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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

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Setembro 19, 2020

chamavioleta

Como largar do “amigo” cigarro.

Por Nilton C. Moreira.

19 de setembro de 2020. 

 
 

 



Todo vício é difícil de largar. E são muitos! Temos as drogas lícitas, as drogas ilícitas, que levam à prisão quem as comercializa, e os vícios comuns, que são a compulsão por comida, a paranoia pelo sexo insaciável, o alcoolismo e o que nos interessa neste artigo: o tabagismo.


Sem dúvida o vício mais difícil de ser abandonado é a dependência pelo cigarro, e isso em razão de nele estarem inseridos vários produtos químicos que são reforçados por propagandas que, atualmente embora mais discretas, ainda despertam a atenção dos usuários.


O uso do fumo também está atrelado a certos conceitos, como o cachimbo a um ar de pensador, a piteira a um ar intelectualidade e dominação, e o charuto a ritual de cumplicidade e superioridade, muito embora os jovens não estejam mais ligados a essas ilusões.

Sempre digo em minhas palestras que é difícil mudar conceitos que foram valorizados ao longo de muitos anos, pois colocamos filtros de várias cores nos cigarros, com marcas sedutoras, carteiras anatômicas, nomes estratégicos como “o fino que satisfaz”, músicas que enaltecem o fumar e até a criação de um ritual do cachimbo da paz – e sabemos bem o que continha em tais cachimbos.

 

 

Irina Iriser / Pexels
 

Mas o fumante sempre busca alternativas para se desvencilhar do vício. Vai para o cachimbo ou cigarrilha, masca fumo e usa narguilé com aromatizantes e flavorizantes, o que também causa câncer de pulmão, boca e bexiga, além de doenças respiratórias. E isto sempre na intenção de se livrar do vício, seja ele qual for, enquanto a ciência não consegue libertar o usuário, mesmo com administração de medicamentos poderosos! Mas por que será tão difícil libertar-se? É que existe a figura do obsessor, que nada mais é do que o fumante que “morreu” e que continua vivo no outro plano – pois ninguém morre, como Jesus já disse e nos provou isso. Esse obsessor, que pode ser amigo, parente, vizinho ou até inimigo nosso, se acerca do fumante para poder sorver as baforadas, já que não pode pegar o cigarro com as mãos, e então aspirar emanações fluidicamente!

Por isso, meus amigos, é difícil largar o vício porque não somos um só fumando. Lembremos também da legião de que Jesus nos falou! Portanto, é necessário primeiro decidir deixar de fumar. Depois, muita meditação e prece pedindo ajuda para que Jesus envie Seus mensageiros médicos do espaço para nos desintoxicar, pois assim os obsessores vão se afastando aos poucos.

Também não devemos largar do “amigo” cigarro como algo que se atira pela janela, com desprezo e raiva. Não! Não faça isso! Chico Xavier sempre disse que devemos agir com cautela e caridade. Devemos, sim, agradecer ao vício pelo tempo que nos beneficiou nos momentos de angústia, desânimo e ansiedade e explicar que agora vamos prosseguir nossa caminhada sem esta dependência! E agradecer a companhia dos irmãos desencarnados que estavam a nós vinculados em parceria, pedindo a eles que sigam também o caminho do esclarecimento e que sejam também auxiliados na espiritualidade.

Muita perseverança, irmão. E, se for fraquejar, recorra ao socorro da prece! Você certamente receberá ajuda. 

 


Nilton C. Moreira

 
Nilton C. Moreira
Email: cristaldafonte@gmail.com
Facebook: /Nilton-C-Moreira
 
 



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Julho 26, 2020

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Como eliminar vícios de linguagem e melhorar seu desempenho comunicativo!

Escrito por Eliuse Silva.

25 de julho de 2020. 

 
 
Mulher olhando para o computador sorrindo sentada no sofá.
 
 
 


Ficar repetindo continuamente “tá entendendo?”, “tipo”, “ééééé” estraga qualquer apresentação, por mais que tenha conteúdo. Falar com vícios irrita qualquer um que esteja escutando e reduz sua credibilidade, porque essas pessoas começam a prestar atenção apenas nos seus vícios e deixam de observar a mensagem de sua fala.

