Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Um Jornada de Redescoberta - Parte III - Eliza Ayres

Uma Surpreendente Mudança deDireção

Por Elizabeth Ayres Escher

26 de agosto de 2014 às 22:00

Tradução de Maria Dantas

 


CloudsQuandovoltei da Grã-Bretanha, mudei de tal forma que eu não podia sequer começar aentender. De repente, minha vida como uma mulher casada, morando em casa, nãoera tão gratificante. Eu comecei a fazer perguntas a mim mesma... E então eurecebi uma mensagem canalizada de alguns Seres de Luz que basicamente me disseramque era hora de parar de me esconder.

Eu nãoestava vivendo a minha vida; Eu estava vivendo a vida do meu marido. Sim, eleme deixava a vontade mas ele não participava comigo em meu coração, eu sabia queteria de tomar a próxima etapa da minha jornada sozinha.

Essesentimento cresceu ao longo dos meses de outono, inverno e primavera. Em algummomento, o meu marido participou de uma conferência e lá encontrou uma mulhercom quem ele se deu bem instantaneamente. Esta pessoa era casada e morava naárea da Península Olympica. Juntos, meu marido e sua nova amiga tentaram uma aproximaçãode amizade incluindo a mim e o marido dela. No entanto, tudo o que eu podia ver, era o quão o meu marido estava se relacionando bem com ela.

Eu nãoestava com ciúmes porque eu sabia que o meu marido não estava apaixonado por estapessoa, mas ele conseguia falar de tal forma como ela como nunca tinha sido capaz defalar comigo... Mesmo antes de nos casarmos. David era muito reprimido emocionalmente,algo decorrente da sua própria educação e infância. Não houve uma verdadeiraintimidade entre nós... Apenas um tipo de amizade decorrente do nosso interessemútuo pelas montanhas. Quando isso começou a mudar, de repente, não havia muitopara nos manter juntos.

Por algumtempo, na primavera seguinte, eu decidi que já tinha dado o suficiente. Eu iriapara a faculdade de negócios e conseguiria um emprego. Então, eu me matriculeiem um programa localizado no centro de Seattle e peguei um ônibus para chegarlá. Naquele verão, eu estava dizendo adeus para as árvores e as montanhas com asquais eu tinha passado tanto tempo caminhando e acampando.

No outonoseguinte, eu tinha me mudado para Spokane, em primeiro lugar com a intenção detrabalhar com os dois canalizadores com quem eu cheguei a conhecer e nos tornamosamigos. No entanto, quando eu realmente cheguei a Spokane e vi como estes doisindivíduos interagiam como um casal, decidi que eu iria tentar conseguir o meupróprio trabalho e um lugar para viver.

Eu encontreium pequeno porão/apartamento em uma velha casa em South Hill. Em novembrodaquele ano, recebi os papéis finais do divórcio do meu marido e caiimediatamente em uma depressão profunda. Eu não tinha percebido o quanto eu oamava, mas era tarde demais. Eu estava livre. Às vezes, a liberdade vem com umpreço pesado. 

Euencontrei um trabalho... E, finalmente, também encontrei alguns amigos. Continuandocom a minha viagem metafísica comecei em Seattle, eu me conectei com outropequeno grupo que estava explorando uma espécie de meditação. Sentávamos em umcírculo com um facilitador e depois contávamos nossas impressões sobre o queestávamos vendo. Eu achei que eu podia ver um pouco...

No entanto,o mais importante sobre este grupo foi que eu encontrei pela primeira  vez lá, oslivros do movimento EU SOU. O facilitador tinha um monte de livros em umaestante em sua sala de estar. Eu perguntei se eu poderia levá-los para casa eele disse que sim. Eu acabei os devorando... Enchendo minha cabeça com contosde St. Germain, Mt. Shasta e a Grande Fraternidade Branca e seus graus de evolução. 

