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A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

A Chama Violeta

Sítio dedicado à filosofia humana, ao estudo e conhecimento da verdade, assim como à investigação. ~A Luz está a revelar a Verdade, e a verdade libertar-nos-á! ~A Chama Violeta da Transmutação

Uma Jornada de Redescoberta – Parte VI

Mãos queCuram

Por Elizabeth AyresEscher

28 de agosto de 2014 às 07:38

  Tradução de Maria Dantas



DaisiesDoiseventos bloquearam o ensino que recebi na Escola de Massagem. Somente o segundofoi de conseqüência internacional, o de 11 de setembro 2001. O primeiro ocorreuno primeiro dia de aula, o terremoto Nisqually.



O terremotofoi maior do que o recente em Sonoma, Califórnia. Uma ponte foi destruída,interrompendo os padrões de tráfego no centro de Olímpia por mais de um ano. Algunstijolos caíram e bateram na calçada em Pioneer Square. Fora isso... Não houvenenhum outro evento para mim. Eu morava no topo de uma rocha sólida acima daságuas do Puget Sound; nada se quebrou no meu apartamento.



A Escola demassagem foi uma jornada. Foi também uma boa terapia. Acredite ou não, eu não era a mais velha da classe, mas quase isso. A primeira vez que eu realmente fiz umamassagem real sobre alguém, foi em uma instrutora. Ela me disse com toda aseriedade que eu tinha "mãos de cura".



Sim, eram mãos iluminadas por tijolos aquecidos pelo fogo, enquanto eu fazia isso, mas eupensei que era uma ocorrência comum; Aparentemente não era.



Enquanto euteria me contentado em ficar naquele apartamento, ele foi sendo transformado em umprojeto de habitação de baixa renda, por isso eu foi obrigada a ir embora. Comparte do dinheiro me deixado por meus pais, eu comprei um apartamento em condomínio.



No curso deaprendizagem de massagem, me deparei com o termo "Reiki". Eu nuncatinha ouvido falar dele antes e encontrei um lugar on-line que fazia ativações a distância. Não, eu não sou aquela que vai através dos canais comuns. Aqui foimais um caso em que uma técnica de cura era tratada como se fosse exclusiva sópara aqueles que podiam se dar ao luxo de fazer o treinamento bastante caro. Eu foi "ativada" por alguém na Austrália. Funcionou!. Eu podia sentir asenergias em minhas mãos.



Eu useiReiki ocasionalmente em outras pessoas, mas principalmente em mim mesma. Eu acheiuma forma de relaxar e me tranquilizar da profunda tristeza que continuavabrotando ao longo do período de meses. Depois de dois anos, eu estavacompletamente curada de toda a depressão. A cura pode demorar algum tempo, masisso ocorreu.



Mais tarde,eu fiz outra iniciação Reiki por uma senhora que morava nas proximidades.Durante a iniciação I tive uma visão de caminhar através de uma floresta magníficae sobre um prado florido. Eu me "senti" como em Casa. Eu também tiveuma sessão de cura desta mesma senhora. Quando sentei a mesa dela, eu soltei:"Estou bodhisattva!" Isso foi em 2005. 

Eutrabalhei como massagista por três anos. Era ao mesmo tempo gratificante edesgastante. Eu tinha começado a fazer massagem tarde demais e o desgaste físicono meu corpo foi considerável.

Antes de eusair da minha carreira como massagista, entrei em contato com um grupolocalizado em Oklahoma e viajei para lá a fim de participar de algumas de suasaulas. Eu realmente considerava ficar por lá também, mas isso nunca chegou a acontecer.Ainda assim, foi lá que eu encontrei os mais profundos ensinamentos sobre osMestres Ascensos e afins. O lugar era chamado de Seminário Sancta Sophia. Elefoi criada por Carole Parrish-Harra e estava localizado fora de Tahlequah, queera, aliás, a sede da Nação Cherokee.

OCentro-Oeste não me atraia, o que com suas cobras, insetos, árvores esqueléticase o desenvolvimento que estava se alastrando, contudo, eu não me importava com ostornados e tempestades enormes... Isso eu ainda suportava. Eu fui atraídapara o Arkansas por algum motivo. Mais tarde, eu intuí que o Arkansas tinhasido uma parte da antiga Atlântida e ainda se mantinha lá sob a superfície rochosadas montanhas por alguns dos grandes cristais de Atlântida. Esta intuiçãofoi posteriormente verificada por mensagens canalizadas do Arcanjo Metatron.

Por voltadessa época, comecei a perceber que eu podia "sentir" o que umapessoa estava sentindo quando entrava no ambiente dela. Meus dons de empatiaforam se expandindo, algo que não necessariamente deixava as coisas fáceisde viver aqui.

