de animais ferozes e selvagens de todo o tipo e os habitantes, com toda essa caça para as suas festas, não carecem de nenhum luxo nem extravagância. Pois o mar que banha as costas da ilha contém uma multidão de peixes, e o caráter do oceano é tal que tem em toda sua extensão peixes em abundância, de todas as classes.

Falando em geral, o clima desta ilha é tão benigno que produz grande quantidade de frutos nas árvores e todos os demais frutos da estação durante a maior parte do ano, de modo que parece que a ilha, dada sua condição excepcional, é um lugar para uma raça divina , não humana. (n.T. referência ao surgimento da sétima raça, no planalto central do Brasil , a raça dourada, que já esta em andamento…)

Na antigüidade, esta ilha estava encoberta do conhecimento dos povos devido à sua distância do mundo habitado, mas foi descoberta mais tarde pela seguinte razão:

“Os fenícios comerciavam desde muito tempo com toda Líbia (o norte da África) e muito o fizeram também com a parte Ocidental da Europa. E como suas aventuras resultaram exatamente de acordo com suas esperanças , acumularam uma grande fortuna e planejaram viajar além das colunas de Hércules (o estreito de Gibraltar, porta de saída do Mediterrâneo para o Oceano Atlântico), para o grande mar que os homens chamam de oceano.




E, em primeiro lugar , à saída do estreito, junto às colunas de Hércules, fundaram uma cidade nas costas da Europa, e como a terra formava uma península chamaram à cidade por Gadeira (Cádiz, na hoje Espanha, já de frente para o Oceano Atlântico). Nelas construíram muitas obras adequadas à natureza da região , entre as quais se destacava um rico templo de Hércules (Melkarth), e ofereceram magníficos sacrifícios que eram conduzidos segundo o ritual fenício”…(p.114).


Quanto ao porte dos navios para semelhantes viagens naquela época, as trirremes fenícias em nada deviam às caravelas de vinte cinco séculos mais tarde. Seu comprimento podia atingir de sessenta a setenta metros, comportando até cento e oitenta remadores e uma tripulação de duzentos a trezentos soldados e marinheiros.


Pouco se comenta do esplendor das naus gregas ou romanas, mas não se pode negar que Erik, o vermelho e seu filho, Leif Erikson, seguiram estes antigos passos até mesmo no estilo de seus Knerrir (transatlânticos) e Knorr (navios menores que comportavam os colonos), no século X d.C., vencendo mares tão perigosos como os do Atlântico norte para atingir a Vinland, nome que deram às terras onde aportaram, na América do Norte entre o Canadá e os Estados Unidos em torno do ano 1.000 de nossa era !!!





Acima: O misterioso mapa de Piri Reis, Almirante turco, que é um documento autêntico e não uma contrafação de qualquer tipo, foi desenhado em Constantinopla no ano de 1513 d.C. e mostra com exatidão todo o litoral leste da América do Sul, também mostra a costa ocidental da África e a costa norte da Antártida “SEM A SUA ESPESSA (em algumas regiões, atinge 4 mil metros de espessura) COBERTURA DE GELO ATUAL”, sendo que esse continente só foi “descoberto” oficialmente em 1818, 305 anos APÓS a confecção do mapa??!! A costa livre de gelo da Terra da Rainha Maud na Antártida mostrada no mapa constitui um quebra-cabeça colossal, uma vez que a prova geológica confirma que a data mais recente em que poderia ter sido inspecionada e mapeada, em um estado de ausência de gelo, foi no ano 4000 a.C. A existência desse mapa comprova que os povos antigos tinham um conhecimento de todos os continentes muito maior do que acadêmicos e eruditos de hoje estão dispostos a aceitar. Esse mapa provavelmente é cópia de outros mapas muito mais antigos.


