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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Julho 28, 2019

chamavioleta


Wesley H. Bateman.

Edição e imagens:Thoth3126@protonmail.ch. 

 
 
cinturao_asteroides(restos de Maldek).
 


Há já vários anos, inúmeras pessoas vêm declarando ter sido abduzidas por alienígenas, levadas a bordo de uma espaçonave para serem submetidas a exames médicos e procedimentos que mais tarde são recordados como horrivelmente assustadores e dolorosos.
Estima-se que centenas de milhares de indivíduos (a maior parte nos EUA) alegaram ter tido essas experiências traumáticas e (em alguns casos) com efeitos nocivos para todo o resto de suas vidas.

“Nós não estamos sozinhos. Os astrônomos estão errados. Os cientistas estão errados. Eles estão aqui, mas não podemos vê-los, porque eles se escondem. Escondem-se … Da vista de todos.  Nós  somos os seus servos, somos seus escravos, nós somos sua propriedade…. Nós somos deles“.  (aqueles que AINDA estão inconscientes).  Robert Morning Sky  
 

 
 

O tema da abdução por alienígenas está ficando tão conhecido que a Disneylândia planeja uma obra cinematográfica de apresentação de UFOS que tratará fundamentalmente do “fenômeno da abdução”. A empresa Disney veiculou recentemente um programa de televisão intitulado “Encontros Alienígenas”. Segundo o apresentador, Robert Urich, o interesse da Disney por esse tema é educacional e baseia-se na estimativa de que uma em cada cinco pessoas (nos EUA) terá uma experiência de abdução dentro de sete a dez anos.
Como e por que a Disney chegou a essas assombrosas conclusões não foi explicado durante o programa. Urich, em seguida, apresentou informações que acusava diretamente o governo federal americano de mentir para o público sobre a existência de UFOS e alienígenas.
{Nota: Em 13 de fevereiro de 2009, Wesley H. Bateman (ao lado) faleceu após um longo período de luta contra o câncer. Ele foi um pioneiro no campo da pesquisa ufológica em Hollywood nos anos 50 e início dos anos 60. PhD em matemática, Bateman foi um dos criadores das idéias de buracos de minhoca (Wormholes), velocidade warp-drive e dispositivos de camuflagem para aeronaves.

Escritores da série televisiva Star Trek (série Viagens nas Estrelas) participaram de suas reuniões regularmente antes e durante os anos da série de produção. Bateman era fascinado pelas Pirâmides do Egito e desenvolveu o sistema RA da matemática que ele disse que descobriu ao estudar as pirâmides.  Wes Bateman foi um telepata da Federação Galáctica, com contato direto com seres extraterrestres do ESTADO MENTAL ABERTO, um estado de CONSCIÊNCIA em que os seres humanos (de qualquer planeta) não estão SUJEITOS a Barreira de Frequência existente atualmente na Terra que causa limitação em nossos desenvolvimento evolutivo pois limita a elevação de nossa consciência individual e coletivamente.
Bateman tem mais de 35 anos de informação permanente sobre o estado aberto, a Federação, a barreira de frequência e como isso afeta a humanidade, ETs e evolução, um vasto espectro de informações técnicas e científicas, incluindo a matemática e a linguagem simbólica universal, as três casas de comércio deste sistema galáctico, tudo parte da história desta região da Via Láctea e além. Ele é o autor do livro “Through Alien Eyes” (Através de Olhos Alienígenas.) Fim da citação}
Fiquei espantado ao ouvir essas acusações contra o governo dos EUA sendo proferidas publicamente por uma empresa tão sólida e tradicional quanto a Disney. O que ela espera ganhar provocando a ira do governo dos Estados Unidos? Mas será que ela está provocando realmente alguma preocupação no governo?
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Após refletir por algum tempo, concluí que o governo americano e a Disney estão empreendendo conjuntamente um programa de ação destinado a educar o povo e prepará-lo para as inevitáveis experiências de abdução por alienígenas, contra os quais o próprio governo é incapaz de oferecer proteção (ou não tem interesse de assim fazê-lo já que concordou com as abduções pelos alienígenas).
CASOS TÍPICOS DE ABDUÇÃO
Há dois tipos de abdução. O primeiro tipo costuma acontecer quando a vítima é apreendida/capturada enquanto está dormindo, ou guiando um automóvel em uma região deserta em viagem pelos EUA. Em todos os casos, o abduzido (ou abduzida) sente-se impotente e raramente resiste a seus captores. Os alienígenas são descritos como tendo pouco mais de um metro de altura, pele cinzenta e sem pêlos no corpo.
Também são descritos com cabeças triangulares e queixo pontudo, uma fenda por boca (sem lábios) e dois pequenos orifícios em um nariz muito pequeno. O mais impressionante são os enormes olhos negros, que parecem contornar por trás do rosto (como um certo tipo de óculos escuros).
Acima: O CROP CIRCLE de 2002 em Hampshire apresenta uma mensagem em código binário contida no interior do Disco COM UM ALERTA EM RELAÇÃO AO TIPO DE Extra Terrestre GREY. Apareceu em uma Plantação de trigo em 15 de agosto de 2002 em Crabwood Farm, Hampshire, Reino Unido. A mensagem foi decodificada exatamente como aparece aqui:
“Cuidado com os portadores de Dons falsos e as suas Promessas não cumpridas. Muita DOR mas ainda há tempo. Existe BONDADE LÁ FORA. Nós nos opomos ao engano fechamento do Conduto. (BELL SOUND/Som de sinos)“
Saiba mais em: 
 

{n.t. É uma clara alusão aos Contatos (principalmente dos EUA) com que Governos de alguns Países vem mantendo com ETs, e recebendo Tecnologia dos mesmos AO FAZEREM ACORDOS COM ESSA RAÇA DE ALIENÍGENAS, com intenções  invariavelmente nefastas para a humanidade, tanto dos ETs assim como dos governos que recebem a tecnologia.
Para saber mais veja em:  
 

Em alguns casos, esses pequenos alienígenas cinzentos são substituídos por assustadores seres reptilianos ou parecidos com insetos. Em todos os casos, os alienígenas se comunicam com as vítimas por meio de telepatia (transferência de pensamento).
Os exames médicos e os demais procedimentos são geralmente realizados com a vítima imobilizada em uma espécie de maca de exames. Estranhos instrumentos mecânicos são depois introduzidos rudemente – logo, dolorosamente – em todas as cavidades do corpo. Completados esses procedimentos grotescos e humilhantes, o abduzido é posto em liberdade. Sua lembrança dos acontecimentos parece ser deliberadamente suprimida pelos alienígenas antes de ser solto.
{n.t. O caso mais bem documentado deste tipo de abdução talvez seja o que alegadamente teria acontecido com Travis Walton (nascido em 23 de abril de 1957) na noite de 5 de novembro de 1975, perto de Snowflake, quando teria sido abduzido por um OVNI na Floresta Nacional de Apache-Sitgreaves, no Arizona, sob as vistas dos seus CINCO companheiros, reaparecendo somente após cinco dias de buscas intensas. O caso de Walton recebeu considerável publicidade da mídia, inclusive de fora dos EUA, sendo um dos exemplos mais bem conhecidos de alegada abdução alienígena, e um dos poucos com testemunhas oculares.
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Nunca antes um relato de abdução começou da maneira relatada por Walton e seus colegas de trabalho; além disso, o caso é singular no aspecto de que o protagonista desapareceu por dias a fio, com centenas de policiais e pessoas à sua procura durante esse tempo. O caso foi levado às telas do cinema no filme de nome ”FIRE IN THE SKY”, dirigido por Robert Lieberman, tendo o ator James Garner no elenco. É possível baixar na internet o filme, com o título de Fogo no Céu, e dublado em português.}
Passado algum tempo, o abduzido começa a ser incomodado por estranhos sonhos e ansiedades e nota a presença de marcas ou cicatrizes no corpo das quais não consegue se lembrar da causa. Algumas vezes, os abduzidos recordam por si mesmos detalhes de sua abdução por alienígenas. Outros foram auxiliados nessas lembranças pelo auxílio da hipnose. O segundo tipo de abdução por alienígenas nunca é completamente lembrado. Nesse tipo, a vítima é mentalmente atormentada por vagas lembranças de que algum evento estranho lhe sucedeu.
Tal crença completa-se pelo fato de pequenos objetos (conhecidos como implantes) são fisicamente detectáveis sob a pele ou algum orifício corporal (em geral, as fossas nasais). Ao serem removidos cirurgicamente, os implantes revelam-se na forma de pirâmides, cones ou lentes convexas. A análise da composição dos implantes revela que são compostos principalmente de silicone e outros materiais inidentificáveis. Experiências que submetem o implante (ainda no corpo) a fortes campos magnéticos provocam extrema tensão mental e desorientação pelo implantado durante vários dias após a experiência. 
 
Em outros casos (não tão raros), mulheres grávidas relatam ter tido seus fetos removidos pelos abdutores; algumas delas acreditam que a sua gravidez também teria sido iniciada pelos alienígenas durante uma abdução anterior.
 
 
Em alguns casos, esses pequenos alienígenas cinzentos são substituídos por assustadores seres reptilianos ou parecidos com insetos. Em todos os casos, os alienígenas se comunicam com as vítimas por meio de telepatia (transferência de pensamento).
 

Centenas de milhares de abduções do primeiro tipo, com outros milhares esperadas para os próximos sete a dez anos? Isso significaria que centenas de milhares de vôos não observados de UFOS (para não falar dos pousos necessários) tiveram lugar com o propósito de capturar terráqueos.
Quando consideramos  a atividade alienígena em termos de trabalho, o tempo envolvido chega a milhões de horas. Se considerarmos ainda a previsão da Disney (do governo?) de que os alienígenas vão prosseguir com suas assustadoras atividades por mais algum tempo, temos de concluir que o que quer que eles estejam preparando, isso estará relacionado a um projeto ambicioso e que demanda muito tempo. A pergunta  seguinte é, por que eles precisam sondar biologicamente milhões de seres humanos?
Quando perguntei aos meus contatos extraterrestres como era possível abduzir centenas de milhares de pessoas sem ser fisicamente observado ou detectado, responderam-me: “Nem tudo é o que parece”. Depois descreveram o que estaria de fato acontecendo. Vou tratar de apresentar a alentada explicação que me deram da maneira mais breve possível.
O QUE ESTÁ REALMENTE ACONTECENDO?
Para entendermos o que está realmente acontecendo, é preciso apresentar vários temas extraterrestres aos leitores que não os conheçam e refrescar a memória dos que já os conhecem. Os temas de que eu estou falando são:
  1. ROMS Extraterrestres;
  2. a Barreira de Freqüência e
  3. a Energia de Carga. 
ROMs EXTRATERRESTRES
Nós, da Terra, passamos de rabiscar sinais em pedras para inscrevê-los em placas de argila; depois, passamos a escrever em papiro e, finalmente, à produção em massa de material escrito em papel por meio da imprensa. Com a fotografia e o cinema, juntamente com as gravações de som, podemos transmitir qualquer assunto a qualquer número de pessoas. Quando acrescentamos uma televisão, um programa transmitido via satélite pode alcançar bilhões de pessoas ao mesmo tempo.
Nestes últimos tempos, surgiu um novo meio áudio-visual chamado CD-ROM, que permite que a pessoa interaja com os dados armazenados digitalmente que ele contém, por meio de um computador multimídia. Esses CDs são a mesma coisa que os discos compactos em que se grava música, e o termo ROM refere-se ao inglês READ ONLY MEMORY (memória só de leitura) do atual jargão da informática. Um único CD-ROM atual pode armazenar até 300.000 páginas em tamanho ofício de material escrito, mais do que poderia ser escrito pelo mais prolixo escritor em toda a sua vida.
Os extraterrestres estão pelo menos um milhão de anos à nossa frente na tecnologia de armazenar e recuperar informação. São capazes de gravar e recuperar mentalmente por meio de uma interface mente/ROM com ROMs do tamanho de comprimidos de aspirina. A quantidade de dados mentais como imagens visuais, sons, odores, sabores, tato, emoções e pensamentos que podem ser armazenada em um único ROM mental é astronômica. Os ROMs mentais extraterrestres podem ser editados e reforçados, por assim dizer,  com efeitos especiais.
Os extraterrestres usam especialistas em várias áreas do conhecimento para ver, estudar e gravar mentalmente em ROMs suas observações sobre a fauna e flora de um planeta específico. Depois, quando necessário, qualquer extraterrestre pode consultar o material armazenado e tornar-se um especialista instantâneo sobre qualquer assunto relativo a esse planeta, mesmo que nunca tenha posto os pés nele ou sabido onde ele se encontra localizado no Universo.
Os “deuses” estão retornando…
  Os ROMs mentais são usados pelos extraterrestres com propósitos educacionais e recreacionais. Um exemplo de um ROM mental recreacional seria um que contenha a experiência de uma pessoa assistindo a uma exibição de pirotecnia. O leitor do ROM pode experimentar tudo o que o autor do ROM fez ou sentiu enquanto estava assistindo à exibição, como se fosse o observador original (o autor do ROM). O leitor verá realmente o foguetório todo, ouvirá as explosões, sentirá o cheiro da pólvora queimada e até o vento e a temperatura do momento.
Se o autor tiver alguma coceira ou for picado por um inseto no momento da gravação do ROM, o leitor sentirá a coceira ou a picada.O programa de exibição pode durar horas, o mesmo tempo parece ter passado, embora na verdade ele só tenha estado envolvido na leitura do ROM mental por alguns minutos. Os extraterrestres dizem que, na maior parte dos casos, um ROM mental bem feito pode ser mais vívido e real do que a própria realidade. E podem ser transmitidos em certos comprimentos de ondas mentais do Campo Vital Universal para qualquer pessoa mentalmente sensível o bastante para os receber e processar.
Os abduzidos do tipo um não são fisicamente abduzidos pelos alienígenas. Em vez disso, são submetidos a transmissões de ROMs mentais de eventos reais de abdução. Esses ROMs foram feitos com base em experiências reais com abduzidos. Em todos os casos, os cenários mais assustadores são usados nesses ROMs mentais: alienígenas atravessando paredes, seres reptilianos e insetiformes conduzindo os exames médicos – em todos os casos, também, estes são efeitos especiais. Répteis e insetos mostrados como inteligentes e no controle do destino das vítimas são aterrorizantes para a maioria das pessoas da Terra.
Também é fácil convencer qualquer um na Terra, por meio de um ROM mental, que os alienígenas estão lhe falando telepaticamente (e, de certo modo, estão).  Os ROMs mentais com os seres cinzentos são os mais autênticos, não têm efeitos especiais – os autores dos ROMs, por certo, acham que a aparência desses seres não precisa de nenhum retoque, já que são suficientemente aterrorizantes por si mesmos e muito difíceis para os terráqueos de lidar mentalmente com passividade.
 
 
 
As cicatrizes e marcas que aparecem no corpo de abduzidos do tipo um podem ser atribuídos ao profundo estado hipnótico em que a pessoa se encontrava durante a recepção do ROM alienígena (mas nem todos os casos são desse tipo). O estado mais profundo de hipnose é chamado sonambulismo. Sabe-se que, se for dito a uma pessoa que se acha em profundo estado hipnótico que ela queimou um dedo, uma bolha aparecerá na mesma hora, deixando uma cicatriz em alguns casos.

O fenômeno pode ser comparado com a experiência dos estigmas, em que pessoas manifestam as diversas chagas e ferimentos do Cristo crucificado. Em um ROM mental o abduzido é sempre posto em liberdade. A razão para isso, claro, é que, para início de conversa, eles nunca estiveram em poder dos alienígenas. Pensem só nisto: qualquer alienígena que tivesse sangue frio o suficiente para submeter alguém aos sofrimentos descritos pelos abduzidos não hesitaria em matar a vítima e atirar seu corpo no espaço. Os alienígenas que estão transmitindo os ROMs mentais com cenários de abdução querem que aqueles que recebem o material acabem trazendo a experiência à consciência e acreditando que ela de fato aconteceu.
Qualquer um que tenha o conhecimento que os extraterrestres têm da mente humana saberia que uma lembrança total das cenas acabaria ocorrendo – com o tempo. Os alienígenas querem que, então, os pretensos abduzidos contem a quantos puderem suas pretensas experiências para induzir em seus ouvintes medo e desconfiança de qualquer tipo de extraterrestre – até daqueles que não lhes causaria mal algum. As múltiplas razões pelas quais esses seres nefastos submetem terráqueos sensíveis às suas assustadoras cenas de ROM mental irão ficando mais claras ao longo deste artigo.
As perguntas do por que mais e mais pessoas estão recebendo essas transmissões de ROMs mentais alienígenas e por que o governo espera que mais pessoas ainda sejam afetadas por eles no futuro serão respondidas depois que examinarmos as várias características físicas da Barreira de Freqüência. A BARREIRA DE FREQÜÊNCIA Com a explosão do Planeta MALDEK, outrora o quinto planeta do nosso sistema solar, a Terra foi bombardeada por energia e uma infinidade de destroços. Esse evento, que ocorreu num passado remotíssimo (exatos 251 milhões de anos passados), fez com que certas camadas cruciais da crosta terrestre se rompessem e que o núcleo liquefeito oscilasse erraticamente.
 
As oscilações antinaturais fizeram com que os habitantes humanos do planeta sofressem mutações biológicas e tivessem drasticamente diminuída sua capacidade mental. Como as oscilações do núcleo interferem nas ondas cerebrais, isso impede que o cérebro opere em freqüências mais elevadas – o que seria capaz de fazer se não fosse por esse efeito provocado pelo fenômeno singular da Barreira de Freqüência hoje existente, mas já em rápida dissolução.
 
 
 
Os 4 tipos de ondas cerebrais produzidas pelo cérebro humano. Segundo Wesley H. Bateman, a Barreira de Freqüência tolhe a capacidade do cérebro de funcionar em amplitudes de ondas cerebrais mais elevadas. DELTA de 1 a 3 Hertz, THETA de 4 a 8 Hz, ALPHA de 9 a 13 Hz e BETA de 14 a 30 Hz.
 

Ao longo das eras, os terremotos e a atividade vulcânica fizeram (e continuam fazendo) com que essas fraturas na crosta do planeta fossem aos poucos se fechando, diminuindo proporcionalmente as vibrações nocivas emanadas do núcleo. Isso está permitindo que os seres humanos reevoluam  biológica e mentalmente com relação à força atual da Barreira de Freqüência. Há milhares de anos os extraterrestres vêm monitorando os efeitos da Barreira de freqüência sobre os humanos da Terra. Eles acompanham a diminuição da Barreira de Frequência (extremamente prejudicial para todas as culturas extraterrestres) observando os terremotos e outras atividades geológicas.
Este tema é tratado com mais detalhes no meu livro “Knowledge  from  the  Stars” (Conhecimento das Estrelas). À medida que a Barreira de Freqüência vai diminuindo, cada vez mais pessoas da Terra vão ficando capazes de funcionar mentalmente em níveis muito mais altos de percepção ou, em outras palavras, em planos de consciência muito mais elevados. O governo americano está ciente da existência da BARREIRA DE FREQUÊNCIA e do interesse dos extraterrestres pelo FIM dela. 
Isto fica evidente na declaração feita no manual da Academia da Força Aérea dos Estados Unidos-USAF, que tem um capítulo de 14 páginas sobre UFOS: “Por que não há contatos?” Essa pergunta é fácil de ser respondida em uma de várias maneiras:
  1. Podemos ser objeto de intenso estudo psicológico e sociológico, (por outras raças alienígenas) e nesse tipo de estudo costuma-se não interferir no ambiente estudado;
  2. Não se contata um formigueiro, e os seres humanos podem parecer formigas para os extraterrestres; 
  3. Esse contato já pode ter ocorrido em caráter sigiloso; ou
  4. Esse contato pode ter acontecido em um plano de consciência diferente e não somos ainda sensíveis a comunicações nesse plano. 
Sublinhei a última parte dessa declaração para acentuar o fato de que a Força Aérea está sutilmente tornando público o seu conhecimento da BARREIRA DE FREQUÊNCIA e do fato de que a diminuição desta em breve permitirá que nós, da Terra, funcionemos em planos de consciência diferentes. Há muitos anos que a força da BARREIRA DE FREQUÊNCIA vem diminuindo o bastante para permitir que as transmissões de ROMs mentais alienígenas/extraterrestres sejam recebidas e assimiladas por pessoas sensíveis durante o sono. (n.t. E possibilitando uma interação muito mais constante com outras consciências e seres espirituais que sequer possuem expressão física, seja em que dimensão for).
A ENERGIA DE CARGA
No início dos anos 70, a Federação Galáctica  forçou o fechamento do laboratório biológico existente na BASE (D.U.M.B.) SUBTERRÂNEA de DULCE construída nos anos 50 , no estado do Novo México, em um acirrado combate em que houve muitas baixas entre ambos os lados, e que havia sido montado  e estava sendo operado por um grupo de extraterrestres nefastos em conjunto com o governo oculto dos EUA.
 
Como esse grupo estava proibido de operar fisicamente na Terra pela FEDERAÇÃO, seus membros decidiram aproveitar o estado enfraquecido da BARREIRA DE FREQUÊNCIA e acumular uma enorme colheita de força vital (energia de carga) dos terráqueos indefesos, que de nada suspeitavam.(N.T. E muitíssimas outras atividades, algumas das quais incluíam a hibridização entre as duas raças, a nossa e a deles, para criar uma nova raça humana, OBJETIVO QUE FOI PLENAMENTE ALCANÇADO)
 
 
 
Localização da Base subterrânea em DULCE, nos EUA, bem próxima (coincidência???) de ROSWELL, mais abaixo e à direita do centro, ambas no estado do Novo México.
 

Nós, como seres humanos, obtemos energia de força vital (energia de carga) de inúmeras maneiras. Aos extraterrestres predatórios não interessa como a pessoa obtém a energia de carga psíquica; só lhes interessa saber como fazer com que os outros a dêem para eles. Gastamos nossa energia de carga com emoções como amor, inveja, ciúme ou medo.
O objeto de nossas emoções e devoção, seja de que tipo for, é o receptor da energia.  Qualquer método concebido para provocar um estado emocional em um observador ou participante é chamado de veículo de carga. Por exemplo, damos nossa energia de carga psíquica a pessoas como atores, cantores ou esportistas que nos tocam emocionalmente (isso também pode ser chamado de vampirismo psíquico, enormemente praticado por “grandes” ícones do mundo pop, tais como Lady Gaga, Beyonce, e outros seres reptilianos como elas…).
Isso serve tanto para o estímulo emocional apresentado no momento, quanto para aqueles gravados. Um ROM mental que inspira emoções fortes é um veículo de carga em benefício do(s) seu(s) criador(s), seja lá quem for. Isso traz à razão básica do porque os alienígenas predatórios para transmitirem seus ROMs mentais de abdução. Eles querem extrair energia psíquica das pessoas por meio do canal emocional do medo. Sabendo que a vítima acabará se lembrando do incidente como algo real, esperam que ela conte a outras pessoas e as convença, tocando-as emocionalmente também.
Esse tipo de estímulo emocional secundário extrai mais energia psíquica para os que elaboraram o conteúdo do ROM. Trata-se de uma forma de vampirismo psíquico. Dá para imaginar a quantidade de energia vital que pode ser obtida de milhões de pessoas que acreditam ter sido – ou que serão – abduzidas por seres repugnantes que se dedicam a sondar dolorosamente os corpos delas? Muitas pessoas ficam nervosas só em pensar a ir ao dentista.
Porém, coisas como a perfuração dolorosa de um dente nunca são usadas num ROM mental, pois não há como produzir um indício físico (por meio de um ROM) de que um tal procedimento tenha sido levado a cabo. A outra razão que os alienígenas malévolos têm para transmitir seus ROMs de abdução é gerar nas pessoas da Terra uma desconfiança por qualquer tipo de extraterrestre – até por aqueles com as mais benignas das intenções.
MUITOS CASOS DE ABDUÇÃO COM IMPLANTE SÃO MUITO REAIS:
Algumas pessoas estão convencidas de que foram abduzidas por alienígenas que, por alguma razão, inseriram pequenos corpos (chamados de implantes) em seus corpos. Algumas dessas pessoas são abduzidas do tipo um (ROM) e foram programadas para pensar que receberam implantes durante o incidente.
 
 
Outras, os abduzidos do tipo dois, contêm de fato implantes alienígenas fisicamente detectáveis em seus corpos. Um artigo recente que me chegou em mãos acusa o governo dos Estados Unidos de auxiliar os extraterrestres em um programa mundial de inserção de implantes em milhões de pessoas.
A razão dos extraterrestres para implantar esses objetos no corpo das pessoas é muito complexa e longa para ser incluída neste artigo. Mais uma vez, nem tudo é o que parece. Esses casos podem ser tema de um futuro artigo que também poderia incluir maneiras para neutralizar a diabólica transmissão de ROMs mentais em nossos recém-despertados níveis de consciência.
Pode-se até ver uma audiência de extraterrestres esperando enquanto um mestre de cerimônias anuncia: “E, na categoria de ROM mental para fazer os terráqueos tremerem de medo, o vencedor é…” Lembrem-se: “Até mesmo um sussurro em uma montanha de estrelas será ouvido em todos os vales da eternidade”.
Wesley H. Bateman.
 



Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
A religião organizada é desnecessária à espiritualidade.
Excelentes ensinamentos dos mestres têm sido contaminados pelo controle dogmático dessas religiões.
Discernimento sim; julgamento não.
Com discernimento é possível alcansar o espírito da letra de qualquer escritura e é também bem mais fácil escutar a voz da alma que vem do coração.
 

 
Por favor, respeitem todos os créditos

 
 

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Novembro 28, 2015

chamavioleta

CHURMAY de VÊNUS 

 Histórias da TERRA, de MALDEK 

e do Sistema Solar 

 Parte I.

Posted by Thoth3126 on 18/01/2015

atravesdeolhosalienígenas.


“Eles são como as mais frágeis flores em forma humana. Suas canções e palavras de amor expressam mais realidade sobre a grande emoção do que qualquer canção ou palavra por mim ouvida ou sentida, oferecida com o máximo de sinceridade por habitantes de qualquer outro mundo.

Tenho certeza de que o Criador de Tudo Que É de vez em quando pede silêncio e roga que um habitante de Wayda (Vênus) cante uma canção de amor. Que a bondade espiritual dos habitantes de Wayda seja um exemplo para todos nós”. Eu Sou Tinsel de Nodia.”

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 71 a 99, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO.

Saibam que eu, CHURMAY falo apenas como uma mulher de Wayda (Planeta Vênus) cujas vidas passadas foram sempre influenciadas pelos costumes espirituais de meu El (O Logos-deus criador do planeta Vênus/Wayda). Ele incutiu esses costumes em minha alma muito antes de eu enxergar através dos olhos físicos as muitas realidades que compõem a criação (e não apenas a realidade inerente “a roupa de carne que no momento vestimos“).



É verdade que apenas o Criador de Tudo Que É tem conhecimento do número total de mundos que existem (e dos seus criadores) para prover as necessidades da vida de homens, mulheres e de seus filhos. Nos mundos sobre os quais possuo algum conhecimento pessoal, o papel da mulher raras vezes se repete de forma exata.

Há mundos situados além de nosso sistema solar nos quais as mulheres governam totalmente. Nos quadros da Federação e das casas de comércio, existem mulheres que estão em pé de igualdade com os Senhores de Planejamento e que comandam as manobras de espaçonaves-mães imensas. O que em certas sociedades poderia parecer falta de igualdade para as mulheres em seu relacionamento com os homens não seria de maneira alguma considerado assim pelas mulheres dessa mesma sociedade.

Existem várias razões para a existência desse estado de espírito. Pode ser a vontade do Senhor Deus El (ou das próprias mulheres) daquele mundo que as mulheres atuem dessa maneira na vida. Essas razões divinas podem variar e ser tão numerosas como os grãos de areia de uma praia. Além disso, em alguns mundos a essência psíquica da metade feminina de um par de almas gêmeas pode se subdividir em até SETE partes.Eu mesma sou uma de duas dessas subdivisões psíquicas. Em virtude dessas subdivisões, pode haver em tais sociedades (como na cultura marciana) até sete mulheres para cada homem. Se esse mundo for governado por uma democracia na qual todos têm direito a voto, as coisas parecem ir muito bem.

Eu jamais conseguiria descrever os vários tipos de relacionamento entre mulheres e homens nos incontáveis mundos habitados que preenchem o universo. Na verdade, é o amor que homens e mulheres sentem uns pelos outros e o cuidado terno que dedicam a seus filhos o que realmente agrada aos Elohim (deuses, plural de EL, deus). Recordo-me de ter ouvido uma vez: “Deve ser primavera: até as amazonas estão fazendo vestidos de noiva de seus estandartes de guerra.” O amor de homens e mulheres uns pelos outros pode realmente modificar para melhor os costumes radicais de uma ou das duas partes.

Falei sobre essas coisas para enfatizar que toda vida por mim vivida desde a destruição do PLANETA MALDEK até minha vida atual foi passada na Terra, dentro de sua horrível Barreira de Freqüência. Durante essas vidas, na maioria das vezes fui mulheres de beleza considerável, mulheres com algum talento notável e mulheres cheias da sabedoria que chega com a idade e que, em certo ponto, foram capazes de mudar o curso da história da Terra. Sempre me coloquei entre as que observavam as decisões e os atos de reis trazendo sofrimento para as pessoas que eles governavam. Infelizmente, posso dizer que, na maioria dos casos, o conselho prudente da mulher mais sábia daqueles tempos não era ouvido nem mesmo pelos homens da família dela, muito menos por um rei.

Lembrem-se, ao longo do passado, a Terra foi ocupada por homens e mulheres cuja essência psíquica (alma) e estrutura de ADN tiveram origem em outros mundos e sistemas solares. Todos os costumes inerentes desses vários grupos de alguma forma influenciaram a vida de todos. A princípio, os costumes dos outros eram confusos e, para alguns, bem risíveis. Afinal, os homens acabaram por incorporar a seu modo de vida e às suas leis os costumes de um grupo, o que nem sempre era justo para os outros. Então, na falsa crença de que estavam servindo poderes divinos superiores, faziam coisas que não fariam em seu planeta natal, pois isso iria contra sua natureza.