A massagem e amudança para o Centro-Oeste não eram para ser. Cada plano que eu fazia não davacerto. Depois participei de outra conferência no final do inverno de 2005, entãoeu decidi nunca mais voltar. Os motivos eram pessoais, o entendimento eraintuitivo e o resultado disso chocou meu conselheiro. Ainda assim, eu sentiaque precisava de uma outra direção.

Então,novamente, eu embarquei mais além em um treinamento, desta vez em RegistrosMédicos. Eu frequentei uma faculdade em Tacoma. Depois de vender o meuapartamento, eu também continuei a morar lá, em outro apartamento. Eu odiavaviver em apartamento. Eu estava me tornando mais sensível às energias daspessoas e era uma tortura viver ao lado de alguém que tocava música alta nomeio da noite. Ou fumava. Ou vagava pelas escadas, falando em voz alta às 3horas da manhã.

Atrás do Fio da Navalha

Depois dedois anos de treinamento intenso, eu consegui um emprego em uma cidade perto dacosta... Em uma prisão.

Trabalharem uma prisão era algo tão longe do paraíso tanto quanto podia se imaginar... Estando em uma guerra foi muito pior, mas eu já tinha estado lá emvárias vidas.

Aindaassim, enquanto eu me esgotava descobri que meus limites pessoais forammelhorando. Quando eu finalmente me mudei para o local onde vivo atualmente, eufiquei ainda mais forte.

Ser uma pessoaparanormal e ultra-sensível é bastante difícil nesta "cultura", ondeambas são mal interpretadas. Ser nova em um cenário bastante difícil foidifícil, mas eu consegui. 

Antes de eusair da costa, eu me tornei um membro de um fórum privado na Internet.  Isso foi a primeira vez que eu estava experimentandoisso. Eu consegui conhece algumas pessoas lá através do fórum. Discutíamosnossos pensamentos sobre o que estava acontecendo no mundo e o que iriaacontecer. Extraterrestres e  canalizaçõesde Seres de Luz eram discutidos livremente.

Foi tambémlá que eu encontrei mais algumas questões sobre controle, e a necessidade dedominar a outra pessoa era meio que um comportamento entre aquela que era alíder desse grupo. Esta mulher esteve canalizando desde a década de 80 depoisde experimentar uma série de visões profundas. Ela tinha uma ideia definitivasobre o que estava para acontecer... mas isso nunca acontecia.

Depois queme mudei para Walla Walla, vários dos seguidores deste fórum terminaram aatividade com esse fórum. e começamos o nosso próprio e pequeno fórum. Eu tambémtive algumas sessões com uma das senhoras que tinha dons de vidência. Ela mecontou a história sobre os dragões... Daí vem o nome do meu blog Dragão Azul.Eu nunca tinha imaginado que eu poderia ter sido um dragão, também eu fizhistórias de amor sobre dragões. 

Aoparticipar em mais um fórum, eu "reconheci" um homem que vivia naGrã-Bretanha, somente pela sua foto da capa. Corajosamente eu enviei um email aele; ele respondeu e começamos um intercambio pela internet de quase três anos.Este homem era a reencarnação de meu mentor druida. Como eu, ele se recusou aser professor de quem quer que fosse, trocamos idéias e mensagens sobre todasas coisas metafísicas, bem como as coisas acontecendo na minha vida. Essapessoa era difícil e arrogante às vezes, mas ele tinha idéias que eramdefinitivamente fora dos padrões normais e surpreendentes. Ele estava em uma buscapermanente pelo Santo Graal

Foi nessaépoca que comecei a canalizar pela primeira vez. Meu amigo Inglês fazia umapergunta ou postava uma foto e logo me surgia impressões, algumas de dentro demim... de lugares que eu tinha raramente ou nunca antes visitado. 

Esse amigofoi a pessoa que me incentivou a começar o meu blog. Fiquei reticente noinício, mas finalmente me juntei a um outro blog e comecei a escrever pequenos comentáriose, finalmente algumas mensagens mais longas. Então, aparentemente da noite para dia, comecei a canalizar mensagens completas, principalmente das Plêiades oufontes Angélicas. Em junho de 2012, eu estava pronta para começar meu próprioblog e assim o fiz, no WordPress. No meu primeiro mês, eu tinha um total de 8seguidores e 100 acessos. Ainda assim, o blog cumpria uma necessidade internade expressar aquilo que eu estava sentindo por dentro, quer ou não alguém olesse.