Segundo Cândido Costa, em sua obra de 1900:

“Num escrito de Aristóteles (De Mirab. Auscult. Cap. 84) diz-se que foi o receio de ver os colonos sacudirem o jugo da metrópole cartaginesa e prejudicarem o comércio da mãe pátria que levou o senado de Cartago a decretar pena de morte contra quem tentasse navegar para esta ilha. Aristóteles descreve também uma região fértil, abundantemente regada e coberta de floresta, que fora descoberta pelos cartagineses além do Atlântico (p. 115)

A participação ampla dos fenícios no conhecimento das terras ocidentais explica a grande participação dos hebreus nas grandes navegações. Desde o tempo de Salomão, as casas de Hiram, deTiro, na Fenícia e do grande soberano hebreu se uniu de tal forma que a construção do Templo de Jerusalém foi feita por arquitetos e pedreiros fenícios, e as misteriosas viagens para descobrir ouro e madeiras para a construção do templo foram feitas conjuntamente.





Acima um grande navio de longo curso, um Trirreme fenício tipo Carpássio, para viagens oceânicas de longo curso, um modelo dos tantos barcos fenícios existentes já no século X a.C., época próxima à que reinou Salomão em Israel.


Este vasto conhecimento adquirido dos fenícios pelos hebreus (n.T.: que os Cavaleiros Templários viriam a descobrir no começo do século XII quando escavaram o Monte do Templo durante dez anos ininterruptos) sobre a ciência da navegação e da construção naval dos fenícios não passou desapercebido por alguns soberanos europeus à época da diáspora, especialmente D. Manuel, de Portugal.

Em 1412 foi fundada a escola de Sagres, primeira academia portuguesa de navegação e construção naval. Portugal, nesta época, tonara-se o último reduto dos judeus na Europa, assim como e principalmente dos Cavaleiros Templários quando houve a sua extinção em 1.314. A proteção concedida pelos soberanos portugueses aos judeus e principalmente aos Cavaleiros Templários, visava declaradamente atrair os largos conhecimentos deles e dos judeus nas matemáticas, na geografia e na astronomia, (o principal navegador do cavaleiro Templário da Ordem de Cristo Pedro Álvares Cabral era um judeu) para calcar os grandes desenvolvimentos levados a cabo nas pesquisas náuticas para lançar Portugal como potência marítima mundial. O conhecimento das terras do Brasil por Salomão e por Hiram (rei da Fenícia), ainda no século X a.C. conforme a explanação feita por Cândido Costa , é difícil de ser refutada.

As Inscrições Fenícias na Bahia, no Rio de Janeiro (na Pedra da Gávea) e na Paraíba.

Entre 1000 a.C. a 700 a.C., período da colonização fenícia no Ocidente, na direção de Cartago, Malta, Sardenha e Espanha. Vários documentos em pedra encontradas no Brasil e nos EUA, por exemplo, atestam a expansão Fenícia no Ocidente. As inscrições em Pouso Alto, no Estado da Paraíba, são constantes, de pedra lavrada, segundo Cândido Costa, foi submetida ao juízo do sábio orientalista francês Ernesto Renam, sendo por ele considerada de origem fenícia,conforme se vê a seguir:




Tradução da inscrição fenícia (acima) de Pouso Alto, na Paraíba, que diz:


“Somos filhos de Canaã, de saída, a cidade do rei. O comércio nos trouxe a esta distante praia, uma terra de montanhas. Sacrificamos um jovem aos deuses e deusas exaltados no ano de 19 de Hiram, nosso poderoso rei.

Embarcamos em Ezion Geber, no Mar Vermelho, e viajamos com 10 navios. Permanecemos no mar juntos por 2 anos, em volta da terra pertencente a Ham (África), mas fomos separados por uma tempestade, nos afastamos de nossos companheiros e, assim, aportamos aqui: 12 homens e 3 mulheres. Numa nova praia que eu, o almirante, controlo. Mas auspiciosamente possam os exaltados deuses e deusas intercederem em nosso favor”


Abaixo a localização de Ezion Geber, no Golfo de Ácaba, na Península do Sinai.





Outros detalhes sobre a vinda dos povos semitas para o Ocidente do ano 970 a.C. a 900 a.C.