Ao lerem sobre estas vidas que selecionei para contar, por favor não pensem que me arrependo de ter vivido qualquer delas, pois agora utilizo-me de minhas recordações e experiências daqueles tempos para melhor servir os Elohim e ao Criador de Tudo Que É, FOI E SERÁ. Digo-lhes com muita humildade que os grandes senhores da FEDERAÇÃO GALÁCTICA e das casas de comércio me conhecem pelo nome e pedem sinceramente meus conselhos.



A VIDA EM VÊNUS/WAYDA

Passei os primeiros treze anos terrestres de minha primeira vida com meu pai Rosolan, minha mãe Becripta e Alysybe, segunda esposa de meu pai. Eu tinha um meio irmão chamado Juliopo e duas irmãs, Sacriba e Loctensa, todos mais novos que eu.

Morávamos numa aldeia de pescadores às margens de um lago que chamávamos Lago Samm. Nossas casas, com vários andares, eram construídas tanto de pedras quanto de madeira e eram dispostas nas colinas terraçadas que circundavam o lago. Além dessas colinas havia colinas ainda mais elevadas, cobertas por florestas. Havia tanta abundância de peixes que dois barcos pescando uma vez por semana conseguiam cobrir as necessidades totais de nossa aldeia. O peixe a mais era conservado e afinal comercializado em troca de artigos manufaturados como tecido e couro. Meu pai, como a maioria das pessoas na cidade, tinha duas profissões. Era pescador e sapateiro.

Alguns dos terraços atrás de nossas casas eram usados para o cultivo de verduras e hortaliças. Em outras áreas, nas terras mais baixas de Wayda/Venus, outros habitantes de nosso mundo cultivavam grãos e criavam rebanhos de animais. Grande parte da paisagem relvada e coberta de florestas de Wayda ficava para animais selvagens como gazelas, avestruzes, leões, leopardos e outros que podem ser encontrados hoje na savana africana da Terra. As temperaturas das áreas de Wayda onde moravam humanos (naquela época, há 251 milhões de anos) variavam entre cerca de 14° C e 27° C. Durante o inverno, caia uma neve fina nas montanhas mais altas do planeta.

Nós, habitantes do planeta Wayda, venerávamos a divina consciência (El) e ordem existente em todos os objetos, animados e inanimados, de nosso planeta. Nossos pais nos ensinaram a orar na privacidade a esse grande espírito. Uma vez por ano, a aldeia se reunia ao nascer do Sol e orava junto por cerca de uma hora, a seguir dançava, cantava e se banqueteava em conjunto pelo restante daquele dia e mais dois dias. Os homens de nossa aldeia construíram várias cabanas de madeira das montanhas altas nas quais os habitantes da cidade poderiam, mediante uma reserva feita com antecedência, passar as férias no inverno. Antes de completar dez anos de idade, eu já havia ido para as altas montanhas duas vezes e adorava tanto a caminhada da viagem como o sorvete que fazíamos com a neve. Nós, garotas, andávamos de trenó e observávamos e riamos quando meu pai e Juliopo tentavam esquiar.

Os jovens do planeta eram ensinados a ler e escrever por seus pais. Nossa aldeia trocava peixes por livros de todos os assuntos concebíveis. Esses livros vinham de uma cidade de aproximadamente 800 mil habitantes chamada Ansomore, situada a mais de 1.600 quilômetros de nossa cidade. Uma vez, meu pai e minha mãe foram visitar essa cidade e ficaram longe pelo que me pareceu um tempo considerável. Quando voltaram, nos repetiram inúmeras vezes a história de sua viagem e os lugares que tinham visto na cidade. Ansomore era, na verdade, a sede do Governo Mundial de Wayda/Vênus. Cada aldeia tinha um representante eleito que falava em seu nome em todos os tipos de assuntos governamentais. Esses representantes tinham mandatos de dois ou quatro anos de duração, dependendo, respectivamente, de se o homem ou a mulher eleito nascera no período de inverno/primavera ou no de outono/inverno do ano waydiano.

De vez em quando, mensageiros a cavalo ou mercadores com carroças chegavam a nossa aldeia provenientes de Ansomore com avisos públicos que eram lidos em voz alta pelo líder da aldeia. Esses avisos continham principalmente assuntos sobre os quais o governo central queria que os habitantes da aldeia discutissem e votassem. Reuniões políticas eram realizadas a aproximadamente cada dois meses. Avisos posteriores traziam os resultados, que aldeias haviam votado sim ou não numa questão em particular. Nada era resolvido a menos que fosse contado o voto de cada aldeia. Lembro-me de que uma aldeia chamada Ordover raramente enviava seu voto relativo a questão alguma ao governo, e foi devido a sua falta de votação que muitas coisas ficaram em suspenso por até centenas de anos.

Meu pai, como seu pai antes dele, dizia: “O que acontece com a gente de Ordover? Alguém de nossa aldeia deveria ir ter uma conversa com eles.” Essa afirmação era normalmente seguida da procura do lugar num mapa. Ordover se localizava a cerca de 3.000 quilômetros de nossa aldeia, mas sua aldeia vizinha mais próxima, Iberlotin, ficava a aproximadamente 83 quilômetros. Esse fato inspirava meu pai a fazer sua pergunta seguinte: “Por que alguém de Iberlotin não vai a Ordover e tem uma conversa com eles?” Chega de política.




Vênus hoje

Os avisos às vezes continham notícias e histórias descrevendo acontecimentos passados em algum ponto do planeta. Eu gostava muito de ouvir ou pessoalmente ler essas histórias. Certo dia, chegou um aviso que informava de modo bem sucinto que uma espaçonave (oriunda do planeta Nodia) contendo pessoas de outro mundo aterrissara próximo a Ansomore e entrara em contato com o governo central de Wayda. Perguntei a meu pai se ele sabia que havia gente capaz de voar como pássaros vivendo em outros mundos. Ele respondeu que ele e outras pessoas desconfiavam que seres inteligentes viviam no grande globo que chamávamos Teen (Terra), pelo qual Wayda periodicamente passava durante sua órbita mais rápida ao redor do sol central (do sistema solar).

Ele disse que se pensava que o satélite visível de Teen (que naquela época possuía atmosfera),Luna, também continha alguma forma de vida. Acreditava-se também que vida inteligente habitava nossa própria lua, Oote, que orbitava Wayda a cada 17,5 dias waydianos e tinha atmosfera. No passado, haviam sido observadas luzes intermitentes na forma de pontos e traços vindas da superfície de Oote, mas ninguém conseguira decifrar seu significado, e elas acabaram por cessar. Meu pai disse que ele acreditava que os visitantes vinham de Teen ou de Oote, mas aguardaria um futuro aviso que, ele tinha certeza, nos informaria o verdadeiro mundo de origem dos visitantes. Acrescentou que fosse de onde fosse que viessem os viajantes espaciais, ele estava contente por eles terem escolhido Wayda para visitar.

Um aviso posterior afirmava que o povo das estrelas viera de um planeta localizado na órbita de um sol distante e que queria visitar cada uma das aldeias de Wayda, solicitando uma resposta do povo de cada aldeia dizendo se estaria ou não receptivo a tal visita. Surpresa, surpresa: até o povo de Ordover imediatamente respondeu que sim. Várias semanas depois, pelo meio da manhã, uma grande espaçonave negra pousou nas águas do Lago Samm. Em diversos pontos de sua fuselagem havia triângulos prateados com uma barra adicional logo abaixo da base de cada um. Esse triângulo prateado de base dupla ficou-nos conhecido como a insígnia da Casa de Comércio Nodiana de Domphey.

Uma nave pequena saiu voando da nave maior e aterrissou na praça da cidade. Houve gritos contidos e risadas nervosas quando uma porta se abriu na lateral do veículo e quatro sorridentes homens de cabelos brancos, mais altos do que meu pai no mínimo uma cabeça, saíram. A princípio pensei que os cabelos brancos eram conseqüência de velhice, mas depois de olhar seus rostos, conclui que dois deles eram apenas uns poucos meses mais velhos do que eu. Eram pessoas belas, e acho que me apaixonei por todos os quatro. Todos correram para eles. Então, de dentro do veículo saiu Hocrolon, nosso representante da aldeia eleito para o governo central de Wayda.

Foram trazidas várias cadeiras para a praça, e os visitantes primeiro sentaram-se nelas enquanto nós, da aldeia, sentávamos sobre as pedras do calçamento, formando um círculo a seu redor. Três dos visitantes não gostaram disso e se juntaram a nós no chão. Um dos visitantes de cabelos brancos mais velho apontou várias vezes suas costas, como se pedisse nossa permissão para sentar-se numa cadeira. Todos nós agitamos os dois braços no ar, que era a maneira waydiana de dizer ‘‘sim, claro.”




O Trânsito de VÊNUS/Wayda em 05 de JUNHO DE 2012

Um dos visitantes mais jovens falou-nos perfeitamente em nosso idioma nativo. De vez em quando olhava para seus amigos em busca de alguma expressão de aprovação. O porta-voz dos visitantes nos disse que vinham de um planeta que eles denominavam de NODIA e que pessoalmente representavam um líder nodiano que chamavam Carlus Domphey. Ele também nos disse que o Senhor Domphey deles queria nossa permissão para trazer a Wayda várias pessoas para plantar, cuidar e colher um certo tipo de grão que não era nativo de Wayda.

Dizia-se que o solo de nosso mundo era bem adequado a uma produção consideravelmente abundante de tal lavoura. Em troca do direito de plantar e colher esse grão em nosso mundo, eles nos dariam inúmeras coisas que mal podíamos avaliar. O nodiano falou e respondeu perguntas até o pôr-do-sol, concluindo que eles nos exibiriam e explicariam suas mercadorias para troca no dia seguinte. Poucos de nós dormimos naquela noite.

Ao amanhecer, a praça da cidade começou a ficar cheia de produtos que eram trazidos, viagem após viagem, da grande espaçonave, que parecia flutuar na superfície do Lago Samm. A praça logo tomou a aparência de um bazar ou, como vocês dizem agora na Terra, de uma feira de barganhas. Atrás de cada grupo de produtos havia um waydiano de Ansomore treinado e um sócio ou sócia nodiana que explicava e demonstrava as diversas maravilhas.

Em essência, os produtos eram os equivalentes nodianos de usinas elétricas, rádios sem fios, câmeras fotográficas e máquinas copiadoras de documentos. Os produtos mais estimulantes de todos eram os gravadores e tocadores de ROM mentais e os incontáveis ROMs mentais educacionais contendo assuntos referentes a numerosas culturas de fora do mundo.

A partir dos assuntos desses ROMs mentais nós, de Wayda, aprendemos sobre a existência e os modos de vida de milhares de culturas alienígenas com as quais a Casa de Comércio de Domphey possuía alguma forma de ligação. Por último mas não menos importante, os nodianos concordaram em ensinar qualquer um (depois de um curso preliminar de estudo com ROM) a pilotar carros aéreos, pois eles tencionavam dar um para cada aldeia. Os nodianos disseram que esses carros aéreos seriam entregues depois, e assim foi. Claro, concordamos em permitir que esses nodianos cultivassem certas terras, sob a condição de que não pusessem em risco ou perturbassem de maneira alguma a vida selvagem animal que vivia naquelas áreas.

Nossa biblioteca de ROMs mentais forneceu-nos orientações de como usar nossas recém-adquiridas usinas elétricas, os rádios e câmeras. Eles também confirmaram a existência de outras culturas humanas em nosso sistema solar local, inclusive o povo de Teen (Terra) e de nossa lua, Oote. Depois da introdução do método rápido de aprendizado com base no ROM mental, Wayda/Vênus nunca mais foi o mesmo. Domphey fornecia ônibus aéreos que nos propiciavam meios para visitar qualquer aldeia de Wayda. Claro, meu pai foi a Ordover para entregar pessoalmente suas queixas há muito alimentadas. Ao chegar, encontrou três construções vazias e um bilhete pregado numa porta dizendo: “Fomos para Ansomore.”

As famílias lavradoras de Domphey vinham de inúmeros mundos e eram muito amistosas a nós de Wayda. Os que vieram dos planetóides (Luas de Saturno) do Radiar Sumer/Saturno nos pareceram muito sábios nos métodos de cultivar coisas. O povo da lua waydiana Oote se parecia com o povo de Wayda, só que de estatura um pouco mais baixa. No princípio, não falavam o idioma do mundo-mãe, mas logo aprenderam.




O Planeta NODIA orbita o sol/estrela por nós conhecida como Polaris, a estrela fixa que marca o polo norte celeste, que fica na Constelação da Ursa Menor.

Os habitantes de Oote chamavam a si mesmos de Whars e nos informaram que haviam adquirido o conhecimento da eletricidade e do rádio sem fios há centenas de anos, e que os nodianos haviam respondido às mensagens de rádio que eles estiveram transmitindo no espaço por mais de sete décadas. Como nós do mundo-mãe não dispúnhamos dessa tecnologia naquela época, logicamente nem fazíamos idéia de que eles estavam fazendo isso.

Sete anos após a chegada dos nodianos a Wayda, não havia praticamente um homem, mulher ou adolescente que não fosse especialista em alguma área altamente técnica. Quanto a mim, sai de casa aos treze anos de idade para freqüentar e morar numa escola técnica na cidade de Dankmis, que crescia rapidamente, situada a cerca de 500 quilômetros de minha aldeia natal. Eu gostava de trabalhar com óptica e trabalhei na produção das lentes eletromagnéticas gigantes que foram usadas de alguma forma nos sistemas de propulsão das espaçonaves nodianas maiores (as imensas naves-mãe). Nós, de Wayda, adorávamos aprender.

Eu tinha toda liberdade para visitar a grande nave-mãe de Domphey que de tempos em tempos entrava em órbita ao redor de Wayda, mas devido à dificuldade de passar minha respiração de oxigênio para a atmosfera rad do interior da espaçonave, abstive-me de fazer tal visita. Visitava minha família pelo menos duas vezes por mês. Minhas irmãs também estudavam longe e meu irmão Juliopo voara para as estrelas numa espaçonave de Domphey. Aguardava-se a sua volta para daí a um pouco mais de um ano waydiano.

Numa de minhas visitas em casa, minha irmã Sacriba demonstrou um aparelho que conservava flores e as fundia em tecido. Logo todos os presentes estavam usando lindos chapéus de sua criação. Pelo meio da tarde, nós da família resolvemos dar um passeio pela aldeia e até a margem do lago. Parávamos de vez em quando para conversar com outras pessoas que encontrávamos. Ao chegar às margens do lago, reunimo-nos a outros grupos que sentavam-se às mesas enquanto seus filhos patinhavam na água. Alguns desses grupos tinham entre si gente de fora do mundo vindas das fazendas nas terras baixas para aproveitar o dia junto ao lago.

Menos de uma hora depois de nossa chegada, o vento começou a soprar com tanta força que virou as mesas e tirou-nos nossos lindos chapéus das cabeças. Nunca havíamos experimentado um vento assim. Todos que estavam no lago pegaram suas crianças e foram em direção à aldeia do modo que puderam. A cena era de confusão, enquanto tentávamos avançar com dificuldade em meio a bandos de pássaros aquáticos que flutuavam a nossos pés, em busca de refúgio dos ventos secos e quentes que acabaram por alcançar velocidades de furacão.

Nós e outros nos abrigamos no primeiro lugar disponível, uma casinha. Fechamos rapidamente as persianas das janelas enquanto objetos transportados pelo forte vento deslocando-se a alta velocidade bateram na construção, fazendo considerável barulho. Quando eu fechava as persianas, testemunhei dois carros aéreos caindo nas águas revoltas do Lago Samm. O vento continuou soprando com grande força durante toda a noite. Pouco falávamos; e a noite insone foi passada pela maioria em prece silenciosa. O vento gradualmente abrandou na manhã seguinte e pelo meio-dia cessou por completo. O mundo foi tomado de um silêncio sobrenatural e as pessoas foram tomadas de apreensão e medo de que os ventos tremendos começassem outra vez.

Quando saímos de nosso abrigo quase destelhado, ficamos horrorizados com a destruição que contemplamos. Entre as ruínas da aldeia estavam os cadáveres de vários de nossos amigos e vizinhos. Nos dias que se seguiram, moviamo-nos lentamente, como em transe. Embora o sepultamento dos mortos sempre tivesse sido nossa prática no passado, colocamos de lado o costume e cremamos os corpos dos que haviam perecido na noite fatal. Do convés de todos os barcos pesqueiros que ainda flutuavam, espalhamos suas cinzas nas águas do lago Samm e oramos para que suas almas encontrassem paz.




Interior de uma Nave Mãe da Federação, que esta em órbita da Terra (vista ao fundo à esquerda) em outro nível de consciência, invisível para a nossa realidade.

Transmissões de rádio logo nos informaram que outras áreas de Wayda também estavam passando por ventos muito intensos, semelhantes aos que tínhamos experimentado. Fomos orientados a nos defender como pudéssemos até que socorro pudesse nos alcançar. Nos dias que se seguiram, experimentamos uma série de tremores de terra fracos que em alguns casos derrubaram a maioria das construções deixadas estruturalmente precárias pelo grande vendaval.

Finalmente ficamos sabendo que nossa capital Ansomore estava completamente destruída. Esse mesmo comunicado radiofônico nos informou que as terríveis calamidades que experimentáramos eram conseqüência da explosão do planeta MALDEK. Nossa família ficou ainda mais triste ao saber do destino de Ansomore, pois minha irmã Loctensa freqüentava a escola nessa cidade. Nunca mais vimos Loctensa naquela vida. Abortos e nascimentos prematuros entre as formas de vida humana e animal tornaram-se comuns. No ano seguinte, a Casa de Comércio de Domphey estabeleceu várias bases em Wayda. Depois de serem estabelecidas, essas bases foram transferidas a outra organização de fora do mundo recentemente criada que ficou conhecida como FEDERAÇÃO.

Chegou-nos a nós, de Wayda, a princípio na forma de boatos e depois oficialmente confirmados, que nosso mundo achava-se em grande perigo e que a FEDERAÇÃO estava fazendo planos de evacuar toda a população do planeta Wayda/Vênus para o mundo que chamávamos Teen (a Terra). Foi realizado um recenseamento entre os que poderiam responder e descobriu-se que mais de 600 mil pessoas de Wayda e muita vida animal haviam morrido como resultado direto da destruição de MALDEK. Afinal chegou o dia em que nossa família foi levada num vôo de nossa aldeia até uma das bases da FEDERAÇÃO. Ela foi embarcada numa espaçonave superlotada que chegou à Terra onze horas depois.

Continua …

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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ES: LLAMA VIOLETA 

Novembro 26, 2015

chamavioleta

TROME de SATURNO  (Titã/Omuray) 

 Histórias de Maldek 

e o Sistema Solar, 

Parte IV.

Posted by Thoth3126 on 11/01/2015



Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES, Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 37 a 69.

“A história do planeta MALDEK e do sistema Solar: Promessas quebradas, sonhos desfeitos, corações partidos, mundos despedaçados, espíritos vergados. E agora somos nós que devemos recuperar tudo isso”.

Eu Sou Molacar de VITRON.”

Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@gmail.com.

SUMÉRIA (Mesopotâmia, atual Iraque): Meu nome era Bello, e nasci em aproximadamente 10.000 a.C. numa família de mercadores e agiotas ricos. Simplesmente, meu pai Serakus e seu irmão Shavmenus eram agiotas. O nome de minha mãe era Qutata. Morávamos numa propriedade ao norte da capital do reino da Suméria, que era denominada Bangur. Era nessa cidade que meu pai e seu irmão mantinham seu negócio. Durante mais de 500 anos antes de meu nascimento, os sacerdotes da Suméria interagiam com os deuses oferecendo-lhes sacrifícios, tanto de vivos como de mortos. Suméria foi o nome dado pelos próprios deuses ao reino.



Fui educado juntamente com um irmão mais velho por professores particulares. Minha mãe morreu no parto em que deu uma filha a meu pai. Em seu pesar, ele deu a criança aos sacerdotes para ser sacrificada aos deuses de maneira que eles tratassem bem da alma de minha mãe. Minha irmã escapou da morte ao ser adotada e criada por uma sacerdotisa do deus com cabeça de bode conhecido como Sitshay. Posteriormente, minha irmã casou-se com um homem que se tornou rei da Suméria e, durante mais de 112 anos governou sozinha a terra, enquanto ele vivia, naquele período, com os deuses.

Quando eu tinha por volta de 19 anos, meu pai recebeu como pagamento de um empréstimo uma grande vinha. As videiras mal produziam frutos porque o sal, que se infiltrara até a camada superior do solo, tinha saturado a terra. Pedi a meu pai para me dar a vinha e ele deu. Eu tinha a idéia irresistível de que realmente conseguiria restaurar a produção abundante do vinhedo. Comecei com um pequeno grupo de escravos e mandei que limpassem (sem custos) os estábulos dos cavalos dos ricos e recolhessem esterco nas ruas de Bangur. A partir do esterco, produzi um fertilizante composto que usei posteriormente.

Mandei então cavar valas de cerca de 90 centímetros de profundidade entre as vinhas. Tive muito cuidado para não danificar as raízes, O conteúdo das valas foi removido do local e substituído por uma combinação de solo arável e do fertilizante que eu criara com antecedência, O solo rico foi trazido por carroças puxadas por cavalos de uma distância de mais de 30 quilômetros. Preciso dizer que já na próxima colheita as uvas estavam bem grandes e doces? Os vinhos das vinhas de Bello tornaram-se os mais desejados, e meus baús de dinheiro transbordavam.

Pediram-me que doasse dinheiro ao templo, o que fiz, ganhando com esse gesto uma cadeira na câmara interna do templo. Depois de várias visitas aos sacerdotes, fui aceito numa sociedade secreta. Eles informavam aos membros da sociedade os propósitos dos deuses celestiais ao interagir com eles. Fiquei muito entusiasmado com o que aprendi e compareci a todas as reuniões da sociedade. Certa noite, acompanhados pelo sumo-sacerdote de Rail, deus das tempestades, membros da sociedade se reuniriam no gramado da propriedade de meu pai.

Acima de nós giravam quatro esferas flamejantes que, ao se aproximarem por cima das nossas cabeças, assumiram a forma de ovos prateados que refletiam a luz de uma Lua cheia. Depois de pairar por mais de 15 minutos, essas “carruagens dos deuses” rapidamente voaram para fora do alcance da vista. Descobrimos que os sacerdotes de Rail acreditavam na existência desse deus das tempestades tanto quanto acreditavam que poderiam saltar alto o suficiente e tocar na Lua. Esse truque foi perpetrado em crentes ignorantes pelos chamados sacerdotes de Rail apenas para conseguir seu apoio material para as verdadeiras atividades ocultas.


Antigos templos na Mesopotâmia (Iraque) dedicados ao “deuses celestiais”, chamados de Zigurates.

Havia templos dedicados a deuses de tudo o que se possa imaginar. Esses edifícios estavam, em sua maioria, agrupados no que se chamava o conjunto dos templos; apenas o Templo de Rail possuía uma câmara superior que continha uma grande cama. Num pedestal próximo pousava um par de mãos em forma de concha fundidas em ouro sólido.

As mãos vazias eram continuamente banhadas pela água de uma fonte. Os sacerdotes nos disseram que esses objetos eram simplesmente simbólicos e serviam para lembrá-los de que, no passado remotíssimo, os deuses vieram à Terra para ter relações com as filhas dos homens. A cama fora fornecida caso algum dia os deuses desejassem retomar essa prática.

Certa noite, nossa sociedade foi visitada por Cyrus-Orbey, à época rei da Suméria. Nós, obviamente, caímos de joelhos e curvamos nossas cabeças na presença de sua majestade. O rei sabia por que fora solicitado a vir ao templo de Rail, mas nós, da sociedade, não sabíamos. Seguimos o rei e vários sacerdotes a uma câmara situada abaixo do templo.

Era um lugar no qual eu nunca estivera. Nessa câmara havia uma caixa de pedra grande o bastante para comportar um homem. Sem dizer palavra, o rei sentou-se em um sofá de pelúcia enquanto os sacerdotes punham um líquido azul numa taça de vinho que o rei segurava na mão. Pelo aroma, reconheci que viera de minha vinícola e senti-me orgulhoso.



Depois de beber o conteúdo da taça, o rei reclinou-se no sofá. Logo caiu em sono profundo, parecendo morto. Seu corpo foi colocado na caixa de pedra, que foi então coberta por uma tampa de pedra. Na tampa havia gravados sete círculos agrupados de maneira a formar um triângulo. A caixa foi então amarrada com cordas confeccionadas com os cabelos trançados dos sacerdotes e sacerdotisas do templo que haviam morrido a serviço do templo. Antes de irmos embora, foi removida uma pedra do chão, mostrando um lance de degraus que terminavam na escuridão. A porta da câmara foi fechada e selada. Pediram a cada um de nós que imprimisse nossas marcas individuais na argila macia, que endureceria, transformando-se no selo.

Dezoito dias depois, o selo foi quebrado e as cordas de cabelos que envolviam a caixa de pedra desamarradas. Quando a tampa foi retirada, descobrimos que o corpo do rei desaparecera. Nos 284 anos que vivi naquela época, testemunhei muitas aberturas da caixa de pedra, apenas para encontrá-la esvaziada de seu recente conteúdo real. Também testemunhei o retorno de vários desses reis.

Em geral, certo dia apareciam na câmara subterrânea ou entravam na cidade vindos de algum ponto remoto no campo. Pareciam saber tudo que ocorrera no reino da Suméria enquanto estavam longe vivendo com os deuses, mas não conseguiam se lembrar do que haviam feito em sua ausência.

Posteriormente, descobri que alguns desses reis passaram centenas de anos com os deuses antes de voltarem à Terra. Nunca retornavam à Terra seguindo a ordem em que haviam ido embora. O rei Cyrus-Orbey retornou durante minha vida. Um dia, entrou na cidade de Bangur, conduzindo um grande urso branco de olhos azuis. Com o tempo, o número de reis que voltavam tornou-se bem grande. Muitos tinham ido viver com os deuses centenas de anos antes de eu nascer naquela vida.

Esses grupos de reis, por motivos particulares, chamavam a si mesmos de Babs. Depois do declínio da civilização sumeriana, cerca de dois mil anos após minha morte,os descendentes desse grupo de reis fundaram o Império Babilônico e uma vez mais retomaram os contatos secretos com os deuses celestiais.


A visão de Ezequiel, teria sido um contato com os “deuses” celestiais ?

Não só os reis eram colocados (enquanto estavam em estado de estupor) na caixa de pedra; às vezes animais jovens que jamais tinham cruzado eram trancados nela. Em várias ocasiões, a caixa era preenchida com água e diferentes tipos de peixes vivos (ou suas ovas) eram acrescentados à água e, desse modo, esses animais eram enviados a pastagens verdejantes e oceanos azuis situados em alguma parte dos céus.

As terras aráveis da Suméria tornaram-se estéreis devido, principalmente, à infiltração de sal na camada superior do solo. A má nutrição levou a pestes. O reino estava constantemente em guerra para invadir as terras vizinhas que pudessem fornecer alimentos a seu povo. Os deuses recomendavam que o reino, juntamente com todo o povo, migrasse para uma terra distante ao sul, um lugar atualmente chamado Quênia (em cuja país, na cidade de Mombaça, nasceu Barack Hussein Obama). A população em geral estava confusa quanto a qual (ou quais) dos vários deuses loucos que ela venerava estava lhe ordenando que abandonasse suas posses materiais e viajasse para uma terra estranha.

Era cada vez mais difícil para os sacerdotes de Rail se comunicar mentalmente com os deuses. Ninguém sabia mais que animais os deuses desejavam nem quando colocá-los na caixa de pedra. Os sacerdotes recorreram ao sacrifício de animais e à cremação de seus corpos em altares na esperança de que a fumaça dos sacrifícios alcançasse os deuses e ainda encerrasse a essência do animal que os deuses queriam. Foi uma tentativa vã de manter os deuses felizes.

As uvas de minha vinha tornaram-se pequenas e azedas e eu carecia de ambição para restaurar sua alta qualidade. Finalmente, a Suméria foi arrasada por invasores. A propriedade de meu pai transformou-se no quartel-general de um dos generais invasores. Antes de ele passar a fio de espada os habitantes da casa, tentei salvar nossas vidas contando a ele a história dos deuses celestiais. Ele me concedeu cerca de duas horas de seu tempo e então ofereceu-me um copo do vinho que trouxera de sua terra natal. Não pude deixar de lhe dizer que o gosto era horrível. Isso o enfureceu, então mandou um de seus soldados cortar-me a garganta.

MINHA VIDA ATUAL

Como disse anteriormente, tenho atualmente 2.108 anos terrestres de idade. Vivo com Graforet, a mulher de minha primeira vida em Omuray. Nosso lar se chama Simcarris, o oitavo planeta da estrela que vocês denominam Thurbal, situada na Constelação de Draco (o Dragão). Durante toda esta vida e a que a precedeu, tenho estado envolvido com o projeto da Federação de monitoramento dos efeitos cada vez menores da Barreira de Freqüência sobre as diversas formas de vida do planeta Terra. Minha última vida e a atual não foram memoráveis. Consegui observar os grandes e benéficos efeitos espirituais que a realidade Crística, que ainda se manifesta, teve sobre o povo do planeta Terra.

Também observei muitas das perversidades que aconteceram no planeta, iniciadas e incentivadas pelos que praticam os costumes do lado sombrio da realidade. Uma atividade perversa recente que talvez ainda esteja fresca nas mentes de muitos que lêem estas palavras foi criada e realizada na Alemanha do final da década de 1930 por um grupo que se auto-intitulava nazista. Seu objetivo de preservação de uma raça superior e do extermínio dos que consideravam povos inferiores foi, na verdade, um plano das forças (maldequianos e aliados) sombrias, que eles tentaram reciclar várias vezes de muitas formas erráticas.

Certas pessoas da Terra queriam que vocês acreditassem que o Holocausto não aconteceu realmente. Com pesar, afirmo que ele ocorreu. E possível que a fumaça que se elevou daqueles cujos corpos foram queimados nos fornos nazistas naquela época tenha tido um aroma doce para os seres do lado sombrio, mas somente fortaleceu a determinação da Federação Galáctica de se opor a cada um de seus projetos malignos, onde quer que estejam em andamento no vasto universo.

Se vocês encontrarem alguém que duvide de que gente da Terra mataria hoje outras pessoas devido a suas diferenças raciais ou religiosas, convidem-no a fazer uma visita aos túmulos coletivos que podem ser encontrados na terra denominada Bósnia. Enquanto me comunico com vocês, olho por uma janela a neve caindo. Minha casa fica numa região montanhosa remota com relevo semelhante ao encontrado no país da Terra chamado Suíça.