Por isso, esses vícios de linguagem devem ser A-BO-LI-DOS de suas conversas e sobretudo de alguma apresentação formal que você faça, seja no trabalho ou na faculdade. Para isso, você precisa comandar a sua mente, porque é ela que comanda sua vida.


Assim, experimente os passos abaixo e verifique o resultado:
 

1º passo
 
Volodymyr/Unsplash
 

Coloque sua MENTE NO MODO OBSERVAÇÃO! O que quer dizer isso? Comece reconhecendo quais são esses vícios, prestando atenção na própria fala quando estiver numa conversa espontânea ou gravando uma conversa sua para depois ouvi-la. É importante que você tome consciência de como é seu modo de se expressar. Se sentir dificuldade em perceber, peça ajuda a alguém próximo, com quem você conversa sempre, para te chamar atenção sobre isso.


2º passo
 
Etienne Boulanger/Unsplash
 

Coloque a MENTE NO MODO ALERTA! Ou seja, promova pequena punição quando falar o vício. Por exemplo: cada vez que se perceber falando, se dê um beliscão… isso, um beliscão… ou então, coloque uma pulseira de borracha e cada vez que falar, puxe a pulseira. Novamente, se tiver dificuldade de perceber, peça que alguém te alerte. Isso vai gerar motivação para parar de falar tais vícios.


3º passo
 
 
Kal Visuals/Unsplash
 

Coloque a MENTE NO MODO CELEBRAÇÃO quando conseguir falar sem vício, isto é, se agracie, se dê um presente quando você alcançar esta meta. Pode ser tomar um soverte, comer algo que você goste. É fundamental que sua mente saiba que você pretende se parabenizar e celebrar para que haja o estímulo de se promover a mudança de falar sem vícios.

É isso aí… melhore sua comunicação e conquiste mais credibilidade com sua fala. Faça brilhantes apresentações e seja bem-visto por aqueles que te ouvem.

Oratória Mestra. Pratique! Comunique-se!

 
Eliuse Silva
 
Eliuse Silva



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Março 18, 2020

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1 MINUTO DE ORAÇÃO.

Nota Stela – repassando o que recebi…. achei excelente esta ação, pois a união faz a força!

2020/03/18. 

 
 
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● Nunca tivemos tanta insegurança no dia a dia, um mundo tão sofrido pela opressão de tantos governos, por tantos vícios, crimes, corrupção, violência, abuso e medo pelo futuro de nossos jovens. (e agora o coronavírus…)

● Trago para vocês uma ideia sensacional e extraordinária:

Durante a Segunda Guerra Mundial, um conselheiro do Primeiro Ministro Winston Churchill organizou um grupo de pessoas para que, a uma hora determinada, todas as noites, parassem o que estivessem fazendo para orar de forma coletiva pela paz, pela segurança e pelas pessoas na Inglaterra.


● Assim fizeram todos os dias, e era como se a cidade ficasse em suspenso, tal era o poder da oração.

● Teve um efeito tão assombroso que, em pouco tempo, cessaram os bombardeios!!

● Estamos agora nos organizando de novo, um grupo de pessoas de diferentes nacionalidades, para orar durante um minuto pela segurança de nossos países, para o fim dos problemas que nos oprimem e angustiam e para que Deus guie as decisões de nossos governantes.

● Vamos nos encontrar nos seguintes horários:

Espanha 16:00 h

Ilhas Canárias 15:00 h

Costa Rica 20:00  h

Colômbia 19:00  h

Nicarágua 20:00  h

Equador 19:00  h

Guatemala 20:00  h

México 20:00  h

Panamá 19:00  h

Honduras 18:00  h

El Salvador 20:00  h

Venezuela 18:00  h

Uruguai 17:00  h

Paraguai 17:00  h

Brasil 18:00  h

Argentina 17:00  h

Chile 17:00  h

● Peço a vocês, por favor, que se unam a esta campanha.

● Vamos nos deter por um minuto todos os dias, nos horários indicados, e pedir pela paz no mundo, para que terminem os conflitos e se restabeleça a tranquilidade a todas as nações do mundo e para que as famílias busquem em Deus sua segurança e salvação.

● Se entendêssemos o enorme poder da oração ficaríamos assombrados!!!

● Se você puder encaminhar este pedido a seus contatos podemos conseguir um milagre com nossa oração.

● Coloque o alarme do seu celular para todos os dias 18:00 – orar 1 minuto pela paz  🙏



Grata Nilda!
 