Enquanto euestava em Spokane,me juntei a um grupo de caminhada e assumi a frente. Pelosegundo verão, eu estava caminhando a cada semana e comecei a ficar muito bempara quem começou tão tarde na vida (meados dos anos 30).

Eu não melembro dos detalhes, mas logo depois, pela primavera seguinte eu tinha contatadoos membros da Igreja Universal e Triunfante. Eu ansiosamente engolia os ensinos sobre os Mestres Ascensos, anjos e arcanjos. Eu escutava os ditados dados pelaMessengeira Elizabeth Clare Prophet. E eu participava de algumas das sessões,na noite de quarta havia sessões de cura, sexta-feira sessão deAscensão e domingo havia os serviços, todos realizados na sala de estar de umacasa pequena.

Eu estavasendo empurrada interiormente a fim de expandir rapidamente. Muito tarde, eudecidi participar do Encontro de Quatro de Julho realizado no campus da SummitLighthouse perto de Malibu, Califórnia. Eu voei para Los Angeles na fé e coragem, nãotendo lugar para ficar ou conhecendo algo sobre Los Angeles ou seus arredores. Enquantoesperava por um ônibus para me levar até o campus, eu conheci uma senhora quetambém foi assistir à conferência. Ela se ofereceu para me levar a um lugarpara dormir, pelo menos no fim de semana prolongado. Tudo se encaixou no lugarassim como as coisas se encaixam quando você está destinado a estar em algumlugar... 

Sim, eudormi no chão juntamente com várias outras pessoas, mas havia um teto sobreminha cabeça e transporte para lá e para cá na conferência.

Eu era umanovata e ainda não um Guardião da Chama, é aquilo que a Igreja Universal eTriunfante chama (ou chamava) seus membros. Então, eu estava relegada a tendados iniciantes a fim de aprender graus simples, receber ensinamentos até quepudéssemos assistir às sessões noturnas, onde a Mensageira daria uma palestra elogo, nos era entregue o nosso discurso que vinha de um dos Mestres Ascensos.

Meuprimeiro discurso foi do Arcanjo Rafael. De acordo com alguns dos meus instrutores/anfitriãoaquilo deveria significar alguma coisa... O que exatamente eu ainda não possodizer... 

Nos diasseguintes, fui batizada e, logo depois eu tive uma "memória" estranhavindo a mim... Sobre ser a Chama Gêmea de Stephen, o Mártir. Eu senti um intensoamor de Jesus e muitos outros Mestres que foram entrando na minha consciência,pela primeira vez nesta vida, St. Germain, Serapis Bey, Kuthumi, e outros. E osArcanjos e suas magníficas Arquéias (as contrapartes femininas)... para mim oArcanjo Miguel se destacou de longe. Eu não entendi o "por que",assim que eu O conheci e coloquei um cartão com Sua foto no meu novo livro degrau. 

Esta conferência foi totalmente obscura denovas sensações, conhecimento e sabedoria chegavam à superfície em erupção naminha mente egoica confusa. Antes de eu ir para casa, eu soube que a próximasessão da Summit University, sereia realizada em Montana, no Rancho Royal Teton,localizado ao sul de Livingston, Montana e ao norte do Parque Nacional deYellowstone. Em meados de setembro, eu me vi tendo que sair do meu emprego evender a maior parte de meus pertences e me mudar para o Rancho Royal Teton. Eu passei ospróximos dois anos lá e um total de quatro anos e meio como uma Guardiã daChama. Foi uma experiência de mudança de vida para mim. Eu nunca mais seria amesma pessoa que eu era antes.