Há várias horas, aterrissou perto daqui uma nave que me levará com Graforet à nave-mãe da Federação, chamada de Regalus, que atualmente orbita o radiar Sumer (SATURNO).{ n.t. Ver na foto anterior dos anéis do planeta Saturno, imensos objetos em órbita de SATURNO E camuflados em seus anéis, apontados pelas setas brancas} Fotos em infravermelho feitas pelo telescópio Hubble/NASA.

A primeira etapa de nossa viagem durará cerca de dois dias terrestres. Seis dias depois, juntamente com outras pessoas, aterrissaremos num lugar situado na região sudoeste da CHINA. Depois de aterrissar, nos encontraremos com representantes do governo chinês para contar-lhes as apreensões da Federação a respeito das atitudes belicosas tomadas pela CHINA em relação a seus vizinhos. Como já lhes disse, realmente gosto de dizer às pessoas o que elas devem fazer de vez em quando!

A data deste escrito é 25 de março de 1996. Então, se por acaso vocês estiverem no sudoeste da CHINA em 2 de abril de 1996, fiquem de olhos abertos para ver um ovo prateado voando a baixa altitude e acenem para mim. Uma coisa que aprendi nas minhas duas últimas vidas foi: é melhor ser considerado um deus celestial do que adorador de deus celestial.

Permitam-me agradecer-lhes a gentil atenção que dispensaram às minhas palavras. Que os Elohim os abençoem com boa saúde e prosperidade. Eu Sou Trome de Omuray/TITÃ. 




Os 4 artigos de Trome de Saturno: 
  1. http://rayviolet2.blogspot.com/2014/12/historias-de-maldek-trome-de-saturno.html
  2. http://rayviolet2.blogspot.com/2014/12/historias-de-maldek-trome-de-saturno_28.html
  3. http://rayviolet2.blogspot.com/2015/01/historias-de-maldek-trome-de-saturno.html
  4. http://rayviolet2.blogspot.com/2015/01/historias-de-maldek-trome-de-saturno_11.html

Mais informações nos links:
http://thoth3126.com.br/sananda-o-comandante-da-transicao-da-terra/
http://thoth3126.com.br/esta-se-aproximando-a-hora-da-nossa-revelacao/
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Novembro 08, 2015

chamavioleta

TROME de SATURNO  

(Titã / Omuray), 

Histórias de Maldek, da Terra  

e do Sistema Solar, Parte III.

Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@gmail.com

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 37 a 69. 

Publicado anteriormente a  03/01/2015

 




Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas” escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 37 a 69.

“Nós somos o produto de milhões de anos de vidas. O que sabemos daqueles tempos determina quais emoções misturamos com nossos pensamentos e energiza os símbolos de nossos sonhos. Nossas experiências pessoais de vidas passadas fazem com que sejamos diferentes assim como os flocos de neve são diferentes uns dos outros. Devo então dizer isto: como você solicitou as visões de muitos seres, pode contar que ouvirá a mesma melodia quando eles cantarem sua canção, embora as letras de algumas nem sempre rimem com as que são entoadas por outras vozes do coro“. Sou Sangelbo de Temcain.

Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@gmail.com

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 37 a 69.

ENQUANTO ISSO, UMA VEZ MAIS: … Mais tarde, descobri que os seres que vieram para a Terra nos assim chamados ovos prateados não eram realmente deuses, e sim seres dos planetóides Sumer que nunca haviam nascido nem morrido dentro dos limites da Barreira de Freqüência da Terra.

Seu propósito de fecundar certas mulheres da Terra não se baseava em algum desejo lascivo, mas em vez disso, no desejo de introduzir no sangue dos descendentes de Sumer que viviam no planeta Terra formas de ADN sumeriano mais fortes que, segundo esperavam, fortaleceriam seus parentes ligados à Terra contra quaisquer futuros efeitos biológicos nocivos que pudessem ocorrer provenientes da Barreira de Freqüência.


“E Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram” – Gênesis 6:2

Os seres do radiar Sumer não constituíram a única cultura de fora do mundo a tentar fortalecer o ADN de seus parentes terrestres. Centenas de outras culturas DE FORA da terra empregaram métodos similares para fazer o mesmo, inclusive os maldequianos. Os maldequianos imaginaram a criação de uma raça superior que conseguirá subjugar completamente o planeta a partir de dentro e impor-lhe suas regras depois que a Barreira de Freqüência desaparecer (O QUE VAI começar a acontecer a PARTIR DE 2013 com mudanças climáticas acentuadas). Algumas dessas culturas ainda são muito ativas em seus vários programas de fortalecimento de ADN. (n.t. Muitos dos elitistas que trabalham para implantar um governo totalitário na Terra, estilo NWO-Nova Ordem Mundial são ALMAS de maldequianos)



Os seres dos planetoides Sumer também incluem em suas atividades a preservação e fortalecimento do ADN das formas de vidas vegetais e animais da Terra. O antigo conhecimento dessas atividades de preservação animal deu origem à história de Noé e sua Arca. A história foi alterada várias vezes para se adaptar às referências daqueles que conseguiam entender melhor o uso de uma arca para salvar os animais do que o de uma espaçonave que os levava a pastagens em mundos diferentes.

Durante vários milhares de anos, tive um bom número de vidas curtas. Em muitas dessas vidas, fui membro de tribos caçadoras-apanhadoras-coletoras, com freqüência morrendo na infância — e em alguns raros casos, por ter sobrevivido milagrosamente a doenças e outras adversidades ambientais, atingi a madura idade de 20 anos ou mais. Tive vidas nas assim chamadas eras douradas e nas eras das trevas antes de eu nascer, da mesma maneira que o marciano Senhor Sharmarie em uma de suas vidas, no reino das duas Atlans — ou seja, o local que agora se denomina ATLÂNTIDA.

Um Colono de ATLÂNTIDA: Eu era conhecido como Mac-Densel. Meu pai se chamava Varman-Den e minha mãe Rita-Messa. Fui o terceiro de quatro filhos homens. Para situar a estrutura de tempo, o reino, composto das terras de Fe-Atlan e Ro-Atlan, fora fundado aproximadamente 135 anos antes de meu nascimento, e cerca de 120 anos se passariam antes de o Senhor Sharmarie, de Marte, nascer na vida que ele descreveu num texto anterior (29 mil anos antes de Cristo). Desde a idade de quatro anos, ensinaram-me, juntamente com outras crianças, a ler e a escrever numa escola pública.

Quando concluímos esse curso de aprendizado, deram-nos uma lista de assuntos considerados valiosos pelo Estado. Para aprender mais sobre esses assuntos, era necessário visitar as muitas bibliotecas que se espalhavam pela terra. Era por meio desse método que a juventude dos atlanteanos se instruía. Pobres dos que diziam em voz alta: “Não entendi.” A resposta de um pai ou de alguém mais velho, sem dúvida, seria: “Vá para a biblioteca e não volte antes de realmente entender.



Para visitar uma biblioteca, a pessoa devia se banhar e vestir roupas limpas. Grupos de estudo formados de jovens homens e mulheres com os mesmos interesses se reuniam quando e onde pudessem. Essas reuniões eram também um modo de nos sociabilizarmos. Quando o estudante sentia-se confiante a respeito do que sabia e podia pagar a taxa para fazer um exame oficial, ele solicitava ao Estado ser submetido a um exame. Caso passasse no exame (como aconteceu comigo, depois de várias tentativas), tinha a oportunidade de freqüentar aulas ministradas por uma pessoa considerada mestre em uma matéria em particular.

A dificuldade aqui era que tinha-se de pagar uma taxa anual considerável ao mestre. Aulas desse tipo ficavam repletas de pessoas de todos as idades. Quem se formava estava, daí por diante, qualificado a exercer uma profissão específica. A vida amena, tranqüila dos sacerdotes era a mais procurada, seguida por empregos junto ao governo na função de alto funcionário burocrático e, a seguir, oficial do exército ou da marinha. Médicos, cientistas e engenheiros constituíam classes de elite que exigiam anos de caros estudos.

Eu tinha jeito com as palavras e conseguia escrever ditados, mesmo que fossem ditos à velocidade da luz. Então, estudei para ser escriba e historiador. Assombrava meu mestre e outras pessoas com minha capacidade de escrever seus pensamentos antes que conseguissem mesmo emitir uma palavra. Sei agora que estava recebendo telepaticamente seus pensamentos. Para ganhar dinheiro para pagar meus estudos eu trabalhava, como muitos, escavando canais e em outros tipos de projetos de construção patrocinados pelo Estado. Meu pai passou toda a vida como diretor-assistente de uma grande serraria que fornecia madeira para a construção de navios para a marinha de Atlan. Quando conclui meus estudos superiores, os sacerdotes me procuraram (achavam que minha capacidade de ler os pensamentos fosse uma dádiva dos deuses). O governo e os militares também foram atrás de meus serviços. Aceitei um cargo na marinha porque, na verdade, eu gostava de mandar nos outros.

Em meu 240° ano daquela vida, embarquei num grande veleiro que era também propelido por galés acorrentados a seus remos. No convés havia várias centenas a mais de escravos, a maioria dos quais eram considerados criminosos pouco perigosos ou simplesmente tipos Cro-Magnon de humanos que desafortunadamente foram capturados em alguma rede de escravos de Ro-Atlan. O destino de nossa viagem era a terra de Ser, onde devíamos fundar uma colônia e um posto avançado militar. A terra de Ser teve diversos nomes ao longo dos anos, como Mir e Tosh — e atualmente chama-se Egito. O que é hoje o Mar Mediterrâneo tinha naquela época dois terços de seu tamanho atual (era 33% menor). Navegamos por esse mar e chegamos à foz do rio conhecido hoje como rio NILO. Fomos recebidos por um pequeno grupo de nossos soldados que pareciam ter passado por um inferno. Tinham ferimentos leves nos braços e pernas.

A princípio, pensamos que sua condição se devesse a batalhas travadas com os nativos locais. Logo nos contaram que os ferimentos eram provocados por milhares de macacos que, por alguma razão ainda desconhecida, atacavam as pessoas em certas fases da lua. Fomos aos acampamentos da unidade avançada e pusemos os escravos a trabalhar desbastando a folhagem espessa de modo que pudéssemos ampliar o local para a construção de habitações para nós, recém-chegados. A terra de Ser /EGITO era então coberta por uma floresta tropical espessa que se estendia por várias centenas de quilômetros a leste e oeste do grande rio NILO. Parecia estar sempre chovendo.

A ferrugem e o bolor eram também problemas com os quais tínhamos de lutar. O principal oficial da unidade avançada deu-nos informações breves sobre os dois tipos de povos nativos da região. Um tipo era alto e louro e o outro era ainda mais alto, com pele negra. Viviam originalmente separados uns dos outros e sob uma trégua muito débil. Desde a chegada da unidade avançada, guerreiros de ambos os grupos tinham sido vistos investigando juntos, sob um comando único, as fronteiras do campo atlantiano.

Uma das primeiras incumbências que nos deram antes de sairmos de Fe-Atlan foi tentar encontrar inúmeras das pirâmides construídas pelos deuses em alguma época do passado remoto. Certa manhã, nós, juntamente com um grupo de sacerdotes, soldados e centenas de escravos usados para abrir caminho pela floresta, iniciamos nossa busca dessas estruturas sagradas. Depois de vários dias e milhares de picadas de insetos, saímos da floresta e encontramos uma estrada pavimentada de cerca de 23 metros de largura. Ficamos espantados ao nos depararmos com essa construção do passado distante e a utilizamos para prosseguir em nossa missão. Após algumas horas caminhando na estrada, demos com um grupo de guerreiros negros que primeiro bloquearam nosso caminho e a seguir marcharam em fileiras organizadas diante de nós. Dois desses acompanhantes negros despiram as roupas e o equipamento militar e se puseram a correr.



Mais tarde, fomos alertados pelo som de tambores e trombetas. Um grupo grande de pessoas vestindo roupas de todas as cores se aproximava de nós. Numa liteira coberta sentava-se uma mulher belíssima que, ficamos sabendo depois, era a princesa Rytoon. Logo descobrimos por que ela não temia por sua segurança: as florestas dos dois lados da estrada estavam repletas de seus guerreiros. Tentei ler seus pensamentos, mas ela percebeu de imediato que estava sendo mentalmente sondada. Como se houvesse sido treinada para fazê-lo, bloqueou minhas tentativas. Por meio de gestos manuais, ordenaram-nos que seguíssemos o cortejo pela estrada até que chegamos a uma cidade formada por centenas de casebres de barro cobertos de sapé e uma edificação grande construída em excelente alvenaria. As paredes externas dessa edificação estavam cobertas de imagens entalhadas de animais e gente, bem como por imagens de criaturas com características animais e humanas combinadas.

Entramos nessa construção e encontramos sentada num trono uma mulher de proporções gigantescas. Pesava cerca de 300 quilos. A princesa Rytoon mostrou-me à sua mãe, a rainha Soroona. Logo senti meus pensamentos sendo sondados pala rainha. Respondi pensando que viéramos em paz à procura das Grandes Pirâmides. Fiquei um pouco abalado pelo fato de a rainha conseguir se comunicar telepaticamente comigo. Eu acreditava ser a única pessoa da Terra com essa capacidade. A rainha me dirigiu várias perguntas mentais enquanto indicava o teto coberto de estrelas pintadas.

Ela me perguntou: Relt? Maldek? Nodia? Sumer? Respondi que eu era do reino das duas Atlans. Ela replicou: “Não, não; seu espírito veio de Sumer. Conheço o seu tipo.” O nome Sumer causou-me uma emoção fortíssima que fez meu corpo experimentar uma onda de energia quente e agradável. Ela então perguntou se queríamos comprar cadáveres humanos ou animais. Quando eu lhe disse que não desejávamos tal coisa, deu de ombros e disse: “Não faz mal, seu povo que vive acima das nuvens comprará tudo o que tenho.”

A rainha não conseguia se levantar de seu trono, então instruiu a princesa Rytoon a nos levar a um pátio cercado repleto do que parecia ser sucata. Ao tocar alguns desses estranhos objetos, eles acendiam e às vezes produziam sons. O guardador da sucata disse, por meio de sinais, que eu poderia ter um ou mais desses objetos se lhe desse algo em troca. Eu estava atraído por uma pequena esfera de cristal que ficava azul e enfumaçada quando eu fitava seu interior. Sentia-me maravilhosamente bem, mas não tinha idéia do motivo. O guardador aceitou em troca um medalhão de ouro com o retrato de um antigo rei das duas Atlans. Disseram-nos que os estranhos objetos vinham da região onde se situavam as Grandes Pirâmides e do povo do céu que os trocava por cadáveres.

Em outro edifício havia inúmeros cadáveres de pessoas e de animais que tinham passado por vários estágios de mumificação. O corpo, quando estava completamente preparado e embrulhado, era colocado num recipiente metálico que tinha um compartimento nos pés onde eram colocados os órgãos internos do morto. Ficamos com o povo da rainha Sonoora durante várias semanas, nas quais estudamos os estranhos objetos de sua sucata. Devo confessar que nunca descobrimos o que eram ou que utilidade teriam. Em minha vida presente, uso aparelhos semelhantes para preparar comida e observar as atividades vivas de micróbios. Meus pensamentos entediavam a rainha, e ela passava praticamente todo o tempo em comunicação mental fechando negócios de troca de mais cadáveres por sucata com os seres dos mundos distantes do céu que ela chamava de Sumer e Nodia.

Fomos avisados de que o local onde se situavam as Grandes Pirâmides era controlado pelos louros, que não eram dignos de confiança. Além disso, informaram-nos que os louros há pouco tempo tinham feito acordo com o povo do céu para também fornecer-lhes cadáveres. Dizia-se que os louros não esperavam a morte natural e às vezes recorriam à guerra contra povos que viviam mais ao sul, chegando a lançar mão de assassinatos de sua própria espécie para inteirar suas remessas de corpos. O índice de suicídios cresceu entre nossos escravos quando começaram a acreditar que, se seus corpos fossem preservados e enviados ao Paraíso, suas almas estariam livres para seguir e residir entre os deuses.

Com uma escolta considerável de guerreiros da rainha Sonoora, bem como de nossas próprias tropas de soldados, uma vez mais prosseguimos para o sul. Depois de uma marcha de cerca de uma hora e meia, chegamos a uma pequena estrada que nos levou para logo acima dos topos das árvores. Abaixo podíamos ver as águas azuis do rio Nilo e à nossa frente víamos três pirâmides brancas brilhantes (As pirâmides eram todas recobertas com Ônix branco). Passamos por sentinelas louros que fizeram gestos obscenos para os membros de nossa escolta, e até se dirigiram de maneira amistosa a várias pessoas do grupo, chamando-as pelo nome. Ouviram-se risadas vindas das sentinelas louras bem como de seus visitantes negros. O platô sobre o qual ficavam as pirâmides estava completamente coberto de tendas multicoloridas. Entre as patas da Grande Esfinge havia uma plataforma onde estavam sentados vários homens. Enquanto esses homens sentavam-se no seco sob um pálio, estávamos de pé diante deles numa chuva torrencial.

O chefe das pessoas sobre a plataforma, o rei de todos os louros, era um homem de nome Braymark. Um dos membros de nossa escolta nos disse que Braymark, que parecia ter cerca de 35 anos, tinha, na verdade, mais de mil anos e era filho de um deus. Com sua força mental, Braymark fez com que todos caíssemos de joelhos diante dele, colocando nossos rostos na lama. Depois de cerca de cinco minutos, ele esgotara toda sua reserva de energia demonstrando seus poderes de deus. Quando mentalmente sondei seu pensamento, ele ficou alarmado com o fato de eu conseguir fazê-lo e por um momento ficou muito assustado.

Rapidamente recobrou a calma e proclamou a todos que estavam a seu redor que eu era um deus irmão. Fui convidado a reunir-me a ele e seus conselheiros na plataforma. Braymark mais tarde confessou que não tinha mil anos de idade, e sim, na verdade, quase 800. Ele era obcecado por sexo e afirmava que foi por meio do ato sexual que conseguira seus poderes divinos. Disse que eu poderia escolher qualquer uma das mulheres de seu harém, e como era jovem, fiquei muito tentado, e muitas vezes aceitei sua oferta. Descobri que Braymark de fato estava certo sobre o ato sexual ser uma das várias maneiras de adquirir energia que permitia a certos homens ou mulheres fazer coisas com suas mentes que, de outra forma, poderiam ser feitas apenas pelos deuses.

Naquela época, Braymark estava num dilema. O povo de seu pai, que chamava a si mesmos de maldequianos, competia pelos corpos dos mortos com outro grupo de deuses que voavam em veículos negros em forma de disco marcados com um triângulo prateado. Este último grupo ofereceu a Braymark tesouros, ao passo que o povo de seu pai contava com os corpos sem pagamento. Braymark disse que os maldequianos detestavam os seres que voavam nos discos negros por diversas razões — uma delas era que em alguma época do passado eles haviam roubado a pedra de topo (uma pirâmide em miniatura da Grande Pirâmide, feita de cristal Astrartone, a substância MAIS DURA do Universo Material, e que agia como um amplificador quando posta no topo da Pirâmide). da Grande Pirâmide.


A grande Pirâmide de GIZÉ seria uma usina de Força unificada com as duas polaridades cósmicas, masculina e feminina, solar e lunar.

Certa noite, reuni-me a Braymark e a um grupo de seus seguidores quando eles secretamente tiravam vários carregamentos de corpos do platô e os levavam para a margem do rio, onde colocaram os recipientes em balsas. De dentro da água surgiu uma nave negra em forma de disco que, por meio de cordas, puxou as balsas para o local onde o veículo parecia flutuar. Por meio de cordas amarradas no outro extremo das balsas, Braymark as puxou de volta para a praia juntamente com caixas e mais caixas cheias de pedras preciosas e várias caixas de doces. Enquanto retornávamos ao topo do platô, Braymark ofereceu-me um pedaço de um doce deliciosíssimo, comentando: “O que o povo de meu pai não souber, não irá magoá-lo, não é?”

Cerca de dois dias depois, mais ou menos ao meio-dia, Braymark e seus conselheiros sentaram-se na plataforma entre as patas da Grande Esfinge. Felizmente, eu ainda não me reunira a eles. Estava a caminho quando vi no céu um clarão de sol refletindo o revestimento prateado de uma espaçonave triangular. A nave desceu bem baixo e pairou sobre a plataforma. Então, enquanto Braymark e seus conselheiros acenavam amigavelmente, outro clarão na forma de uma linha de luz cor de laranja brilhante saiu de dentro do veículo, e a plataforma e seus ocupantes foram instantaneamente reduzidos a uma pilha de cinzas fumegantes. A seguir, a nave circulou o platô, atirando pedaços de metal. Em um dos pedaços havia um triângulo prateado.

Meu grupo rapidamente saiu da área das pirâmides e retornou ao nosso acampamento perto da foz do rio. Enviei um relatório ao rei das duas Atlans contando o que aprendera sobre a terra de Ser e o que vira acontecer naquele dia horrível à sombra das Grandes Pirâmides. Com a chegada do navio seguinte, recebi ordens de voltar à minha terra natal. Fui elevado à classe de nobre e passei a servir o rei na função de embaixador mental junto aos extraterrestres.

Por intermédio de minhas comunicações mentais com os extraterrestres, fiquei sabendo da destruição de Maldek e de todos os problemas que acabaram por ocorrer com os planetas e radiares do sistema solar. Disseram-me que minha essência psíquica era nativa do planetoide Omuray (Lua Titã de Saturno), que faz parte do sistema radiar Sumer (Saturno). Nessa época, consegui telepaticamente um acordo entre a Federação e o rei das duas Atlans. Esse acordo permitiu que a Federação, sem conflitos, colhesse ocasionalmente espécimes de formas de vida animal e vegetal nos limites do reino.

Certa noite de verão, quando tinha 83 anos, sentado na varanda de minha casa com minha mulher de 49 anos, Milly-Anet e meu filho único, Mont-Bester, de 22 anos de idade, a pedido deles comecei a contar, como já fizera muitas vezes, as histórias de minha juventude na terra de Ser. (A história melhorava a cada vez que eu a contava.) Quando cheguei na parte em que troquei o medalhão pela pequena esfera de cristal, tive desejo de segurá-la mais uma vez nas mãos. Mandei Mont-Bester entrar na casa e pegar a esfera e a segurei até terminar minha história. Sentia-me cansado e pedi que me deixassem sozinho um pouco. Fiquei algum tempo fitando o interior da névoa azul que preenchia a esfera. Então, de repente, a névoa começou a clarear e, ao mesmo tempo, a imagem de uma bela jovem começou a se formar dentro dela. Enquanto eu olhava para esse ser radiante na esfera, ouvi uma voz suave dizer: “É hora, Trome de Sumer, é hora.” Adormeci e minha alma saiu outra vez para nadar no rio do tempo.

POR QUE ELES FIZERAM AQUILO? Era e ainda é difícil tirar seres vivos de dentro da Barreira de Freqüência. Os seres humanos que são de repente apresentados ao estado mental aberto ilimitado, em geral, ficam totalmente loucos. Quanto mais se volta no tempo, mais pode-se contar com que isso aconteça. A Barreira de Freqüência atualmente está fraca o bastante para permitir que certas pessoas, tanto do estado mental fechado como do aberto, entrem e saiam da Barreira após breve período de intensa preparação (condicionamento biológico). Como os seres humanos vivos ficavam loucos e normalmente morriam em conseqüência de atividade cerebral bioelétrica incontrolável (semelhante à epilepsia), era impraticável levar pessoas vivas da Barreira de Freqüência ao estado aberto, onde elas, com certeza, teriam uma morte cruel e dolorosa.



Na época de vida que acabei de descrever, os que viviam no estado aberto haviam desenvolvido métodos que tornaram viável fazer a autópsia de cadáveres de um terrestre e estudar os efeitos biológicos da Barreira de Freqüência durante a vida da pessoa. Esses estudos eram conduzidos tanto para prever o índice de diminuição da Barreira de Freqüênciacomo para determinar que padrões de ADN eram mais adequados para tolerar seus efeitos no futuro. Também fazia parte do programa um híbrido humano feito por meio da engenharia genética que fosse capaz de tolerar os efeitos da Barreira de Freqüência. Os motivos de se criar tal híbrido são em número tão grande que não é possível descrevê-los.

Seria possível perguntar: “Por que os maldequianos e seus aliados do espaço aberto simplesmente não pegavam seres humanos vivos da Terra? Afinal, eles não se preocupariam com o fato de que os abduzidos morreriam.” A razão pela qual não fizeram isso foi porque eram necessárias inúmeras espécimes e eles próprios não poderiam funcionar fisicamente na Barreira de Freqüência sem sofrer efeitos prejudiciais. Essa situação tornava necessário que os dois grupos contrários contassem com a ajuda de agentes vivendo na Terra (em número adequado ao grau então predominante da Barreira de Freqüência) para agir em seu nome e colher espécimes para eles.

Posteriormente, foram desenvolvidos métodos de tirar coisas vivas da Barreira de Freqüência em estado de animação suspensa, estudá-las, modificá-las biologicamente e depois devolvê-las à Terra. Esse método foi primeiramente empregado em torno de 12.000 a.C. num lugar agora denominado Suméria (atual Iraque).

Continua … 



Os 4 artigos de Trome de Saturno: 
  1. http://rayviolet2.blogspot.com/2014/12/historias-de-maldek-trome-de-saturno.html
  2. http://rayviolet2.blogspot.com/2014/12/historias-de-maldek-trome-de-saturno_28.html
  3. http://rayviolet2.blogspot.com/2015/01/historias-de-maldek-trome-de-saturno.html
  4. http://rayviolet2.blogspot.com/2015/01/historias-de-maldek-trome-de-saturno_11.html

“E não sejais cúmplices com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe. Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta”. Efésios 5:11-13

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Posted by Thoth3126 on 03/01/2015


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Novembro 03, 2015

chamavioleta

TROME de SATURNO 

 (Titã / Omuray) 

 Histórias de Maldek, 

da Terra  e do Sistema Solar, 

Parte II.

 Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@gmail.com.

Tradução do Livro “THROUGH ALIEN EYES–Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 37 a 69

Publicado anteriormente a28/12/2014




Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES–Através de Olhos Alienígenas” escrito por Wesley H. Bateman, telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 37 a 69.

“Os Mundos são como grãos de areia na ampulheta que mede o tempo cósmico, e a terra vai ser a última a se estabelecer nesse relógio de areia cósmica antes que ele seja reiniciado novamente pelo criador de tudo o que é. Então os nossos espíritos vão novamente ser vivificados e brilharão com as maravilhas do propósito divino que nós nunca soubemos haver existido.” Eu Sou Ther-Mochater do planeta Parcra



Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@gmail.com.

Tradução do Livro “THROUGH ALIEN EYES–Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 37 a 69.

Segue a narrativa de Trome: Quase 600 sumerianos e 65 de meus parentes consangüíneos (inclusive Graforet) passaram pelo processo indispensável que os transformou de seres que respiram nitrogênio em seres que respiram a atmosfera saturada de oxigênio da Terra. Deixei de respirar ar rad, que estivera respirando na Commiva, e passei a respirar oxigênio. Depois desse tipo de conversão, foi necessário ser vacinado para prevenir as doenças da Terra, bem como aquelas introduzidas por imigrantes de outros mundos.

Quando isso foi concluído, saímos de Omuray em uma espaçonave da Federação que possuía atmosfera interior de ar da Terra. Chegamos à Terra no momento exato em que o Sol se erguia no horizonte.


Nossa tarefa era estabelecer um posto para o recebimento dos que chegassem a partir daquele momento dos planetóides Sumer. Ficava na região que hoje vocês chamam de Iraque. Uma descrição das providências que tínhamos de tomar para receber e sustentar 3,8 milhões de pessoas, mesmo com a ajuda da Federação, ultrapassaria o número de páginas que vocês reservaram a este texto. Basicamente, a produção e a conservação de alimentos constituíam uma prioridade, pois as bactérias da Terra faziam com que se estragassem com facilidade. Abrigos e vestimentas também eram importantes, porque, pela primeira vez em suas vidas, os habitantes dos planetoides Sumer estavam expostos às mudanças de estações. As temperaturas de inverno na Terra eram quase intoleráveis, e muitos morreram devido a elas.

Muitos dos vivos buscaram o calor das piras fúnebres dos mortos. A maioria das pessoas que possuíam treinamento médico foram mantidas nos planetóides. Descobrimos que a razão disso eram as chuvas freqüentes de grandes quantidades de meteoros maldequianos sobre os mundos, provocando grande número de mortes e ferimentos. Primeiro, apenas os saudáveis vieram para a Terra, então, os que conseguiam andar vieram cambaleando juntamente com o pessoal médico, e por fim aqueles que, embora gravemente feridos, conseguiram tolerar o processo de conversão para oxigênio. Com esse último grupo veio o pessoal médico que sobrevivera aos bombardeios de meteoros.

Uma coisa boa era que as sete espaçonaves que nos foram originalmente cedidas pela Federação forneciam mais do que o suficiente de energia elétrica. O uso dessa energia ajudou muitíssimo a maioria de nós a sobreviver, mas também causou inveja em algumas das pessoas vindas de outros mundos que não dispunham de fontes de energia elétrica. Partilhamos essa energia com nossos vizinhos até que capacidade de fornecimento das sete espaçonaves se esgotou. Essa política de boa vizinhança protegeu nossas fronteiras de invasores por vários anos. Tasper-Kane deslocou seu grupo de planejadores para a Terra e me reuni a ele. Enquanto meu povo lutava para se adaptar e sobreviver na Terra, nós, do grupo, viajávamos pela superfície da Terra e visitávamos os líderes dos povos que foram, em certa época, nativos dos planetas Vênus e Marte, bem como aqueles vindos dos planetoides dos radiares Relt (Júpiter) e Trake (Netuno). Havia milhões dessas culturas transplantadas que sofriam os mesmos problemas de adaptação e sobrevivência — e, em alguns casos, lutavam contra mais problemas do que nós, do sistema Sumer.