Agradecimentos a:  
 

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Março 03, 2020

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ENERGIA E VÍCIOS

Jennifer Hoffman.

Tradução: Regina Drumond

a 3 de março de 2020. 

 
 
about Jennifer Hoffman
 
 

 

 

Uma vez eu conheci alguém que era viciada em compras. Gastava milhares de dólares em roupas, sapatos e jóias em suas viagens diárias de compras. Quando ela esgotava os seus cartões de crédito, recebia novos sob nomes diferentes. Ela alugava uma caixa postal e mandava enviar para lá os extratos do cartão de crédito para que o marido não os encontrasse. Seus armários estavam cheios de roupas novas e não usadas com etiquetas e ela ainda comprava mais. Às vezes, ela mantinha as roupas no porta-malas do carro e, às vezes, deixava os amigos guardarem para ela. Naquela época, ela era chamada de "viciada em compras". O que motivava o seu comportamento era uma profunda necessidade de atenção, de se sentir especial, amada e valorizada. Ela ficava feliz quando comprava coisas novas - isso lhe dava uma sensação de controle e poder. Mas assim que ela trazia os itens para casa, a felicidade desaparecia e ela precisava ir às compras novamente. Isso parou quando o marido decidiu abrir uma linha de crédito para seus negócios e foi recusado porque tinha quase US $ 500.000 em dívidas com o vício em compras de sua esposa - ele achava que eles não tinham dívida com cartão de crédito.Isto quase terminou o casamento. Qualquer dependência é um poderoso impulso para se envolver em comportamentos que não entendemos ou não podemos controlar, mas é a combinação de uma necessidade emocional, juntamente com a dor energética não resolvida das feridas da alma, que cria uma abertura para o comportamento viciante. Eu sempre ensinei que as Feridas da Alma no segundo centro de energia, no segundo chacra, criam um potencial para vícios e comportamentos viciantes. Esse centro de energia controla nossa criatividade e também determina como nos valorizamos. Quando somos marginalizados, rejeitados, abandonados, abusados ​​ou ignorados pelas pessoas com quem contamos para construir nossa auto-estima, como pais e familiares, é criado um buraco negro emocional que usaremos de qualquer maneira para preencher. A auto-estima é a medida do quanto nos valorizamos e, se não tiver fundamento, iremos nos envolver em qualquer coisa que nos faça sentir que o vazio é preenchido, mesmo que por pouco tempo. E se esse buraco negro emocional começa na primeira infância, quando somos adultos, ficamos desesperados para criar maneiras de sentir que temos o direito de existir, de nos sentirmos valorizados e de sermos validados, interiorizando a nossa energia criativa para preencher nossa necessidade dolorosa de totalidade emocional. Quando nossa energia criativa é invadida para curar nossos próprios sentimentos de inferioridade, nossa dor se torna um ímã para qualquer coisa que esperamos que nos ajude a nos sentir melhor. Por isso, tentamos acabar com a dor, alimentando-a e isso rapidamente se torna um vício, porque a dor é um poço sem fundo que precisa de um reajuste energético, e não de outra refeição. Os viciados não são apenas usuários de drogas, são pessoas que buscam qualquer tipo de distração de sua dor e se envolvem em uma variedade de comportamentos, como esportes radicais, exercícios, compras, bebidas, dieta, alimentação, trabalho, drogas, pílulas e muito mais. O tipo de dependência não importa, porque tudo é direcionado para o mesmo objetivo - queremos nos sentir inteiros, completos, sem dor e felizes. Estamos energeticamente incompletos e precisamos resolver o problema da maneira que pudermos. As feridas da alma resultam do trauma energético que experimentamos nesta e em outras vidas. Elas são criadas quando vivenciamos circunstâncias desafiadoras da vida, como abandono, traição, perseguição, morte, sentimo-nos abandonados por Deus e pelas coisas que acontecem conosco e entes queridos que nos fazem sentir impotentes e desamparados, descontrolados e ineficazes. Elas têm uma forte assinatura de energia da dor que pode dominar nossa realidade, de modo que tudo o que fazemos é focado em aliviar a dor, mesmo por um breve momento. Esse trauma cria uma impressão de dor, culpa, pesar, vergonha, traição, abandono e julgamento em nosso campo energético. Então, toda a nossa energia recebida é filtrada através dessas feridas da alma e de suas energias, limitando nossa alegria, realização, sucesso e amor. O desejo profundo de totalidade pode nos obrigar a criar uma "falsa congruência", onde tentamos preencher as lacunas de alegria com qualquer coisa que pensemos que aliviará a dor. O problema é que isto não cura a dor, por isso precisamos de mais para mantermos as lacunas preenchidas, e é isso o que cria vícios. A menos que entendamos que existe uma fonte dessa dor e possamos lidar com essa fonte primeiro, qualquer intenção que tivermos de nos curar não funcionará. É como se comprometer com uma dieta e comer alimentos saudáveis ​​durante o dia e depois comer salgadinhos, batatas fritas e refrigerante à noite. A verdadeira fonte de cura é resolver a ferida da alma e curar as lacunas de energia e então podemos liberar os vícios porque não precisamos mais deles. Você quer saber mais sobre as feridas de alma e como elas afetam sua vida? O programa de cura de feridas de alma é um dos meus programas mais poderosos e populares e criou uma profunda cura e transformação para os milhares de estudantes que o concluíram. Uma vez livres da energia das feridas da alma, podem aprender a ser felizes, a experimentar a verdadeira alegria, a satisfação total e o amor verdadeiro, por si e depois pelos outros. Curar as feridas da alma é o melhor presente que podemos dar a nós mesmos para nos libertarmos do karma, dos ciclos cármicos, grupos de almas e trauma energético. Você tem algum vício, mesmo oculto, que o impede de viver uma vida rica, plena e feliz? Depois de entender sua conexão energética, você poderá seguir seu caminho de cura e isso o ajudará a se envolver em uma autêntica jornada de cura cujo resultado criará a vida curada, íntegra e congruente que você deseja há muito tempo.