{n.T. Na Bíblia esta escrito: “Também as naus de Hiram, que de Ofir levavam ouro, traziam de Ofir muita madeira de almugue, e pedras preciosas. E desta madeira de almugue fez o rei balaústres para a casa do SENHOR, e para a casa do rei, como também harpas e alaúdes para os cantores; nunca veio tal madeira de almugue, nem se viu mais até o dia de hoje“. 1 Reis 10:11-12


“Também todas as taças de beber do rei Salomão eram de ouro, e todos os vasos da casa do bosque do Líbano eram de ouro puro; não havia neles prata, porque nos dias de Salomão ela não tinha valor algum. Porque o rei tinha no mar as naus de Társis, com as naus de Hiram; uma vez a cada três anos voltavam as naus de Társis, e traziam ouro e prata, marfim, e bugios, e pavões. Assim o rei Salomão excedeu a todos os reis da terra, tanto em riquezas como em sabedoria“. 1 Reis 10:21-23}

Assume Hiram, o grande rei de Tiro (970 – 936), aliado de Davi e Salomão. Em 965 a.C, Salomão assume o trono de Israel. No seu reinado um fato extraordinário originou concretamente a ligação perene que teria o Ocidente com os mistérios Bíblicos; a construção do Templo de Jerusalém.



Um cálice de ouro do tempo de Salomão que poderia ter sido feito com metal obtido no Brasil(Ofir/Társis)

Curiosamente tudo indica ter sido da América do Sul de onde saíram os materiais exóticos, metais e pedras preciosos, necessários à construção do templo de Salomão. Como se não bastasse o acesso físico aos materiais – ouro, pedras preciosas, madeiras nobres e especiais, animais exóticos, etc, os fenícios também foram os próprios construtores do templo, contratados por Salomão. Quanto ao conhecimento do continente americano, os Fenícios e outros povos antigos já davam notícias há muito tempo da existência desse continente.

Tal como ocorreu no início do século XIX com as grandes migrações de italianos e alemães para a América, as antigas populações que tinham notícia da existência deste paraíso terrestre facilmente se viam tentadas a emigrar das desoladas e assoladas regiões em que viviam.


Abaixo as inscrições encontradas na Pedra da Gávea, marcadas na foto a seguir em amarelo, escritas em fenício arcaico:








Em 1963 um arqueólogo e professor com habilidades linguística chamado Bernardo A. Silva Ramos traduziu as inscrições fenícias existentes na cabeça da Pedra da Gávea que seria nada mais nada menos do que uma esfinge fenícia! (Inscrições são vistas assinaladas em amarelo na têmpora direita da “cabeça” na Pedra da Gávea) como:


LAABHTEJBARRIZDABNAISINEOFRUZT,


Que significa:


TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL


Ou: TIRO, FENÍCIA, BADEZIR PRIMOGÊNITO DE JETHBAAL

No texto da Bíblia, no livro de 1 Reis, Cap. XVI encontramos menção a Jethbaal (assim chamado no texto dos Setenta) e Ethball neste versículo: “31 …..ainda mais tomou por mulher a Jezabel, filha de Ethbaal, rei dos sidônios. E foi e serviu a Baal (Lúcifer/Marduk), e o adorou”.

Jethbaal reinou sobre Tyro na Fenícia ou Phoenicia entre 887 a 856 a.C. e seu filho mais velho o sucedeu em 855 a.C., e chamava-se BADEZIR e por “alguma razão” abandonou o seu reinado juntamente com dois filhos gêmeos após seis anos no poder, deixando para sucedê-lo seu outro filho Mattenes que governou Tyro até o ano 821 a.C..

“O Rei David, quando morreu, deixou a Salomão para a construção do templo 7.000 talentos de prata e 3.000 talentos de ouro oriundos de Ophir. O velho rei não possuía nenhum navio que navegasse nos mares exteriores. Recebia, pois, o ouro de Ophir pelo comércio com os fenícios, os quais, segundo a Bíblia, conheciam todos os mares. Salomão, para por em execução seus grandes projetos, recorreu a Hiram, rei dos fenícios. Chegou a interessá-lo nas suas empresas e a contratar com ele aliança sólida.