O propósito desses contatos era instituir uma cooperativa para o benefício mútuo de todas as culturas. Os recursos da Federação estavam sobrecarregados no limite. Era cada vez mais difícil para seus membros fornecer transporte e provisões variadas para milhões de pessoas à medida que as diversas populações cresciam em virtude de nascimentos e da chegada de cada vez mais gente proveniente de seus mundos particulares. A maioria dos nativos da Terra (mas nem todos) se ressentia de nossa interferência e escolhia seguir as imposições contraprodutivas de seus mestres maldequianos. Muitos maldequianos haviam sobrevivido à destruição de seu planeta, pois se encontravam na Terra ou em outro lugar quando se deu o calamitoso acontecimento. Os maldequianos não demonstravam pesar visível pelo fato de terem destruído seu próprio planeta, ou pelo fato de serem responsáveis pelos sofrimentos e tristezas de tanta gente.

Chegaram ao ponto de exigir tributo material daqueles de nós que éramos forçados a viver em seu meio. Acabaram por extorquir de nós várias formas de pagamento, ameaçando-nos e usando a força militar. Quando invadiram fisicamente nossa terra adotiva, a Federação foi forçada a remover as sete espaçonaves produtoras de energia elétrica para impedir que elas caíssem em mãos maldequianas. O que deveria ser uma medida temporária acabou tornando-se uma situação permanente. Muitas de nossas ferramentas tornaram-se inúteis, então recorremos a métodos mais primitivos. Algo que realmente aprendemos a fazer foi lutar. Aceitamos prontamente a tutela de nossos amigos marcianos na arte da guerra. Os maldequianos não desejavam nos destruir, queriam, sim, subjugar-nos. Um escravo morto era-lhes inútil.

Tasper-Kane e seu primeiro assistente Abdonell sugeriram que tomássemos entre nós os que originalmente haviam vindo do planeta Vênus (Wayda). Essas pobres almas realmente não sabiam como lidar com o ambiente da Terra e os beligerantes maldequianos. Quando esse arranjo foi feito, o 1,1 milhão original de venusianos que haviam vindo para a Terra reduzira-se a cerca de 390 mil. No 28° ano terrestre depois do desaparecimento do planeta Maldek, povos de todas as raças passaram a se queixar que as coisas não tinham o sabor e o cheiro de antes. As abelhas de Graforet não se reproduziam e suas colméias ficaram desertas. Outros tipos de animais desenvolveram comportamentos muitos estranhos. Os ânimos se exaltavam, principalmente na fase de lua cheia e de lua nova.

Esses acontecimentos incitaram a Federação a tomar medidas preventivas e começar a reunir plantas e animais terrestres para colocá-los em outros lugares e a buscar no universo portos seguros para os quais eles poderiam deslocar as populações humanas do atual mundo que as abrigava. Os marcianos foram os primeiros, juntamente com inúmeros dos Filhos nativos da Terra, a ir embora da Terra rumo a um novo lar planetário que orbitava uma das sete estrelas que vocês chamam de Plêiades. Era chamada naquela época, como agora, Estrela/Sol Carrdovan (nós a chamamos de Electra, nas Plêiades), e o mundo era Mollora.

Ajudei na catalogação e reunião da flora e da fauna da Terra, como já fizera com os tipos semelhantes de formas de vida dos planetoides Sumer, só que dessa vez não os acompanhei a seu destino final. Eu não queria ficar nem um minuto longe de meu povo e de minha família. Também desejava permanecer na Terra e fazer o que pudesse para prepará-los e aos venusianos para outro deslocamento a algum local indeterminado aonde esperávamos e rezávamos para poder viver em paz. Os poderes dos Babs estavam perdidos e eles eram incapazes de nos orientar como faziam no passado. Derramamento de sangue e escravidão (tanto físicos como psíquicos) predominavam na Terra.


O nosso sistema solar orbita o Sol Central das Pleiâdes, Alcyone (estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, foi apenas o FINAL de um Baktun (o 13º) do Calendário MAIA e que também marcou o final de um desses anos solares. Em astronomia também é conhecida como o Aglomerado estelar aberto M-45, as Sete Irmãs, a Constelação das Plêiades, com os sóis/estrelas principais de Alcyone, Maia, Electra, Taygeta, Atlas, Pleyone, Celaeno, Asterope e Merope. Alcyone é a estrela central, a maior e mais brilhante do grupo, e que é o Sol Central de nosso próprio sistema solar.

Cerca de trinta anos haviam se passado desde que minha família e eu deixáramos nosso mundo natal, e eu estava agora com 89 anos terrestres. Alguns anos antes, um grande número de marcianos e um número comparativamente menor de venusianos e os habitantes de Sumer haviam saído da Terra para serem colocados em outro lugar. A maioria dos mundos aos quais os sumerianos tinham ido aceitavam apenas um pequeno número de pessoas. Portanto, muitas pessoas de Marte, Vênus e Sumer não puderam sair da Terra no decorrer daquela vida. Os maldequianos agora dispunham de aeronaves com as quais podiam impor suas ordens sobre as pessoas de outros mundos. Todos acabaram por aceitar o fato de que os maldequianos tinham o controle total — até a Federação.

A Federação continuou procurando locais biologicamente adequados para onde poderia nos transportar e, às escondidas, nos fornecia produtos pelas costas de nossos governantes maldequianos. Continuou fazendo isso até a época das Grandes Catástrofes começarem no planeta Terra/Sarus. O início desses acontecimentos terríveis foi descrito pelo marciano Senhor Sharmarie quando narrou sua primeira vida. Não posso melhorar sua descrição, posso apenas acrescentar que, no terceiro dia depois do início das chuvas torrenciais, eu e minha mulher Graforet, encolhidos em nossa casa de tijolos de barro, morremos quando ela desmoronou em cima de nós.

ENQUANTO ISSO: As calamidades geológicas que se iniciaram na Terra depois de minha primeira vida continuaram intermitentemente em graus variados de intensidade durante cerca de 1.750 anos. E, embora esses acontecimentos desastrosos não cessassem por completo, eles realmente se nivelaram a ponto de os terremotos ocorrerem com menos freqüência e raramente excederem a magnitude de 6,2° em sua escala Richter de medida. A vida humana, animal e vegetal sobrevivente experimentara um desenvolvimento drástico. Os seres humanos foram reduzidos a alturas que ficavam entre 26,4 cm e 1,39 m. Seus corpos eram cobertos por pelos. Sua capacidade de pensar e raciocinar era muito prejudicada pelos efeitos intensos da Barreira de Freqüência então predominante. Os seres humanos daquela época sobreviviam mais ou menos por meio de instintos semelhantes aos que são atribuídos hoje aos animais selvagens. A duração média de vida era de aproximadamente dezenove anos. Essa época da história é denominada, pelos seres do estado aberto, o “primeiro platô de equilíbrio geológico.”

Como a Barreira de Freqüência é mentalmente prejudicial a todos os tipos de seres humanos, a Federação e todos os que conseguiam viajar pelo espaço passavam ao largo do planeta Terra e também do sistema solar local. Nesse meio tempo, a Federação se expandiu para vários outros sistemas solares, alguns dos quais se localizavam em outras galáxias. Com o correr do tempo, os problemas e considerações seculares da Federação, relacionados com as diversas culturas humanas do universo, tornaram-se secundários em relação ao que se consideravam questões espirituais muito importantes.

Por muitas razões, essas novas prioridades levaram o planeta Terra de volta à cena. Foi desenvolvida uma nova tecnologia que permitiu às espaçonaves da Federação e suas tripulações operar por períodos curtos de tempo dentro do campo de influência da Barreira de Freqüência. Estudos preliminares da situação geológica da Terra indicaram que em alguma época desconhecida, o planeta se curaria de sua doença da Barreira de Freqüência, e que algum dia chegaria a hora em que ela e seus efeitos mentais danosos deixariam de existir por completo.

Desde pouco depois do início do primeiro platô de equilíbrio geológico até hoje, a Federação vem monitorando o progresso da Barreira de Freqüência e as mudanças biológicas nas diversas formas de vida do planeta. Minha última vida na Terra foi há mais de oito mil anos. Desde então, vivi duas vidas dentro do ilimitado estado mental aberto (não afetado pela Barreira de Freqüência da Terra).

Eu estava e ainda estou a serviço da Federação, envolvido no estudo dos efeitos da Barreira de Freqüência sobre a vida vegetal e animal, e com a reintrodução final dos tipos da fauna e flora existentes anteriormente à Barreira de Freqüência, que atualmente se encontram de alguma forma preservados nos cofres do armazém biológico da Federação (um colossal banco e depósito genético da vida universal) ou que vivem em inúmeras reservas de caça situadas em vários pontos do universo. As localizações dessa reservas são altamente confidenciais.

Atualmente, tenho 2.108 anos terrestres de idade, mas fisicamente não me dariam mais de 35. Se não fosse pela Barreira de Freqüência, eu poderia andar livremente na rua de uma cidade da Terra (exceto talvez no Oriente) sem atrair nenhuma curiosidade ou atenção. Compreendo que vocês queiram que eu narre os acontecimentos e experiências de pelo menos quatro das vidas que vivi na Terra desde minha primeira vida. Muitas delas foram um tanto semelhantes, em especial as mais recentes. Mesmo assim, as vidas mais recentes devem ajudar a esclarecer certas questões atualmente existentes em relação às antigas civilizações da Suméria e da Babilônia.

OS DACKEYS: Cerca de 632 mil anos depois do início do primeiro platô de equilíbrio geológico, nasci na região montanhosa da terra que é hoje a Turquia. O nome de meu pai era Tasido e o de minha mãe era Masyna. Morávamos em um povoado de casas de pedra com mais cerca de 450 pessoas. Chamávamos a nós mesmos de os dackeys. Disseram-me, quando eu era muito jovem, que eu era bisneto de um deus. Fui também informado que minha bisavó tivera relações com um deus que ela encontrara certo final de tarde, enquanto cuidava do rebanho de cabras de seu pai. Sua narrativa terminava com a descrição de seu amante divino entrando no corpo de um pássaro prateado e voando para o céu. A experiência de minha bisavó era aceita como verdade, pois inúmeras outras jovens de seu tempo e de nosso povoado também reivindicavam a mesma experiência. De fato, houve muitas discussões entre mulheres de todas as idades quanto a de quem era a vez de cuidar dos rebanhos.

Nossa religião e nossas crenças espirituais, desde que nos lembrávamos, eram influenciadas por lendas de encontros com seres vindos do céu. Acreditávamos em reencarnação (vida física na forma humana após a morte) e, que em alguma vida futura ganharíamos, praticando boas ações e amando uns aos outros, o direito de viver entre os deuses em suas moradas celestiais. Até mais ou menos a idade de dez anos, eu nunca vira um deus nem os pássaros prateados nos quais eles voavam para lá e para cá. Naquela época, observei, juntamente com muitas outras pessoas, um objeto prateado em forma de ovo sobrevoar nosso povoado.

Muitos de meus amigos de brincadeiras também reivindicavam descendência divina, e inventávamos jogos imaginários nos quais possuíamos poderes divinos que nos permitiam voar e realizar façanhas milagrosas. Outros garotos usavam sua descendência divina (indicada pelos nossos cabelos e barbas negros, sedosos e ondulados) para inspirar o interesse romântico nas jovens.


Localização da Suméria, depois Babilônia, hoje Iraque

Os campos que circundavam nosso povoado estavam repletos de muitos tipos de vida animal, em especial uma espécie parecida com o atual canguru. Também vagueavam por ali bandos de humanos que chamávamos os zains. Esse povo era muito primitivo e se comunicava por meio de grunhidos e gestos de mão. Não conhecia o fogo e, na verdade, fugia dele, gritando e escondendo os olhos. Lembro-me de certa vez, quando um zain que havia sido muito machucado por um animal predador veio a nosso povoado em busca de ajuda, que demos prontamente.

Enquanto seus ferimentos estavam sendo tratados, uma mulher, obviamente sua companheira, movia-se impaciente nos limites do povoado, lamentando-se tristemente. Incapazes de salvar a vida do zain, deixamos seu corpo a vários quilômetros do povoado. A mulher zain sentou-se ao lado do corpo durante vários dias e então foi-se embora. Naquela noite, o corpo desapareceu.

Sugeriram que os deuses talvez viessem morar entre nós se lhes construíssemos um lugar adequado para viver. Esse pensamento nos inspirou a construir o que pode ter sido o primeiro templo ou igreja construído na Terra depois do início da Barreira de Freqüência. Paredes simples de pedras não serviriam, então foram cortadas pedras em blocos e meticulosamente adornadas. A construção levou cerca de oito anos para ser concluída. Bem no topo da estrutura piramidal ficava uma câmara onde os deuses poderiam, com privacidade, ter relações com qualquer jovem que escolhessem dentre um grupo selecionado de nossas mais belas mulheres. Cada uma das mulheres desse grupo (uma de cada vez) ao pôr-do-sol subiria as escadas até a câmara superior do templo e lá permaneceria até o alvorecer. Por muitos anos, nenhuma delas contou ter se encontrado de que maneira fosse com um deus durante sua vigília noturna.

Certa manhã, uma mulher chamada Darrie desceu as escadas do templo, aninhando nos braços uma bela esfera de cristal. Sem dizer uma palavra, entregou a esfera ao irmão de meu pai, Bellarbus, e então partiu para as montanhas, para nunca mais ser vista. Supusemos que ela fora embora para se reunir fisicamente aos deuses. Meu tio Bellarbus sentava-se nos degraus do templo entre outros homens e mulheres do povoado e fitava o interior da bola de cristal. Ele nos informou que, ao fazer isso, conseguia ouvir e ver os deuses. Ninguém duvidava de que ele tivesse essa capacidade, pois conseguia prever com muitas horas de antecedência quando os “deuses” sobrevoariam o povoado em seus ovos prateados. Ele nos disse que os deuses estavam satisfeitos por termos construído o templo, e nos incentivou a continuar a construção como fora planejado. As escadas do templo eram esvaziadas ao pôr-do-sol para que outra sacerdotisa pudesse subir à câmara superior na esperança de se encontrar com um deus.


Restos de um Zigurate da antiga e bíblica cidade de UR, civilização suméria (local de descida dos “deuses”), na Mesopotâmia, hoje o Iraque.

Descobri depois que meu tio Bellarbus foi, numa vida anterior, um dos Babs que buscavam orientação divina fitando a superfície da esfera reluzente [Saturno/Sumer] que era e ainda é o radiar Sumer.

Nos anos seguintes, todos os habitantes do povoado tiveram a oportunidade, em seu aniversário, de perscrutar o interior da bola de cristal, e alguns narraram uma experiência espiritual ao fazer isso. Todas as minhas tentativas de olhar dentro do cristal em busca de uma visão acabaram por mostrar sua transparência clara se tornando azul e se enfumaçando. Como todos conseguiam enxergar essas mudanças físicas na bola, tornei-me objeto de muitas brincadeiras. A esfera de cristal acabou por ser guardada na câmara superior do templo à noite. Assentava num altar nas mãos em forma de concha finamente esculpidas representando as mãos da mulher Darrie, que trouxera originalmente essa dádiva dos deuses ao povo.

Aos 17 anos casei-me com uma garota chamada Soogee, e seguimos acrescentando duas meninas e um menino à crescente população de dackeys. O índice de natalidade tornou-se bem alto — mesmo nossos rebanhos de vários tipos de animais domesticados apresentavam um crescimento extraordinário. Mas observamos que os bandos de zains se reduziam em tamanho. Certa manhã, tio Bellarbus convocou todo o povo ao templo e informou-nos que os deuses nos instruíram a abandonar nosso povoado muito confortável e nos mudarmos para o sul. Disseram-nos que devíamos fazer isso para nos esquivar de um grande bando de gente assassina que logo nos atacaria vindo do leste. Três dias depois, queimamos nossas casas (mas não o templo) e iniciamos nossa jornada rumo a uma nova terra cuja localização somente os deuses conheciam. Viajávamos com lentidão, pois nossa velocidade era imposta pelas necessidades de água e alimentos de nossos rebanhos — itens que se tornavam cada vez mais difíceis de encontrar a cada passo que dávamos em direção ao sul.

O relevo era acidentado e a terra passava de cobertura esparsa de relva a deserto estéril. Contávamos inteiramente com chuvas ocasionais para nos fornecer a água para nossas necessidades. A chuva tão necessária parecia ocorrer quando os ovos prateados dos deuses pairavam nos céus acima de nosso grupo sedento. Depois de cerca de seis meses de viagem, água e pastagem outra vez se tornaram abundantes e um de nossos grupos avançados retornou e nos disse ter observado, de uma colina elevada, um grupo de edificações a distância. Tio Bellarbus consultou a esfera de cristal e informou que as edificações que estavam adiante eram nosso destino final. Embora estivéssemos exultantes, aproximamo-nos da cidade murada com certa cautela.

Antes de chegarmos a seus portões, encontramos muitos tipos diferentes de pessoas que moravam em tendas, até algumas parecidas com zains. Falavam-nos em uma profusão de idiomas que não compreendíamos. Essas pessoas nos olhavam com curiosidade, mas sem medo. Um grupo de homens altos, vestindo armaduras leves e carregando lanças veio a nosso encontro. Nunca havíamos visto nada parecido com eles e ficamos imaginando porque se vestiam de forma tão desconfortável. Eu estava no meio de um pequeno grupo de nosso bando que fora autorizado a entrar na cidade e escoltado até uma grande casa (palácio) situada no centro da cidade.

Fomos levados à presença do comandante supremo da cidade e das pastagens que a circundavam. O rei Rabbersinus era um homem gentil e sábio. Disse-nos que o nome da cidade era Knoore. Depois de certo tempo, aprendemos a falar o idioma da cidade e fomos convidados a fixar residência, juntamente com nossos grandes rebanhos, na área que quiséssemos fora dos muros da cidade. Contamos ao rei sobre os perigosos invasores vindos do nordeste que poderiam ocupar sua terra.


Ficou apreensivo com essa possível ameaça, mas nos disse que no passado vários grupos hostis haviam tentado sem êxito subjugar Knoore. Era por essa razão que ele tinha a seu serviço um número não muito grande de soldados. Descobrimos, por meio de diversas fontes, que os ancestrais do rei Rabbersinus haviam chegado à região cerca de 200 anos antes de nós, encontrando as ruínas de uma cidade deserta. Posteriormente, reconstruíram a cidade e admitiram a presença de outros povos nômades que, com o passar dos anos surgiram, em busca de refúgio e proteção.

Rabbersinus escutou nossas alegações de que descendíamos dos deuses e nossas histórias de como construíramos um templo e adquiríamos nossa esfera de cristal. Ele vira ovos prateados sobrevoando sua cidade no passado e se pusera a pensar sobre eles. Sabia que tinham origem divina, mas não fazia idéia de que razões teriam para se revelar dessa forma a mortais. Depois que tio Bellarbus profetizou vários acontecimentos futuros que se realizaram, ele e o rei tornaram-se inseparáveis e um novo templo, mais grandioso do que o que construíramos em nossa terra natal, foi iniciado. O mais velho dos sete filhos de Rabbersinus, de nome Kalt-Rapanine, era o líder de um grupo de homens que passavam o tempo estudando os mistérios da vida. Esse grupo deu origem a coisas como a escrita, o papel, as roupas de algodão e a roda.

Eles fundaram escolas que ensinavam medicina e arte. Kalt-Rapanine tinha grande admiração pelas mãos de rocha esculpida de Darrie que ainda seguravam a esfera de cristal, nosso elo com os deuses. Ele reuniu todos os que haviam visto Darrie antes de sua partida e obteve deles sua descrição física. A partir de suas lembranças muito nítidas, Rabbersinus criou uma linda estatua em tamanho natural da senhora, que se tornou o objeto de unidade espiritual para todos os povos do reino de Knoore. Kalt-Rapanine, a exemplo do pai, era um bom homem. Fico feliz em saber que, em uma de suas vidas posteriores, ele atingiu o Pensamento Infinito e que sua alma eterna se reuniu à consciência divina do Criador de Tudo Que É.

Ao Longo de um período de vários anos, a cidade de Knoore espalhou-se para além dos limites de seus muros. Não se pensava em construir muros de proteção, pois os antes temidos invasores do leste nunca mais foram vistos, tampouco deles se ouviu falar novamente. De vez em quando, os deuses sobrevoavam Knoore em seus ovos prateados, e as centenas de tipos de povos do reino os louvavam aos gritos, aos quais os deuses respondiam com movimentos de vaivém e com o piscar de luzes coloridas brilhantes. No novo reino, como em nosso antigo lar, foi dada a cada pessoa a oportunidade, em seu aniversário, de olhar dentro da esfera, e diariamente formavam-se filas em frente ao templo.

Antes do nascer do sol, certa manhã, o rei Rabbersinus e tio Bellarbus convocaram seus respectivos povos a se reunir no templo e nos deram suas bênçãos. O rei deu o cetro de comando a Kalt-Rapanine, que relutou muito em aceitá-Lo. O par de idosos se comportava como crianças agitadas. Beijaram a esfera de cristal diversas vezes e, então, foram sentar-se em meditação silenciosa no canto do templo. Quando os primeiros raios do Sol dançaram na superfície da esfera de cristal, eles se levantaram como num transe e nos deixaram sem dizer palavra. Dos muros da cidade original, observamos os dois andando pelo mercado e então rumo aos limites das construções externas. Num movimento lento de descida, um ovo prateado dos deuses aterrissou na Terra diante deles. Na lateral da nave apareceu uma porta.


Alguns dos “deuses celestiais” estão retornando…

Essa porta emoldurava o corpo de uma bela mulher com os braços abertos num gesto de boas-vindas. Envergava uma bela vestimenta diáfana azul. A meu redor, ouvi inúmeras pessoas do grupo murmurar: “Darrie — é Darrie.”

Pelos nossos rostos corriam lágrimas de alegria enquanto a nave que levava nossos amados rei e sumo sacerdote se elevava no céu e desaparecia na direção do Sol nascente. A partir daquele dia, toda a gente de Knoore esperava e sonhava que algum dia os deuses viriam e a levariam a seu lar celestial que existia em algum lugar acima das nuvens. Nos anos que se seguiram, considerava-se que qualquer pessoa que desaparecesse nos campos sem deixar vestígio possivelmente teria sido levada ao paraíso pelos deuses. Kalt-Rapanine não se interessava pelos deveres tediosos de um rei, preferindo estudar com seus grupos de eruditos. Ele proclamou que entregaria seu título a quem pudesse realmente entrar em contato com os deuses por intermédio da esfera de cristal.

Essa capacidade divina foi logo demonstrada por Marqua, uma adolescente com uma perna ligeiramente defeituosa. Ela narrou a Kalt-Rapanine um procedimento cirúrgico que os deuses haviam lhe contado para restituir sua perna à condição normal. Esse procedimento foi realizado com sucesso sem anestesia enquanto Marqua fitava o interior da esfera de cristal e orientava o trabalho dos médicos. Ela reinou como rainha e suma sacerdotisa por muito tempo e se casou com um bisneto de meu sangue. Vivi até a idade de aproximadamente 204 anos, morrendo tranqüilamente enquanto dormia. Descobri posteriormente que, quase 850 anos depois de minha morte naquela vida, o reino pacífico de Knoore foi arrasado por invasores vindos do leste e mais tarde reduzido a ruínas por terremotos poderosos. A Barreira de Freqüência uma vez mais tornou-se drasticamente prejudicial e a Terra e os que viviam nela sofreram mutações biológicas e se precipitaram nas trevas da ignorância. Continua … 





Os 4 artigos de Trome de Saturno: 
  1. http://rayviolet2.blogspot.com/2014/12/historias-de-maldek-trome-de-saturno.html
  2. http://rayviolet2.blogspot.com/2014/12/historias-de-maldek-trome-de-saturno_28.html
  3. http://rayviolet2.blogspot.com/2015/01/historias-de-maldek-trome-de-saturno.html
  4. http://rayviolet2.blogspot.com/2015/01/historias-de-maldek-trome-de-saturno_11.html

Para saber (informar-se) mais:
http://thoth3126.com.br/category/maldek/

“DESPERTA, TU QUE DORMES, e levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e CRISTO te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS” Efésios 5:14,15

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

Posted by Thoth3126 on 28/12/2014


Por favor, respeitem todos os créditos
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Outubro 26, 2015

chamavioleta

TROME de Saturno  

(Titã / Omuray)

Histórias de MALDEK, da Terra e do Sistema Solar.

Parte I

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES, Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO, páginas 37 a 69.

 Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Publicado anteriormente a 21/12/2014


“Não sou como eles, mas vivi entre eles. Quando vim para cá pela primeira vez, eles não desconheciam as artes da guerra, mas agora aboliram totalmente a prática da guerra que possuíam quando sua raça era jovem. Sua tradição não está fundada na covardia, pois eles correrão todos os outros tipos de perigo físico se, agindo assim, os propósitos espirituais dos Elohim forem universalmente desenvolvidos. Os habitantes do radiar Sumer [o nome do estado aberto para o corpo planetário que chamamos de Saturno] não tentam modificar os costumes dos outros, sendo anfitriões gentis e dispostos para os que são motivados como eu — para oferecer forte oposição aos que imporiam seu mal sobre todos nós.“

“Eu Sou Abdonell de Nodia, a serviço do Controle do Arco de Harpa Negro da Federação do radiar Sumer/Saturno.”

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES, Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO, páginas 37 a 69.

TROME: Estou contente por ter sido convidado a contribuir com seu projeto contando algumas de minhas recordações de minhas vidas passadas (também no planeta Terra). Estou muito honrado por estar entre os seres do estado aberto que estão fazendo o mesmo, como o grande marciano senhor Sharmarie. Se quiserem, chamem-me de saturniano, mas não saturnino, pois não me encaixo nessa definição, que em seu idioma significa ser melancólico ou sombrio, ou apresentar tendência a ser amargo ou sardônico. Sim, entendo e sei falar muitos dos idiomas da Terra atual, bem como várias línguas que não são mais faladas há milhares de anos nesse planeta.

Uma imagem do colossal planeta Saturno (Sumer) e sua lua TITÃ, o ponto azulado abaixo de Saturno.

SUMER (SATURNO) E OMURAY (TITÃ, Lua de Saturno): Eu nasci primeiro no corpo planetário que vocês conhecem hoje por TITÃ, a maior das doze luas do planeta Saturno (radiar Sumer). Não chamávamos Titã de mundo naquela época, nem o fazemos hoje, preferimos, sim, denominá-lo planetoide. Para que vocês possam compreender melhor como minha espécie viveu durante minha primeira vida, acredito que seria apropriado descrever como os planetoides do sistema radiar Sumer/Saturno originalmente interagiam com o âmago do sistema, ou seja, com o próprio radiar, planeta Saturno/Sumer. Como vocês sabem, o radiar Sumer, bem como os outros três radiares deste sistema solar, não estão funcionando normalmente, como faziam antes da destruição do planeta Maldek. Para que um radiar funcione de maneira adequada, ele deve emitir sua energia de sustentação de vida em pulsações.

Originalmente, a duração da pulsação de energia do radiar Sumer era de cerca de 36 horas terrestres. Isso significa que ele levava aproximadamente 18 horas para atingir sua produção máxima de energia (igual à energia solar que atinge o continente norte-americano num dia em finais de abril). Durante a segunda metade do ciclo de pulsação, as emissões de energia do radiar gradualmente decresceram para cerca de 30% do máximo. Como a atmosfera e a superfície de Omuray/TITÃ retinham uma quantidade considerável da energia que recebiam durante a emissão máxima, a temperatura do planeta não variava muito além de cerca de -10°C. Outros planetoides do sistema apresentavam variação de temperatura entre cerca de -14°C e cerca de -8°C.

O aumento e o declínio do ciclo de pulsação podia ser fisicamente observado a partir de qualquer planetóide do sistema. A superfície do âmago do radiar [Sumer/Saturno] era circundada por doze faixas cor-de-rosa (seis de cada lado do equador) que se deslocavam em direção ao equador do radiar até alcançarem cerca de 19,5 graus ao norte e ao sul do equador, onde se fundiam ao atingir a máxima emissão e retrocediam rumo aos pólos dos eixos do corpo na fase de declínio do ciclo de pulsação. Como as faixas de energia se deslocavam a uma velocidade precisa nas duas direções, podia-se medir o tempo com base em seu movimento.

No ponto máximo de sua pulsação de energia, o radiar resplandecia com um branco brilhante, ao passo que no ponto mínimo produzia uma luz branca suave com leve matiz azul esverdeado. Um vestígio desse ciclo de pulsação original fica evidente pelas transmissões de onda de rádio periódicas que atualmente emanam do âmago do radiar a cada 10,66 horas terrestres aproximadamente (cerca de um terço do tempo, ou três vezes mais rápido do que o ciclo de pulsação original). Quando Omuray (ou qualquer outro planetoide do sistema) se colocava em sua órbita entre o Sol central e o âmago do radiar, recebia luz e energia das duas fontes. Somente quando a órbita do planetoide o levava para trás do radiar (com o radiar situado entre o planetoide e o Sol central), Omuray experienciava o que vocês considerariam noite. A duração dessa noite era determinada pela velocidade rotatória do planetoide ao redor de seu eixo polar, que era cerca de 40 horas terrestres (ou seja, a duração do dia omuraiano). A parte que não estivesse voltada para o radiar durante tal posição orbital ficava na escuridão, o que permitia aos habitantes do mundo ver claramente as estrelas da galáxia, bem como a luz refletida dos outros planetas e emitidas pelos demais radiares que formavam nosso sistema solar.

A lua TITÃ (Omuray) é maior do que Mercúrio e Plutão e bem maior do que a Lua da Terra. TITÃ tem um diâmetro de mais de 5.000 km.

A órbita de Omuray desenhava, originalmente, um círculo quase perfeito ao redor do radiar, e o planeta levava praticamente 180 dias terrestres (um ano omuraiano) para completar a rotação ao redor do radiar. Atualmente, Omuray leva apenas 16 dias terrestres para orbitar o radiar em mau funcionamento. O planetoide atualmente situa-se a cerca de 1.221.231 quilômetros do centro do âmago do radiar, proporcionando-lhe uma velocidade orbital de cerca de 240 mil quilômetros por dia terrestre.

Originalmente, a órbita de Omuray ao redor do radiar era mais distante e sua velocidade orbital era bem menor. Omuray (Titã) é o segundo maior planetoide do radiar Sumer (Saturno), Omuray ainda possui uma atmosfera considerável, cerca de 1,6 vez mais densa do que a atmosfera terrestre atual. A temperatura na superfície atualmente é de aproximadamente 1430 C. Esse fato, é lógico, torna o mundo totalmente inabitável para qualquer tipo de vida. Omuray tem diâmetro de cerca de 5.140 quilômetros, proporcionando-lhe uma área de aproximadamente 83.007.907 quilômetros quadrados, um pouco mais do que um sexto do tamanho da Terra.