 
 
Jennifer Hoffman
 
 
 


 
 
 
 
 
 


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Fevereiro 01, 2020

chamavioleta

O JOGO DA TERRA...

Teri Wade.

Traduzido por Adriano Pereira

a 1 de fevereiro de 2020.

 

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Do escuro à LUZ.

 


Estes são tempos extremamente difíceis para o povo da Terra. Estamos passando por uma Ascensão em um corpo físico sem absolutamente nenhum contexto sobre como fazer isso. Estamos bem no meio de um enorme conflito sobre o controle da consciência humana e do território da Terra por poderes extremamente tiranos, humanos-belicistas, Arcontes não-humanos e forças demoníaca.

Nossas verdadeiras origens estelares e nossa história Galáctica estão sendo completamente escondidas de todos. Da mesma forma está sendo escondido o fato de que o corpo humano foi projetado para passar por uma Ascensão biológica e espiritual para frequências superiores e a mudar a consciência da forma como pensamos. Isto está acontecendo conosco neste momento, enquanto toda esta informação crítica da Ascensão está sendo suprimida, manipulada e somos enganados pelos principais meios de comunicação.

A maior parte da humanidade está viajando de forma cega numa tempestade de caos, olhando ao redor incapaz de ver e entender por que o mundo e seus habitantes passaram para outra fase de loucos agindo por atos extremos de violência. Estes humanos depravados estão tirando energias escuras das profundezas mais sombrias e mais profundas de suas memórias celulares inconscientes. É energia morta criada a partir da desconexão do espírito.

É aqui que existem as entranhas mais profundas das trevas, o trauma coletivo, a dor, o desvio, o lixo astral, a doença espiritual e o satanismo. Tudo isto está surgindo e sendo revelado a medida em que a luz é jogada sobre eles, para que possamos enxergar e transformar tudo isso.

Neste momento, todos nós, quer saiba ou não, estamos em uma batalha com entidades sombrias e sinistras que não conseguimos identificar, são perigosos inimigos silenciosamente invisíveis.

Toda esta informação da Ascensão está sendo retida por uma tática de guerra de conquista que é usada para que eles se aproveitem de nós. É por isso que a humanidade tem que se unir. Temos de nos unir para restaurar a nossa dignidade e Divindade para preservar a humanidade de um mundo que tem estado sob cerco.

Todos os dias estamos a gerir e a desviar estas forças demoníaca que estão enterradas em todos os lados desta estrutura 3-D. Estas forças são projetadas para sequestrar, conectar e controlar as mentes. Estamos testemunhando o confronto com o anticristo.