O receio de excitar a susceptibilidade e curiosidade dos povos do Mediterrâneo foi sem dúvida o motivo que decidiu Salomão a construir em Ezion-Gaber, no Mar Vermelho, os navios que destinava às viagens para Ophir (pois as colunas de Hércules estavam fechadas aos gregos pelos Cartagineses e o comércio para o Atlântico era muito vigiado”. (Cândido Costa , op., cit., p. 113)


“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á”. Mateus, 7, vers. 7 e 8


Publicado originalmente em setembro de 2012.
Continua


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Janeiro 01, 2015

chamavioleta

NOSSA FORÇA

Mensagem de Salomão

Por Armando Carboni

 

Em 26 a 30 de dezembro de 2.014




O único modo de sabermos o valor de nossa força é testá-la.

Todos nós temos espaços que nunca serão preenchidos em nosso coração, esse órgão tem em si a capacidade natural de armazenar coisas sem fim durante toda nossa vida e quando deixar de pulsar em nosso peito, quando a morte assim se manifestar; nós não morreremos, apenas deixaremos de viver neste planeta para ir para outra dimensão.

As recordações não se perdem: elas ficam gravadas no tempo e, com certeza, estas recordações estarão presentes em nossa próxima existência.

Não importa a nossa condição social ou financeira nem o lugar onde vivemos a dignidade, hombridade e se já tivermos tido vergonha por algum ato que praticamos, mesmo involuntariamente, e que tenhamos prejudicado alguém e nos censuramos por isso, fiquemos tranquilos, seremos perdoados de alguma forma por quem tem essa capacidade do perdão semeada pelo Senhor, o Cristo!

O melhor lugar para se encontrar a paz é dentro de nós mesmos; para garantir que essa paz se descortine em nossa caminhada, é preciso que você tenha orgulho de seus passos, que esses passos não deixem rastro vergonhoso que possam ofuscar o brilho de sua passagem pelo planeta Terra.

Há os momentos infelizes, e a amargura pode trazer para nossa vida a escuridão e provocar em nós pensamentos inadequados e sem nenhuma verdade transformando em uma extensa tempestade o que não passaria de um pequeno aguaceiro!

Procure não invocar pelo seu pensamento o que é escuro, viva sempre na Luz: o que é escuro somente o prejudicará, porque a falta de luminosidade nos impede de perceber a realidade que gira em nossa volta, dificultando a nossa escolha do caminho a seguir.

E o caminho a seguir é de suma importância e devemos prestar muita atenção para que o nosso ego não comande as ações: elas deverão ter o comando de nossa razão; por esse motivo temos o dom para analisarmos e sabermos que não iremos prejudicar ninguém com os nossos atos.

A nossa força cresce com as boas atitudes que tomamos; ajudar os nossos semelhantes, que em algum momento possam precisar de ajuda é uma boa atitude e demonstra a sensibilidade de nosso comportamento e da nossa vontade de ajudar, fazendo brilhar em nossa alma o sentimento de prestar o auxílio a quem dele necessita!

O auxílio tem que ser espontâneo para ter algum valor, tem que sair de dentro de nosso coração sem nenhuma vontade de usufruir qualquer tipo de lucro, sem nada a desfrutar.

O ponto crucial esta aí, e o poder de magia também.

Não importa quem você seja, se é rico ou se é pobre, se pode pagar ou não, seu pensamento tem que ser firme: “eu posso ajudar e vou ajudar por ser esse o meu querer”.

A vida certamente seria melhor se os habitantes do planeta Terra usassem mais a inteligência herdada.

Não só teriam o mais belo e o mais perfeito local para viver, mas também a mais perfeita harmonia entre si.

Nós, habitantes do outro lado do véu, gostaríamos de ver todos vocês testando sua força, escolhendo o caminho do despertar para quem vocês realmente são.

De acordo com seu calendário, vocês estão virando de 2014 para 2015.

Então, força!

Representando todos os que os amam muito,

Salomão.


E este é o nosso recado para esta virada!
Muito amor, paz, equilíbrio, compreensão. e amor. 


Mensagem recebida e encaminhada por Armando Carboni ao Blog Síntese.
 



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Novembro 06, 2013

chamavioleta

Mensagem de Salomão

Recebida por Armando Carboni

Em 05 de novembro de 2013





Você sempre tem que valorizar o que possui.