MINHA PRIMEIRA VIDA EM OMURAY/TITÃ


Em minha primeira vida, o radiar Sumer não tinha anéis, e Omuray (Titã) possuía uma população humana de aproximadamente 992 mil pessoas. O mundo era governado por um conselho democraticamente eleito de nove homens e nove mulheres. Esse conselho filiava-se telepaticamente a seis conselhos semelhantes localizados em outros seis planetoides do radiar. Esse Grande Conselho era chamado, às vezes, de Conselho das Sete Luzes. Os membros do conselho, denominados “Babs”, ficavam qualificados a servir se tivessem a rara capacidade de olhar para a face do radiar e fisicamente perceber imagens e visões na forma de cenários que se desenrolavam na face do orbe flamejante. Essas imagens e cenários eram produzidos pelo Senhor Deus El do sistema, que utilizava esse método para transmitir instruções aos sete conselhos e, por intermédio deles, ao povo dos planetóides do sistema.

A profissão vitalícia de cada omuraiano lhe era designada no nascimento pelo conselho de Babs. Determinaram que eu fosse biólogo, profissão que atualmente ainda exerço em nome da Federação. Como o radiar Sumer não está funcionando normalmente, o Conselho das Sete Luzes está impossibilitado, hoje em dia, de receber as instruções sagradas do El de Sumer, então, em vez disso, ele conta com as luzes de orientação divina proporcionadas pelos habitantes de qualquer mundo que consigam perceber a vontade do Criador do Tudo Que É.

Em minha primeira vida, nós de Omuray, não necessitávamos de oxigênio para viver, e sim respirávamos nitrogênio que, naquela época, possuía todas as características físicas que o oxigênio tem na Terra hoje. Isto é, devido à relação de interação que a atmosfera omuraiana tinha com a forma única de luz emitida pelo radiar, o nitrogênio foi quimicamente alterado para atuar como o oxigênio atua na Terra. Nossa água era composta por dois átomos de hidrogênio e um átomo de nitrogênio. O hidrogênio é o único elemento que não se altera quimicamente em presença de vários tipos de luz ou de qualquer outra forma de energia eletromagnética. Essas variações químicas também se deviam a distância orbital original que o sistema radiar Sumer tinha em relação ao Sol. Para compreender totalmente esses aspectos, seriam necessários conhecimentos mais amplos sobre os campos de pressão do sistema solar, assunto que está fora do alcance desta comunicação.

A força do campo gravitacional omuraiano variava segundo sua posição orbital em relação ao âmago do radiar. Em certas posições orbitais, o campo magnético do radiar era mais forte e a força do campo gravitacional de Omuray crescia proporcionalmente. Em outros pontos da órbita do planetóide, o campo magnético do radiar era menos intenso e a força do campo gravitacional de Omuray tornava-se correspondentemente mais fraca. Em Omuray, quem pesasse cerca de 72,5 quilos no período em que o campo gravitacional estava mais forte, pesava cerca de 69,8 quilos quando ele estava mais fraco. (Essas variações da força gravitacional eram semelhantes às que ocorrem atualmente na lua da Terra quando ela se aproxima ou se afasta de áreas mais fortes e mais fracas do campo magnético da Terra.)

Nas épocas de gravidade fraca, gotas de chuva maiores caíam lentamente na forma de lentes convexas e a velocidade dos ventos aumentava ligeiramente. Na época de força gravitacional mínima, as condições de refração de luz da atmosfera omuraiana se modificavam. Era nessas épocas que os Babs olhavam para o radiar para receber as instruções divinas do El. Nessa primeira vida meu nome era Trome, filho de meu pai Bulon e mãe Sencreta. E a vontade do El de Sumer que, quando a mulher dá à luz uma criança, ela se torne biologicamente incapaz de dar à luz qualquer outra. Os homens podem ter no máximo três filhos, tornando-se também biologicamente incapazes de se reproduzir depois disso. (É por essa razão que a contagem de esperma está se reduzindo em muitos tipos de pessoas na Terra atualmente — em especial nas que têm ADN de tipos sumerianos.)

Meu pai era um engenheiro civil respeitadíssimo especializado em hidráulica, mas passava a maior parte do tempo estudando o assunto em vez de trabalhar fisicamente nele. Enquanto aguardava ser convocado pelos Babs para trabalhar num projeto hidráulico, ele era um dos muitos administradores de várias centenas de pomares produtores de frutas. Meu primeiro emprego foi fazendo uma colheita de frutas muito semelhantes ao que vocês chamam de abacate. Os encarregados individuais de vários grupos de árvores competiam para ver quem conseguia produzir mais frutas na época da colheita. Nossa sociedade era o que se poderia chamar socialista (não tínhamos moeda), sendo todos os alimentos distribuídos igualmente pelos Babs. O estado fabricava e tinha a propriedade de outros produtos. Éramos um povo obcecado por aprender e por esportes competitivos.

A capacidade de se comunicar por telepatia era biologicamente (inerentemente) limitada aos que estivessem próximos um ao outro em termos físicos. Apenas os Babs tinham capacidade de se comunicar mentalmente com quem bem quisessem. Lembrem-se de que, embora houvesse centenas de Babs, somente dezoito poderiam ocupar cargos governamentais ao mesmo tempo. Cada casa dispunha de um rádio, televisão, computador e telefone celular, mas nos transportávamos principalmente em navios fluviais e trens elétricos. Éramos capazes de construir aeronaves e automóveis como vocês os conhecem, mas o El nos proibia de fazê-lo. Usávamos animais de tração e armas de metal leve nas épocas de colheita.

Desejávamos visitar os outros planetóides de nosso sistema radiar, bem como os demais planetas do sistema solar, mas o desenvolvimento da tecnologia necessária foi muito lento em minha primeira vida. Viagens de foguetes que se iniciam e terminam em um planetóide móvel são muito diferentes e apresentam uma série de problemas inteiramente diferentes daqueles com os quais os cientistas que projetam foguetes de mundos maiores (planetas que orbitam um sol central) teriam de se haver. Minha mãe ensinou-me, a partir da idade de três anos terrestres, a ler, escrever e operar computadores e, então, passei para outras professoras de nossa cidade para que me ensinassem religião básica, história, arte e refinamentos sociais (aprendi a dançar, cantar, a fazer penteados e a desenhar roupas). A partir de mais ou menos treze anos terrestres, meus professores passaram a ser homens. Concentrando-me nos temas de biologia e botânica, aprendi a enxertar um tipo de árvore em outra e pesquisei métodos de polinização artificial. Especializei-me na criação de híbridos vegetais e fertilizantes.

Omuray tinha um número considerável de formas de vida animal, tais como insetos e pássaros, bem como algumas formas de animais que seriam familiares a alguém vindo da Terra, como vacas (mais parecidas com búfalos pigmeus), porcos (também de uma variedade pequena), elefantes (pigmeus em comparação aos da Terra) e muitas outras formas de animais de pasto. Nós, habitantes de Omuray, tínhamos permissão do El para matar e comer diversos tipos de animais seis vezes por ano (uma revolução por todo o radiar). Embora fosse admissível, matar e devorar animais não eram práticas comuns em qualquer época do ano, mas selecionar para abate animais entre os rebanhos seis vezes por ano era uma necessidade.

O celibato era praticado até que os homens e mulheres tivessem pelo menos quatorze anos terrestres. A partir daí, as relações sexuais eram permitidas caso as duas pessoas comprometidas concordassem mutuamente. Gravidez constituía casamento, e esperava-se fidelidade recíproca daquela hora em diante. As viúvas e viúvos eram livres para fazer o que quisessem. Era muito raro um homem conseguir fecundar duas ou mais mulheres ao mesmo tempo (antes de se casar com qualquer uma delas), tornando-se, assim, um dos que tinham a felicidade (ou infelicidade) de ter mais de uma mulher.

Juntamente com meus estudos de biologia e botânica, fui treinado em atletismo, tornando-me um corredor e alpinista de rochas muito bom. Era considerado ótimo nesses esportes, mas não consegui tornar-me o campeão que meu pai sonhara. Eu gostava de luta romana, em especial contra adversários do sexo feminino. Devo admitir que perdi mais lutas do que ganhei. As mulheres omuraianas são muitas belas, mas também bem duronas. Essas lutas realmente ajudaram a preparar-me para a vida de casado, que iniciei aos dezessete anos terrestres com uma mulher chamada Graforet.

Dessa união nasceu uma menina que chamamos de Stenee, como a avó materna de minha mulher. Graforet era apicultora e especialista na produção de tipos raros de mel. Suas colméias ficavam próximo à nossa casa, e suas moradoras me detestavam e me atacavam a menos que Graforet as chamasse de volta por meio de um comando mental. Fui picado tantas vezes que fiquei imune ao veneno das abelhas, tornando-me assim, contra minha vontade, objeto dos inúmeros projetos de pesquisas biológicas de Graforet e de seus colegas.

Quando eu tinha mais ou menos 38 anos terrestres, Stenee casou-se e eu recebi uma grande honra dos Babs por ter desenvolvido um fertilizante fotossensível que, uma vez espalhado, durava mais que 53 anos terrestres, sendo liberado com o tempo (ativado a partir de um estado de latência) por certas emissões de radiares. Essa honra é equivalente a ganhar o Prêmio Nobel da Terra. Eu não sabia naquela época, mas minha fama correu o universo, e minha fórmula de fertilizante atraiu o interesse de pessoas vindas de um sistema solar totalmente diferente. Essas pessoas chamavam a si mesmas de nodianos. Os nodianos chegaram em Omuray na véspera do aniversário de Graforet e imediatamente entraram em contato com o conselho de Babs. Fui convocado para comparecer diante do conselho, e lá, pela primeira vez, pus os olhos em seres humanos vindos de outro mundo. Ofereceram-nos coisas importantes pela fórmula do fertilizante, mas aceitamos um número ilimitado de viagens pelo espaço, de modo a visitar e conhecer pessoas dos demais planetoides de nosso sistema radiar, de planetas de nosso sistema solar e as pessoas que agora sabíamos viviam em outros sistemas solares por todo o universo.

Para que esse tipo de viagem estivesse a nosso dispor quando decidíssemos partir, por assim dizer, os Babs permitiram que os nodianos estabelecessem uma base (com cerca de 2.590 quilômetros quadrados) em Omuray, a nossa casa. Tornei-me uma espécie de atração turística. (Foi nessa época que conheci Abdonell, o embaixador nodiano que prefaciou este artigo, e sua mãe Taina-Soy, sua constante companhia e conselheira.) Acompanhei o conselho de Babs em nossa primeira viagem espacial aos outros seis planetóides habitados por seres humanos do sistema radiar Sumer/Saturno.

Descobrimos que os então cinco planetoides remanescentes eram habitados somente por vida animal e vegetal de espécies semelhantes às encontradas nos sete planetoides habitados por seres humanos. Os outros demais corpos parecidos com planetoides que agora circundam o radiar Sumer/Saturno (cerca de oito de tamanho considerável) e o sistema de anéis são pedaços autênticos do planeta Maldek e porções de sua agora congelada atmosfera que foram capturados pela atração gravitacional do planeta gasoso gigante Saturno.

A estrela/Sol POLARIS, popularmente conhecida como Estrela Polar, é a estrela mais brilhante da constelação chamada Ursa Menor. Esta estrela é o sistema solar do sol SOST, onde esta situado o PLANETA NODIA. A estrela POLARIS/SOST é uma das estrelas pertencentes a constelação da Ursa Menor que no correr dos séculos vem sendo usada na Terra para nortear os navegantes, desde os tempos das descobertas de Colombo e Cabral, pois é uma estrela fixa, a única que determina o NORTE. A estrela apontada como Polaris-A é o SOL SOST, que é orbitado pelo planeta NODIA e Polaris-Ab seria o radiar AMPT, onde orbita o planetóide VITRON, cerca de 84 vezes MAIOR do que a Terra… Vistos da Terra a proximidade de ambos (SOST e o Radiar AMPT) faz com que os nossos astrônomos pensem que sejam um sistema de sóis duplo. Créditos da foto: NASA, ESA, HUBBLE Space Telescope-N.Evans e H.Bond.

Nós, que respiramos nitrogênio em Omuray, adaptamo-nos com facilidade à atmosfera nodiana rad que preenchia o interior de suas espaçonaves. Era e ainda é necessário respirar ar rad, pois quando nos afastamos das várias formas de influências físicas de um radiar, o átomo de nitrogênio pode modificar suas características químicas várias vezes e, no caso dos habitantes de Omuray, não mais nos seria útil como oxidante. O ar rad exalado é o mesmo que inicialmente contivera qualquer outro tipo de oxidante antes de ser inalado. Ou seja, o ar exalado é, em sua maior parte, dióxido de carbono, mas no caso de ar rad, vários dos assim chamados gases nobres como neônio, argônio, criptônio, etc. (que entram na fórmula rad) temporariamente se ligam à molécula de dióxido de carbono, e então se decompõem ao entrar na massa de ar não respirado.

Quem respira oxigênio tem muita dificuldade em se adaptar diretamente a uma atmosfera rad (a interação poderia ser explosiva). Por esse motivo, uma pessoa que tem utilizado oxigênio como oxidante deve, primeiro, respirar outros gases oxidantes (como nitrogênio) com um teor químico de oxigênio antes de se adaptar ao ar rad. Essas adaptações de respiração não foram problema para aqueles de nós que vieram de qualquer um dos planetoides de Sumer, pois todos respiramos nitrogênio.

Os nodianos levaram o conselho Bab e alguns outros habitantes de Omuray a visitar os outros planetoides de nosso sistema radiar, acabando por ceder a cada um dos sete conselhos Bab uma espaçonave com capacidade para até 40 pessoas. No início, essas naves eram sempre pilotadas por nodianos, vitronianos, regalianos e os mudos alperianos, todos nativos de mundos localizados no sistema solar natal nodiano. Com o correr do tempo, foram treinados sumerianos para operar esses veículos. Como os planetas que vocês chamam de Vênus, Terra e Maldek eram mundos onde se respirava oxigênio (Marte não era), não fizemos viagens espaciais a esses mundos, pois os nodianos não nos transmitiram a tecnologia de como converter respiração rad em respiração de oxigênio. (Recusaram-nos esse processo em razão do que é agora denominado Diretriz Primeira.)

Nós, dos planetóides Sumer/Saturno, capazes agora de encarar fisicamente uns aos outros, descobrimos que tínhamos muito em comum, com exceção (em alguns casos) do idioma e da história. A maioria das línguas faladas nos planetóides Sumer eram iguais à falada em Omuray (agora chamada Sumer básico). Nos demais idiomas do sistema, eram usadas apenas 10% a 43% das palavras do Sumer Básico, e os adjetivos precediam (como no inglês atual) os substantivos(ao contrário do Sumer básico). Quatro dos sete planetoides haviam experienciado guerra, e certos grupos desses mundos nutriam ressentimentos uns contra os outros, ignorando totalmente a autoridade divina de seu conselho Bab particular. Posteriormente, esses inimigos levaram consigo suas rixas quando foram forçados a imigrar para a Terra devido à destruição de Maldek.

Depois que foi possível o contato físico entre nós, habitantes dos vários planetóides Sumer, o Grande Conselho de Babs recebeu uma comunicação do El do sistema, dando permissão aos povos do sistema para realizar casamentos entre si. Desses casamentos (mistura de ADN) se originaram grandes sumerianos. O Grande Conselho de Babs colocou os outros cinco planetóides do sistema sob seu controle coletivo e os colonizou com gente de todos os planetóides do mesmo. Esses colonizadores tinham de lutar com algo contra o qual nunca tiveram de lutar: predadores. Enquanto o homem abatia os rebanhos de animais nos outros sete planetoides, várias formas de gatos carnívoros desempenhavam essa função nos outros cinco mundos do sistema.

Estas fotos dos anéis de Saturno (Sumer) acima revelam a presença de imensas/gigantes Naves Mãe (assinaladas pelas setas brancas) da FEDERAÇÃO com formato cilíndrico “camufladas” DENTRO dos anéis do planeta gasoso gigante. Estas espaçonaves gigantes aguardam pelo desfecho da história evolutiva atual de nossa civilização planetária, para abrigar todos aqueles que FOREM RESGATADOS do planeta Terra quando o momento para isso ser feito acontecer. Fotos em infravermelho tirada pelo telescópio Hubble/NASA.

Tanto meu pai quanto eu, juntamente com outros especialistas em nossos respectivos campos, fomos incumbidos pelo Grande Conselho de Babs de desenvolver esses mundos e torná-los vantajosamente produtivos. Alguns dos colonizadores mostravam uma atitude hostil, o que não tornava as coisas muito fáceis para aqueles de nós que haviam vivido nossas primeiras vidas em paz. Eram freqüentes assassinatos e batalhas entre diversas facções. Alguns não gostavam dos costumes das pessoas que não eram nativas de seu planetóide em particular. Os costumes das pessoas hostis tornaram-se contagiosos, e muitos que conheciam apenas os costumes da paz adotaram a violência, primeiro para se defenderem e depois como meio de impor sua vontade aos outros.

O Grande Conselho de Babs formou unidades militares sumerianas para controlar as hostilidades nas colônias. A Federação Nodiana não ofereceu e nem prestou qualquer forma de assistência nesses assuntos, novamente invocando a Diretriz Primeira. Certo dia, uma espaçonave apresentando a insígnia da casa de comércio nodiana de Domphey, aterrissou na base da Federação em Omuray. Entre os nodianos havia inúmeras pessoas louras e delicadas vindas do planeta que vocês chamam Vênus (elas denominavam seu mundo Wayda). Os venusianos trouxeram com eles equipamentos que permitiriam que uma pessoa que respirasse rad passasse a respirar oxigênio. Instalaram os equipamentos em nossas sete espaçonaves (reduzindo o limite de passageiros de cada nave de 40 para 31). Disseram-nos que presentear esses equipamentos não mais violava a Diretriz Primeira. Os venusianos e a maioria de nós, dos planetoides Sumer, demo-nos muito bem. Partilhávamos o desejo comum de compreender e aprender tudo o que conseguíssemos.

Era o 53º ano de minha primeira vida e, certo dia, estava fazendo uma refeição com vários amigos, dois dos quais eram mulheres venusianas. Aproximava-se a época em que as faixas de energia do radiar iniciavam seu ciclo minguante. De repente, todos nos sentimos muito mal e fracos. O movimento antes previsível das faixas do radiar cessou por cerca de vinte minutos, então elas se deslocaram rapidamente para sua posição normal naquela hora do dia. Em seu ponto normal de retrocesso, as faixas de energia cresciam e minguavam por outro período de tempo, então corrigiam sua posição repetidamente. Essa atividade de interrupção e de correção continuou por cerca de noventa horas terrestres e, então, voltou ao normal. Os Babs anunciaram que esse fenômeno fora causado pela explosão de Maldek. Meus amigos e eu ficamos imaginando como uma coisa daquela poderia ter acontecido.

Aproximadamente oitenta naves da Federação partiram de Omuray para inspecionar as condições físicas dos demais mundos do sistema solar, retornando depois a seu mundo natal. A maioria dessas naves nunca retornou. As tripulações das naves que conseguiram voltar contaram que inúmeros pedaços do malfadado planeta se deslocavam a velocidades muito altas em todas as direções imagináveis, e correntes de energia produziam forças muito erráticas; assim, qualquer tentativa de atravessá-los era impossível. Depressões, fendas e marcas de fogo no casco das espaçonaves da Federação confirmavam suas histórias aterradoras. Pouco tempo depois (cerca de dois meses e meio terrestres) Omuray de repente ganhou uma companhia na forma de um grande veículo espacial da Federação (nave-mãe) chamado COMMIVA, que se deslocava constantemente. Essa nave tinha um diâmetro de cerca de 6,9 quilômetros (minúscula, se comparada às naves-mães atuais). Quatro espaçonaves vindas dessa nave-mãe, de um tipo que eu nunca vira, aterrissaram na base praticamente deserta da Federação.

Entre as centenas de passageiros que elas levavam havia um homem chamado Tasper-Kane. Era um nodiano muito velho que relatou aos Babs as apreensões da Federação quanto ao futuro, muito provavelmente desastroso, dos planetas e dos radiares do sistema solar. Quando ele disse que talvez fosse necessário deslocar populações inteiras dos planetóides Sumer para novos lares em outras partes do universo, o omuraiano comum zombou. Afinal, exceto pelo fato de que o planeta Maldek ser agora representado por fragmentos de rocha e uma grande nuvem de gás e poeira, tudo nos planetóides Sumer estava perfeitamente normal. Os Babs fitaram a face do radiar durante dias, buscando as instruções do El. Quando a mensagem divina afinal chegou, dizia em essência: “Diga ao povo para começar a arrumar suas coisas.”

Fui designado para o grupo de planejamento de Tasper-Kane, e teve início o que parecia ser uma tarefa impossível. Não se tratava apenas do deslocamento do povo de um planeta para o outro, como também todos os tipos de vegetal e animal que respirassem nitrogênio (inclusive todas as formas de micróbios) tinham de ser preparados para o transporte para que fossem preservados. Concluiu-se que, depois que os exemplares mais fortes de cada espécie fossem selecionados para transporte, todos os demais de sua espécie em particular seriam deixados para trás para perecer. Embora tivesse consciência dos perigos que a esperavam, uma minoria do povo dos planetóides Sumer preferiu não se preparar para a imigração, e sim escolheu morrer com seu mundo particular quando chegasse a hora. Outros acontecimentos impediram a partida de um grande número de imigrantes dispostos a ir embora. Aqueles que acabaram por sair dos planetóides agonizantes aos poucos somaram 3,8 milhões.

Todo o planejamento da preparação e do transporte foi realizado a bordo da Commiva. Foi lá que, pela primeira vez, entrei em contato físico com pessoas nativas da Terra, de Marte, do radiar Relt (Júpiter) e do radiar Trake (Netuno). A bordo da Commiva, havia gente de centenas de mundos de fora do sistema solar local. A princípio, as coisas estavam muito caóticas e era muito frustrante para nós lidar com a tarefa e, para a maioria de nós, com as diferenças extremas existentes entre nossas várias culturas e personalidades individuais. Alguns logo se enfureciam e outros simplesmente sentavam-se e choravam um pouco e então voltavam imediatamente ao trabalho.

Cerca de três anos terrestres após a destruição de Maldek, pequenos pedaços do planeta começaram a entrar em órbita ao redor do radiar SumerSaturno. Alguns desses pedaços se transformaram em meteoros que riscavam os céus e vaporizavam. Alguns deles realmente colidiam com a superfície dos mundos, deixando crateras de impacto relativamente pequenas. A Federação nos avisou que esses pequenos fragmentos eram um portento, pois previa-se que grandes pedaços do planeta Maldek acabariam por cair na superfície dos planetóides, causando, assim, efeitos catastróficos, inclusive considerável perda de vidas. O prazo para se começar a imigração em massa diminuía.

O destino principal dos imigrantes humanos dos planetóides Sumer era o planeta Terra. As espécies vegetais e animais, tanto nas formas vivas como de embriões em animação suspensa, deviam ser depositadas num mundo de atmosfera de nitrogênio localizado em um sistema solar remoto. O nome desse mundo é Simcarris. A Terra foi selecionada por duas razões principais: (1) parecia ser o único planeta do sistema solar que estava mantendo sua órbita original depois que MALDEK EXPLODIU; a luz do Sol central era composta de energia espectral mais adequada à biologia de seus habitantes nativos do que a luz de um sol diferente.

{n.t.(1)} Nos últimos anos, Richard Hoagland, autor do livro The Monuments of Mars (Os Monumentos de Marte), e vários de seus colegas extrapolaram as dimensões da chamada pirâmide D & M de cinco lados localizada na planície de Cydônia no planeta Marte e acreditam que seja uma mensagem extraterrestre intencional relativa à importância da geometria tetraédrica. Eles inscreveram um tetraedro de quatro lados dentro de uma esfera e descobriram que os quatro cantos da base do tetraedro tocariam a superfície da esfera em pontos localizados à cerca de 19,5° ao norte e ao sul do equador de uma esfera ou planeta.

O grupo de Hoagland percebeu que tanto os vulcões havaianos como a antiga cidade pré-colombiana de Teotihuacán se localizam em dois dos pontos tetraédricos de 19,5° do globo terrestre. Foram também os primeiros a reconhecer que o gigantesco vulcão marciano, Monte Olimpus, situa-se em tal ponto tetraédrico em Marte, e a Grande Mancha Vermelha de Júpiter localiza-se em cerca de 19,5° ao sul do equador desse radiar. Hoagland chama os pontos 19,5° do globo de “fontes de energia.” 

Mais informações sobre Maldek em:
http://thoth3126.com.br/category/maldek/

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. João 8:32

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Posted by Thoth3126 on 21/12/2014



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 Atualização diária


 

Outubro 08, 2015

chamavioleta

SHARMARIE de MARTE 

 Parte III e final 

 Historias de MALDEK, 

da Terra e do sistema solar

 By Wesley H. Bateman

Publicado anteriormente a14/12/2014

 Tradução, edição e imagens:  

Thoth3126@gmail.com


“Cada Lei existente na Natureza pode ser descrita pela sagrada linguagem dos números (Geometria Sagrada), e cada Lei da Natureza esta expressada nas atividades de um simples átomo”. EU SOU Ralbux Ducsur do planeta Gracyea.

Há aproximadamente 29 mil anos, o local que eu chamava de lar na Terra se estendia para além de dois mil quilômetros ao sul do lugar que vocês chamam agora de Flórida, nos EUA.

Outra parte do reino prolongava-se para cerca de mil e trezentos quilômetros ao sul da península Ibérica (Portugal e Espanha).

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 9 a 35.

MAIS UMA ERA DOURADA (ATLÂNTIDA)

Denominávamos as partes da terra separadas pelo oceano de Fe-Atlan e Ro-Atlan, respectivamente (ou seja, Atlan do Norte e Atlan do Sul). Uma parte do sul da Inglaterra, na época, ainda se ligava ao continente da Europa. Hoje, na Terra existem lendas sobre esse reino. Vocês chamam o reino que é o tema dessas lendas de ATLÂNTIDA. Nós então tínhamos colônias nas terras por vocês hoje chamadas de Egito, Bretanha e Finlândia.


O restante do mundo era nossa reserva de caça, repleta de animais e tipos subumanos remanescentes do último período de trevas causado pela então imprevisível Barreira de Freqüência. Esses subumanos eram o que vocês denominam agora povos pré-Neanderthal, Neanderthal e Cro-Magnon. Meu povo tinha um vínculo biológico com este último. Os Cro-Magnons podiam ser treinados e eram utilizados para trabalho escravo, principalmente nas minas de Ro-Atlan situadas no norte longínquo.


Concepção artística de Atlântida e sua localização entre o norte da atual América do Sul e do Brasil, oeste da África e à leste dos EUA, uma imensa ilha/continente que teria afundado em violentos cataclismos em torno de 10.986 a.C. evento que dá base para o Dilúvio bíblico de Noé.

Saiba mais sobre Atlântida:
http://thoth3126.com.br/atlantida-o-continente-perdido/
http://thoth3126.com.br/bimini-road-atlantida-misterios-nao-resolvidos-do-mundo/
http://thoth3126.com.br/o-misterio-do-triangulo-das-bermudas/
http://thoth3126.com.br/atlantida-triangulo-das-bermudas/
http://thoth3126.com.br/atlantida-restos-de-uma-imensa-cidade-encontrada-na-costa-de-cuba/
http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade/
http://thoth3126.com.br/uma-vida-em-atlantida/

Nós, do povo atlanteano, não precisávamos do auxílio de extraterrestres ou de deuses celestiais (que sabíamos existir) para desenvolver uma altíssima tecnologia que incluía espaçonaves, rádios sem fio, televisão, computadores, energia nuclear e inúmeras outras formas de tecnologia que utilizavam cristais especialmente cultivados e energia psíquica humana transmitida através dos níveis superiores do campo vital universal. A telepatia mental era empregada com facilidade, mas era praticada de maneira sábia e não irrestritamente, de modo que a força vital que deveria ser gasta nesse trabalho não se perdesse.

Mesmo assim, os sacerdotes regularmente travavam conversas mentais com os extraterrestres. Estes nos disseram que se mantinham fiéis a uma lei chamada Diretriz Primeira que proibia a interferência no desenvolvimento natural de uma cultura planetária (respeito total ao livre arbítrio). Eles realmente pediam permissão para visitar a superfície do planeta de vez em quando para colher amostras de várias plantas e animais, O sacerdote concedia-lhes permissão para fazê-lo. Nasci cerca de 723 anos depois do início da chamada Era Dourada. Poucos foram abençoados com a capacidade biológica de se adaptar a essa pequena calmaria temporária no curso da Barreira de Freqüência ou dela se beneficiar. Meu nome era então Socrantor, o jovem, nascido de Rosey (minha mãe) e Socrantor, o velho (meu pai). Eu tinha um irmão mais novo chamado Macrantor.

A moeda de Atlan consistia em gemas e cristais preciosos sintéticos que podiam ser produzidos por meio de processos secretos conhecidos apenas pelo rei e pelos sacerdotes, O acúmulo de riquezas era a meta de todos os atlanteanos. Meu pai era capitão de um navio para pesca oceânica que também caçava animais de pêlo como lontras e focas. A riqueza que adquiriu permitiu que ele comprasse para meu irmão uma posição no sacerdócio e para mim um posto inferior no exército do rei. Meus primeiros deveres incluíam escoltar e proteger grupos de nobres em excursões de caça em regiões localizadas em qualquer continente que se possa imaginar. O animal caçado era, em geral, a criatura peluda parecida com um elefante que vocês chamam de mastodonte.

Em uma dessas excursões de caça na Ásia Central, eu estava prestes a me recolher à noite quando um dos nobres chamou a atenção do grupo para uma espaçonave extraterrestre, que passou lentamente sobre nossas cabeças e aterrissou a pouca distância. Fizemos comentários sobre o tamanho imenso do veículo, e um de nós disse: “Vamos dormir. Eles não vão nos incomodar e não vamos incomodá-los”. Outro disse que queria que nós, atlanteanos, tivéssemos tal veículo para podermos viajar pelo espaço e visitar outros mundos. Outro nobre garantiu-lhe que algum dia teríamos.