Com umpúblico cada vez maior, comecei a encontrar pessoas que compartilhavam com as minhasidéias ou mesmo se viam na minha vida... Como se isso fosse a vida delastambém. E a cada postagem, minha coragem crescia. Não mais eu iria poder ser queimadana fogueira por expressar meus pontos de vista sobre a vida. Coisa boa essa,caso contrário eu teria sido churrasco há muito tempo...

Acabei deme lembrar que eu deixei totalmente de fora um outro grupo da Austrália com o qual eu fiqueiassociada por quase dois anos. Foi lá que eu recebi o meu nome"espiritual", Tazjma Amariah Kumara, verificando assim por mim mesma umaquestão de longa data,  quer ou não eu estivesse conectada a Sanat Kumara...E,Sananda Kumara, o Eu Superior de Yeshua bar Josué ou Jesus de Nazaré, filho deJosé.

Esteconjunto de ensinamentos foi realmente muito bonito, mas eu não estava dispostaa me abrir para aceitar no momento. Eu ainda estava muito zangada.

Quando eucomecei o meu blog, eu escrevi o "Tazjma" como "Tazjima",acreditando ser mais fácil de pronunciar. Inicialmente eu não queria usar o meunome "real" em material canalizado, por isso eu fiquei conhecida como"Tazjima", com o meu material postado  em muitos lugares na Internet. Para aquela quetinha sido muito tímida a maior parte de sua vida, foi um pouco assustador paranão dizer outra coisa. Ainda assim, como os Seres de Luz me disseram há muitotempo, era hora de parar de me esconder.

Naprimavera passada, eu comecei a postar um pouco do meu material no Facebooktambém. Como resultado, eu encontrei ainda mais pessoas que compartilhavamalguns dos meus pontos de vista, sobre a metafísica, a vida, o meio ambiente,etc, e eu comecei a encontrar outros seres que compartilharam minha herança espiritual,também.

Nos últimosseis meses, tenho sofrido algumas alterações profundas e me abri para algoincrível da consciência sobre mim mesma... Algo do qual eu ainda não possocompartilhar agora com o público em geral, mas quando for a hora certa. Essas coisasque eu sei sobre mim mesma... EU SOU um ser de luz. Eu sou um serPleiadiano misturado com Venetiano de “Venus”, tendo uma mãe em um mundo e umpai de outro. Eu fui um “walk-in” durante esta vida e estarei saindo “walk-out”neste outono, quando eu completo minha ascensão. Estou seguindo os passos de umprimo amado, Rananda Kumara, que teve 664 encarnações surpreendentes sobre esteplaneta. Eu tive algumas 535 que eu saiba... e não muito bem detalhadas. 

A maisrecente que eu tinha verificado para mim, foi a minha encarnação durante oséculo 19 como o Cacique da tribo Wallowa do Nez Perce, um homem conhecido nahistória como Young Chief Joseph. Eu "conheci" este homem, ou pelomenos uma parte do seu espírito, em cima de uma colina nos arredores da cidadede Joseph no Oregon, no final do verão. Levei quase um ano para reconhecer efinalmente aceitar que eu tinha sido Joseph... E que parte da razão pela qualeu estava vivendo nesta parte do bosque era para me dar a oportunidade decoletar esse fragmento de alma e levá-lo para Casa comigo .

É claro quea energia que eu encontrei não era a de "Joseph", certamente não atotalidade dele, apenas um fragmento de alma de outrora magnífico epacificador, diplomata, estrategista brilhante, compassivo e teimoso, junto comseu irmão, Ollokot e outros lideres que conduziam a tribo. Nos livros de história,Chief Joseph foi chamado o Chefe do Nez Perce. Isso estava longe da realidade.Ele era um Líder da comunidade que cuidava das pessoas da tribo que se agregava apenas com aqueles sem contrato no Nez Perce, cuidava das mulheres e crianças, esupervisionava o cuidava dos cavalos e gado, que eram a riqueza do povo. Elenunca foi um Líder de guerra. Na verdade, ele e seu povo estavam um dia longe viajandopacificamente para uma reserva que tinha sido proibida para todo o Nez Perce doOregon e Idaho, quando os jovens de seu povo mataram alguns homens brancos. Nãohavia outra escolha a fazer; eles tiveram que fugir... Se você quiser entenderessa história, leiam sobre isso em um bom livro. 

Então agoravou terminar este conto de minha jornada espiritual.

Uma vida dequase 64 anos não pode ser resumida em poucas páginas. Uma tal qual a minha, compequeno drama na superfície e uma grande dose de drama no interior, é difícilexpressar aos outros exatamente o que eu estava passando naqueles anos. Mas é osuficiente saber que ainda as águas são profundas... Você nunca pode conheceruma pessoa pela forma como ela está agindo na superfície. 