Nem todos estarão lutando contra demônios que podem ver, mas estarão lutando contra demônios internamente através de seus vícios de suas personalidades, da influência do ego, das inseguranças, paranoias e medos pessoais e de sentimentos confusos que estão enraizados em nossa realidade.

Como já disse muitas vezes as pessoas não se sentem bem com a mudança e, como diz o ditado " a inteligência é a capacidade de se adaptar à mudança".

Estamos em uma batalha para nos libertar do controle das mentes alienígenas neste planeta. Esta batalha é real e ocorre nos planos interdimensionais.

Este processo de Ascensão humana é o que está trazendo esta dura realidade para a superfície. Não há como parar o que está por vir.

Teri Wade.

Fonte: Facebook de Teri Wade
 
 
Teri Wade
 

 
 




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Maio 03, 2019

chamavioleta



Os dependentes de telas tecnológicas: 

o “vício sem substância” que começa cedo, aos 14 anos.

Fonte: https://brasil.elpais.com/.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch.

 
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Eles chamam isto de vício sem substância. Adrián, de 14 anos, de Cádiz (sul da Espanha), o pegou no verão. Quase sem perceber, passava os dias trancado em seu quarto, quase não comia, e deixou de tomar banho. Sem se comunicar com a família, sua única atividade era jogar no console do PlayStation. “Meus horários mudaram, passava a noite toda acordado e à tarde descansava algumas horas. Quando tinha fome, ia à cozinha buscar mais Red Bull – bebida energética–, fazia alguns sanduíches e pegava um saco de batatas fritas”, conta o jovem. 
 
 
No dia em que seus pais começaram a se preocupar, tiraram-lhe o console, o esconderam no carro e o menino se agarrou a ele de forma doentia, diz Isabel, a mãe. Tiveram de ir a uma delegacia para por fim ao conflito. “Adrián não era mais Adrián, sempre foi carinhoso e agora se comportava de forma violenta.”
Um em cada cinco espanhóis entre 10 e 25 anos sofrem de transtornos de comportamento devido à tecnologia, de acordo com uma pesquisa feita com 4.000 pessoas que será incluída no novo Plano Nacional sobre Drogas do Ministério da Saúde da Espanha. O vício em telas não é considerado uma doença e ficou fora do DSM5, a classificação dos transtornos mentais elaborada pela Associação Norte-americana de Psiquiatria, que atualizou a lista em 2013. A ludopatia (vício de jogar) é o único comportamento viciante reconhecido nesse documento, que associa a dependência principalmente a substâncias: álcool, fumo, estimulantes, maconha e opiáceos.

“Não existe um protocolo para agir nesses casos, o diagnóstico de novas doenças sempre vai a reboque das mudanças sociais. É preciso saber diferenciar entre consumo excessivo e vício, que é quando a pessoa perde o controle e sofre porque, embora queira parar, não consegue”, explica Celso Arango, vice-presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria. Em seu hospital, o Gregorio Marañón, em Madri, o vício em videogames já é o segundo mais tratado depois da maconha, no caso dos adolescentes.
Perda de controle: assim Adrián descreve o que viveu durante dois meses. A família decidiu procurar ajuda quando, no início do ano letivo, foi para o terceiro ano do ensino médio, suas notas despencaram e ele foi reprovado em seis matérias. “Ele não raciocinava, nos empurrava e esmurrava a parede”, descreve a mãe. Com sessões de terapia familiar em uma entidade dedicada à prevenção e ao tratamento de dependência de drogas (a Asociación Proyecto Hombre– que em 2013 lançou um programa para jovens viciados em tecnologias de comunicação–, conseguiram deter o problema. Adrián vendeu o console e com esse dinheiro comprou uma mountain bike, um hobby que havia abandonado. A chave para sua recuperação foram as chamadas resoluções, punições ou recompensas por seu comportamento.
“Ao começar o tratamento, o vazio emocional dos jovens é muito grande. Sua vida foi preenchida pelo jogo, pelo reconhecimento de outras pessoas por suas “façanhas virtuais”. Ao contrário do que acontece com eles na vida real, ali se sentem competentes e os fracassos que possam ter não são penalizados. O que pode ser oferecido a eles que os preencha de forma semelhante?”, reflete Pedro Pedrero, psicólogo desta associação em que Adrián recebeu tratamento, que já atendeu 200 jovens, a maioria meninos de 16 anos. As meninas são 20% do total. “O vício não tem a ver com o número de horas, mas com as consequências”, acrescenta.
Na Espanha, cerca de 90% dos jovens entre 14 e 16 anos dispõe de dois a cinco dispositivos digitais pessoais e 86% reconhecem o uso “muito habitual” do telefone celular, segundo o estudo As Tecnologias de Informação e Comunicação e sua Influência na Socialização de Adolescentes, publicado em janeiro pela Fundação de Ajuda contra o Vício em Drogas.
Por trás do vício se escondem, na maioria dos casos, carências pessoais ou problemas de autoestima“Se eles se refugiam na tecnologia, é por alguma coisa. É o que chamamos de fenômeno iceberg: o vício é o que vemos, mas por baixo pode haver conflitos familiares, bullying, luto pela morte de um ente querido ou mudança de país”, destaca José Moreno, diretor do Centro de Vícios Tecnológicos da Comunidade de Madri, um serviço público pioneiro na Espanha destinado unicamente a adolescentes inaugurado há um ano e que desde abril de 2018 já ofereceu tratamento psicológico a 124 jovens de 12 a 16 anos. 38% dos casos são provenientes dos departamentos de saúde mental dos hospitais de Madri. Nestes primeiros onze meses, 1.583 pessoas participaram de seus programas de prevenção.

