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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Uma Jornada de Redescoberta - Parte V

Um Novo Rumo

Por Elizabeth AyresEscher

27 deagosto de 2014 às 17:57h

Tradução de Maria 

 


011Qualquerbom marinheiro sabe que é necessário mudar a direção do barco para onde ovento segue afim de fazer qualquer progresso.

Eu estavavivendo no porão da casa dos meus pais. Minha mãe estava um pouco relutante emme ter por lá; meu pai estava feliz. Eu mesma estava dividida.

Em primeirolugar, precisava conseguir um emprego. Eu trabalhei para uma agência deempregos temporários durante alguns meses antes de me estabelecer em um empregoestável num hospital.

Em segundolugar, eu precisava ficar saudável. Isso levou mais tempo. O abuso físico que omeu corpo tinha sofrido durante os dois anos ou mais que vivi no Rancho e com adieta macrobiótica iria demorar um pouco. Não tenho nada contra a dietamacrobiótica, exceto que ela é pesada em produtos de soja, grãos e legumes(cozido) mortos. Muitas pessoas perdem peso com a dieta. Eu perdi peso, tudo bem...Estar abaixo de 53kg, não era um bom peso para mim, não importa o que a mídiade massa dizia sobre as figuras femininas.

Eu tenteivárias coisas... Acupuntura, que apenas machucava, medicina holística, etc... Eudesintoxiquei etc. Por alguns anos eu não pude tolerar qualquer coisa comaçúcar, nem mesmo frutas. Eu, principalmente, comia arroz cozido, legumes eproteínas leves. Felizmente eu encontrei uma loja próxima que vendia umavariedade de alimentos integrais, bem antes que isso fosse moda. Eu não podiamais tolerar leite ou queijo, então eu encontrei leite de soja e queijos desoja como substitutos.

Logo depois,eu comecei em explorações mais metafísicas. Eu não conseguia evitar, mas euestava respondendo a um impulso interior ou empurrão. Meu próximo rumo: oxamanismo.

Os povosindígenas às vezes alegam com veracidade, que as pessoas estão fazendodinheiro com suas culturas e práticas antigas. Tenha em mente no entanto, queos ensinamentos espirituais não "pertencem" a nenhum povo. Desde quenós temos vidas "passadas" em que temos sido indígenas ou um membrode uma determinada tribo, é compreensível que o xamanismo iria ressoar em algumnível profundo.

Por isso,foi o que aconteceu para mim, por um tempo curto. Eu nunca tive um tambor. Euassisti a alguns eventos nos finais de semana promovidos pelo grupo de MichaelHarner e descobri que eu não tinha ressonância com o nível em que algumaspessoas estavam vindo. Mais uma vez, havia um elemento de orgulho espiritual ouarrogância que ficou no caminho de uma verdadeira experiência de conexão com oSer interior. Eu cresci rapidamente desencantada com a versão Nova Era dexamanismo, não em si, mas como ele estava sendo usado como um dispositivo a fim de fazer de dinheiro por alguns e como uma prática de reforçar o ego poroutros. 

Pequenosgrupos espirituais sempre prosperam em ambientes urbanos. Não sei por que, mas,provavelmente, porque eles podem se "esconder" melhor em campo abertodo que eles podem em um ambiente rural, onde todos conhecem todos. Então, eu meconectei com outro grupo, A Rosa Pérola, fundado originalmente por um homem quehavia estudado extensivamente o budismo e cura espiritual.

Eu comeceicom o grupo desde o início, mas quando eu tive uma conversa particular com o líder,ele me disse que ele me reconhecia como um ser de luz... E, uma alma masculina.Embora eu tenha sido um homem em muitas vidas, acho que Lady Tazjima se oporia em estar sendo descrita como um "homem”.

Bem, logome encontrei no grupo mais avançado, fazendo mais meditações, com as energias degrupo do líder. E fiz sessões de cura particulares com o líder. Ele e suaesposa queriam que eu fosse um instrutora para o grupo depois que eu recebesse umpouco mais de instrução. O que consistiria isso eu nunca soube.

Era verão etodos deveriam participar de uma reunião perto das Tetons em Wyoming. Eupretendia tirar então algum tempo de férias. No último minuto, os planos entraramem colapso. Eu ainda estava de férias, então eu fui acampar em um trailer com alguns dos outros membros do grupo. Quando eu voltei, eu estava no meio dos estágiosiniciais de psicose induzida por entidade.