Mesmo que você considere o valor do que é seu como irrisório, pense que, mesmo sendo pouco, tem o seu valor e é o que você conseguiu!

Quero que entendam que quando a hora de vocês virem ao nosso estágio chegar, vocês não poderão trazer nada.

Tudo que conseguiram fica aí para os seus herdeiros, mas há algo que precisam saber e é muito importante, o que aprenderam virá com vocês.

Tanto tempo passou e se vocês não conseguiram aprender nada, se não souberam aproveitar os ensinamentos que sua vida lhes proporcionou, tudo pode acabar, mas haverá um retorno para vocês aprenderem (mas evitem ter esse retorno, ele atrasará o seu percurso de seguir a evolução no caminho de sua vida eterna).

Alguns de vocês podem me perguntar como evitar esse retorno, eu respondo: procurem ficar atentos a tudo que a sua vida lhe propuser e procurem tirar o máximo proveito disso, pois a observação de tudo que ocorre em torno de sua pessoa pode ser o aprendizado que vocês necessitam.

A inoperância não pode transitar por seu caminho se vocês realmente pretendem evoluir, vocês têm que ser estudiosos aplicados, corteses e até, no bom sentido é claro, ambiciosos.

Para muitos é difícil acreditar que vocês são protegidos por um Ser Supremo que olha por vocês e que cuida de toda população do mundo ao mesmo tempo: são bilhões de criaturas, e somente esse fato tornaria essa afirmação uma mentira.

A realidade é que Deus existe, mas Ele não é um ser sentado num trono dirigindo todos os seres viventes de nosso mundo, disposto a punir quem não viver de acordo com os seus mandamentos.

Deus é a luz do sol, Ele é os raios emitidos pela Lua; Deus é a tempestade e a bonança; Deus é o calor, é o frio, Ele é as estrelas, Deus é tudo o que há na natureza.

O universo não existiria se Deus não o criasse.

E todos vocês podem conhecer Deus dentro de vocês mesmos, basta usar sempre a verdade, basta apenas ser íntegro e sincero.

O seu jeito de encarar a vida no presente é fundamental para o que acontecerá em seu futuro e vocês que não ditaram com fé e determinação o modo de como viver em sua trajetória até o término do tempo destinado a vocês para viver no planeta Terra, ficarão devendo algo e precisarão voltar para saldar essa dívida.

Não fiquem nunca ausentes para suas vontades, mas é preciso que estejam sempre deferentes às suas obrigações para que elas sejam cumpridas.

Algumas pessoas sempre agem com dificuldade quando se trata de auxiliar o próximo e se sentem injustiçadas em suas próprias reivindicações.

Isso pode ser algo muito perigoso, pois essas emoções de se guardar tudo para si mesmo podem aproximar-se do egoísmo.

Vocês podem trabalhar pelo seu crescimento, é lógico, e devem se esforçar muito para crescer, orem para que o bem esteja junto de vocês, para que sua alma tenha paz e o sossego merecido.

O amor deveria vencer tudo e a passagem por aqui deveria ser de boa para ótima, mas a vida muitas vezes não entende assim.

Os seres humanos que vivem no planeta Terra devem seguir seu caminho com muito cuidado procurando evitar os obstáculos encontrados, distanciando das curvas perigosas por onde passarão para não serem prejudicados pelos venenos das falsas promessas e não terem más influências que os levarão para caminhos pecaminosos contrariando não somente os mandamentos de Deus, mas maculando o brio de sua vontade de ser uma pessoa evoluída.

As pessoas também têm que se preparar para a rejeição quando sumamente necessário por mais trágico que possa parecer!

Tentem ver o lado bom disso, o lado melhor para não ficarem prisioneiros de sua insegurança e confiem que saberão que terão o talento de ver a luz da solução toda vez que tiverem problemas de difícil solução que entram em sua vida.

Não se acomodem nos dias atuais, sempre haverá uma névoa que dificultará o seu caminhar turvando a sua visão; sempre encontrarão algum embaraço para ser transposto, e esse é o momento certo para mostrar a sua força e o instante supremo para agir, manifestar e para exigir os seus direitos.