Do interior de minha tenda, vi uma luz branca suave girando na parte superior da nave alienígena. Seu ritmo pulsante prendeu minha atenção. Ela passou a pulsar rapidamente até que me senti entrando num estado de consciência que não conseguia evitar, mesmo com toda minha força de vontade reunida. Ouvi então uma voz falar comigo telepaticamente: “Sharmarie, então você está aí, velho amigo. Talvez não se lembre de mim agora, mas nós nos conhecemos em tempos passados. Sou Rayatis Cre’ator. Quem me dera levar você conosco quando partirmos, mas não tenho o sinal positivo de orientação divina autorizando-me a fazê-lo. Lamento muito isso. Tente se lembrar deste contato mental, e tente lembrar-se de mim. Talvez possamos nos falar mentalmente no futuro. Tenho muito para lhe contar. A Senhora Cre’ator está de volta para nós, do estado aberto.”

Lembrei-me do contato mental daquela noite, mas não me lembrei daquele que chamava a si mesmo Rayatis Cre’ator. Naquela noite, sonhei com espaçonaves e gente de cabelos brancos, bem como com carros aéreos, injeções doloridas e deuses celestiais que usavam elmos e batiam a ponta da língua no centro do lábio superior. Durante cerca de doze anos depois daquela noite, tudo deu certo em minha vida. Recebi um posto mais graduado na hierarquia militar e casei com uma mulher chamada Toriata. Não tivemos filhos.

Então, algum gênio de ATLÂNTIDA propôs a ideia de perfurar dois orifícios enviesados na Terra, utilizando várias detonações nucleares sucessivas. Um desses orifícios foi iniciado no Iraque, e o outro no Peru. Ele calculara que, se conseguisse atingir o magma do planeta, poderia obter um dos ingredientes (Plasma, o quarto estado da matéria) usados pelos extraterrestres para propulsionar suas espaçonaves, permitindo ao povo das duas Atlans viajar pelas estrelas. A energia extraída do âmago seria armazenada em grandes cristais abrigados no subsolo tanto de Fe-Atlan como de Ro-Atlan.


Jornal da Flórida: Duas enormes pirâmides de cristal foram encontradas na área do Triângulo das Bermudas, que pertenceu ao reino de ATLÂNTIDA.

Não era nada fácil ignorar os terremotos, os maremotos e erupções vulcânicas provocados por essas explosões nucleares, tampouco a maneira maluca de sentir e agir que os povos das duas Atlans passaram a exibir. O gênio perdeu o controle de seu projeto, e seu transmissor continuou a enviar a energia do âmago para os cristais armazenados.

As duas Atlans e seus povos literalmente vibravam em imensas nuvens de poeira e cinzas vulcânicas, que cobriam a Terra e impediam que o sol a aquecesse, provocando assim, o início da primeira Era Glacial da Terra. O oceano cobriu outras partes da terra que não foram desintegradas e as duas Atlans desapareceram. Eu tinha 52 anos quando essa catástrofe ocorreu e tirou minha vida. Onde fica a Atlântida? A resposta: em toda parte.

SOLDADO DE ESPARTA

Meu nome era Rembelyan. Nasci no ano de 462 a.C., filho de Menneva e Artaclean, respectivamente minha mãe e meu pai. O local era a cidade-estado da antiga Grécia chamada à época, como agora, de Esparta. Tinha três irmãs. Quando tinha oito anos, fui tirado de meus pais (com seu consentimento espontâneo) para viver com outros meninos de minha idade em quartéis do estado, onde treinávamos para ser soldados.

Fomos treinados, em primeiro lugar, no manejo das fundas, usadas contra qualquer adversário que houvesse sobrevivido às flechas de nossos arqueiros de longo alcance e estivesse chegando muito perto. Na verdade, nos postávamos logo atrás dos arqueiros de curto alcance, arremessando nossas pedras sobre suas cabeças, então corríamos feito loucos para a retaguarda de nossos próprios atiradores de dardos e lanceiros que avançavam.


Foto de uma das Pirâmides encontradas no fundo do oceano no Triângulo das Bermudas.

Um sábio general propôs que os atiradores de dardos que estivessem avançando poderiam carregar com eles aljavas de flechas que deviam ser entregues a qualquer arqueiro que passasse correndo e as apanhasse. Nunca conseguimos que os atiradores de dardos carregassem bolsas de pedras para nós, fundeiros. Antes de fazer dez anos, eu já experimentara a guerra muitas vezes. Quando tinha 14 anos, era perito em dardos e aos 19, era considerado ótimo espadachim. Para conseguir chegar aos 19 anos nessa profissão era preciso ser ótimo matador e não se deixar matar.

Eu gostava de cavalos e mulheres. As mulheres dos vencidos eram sempre parte do pagamento do soldado vitorioso. Os cavalos capturados pertenciam ao estado e eram cavalgados apenas pelos superiores. Os cavalos tinham de receber alimentos, água, de ser tratados e selados. Naquele tempo, as selas espartanas não tinham estribo, até que, certo dia, um de nossos arqueiros abateu um cavaleiro cita* (povo nômade do norte da Europa e Ásia, hoje) e capturou sua montaria, que estava com uma sela com uma dessas invenções maravilhosas. Por que eu não pensara nisso? Como disse, apenas os homens de altos postos andavam a cavalo.

(*) Os Citas (do grego antigo Σκύθης, transl. Skythēs, pl. Σκύθοι, Skythoi) eram um antigo povo de pastores nômades equestres descendentes dos persas que por toda a Antiguidade Clássica que dominaram as estepes pôntico-cáspia, conhecida à época como Cítia. Na Antiguidade Tardia os sármatas, povo com o qual os citas tinham forte parentesco, acabaram por dominar a região.



A maior parte das informações que perduraram a respeito dos citas vem do historiador grego Heródoto, que os descreveu em sua obra Histórias (século V a.C.) e pelos achados arqueológicos, como as belas obras em ouro encontradas nos kurgans (mamoas) na Ucrânia e no sul da Rússia. O nome “cita” foi usado também para se referir aos diversos povos vistos, ao longo da história, como semelhantes aos citas, ou que viveram em qualquer lugar da imensa área que era conhecida até a Idade Média (entre século V e XV) como a Cítia

Esparta não dispunha de cavalaria porque o soldado comum passava por maus bocados para ficar montado nas bestas, quando elas começavam a galopar. O uso do estribo permitiu a formação da primeira cavalaria espartana. Fui selecionado como membro desse ilustre grupo que, a princípio, tinha 30 homens e, com o tempo, deu origem a nove grupos de 360 homens cada um. Aprendi a montar muito bem e acabei incumbido de ensinar os outros a lutar montados nos animais, bem como quando lutar e como desmontar de um cavalo ferido, evitando assim, ficar preso debaixo dele quando ele caísse.

No ano 432 a.C., iniciou-se o que ficou historicamente conhecido como a Guerra do Peloponeso, entre Esparta e a cidade-estado de Atenas. Eu tinha por volta de 30 anos na época. Àquela altura, os atenienses contavam com uma cavalaria de tamanho considerável, bem como com selas com estribos. Descobri em minha vida atual que a guerra durou 27 anos, terminando com a derrota dos atenienses pelos espartanos que, assim, obtiveram a hegemonia na Grécia. Fui morto na primeira batalha dessa guerra, montado num cavalo, pelas flechas provenientes de meus próprios arqueiros (creio que isso se denomina fogo amigo). O chefe dos arqueiros não calculou muito bem o ângulo de fogo e, naquele dia, mandou muitos bons cavaleiros espartanos numa jornada para a terra além do rio Estige (na mitologia grega, o rio que percorre a região infernal).

SOLDADO DE ROMA

Eu era Granius, nascido de um homem livre de nome Robarius e de sua mulher escrava Sheila. Foi em 236 a.C. O local era a vila agrícola de Utherium, situada a cerca de 112 quilômetros ao norte de Roma. Quando eu tinha uns oito anos, meu pai me pôs a serviço, por cinco anos, de um construtor de estradas, seu amigo. Eu não era tratado como escravo, e sim mais como um filho que precisava muito receber educação. Educação que adquiri, em especial quando se tratava de projetar e construir pontes. Essa arte fugia à capacidade de meu tutor Drancusus, então ele sempre precisava que viessem de Roma engenheiros construtores de pontes especiais para cuidar de qualquer problema com pontes com o qual pudesse se defrontar no decorrer da construção da estrada (em geral estradas na direção norte e sul, sempre ao norte de Roma).


O FÓRUM Romano, o centro político, econômico, cultural e religioso da cidade durante a República e, mais tarde, durante o Império, está agora em ruínas. Foro Romano. Da sinistra, in primo piano: le 3 colonne del tempio di Vespasiano e Tito, l’arco di Settimio Severo, il tempio di Saturno.

Os engenheiros construtores de pontes eram homens muito eruditos que falavam um dialeto de difícil compreensão para mim no começo. Aprendi com rapidez seu falar e eles logo me empregaram para berrar suas ordens aos escravos. Vários dos pedreiros já tinham trabalhado com eles em outros serviços e conseguiam compreender o que estavam dizendo. Enquanto prestava diligente assistência aos engenheiros de pontes, aprendi a ler seus projetos e fui aceito como parte de sua bagagem, por assim dizer. Quando acabaram meus cinco anos de serviço, fui para casa e descobri que minha mãe morrera e meu pai estava muito doente. Ele morreu cerca de dois meses depois. Fui embora antes de ser vendido pelo estado como apenas mais um escravo da casa (eu não era marcado). Voltei para o grupo de construção de estradas e reassumi minha antiga posição de tradutor para os engenheiros de pontes.

Certo dia, o engenheiro-chefe veio e me disse que o exército precisava de projetores e construtores de pontes. Disse que me arranjaria esse serviço, mas o problema era que eu tinha de ficar 25 anos no exército. Entrei no exército e me deram treinamento de soldado combatente. Estudei a construção de todos os tipos de pontes que podiam ser construídas às pressas e, facilmente, desmontadas para ser transportadas com rapidez para a dianteira das tropas em marcha ou o mais próximo possível da frente de batalha. (Tratava-se de uma tarefa e tanto.)

Em 216 a.C. , eu tinha mais ou menos 20 anos e comandava uma pequena equipe de engenheiros do exército, cerca de 75 escravos e os 40 soldados que os vigiavam. Tínhamos aproximadamente 15 carroças puxadas por cavalos que levavam nossas ferramentas para a construção de pontes. Estávamos indo para o norte sob o comando de Quintus Fabius Maximus Verrucosus ao encontro do exército do general cartaginês conhecido como Aníbal (Guerras Púnicas, Cartago x Roma). Nosso exército travou combate com o dele e deteve seu avanço. Lutamos e, então, retiramo-nos estrategicamente para o sul rumo a depósitos de alimentos e esconderijos de armas que construíramos e estabelecêramos em nosso caminho para o norte. Destruíamos com fogo ou desmontávamos nossas pontes à medida que nos retirávamos. Mas Aníbal também sabia construir pontes com bastante rapidez.

Havia chovido durante vários dias e foi necessário abandonar minhas carroças e forçar os escravos a carregar as ferramentas. O exército já tinha se deslocado mais para o sul. Demorei muito para tomar a decisão de deixar as carroças e fomos atacados por grandes levas de cartagineses. Meus guardas escravos fugiam ou se rendiam na hora. Passaram-me um laço no pescoço e me puxaram atrás de um cavalo. Fiquei segurando a corda com as mãos até que meu corpo bateu em pedras e troncos de árvores, forçando-me a soltá-la. Ouvi os ossos de meu pescoço se quebrarem, então tudo ficou escuro. O que aprendi dessa vida foi: não se demore para queimar suas pontes, principalmente se os cartagineses estiverem no seu encalço.

O ÍNDIGENA ANASAZI

A época foi por volta de 789. O lugar em que nasci era uma habitação nas rochas dos Anasazi, cujos restos encontram-se na parte norte do que é atualmente o Arizona-EUA (Desfiladeiro de Chelly). Meu nome era Moytensa. Tinha dois irmãos mais novos de nome Rocree e Rocreenal. (Sim, sei que é como se dissesse: “Sou Larry. Este é meu irmão Darryl e este meu outro irmão Darryl.) Meus pais eram fazendeiros, assim como cerca de 95% dos membros de nossa tribo. O restante eram caçadores que percorriam grandes distâncias, ficando ausentes durante os meses mais quentes e retornando um pouco antes do início do inverno. Essa vida foi breve, mas relembro-a aqui para esclarecer algumas questões relacionadas aos anasazi: O que foi feito deles? Por que desapareceram de seus povoados? Viraram canibais?



Cidadela Anasazi, próximo ao Four Corners, Mesa Verde National Park, nos EUA.

Na primavera de meu décimo segundo aniversário, a terra foi assolada por gafanhotos que vieram do que hoje é o México e devoraram nossas plantações. O número de gafanhotos aumentou a ponto de, ao serem vistos das montanhas mais altas, parecerem um oceano vivo. Aqueles de nós que conseguiram, foram para o norte, seguidos de perto por essa praga movediça. Os doentes e velhos ficaram para trás, e sim, comeram os que morreram de causas naturais.

Os animais de caça dirigiam-se mais rapidamente do que nós para o norte, noroeste e nordeste. As tribos do norte seguiram a caça, sem saber do horror que avançava em sua direção. A certa altura de nossas viagens, sentei-me ao lado da trilha e desmaiei, vindo a morrer de fome, embora meu estômago estivesse cheio de gafanhotos assados. Eles continham alguma substância que nos envenenou. Alguns membros de nossa tribo foram mortos ou escravizados pelas tribos do norte, enquanto alguns foram recebidos com bondade, tendo permissão de reunir-se a essas tribos como irmãos e irmãs.

MINHA VIDA ATUAL

Nesta vida, meu nome é outra vez Sharmarie que, em meu idioma marciano nativo significa “uma parte pequenina mas muito importante de algo muito grande” (ou, como minhas três companheiras de alma, Quandray, Rekitta e Ogalabon diriam, “uma parte grande de uma coisa pequenina e sem importância”; as mulheres realmente parecem ser todas iguais, seja lá de que mundo venham). Tenho dois filhos gêmeos com minha companheira Quandray; seus nomes são Benner e Trocker. Trocker nasceu segurando o pé do irmão, e os videntes consideram esse fato um grande presságio espiritual. Os gêmeos não tiveram vidas humanas passadas e estão atualmente com cerca de nove anos terrestres.

Nasci nesta vida há aproximadamente 315 anos terrestres, filho da mulher que foi minha mãe na minha primeira vida e de um excelente homem chamado Booke-Tasser. Booke-Tasser, que também é pai de minha irmã Wren-Shanna nesta vida, é um daqueles que em meu mundo seriam denominados Pai Ta. Seriam necessárias muitas páginas para explicar esse tipo de pai. Então, vamos deixar para lá até uma outra ocasião. Desta vez, meu local de nascimento foi o segundo planeta do sol CARDOVAN, denominado MOLLARA. Essa estrela é a terceira em brilho (ELEKTRA) das sete estrelas por vocês denominadas as PLÊIADES. O nome Cardovan significa em nosso idioma “Estrela de Carr.” Não se trata do nome que lhe foi dado pelos naturais de Mollora ou de outros planetas deste sistema.


Aglomerado Estelar M-45, as PLÊIADES e seu Sol Central ALCYONE (em destaque), sistema ao qual o nosso SOL (HÉLIUS) pertence e orbita, onde esta localizada a Estrela/SOL ELEKTRA-CARRDOVAN em que MOLLARA, hoje o planeta natal de Sharmarie orbita. Este planeta (MOLLARA) será o destino final da maioria dos habitantes da Terra que forem resgatados instantes antes da “Grande Mudança” planetária que se aproxima…

Nós a chamamos de Estrela de Carr (Cardovan) porque o Zone-Rex marciano Rancer-Carr trouxe, com o auxílio da FEDERAÇÃO, centenas de milhares de marcianos para este sistema solar, no planeta MOLLARA depois da destruição de Maldek para que eles pudessem sobreviver. Como sabem, Marte se mudou para uma órbita muito mais distante do sol do que sua órbita original, o que o tornou inabitável para qualquer forma de vida. Desde meu ano de vida 22 desta vida, fui treinado para ocupar a posição de Monitor Zero do meu povo. Equivale mais ou menos a ser vice-presidente ou segundo em comando do zone-rex. Atualmente moro, na maior parte do tempo, em uma das bases subterrâneas da FEDERAÇÃO na Terra livres da Barreira de Freqüência.

Nesta vida, visitei muitas vezes o planeta Nodia e encontrei Rayatis e a Senhora Cre’ator. Certa vez, ela me perguntou se eu tinha aprendido a atirar direito. Ela disse, com bom humor, que eu não a acertara naquela noite chuvosa na Terra tantos anos atrás. Quanto aos costumes espirituais marcianos, veneramos o Criador Supremo de Tudo Que É e o El de nosso próprio mundo, que sabemos aguardar ansiosamente o tempo em que nós, seus filhos espirituais, mais uma vez andaremos pelas estradas relvadas restauradas. Nunca retornaremos à vida de pastores nômades em Marte. Expressando de maneira simples, recordo a letra de uma melodia terrestre: “Como vai segurá-los lá na fazenda depois de terem visto Paree?”

Nós, marcianos do presente, somos sofisticados demais em relação aos costumes do maravilhoso universo e prometemos juntar nossa energia a todo e qualquer um que se oponha às forças das trevas. Quanto à Terra, ela ainda tem sido um refúgio para milhões de almas vindas de seus mundos vizinhos que precisavam desesperadamente de um lugar para permanecer após a destruição do planeta MALDEK.

Quanto ao futuro, é meu desejo pessoal que a realidade Crística de fato se manifeste no plano do nível molar de realidade tridimensional e barre qualquer necessidade de guerra entre a Federação e os seres do lado sombrio no final da Barreira de Freqüência no planeta Terra. Se não for esse o caso, procurem os defensores da Federação pontilhando os céus nestes últimos dias. E lembrem-se, a nave marciana terá a marca do símbolo da montanha (O Monte Olympus, o maior vulcão de Marte) com dois raios ao fundo. Não quero que vocês atirem pedras nos mocinhos. Seja como for, vamos acabar logo com isso de uma vez por todas – Eu quero mesmo ir para casa.

EU Sou Sharmarie, de Marte.

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Posted by Thoth3126 on 14/12/2014

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Outubro 02, 2015

chamavioleta

SHARMARIE de MARTE 

histórias do planeta Maldek, da Terra e do Sistema Solar 

 Parte I

 By Wesley H. Bateman

 Publicado anteriormente a30/11/2014

 Tradução, edição e imagens:  

 

“Somos o produto de milhões de anos de vidas. O que sabemos daqueles tempos determina quais emoções misturamos com nossos pensamentos e energiza os símbolos de nossos sonhos. Nossas experiências pessoais de vidas passadas fazem com que sejamos diferentes assim como os flocos de neve são diferentes uns dos outros.

Devo então dizer isto: como você solicitou as visões de muitos seres, pode contar que ouvirá a mesma melodia quando eles cantarem sua canção, embora as letras de algumas nem sempre rimem com as que são entoadas por outras vozes do coro.”  Eu Sou Sangelbo de Temcain.

Tradução, edição e imagens:  

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 9 a 35. 
 
Palavras de Sharmarie, de MarteEm minha primeira vida humana em Marte, meus pais eram pastores da tribo nômade Shem. Minha mãe, Scenra, era a única companheira de alma de meu pai, Ari-lionent, embora o costume do El (a consciência Planetária, neste caso, Marte) do meu mundo seja de uma a sete companheiras de alma para cada homem. Meu pai foi morto durante um embate com a tribo habitante das montanhas de meu mundo, a qual chamávamos naquela época de Burrs. Minha mãe tornou-se, assim, uma viúva muito jovem, com cerca de 23 anos terrestres.


 
Marte o planeta vermelho
 
Sua beleza física e estado civil atraíram a atenção de um dos vários senhores da guerra (Bar-Rexes) com os quais tínhamos de lutar naqueles dias. Minha mãe acabou por se tornar parte da família daquele canalha, e me deram à irmã de meu pai, Tee-robra, para ser criado em meio a seus quatorze filhos. Tia Tee-Robra não era fisicamente atraente e não tinha companheiro permanente, mas conhecia e ensinava os métodos de tecelagem e fabricação de tendas finas, bem como as artes da guerra a seus filhos e a muitas outras pessoas que a procuravam.

Nossas perambulações eram governadas pela relva que crescia às margens dos cursos de água alimentados pelo derretimento sazonal das calotas polares e pelas pesadas nevascas de inverno que caíam nas montanhas. Era necessário cerca de três meses terrestres para conduzir nossos rebanhos de carneiros (quase duas vezes maiores do que qualquer raça de carneiros encontrada na Terra hoje), cabras, burros e camelos (do tipo dromedário, de uma corcova) para os pontos de travessia que nos permitiam transpor os cursos de água e inverter a direção em que viajávamos. Os que fossem pegos atravessando cursos de água fora do ponto autorizado pelo Bar-Rex local podiam esperar a morte ou a escravidão pelo resto da vida.

Duas vezes por ano, as viagens para o sul de minha tribo nos levavam a uma dessas pontes autorizadas que atravessava um curso de água; a que estávamos atravessando era a hi, ou fortaleza, do Bar-Rex que era o protetor de minha mãe naquela época. Tivemos de batalhar contra outro Bar-Rex no fim de nossa viagem para o sul. Nessas ocasiões, a tribo pagava taxas, e os homens jovens eram considerados possíveis candidatos ao serviço militar. Nem sei quantas vezes a influência de minha mãe me salvou de ser selecionado quando cruzei a hi do norte.

Como nasci quando a tribo estava viajando para o sul, usei um cordão de contas vermelhas no pescoço até a idade de mais ou menos cinco anos terrestres; a partir de então, as contas foram substituídas por urna tatuagem no ombro direito representando um círculo com um ponto em sua circunferência, indicando o ponto em nosso itinerário de viagem no qual eu nasci. A criança que nascesse durante uma viagem para o norte usava contas brancas até a idade de cinco anos e então recebia o mesmo tipo de tatuagem no ombro esquerdo. Por acordo mútuo, o Bar-Rex da hi do sul poderia reivindicar somente quem tivesse tatuagem no ombro direito para executar qualquer forma de serviço físico, enquanto o Bar-Rex do norte podia reivindicar apenas os que tivessem tatuagem no ombro esquerdo.

A hi do norte era um ponto onde se reuniam seis vias fluviais, ao passo que na hi do sul se juntavam apenas três vias fluviais. Isso significava que o Bar-Rex da hi do norte tinha seis tribos sob seu poder. Ele era um velho guerreiro rude que andava no meio do povo, trocando histórias obscenas. Eu gostava dele e de seu filho mais velho, que ele chamava de seu “chicote,”e tinha inveja de quem usava contas brancas, pois algum dia estaria a seu serviço. Afastei-me da tribo durante dois anos e fiquei algum tempo nas colinas, evitando as patrulhas militares do sul e visitando de vez em quando as jovens das tribos Burr. Os Burrs pagavam tributos a inúmeros Bar-Rexes na forma de cereais, frutas e artigos manufaturados de metal. Isso os livrava do serviço militar, mas não impedia que seus jovens roubassem os rebanhos da tribo Shem quando lhes dava na cabeça. Meu pai foi morto numa dessas incursões dos Burrs.

As patrulhas militares descobriram, por intermédio dos pais contrariados de várias de minhas namoradas, que havia um Shem desgarrado andando no meio deles de vez em quando. Não dá para confiar no silêncio de uma Burr. Voltei para a tribo e em virtude da intercessão de minha mãe, escapei de qualquer castigo devido à minha ausência de mais de dois anos. Minha mãe deu à luz uma filha de Cap-Tonelarber, o Bar-Rex da hi do sul, uma verdadeira princesa que foi chamada de Wren-Shanna. Tempos depois, eu e Wren-Shanna nos tornamos grandes amigos, e recentemente, em nossa vida atual, visitamos o local do primeiro nascimento dela. Vestidos com roupas protetoras, ficamos entre as antigas ruínas quase irreconhecíveis da fortaleza do pai de Wren-Shanna. Enquanto uma tempestade de areia violenta rugia a nosso redor, recordamo-nos das coisas boas daquele tempo.

Minha mãe conseguiu, com seu sacrifício, que eu desfrutasse várias temporadas preciosas, que gastei sob a tutela de So-Socrey, um curandeiro tribal de grande sabedoria. Era um bom amigo de tia Tee-Robra e provavelmente a única pessoa no universo que conseguia beber mais do que ela. Foi com ele que me escondi nas colinas até finalmente voltar para a tribo durante a jornada para o sul. Foi também ele quem me ensinou os valores medicinais das plantas e o que sabia dos métodos dos Elohim, como orar pedindo sua assistência mágica e quando era conveniente fazê-lo. Certa vez, So-Socrey testou meu conhecimento do que me ensinara me descendo num poço cheio de cobras venenosas para colher bulbos de uma planta do tipo do cactos.

Consegui levar os bulbos e sobrevivi, tornando-me uno com a realidade das serpentes em seu nível de vida universal. Depois ele fez um chá dos bulbos e o tomou. Então, ficou muito alterado e passou a fazer uma demonstração de como conseguia urinar na cor que bem quisesse. Quando ele produziu uma corrente infinita de fogo, percebi que ainda tinha muito a aprender. Atualmente, consigo duplicar as mudanças de cores (amarelo é fácil), mas nunca encontrei a coragem necessária para tentar duplicar o rio infinito de fogo de meu mentor.


 
Chegou o dia em que o Tane (o supervisor militar) do Bar-Rex e dois de seus novos recrutas começaram a me procurar durante uma travessia da hi. Ele deveria ter trazido todo seu exército. Coloquei em prática os ensinamentos de tia Tee-Robra e de So-Socrey e estropiei fisicamente meus indesejáveis futuros amos. Depois de vários dias sendo perseguido por toda a região da hi, acabei por ser vencido pelo número – e por um apelo de minha mãe para me entregar e parar de ferir outros perseguidores que, em alguns casos, haviam sido meus companheiros de brincadeiras em outros tempos.

Eu era considerado um solitário e fazia muito poucos amigos. Era também considerado um pouco louco e perigoso. Fui incumbido de juntar-me a uma patrulha de camelos que viajava para o norte para ficar de olho nos rebanhos que atravessavam o curso de água na direção sul, rumo à hi de meu amo. Foi durante essa época que alguns de meus camaradas de armas e eu aprendemos com um velho veterano a nadar. Ansiávamos pela comida, pelas histórias contadas ao redor da fogueira do acampamento e pela companhia feminina que o outro lado da via fluvial nos oferecia de bom grado.

A Terra, quando ficava mais próxima de Marte, parecia um pouco maior do que uma lua cheia avistada da Terra. Quando sua órbita se aproximava mais de Marte, o planeta Vênus parecia ter um quinto do tamanho da Lua vista pelo mesmo ângulo. Os radiares, que naquela época funcionavam plenamente,  são conhecidos de vocês como os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno e refulgiam no céu noturno. Sob as estrelas e a luz derramada pelos corpos planetários de nosso sistema solar, os membros da patrulha sentavam-se em nosso acampamento e especulavam sobre a existência de alguma forma de vida em outro lugar do universo. (Não consigo deixar de contar uma mentirinha e dizer que tínhamos certeza de que a Terra era habitada por homenzinhos verdes e mulheres púrpuras gigantescas.) 

 Alguns de meus camaradas enumeravam antigas lendas e histórias e se recordavam de sangrentas escaramuças com soldados de outras fortalezas que haviam se aventurado a ir longe demais em nosso território, ou quando uma patrulha de nossa hi natal entrou na jurisdição de outro Bar-Rex. Havia também narrativas de guerras de grandes proporções acontecidas entre os Bar-Rexes, e que haviam determinado o atual status dos vários senhores.

Entre as histórias, havia uma que falava da existência de misteriosos gigantes com máscaras prateadas, vestidos de púrpura que velejavam, em trenós para areia, nas areias vítreas que se iniciavam a muitos quilômetros das estradas cobertas de relva. Mesmo os mais corajosos Bar-Rexes temiam um encontro com esses gigantes que se diziam viver nas vertentes da montanha sagrada chamada Darren. (Essa montanha vulcânica é chamada Monte Olympus  pelos atuais habitantes da Terra.) 

A representação dessa imensa montanha marciana com dois raios ao fundo é o emblema que identifica nossas espaçonaves marcianas e outras coisas que necessitam de tal identificação.  
 

 
O Monte Olympus, também conhecido por seu nome em latim, Olympus Mons, é um vulcão extinto do planeta Marte, sendo o maior vulcão do Sistema Solar. Ele ergue-se a 27.000 metros acima do nível médio da superfície marciana, sendo três vezes mais alto que o Monte Everest. Sua base estende-se por quase 600 quilômetros (ele é um pouco maior que o estado do Arizona, nos EUA). Sua caldeira tem dimensões de 85 km por 60 km. O Monte Olympus foi descoberto pela sonda espacial Mariner 9 da NASA em 1971, embora já fosse do conhecimento de astrônomos desde o século XIX. Tem um declive suave, o que faz sua base ser vinte vezes maior do que a sua altura. 
Foto: Nasa
RANCER-CARR, O ZONE-REX 
 
Desde tempos muito antigos, uma pessoa muito especial ocasionalmente se manifesta com grande autoridade espiritual, que alguns Bar-Rexes obedecem de boa vontade e outros são forçados a obedecer. Tal pessoa se chama um Zone-Rex. Em minha primeira vida, essa pessoa, na forma de um jovem que era filho de um mineiro de cobre Shem (profissão exercida com licença especial) recebeu ordens dos gigantes de máscara prateada de governar e guiar espiritualmente todos os que viviam sobre nosso mundo.

Esse homem vive hoje e tem o nome de Rancer-Carr. Nunca encontrei ou vi Rancer-Carr em minha primeira vida. Mal sabia eu em minha primeira vida que formaríamos um relacionamento nesta vida atual, pois em Marte vivi apenas aquela primeira vida. Cada vida depois dessa (e houve muitas) foram passadas nos confins da Barreira de Freqüência do planeta Terra. Embora atualmente Marte seja inóspito à vida sem a utilização de equipamentos artificiais de sustentação de vida, fico muito feliz em poder visitar meu mundo natal sempre que posso.