Parte do problema nasce na família. “Com apenas três anos de idade já {os pais} lhes dão o tablet para comer ou para acalmá-los de uma birra. Isso significa ensinar a criança a regular suas emoções através de um aparelho”, diz Moreno. A comunicação é fundamental. “Nós trabalhamos o vínculo. É necessário que os pais acompanhem a criança na terapia, a responsabilidade não recai sobre um único membro, todos devem estar dispostos a mudar”, diz Moreno. Os sinais de alerta são geralmente três: refeições fora de hora, maus hábitos de sono e abandono de responsabilidades. Reconhecer que o adolescente tem um problema é um processo complexo. “Eles têm medo e afirmar que o filho é um viciado é um estigma para as famílias.”
O que as telas provocam no cérebro? “Ao contrário do vício em substâncias, este não deixa uma marca psicológica para toda a vida, pode ser superado com mais facilidade”, afirma Domingo Malmierca, coautor de três guias publicados pela Comunidade de Madri para ensinar a conviver com as telas e membro da Fundação Aprender a Olhar, que trabalha contra os abusos no ambiente digital. Os jovens ficam excitados porque têm um desafio pela frente: ganhar uma batalha ou surpreender em uma conversa no WhatsApp“Cada acerto representa uma descarga de dopamina, é uma satisfação imediata”, explica o especialista.
O cérebro dos adolescentes é “imaturo” e muito vulnerável a estímulos que podem se tornar viciantes, diz Hilario Blasco, psiquiatra do hospital Puerta de Hierro, em Madri. “Os adolescentes têm menos freios, o lobo frontal – a parte do cérebro responsável pela regulação dos impulsos– não terminou de se formar. Nem todos ficam viciados, os que têm boas habilidades sociais ou praticam mais esportes são mais resistentes”, afirma.
A família deve dar exemplo. “As crianças fazem o que veem, não o que os pais mandam, por isso uma solução é escolher áreas livres de tecnologia dentro de casa e horários. Guardar todos os aparelhos em um armário à noite e evitar que sejam colocados na nossa cama”, adverte Stephen Balkam, fundador do Family Online Safety Instituteuma organização nos Estados Unidos que pesquisa práticas responsáveis no mundo digital. “Ainda não conhecemos as consequências no longo prazo, não se deve demonizar a tecnologia, mas aplicar o bom senso”.
O isolamento é outro sinal. Daniel, de 13 anos, foi à escola três vezes desde o início do ano letivo. Não quer sair de casa e nem encontrar os amigos. Seu lugar é o sofá, na frente do qual tem uma televisão conectada ao seu Nintendo“Não tenho nada a esconder, meu filho tem um vício de alto risco em telas”, conta o pai, Ángel Gutiérrez, na saída da sessão de terapia semanal de que ele, a esposa e filho participam em Madri. Teme que a Procuradoria de Menores intervenha e lhes retire a custódia por causa das seguidas faltas à escola.
O menino, de cabelos compridos e soltos e um moletom preto, pede ao pai para não dar muitos detalhes. “Ele não tem habilidades sociais e agora estamos examinando sua autoestima, parece que é muito baixa”, conta o pai. Agora eles começaram a administrar as horas de jogo e Daniel está conhecendo garotos de sua idade que estão na mesma situação na terapia de grupo. “A tecnologia é a pior coisa que nos aconteceu, pior do que se descesse um extraterrestre”, diz a mãe, que prefere não dar o nome.
“Muitas das famílias que vêm à terapia são muito disfuncionais; não costumam expressar suas emoções nem sabem dizer não com respeito. Os julgamentos e gritos são uma forma de violência e a educação é a base. Ensinamos-lhes outra maneira de se relacionar”, diz o psicólogo José Moreno. A família é o modelo de referência. O distúrbio não nasce sozinho.