Não melembro de todos os livros que eu já li ou mesmo todas as disciplinasespirituais e seminários que eu já participei. Tudo isso parece estar ficandoconfuso à media que o meu foco vai limpando interiormente com a minha conexãocom a minha Família de Luz e aqueles com quem em breve estarei reunida. 

Eu acho quemuito dessa vida era uma espécie de terminar aquilo que eu tinha feito emoutras vidas. Eu encontrei e participei de muitos tipos diferentes deatividades espirituais. Eu estudei um pouco sobre muitas das religiões domundo. Tenho estudado sobre os Mestres Ascensos, Arcanjos e os Sete Raios deDeus. Eu li vários livros sobre diferentes assuntos metafísicos, desde os materiaisclássicos aos mais recentemente canalizados. Tenho participado em fórunsprivados e, ultimamente, gerencio o meu próprio blog. Por um tempo, eu fui uma curandeira e encontrei vislumbres muitas das minhas vidas passadas.

Nos últimosdois anos, desde que comecei a canalizar, eu me acostumei com as energiasdaqueles que agora eu os conheço como minha verdadeira Família. Meus sentidospsíquicos e outros telepáticos parecem estar se expandindo e eu continuo aliberar e deixar ir embora à posse que a 3D tem sobre mim. Acho agora difícilde assistir a muitos filmes, já me desliguei totalmente dos noticiários, ouçomenos música e geralmente passo muito tempo ou em um modo de meditação,leitura, jardinagem ou escrita.

Escrevertornou-se uma paixão para mim. Enquanto que no passado que gostava de fazerarte, desenho e pintura e lá fui experimentando uma espécie de bloqueiocriativo. Não é assim com a escrita. As palavras simplesmente fluem de meusdedos.

Em poucosdias, o meu primo Rananda Kumara vai compartilhar mais uma de suas atualizaçõessobre eventos futuros de desdobramentos para outros membros da Primeira Ondacomo eu. Quando Sua mensagem for concluída, vou adicionar um link para isso naparte inferior deste artigo, bem como compartilhá-la na minha linha do tempo noFacebook. Enquanto isso, vou incluir o link de sua mensagem mais recente dejulho sobre a Primeira Onda de Voluntários. Eu sou um deles e agora é hora deeu ir para casa.

Talvezalguns de vocês estejam cansados ??de ouvir isso. Se assim for, eu lhe dou aminha bênção a fim de enviá-los em seu caminho. Ascensão não é algo que aconteceem uma hora ou um dia. É uma progressão. Mesmo a re-mistura com o próprio EuSuperior, tal como eu estou no processo de fazer, leva alguns meses, às vezes umano. Mesmo como um Ser Ascensionado, Rananda ainda está se abrindo para Seussentidos da quinta dimensão. Eu tenho dois meses ainda para estar "aqui"e então eu também ascensionarei... E outros vão seguir nossos passos, também. 

Enquanto euestou em casa, os meus níveis de frequência são de vibrações mais elevadas doque 5D, quase 6D. Ainda assim, eu preciso ir e realizar algumas tarefas dentrodo mundo 3D, bem como voltar a trabalhar na próxima terça. Ainda assim, cadachance que eu tenho, eu aperfeiçoo meu o nível de freqüência por comungar com omeu Eu Superior e minha Família de Luz. Tenho plenamente aceito aquilo que EUSOU e isso é uma benção de saber.

Se você nãofizer nada mais em sua vida, se abra ao amor-próprio. Procure empoderar a simesmo. Aceite a responsabilidade de onde você está e perdoe a si mesmo portodos os atos e omissões. Deixe de lado as coisas que não servem mais a VOCÊ...O verdadeiro VOCÊ,  algumas delas são ídolosque você acha que precisa fingir a fim de satisfazer as necessidades edesejos dos outros. Esteja disposto a fazer algumas decisões difíceis e se mantenha firme no lugar quando os outros tentam empurrar aquilo que pertencem à eles sobre você.

Sejaflexível, adaptável e livre de preconceitos, contra si mesmo e aos outros. Avida é um processo de aprendizagem. Torne-se um aprendiz ao longo da vida; nãodeixe que a sua mente se torne fechada para novas ideias. A mudança estáacontecendo em todos os lugares agora, e é importante ser capaz de fluir comela, em vez de combatê-la.

Eu voudeixar você ir agora para pensar sobre essas coisas.

Namastê.

© Todos osDireitos Reservados, Elizabeth Ayres Escher, 
ElizaAyres, 28 de agosto de 2014 às 07:38
Tradução voluntária de Maria Dantas mariadantas2@hotmail.com para achama.biz.ly
http://rayviolet.blogspot.com/2014/08/a-journey-of-re-discovery-part-vi.html


Por favor, respeitem todos os créditos.
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