{n.t. Esse ser humano de Marte vive hoje e tem o nome de Rancer-Carr e em sua homenagem, pela sua luta em defesa da vida, um sol do sistema das PLÊIADES tem o nome de CARRdovan (Electra), sendo que em sua órbita existe um planeta de nome MOLLARA, habitado por seres humanos oriundos da Terra, de Marte e de outros planetas que para lá migraram em função dos acontecimentos que se sucederam após a destruição do planeta  MALDEK em nosso sistema solar, há cerca de 251 milhões de anos passados…}
 
Minha vida mudou depois que ganhei de presente de minha mãe uma bela armadura de couro de cor vermelho-sangue. Ela me rendeu um número considerável de comentários invejosos e zombarias de alguns de meus camaradas, então decidi não usá-la na presença deles. Eu vestiria a armadura quando voltasse para a fortaleza, assim minha mãe ficaria contente. Uma vez, dei por falta de minha armadura e fiquei furioso. Procurei o homem que eu suspeitava ter roubado minha propriedade e lutamos até que ele acabou morrendo. Só mais tarde descobri que ele tinha tirado a armadura para me pregar uma peça. Fui colocado a ferros, aprisionado e depois sentenciado à morte.

Certa manhã, fui levado à presença do Bar-Rex e de minha mãe. Também faziam parte do grupo três estranhos homens de cabelos brancos vestindo roupas idênticas feitas não de lã, e sim de um material com um tipo de trama que eu nunca vira. As palavras que eles disseram uns aos outros soavam estranhas. Um se aproximou de mim e tocou minha testa com uma vara cintilante e tudo ficou preto. Despertei com uma grande dor de cabeça, em meio a centenas de personagens esquisitos que, para mim, pareciam na maior parte serem pequenos como crianças. Eu não conseguia entender o que estavam falando e em alguns casos eles não conseguiam se entender uns aos outros.

Parecíamos estar em uma caverna em meio a caixas de metal, e as paredes emitiam uma suave luz estranha. Os homens de cabelos brancos nos deram água e uma comida que eu nunca provara. Depois de certo tempo, aprendi a gostar da comida e ficava esperando que fosse distribuída. Pouco a pouco, passou a haver comunicação entre os diferentes tipos de “baixotes,” e consegui entender o fato de que ninguém sabia onde estávamos ou o que estava nos acontecendo. Perdemos a noção do tempo.


 
O nosso sistema solar orbita o Sol Central das Plêiades, Alcyone (estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, o FINAL de um Baktun (o décimo terceiro Baktun) do Calendário MAIA também marca o final de um desses anos solares. Em astronomia também é conhecida como o Aglomerado estelar aberto M-45, as Sete Irmãs, a Constelação das Plêiades, com os sóis/estrelas principais de Alcyone, Maia, Electra, Taygeta, Atlas, Pleyone, Celaeno, Asterope e Merope.
 
O MEU AMIGO 63-92 
 
De vez em quando, eu reparava num homem, mais alto do que os baixotes mas não tão alto quanto eu, andando no meio da multidão. Ele usava uma veste branca de lã esfarrapada e manchada e carregava uma cabaça negra com estranhos símbolos brancos grosseiramente pintados. Descobri mais tarde que esses símbolos representavam os números 63-92. Sentado apoiado numa parede, sentia-me triste e ansiava por estar novamente com as pessoas de minha tribo. Coloquei as mãos no rosto para esconder minhas emoções dos que estavam ao meu redor e chorei.

Enquanto chorava, senti alguém tocar o alto de minha cabeça e dizer o meu nome. Olhei para cima e vi diante de mim o homem que, daquele momento em diante, eu chamaria apenas de 63-92. Ele me estendeu a cabaça, da qual nada bebi além de ar. Embora seus lábios não se movessem, ouvi-o dizer: “Que gosto você quer que tenha?” Lembrei-me de uma bebida alcoólica suave muito popular em meu mundo natal e imediatamente minha boca começou a se encher magicamente dela, até que engoli o líquido, então a manifestação cessou.

Coloquei as pontas dos dedos nos olhos para saudar esse mago da mesma forma que saudaria alguém como meu professor So-Socrey. Perguntei como ele sabia meu nome e como conseguia falar comigo sem mexer os lábios. Ele replicou: “Os Elohim sabem os nomes de todos, e foram eles que me contaram seu nome. Falo com você em sua mente. Comunicar-se desse modo é uma capacidade que você acabará por adquirir depois de chegar a seu destino. Não é assim tão difícil se comunicar dessa forma. Algumas das pessoas que estão agora a seu redor, que você chama de baixotes, podem se comunicar facilmente dessa maneira umas com as outras.”

Perguntei fisicamente: Quem são os Els (Elohim)?”
 
Quando serei libertado de meu encarceramento para poder viajar ao destino do qual você fala?” 63-92 repeliu minhas perguntas com um gesto e foi-se embora, desaparecendo na multidão. Em certo momento durante minha prisão, as paredes de meu cárcere começaram a zumbir e a produzir um som agudo que nos sobressaltava e despertava os que estivessem dormindo naquela hora. Uma das paredes começou a se deslocar e se dobrou dos dois lados, formando uma abertura pela qual eu conseguia ver um panorama maravilhoso. Construções altas e objetos prateados cintilavam à luz do Sol e pareciam flutuar como penas ao vento ou se deslocar rapidamente pelo céu.

Pode-se dizer que testemunhei o que foi para mim, na época, um céu repleto de UFOs. Parados numa rampa inclinada para baixo, havia vários daqueles homens de cabelos brancos fazendo-nos sinais para sairmos. Enquanto descia pela rampa, voltei-me para olhar o lugar onde estivera preso. Parecia uma grande casa circular (maior do que qualquer casa que eu já vira – na realidade era uma espaçonave nodiana), coberta por listas horizontais de cores alternadas: vermelho, branco e negro. Por inúmeras janelas circulares pude ver homens de cabelos brancos olhando para o que era obviamente seu mundo natal.

De repente, 63-92 estava na minha frente. Ele me instruiu mentalmente a não ir para a esquerda com os outros, e em vez disso ir para a direita e ignorar quem tentasse me dizer outra coisa. Meu instrutor então desapareceu diante de meus olhos. Ao virar para a direita, entrei num mercado cheio de bancas e vendedores de todos os tipos possíveis (a maioria vendia verduras). Fui atraído na direção de um vendedor de flores que desprendiam um aroma maravilhoso que está além de minha capacidade de descrição. A meu redor vi outras pessoas trocando um tipo de dinheiro para fazer suas compras. Embora eu não tivesse esse dinheiro, o vendedor me deu uma grande flor amarela e me enxotou de sua barraca com um sorriso.

Em cada banca ou loja, davam-me até aquilo pelo qual eu sentia apenas um ligeiro interesse mental, então me orientavam a ir embora. Logo fiquei sobrecarregado com meus presentes e me sentei, colocando-os em volta de mim. Em pouco tempo, as pessoas vinham a mim e apontavam para um ou mais de meus artigos, entregando-me vários discos-dinheiro de várias cores (como as fichas plásticas para jogar pôquer). Esses discos me fizeram muito bem: ninguém os tirava de mim, e sim preferiam me dar o que eu bem quisesse sem eu ter de pagar. Que mundo!




Meus passeios e minhas viagens acabaram por me levar a uma padaria grande que vendia pães, bolos e tortas de tipos que nenhum Bar-Rex do meu mundo natal poderia ordenar que fosse colocado diante dele. Na padaria serviam mulheres e meninas agradáveis e roliças que me orientaram, com gestos das mãos, a me sentar no chão num canto (todas as cadeiras eram pequenas demais para eu me sentar). Elas me trouxeram tudo o que eu desejava, até que não consegui comer mais nada. Uma senhora elegantemente vestida usando anéis cintilantes desceu as escadas e mentalmente me pediu para que me fosse. Não discuti com ela.

A noite parecia não chegar nunca nesse novo mundo (o planeta NODIA). Houve um breve período de crepúsculo de aproximadamente 29 horas terrestres, seguido de um clareamento gradual do céu. Experienciei me queimar de Sol pela primeira vez na vida. Um vendedor de rua, vendo isso, deu-me um vidro grande de loção. Pensei que eu devia beber a coisa, até que meu benfeitor meneou a cabeça fazendo o movimento universal que representa não, fazendo uma mímica de como eu deveria aplicar topicamente a loção na pele. Também ganhei um chapéu de abas largas.

Durante o terceiro crepúsculo depois de minha chegada ao planeta NODIA, instalei-me num local onde todos pareciam estar comemorando. Podia-se comprar bebidas que causavam euforia, mas meu copo era enchido continuamente sem eu pagar nada. Vi dois homens (não nodianos) serem assassinados. Os corpos dos mortos tiveram suas roupas e outros pertences tirados e foram levados para outro lugar.

Logo depois, um grupo de homens e mulheres se aproximou de mim (não eram deste mundo) e mentalmente me ofereceram uma grande soma de dinheiro para eu matar o assassino, que estava sentado a uma mesa perto dali e continuava a beber corno se não tivesse feito nada de errado. Mentalmente recusei e também recusei a oferta de protegê-los contra qualquer futura injúria física que os homens violentos que também residiam no planeta pudessem lhes causar.

Despertei do torpor causado pela bebida, encontrando-me novamente encarcerado num poço coberto por grades de metal. Meus inúmeros companheiros de cela formavam um grupo deplorável de vários tipos de outros mundos. Seus gemidos, gritos, lamentos e conversas altas eram ensurdecedores. O lugar fedia, e percebi que provavelmente eu era um dos que mais contribuíam para o mau cheiro. As grades que cobriam o poço foram levantadas e o lugar aos poucos ficou silencioso. Parados à beira do poço, olhando para seu conteúdo humano, havia três homens de cabelos brancos e várias pessoas de outro mundo acompanhando-os.

Um dos homens de cabelos brancos era jovem (da minha idade, uns 19 anos terrestres). O jovem de cabelos brancos (nodiano) vestia uma camisa bege lisa e larga e calças da mesma cor caindo frouxas até os tornozelos. De pé a seu lado, para minha surpresa, havia outro marciano com uma criatura parecida com um macaco no ombro (um animal chamado de poon pelos nodianos), O marciano falou comigo no idioma de minha tribo:

“Aquele ao lado do qual estou oferece a você a liberdade se você o servir para o resto de sua vida e aceitá-lo como seu único deus.” Eu Pensei mentalmente, esse camarada é mesmo um bobo convencido. Também cogitei mentir para conseguir minha liberdade, O jovem cabeça-branca me chamou em voz alta em meu idioma nativo: “Você não está muito enganado a respeito de quanto me julgo importante. Venha se unir a nós, marciano. Sou Rayatis Cre’ator.” Abaixaram uma escada e eu subi por ela para receber a luz do sol-estrela SOST, e para o início de uma vida nova e muito emocionante no planeta NODIA. Trocaram dinheiro com um grupo de carcereiros e meus companheiros de cela subiram a escada e se dispersaram em direções diferentes.




Acima: A estrela/Sol POLARIS, popularmente conhecida como Estrela Polar, é a estrela mais brilhante da constelação chamada Ursa Menor. Esta estrela é o SOL SOST, onde esta situado o PLANETA NODIA. A estrela POLARIS/SOST é uma das estrelas pertencentes a constelação da Ursa Menor que no correr dos séculos vem sendo usada na Terra para nortear os navegantes, desde os tempos das descobertas de Colombo e Cabral, pois é uma estrela fixa que determina o NORTE. A estrela apontada como Polaris A é o SOL SOST, que é orbitado pelo planeta NODIA e b seria o radiar AMPT, onde orbita o planetoide Vitron, o lar de Mocalar, cerca de 84 vezes MAIOR do que a Terra…Vistos da Terra a proximidade de ambos faz com que os astrônomos pensarem que sejam um sistema de sóis duplo.

Sem dizer outra palavra, o marciano nos deixou. A medida que andávamos, o aroma de pão quente enchia o ar. Logo chegamos a um de meus lugares preferidos do planeta Nodia: a padaria onde, em outro tempo, eu fora generosamente alimentado. Não entramos na padaria, em vez disso, fomos para os fundos do prédio e subimos uma escada comprida até o quinto e último andar. Atrás de uma porta lisa havia quartos grandes decorados com mobília e obras de arte lindas de se ver. Esses alojamentos eram ocupados por poucos nodianos e vários tipos de pessoas de outros mundos. Havia elevadores que iam até o subsolo, onde havia corredores e quartos intermináveis cheios de nodianos fazendo uma coisa ou outra com uma mão enquanto comiam um pedaço de pão quente com a outra.

Todos pareciam receber ordens de um homem ruivo de pele clara chamado Rick-Charkels e sua companheira Orja. Deram-me um colchão de palha e Rick-Charkels me disse que eu deveria dormir em uma das sacadas. Depois de eu relutantemente tomar banho, deram-me roupas novas que eram uma réplica perfeita daquela que estivera vestindo desde minha chegada no planeta NODIA. Certa manhã, encontrei nos pés do meu colchão a armadura vermelha que fora responsável por meu exílio neste lugar de maravilhas e perigos sutis. Raramente permitiam que eu entrasse nos alojamentos e apenas o fazia para chegar às escadas que levavam para a rua. Saía de meu alojamento para acompanhar Rick-Charkels, Orja e sua equipe de cozinha quando faziam suas compras. Meu objetivo e o da equipe era carregar o saque. Uso o termo “saque” porque os vendedores não aceitavam pagamento pelos seus produtos e mercadorias, e respondiam como se estivessem ofendidos se oferecessemos pagamento.

Comecei a aprender com facilidade o idioma nodiano, mas descobri que sua forma de comunicação telepática era frustrante devido a minha falta de conhecimento de tantos assuntos que exigiam pensamento abstrato. Certa vez, ao crepúsculo, fui visitado por Rhore, o Marciano, que falara comigo no dia em que fui libertado do poço por meu benfeitor nodiano. No início, Rhore tinha acesso aos meus aposentos atravessando os telhados dos edifícios adjacentes e pulando na sacada de uma distância considerável. Nas visitas posteriores, usou uma escada como ponte, guardando-a no telhado vizinho até precisar dela. Rhore era shem, embora não pertencesse a meu grupo. Ele calculou que estava no planeta Nodia havia quase onze anos terrestres. Era livre para ir e vir como bem entendesse e decidiu viver a cerca de 56 quilômetros de distância, numa floresta povoada por inúmeros tipos diferentes de animais. Ele se locomovia numa motoneta (scooter) que voava a aproximadamente um metro e meio do chão, mas não alcançava a altura dos telhados.

Certa vez, Rhore apontou uma estrela brilhante no céu, que era, na verdade, o sol que proporcionava luz e calor a nosso mundo natal (e ao nosso planeta Terra). Ele me disse que seriam necessários cerca de 16 dias para o “barco estelar” nodiano chegar a nosso mundo natal. Disse que um dia gostaria de visitar Marte para arranjar uma companheira ou duas, mas não para viver lá permanentemente. Fiquei consternado com sua afirmação e perguntei-lhe por que se sentia assim. Ele disse: “Por que viver entre os ignorantes quando se pode viver entre os sábios?”

Muitas vezes, ao cair da noite, eu subia na garupa da motoneta de Rhore e viajávamos para seu lar na floresta e para outros locais de grande beleza natural. Também visitávamos os lugares onde os barcos (espaçonaves nodianas) estelares eram construídos e onde existiam colônias de trabalhadores de outros mundos. Essas excursões e infindáveis conversas com Rhore me ajudaram a entender melhor meu novo lar e me incutiram o forte desejo de aprender o possível sobre tudo o que estivesse a meu alcance.

Com Rhore fiquei sabendo que meu benfeitor, Rayatis Cre’ator, era na realidade um tipo diferente de Bar-Rex. O mistério dos vendedores generosos foi esclarecido quando Rhore explicou que eles eram, na verdade, sócios de negócios de Cre’ator. Todo o sistema dos empreendimentos comerciais de Cre’ator mantinha-se coeso pelo que se poderia chamar o princípio do Chefão: ele fazia a seus sócios ofertas irrecusáveis. Cre’ator, por vários motivos compreensíveis, mantinha uma imagem pública muito discreta. Já em sua juventude, ele tivera cinco filhos: dois meninos e duas meninas com uma mulher que vivia em outro planeta no mesmo sistema solar, e uma filha com uma bela nodiana que também estava ausente da casa durante o primeiro ano, mais ou menos, de meu serviço. No dia em que ela chegou com a filha ruiva (nodianos ruivos são muito raros), minha vida deu outra reviravolta importante.

Fui incumbido, juntamente com um número considerável de guarda-costas, de acompanhá-la às compras que, de vez em quando, estendiam-se por todo o mundo e também pelos planetas próximos. Ela se esquivava da segurança, aventurando-se em lugares que faziam seus guardas nodianos mais corajosos se encolher. No início, minha tarefa parecia se resumir em carregar sua filha nas costas ou nos ombros sempre que a criança me chutasse as pernas. Com o passar do tempo, descobri que eu poderia delegar essa tarefa a qualquer um dos outros guardas do séquito Logo depois, percebi que eu era o comandante deles. Foi uma revelação espantosa. Eu fora eleito para o cargo por meus companheiros soldados numa votação secreta.

Embora a Senhora Cre’ator ignorasse a segurança, mostrava-se muito interessada em vestir seus guardas com uniformes escandalosamente coloridos e em encharcá-los com perfumes caros. Esta última prática foi interrompida quando os “espers” (os que vasculham mentalmente os arredores à procura de perigos ocultos) se queixaram que o cheiro estava interferindo em sua capacidade de desempenhar sua função. Recebi uma sala espaçosa nos alojamentos localizados sobre a padaria. Rhore tinha permissão de me visitar, contanto que tomasse banho e vestisse roupas limpas. No começo de nossas relações, Rhore disse-me que ele havia sido trazido para Nodia por mulheres que encontrara no deserto marciano colhendo os mesmos bulbos de cactos inebriantes que meu primeiro professor, So-Socrey, tinha em tal alta conta.

Uma das mulheres perguntou a Rohre se ele queria viajar com ela para mundos distantes onde ela venderia o estoque de cactos. Ele aceitou sem hesitar sua oferta. O nome da mulher era Martcra, mas era em geral conhecida como Bandeira Cereja, pois desfraldava uma bandeira com uma cereja vermelha bordada sempre que aterrissava num mundo e montava uma loja. Numa visita a Nodia, Bandeira Cereja, devido a circunstâncias legais imprevistas, julgou necessário partir do planeta às pressas, deixando Rhore para trás. Ele nunca mais a viu. Foi adotado e sustentado, como eu, pela ilustre Casa de Cre’ator.

Rhore instruiu-me no uso de ROMs mentais que me ajudaram a preencher rapidamente minha mente com conhecimentos e experiências que, usando-se qualquer outro método, levariam uma eternidade para adquirir. Havia um suprimento inesgotável desse material mentalmente registrado e eu o absorvia em todos os momentos livres, quando eu não estava a serviço da Senhora Cre’ator. Um dia, fui acordado do sono por um poderoso comando mental de Rayatis Cre’ator dizendo-me para ir ao grande salão do conselho. Nunca estivera lá. Ao chegar, encontrei uma cadeira vazia com meu nome gravado no encosto de couro.

CONTINUA …

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’’Há duas histórias, a oficial e mentirosa, e a secreta, em que estão às verdadeiras CAUSAS dos acontecimentos’’ Honoré de Balzac

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Posted by Thoth3126 on 30/11/2014



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Setembro 17, 2015

chamavioleta

PETRIMMOR DE CARTRESS,  

histórias do planeta MALDEK, 

da TERRA e do SISTEMA SOLAR 

 Parte VIII

Publicado anteriormente a 11/10/2014


Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 389 a 436.

“Quando nós conseguimos os meios para analisar os caminhos da Terra, mais uma vez, encontramos aqueles da antiga humanidade que sobreviveram as inúmeras calamidades e catástrofes geológicas, somente por causa dos instintos primários da maternidade, sobrevivência e outros traços nobres de amor que foram capazes de prevalecer em meio a loucura e insanidade total.”  Eu Sou Sycorant de Omuray (a lua Titã) o maior dos planetoides do Radiar Summer, que voces conhecem como o planeta Saturno.


Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com


Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 389 a 436. 


PETRIMMOR DE CARTRESS, PARTE 8:


Após voarmos em círculos cada vez mais largos durante dois dias, avistamos um grande assentamento controlado pelos maldequianos. Nos arredores desta cidade havia vários edifícios. Pousada sobre o gramado de uma destas construções nós vimos uma enorme espaçonave negra e brilhante. Este veículo tinha em seu casco o símbolo da Casa de Comércio de Cre’Ator de Nodia (Um triângulo com um duplo lado esquerdo). Nós aterrissamos o nosso carro aéreo atrás de uma linha de árvores e sozinho eu cautelosamente caminhei uma curta distância até a espaçonave. O lado que dava acesso à entrada da espaçonave estava aberto.


Eu primeiro respirei fundo e então gritei, “Existe alguém ai dentro?”. Um ancião nodiano veio até o portal de acesso da nave e com o seu dedo cruzando os seus lábios fechados, simbolicamente dizendo, “Faça silêncio”, então ele disse: “Se você é o cartressiano que tem voado por ai em um carro aéreo Graciano é melhor você decolar e encontrar algum lugar para se esconder. Os maldequianos colocaram um prêmio sobre sua cabeça e dos seus companheiros. Eles dizem que vocês são procurados por um ataque traiçoeiro e pelo assassinato de quatro de seus soldados krates, duas mulheres da Terra e uma pequena criança”.


Eu respondi, “Como?, Eles também não me acusam de ter estuprado uma mulher em trabalho de parto ?” Ele deu uma gargalhada abafada e disse, “Se ninguém prendê-lo logo, tenho certeza que esta acusação será adicionada a lista dos seus crimes pelos maldequianos”. Ele me sinalizou para que entrasse na espaçonave e assim que o fiz ele fechou a porta do veículo espacial para o mundo exterior.


cinturao_asteroides(restos de Maldek)


A espaçonave nodiana circular em seu ponto mais largo possuía cerca de 110 pés de diâmetro (33,50 metros) com três deques superiores e progressivamente um com diâmetro menor do que o outro. Luzes suaves se acendiam à nossa frente na medida que nós caminhávamos pelo interior da espaçonave e se desligavam após a nossa passagem, deixando as áreas atrás de nós em total escuridão. Nós subimos um pequeno lance de escadas para alcançarmos uma plataforma bem iluminada. Atrás dessa área havia uma sala em formato de lua crescente. Nesta sala estavam sentados em macios sofás vários nodianos.


Um desses nodianos era Rairol. Ele me reconheceu imediatamente como o cartressiano fugitivo. Ele falou rápido de que em breve a espaçonave estaria cheia com maldequianos que estavam vindo para uma reunião com ele para discutir assuntos de interesse de ambas as culturas, de Maldek e de Nodia. Ele me disse que não poderia correr o risco de que eu e meu pessoal fossem localizados pelos espers maldequianos (psíquicos que faziam a varredura psíquica em locais que exigiam segurança para dignitários maldequianos). Ele rapidamente pegou um mapa e fez um círculo em determinado ponto me dizendo para lá encontrá-lo juntamente com Rendowland ao amanhecer do décimo segundo dia a partir do presente. Ele também me avisou de que deveríamos manter o nosso carro aéreo bem escondido até que alcançássemos o local assinalado no mapa. Ele então acrescentou: ”Esteja lá Petrimmor e nós então levaremos você e os seus de volta para o seu planeta natal em Cartress.”


ENCONTRO  COM SHARMARIE E RENDOWLAN EM EVERCASS


Nossa contínua jornada nos conduziu para uma cidade a cerca de sessenta milhas ou quase isso perto do local que Rairol havia marcado com um círculo no mapa. Era nosso plano esconder o nosso carro aéreo e nos misturarmos com as pessoas da cidade. Nós nos vestimos com nossas melhores jóias gracianas para nos disfarçarmos como algum tipo de mercadores ricos. Orbaltreek aterrissou o carro aéreo no limite da cidade e nos deixou lá decolando em seguida para encontrar um lugar seguro para esconder o veículo. Cimiss e Varbreen caminhavam juntas e eu e Dell as seguíamos a distância, mantendo-as à nossa vista.


O nome da cidade era Evercass, a maioria de sua população era de humanos nativos da Terra sendo o segundo maior segmento o de maldequianos. De tempos em tempos nós cruzávamos com algum ser humano de fora da Terra, que estava bem vestido e bem alimentado. Nós também vimos grupos de seres de fora da Terra estranhos, isto é, eles eram de mundos que não eram do sistema solar local da Terra.


As minhas múltiplas perguntas, de como eles chegaram na Terra e quem os trouxera e por que, foram respondidas quando localizamos um par de nodianos vestidos em negros uniformes que estavam acompanhados por um homem muito alto vestido com o mesmo tipo de uniforme mas na cor vermelha vinho escuro. Os meus batimentos cardíacos se aceleraram ao reconhecer um dos nodianos como sendo o meu amigo Rendowlan.


Eu e Dell nos juntamos a Cimiss e Varbreen e aceleramos nosso passo para cruzarmos com eles a fim de sermos reconhecidos pelo nosso velho conhecido nodiano. Nós estávamos a cerca de trinta pés de distância deles quando o homem muito alto girou em seus calcanhares para nos enfrentar já apontando uma arma diretamente para a minha cabeça. Mulheres gritaram e o povo da Terra se jogou ao chão, enquanto Varbreen veio até mim e se pôs ao meu lado fitando  nos olhos o nosso executor. Um largo sorriso surgiu nos lábios de Rendowlan quando ele me chamou dizendo, “Voce pode escolher se juntar a nós para tomarmos alguma bebida ou ficar ai parado e levar um tiro de Sharmarie”. A ameaçadora arma desapareceu como num flash.


Um breve período depois e nosso grupo agora expandido já estava sentado sob a sombra de um dossel em um restaurante ao ar livre conversando sobre amenidades enquanto assistíamos a mudança de cenas na rua à nossa frente. Diante de nossos olhos desfilavam caminhões carregados com produtos agrícolas e outras mercadorias assim como grupo de reltianos e escravos waydianos em seu caminho para o mercado local. Pequenas tropas de soldados maldequianos krates também passavam frente aos nossos olhos. Quando nós percebemos que estes pequenos grupos  de soldados maldequianos estavam se reunindo em um grupo muito maior em um ponto mais afastado da rua, a pistola que poderia ter me mandado para os céus contar estrelas junto com Olbey-Cobex agora descansava abertamente à vista em cima da mesa.


Eu nunca havia visto e conversado com outro marciano sofisticado e educado como Sharmarie a não ser com o zone rex marciano Rancerr Carr. Ele se desculpou sobre ter nos assustado como ele havia feito, mas nos explicou que aquela sua reação era resultado de anos respondendo a possíveis atentados contra  a vida da esposa do seu empregador, Lady Aranella Cre’Ator. Ele explicou que veio à Terra com ela e seu cunhado, Opatel Cre’Ator, que no momento presente estava no palácio de Her-Rood, o maldequiano governador geral da Terra como seu convidado. Sharmarie nos contou que os eventos no palácio de Herr-Rood não eram daquele tipo que ele apreciava, então ele decidiu viajar e pesquisar sobre quem poderia lhe fornecer informações sobre onde encontrar pessoas do seu povo ou lhe dizer como eles foram reunidos e evacuados da Terra e enviados ao planeta Mollara, nas Plêiades.


pleiades


Eu contei a ele sobre a minha associação com o seu povo na estação Petrimmor e os problemas com os maldequianos e para obtenção de alimentos. Quando eu lhe contei como o seu povo reagiu à chegada do seu zone rex um traço de orgulho brilhou em seus olhos. Ele então me disse que pretendia ir ao planeta Mollara e gastar algum tempo entre os de seu povo assim que ele retornasse com Lady Aranella para planeta natal dela em Nodia. Ele também me disse que iria procurar pelo meu filho Marle, que havia partido com os marcianos para Mollara, falar-lhe de nosso encontro e perceber se ele estava vivendo bem.


A tarde passou e se transformou no anoitecer e Orbaltreek ainda não havia dado nenhum sinal de vida. Ouvindo sobre a nossa preocupação com o nosso companheiro, Rendowlan falou dentro do ouvido do outro nodiano, cujo nome era Shayoler. Ele então se levantou e caminhou em direção dos soldados maldequianos krates ainda vagando pelo local onde eles haviam se reunido mais cedo naquela tarde.  Rendowlan nos disse que os nodianos estavam tentando encorajar os maldequianos para deixá-los ajudar as populações de seres humanos de fora da Terra que emigraram para o planeta depois da destruição de Maldek, de uma forma mais direta e objetiva com fornecimento de ajuda e tecnologia. Ele também me confidenciou que os nodianos estavam grandemente preocupados com o fato dos maldequianos estarem produzindo em massa novos armamentos que eles nunca haviam usado antes.   


AS CONDIÇÕES DO ARMAMENTO NAQUELE MOMENTO.


Eu posso explicar o problema com os armamentos usando como exemplo os marcianos, maldequianos, gracianos e nodianos. Os senhores da guerra marcianos, os bar-rexes sempre tiveram os seus próprios exércitos particulares. De tempos em tempos, estes senhores da guerra entravam em guerra uns contra os outros, com seus exércitos usando armas que hoje poderíamos chamar de primitivas, tais como espadas, arcos e flechas. Eles desenvolveram a arte da guerra até um certo grau além do qual eles consideravam desnecessário ultrapassar.


De outro modo os maldequianos, nunca lutaram entre si. A única razão pela qual eles formaram unidades militares Krates (soldados da elite maldequiana) foi para intimidar os habitantes da Terra. Enfrentando a grande possibilidade de ter que lutar uma guerra com o exército organizado e formado pelos povos de fora da Terra que poderiam ser armados com superior armamento fornecido pelos nodianos, isto provocou nos maldequianos a necessidade de copiar e produzir qualquer tipo de armamento avançado em que eles pudessem por as suas mãos.


Os gracianos, sendo uma raça com capacidade de viagens interestelares, entraram em muitos sistemas solares diferentes onde eles encontraram populações planetárias lutando umas contra as outras com todo tipo de armas avançadas. Os gracianos também encontraram sistemas solares onde guerras interplanetárias estavam acontecendo entre as populações de dois ou mais planetas. Se um mundo fosse importante para eles, os gracianos arriscariam a chance de manter contato sem se importarem o quanto hostis sua população pudesse ser. Eles assim agiram em relação ao meu próprio mundo natal, o planeta Cartress. O nosso desenvolvimento de armas aconteceu durante um período de cincoenta anos de guerras entre diferentes facções no planeta que resultou no estabelecimento de uma economia e governo planetário e assim acabando com o conflito global.