OMS RECONHECE O “TRANSTORNO” POR JOGOS ELETRÔNICOS

Os dependentes de telas: o “vício sem substância” que começa aos 14 anos

Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu em junho de 2018, pela primeira vez, o transtorno por videogames e jogos eletrônicos como doença mental em sua Classificação Internacional de Doenças (CID-11), que não era atualizada desde 1992. O transtorno se refere ao uso de videogames, com ou sem conexão com a Internet. Para a OMS, é considerado um transtorno se representar uma “deterioração significativa” nas áreas de funcionamento pessoal, familiar, social ou educacional.
No início de 2017, quando se soube que a OMS avaliava incluir os jogos digitais como origem de transtornos mentais, um grupo de pesquisadores, entre eles da Universidade de Oxford, criticou a ideia. Na opinião do grupo, não estava claro que esses problemas devessem ser atribuídos a um novo transtorno. Em um artigo, os pesquisadores manifestaram a falta de consenso da comunidade científica sobre os sintomas a serem levados em conta. A inclusão desse transtorno poderia provocar pânico ou a “aplicação prematura do diagnóstico na comunidade médica e o tratamento de casos de falsos positivos abundantes, especialmente em crianças e adolescentes”, lamentaram. O debate que colocaram sobre a mesa questionava se valia a pena dedicar recursos públicos a essa questão e considerava o estigma que poderia causar na comunidade de jogadores “saudáveis”.


 

 

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Julho 09, 2018

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ENERGIA E VÍCIOS - COMO ESTIMULAMOS A NOSSA DOR PARA ALIVIAR O NOSSO SOFRIMENTO.

Por Jennifer Hoffman.

9 de Julho de 2018.

Tradução: Regina Drumond. 

 
about Jennifer Hoffman
 
 

As coisas podem ficar um pouco turbulentas esta semana, pois temos um forte eclipse na sexta-feira, 13 de julho, que irá perturbar algumas pessoas individualmente, e mudar a narrativa coletiva em muitos aspectos. Este eclipse também está no grau oposto, 20 de Câncer, da próxima conjunção Saturno / Plutão em 2020. Mais um evento que prepara o terreno para esse aspecto importante. Lembre-se de permanecer na sua intenção, tenha limites fortes e concentre-se no seu próprio caminho. As escolhas que os outros fazem estão alinhadas com sua própria jornada de ascensão e, embora você não possa entender por que eles fazem o que fazem, é o que eles acreditam ser certo para eles.



A consciência energética está aumentando para a consciência coletiva e esperamos que ela leve a uma compreensão de como a energia impacta nossas vidas, escolhas e realidades físicas e emocionais. No seminário on-line Segredos do Trauma da Alma, falei sobre como os vícios são parte do nosso trauma da alma. Recebi muitas perguntas sobre isso e vou abordar isso no artigo desta semana.


A ENERGIA DOS VÍCIOS


Eu sempre ensinei  que as Feridas da Alma no segundo centro de energia, no segundo chacra, cria um potencial para os vícios e o comportamento viciante. Este centro de energia controla a nossa criatividade e,também,determina como nos valorizamos.Quando fomos marginalizados, rejeitados, abandonados ou ignorados pelas pessoas com as quais contávamos para construir a nossa autoestima, pais e membros da família, cria-se um buraco negro emocional que usaremos quaisquer meios para preencher.