Nunca sejam a última pessoa a mostrar o seu valor, digam sempre quem são vocês.

Seja qual for o lugar em que estejam, requeiram o respeito que vocês merecem, pleiteiem situações transparentes e vejam a luz do dia se apagando, a noite se aproximando para que possam descansar e ter força de passar um outro dia.

E agradeçam isso ao nosso Pai!

Eu sou Salomão e acho que todos merecem ser beijados, todos devem ser abraçados em forma de carinho e afeto, mas se lembrem de que para isso é preciso abraçar e beijar.

Um abraço e um beijo meu para todos vocês.

Fiquei com saudades de vocês e a saudades quando é muita às vezes machuca!



Mensagem enviada por Armando Carboni ao Blog Sintese


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Março 24, 2013

chamavioleta

 

NÃO DEIXE O ÓDIO ENTRAR EM VOCÊ

Mensagem de Salomão

Recebida por Armando Carboni

Em 22 de março de 2013
 
 
 
 

Não deixe o ódio pulsar dentro de você.

O ódio é um sentimento duro que somente trará decepção em seu caminho.

Deixe sua moral crescer sempre e faça o amor ser o tema primordial em seus dias.

Agindo assim você sentirá a presença de Deus em seu íntimo e isto o levará à Paz e você nunca se sentirá sozinho.

Você deixará de sentir a proximidade do sofrimento e terá a capacidade de organizar os seus afazeres com mais facilidade dando um sentido lógico e realista em tudo que pretende realizar.

Você terá mais possibilidade de compreender o que está acontecendo com você em determinado momento e verá com maior clareza as decisões a serem tomadas para alcançar a solução.

Como adulto você tem a responsabilidade e a obrigação de cumprir seus afazeres, mesmo que seja algo duro como tirar estacas cravadas em concreto, mas transforme este fardo em algo leve e puro em sua vida.

Há momentos em que tudo parece desaparecer em sua mente e você somente se lembra das coisas boas: a vida neste instante o faz sentir-se feliz, pois é a ternura que toma conta de seu ser e o torna uma pessoa extremamente agradável.

Estes são os momentos que deveriam permanecer não só em toda sua vida, mas também na vida de todos para que todos vocês se unissem num único objetivo e seguissem numa só direção que seria abrir um leque de oportunidades com fraternidade, bondade, tranquilidade e muito amor.

Vocês não sabem que é impossível viver no planeta Terra um sonho enraizado em seus corações sem ter dúvidas de que possa ser verdadeiro?

As dúvidas na realidade existem e é natural que vocês as sintam, mas não tenham dúvidas de seus sonhos, porque eles podem se tornar realidade.

Os sonhos existem para que vocês possam vencer: usem-nos com fé e determinação e os tornem reais!

De que lhes vale a vida se vocês não querem desvendar os mistérios que ela lhes oferece e reconhecer o carinho com o qual ela procura cuidar de vocês?

Nesta vida vocês têm que observar sempre os caminhos que percorrem para evitar os tropeços e, com estes tropeços, não encher os seus olhos com poeira, prejudicando sua visão para enxergar Deus, fazendo-os duvidar de Sua presença.

Vocês devem dar graças ao Senhor por sua passagem por esta vida e pedir Sua permissão para que vocês possam ser felizes, viver em liberdade e conseguir o que realmente desejam.

Vocês podem estar prontos para tudo que almejam, mas é preciso estar em paz com Deus: a cada momento há muita coisa importante para fazer no curso de sua existência.

Não importa que coisas sejam essas, vocês saberão distinguir quando elas começarem a chegar e encherão os seus corações com compreensão e alegria, tornando-se aquilo que cada um está destinado a ser.

Não tenham medo, vocês são filhos de Deus e como o bom Pai que é, Ele os defenderá e dará a Sua proteção enquanto vocês viverem no plano terreno.

É o que eu, Salomão, tinha a lhes dizer.

Fiquem com o Senhor e que Ele os ilumine no transcorrer de suas vidas.

 
 
 
Mensagem enviada ao Blog Sintese por Armando Carboni
 
 

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