Os gracianos desenvolveram armas defensivas com base na tecnologia do uso do SOM. Eu mesmo experienciei o efeito das armas gracianas de som durante aquele dia em meu planeta Cartress quando eu disparei duas balas contra a sua espaçonave estacionada. Os soldados Krates maldequianos que massacraram todos os gracianos envolvidos com o projeto em Miradol também desenvolveram gosto pelo uso destas armas defensivas pelo uso do SOM. Eu sei agora o quanto os maldequianos se arrependeram quando eles perceberam que haviam matado todos os gracianos que sabiam manejar aquelas armas de SOM.


Os nodianos também viajavam entre sistemas solares diferentes (entre as estrelas) e encontraram guerras acontecendo em um único planeta assim como guerras interplanetárias envolvendo planetas diferentes cujas humanidades lutavam entre si dentro do mesmo sistema solar. Diferentemente dos gracianos, os nodianos tentavam promover a paz entre os povos combatentes. Se as negociações não tivessem sucesso, os nodianos ficaram famosos por “emprestar” o seu poder militar para um lado ou outro dos combatentes e assim acabar com o conflito.


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Interior de uma Nave Mãe real da Federação Galáctica.

ORBALTREEK CAPTURADO PELOS MALDEQUIANOS


Shayoler retornou para nós com notícias de que Orbaltreek e nosso carro aéreo haviam sido capturados pelos maldequianos, ambos sendo conduzidos para o Palácio do Governador maldequiano na Terra, Herr-Rood. Rendowlan então solicitou silêncio enquanto ele começava uma comunicação telepática. Mais tarde soubemos de Rendouwlan de que ele se comunicou mentalmente com Opatel Cre’Ator, que naquele exato momento estava no Palácio do governador maldequiano. Opatel disse a Rendouwlan de que ele faria todo o possível para manter Orbaltreek vivo e para que ele não fosse torturado. Ele também pediu para que Rendowlan nos dissesse que ele faria um forte esforço para obter a sua libertação.


Cimiss ao ouvir que o seu esposo havia sido capturado se quebrou emocionalmente, e nenhuma palavra de consolo pode acalmá-la. Sharmarie procurou em seu cinto por um pequeno saquinho pendurado de onde a mim pareceu ele ter retirado um pequeno pedaço seco de casca de árvore. Ele apertou as bochechas de Cimiss até que ela abrisse seus lábios, e então colocou um pequeno pedaço da casca na sua língua e quase imediatamente ela caiu em um sono profundo.


Rendowlan novamente enviou uma mensagem telepática para Opatel, e vários minutos depois um carro aéreo nodiano aterrissou na rua diretamente à frente do local onde todos nós estávamos. Dois nodianos fortemente armados saíram do veículo aéreo e permanecerem frontalmente em oposição ao que parecia ser a maior guarnição de soldados krates maldequianos da cidade. Os soldados krates apesar de em maior número, permaneceram parados não esboçando nenhum movimento enquanto o gigante marciano Sharmarie levantava Cimiss com apenas um braço enquanto na sua outra mão livre já segurava sua pistola pronta para ser usada. Nenhuma palavra precisou ser dita por ninguém.


Nós automaticamente levantamos de nossos acentos e rapidamente tomamos nossos lugares no carro aéreo nodiano que nos esperava. Após os soldados nodianos entrarem no veículo, o piloto nodiano fez com que o carro aéreo decolasse e tomasse a direção diretamente e em alta velocidade sobre os soldados krates maldequianos, quase a altura de suas cabeças, apenas um segundo antes de atingi-los ele desviou o veículo. Sharmarie gritou para o piloto, “Faça isso de novo!”, mas foi contrariado pelo comando de Rendowlan, que então instruiu ao piloto que dirigisse o curso do carro aéreo diretamente para o palácio do governador maldequiano.


Eu me lembro de Sharmarie dizendo a Rendowlan em baixo tom, “uma vez um poon (uma espécie de macaco em Nodia) sempre um poon”. O nosso voo até o palácio do governador maldequiano da Terra  foi durante a escuridão da noite e nos pareceu ser breve. Nós voamos circulando ao redor do palácio que estava muito bem iluminado várias vezes até antes que seguíssemos voando mais trinta milhas em direção oeste, o carro aéreo então parou e ficou pairando até que subitamente foi então iluminado por várias luzes fortes projetadas de uma negra espaçonave nodiana muito grande estacionada em uma clareira bem embaixo de nós.


Nós descansamos o resto da noite a bordo da espaçonave quartel general do embaixador nodiano para a Terra, Opatel Cre’Ator. Com pensamentos sobre Orbaltreek em nossas mentes, ninguém realmente conseguiu dormir. No amanhecer fomos visitados por Rendowlan, acompanhado por duas mulheres nodianas que trouxeram consigo uniformes nodianos negros com a insígnia (um Triângulo com o lado esquerdo duplo) da Casa de Comércio nodiana de Cre’Ator para Dell e para mim e finas togas para Varbreen e Cimiss. Rendowlan jogou um terceiro uniforme sobre seus ombros e disse, “Se tivermos sorte, Orbaltreek estará vestindo este uniforme antes que o sol se ponha hoje”. Nós deixamos Cimiss ainda dormindo pesado e, junto com Rendowlan, embarcamos no carro aéreo cheio com homens e mulheres de Nodia para um voo curto até o palácio do governador.


UMA VISITA AO GRANDE PALÁCIO DO GOVERNADOR MALDEQUIANO DA TERRA


O Grande Palácio e suas áreas adjacentes de palácios menores e jardins cobriam mais do que uma milha quadrada (cerca de 1,6 quilômetros). Onde antes deveria ter havido lindos e extensos gramados e jardins que envolviam estes magníficos edifícios,  o espaço agora estava coberto com edifícios gracianos pré-fabricados e milhares de tendas brancas que abrigavam soldados krates maldequianos. Aqui e ali se podia ver carros aéreos gracianos estacionados em grupos assim como reluzentes e novos carros aéreos que pareciam terem sido recentemente fabricados pelos maldequianos. De fato esses carros aéreos novos eram cópias dos carros gracianos que estavam sendo construídos por trabalhadores mecânicos que eram nativos da Terra. Varbreen tinha a certeza de que havia localizado o nosso velho carro aéreo Graciano ente as centenas pelos quais havíamos sobrevoado. Eu nunca duvidei dela.


Nós aterrissamos em um pátio de uma grande área quadrada localizada no centro junto ao Grande Palácio. Os nodianos que estavam conosco se separaram em vários grupos. Cada um destes grupos tinha o seu anfitrião lhes esperando para ciceronea-los. O nosso grupo em particular tinha uma comissão de recepção contendo doze soldados krates maldequianos acompanhados pelo mesmo número de soldados Dartargas de Cre’Ator (soldados da Federação Galáctica). Estes grupos representavam, respectivamente, a guarda pessoal do príncipe maldequiano Sant e a guarda pessoal do embaixador nodiano, Opatel Cre’Ator.


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Opatel Cre’Ator abraçou a Rendowlan e apertou os braços de Sharmarie. O gigante marciano então nos deixou e foi localizar Lady Aranella Cre’Ator. Lord Opatel então se dirigiu a cada um dos membros de nosso grupo, nos chamando pelos nossos nomes e imediatamente nos informou que Orbaltreek estava em segurança e sem ferimentos e  que o Príncipe Sant lhe havia assegurado que iria obter a  liberação  de Orbaltreek assim que ele conseguisse uma audiência com o governador.


Opatel nos pediu para que ficássemos junto com ele até a liberação de nosso companheiro e que não ficássemos vagando sozinhos pelas dependências do palácio. Desde aquele momento em diante Varbreen caminhava tão próxima a Opatel Cre’Ator que ela poderia ser confundida com a sombra dele. O palácio maldequiano a assustava profundamente porque estava preenchido com lixo, móveis quebrados e roupas descartadas, enfim era uma bagunça.


Na medida que andávamos pelos corredores, nós encontramos pessoas cambaleando e tropeçando ou deitadas em estado de torpor por intoxicação alcoólica ou pelo uso de drogas. Muitos dos que estavam deitados pelo chão estavam mortos. Ninguém parecia dar a maior importância. De vez em quando a nossa escolta parava e esperava enquanto soldados krates maldequianos removiam um ou mais corpos do caminho de seu Principe Sant.


Nós finalmente alcançamos uma enorme sala que estava magnificamente decorada com pinturas nas paredes e muitas estátuas. Os maldequianos nos deixaram neste momento. Várias horas se passaram até que o Principe Sant retornou até nós para nos informar que o governador estava nos esperando e que todos nós deveríamos nos reunir com ele imediatamente.


Fim da oitava parte. Continua … 

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Setembro 14, 2015

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Histórias de Maldek 

 Petrimmor de Cartress 

 Parte 7

 Wesley H. Bateman

Publicado anterirmente a 04/10/2014



Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por , Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 389 a 436.

 “Somos o produto de milhões de anos de vidas. O que sabemos daqueles tempos determina quais emoções misturamos com nossos pensamentos e energiza os símbolos de nossos sonhos. Nossas experiências pessoais de vidas passadas fazem com que sejamos diferentes assim como os flocos de neve são diferentes uns dos outros. Devo então dizer isto: como você solicitou as visões de muitos seres, pode contar que ouvirá a mesma melodia quando eles cantarem sua canção, embora as letras de algumas nem sempre rimem com as que são entoadas por outras vozes do coro.”  Eu Sou Sangelbo de Temcain.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 389 a 436.

PETRIMMOR DE CARTRESS, PARTE 7:

UM NOVO LAR PARA OS MARCIANOS, O PLANETA MOLLARA.

A visita do zone rex marciano, Rancer –Carr foi breve. Assim que a sua espaçonave desapareceu em direção ao horizonte sul eu recordo de que fiquei pensando como as coisas poderiam ter sido diferentes se ele tivesse vindo com um ano ou mais de antecedência. Mais tarde eu fiquei sabendo que durante este tempo ele esteve no planeta Nodia fazendo planos para mover o seu povo da Terra para um planeta chamado Mollara. Os nodianos sugeriram o planeta Mollara como um novo lar para os marcianos e se comprometerem a ajudá-los a se transferirem para lá.

O primeiro problema foi encontrar e reunir um número suficiente de espaçonaves que pudessem levar a cabo esta missão de evacuação dos marcianos do planeta Terra. Muitos destes veículos estavam muito velhos, usados e gastos pelo tempo e tiveram que ser readaptados para as necessidades de acomodação de seus futuros passageiros.  Adicionalmente, muitos destes veículos foram projetados e construídos para o transporte de cargas, não para passageiros humanos, e para muitas destas espaçonaves a viagem da Terra para o planeta Mollara seria a última viagem que elas jamais haviam feito antes. Entre estas espaçonaves que seriam descartadas deveria haver naves de primeira classe que retornariam as tripulações nodianas ao planeta Nodia.

pleiades
 
As Plêiades, local onde ficaria o planeta Mollara, destino final dos marcianos evacuados do planeta Terra.

Espaçonaves que transportariam pessoal técnico, ferramentas e peças de reposição para consertar qualquer espaçonave que apresentasse problemas durante a viagem também deveriam ser incorporadas a frota projetada de espaçonaves. Após terem sido modificadas, naves de segunda classe não mais teriam utilização para os nodianos. Algumas destas espaçonaves poderiam ser usadas para gerar eletricidade no novo planeta que seria o lar dos marcianos. Outras seriam usadas como armazéns e abrigo temporário até que a situação no planeta Mollara tivesse se estabilizado para os marcianos.

Houve um problema inicial com as diferentes casas de comércio nodianas em concordar na utilização e modificação de várias de suas espaçonaves e depois se desfazer delas. Neste caso a força da espiritualidade rapidamente derrotou a força do materialismo. Eu também soube que o marciano zone rex já havia visitado o planeta Mollara para ter uma ideia de como o seu povo poderia se adaptar ao novo planeta.Ele deixou alguns marcianos em Mollara para prepararem a chegada dos demais que haviam sido evacuados e sobrevivido a sua mortal “escala” no planeta Terra.

Nisor de Moor colocou um fim à deserção dos telepatas traqueanos. Com uma grande capacidade de persuasão ele realmente conseguiu seis telepatas traqueanos a voluntariamente permanecer na Terra trabalhando conosco atuando como nossos contatos com o planeta Nodia. Nisor e sua esposa Ivatcala, uma mulher que foi abençoada pelos Elohim, eram parte de um grupoque era patrocinado pela Casa de Comércio nodiana de Domphey, que estavam conduzindo a evacuação dos seres humanos do planeta Wayda (Vênus) para a Terra.

A CHEGADA DOS WAYDIANOS (venusianos)

Comparar um ser humano de Wayda com um marciano seria o mesmo que comparar (sem juízo de valor) uma águia com uma borboleta. Os suaves e gentis waydianos evocavam uma gama completamente diferente de emoções, aquelas que alguém naturalmente usaria quando lidando com crianças inquisitivas e assustadas. A partir de sua chegada os waydianos e sua presença na estação Petrimmor serviu como um sedativo tranquilizante para os marcianos remanescentes.

As crianças marcianas e as crianças waydianas instantaneamente se tornaram grandes amigos. Os jovens rebeldes marcianos gostavam de brincar de camelos e correr sem rumo, algumas vezes às cegas, com um garoto ou garota waydiano em suas costas.Num primeiro momento os garotos de Wayda (Vênus) resistiram em ser parte da brincadeira, mas mais tarde eles aprenderam a conduzir os seus “camelos marcianos” puxando-os pelos seus longos cabelos negros.

navemãe-interior
Desenho do interior de uma nave mãe da Federação Galáctica, atualmente orbitando a Terra em um nível de consciência invisível a atual realidade planetária.

Passou a ser um símbolo de status para um garoto ou garota marcianos em realmente ter o seu próprio cavaleiro waydiano para cavalgá-los pelo acampamento de Petrimmor. Aconteceram muitas brigas entre os garotos marcianos sobre quem era conduzido pela garota waydiana mais bonita e/ou mais esperta. A minha vida se tornou menos ética e eu fui capaz de fazer estoque de materiais de uso mais pessoal. Eu e minha esposa ambos estávamos buscando um modo de contatar alguém que pudesse nos dar notícias sobre os nossos filhos (agora adultos) que havíamos deixado parta trás com os nossos parentes em nosso planeta natal em Cartress. Os telepatas traqueanos fizeram vários esforços para nos ajudar, mas todos foram infrutíferos.

O jovem Graciano, Olbey-Cobex contribui ao contatar com telepatas em seu planeta natal  Gracyea. Ele realmente me confidenciou que ele não estava desfrutando de seus contatos de comunicação telepática com o seu povo porque os seus espíritos estavam preenchidos com profundo sofrimento por terem sido enganados pelos maldequianos sobre a utilização das três grandes pirâmides em MIR (Egito), permitindo que eles se transformassem em instrumentos de tanto sofrimento e tamanha destruição e miséria ao sistema solar da Terra. Através de seu contato mental com o seu povo ele aprendeu que os gracianos deram aos nodianos certo conhecimento tecnológico na área de sistemas de manutenção da vida que eles haviam desenvolvido para mover grandes massas de pessoas de diferentes tipos e mundos de um planeta a outro para trabalharem em seus projetos de construção. Ele nos disse que os nodianos estavam usando este conhecimento para modificar as espaçonaves que seriam usadas para transportar os marcianos remanescentes da Terra para o planeta Mollara.

AS MEDITAÇÕES DE OLBEY-COBEX

Uma manhã enquanto, o sol se levantava no horizonte, Varbreen e meu filho Marle me acordaram e me pediram para que olhasse para fora pela janela de meu quarto. Lá, sob uma árvore, Olbey-Cobex estava sentado, recitando uma corrente interminável de números que não tinham nenhum significado para mim. Meu primeiro pensamento foi o de que o jovem Graciano estava recitando as suas preces da manhã. Foi Dell quem me disse que Olbey-Cobex estava conduzindo uma espécie de ritual que eventualmente poderia levá-lo à morte.

Ele estava recitando os números de uma constante matemática UNIVERSAL que vocês conhecem como o número Pi (π = 3,141592…+) o número MAIS SAGRADO  do Criador de tudo que foi, é e virá a ser. O valor de Pi é, como você sabe, uma corrente de números após a vírgula que nunca termina em qualquer lugar do campo vital universal que é compreensível para a mente humana. O número Pi também é conhecido como um número irracional (não pode ser escrito como uma fração). Olbey-Cobex estava tentando alcançar a Divina Consciência do Criador de tudo que existe seguindo o caminho que ele acreditava que estes números providenciavam para o local de nascimento do infinito.

Dell  declarou que Olbey-Cobex estava, essencialmente, cometendo suicídio, porque ele não se alimentaria e nem dormiria até que ele tivesse completado de recitar os números sagrados. ( Dizer que levaria uma eternidade para uma pessoa recitar todo o valor numérico de Pi seria facilmente uma grosseira declaração. – WHB)

Levou cerca de doze dias para Olbey-Cobex morrer. Ele deixou cair a sua cabeça após recitar as últimas palavras, zero, zero, zero. Eu pedi a Dell para localizar meu filho Marle para que ambos encontrassem uma capa Graciana emplumada para que pudéssemos envolver o corpo de nosso amigo ao enterrá-lo. Assim que coloquei a capa cobrindo o corpo de Olbey-Cobex, ela entrou em ignição espontânea  em enormes chamas e instantaneamente evaporou dentro de uma pequena nuvem de fumaça azul. Todos que estavam presentes se surpreenderam vendo o corpo também ficar transparente e então desaparecer totalmente. Foi Orbaltreek que finalizou o evento ao declarar, “Para você, Olbey-Cobex de Gracyea, eu direi a todos que encontrar em meu caminho deste momento em diante, de que tudo o que você disse sobre os números sagrados é a verdade”.

meditação-fogo

O EXODUS MARCIANO E OS ESCRAVOS DOS MADEQUIANOS

Após Olbey-Cobex nos deixar para ir contar as estrelas, Oken, seu pai e mãe reltianos, Tou e Nebe, nos pediram permissão para irem junto com os marcianos para o planeta Mollara. Ao ouvir a solicitação, o meu filho Marle juntou o seu nome na lista daqueles que gostariam de sair da Terra e ir para Mollara, não necessariamente para ficar e morar naquele distante planeta, mas para estar entre os nodianos que levariam os marcianos para lá. Ele esperava aprender o que pudesse sobre navegação espacial e depois, de algum modo, conseguir voltar ao nosso planeta natal em Cartress e se juntar aos seus irmãos e irmãs que ele ainda não conhecia.

Varbreen e eu alegremente concordamos com o seu pedido.  O dia finalmente chegou quando uma frota considerável de espaçonaves nodianas aterrissou nas proximidades da Estação Petrimmor. Após muitas vidas eu verdadeiramente posso dizer que nunca mais vi uma frota de espaçonaves tão heterogênea quanto aquela. Mais de um terço delas tiveram que receber consideráveis reparos antes que elas fizessem sua viagem a Mollara que seria a sua última jornada.

Mesmo depois que a última espaçonave do grande exodus marciano deixou nossa estação, nós ainda tínhamos uma pequena população de marcianos vivendo entre os waydianos (venusianos). Alguns destes marcianos, por algum motivo ou outro, não quiseram ir para o planeta Mollara.Outros eram aqueles que chegaram ao planeta Terra muito tarde. A estação Petrimmor era uma das primeiras que havia enviado os marcianos para Mollara, e nós estávamos conscientes que outras estações na Terra em breve também enviariam os seus marcianos para o planeta Mollara nas semanas seguintes.

Nós tivemos um pequeno sucesso em recolher alguns dos tardios marcianos para estas outras estações antes que eles perdessem a evacuação de seu povo novamente. Antes de deixarem o nosso sistema solar, todas as espaçonaves participantes do exodus se juntavam a outras espaçonaves  em órbita da Terra e mais tarde se juntavam a outras espaçonaves que recentemente haviam deixado o planeta Marte com sua carga completa de todo o tipo de animais e plantas do planeta moribundo.

Com a partida dos marcianos da estação Petrimmor, o local se tornou alvo para mercadores de escravos maldequianos que viam os gentis waydianos como vítimas pacíficas. Esta nova atividade nos forçou a resistir e na concentração de nossas defesas em um único grupo. Os ataques dos maldequianos escravagistas pararam quando um pequeno exército de sumerianos, traqueanos e marcianos, liderados por nodianos, cercou com proteção a área da população waydiana.Esta milícia tentou ensinar aos waydianos a se defenderem, mas eles preferiam se tornar escravos do que ter que machucar outro ser humano.

A parte triste de tudo isso era que não havia outro local no universo conhecido onde os waydianos pudessem se adaptar e viver tão bem como no planeta Terra, e demodo a permitir que eles vivessem em paz alguma coisa deveria quer ser feita a respeito dos maldequianos. A milícia foi bem organizada e eu indiquei aos seus comandantes de que eles deveriam assumir o controle total da Estação  Petrimmor. Eles aceitaram a minha sugestão, o que deixou o nosso grupo livre para tomar umas, já há muito tempo, merecidas férias. O nosso velho e bom carro aéreo Graciano foi mais uma vez dessenterrado de se esconderijo subterrâneo por Orbaltreek e Dell.

VOANDO EM DIREÇÃO AO SUL, PARA OUTRAS ESTAÇÕES DE EXTRATERRESTRES REFUGIADOS

Eu não via a estação Petrimmor do ar durante os últimos muitos anos. Onde antes havia existido lindas florestas, até onde a vista alcançava, agora havia apenas terra nua e lamacenta, preenchida por sulcos e trilhas produzidos por água da chuva que caia em excesso sem ser absorvida pelo terreno. Parecia que a terra abaixo de nós havia sido ferida e rasgada por alguma besta gigantesca. Em meio a vastidão de terra erodida se podia ver alguns pontos de solo cultivado, que eram uma evidência de que os waydianos estavam tentando e dando o seu melhor para cultivar algum tipo de alimento.

piramides-ufo

O nosso destino era uma região mais ao sul ainda selvagem e não molestada pelo caos existente no planeta Terra, que sabíamos existir. Nós também aprendemos que haviam outras estações de recebimento de povos não terrestres que estavam migrando para o planeta azul pois em seus mundos a vida humana estava se tornando impossível após a explosão do planeta Maldek. Nestas estações aprenderíamos como que os nossos colegas estavam lidando com os problemas que certamente tínhamos em comum.

Dentro de uma hora após deixarmos nossa estação de Petrimmor, nós todos nos sentimos um pouco culpados por termos abandonado as nossas crianças waydianas na estação nas mãos da milícia “baby tenders” para que pudéssemos sair em nossa excursão para o sul. Eu ocasionalmente tinha o sentimento de que havia esquecido a torneira de uma banheira aberta. Os nossos sentimentos se provaram estarem certos porque nós nunca mais retornaríamos a nossa estação em Petrimmor.

Muitas das estações de refugiados que encontramos no curso de nossa viagem aérea para o sul estavam abandonadas. Evidencias demonstravam que estes lugares foram abandonados com pressa. Outros locais estavam ocupados com pequeno número de waydianos e marcianos que não viam um administrador no local a mais de um ano. Nós fomos informados de que estes pequenos grupos, de tempos em tempos, eram abastecidos com suprimentos por espaçonaves nodianas cuja atmosfera interior era semelhante ao ar da Terra. Após os nodianos descarregarem os suprimentos, eles recolhiam os doentes e moribundos e transportavam-nos muitas centenas de milhas para o leste (em direção à Mesopotâmia) e os entregavam aos cuidados dos sumerianos, traqueanos, reltianos e humanos da Terra que cooperavam no atendimento aos refugiados extraterrestres.

Os maldequianos raramente aborreciam esta larga aliança entre povos extraterrestres que era bem organizada e era muito bem suprida e armada pelos nodianos que tomaram à frente na oposição de domínio dos maldequianos. Todos os povos desta aliança sabiam que eles estavam duplicando e fabricando todas as formas de armas avançadas eventualmente para lançar um grande ataque contra as forças da aliança extraterrestre que se refugiara na Terra antes que estas forças se tornassem muito fortes ou decidissem atacar os maldequianos e subjugá-los. Certamente eles estavam corretos ao esperarem que a aliança dos povos extraterrestres refugiados na Terra algum dia viesse atacá-los com sua força militar total.

Este dia cada vez mais se aproximava na medida que os humanos de outros planetas refugiados na Terra eram fisicamente afetados pelas mudanças de ambiente do planeta, atormentados pela variação de clima das quatro estações da Terra e pela falta de alimentos de seus próprios planetas a que suas fisiologias estavam habituadas, sendo que este último problema causava muitas doenças aos povos extraterrestres refugiados na Terra.

Os maldequianos, que pareciam imunes a todos estes problemas de adaptação a um novo planeta, decidiram esperar até que as condições da Terra em constante mudança, se tornasse cada vez mais insalubre para a biologia dos povos que formaram a aliança para combatê-los, enfraquecendo-os. Os nodianos sabiam que os maldequianos esperavam que algum remanescente destes povos sobrevivessem aos seus problemas de adaptação na Terra e providenciaram estoque de rebanhos de animais para usá-los na alimentação de seus futuros escravos.

Enquanto tudo isso acontecia, os nodianos trabalhavam dura e incessantemente na construção de novas espaçonaves e fazendo planos para o uso destes novos veículos na evacuação de cada raça extraterrestre refugiada no planeta Terra em constante mutação de sua condição de sustentação de vida. Também era parte do plano nodiano que quando cada um e todos os povos extraterrestres fossem evacuados da Terra em segurança,  então eles mesmos fariam um ataque frontal e total contra as forças militares de ocupação maldequianas. Apesar de todos os esforços e boas intenções dos nodianos, a Terra subitamente começou a mergulhar em grandes cataclismos geológicos que mais tarde se manifestou no súbito aparecimento da Barreira de Frequência envolvendo todo o planeta.

3Pirâmides1

Quando a mulher conhecida como DOY de Maldek perguntou a Aranella Cre’Ator se ela esperava que o seu marido, Opatel Cre’Ator e outros de seu povo de Nodia iriam ordenar um ataque contra seus compatriotas madequianos vivendo na Terra naquele momento, a resposta de Lady Aranella a DOY foi de que ela poderia esperar que sim desde que houvesse “uma Luz de orientação Divina” para assim proceder. Lady Aranella Cre’Ator naquele momento já sabia  muito bem que em antecipação ao recebimento de uma ordem divina, os nodianos já estavam se preparando para um total ataque aos maldequianos sem qualquer tipo de misericórdia. Opatel Cre’ator já havia sido selecionado para liderar o ataque a todas as bases maldequianas situadas no planeta Terra.

A espaçonave comando construída para este fim havia sido nomeada por ele como Jaffer-Bem-Rob em homenagem ao homem da Terra que anos antes havia pessoalmente solicitado em conversa às margens do rio Nilo, a sua intervenção e de seu povo nodiano para enfrentar a ameaça dos maldequianos que estavam invadindo a Terra, pedido que naquele momento foi tristemente rejeitado por Opatel Cre’Ator que mais tarde se arrependeu de não ter ajudado o povo da Terra do dominio dos maldequianos.

A Luz de orientação Divina que os nodianos estavam esperando nunca foi recebida. Como todos devem saber e já ter ouvido em todas as línguas conhecidas, “Deus opera de modos muito misteriosos”  para a compreensão humana. Somente em tempos muito mais recentes TODOS NÓS DO ESTADO ABERTO MENTAL DE PERCEPÇÃO  viemos a perceber o significado daqueles misteriosos caminhos e de como eles estavam relacionados com o futuro de ambos, a Terra e TODO O UNIVERSO.

PESQUISANDO AS ESTAÇÕES de REFUGIADOS, EVITANDO OS MALDEQUIANOS.

Durante a nossa excursão para as terras ao sul da estação Petrimmor, nós encontramos alguns bandos de seres extraterrestre vivendo próximos daquilo que antes haviam sido estações de recepção de extraterrestres refugiados na Terra. Eles assim agiam na esperança de que alguma forma de assistência lhes fosse concedida fornecida pelas espaçonaves que cruzavam os céus acima deles.  Nós também vimos bandos de refugiados extraterrestes vagando pelas terras e dela vivendo com o que podiam obter de alimentos. Não fizemos nenhum esfoço para entrar em contato com estes bandos desgarrados de pessoas de fora da Terra porque nós sabíamos que não podíamos lhes fazer qualquer coisa boa. Nós também consideramos a possibilidade de que qualquer tipo de contato com estes povos desesperados poderia ser muito perigoso. As únicas áreas que encontramos funcionando de modo civilizado e em ordem foram aquelas controladas pelos maldequianos. Por causa disto todos aqueles que viviam nestas áreas, a maioria nativos da Terra, pareciam muito bem alimentados e vestidos.

Com os nossos mantimentos diminuindo rapidamente, nós realmente aterrissamos em uma pequena vila controlada pelos maldequianos. Nós negociamos a compra de novos suprimentos com parte de nosso antigo tesouro de joias gracianas e nos retiramos para preparar uma refeição ao lado de nosso carro aéreo. Desafortunadamente o nosso veículo atraiu a atenção de quatro soldados krates maldequianos, que chegaram até nós com largos sorrisos em seus rostos. Primeiro eles nos solicitaram para ver o nosso tesouro Graciano, fingindo que estavam querendo negociar conosco. Mas nós já sabíamos que o que eles realmente queriam era nos tomar a posse de nosso carro aéreo. Orbaltreek vagarosamente entrou no veículo e abriu completamente o seu teto retrátil. Através deste ato ele identificou a si mesmo como o piloto do veículo.

Os sorridentes soldados maldequianos então retrocederam até o carro aéreo e entraram no veículo. Foi quando eu percebi que Orbaltreek estava afivelando o seu cinto de segurança, algo que eu nunca tinha visto ele fazer anteriormente. O carro aéreo se elevou rapidamente em velocidade máxima e a cerca de 600 pés (180 metros) de altitude virou de cabeça para baixo em uma volta completa. Eu nunca vou esquecer dos gritos de surpresa e medo dos quatro soldados maldequianos na medida em que seus corpos despencavam céu abaixo, com braços e pernas se agitando no ar, direto para a sua morte.

cinturao_asteroides(restos de Maldek)

Orbaltreek aterrissou no mesmo local de onde havia decolado. Nós rapidamente recarregamos o carro aéreo com o nosso tesouro de joias de Gracyea e os alimentos recentemente comprados. Mais tarde nós aterrissamos novamente e descansamos em um local aprazível próximo a uma corrente de água fresca e pura. Na manhã seguinte continuamos em nossa jornada rumo ao sul.


Fim da sétima parte. Continua … 
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