O Rancho RoyalTeton

Para alguémque nunca esteve em Montana, é difícil imaginar a enormidade da terra e doscéus. "Os Grandes Céus de Montana", não poderia ser mais verdadeiro esseditado. O terreno é vasto e de grandes extensões e ainda são relativamentevazios de pessoas, cheio de grandes ranchos, vilas, fazendas, altas montanhas,rios turbulentos e grandes lagos. Enquanto eu dirigia até Montana em um dianublado de setembro, eu não tinha ideia no que eu estava me metendo... Mais umavez. Eu era aquela que gostava de arriscar e se esquecer sobre as consequênciasde não seguir o padrão de uma vida "normal". O espírito interno eramuito exigente e eu estava aprendendo a obedecer aos seus desejos. 

Quando eucheguei no "Rancho", encontrei os alojamentos que parecia ser umadispersão de trailers velhos de exploração de minérios. Eu tive que dividir umquarto com outras duas mulheres e dormir em um beliche. Desnecessário serádizer que as minhas expectativas cairão pelo chão. Isso não ia ser umpiquenique no bosque; muito pelo contrário. Seria uma luta para sobreviver nospróximos dois anos. 

O meu"trabalho" estava no Escritório de Construção. Desde que eu tinhaalgumas habilidades de escritório, eu poderia ser uma funcionária. Eu nuncatinha certeza de que eu estava fazendo ali, mas compartilhava o espaço do escritório com homens indo e vindo em diferentes postos de trabalho. O Ranchofoi sendo transformado em uma eventual sede da Igreja Universal e Triunfante.

O clima deMontana foi outro choque. O Rancho era situado no rio Yellowstone, em cerca de 5.000 metros dealtitude, nas profundezas das Montanhas Rochosas. Embora inicialmente seca,ficou muito frio lá nos meses de inverno. O outono durou duas semanas, com asfolhas douradas do choupo e do álamo que pareciam estar em chamas contra asencostas rochosas escarpadas do vale íngreme e logo, abruptamente caindo nochão. As primeiras neves chegaram em outubro e em novembro, as temperaturascaíram para a faixa de menos 1 grau, estava frio o suficiente para fazer seusbigodes congelar enquanto caminhávamos rapidamente entre os edifícios. 

Aindaconsiderada uma "novata", eu colei os meus graus com um pequeno grupoem uma sala separada daqueles que foram considerados "funcionários" eoutros Guardiões da Chama que entravam para as sessões, especialmente à noite enos fins de semana.

A rotina eracansativa. Tínhamos que levantar às 5 da manhã, nos lavar, nos vestir e ir paraas aulas por pelo menos uma hora e meia antes do café da manhã; logo depois ocafé da manhã era servido em um refeitório - você tinha que comer qualquercoisa que estava sendo servida; depois íamos para "trabalho", o quequer que se consistia para cada pessoa. Por volta de meio-dia, era hora doalmoço, todos paravam então para comer e depois voltavam ao trabalho. Por quatroanos, isso foi renunciar o tempo, só então, é que você poderia ir "paracasa",  se limpar e se vestir para asessão da noite. Em seguida vinha o jantar, e logo mais íamos para as sessões...Às vezes durando até altas horas se houvesse alguma mensagem a ser entreguepara alguém naquela noite. Nós trabalhávamos meio dia no sábado e, então tínhamosa tarde para fazer o que quer que tivéssemos que fazer para o jantar e para as próximas sessões durante a noite.

As sessões eram uma espécie de mantra falado de maneira rítmica muitas vezes bastanterápida... A palavra Fulgor seria uma boa descrição para as sessões feitas pelosaltos membros. As sessões foram baseadas nos Sete Raios de Deus: Azul (Índigo)para o Primeiro Raio, o Arcanjo Miguel, El Morya; Chohan Rosa, Segundo Raio, oArcanjo Samuel, Paulo, o Veneziano... E assim por diante. Qualquer curioso querendosaber mais pode ir ao site da Summit Lighthouse. Eles ainda têm uma editora evários grupos de estudos espalhados em todo o mundo.