Não voudescrever toda a aventura, mas qualquer um que tenha experimentado uma rupturapsíquica sabe do que estou falando. Isso é ruim o suficiente quando você estásendo ameaçado e seduzido por "vozes" durante horas, perdendo o sonoe não comendo bem. No processo, eu perdi meu emprego no hospital e mais uma veztive que começar um processo de cura a fim de recuperar minha resistênciafísica.

Emboraenfrentando uma doença de qualquer espécie que era encarada como um grande"mal" em nossa versão atual da "cultura", alguns povosindígenas afirmavam que a doença era uma indicação de que o espírito estavalutando pelo controle do corpo. Felizmente para mim, o líder da Rosa Pérola,foi capaz de limpar meu campo áurico das entidades e comecei um longo caminhopara a cura.

Mais umavez, sem emprego, decidi voltar para a escola de negócios para atualizar minhashabilidades. A tecnologia estava mudando, os computadores pessoais estavam maisdisponíveis e assim por diante. E era uma maneira de me preparar para conseguiroutro emprego.

Poucos mesesdepois de meu contratempo com o episódio psicótico, eu já estava estudando eprosperando em uma escola de negócios. Fiz tão bem, que eu ajudava osinstrutores com alguns dos outros alunos que estavam com dificuldades especialmentecom suas habilidades de escrita. Eu comecei a escrever histórias e comeceiaproveitar a vida, novamente. 

Antes determinar as aulas, eu consegui um emprego no centro de Seattle. Meusinstrutores ficaram tristes de me ver partir, mas eu estava indo novamente paraum novo começo.

Enquantovivia na casa de meus pais, eu me tornei a jardineira e a gerente geral deles. Eufazia as compras e levava minha mãe ao médico. Finalmente, a pedido de minhamãe, eu assumi a contabilidade para a família uma vez que meu pai estava ficando"excêntrico". Eu os acompanhava para reuniões de alguns de nossosparentes, mas era difícil para mim me relacionar com essas pessoas; eu tinhamudado muito e eles também eram tímidos de me ver. Os rumores daquilo que eutinha feito chegou aos ouvidos de alguns aparentemente e, eu era realmentevista com certa desconfiança pelos meus primos e minhas irmãs. Eu não meimportava nem um pouco. Meus pais me amavam e eu cuidava deles. Eu estavaficando acostumada a sentir a rejeição dos outros. Isso machucava, mas eusobrevivi. 

Logo depoiseu embarquei em um breve estudo dos ensinamentos da Rosa cruz, mas depois decerca de seis meses subitamente eu desisti. Eu não ressoava com a maneira comestes ensinamentos eram realizados longe do público em geral. Enquanto eupercebia que grande parte do público não os entendiam, eu sentia que as pessoasprecisavam conseguir fazer uma escolha sobre o que elas queriam aprender. Foiapenas um sentimento que tive. E eu me senti frustrada comigo mesma, assim,como se eu tivesse de alguma forma não alcançado a meta, mais uma vez.

Nessa mesmaépoca eu comecei com minhas caminhadas, novamente. Comecei a caminhar com osalpinistas e depois de um ano ou mais, comecei a liderar caminhadas mais umavez. No entanto, eu tinha mudado e os alpinistas também. Na tentativa deexpandir o Clube e substituir seus membros antigos, mudaram as características geraisdo Clube tinha mudado ficando indesejáveis.

Como líder, eu descobri que as pessoas esperavam que eu fizesse todo o trabalho para elas, basicamente, agindo como um guia de turnê não pago. Antes, os grupos de alpinistas eram bem preparados e a maioria de nós se conhecia mais como uma extensão da mesma família ou pessoas que compartilhavam uma paixão pelas montanhas. Não era mais dessa forma. Certamente ainda havia pessoas assim, mas elas também foram afastadas da crescente lista de regras e as atividades sociais do Clube. Ainda assim, foi minha única saída social por um bom tempo. 

Eu conheciaas montanhas. Posso não ter sido uma alpinista ou escaladora mais forte, mas eume lembrava de cada caminhada que eu já tinha ido. Eu poderia estar dirigindopor uma estrada que eu não tinha conduzido por 10 anos e dizer aos meuscompanheiros os nomes das montanhas, onde os alpinistas estiveram e assim pordiante. Eu não precisava de um mapa tendo em vista que muitas vezes o mapaestava na minha cabeça.