E se este buraco negro emocional começa na infância e quando ficamos adultos, ficamos desesperados para criar maneiras para sentir que temos um direito de existir, de nos sentirmos vistos, valorizados e validados, de transformar nossa energia criativa para preencher a nossa dolorosa necessidade de integridade emocional.


Eu conheci uma vez alguém que era viciada em compras. Ela gastava milhares de dólares em roupas, sapatos e jóias em suas viagens diárias de compras. Quando ela ultrapassava o limite dos seus cartões de crédito, ela conseguia novos, sob diferentes nomes. Seus armários estavam cheios de roupas novas e sem  uso, com etiquetas, e ela ainda comprava mais. Naquela época, ela era chamada de "viciada em compras" O que dirigiu o seu comportamento foi uma necessidade profunda e motivadora de atenção, de se sentir especial, amada e valorizada. Qualquer vício é um poderoso impulso para se engajar em comportamentos que não compreendemos ou que não podemos controlar, mas é a combinação de uma necessidade emocional, junto com a dor energética não resolvida das feridas da alma, o que cria uma abertura para o comportamento viciante.


Eu sempre ensinei que as Feridas da Alma no segundo centro de energia, o segundo chacra, cria um potencial para vícios e comportamento viciante. Este centro de energia controla nossa criatividade e também determina como nos valorizamos. Quando fomos marginalizados, rejeitados, abandonados ou ignorados pelas pessoas com as quais contamos para construir nossa auto-estima, como pais e membros da família, cria-se um buraco negro emocional que usaremos qualquer meio para preencher. E se esse buraco negro emocional começa na infância, no momento em que somos adultos, estamos desesperados para criar maneiras de sentir que temos o direito de existir, de nos sentirmos valorizados e de sermos validados, transformando nossa energia criativa para preencher nossa realidade. necessidade dolorosa de integridade emocional.


Quando nossa energia criativa é sequestrada para curar nossos sentimentos de inferioridade, nossa dor se torna um ímã para qualquer coisa que, esperamos, nos ajude a nos sentir melhor. Assim, tentamos acabar com a dor alimentando-a e isso rapidamente se transforma em um vício, porque a dor é um poço sem fundo que precisa de uma reposição energética, não de outra refeição.


Viciados não são apenas usuários de drogas, eles são pessoas que procuram qualquer tipo de distração de sua dor e se envolvem em uma variedade de comportamentos como esportes radicais, exercícios, compras, bebidas, dieta, alimentação, trabalho, pílulas e muito mais. O tipo de vício não importa, porque tudo é direcionado para o mesmo objetivo - queremos nos sentir completos, íntegros, sem dor e felizes. Estamos energeticamente incompletos e precisamos corrigir o problema de qualquer maneira que pudermos.


As feridas da alma resultam do trauma energético que experimentamos nesta e em outras vidas. Elas são criadas quando vivenciamos circunstâncias desafiadoras da vida, como abandono, traição, perseguição, morte, sentimento de abandono por Deus e de coisas que acontecem conosco e com entes queridos que nos fazem sentir desamparados e impotentes, descontrolados e ineficazes.


Elas têm uma forte assinatura de energia de dor que pode dominar a nossa realidade, de modo que tudo o que fazemos é focado em aliviar a dor, mesmo que por um breve momento. O profundo anseio por plenitude pode nos obrigar a criar uma "falsa congruência", onde tentamos preencher as lacunas de alegria com qualquer coisa que pensamos que aliviará a dor. O problema é que isso não cura a dor, então precisamos de mais para mantermos as lacunas preenchidas, e é isso o que cria os vícios.


A menos que entendamos que há uma fonte dessa dor e possamos abordar essa fonte primeiro, qualquer intenção que tenhamos de curar a nós mesmos não funcionará. É como se comprometer com uma dieta e ingerir alimentos saudáveis ​​durante o dia, e depois beber compulsivamente, ingerir batatas fritas e refrigerantes à noite. A verdadeira fonte de cura é  resolver a ferida da alma e curar as lacunas de energia e, em seguida, poderemos liberar os vícios, porque não precisamos mais deles.


Uma vez que você entenda sua conexão energética, você pode estabelecer seu caminho de cura e isso o ajudará a se engajar em uma autêntica jornada de cura, cujo resultado criará a vida saudável, integral e congruente que você desejou por muito tempo.

 
 
Jennifer Hoffman
 
 

 
 
 
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