Além daoportunidade de aprender sobre os Mestres Ascensos, me estava sendo dada umaeducação de primeira classe no orgulho espiritual e o abuso de poder. Nomomento em que eu cheguei ao Rancho, eu ainda não havia encontrado pessoalmentea Mensageira, Elizabeth Clare Prophet. Eu tive a oportunidade de dirigiralguns de seus telefonemas para seu escritório que estava nas proximidades docentro de acolhimento, em uma pequena cabana na entrada do terreno do Rancho.Esperavam que eu cobrisse a recepcionista na ocasião. Um dia, eu consegui pegaralguns telefonemas da Mensageira. Reconhecendo a voz do outro lado, eu fiqueium pouco estranha no telefone e me atrapalhei um pouco com a conexão. Por isso,recebi uma bronca e não me deram mais autorização a atender ao telefone. Logo noinício, eu achei que a Elizabeth Clare Prophet não foi muito agradávelpessoalmente. 
 
Enquantoseus seguidores atribuíram essa irritabilidade da Elizbeth Clare Prophet estar ligada"ao Raio Azul", eu pensei que fosse outra coisa. Ela era apenas rudee arrogante. Comecei a questionar a validade de parte do material que elaafirmou que fosse proveniente dos Mestres Ascensos. E quando ela atribuídovidas "passadas" de grande glória para vários membros da sua própriafamília, eu comecei a entender o conceito de arrogância espiritual ou orgulho.Não havia humildade naquela mulher, algo que existe em plenitude dentro dosmestres REAIS. 

Depois dealguns meses de trabalho brutal, eu fiquei mal com algum tipo de gripe forte. Euacabei deitada na minha cama (inferior do beliche, para que eu não caísse) emum estado febril, mal comendo ou bebendo durante dez dias. Quando eu finalmenteme levantei da minha cama, eu estava tão fraca como um cordeiro recém-nascido,mal conseguia andar ou falar. No entanto, eu me senti como se tivesse renascidoem um novo ser. Exatamente o que estava sendo formado, precisava ainda serdescoberto.

Eu tinha vividono Rancho por um ano antes que a primeira Summit University fosse aberta.Estudantes de todo o mundo participaram. Havia alemães, suecos e britânicos, umcasal de pessoas da América do Sul e de várias partes dos Estados Unidos. Eagora que eu era estudante, eu era obrigada a me mudar para outra residência, aindaum outro trailer de mineração, mas desta vez localizado bem longe do Rancho aonorte. 

Nósviajamos de ônibus para as sessões e café da manhã, e depois aulas por mais trêsmeses. Em algum momento do inverno ou início da primavera, eu sabia que a minhasaúde estava se esvaindo. Eu estava extremamente cansada e experimentando doresestranhas por todo o meu corpo, especialmente onde havia um grupo de gânglioslinfáticos. Minha garganta estava inchada o tempo todo e às vezes eu sentia umafebre baixa. Certa vez, eu acordei de um sono perturbado imersa em suoresnoturnos e fiquei extremamente deprimida. Ainda assim, tanto quanto eu podia,eu assisti às aulas, às sessões e ao resto. 

Naprimavera, eu estava perdendo peso. De cerca de 59 kg, eu cai para 53 kg. Enquantoque o meu peso pudesse ser considerado elegante por alguns, eu estava abaixo dopeso para a minha altura, e cansada o tempo todo.

Quando meuspais me visitaram no início do verão do segundo ano, me deram uma permissão commuita relutância para passar algum tempo com eles. As relações entre os membrosda família e os membros da Igreja não eram incentivadas. Todos aqueles que viessemde fora não eram considerados por "eles", e aqueles que estavam dentroeram declarados como sendo "escolhido por Deus". Soa familiar? Era umculto, nada menos, nada mais. E lá estava eu sozinha, em um lugar selvagem, comum monte de gente legal... Não me admira que a maioria dos meus parentes tenhaaquela altura, me considerado como sendo bastante estranha, até mesmodemente.