Em relaçãoa minha jornada espiritual, naquele momento se tornava mais interiorizada. Eulia um monte de livros. Havia muitas excelentes livrarias metafísicas nasproximidades, a fim de que eu  pudesse pesquisar o conteúdo do meu coração e permitirque a minha intuição escolhesse os livros. Foi então que eu encontrei pelaprimeira vez os livros de Barbara Marciniak sobre os pleiadianos. E eu lioutros livros cheios de ensinamentos canalizados dos Sirianos de Ken Carey,especialmente O Retorno das Tribos de Pássaros e muitos dos livros que continhamoutros materiais canalizados, bem como uma tonelada de ficção. A biblioteca localera um lugar que eu visitava com freqüência. 

Os anos sepassaram. Engraçado, eu não consigo me lembrar muito daquilo que estava acontecendodentro de mim uma vez que eu estava encontrando muito fora de mim. Enquanto,inicialmente meus pais me deram um lugar no qual ficar por pouco tempo, euacabei passando nove anos lá.

A saúde meus paisestavam em declínio. Isso era bastante evidente, por isso entrei nessa faseterrível da vida, quando a criança se torna o pai de seus pais. Cuidando desuas necessidades, da casa e trabalhando em um emprego em tempo integral, exigindo muito da minha atenção. Ainda assim, eu era capaz de sair para algumasatividades de fim de semana, incluindo os acampamentos, caminhadas de um dia, eesqui nos meses de inverno, me hospedava em cabines alpinista no verão ouinverno.

Minha mãeexperimentou um declínio muito lento. Ela faleceu em 1999. Duas semanas depois,meu pai entrou em total demência. Eu consegui cuidar dele em casa por cerca denove meses, mas logo ele estava derrubado e vagava ao redor da casa à noite.Ele ainda era um homem grande e ficava pouco assustador, então eu fiz a difícildecisão de coloca-lo em uma ala de Alzheimer. 

Um diadepois que minha mãe faleceu, eu fui demitida do meu trabalho, no centro deSeattle. A matriz da empresa estava em "reestruturação" e se desfazendode subsidiárias desnecessárias que incluía a empresa com a qual eu trabalhava.Mais uma vez, eu decidi voltar para a faculdade para mais algumas atualizaçõese habilidades de trabalho.

Foi nestemomento, que eu conheci um homem e caiu dura de "amor" por ele. Claroque não era amor, mas tentar explicar isso para alguém que está no meio daagonia de amor "romântico" ou para ser mais precisa"luxúria". O verdadeiro amor não é algo com o qual eu tive muitaexperiência nesta vida. 

Acabeivendendo a casa dos meus pais para financiar os tratamentos de meu pai, e memudei para o extremo sul do Puget Sound. Consegui um emprego em outra empresa,e eu já estava morando com meu namorado.

Sendo umapessoa profundamente intuitiva, eu rapidamente me tornei ciente de que asituação em que eu tinha colocado a mim mesma abruptamente não era a melhor coisa paramim. Meu namorado vinha de uma família de alcoólatras e ele bebia socialmente.Por ser um homem inteligente, ele estava mais interessado em seu trabalho doque ele estava em um relacionamento ou de seus dois filhos, que ele visitavatodos os fins de semana.

A relaçãoestava condenada desde o início e eu terminei isso de uma forma muito mais damoda emocional pelos meados do mês de Julho. Logo depois, meu pai faleceu decomplicações decorrentes de suas disfunções neurológicas. Mais uma vez, euestava mergulhada em um poço profundo de desespero. Além de perder os meus paisdentro de 18 meses um do outro e, dentro de um período de três anos, eu tambémperdi um tio e vários primos da idade do meu pai. De repente, eu estava de péao vento, sem família para me abrigar. Eu era agora uma parte da geração maisvelha. A família tinha ido embora e eu há muito estava afastada do abrigo delese continuei com a minha jornada solitária.

Meuscolegas me ajudaram a mudar para um apartamento e comecei os longos anos devida sozinha, sem um companheiro ou meus pais... Ou o resto da família que hámuito tinha virado as costas para mim. Poucos meses depois da morte de meu pai,eu abruptamente sai do meu trabalho e decidiu ir para a escola... Novamente,mas desta vez como massagista terapeuta. Minha vida estava prestes a tomaroutro rumo... Desta vez de uma forma mais positiva.

A históriacontinua: Parte VI


© Todos osDireitos Reservados, Elizabeth Ayres Escher, http://www.bluedragonjournal.com

Tradução voluntária de Maria Dantas mariadantas2@hotmail.com para achama.biz.ly 
 
http://rayviolet.blogspot.com/2014/08/eliza-journey-of-re-discovery-part-v.html


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