Eu estavatotalmente e completamente envolvida em estar lá no Rancho. Na verdade, euqueria permanecer como um membro da equipe, mas no final do meu segundo verão,me foi negado esse privilégio e acabou que me disseram que eu precisava sair doRancho.

Estepequeno evento pessoal ocorreu ao mesmo tempo em que os incêndios em Yellowstonechegaram ao sul do Rancho, parte do qual beirava o limite norte do Parque. Quandoeu saí do Rancho, os incêndios ainda estavam queimando; nós estávamosrespirando fumaça por mais de dois meses. De vez em quando, olhávamos comfascinação conforme os grandes incêndios corriam até um cume enviando nuvens defumaça para o céu, até que o mundo fosse obscurecido pela fumaça e cinzas. Issoera um ambiente adequado para o que senti naqueles dias...

Minha vidaparecia ser composta de um choque atrás do outro. Aqui estava outro surpreendenterumo de acontecimentos, mas no final, aquele que me ajudou a  me libertar finalmente da influência que a Igreja e sua cultura tinha sobre mim. Ainda assim demoraria um ano ou mais paraque eu me libertasse completamente.

Enquanto eudirigia meu carro lotado de motivos do Rancho, através da porteira aberta de gadoem direção da rodovia Gallatin, eu sussurrei para mim mesma: "Eu soulivre!"

Nunca foitão verdadeiro... Eu senti um desprendimento enorme, mas como eu escrevi acima,a Igreja ainda tinha suas garras em minha carne e isso demorou um tempo para melivrar dessa influência. 

Qual será apróxima? Eu dirigi para a casa dos meus pais em Seattle e depois para a casa daminha irmã mais velha, em British Columbia. Eu ainda era uma estranha em umaterra estranha. Você tem que lembrar que eu tinha vivido em uma culturapropositadamente fechada por um período de dois anos contínuos e estava em umacondição física frágil, agora pesando apenas 53 quilos. 

A reação dairmã mais velha, a minha presença foi reveladora. Depois de passar uma tardefazendo a preparação de alimentos, assando pão e fazendo o jantar para afamília, nós nos sentamos para comer na mesa. No gozo do momento, alguém tinhaesquecido de deixar a luz acesa para minha irmã que estava no ensaio do coralou algum outro evento no começo daquela noite. E quando ela chegou em casa eabriu a porta, ela olhou para nós o que passava por uma familiar completa e emunidade, sua irmã (eu), o namorado dela e dois filhos, em silêncio jantando. Elaenlouqueceu.

Não háoutra palavra para isso. Ela enlouqueceu completamente. O choro, gritos esons agudos continuaram por literalmente horas. Pela primeira vez na minhavida, eu não reconhecia aquele ser que era para ser uma querida irmã maisvelha. Transpondo esse fato, no entanto, foi no dia seguinte, quando nós duasfomos para Victoria para uma viagem de compras, ela suspendeu completamente oato furioso e se comportou como se nada incomum tinha acontecido. Eu estavachocada. Querendo ou não minha irmã estava possuída por entidades ou apenasemocionalmente desequilibrada, eu estava determinada a ir embora. E assim eu fiz. Erao início de abandonar o que tinha sido uma grande família no momento que eu estavacrescendo. Eu não tinha escolha no assunto. Não era seguro para eu estar em tornodela, então eu deixei British Columbia, e dirigi para a casa dos meus pais... 

Algumas semanasmais tarde, eu encontrei refúgio na casa de um amigo em Spokane e passei ooutono, inverno e primavera lá. Até o mês de junho, eu estava novamente emMontana...

A históriacontinua na Parte IV, novos desenvolvimentos; novos Rumos


ElizaAyres, 26 de agosto de 2014 às 22:00

Tradução voluntária de Maria Dantas mariadantas2@hotmail.com para achama.biz.ly   de


Por favor, respeitem todos os créditos.
Arquivos em português:

 Atualização diária